Inspecção técnica de edifícios AVALIAÇÃO DO ESTADO DE CONSERVAÇÃO DE EDIFÍCIOS: O QUADRO LEGAL PORTUGUÊS
|
|
|
- Benedito Canário Araújo
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Inspecção técnica de edifícios AVALIAÇÃO DO ESTADO DE CONSERVAÇÃO DE EDIFÍCIOS: O QUADRO LEGAL PORTUGUÊS António Vilhena 1, João Branco Pedro 2 e Jorge de Brito 3 (1) Assistente Investigação do Laboratório Nacional de Engenharia Civil, Lisboa, Portugal, [email protected] (2) Investigador Auxiliar do Laboratório Nacional de Engenharia Civil, Lisboa, Portugal, Investigador Convidado da Delft University of Technology (OTB-TUDelft), [email protected] (3) Professor Catedrático do Instituto Superior Técnico, Lisboa, Portugal, [email protected] RESUMO ARTIGO Em Portugal, estão consagrados na Lei pelo menos três métodos de avaliação do estado de conservação de imóveis diferentes. Em cada método, a avaliação é realizada segundo regras próprias e os resultados obtidos não são directamente comparáveis. Nesta comunicação, é analisada a possibilidade de estabelecer, em Portugal, um único método normalizado para a avaliação do estado de conservação de edifícios para efeitos legais. Para este efeito, são descritos os diferentes métodos, quanto ao âmbito, condições processuais e modelo de avaliação. Depois, é apresentada uma análise comparativa dos três métodos. Os resultados obtidos nesta análise indicam que os métodos têm semelhanças em termos de âmbito de aplicação, objectivo, forma de avaliação, formação geral dos técnicos avaliadores, elementos a avaliar, fórmula de cálculo e forma de apresentação do resultado final. As principais são o nível de desagregação do edifício em elementos funcionais e a definição, ou não, de critérios de avaliação objectivos. Conclui-se que, em virtude das semelhanças entre os três métodos, é viável a uniformização dos métodos de avaliação do estado de conservação consagrados na Lei Portuguesa. O MAEC deverá ser utilizado como ponto de partida nesse processo de uniformização por integrar e aprofundar características dos outros dois métodos. A utilização de um único método poderá ter vantagens: as avaliações poderão ser utilizadas para vários fins, os resultados de diferentes avaliações poderão ser directamente comparados, os técnicos acumularão experiência com aplicação sucessiva de um método, os instrumentos de aplicação poderão ser progressivamente aperfeiçoados, serão obtidos resultados mais rigorosos e objectivos. Palavras-chave: estado de conservação, edifícios, método de avaliação
2 I. INTRODUÇÃO Em Portugal, estão consagrados na Lei diversos métodos de avaliação do estado de conservação de imóveis, nomeadamente nos seguintes diplomas: Decreto-Lei n.º 329-A/2000, de 22 de Dezembro (Portugal, 2000), relativo ao Regime Jurídico dos Contratos de Arrendamento de Renda Condicionada, Decreto-Lei n.º 287/2003, de 12 de Novembro (Portugal, 2003), relativo ao Código do Imposto Municipal sobre Imóveis (CIMI) e Portaria 1192-B/2006, de 3 de Novembro (Portugal, 2006), que aprovou a ficha de avaliação para a determinação do nível de conservação de imóveis locados no quadro do Regime do Arrendamento Urbano aprovado pela Lei n.º 6/2006, de 27 de Fevereiro. Estre três métodos foram desenvolvidos de forma independente. Em cada método, a avaliação é realizada segundo regras próprias e os resultados obtidos não são directamente comparáveis. Tal como em Portugal, na Holanda, as diversas entidades envolvidas em levantamentos do estado de conservação de parques edificados também utilizavam diferentes métodos para esse efeito (Straub, 2009). Assim, um edifício avaliado por métodos diferentes poderia ser classificado de forma distinta. Em 2002, o Governo Holandês tomou a iniciativa de normalizar a avaliação do estado de conservação de componentes e de instalações de edifícios, tendo sido publicada em 2006 a norma NEN 2767 (NEN, 2006). Neste quadro, a comunicação aborda três questões de investigação: Quais as principais características de cada um dos métodos? Quais as principais diferenças e semelhanças entre os métodos? Qual a viabilidade de uniformizar os métodos de avaliação num só? Com vista a dar resposta a estas questões, são descritos os diferentes métodos; depois, apresenta-se uma análise comparativa; para concluir, é discutida a possibilidade de estabelecer um único método normalizado para a avaliação do estado de conservação de edifícios para efeitos legais. II. MÉTODOS DE AVALIAÇÃO DO ESTADO DE CONSERVAÇÃO II.1 Avaliação do estado de conservação de imóveis com rendas condicionadas (AECRC) A metodologia de avaliação do estado de conservação de imóveis, prevista no Decreto-Lei n.º 329-A/2000, de 22 de Dezembro (Portugal, 2000), é utilizada no estabelecimento do valor máximo de venda de fogos com rendas condicionadas, ou na determinação do valor máximo dessas rendas. Estes valores deverão ter em consideração, entre outros factores, o estado de conservação em que se encontra a unidade, mediante a utilização de um factor designado Coeficiente de conservação (Cc). Este factor pretende reflectir o estado de conservação e a necessidade de realização de obras para a reposição do bom estado dos elementos e equipamentos. A recolha de informação necessária à avaliação tem lugar durante uma inspecção visual ao edifício na sua generalidade e ao fogo em avaliação. Para aplicação deste método, não foram desenvolvidos instrumentos de aplicação. Os elementos / equipamentos, objecto de apreciação para o cálculo de Cc, pretendem cobrir os diferentes elementos construtivos, revestimentos e equipamentos existentes quer no fogo quer nas partes comuns do edifício, encontrando-se divididos no referido Decreto-Lei da seguinte forma: a) Pavimentos, paredes e tectos no fogo; b) Os anteriores
3 nas partes comuns, coberturas e caixilharias exteriores; c) Caixilharias interiores; d) Equipamento de cozinha e casa de banho; e) Redes de águas, esgotos e electricidade do fogo; e f) Os anteriores nas partes comuns. O modelo de avaliação utilizado é do tipo multicritério, em que os critérios de avaliação utilizados definem que o estado de conservação de cada elemento / equipamento deve ser determinado de acordo com a necessidade da respectiva reparação, estando definidas quatro categorias: "Bom (reparações sem significado)", "Razoável (reparação ligeira)", "Mau (reparação importante)" e "Muito mau (reparação total)". O valor base do coeficiente de conservação Cc é, por defeito, igual a 1 (um). Ao valor base serão subtraídos valores sempre que os elementos ou equipamentos se encontrem em condições deficientes. II.2 Avaliação do estado de conservação de imóveis no âmbito do CIMI (AEC-CIMI) No âmbito da reforma da tributação do património, foi aprovado, em 2003, pelo Decreto-Lei n.º 287/2003, de 12 de Novembro (Portugal, 2003), o Código do Imposto Municipal sobre Imóveis (CIMI). O valor patrimonial tributário dos prédios urbanos para habitação, comércio, indústria e serviços tem em consideração, entre outros factores, a existência de elementos valorizadores (e.g., localização privilegiada, garagens, piscinas, qualidade construtiva) ou desvalorizadores (e.g., inexistência de instalações sanitárias, áreas inferiores às regulamentares, estado deficiente de conservação) da propriedade, num factor designado Coeficiente de qualidade e conforto (Cq). O coeficiente de qualidade e conforto pretende traduzir no valor patrimonial do edifício a existência de elementos valorizadores (e.g., localização privilegiada, garagens, piscinas, campos de ténis, qualidade construtiva) ou desvalorizadores (e.g., inexistência de instalações sanitárias, áreas inferiores às regulamentares, estado deficiente de conservação) da propriedade. O estado de conservação do imóvel é um factor desvalorizador "( ) quando os elementos construtivos do prédio não cumpram satisfatoriamente a sua função ou façam perigar a segurança de pessoas e bens" alínea (m) do n.º 2, do art.º 43.º do CIMI (Portugal, 2003). Nesta metodologia de avaliação, não foram definidos instrumentos de aplicação sendo apenas definidas directrizes sobre o que se considera um deficiente estado de conservação do edifício. Assim, aquelas directrizes, que se pretendia que fossem estabelecidas com base em critérios dotados de objectividade, foram publicadas no anexo I da Portaria n.º 1434/2007, de 6 de Novembro (Portugal, 2007) da seguinte forma: elementos estruturais; cobertura; revestimentos de pisos, paredes e tectos; caixilharias e portas; canalizações e instalações eléctricas; e condições de salubridade e higiene. A avaliação é realizada por um técnico designado de "perito avaliador" que será preferencialmente engenheiro civil, arquitecto, engenheiro-técnico civil ou agente técnico de engenharia e arquitectura. Todavia, as avaliações poderão ainda ser realizadas por "( ) diplomados com currículo adequado ou técnicos possuidores de habilitação profissional adequada ao exercício daquelas funções" (n.º 4, do art.º 63, do Decreto-Lei n.º 283/2003, de 12 de Novembro Portugal, 2003). O deficiente estado de conservação do imóvel é um factor minorativo do valor patrimonial cujo valor pode variar entre 0 e 0,05 (Portugal, 2007).
4 II.3 Método de Avaliação do Estado de Conservação de imóveis (MAEC) O Regime de Arrendamento Urbano Português, aprovado pela Lei n.º 6/2006, de 27 de Fevereiro, permite a actualização extraordinária do valor das rendas de contratos de arrendamento habitacionais anteriores a 1990 e não-habitacionais anteriores a O valor máximo de actualização depende do valor patrimonial tributário do imóvel e de um factor, designado "Coeficiente de conservação" que indica o estado de conservação do locado. Para determinar o estado de conservação dos locados, foi concebido o MAEC. A avaliação do estado de conservação de imóveis, baseada na metodologia definida no MAEC, é realizada mediante uma inspecção visual para detecção das principais anomalias que afectam os diferentes elementos construtivos e equipamentos constituintes do imóvel, bem como para verificação da existência de infra-estruturas básicas. São consideradas infra-estruturas básicas as instalações de distribuição de água, de electricidade e de drenagem de águas residuais; nos locados habitacionais, incluem-se também nas infra-estruturas básicas os equipamentos sanitário e de cozinha. O estado de conservação é definido por comparação das condições dos diferentes elementos funcionais na data da vistoria com as condições que eles proporcionavam quando o edifício foi construído ou quando sofreu a última intervenção profunda. Esta metodologia foi aprovada e publicada pela Portaria 1192-B/2006, de 3 de Novembro (Portugal, 2006). A avaliação é do tipo multicritério, sendo o método constituído por: lista de 37 elementos funcionais em que se organizam os elementos construtivos e os equipamentos do edifício e do locado; critérios de avaliação que permitem classificar, para cada elemento funcional, as anomalias observadas numa escala com cinco níveis (muito ligeiras, ligeiras, médias, graves e muito graves); e regras para associar os resultados parciais num resultado global. O resultado final do estado de conservação do locado é expresso numa escala com cinco níveis (excelente, bom, médio, mau e péssimo). A cada nível do estado de conservação corresponde um valor do "coeficiente de conservação" que é atribuído pelas Comissões Arbitrais Municipais (CAM), com base no resultado da avaliação realizada pelo técnico e em alegações das partes interessadas. Os técnicos que poderão realizar vistorias no âmbito do MAEC devem ser "(...) arquitecto ou engenheiro inscrito na respectiva ordem profissional, ou por engenheiro técnico inscrito na Associação Nacional dos Engenheiros Técnicos ( ) devidamente habilitados com formação acreditada na aplicação do MAEC" (art.º 12, da Portaria n.º 1192-B/2006, de 3 de Novembro Portugal, 2006). Para aplicar o MAEC, foram desenvolvidos os instrumentos seguintes: (i) ficha de avaliação; (ii) instruções de aplicação ilustradas; e (iii) sítio na internet para divulgação de informação e submissão de avaliações ( III. ANÁLISE COMPARATIVA Com base na descrição dos métodos e na análise comparativa apresentada na Tabela 1, podem tirar-se as seguintes conclusões: 1) Os métodos apresentam semelhanças em termos de âmbito de aplicação, objectivo, forma de avaliação, formação geral dos técnicos avaliadores, elementos a avaliar, fórmula de cálculo e forma de apresentação do resultado final; 2) Apenas para o MAEC está estabelecida a necessidade dos técnicos avaliadores terem formação específica no instrumento utilizado. Observa-se que a experiência tem
5 demonstrado que a formação dos técnicos avaliadores é um aspecto essencial para a correcta aplicação dos métodos e de realização da avaliação; Tabela 1. Tabela comparativa dos diversos métodos analisados Âmbito Objectivo AECRC AEC-CIMI MAEC Locados habitacionais com rendas condicionadas Estabelecimento de valor de venda ou valor máximo de renda Prédios urbanos destinados a habitação, comércio, indústria e serviços Estabelecimento do Valor patrimonial tributário Locados habitacionais e não-habitacionais Estabelecimento do valor de renda máxima Forma de avaliação Inspecção visual Inspecção visual Inspecção visual Formação geral dos técnicos avaliadores Formação específica no método de avaliação Elementos a avaliar Nível de desagregação Instrumentos de aplicação Critérios de avaliação Ponderações Não definido Não Elementos construtivos e equipamentos Engenheiros civis; Arquitectos; Engenheiros técnicos civis; Agentes técnicos de engenharia e arquitectura Não Elementos construtivos 6 elementos funcionais 6 elementos funcionais Importância da reparação (0-120) Baseadas na importância dos elementos Fórmula de cálculo Média ponderada Resultado final Coeficiente de conservação [0-1] Coeficiente [0-0,05] ( * ) A excepção foi estendida para além do primeiro ano de aplicação. Engenheiros civis; Arquitectos; Engenheiros técnicos civis Obrigatória excepto no primeiro ano de aplicação ( * ) Elementos construtivos e equipamentos 37 elementos funcionais Ficha de avaliação; Instruções de aplicação; Sítio na internet Nível da anomalia (1-5) Baseadas na importância dos elementos Média ponderada com regras de correcção de desvios excessivos Coeficiente de conservação [0,5-1,2] 3) Quanto ao nível de desagregação: - A divisão da avaliação em apenas 6 elementos funcionais nos métodos AECRC e AEC-CIMI aumenta o grau de subjectividade do resultado sem reduzir o trabalho necessário para realizar uma avaliação. Nestes métodos, associam-se em cada elemento funcional elementos construtivos e equipamentos de diferentes naturezas
6 e que podem apresentar estados de conservação distintos. Esta situação obriga os técnicos a primeiro avaliar individualmente os elementos construtivos constituintes de um elemento funcional e depois agregar as avaliações individuais numa classificação única; - A desagregação em elementos funcionais nos métodos AECRC e AEC-CIMI não inclui alguns elementos construtivos ou equipamentos, nomeadamente os ascensores e a instalação de gás, que poderão portanto não ser considerados na avaliação; - A divisão em 37 elementos funcionais definida no MAEC abrange a quase totalidade dos elementos construtivos e dos equipamentos do edifício, inclui os elementos funcionais definidos nos outros métodos, e contribui para a objectividade e o rigor da avaliação; 4) Nos métodos AECRC e AEC-CIMI, a ausência de critérios de avaliação objectivos dificulta a realização de uma avaliação independente e objectiva por parte dos avaliadores. No MAEC, os critérios de avaliação definidos para atribuir o "nível de anomalias" aos diferentes elementos funcionais abrangem a necessidade de reparação e a satisfação das exigências funcionais, critérios também utilizados nos outros métodos. IV. CONCLUSÃO Dadas as semelhanças entre os três métodos, considera-se que é viável a uniformização dos métodos de avaliação do estado de conservação consagrados na Lei Portuguesa. Entende-se que o MAEC deverá ser utilizado como ponto de partida nesse processo de uniformização por integrar e aprofundar características dos outros dois métodos. Afigura-se que a utilização de um único método poderá ter vantagens a vários níveis: as avaliações poderão ser utilizadas para vários fins, os resultados de diferentes avaliações poderão ser directamente comparados, os técnicos acumularão experiência com aplicação sucessiva de um método, os instrumentos de aplicação poderão ser progressivamente aperfeiçoados, serão obtidos resultados mais rigorosos e objectivos. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS NEDERLANDS NORMALISATIE-INSTITUUT (NEN) NEN :2006. Conditiemeting van bouw- en installatiedelen Deel 1: Methodiek [em Holandês]. Delft, NEN, (2006). PORTUGAL Decreto-Lei n.º 329-A/2000. Diário da República: Série I-A. N.º 294, Suplemento, ( ), pp. 7444(2)-7444(4). PORTUGAL Decreto-Lei n.º 287/2003. Diário da República: Série I-A. N.º 262, ( ), pp PORTUGAL Portaria n.º 1192-B/2006. Diário da República: Série I. N.º 212, Suplemento, ( ), pp. 7708(9)-7708(15). PORTUGAL Portaria n.º 1434/2007. Diário da República: Série I. N.º 213, ( ), pp STRAUB, Ad. Dutch standard for condition assessment of buildings. Structural Survey, Vol. 27, No. 1, (2009), pp
Nível de Conservação
Nível de Conservação O Novo Regime do Arrendamento Urbano (NRAU) foi aprovado pela Lei n.º 6/2006, de 27 de Fevereiro, dando resposta a uma necessidade há muito, e por todos, sentida. A reforma empreendida
REGULAMENTO DE COMPENSAÇÕES POR NÃO CEDÊNCIA DE TERRENOS PARA EQUIPAMENTOS E ESPAÇOS VERDES PÚBLICOS DECORRENTE DA APROVAÇÃO DE OPERAÇÕES URBANÍSTICAS
REGULAMENTO DE COMPENSAÇÕES POR NÃO CEDÊNCIA DE TERRENOS PARA EQUIPAMENTOS E ESPAÇOS VERDES PÚBLICOS DECORRENTE DA APROVAÇÃO DE OPERAÇÕES URBANÍSTICAS 1. O Regulamento referente à compensação pela não
MÉTODOS DE AVALIAÇÃO DO ESTADO DE CONSERVAÇÃO DOS EDIFÍCIOS: A ACTIVIDADE RECENTE DO LNEC
Ref: CLME 2011_1813A MÉTODOS DE AVALIAÇÃO DO ESTADO DE CONSERVAÇÃO DOS EDIFÍCIOS: A ACTIVIDADE RECENTE DO LNEC João B. Pedro*, António Vilhena, J. Vasconcelos Paiva, Ana Pinho Laboratório Nacional de Engenharia
Reabilitação do Edifício da Casa da Cultura
Reabilitação do Edifício da Casa da Cultura ANEXO III PROGRAMA PRELIMINAR Programa_Preliminar_JC_DOM 1 Reabilitação do Edifício da Casa da Cultura PROGRAMA PRELIMINAR Índice! " #! $ % &' ( Programa_Preliminar_JC_DOM
Instalações Eléctricas de Serviço Particular
Colégio de Engenharia Electrotécnica Instalações Eléctricas de Serviço Particular A problemática do enquadramento legal das Instalações Eléctricas de Serviço Particular tem sido objecto, ao longo do tempo,
BENEFÍCIOS FISCAIS PARA A REABILITAÇÃO URBANA ENQUADRAMENTO LEGAL
BENEFÍCIOS FISCAIS PARA A REABILITAÇÃO URBANA ENQUADRAMENTO LEGAL Refere o Decreto-Lei nº 307/2009 de 23 de Outubro No artigo 2º Definições i) «Reabilitação de edifícios» a forma de intervenção destinada
COMISSÃO EXECUTIVA DA ESPECIALIZAÇÃO EM SEGURANÇA NO TRABALHO DA CONSTRUÇÃO PROCEDIMENTOS PARA ATRIBUIÇÃO DO TÍTULO DE ENGENHEIRO ESPECIALISTA EM
PROCEDIMENTOS PARA ATRIBUIÇÃO DO TÍTULO DE ENGENHEIRO ESPECIALISTA EM Procedimentos para a atribuição do título de Engenheiro Especialista em Segurança no Trabalho da Construção 1 Introdução...2 2 Definições...4
INSTRUÇÕES DE APLICAÇÃO
Ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicações Laboratório Nacional de Engenharia Civil Lisboa, Outubro de 2007 Método de avaliação do estado de conservação de imóveis INSTRUÇÕES DE APLICAÇÃO
FICHA TÉCNICA DO CURSO
FICHA TÉCNICA DO CURSO AVALIAÇÃO DE BENS IMOBILIÁRIOS EDIÇÃO Nº01/2013 1. DESIGNAÇÃO DO CURSO Avaliação de Bens Imobiliários. 2. COMPETÊNCIAS A DESENVOLVER No final da formação, os participantes deverão
Programação e Execução das Operações de Reabilitação Urbana
Programação e Execução das Operações de Reabilitação Urbana Conferência Reabilitação Urbana e Arrendamento Oportunidades do novo regime jurídico Lisboa, 7 de Março de 2013 Claudio Monteiro Sumário Linhas
REGULAMENTO PROGRAMA RECUPERAÇÃO DE HABITAÇÕES NA ZONA HISTÓRICA DA CIDADE E DEVESA
REGULAMENTO DO PROGRAMA RECUPERAÇÃO DE HABITAÇÕES NA ZONA HISTÓRICA DA CIDADE E DEVESA INTRODUÇÃO O levantamento socioeconómico da população residente nas zonas antigas evidencia um significativo número
Classificação DOS EMPREENDIMENTOS DE TURISMO NO ESPAÇO RURAL:
O conteúdo informativo disponibilizado pela presente ficha não substitui a consulta dos diplomas legais referenciados e da entidade licenciadora. FUNCHAL CAE Rev_3: 55202 TURISMO NO ESPAÇO RURAL NOÇÃO:
Regulamento relativo à manutenção e inspecção de ascensores, monta-cargas, escadas mecânicas e tapetes rolantes da Câmara Municipal da Trofa
Regulamento relativo à manutenção e inspecção de ascensores, monta-cargas, escadas mecânicas e tapetes rolantes da Câmara Municipal da Trofa Aprovado em reunião de Câmara de 12 de Setembro de 2003 e em
*01 0*+.34 5 0*26$.7
!"#$%&'$&()$ *+,+ %-./ *, *01 *2%... 0*+.34 5 0*. 0*0. 0*26$.7 2*+ 8$9: *, 1. Prédios rústicos; 2. Prédios urbanos; 3. Prédios Mistos. *, Prédios urbanos (continuação) (a) Habitacionais; (b) Comerciais,
Portaria 982/2004, de 4 de Agosto
Portaria 982/2004, de 4 de Agosto Aprova e dá publicidade aos coeficientes a fixar dentro dos limites estabelecidos no Código do Imposto Municipal sobre Imóveis (CIMI), bem como aprova e dá publicidade
Sustentabilidade ambiental da construção de edifícios em Portugal: Análise da regulamentação e medidas complementares
Jornadas LNEC Engenharia para a Sociedade Investigação e Inovação Cidades e Desenvolvimento Lisboa, LNEC, 18 a 20 de junho de 2012 Sustentabilidade ambiental da construção de edifícios em Portugal: Análise
A Tributação do Património IMI - AVALIAÇÕES. Elaborados por Abílio Marques www.abiliomarques.pt AVALIAÇÕES FISCAIS AICCOPN 2009-03-26
A Tributação do Património IMI - AVALIAÇÕES Porto, 26 de Março de 2009 Organização: AICCOPN Porto Elaborados por Abílio Marques www.abiliomarques.pt Espécies de prédios: (artigo 3º) Prédios rústicos (artº
O empregador deve assegurar ao trabalhador condições de segurança e de saúde em todos os aspectos do seu trabalho.
Guia de Segurança do Operador PORTUGAL: Lei n.º 102/2009 de 10 de Setembro Regime Jurídico da Promoção da Segurança e Saúde no Trabalho O empregador deve assegurar ao trabalhador condições de segurança
Guia Prático do Certificado Energético da Habitação
Guia Prático do Certificado Energético da Habitação Fonte: ADENE O QUE É UM CERTIFICADO ENERGÉTICO? Um Certificado Energético (CE) de um edifício ou fracção autónoma é o documento emitido no âmbito do
ISEP INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA
ISEP INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA Projecto de Licenciamento de Segurança Contra Incêndio António Gomes [email protected] 1 3 Enquadramento As implementação dos sistemas de segurança contra incêndios
Reavaliação: a adoção do valor de mercado ou de consenso entre as partes para bens do ativo, quando esse for superior ao valor líquido contábil.
Avaliação e Mensuração de Bens Patrimoniais em Entidades do Setor Público 1. DEFINIÇÕES Reavaliação: a adoção do valor de mercado ou de consenso entre as partes para bens do ativo, quando esse for superior
ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA
Alteração ao Regime Jurídico da Avaliação do Ensino Superior Num momento em que termina o ciclo preliminar de avaliação aos ciclos de estudo em funcionamento por parte da Agência de Avaliação e Acreditação
FACULDADE DE LETRAS DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA REGULAMENTO DO SEGUNDO CICLO DE ESTUDOS CONDUCENTE AO GRAU DE MESTRE
FACULDADE DE LETRAS DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA REGULAMENTO DO SEGUNDO CICLO DE ESTUDOS CONDUCENTE AO GRAU DE MESTRE O presente Regulamento tem como lei habilitante o Decreto-Lei nº 74/2006, de 24 de Março,
NORMA DE PROCEDIMENTOS. 2. Legislação de enquadramento 3. Tramitação para a inspecção dos Espaços de Jogo e Recreio 4. Fluxograma da tramitação
NORMA DE PROCEDIMENTOS Abril de 2008 EJR 06 / AL Tramitação para a inspecção dos Espaços de Jogo e Recreio 01 / AL 1. Apresentação 2. Legislação de enquadramento 3. Tramitação para a inspecção dos Espaços
- ÁREAS DE REABILITAÇÃO URBANA -
- ÁREAS DE REABILITAÇÃO URBANA - ARU do Centro Histórico de Beja ARU do Centro Histórico de Beja II ARU do Bairro Social de Beja ARU da Rua da Lavoura - Beja ESCLARECIMENTOS E INSTRUÇÕES PARA OS INTERESSADOS
Avisos do Banco de Portugal. Aviso do Banco de Portugal nº 2/2010
Avisos do Banco de Portugal Aviso do Banco de Portugal nº 2/2010 A Instrução nº 27/2003 consagrou no ordenamento jurídico nacional os procedimentos mais relevantes da Recomendação da Comissão nº 2001/193/CE,
Decreto Legislativo Regional nº. 003/2001
Decreto Legislativo Regional nº. 003/2001 REVALORIZAÇÃO DAS CARREIRAS DO PESSOAL TÉCNICO CONTABILISTA E DE AUXILIAR DE CONTABILIDADE DA DIRECÇÃO REGIONAL DO ORÇAMENTO E TESOURO O Decreto Regulamentar Regional
Normas de Funcionamento do Banco Local de Voluntariado de Sines
Normas de Funcionamento do Banco Local de Voluntariado de Sines Preâmbulo O Decreto-Lei n.º 389/99, de 30 de Setembro, no art. 21º, atribui ao Conselho Nacional para a Promoção do Voluntariado (CNPV) competências
CÂMARA MUNICIPAL MONCHIQUE. Preâmbulo
CÂMARA MUNICIPAL MONCHIQUE REGULAMENTO DO BANCO LOCAL DE VOLUNTARIADO DE MONCHIQUE Preâmbulo Considerando que a participação solidária em acções de voluntariado, definido como conjunto de acções de interesse
Na sua experiência profissional, salienta-se uma longa lista de obras realizadas, entre as quais:
1. A EMPRESA retende-se com o presente capítulo efectuar a apresentação da Tomás de Oliveira, do seu compromisso em relação à qualidade e da organização que disponibiliza para alcançar esse objectivo.
DECRETO LEGISLATIVO REGIONAL Nº 42/2006 CRIA O PROGRAMA JOVENS AO CENTRO
DECRETO LEGISLATIVO REGIONAL Nº 42/2006 CRIA O PROGRAMA JOVENS AO CENTRO Considerando que hoje os jovens sentem grandes dificuldades para se autonomizarem das suas famílias; Considerando que uma sociedade
Regulamento da CMVM n.º 97/11 Critérios de Avaliação e Peritos Avaliadores dos Imóveis dos Fundos de Investimento Imobiliário
Não dispensa a consulta do diploma publicado em Diário da República Regulamento da CMVM n.º 97/11 Critérios de Avaliação e Peritos Avaliadores dos Imóveis dos Fundos de Investimento Imobiliário O Decreto
Duração da Prova de conhecimentos 90 minutos. Grupo II Conhecimentos específicos
Procedimento concursal comum para constituição de relação jurídica de emprego público por tempo indeterminado, tendo em vista o preenchimento de um posto de trabalho, da categoria de Técnico Superior,
A Carta da Qualidade da Habitação Cooperativa (Carta) é um
CARTA DA QUALIDADE DA HABITAÇÃO COOPERATIVA Carta da Qualidade da Habitação Cooperativa A Carta da Qualidade da Habitação Cooperativa (Carta) é um instrumento de promoção, afirmação e divulgação, junto
REGULAMENTO DO BANCO LOCAL DE VOLUNTARIADO DE AZAMBUJA
MUNICÍPIO DE AZAMBUJA REGULAMENTO DO BANCO LOCAL DE VOLUNTARIADO DE AZAMBUJA Aprovado por deliberação da Assembleia Municipal de 19 de Abril de 2011. Publicado pelo Edital n.º 73/2011. Em vigor desde 27
REGULAMENTO. Condomínio Destaque por Excelência 2014
REGULAMENTO Condomínio Destaque por Excelência 2014 SECOVI-SC Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis e dos Condomínios Residenciais e Comerciais de Santa Catarina,
REFERENCIAL DO CURSO DE COORDENAÇÃO
REFERENCIAL DO CURSO DE COORDENAÇÃO DE Área de Formação 862 Segurança e Higiene no Trabalho Formação Profissional Contínua/de Especialização ÍNDICE 1- ENQUADRAMENTO... 3 2- OBJECTIVO GERAL... 4 3- OBJECTIVOS
Decreto n.º 101/78 Acordo de Base entre a Organização Mundial de Saúde e Portugal, assinado em Copenhaga em 12 de Junho de 1978
Decreto n.º 101/78 Acordo de Base entre a Organização Mundial de Saúde e Portugal, assinado em Copenhaga em 12 de Junho de 1978 O Governo decreta, nos termos da alínea c) do artigo 200.º da Constituição
MINISTÉRIOS DO AMBIENTE, DO ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO E DO DESENVOLVIMENTO REGIONAL E DA ECONOMIA E DA INOVAÇÃO
Diário da República, 2.ª série N.º 80 23 de Abril de 2008 18537 - Direcção -Geral de Agricultura e Desenvolvimento Rural; - Direcção -Geral dos Recursos Florestais; - Direcção Regional de Agricultura e
FICHA DE CURSO DESIGNAÇÃO. DURAÇÃO 128 Horas + 3 horas de exame. ÁREA TEMÁTICA DA FORMAÇÃO 862 Segurança e Higiene no Trabalho
FICHA DE CURSO Neste documento poderá encontrar as principais informações sobre o curso pretendido, nomeadamente a duração, área temática, destinatários, objetivo geral e objetivos específicos, estrutura
NP EN ISO 9001:2000 LISTA DE COMPROVAÇÃO
NP EN ISO 9001:2000 LISTA DE COMPROVAÇÃO NIP: Nº DO RELATÓRIO: DENOMINAÇÃO DA EMPRESA: EQUIPA AUDITORA (EA): DATA DA VISITA PRÉVIA: DATA DA AUDITORIA: AUDITORIA DE: CONCESSÃO SEGUIMENTO ACOMPANHAMENTO
NCE/11/01396 Relatório preliminar da CAE - Novo ciclo de estudos
NCE/11/01396 Relatório preliminar da CAE - Novo ciclo de estudos Caracterização do pedido Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: E.I.A. - Ensino, Investigação
REGULAMENTO INTERNO DE FUNCIONAMENTO DO BANCO LOCAL DE VOLUNTARIADO DE GUIMARÃES
REGULAMENTO INTERNO DE FUNCIONAMENTO DO BANCO LOCAL DE VOLUNTARIADO DE GUIMARÃES (aprovado por deliberação de Câmara de 16 de junho de 2011 em conformidade com as orientações do Conselho Nacional para
Requisitos do Contrato de Arrendamento
Requisitos do Contrato de Arrendamento Tendo sido aprovado o Novo Regime do Arrendamento Urbano (NRAU), pela Lei n.º 6/2006, de 27 de Fevereiro, importa publicar os diplomas necessários à sua completa
PERGUNTAS MAIS FREQUENTES
PERGUNTAS MAIS FREQUENTES REGIME JURÍDICO DA (RJ-SCIE) (Decreto-Lei n.º 220/2008, de 12 de Novembro) REGULAMENTO TÉCNICO DE SCIE (RT-SCIE) (Portaria n.º 1532/2008, de 29 de Dezembro) E LEGISLAÇÃO/DOCUMENTOS
NORMA REGULAMENTAR N.º 15/2008-R, de 4 de Dezembro
Não dispensa a consulta da Norma Regulamentar publicada em Diário da República NORMA REGULAMENTAR N.º 15/2008-R, de 4 de Dezembro PLANOS DE POUPANÇA REFORMA DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÃO SOBRE COMISSÕES E RENDIBILIDADE
Regulamento de Funcionamento do Banco Local de Voluntariado de Viana do Alentejo
Regulamento de Funcionamento do Banco Local de Voluntariado de Viana do Alentejo Preâmbulo O Decreto-Lei n.º 389/99, de 30 de Setembro, no art.º 21.º, atribui ao Conselho Nacional para a Promoção do Voluntariado
ASSUNTO: Plano de Contas (Caixa Central e Caixas de Crédito Agrícola Mútuo)
Instruções do Banco de Portugal Instrução nº 118/96 ASSUNTO: Plano de Contas (Caixa Central e Caixas de Crédito Agrícola Mútuo) Tendo presente as alterações introduzidas no Código do Mercado de Valores
REGULAMENTO MUNICIPAL DE INSPECÇÃO DE ASCENSORES, MONTA-CARGAS, ESCADAS MECÂNICAS E TAPETES ROLANTES. Preâmbulo
REGULAMENTO MUNICIPAL DE INSPECÇÃO DE ASCENSORES, MONTA-CARGAS, ESCADAS MECÂNICAS E TAPETES ROLANTES Preâmbulo O Decreto-Lei n. 295/98, de 22 de Setembro, que transpôs para o direito interno a Directiva
À HABITAÇÃO DEGRADADA NO
Praça Luis de Camões.2580-318 ALENQUER. Telel. 263730900. Fax 263711 504. e-mau: [email protected] i1 REGULAMENTO DO PROGRAMA DE APOIO À HABITAÇÃO DEGRADADA NO MUNICÍPIO DE ALENQUER Proposta da Câmara
MUNICÍPIO DE PORTEL CÂMARA MUNICIPAL
MUNICÍPIO DE PORTEL CÂMARA MUNICIPAL Sistema da Industria Responsável _ SIR Projeto de alteração à Tabela de taxas e licenças municipais decorrente da aplicação do SIR _ Sistema da Industria Responsável
FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: alínea j) do nº 1 do artigo 2º. Assunto:
FICHA DOUTRINÁRIA Diploma: Artigo: Assunto: CIVA alínea j) do nº 1 do artigo 2º. Inversão do sujeito passivo Serviços de construção civil - Fornecimento e instalação na obra de mobiliário e equipamentos
Qualidade dos EIA Critérios para avaliação
Engenharia Civil: 5º ano / 10º semestre Engenharia do Territorio: 4º ano / 8º semestre Qualidade dos EIA Critérios para avaliação IMPACTES AMBIENTAIS 11 ª aula Prof. Doutora Maria do Rosário Partidário
PVP Programa de Valorização de Património. Apresentação à CML Helena Roseta 14.12.2012
PVP Programa de Valorização de Património Apresentação à CML Helena Roseta 14.12.2012 Objectivos genéricos do PVP garantir a função social do município no apoio ao acesso à habitação; promover a adequação
Certificação voluntária de serviços de segurança contra incêndio NP 4513:2012
Certificação voluntária de serviços de segurança contra incêndio NP 4513:2012 Conteúdos Histórico O que é? Porque foi criada? Estrutura da norma Objetivos Princípios Esquema de certificação Âmbito e validade
Financiamento e Tributação da Reabilitação Urbana. Guilherme W. d Oliveira Mar=ns 18 de Maio de 2012
Financiamento e Tributação da Reabilitação Urbana Guilherme W. d Oliveira Mar=ns 18 de Maio de 2012 Financiamento da Reabilitação Urbana Incen=vos fiscais Incen=vos financeiros - JESSICA Inicia=va privada
REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DO BANCO LOCAL DE VOLUNTARIADO DE ESTARREJA
REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DO BANCO LOCAL DE VOLUNTARIADO DE ESTARREJA Aprovado em Câmara Municipal a 26 de fevereiro de 2015 Aprovado em Assembleia Municipal a 30 de abril 2015 Projeto de Regulamento
Certificado Energético Edifício de Habitação IDENTIFICAÇÃO POSTAL. Morada RUA GENERAL HUMBERTO DELGADO, BLOCO F, 181, 3.º DIR. Localidade MATOSINHOS
Válido até 04/11/2024 IDENTIFICAÇÃO POSTAL Morada RUA GENERAL HUMBERTO DELGADO, BLOCO F, 181, 3.º DIR. Localidade MATOSINHOS Freguesia MATOSINHOS E LEÇA DA PALMEIRA Concelho MATOSINHOS GPS 41.193776, -8.698345
Regulamento de inventario e cadastro do património da Câmara de Vila Nova de Cerveira Nota justificação
Regulamento de inventario e cadastro do património da Câmara de Vila Nova de Cerveira Nota justificação Para cumprimento do disposto na alínea c) do n.º 1 do artigo 51.º e alíneas d). f) e g) do n.º 2
GABINETE DA MINISTRA DESPACHO
DESPACHO A concretização do sistema de avaliação do desempenho estabelecido no Estatuto da Carreira dos Educadores de Infância e dos Professores dos Ensinos Básico e Secundário (ECD), recentemente regulamentado,
CAPÍTULO II REQUISITOS DE INSTALAÇÃO E FUNCIONAMENTO SECÇÃO I REGIME GERAL
ÍNDICE REMISSIVO CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1º - Objecto Artigo 2º- Definições Artigo 3º - Âmbito de Aplicação CAPÍTULO II REQUISITOS DE INSTALAÇÃO E FUNCIONAMENTO SECÇÃO I REGIME GERAL Artigo
PROJECTO DE NORMA REGULAMENTAR
PROJECTO DE NORMA REGULAMENTAR OBTENÇÃO E ELABORAÇÃO DOS DADOS ACTUARIAIS E ESTATÍSTICOS DE BASE NO CASO DE EVENTUAIS DIFERENCIAÇÕES EM RAZÃO DO SEXO NOS PRÉMIOS E PRESTAÇÕES INDIVIDUAIS DE SEGUROS E DE
Bairro Ourives. Lotes A, B, C e D. Setembro de 2014
Bairro Ourives Lotes A, B, C e D Setembro de 2014 OBJETIVO Com o objetivo de dar continuidade às ações desenvolvidas no âmbito do PIPARU - Programa de Investimento Prioritário em Ações de Reabilitação
Serviços de Apoio Domiciliário
Direcção-Geral da Acção Social Núcleo de Documentação Técnica e Divulgação Catarina de Jesus Bonfim Sofia Mercês Veiga Serviços de Apoio Domiciliário (Condições de implantação, localização, instalação
SEMINÁRIO A EMERGÊNCIA O PAPEL DA PREVENÇÃO
SEMINÁRIO A EMERGÊNCIA O PAPEL DA PREVENÇÃO As coisas importantes nunca devem ficar à mercê das coisas menos importantes Goethe Breve Evolução Histórica e Legislativa da Segurança e Saúde no Trabalho No
Norma Nr.016 / 1999 de 29/12 REVOGA AS NORMAS N.º 10/96-R E N.º 11/97-R
Norma Nr.016 / 1999 de 29/12 REVOGA AS NORMAS N.º 10/96-R E N.º 11/97-R AVALIAÇÃO DOS TERRENOS E EDIFÍCIOS DAS EMPRESAS DE SEGUROS E DOS FUNDOS DE PENSÕES Considerando que, de acordo com a regulamentação
Bairro Dr. Alfredo Bensaúde. Novembro de 2014
Bairro Dr. Alfredo Bensaúde Novembro de 2014 OBJETIVO Com o objetivo de dar continuidade às ações desenvolvidas no âmbito do PIPARU - Programa de Investimento Prioritário em Ações de Reabilitação Urbana
Projecto de Lei n.º 408/ X
Grupo Parlamentar Projecto de Lei n.º 408/ X Consagra o processo eleitoral como regra para a nomeação do director-clínico e enfermeiro-director dos Hospitais do Sector Público Administrativo e dos Hospitais,
Reabilitação de revestimentos de pisos correntes com recurso a argamassas
Reabilitação de revestimentos de pisos correntes com recurso a argamassas A. Jorge Sousa Mestrando IST Portugal [email protected] Jorge de Brito ICIST/IST Portugal [email protected] Fernando Branco
Regulamento Municipal de Apoio ao Cooperativismo
Regulamento Municipal de Apoio ao Cooperativismo Considerando a necessidade de apoiar a criação e a consolidação de cooperativas residentes no concelho. Considerando a necessidade de incentivar a expansão
PLANO DE PORMENOR DO DALLAS FUNDAMENTAÇÃO DA DELIBERAÇÃO DE DISPENSA DE AVALIAÇÃO AMBIENTAL
FUNDAMENTAÇÃO DA DELIBERAÇÃO DE DISPENSA DE AVALIAÇÃO AMBIENTAL Deliberação da Reunião Câmara Municipal de 29/11/2011 DIRECÇÃO MUNICIPAL DE URBANISMO DEPARTAMENTO MUNICIPAL DE PLANEAMENTO URBANO DIVISÃO
Segurança e Higiene do Trabalho
Guia Técnico Segurança e Higiene do Trabalho Volume XVI Armazenamento de Produtos Químicos Perigosos um Guia Técnico de Copyright, todos os direitos reservados. Este Guia Técnico não pode ser reproduzido
APROVA OS MODELOS DE ALVARÁS DE LICENCIAMENTO OU AUTORIZAÇÃO DE OPERAÇÕES URBANÍSTICAS
APROVA OS MODELOS DE ALVARÁS DE LICENCIAMENTO OU AUTORIZAÇÃO DE OPERAÇÕES URBANÍSTICAS (Portaria n.º 1107/2001, de 18 de Setembro) O Decreto-Lei n.º 555/99, de 16 de Dezembro, que aprovou o novo regime
REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DO BANCO LOCAL DE VOLUNTARIADO DE ALENQUER
REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DO BANCO LOCAL DE VOLUNTARIADO DE ALENQUER Preâmbulo A Lei n.º 71/98, de 3 de Novembro, regulamentada pelo Decreto Lei n.º 389/99, de 30 de Setembro, define as bases do enquadramento
Aviso do Banco de Portugal n.º 2/2010
Aviso do Banco de Portugal n.º 2/2010 A Instrução n.º 27/2003 consagrou no ordenamento jurídico nacional os procedimentos mais relevantes da Recomendação da Comissão n.º 2001/193/CE, de 1 de Março de 2001,
Definição do conceito fiscal de prédio devoluto
Definição do conceito fiscal de prédio devoluto A dinamização do mercado do arrendamento urbano e a reabilitação e renovação urbanas almejadas no Novo Regime do Arrendamento Urbano (NRAU), aprovado pela
FUNCHAL CAE Rev_3: 88101/88102 SERVIÇOS DE APOIO DOMICILIÁRIO. Instituto da Segurança Social I.P. e Câmara Municipal competente.
O conteúdo informativo disponibilizado pela presente ficha não substitui a consulta dos diplomas legais referenciados e da entidade licenciadora. FUNCHAL CAE Rev_3: 88101/88102 SERVIÇOS DE APOIO DOMICILIÁRIO
Capítulo III Aspectos metodológicos da investigação
Capítulo III Aspectos metodológicos da investigação 3.1) Definição do problema Tendo como ponto de partida os considerandos enumerados na Introdução, concretamente: Os motivos de ordem pessoal: Experiência
Critérios para selecção e Instalação de Equipamentos Eléctricos. Apresentado por Eng.º José Barão
Critérios para selecção e Instalação de Equipamentos Eléctricos Apresentado por Eng.º José Barão Resumo da Apresentação Características mais relevantes dos equipamentos eléctricos em função do local onde
Lei n.º 1/2005 de 10 de Janeiro.
Lei n.º 1/2005 de 10 de Janeiro. Regula a utilização de câmaras de vídeo pelas forças e serviços de segurança em locais públicos de utilização comum A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea
Centro Histórico de Santarém: Como integrar a herança cultural nos desafios do futuro?
Centro Histórico de Santarém: Como integrar a herança cultural nos desafios do futuro? Vive-se um tempo de descrédito, generalizado, relativamente às soluções urbanísticas encontradas para o crescimento
Legislação em Segurança contra Incêndios em. António Mascarenhas Diretor EIPC
Legislação em Segurança contra Incêndios em Edifícios António Mascarenhas Diretor EIPC 8 Bombeiros morreram em 2013 Incêndios Urbanos Mais de 200 pessoas morreram nos últimos cinco anos em incêndios Urbanos
Regulamento do inventa rio. Junta de freguesia da Carapinheira
Regulamento do inventa rio Junta de freguesia da Carapinheira 24-11-2014 Índice Página CAPÍTULO I Princípios gerais Artigo 1º - Objecto 3 Artigo 2º - Âmbito 4 CAPÍTULO II Inventário e cadastro Artigo 3º
Guia de Boas Práticas
específico para a Gestão de Mercados Atacadistas Sob a presidência de Mário Maurici de Lima Morais, Presidente da ABRACEN, foi criada uma equipe de trabalho dos membros da ABRACEN para a redação do presente.
Análise do Questionário aos Notários 2006/2007. Resumo
Análise do Questionário aos Notários 2006/2007 Resumo Nos três últimos anos a Administração Fiscal tem vindo a efectuar estudos qualitativos de periodicidade anual com o objectivo de conhecer o grau de
NCRF 19 Contratos de construção
NCRF 19 Contratos de construção Esta Norma Contabilística e de Relato Financeiro tem por base a Norma Internacional de Contabilidade IAS 11 - Contratos de Construção, adoptada pelo texto original do Regulamento
DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS COMBINADAS
24 DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS COMBINADAS Os mercados de capitais na Europa e no mundo exigem informações financeiras significativas, confiáveis, relevantes e comparáveis sobre os emitentes de valores mobiliários.
Regulamento de Inventário e Cadastro dos Bens da Junta de Freguesia
Regulamento de Inventário e Cadastro dos Bens da Junta de Freguesia Freguesia de Paçô Arcos de Valdevez 2013 Regulamento de Inventário e Cadastro dos Bens da Junta de Freguesia Para dar cumprimento ao
REGULAMENTO MUNICIPAL DOS REQUISITOS DE INSTALAÇÃO E FUNCIONAMENTO DOS ESTABELECIMENTOS DE HOSPEDAGEM
REGULAMENTO MUNICIPAL DOS REQUISITOS DE INSTALAÇÃO E FUNCIONAMENTO DOS ESTABELECIMENTOS DE HOSPEDAGEM NOTA JUSTIFICATIVA O Decreto-Lei n.º 39/2008, de 7 de Março - que aprova o novo regime jurídico da
Contabilização e divulgação das despesas de I & D pelas empresas. Domingos Cravo Comissão Executiva da Comissão de Normalização Contabilística
Contabilização e divulgação das despesas de I & D pelas empresas Domingos Cravo Comissão Executiva da Comissão de Normalização Contabilística 1 A necessidade da divulgação das despesas de I & D A natureza
