INTRODUÇÃO AO NOVO MÉTODO DE AVALIAÇÃO DO PBE EDIFICA
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- Cecília Madalena Bardini Amorim
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1 INTRODUÇÃO AO NOVO MÉTODO DE AVALIAÇÃO DO PBE EDIFICA
2 ENERGIA PRIMÁRIA CONCEITO Forma de energia disponível na natureza que não foi submetida a qualquer processo de conversão ou transformação. É a energia contida nos combustíveis ainda brutos (primários). Pode ser proveniente de fontes renováveis ou não renováveis. Quando não utilizada diretamente, pode ser transformada em fontes de energia secundárias (eletricidade, calor, etc.). Quando há competição entre as fontes de energia para prover um mesmo uso final, é recomendável que a classificação da eficiência de um equipamento ou sistema leve em consideração a fonte de energia utilizada.
3 FATORES DE CONVERSÃO DE ENERGIA Para avaliar a eficiência de dois equipamentos, ou sistemas, utilizados para o mesmo uso final de energia (ex.: chuveiros elétricos e aquecedores de passagem), NÃO SE PODE APENAS CONSIDERAR A EFICIÊNCIA E O CONSUMO ENERGÉTICO ASSOCIADOS AOS SISTEMAS E EQUIPAMENTOS. É RECOMENDADO CONSIDERAR A EFICIÊNCIA DE TODA A CADEIA DE TRANSFORMAÇÃO desde a fonte de energia primária até a energia final ou, quando consideramos a eficiência de sistemas e equipamentos, até a energia útil.
4 FATORES DE CONVERSÃO DE ENERGIA Proposta de metodologia e fatores - draft TIPO DE ENERGIA FATOR DE CONVERSÃO Eletricidade 1,5 Gás natural 1,1 GLP 1,1
5 ENERGIA PRIMÁRIA E EMISSÃO DE CO 2 Proposta de aplicação no novo método
6 POR QUE UM NOVO MÉTODO? A nova proposta surgiu da constatação de limitações relacionadas ao atual método prescritivo do RTQ-C, que poderiam ser sanadas a partir da utilização de dados provenientes de um metamodelo e treinamento de redes neurais artificiais: Aberturas e proteções solares: não diferenciáveis por orientação; Vidros de controle solar: não apresenta boa resposta no método prescritivo; Parâmetros são ponderados para toda edificação; Levantamento de dados significativa: alguns com pouca influência; Considera apenas um tipo de HVAC: split no método prescritivo; Entorno edificado: não considera; Pré-requisitos penalizam a edificação (parede e cobertura); Um padrão de carga térmica interna e de uso e ocupação; Uso da ventilação natural não é considerado no atual método prescritivo.
7 NOVO MÉTODO x CONSUMO DE ENERGIA A avaliação da edificação é feita a partir do consumo de energia, e estas informações são apresentadas em um novo modelo de etiqueta mais elucidativa e intuitiva: ANTES Mudança do indicador Escala com base em consumo de energia primária (kwh/ano) AGORA Classificação considerando eficiência energética da edificação e geração local. Bonificações excluídas Sistemas avaliados pelo consumo (kwh), incluídos no quadro principal. Os valores de referência relativos à classe D são fixo por tipologia ao longo do tempo. Avaliação da edificação Uso racional de água e emissões de dióxido de carbono incluídos e de caráter informativo
8 NOVAS ENCEs As novas ENCEs foram divididas entre a página principal e as páginas complementares, que apresentam informações referentes às classificações parciais, consumos por uso final e as condições de avaliação. A primeira página está prevista para ser disponibilizada em um local visível dentro da edificação; a segunda e a terceira página da etiqueta poderão ser acessadas a partir de um QR code criado para cada edificação avaliada disponibilizado na primeira página.
9 CONSUMOS POR FONTE DE ENERGIA FONTES DE ENERGIA Energia elétrica [kwh] Energia térmica [m³ ou L] Aquecimento N/A N/A FONTES DE CONSUMO Refrigeração Aquecimento de água Iluminação (somente RTQ-C) Equipamentos X X X X X X N/A N/A Geração local de energia renovável kwh gerado descontado do consumo de energia elétrica
10 CONSUMOS POR FONTE DE ENERGIA Edificações comerciais, de serviço e públicas Condicionamento de ar - Refrigeração Carga térmica para refrigeração RESULTADOS REDES NEURAIS Frio gerado por cogeração COP ou NPLV CONSUMOS kwh (energia elétrica) ou m³ (energia térmica) Condicionamento de Ar - Aquecimento CONSUMO NÃO SIGNIFICATIVO PARA A ANÁLISE Aquecimento de água Demanda de água quente Energia para aquecimento Fração atendida por energia térmica solar/ calor rejeitado CONSUMO kwh (energia elétrica) ou m³ (energia térmica)
11 CONSUMOS POR FONTE DE ENERGIA Edificações comerciais, de serviço e públicas Equipamentos Densidade de potência instalada Iluminação Densidade de potência instalada Área Tempo de uso Consumo estimado para equipamentos (kwh) Área Tempo de uso Consumo para iluminação (kwh) VARIAM CONFORME A TIPOLOGIA DA EDIFICAÇÃO
12 COMO AVALIAR O CONSUMOS FINAL? Edificações comerciais, de serviço e públicas CONSUMO TOTAL DE ENERGIA ELÉTRICA Fator de conversão para energia primária GERAÇÃO LOCAL DE ENERGIA RENOVÁVEL ENERGIA PRIMÁRIA (kwh/ano) ou (kwh/mês) CONSUMO TOTAL DE ENERGIA TÉRMICA Fator de conversão para energia primária
13 COMO AVALIAR A EMISSÃO DE CO 2? Edificações comerciais, de serviço e públicas CONSUMO TOTAL DE ENERGIA TÉRMICA Emissão de CO 2 por kg ou m³ de energia térmica consumida EMISSÃO TOTAL DE CO 2 CONSUMO TOTAL DE ENERGIA ELÉTRICA Emissão de CO 2 por kwh
14 ENERGIA PRIMÁRIA TOTAL Soma-se: ENERGIA PRIMÁRIA E CO 2 Edificações comerciais, de serviço e públicas - Energia primária proveniente do consumo de energia elétrica - Energia primária proveniente do consumo de energia térmica DETERMINAÇÃO DA CLASSE DE EFICIÊNCIA ENERGÉTICA DA EDIFICAÇÃO EMISSÃO TOTAL DE CO 2 Soma-se: - Emissão de CO 2 proveniente do consumo de energia elétrica INFORMATIVO - Emissão de CO 2 proveniente do consumo de energia térmica
15 DETERMINAÇÃO DA CLASSE DE EFICIÊNCIA Edificações comerciais, de serviço e públicas Edificação com seus componentes construtivos reais A B C D E Energia primária da edificação REAL (kwh/ano) Energia primária da edificação na condição de REFERÊNCIA (kwh/ano) Edificação com componentes construtivos de baixa eficiência equivalentes à classe D Percentual de redução do consumo de energia primária CLASSE DE EFICIÊNCIA ENERGÉTICA
16 FIM DESTA PARTE
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