Profa. Eliane Fadigas Prof. Alberto Bianchi
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1 PEA 2200 Energia, Meio Ambiente e Sustentabilidade Profa. Eliane Fadigas Prof. Alberto Bianchi Aula 5 Conservação de Energia: Aspectos técnicos e econômicos slide 1 / 19
2 ATÉ ONDE SE SABE A ENERGIA PODE SER CONVERTIDA, PORÉM, NÃO PODE SER CRIADA OU DESTRUÍDA. ENERGIA CONSUMIDA BALANÇO ENERGÉTICO DE UM SISTEMA SISTEMA ENERGÉTICO ENERGIA CONVERTIDA (ÚTIL) ENERGIA PERDIDA slide 2 / 19 2
3 EXEMPLOS: CONVERSÃO DE ENERGIA IRRADIADA EM ENERGIA ELÉTRICA CC EM ENERGIA ELÉTRICA CA LUZ ENERGIA ELÉTRICA ENERGIA CINÉTICA SOL CÉLULAS SOLARES MOTOR CC LUZ ENERGIA ELÉTRICA CC ENERGIA ELÉTRICA CA ENERGIA CINÉTICA SOL CÉLULAS SOLARES INVERSOR DE FREQUÊNCIA MOTOR CA slide 3 / 19
4 EXERCÍCIO: CALCULAR A EFICIÊNCIA GLOBAL DA CONVERSÃO DE ENERGIA PRIMÁRIA EM ENERGIA LUMINOSA CONSIDERANDO O ESQUEMA DA FIGURA. Usina E = 0,35 Linhas de transmissão E = 0,90 Iluminação E = 0,05 E Global = E usina x E linha x E iluminação = 0,35 x 0,90 x 0,05 = 0,016 Ou seja: E Global = 1,6% Perguntas: a - Como melhorar a iciência global? b - Onde o mesmo volume de investimento em R$ trará mais retorno? Fazer atividade classe. slide 4 / 19
5 A iciência global do combustível em automóveis é uma função de dois fatores: a- Eficiência do motor = iciência térmica (quanto da energia química que é convertida em trabalho mecânico no motor)( Média estimada 38% ) b- Quanto do trabalho mecânico do motor que é realmente convertido em trabalho útil (movimento do veículo) para o automóvel. (Perdas com atrito, arrasto aerodinâmico etc. (Média estimada em velocidade cruzeiro 50%) (Fonte: HINRICHS R. A; KLEINBACH, M.;2004.) Exercício: a - Estimar a iciência global de um automóvel típico movido à gasolina. b Estimar a iciência global de um automóvel elétrico caso as condições (exceto o motor) mecânicas fossem 100% similares. slide 5 / 19
6 Fonte: acesso 20/01/2014 slide 6 / 19
7 EFICIÊNCIAS DE DIVERSOS SISTEMAS DE CONVERSÃO Sistema de conversão Eficiência em % Geradores mecânicos elétricos Motor elétrico Fornalha a gás (química térmica) Turbina eólica (mecânica elétrica) Usina de combustível fóssil (químicatérmicamecânica elétrica) Usina nuclear (nucleartérmica~~>elétrica) Motor de automóvel (químicatérmica~~>mecânica) Célula fotovoltaica (solarelétrica) 5-28 slide 7 / 19
8 Análise por usos finais Qual a finalidade da abordagem por usos finais? Como tornar uma instalação mais iciente? Avaliação econômica de projetos de iciência energética. Comparação entre alternativas ( MW x NW) slide 8 / 19
9 Objetivo da análise por usos finais Determinar um conjunto de ações administrativas, tecnológicas e comportamentais que permitam obter ganhos de iciência no uso da energia em uma dada instalação. A análise por usos finais ex-post é importante mas tem sua ação limitada. O momento de maior oportunidade de ganhos de iciência está na elaboração do projeto. slide 9 / 19
10 A análise por usos finais Estimativa da quantidade de energia consumida em cada uso final. Avaliação das tecnologias adotadas nos equipamentos de uso final Conhecimento dos custos e desempenho de equipamentos alternativos para cada uso final. Avaliação da oportunidade econômica de substituição da tecnologia utilizada em cada uso final. Dinição de uma estratégia de substituição. Avaliação da oportunidade de adoção de ações de comunicação. Uma ferramenta que permita chegar a um conjunto de tecnologias e técnicas de consumo e iciência com o menor custo total. slide 10 / 19
11 GLD Gerenciamento pelo lado da demanda Dinição: Conjunto de práticas a serem implementadas pelo lado da demanda com o objetivo de diminuir o consumo de energia e maximizar a iciência energética. Ex: Que atividades podem contribuir para a diminuição do pico de potência? Que atividades podem contribuir para diminuir o consumo de energia? Que atividades podem contribuir para reduzir os gastos com energia? slide 11 / 19
12 Exemplo de alternativa pelo lado do uso final Um edifício composto de 20 salas de aulas deve passar por um processo de análise por usos finais. Dinição das etapas do processo diagnóstico energético Identificação e caracterização das cargas Identificação das características de utilização da instalação Identificação de oportunidades de atuação Escolha de tecnologias alternativas Identificação de ações de conscientização Avaliação dos impactos das propostas ( técnico, econômico e, se possível ambiental e social) Aferição dos resultados slide 12 / 19
13 Exemplo... Tecnologia utilizada: 24 luminárias (não rlexivas) com duas lâmpadas fluorescentes de 40W e reatores eletromagnéticos. Acionamento único, por interruptor próximo à entrada da sala. Características do espaço Espaço com janelas de um dos lados, com forte presença de iluminação natural. Paredes e teto de cor clara. Utilização diária, de segunda a sábado, no horário das 9h às 17h, com interrupção no período de almoço, das 12:30h às 14h. slide 13 / 19
14 Avaliação Econômica Cálculo de Indicadores de Mérito que permite avaliar a atratividade econômica das alternativas e compará-las com outras alternativas tanto de usos finais como de geração de energia : Tempo de retorno simples ( PBS) Valor presente líquido (VPL) Custo da energia conservada ( R$/kWh) Estudo de caso: Geladeira iciente X geladeira convencional slide 14 / 19
15 Exercício ESTUDOS DE CASO Rrigerador Eficiente e Convencional Dados dos Rrigeradores Eficiente e Convencional Tecnologia Convencional Eficiente Potência [W] Consumo médio [kwh/ano] Preço [$] 1.100, ,00 Tarifa de Energia [R$/kWh] 0,250 0,250 Vida útil [anos] slide 15 / 19
16 Payback simples Mede o prazo de recuperação do capital investido, ou seja, o PBS (período de payback ou de retorno). Fase de projeto: PBS = C C iv, en, cv C C Fase ex-post: Civ, PBS = C C en, cv iv, cv en, en, = = T T C en en iv,.( E C.( E C cv iv, cv iv, cv E E ) ) Sendo: Civ,; Civ,cv - Investimento na alternativa iciente e convencional respectivamente Ten tarifa de energia elétrica Ecv, E consumo de energia elétrica da alternativa convencional e iciente respectivamente slide 16 / 19
17 Valor presente líquido Compara todas as entradas e saídas de dinheiro na data inicial do projeto, descontando todos os capitais do fluxos de caixa na taxa de juro i; Necessita do cálculo do fator de recuperação do capital FRC(i,n), que permite trazer uma série constante de pagamentos ao valor presente. slide 17 / 19
18 Valor presente líquido... n A VPL = I + (1 + i) k k = 1 ou VPL = I + A FRC( i, n) slide 18 / 19
19 Fator de recuperação do capital VP A A A A A n FRC( i, n) n i.(1 + i) (1 + i) 1 = n Valor presente dos benícios anuais A = FRC( i, n). A V p = FRC( i, n) V P slide 19 / 19
20 Custo da Energia Economizada Relação entre o investimento para a aquisição da tecnologia iciente e a diferença do consumo periodizado de energia entre as tecnologias iciente e convencional. Fase de projeto CEE = FRC( i, n).( E C iv, cons, cv C E iv, cv cons, )[ R$ / kwh] Fase de operação: ex- post CEE = FRC( i, n).( E C cons, cv iv, E cons, )[ R$ / kwh] slide 20 / 19
21 Custo de geração de energia de algumas fontes de eletricidade Valores típicos : R$/MWh Alternativas Custo de geração R$/MWh Hidroelétrica Termelétrica Eólica Solar Fotovoltaica 500 slide 21 / 19
22 Conclusão: Ações e políticas de iciência energética possuem seus focos onde estão os principais potenciais de ganhos. Em geral o consumo de energia está concentrado em relativamente poucos setores, onde determinadas ações podem levar a vantagens consideráveis. Alguns dos principais setores: Geração de eletricidade e cogeração de energia em pequena escala Calor industrial e motores elétricos estacionários Iluminação, em especial lâmpadas incandescentes Rrigeração, ar condicionado e aquecimento de ambientes Cocção, principalmente com lenha slide 22 / 19
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