MATERIAL DE INSERÇÃO NÍVEIS DE VÍDEO
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- João Henrique Alcântara Azenha
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1 1.1 A Globosat disponibiliza em seu site, a ferramenta Comercial Online para o envio dos materiais de inserção Para tanto, acesse e clique no botão Comercial Online. Caso ainda não tenha login, faça o seu cadastro no Comercial Online e aguarde a validação Materiais com Closed Caption. Os canais Globosat não utilizam o recurso Closed Caption. Desta forma, a indicação deste não poderá estar presente na mídia comercial Qualidade técnica: 1. A área de Operações Comerciais daglobosat estabelece os padrões e zela pelaqualidade técnica dos comerciais a serem inseridos na Globosat e pode, a qualquer tempo, alterá-los. Em caso de dúvida, verifique no site os padrões mais atuais Características de Áudio e Vídeo 1. NÍVEIS OPERACIONAIS E FORMATOS 1.1. NÍVEIS OPERACIONAIS NÍVEIS DE VÍDEO Nível de preto: Nível de branco: Gamut(tolerância): 0 IRE(0mV) 100 IRE (700mV) Componentes RGB entre -5 % e 105% (-35mV e 735mV) Luminância (Y) entre -1% e 103% (-7mV e 721mV) 2. Caso o material entregue não esteja dentro dos padrões fixados, a inserção será recusada e será faturada sem direito à compensação Informação do conteúdo e Timecode. Os arquivos deverão ser entregues com timecode iniciando em 00:00:00;00 contendo: Claquete com informação do conteúdo e duração de 05 segundos; Tela preta (black) de 02 segundo e conteúdo comercial; Não incluir black após o comercial ou incluir apenas 01 frame NÍVEIS DE ÁUDIO Conteúdo com duração inferior ou igual a 30 seg. Conteúdo com duração superior a 30 seg. Loudness Target (Integrated) - 23 LUFS ±0,5 LU Loudness Target (Integrated) - 23 LUFS ±0,5 LU Maximum Short Term Loudness (MaxS) - 18 LUFS (+5LU) Loudness range (LRA) 8 LU (máximo) Máximo valor de pico (True Peak) - 3 dbtp Máximo valor de pico (True Peak) - 3 dbtp 2. FORMATOS 1. FORMATOS DEVÍDEO
2 Framerate Resolução 29.97fps Crominância 4:2:2 Aspecto do pixel Field order Codec Encapsulamento HD 1920 x 1080i A Globosat aceita comerciais em fullscreen (não anamórfico) ou letterbox Square Odd (Top field first) TCinício 00:00:00;00 TCcontagem XDCAM HD42250Mbps (equivalente a MPEG-2 422P@HL) MXF Op1a ou MOV (Self-Contained) Drop Frame(DF) Trilha1 Trilha2 Trilha3 Trilha4 Trilha5 Trilha6 Trilha7 Trilha8 2. RECOMENDAÇÕES ESTÉREO ESQUERDO TOTAL (LT) ESTÉREO DIREITO TOTAL (RT) CANAL ESQUERDO (L) CANAL DIREITO(R) CANAL CENTRAL (C) EFEITOS DE BAIXA FREQUÊNCIA(LFE) CANAL ESQUERDO TRASEIRO (LS) CANAL DIREITO TRASEIRO (RS) FORMATOS DE ÁUDIO Codificação Bitdepth Sampling rate 1.3. MAPEAMENTO DE ÁUDIO PCM WAV 16 bits ou 24 bits 48kHz Fase: Diferenças relativas de fase entre os canais estéreo não deverão exceder 10 graus em qualquer frequência dentro da banda passante. Os componentes monofônicos de um sinal estéreo devem possuir a mesma polaridade em ambos os canais. Sincronização: O áudio não deve preceder ou estar atrasado em relação ao vídeo por mais de 10ms. 1. VÍDEO CONVERSÃO DE FRAME RATE A maioria das ferramentas de edição não linear, não dispõe de recursos apropriados para compensar frames sem perda significativa de qualidade. Por esse motivo, não recomendamos a conversão de frame rate diretamente na timeline. É comum, por exemplo, a edição de conteúdos originalmente gravados a 23,98p, em timeline a 29,97i. Nesse caso, dependendo do software utilizado, o arquivo exportado poderá apresentar, principalmente em cenas com movimento Tilt e Pan, leves batimentos ou flickers causados pela repetição de um frame a cada quatro frames. Sugerimos editar no frame rate nativo e, posteriormente, converter para 29.97fps por meio de hardware, software ou plug-in que empregue estimativa e compensação de movimento.
3 MONITORAÇÃO BROADCAST Diante da necessidade de resultados consistentes em diferentes aplicações, é fundamental produzir conteúdos para televisão em monitores broadcast homologados. Maiores informações podem ser encontradas no documento EBU - TE 3320 User requirements forvideo Monitors in Television Production. ASPECTO DOPIXEL Em alguns casos, conteúdos SD não apresentam inconformidades visíveis em monitores de computador, mas ao serem avaliados por monitores de TV exibem batimentos ou até mesmo produzem imagem anamórficas. Para esse caso, a explicação está essencialmente na diferença entre o formato retangular do pixel em NTSC e PAL (non-square pixel) e o aspecto quadrado dos pixels encontrados nos displays de computador (square pixel), ratificando a necessidade da monitoração broadcast na produção. ÁREA VISÍVEL Dependendo do tipo de monitor utilizado, verifica-se a perda da imagem próxima à borda. Esse percentual não mostrado é denominado overscan. Alguns televisores de tubo (CRT), por exemplo, podem não exibir 10% da informação periférica original, sendo que monitores de LCD ou LED também apresentam overscan, embora menos significativo. Diante da possibilidade de cortes ou perda de qualidade na informação recebida pelo usuário, é fundamental, durante a produção para televisão, dispor as informações relevantes dentro dos limites de área seguros da imagem. O Title Safe Area fornece o limite seguro para que textos ou gráficos relevantes não encostem nos cantos da imagem exibida, enquanto que o Action Safe Area considera o overscan para a imagem completa. Dado o número ainda significativo de televisores de tubo no Brasil, mantemos a recomendação do Action Safe Area correspondente a 90% da largura e altura totais e o Title Safe Area correspondente a 80%, ambos medidos a partir do centro da tela. O Controle de Qualidade da Globosat reprova conteúdos com caracteres ou símbolos relevantes fora do limite Action Safe Area e indica, no relatório de avaliação técnica, caso a informação esteja fora do Title Safe Area UTILIZAÇÃO DE PRESETS EM FERRAMENTAS DEEDIÇÃO Ao iniciar a edição de programas para a exibição nos canais Globosat, recomendamos a configuração e utilização de presets de timeline equivalentes aos padrões indicados neste documento. 2.2.ÁUDIO ÁUDIO DIGITAL A referência para 0VU é -20 dbfs (Full Scale). O formato deverá ser PCM linear com taxa de amostragem de 48 khz (ITU-R BS. 646). A palavra digital ou bit depth deverá ser de 16 ou 24 bits LOUDNESS Os comerciais devem ser mixados utilizando-se a norma EBU R 128 s1 (2016) como método de avaliação de nível de loudness. TARGET O universo da normalização de loudness gira em torno da referência em -23LUFS, ou 0LU. Serão aceitos conteúdos com a variação máxima de 0,5 LU em torno desse patamar (-23,5/ -22,5). Essa é a nossa meta, nossa exigência, enquanto os parâmetros LRA e MaxS são recomendações. Desvios muito grandes dessas recomendações trarão problemas em nossas avaliações e por isso devem ser evitados. SHORT (MaxS) = -18LUFS/ +5LU O parâmetro Short (MaxS) deve ser utilizado para a aferição de conteúdos com menos de 30 segundos de duração. Ao recomendarmos +5 LU (MaxS), estamos nos referindo ao valor absoluto máximo de loudness de -18LUFS. Ou seja, esse é o limite MÁXIMO recomendado para esse parâmetro. O LU é uma medida compatível com db e, dessa forma, já que o nosso centro de loudness é -23LUFS, as referências em LU serão sempre tomadas tendo em conta esse valor.
4 Para conteúdos abaixo de 30 segundos, o parâmetro LRA (Loudness Range) não é aplicável. Sendo assim, apenas o valor do MaxS deverá ser utilizado para medir o nível de Loudness MÁXIMO, juntamente com o target de -23LUFS e o pico máximo de -3 dbtp (True Peak), utilizando um meter compatível com o modo de funcionamento EBU Mode (EBU TECH 3341). RESUMO: Loudness Target (Integrated): -23 LUFS, com variação máxima de 0,5 LU MaxS (Valor máximo- Short Term): -18 LUFS/ + 5LU Máximo valor de pico (True Peak): -3 dbtp LRA (Loudness Range): Não aplicável para conteúdos com duração abaixo de 30 segundos HEADROOM Os picos de um sinal de áudio digital não poderão exceder -3 dbfs (full scale). Os valores de pico deverão ser aferidos com medidores de áudio com balística do tipo True Peak (0 ms rise, 200ms fall) FASE Um sinal estéreo deverá ser totalmente compatível com exibição mono, com seus canais em fase. Isso significa que quando os canais de um sinal estéreo forem combinados para a formação de um sinal mono, nenhuma mudança deverá ser observada na sua resposta de frequências ou amplitude. Diferenças relativas de fase entre os canais não deverão exceder 10 graus, em qualquer frequência dentro da banda passante (20Hz~20kHz). A polaridade relativa de sinais de áudio estéreo deve estar de acordo com a recomendação SMPTE RP148, onde qualquer componente monofônico de um programa de áudio deva estar com a mesma polaridade em ambos os canais SINCRONIZAÇÃO ENTRE ÁUDIO E VÍDEO Não deve ser observada nenhuma diferença em relação à sincronia entre áudio e vídeo. O áudio não deve preceder ou estar atrasado em relação ao vídeo (máximo tolerado de 10ms). Informações deverão ser disponibilizadas caso tenha sido introduzido qualquer ajuste prévio em um stream Dolby E, devido ao atraso originado nos processos de codificação/decodificação. Como padrão, a Globosat solicita que não sejam realizados ajustes de delay (um frame na codificação/ um frame na decodificação) no stream Dolby E. 3. INCONFORMIDADES TÉCNICAS ANALISADAS PELO CONTROLE DE QUALIDADE 3.1. AVALIAÇÃO TÉCNICA No serviço de avaliação técnica, os conteúdos entregues são submetidos à análises de níveis operacionais e inconformidades técnicas INCONFORMIDADES TÉCNICAS NOÁUDIO ABAFADO Som com pouca nitidez por comprometimento das altas frequências ALTERAÇÃO NA FASE Diferença de fase entre os canais estéreo excede 10 graus, podendo ocasionar cancelamento de frequência na resultante mono AUSÊNCIA Áudio não modula DCOFFSET Deslocamento na linha-base da onda sonora compromete a amplitude. Geralmente ocasionado na conversão analógico-digital DISTORÇÃO Deformação ou falta de fidelidade na reprodução dos sons ESTALO Estalo no som, geralmente provocado por comprometimento da informação digital FALTA DE SINCRONISMO Áudio precede ou está atrasado em relação ao vídeo em mais de 10ms (1 frame equivale a aproximadamente 33ms).
5 FLUTUAÇÃO Oscilação intermitente na amplitude, causando desconforto ao ouvinte HISS Ruído agudo ao fundo HUM Ruído grave ao fundo, geralmente provocado pela interferência da rede elétrica MAPEAMENTO INADEQUADO Para conteúdo estéreo, canal R trocado com o L. Para conteúdo 5.1, os canais não seguem a sequência L, R, C, LFE, Lse Rs MICROFONIA Ruído agudo geralmente provocado por realimentação durante a captação MIXAGEM INADEQUADA Níveis de música, efeito ou diálogo não estão balanceados de forma harmoniosa / áudio não mixado MONO Canais L e R correlacionados de forma idêntica, quando analisados via goniômetro NÍVEL BAIXO DE LOUDNESS Target level inferior a -23,5 LUFS NÍVEL ELEVADO DE LOUDNESS Target level superior a -22,5 LUFS NÍVEL ELEVADO DE PICO Nível de pico superior a -3 dbtp PICOTADO Ausências breves e intermitentes RABO DE ÁUDIO Trecho de áudio inserido acidentalmente REVERBERAÇÃO Persistência da informação sonora, ocasionando sensação de eco SIBILADO Efeito agudo de assobio durante a emissão de fonemas com a presença de S ou CH SOBREPOSIÇÃO Duas ou mais informações de áudio presentes no mesmo canal, também denominadas crosstalking INCONFORMIDADES TÉCNICAS NOVÍDEO ANAMÓRFICO Distorção provocada por desproporção entre a largura e altura reais da imagem, tornando-a visualmente alongada ou reduzida ARTEFATOS DEDIGITALIZAÇÃO Falhas na imagem ocasionadas por comprometimento da informação digital BAIXA DEFINIÇÃO Baixa qualidade do vídeo, quando considerados o formato e a resolução do conteúdo. Geralmente representado por imagem de arquivo ou degradação BATIMENTO Sensação de descontinuidade ou trepidação nas imagens em movimento.
6 CAPTURA COM DESAJUSTE NO TRACKING Variações na imagem provocadas por desalinhamento entre a fita e a cabeça de vídeo no momento da captura CAPTURA COM DROPOUT Centelhamento na imagem, ocasionado por falhas na camada de óxido da fita magnética CAPTURA COM FECHAMENTO DE CABEÇA Variações na imagem decorrentes de fechamento de cabeça de vídeo durante a captura CAPTURA EM FORWARD OU REWIND Variações na imagem decorrentes de fita rebobinando ou avançando durante a captura CINTILAÇÃO Oscilação intermitente nos níveis de vídeo, também denominada flicker CONTORNO Os contornos dos elementos da imagem apresentam halo CORTE Interrupção severa na sequência do vídeo, acarretando perda de contexto CROMA FORA DE FASE As cores da imagem apresentam-se trocadas DESBALANCEAMENTO DE NÍVEIS Descontinuidade visual de crominância e/ou luminância FADE Ausência de imagem FORA DO ACTION SAFE AREA Grafismos ou imagens relevantes ausentes da área central correspondente a 90% da resolução total FORA DO TITLE SAFE AREA Caracteres ou símbolos relevantes ausentes da área central correspondente a 80% da resolução total FREEZE Repetição sucessiva de quadros ou imagem congelada GAMUT FORA DATOLERÂNCIA Componentes RGB abaixo de -5% e/ou acima de 105% (abaixo de -35mV e/ou acima de 735mV) Luminância (Y) abaixo de -1% e/ou acima de 103% (abaixo de -7mV e/ou acima de 721mV) HUM Barras ou linhas horizontais que se estendem pela imagem. Conhecido também como efeito persiana MACROBLOCOS Formas retangulares na imagem geralmente originadas na compressão do vídeo MOIRÉ Padrão irregular provocado pela sobreposição ou interferência entre elementos finos muito próximos na imagem NITIDEZ BAIXA Perda de nitidez ou foco originada no momento da captação e/ou decorrente de processamento no vídeo NÍVEL ALTO DE PRETO /SETUP Nível de preto acima de 0 IRE.
7 NÍVEL ALTO DE VÍDEO Níveis máximos da imagem (high-lights) ultrapassam 100 IRE. 25. NÍVEL BAIXO DEVÍDEO Níveis máximos da imagem (high-lights) com amplitude significativamente baixa, ocasionando prejuízo de cores e/ou detalhes. 26. NON DROP FRAME A contagem NDF de timecode não compensa a discrepância entre 29,97fps e o tempo real, ao considerar dois frames a cada minuto não múltiplo de RABO DEVÍDEO Inserção acidental de segmento de vídeo. 28. RECORTE INADEQUADO DE CHROMA KEY O recorte de chroma key exibe a cor do fundo de forma significativa. 29. RUIDOSO Ruído na imagem caracterizado pela exibição de pontos ou pequenos grãos, geralmente provocado por baixa iluminação ou originado na revelação SERRILHADO Efeito de degrau nos contornos, provocado principalmente por alteração na resolução original do vídeo. Também conhecido por aliasing. 31. SUJEIRA NAPELÍCULA Artefatos na imagem provocados por sujeira ou degradação do filme. 32. VARIAÇÃO NA RELAÇÃO DEASPECTO Alteração na relação de aspecto predominante, podendo variar entre os formatos full screen, letterbox, pillarbox e postage stamp. 4. REFERÊNCIAS TÉCNICAS 4.1.ÁUDIO ANATEL - PORTARIA Nº 559 MC - PORTARIA Nº 354 EBU R 128s1 EBU TECH 3341 ITU-R BR ITU-R BS ITU-R BS.646 SMPTE RP148 SMPTE RP155: VÍDEO EBUR EBU TECH 3320 ITU-R BT ITU-R BT.601 Aprova o Procedimento de Fiscalização para medição da intensidade subjetiva de áudio (Loudness) no Serviço de Radiodifusão de Sons e Imagens (TV) com tecnologia digital. Regulamenta a padronização do volume de áudio nos intervalos comerciais da programação dos serviços de radiodifusão sonora e de sons e imagens nos termos da Lei nº , de 9 de maio de 2001 Loudness Parameters for Short-Form Content (Adverts; Promos, etc.) Loudness Metering: EBU Mode metering to supplement loudness normalisation in accordance with EBU R 128 Parameters for international exchange of multi-channel sound recordings with or without accompanying picture Algorithms to measure audio program loudness and true-peak audio level Source encoding for digital sound signals in broadcasting studios Relative Polarity of Stereo Audio Signals Motion-Pictures and Television Reference Level for Digital Audio Systems Tolerances on "Illegal" colors in television User requirements for Video Monitors in Television Production Safe areas of wide-screen 16:9 and standard 4:3 aspect ratio productions to achieve a common format during a transition period to wide-screen 16:9 broadcasting Studio encoding parameters of digital television for standard 4:3 and wide screen 16:9 aspect ratios
8 4.3.FORMATOS SMPTE XDCAM Material Exchange Format (MXF) File Format Specification Codec Technology for XDCAM Tapeless Products and Systems 1.6. Os materiais para inserção devem ser enviados via Comercial Online, pela agência ou anunciante, para Globosat, no formato HD respeitando os prazos abaixo: Informamos que os comerciais utilizados no canal GloboNews serão submetidos ao processo de downconversão por conta das características técnicas docanal Aqueles que não necessitam de produção (ex: comerciais): 02 (dois) dias úteis antes do início da inserção, até às 12 (doze) horas Aqueles que necessitam de produção (ex: vinhetas e chamadas, etc.): 05 (cinco) dias úteis de antecedência, até às 12 (doze) horas Aqueles que necessitam de produção diferenciada (ex: texto-foguete, insert de vídeo, insert virtual padrão, texto lettering, top 5 (cinco segundos), vinhetas personalizadas, etc.): 10 (dez) dias úteis de antecedência, até às 12 (doze) horas Aqueles que necessitem de produção especializada (ex: inserts virtuais diferenciados): 20 (vinte) dias úteis A determinação de título de todos os materiais e também do texto para locução das vinhetas deve ser enviado por , respeitando o mesmo prazo de entrega de material A falta ou atraso na entrega, material fora dos padrões técnicos ou em desacordo com as práticas comerciais não estarão sujeitos à compensação do espaço reservado Inserção de comerciais que não sejam múltiplos de 15 (quinze segundos), de qualquer duração, só é possível nacionalmente e sempre mediante consulta prévia ao seu Atendimento da Globosat Os materiais devem ser entregues com sua data de validade identificada para inserção. Caso esta informação seja omitida, a Globosat não poderá ser responsabilizada por sua inserção fora da validade, eximindo-a de qualquer ação judicial decorrente desse problema A Globosat mantém os arquivos dos intervalos comerciais nacionais pelo período de 45 (quarenta e cinco) dias da data de sua inserção. Qualquer contestação sobre a inserção por parte do anunciante só poderá ser atendida se estiver dentro do prazo descrito acima. Procedimento para contestação de inserção nas praças regionais: No DIGITAL (Digital normal ou HD) 1º - Gravação do comercial no canal de exibição e apertar o botão OK do controle remoto. 2º - Fazer o zapping durante a gravação pelos canais abertos e locais do canal 15 até De acordo com as novas normas instituídas, somente serão aceitos comerciais que estejam em conformidade com a Lei Federal nº / Na claquete de identificação da obra audiovisual publicitária original deverão constar as seguintes informações preenchidas exatamente como o cadastro realizado na Ancine, sendo motivo de reprovação do material qualquer divergência entre estas informações ou a falta de qualquer um dos itensrelacionados: Título original; Secundagem; Versionamento da peça (quando for o caso); Data deprodução; Produto, bem ou serviço anunciado; Anunciante; Agência depublicidade; Tipo (Canal de Televenda/ Infomercial; Comum; Televenda/ Infomercial); Segmento de mercado audiovisual a que se destine;
9 Número do Certificado de Registro de Título CRT fornecido pela Ancine; Data de registro do CRT; Razão Social da empresa produtora brasileira ou empresa detentora dos direitos de exploração comercial ou de licenciamento da obra no País; CNPJ da empresa produtora brasileira ou empresa detentora dos direitos de exploração comercial ou de licenciamento da obra no País; Ano de produção no caso de obra Brasileira ou de licenciamento da obra no País, no caso de obra estrangeira; Diretor(es). 2. Para o envio do material via Comercial Online serão necessárias as informações abaixo relacionadas, que deverão ser preenchidas no momento do cadastramento do filme no site: Título original; Diretor(es); Número do Certificado de Registro de Título CRT fornecido pela Ancine para o Segmento de Mercado Audiovisual de Comunicação Eletrônica de Massa por Assinatura; Data deinserção; Agência / Produtora responsável no Brasil. Em caso de dúvidas, envie para [email protected] Todas as diárias devem ser agendadas com antecedência, respeitando as datas disponíveis no calendário. Diárias perdidas por falta de material, sem aviso prévio, não serão compensadas; Para os prazos de entrega de peças, procure sempre respeitar os citados abaixo para que suas campanhas não sofram atrasos: Formatos de Diária: Prazo de 2 (dois) dias úteis antes da veiculação; Formatos Integrados à página: Prazo de 1(um) dia útil antes do início da veiculação. Aceitaremos peças até às 15h para programarmos no mesmo dia. Peças recebidas após às 15h serão programadas no dia útil seguinte; Vídeo Ads: Prazo de 3 (três) dias úteis; Mobile: Prazo de 3 (três) dias úteis; Formatos de intervenção Rich Media: Prazo de 3 (três) dias úteis. SOMENTE veiculam através de TAG de terceiros; Custo do adserver não está incluso. O mesmo deve ser contratado pela agência/cliente Mídia Kit: As especificações dos formatos digitais devem ser solicitadas ao seu atendimento Pós-Venda ou executivo devendas O material que não apresentar na respectiva claquete todas as informações do item terá sua inserção recusada e o anunciante estará sujeito a faturamento sem crédito e/ou compensação para futura inserção Material de inserção Mídias Digitais: os materiais para inserção devem ser enviados via Comercial Online ( pela agência ou anunciante, para Globosat respeitando os prazos e regras abaixo Prazos e Regras:
2.1.1 Credenciamento de Agências: https://credenciamentocomercial.aws.globosat.com.br/credenciamento/
17 Apresentamos abaixo um resumo das Normas de Comercialização da Globosat. Para consultar o conteúdo completo, acesse o site www.globosatcomercial.com.br REGRAS BÁSICAS DE RESERVA/FATURAMENTO 1. Norma
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