PARECER COREN-SP - CT 027/2013
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- Tomás Jorge Franco Benevides
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1 PARECER COREN-SP - CT 027/2013 PRCI nº e Ticket nº Ementa: Aferição de Pressão Arterial por leigos. 1. Do fato Técnica de Enfermagem de uma refinaria de petróleo questiona a determinação de empregadores para que a aferição da pressão arterial dos trabalhadores seja realizada pelos encarregados, que não são profissionais da saúde. 2. Da fundamentação e análise Os procedimentos de aferição e avaliação dos dados vitais envolvem a necessidade de conhecimentos técnico-científicos que possam subisidiar tanto a técnica quanto a análise desses dados (ARCURI et al., 2007). A medida da Pressão Arterial (PA) é uma das técnicas que compreende o conjunto dos dados vitais que incluem também a avaliação da temperatura corporal, frequência cardíca, frequência respiratória e mais recentemente a avaliação da dor. A aferição da PA de forma não invasiva e indireta teve uma evolução histórica culminando com a combinação da utilização de um equipamento denominado de esfigmomanômetro de Riva-Rocci, cuja finalidade é ocluir a artéria, com a ausculta dos sons de Korotkoff, originados pela perturbação do fluxo sanguíneo e ao método auscultatório da medida da PA indireta (KOHLMANN; KOHLMANN JR, 2011). Desde o início deste procedimento houve a preocupação de tornar o método não
2 invasivo auscultatório mais seguro e fidedigno exigindo assim a elaboração de normas e padrões sobre esse procedimento engendrando a primeira publicação com tópicos relativos à padronização do instrumental, posição do cliente e método de adaptação do manguito (KOHLMANN; KOHLMANN JR, 2011, p.11). Há consenso que os procedimentos de medida da pressão são fundamentais para o diagnóstico e a avaliação do tratamento da hipertensão arterial. Portanto, estes devem ser realizados em toda avaliação de saúde por profissionais devidamente treinados (GUSMÃO et al., 2011). A medida da pressão arterial deve ser realizada por todos profissionais de saúde em qualquer avaliação, independente da especialidade. Todos devem estar aptos a realizarem o procedimento de forma correta. O ensino correto da técnica e reciclagem periódica, além do ensino acadêmico, devem fazer parte de programas educacionais de entidades devidamente certificadas para tal [...] (GUSMÃO et al., 2011, p.39, grifo nosso) Esse mesmo estudo destaca que existem muitos fatores que influenciam a aferição da PA podendo levar ao diagnóstico incorreto de normotensão em indivíduos hipertensos, privando-os assim de receber tratamento adequado e colocando-os em situação de risco para o desenvolvimento de lesões em órgãos-alvo, e ao diagnóstico incorreto de hipertensão em normotensos, submetendo-os a tratamento desnecessário (GUSMÃO et al., 2011). Portanto, faz-se necessário reconhecer que a aferição da PA não é um ato puramente mecânico e simplista. Aferir a pressão arterial corretamente demanda que o profissional de saúde desenvolva competências cognitivas (conhecimento), procedimentais (realização da técnica) e atitudinais (abordagem do paciente) (SILVA; GUERRA, 2011, p. 14). As atuais diretrizes sobre hipertensão arterial abordam dois aspectos essenciais, o preparo do paciente e a medida propriamente dita, conforme descrito a seguir:
3 Preparo do paciente 1. Explicar o procedimento ao paciente e deixá-lo em repouso por pelo menos 5 minutos em ambiente calmo. Deve ser instruído a não conversar durante a medida. Possíveis dúvidas devem ser esclarecidas antes ou após o procedimento. 2. Certificar-se de que o paciente não: Está com a bexiga cheia Praticou exercícios físicos há pelo menos 60 minutos Ingeriu bebidas alcoólicas, café ou alimentos Fumou nos 30 minutos anteriores. 3. Posicionamento do paciente: - Deve estar na posição sentada - Pernas descruzadas, pés apoiados no chão - Dorso recostado na cadeira e relaxado - Braço deve estar na altura do coração (nível do ponto médio do esterno ou espaço intercostal), livre de roupas, apoiado, com a palma da mão voltada para cima e o cotovelo ligeiramente fletido. Para a medida propriamente 1. Obter a circunferência aproximadamente no meio do braço. Após a medida selecionar o manguito de tamanho adequado ao braço. 2. Colocar o manguito, sem deixar folgas, 2 a 3 cm acima da fossa cubital. 3. Centralizar o meio da parte compressiva do manguito sobre a artéria braquial. 4. Estimar o nível da pressão sistólica pela palpação do pulso radial. O seu reaparecimento corresponderá à pressão sistólica. 5. Palpar a artéria braquial na fossa cubital e colocar a campânula preferencialmente ou o diafragma do estetoscópio sem compressão excessiva. 6. Inflar rapidamente até ultrapassar 20 a 30 mmhg o nível estimado da pressão sistólica, obtido pela palpação. 7. Proceder à deflação lentamente (velocidade de 2 mmhg por segundo). 8. Determinar a pressão sistólica pela ausculta do primeiro som (fase I de korotkoff), que é em geral fraco seguido de batidas regulares, e, após, aumentar ligeiramente a velocidade de deflação. 9. Determinar a pressão diastólica no desaparecimento dos sons (fase V de korotkoff). 10. Auscultar cerca de 20 a 30 mmhg abaixo do último som para confirmar seu
4 desaparecimento e depois proceder à deflação rápida e completa. 11. Se os batimentos persistirem até o nível zero, determinar a pressão diastólica no abafamento dos sons (fase IV de korotkoff) e anotar valores da sistólica/diastólica/zero. 12. Sugere-se esperar em torno de um minuto para nova medida. 13. Informar os valores da pressão arterial obtido para o paciente. 14. Anotar os valores exatos sem arredondamentos e o braço em que a pressão arterial foi medida (ANDRADE et al., 2010, p.42) Destaca-se também que a medida da PA pode variar em função de características biológicas e psíquicas. Outro aspecto importante é considerar podem ocorrer erros na aferição da PA e que estes geralmente relacionam-se: [...] ao paciente (reações físicas, cansaço, ansiedade); ao profissional clínico (relação à técnica usada para a medição da pressão); e ao esfigmomanômetro (utilização de manguito não adequado) (KOHLMANN; KOHLMANN JR, 2011, p.12). Considera-se importante referir que a Lei do Exercício Profissional de Enfermagem, regulamentada pelo Decreto nº /87, explicita: [ ] Artigo 2 Parágrafo único. A enfermagem é exercida privativamente pelo Enfermeiro, pelo Técnico de Enfermagem, pelo Auxiliar de Enfermagem e pela Parteira, respeitados os respectivos graus de habilitação. [...] As atividades referidas nos arts. 12 e 13 desta lei, quando exercidas em instituições de saúde, públicas e privadas, e em progamas de saúde, somente podem ser desempenhadas sob orientação e supervisão de Enfermeiro (BRASIL, 1986, 1987). Garantindo assim que os profissionais de Enfermagem, no exercício de sua profissão,
5 respondem pelas ações referidas na legislação profissional sendo também amparados por ela. 3. Da Conclusão A partir do exposto, conclui-se que a medida da pressão arterial é um procedimento que envolve conhecimentos referentes a técnica de aferição, ambiente onde será realizada, condição física e emocional do usuário. Portanto, no contexto dos ambientes de trabalho, deve ser realizada por profissionais da saúde e na Enfermagem pelo Enfermeiro, Técnico e Auxiliar de Enfermagem sob a responsabilidade e supervisão do Enfermeiro. É o parecer. 4. Referências ANDRADE, J.P. (Coordenador). VI Diretrizes Brasileiras de Hipertensão - Capítulo 2 - Diagnóstico e classificação Procedimento de medida da pressão arterial1. Arq Bras Cardiol. v. 95. n.1 (supl.1), p.1-51, Disponível em: < Acesso em: 27 maio ARCURI, E.A.M.; ARAUJO, T.L.; VEIGA, E.V.; OLIVEIRA, S.M.J.V; LAMAS, J.L.T.; SANTOS, J.L.F. Medida da pressão arterial e a produção científica de enfermeiros brasileiros. Rev. esc. enferm. USP, v. 41, n. 2, p , Disponível em: < =en&nrm=iso>. Acesso em: 20 maio BRASIL. Decreto nº , de 08 de junho de Regulamenta a Lei nº 7.498, de 25 de
6 junho de 1986, que dispõe sobre o exercício da Enfermagem, e dá outras providências. Disponível em: < Acesso em: 26 maio Lei nº 7.498, de 25 de junho de Dispõe sobre a regulamentação do exercício da Enfermagem e dá outras providências. Disponível em: < Acesso em: 26 maio GUSMÃO, J.L.; RAYMUNDO, A.C.; CAMPOS, C.L.; MANO, G.P.; ALENCAR, N.P.; SILVA, J.S.; SILVA, S.S.; PIERIN, A.M.G. Fontes de erro na medida da pressão arterial: papel do esfigmomanômetro e do observado. Revista Hipertensão, v. 14, n. 2, 2011, p Disponível em: < Acesso em: 24 maio KOHLMANN, N.E.B.; KOHLMANN JR, O. Histórico e perspectivas da medida da pressão arterial. Revista Hipertensão, v. 14, n. 2, 2011, p Disponível em: < Acesso em: 24 maio SILVA, R.C.G.; GUERRA, G.M. Aspectos relevantes no prepare do paciente para a medida de pressão arterial. Revista Hipertensão, v. 14, n. 2, 2011, p Disponível em: < Acesso em: 24 maio São Paulo, 27 de maio de Câmara Técnica de Atenção à Saúde
7 Relatora Profa. Dra. Wilza Carla Spiri Enfermeira COREN-SP Revisor Alessandro Lopes Andrighetto Enfermeiro COREN-SP Aprovado em 29/05/2013 na 28ª Reunião da Câmara Técnica. Homologado pelo Plenário do COREN-SP na 840ª Reunião Plenária Ordinária.
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Técnica de aferição da pressão arterial
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