AS SOMBRAS E OS TRAÇOS
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- Luís Barreiro Rijo
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1 EM CENA Pág: 86 Corte: 1 de 5 AS SOMBRAS E OS TRAÇOS DA EMOÇAO É através dos desenhos que as crianças têm mais facilidade em "falar" das suas experiências e preocupações. A psicologia utiliza-os, em algumas situações, como uma terapia nos tratamentos que aplica. Através dos traços no papel é possível identificar problemas graves e ajudar a ultrapassar casos de ansiedade, medos ou dependência emocional. Sentimentos como amor, alegria, bondade, aflição ou dor podem ser desvendados nos desenhos dos mais pequenos. As suas preferências ou opções são muitas vezes contadas através das formas, das cores, dos traços ou das sombras que escolhem para fazer os seus desenhos, mas não é menos verdade que também é necessário interpretar os desenhos das crianças dentro de um determinado contexto, seja ele familiar ou terapêutico. "Não se devem fazer interpretações abusivas e 'selvagens' em relação a um desenho que é partilhado com tanta generosidade. Não deve ser interpretado fora do contexto de uma relação terapêutica, pois pode abrir-se uma ferida e não se ser capaz de a sarar. E, quando é interpretado no contexto da relação terapêutica, a linguagem usada é adequada à idade e à capacidade simbólica da criança", alerta a psicóloga Ana Eduardo Ribeiro. Muitos dos traços ou das sombras colocadas no papel pelos miúdos é também fruto da sua imaginação e das suas fantasias, logo todo o cuidado é pouco na hora de interpretá-los. Não há dúvidas de que, em muitas ocasiões, os desenhos falam por si mesmo, principalmente no caso dos mais pequenos. "É mais fácil, para uma criança, expressarse através do desenho, do que por palavras. O desenho é um acto espontâneo e um canal de expressão livre de censura; não é por acaso que na entrada da puberdade, começam as recusas perante as propostas a desenhar... um adulto, por exemplo, defende-se de desenhar porque acha que não tem jeito, mas também porque intui que o conteúdo representado pode dizer mais sobre si. Já a criança, através daquilo que desenha (mesmo não sendo de forma consciente e intencional) pode expressar todo o tipo de sentimentos, como alegria, tristeza, zanga", considera a especialista, indo de encontro àquilo que Vitor Lowenfeld e W. Lambert Brittain referem no seu livro "Desenvolvimento da capacidade criadora". Os dois autores identificam os desenhos infantis como um fabuloso documento de análise e diagnóstico para os psicólogos, referindo que para ajudar as crianças a superar conflitos dentro de si não basta apenas interpretar aquilo que colocam no papel, mas também devem estabelecer-se com elas fortes laços afectivos, criando uma confiança mútua, imprescindível para que consigam expressar, através de palavras, os seus sofrimentos e angústias, e que até ao momento só o faziam através dos seus desenhos.
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3 Pág: 88 Corte: 3 de ">, )4,~ o cen-r, o (z lerrr, Do R. 3 Os vencedores do concurso "Vou desenhar a minha dor" deste ano: Foto 1: Leandro Carvalho, 11 anos; Foto 2: Catarina Oliveira, 8 anos; Foto3: Mariana Silva, 5 anos. AS PISTAS E ORIENTAÇÕES Embora os pais desejem, por vezes, procurar encontrar certezas e resolver as preocupações dos seus filhos, a verdade é que se o desenho de uma criança levanta algumas dúvidas, o mais correcto é procurar ajuda especializada. "Os pais devem sobretudo encantar-se com os desenhos dos seus filhos. De forma lúdica, podem construir uma narrativa em conjunto, promovendo a exploração do mundo imaginário. E caso notem a repetição de conteúdos de natureza mais bizarra devem procurara opinião de um profissional", reforça Ana Eduardo Ribeiro, ajudando, no entanto, a orientar quem educa, quando algo não está bem: "posso dizer que, em traços gerais, aqueles desenhos que são animados por personagens excessivamente grandes, a ocuparem a folha toda versus personagens muito pequenas, proporcionalmente ao tamanho da folha, ou com o traço demasiado carregado versus quase apagado, carecem de alguma avaliação, uma vez que podem ter algum valor clínico". A especialista canadiana, Nicole Bédard, dá algumas pistas que podem ajudar e orientar os pais a encaminhar os mais pequenos para uma análise mais profunda dos seus traços. Posições - Quando uma criança desenha exactamente no meio do papel poderá estar a representar o presente, o momento actual. Se por outro lado, o desenho se situa na parte superior existe uma grande vontade de descobrir novas realidades. Se os seus traços ocupam a parte inferior é bem possível que a criança esteja a expressar algumas necessidades físicas, enquanto o desenho localizado no lado esquerdo pode transmitir sentimentos relacionados com o passado, e no lado direito expectativas em relação ao "dia de amanhã". Dimensões - Os desenhos com formas mais pequenas podem ser, por vezes, traçados por crianças mais inseguras, enquanto que aqueles que são apresentados com formas grandes revelam crianças com maior confiança em si mesmas. Traços - As personalidades mais dóceis costumam ter um traço mais contínuo, sem interrupções, enquanto as linhas mais apagadas podem revelar crianças mais inseguras e impulsivas. Pressão - A falta de vontade ou preguiça pode ser revelada através de desenhos menos vincados e superficiais. Por outro lado, se existe um desenho forte, a agressividade da criança pode ser maior, mas o entusiasmo e a vontade também. Cores - A falta de motivação por parte de uma criança pode existir quando esta faz o desenho com uma só cor. Já o vermelho pode representar muita actividade, o amarelo, transmite curiosidade e alegria, enquanto o laranja, pode indicar falta de sociabilização. O castanho pode representar organização, planeamento e segurança, o azul indica uma criança serena e tranquila, o verde sensibilidade e intuição, enquanto o preto pode representar o seu inconsciente. "Os desenhos representam o mundo da criança. Ilustram como este é habitado pelas suas fantasias, desejos ou medos", reafirma a psicóloga, mas estas interpretações, das suas sombras e dos seus traços, jamais devem ser generalizadas, pois cada criança é um ser individual, vivendo num mundo muito próprio, tal como são as regras de interpretação do desenho infantil.
4 Pág: 89 Corte: 4 de 5 411, 41111, Foto 4: Fabrício, 9 anos; Foto 5: Mariana, 5 anos; Foto 6: Letícia, 6 anos. DESENHAR A MINHA DOR Todos os anos, a Associação Portuguesa para o Estudo da Dor (APED) tem por objectivo promover o estudo, o ensino e a divulgação dos mecanismos fisiopatológicos, meios de prevenção, diagnóstico e terapêutica da dor. O concurso "Vou Desenhar a Minha Dor", que se destina a crianças com idade igual ou inferior a 12 anos, que se encontrem hospitalizadas em unidades de saúde nacionais ou que estejam submetidas a tratamentos em hospitais de dia, tem esse fim. Com os desenhos das suas crianças com dor "pretendemos sensibilizar para a importância de valorizar as queixas dos mais pequenos e acompanhá-los adequadamente", comenta Ana Pedro, presidente da APED. 5 6 ~kk cke '44 DESENHAR O MEU AMOR Os desenhos são, sem dúvida, uma das principais linguagens das crianças. E esperamos sempre que eles transmitam os melhores sentimentos. Desabafar no papel, aquilo que não conseguem dizer por palavras, ajuda ao seu desenvolvimento e crescimento. O desenho traduz a visão que temos das coisas, e se a criança está rodeada de amor, carinho e conforto, evidentemente será isso que transmitirá através das suas linhas e traços. Consultoria: Dra. Ana Eduardo Ribeiro, psicóloga na Clínica do ISPA
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