Relatório EXECUÇÃO ORÇAMENTAL
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- Norma Santos Gil
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1 Relatório EXECUÇÃO ORÇAMENTAL JANEIRO 2016
2 ÍNDICE Análise Orçamental Global 5 Receita 7 Receitas Correntes 10 Receitas de Capital 16 Despesa 20 Alterações e Revisões Orçamentais 23 Despesas Correntes 24 Despesas de Capital 28 Grandes Opções do Plano (PPI+AMR) 31 Evolução Mensal da Liquidez do Município 33 Dívidas de Entidades Financiadoras 35 Análise Financeira e Patrimonial 36 Balanço 36 Demonstração de Resultados 39 Indicadores Económico Financeiros 41
3 Endividamento e e Disponibilidades Índice de Quadros Quadro 1 - Principais indicadores económicos 5 Quadro 2 Evolução da receita 7 Quadro 3 Execução da receita 9 Quadro 4 Receitas correntes 10 Quadro 5 Evolução das receitas correntes 12 Quadro 6 Evolução dos impostos diretos 14 Quadro 7 Receitas de capital 16 Quadro 8 Evolução das receitas de capital 18 Quadro 9 Evolução das despesas 20 Quadro 10 - Evolução da despesa 22 Quadro 11 Alterações e Revisões Orçamentais segundo a natureza 23 Quadro 12 Despesas correntes 24 Quadro 13 Despesa de aquisição de serviços 27 Quadro 14 Despesas de capital 28 Quadro 15 Evolução das Grandes Opções do Plano 31 Quadro 16 Taxa de execução por unidade orgânica 32 Quadro 17 Evolução mensal da liquidez do Município 33 Quadro 18 Dividas de Entidades Financiadoras 35 Quadro 19 Balanço 36 Quadro 20 Demonstração de Resultados 39 Quadro 21 DR Estrutura de custos e proveitos 40 Quadro 22 Indicadores Económico Financeiros 41 3
4 Endividamento e e Disponibilidades Índice de Gráficos Gráfico 1- Evolução dos indicadores económicos 6 Gráfico 2 - Evolução da taxa de execução da receita 8 Gráfico 3 Estrutura das receitas correntes 11 Gráfico 4 Evolução das receitas correntes 13 Gráfico 5 Evolução da estrutura dos impostos diretos 15 Gráfico 6 Estrutura da receita de capital 17 Gráfico 7 Evolução das receitas de capital 19 Gráfico 8 Evolução da taxa de execução da despesa 21 Gráfico 9 Evolução das despesas correntes 25 Gráfico 10 Estrutura das despesas correntes 26 Gráfico 11 Evolução das despesas de capital 29 Gráfico 12 Estrutura das despesas de capital 30 Gráfico 13 Evolução das disponibilidades médias diárias 34 4
5 Análise Orçamental Global No quadro seguinte apresenta-se a evolução dos principais indicadores económicos da Autarquia no fim do mês de janeiro, nos anos de 2013 a Quadro 1 - Principais indicadores económicos 5
6 O saldo de correntes (Receitas Correntes Despesas Correntes) liberta valores para cobertura de Investimento, situação demonstrada no mês de janeiro de 2016, conforme se atesta no quadro acima dos Principais indicadores económicos. O índice de autonomia financeira situou-se nos 89,25%, demonstrando ter havido uma ligeira subida de 0,33% relativamente ao período homólogo do ano anterior. O indicador de desenvolvimento do Município per capita, no final de janeiro de 2016, é de 2,0, revelando ser inferior ao registado nos últimos anos três anos. O Gráfico 1 apresenta a evolução dos indicadores económicos, no quadriénio , respeitantes ao primeiro mês do ano. Gráfico 1 - Evolução dos indicadores económicos 6
7 Receita A taxa de execução da Receita, no final de janeiro de 2016, atingiu os 5,5%, representando em valores absolutos ,20, conforme se atesta no Quadro 2, dos quais ,30 correspondem à recolha de Impostos Diretos e ,43 à Venda de Bens e Serviços corrente. Quadro 2 - Evolução da receita 7
8 No Gráfico 2 visualizamos a evolução da taxa de execução da receita no mês de janeiro nos últimos quatro anos. Gráfico 2 - Evolução da taxa de execução da receita 8
9 No Quadro 3 observa-se, em detalhe, a execução das receitas correntes e de capital no fim do mês de janeiro de Quadro 3 - Execução da receita 9
10 Receitas Correntes A percentagem de realização das Receitas Correntes é, em janeiro de 2016, de 6,9%, correspondendo a uma arrecadação de ,42 (Quadro 4). Quadro 4 - Receitas correntes 10
11 O Gráfico 3 mostra a estrutura das receitas correntes no fim do mês de janeiro. Gráfico 3 - Estrutura das receitas correntes 11
12 Os dados de janeiro de 2016 demonstram um ligeiro aumento de ,76 nas Receitas Correntes relativamente ao apurado em janeiro de 2015, com especial incidência nas provenientes de Impostos indiretos, taxas e outras receitas correntes (Quadro 5). Quadro 5 - Evolução das receitas correntes 12
13 No próximo gráfico observa-se a evolução das receitas correntes no mês de janeiro, nos anos 2013 a Gráfico 4 - Evolução das receitas correntes 13
14 A evolução dos impostos diretos no fim do mês de janeiro, nos anos de 2013 a 2016, está espelhada no Quadro 6. Quadro 6 - Evolução dos impostos diretos 14
15 Das receitas provenientes dos Impostos Diretos verifica-se no final de janeiro de 2016 um crescimento de 3,6 % relativamente ao registado no mesmo período de Salientando-se em janeiro de 2016 as receitas provenientes da Derrama e do IMT. O Gráfico 5 evidencia a evolução da estrutura dos impostos diretos no mês de janeiro ( ). Gráfico 5 - Evolução da estrutura dos impostos diretos 15
16 Receitas de Capital A execução das Receitas de Capital, em janeiro de 2016, rondou os , representado 0,1% do valor orçamentado (Quadro 7). Quadro 7 - Receitas de capital 16
17 No gráfico que se segue observa-se a estrutura das receitas de capital no fim do mês de janeiro. Gráfico 6 - Estrutura da receita de capital 17
18 Relativamente às Receitas de Capital, no Quadro 8 observa-se a sua evolução nos últimos anos, no mês de janeiro, por grandes rubricas. Quadro 8 - Evolução das receitas de capital 18
19 Os dados aferidos demonstram que as receitas de capital têm diminuído progressivamente desde Situação traduzida em paralelo no Gráfico 7 Gráfico 7 - Evolução das receitas de capital 19
20 Despesa A taxa de Execução do Orçamento da Despesa, no final de janeiro de 2016, é de 4 %, representando um nível de pagamentos de ,91 (Quadro 9). Quadro 9 - Evolução das despesas 20
21 O Gráfico 8 traduz a evolução da taxa de execução da despesa, no fim do mês de janeiro, nos anos 2013 a Gráfico 8 - Evolução da taxa de execução da despesa 21
22 No Quadro 10 assiste-se a uma redução da despesa total paga de (9,2%), passando de ,72 (janeiro 2015) para ,91 (janeiro 2016), com uma execução de 5,1% e de 4,0% respetivamente. Quadro 10 - Evolução da despesa 22
23 Alterações e Revisões Orçamentais No decurso do mês de janeiro de 2016 registou-se uma alteração às Grandes Opções do Plano e uma alteração ao orçamento 2016, mantendo-se o valor inicial do orçamento de ,00. Quadro 11 - Alterações e Revisões Orçamentais segundo a natureza 23
24 Despesas Correntes O grau de execução orçamental das Despesas Correntes, no fim do mês de janeiro, foi de 4,8%, registando-se um volume de pagamentos de ,72, destacando-se a taxa (6,4%) de execução relativa a despesas de pessoal (Quadro 12). Quadro 12 - Despesas correntes 24
25 No Gráfico 9 ao lado facilmente se percebe a evolução das despesas correntes no mês de janeiro, no quadriénio Gráfico 9 - Evolução das despesas correntes 25
26 No contexto das Despesas Correntes, em janeiro de 2016, verifica-se que têm maior destaque as despesas relacionadas com aquisição de bens e serviços (57%), seguidas das de pessoal (38%). Gráfico 10 - Estrutura das despesas correntes 26
27 No Quadro 13 está representada a despesa com aquisição de serviços, no final de janeiro de 2016, de forma pormenorizada. Na classificação económica de aquisição de serviços, verificamos que as rubricas Locação de edifícios e Deslocações e estadas, registam as taxas de execução mais elevadas no fim de janeiro de 2016, respetivamente com 20,5% e 9,8%. Quadro 13 - Despesa de aquisição de serviços 27
28 Despesas de Capital O grau de execução orçamental das Despesas de Capital, no final de janeiro de 2016, é de 1,3%, com um volume de pagamentos no montante de ,19. Neste grupo, o destaque, em termos de execução, vai para o capítulo dos Passivos Financeiros, com uma taxa de 2,7%, conforme se pode ler no Quadro 14. Quadro 14 - Despesas de capital 28
29 O Gráfico 11 reflete a evolução das despesas de capital no mês de janeiro, nos últimos anos. Gráfico 11 - Evolução das despesas de capital 29
30 Na estrutura das Despesas de Capital é a Aquisição de Bens de Capital que detêm o maior peso, 54% do total, seguido das Transferências de Capital e dos Passivos Financeiros, ambas com 23% (Gráfico 12). Gráfico 12 - Estrutura das despesas de capital 30
31 Grandes Opções do Plano (PPI+AMR) As Grandes Opções do Plano (Plano Plurianual de Investimentos + Atividades Mais Relevantes) espelham a estrutura do planeamento das diversas áreas de intervenção municipal e fundamentam a orientação estratégica da política de desenvolvimento económico e social, organizada por objetivos, programas, projetos e ações (Quadro 15). Quadro 15 - Evolução das Grandes Opções do Plano 31
32 Em janeiro de 2016 o total do Financiamento Definido é de ,00, superior em ,00 à verba dotada em janeiro de A taxa de execução das GOP, no final de janeiro de 2016, é de 4,0%, correspondendo a pagamentos no montante de ,91, dos quais ,43 diz respeito a Despesas com Pessoal, com taxa de execução de 6,4%, seguido das Atividades de âmbito geral, com um volume de pagamentos de ,64 e taxa de execução de 4,5%. No Quadro 16 estão registadas as taxas de execução, em janeiro 2016, por unidade orgânica. As mais significativas são: DIC (11%), responsável pela Inovação e Comunicação; DED/DJUV (9,7%), responsável pela Juventude; DIC/DPRE (6,5%), responsável pela Promoção de Emprego; Despesas de Pessoal (6,4%), responsável pelos Recursos Humanos; DHS (6,1%), responsável pela Habitação e Desenvolvimento Social. Quadro 16 - Taxa de execução por unidade orgânica 32
33 Evolução Mensal da Liquidez do Município A média diária das disponibilidades orçamentais do Município, no final deste mês de janeiro, situa-se em ,20, superior à dos períodos em análise, conforme se certifica no Quadro 17. Quadro 17 - Evolução mensal da liquidez do Município 33
34 A evolução das disponibilidades médias diárias, nos últimos quatro anos, está espelhada no gráfico ao lado. Gráfico 13 - Evolução das disponibilidades médias diárias 34
35 Dívidas de Entidades Financiadoras Quadro 18 - Dividas de Entidades Financiadoras 35
36 Análise Financeira e Patrimonial Balanço O Balanço e estruturas do Ativo e dos Fundos Próprios e Passivo apresentam-se no quadro seguinte: Quadro 19 - Balanço 36
37 Quadro 19 - Balanço 37
38 Quadro 19 - Balanço 38
39 Demonstração de Resultados A demonstração do resultado do exercício (DRE) é uma demonstração contabilística dinâmica que se destina a evidenciar a formação do resultado líquido num exercício, através do confronto dos Proveitos e Ganhos versus Custos e Perdas. No final de janeiro de 2016 registou-se, embora negativo, um crescimento de 41,6% no resultado líquido do exercício, passando de ( ,00) em 2015 para ( ,00) em Quadro 20 - Demonstração de Resultados 39
40 A Demonstração de Resultados por natureza apresenta os resultados das operações económicas (custos e proveitos). Quadro 21 - DR Estrutura de custos e proveitos 40
41 Indicadores Económico Financeiros Quadro 22 - Indicadores Económico Financeiros 41
42 Endividamento e e Disponibilidades
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