INFORMAÇÃO E TECNOLOGIA: diferentes fases de comunicação

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "INFORMAÇÃO E TECNOLOGIA: diferentes fases de comunicação"

Transcrição

1 Modelagem conceitual para sistemas de hipertexto INFORMAÇÃO E TECNOLOGIA: diferentes fases de comunicação Profa. [email protected]

2 A Tradição Oral A fala enunciada pela voz humana é rica em informações (McGARRY, 1999, p.66)

3 A Tradição Oral Paradigma: experiência Foco na memória auditiva das pessoas Ferramenta - fala Recursos Memória: curto prazo e longo prazo Dramatização Artifícios narrativos Mensagens linguísticas recebidas no tempo e lugar que eram emitidas

4 A Tradição Oral Universos de significação e semântico semelhantes; Não há formas materiais de armazenamento das representações; História se faz pela capacidade de memorização dos membros do grupo social e por suas preferências; Tempo circular; Risco: Distorção com o passar do tempo

5 A Tradição Oral A estratégia de codificação, isto é, a maneira pela qual a pessoa irá construir uma representação do fato que deseja lembrar, parece ter um papel fundamental em sua capacidade posterior de lembrar-se deste fato (LEVY, 1993)

6 A Escrita A escrita abriu um espaço de comunicação desconhecida pelas sociedades orais, no qual tornava-se possível tomar conhecimento das mensagens produzidas por pessoas que encontravam-se a milhares de quilômetros, ou mortas há séculos, ou então que se expressavam apesar de grandes diferenças culturais e sociais (LEVY, 1999, p.114)

7 A Escrita Sistema de sinais pictográfico (representações de objetos, ações e idéias) ideográfico (Representação por um único signo - maior clareza) silábico (signos que representam grupos de letras)

8 A Escrita Alfabeto conhecido como a maior invenção do homem Historicamente, foi a última grande forma de escrita a surgir, e a mais altamente desenvolvida, a mais conveniente, e o sistema de escrita mais facilmente adaptável jamais inventado (DIRINGIR, 1968)

9 A Escrita Suportes Peles de animais Cerâmicas Papiros Pergaminho Livro

10 A Escrita Criação da biblioteca do Museu de Alexandria ( século III a.c); Criação de uma memória externa à mente humana; Conhecimento resgatado à posteriori; Tempo linear; Separação emissor receptor.

11 A Imprensa A comunicação escrita e o modo de transmissão dos textos sofreram profundas mudanças com a imprensa (DIAS, 1999, p.268)

12 A Imprensa A Bíblia de Gutenberg - primeiro livro impresso no ocidente (1445); Tornamos leitores; Passagem do manuscrito ao papel impresso; Individualização da leitura e da interpretação; Aumento significativo do registro de conhecimento intelectual; Possível não linearidade da leitura - notas de rodapé, sumário.

13 A Era Eletrônica A tecnologia em si mesma não é digna de condenação ou exaltação. O uso que se faz dela é que pode ser vil ou nobre (DIAS, 1999, p.268)

14 Invenções A Era Eletrônica Daguerreótipo Telégrafo Máquina de escrever Telefone Rádio Cinema falado Televisão Fotocopiadora Computadores

15 A Era Eletrônica Alteração da noção espaço/tempo; 1953: expansão dos computadores eletrônicos; 1965: criação do termo hipertexto; 1969: criação da Arpanet; Década de 70: Apple e IBM lançam os computadores pessoais; Década de 80: fibra ótica, vídeo texto, Cd Roons, rede francesa minitel; World Wide Web

16 A Era Eletrônica Década de 90: linguagem HTML, protocolo de comunicação HTTP; Década de 90 - lançamento do Windows; Desenvolvimento da linguagem Html e do protocolo de comunicação http; Comércio eletrônico; Reação contra monopólio da Microsoft.

17 A Era Eletrônica A cultura audiovisual teve sua revanche histórica no século XX, em primeiro lugar como o filme e o rádio, depois com a televisão, superando a influência da comunicação escrita nos corações e almas da maioria das pessoas (CASTELLS, 1999)

18 Tecnologia Aplicação de conhecimento científico ou outro tipo de conhecimento organizado para realização de tarefas práticas através de sistemas ordenados que envolvem pessoas e organizações, coisas vivas e máquinas PACEY (1983, p.6) Podemos entender então a tecnologia como: Processo de transformação de matérias primas (humana, simbólica ou material) em produtos, vendáveis ou não.

19 Informação A informação corresponde a dados que fazem diferença e o seu significado é expresso pelo receptor e não pelo emissor (DAVENPORT,1998) BUCKLAND (1991) expõe a informação enquanto processo: quando se recebe alguma informação, o ato de informar conhecimento: é a decodificação daquilo que foi percebido na informação como processo. Coisa:é aquilo que pode ser manipulado como objetos, dado ou documentos

20 Informação Para NONAKA e TAKEUSHI (1997) tanto a informação como o conhecimento só possuem significância em relação ao contexto, sendo específicos ao mesmo tempo e criados de forma dinâmica na interação social entre as pessoas. A informação pode ser considerada como recurso: é uma necessidade. Os custos associados à sua coleta, disseminação, armazenamento, análise e descarte são elevados, o que é contrabalançado pelo fato de (...) possuir valor significativo (...) (CRONIN)

21 Tecnologia da Informação Pode se dizer então que: Tecnologia da informação pode ser vista como sendo a utilização de conhecimentos científicos ou outro tipo de conhecimento organizado para tratar a informação e viabilizar os processos de decisão humana A tecnologia da informação lida com mecanismos através dos quais os indivíduos fazem suas escolhas com um maior ou menor grau de complexidade, o que influencia diretamente o volume de informação recuperado.

22 Tecnologia da Informação Dessa forma, podemos concluir que a oralidade (dramatizações, ritos, músicas, entonação de voz), a escrita (fundamentalmente o alfabeto) e a imprensa constituem tecnologias da informação, pois correspondem à utilização de alguma forma de conhecimento organizado (gerado e disseminado via informação) para estimular e desenvolver o próprio processo de construção da história da humanidade

Ciências da Computação Disciplina:Computação Gráfica

Ciências da Computação Disciplina:Computação Gráfica Ciências da Computação Disciplina:Computação Gráfica Professora Andréia Freitas 2013 7 semestre Aula 06 MEMORIA, F. Design para a Internet. 1ª Edição. Rio de Janeiro: Campus, 2005. ALVES, W. P. Crie, anime

Leia mais

SI06 DIMENSÃO TECNOLÓGICA I

SI06 DIMENSÃO TECNOLÓGICA I 1 2 1. Apresentar os principais tipos de software. 2. Compreender os componentes básicos de uma rede de telecomunicações. 3. Compreender como o uso da internet participa no processo de acesso à informação.

Leia mais

De Alexandria à Era Digital: a difusão do conhecimento através dos seus suportes

De Alexandria à Era Digital: a difusão do conhecimento através dos seus suportes Ano Lectivo 2010/2011 ÁREA DE INTEGRAÇÃO Agrupamento de Escolas de Fronteira Escola Básica Integrada Frei Manuel Cardoso 12º Ano Apresentação nº 8 De Alexandria à Era Digital: a difusão do conhecimento

Leia mais

Multimídia. Conceitos Básicos (Parte I)

Multimídia. Conceitos Básicos (Parte I) Universidade do Estado de Minas Gerais Curso: Sistemas de Informação Multimídia Conceitos Básicos (Parte I) Prof. Me. Sérgio Carlos Portari Júnior Tópicos Breve Histórico Tipos de Mídia Representação da

Leia mais

Profa. Dra. Lidiane S. de L. Pinheiro. HOHLFELDT, Antonio; MARTINO, Luiz C.; FRANÇA, Vera Veiga. Teorias da Comunicação. Petrópolis: Vozes, 2010

Profa. Dra. Lidiane S. de L. Pinheiro. HOHLFELDT, Antonio; MARTINO, Luiz C.; FRANÇA, Vera Veiga. Teorias da Comunicação. Petrópolis: Vozes, 2010 Profa. Dra. Lidiane S. de L. Pinheiro TEXTO-BASE: HOHLFELDT, Antonio; MARTINO, Luiz C.; FRANÇA, Vera Veiga. Teorias da Comunicação. Petrópolis: Vozes, 2010 ...Vem do latim communicatio = atividade realizada

Leia mais

Tema: Hipertextos Multimodais (1) Objetivo: Estudar e analisar algumas relações entre texto e imagem em revistas e jornais digitais..

Tema: Hipertextos Multimodais (1) Objetivo: Estudar e analisar algumas relações entre texto e imagem em revistas e jornais digitais.. Tema: Hipertextos Multimodais (1) Objetivo: Estudar e analisar algumas relações entre texto e imagem em revistas e jornais digitais.. REVENDO O CONCEITO DE MULTIMODALIDADE O termo multimodalidade surgiu

Leia mais

Conceituação. Linguagem é qualquer sistema organizado de sinais que serve de meio de comunicação de ideias ou sentimentos.

Conceituação. Linguagem é qualquer sistema organizado de sinais que serve de meio de comunicação de ideias ou sentimentos. Linguagem e Cultura Conceituação Linguagem é qualquer sistema organizado de sinais que serve de meio de comunicação de ideias ou sentimentos. Cultura é todo saber humano, o cabedal de conhecimento de um

Leia mais

O professor da (na) Sociedade da Informação

O professor da (na) Sociedade da Informação Escola Superior de Educação Instituto Politécnico de Bragança O professor da (na) Sociedade da Informação Vitor Barrigão Gonçalves, Maio 2000 Sumário: Impacto das TIC na Sociedade Contexto da Sociedade

Leia mais

INTERNET. Definição. Rede internacional de computadores que permite comunicação e transferência de dados entre outros serviços.

INTERNET. Definição. Rede internacional de computadores que permite comunicação e transferência de dados entre outros serviços. INTERNET Prof. Luiz A. Nascimento Definição 2 Rede internacional de computadores que permite comunicação e transferência de dados entre outros serviços. Utiliza o protocolo TCP/IP É a rede das redes. Normalmente

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO 1.ª SÉRIE

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO 1.ª SÉRIE Curso: Graduação: Habilitação: Regime: Duração: COMUNICAÇÃO SOCIAL BACHARELADO PUBLICIDADE E PROPAGANDA SERIADO ANUAL - NOTURNO 4 (QUATRO) ANOS LETIVOS MATRIZ CURRICULAR Integralização: A) TEMPO TOTAL

Leia mais

Ementas das Disciplinas CURSO DE ESCRITA CRIATIVA

Ementas das Disciplinas CURSO DE ESCRITA CRIATIVA Ementas das Disciplinas EAD Ensino a Distância SP Semipresencial Formato: 12345-02 (código da disciplina - número de créditos) PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL NÍVEL I 12224-04 FUNDAMENTOS

Leia mais

COMUNICAÇÃO APLICADA MÓDULO 1

COMUNICAÇÃO APLICADA MÓDULO 1 COMUNICAÇÃO APLICADA MÓDULO 1 Índice 1. O Que é Comunicação?...3 1.1. Características... 3 1.2. Formas e Componentes da Comunicação... 3 1.3. Conceitos Básicos... 4 1.3.1. Conceito etimológico... 4 1.3.2.

Leia mais

UNIDADE 2 CONCEITOS BÁSICOS DE MULTIMÉDIA. Objectivos

UNIDADE 2 CONCEITOS BÁSICOS DE MULTIMÉDIA. Objectivos UNIDADE 2 CONCEITOS BÁSICOS DE MULTIMÉDIA Objectivos 1 2 Objectivos Caracterizar os diferentes tipos de media existentes Definir o conceito de multimédia Diferenciar o conceito de multimédia Diferenciar

Leia mais

Em 1945 Vannevar Bush,diretor do ministério de desenvolvimento e pesquisa científica dos Estados Unidos, escreve o artigo As we may think, como nós

Em 1945 Vannevar Bush,diretor do ministério de desenvolvimento e pesquisa científica dos Estados Unidos, escreve o artigo As we may think, como nós Mídias digitais Em 1945 Vannevar Bush,diretor do ministério de desenvolvimento e pesquisa científica dos Estados Unidos, escreve o artigo As we may think, como nós pensamos, onde ele desenvolve a idéia

Leia mais

Linha do tempo dos avanços tecnológicos. Bruna Zerbin, Maria CSK, Lucas Silva, Henrique Vida.

Linha do tempo dos avanços tecnológicos. Bruna Zerbin, Maria CSK, Lucas Silva, Henrique Vida. Linha do tempo dos avanços tecnológicos Bruna Zerbin, Maria CSK, Lucas Silva, Henrique Vida. Antes da tecnologia começar a se desenvolver... O avanço da tecnologia trouxe inúmeros benefícios para o homem,

Leia mais

Comunicação Visual. Introdução

Comunicação Visual. Introdução Comunicação Visual Introdução Comunicar é a capacidade de partilhar, pôr em comum, o que pensamos ou sentimos; é transmitir uma determinada mensagem. Para que a comunicação exista é necessária a existência

Leia mais

MICROCOMPUTADORES MONTAGEM E MANUTENÇÃO REDE DE COMPUTADORES A IMAGEM DIGITAL NA EDITORAÇÃO. Ivan Max Freire de Lacerda

MICROCOMPUTADORES MONTAGEM E MANUTENÇÃO REDE DE COMPUTADORES A IMAGEM DIGITAL NA EDITORAÇÃO. Ivan Max Freire de Lacerda MICROCOMPUTADORES MONTAGEM E MANUTENÇÃO Ivan Max Freire de Lacerda Mais do que um manual passo a passo, o autor mostra, nesse livro, os detalhes do funcionamento dos principais componentes dos microcomputadores,

Leia mais

As capacidades lingüísticas da alfabetização

As capacidades lingüísticas da alfabetização As capacidades lingüísticas da alfabetização A seção apresenta, na forma de verbetes, conceitos e concepções que são fundamentos da abordagem proposta. A seção apresenta os objetivos e a estrutura do texto

Leia mais

Objetos de Conhecimento e Habilidades BNCC (V3)

Objetos de Conhecimento e Habilidades BNCC (V3) Coleção Crescer História aprovada no PNLD 2019 Código 0202P19041 Objetos de Conhecimento e Habilidades BNCC (V3) 1º ano Mundo pessoal: meu lugar no mundo As fases da vida e a ideia de temporalidade (passado,

Leia mais

Programação para Internet I

Programação para Internet I Programação para Internet I Aula 01 Prof. Diemesleno Souza Carvalho [email protected] http://www.diemesleno.com.br Na aula passada vimos... Na aula passada vimos... - Apresentação da disciplina; -

Leia mais

Código 0222P Objetos de Conhecimento e Habilidades BNCC (V3)

Código 0222P Objetos de Conhecimento e Habilidades BNCC (V3) Coleção Akpalô História aprovada no PNLD 2019 Código 0222P19041 Objetos de Conhecimento e Habilidades BNCC (V3) 1º ano Mundo pessoal: meu lugar no mundo As fases da vida e a ideia de temporalidade (passado,

Leia mais

Linguagem Oral e Escrita

Linguagem Oral e Escrita FAAC Faculdade Afonso Cláudio Pólo Tijuca Rio de Janeiro Pós-graduação em Educação Linguagem Oral e Escrita Rosane Tesch [email protected] Linguagem Oral e Linguagem Escrita - conceitos gerais Pensamento

Leia mais

Prof. Samuel Henrique Bucke Brito

Prof. Samuel Henrique Bucke Brito RM-OSI: Modelo de Referência www.labcisco.com.br ::: [email protected] Prof. Samuel Henrique Bucke Brito Quando surgiram as redes de computadores havia um grande problema de compatibilidade entre

Leia mais

NOVAS TECNOLOGIAS E O TRABALHO DOCENTE. Profa. Benilda Silva

NOVAS TECNOLOGIAS E O TRABALHO DOCENTE. Profa. Benilda Silva NOVAS TECNOLOGIAS E O TRABALHO DOCENTE Profa. Benilda Silva Obra analisada: Autora: VANI MOREIRA KENSKI Doutora e Mestre em Educação e Licenciada em Pedagogia e Geografia. Professora do Programa de Pós-

Leia mais

O que Fazer na Internet

O que Fazer na Internet Internet Histórico O que é a Internet O que é a Internet A Internet é uma rede de computadores à escala mundial, destinada à troca de informações. Os computadores são interligados através de linhas comuns

Leia mais

I TR T ODUÇÃO O À I N I FO F RMÁ M TI T C I A OBJETIVO

I TR T ODUÇÃO O À I N I FO F RMÁ M TI T C I A OBJETIVO 17/02/2017 6 INTRODUÇÃO À INFORMÁTICA OBJETIVO Capacitar o aluno a trabalhar com o computador, realizando tarefas básicas essenciais, e mostrar os principais conceitos em informática e processamento de

Leia mais

Ficha de acompanhamento da aprendizagem

Ficha de acompanhamento da aprendizagem Escola: Professor: Aluno: Legenda: Plenamente desenvolvido; Parcialmente desenvolvido; Pouco desenvolvido; Não trabalhado no bimestre. Oralidade 1º bim. 2º bim. 3º bim. 4º bim. Expressar-se, em situações

Leia mais

Definição de Mídia. Em inglês: media Plural da palavra medium em Latim. Significa meio, centro Meio de distribuir e representar a informação

Definição de Mídia. Em inglês: media Plural da palavra medium em Latim. Significa meio, centro Meio de distribuir e representar a informação Definição de Mídia Em inglês: media Plural da palavra medium em Latim Significa meio, centro Meio de distribuir e representar a informação Tipos de Mídia Mídia de Percepção Como os humanos percebem a informação

Leia mais

CURSO DE EXTENSÃO EM PROGRAMAÇÃO VISUAL. Aula I. Prof. Carlos Café Dias

CURSO DE EXTENSÃO EM PROGRAMAÇÃO VISUAL. Aula I. Prof. Carlos Café Dias CURSO DE EXTENSÃO EM PROGRAMAÇÃO VISUAL Aula I Prof. Carlos Café Dias APRESENTAÇÃO O CURSO O curso de extensão em Programação visual aborda a teoria e prática da comunicação visual, oportunizando o estudo

Leia mais

Ficha de acompanhamento da aprendizagem

Ficha de acompanhamento da aprendizagem Escola: Professor: Aluno: Legenda: Plenamente desenvolvido; Parcialmente desenvolvido; Pouco desenvolvido; Não trabalhado no bimestre. Oralidade 1º bim. 2º bim. 3º bim. 4º bim. Expressar-se em situações

Leia mais

ELABORANDO UMA BOA APRESENTAÇÃO DISCIPLINAS DE PESQUISA PROF. DR. LUÍS EDUARDO ALMEIDA

ELABORANDO UMA BOA APRESENTAÇÃO DISCIPLINAS DE PESQUISA PROF. DR. LUÍS EDUARDO ALMEIDA ELABORANDO UMA BOA APRESENTAÇÃO DISCIPLINAS DE PESQUISA 2016-1 PROF. DR. LUÍS EDUARDO ALMEIDA A COMUNICAÇÃO HUMANA Comunicar: Deriva do latim comunicare = por em comum; É uma expressão que define o grande

Leia mais

Linguagem. Prof. Veríssimo Ferreira

Linguagem. Prof. Veríssimo Ferreira Linguagem Prof. Veríssimo Ferreira Linguagem Sistema de sinais convencionais que permite a realização de atos comunicativos. Linguagem Capacidade humana de articular significados coletivos e compartilhá-los.

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS Nº1 DE ABRANTES DISCIPLINA: Francês ANO: 9º ANO LETIVO 2013/2014 ATIVIDADES ESTRATÉGIAS. Diálogo professor/aluno.

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS Nº1 DE ABRANTES DISCIPLINA: Francês ANO: 9º ANO LETIVO 2013/2014 ATIVIDADES ESTRATÉGIAS. Diálogo professor/aluno. ENSINO BÁSICO Agrupamento de Escolas Nº 1 de Abrantes AGRUPAMENTO DE ESCOLAS Nº1 DE ABRANTES DISCIPLINA: Francês ANO: 9º ANO LETIVO 2013/2014 CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS METAS DE APRENDIZAGEM ATIVIDADES ESTRATÉGIAS

Leia mais

ATIVIDADES ESTRATÉGIAS. Diálogo professor/aluno. Concentração auditiva. Jogos de perceção auditiva. Memorização de sequências fónicas.

ATIVIDADES ESTRATÉGIAS. Diálogo professor/aluno. Concentração auditiva. Jogos de perceção auditiva. Memorização de sequências fónicas. Agrupamento de Escolas n.º 1 de Abrantes ESCOLA BÁSICA DOS 2.º E 3.º CICLOS D. MIGUEL DE ALMEIDA ENSINO BÁSICO DISCIPLINA: Francês (nível 3) ANO: 9.º ANO LETIVO 2013/2014 CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS METAS

Leia mais

Pesquisa e análise de informação

Pesquisa e análise de informação A ARPANet (Advanced Research Projects Agency Network) - Projeto do Ministério da Defesa dos Estados Unidos da América, criado em 1969, que tinha como objetivo interligar em rede, computadores utilizados

Leia mais

AGRUPAMENTO de ESCOLAS de SANTIAGO do CACÉM Ano Letivo 2015/2016 PLANIFICAÇÃO ANUAL

AGRUPAMENTO de ESCOLAS de SANTIAGO do CACÉM Ano Letivo 2015/2016 PLANIFICAÇÃO ANUAL AGRUPAMENTO de ESCOLAS de SANTIAGO do CACÉM Ano Letivo 2015/2016 PLANIFICAÇÃO ANUAL Documento(s) Orientador(es): Programa de Português do Ensino Básico; Metas Curriculares de Português- 1º Ciclo 1º CICLO

Leia mais

AGRUPAMENTO de ESCOLAS de SANTIAGO do CACÉM Ano Letivo 2016/2017 PLANIFICAÇÃO ANUAL

AGRUPAMENTO de ESCOLAS de SANTIAGO do CACÉM Ano Letivo 2016/2017 PLANIFICAÇÃO ANUAL AGRUPAMENTO de ESCOLAS de SANTIAGO do CACÉM Ano Letivo 2016/2017 PLANIFICAÇÃO ANUAL Documento(s) Orientador(es): Programa de Português do Ensino Básico; Metas Curriculares de Português- 1º Ciclo 1º CICLO

Leia mais

Sumário. SCC0661 Multimídia e Hipermídia. Ementa do Curso. Ementa do Curso. Programa do Curso. Avaliação

Sumário. SCC0661 Multimídia e Hipermídia. Ementa do Curso. Ementa do Curso. Programa do Curso. Avaliação SCC0661 Multimídia e Hipermídia Prof.: Dr. Marcelo Manzato ([email protected]) Sumário 1. Apresentação da Disciplina. 2. Definindo Multimídia. 3. Diferentes Aspectos de Multimídia. Instituto de Ciências

Leia mais

Prof. Fabiano Taguchi

Prof. Fabiano Taguchi Prof. Fabiano Taguchi [email protected] http://fabianotaguchi.wordpress.com (66) 9953-7642 1 Efeito audível produzido por movimentos de corpos vibratórios propagando na forma de ondas. AUDIÇÃO é

Leia mais

Fundamentos de Telecomunicações

Fundamentos de Telecomunicações Fundamentos de Telecomunicações LEEC_FT 1: Introdução Professor Victor Barroso [email protected] 1 Introduzindo O tópico A tecnologia O conteúdo... LEEC_FT - Lição 1 Fundamentos de Telecomunicações Slide

Leia mais

TEXTOS SAGRADOS. Noções introdutórias

TEXTOS SAGRADOS. Noções introdutórias TEXTOS SAGRADOS Noções introdutórias A ORIGEM Os Textos Sagrados, via de regra, tiveram uma origem comum: Experiência do sagrado. Oralidade. Pequenos textos. Primeiras redações. Redação definitiva. Organização

Leia mais

Teoria da Comunicação. Professor Marlos Pires Gonçalves

Teoria da Comunicação. Professor Marlos Pires Gonçalves Teoria da Comunicação Professor Marlos Pires Gonçalves O processo da comunicação Em todo ato de comunicação estão envolvidos vários elementos : 1. Emissor ou remetente: é aquele que codifica e envia a

Leia mais

Língua e Produção. 3º ano Francisco. Análise do discurso

Língua e Produção. 3º ano Francisco. Análise do discurso Língua e Produção 3º ano Francisco Análise do discurso Elementos básicos da comunicação; Texto e discurso/ a intenção no discurso; As funções intrínsecas do texto. ELEMENTOS DA COMUNICAÇÃO Emissor emite,

Leia mais

DIREITO DA SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO

DIREITO DA SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO DIREITO DA SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO Prof. Fabiano Taguchi http://fabianotaguchi.wordpress.com [email protected] As mudanças tecnológicas pós-sociedade industrial Formação da sociedade da informação

Leia mais

Comunicações Digitais

Comunicações Digitais 1 - Introdução Enlace de um Sistema de Comunicação fonte mensagem transdutor Transmissor Modulador canal ruído receptor transdutor destino mensagem (estimada) sinal de entrada sinal com distorção sinal

Leia mais

Educador A PROFISSÃO DE TODOS OS FUTUROS. Uma instituição do grupo

Educador A PROFISSÃO DE TODOS OS FUTUROS. Uma instituição do grupo Educador A PROFISSÃO DE TODOS OS FUTUROS F U T U R O T E N D Ê N C I A S I N O V A Ç Ã O Uma instituição do grupo CURSO 2 CURSO OBJETIVOS Fomentar a produção e circulação de saberes docentes acerca das

Leia mais

Ano letivo 2012/13 JULHO

Ano letivo 2012/13 JULHO Ano letivo 2012/13 JULHO P á g i n a 1 Provas de LISBOA: P-FÓLIO Verifique o local de realização da sua Unidade Curricular: Dia Código Unidade Curricular Prova Hora Local de realização 02-jul (ter) 21015

Leia mais

Índice. 1. O Alfabetizador Ao Desenhar, A Criança Escreve?...5

Índice. 1. O Alfabetizador Ao Desenhar, A Criança Escreve?...5 GRUPO 5.4 MÓDULO 2 Índice 1. O Alfabetizador...3 1.1. Contribuições ao Educador-Alfabetizador... 4 1.2. Ações do professor alfabetizador... 4 2. Ao Desenhar, A Criança Escreve?...5 2 1. O ALFABETIZADOR

Leia mais

CURSO PÓS-GRADUAÇÃO EM ARTE E EDUCAÇÃO

CURSO PÓS-GRADUAÇÃO EM ARTE E EDUCAÇÃO OBJETIVOS: Fomentar a produção e circulação de saberes docentes acerca das diferentes manifestações artísticas e expressivas no campo da Educação. Oferecer possibilidades de formação sensível, reflexiva

Leia mais

HABILIDADES DE LÍNGUA PORTUGUESA- 2º ANO

HABILIDADES DE LÍNGUA PORTUGUESA- 2º ANO HABILIDADES DE LÍNGUA PORTUGUESA- 2º ANO HABILIDADES (EF02LP01) Expressar-se em situações de intercâmbio oral com autoconfiança (sem medo de falar em público), liberdade e desenvoltura, preocupando-se

Leia mais

TEORIAS DA COMUNICAÇÃO

TEORIAS DA COMUNICAÇÃO TEORIAS DA COMUNICAÇÃO Prof. André Aparecido da Silva www.oxnar.com.br/2015/profuncionario 1 ELEMENTOS DA COMUNICAÇÃO As informações para serem trocadas precisam ser produzidas. Fonte é o produtor da informação:

Leia mais

GUIA PEDAGÓGICO PARA OS PAIS Maternal I

GUIA PEDAGÓGICO PARA OS PAIS Maternal I Maceió, 16 de julho de 2016. GUIA PEDAGÓGICO PARA OS PAIS Maternal I Senhores pais ou responsáveis Estamos iniciando o terceiro bimestre letivo e gostaríamos de informar-lhes sobre os projetos que serão

Leia mais

A ALFABETIZAÇÃO DA PESSOA SURDA: DESAFIOS E POSSIBILIDADES. Caderno de Educação Especial

A ALFABETIZAÇÃO DA PESSOA SURDA: DESAFIOS E POSSIBILIDADES. Caderno de Educação Especial A ALFABETIZAÇÃO DA PESSOA SURDA: DESAFIOS E POSSIBILIDADES Caderno de Educação Especial O que devemos considerar no processo de Alfabetização? Criança Ouvinte Criança Surda Faz uso das propriedades fonológicas

Leia mais

ECO, Umberto. A estrutura ausente

ECO, Umberto. A estrutura ausente FONTE COMPLEMENTAR: SANTAELLA, Lúcia. Comunicação e Semiótica ECO, Umberto. A estrutura ausente Influência: filosofia, estética, teorias da informação, da comunicação e da cibernética Crítica ao estruturalismo

Leia mais

ESCOLA SUPERIOR DE EDUCAÇÃO DO INSTITUTO POLITÉCNICO DE SETÚBAL Exames da Universidade Aberta - Junho 2010 Disciplinas Cód. Descrição 02-Jun 16.

ESCOLA SUPERIOR DE EDUCAÇÃO DO INSTITUTO POLITÉCNICO DE SETÚBAL Exames da Universidade Aberta - Junho 2010 Disciplinas Cód. Descrição 02-Jun 16. ESCOLA SUPERIOR DE EDUCAÇÃO DO INSTITUTO POLITÉCNICO DE SETÚBAL Exames da Universidade Aberta - Junho 2010 Data Disciplinas Horário Cód. Descrição 02-Jun 11040 Modelos de Avaliação Pedagógica - EXAME 11040

Leia mais

TECNOLOGIAS EM EDUCAÇÃO INTRODUÇÃO

TECNOLOGIAS EM EDUCAÇÃO INTRODUÇÃO TECNOLOGIAS EM EDUCAÇÃO INTRODUÇÃO 1 SUMÁRIO Técnica e Tecnologia Dado, Informação e Conhecimento Educação a distância 3/19 14/19 10/19 2 TÉCNICA E TECNOLOGIA Uma visão redutora: seremos dominados por

Leia mais

design > comunicação visual Profa. Julie Pires

design > comunicação visual Profa. Julie Pires design > comunicação visual Profa. Julie Pires Teorias do Design 1 [BAV105] DESIGN Design é inventar, projetar, programar, coordenar uma longa lista de fatores humanos e técnicos, traduzir o invisível

Leia mais

Administração Pública Comunicação

Administração Pública Comunicação Administração Pública Comunicação Comunicação Corporativa Professora Amanda Lima Tegon www.acasadoconcurseiro.com.br Administração Pública Comunicação COMUNICAÇÃO CORPORATIVA Ferramentas, Comunicação

Leia mais

Comunicação. Troca de informações: envio e recebimento de símbolos com mensagens atreladas a eles.

Comunicação. Troca de informações: envio e recebimento de símbolos com mensagens atreladas a eles. Comunicação Troca de informações: envio e recebimento de símbolos com mensagens atreladas a eles. Processo fundamental nas organizações; Envolve ambiente interno e externo; Mão-dupla: sucesso depende de

Leia mais

Prova de Avaliação de Competências Pré- Leitoras (P.A.C.P.L.)

Prova de Avaliação de Competências Pré- Leitoras (P.A.C.P.L.) Prova de Avaliação de Competências Pré- Leitoras (P.A.C.P.L.) INTRODUÇÃO Projeto das bibliotecas escolares: Formar crianças leitoras Avaliar preditores da futura competência leitora. - O objetivo último

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar

REDES DE COMPUTADORES Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar - Aula 7 - MODELO DE REFERÊNCIA TCP O modelo de referência TCP, foi muito usado pela rede ARPANET, e atualmente usado pela sua sucessora, a Internet Mundial. A ARPANET é de grande utilidade para entender

Leia mais

QUAIS SÃO AS OUTRAS EXPRESSÕES, ALÉM DA LINGUAGEM ORAL E ESCRITA E QUAL A SUA IMPORTÂNCIA PARA A ORGANIZAÇÃO DA INFORMAÇÃO

QUAIS SÃO AS OUTRAS EXPRESSÕES, ALÉM DA LINGUAGEM ORAL E ESCRITA E QUAL A SUA IMPORTÂNCIA PARA A ORGANIZAÇÃO DA INFORMAÇÃO Universidade de Brasília (UnB) Faculdade de Ciência da Informação Disciplina: Fundamentos em Organização da Informação Professora: Lillian Alvares QUAIS SÃO AS OUTRAS EXPRESSÕES, ALÉM DA LINGUAGEM ORAL

Leia mais

Comunicação: Linguagem verbal e não verbal 6 ANO CENTRO EDUCACIONAL LA SALLE 2019 PROF. PRYSLLA LIMA

Comunicação: Linguagem verbal e não verbal 6 ANO CENTRO EDUCACIONAL LA SALLE 2019 PROF. PRYSLLA LIMA Comunicação: Linguagem verbal e não verbal 6 ANO CENTRO EDUCACIONAL LA SALLE 2019 PROF. PRYSLLA LIMA NÃO, PORQUE O ESTRANGEIRO NÃO ENTENDEU A LÍNGUA DO BRASILEIRO. HOUVE COMUNICAÇÃO? SIM, PORQUE AS DUAS

Leia mais

Conceitos Básicos de Teleprocessamento e Comunicação de Dados

Conceitos Básicos de Teleprocessamento e Comunicação de Dados Conceitos Básicos de Teleprocessamento e Comunicação de Dados Conceitos Básicos de Teleprocessamento e Comunicação de Dados Desde 1838, quando Samuel F. B. Morse transmitiu, pela primeira vez, uma mensagem

Leia mais

elementos da comunicação

elementos da comunicação elementos da comunicação Observe o seguinte esquema, criado pelo linguista Jakobson A comunicação está associada à lin guagem e in teração, de form a que representa a transmissão de mensagens entre um

Leia mais

Ana Gonçalves Área: CLC- Cultura Língua e Comunicação Módulo: CLC5- Cultura Língua Comunicação e Media Formador: Vítor Dourado

Ana Gonçalves Área: CLC- Cultura Língua e Comunicação Módulo: CLC5- Cultura Língua Comunicação e Media Formador: Vítor Dourado Área: CLC- Cultura Língua e Comunicação Módulo: CLC5- Cultura Língua Comunicação e Media Formador: Vítor Dourado A rede mundial de computadores, ou Internet, surgiu para objectivos militares, servia para

Leia mais

Práticas Pedagógicas: Língua Portuguesa - Usos e formas, língua oral, escrita e gêneros textuais

Práticas Pedagógicas: Língua Portuguesa - Usos e formas, língua oral, escrita e gêneros textuais Práticas Pedagógicas: Língua Portuguesa - Usos e formas, língua oral, escrita e gêneros textuais Aula: 17/05/2019 Prof.: José Neres www.joseneres.com Alguns conceitos básicos nos estudos atuais da linguagem

Leia mais

AULA 2 - INTERNET. Prof. Pedro Braconnot Velloso

AULA 2 - INTERNET. Prof. Pedro Braconnot Velloso AULA 2 - INTERNET Prof. Pedro Braconnot Velloso Começo da Internet Lançamento do Sputnik I Primeiro satélite artificial Russo Reação dos EUA 1958 - Presidente Eisenhower Advanced Research Projects Agency

Leia mais

Apresentação da matéria. Ing. Yamila Díaz Suárez

Apresentação da matéria. Ing. Yamila Díaz Suárez Apresentação da matéria Ing. Yamila Díaz Suárez Objectivo da matéria Estudar as manifestações compostas de texto, imagem, gráficos, efeitos sonoros e visuais e animações, que se apresentam ao utente por

Leia mais

Vamos brincar de construir as nossas e outras histórias

Vamos brincar de construir as nossas e outras histórias MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA Vamos brincar de construir as nossas e outras histórias Ano 02

Leia mais

Ficha de acompanhamento da aprendizagem

Ficha de acompanhamento da aprendizagem Escola: Professor: Aluno: Legenda: Plenamente desenvolvido; Parcialmente desenvolvido; Pouco desenvolvido; Não trabalhado no bimestre. Oralidade 1º bim. 2º bim. 3º bim. 4º bim. Expressar-se em situações

Leia mais

Narrativa e informação

Narrativa e informação Narrativa e informação emissor = formulador da sintaxe da mensagem receptor = intérprete da semântica A recepção qualifica a comunicação. É por isso que o receptor tem papel fundamental no processo de

Leia mais

O que é Comunicação?

O que é Comunicação? A Importância da O que é Comunicação? É transmitir ideias, sentimentos ou experiências de uma ou mais pessoas para outra, ou outras. A comunicação se estabelece quando o emissor leva a mensagem até o receptor

Leia mais

1. Funções e serviços de sistema operacional (S.O. de apoio: DOS e Windows)

1. Funções e serviços de sistema operacional (S.O. de apoio: DOS e Windows) Bases Tecnológicas Informática para Internet 1 Módulo 1 GESTÃO DE SISTEMAS OPERACIONAIS I 1. Funções e serviços de sistema operacional (S.O. de apoio: DOS e Windows) 2. Tipos e Estrutura do Sistema Operacional

Leia mais

UNIDADE 5 OS DIFERENTES TEXTOS EM SALAS DE ALFABETIZAÇÃO ANO 1

UNIDADE 5 OS DIFERENTES TEXTOS EM SALAS DE ALFABETIZAÇÃO ANO 1 UNIDADE 5 OS DIFERENTES TEXTOS EM SALAS DE ALFABETIZAÇÃO ANO 1 OBJETIVOS Entender a concepção de alfabetização na perspectiva do letramento; Analisar e planejar projetos didáticos para turmas de alfabetização,

Leia mais

Engenharia Civil. Representação da Informação. Introdução à Computação

Engenharia Civil. Representação da Informação. Introdução à Computação Engenharia Civil Representação da Informação Introdução à Computação Sumário Retomada... Representação de informação Bit, byte Conversão numérica Exercício Referência link na página 2.2.1 O bit, o byte,

Leia mais

A PRÉ-HISTÓRIA DA LINGUAGEM ESCRITA

A PRÉ-HISTÓRIA DA LINGUAGEM ESCRITA A PRÉ-HISTÓRIA DA LINGUAGEM ESCRITA Disciplina: Desenvolvimento Psicológico III Profª Ms. Luciene Blumer Pois nisto de criação literária cumpre não esquecer guardada a infinita distância que o mundo também

Leia mais

DO TEXTO AO DISCURSO TV Aula 5 : DISCURSO. Prof.ª Me. Angélica Moriconi

DO TEXTO AO DISCURSO TV Aula 5 : DISCURSO. Prof.ª Me. Angélica Moriconi DO TEXTO AO DISCURSO TV Aula 5 : DISCURSO Prof.ª Me. Angélica Moriconi Do texto para o discurso O texto é um elemento concreto da língua. Os discursos materializam-se através dos textos (orais ou escritos).

Leia mais