Como se proteger do "dumping" e dos subsídios

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1 Dumping e Subsídios Como se proteger do "dumping" e dos subsídios A adoção, pelo Brasil, de um modelo econômico baseado no livre comércio expôs a indústria brasileira à plena concorrência internacional. Para que esta concorrência seja saudável, o País precisa se proteger das práticas desleais de comércio. O "dumping" e os subsídios governamentais são algumas das formas pelas quais empresas de outros países concorrem deslealmente com a indústria estabelecida no País, podendo causar sérios danos às empresas locais. O Brasil é signatário dos Acordos "Antidumping", de Subsídios e de Medidas Compensatórias e de Salvaguardas, estabelecidos no âmbito do GATT, que tem como sucessora a agora Organização Mundial do Comércio (OMC), em vigor no Brasil, conforme o Decreto n , de Por esses acordos, as práticas de "dumping" e de subsídios, quando provocam dano a um setor produtivo, podem ser neutralizadas pela imposição de direitos "antidumping" ou de medidas compensatórias. Em 1995, o Governo alterou o conceito de imposto adicional "antidumping" para direito "antidumping", permitindo-se a partir daí a adoção da retroatividade na cobrança dos direitos. Essa medida atendeu a uma proposta da ABIQUIM, que havia encaminhado ao Governo projeto nesse sentido. A indústria química é especialmente suscetível ao "dumping". Em muitos países, o setor lidera o "ranking" no tocante ao número de investigações "antidumping" abertas. É muito importante, assim, conhecer os procedimentos e regras dos acordos internacionais de comércio, exigir sua justa aplicação quando se tratar de exportações brasileiras e, da mesma forma, buscar sua adoção contra importações desleais que prejudicarem a indústria doméstica. Esta a razão pela qual a ABIQUIM editou, em 1994, na forma de "cartilha", o manual "Como se proteger do dumping e dos subsídios", que foi distribuído a todas as empresas associadas e reeditado em Posteriormente, graças à colaboração da FIRJAN, a ABIQUIM também distribuiu aos associados o "Manual de Defesa Comercial", elaborado por aquela entidade, em parceria com o Departamento de Defesa Comercial da Secretaria de Comércio Exterior. O que se apresenta agora no "Espaço do Associado" é uma versão revista e atualizada do primeiro manual. Outras informações e documentos sobre o assunto podem ser obtidos no Departamento do Assuntos de Comércio Exterior da ABIQUIM. Embora voltadas basicamente para o "antidumping", as informações constantes deste manual aplicamse também, na sua maior parte, aos casos de subsídios. Ao final, há breves comentários sobre as medidas de salvaguardas. 1. O QUE É DUMPING? Pode-se definir "dumping" como venda de um produto no mercado externo a um preço inferior ao seu valor normal. Em geral, valor normal é o preço cobrado por produto idêntico no mercado doméstico do país exportador, em operações comerciais normais. Mas para que se possa combater o "dumping" é preciso comprovar não apenas que o produto foi ou está sendo introduzido no mercado a um preço inferior ao seu valor normal. É preciso, também, demonstrar que a importação feita nessas condições causou ou pode causar dano à indústria local. Atenção, portanto. A simples existência de preços baixos de importação não significa que esteja havendo "dumping". Pode resultar da concessão de subsídios no país de origem, o que também é considerado prática desleal de comércio pelas regras da OMC. E pode ser conseqüência de outros fatores, não passíveis de punição. 2. O QUE É DIREITO "ANTIDUMPING"? Direito "antidumping" é uma medida jurídica que pode ser utilizada por um país quando importações em "dumping" causarem prejuízos efetivos à indústria de um país importador. Um direito "antidumping" somente pode ser aplicado quando uma investigação formal, conduzida pelo Governo, demonstrar: R. Santo Antonio, º e 18º andares São Paulo SP CEP Tel.: (11) Fax: (11) [email protected]

2 a) a existência de "dumping" nas importações de um determinado produto ou produtos; b) a ocorrência de dano ou ameaça de dano à indústria doméstica instalada no país ou um retardamento sensível à implantação de uma indústria; c) a relação causal entre o "dumping" e o dano. As normas "antidumping" foram fixadas pelo GATT, o acordo internacional de comércio firmado por quase todos os países do mundo, entre os quais o Brasil. As sanções contra o "dumping" estão previstas em um acordo específico assinado ainda no âmbito do GATT e em vigor no Brasil. 3. O QUE É MARGEM DE "DUMPING"? A determinação da margem de "dumping" implica comparação entre o valor normal e o preço de exportação para o país, nos mesmos níveis de comercialização - normalmente no nível "ex-factory", sem impostos e à vista - e com relação a vendas feitas em datas o mais próximas possível. Portanto, para a comparação ser adequada, deverão ser ajustados, conforme o caso, o valor FOB de exportação para o país ou o valor normal, levando-se em conta o custos entre a fábrica e o navio, tais como fretes, taxas e impostos, capatazia e "conteinerização". A diferença entre os dois preços constitui a margem de "dumping". 4. COMO AVALIAR O DANO? O dano, que pode afetar a totalidade de um setor de produção ou de importante parcela do mesmo, é avaliado de várias maneiras, tais como: pela perda de participação no mercado interno de produto similar, queda da taxa de utilização da capacidade de produção instalada, aumento nos índices de desemprego, queda de preços ou lucros no mercado interno, etc. Note-se, entretanto, que o dano avaliado será aquele decorrente da prática de "dumping". O dano causado por outros fatores como importações a preços baixos mas que não se constituam em "dumping" ou pela situação econômica geral, não deve ser levado em consideração. Uma medida para combater uma ameaça de dano somente pode ser pedida se for claro e previsível que a situação redundará em dano real. Neste caso, os fatos que evidenciam essa tendência em curso deverão estar suficientemente comprovados. No caso de retardamento da implantação de uma nova indústria, o projeto ou os primeiros investimentos já realizados deverão ser apresentados. 5. QUE É PRODUTO "SIMILAR" PARA EFEITOS DE "DUMPING"? Para os efeitos da legislação "antidumping", "produto similar" é um produto idêntico, isto é, igual em tudo ao produto sob consideração ou, na falta de tal produto, outro que tenha as características que se assemelham de perto às do produto sob consideração. Fatores determinantes do "produto similar" são: o processo de fabricação, características físicas e químicas e a aplicação do produto. 6. O QUE SE CONSIDERA INDÚSTRIA DOMÉSTICA? A expressão "indústria doméstica" é entendida como o conjunto dos produtores domésticos de produtos similares ou aqueles, dentre eles, cuja produção conjunta constitua uma proporção importante da produção doméstica dos referidos produtos. Quando os produtores têm ligações com os exportadores, ou são eles próprios importadores do produto em "dumping", não poderão mais ser considerados como sendo parte da indústria doméstica.. 7. POR QUE SE FALA TANTO EM "DUMPING" ATUALMENTE? A abertura da economia brasileira, ocorrida a partir de 1990, com a remoção das barreiras não tarifárias às importações e a redução acelerada das alíquotas do imposto de importação, tornou mais fácil a prática de "dumping" contra a indústria brasileira. Ficaram particularmente mais vulneráveis as indústrias de produtos que não contam com barreiras naturais, como fretes proporcionalmente altos ou a exigência da montagem de redes de assistência técnica, por exemplo. Passou a ser extremamente importante, por isso, o conhecimento e o bom uso dos instrumentos de proteção da indústria local contra a concorrência desleal, particularmente o "dumping". 8. QUAL É O REMÉDIO LEGAL PARA "DUMPING"? Uma vez comprovado que uma indústria doméstica está sofrendo dano ou ameaça de dano em decorrência de importação de produtos a preços de "dumping", o governo brasileiro pode impor um direito "antidumping" às importações do produto. Esse direito poderá ser igual ou inferior ao percentual da margem de "dumping" apurado no respectivo processo administrativo. A margem de "dumping" deve ser equivalente à diferença entre o valor normal e o preço FOB da exportação em "dumping".

3 Tendo em vista que a investigação "antidumping" tem prazo de até um ano, o governo pode estabelecer a cobrança de um direito "antidumping" provisório, sessenta dias após a abertura dessa investigação, se as autoridades julgarem a medida necessária para impedir que ocorra um dano maior à indústria local. Em geral, os direitos "antidumping" têm sido impostos às futuras importações do produto, mas a legislação brasileira já permite que o governo imponha direitos "antidumping" definitivos com efeito retroativo. Nesse caso, os direitos são aplicados sobre os produtos que tenham sido despachados para consumo até noventa dias antes da data de aplicação das medidas "antidumping" provisórias, o que pode abranger um período anterior à abertura da investigação. 9. QUAL É O ÓRGÃO RESPONSÁVEL PELA INVESTIGAÇÃO "ANTIDUMPING"? O órgão responsável pela investigação "antidumping" (e também antisubsídios) é o Departamento de Defesa Comercial (DECOM), que está subordinado à Secretaria de Comércio Exterior (SECEX) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. O DECOM tem sede no Rio de Janeiro. Seu endereço é o seguinte: Departamento de Defesa Comercial - DECOM Praça Pio X, 54-6 andar Rio de Janeiro - RJ Tel. (21) ou As decisões pertinentes à investigação são tomadas com base em parecer do DECOM, ouvido o Conselho Consultivo de Defesa Comercial, órgão colegiado, do qual fazem parte representantes dos diversos Ministérios envolvidos com o assunto e também da Secretaria Executiva da Câmara de Comércio Exterior (CAMEX). Compete ao Secretário de Comércio Exterior decidir sobre a abertura da investigação, sobre revisões e pedidos de desistência, bem como sobre o encerramento do processo, quando não for determinada a existência de "dumping", de dano ou de relação causal entre o "dumping" e o dano. Cabe aos Ministros do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior e da Fazenda decidir sobre a aplicação das medidas "antidumping" provisórias ou definitivas, bem como sobre sua suspensão. 10. QUEM PODE SOLICITAR A ABERTURA DE UMA INVESTIGAÇÃO "ANTIDUMPING"? Podem solicitar uma investigação "antidumping" a empresa ou as empresas produtoras no País que estejam sendo prejudicadas, assim como qualquer outra parte interessada, que aja em nome da indústria doméstica. 11. COMO SOLICITAR UMA INVESTIGAÇÃO "ANTIDUMPING"? A empresa interessada deverá apresentar uma petição ao Departamento de Defesa Comercial - DECOM, seguindo o roteiro elaborado pelo próprio Departamento. O DECOM está aparelhado para orientar os interessados quanto ao preenchimento do roteiro e à obtenção das informações necessárias. O Departamento de Assuntos de Comércio Exterior da ABIQUIM pode apoiar as empresas associadas da entidade no tocante ao assunto. 12. COMO PROVAR QUE O PREÇO DO PRODUTO EM QUESTÃO É MENOR NO PAÍS DE ORIGEM? Em princípio podem ser apresentadas listas de preços, cópias de faturas ou outros documentos. As dificuldades ocorrem quando não há comercialização interna do produto no país de origem ou quando o país não pratica uma economia de mercado. Nesses casos é possível recorrer aos preços praticados nas vendas a terceiros países ou a um artifício previsto pela OMC, que é o chamado "valor construído". Para se chegar ao "valor construído" será preciso estimar, de acordo com o disposto nas normas, o custo atual de produção no país exportador, acrescido de uma margem razoável para despesas gerais e para o lucro. O "valor construído", entretanto, só é aceito quando não se conseguem informações mais precisas sobre o preço do produto. 13. COMO PROVAR O DANO CAUSADO À INDÚSTRIA NACIONAL? Para provar o dano sofrido, a empresa interessada deve fornecer ao DECOM uma série de informações referentes às importações e à evolução da produção e vendas locais, em volume e em valor. A relação dessas informações consta do roteiro aprovado pela Circular SECEX nº 21, de A empresa dever incluir uma avaliação dos fatores e índices econômicos que estão sendo influenciados pelas importações em "dumping" tais como: queda efetiva da utilização da capacidade produtiva existente e da participação no mercado, queda efetiva e potencial na produção e no volume de vendas. Deve informar, ainda, como estão sendo afetados os preços internos, as margens de lucro, a

4 produtividade, o nível de emprego, o fluxo de caixa, a capacidade de investimento, a captação de recursos de capital e outros indicadores que julgar relevantes. O DECOM, através de um exame objetivo das informações fornecidas, irá determinar o impacto do volume das importações em "dumping" sobre o "market-share" da empresa e o impacto dos preços de "dumping" sobre as margens de lucro da empresa doméstica. 14. QUE RESULTADOS PODEM SER OBTIDOS? Durante o processo de investigação, após uma análise preliminar dos questionários enviados quando da abertura de uma investigação a todas as partes interessadas, o Ministro da Fazenda em conjunto com o Ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, por recomendação do DECOM, pode estabelecer um direito "antidumping" provisório, de forma a impedir o aumento das importações em "dumping". Ao final da investigação, caso conclua pela existência de "dumping", de dano ou ameaça de dano ou ainda de retardamento na implantação de uma nova indústria e de relação causal entre eles, o DECOM elabora um parecer sugerindo a aplicação de um direito "antidumping", a ser apreciado pelo Conselho Técnico Consultivo da SECEX. Baseado nessa apreciação, o DECOM elabora minuta de portaria estabelecendo direito "antidumping" definitivo, que será submetida ao Ministro da Fazenda e ao Ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior para assinatura e publicação no DOU (Diário Oficial da União). Caso o DECOM conclua que não existem evidências de "dumping", o processo é encerrado. 15. O QUE É A RETROATIVIDADE? Não existia, no Brasil, a possibilidade de imposição de direitos "antidumping" em caráter retroativo. Isto porque, a legislação então vigente caracterizava o direito "antidumping" como imposto de importação adicional, e, no Brasil, impostos não podem ser cobrados retroativamente. Por entender que a retroatividade era de grande importância por ser a única forma capaz de coibir a prática de "dumping" enquanto a investigação não termina, a ABIQUIM apresentou ao Governo, no final de 1993, um projeto propondo alteração da legislação, permitindo a adoção da retroatividade. O Governo brasileiro, após profundos estudos, alterou a legislação através da Medida Provisória nº 616, de 14/09/94 (convertida na Lei n 9.019/95), modificando o conceito de imposto "antidumping" para direito "antidumping", permitindo, assim, a adoção da retroatividade. A retroatividade, porém, não se aplica a todos os casos onde haja constatação final de "dumping" e dano. Existem casos específicos, estabelecidos no artigo 11 do Acordo "antidumping" em que esse dispositivo pode ser aplicado. 16. QUAIS OS PRAZOS DE UMA INVESTIGAÇÃO ANTIDUMPING? Uma vez aberta, uma investigação "antidumping" deverá ser concluída no prazo de um ano, exceto em casos excepcionais, quando poderá durar até 18 meses. É possível, contudo, a imposição de direitos provisórios, 60 dias após a abertura da investigação. O direito "antidumping" definitivo não pode vigorar por prazo superior a 5 anos. Contudo, este prazo poderá ser prorrogado, mediante requerimento da indústria doméstica ou por iniciativa dos próprios órgãos governamentais, quando se demonstrar que a sua extinção provocará a retomada do "dumping" e do dano dele decorrente. O requerimento da indústria, nesse caso, deverá ser feito cinco meses antes da data do término da vigência do direito. 17. QUAL A DIFERENÇA ENTRE DUMPING E SUBSÍDIOS? Enquanto o "dumping" se caracteriza por ser uma prática desleal de comércio, de iniciativa do próprio exportador, o subsídio decorre, em geral, de decisão do governo do país exportador. Entende-se como subsídio a concessão de um benefício em função das seguintes hipóteses: a) existência, no país exportador, de qualquer forma de sustentação de renda ou de preços que, direta ou indiretamente, contribua para aumentar as exportações ou reduzir as importações de qualquer produto; b) existência de contribuição financeira direta ou indireta a favor do exportador, por parte de um governo ou órgão público, no interior do território do país exportador. As medidas compensatórias visam, assim, compensar um subsídio concedido direta ou indiretamente no país exportador para a fabricação, produção, exportação ou transporte de qualquer produto cuja exportação cause dano à indústria doméstica do país de destino, no caso o Brasil. Mas é preciso esclarecer que nem todos os subsídios são acionáveis. O acordo firmado no âmbito da OMC define uma série de subsídios não acionáveis, quais sejam os não específicos ou os que, mesmo específicos, forem

5 concedidos, em determinadas condições, para atividades de pesquisa, pesquisa básica, pesquisa industrial, atividades pré-competitivas de desenvolvimento ou assistência à região desfavorecida. O roteiro para a solicitação de medidas compensatórias está estabelecido na Circular SECEX n 20, de QUE SÃO AS SALVAGUARDAS? As medidas de salvaguardas buscam garantir proteção temporária a setores produtivos que, em função de perda de competitividade, estejam sofrendo prejuízo grave ou ameaça de prejuízo grave decorrente do aumento substancial, em quantidade, das importações, em termos absolutos ou em relação à produção nacional. Essas medidas independem da existência de práticas desleais de comércio ou de subsídios nos países exportadores. A aplicação das medidas de salvaguardas pressupõe, entretanto, que o setor assuma compromisso de reestruturação competitiva, durante a vigência das medidas. O roteiro para a solicitação de medidas de salvaguardas está estabelecido na Circular SECEX n 19, de A LEGISLAÇÃO APLICÁVEL NO BRASIL: Como a maioria dos países, o Brasil aplica exatamente os acordos específicos contra a prática de dumping e de subsídios e o acordo de salvaguardas estabelecidos no âmbito da OMC. Uma vez traduzidos e aprovados pelo Congresso, e depois promulgados pelo Presidente da República, esses acordos têm força de lei. Além disso, há, naturalmente, uma regulamentação, que adapta os acordos às peculiaridades do País, define prazos, competências e trâmites administrativos. Além dos acordos, existem, naturalmente, os regulamentos para sua aplicação no País. A lista dos principais dispositivos aplicáveis ao "dumping", subsídios e salvaguardas é a seguinte: 1. Decreto n 30, de Aprova a Ata Final da Rodada Uruguai de Negociações Comerciais Multilaterais do GATT, as listas de concessões do Brasil na área tarifária (Lista III) e no setor de serviços e o texto do Acordo Plurilateral sobre carne bovina. 2. Decreto n 1.355, de Promulga a Ata Final que incorpora os resultados da Rodada Uruguai de Negociações Multilaterais do GATT (novas versões do Acordo Antidumping e do Acordo sobre Subsídios e Direitos Compensatórios). 3. Lei n 9.019, de Dispõe sobre a aplicação dos direitos previstos no Acordo Antidumping e no Acordo de Subsídios e Direitos Compensatórios. 4. Decreto n 1.602, de Regulamenta as normas que disciplinam os procedimentos relativos à aplicação das medidas antidumping. 5. Decreto n 1.751, de Regulamenta as normas que disciplinam os procedimentos administrativos relativos à aplicação de medidas compensatórias (antisubsídios). 6. Portaria Interministerial MICT/MF n 14, de Institui o Comitê Consultivo de Defesa Comercial, com o objetivo de examinar - em instância consultiva - questões relativas a investigações de dumping e de subsídios e, quando especialmente convocado, examinar questões relativas a salvaguardas. 7. Portaria Interministerial MICT/MF n 21, de Altera a alçada do Comitê Consultivo de Defesa Comercial. 8. Circular SECEX n 21, de Roteiro para elaboração de petição relativa à investigação de prática de dumping. 9. Circular SECEX n 20, de Roteiro para elaboração de petição relativa à investigação de prática de subsídios. 10. Circular SECEX n 19, de Roteiro para solicitação de medidas de salvaguardas. O Departamento de Assuntos de Comércio Exterior da ABIQUIM dispõe de cópias de todos esses atos e poderá encaminhá-los às empresas associadas, mediante solicitação.

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