ATIVIDADES EXPERIMENTAIS COM CALCULADORA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ATIVIDADES EXPERIMENTAIS COM CALCULADORA"

Transcrição

1 ATIVIDADES EXPERIMENTAIS COM CALCULADORA Denise Borges Sias a [[email protected]] Rejane Maria Ribeiro Teixeira b [[email protected]] a Mestrado Profissionalizante em Ensino de Física, UFRGS e CEFET-RS b Instituto de Física, UFRGS XVI SIMPÓSIO NACIONAL DE ENSINO DE FÍSICA SNEF 2005 Mini-Simpósio: Novas Tecnologias no Ensino de Física

2 EQUIPAMENTO UTILIZADO SISTEMA CBR CALCULATOR BASED RANGER (Texas Instruments) SISTEMA CBL CALCULATOR BASED LABORATORY (Texas Instruments) SENSORES (Vernier) CONTEXTO Material disponível no CEFET-RS Utilização em salas ambientes

3 SISTEMA CBR CALCULATOR BASED RANGER Sensor Sônico de Movimento Envia um pulso ultra-sônico e, a seguir, calcula o tempo gasto para o retorno desse pulso após colidir com o objeto mais próximo.

4 SISTEMA CBL CALCULATOR BASED LABORATORY

5 EXEMPLOS DE ATIVIDADES

6 I. CINEMÁTICA OBJETIVO: Compreender os gráficos da cinemática através do movimento do próprio corpo. REALIZAÇÃO DO EXPERIMENTO: 1. Utilizando o programa RANGER o aluno, através do visor da calculadora, será apresentado a um gráfico da cinemática. 2. Análise do gráfico por parte do aluno.

7 3. Reprodução do gráfico pelo aluno através do movimento do seu próprio corpo.

8 DISCUSSÃO DO EXPERIMENTO Quais grandezas físicas estão representadas nos eixos x e y? Quais são as suas unidades de medida? Como você determina a que distância do sensor deve começar? O que significa um segmento inclinado para cima? Neste você deve aproximar-se ou afastar-se do sensor? O que significa um segmento inclinado para baixo? Neste você deve aproximar-se ou afastar-se do sensor? O que significa um segmento horizontal? Como você deve agir neste caso? Além de decidir sobre aproximar-se ou afastar-se do sensor, que outra decisão deve ser tomada para a reprodução correta do gráfico? O que significa, então, o grau de inclinação do gráfico?

9 EXPLORANDO O GRÁFICO DA VELOCIDADE EM FUNÇÃO DO TEMPO REALIZAÇÃO DO EXPERIMENTO: Através da realização dos mesmos procedimentos realizados para o gráfico posição em função do tempo.

10 II. RESFRIAMENTO DE UM CORPO OBJETIVO: Analisar qualitativamente os fatores que influenciam no resfriamento de um corpo. MATERIAL UTILIZADO Béquer Tubo de ensaio Sensor de Temperatura Sistema CBL

11 REALIZAÇÃO DO EXPERIMENTO: A turma será dividida em grupos. Cada grupo fará a coleta de dados em situação diferente.

12 EXEMPLOS DE SITUAÇÕES PROPOSTAS Curva de Resfriamento temperatura (Celsius) tempo (s) Resfriamento de 25 ml de água em um tubo de ensaio imerso em ar Curva de Resfriamento temperatura (Celsius) tempo (s) Resfriamento de 25 ml de água em um tubo de ensaio imerso em água a temperatura ambiente

13 EXEMPLOS DE SITUAÇÕES PROPOSTAS Curva de Resfriamento temperatura (Celsius) tempo (s) Resfriamento de 200 ml de água em um béquer de 250 ml Curva de Resfriamento temperatura (Celsius) tempo (s) Resfriamento de 200 ml de água em um béquer de 1000 ml

14 Exemplo de gráfico encontrado em livros texto DISCUSSÃO DO EXPERIMENTO Os alunos deverão comparar os resultados dos experimentos realizados pelos vários grupos, verificando diferenças observadas no resfriamento da água em cada situação. Após discussão dos resultados deverá ser feita uma relação de fatores que influenciam no resfriamento de um corpo, explicando, de que maneira ocorre essa influência. Temperatura Comparação dos gráficos coletados pelos alunos com gráficos encontrados em alguns livros-texto que consideram constante a taxa de energia transferida num mesmo intervalo de tempo. tempo

15 III. CALOR ESPECÍFICO E CALOR LATENTE OBJETIVO: Medir o calor específico do alumínio e o calor latente de fusão da água a partir da análise da curva de resfriamento. CALOR ESPECÍFICO CALOR LATENTE DE FUSÃO MATERIAL UTILIZADO Copo isopor Bloco de alumínio Sensor de temperatura Sistema CBL MATERIAL UTILIZADO Proveta Copo isopor Gelo Sensor de temperatura Sistema CBL

16 RESULTADOS OBTIDOS CURVA DE RESFRIAMENTO Temperatura (graus Celsius) tempo (s) Curva de Resfriamento utilizada no cálculo do calor específico Temperatura (graus Celsius) CURVA DE RESFRIAMENTO tempo (s) Curva de Resfriamento utilizada no cálculo do calor latente de fusão

17 IV. PRESSÃO DE VAPOR OBJETIVO: Comparar graficamente o comportamento da pressão do ar, com a pressão de vapor da água e do álcool e a partir daí discutir assuntos como: pressão de vapor e substâncias voláteis pressão de vapor e temperatura de ebulição; diagrama de fases; funcionamento da panela de pressão; cálculo da umidade relativa MATERIAL UTILIZADO Béquer Erlenmeyer Sensor de temperatura Sensor de pressão em gases Sistema CBL

18 RESULTADOS OBTIDOS PRESSÃO VAPOR Pressão (kpa) Temperatura (Celsius) PRESSÃO VAPOR ÁGUA PRESSÃO VAPOR ÁLCOOL Resultados obtidos para a pressão de vapor da água e do álcool PRESSÃO AR Montagem experimental pressão(kpa) pressão ar Valores medidos para a pressão do ar temperatura(celsius)

19 CONSIDERAÇÕES FINAIS A utilização da aquisição automática de dados: Elimina o trabalho maçante de coleta de dados; Apresenta o resultado do experimento em forma de tabelas e/ou gráficos; Permite uma maior exploração do fenômeno físico; O uso no ensino de cinemática, sem dúvida, reduz bastante o tempo dispensado a este assunto ajudando o aluno a dar significado (compreender) as grandezas físicas representadas nos seus gráficos; No ensino da Física Térmica, onde os experimentos normalmente são demorados, torna-se uma excelente opção; Incentiva a introdução de assuntos que normalmente não são tratados no ensino médio.

20 Bibliografia Utilizada: BRUENINGSEN, C.; et al. Math and Science in Motion: Activities for Middle School. Texas Instruments, p. MATTOS, C.; GASPAR, A. Uma Medida de Calor Específico sem Calorímetro. Rev. Bras. Ens. de Física, São Paulo, v. 25, n. 1, p , Mar ROBINSON, P. Conceptual Physics: laboratory manual. Reading: Addison Wesley Longman, p.

ANIMAÇÕES NO ESTUDO DA TRANSMISSÃO DO CALOR

ANIMAÇÕES NO ESTUDO DA TRANSMISSÃO DO CALOR AQUISIÇÃO AUTOMÁTICA TICA DE DADOS E ANIMAÇÕES NO ESTUDO DA TRANSMISSÃO DO CALOR Denise Borges Sias CEFET-RS [[email protected]] Rejane Maria Ribeiro Teixeira IF-UFRGS [[email protected]] VII Ciclo

Leia mais

ENERGIA INTERNA, CALOR, TEMPERATURA...

ENERGIA INTERNA, CALOR, TEMPERATURA... ENERGIA INTERNA, CALOR, TEMPERATURA... ENERGIA INTERNA As moléculas 1 de um corpo estão em constante agitação. Essa agitação pode ser maior ou menor dependendo tanto da temperatura quanto do estado físico

Leia mais

Solidificação e fusão da água

Solidificação e fusão da água Solidificação e fusão da água A temperatura de solidificação é a temperatura à qual a substância passa de líquido a sólido. Temperatura de ebulição é a temperatura à qual a substância passa de sólido a

Leia mais

A termodinâmica estuda os fenómenos térmicos.

A termodinâmica estuda os fenómenos térmicos. Sistema termodinâmico A termodinâmica estuda os fenómenos térmicos. SISTEMA TERMODINÂMICO TEMPERATURA ENERGIA INTERNA Sistema termodinâmico Sistema em que importa considerar a energia interna e a sua variação.

Leia mais

1.3.2 Temperatura, equilíbrio térmico e escalas de temperatura

1.3.2 Temperatura, equilíbrio térmico e escalas de temperatura 1.3.2 Temperatura, equilíbrio térmico e escalas de temperatura Temperatura A temperatura está relacionada com a agitação térmica das partículas que formam o sistema. Aumento de temperatura de um sistema:

Leia mais

Curvas de aquecimento e diagrama de fases

Curvas de aquecimento e diagrama de fases Curvas de aquecimento e diagrama de fases PROF : JOSÉ LUCAS FÍSICA B Curvas de aquecimento Curva de aquecimento e resfriamento é o gráfico que mostra a variação de temperatura de uma amostra quando aquecida

Leia mais

Atividades experimentais Temperatura e Calor

Atividades experimentais Temperatura e Calor Atividades experimentais Temperatura e Calor Os conceitos de temperatura e calor são constantemente confundidos, contudo, apresentam grandes diferenças. A proposta abaixo consiste em um roteiro para a

Leia mais

Colégio FAAT Ensino Fundamental e Médio

Colégio FAAT Ensino Fundamental e Médio Colégio FAAT Ensino Fundamental e Médio Lista de Exercícios 2_3 BIMESTRE Nome: Nº Turma: 9 EF Profa Kelly Data: Conteúdo: Calorimetria. 1 Um bloco de 600 g de prata, inicialmente a 20 C, é aquecido até

Leia mais

2007 3ª. fase Prova para alunos da 9º. Ano LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES ABAIXO: 01) Essa prova destina-se exclusivamente a alunos da 9º. ano.

2007 3ª. fase Prova para alunos da 9º. Ano LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES ABAIXO: 01) Essa prova destina-se exclusivamente a alunos da 9º. ano. 2007 3ª. fase Prova para alunos da 9º. Ano LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES ABAIXO: 01) Essa prova destina-se exclusivamente a alunos da 9º. ano. 02) A prova contém oito (8) questões e TODAS DEVEM SER RESOLVIDAS.

Leia mais

O que você deve saber sobre

O que você deve saber sobre O que você deve saber sobre Quando um corpo recebe calor, dois efeitos distintos podem ocorrer: se receber calor sensível, sua temperatura aumenta e o corpo não sofre mudança de fase; se receber calor

Leia mais

Índice de figuras. Figura 1 - Diferentes escalas de temperatura...4

Índice de figuras. Figura 1 - Diferentes escalas de temperatura...4 Sumário Temperatura Escalas termométricas...4 Termômetros...4 As escalas termométricas...4 Escala Celsius...5 Escala Fahrenheit...5 Escala Kelvin...5 Algumas comparações entre as escalas...6 Índice de

Leia mais

Diretoria de Ciências Exatas. Laboratório de Física. Roteiro 01. Física Geral e Experimental III 2012/1. Experimento: Calibração de um Termômetro

Diretoria de Ciências Exatas. Laboratório de Física. Roteiro 01. Física Geral e Experimental III 2012/1. Experimento: Calibração de um Termômetro Diretoria de Ciências Exatas Laboratório de Física Roteiro 01 Física Geral e Experimental III 2012/1 Experimento: Calibração de um Termômetro 1. Calibração de um Termômetro Nesta tarefa será abordado o

Leia mais

Propagação do Calor e Calorimetria

Propagação do Calor e Calorimetria Condução Térmica Física 3 - Capítulo 3 Propagação do Calor e Calorimetria Propagação de calor em que a energia térmica passa de partícula para partícula, sem transporte de matéria. Ocorre nos materiais

Leia mais

Física 3 aulas 11 e 12

Física 3 aulas 11 e 12 www.fisicanaveia.com.br www.fisicanaveia.com.br/cei Mudança de Estado Processos Q > 0 Q < 0 Calor e Mudança de Estado Curva de Aquecimento Temperatura e Calor Exercício 1 Um calorímetro ideal possui em

Leia mais

NOME: TURMA: 33AA / 33IA / 33MA Nº PROFESSOR: ELIO ASSALIN TRABALHO DE RECUPERAÇÃO DE FÍSICA (VALOR DE 2,0 PONTOS) NOTA:

NOME: TURMA: 33AA / 33IA / 33MA Nº PROFESSOR: ELIO ASSALIN TRABALHO DE RECUPERAÇÃO DE FÍSICA (VALOR DE 2,0 PONTOS) NOTA: NOME: TURMA: 33AA / 33IA / 33MA Nº PROFESSOR: ELIO ASSALIN TRABALHO DE RECUPERAÇÃO DE FÍSICA (VALOR DE 2,0 PONTOS) NOTA: Questões do 1 bimestre: Conteúdo: Escalas termométricas, conversão de temperatura

Leia mais

Experiência 2: Temperatura de fusão de uma substância

Experiência 2: Temperatura de fusão de uma substância Experiência 2: de fusão de uma substância 1. Objetivos Ao final desta atividade experimental espera-se que os alunos sejam capazes de: - Identificar compostos e determinar suas purezas usando pontos de

Leia mais

Capitulo-4 Calor e Temperatura

Capitulo-4 Calor e Temperatura Capitulo-4 Calor e Temperatura www.plantaofisica.blogspot.com.br 1 Resumo de aula: Termometria. 1- Temperatura Termometria é a parte da física que se preocupa unicamente em formas de se medir a temperatura

Leia mais

LABORATÓRIO DE FÍSICA A PARA A ESCOLA POLITÉCNICA. Nome: nº USP: Turma: Nome: nº USP: Turma: Nome: nº USP: Turma: Data Professor(a)

LABORATÓRIO DE FÍSICA A PARA A ESCOLA POLITÉCNICA. Nome: nº USP: Turma: Nome: nº USP: Turma: Nome: nº USP: Turma: Data Professor(a) LABORATÓRIO DE FÍSICA A PARA A ESCOLA POLITÉCNICA Nome: nº USP: Turma: Nome: nº USP: Turma: Nome: nº USP: Turma: Data Professor(a) 6. Lei de Resfriamento de Newton 1. Objetivos Conceitos envolvidos: temperatura,

Leia mais

1 Conceito de calorimetria 12 Mudança de fase. 2 Introdução 13 Leis gerais das mudanças de fase. 3 Definição de caloria 14 Mudança de fase da água

1 Conceito de calorimetria 12 Mudança de fase. 2 Introdução 13 Leis gerais das mudanças de fase. 3 Definição de caloria 14 Mudança de fase da água 1 Conceito de calorimetria 12 Mudança de fase 2 Introdução 13 Leis gerais das mudanças de fase 3 Definição de caloria 14 Mudança de fase da água 4 Calor específico 15 Resumo das equações e unidades 5 Calorímetro

Leia mais

Note que, no Sistema Internacional de Unidades (SI) o calor é medido em calorias (cal) ou joules (J).

Note que, no Sistema Internacional de Unidades (SI) o calor é medido em calorias (cal) ou joules (J). Calor e temperatura Prof. lucasmarqui Calor e Temperatura são dois conceitos fundamentais na termologia (Termofísica) os quais, são considerados sinônimos. No entanto, o calor designa a troca de energia

Leia mais

1 Conceito de calorimetria 12 Mudança de fase. 2 Introdução 13 Leis gerais das mudanças de fase. 3 Definição de caloria 14 Mudança de fase da água

1 Conceito de calorimetria 12 Mudança de fase. 2 Introdução 13 Leis gerais das mudanças de fase. 3 Definição de caloria 14 Mudança de fase da água 1 Conceito de calorimetria 12 Mudança de fase 2 Introdução 13 Leis gerais das mudanças de fase 3 Definição de caloria 14 Mudança de fase da água 4 Calor específico 15 Resumo das equações e unidades 5 Calorímetro

Leia mais

CALORIMETRIA. 1) Um bloco de zinco de capacidade igual a 20 Cal/ o C recebe 100 Cal. Calcule a variação de temperatura do bloco.

CALORIMETRIA. 1) Um bloco de zinco de capacidade igual a 20 Cal/ o C recebe 100 Cal. Calcule a variação de temperatura do bloco. CALORIMETRIA 1) Um bloco de zinco de capacidade igual a 20 Cal/ o C recebe 100 Cal. Calcule a variação de temperatura do bloco. R: 5ºC 2) Uma esfera de ferro tem capacidade térmica de 40 Cal/ o C. Ao receber

Leia mais

TC 1 Revisão UECE 1 a. fase Física Prof. João Paulo

TC 1 Revisão UECE 1 a. fase Física Prof. João Paulo 1. (IFCE 2011) Um estudante de Física resolveu criar uma nova escala termométrica que se chamou Escala NOVA ou, simplesmente, Escala N. Para isso, o estudante usou os pontos fixos de referência da água:

Leia mais

Resoluções dos exercícios propostos

Resoluções dos exercícios propostos 1 P.83 Dados: m 1 g (gelo a θ 2 C); θ 6 C; θ fusão C; c gelo,5 cal/g C; L F 8 cal/g; c água 1 cal/g C 1 a etapa Aquecimento do gelo de 2 C até C ( θ 2 C): Q 1 m c gelo θ Q 1 1,5 2 Q 1 1. cal 1 1 3 cal

Leia mais

1 Conceito de calorimetria. 2 Introdução. 3 Definição de caloria. 4 Calor específico. 5 Calorímetro (interativo) 6 Tabela de calores específicos

1 Conceito de calorimetria. 2 Introdução. 3 Definição de caloria. 4 Calor específico. 5 Calorímetro (interativo) 6 Tabela de calores específicos 1 Conceito de calorimetria 2 Introdução 3 Definição de caloria 4 Calor específico 5 Calorímetro (interativo) 6 Tabela de calores específicos 7 Capacidade térmica 8 Trocas de calor 9 Calor latente 10 Curva

Leia mais

Dados: - calor latente de vaporização da água: 540cal/g - calor específico da água: 10cal/g C

Dados: - calor latente de vaporização da água: 540cal/g - calor específico da água: 10cal/g C 1. (Fuvest 92) Adote: calor específico da água = 1 cal/g. C Um recipiente contendo 3600g de água à temperatura inicial de 80 C é posto num local onde a temperatura ambiente permanece sempre igual a 20

Leia mais

Q m cvapor Tvapor Lvapor cágua Tágua Lfusão

Q m cvapor Tvapor Lvapor cágua Tágua Lfusão Capacidade calorífica específica, calor específico Determine a quantidade de calor que deve ser removida quando 100g de vapor de água a 150ºC são arrefecidos até se tornarem em 100 g de gelo a 0 ºC. Dados:

Leia mais

Experiência 2 : TEMPERATURA DE FUSÃO DE UMA SUBSTÂNCIA

Experiência 2 : TEMPERATURA DE FUSÃO DE UMA SUBSTÂNCIA Experiência 2 : TEMPERATURA DE FUSÃO DE UMA SUBSTÂNCIA 1. Objetivos Ao final desta atividade experimental espera-se que os alunos sejam capazes de: - Identificar compostos e determinar suas purezas usando

Leia mais

Lista 6 Exercícios de Calorimetria

Lista 6 Exercícios de Calorimetria Lista 6 Exercícios de Calorimetria 1 (FMU) A temperatura durante a mudança de estado, para uma dada substância, a) é sempre maior que zero b) é sempre menor que zero c) varia conforme o estado de agregação

Leia mais

Prof. Paulo Henrique Muel er Biologia e Ciências Naturais TERMOLOGIA

Prof. Paulo Henrique Muel er Biologia e Ciências Naturais TERMOLOGIA TERMOLOGIA Introdução Todos os corpos são constituídos por partículas que estão sempre em movimento. Esse movimento é denominado energia interna do corpo. O nível de energia interna de um corpo depende

Leia mais

Fís. Professor: Leo Gomes Monitor: Arthur Vieira. Fís

Fís. Professor: Leo Gomes Monitor: Arthur Vieira. Fís . Semana 19 Professor: Leo Gomes Monitor: Arthur Vieira Exercícios de calorimetria 19 jun EXERCÍCIOS DE AULA 1. (ENEM) Aquecedores solares usados em residências têm o objetivo de elevar a temperatura da

Leia mais

I) Comparação da precisão em medidas volumétricas

I) Comparação da precisão em medidas volumétricas EXPERIMENTO 1 PROCEDIMENTOS DE LABORATÓRIO MEDIDAS DE MASSA, VOLUME E TEMPERATURA I) Comparação da precisão em medidas volumétricas Procedimento Experimental Materiais necessários: bureta de 50 ml (1);

Leia mais

Aquecimento de um sistema

Aquecimento de um sistema Aquecimento de um sistema Aquecimento de diferentes quantidades de água Quando se fornece, num dado intervalo de tempo, a mesma quantidade de energia a dois sistemas, A e B, que diferem apenas na sua massa.

Leia mais

PROFESSOR DANILO 2016 POLIEDRO - CEC - ITATIBA

PROFESSOR DANILO 2016 POLIEDRO - CEC - ITATIBA TERMOMETRIA 1. (Unesp 2014) Para testar os conhecimentos de termofísica de seus alunos, o professor propõe um exercício de calorimetria no qual são misturados 100 g de água líquida a 20 C com 200 g de

Leia mais

Física Geral e Experimental II Engenharia Ambiental e de Produção. Prof. Dr. Aparecido Edilson Morcelli

Física Geral e Experimental II Engenharia Ambiental e de Produção. Prof. Dr. Aparecido Edilson Morcelli Física Geral e Experimental II Engenharia Ambiental e de Produção Prof. Dr. Aparecido Edilson Morcelli TERMOLOGIA A termologia é uma parte da Física que estuda as diversas manifestações de calor. A parte

Leia mais

O trabalho (estudo) espanta três males: o vício, a pobreza e o tédio.

O trabalho (estudo) espanta três males: o vício, a pobreza e o tédio. UNIPAC - CAMPUS TEÓFILO OTONI CURSO: AGRONOMIA DISCIPLINA: FÍSICA I PERÍODO: 2 PROFESSOR: ARNON RIHS. DATA: EXERCÍCIOS AVALIATIVOS EM SALA VALOR: PONTOS Acesse: www.professorarnon.com O trabalho (estudo)

Leia mais

MUDANÇAS DE ESTADO FÍSICO

MUDANÇAS DE ESTADO FÍSICO MUDANÇAS DE ESTADO FÍSICO MUDANÇAS DE ESTADO FÍSICO As mudanças de estado físico não ocorrem em qualquer temperatura, mas sim em temperaturas específicas de cada substância. E sempre é valida a seguinte

Leia mais

Resoluções dos testes propostos

Resoluções dos testes propostos 1 T.102 Resposta: Soma 28 (04 08 16) (01) Incorreta. O estado X corresponde à região onde a substância está na fase sólida e o estado Y à região onde a substância está na fase líquida. Portanto, a passagem

Leia mais

ESCALAS DE TEMPERATURA (Proporcionalidade Directa)

ESCALAS DE TEMPERATURA (Proporcionalidade Directa) ESCALAS DE TEMPERATURA (Proporcionalidade Directa) Citações: Utilização das tecnologias na aprendizagem da Matemática Todos os alunos devem aprender a utilizar não só a calculadora elementar mas também,

Leia mais

Agrupamento de Escolas Luís António Verney. Escola EB 2,3 Luís António Verney. Ano lectivo de 2012/13

Agrupamento de Escolas Luís António Verney. Escola EB 2,3 Luís António Verney. Ano lectivo de 2012/13 Tema B- Terra em Transformação Nº aulas prevista s Materiais Constituição do mundo material Substâncias e misturas de substâncias Relacionar aspectos do quotidiano com a Química. Reconhecer que é enorme

Leia mais

IDENTIFICAÇÃO DE SUBSTÂNCIAS E AVALIAÇÃO DA SUA PUREZA

IDENTIFICAÇÃO DE SUBSTÂNCIAS E AVALIAÇÃO DA SUA PUREZA IDENTIFICAÇÃO DE SUBSTÂNCIAS E AVALIAÇÃO DA SUA PUREZA O que se pretende Utilizar técnicas experimentais de determinação de propriedades físicas características das substâncias como métodos de identificação

Leia mais

Dados: calor latente do gelo Lg = 80cal/g, calor específico da água c(h O) = 1,0 cal g C, calor específico do alumínio c(aø) = 0,22 cal g C.

Dados: calor latente do gelo Lg = 80cal/g, calor específico da água c(h O) = 1,0 cal g C, calor específico do alumínio c(aø) = 0,22 cal g C. 1. (Unicamp 95) Numa câmara frigorífica, um bloco de gelo de massa m=8,0kg desliza sobre rampa de madeira da figura a seguir, partindo do repouso, de uma altura h=1,8m. a) Se o atrito entre o gelo e a

Leia mais

PRINCÍPIO GERAL DAS TROCAS DE CALOR

PRINCÍPIO GERAL DAS TROCAS DE CALOR PRINCÍPIO GERAL DAS TROCAS DE CALOR Aluno: Professor: Wellington Jesus FÍSICA Data: / /016 Turma: Ano EM 01. (USP-15) O espelho principal de um dos maiores telescópios refletores do mundo, localizado nas

Leia mais

Universidade de São Paulo

Universidade de São Paulo Universidade de São Paulo 0 1 2 Instituto de Física 4323201 Física Experimental A Equipe 1)... função...turma:... 2)... função...data:... 3)... função...mesa n o :... EXP6- Lei de Resfriamento de Newton

Leia mais

FÍSICA Bruno Nascimento

FÍSICA Bruno Nascimento FÍSICA Bruno Nascimento QUESTÃO 01 A termologia é a parte da Física que estuda os fenômenos determinados por energia térmica, que é a forma de energia relacionada á agitação das partículas de um corpo.

Leia mais

Prof. Renato M. Pugliese. EME Prof. Vicente Bastos SESI Vila Carrão - CE379. Física 2º ano Aula 1. Apresentação

Prof. Renato M. Pugliese. EME Prof. Vicente Bastos SESI Vila Carrão - CE379. Física 2º ano Aula 1. Apresentação Aula 1 Apresentação 1. Recepção à escola. 2. Pessoal Nome, Formação, Profissão, Residência... 3. Disciplina (Levantamento / Classificação) Física 1º ano 2º ano 3º ano Mecânica / Astronomia / Gravitação

Leia mais

03/Mar/2017 Aula 3. 01/Mar/2017 Aula 2

03/Mar/2017 Aula 3. 01/Mar/2017 Aula 2 01/Mar/2017 Aula 2 Teoria Cinética dos Gases Teoria Cinética e Equação dos Gases Ideais Gás Ideal num Campo Gravitacional Distribuição de Boltzmann; distribuição de velocidades de Maxwell e Boltzmann Velocidades

Leia mais

Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais

Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais Graduação em Engenharia da Computação Prática 05 - Calor Específico Alunos: Egmon Pereira; Igor Otoni Ripardo de Assis Leandro de Oliveira Pinto;

Leia mais

TAREFA DA SEMANA DE 24 a 28 DE FEVEREIRO QUÍMICA 1ª SÉRIE

TAREFA DA SEMANA DE 24 a 28 DE FEVEREIRO QUÍMICA 1ª SÉRIE TAREFA DA SEMANA DE 24 a 28 DE FEVEREIRO QUÍMICA 1ª SÉRIE 1. (Ucs) Além de fazer parte da constituição dos organismos vivos, a água apresenta outras características importantes, que são vitais à manutenção

Leia mais

Termologia. Calor: Energia em trânsito de um corpo para outro devido a diferença de temperaturas entre eles.

Termologia. Calor: Energia em trânsito de um corpo para outro devido a diferença de temperaturas entre eles. Calor e Temperatura Termologia Estuda os fenômenos ligados a calor e temperatura Calor: Energia em trânsito de um corpo para outro devido a diferença de temperaturas entre eles. Temperatura: É uma grandeza

Leia mais

Universidade Federal do Pará Centro de Ciências Exatas e Naturais Departamento de Física Laboratório Básico I

Universidade Federal do Pará Centro de Ciências Exatas e Naturais Departamento de Física Laboratório Básico I Universidade Federal do Pará Centro de Ciências Exatas e Naturais Departamento de Física Laboratório Básico I Experiência 11 CALOR DE FUSÃO DO GELO 1. OBJETIVOS Ao término da experiência o aluno deverá

Leia mais

22 - As dimensões de uma porta comum são 2,10m x 70cm. A expressão fisicamente correta da área desta porta é:

22 - As dimensões de uma porta comum são 2,10m x 70cm. A expressão fisicamente correta da área desta porta é: QUESTÕES OBJETIVAS FÍSICA MÓDULO 1 - Física 3 a série do Ensino Médio 21 - No rótulo de um vidro de óleo à venda no mercado, obtêm-se a informação de que o volume contido é 500mL. Pesando-se o conteúdo

Leia mais

CALOR SENSÍVEL: CALORIMETRIA

CALOR SENSÍVEL: CALORIMETRIA CALOR SENSÍVEL: CALORIMETRIA Experimento!!! O estudo deste assunto inicia-se com a realização de um experimento. O guia experimental utilizado está disponível em: http://www.cefetrs.tche.br/~denise/caloretemperatura/caloretemp_atividade.pdf

Leia mais

Física. Escalas Termométricas. Termometria. Augusto Melo

Física. Escalas Termométricas. Termometria. Augusto Melo Física Augusto Melo Termometria Menu 1 Temperatura 2 Equilíbrio térmico 3 Calor 4 Energia Térmica 5 Sensação Térmica 6 Medida da Temperatura 7 Pontos Fixos Fundamentais 8 Pontos Fixos Fundamentais (Simulador)

Leia mais

Experiência VI (aula 10) Resfriamento de um líquido

Experiência VI (aula 10) Resfriamento de um líquido Experiência VI (aula 10) Resfriamento de um líquido 1. Objetivos 2. Introdução 3. Arranjo e procedimento experimental 4. Análise de dados 5. Referências 1. Objetivos A partir de um arranjo experimental

Leia mais

EXPERIÊNCIA 3 TEMPERATURA DE FUSÃO DE UMA SUBSTÂNCIA

EXPERIÊNCIA 3 TEMPERATURA DE FUSÃO DE UMA SUBSTÂNCIA EXPERIÊNCIA 3 TEMPERATURA DE FUSÃO DE UMA SUBSTÂNCIA 1. OBJETIVOS No final desta experiência espera-se que o aluno seja capaz de: Determinar pontos de fusões usando o método gráfico da curva de resfriamento.

Leia mais

EXPERIÊNCIA 2 TEMPERATURA DE FUSÃO DE UMA SUBSTÂNCIA

EXPERIÊNCIA 2 TEMPERATURA DE FUSÃO DE UMA SUBSTÂNCIA EXPERIÊNCIA 2 TEMPERATURA DE FUSÃO DE UMA SUBSTÂNCIA 1. OBJETIVOS No final desta experiência espera-se que o aluno seja capaz de: Determinar pontos de fusões usando o método gráfico da curva de resfriamento.

Leia mais

AULA PRÁTICA DE QUÍMICA GERAL Estudando a água parte 41 Comportamento da água com sal - 4

AULA PRÁTICA DE QUÍMICA GERAL Estudando a água parte 41 Comportamento da água com sal - 4 AULA PRÁTICA DE QUÍMICA GERAL Estudando a água parte 41 Comportamento da água com sal - 4 9º NO DO ENSINO FUNDAMENTAL - 1º e 2º ANO DO ENSINO MÉDIO INTRODUÇÃO Na parte anterior, investigamos o método de

Leia mais

DETERMINAÇÃO DO CALOR ESPECÍFICO DO COBRE (Cu), DO CHUMBO (Pb), E DO VIDRO UTILIZANDO UM CALORÍMETRO

DETERMINAÇÃO DO CALOR ESPECÍFICO DO COBRE (Cu), DO CHUMBO (Pb), E DO VIDRO UTILIZANDO UM CALORÍMETRO DETERMINAÇÃO DO CALOR ESPECÍFICO DO COBRE (Cu), DO CHUMBO (Pb), E DO VIDRO UTILIZANDO UM CALORÍMETRO 1. TEORIA A quantidade de calor Q que é absorvida ou libertada quando um corpo é aquecido ou arrefecido

Leia mais

Colégio FAAT Ensino Fundamental e Médio

Colégio FAAT Ensino Fundamental e Médio Colégio FAAT Ensino Fundamental e Médio Lista de exercícios de Física - 4º Bimestre Nome: Ano: 9ºA/B/C Profa. Kelly N.: / /17 OBS: 9 C considerar somente até o exercício 15. (A) CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:

Leia mais

1) O que aconteceu com o cubo de gelo no béquer 1? Que conclusão você tira desse resultado?...

1) O que aconteceu com o cubo de gelo no béquer 1? Que conclusão você tira desse resultado?... Nº da Prática: 01 Data: / / Título da Prática: Qual o líquido é mais denso: a água líquida ou o álcool? S Comparar as densidades da água líquida, do gelo e do álcool. 2 cubos de gelo; álcool; água. Coloque

Leia mais

Décio Lima * Antônio Luiz de Almeida * César de Oliveira Lopes Depto de Física UFRRJ Itaguaí RJ

Décio Lima * Antônio Luiz de Almeida * César de Oliveira Lopes Depto de Física UFRRJ Itaguaí RJ LABORATÓRIO CASEIRO PROTÓTIPO DE UM COLETOR SOLAR DIDÁTICO Décio Lima * Antônio Luiz de Almeida * César de Oliveira Lopes Depto de Física UFRRJ Itaguaí RJ Introdução Durante o andamento da disciplina de

Leia mais

Centro Educacional ETIP

Centro Educacional ETIP Centro Educacional ETIP Revisão de Conteúdo de Física 1 Trimestre/2014 Data: Professor: Leandro Nota: Valor : [0,0 3,0] Nome do(a) aluno(a): Nº Turma: 2 M Ciência do responsável: CONTEÚDO Escalas Termométricas;

Leia mais

TERMODINÂMICA. Prof. Otávio Castellani

TERMODINÂMICA. Prof. Otávio Castellani TERMODINÂMICA Prof. Otávio Castellani TERMODINÂMICA Termo + Dinâmica Calor movimento Ramo da Física F que estuda os fenômenos relacionados ao aquecimento e resfriamento dos corpos. TEMPERATURA Grandeza

Leia mais

Sua prova deve ser feita à caneta azul ou preta. Não rasure e não use corretivo. Entregue no dia da prova.

Sua prova deve ser feita à caneta azul ou preta. Não rasure e não use corretivo. Entregue no dia da prova. Aluno(a): nº: Turma: Nota Ano: 2º Ano E.M. Data: /08/2019 Série Professor(a): Everton Trabalho Recuperação Matéria: Física Valor: 5,0 Sua prova deve ser feita à caneta azul ou preta. Não rasure e não use

Leia mais

Experiência 2. DETERMINAÇÃO DO PONTO DE FUSÃO DE SUBSTÂNCIAS

Experiência 2. DETERMINAÇÃO DO PONTO DE FUSÃO DE SUBSTÂNCIAS Experiência 2. DETERMINAÇÃO DO PONTO DE FUSÃO DE SUBSTÂNCIAS 1. Objetivos Ao final desta atividade experimental espera-se que o aluno seja capaz de: - Identificar compostos e determinar suas purezas usando

Leia mais

AULA 9. Determinação da entalpia de dissolução de sais. Laboratório de Química QUI OBJETIVOS. Compreender o conceito entalpia;

AULA 9. Determinação da entalpia de dissolução de sais. Laboratório de Química QUI OBJETIVOS. Compreender o conceito entalpia; AULA 9 Determinação da entalpia de dissolução de sais OBJETIVOS Compreender o conceito entalpia; Determinar a capacidade calorífica de um calorímetro; Determinar a entalpia de dissolução de alguns sais.

Leia mais

PROVA DE FÍSICA - FUVEST 1997 SEGUNDA FASE

PROVA DE FÍSICA - FUVEST 1997 SEGUNDA FASE Um automóvel com massa de 1000kg percorre, com F.01 velocidade constante V = 20m/s (ou 72km/h), uma estrada (ver figura) com dois trechos horizontais (I e III), um em subida (II) e um em descida (IV).

Leia mais

DETERMINAÇÃO DO CALOR ESPECÍFICO DO ALUMÍNIO

DETERMINAÇÃO DO CALOR ESPECÍFICO DO ALUMÍNIO DETERMINAÇÃO DO CALOR ESPECÍFICO DO ALUMÍNIO INTRODUÇÃO Equação de resfriamento de Newton Quando dois objetos, com temperaturas diferentes, são colocados em contato térmico, há transferência de calor do

Leia mais

Lista de Revisão para o Recuperação de Física 2º TRI

Lista de Revisão para o Recuperação de Física 2º TRI 9ºANO EF Lista de Revisão para o Recuperação de Física 2º TRI 1- Defina os conceitos de: a) Calor: b) Temperatura. c) Equilíbrio térmico. 2. (UFU-MG 89) São misturados 50 g de água a 20 o C com 20 g de

Leia mais

2/Mar/2016 Aula 4. 26/Fev/2016 Aula 3

2/Mar/2016 Aula 4. 26/Fev/2016 Aula 3 6/Fev/016 Aula 3 Calor e Primeira Lei da Termodinâmica Calor e energia térmica Capacidade calorífica e calor específico Calor latente Diagrama de fases para a água Primeira Lei da Termodinâmica Trabalho

Leia mais

Actividade 3 Sensores de temperatura: qual é a temperatura?

Actividade 3 Sensores de temperatura: qual é a temperatura? Actividade 3 Sensores de temperatura: qual é a temperatura? Conceitos matemáticos Materiais Equação linear real Recolha e análise dos dados de temperatura Elaboração e interpretação de gráficos Conceitos

Leia mais

LISTA DE EXERCÍCIOS Nº 4

LISTA DE EXERCÍCIOS Nº 4 LISTA DE EXERCÍCIOS Nº 4 Questões 1) Materiais A, B e C são sólidos que estão em suas temperaturas de fusão. O material A requer 200J para fundir 4kg, o material B requer 300J para fundir 5kg e o material

Leia mais

CALORIMETRIA - EXERCÍCIOS E TESTES DE VESTIBULARES

CALORIMETRIA - EXERCÍCIOS E TESTES DE VESTIBULARES CALORIMETRIA - EXERCÍCIOS E TESTES DE VESTIBULARES 1. (UFV-96) Ao derramarmos éter sobre a pele, sentimos uma sensação de resfriamento em conseqüência de: a. o éter penetrar nos poros, congelando imediatamente

Leia mais

VESTIBULAR UFPE UFRPE / ª ETAPA

VESTIBULAR UFPE UFRPE / ª ETAPA VESTIBUAR UFPE UFRPE / 1999 2ª ETAPA NOME DO AUNO: ESCOA: SÉRIE: TURMA: FÍSICA 3 VAORES DE AGUMAS GRANDEZAS FÍSICAS Aceleração da gravidade: 1 m/s 2 Calor específico da água: 1, cal/g ºC Calor latente

Leia mais

Um plano de trabalho~ práticos de Física

Um plano de trabalho~ práticos de Física Um plano de trabalho~ práticos de Física PAULO PEREIRA MUNIZ * CONSIDERAÇÕES PRELIMINARES o plano aqui apresentado não se refere, como parece indicar lo título, a um curso essencialmente experimental,

Leia mais

Diagramas de fases. Antes de estudar o capítulo PARTE I

Diagramas de fases. Antes de estudar o capítulo PARTE I PARTE I Unidade C 6 Capítulo Diagramas de fases Seções: 61 Diagrama de fases 62 Equilíbrio sólido-líquido Fusão e solidificação 63 Equilíbrio líquido- Ebulição e condensação 64 Pressão máxima de Isotermas

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ENGENHARIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MECÂNICA. Secador Solar de Frutos. por

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ENGENHARIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MECÂNICA. Secador Solar de Frutos. por UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ENGENHARIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MECÂNICA Secador Solar de Frutos por Alesssandro Aloísio Diego Pizzutti Everson Ambrosini Jéferson Markmann Trabalho

Leia mais

Exame Física para as Ciências Naturais Curso: Agronomia 3/05/12. Nome:... Número:... Grupo I (13 valores)

Exame Física para as Ciências Naturais Curso: Agronomia 3/05/12. Nome:... Número:... Grupo I (13 valores) Exame Física para as Ciências Naturais Curso: Agronomia 3/05/12 Nome:... Número:... Pode utilizar uma calculadora e uma folha A4 (duas páginas) com fórmulas. Grupo I (13 valores) Assinalar a reposta correcta.

Leia mais

3ª Ficha de Avaliação Laboratorial Turma: 10ºB. Física e Química A 10ºAno

3ª Ficha de Avaliação Laboratorial Turma: 10ºB. Física e Química A 10ºAno 3ª Ficha de Avaliação Laboratorial Turma: 10ºB Física e Química A 10ºAno Professora Paula Melo Silva Data: 19 abril Ano Letivo: 2017/2018 135 + 15 min 1. Com o objetivo de estudar a ação da luz visível,

Leia mais

Calorimetria. Considere um pedaço de ferro quente colocado no interior de um recipiente contendo água fria.

Calorimetria. Considere um pedaço de ferro quente colocado no interior de um recipiente contendo água fria. Calorimetria Considere um pedaço de ferro quente colocado no interior de um recipiente contendo água fria. a troca de calor não é infinita Calor é energia em trânsito que vai espontaneamente do corpo mais

Leia mais

Universidade de São Paulo Instituto de Química de São Carlos Departamento de Físico-Química. Medidas de Massa, Volume e Temperatura

Universidade de São Paulo Instituto de Química de São Carlos Departamento de Físico-Química. Medidas de Massa, Volume e Temperatura Universidade de São Paulo Instituto de Química de São Carlos Departamento de Físico-Química Medidas de Massa, Volume e Temperatura São Carlos, 2019 1 Introdução 2 Introdução DEFINIÇÕES Comprimento: Metro

Leia mais

CALORIMETRIA Calor. CALORIMETRIA Potência ou Fluxo de Calor

CALORIMETRIA Calor. CALORIMETRIA Potência ou Fluxo de Calor CALORIMETRIA Calor É a transferência de energia de um corpo para outro, decorrente da diferença de temperatura entre eles. quente frio Unidades de calor 1 cal = 4,186 J (no SI) 1 kcal = 1000 cal Fluxo

Leia mais

Determinação dos calores específicos do Cobre (Cu), Chumbo (Pb), e vidro utilizando um calorímetro

Determinação dos calores específicos do Cobre (Cu), Chumbo (Pb), e vidro utilizando um calorímetro Determinação dos calores específicos do Cobre (Cu), Chumbo (Pb), e vidro utilizando um calorímetro TEORIA A quantidade de calor Q que é absorvida ou libertada, quando um corpo é aquecido ou arrefecido,

Leia mais

Professor Marco Antonio

Professor Marco Antonio Professor Marco Antonio observações macroscópicas interpretações microscópicas Termologia Quente ou frio? Termologia Temperatura é uma grandeza física que mede o estado de agitação das partículas de um

Leia mais

QUESTÕES GERAIS DE FÍSICA TÉRMICA

QUESTÕES GERAIS DE FÍSICA TÉRMICA QUESTÕES GERAIS DE FÍSICA TÉRMICA 01. (ITA) - O verão de 1994 foi particularmente quente nos Estados Unidos da América. A diferença entre a máxima temperatura do verão e a mínima do inverno anterior foi

Leia mais

Caderno de Resultados - 3ª Fase Prova Experimental Para alunos do 2º ano. Instruções Leia atentamente antes do início do procedimento experimental.

Caderno de Resultados - 3ª Fase Prova Experimental Para alunos do 2º ano. Instruções Leia atentamente antes do início do procedimento experimental. NOTA FINAL Caderno de Resultados - 3ª Fase Prova Experimental Para alunos do 2º ano Instruções Leia atentamente antes do início do procedimento experimental. 1. Este caderno contém CINCO folhas, incluindo

Leia mais

Experiência VI (aula 10) Resfriamento de um líquido

Experiência VI (aula 10) Resfriamento de um líquido Experiência VI (aula 10) Resfriamento de um líquido 1. Objetivos 2. Introdução 3. Arranjo e procedimento experimental 4. Análise de dados 5. Referências 1. Objetivos A partir de um arranjo experimental

Leia mais

Os Fundamentos da Física Vol 2 - Mecânica

Os Fundamentos da Física Vol 2 - Mecânica Os Fundamentos da Física Vol 2 - Mecânica - Livro de Fisica - Ensino Médio 2ª série - 8ª Edição - Autor Ramalho - Nicolau - Toledo - ISBN 85-16-03700-2 - Editora Moderna INTRODUÇÃO À TERMOLOGIA Capítulo

Leia mais

Temperatura. Escalas de Temperatura. Aula 8 Termodinâmica por Luiz Otávio Limurci. Lei zero da termodinâmica. Conversão de Temperaturas

Temperatura. Escalas de Temperatura. Aula 8 Termodinâmica por Luiz Otávio Limurci. Lei zero da termodinâmica. Conversão de Temperaturas Física Aula 8 Termodinâmica por Luiz Otávio Limurci Temperatura A primeira noção que se tem de temperatura é a sensação de frio ou quente, verificada ao tocar um corpo. Porém, isso não pode ser considerado

Leia mais

TERMOMETRIA. m 100 g; m 200 g; c 1 cal / g C; kg / m ; c 0,1 cal / g X 0,6 cal / g

TERMOMETRIA. m 100 g; m 200 g; c 1 cal / g C; kg / m ; c 0,1 cal / g X 0,6 cal / g TERMOMETRIA 1. (Unesp 2014) Para testar os conhecimentos de termofísica de seus alunos, o professor propõe um exercício de calorimetria no qual são misturados 100 g de água líquida a 20 C com 200 g de

Leia mais

TEMPERATURA. Os constituintes da matéria (moléculas, átomos etc.) movem-se continuamente em um movimento de agitação.

TEMPERATURA. Os constituintes da matéria (moléculas, átomos etc.) movem-se continuamente em um movimento de agitação. TEMPERATURA Os constituintes da matéria (moléculas, átomos etc.) movem-se continuamente em um movimento de agitação. É possível associar a existência de uma energia à energia cinética média desses constituintes

Leia mais

ACTIVIDADE LABORATORIAL I RENDIMENTO NO AQUECIMENTO

ACTIVIDADE LABORATORIAL I RENDIMENTO NO AQUECIMENTO ACTIVIDAD LABORATORIAL I RNDIMNTO NO AQUCIMNTO Trabalho realizado no âmbito da formação: Actividades Laboratoriais do 10º e 11º anos do nsino Secundário Trabalho realizado por: Ana Margarida Vaz Cortesão

Leia mais

FÍSICA BÁSICA II 1º SEMESTRE DE 2015 Professor: Anderson H.R. Ferreira 2º LISTA DE EXERCÍCIOS UNIDADE II TERMODINÂMICA (MÓDULO I)

FÍSICA BÁSICA II 1º SEMESTRE DE 2015 Professor: Anderson H.R. Ferreira 2º LISTA DE EXERCÍCIOS UNIDADE II TERMODINÂMICA (MÓDULO I) 1 FÍSICA BÁSICA II 1º SEMESTRE DE 2015 Professor: Anderson H.R. Ferreira 2º LISTA DE EXERCÍCIOS Instruções: Tenha sempre em mãos uma Calculadora Científica, pois a mesma será utilizada exaustivamente no

Leia mais

Determinação dos calores específicos do cobre (Cu), chumbo (Pb) e vidro utilizando um calorímetro

Determinação dos calores específicos do cobre (Cu), chumbo (Pb) e vidro utilizando um calorímetro Determinação dos calores específicos do cobre (Cu), chumbo (Pb) e vidro utilizando um calorímetro TEORIA A quantidade de calor Q que é absorvida ou libertada, quando um corpo é aquecido ou arrefecido,

Leia mais