4 Métodos Existentes. 4.1 Algoritmo Genético
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- Margarida Regueira Desconhecida
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1 61 4 Métodos Existentes A hibridização de diferentes métodos é em geral utilizada para resolver problemas de escalonamento, por fornecer empiricamente maior eficiência na busca de soluções. Ela pode ser obtida mediante a composição de heurísticas baseadas em população, tais como, o algoritmo genético, particle swarm optimization (PSO), ant colony optimization (ACO), entre outros; ou com heurísticas de busca local, tais como busca tabu (TS), simulated annealing (SA) e hill climbing (HC). A seguir é feita uma breve revisão dos métodos existentes para resolver os problemas de escalonamento e também a descrição do método de Newton multiobjetivo. 4.1 Algoritmo Genético O algoritmo genético é um método de busca usado para resolver problemas de otimização, fazendo analogia à Teoria da Evolução de Darwin. Ele simula o mecanismo de sobrevivência natural (continuidade) do indivíduo ou cromossomo (da solução candidata) mais apto em uma população (conjunto de soluções canditadas), segundo uma função aptidão de acordo com o problema que se deseja resolver (KAMIRI et al., 2010). O algoritmo genético tem sido aplicado em uma grande quantidade de problemas de escalonamento. Nesta adaptação, cada seqüência de operações e máquinas é vista como um indivíduo pertencente a uma população. Em ambientes de máquinas flexíveis, um cromossomo é composto por dois sub-cromossomos, onde um contém a informação da seqüência e o outro a informação da alocação das máquinas. O algoritmo genético começa com uma população inicial de soluções candidatas. As soluções candidatas são avaliadas segundo as funções objetivo e depois combinadas em uma única função denominada função aptidão. O valor da função aptidão na solução candidata indica a chance que ela tem em gerar novas soluções; quanto melhor a aptidão, maior é a chance. Operadores de
2 62 seleção, cruzamento e mutação são aplicados sobre as soluções da população (pais) de modo a gerar uma nova população de soluções candidatas (descendentes), que seja mais promissora ou mais apta que a população anterior. Este processo se repete até que o número de gerações atinja um limite máximo pré-fixado, que é a condição de parada do algoritmo. A Figura 24 mostra o algoritmo genético básico, onde denota o contador de gerações. A seguir, descrevem-se os operadores de geração de novas soluções Cruzamento Figura 24 Fluxograma do algoritmo genético básico Fonte: Deb (2001, p.87) O Cruzamento é o operador de troca entre um par de soluções candidatas da geração corrente, que por sua vez gera um par de soluções candidatas descendentes semelhante às soluções candidatas pais. A propagação de características dos mais aptos em cada nova geração é a idéia desse cruzamento. O
3 63 cruzamento simples ou de um ponto foi usado em vários problemas de escalonamento (PONNAMBALAM ET AL., 2004; PASUPATHY ET AL., 2006; ZHANG ET AL., 2006B). O operador cruzamento simples escolhe aleatoriamente um ponto de cruzamento, e a partir desse ponto é realizado o cruzamento de subseqüências dos cromossomos pais. No entanto, para assegurar a viabilidade dos novos descendentes, seu resultado deve ser combinado com a estratégia de mapeamento, para preencher os elementos restantes dos descendentes seguindo a ordenação do outro pai de tal forma que as novas soluções geradas não contenham elementos repetidos. A Figura 25 mostra um exemplo da aplicação do operador cruzamento simples de um FSP com 10 tarefas. Figura 25 Exemplo de cruzamento simples Mutação O operador mutação gera uma modificação arbitrária em uma solução candidata. É responsável pela diversidade dos indivíduos da população. A mutação aplicada para uma seqüência é realizada escolhendo-se duas posições aleatoriamente e trocando suas posições na seqüência (PONNAMBALAM ET AL., 2004; PASUPATHY ET AL., 2006; ZHANG ET AL., 2006b). A Figura 26 mostra um exemplo do operador de mutação de um FSP com 10 tarefas.
4 64 Figura 26 Exemplo de mutação por troca de duas posições Para problemas com máquinas flexíveis, a mutação é aplicada escolhendo-se uma posição aleatória e trocando a máquina alocada por outra selecionada aleatoriamente dentre as máquinas disponíveis para operação ou posição (ZHANG ET AL., 2006b; LIU ET AL., 2009; YANG E TANG, 2009). A Figura 27 mostra um exemplo de aplicação. Figura 27 Exemplo de mutação por troca de máquinas 4.2 Particle Swarm Optimization Algorithm Proposto por Eberhart e Kennedy (1995), particle swarm optimization (PSO) é um método para resolver problemas de otimização inspirado no comportamento social de um enxame de partículas (XIA E WU, 2005). Originalmente, PSO foi apresentado como uma técnica de otimização para espaços contínuos. Para os problemas de escalonamento, PSO é usado para determinar a melhor alocação de máquinas para as operações (XIA E WU, 2005; ZHANG ET AL., 2009). Ele parte de uma população inicial de soluções candidatas (enxame). Cada
5 65 solução candidata (partícula) tem uma velocidade que é ajustada dinamicamente de acordo com suas experiências e das demais soluções candidatas. Um modelo matemático usual para definir o PSO, proposto por Shi e Eberhart (1999), é dado por:, =, + (, )+ (, ), =, +,, onde, é a -ésima partícula;, é a posição da partícula na iteração ;, é a velocidade da partícula na iteração ; é a melhor posição previa da partícula até agora, chamado de ; é a melhor posição prévia de todas as partículas, chamado de ; é o peso inercial; e são constantes de aceleração; e são números aleatórios no intervalo [0,1]. Os passos do procedimento padrão para o PSO são descritos a seguir: 1. Inicialize o exame de partículas com posições aleatórias e velocidades. 2. Para cada partícula avalie o valor da função objetivo, atribua a a posição corrente e atribua a a posição da melhor partícula inicial. 3. Atualize a velocidade e a posição de cada partícula. 4. Avalie o valor da função objetivo de cada partícula. 5. Para cada partícula, compare o valor da função objetivo corrente com o valor de. Se o valor corrente for melhor, então atualize com a posição corrente. 6. Determine a melhor partícula do exame e o melhor valor da função objetivo. Se o valor da função objetivo for melhor que, então atualize com a melhor posição corrente. 7. Se a condição de parada for atingida, então o procedimento termina com resultado para o seu valor objetivo; senão retorne ao Passo Busca Tabu Inicialmente, esta técnica foi apresentada por Glover (1989) e sua aplicação para resolver FSP foi feita por Widmer e Hertz (1989). A busca tabu é útil para
6 66 resolver problemas de otimização combinatória. O procedimento começa com uma solução inicial factível e a vizinhança de, ( ). Em cada iteração é realizado um movimento de para um vizinho ( ), permitindo que seja pior que em relação à função objetivo. Com a finalidade de evitar possíveis ciclos associados aos movimentos, é definida a lista de movimentos tabu ou proibidos na iteração corrente. Esta lista exclui movimentos que levam de volta para soluções anteriores, evitando que o procedimento cicle. No entanto, o tamanho da lista tabu não pode aumentar indefinidamente, devendo ter um limite. Assim, se esta no seu limite, antes de adicionar um novo elemento a, um de seus elementos é removido, geralmente escolhe-se o elemento mais antigo. 4.4 Simulated Annealing Algorithm Proposta por Kirkpatrick, Gelatt e Vecchi (1983), simulated annealing (SA) é um método de busca local probabilística, que tem sua origem nas áreas de ciência dos materiais e da física. Ele faz uma analogia a um processo térmico (recozimento), usado para obtenção de estados de baixa energia de um sólido. O procedimento começa com uma solução inicial e seleciona uma nova solução que pertence à vizinhança de. Esta seleção pode ser feita de forma aleatória ou organizada. Por exemplo, para o problema job shop, é a seqüência de tarefas. Então, a variação do valor da função objetivo é calculada como: = ( ) ( ). Para problemas de minimização do critério de desempenho, se <0, a transição para a nova solução é aceita. Se 0, então a transição para a nova solução é aceita com probabilidade exp ( / ), onde é um parâmetro de controle chamado de temperatura. O SA geralmente começa a partir de uma temperatura elevada que é gradualmente reduzida. A transição para soluções piores em relação ao critério de desempenho é permitida para dar a oportunidade de se afastar de um mínimo local e encontrar uma melhor solução. Para cada temperatura, uma busca é feita para certo número de iterações. Quando a condição de parada é satisfeita, o algoritmo para.
7 Método de Newton multiobjetivo Desenvolvido por Fliege et al. (2008), este método é utilizado para resolver problemas multiobjetivos com variáveis contínuas sem restrições. Sua característica principal é pertencer à classe dos algoritmos ditos de descida, isto é, cada novo iterado melhora simultaneamente todas as funções objetivo. A seguir, o método de Newton multiobjetivo é brevemente descrito Direção de Newton Dada uma função : duas vezes continuamente diferenciável e um ponto não estacionário, a direção de Newton em, denotada por ( ), é obtida resolvendo-se o seguinte problema auxiliar: min max ( ) + 1,, 2 ( ).. R. Denote por ( ) o valor ótimo do problema auxiliar dado por: ( )= inf max R ( ) + 1,, 2 ( ) e a direção de Newton: ( )=argmin R max ( ) + 1,, 2 ( ) Algoritmo de Newton Multiobjetivo O algoritmo de Newton com estratégia de convergência global para minimizar sem restrições é descrito a seguir.
8 68 1. (Inicialização) Escolha, 0< <1, =0 e defina = {1/2 = 0,1,2, }. 2. (Ciclo principal) (a) Resolva a o problema auxiliar para obter ( ) e ( ). (b) Se ( )=0, então, pare. Senão, vá para o passo 2. (c). (c) Escolha que seja o maior, tal que + ( ), ( + ( )) ( )+ ( ), =1,,. (d) (Atualização) Defina = + ( ) e faça = +1. Vá para o passo 2. (a). Agora, vamos apresentar um exemplo da aplicação do método de Newton, para um problema multiobjetivo encontrado em Preuss et al. (2006): (, )= (, )=( 1) A Figura 28 apresenta as imagens de e num gráfico no espaço dos valores dos objetivos.
9 69 Figura 28 Região no espaço dos valores dos objetivos para o exemplo A Figura 29 apresenta a aplicação do método de Newton, para 150 pontos iniciais. Os iterados seguem em direção ao sudoeste com o progresso do algoritmo. A Figura 30 mostra a aproximação da fronteira de Pareto. Figura 29 Aplicação do método de Newton para o exemplo
10 Figura 30 Aproximação da fronteira de Pareto do exemplo 70
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