Presidência da República

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1 <!ID > <!ID > <!ID > ISSN Ano CXLIV 76 Brsíli - DF, qurt-feir, 2 de setembro de 2007 Sumário. PÁGINA Atos do Poder Judiciário... Presidênci d Repúblic... Ministério d Agricultur, Pecuári e Abstecimento... 2 Ministério d Ciênci e Tecnologi... Ministério d Cultur... 4 Ministério d Educção... 4 Ministério d Fzend... 8 Ministério d Integrção Ncionl Ministério d Justiç Ministério d Previdênci Socil Ministério d Súde Ministério ds Comunicções Ministério de Mins e Energi Ministério do Desenvolvimento Agrário Ministério do Desenvolvimento, Indústri e Comércio Exterior Ministério do Meio Ambiente Ministério do Plnejmento, Orçmento e Gestão Ministério do Trblho e Emprego Ministério dos Trnsportes Ministério Público d União Tribunl de Conts d União Poder Judiciário Entiddes de Fisclizção do Exercício ds Profissões Liberis Atos do Poder Judiciário SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL PLENÁRIO DECISÕES Ação Diret de Inconstitucionlidde e Ação Declrtóri de Constitucionlidde (Publicção determind pel Lei nº 9.868, de ) Acórdãos AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE () PROCED. : ALAGOAS R E L ATO R : MIN. CEZAR PELUSO REQTE.(S) : PROCURADOR-GERAL DA REPÚBLICA REQDO.(A/S) : GOVERNADOR DO ESTADO DE ALAGOAS A D V. ( A / S ) : ALUISIO LUNDGREN CORRÊA RÉGIS REQDO.(A/S) : ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE ALAGOAS Decisão: O Tribunl, por unnimidde, julgou procedente ção diret, nos termos do voto do Reltor. Votou Presidente, Ministr Ellen Grcie. Ausentes, justificdmente, os Senhores Ministros Celso de Mello, Mrco Aurélio e Joquim Brbos. Plenário, E M E N TA : INCONSTITUCIONALIDADE. Ação diret. Lei nº 6.347/2002, do Estdo de Algos. Competênci legisltiv. Trânsito. Trnsporte. Veículos. Inspeção técnic veiculr. Avlição de condições de segurnç e controle de emissões de poluentes e ruídos. Regulmentção de concessão de serviços e d su prestção pr esses fins. Indmissibilidde. Competênci legisltiv exclusiv d União. Ofens o rt. 22, inc. XI, d CF. Ação julgd procedente. Precedentes. É inconstitucionl lei estdul que, sob pretexto de utorizr concessão de serviços, dispõe sobre inspeção técnic de veículos pr vlição de condições de segurnç e controle de emissões de poluentes e ruídos.. Secretri Judiciári ANA LUIZA M. VERAS Secretári Presidênci d Repúblic SECRETARIA ESPECIAL DE AQÜICULTURA E PESCA COMITÊ NACIONAL DE CONTROLE HIGIÊNICO SANITÁRIO DE MOLUSCOS BIVALVES PORTARIA 9, DE DE SETEMBRO DE 2007 O COORDENADOR-GERAL DO COMITÊ NACIO- NAL DE CONTROLE HIGIÊNICO SANITÁRIO DE MOLUS- COS BIVALVES (CNCMB), no uso de sus tribuições legis e tendo em vist o disposto no Decreto No , de 9 de outubro de 2005, Portri SEAP/PR nº. 27 de 3 de mrço de 2006, e o que const do processo nº / , Considerndo bix concentrção de lgs nocivs ns áres de cultivo de moluscos no município de Bombinhs, no Estdo de Snt Ctrin; Considerndo os resultdos negtivos dos bioensios pr toxin DSP n crne de mexilhões ds áres de cultivo, no município de Bombinhs, no Estdo de Snt Ctrin; Considerndo necessidde de resgurdr súde do consumidor e imgem dos produtos d mricultur ctrinense; R E S O LV E : Art. º Revogr Portri CNCMB n 4, de 09 de Agosto de 2007, que proibi, por tempo indetermindo, colet, colheit e comercilizção de mexilhões do município de Bombinhs, no Estdo de Snt Ctrin; Art. 2º Autorizr colet, colheit e comercilizção de mexilhões procedentes do município de Bombinhs, no Estdo de Snt Ctrin; Art. 3º Est Portri entr em vigor n dt de su ssintur. FELIPE MATARAZZO SUPLICY SECRETARIA ESPECIAL DE POLÍTICAS PARA AS MULHERES PORTARIA 47, DE DE SETEMBRO DE 2007 A SECRETÁRIA ESPECIAL DE POLÍTICAS PARA AS MULHERES DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA, Substitut, no uso de sus tribuições que lhe conferem o rtigo 22 d Lei 0.683, de 28 de mio de 2003, R E S O LV E : Art. Alterr os rtigos, 2, 6, 9,, 3 e 5 e crescentr o rtigo 9 à Portri n 05, de 04 de novembro de 2005 (Anexo do Regimento Interno), que pssm vigorr com seguinte redção: "Art. O Comitê terá finlidde de ssessorr coordenção do Progrm Pró-Eqüidde de Gênero ns sus diverss etps. Art. 2 O Comitê Pró-Equidde de Gênero será integrdo por um representnte, e respectivo suplente, de cd órgão ou instituição seguir indicdos: I - Secretri Especil de Polítics pr s Mulheres, d Presidênci d Repúblic, que o coordenrá; II - Ministério do Plnejmento, Orçmento e Gestão; III - Ministério do Trblho e Emprego; IV - Ministério Público do Trblho; V -Fundo de Desenvolvimento ds Nções Unids pr Mulher - UNIFEM; VI - Orgnizção Interncionl do Trblho - OIT; VII- Conselho Ncionl dos Direitos d Mulher - CNDM; e VIII - Procurdori Gerl d Repúblic. Prágrfo único. Integrrão ind o Comitê, como membros, qutro especilists ns questões de equidde de gênero no mundo do trblho. Art. 6 - O Comitê será de cráter consultivo permnente e o mndto de seus membros será de dois nos, permitid recondução. Prágrfo único. Os integrntes do Comitê serão indicdos pelos titulres dos órgãos e entiddes representdos e designdos por Portri d Secretári Especil de Polítics pr s Mulheres. Art. 9 - O Comitê se mnifestrá por meio de Recomendções. As conclusões e deliberções serão tomds por consenso de seus membros. Art. - A Coordenção do Comitê convocrá os membros pr s reuniões ordináris e extrordináris vi correio eletrônico, compnhdo pel propost de put. Art. 3 - A Coordenção registrrá e encminhrá os membros do Comitê Memóri d Reunião, vi correio eletrônico.

2 <!ID > 2 ISSN Nº 76, qurt-feir, 2 de setembro de Art. 5 - A Coordenção do Comitê poderá sempre que julgr relevnte ou por deliberção d miori de seus membros, convidr pr prticipr ds reuniões e de outrs tividdes, representntes de outros órgãos d Administrção Públic diret e indiret, de entiddes privds e orgnizções não-governmentis. Prágrfo único. O Comitê poderá estbelecer relcionmento com outros orgnismos ou comissões ncionis ou interncionis, que trtem de tems fetos est Comissão. Art. 9 - A prticipção no Comitê Pró-Equidde de Gênero será considerd prestção de serviços relevnte e não remunerd." Art. 2 Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. TERESA SOUSA Ministério d Agricultur, Pecuári e Abstecimento SECRETARIA DE POLÍTICA AGRÍCOLA DEPARTAMENTO DE GESTÃO DE RISCO RURAL COORDENAÇÃO-GERAL DE ZONEAMENTO AGROPECUÁRIO PORTARIA 56, DE 5 DE SETEMBRO DE 2007 O COORDENADOR-GERAL DE ZONEAMENTO AGRO- PECUÁRIO, no uso de sus tribuições e competêncis estbelecids pels Portris n 440, de 24 de outubro de 2005, publicd no Diário Oficil d União de 25 de outubro de 2005, e n o - 7, de 6 de jneiro de 2006, publicd no Diário Oficil d União, de 9 de jneiro de 2006, resolve: Art. o - Aprovr o Zonemento Agrícol pr cultur de bnn no Estdo de São Pulo, no-sfr 2007/2008, conforme nexo. Art. 2 o - Est Portri tem vigênci específic pr o no-sfr definido no rt. o - e entr em vigor n dt de su publicção. FRANCISCO JOSÉ MITIDIERI ANEXO. NOTA TÉCNICA O Brsil é um dos três miores produtores de bnn (Mus spp) do mundo, sendo o Estdo de São Pulo o seu mior produtor, com áre de plntio estimd em h e produção superior um milhão de tonelds. Ess produção se concentr no Vle do Ribeir e no Litorl Sul Pulist. A bnneir, plnt tipicmente tropicl, exige clor constnte, precipitções bem distribuíds o longo do no e elevd umidde pr o seu bom desenvolvimento e produção. Com bse nos elementos climáticos, s áres podem ser enqudrds em regiões pts, mrginis ou inpts. Seus principis componentes, tis como tempertur, precipitção, umidde reltiv e luminosidde, permitem o estbelecimento e desenvolvimento do cultivo, bem como fvorecem incidênci ou severidde de tques de doençs e prgs, prejudicndo produtividde e qulidde do fruto. A tempertur é de sum importânci no cultivo d bnneir, influindo diretmente nos processos respirtório e fotossintético d plnt. Pr obtenção de ltos rendimentos e melhor qulidde, são necessáris temperturs lts e uniformes, d ordem de 28 o C, com mínims não inferiores 8 o C e máxims não superiores 34 o C. Abixo de 5 o C, tividde d plnt é prlisd e cim dos 35 o C, o desenvolvimento é inibido, principlmente devido à desidrtção dos tecidos, especilmente ds folhs. As temperturs bixs são prejudiciis o desenvolvimento e qulidde d bnn. Temperturs inferiores 2 o C provocm um perturbção fisiológic nos frutos, conhecid como "chilling" ou frigem, que prejudic os tecidos, principlmente os d csc e do fruto. O "chilling" pode ocorrer ns regiões subtropicis, onde tempertur mínim noturn tinge fix de 4,5 o - 0 o C. No Estdo de São Pulo, regiões de miores ltitudes, principlmente for d fix intertropicl, como s regiões do Vle do Ribeir e Sul do Plnlto Pulist, estão sujeits durnte o inverno freqüentes invsões de msss de r frio de origem polr, provocndo intenss queds ds temperturs. A bnneir requer um grnde e permnente disponibilidde de umidde no solo. Em regiões ou zons produtors com estção sec prolongd ou mesmo medinmente centud, fz-se necessário o uso de irrigção suplementr. O consumo de águ pel plnt é elevdo e constnte, em função de su morfologi e d hidrtção de seus tecidos. As miores produções de bnn estão ssocids um bo distribuição de umidde durnte todo o ciclo d cultur. Qundo deficiênci hídric nul ou sec, com bse em um blnço hídrico, é superior 80 mm nul, cultur não se desenvolve stisftorimente, fetndo, conseqüentemente, produção, produtividde e qulidde do produto. A deficiênci hídric ou usênci de chuvs é mis grve ns fses de diferencição florl (período florl) e no início d frutificção. A luminosidde, ocorrênci de ventos e umidde reltiv do r são ftores fundmentis pr o desenvolvimento d bnneir. A bnn requer lt luminosidde, sendo que o fotoperíodo prece não influir no seu crescimento e frutificção. O vento, em função d freqüênci e intensidde, pode cusr desde pequenos dnos té destruição de um bnnl. Os prejuízos mis comuns reltivos à incidênci dos ventos são: ) se ventos frios, provocm o "chilling", com perd de qulidde do fruto; b) desidrtção d plnt devido à grnde evpotrnspirção; c) fendilhmento ds nervurs secundáris, brindo ports de entrd pr ptógenos de doençs; d) diminuição d áre folir; e) rompimento de rízes; e f) quebr d plnt e tombmento. As áres sujeits ventos devem ser evitds ou protegids com quebr-ventos. As regiões com umidde reltiv do r elevd, cim de 80% como médi nul, são s mis fvoráveis à bnnicultur. Est lt umidde celer emissão de folhs, prolong su longevidde, fvorece o lnçmento d inflorescênci e uniformiz colorção d frut. Contudo, qundo ssocid chuvs e vrições de tempertur, provoc condições fvoráveis o precimento de doençs fúngics, deteriorndo o produto finl. Objetivou-se, com o zonemento grícol, identificr s áres com bixo risco climáico pr o cultivo d bnneir no Estdo. Os prâmetros climáticos seleciondos e nlisdos pr delimitção ds áres com menor risco n produção de bnn no Estdo form os seguintes: )tempertur médi do mês mis frio (julho)? 5 o C - indic o limite bixo do qul bnneir sofre deficiênci térmic, problems grves com incidênci de geds, tornndo áre inpt à cultur comercil; b)deficiênci hídric nul? 80 mm - limite bixo do qul áre present um estção sec moderd e oferece ptidão climátic pr tods s cultivres de bnn, exceto pr s d bnn ouro, que é pouco tolernte à sec. Acim desse limite, do ponto de vist hídrico, o cultivo de bnn n áre somente pode ser desenvolvido com irrigção suplementr nos períodos mis críticos d plnt. Form definids s seguintes clsses e critérios pr delimitção ds áres, em função d ptidão e risco de ocorrênci de dversidde térmic: ) Tmjulho < 5 o - C: áre inpt; b) Tmjulho? 5 o - C: áre pt. As deficiêncis hídrics nuis form determinds prtir d simulção de blnço hídrico pr cd áre de loclizção ds estções meteorológics e pluviométrics disponíveis no Estdo. A disponibilidde de águ dos solos pr profundidde efetiv ds rízes, foi estimd em, no máximo, 25 mm. Os vlores de deficiênci hídric nul (DEF), obtidos pr cd estção, form submetidos à nálise freqüencil pr obtenção de 80% d ocorrênci dos mesmos. Posteriormente, form georreferencidos e, com o uso de um SIG específico, form espcilizdos. Atrvés de funções de modelgem numéric de terreno (interpoldores mtemáticos), form estimdos novos vlores pr um grde regulr com resolução (distânci) de 000 metros d superfície rel do terreno e presentdos n form de mp. Form definids s seguintes clsses de DEF e critérios de corte pr determinção de ptidão e risco, qunto à ocorrênci de limitções hídrics: ) DEF? 80 mm: áre pt; e b) DEF > 80 mm: áre inpt. Com utilizção do sistem de informções geográfics (SIG), os municípios ptos o cultivo d bnneir, em condições de bixo risco climático no Estdo de São Pulo, form identificdos por meio do cruzmento dos mps de tempertur medi do mês de julho (Tmjulho) e do mp de freqüênci de ocorrênci de deficiênci hídric nul (DEF). Form considerds pts e de bixo risco somente os municípios que presentrm pelo menos 20% de sus áres stisfzendo s seguintes condições: DEF? 80 mm e Tmjulho > 5 o - C. Os Solos Tipo, de textur renos, não form indicdos pr o plntio d bnn no Estdo, por presentrem bix cpcidde de retenção de águ e lt probbilidde de quebr de rendimento ds lvours por ocorrênci de déficit hídrico. 2. TIPOS DE SOLOS APTOS AO CULTIVO O zonemento grícol de risco climático pr o Estdo de São Pulo contempl como ptos o cultivo de bnn os solos Tipos 2 e 3, especificdos n Instrução Normtiv n o - 0, de 4 de junho de 2005, publicd no DOU, de 6 de junho de 2005, Seção, págin 2, lterd pr Instrução Normtiv n o - 2, trvés de retificção publicd no DOU, de 7 de junho de 2005, Seção, págin 6, que presentm s seguintes crcterístics: Tipo 2: solos com teor de rgil entre 5 e 35% e menos de 70% de rei, com profundidde igul ou superior 50 cm; e Tipo 3: ) solos com teor de rgil mior que 35%, com profundidde igul ou superior 50 cm; e b) solos com menos de 35% de rgil e menos de 5% de rei (textur siltos), com profundidde igul ou superior 50 cm. Critérios pr profundidde de mostrgem: N determinção d quntidde de rgil e de rei existentes nos solos, visndo o seu enqudrmento nos diferentes tipos previstos no zonemento de risco climático, recomend-se que: ) mostrgem de solos sej feit n cmd de 0 50 cm de profundidde; b) nos csos de solos com grndes diferençs de textur (por exemplo, renoso/rgiloso, rgiloso/muito rgiloso), dentro d cmd de 0 50 cm, est sej subdividid em tnts cmds qunts forem necessáris pr determinr quntidde de rei e rgil em cd um dels; c) o enqudrmento de solos com grndes diferençs de textur n cmd de 0 50 cm, leve em cont quntidde de rgil e de rei existentes n subcmd de mior espessur; d) s mostrs sejm devidmente identificds e encminhds um lbortório de solos que grnt um pdrão de qulidde ns nálises relizds. Pr o uso dos solos, deve-se observr legislção reltiv às áres de preservção permnente. 3. CULTIVARES INDICADAS Ficm indicds no Zonemento Agrícol de Risco Climático pr cultur de bnn, s cultivres de bnn registrds no Registro Ncionl de Cultivres (RNC) do Ministério d Agricultur, Pecuári e Abstecimento, tendids s indicções ds regiões de dptção, em conformidde com s recomendções dos respectivos obtentores/detentores (mntenedores). Not: Devem ser utilizds no plntio muds produzids em conformidde com legislção brsileir sobre sementes e muds (Lei n o - 0.7, de 5 de gosto de 2003, e Decreto n o , de 23 de gosto de 2004). 4. PERÍODO INDICADO PARA PLANTIO E RELAÇÃO DOS MUNICÍPIOS APTOS AO CULTIVO DE BANANA EM RE- GIME DE SEQUEIRO Período: o - de outubro 3 de jneiro, nos solos tipos 2 e 3. A relção de municípios do Estdo de São Pulo ptos o cultivo de bnn, suprimidos todos os outros onde cultur não é indicd, foi clcd em ddos disponíveis por ocsião d su elborção. Se lgum município mudou de nome ou foi crido um novo, em rzão de emncipção de um dqueles d listgem bixo, tods s indicções são idêntics às do município de origem, té que nov relção o inclu formlmente. MUNICÍPIOS: Admntin, Adolfo, Aguí, Águs de Snt Bárbr, Agudos, Almbri, Alfredo Mrcondes, Altinópolis, Alto Alegre, Álvres Mchdo, Álvro de Crvlho, Alvinlândi, Americn, Américo Brsiliense, Ampro, Anlândi, Andrdin, Angtub, Anhembi, Anhums, Aprecid, Aprecid d'oeste, Arçtub, Arçoib d Serr, Armin, Arndu, Arpeí, Arrqur, Arrs, Arco-Íris, Arelv, Areis, Areiópolis, Arirnh, Artur Nogueir, Assis, Auriflm, Aví, Avnhndv, Avré, Bdy Bssitt, Blbinos, Bálsmo, Bnnl, Brão de Antonin, Brbos, Briri, Brr Bonit, Brrinh, Brueri, Bstos, Bttis, Buru, Bebedouro, Bento de Abreu, Bernrdino de Cmpos, Bertiog, Bilc, Birigui, Bo Espernç do Sul, Bocin, Bofete, Boituv, Borá, Borcéi, Borborem, Borebi, Botuctu, Brún, Brejo Alegre, Brodowski, Brots, Buri, Buritm, Buritizl, Cbráli Pulist, Cbreúv, Cçpv, Cchoeir Pulist, Cconde, Cfelândi, Cibu, Ciuá, Cjti, Cjobi, Cjuru, Cmpin do Monte Alegre, Cmpins, Cmpos Novos Pulist, Cnnéi, Cns, Cândido Mot, Cândido Rodrigues, Cnitr, Cpel do Alto, Cpivri, Crguttub, Crpicuíb, Cs Brnc, Cássi dos Coqueiros, Cstilho, Ctnduv, Ctiguá, Cedrl, Cerqueir Césr, Cerquilho, Cesário Lnge, Chrqued, Chvntes, Cle-

3 <!ID > Nº 76, qurt-feir, 2 de setembro de ISSN mentin, Colin, Conchl, Conchs, Cordeirópolis, Corodos, Coronel Mcedo, Corumbtí, Cosmópolis, Cosmorm, Crvinhos, Cristis Pulist, Cruzáli, Cruzeiro, Cubtão, Desclvdo, Dobrd, Dois Córregos, Dourdo, Drcen, Durtin, Dumont, Echporã, Eldordo, Elis Fusto, Elisiário, Embúb, Emilinópolis, Engenheiro Coelho, Espírito Snto do Pinhl, Espírito Snto do Turvo, Estiv Gerbi, Estrel do Norte, Euclides d Cunh Pulist, Frtur, Fernndo Prestes, Fernão, Flor Ric, Florel, Flórid Pulist, Floríni, Frnc, Gbriel Monteiro, Gáli, Grç, Gstão Vidigl, Gvião Peixoto, Generl Slgdo, Getulin, Glicério, Guiçr, Guimbê, Guír, Gupiçu, Gurá, Gurçí, Gurntã, Gurrpes, Gurrem, Gurtinguetá, Gureí, Gurib, Gurujá, Gutprá, Guzolândi, Herculândi, Holmbr, Hortolândi, Icng, Icri, Irs, Ibté, Ibirá, Ibirrem, Ibiting, Iepê, Igrçu do Tietê, Igrpv, Igrtá, Igupe, Ilh Comprid, Ilh Solteir, Inditub, Indin, Inúbi Pulist, Ipuçu, Iperó, Ipeún, Iporng, Ipuã, Ircemápolis, Irpuã, Irpuru, Ití, Itjobi, Itju, Itnhém, Itóc, Itpetining, Itpir, Itápolis, Itporng, Itpuí, Itpur, Itriri, Ittib, Itting, Itirpin, Itirpuã, Itobi, Itu, Ituverv, Jboticbl, Jcreí, Jci, Jcupirng, Jguriún, Jrdinópolis, Jú, Jeriqur, João Rmlho, José Bonifácio, Júlio Mesquit, Jumirim, Junqueirópolis, Juquiá, Lrnjl Pulist, Lvíni, Lvrinhs, Leme, Lençóis Pulist, Limeir, Lindói, Lins, Loren, Lourdes, Lucéli, Lucinópolis, Luís Antônio, Luiziâni, Lupércio, Lutéci, Mctub, Mcubl, Mgd, Mnduri, Mrbá Pulist, Mrcí, Mrpom, Mriápolis, Mríli, Mrtinópolis, Mtão, Mendonç, Meridino, Miguelópolis, Mineiros do Tietê, Mirctu, Mirndópolis, Mirnte do Prnpnem, Mirssol, Mirssolândi, Mococ, Mogi Guçu, Mogi-Mirim, Mombuc, Monções, Mongguá, Monte Alto, Monte Aprzível, Monte Azul Pulist, Monte Cstelo, Monte Mor, Morro Agudo, Motuc, Muruting do Sul, Nntes, Nrndib, Neves Pulist, Nhnder, Nipoã, Nov Alinç, Nov Cstilho, Nov Europ, Nov Gutporng, Nov Independênci, Nov Luzitâni, Nov Odess, Novis, Novo Horizonte, Nuporng, Ocuçu, Óleo, Oriente, Orlândi, Ossco, Oscr Bressne, Osvldo Cruz, Ourinhos, Ouro Verde, Pcembu, Plmres Pulist, Plmitl, Pnorm, Prguçu Pulist, Príso, Prnpnem, Prpuã, Prdinho, Priquer-Açu, Prisi, Ptrocínio Pulist, Pulicéi, Pulíni, Pulistâni, Pederneirs, Pedregulho, Pedreir, Pedrinhs Pulist, Pedro de Toledo, Penápolis, Pereir Brreto, Pereirs, Peruíbe, Pictu, Pindmonhngb, Pindorm, Piquerobi, Piquete, Pircicb, Pirju, Pirjuí, Pirngi, Pirpor do Bom Jesus, Pirpozinho, Pirssunung, Pirtining, Pitngueirs, Plnlto, Pltin, Poloni, Pompéi, Pongí, Pontl, Porngb, Porto Feliz, Porto Ferreir, Potim, Potirendb, Prcinh, Prdópolis, Pri Grnde, Prtâni, Presidente Alves, Presidente Bernrdes, Presidente Epitácio, Presidente Prudente, Presidente Venceslu, Promissão, Qudr, Qutá, Queiroz, Queluz, Quintn, Rfrd, Rnchri, Regente Feijó, Reginópolis, Registro, Resting, Ribeir, Ribeirão Bonito, Ribeirão Corrente, Ribeirão do Sul, Ribeirão dos Índios, Ribeirão Preto, Rifin, Rincão, Rinópolis, Rio Clro, Rio ds Pedrs, Rosn, Roseir, Rubiáce, Sbino, Sgres, Sles, Sles Oliveir, Slmourão, Sltinho, Slto, Slto de Pirpor, Slto Grnde, Sndovlin, Snt Adéli, Snt Bárbr d'oeste, Snt Brnc, Snt Cruz d Conceição, Snt Cruz d Espernç, Snt Cruz ds Plmeirs, Snt Cruz do Rio Prdo, Snt Ernestin, Snt Gertrudes, Snt Isbel, Snt Lúci, Snt Mri d Serr, Snt Mercedes, Snt Rit do Pss Qutro, Snt Ros de Viterbo, Sntn de Prníb, Snto Anstácio, Snto Antônio d Alegri, Snto Antônio de Posse, Snto Antônio do Arcnguá, Snto Antônio do Jrdim, Snto Expedito, Sntópolis do Agupeí, Sntos, São Crlos, São João d Bo Vist, São João de Ircem, São João do Pu d'alho, São Joquim d Brr, São José d Bel Vist, São José do Brreiro, São José do Rio Prdo, São José do Rio Preto, São José dos Cmpos, São Mnuel, São Pedro, São Pedro do Turvo, São Sebstião, São Simão, São Vicente, Srpuí, Srutiá, Sebstinópolis do Sul, Serr Azul, Serrn, Sertãozinho, Sete Brrs, Severíni, Silveirs, Sorocb, Sud Mennucci, Sumré, Suznápolis, Tbpuã, Tbting, Tcib, Tguí, Tiçu, Tiúv, Tmbú, Tnbi, Tpirí, Tpirtib, Tqurl, Tquriting, Tquritub, Trbi, Trumã, Ttuí, Tubté, Tejupá, Teodoro Smpio, Terr Rox, Tietê, Timburi, Torre de Pedr, Torrinh, Trbiju, Tremembé, Tupã, Tupi Pulist, Turiúb, Ubrn, Ubtub, Ubirjr, Ucho, União Pulist, Uru, Urupês, Vlentim Gentil, Vlinhos, Vlpríso, Vrgem Grnde do Sul, Ver Cruz, Virdouro, Vist Alegre do Alto, Votorntim, Votuporng e Zcris. <!ID > PORTARIA 57, DE 5 DE SETEMBRO DE 2007 O COORDENADOR-GERAL DE ZONEAMENTO AGRO- PECUÁRIO, no uso de sus tribuições e competêncis estbelecids pels Portris n 440, de 24 de outubro de 2005, publicd no Diário Oficil d União de 25 de outubro de 2005, e n o - 7, de 6 de jneiro de 2006, publicd no Diário Oficil d União, de 9 de jneiro de 2006, resolve: Art. o - Aprovr o Zonemento Agrícol pr cultur de bnn no Estdo do Piuí, no-sfr 2007/2008, conforme nexo. Art. 2 o - Est Portri tem vigênci específic pr o no-sfr definido no rt. o - e entr em vigor n dt de su publicção. FRANCISCO JOSÉ MITIDIERI ANEXO. NOTA TÉCNICA Nturl d Zon Tropicl úmid, bnneir (fmíli Musceæ) é cultivd entre 30 o - N e 30 o - S, normlmente em ltitudes não superiores 500 m. Em se trtndo de plnt tipicmente tropicl, exige temperturs médis elevds, lt umidde reltiv do r e, simultnemente, solo úmido. Especificmente, no que concerne à tempertur, bnneir veget bem n fix de temperturs médis mensis compreendids entre 8 o - C e 35 o - C. A bundânci e uniformidde d precipitção é requerid pr mnter o solo úmido e ssegurr umidde reltiv do r elevd. O vento é prejudicil à cultur d bnneir por frgmentr o limbo folir, reduzindo tx fotossintétic. A região Nordeste responde por cerc de 40% d áre plntd de bnn produzid no Brsil. O Estdo do Piuí produz em torno de tonelds por no. Pr o cálculo dos riscos climáticos, utilizou-se cpcidde de rmzenmento de águ pelo solo de 200 mm. A Deficiênci Hídric Médi (nul) (DEF) foi estimd de cordo com s exigêncis d bnneir. Form estbelecidos os seguintes critérios discriminntes d ptidão climátic: DEF? 200 mm Bos condições nturis pr o cultivo. 200 mm < DEF? 350 mm Insuficiênci hídric szonl, prolongndo o ciclo d cultur. Cultivo possível em várzes. 350 mm < DEF? 700 mm Deficiênci hídric centud. Cultivo possível com irrigções complementres. 700 mm < DEF Deficiênci hídric sever. Cultivo possível pens sob irrigção. Pr o estbelecimento do risco climático, foi elbordo o blnço hídrico no no pr cd posto pluviométrico. A nálise do risco pr o cultivo d bnneir, em condições nturis (sem irrigção), foi bsed n freqüênci de ocorrênci de vlores d deficiênci hídric nul (DEF), iguis ou inferiores 350 mm em cd posto pluviométrico d áre estudd. Risco Bixo Médio Alto Critério mis de 70% dos nos estuddos presentrm DEF? 350 mm 50 70% dos nos estuddos presentrm DEF? 350 mm DEF? 350 mm em menos de 50% do nos estuddos Pel metodologi utilizd, todos os municípios do Estdo form considerdos como tendo lto risco climático pr cultivo em condições nturis (não irrigdo) d bnneir. No entnto, o cultivo irrigdo pode ser prticdo, desde que stisfeits s exigêncis de solo. Os Solos Tipo, de textur renos, não form indicdos como ptos o cultivo, por presentrem bix cpcidde de retenção de águ e lt probbilidde de quebr de rendimento ds lvours por ocorrênci de déficit hídrico. 2. TIPOS DE SOLOS APTOS AO CULTIVO O zonemento grícol de risco climático pr o Estdo do Piuí contempl como ptos o cultivo de bnn os solos Tipos 2 e 3, especificdos n Instrução Normtiv n o - 0, de 4 de junho de 2005, publicd no DOU, de 6 de junho de 2005, Seção, págin 2, lterd pr Instrução Normtiv n o - 2, trvés de retificção publicd no DOU, de 7 de junho de 2005, Seção, págin 6, que presentm s seguintes crcterístics: Tipo 2: solos com teor de rgil entre 5 e 35% e menos de 70% de rei, com profundidde igul ou superior 50 cm; e Tipo 3: ) solos com teor de rgil mior que 35%, com profundidde igul ou superior 50 cm; e b) solos com menos de 35% de rgil e menos de 5% de rei (textur siltos), com profundidde igul ou superior 50 cm. Critérios pr profundidde de mostrgem: N determinção d quntidde de rgil e de rei existentes nos solos, visndo o seu enqudrmento nos diferentes tipos previstos no zonemento de risco climático, recomend-se que: ) mostrgem de solos sej feit n cmd de 0 50 cm de profundidde; b) nos csos de solos com grndes diferençs de textur (por exemplo, renoso/rgiloso, rgiloso/muito rgiloso), dentro d cmd de 0 50 cm, est sej subdividid em tnts cmds qunts forem necessáris pr determinr quntidde de rei e rgil em cd um dels; c) o enqudrmento de solos com grndes diferençs de textur n cmd de 0 50 cm, leve em cont quntidde de rgil e de rei existentes n subcmd de mior espessur; d) s mostrs sejm devidmente identificds e encminhds um lbortório de solos que grnt um pdrão de qulidde ns nálises relizds. Pr o uso dos solos, deve-se observr legislção reltiv às áres de preservção permnente. 3. CULTIVARES INDICADAS Ficm indicds no Zonemento Agrícol de Risco Climático pr cultur de bnn, s cultivres de bnn registrds no Registro Ncionl de Cultivres (RNC) do Ministério d Agricultur, Pecuári e Abstecimento, tendids s indicções ds regiões de dptção, em conformidde com s recomendções dos respectivos obtentores/detentores (mntenedores). Not: Devem ser utilizds no plntio muds produzid em conformidde com legislção brsileir sobre sementes e muds (Lei n o - 0.7, de 5 de gosto de 2003, e Decreto n o , de 23 de gosto de 2004). 4. RELAÇÃO DOS MUNICÍPIOS APTOS AO CULTIVO SOB IRRIGAÇÃO E PERÍODOS INDICADOS PARA PLANTIO Período de plntio: o - de jneiro 3 de dezembro, nos solos tipos e 2. A relção de municípios do Estdo do Piuí ptos o cultivo de bnn, suprimidos todos os outros onde cultur não é indicd, foi clcd em ddos disponíveis por ocsião d su elborção. Se lgum município mudou de nome ou foi crido um novo, em rzão de emncipção de um dqueles d listgem bixo, tods s indicções são idêntics às do município de origem, té que nov relção o inclu formlmente. MUNICÍPIOS: Acuã, Agricolândi, Águ Brnc, Algoinh do Piuí, Alegrete do Piuí, Alto Long, Altos, Alvord do Gurguéi, Amrnte, Angicl do Piuí, Anísio de Abreu, Antônio Almeid, Arozes, Arril, Assunção do Piuí, Avelino Lopes, Bix Grnde do Ribeiro, Brr D'Alcântr, Brrs, Brreirs do Piuí, Brro Duro, Btlh, Bel Vist do Piuí, Belém do Piuí, Beneditinos, Bertolíni, Betâni do Piuí, Bo Hor, Bocin, Bom Jesus, Bom Princípio do Piuí, Bonfim do Piuí, Boqueirão do Piuí, Brsileir, Brejo do Piuí, Buriti dos Lopes, Buriti dos Montes, Cbeceirs do Piuí, Cjzeirs do Piuí, Cjueiro d Pri, Cldeirão Grnde do Piuí, Cmpins do Piuí, Cmpo Alegre do Fidlgo, Cmpo Grnde do Piuí, Cmpo Lrgo do Piuí, Cmpo Mior, Cnvieir, Cnto do Buriti, Cpitão de Cmpos, Cpitão Gervásio Oliveir, Crcol, Crúbs do Piuí, Cridde do Piuí, Cstelo do Piuí, Cxingó, Cocl, Cocl de Telh, Cocl dos Alves, Coivrs, Colôni do Gurguéi, Colôni do Piuí, Conceição do Cnindé, Coronel José Dis, Corrente, Cristlândi do Piuí, Cristino Cstro, Curimtá, Curris, Currlinhos, Currl Novo do Piuí, Demervl Lobão, Dirceu Arcoverde, Dom Expedito Lopes, Domingos Mourão, Dom Inocêncio, Elesbão Veloso, Eliseu Mrtins, Esperntin, Frtur do Piuí, Flores do Piuí, Florest do Piuí, Florino, Frncinópolis, Frncisco Ayres, Frncisco Mcedo, Frncisco Sntos, Fronteirs, Geminino, Gilbués, Gudlupe, Guribs, Hugo Npoleão, Ilh Grnde, Inhum, Ipirng do Piuí, Isís Coelho, Itinópolis, Itueir, Jcobin do Piuí, Jicós, Jrdim do Multo, Jtobá do Piuí, Jerumenh, João Cost, Joquim Pires, Joc Mrques, José de Freits, Juzeiro do Piuí, Júlio Borges, Jurem, Lgoinh do Piuí, Lgo Alegre, Lgo do Brro do Piuí, Lgo de São Frncisco, Lgo do Piuí, Lgo do Sítio, Lndri Sles, Luís Correi, Luzilândi, Mdeiro, Mnoel Emídio, Mrcolândi, Mrcos Prente, Msspê do Piuí, Mtis Olímpio, Miguel Alves, Miguel Leão, Milton Brndão, Monsenhor Gil, Monsenhor Hipólito, Monte Alegre do Piuí, Morro Cbeç no Tempo, Morro do Chpéu do Piuí, Murici dos Portels, Nzré do Piuí, Noss Senhor de Nzré, Noss Senhor dos Remédios, Novo Oriente do Piuí, Novo Snto Antônio, Oeirs, Olho D'Águ do Piuí, Pdre Mrcos, Pes Lndim, Pjeú do Piuí, Plmeir do Piuí, Plmeiris, Pquetá, Prnguá, Prníb, Pssgem Frnc do Piuí, Ptos do Piuí, Pu D'Arco do Piuí, Pulistn, Pvussu, Pedro II, Pedro Lurentino, Nov Snt Rit, Picos, Pimenteirs, Pio IX, Pircuruc, Piripiri, Porto, Porto Alegre do Piuí, Prt do Piuí, Queimd Nov, Redenção do Gurguéi, Regenerção, Richo Frio, Ribeir do Piuí, Ribeiro Gonçlves, Rio Grnde do Piuí, Snt Cruz do Piuí, Snt Cruz dos Milgres, Snt Filomen, Snt Luz, Sntn do Piuí, Snt Ros do Piuí, Snto Antônio de Lisbo, Snto Antônio dos Milgres, Snto Inácio do Piuí, São Brz do Piuí, São Félix do Piuí, São Frncisco de Assis do Piuí, São Frncisco do Piuí, São Gonçlo do Gurguéi, São Gonçlo do Piuí, São João d Cnbrv, São João d Fronteir, São João d Serr, São João d Vrjot, São João do Arril, São João do Piuí, São José do Divino, São José do Peixe, São José do Piuí, São Julião, São Lourenço do Piuí, São Luis do Piuí, São Miguel d Bix Grnde, São Miguel do Fidlgo, São Miguel do Tpuio, São Pedro do Piuí, São Rimundo Nonto, Sebstião Brros, Sebstião Lel, Sigefredo Pcheco, Simões, Simplício Mendes, Socorro do Piuí, Sussupr, Tmboril do Piuí, Tnque do Piuí, Teresin, União, Uruçuí, Vlenç do Piuí, Várze Brnc, Várze Grnde, Ver Mendes, Vil Nov do Piuí e Wll Ferrz. PORTARIA 58, DE 5 DE SETEMBRO DE 2007 O COORDENADOR-GERAL DE ZONEAMENTO AGRO- PECUÁRIO, no uso de sus tribuições e competêncis estbelecids pels Portris n 440, de 24 de outubro de 2005, publicd no Diário Oficil d União de 25 de outubro de 2005, e n o - 7, de 6 de jneiro de 2006, publicd no Diário Oficil d União, de 9 de jneiro de 2006, e observdo, no que couber, o contido n Instrução Normtiv n o -, de 29 de gosto de 2006, d Secretri de Polític Agrícol, publicd no Diário Oficil d União de 6 de setembro de 2006, resolve: Art. o - Aprovr o Zonemento Agrícol pr cultur de rroz de sequeiro no Estdo de Rondôni, no-sfr 2007/2008, conforme nexo. Art. 2 o - Est Portri tem vigênci específic pr o no-sfr definido no rt. o - e entr em vigor n dt de su publicção. FRANCISCO JOSÉ MITIDIERI

4 <!ID > 4 ISSN Nº 76, qurt-feir, 2 de setembro de 2007 ANEXO. NOTA TÉCNICA O Estdo de Rondôni, nos últimos dez nos, registrou umento tnto n áre plntd como n produção e, tulmente, já ocup posição de destque no cenário ncionl n produção de rroz (Oryz stiv L.) de terrs lts. Isso conteceu grçs um impulso d gricultur mecnizd, conduzid por grndes produtores, e à difusão de novs vrieddes, com melhor rendimento industril e comercilmente mis vlorizdo pelo mercdo. O rroz de sequeiro é um ds culturs mis influencids pels condições climátics. Em gerl, qundo s exigêncis d cultur são stisfeits, obtêm-se bons níveis de produtividde. Entretnto, qundo isso não ocorre, podem-se esperr frustrções de sfrs, que serão proporcionis à durção e à intensidde ds condições meteorológics dverss. Pr diminuir os efeitos negtivos decorrentes d redução hídric, torn-se necessário semer em períodos, nos quis fse de florescimento-enchimento de grãos coincide com um mior ofert pluvil. Objetivou-se, com o zonemento grícol, definir s áres e os períodos mis propridos o cultivo do rroz de sequeiro no Estdo de Rondôni. Pr isso, utilizou-se um modelo de blnço hídrico d cultur pr períodos de dez dis. Resslt-se que por se trtr de um modelo groclimático, prte-se do pressuposto de que não ocorrerão limitções qunto à fertilidde dos solos e dnos às plnts devido à ocorrênci de prgs e doençs. O blnço hídrico foi relizdo com o uso ds seguintes vriáveis: ) precipitção pluvil - form utilizds s séries de ddos diários de chuv, registrdos em estções durnte 5 nos. b) evpotrnspirção potencil - evpotrnspirção potencil foi estimd pel equção de Penmm; c) coeficientes culturis obtidos pr períodos decendiis durnte todo o ciclo ds cultivres; d) disponibilidde máxim de águ no solo - estimd em função d profundidde efetiv ds rízes e d Cpcidde de Águ Disponível dos solos. Considerrm-se os solos Tipo (textur renos), Tipo 2 (textur médi) e Tipo 3 (textur rgilos), com cpcidde de rmzenmento de águ de 30 mm, 50 mm e 70 mm, respectivmente. d) ciclo e fses fenológics d cultur - form utilizds cultivres de ciclo curto e médio. Considerou-se um período crítico (florção/enchimento de grãos) de 35 dis, compreendido entre o 65 e o 00 di pós emergênci pr cultivres de ciclo curto, e entre o 85 e o 20 di pr cultivres de ciclo médio. Form relizds simulções pr 2 períodos de semedur, espçdos de 0 dis, nos meses de setembro dezembro. Pr cd dt, o modelo estimou os índices de stisfção d necessidde de águ (ISNA), definidos como sendo relção existente entre evpotrnspirção rel (ETr) e evpotrnspirção máxim (ETm) pr cd fse fenológic d cultur e pr cd estção pluviométric. Em seguid, form plicds funções freqüenciis pr obtenção de 80% de ocorrênci dos índices. Posteriormente, os vlores de ISNA form georeferencidos por meio d ltitude e longitude e, com utilizção de um sistem de informções geográfics (SIG), form espcilizdos pr determinção dos mps temáticos que representm s melhores dts de semedur d cultur do rroz de sequeiro em Rondôni. Pr isso, form dotdos os seguintes critérios: ) ISNA? 0,55): áres inpts (lto risco climático); b) 0,55 < ISNA < 0,65: áres intermediáris (médio risco climático); e c) ISNA? 0,65: áres fvoráveis (bixo risco climático). Em função ds clsses de risco climático, o município foi considerdo pto pr plntio qundo o vlor de ETr/ETm presentou-se mior que 0,65. Com bse ns nálises relizds, observou-se que s dts de semedur do rroz de sequeiro form semelhntes pr s cultivres de ciclos curto e médio nos três tipos de solos recomenddos. Em virtude d lt vribilidde espço-temporl ds chuvs no Estdo, semedur só deve ser relizd se, n dt indicd pelo zonemento, o solo presentr umidde suficiente pr germinção e o desenvolvimento inicil ds plnts. 2. TIPOS DE SOLOS APTOS AO CULTIVO O zonemento grícol de risco climático pr o Estdo de Rondôni contempl como ptos o cultivo de rroz de sequeiro os solos Tipos, 2 e 3, especificdos n Instrução Normtiv n o - 0, de 4 de junho de 2005, publicd no DOU, de 6 de junho de 2005, Seção, págin 2, lterd pr Instrução Normtiv n o - 2, trvés de retificção publicd no DOU, de 7 de junho de 2005, Seção, págin 6, que presentm s seguintes crcterístics: Tipo : solos com teor de rgil mior que 0% e menor ou igul 5%, com profundidde igul ou superior 50 cm; ou teor de rgil entre 5 e 35% e com menos de 70% de rei, que presentm diferenç de textur o longo dos primeiros 50 cm d cmd de solo, e com profundidde igul ou superior 50 cm; Tipo 2: solos com teor de rgil entre 5 e 35% e menos de 70% de rei, com profundidde igul ou superior 50 cm; e Tipo 3: ) solos com teor de rgil mior que 35%, com profundidde igul ou superior 50 cm; e b) solos com menos de 35% de rgil e menos de 5% de rei (textur siltos), com profundidde igul ou superior 50 cm. Critérios pr profundidde de mostrgem: N determinção d quntidde de rgil e de rei existentes nos solos, visndo o seu enqudrmento nos diferentes tipos previstos no zonemento de risco climático, recomend-se que: ) mostrgem de solos sej feit n cmd de 0 50 cm de profundidde; b) nos csos de solos com grndes diferençs de textur (por exemplo, renoso/rgiloso, rgiloso/muito rgiloso), dentro d cmd de 0 50 cm, est sej subdividid em tnts cmds qunts forem necessáris pr determinr quntidde de rei e rgil em cd um dels; c) o enqudrmento de solos com grndes diferençs de textur n cmd de 0 50 cm, leve em cont quntidde de rgil e de rei existentes n subcmd de mior espessur; d) s mostrs sejm devidmente identificds e encminhds um lbortório de solos que grnt um pdrão de qulidde ns nálises relizds. Pr o uso dos solos, deve-se observr legislção reltiv às áres de preservção permnente. 3. TABELA DE PERÍODOS DE SEMEADURA Períodos Dts o o o o Meses Jneiro Fevereiro Mrço Abril Períodos Dts o o o o Meses Mio Junho Julho Agosto Períodos Dts o o o o Meses Setembro Outubro Novembro Dezembro 4. CULTIVARES INDICADAS PELOS OBTENTO- RES/MANTENEDORES Ciclo Curto: AGRO NORTE - AN Cmbrá, ANSB Sucupir*; EMBRAPA - BRS Primver, BRS Bonnç, BRS Sobern, BRS Arom, BRS Sertnej, BRS Pepit e BRS Monrc.Ciclo Médio: AGRO NORTE - CIRAD 4 e BEST 2000*; EMBRAPA - BRSMG Curing e BRS Tlento; EMBRAPA/AGÊNCIA RURAL - Mrvilh e BRS Cripun. *(em ltitudes superiores 600 m com temperturs noturns inferiores 2 o - C somente é recomenddo pr plntios no período de 20/0 30/0 e 20/ 30/). Nots: ) Informções complementres sobre s crcterístics gronômics, região de dptção e reção ftores dversos ds cultivres de rroz de sequeiro indicds, estão especificds e disponibilizds n Coordenção-Gerl de Zonemento Agropecuário, loclizd n Esplnd dos Ministérios, Bloco D, 6 o - ndr, sl 646, CEP Brsíli - DF e no endereço eletrônico u l t u r. g o v. b r. 2) Devem ser utilizds no plntio sementes produzids em conformidde com legislção brsileir sobre sementes e muds (Lei n o - 0.7, de 5 de gosto de 2003, e Decreto n o , de 23 de gosto de 2004). 5. RELAÇÃO DOS MUNICÍPIOS APTOS AO CULTIVO E PERÍODOS INDICADOS PARA SEMEADURA A relção de municípios do Estdo de Rondôni ptos o cultivo de rroz de sequeiro, suprimidos todos os outros onde cultur não é indicd, foi clcd em ddos disponíveis por ocsião d su elborção. Se lgum município mudou de nome ou foi crido um novo, em rzão de emncipção de um dqueles d listgem bixo, tods s indicções são idêntics às do município de origem, té que nov relção o inclu formlmente. A époc de semedur indicd pr cd município não será prorrogd ou ntecipd. No cso de ocorrer lgum evento típico que impeç semedur ns épocs indicds, recomend-se os produtores não efetivrem implntção d lvour nest sfr. As áres de cultivo de cd município deverão obedecer o ZONEAMENTO SÓCIO - ECONÔMICO - ECOLÓGICO DO ES- TADO DE RONDÔNIA - ZSEE, provdo pel Comissão do Zonemento Ecológico-Econômico do Território Ncionl e pelo Conselho Ncionl do Meio Ambiente, que definiu zon, Áres de Usos Consoliddos como prioritáris pr gropecuári (Decreto n o /2002, Lei Complementr Estdul n o - 32/2005 e Decreto n o de 5 de gosto de 2006). MUNICÍPIOS CICLOS: CURTO e MÉDIO SOLOS: TIPOS, 2 e 3 PERÍODOS Alt Florest d'oeste Alto Alegre dos Precis Alto Príso Alvord d'oeste Ariquemes Buritis Cbixi Cculândi Ccol Cmpo Novo de Rondôni Cndeis do Jmri Cstnheirs Cerejeirs Chupingui Colordo do Oeste Corumbir Cost Mrques Cujubim Espigão d'oeste Governdor Jorge Teixeir Gujrá-Mirim Itpuã do Oeste Jru Ji-Prná Mchdinho d'oeste Ministro Andrezz Mirnte d Serr Monte Negro Nov Brsilândi d'oeste Nov Mmoré Nov União Novo Horizonte do Oeste Ouro Preto do Oeste Precis Piment Bueno Pimenteirs do Oeste Porto Velho Presidente Médici Primver de Rondôni Rio Crespo Rolim de Mour Snt Luzi d'oeste São Felipe d'oeste São Frncisco do Guporé São Miguel do Guporé Seringueirs Te i x e i r ó p o l i s Theobrom Urupá Vle do Anri Vle do Príso Vi l h e n PORTARIA 59, DE 5 DE SETEMBRO DE 2007 O COORDENADOR-GERAL DE ZONEAMENTO AGRO- PECUÁRIO, no uso de sus tribuições e competêncis estbelecids pels Portris n 440, de 24 de outubro de 2005, publicd no Diário Oficil d União de 25 de outubro de 2005, e n o - 7, de 6 de jneiro de 2006, publicd no Diário Oficil d União, de 9 de jneiro de 2006, resolve: Art. o - Aprovr o Zonemento Agrícol pr cultur de mndioc no Estdo do Espírito Snto, no-sfr 2007/2008, conforme nexo. Art. 2 o - Est Portri tem vigênci específic pr o no-sfr definido no rt. o - e entr em vigor n dt de su publicção. FRANCISCO JOSÉ MITIDIERI ANEXO. NOTA TÉCNICA A mndioc Mnihot utilissim, Pohl (Mnihot esculent, Crntz) é o limento básico de prte significtiv dos brsileiros. A cultur present lto potencil de rendimento, bix exigênci em insumos, reltiv tolerânci à cidez e o lumínio tóxico. A plnt, que tem ciclo de cultivo bi-nul, requer clim quente. Temperturs médis nuis do r entre 8 o - C e 35 o - C são dequds à cultur. Índices pluviométricos nuis entre 000 mm e 500 mm são ideis pr o cultivo d mndioc. O período de mior sensibilidde d cultur o estresse hídrico situ-se entre 30 e 50 dis pós o plntio, d fse do enrizmento à tuberizção. Como o principl produto d mndioc são s rízes, cultur necessit de solos profundos e friáveis, sendo ideis os solos renosos ou de textur médi, por possibilitrem um fácil crescimento ds rízes, pel bo drengem e pel fcilidde de colheit. Os solos muito rgilosos, pesr de serem indicdos nos estudos do zonemento groclimático não devem ser os mis preferidos pelos produtores, pois, por serem mis compctos, dificultm o crescimento ds rízes, presentm mior risco de enchrcmento e de podrecimento ds rízes e dificultm colheit, principlmente se el coincidir com époc sec. A époc de plntio dequd é importnte pr produção d mndioc, principlmente pel relção com presenç de umidde no solo, necessári pr brotção ds mnivs e enrizmento. A flt de umidde durnte os primeiros meses pós o plntio cus perds n brotção e n produção, enqunto que o excesso, em solos ml drendos, prejudic brotção e fvorece podridão de rízes. Objetivou-se, com o zonemento grícol, identificr s áres de menor risco climático e definir s melhores épocs de plntio pr cultur d mndioc no Estdo do Espírito Snto. Pr delimitção ds áres fvoráveis o cultivo de mndioc no Estdo do Espírito Snto, foi utilizdo o seguinte critério climático: Tempertur Médi Anul mior que 9 o C e Índice Hídrico Anul (IH) inferior 00, determindo segundo metodologi propost por Thornthwite e Mther (957). O Índice Hídrico nul (IH) lev em cont os excedentes hídricos (EXC) cumuldos no período chuvoso, bem como s eventuis deficiêncis hídrics (DEF), cumulds no período seco do no.

5 Nº 76, qurt-feir, 2 de setembro de ISSN O estbelecimento do risco climático foi elbordo prtir do blnço hídrico nul pr cd posto pluviométrico, com utilizção de séries pluviométrics com mis de 5 nos de ddos diários disponíveis no Estdo. Utilizrm-se s cpciddes de rmzenmento de águ de 75 mm, 00 mm e 25 mm nos primeiros 00 cm dos solos Tipos, 2 e 3, respectivmente. Como critério indictivo do município pr o cultivo d mndioc em condição de sequeiro, considerou-se existênci de 20% ou mis de áre, com 60% ou mis de probbilidde de ocorrênci de condições climátics dequds o bom desenvolvimento d cultur. 2. TIPOS DE SOLOS APTOS AO CULTIVO O zonemento grícol de risco climático pr o Estdo do Espírito Snto contempl como ptos o cultivo de mndioc os solos Tipos, 2 e 3, especificdos n Instrução Normtiv n o - 0, de 4 de junho de 2005, publicd no DOU, de 6 de junho de 2005, Seção, págin 2, lterd pr Instrução Normtiv n o - 2, trvés de retificção publicd no DOU, de 7 de junho de 2005, Seção, págin 6, que presentm s seguintes crcterístics: Tipo : solos com teor de rgil mior que 0% e menor ou igul 5%, com profundidde igul ou superior 50 cm; ou teor de rgil entre 5 e 35% e com menos de 70% de rei, que presentm diferenç de textur o longo dos primeiros 50 cm d cmd de solo, e com profundidde igul ou superior 50 cm. Tipo 2: solos com teor de rgil entre 5 e 35% e menos de 70% de rei, com profundidde igul ou superior 50 cm; e Tipo 3: ) solos com teor de rgil mior que 35%, com profundidde igul ou superior 50 cm; e b) solos com menos de 35% de rgil e menos de 5% de rei (textur siltos), com profundidde igul ou superior 50 cm. Critérios pr profundidde de mostrgem: N determinção d quntidde de rgil e de rei existentes nos solos, visndo o seu enqudrmento nos diferentes tipos previstos no zonemento de risco climático, recomend-se que: ) mostrgem de solos sej feit n cmd de 0 50 cm de profundidde; b) nos csos de solos com grndes diferençs de textur (por exemplo, renoso/rgiloso, rgiloso/muito rgiloso), dentro d cmd de 0 50 cm, est sej subdividid em tnts cmds qunts forem necessáris pr determinr quntidde de rei e rgil em cd um dels; c) o enqudrmento de solos com grndes diferençs de textur n cmd de 0 50 cm, leve em cont quntidde de rgil e de rei existentes n subcmd de mior espessur; d) s mostrs sejm devidmente identificds e encminhds um lbortório de solos que grnt um pdrão de qulidde ns nálises relizds. Pr o uso dos solos, deve-se observr legislção reltiv às áres de preservção permnente. 3. CULTIVARES INDICADAS Ficm indicds no Zonemento Agrícol de Risco Climático pr cultur de mndioc no Estdo do Espírito Snto, s cultivres de mndioc registrds no Registro Ncionl de Cultivres (RNC) do Ministério d Agricultur, Pecuári e Abstecimento, tendids s indicções ds regiões de dptção em conformidde com s recomendções dos respectivos obtentores/detentores (mntenedores). Not: Devem ser utilizdos no plntio mteriis produzidos em conformidde com legislção brsileir sobre sementes e muds (Lei n o - 0.7, de 5 de gosto de 2003, e Decreto n o , de 23 de gosto de 2004). 4. PERÍODO INDICADO PARA PLANTIO E RELAÇÃO DE MUNICÍPIOS APTOS AO CULTIVO Período de plntio: o - de setembro 3 de outubro, nos solos tipos, 2 e 3, pr vrieddes mes e indústri. A relção de municípios do Estdo do Espírito Snto ptos o cultivo de mndioc, suprimidos todos os outros onde cultur não é indicd, foi clcd em ddos disponíveis por ocsião d su elborção. Se lgum município mudou de nome ou foi crido um novo, em rzão de emncipção de um dqueles d listgem bixo, tods s indicções são idêntics às do município de origem, té que nov relção o inclu formlmente. MUNICÍPIOS: Afonso Cláudio, Águ Doce do Norte, Águi Brnc, Alegre, Alfredo Chves, Alto Rio Novo, Anchiet, Apicá, Arcruz, Atilio Vivcqu, Bixo Gundu, Brr de São Frncisco, Bo Espernç, Bom Jesus do Norte, Brejetub, Cchoeiro de Itpemirim, Cricic, Cstelo, Coltin, Conceição d Brr, Conceição do Cstelo, Divino de São Lourenço, Domingos Mrtins, Dores do Rio Preto, Ecoporng, Fundão, Governdor Lindenberg, Guçuí, Gurpri, Ibtib, Ibirçu, Ibitirm, Iconh, Irupi, Itguçu, Itpemirim, Itrn, Iún, Jguré, Jerônimo Monteiro, João Neiv, Lrnj d Terr, Linhres, Mntenópolis, Mrtízes, Mrechl Florino, Mrilândi, Mimoso do Sul, Montnh, Mucurici, Muniz Freire, Muqui, Nov Venéci, Pncs, Pedro Cnário, Pinheiros, Piúm, Ponto Belo, Presidente Kennedy, Rio Bnnl, Rio Novo do Sul, Snt Leopoldin, Snt Mri de Jetibá, Snt Teres, São Domingos do Norte, São Gbriel d Plh, São José do Clçdo, São Mteus, São Roque do Cnã, Serr, Sooretm, Vrgem Alt, Vend Nov do Imigrnte, Vin, Vil Pvão, Vil Vlério e Vil Velh. <!ID > PORTARIA 60, DE 5 DE SETEMBRO DE 2007 O COORDENADOR-GERAL DE ZONEAMENTO AGRO- PECUÁRIO, no uso de sus tribuições e competêncis estbelecids pels Portris n 440, de 24 de outubro de 2005, publicd no Diário Oficil d União de 25 de outubro de 2005, e n o - 7, de 6 de jneiro de 2006, publicd no Diário Oficil d União, de 9 de jneiro de 2006, resolve: Art. o - - Aprovr o Zonemento Agrícol pr cultur de mndioc no Distrito Federl, no-sfr 2007/2008, conforme nexo. Art. 2 o - - Est Portri tem vigênci específic pr o nosfr definido no rt. o - e entr em vigor n dt de su publicção. FRANCISCO JOSÉ MITIDIERI ANEXO. NOTA TÉCNICA A mndioc Mnihot utilissim, Pohl (Mnihot esculent, Crntz) é um limento básico e trdicionl no Pís. Além do consumo humno, pode ser usd n limentção de nimis domésticos (bovinos, ves, cprinos, ovinos e suínos). A cultur present lto potencil de rendimento, bix exigênci em insumos, reltiv tolerânci à cidez e o lumínio tóxico. A plnt, que tem ciclo de cultivo bi-nul, requer clim quente, sendo que temperturs do r (médis nuis) entre 8 o - Ce 35 o - C são dequds à cultur. Índices pluviométricos nuis entre 000 mm e 500 mm são ideis pr o cultivo d mndioc. Como o principl produto d mndioc são s rízes, cultur necessit de solos profundos e friáveis, sendo ideis os solos renosos ou de textur médi, por possibilitrem um fácil crescimento ds rízes. Objetivou-se, com o zonemento grícol, identificr s áres do Distrito Federl com menor risco climático pr o cultivo d mndioc. Foi utilizdo o seguinte critério de risco pr o cultivo d mndioc em condições de sequeiro no Distrito Federl: Tempertur Médi Anul mior ou igul 9 o - C e Índice Hídrico Anul (IH) inferior 00. O índice Hídrico Anul (IH), determindo prtir de blnço hídrico, lev em cont os excedentes hídricos (EXC) cumuldos no período chuvoso, bem como s eventuis deficiêncis hídrics (DEF), cumulds no período seco do no. O risco climático foi clculdo prtir do blnço hídrico nul pr cd posto pluviométrico, com utilizção de séries pluviométrics com mis de 5 nos de ddos diários disponíveis no Distrito Federl: Os solos form clssificdos em três clsses, de cordo com porcentgem de águ disponível n zon rdiculr, considerndo-se s Cpciddes de Armzenmento (CADs) de 75 mm, 00 mm e 50 mm pr os solos tipo, tipo 2 e tipo 3, respectivmente. O sistem de produção de mndioc no Distrito Federl permite colheits em períodos diferencidos, de cordo com su utilizção, ou sej, pr mndioc de mes, colheits prtir do 7 o - o 4 o - mês do plntio e, pr mndioc pr fins industriis, colheit do 6 o - os 24 o - mês, com dois ciclos vegettivos de crescimento. A nálise dos ddos permitiu identificr que s dts de plntio com menor risco climático pr cultur de mndioc form idêntics pr os três tipos de solos e vrieddes estudds. 2. TIPOS DE SOLOS APTOS AO CULTIVO O zonemento grícol de risco climático pr o Distrito Federl contempl como ptos o cultivo de mndioc, os solos Tipos, 2 e 3, especificdos n Instrução Normtiv n o - 0, de 4 de junho de 2005, publicd no DOU, de 6 de junho de 2005, Seção, págin 2, lterd pr Instrução Normtiv n o - 2, trvés de retificção publicd no DOU, de 7 de junho de 2005, Seção, págin 6, que presentm s seguintes crcterístics: Tipo : solos com teor de rgil mior que 0% e menor ou igul 5%, com profundidde igul ou superior 50 cm; ou teor de rgil entre 5 e 35% e com menos de 70% de rei, que presentm diferenç de textur o longo dos primeiros 50 cm d cmd de solo, e com profundidde igul ou superior 50 cm. Tipo 2: solos com teor de rgil entre 5 e 35% e menos de 70% de rei, com profundidde igul ou superior 50 cm; e Tipo 3: ) solos com teor de rgil mior que 35%, com profundidde igul ou superior 50 cm; e b) solos com menos de 35% de rgil e menos de 5% de rei (textur siltos), com profundidde igul ou superior 50 cm. Pr o uso dos solos, deve-se observr legislção reltiv às áres de preservção permnente. 3. CULTIVARES INDICADAS Ficm indicds no Zonemento Agrícol de Risco Climático pr cultur de mndioc no Distrito Federl, s cultivres de mndioc registrds no Registro Ncionl de Cultivres (RNC) do Ministério d Agricultur, Pecuári e Abstecimento, tendids s indicções ds regiões de dptção, em conformidde com s recomendções dos respectivos obtentores/detentores (mntenedores). Not: Devem ser utilizdos no plntio mteriis de propgção produzidos em conformidde com legislção brsileir sobre sementes e muds (Lei n o - 0.7, de 5 de gosto de 2003, e Decreto n o , de 23 de gosto de 2004). 4. PERÍODO DE PLANTIO: o - de outubro 30 de novembro, nos solos Tipos, 2 e 3 pr cultivres de mes e indústri. A époc de plntio indicd pr o Distrito Federl, não será prorrogd ou ntecipd. No cso de ocorrer lgum evento típico que impeç o plntio ns épocs indicds, recomend-se os produtores não efetivrem implntção d lvour nest sfr. <!ID > PORTARIA 6, DE 5 DE SETEMBRO DE 2007 O COORDENADOR-GERAL DE ZONEAMENTO AGRO- PECUÁRIO, no uso de sus tribuições e competêncis estbelecids pels Portris n 440, de 24 de outubro de 2005, publicd no Diário Oficil d União de 25 de outubro de 2005, e n o - 7, de 6 de jneiro de 2006, publicd no Diário Oficil d União, de 9 de jneiro de 2006, resolve: Art. o - Aprovr o Zonemento Agrícol pr cultur de mndioc no Estdo do Goiás, no-sfr 2007/2008, conforme nexo. Art. 2 o - Est Portri tem vigênci específic pr o no-sfr definido no rt. o - e entr em vigor n dt de su publicção. FRANCISCO JOSÉ MITIDIERI ANEXO. NOTA TÉCNICA Grnde importânci tem sido dd à mndioc Mnihot utilissim, Pohl (Mnihot esculent, Crntz) nos últimos nos no Estdo de Goiás, devido o seu grnde potencil de industrilizção no que diz respeito à frinh e à fécul, lém d trnsformção em midos modificdos. A époc de plntio dequd é importnte pr produção d mndioc, principlmente pel relção com presenç de umidde no solo, necessári pr brotção ds mnivs e enrizmento. A flt de umidde durnte os primeiros meses pós o plntio cus perds n brotção e n produção, enqunto que o excesso, em solos ml drendos, prejudic brotção e fvorece podridão de rízes. Objetivou-se, com o zonemento grícol, identificr s áres de menor risco climático e definir s melhores épocs de plntio pr cultur de mndioc no Estdo de Goiás. Form estbelecidos os seguintes critérios discriminntes de ptidão climátic, bsedos no índice hídrico nul (IH) e n tempertur médi nul (TMnul), em confronto com s exigêncis d mndioc: ) IH? 00 e TMnul? 9 o - C - Aptidão, sem limitções climátics; 2) IH? 00 e TMnul? 9 o - C - Inptidão; e 3) IH > 00 e TMnul?9 o - C - Inptidão. Considerou-se o Índice Hídrico Anul (IH) que lev em cont os excedentes hídricos (EXC) cumuldos no período chuvoso, bem como s eventuis deficiêncis hídrics (DEF), cumulds no período seco do no. O estbelecimento do risco climático foi elbordo prtir do clculo do blnço hídrico nul pr cd posto pluviométrico. Pr isso, form utilizds séries pluviométrics com mis de 5 nos de ddos diários disponíveis no Estdo. Os solos form clssificdos em três clsses, de cordo com porcentgem de águ disponível n zon rdiculr, considerndo-se s Cpciddes de Armzenmento (CADs) de 75 mm, 00 mm e 50 mm pr os solos tipo, tipo 2 e tipo 3, respectivmente. O sistem de produção d mndioc no Estdo de Goiás permite colheits em períodos diferencidos, de cordo com su utilizção, ou sej, pr mndioc de mes, colheits prtir do 7 o - o 4 o - mês do plntio e, pr mndioc pr fins industriis, colheit do 6 o - os 24 o - mês, com dois ciclos vegettivos de crescimento. A nálise dos ddos permitiu identificr que s dts de plntio com menor risco climático pr cultur de mndioc form idêntics pr os três tipos de solo e vrieddes estudds. A seguir, estão relciondos os tipos de solos, bem como os municípios com bixo risco pr o cultivo d mndioc no Estdo de Goiás e os respectivos períodos de plntio. Em virtude d lt vribilidde espço-temporl ds chuvs no Estdo, o plntio só deve ser relizdo se, n dt indicd pelo zonemento, o solo presentr umidde suficiente pr o pegmento e desenvolvimento inicil ds plnts. 2. TIPOS DE SOLOS APTOS AO CULTIVO O zonemento grícol de risco climático pr o Estdo de Goiás contempl como ptos o cultivo de mndioc os solos Tipos, 2 e 3, especificdos n Instrução Normtiv n o - 0, de 4 de junho de 2005, publicd no DOU, de 6 de junho de 2005, Seção, págin 2, lterd pr Instrução Normtiv n o - 2, trvés de retificção publicd no DOU, de 7 de junho de 2005, Seção, págin 6, que presentm s seguintes crcterístics: Tipo : solos com teor de rgil mior que 0% e menor ou igul 5%, com profundidde igul ou superior 50 cm; ou teor de rgil entre 5 e 35% e com menos de 70% de rei, que presentm diferenç de textur o longo dos primeiros 50 cm d cmd de solo, e com profundidde igul ou superior 50 cm. Tipo 2: solos com teor de rgil entre 5 e 35% e menos de 70% de rei, com profundidde igul ou superior 50 cm; e Tipo 3: ) solos com teor de rgil mior que 35%, com profundidde igul ou superior 50 cm; e b) solos com menos de 35% de rgil e menos de 5% de rei (textur siltos), com profundidde igul ou superior 50 cm. Critérios pr profundidde de mostrgem: N determinção d quntidde de rgil e de rei existentes nos solos, visndo o seu enqudrmento nos diferentes tipos previstos no zonemento de risco climático, recomend-se que: ) mostrgem de solos sej feit n cmd de 0 50 cm de profundidde; b) nos csos de solos com grndes diferençs de textur (por exemplo, renoso/rgiloso, rgiloso/muito rgiloso), dentro d cmd de 0 50 cm, est sej subdividid em tnts cmds qunts forem necessáris pr determinr quntidde de rei e rgil em cd um dels; c) o enqudrmento de solos com grndes diferençs de textur n cmd de 0 50 cm, leve em cont quntidde de rgil e de rei existentes n subcmd de mior espessur; d) s mostrs sejm devidmente identificds e encminhds um lbortório de solos que grnt um pdrão de qulidde ns nálises relizds. Pr o uso dos solos, deve-se observr legislção reltiv às áres de preservção permnente.

6 <!ID > 6 ISSN Nº 76, qurt-feir, 2 de setembro de CULTIVARES INDICADAS Ficm indicds no Zonemento Agrícol de Risco Climático pr cultur de mndioc no Estdo de Goiás, s cultivres de mndioc registrds no Registro Ncionl de Cultivres (RNC) do Ministério d Agricultur, Pecuári e Abstecimento, tendids s indicções ds regiões de dptção em conformidde com s recomendções dos respectivos obtentores/detentores (mntenedores). Not: Devem ser utilizdos no plntio mteriis de propgção produzidos em conformidde com legislção brsileir sobre sementes e muds (Lei n o - 0.7, de 5 de gosto de 2003, e Decreto n o , de 23 de gosto de 2004). 4. PERÍODO INDICADO PARA PLANTIO E RELAÇÃO DOS MUNICÍPIOS APTOS AO CULTIVO Período de Plntio: o - de outubro 30 de novembro, nos solos Tipos, 2 e 3, pr cultivres de mes e indústri. A relção de municípios do Estdo de Goiás ptos o cultivo de mndioc, suprimidos todos os outros onde cultur não é indicd, foi clcd em ddos disponíveis por ocsião d su elborção. Se lgum município mudou de nome ou foi crido um novo, em rzão de emncipção de um dqueles d listgem bixo, tods s indicções são idêntics às do município de origem, té que nov relção o inclu formlmente. MUNICÍPIOS: Abdi de Goiás, Abdiâni, Acreún, Adelândi, Águ Fri de Goiás, Águ Limp, Águs Linds de Goiás, Alexâni, Aloândi, Alto Horizonte, Alto Príso de Goiás, Alvord do Norte, Amrlin, Americno do Brsil, Amorinópolis, Anápolis, Anhnguer, Anicuns, Aprecid de Goiâni, Aprecid do Rio Doce, Aporé, Arçu, Argrçs, Argoiâni, Argupz, Arenópolis, Arunã, Aurilândi, Avelinópolis, Bliz, Brro Alto, Bel Vist de Goiás, Bom Jrdim de Goiás, Bom Jesus de Goiás, Bonfinópolis, Bonópolis, Brzbrntes, Britâni, Buriti Alegre, Buriti de Goiás, Buritinópolis, Cbeceirs, Cchoeir Alt, Cchoeir de Goiás, Cchoeir Dourd, Cçu, Cipôni, Clds Novs, Cldzinh, Cmpestre de Goiás, Cmpinçu, Cmpinorte, Cmpo Alegre de Goiás, Cmpo Limpo de Goiás, Cmpos Belos, Cmpos Verdes, Crmo do Rio Verde, Cstelândi, Ctlão, Cturí, Cvlcnte, Ceres, Cezrin, Chpdão do Céu, Cidde Ocidentl, Coclzinho de Goiás, Colins do Sul, Córrego do Ouro, Corumbá de Goiás, Corumbíb, Cristlin, Cristinópolis, Crixás, Cromíni, Cumri, Dminópolis, Dmolândi, Dvinópolis, Diorm, Divinópolis de Goiás, Doverlândi, Edelin, Edéi, Estrel do Norte, Fin, Fzend Nov, Firminópolis, Flores de Goiás, Formos, Formoso, Gmeleir de Goiás, Goinápolis, Goindir, Goinési, Goiâni, Goinir, Goiás, Goitub, Gouvelândi, Gupó, Gurít, Gurni de Goiás, Gurinos, Heitorí, Hidrolândi, Hidrolin, Icir, Inciolândi, Indir, Inhums, Ipmeri, Ipirng de Goiás, Iporá, Isrelândi, Itberí, Itguri, Itguru, Itjá, Itpci, Itpirpuã, Itpurng, Itrumã, Ituçu, Itumbir, Ivolândi, Jndi, Jrguá, Jtí, Jupci, Jesúpolis, Joviâni, Jussr, Lgo Snt, Leopoldo de Bulhões, Luziâni, Miripotb, Mmbí, Mr Ros, Mrzgão, Mtrinchã, Murilândi, Mimoso de Goiás, Minçu, Mineiros, Moiporá, Monte Alegre de Goiás, Montes Clros de Goiás, Montividiu, Montividiu do Norte, Morrinhos, Morro Agudo de Goiás, Mossâmedes, Mozrlândi, Mundo Novo, Mutunópolis, Nzário, Nerópolis, Niquelândi, Nov Améric, Nov Auror, Nov Crixás, Nov Glóri, Nov Iguçu de Goiás, Nov Rom, Nov Venez, Novo Brsil, Novo Gm, Novo Plnlto, Orizon, Ouro Verde de Goiás, Ouvidor, Pdre Bernrdo, Plestin de Goiás, Plmeirs de Goiás, Plmelo, Plminópolis, Pnmá, Prnigur, Prún, Perolândi, Petrolin de Goiás, Pilr de Goiás, Pircnjub, Pirnhs, Pirenópolis, Pires do Rio, Plnltin, Pontlin, Porngtu, Porteirão, Portelândi, Posse, Professor Jmil, Quirinópolis, Rilm, Rinápolis, Rio Quente, Rio Verde, Rubitb, Snclerlândi, Snt Bárbr de Goiás, Snt Cruz de Goiás, Snt Fé de Goiás, Snt Helen de Goiás, Snt Isbel, Snt Rit do Argui, Snt Rit do Novo Destino, Snt Ros de Goiás, Snt Terez de Goiás, Snt Terezinh de Goiás, Snto Antônio d Brr, Snto Antônio de Goiás, Snto Antônio do Descoberto, São Domingos, São Frncisco de Goiás, São João d Prún, São João d'alinç, São Luís de Montes Belos, São Luíz do Norte, São Miguel do Argui, São Miguel do Pss Qutro, São Ptrício, São Simão, Sendor Cnedo, Serrnópolis, Silvâni, Simolândi, Sítio d'abdi, Tqurl de Goiás, Teresin de Goiás, Terezópolis de Goiás, Três Rnchos, Trindde, Trombs, Turvâni, Turvelândi, Uirpuru, Uruçu, Urun, Urutí, Vlpríso de Goiás, Vrjão, Vinópolis, Vicentinópolis, Vil Bo e Vil Propício. PORTARIA 62, DE 5 DE SETEMBRO DE 2007 O COORDENADOR-GERAL DE ZONEAMENTO AGRO- PECUÁRIO, no uso de sus tribuições e competêncis estbelecids pels Portris n 440, de 24 de outubro de 2005, publicd no Diário Oficil d União de 25 de outubro de 2005, e n o - 7, de 6 de jneiro de 2006, publicd no Diário Oficil d União, de 9 de jneiro de 2006, e observdo, no que couber, o contido n Instrução Normtiv n o -, de 29 de gosto de 2006, d Secretri de Polític Agrícol, publicd no Diário Oficil d União, de 6 de setembro de 2006, resolve: Art. o - Aprovr o Zonemento Agrícol pr cultur de milho no Estdo do Mrnhão, no-sfr 2007/2008, conforme nexo. Art. 2 o - Est Portri tem vigênci específic pr o no-sfr definido no rt. o - e entr em vigor n dt de su publicção. FRANCISCO JOSÉ MITIDIERI ANEXO. NOTA TÉCNICA A cultur do milho (Ze mys L.) é pouco tolernte à deficiênci hídric, principlmente nos períodos de florescimento e n formção dos grãos. O milho de vriedde de ciclo médio cultivdo pr produção de grãos secos consome de 400 mm 700 mm de águ em seu ciclo completo, dependendo ds condições climátics. O período de máxim exigênci é n fse do embonecmento, por isso déficits de águ que ocorrem nesse período são os que provocm miores reduções de produtividde. A époc cert de semedur é um ds prátics que desempenhm ppel de destque n obtenção de ltos níveis de produtividde, pelo fto de umentr s probbiliddes de que s fses crítics d plnt não coincidm com os períodos climáticos dversos. Objetivou-se, com o zonemento grícol, identificr s áres pts e s épocs de semedur mis proprids o cultivo de milho ns diferentes locliddes do Estdo do Mrnhão. Pr isso, foi clculdo o blnço hídrico diário, com o uso ds seguintes vriáveis: ) precipitção pluviométric - obtids ns estções disponíveis n região com, no mínimo, 5 nos de ddos diários; b) evpotrnspirção potencil - estimd pr períodos decendiis prtir ds estções climtológics disponíveis n áre; c) coeficientes culturis - obtidos pr períodos decendiis e pr todo o ciclo ds cultivres; d) ciclo e fses fenológics - considerrm-se cultivres de ciclos superprecoce, precoce, semiprecoce, médio/trdio e semitrdio. Considerou-se semedur, o crescimento, o florescimento e enchimento de grãos e colheit como s fses fenológics d cultur; e) durção do ciclo d cultur e ds fses fenológics - pr efeito de simulção o ciclo d cultur foi dividido ns seguintes fses: estbelecimento, desenvolvimento, florescimento/enchimento dos grãos e, mturção/senescênci; f) disponibilidde máxim de águ no solo - estimd em função d profundidde efetiv ds rízes e d Cpcidde de Águ Disponível dos solos. Considerrm-se os solos Tipo (textur renos), Tipo 2 (textur médi) e Tipo 3 (textur rgilos), com cpcidde de rmzenmento de águ de 20 mm, 40 mm e 60 mm, respectivmente. Form relizds simulções pr 5 períodos de semedur, espçdos de 0 dis, nos meses de outubro fevereiro. Pr cd dt, o modelo estimou os índices de stisfção d necessidde de águ (ISNA), definidos como sendo relção existente entre evpotrnspirção rel (ETr) e evpotrnspirção máxim (ETm) pr cd fse fenológic d cultur e pr cd estção pluviométric. Em seguid, plicrm-se funções freqüenciis pr obtenção d freqüênci de 80% de ocorrênci dos ISNA's. Posteriormente, esses vlores form georeferencidos por meio d ltitude e longitude e, com utilizção de um sistem de informções geográfics (SIG), form espcilizdos, interpoldos pr determinção dos mps temáticos que representm s melhores dts de semedur d cultur do milho no Estdo do Mrnhão. Pr isso, form dotdos os seguintes critérios: ) ISNA? 0,45: áres inpts (lto risco); b) 0,45 < ISNA < 0,55: áres intermediáris (médio risco); e c) ISNA? 0,55: áres fvoráveis (bixo risco). Form considerdos fvoráveis os municípios que presentvm cim de 20% do seu território dentro d fix de fvorbilidde pr o plntio. Os Solos Tipo, de textur renos, não form indicdos pr o plntio do milho no Estdo, por presentrem bix cpcidde de retenção de águ. 2. TIPOS DE SOLOS APTOS AO CULTIVO O zonemento grícol de risco climático pr o Estdo do Mrnhão contempl como ptos o cultivo de milho os solos Tipos 2 e 3, especificdos n Instrução Normtiv n o - 0, de 4 de junho de 2005, publicd no DOU, de 6 de junho de 2005, Seção, págin 2, lterd pr Instrução Normtiv n o - 2, trvés de retificção publicd no DOU, de 7 de junho de 2005, Seção, págin 6, que presentm s seguintes crcterístics: Tipo 2: solos com teor de rgil entre 5 e 35% e menos de 70% de rei, com profundidde igul ou superior 50 cm; e Tipo 3: ) solos com teor de rgil mior que 35%, com profundidde igul ou superior 50 cm; e b) solos com menos de 35% de rgil e menos de 5% de rei (textur siltos), com profundidde igul ou superior 50 cm. Critérios pr profundidde de mostrgem: N determinção d quntidde de rgil e de rei existentes nos solos, visndo o seu enqudrmento nos diferentes tipos previstos no zonemento de risco climático, recomend-se que: ) mostrgem de solos sej feit n cmd de 0 50 cm de profundidde; b) nos csos de solos com grndes diferençs de textur (por exemplo, renoso/rgiloso, rgiloso/muito rgiloso), dentro d cmd de 0 50 cm, est sej subdividid em tnts cmds qunts forem necessáris pr determinr quntidde de rei e rgil em cd um dels; c) o enqudrmento de solos com grndes diferençs de textur n cmd de 0 50 cm, leve em cont quntidde de rgil e de rei existentes n subcmd de mior espessur; d) s mostrs sejm devidmente identificds e encminhds um lbortório de solos que grnt um pdrão de qulidde ns nálises relizds. Pr o uso dos solos, deve-se observr legislção reltiv às áres de preservção permnente. 3. TABELA DE PERÍODOS DE SEMEADURA Períodos Dts o o o o Meses Jneiro Fevereiro Mrço Abril Períodos Dts o o o o Meses Mio Junho Julho Agosto Períodos Dts o o o o Meses Setembro Outubro Novembro Dezembro 4. CULTIVARES INDICADAS PELOS OBTENTO- RES/MANTENEDORES Ciclo Super Precoce: NACIONAL SEMENTES GENETICA E MELHORAMENTO LTDA - ÓRION e TAURUS; EMBRAPA - BRS 2223 (Áres bixo de 700 m. de ltitude), BRS Assum Preto, BRS Ctingueiro (com ênfse pr Região Semi-árid), BR 5033 e BR 5037; MONSOY - DKB 950, DKB 330, AG 900, AG 6040, AG 7000, DKB 979, DKB 22, DKB 24, DKB 25 e DKB 234; SE- MEALI - XB 800 e XB 9003; AGROMEN - AGN 20A06, AGN 30A03, AGN 30A06, AGN 202, AGN 34A, AGN 35A42, AGN 30A00, AGN 300, AGN 3050, AGN 350, AGN 30A05; SYN- GENTA - Speed; SANTA HELENA - SHS 4050, SHS 5050 e SHS 5070; GENEZE - GNZ 2005; ZENIT - ZNT 530. Ciclo Precoce: BIOMATRIX - BM 306 e BM 2202; EMBRAPA - BRS 00, BRS 00, BRS 030, BRS 03, BRS 035, BR 20, BR 205, BR 206, BRS 2020, BRS 20, BRS 3003, BR 323, BRS 350, BRS 35, BRS Sol d Mnhã, BRS 403, BRS 24, BRS 30, BRS 343 (Áres bixo de 700 m. de ltitude), BRS Ângel, BR 45, BR 473, BRS 454 (Srcur) e BRS 5028; GENEZE - GNZ 2004; ZENIT - ZNT 2030, ZNT 330 e ZNT 2353; MHATRIZ - GNZ 2728; NI- DERA - BX 49, BX200, BX00, A3663, A4454, A4545, A4450, BX974, A00, A2288, BX98, A05 e BX 990; MONSOY - DKB 77, AG 80, DKB 240, AS 592, AG 2060; AG 22, AG 608, AG 405, AG 50, DKB 455, AG 9090, DKB 350, DKB 747, C 435, AG 8060, AG 5020, AG 2040, DKB 99, AG 8088, AG 8066, DKB 499 e DKB 9; SEMEALI - XB 702, XB 70, XB 7253, XB 70, XB 76, XB 8030; SYNGENTA - Tork, Fort, Attck, Mster, Exceler, Trktor, Blu 78, Blu 84, Mximus, Somm, CD 304, CD 308, Grr, Blu 55, Blu 76, NB7443, Svn 33, Svn 85, SG 648, Frroupilh 25, Polto 2602, Impcto, Polto 83 e Murno; AGROMEN - AGN 30A09, AGN 20A20 e AGN 3A3; SAN- TA HELENA - SHS 4040, SHS 4060, SHS 4080, SHS 5060, SHS 5080, SHS 5090, SHS 7070, SHS 7080 e SHS 303; PIONEER - 30P70, 30R50, 30F53, 307, 30F33, 30F44, 304, JADE e ZÉLIA; DOW - Dow 2B70, Dow 2C520, Dow 2C605, Dow 2C599, Dow CO32, Dow 2A525, Dow 766, Dow 8420, Dow 8480, Dow 2B587, Dow 2B688, Dow 2B707, Dow 2B70CL, Dow SWB585; PLA- NAGRI - PL6880; PRIMAIZ - PZ 677 e PZ 242; UFV - UFVM 00.Ciclo Semi Precoce: EMBRAPA - BRS 3060, BRS 50, BRS 5026, BRS 5036, BR 5039 e BR 06; CATI - AL 25, AL 34, AL Bndeirnte, AL Mnduri, AL Binco e Ctiverde 02; MONSOY - DKB 789, AG 6020, DKB 440, e; AGROMEN - AGN 25A23; SANTA HELENA - SHS 4070; PIONEER , 3027, 30F80, 30K75, 302, 30F87, 30F98 e 30F90; NIDERA - BX382.Ciclo Médio: PIONEER - 30K73, 30S40, 30F35 e 30K64; MONSOY - AG 7088, DKB 390, DKB 393 e AG 700; SEMEALI - XB 8028 e XB 403; R&G - RG 02-A.Ciclo Trdio: MONSOY - AG 05, AG 405 e DKB 990. Nots: ) Informções complementres sobre s crcterístics gronômics, região de dptção e reção ftores dversos ds cultivres de milho indicds, estão especificds e disponibilizds n Coordenção-Gerl de Zonemento Agropecuário, loclizd n Esplnd dos Ministérios, Bloco D, 6 o - ndr, sl 646, CEP Brsíli - DF e no endereço eletrônico 2) Devem ser utilizds no plntio sementes produzids em conformidde com legislção brsileir sobre sementes e muds (Lei n o - 0.7, de 5 de gosto de 2003, e Decreto n o , de 23 de gosto de 2004). 5. RELAÇÃO DOS MUNICÍPIOS APTOS AO CULTIVO E PERÍODOS INDICADOS PARA SEMEADURA A relção de municípios do Estdo do Mrnhão ptos o cultivo de milho, suprimidos todos os outros onde cultur não é indicd, foi clcd em ddos disponíveis por ocsião d su elborção. Se lgum município mudou de nome ou foi crido um novo, em rzão de emncipção de um dqueles d listgem bixo, tods s indicções são idêntics às do município de origem, té que nov relção o inclu formlmente.

7 Nº 76, qurt-feir, 2 de setembro de ISSN A époc de semedur indicd pr cd município não será prorrogd ou ntecipd. No cso de ocorrer lgum evento típico que impeç semedur ns épocs indicds, recomend-se os produtores não efetivrem implntção d lvour nest sfr. MUNICÍPIOS CICLOS: SUPERPRECOCE, SEMIPRECO- CE e PRECOCE SOLO TIPO 2 SOLO TIPO 3 PERÍODOS Açilândi Afonso Cunh Águ Doce do Mrnhão Alcântr Aldeis Alts Altmir do Mrnhão Alto Alegre do Mrnhão Alto Alegre do Pindré Alto Prníb Ampá do Mrnhão Amrnte do Mrnhão Anjtub Anpurus Apicum-Açu Argunã Arioses Arme Arri Axixá Bcbl Bcbeir Bcuri Bcuritub Blss Brão de Grjú Brr do Cord Brreirinhs Bel Vist do Mrnhão Belágu Benedito Leite Bequimão Bernrdo do Merim Bo Vist do Gurupi Bom Jrdim Bom Jesus ds Selvs Bom Lugr Brejo Brejo de Arei Buriti Buriti Brvo Buriticupu Buritirn Cchoeir Grnde Cjpió Cjri Cmpestre do Mrnhão Cândido Mendes Cntnhede Cpinzl do Norte Crolin Crutper Cxis Cedrl Centrl do Mrnhão Centro do Guilherme Centro Novo do Mrnhão Chpdinh Cidelândi Codó Coelho Neto Colins Conceição do Lgo-Açu Corotá Cururupu Dvinópolis Dom Pedro Duque Bcelr Esperntinópolis Estreito Feir Nov do Mrnhão Fernndo Flcão Formos d Serr Negr Fortlez dos Nogueirs Fortun Godofredo Vin Gonçlves Dis Governdor Archer Governdor Edison Lobão Governdor Eugênio Brros Governdor Luiz Roch Governdor Newton Bello Governdor Nunes Freire Grç Arnh Grjú Guimrães Humberto de Cmpos Ictu Igrpé do Meio Igrpé Grnde Impertriz Itipv do Grjú Itpecuru Mirim Iting do Mrnhão Jtobá Jenippo dos Vieirs João Lisbo Joselândi Junco do Mrnhão Lgo d Pedr Lgo do Junco Lgo dos Rodrigues Lgo Verde Lgo do Mto Lgo Grnde do Mrnhão Ljedo Novo Lim Cmpos Loreto Luís Domingues Mglhães de Almeid Mrcçumé Mrjá do Sen Mrnhãozinho Mt Rom Mtinh Mtões Mtões do Norte Milgres do Mrnhão Mirdor Mirnd do Norte Mirinzl Monção Montes Altos Morros Nin Rodrigues Nov Colins Nov Iorque Nov Olind do Mrnhão Olho d'águ ds Cunhãs Olind Nov do Mrnhão Pço do Lumir Plmeirândi Pribno Prnrm Pssgem Frnc Pstos Bons Pulino Neves Pulo Rmos Pedreirs Pedro do Rosário Penlv Peri Mirim Peritoró Pindré-Mirim Pinheiro Pio XII Pirpems Poção de Pedrs Porto Frnco Porto Rico do Mrnhão Presidente Dutr Presidente Juscelino Presidente Médici Presidente Srney Presidente Vrgs Primeir Cruz Rpos Richão Ribmr Fiquene Rosário Smbíb Snt Filomen do Mrnhão Snt Helen Snt Inês Snt Luzi Snt Luzi do Pruá Snt Quitéri do Mrnhão Snt Rit Sntn do Mrnhão Snto Amro do Mrnhão Snto Antônio dos Lopes São Benedito do Rio Preto São Bento São Bernrdo São Domingos do Azeitão São Domingos do Mrnhão São Félix de Blss São Frncisco do Brejão São Frncisco do Mrnhão São João Btist São João do Crú São João do Príso São João do Soter São João dos Ptos São José de Ribmr São José dos Bsílios São Luís São Luís Gonzg do Mrnhão São Mteus do Mrnhão São Pedro d Águ Brnc São Pedro dos Crentes São Rimundo ds Mngbeirs São Rimundo do Doc Bezerr São Roberto São Vicente Ferrer Stubinh Sendor Alexndre Cost Sendor L Rocque Serrno do Mrnhão Sítio Novo Sucupir do Norte Sucupir do Richão Tsso Frgoso Ti m b i r s Ti m o n Trizidel do Vle Tu f i l â n d i Tu n t u m Tu r i ç u Tu r i l â n d i Tu t ó i Urbno Sntos Vrgem Grnde Vi n Vil Nov dos Mrtírios Vitóri do Merim Vitorino Freire Zé Doc MUNICÍPIOS CICLOS: MÉDIO, SEMITARDIO e TARDIO SOLO TIPO 2 SOLO TIPO 3 PERÍODOS Açilândi Afonso Cunh Águ Doce do Mrnhão Alcântr Aldeis Alts Altmir do Mrnhão Alto Alegre do Mrnhão Alto Alegre do Pindré Alto Prníb Ampá do Mrnhão Amrnte do Mrnhão Anjtub Anpurus Apicum-Açu Argunã Arioses Arme Arri Axixá Bcbl Bcbeir Bcuri Bcuritub Blss Brão de Grjú Brr do Cord Brreirinhs Bel Vist do Mrnhão Belágu Benedito Leite Bequimão Bernrdo do Merim Bo Vist do Gurupi Bom Jrdim Bom Jesus ds Selvs Bom Lugr Brejo Brejo de Arei Buriti Buriti Brvo Buriticupu Buritirn Cchoeir Grnde Cjpió Cjri Cmpestre do Mrnhão Cândido Mendes Cntnhede Cpinzl do Norte Crolin Crutper Cxis Cedrl Centrl do Mrnhão Centro do Guilherme Centro Novo do Mrnhão Chpdinh

8 <!ID > 8 ISSN Nº 76, qurt-feir, 2 de setembro de 2007 Codó Coelho Neto Colins Conceição do Lgo-Açu Corotá Cururupu Dvinópolis Dom Pedro Duque Bcelr Esperntinópolis Estreito Feir Nov do Mrnhão Fernndo Flcão Formos d Serr Negr Fortlez dos Nogueirs Fortun Godofredo Vin Gonçlves Dis Governdor Archer Governdor Edison Lobão Governdor Eugênio Brros Governdor Luiz Roch Governdor Newton Bello Governdor Nunes Freire Grç Arnh Grjú Guimrães Humberto de Cmpos Ictu Igrpé do Meio Igrpé Grnde Impertriz Itipv do Grjú Itpecuru Mirim Iting do Mrnhão Jtobá Jenippo dos Vieirs 3 30 João Lisbo Joselândi Junco do Mrnhão Lgo d Pedr Lgo do Junco Lgo dos Rodrigues Lgo Verde Lgo do Mto Lgo Grnde do Mrnhão Ljedo Novo Lim Cmpos Loreto Luís Domingues Mglhães de Almeid Mrcçumé Mrjá do Sen Mrnhãozinho Mt Rom Mtinh Mtões Mtões do Norte Milgres do Mrnhão Mirdor Mirnd do Norte Mirinzl Monção Montes Altos Morros Nin Rodrigues Nov Colins Nov Iorque Nov Olind do Mrnhão Olho d'águ ds Cunhãs Olind Nov do Mrnhão Pço do Lumir Plmeirândi Pribno Prnrm Pssgem Frnc Pstos Bons Pulino Neves Pulo Rmos Pedreirs Pedro do Rosário Penlv Peri Mirim Peritoró Pindré-Mirim Pinheiro Pio XII Pirpems Poção de Pedrs Porto Frnco Porto Rico do Mrnhão Presidente Dutr Presidente Juscelino Presidente Médici Presidente Srney Presidente Vrgs Primeir Cruz Rpos Richão Ribmr Fiquene Rosário Smbíb Snt Filomen do Mrnhão Snt Helen Snt Inês Snt Luzi Snt Luzi do Pruá Snt Quitéri do Mrnhão Snt Rit Sntn do Mrnhão Snto Amro do Mrnhão Snto Antônio dos Lopes São Benedito do Rio Preto São Bento São Bernrdo São Domingos do Azeitão São Domingos do Mrnhão São Félix de Blss São Frncisco do Brejão São Frncisco do Mrnhão São João Btist São João do Crú São João do Príso São João do Soter São João dos Ptos São José de Ribmr São José dos Bsílios São Luís Gonzg do Mrnhão São Mteus do Mrnhão São Pedro d Águ Brnc São Pedro dos Crentes São Rimundo ds Mngbeirs São Rimundo do Doc Bezerr São Roberto São Vicente Ferrer Stubinh Sendor Alexndre Cost Sendor L Rocque Serrno do Mrnhão Sítio Novo Sucupir do Norte Sucupir do Richão Tsso Frgoso Ti m b i r s Ti m o n Trizidel do Vle Tu f i l â n d i Tu n t u m Tu r i ç u Tu r i l â n d i Tu t ó i Urbno Sntos Vrgem Grnde Vi n Vil Nov dos Mrtírios Vitóri do Merim Vitorino Freire Zé Doc PORTARIA 63, DE 5 DE SETEMBRO DE 2007 O COORDENADOR-GERAL DE ZONEAMENTO AGRO- PECUÁRIO, no uso de sus tribuições e competêncis estbelecids pels Portris n 440, de 24 de outubro de 2005, publicd no Diário Oficil d União de 25 de outubro de 2005, e n o - 7, de 6 de jneiro de 2006, publicd no Diário Oficil d União, de 9 de jneiro de 2006, e observdo, no que couber, o contido n Instrução Normtiv n o -, de 29 de gosto de 2006, d Secretri de Polític Agrícol, publicd no Diário Oficil d União, de 6 de setembro de 2006, resolve: Art. o - Aprovr o Zonemento Agrícol pr cultur de milho no Estdo do Piuí, no-sfr 2007/2008, conforme nexo. Art. 2 o - Est Portri tem vigênci específic pr o no-sfr definido no rt. o - e entr em vigor n dt de su publicção. FRANCISCO JOSÉ MITIDIERI ANEXO. NOTA TÉCNICA A cultur do milho (Ze mys L.) é pouco tolernte à deficiênci hídric, principlmente nos períodos de florescimento e n formção dos grãos. A tempertur, notdmente ns regiões mis quentes, tmbém pode influir negtivmente n produção. No Estdo do Piuí configur-se como principl problem climático pr o cultivo do milho bix quntidde e irregulridde n distribuição de chuvs. Objetivou-se, com o zonemento grícol, identificr s áres pts e s épocs de semedur mis proprids o cultivo do milho ns diferentes locliddes no Estdo do Piuí. A identificção ds áres pts e dos períodos de semedur mis fvoráveis o cultivo de milho foi relizd com bse em cálculos de blnço hídrico diário, considerndo interção entre o locl (clim), o ciclo ds cultivres, o período de semedur e o tipo de solo. O blnço hídrico foi relizdo com o uso ds seguintes vriáveis: ) precipitção pluviométric - utilizrm-se os ddos disponíveis ns estções pluviométrics do estdo do Piuí, com um série históric de no mínimo 5 nos de ddos diários; b) evpotrnspirção potencil - estimd pr períodos decendiis prtir ds estções climtológics disponíveis no Estdo; c) coeficientes culturis - obtidos pr períodos decendiis e pr todo o ciclo ds cultivres; d) ciclo e fses fenológics - considerrm-se cultivres de ciclos superprecoce, precoce, semiprecoce, médio e trdio. Considerou-se semedur, o crescimento, o florescimento e enchimento de grãos e colheit, como s fses fenológics d cultur; e) durção do ciclo d cultur e ds fses fenológics - pr efeito de simulção o ciclo d cultur foi dividido ns seguintes fses: estbelecimento, desenvolvimento, florescimento/enchimento dos grãos e mturção/senescênci; f) disponibilidde máxim de águ no solo - estimd em função d profundidde efetiv ds rízes e d Cpcidde de Águ Disponível dos solos. Considerrm-se os solos Tipo (textur renos), Tipo 2 (textur médi) e Tipo 3 (textur rgilos), com cpcidde de rmzenmento de águ de 20 mm, 40 mm e 60 mm, respectivmente. Form relizds simulções pr 5 períodos de semedur, espçdos de 0 dis, nos meses de outubro fevereiro. Pr cd dt, o modelo estimou os índices de stisfção d necessidde de águ (ISNA), definidos como sendo relção existente entre evpotrnspirção rel (ETr) e evpotrnspirção máxim (ETm) pr cd fse fenológic d cultur e pr cd estção pluviométric. Em seguid, plicrm-se funções freqüênciis pr obtenção de 80% dos índices de ocorrênci dos ISNA's. Posteriormente, esses vlores form georreferencidos por meio d ltitude e longitude e, com utilizção de um sistem de informções geográfics (SIG), form espcilizdos, interpoldos pr determinção dos mps temáticos que representm s melhores dts de semedur d cultur do milho no Estdo do Piuí. Pr isso, form dotdos os seguintes critérios: ) ISNA? 0,45: áres inpts (lto risco); b) 0,45 < ISNA < 0,55: áres intermediáris (médio risco); e c) ISNA? 0,55: áres fvoráveis (bixo risco). Form considerdos fvoráveis os municípios que presentvm cim de 20% do seu território fvorável pr o cultivo. Os Solos Tipo, de textur renos, não form indicdos pr o plntio do milho no Estdo, por presentrem bix cpcidde de retenção de águ. 2. TIPOS DE SOLOS APTOS AO CULTIVO O zonemento grícol de risco climático pr o Estdo do Piuí contempl como ptos o cultivo de milho os solos Tipos 2 e 3, especificdos n Instrução Normtiv n o - 0, de 4 de junho de 2005, publicd no DOU, de 6 de junho de 2005, Seção, págin 2, lterd pr Instrução Normtiv n o - 2, trvés de retificção publicd no DOU, de 7 de junho de 2005, Seção, págin 6, que presentm s seguintes crcterístics; Tipo 2: solos com teor de rgil entre 5 e 35% e menos de 70% de rei, com profundidde igul ou superior 50 cm; e Tipo 3: ) solos com teor de rgil mior que 35%, com profundidde igul ou superior 50 cm; e b) solos com menos de 35% de rgil e menos de 5% de rei (textur siltos), com profundidde igul ou superior 50 cm. Critérios pr profundidde de mostrgem: N determinção d quntidde de rgil e de rei existentes nos solos, visndo o seu enqudrmento nos diferentes tipos previstos no zonemento de risco climático, recomend-se que: ) mostrgem de solos sej feit n cmd de 0 50 cm de profundidde; b) nos csos de solos com grndes diferençs de textur (por exemplo, renoso/rgiloso, rgiloso/muito rgiloso), dentro d cmd de 0 50 cm, est sej subdividid em tnts cmds qunts forem necessáris pr determinr quntidde de rei e rgil em cd um dels; c) o enqudrmento de solos com grndes diferençs de textur n cmd de 0 50 cm, leve em cont quntidde de rgil e de rei existentes n subcmd de mior espessur; d) s mostrs sejm devidmente identificds e encminhds um lbortório de solos que grnt um pdrão de qulidde ns nálises relizds. Pr o uso dos solos, deve-se observr legislção reltiv às áres de preservção permnente.

9 Nº 76, qurt-feir, 2 de setembro de ISSN TABELA DE PERÍODOS DE SEMEADURA Períodos Dts o o o o Meses Jneiro Fevereiro Mrço Abril Períodos Dts o o o o Meses Mio Junho Julho Agosto Períodos Dts o o o o Meses Setembro Outubro Novembro Dezembro 4. CULTIVARES INDICADAS PELOS OBTENTO- RES/MANTENEDORES Ciclo Super Precoce: NACIONAL SEMENTES GENETICA E MELHORAMENTO LTDA - ÓRION e TAURUS; BIOMATRIX - BM 5; EMBRAPA - BRS 2223 (Áres bixo de 700 m de ltitude), BRS Assum Preto, BRS Ctingueiro (com ênfse pr Região Semi-árid), BR 5033 e BR 5037; MONSOY - DKB 950, DKB 330, AG 900, AG 6040, AG 7000, DKB 979, DKB 22, DKB 24, DKB 25 e DKB 234; SEMEALI - XB 800 e XB 9003; AGROMEN - AGN20A06, AGN30A03, AGN30A06, AGN202, AGN34A, AGN35A42, AGN30A00, AGN300, AGN3050 e AGN350; SANTA HELENA - SHS 4050, SHS 5050 e SHS 5070; GENEZE - GNZ 2005; ZENIT - ZNT 530. Ciclo Precoce: BIO- MATRIX - BM 306, BM 20 e BM 2202; EMBRAPA - BRS 00, BRS 00, BRS 030, BRS 03, BRS 035, BR 20, BR 205, BR 206, BRS 2020, BRS 20, BRS 3003, BR 323, BRS 350, BRS 35, BRS Sol d Mnhã, BRS 403, BRS 24, BRS 30, BRS 343 (Áres bixo de 700 m. de ltitude), BRS Ângel, BR 45, BR 473, BRS 454(Srcur) e BRS 5028; GENEZE - GNZ 2004; ZE- NIT - ZNT 2030, ZNT 330 e ZNT 2353; MHATRIZ - GNZ 2728; NIDERA - BX49, BX200, BX00, A3663, A4454, A4545, A 4450, BX974, A00, A2288, BX98, A05 e BX990; MONSOY - DKB 77, AG 80, DKB 240, AS 592, AG 2060, AG 22, AG 608, AG 405, AG 50, DKB 455, AG 9090, DKB 350, DKB 747, C 435, AG 8060, AG 5020, AG 2040, DKB 99, AG 8066, DKB 499 e DKB 9; SEMEALI - XB 702, XB 70, XB 7253, XB 70, XB 76 e XB 8030; SYNGENTA - Tork, Fort, Attck, Mster, Exceler, Trktor, Blu 78, Blu 84, Mximus, Somm, CD304, CD308, Grr, Blu 55, Blu 76, NB 7443, Svn 33, Svn 85, SG 648, Frroupilh 25, Polto 2602, Impcto, Polto 83 e Murno; AGROMEN - AGN30A09, AGN20A20 e AGN3A3; SANTA HELENA - SHS 4040, SHS 4060, SHS 4080, SHS 5060, SHS 5080, SHS 5090, SHS 7070, SHS 7080 e SHS 303; PIONEER - 30P70, 30R50, 30F53, 307, 30F33, 30F44, 304, JADE e ZÉLIA; DOW - Dow2B70, Dow2C520, Dow2C605, Dow2C599, DowCO32, Dow2A525, Dow766, Dow8420, Dow8480, Dow2B587, Dow2B688, Dow2B707, Dow2B70CL e Dow SWB585; PLANA- GRI - PL6880; PRIMAIZ - PZ 677 e PZ 242; UFV - UFVM 00.Ciclo Semi Precoce: EMBRAPA - BR 06, BRS 50, BRS 5026, BRS 5036 e BR 5039; CATI - AL 25, AL 34, AL Bndeirnte, AL Mnduri, AL Binco e Ctiverde 02; MONSOY - AG 6020 e DKB 440; AGROMEN - AGN25A23; SANTA HELENA - SHS 4070; PIONEER , 3027, 30F80, 30K75, 302, 30F87, 30F98 e 30F90; NIDERA - BX382.Ciclo Médio: PIONEER - 30K73, 30S40, 30F35 e 30K64; MONSOY - AG 7088, DKB 390, DKB 393 e AG 700; SEMEALI - XB 8028 e XB 403.Ciclo Trdio: MONSOY - AG 05, AG 405 e DKB 990. Nots: ) Informções complementres sobre s crcterístics gronômics, região de dptção e reção ftores dversos ds cultivres de milho indicds, estão especificds e disponibilizds n Coordenção-Gerl de Zonemento Agropecuário, loclizd n Esplnd dos Ministérios, Bloco D, 6 o - ndr, sl 646, CEP Brsíli - DF e no endereço eletrônico 2) Devem ser utilizds no plntio sementes produzids em conformidde com legislção brsileir sobre sementes e muds (Lei n o - 0.7, de 5 de gosto de 2003, e Decreto n o , de 23 de gosto de 2004). 5. RELAÇÃO DOS MUNICÍPIOS APTOS AO CULTIVO E PERÍODOS INDICADOS PARA SEMEADURA A relção de municípios do Estdo do Piuí ptos o cultivo de milho, suprimidos todos os outros onde cultur não é indicd, foi clcd em ddos disponíveis por ocsião d su elborção. Se lgum município mudou de nome ou foi crido um novo, em rzão de emncipção de um dqueles d listgem bixo, tods s indicções são idêntics às do município de origem, té que nov relção o inclu formlmente. A époc de semedur indicd pr cd município não será prorrogd ou ntecipd. No cso de ocorrer lgum evento típico que impeç semedur ns épocs indicds, recomend-se os produtores não efetivrem implntção d lvour nest sfr. MUNICÍPIOS CICLOS: SUPERPRECOCE, SEMIPRECO- CE e PRECOCE SOLO TIPO 2 SOLO TIPO 3 PERÍODOS Agricolândi Águ Brnc 34 5 Alto Longá Altos Alvord do Gurguéi Amrnte Angicl do Piuí Antônio Almeid Arozes 34 4 Arril Assunção do Piuí 2 3 Avelino Lopes Bix Grnde do Ribeiro Brr D'Alcântr 34 2 Brrs Brreirs do Piuí Brro Duro Btlh Belém do Piuí 36 2 Beneditinos Bertolíni Bo Hor Bocin 2 Bom Jesus Bom Princípio do Piuí Boqueirão do Piuí Brsileir Buriti dos Lopes Buriti dos Montes Cbeceirs do Piuí Cjzeirs do Piuí 33 3 Cjueiro d Pri Cmpo Lrgo do Piuí Cmpo Mior Cnvieir Cnto do Buriti Cpitão de Cmpos Crúbs do Piuí Cstelo do Piuí Cxingó Cocl Cocl de Telh Cocl dos Alves Coivrs Colôni do Gurguéi 34 Colôni do Piuí Corrente Cristlândi do Piuí Cristino Cstro Curimtá Curris Currlinhos Demervl Lobão Dom Expedito Lopes Domingos Mourão Elesbão Veloso Eliseu Mrtins Esperntin Flores do Piuí Florino Frncinópolis 34 4 Frncisco Ayres Frncisco Mcedo 2 Gilbués Gudlupe Guribs Hugo Npoleão Ilh Grnde Inhum Ipirng do Piuí Itueir Jrdim do Multo Jtobá do Piuí Jerumenh Joquim Pires Joc Mrques José de Freits Juzeiro do Piuí Júlio Borges Lgo Alegre Lgo de São Frncisco Lgo do Piuí Lgo do Sítio Lgoinh do Piuí Lndri Sles Luís Correi Luzilândi Mdeiro Mnoel Emídio Mrcolândi 2 Mrcos Prente Mtis Olímpio Miguel Alves Miguel Leão Milton Brndão Monsenhor Gil Monte Alegre do Piuí Morro Cbeç no Tempo Morro do Chpéu do Piuí Murici dos Portels Nzré do Piuí Noss Senhor de Nzré Noss Senhor dos Remédios Novo Oriente do Piuí Novo Snto Antônio Oeirs 33 2 Olho D'Águ do Piuí Pdre Mrcos 36 3 Pjeú do Piuí 35 Plmeir do Piuí Plmeiris Pquetá 35 3 Prnguá Prníb Pssgem Frnc do Piuí Pvussu 33 Pedro II Pimenteirs 34 3 Pio IX 35 e 36 Pircuruc Piripiri Porto Porto Alegre do Piuí Prt do Piuí Redenção do Gurguéi Regenerção Richo Frio Ribeiro Gonçlves Rio Grnde do Piuí 33 Snt Cruz do Piuí 35 3 Snt Cruz dos Milgres 2 4 Snt Filomen Snt Luz Snt Ros do Piuí 34 2 Snto Antônio de Lisbo 34 2 Snto Antônio dos Milgres São Félix do Piuí São Frncisco do Piuí 33 3 São Gonçlo do Gurguéi São Gonçlo do Piuí São João d Cnbrv São João d Fronteir 4 6 São João d Serr 35 4 São João d Vrjot São João do Arril São José do Divino São José do Peixe 34 São José do Piuí São Luis do Piuí São Miguel d Bix Grnde São Miguel do Tpuio São Pedro do Piuí Sebstião Brros Sebstião Lel Sigefredo Pcheco Tnque do Piuí 34 2 Te r e s i n União Uruçuí Vlenç do Piuí Várze Grnde 34 2 Vil Nov do Piuí 2 Wll Ferrz 35 3 MUNICÍPIOS CICLOS: MÉDIO e TARDIO SOLO TIPO 2 SOLO TIPO 3 PERÍODOS Acuã Agricolândi Alto Long Altos Alvord do Gurguei Amrnte Angicl do Piuí 36 e 33 3 Antonio Almeid Arozes Arril Assunção do Piuí 35 2 Avelino Lopes 34 Bix Grnde do Ribeiro Brr D'Alcântr 33 e

10 0 ISSN Nº 76, qurt-feir, 2 de setembro de 2007 Brrs Brreirs do Piuí Brro Duro Btlh Belém do Piuí Beneditinos Bertolíni 3 36 Bo Hor Bom Jesus 33 e 34 Bom Princípio do Piuí e Boqueirão do Piuí Brsileir Buriti dos Lopes Buriti dos Montes 35 4 Cbeceirs do Piuí Cjzeirs do Piuí Cjueiro d Pri Cmpo Lrgo do Piuí Cmpo Mior Cnvieir Cnto do Buriti 33 e 34 Cpitão de Cmpos Crúbs do Piuí Cstelo do Piuí Cxingó 34 Cocl 4 e 5 6 Cocl de Telh Cocl dos Alves 5 6 Coivrs Colôni do Gurguéi 33 Colôni do Piuí 34 e 35 Corrente Cristlândi do Piuí Cristino Cstro 33 e 34 Curimtá 33 e 34 Currlinhos Demervl Lobão Dom Expedito Lopes 34 Domingos Mourão Elesbão Veloso Eliseu Mrtins 3 33 Esperntin Florino 32 Frncinópolis Frncisco Ayres Frncisco Mcedo Gilbués Gudlupe 32 e 33 Guribs 34 Hugo Npoleão Ilh Grnde Inhum Ipirng do Piuí Itueir Jrdim do Multo 36 e 33 3 Jtobá do Piuí Jerumenh 33 e Joquim Pires Joc Mrques José de Freits Juzeiro do Piuí Júlio Borges 33 e 34 Jurem 34 Lgo Alegre Lgo de São Frncisco Lgo do Piuí Lgo do Sítio 32 Lgoinh do Piuí Lndri Sles Luís Correi Luzilândi Mdeiro Mnoel Emídio Mrcolândi Mrcos Prente Mtis Olímpio Miguel Alves Miguel Leão Milton Brndão Monsenhor Gil Monte Alegre do Piuí 33 e Morro Cbeç no Tempo 34 Morro do Chpéu do Piuí Murici dos Portels 34 3 Nzré do Piuí 34 e Noss Senhor de Nzré Noss Senhor dos Remédios Novo Snto Antonio 32 Oeirs 2 e Olho D'Águ do Piuí 33 Pdre Mrcos Pes Lndim e 2 Plmeiris 33 e 34 Pquetá Prnguá 2 Prníb 33 e 34 Pssgem Frnc do Piuí Ptos do Piuí Pedro Lurentino Pimenteirs 34 e 35 Pircuruc Piripiri Porto Porto Alegre do Piuí Prt do Piuí Redenção do Gurguéi 33 e 34 Regenerção Richo Frio 33 e 34 Ribeir do Piuí 35 Ribeiro Gonçlves Snt Cruz do Piuí e 2 Snt Cruz dos Milgres 36 e Snt Filomen Snt Luz 34 Snt Ros do Piuí 33 Snto Antônio dos Milgres 33 São Félix do Piuí 36 São Frncisco do Piuí São Gonçlo do Gurguéi 33 3 São Gonçlo do Piuí 33 3 São João d Fronteir São João d Serr 2 São João d Vrjot 34 São João do Arril São José do Divino São Miguel d Bix Grnde 36 3 São Miguel do Tpuio 34 2 São Pedro do Piuí Sebstião Brros Sebstião Lel Sigefredo Pcheco Tnque do Piuí Te r e s i n União Uruçuí Vlenç do Piuí Várze Grnde 36 e 3 2

11 <!ID > <!ID > <!ID > <!ID > Nº 76, qurt-feir, 2 de setembro de 2007 ISSN Ministério d Ciênci e Tecnologi COMISSÃO NACIONAL DE ENERGIA NUCLEAR NUCLEBRÁS EQUIPAMENTOS PESADOS S/A D E S PA C H O S Processo: Precer Jurídico CMC-03/2007. Objeto: Contrtção de Consultori Orgnizcionl. Contrtdo: Front Consultori Empresril Ltd. Vlor: R$ ,00. Atrvés do Precer Técnico elbordo pel Comissão instituíd pel Portri P-04/2007, são presentds s justifictivs pr contrtção de serviços técnicos de consultori em mpemento, redesenho e plnejmento d implntção de processos dministrtivos / orgnizcionis com trnsferênci de tecnologi, nálise d estrutur orgnizcionl, plnejmento estrtégico e opercionl, sem relizção do prévio certme licittório. Nrr Comissão, no citdo Precer, que pós longo período de elevdo nível de ociosidde, empres, pós fbricção dos blocos pr o csco d Pltform P-5, obr pioneir no pís, viu brir pr si grndes expecttivs de um grnde incremento dos negócios e o volume de encomends. São citdos como exemplos desss perspectivs de negócios, fbricção de motores de dois tempos de últim gerção pr propulsão nvl, com bse em engenhri e "know-how" d Wärtsilä Switzerlnd Ltd., empres com qul NUCLEP firmou um cordo de licencimento, em dezembro de 2005, e equipmentos pr usin de Angr 3, cuj retomd foi decidid recentemente pelo Governo Brsileiro.Fce esss perspectivs, empres necessit se equipr e se modernizr dministrtivmente, melhorndo su estrutur orgnizcionl, seus sistems e processos orgnizcionis, o que exige, tmbém, um purdo plnejmento de longo przo, visndo definir o posicionmento futuro d orgnizção, bem como um plnejmento opercionl de curto przo.explic ind, o citdo Precer Técnico que um orgnizção do porte d NUCLEP possui um número significtivo de processos orgnizcionis complexos, sendo que cd um desses processos funcion com interfces múltipls com outros processos pertencentes funções diverss, trvés d troc de informções e de recursos, tornndo ind mis complex estrutur dministrtiv d orgnizção. Assim, form como s tividdes são executds encontr-se poid nos diversos processos, que são diretmente responsáveis pelos resultdos orgnizcionis. Dependendo de como esss tividdes e processos se encontrm projetdos, o desempenho ds funções e conseqüentemente d NUCLEP como um todo, poderá ser melhordo. Esses processos precism ser supervisiondos e compnhdos, verificndo se form como se encontrm desenhdos, responde dequdmente o propósito pr o qul form cridos.em sum o que se pretende é relizr um criterios nálise dos processos dministrtivos, fim de se verificr se os mesmos estão dequdmente desenhdos, qunto do ponto de vist d eficiênci como d eficáci, devendo ser considerdos qulidde, przos e custos. Com bse em tods esss premisss, direção d empres considerou que é de fundmentl importânci pr enfrentr os desfios que estão se colocndo, contrtção de especilist n áre de gestão, processos dministrtivos e plnejmento estrtégico. Entendeu, outrossim, direção d empres que seri de fundmentl importânci que empres ou profissionl ser contrtdo deverá ter lrg experiênci prátic n gestão de empress em áres similres à áre de tução d NUCLEP. O przo previsto pr relizção dos serviços é de 80 dis corridos pós ssintur do contrto, hvendo urgênci n contrtção, considerndo-se que, no escopo dos serviços serem contrtdos, const elborção de Plno Opercionl pr Considerndo-se complexidde dos trblhos requeridos, que são detlhdmente explicitdos no precer técnico em questão, o que fz com que consultori ser contrtd tenh crcterístics bstnte especiis, lid os exíguos przos de que NCULEP dispõe pr contrtção em tel e implementção do trblho, Comissão crid pel Portri P-04/2007 conclui serem os mesmos ftores que impedem busc dess empres ou desse profissionl no mercdo trvés do processo licittório corrente. Feit esss considerções, ess Comissão indic, pr contrtção, empres Front Consultori Empresril Ltd, que tem como sócio o consultor Flávio Antônio Arntes Lel, que detém experiênci requerid e é únic opção no mercdo com elevdo conhecimento do tipo d indústri (nucler e nvl) e d própri NUCLEP, pois no período de ocupou importntes funções gerenciis e executivs n NUCLEP, tendo prticipdo, n qulidde de Superintendente Gerl Técnico d implntção d empres negocindo compr de equipmentos e gerencindo implntção d áre industril, tendo gerencido, tmbém, um progrm de trnsferênci de "know-how" dquirido pr produção de equipmentos pr centris nucleres e progrms de certificção de qulidde, e como Diretor Superintendente, teve tução destcd n busc de mercdos pr o negócio, tendo idelizdo e orgnizdo missões à Índi e à Chin, em busc de encomends e prceris, o que singulriz não pens os serviços serem contrtdos. Dinte ds evidêncis, considerndo s justifictivs presentds pr não-relizção do certme licitátorio do fornecimento em questão, pssmos exminr contrtção que se quer relizr qunto os spectos jurídico-legis, tendo em vist o disposto no rt. 37, inciso XXI, d Constituição Federl. O rt. 25 d Lei 8666/93 declr ser inexigível licitção qundo houver invibilidde de competição e exemplific trvés de seus incisos lgums desss hipóteses. O inciso II trt d contrtção de serviços técnicos enumerdos no rt. 3 d Lei, de nturez singulr, com profissionis ou empress de notóri especilizção.assim pr que contrtção poss se enqudrr dentro dos pressupostos pr que sej considerd inexigível licitção, com fulcro no citdo inciso II do rt. 25 d Lei ds Licitções e Contrtos Administrtivos, mister se fz que sejm tendidos os seguintes requisitos: i) que o serviço técnico estej dentre queles enumerdos no rt. 3; ii) que os serviços serem contrtdos sejm de nturez singulr; iii) que contrtção reci sobre profissionl ou empres que detenh notóri especilizção, o que vem explicitdo no prágrfo º do citdo rt. 25. Desse modo, primeirmente, há que se verificr se o serviço que se quer contrtr está dentre os serviços elencdos no rt. 3. O inciso III do rt. 3 prevê como serviço técnico especilizdo os trblhos reltivos " ssessoris ou consultoris técnics e uditoris finnceirs". Assim, entendemos que os serviços de consultori orgnizcionl que empres quer contrtr estão brngidos pelo referido dispositivo legl, clssificndo-se, destrte, como serviços técnicos profissionis especilizdos. Consttdo esse enqudrmento, cbe fzer segund verificção, ou sej, se os serviços são de nturez singulr. E é justmente nesse ponto que reside grnde dificuldde do intérprete, deliner o lcnce d expressão utilizd pelo legisldor ordinário. Seri singulridde do serviço sinônimo de exclusividde, de ser o serviço único, sem igul? Entendemos que não, ms há de ser dotdo de um crcterístic que o individulize, o torne diferente dos demis, que o singulrize, n estrit expressão d terminologi utilizd. Um serviço de consultori não é único, ms será individulizdo e singulrizdo à medid que detenh tributos que o distingum de outros serviços de consultori. Or, consultori que se quer contrtr não é um simples consultori. Or, consultori que se quer contrtr não é um simples consultori, pois se trt de um redesenho d empres, e um reestruturção de todos os seus processo, o que requer um conhecimento profundo não pens d empres, o que não se obtém no curto przo que se tem pr implntr s modificções necessáris (80 dis), ms tmbém d áre de tução d empres, o que fz com que se exij que os serviços de consultori sejm prestdos por profissionl ou empres que detenh em seus qudros, profissionl que tenh mplo conhecimento d áre nvl e nucler. Assim, singulridde dos serviços está estritmente ligd àquele que irá prestá-los, ou sej, há um co-relção entre os serviços e o seu prestdor de modo que os serviços são especiis, n medid em que são prestdos por profissionl ou empres cuj reputção n su áre de tução os tornem especiis, ou singulres.dess form, o último psso é verificção de ser o prestdor de serviços um profissionl que detenh notóri especilizção. O conceito de especilizção vem expresso no prágrfo º do rt. 25 d Lei ds Licitções. Verific-se do conceito de notóri especilizção que lido o conceito que o profissionl ou empres detém em seu cmpo de tução, tem-se como pré-requisito necessário e imprescindível ess crcterizção o de que poss inferir que o trblho dquele profissionl é essencil e indiscutivelmente o mis dequdo à plen stisfção do objeto do Contrto. Inserto no processo que veio exme dest Consultori const o curriculum vite do Sr. Flávio Antonio Arntes Lel, profissionl responsável pel empres indicd pr prestção dos serviços de consultori, e trvés desse documento, pode-se verificr mpl experiênci do mesmo em consultori e gestão de projetos, lid à lrg experiênci n áre nvl e nucler. Indubitvelmente outrs empress de consultori ou outros profissionis do rmo, pel experiênci cumuld e pelos trblhos relizdos nteriormente poderão ser qulificdos como de "notóri especilizção", ms isso só não é suficiente, sendo imprescindível que se poss inferir que o seu trblho é o mis dequdo à plen stisfção do objeto do Contrto. Nesse ponto, o precer técnico é enfático o declrr ser o Sr. Flávio Lel e empres d qul prticip, Front, únic opção no mercdo com grnde conhecimento do tipo d industri (nucler e nvl) e d própri NUCLEP, pelo fto de já ter ocupdo,m n NUCLEP, no período de importntes funções gerenciis e executivs Pelo exposto, com bse no Precer Técnico costdo o processo e o currículo do consultor indicdo é inexigível licitção.considerndo que justifictiv cim tem fundmento no rt. 25, II d Lei 8666/93, reconheço inexigibilidde de licitção referente o processo suprcitdo. REINALDO JOSÉ DE MELO Gerente de Suprimentos Em observânci o rt. 26 d Lei 8666/93 e em fce do precer fvorável já efetudo pel consultori jurídic sobre o ssunto, rtifico decisão do Gerente de Suprimentos. PAULO ROBERTO TRINDADE BRAGA Diretor Administrtivo CONSELHO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO CIENTÍFICO E TECNOLÓGICO DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO FINANCIADORA DE ESTUDOS E PROJETOS BALANÇO PATRIMONIAL EXERCÍCIO DE 2006 DESPACHO DO DIRETOR Em de setembro de ª Relção de credencimento - LEI 8.00/90 ENTIDADE C R E D E N C I A M E N TO CNPJ Associção Amigos do Museu Ncionl - SAMN / / GILBERTO PEREIRA XAVIER COORDENAÇÃO-GERAL DE ADMINISTRAÇÃO E FINANÇAS DESPACHO DO COORDENADOR-GERAL Em de setembro de ª Relção de distribuição de cot pr importção - LEI 8.00/90 PROCESSO ENTIDADE VALOR US$ 0355/992 Associção ds Pioneirs Sociis , /998 Fundção Centro de Pesquis e Desenvolvimento em Telecomunicções ,00 06/2007 Centro Tecnológico do Exército ,00 LUIZ SOARES MAIA Substituto ATIVO CIRCULANTE , , 40 DISPONíVEL , ,54 DISPONíVEL MOEDA NACIONAL , ,20 DISPONíVEL MOEDA ESTRANGEIRA 2.966, ,34 CRÉDITOS EM CIRCULAÇÃO , ,2 FINANCIAMENTOS CONCEDIDOS , ,26 PROVISÃO P/DEVEDORES DUVIDOSOS (44.52,45) ( ,0) ENCARGOS S/ EMPRÉSTIMOS E FINANCIAMENTOS , ,35 CRÉDITOS TRIBUTÁRIOS , ,95 RECURSOS ESPECIAIS A RECEBER , ,33 CRÉDITOS DIVERSOS A RECEBER , ,23 DEVEDORES ENTIDADES E AGENTES 59.6, ,39 ADIANTAMENTOS CONCEDIDOS 0,00 0,00 DEPÓSITOS REALIZÁVEIS A CURTO PRAZO , ,7 VALORES EM TRÂNSITO REALIZÁVEIS 0,00 0,00 BENS E VALORES EM CIRCULAÇÃO , ,8 E S TO Q U E S , ,02 TÍTULOS E VALORES , , 6 VALORES PENDENTES A CURTO PRAZO , 4.70,56 DESPESAS PENDENTES , 4.70,56 REALIZÁVEL A LONGO PRAZO , ,50 CRÉDITOS REALIZ. A LONGO PRAZO , ,50 DEVEDORES ENTIDADES E AGENTES 0,00 0,00 FINANCIAMENTOS CONCEDIDOS , ,78 COBRANÇA JUDICIAL , ,55 PROVISÃO PARA PERDAS PROVÁVEIS ( ,05) ( ,92) OUTROS CRÉDITOS , ,09 PERMANENTE , ,4 I N V E S T I M E N TO S , ,49 PARTICIPAÇÕES SOCIETÁRIAS , ,77 PARTICIPAÇÕES FUNDOS E CONDOMÍNIOS , ,4 OUTROS INVESTIMENTOS 2.06, ,3

12 <!ID > <!ID > <!ID > 2 ISSN Nº 76, qurt-feir, 2 de setembro de 2007 IMOBILIZADO , ,99 BENS IMÓVEIS , ,89 BENS MÓVEIS , ,00 TITULOS E VALORES 0,00 0,00 BENS INTANGÍVEIS , , 74 DEPRECIAÇÕES, AMORTIZAÇÕES E EXAUSTÕES ( ,74) ( ,64) DIFERIDO , ,66 OUTROS DIFERIMENTOS , ,79 A M O RT I Z A Ç Õ E S ( , 3 ) ( , 3 ) TOTALDOATIVO , ,04 ODILON ANTONIO MARCUZZO DO CANTO Presidente ELIANE DE BRITTO BAHRUTH Diretor FERNANDO DE NIELANDER RIBEIRO Diretor CARLOS ALBERTO A C. FILHO Diretor RUBEN SILVEIRA MELLO FILHO Contdor PA S S I V O CIRCULANTE , ,47 CONSIGNAÇÕES , ,7 PENSÃO ALIMENTÍCIA 437,50 0,00 ISS 0,00 0,00 IRRF/GDF 0,00 0,00 PLANOS DE PREVIDÊNCIA E ASSISTÊNCIA MÉDICA , ,57 OUTRAS CONSIGNAÇÕES.850, ,4 RECURSOS DA UNIÃO , ,76 DEPÓSITOS DE DIVERSAS ORIGENS , ,38 OUTROS DEPÓSITOS , ,38 OBRIGAÇÕES EM CIRCULAÇÃO , ,62 FORNECEDORES 4. 64, ,39 PESSOAL A PAGAR 39.75,25 0,00 ENCARGOS SOCIAIS A RECOLHER 0,00 0,00 PROVISÕES , ,52 OBRIGAÇÕES TRIBUTÁRIAS , ,27 DIVIDENDOS 0,00 0,00 DÉBITOS DIVERSOS A PAGAR 770,05 00,00 CREDORES-ENTIDADES E AGENTES , ,86 EMPRÉST. EM CIRCULAÇÃO-INTERNOS , ,72 EMPRÉST. EM CIRCULAÇÃO-EXTERNOS , ,0 VALORES EM TRÂNSITO EXIGÍVEIS 0,00 0,00 OUTRAS OBRIGAÇÕES 0, ,56 VALORES PENDENTES A CURTO PRAZO , ,29 EXIGÍVEL A LONGO PRAZO , ,88 D E P Ó S I TO S , ,0 OUTROS DEPÓSITOS , ,0 OBRIGAÇÕES EXIGÍVEIS A LONGO PRAZO , ,87 EMPRÉST.EXIG.LONGO PRAZO-INTERNO , ,63 EMPRÉST.EXIG.LONGO PRAZO-EXTERNO , ,24 PATRIMÔNIO LÍQUIDO , ,69 CAPITAL REALIZADO , ,97 CAPITAL SUBSCRITO , ,97 CAPITAL A REALIZAR 0,00 0,00 R E S E RVA S , ,53 RESERVAS DE CAPITAL.500,00.500,00 RESERVAS DE REAVALIAÇÃO , ,53 RESERVAS DE LUCROS 0,00 0,00 RESULTADO ACUMULADO ( ,39) ( ,8) LUCROS/PREJUÍZOS ACUMULADOS ( ,8) ( ,6) AJUSTES DE EXERCÍCIOS ANTERIORES 0,00 (275,96) LUCRO OU PREJUÍZO DO EXERCÍCIO , ,3 TOTALDOPASSIVO , ,04 ODILON ANTONIO MARCUZZO DO CANTO Presidente ELIANE DE BRITTO BAHRUTH Diretor FERNANDO DE NIELANDER RIBEIRO Diretor CARLOS ALBERTO A C. FILHO Diretor RUBEN SILVEIRA MELLO FILHO Contdor BALANÇO PATRIMONIAL EM 3 DE DEZEMBRO DE 2006 DEMONSTRATIVO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO VALORES EM: R$,00 MOVIMENTO DAS CONTAS CAPITAL REALIZADO RESERVAS DE CAPITAL RESERVAS DE LUCROS RESERVAS DE REAVALIAÇÃO RESULTADOS ACUMULADOS SALDO DO INÍCIO DO EXERCÍCIO ,97.500,00 0, ,53 ( ,8) , ,34 INTEGRALIZAÇÃO COM RESERVAS 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 REVERSÃO RESERVAS 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 RED. CAPITAL PREJUÍZO ACUMULADO (Decreto 3.987/0 ) 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 PROVISÃO DIVIDENDOS TESOURO 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 AJUSTES NO PATRIMÔNIO 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 (275,96) DOAÇÕES 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 DOTAÇÃO ORÇAMENTÁRIA ( Dec.3.987/0 e Certificdo 059A FND ) 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 C.M. ESPECIAL DA LEI-8.200/9 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 LUCRO DO EXERCÍCIO 0,00 0,00 0,00 0, , , ,3 SALDO DO EXERCÍCIO ,97.500,00 0, ,53 ( ,39) , ,69 ODILON ANTONIO MARCUZZO DO CANTO Presidente ELIANE DE BRITTO BAHRUTH Diretor FERNANDO DE NIELANDER RIBEIRO Diretor CARLOS ALBERTO A C. FILHO Diretor RUBEN SILVEIRA MELLO FILHO Contdor DEMONSTRAÇÃO DAS ORIGENS E APLICAÇÕES DE RECURSOS VALORES EM R$ ORIGENS Ds operções Lucro do Exercício , ,3 Ds Deprecições , ,00 Alterção Ptrimônio (275,96) Lucro Ajustdo , ,35 Redução Investimentos , ,00 Redução do Ativo Imobilizdo Redução do Ativo Diferido Redução do Relizável Longo Przo Aumento do Exigível Longo Przo , ,76 Aumento de Cpitl TOTAL DAS ORIGENS , , APLICAÇÕES Ns operções Prejuízo do Exercício 0,00 0,00 Deprecição Prejuízo Ajustdo 0,00 0,00 Aumento dos Investimentos , ,94 Aumento do Ativo Imobilizdo , ,72 Aumento do Ativo Diferido , ,68 Aumento do Relizável Longo Przo , ,00 Redução do Exigível Longo Przo Dividendos Propostos TOTAL DAS APLICAÇÕES , ,34 AUMENTO (REDUÇÃO) DO CAPITAL CIRCULANTE ( , 47 ) ( ,23) VARIAÇÃO DO CAPITAL CIRCULANTE Ativo Circulnte. No Finl do Exercício , , 40. No Início do Exercício , , , ,9

13 <!ID > <!ID > Nº 76, qurt-feir, 2 de setembro de 2007 ISSN Pssivo Circulnte. No Finl do Exercício , ,47. No Início do Exercício , , , ,42 AUMENTO (REDUÇÃO) DO CAPITAL CIRCULANTE ( , 47 ) ( ,23) DOAR , , , , , , , , ,24 ODILON ANTONIO MARCUZZO DO CANTO Presidente ELIANE DE BRITTO BAHRUTH Diretor FERNANDO DE NIELANDER RIBEIRO Diretor CARLOS ALBERTO A C. FILHO Diretor RUBEN SILVEIRA MELLO FILHO Contdor DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADO DO EXERCÍCIO DE 2006 Vlores em R$,00 DISCRIMINAÇÃO RECEITA OPERACIONAL BRUTA , ,63.- OUTROS SERVIÇOS FINANCEIROS , ,9.2- TAXA DE ADMINISTRAÇÃO , ,84.3- OUTRAS RECEITAS OPERACIONAIS , ,59.4- AMORTIZAÇÕES DE EMPRÉSTIMOS DIVERSOS , ,67.5- JUROS VENCIDOS , , JUROS MENSAIS , ,40.7- JUROS RENEGOCIADOS , ,53.7- MULTAS , ,42 2- DEDUÇÕES DA RECEITA ( ,0) ( ,85) 2.- COFINS ( , 53 ) ( ,94) 2.2- PASEP ( ,57) (734.56,9) 3- RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA (-2) , ,78 4- CUSTO DOS SERVIÇOS ( ,05) ( ,23) 4.- DESPESAS COM PESSOAL ( ,79) ( ,49) 4.2- DEPRECIAÇÃO E AMORTIZAÇÃO ( ,79) (.5.60,00) 4.3- DESPESAS TRIBUTARIAS ( ,54) ( , ) 4.4- DESPESAS ADMINISTRATIVAS ( ,93) ( ,63) LOCAÇÃO E ARRENDAMENTO MERCANTIL ( ,67) ( ,05) MANUTENÇÃO (203.79,47) (2.353,98) SERVIÇOS DE TELEFONIA E ENERGIA ( ,9) ( ,75) SERVIÇOS PROFISSIONAIS E CONTRATADOS ( ,77) ( ,86) MATERIAL DE CONSUMO ( ,77) ( ,80) TRANSPORTE DE PESSOAL ( ,34) ( ,9) 5- RESULTADOS COMPENSATÓRIOS 0,00 0,00 6- DESPESAS FINANCEIRAS ( ,95) ( ,75) 7- RECEITAS FINANCEIRAS , ,67 8- OUTRAS RECEITAS , ,84 9- RESULTADO OPERACIONAL ( ) , ,3 0- RESULTADO NÃO OPERACIONAL 30, ,00 - RESULTADO ANTES DO I.R. ( 9+0 ) , ,3 2- IMPOSTO DE RENDA ( ,4) 0,00 3- CONTRIBUIÇÃO SOCIAL S/LUCRO LIQUIDO ( ,09) 0,00 4- LUCRO / PREJUÍZO LÍQUIDO ( -2-3 ) , ,3 ODILON ANTONIO MARCUZZO DO CANTO Presidente ELIANE DE BRITTO BAHRUTH Diretor FERNANDO DE NIELANDER RIBEIRO Diretor CARLOS ALBERTO A C. FILHO Diretor RUBEN SILVEIRA MELLO FILHO Contdor NOTAS EXPLICATIVAS RELATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS DO EXER- CÍCIO DE A EMPRESA E SEUS OBJETIVOS.- A Finncidor de Estudos e Projetos - FINEP é um empres públic de direito privdo, vinculd o Ministério d Ciênci e Tecnologi - MCT e regid pelo esttuto provdo pelo Decreto N.º.808 de 7 de fevereiro de 996, lterdo pelos Decretos n.º 2.209, de 8 de bril de 997, e Decreto, n.º 2.47, de 26 de Jneiro de Seu objetivo é poir estudos, projetos e progrms de interesse pr o desenvolvimento econômico, socil, científico e tecnológico do pís, tendo em vist s mets e prioriddes setoriis estbelecids nos plnos do Governo Federl..3- Exerce tmbém s funções de Secretri Executiv do Fundo Ncionl de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - FNDCT, bem como de Agênci Executiv do Progrm de Apoio o Desenvolvimento Científico e Tecnológico - PADCT..4- Pode ind exercer dministrção de outros fundos instituídos pelo Governo, ns condições que forem estbelecids, medinte to do Poder Executivo, lém de outrs tribuições conexs com s sus finliddes. 2. PRINCIPAIS DIRETRIZES CONTÁBEIS 2.- O regime contábil é o de competênci Os registros contábeis são efetudos de cordo com o Plno de Conts d União, por intermédio do Sistem Integrdo de Administrção Finnceir - SIAFI, no qul s sus demonstrções finnceirs são presentds em conformidde com Lei n.º 6.404/ No tendimento à Lei n.º 9.249, de , correção monetári ds conts do tivo permnente e do ptrimônio líquido não foi efetud Os direitos e s obrigções em moed estrngeir são justdos às txs cmbiis em vigor n dt do encerrmento do período A Empres tem obrigções de longo przo em relção empréstimos tomdos junto bncos estrngeiros e ncionis, conforme demonstrdo bixo: Mercdo interno Mercdo externo Outrs obrigçôes Totl do pssivo circulnte Mercdo interno Mercdo externo Totl do pssivo exigível longo przo Moed Tx de juros Ve n c i m e n t o Mercdo interno:. BNDES REAL TJLP 5/6/ FND REAL T J L P. 5/0/ TESOURO FRANCÊS EURO 3,5%.. 3/2/ FNDCT REAL TJLP 3/2/ TO TA L Mercdo externo: BID/498/SF/BR US$ 3,00%.. 23/2/ Clube de Pris EURO 8,25%.. 3/2/ USAID-52-L-054 US$ 2,50%.. 9 / / TO TA L Com bse n Resolução do Conselho Monetário Ncionl - CMN, de nº066/68, está sendo computd qunti de R$ ,22 débito do Tesouro Ncionl, correspondente à recuperção do risco cmbil. A FINEP há nos tent se ressrcir e continu mntendo negocições nesse sentido A Constituição d provisão pr perds sobre os finncimentos concedidos qunto dedutibilidde ds perds no recebimento dos referidos créditos está fundmentd n Lei nº 9.430, de 27 de dezembro de 996, em seus rtigos 9º e 2º. A referid provisão totlizou em o vlor de R$ ,05. Nesse exercício foi revertido o montnte de R$ ,98, referente os créditos vencidos mis de 5 nos sem que tenh hvido su liquidção,conforme rtigo 0º &2º inciso 4º d lei cim citd A Provisão pr Devedores Duvidosos present um montnte de R$ 44.52,45, té A provisão sobre os pssivos trblhists foi reduzid pr R$ ,0 em virtude d su utilizção no pgmento do processo 0238/9 referente à reintegrção de funcionários, por determinção judicil, no montnte de R$ ,27 té dezembro/ A FINEP mntém um progrm com o poio do Ministério do Trblho e Emprego com recurso finnceiro do Fundo de Ampro o Trblhdor-FAT que vis o finncimento de Projetos previmente seleciondos pel empres e provdos pelo MTE. Os finncimentos são direciondos pr segmentos específicos d economi, cpzes de promover ções modernizntes e estruturis, destcndose os spectos indutores de inovções, trnsformções e reestruturções produtivs. O sldo devedor junto o MTE/FAT em totliz um montnte de R$ , O vlor recebido do FNDCT referente à equlizção de juros dos finncimentos já contrtdos foi tulizdo pr R$ ,69, o montnte depositdo pr investimento em empress emergentes em R$ ,84 e o de grnti de liquidez em R$ , CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DO ATIVO PERMANENTE 3.- Os vlores de custo, deprecição e mortizção do Ativo Permnente estão demonstrdos seguir: Vlores em R$,00 GRUPOS C U S TO D E P. / A M O RT I Z LÍQUIDO Investimentos Opercionis ,55 0, ,55 Técnico Tngível ,5 ( ,74) ,4 Técnico Intngível , 74 0, , 74 Diferido ,26 ( , 3 ) ,3 TO TA L ,70 ( ,87) , A prticipção d Empres em outrs socieddes compõe-se de prticipções cionáris no vlor de R$ ,77, de prticipções em socieddes em cont de prticipção, no vlor de R$ 2.06,9, e debêntures e cots de fundos de investimento no vlor de R$ , O Ativo Imobilizdo Técnico Tngível está contbilizdo pelo custo de quisição menos s deprecições, ests, efetuds pelo método liner à tx de 0%.., pr Móveis e Utensílios e Equipmento de Escritório, e de 20%.. pr Veículos e Equipmentos de Processmento de Ddos. O Ativo Imobilizdo Técnico Intngível compreende s conts "Telefones - Direito de Uso de Linhs" e "Mrcs e Ptentes", não sendo ests, deprecids O item "Imóveis" compreende 6 pvimentos do prédio sito à Pri do Flmengo, 200, e respectivs frções ideis de terreno, pr uso próprio, sendo deprecido à tx de 4%.. somente os pvimentos. Compreende tmbém 5 terrenos em Cmpos de Jordão dquiridos em dção de pgmento As conts "Instlções e Benfeitoris em Prédios Próprios e de Terceiros" são mortizds à tx de 20% O Ativo Diferido compõe-se de quisições de licencimentos pr utilizção de softwre, sendo plicd à tx de 20%.. como ftor de mortizção. 4. CONTAS DE COMPENSAÇÃO (CUSTO HISTÓRICO) 4.-Bens, Vlores de Terceiros em grnti de finncimento R$ , PATRIMÔNIO LÍQUIDO 5.- Conforme utorizção concedid trvés do Decreto nº 3.987, de 29 de Outubro de 200, o Cpitl Socil Integrlizdo d FINEP é de R$ , A FINEP presentou um lucro líquido no exercício de 2006 no montnte de R$ ,42, o que elevou o seu Ptrimônio Líquido pr R$ ,. ODILON ANTONIO MARCUZZO DO CANTO Presidente ELIANE DE BRITTO BAHRUTH Diretor FERNANDO DE NIELANDER RIBEIRO Diretor CARLOS ALBERTO A C. FILHO Diretor RUBEN SILVEIRA MELLO FILHO Contdor

14 <!ID > <!ID > 4 ISSN Nº 76, qurt-feir, 2 de setembro de Ministério d Cultur AGÊNCIA NACIONAL DO CINEMA DELIBERAÇÃO Nº 249, DE DE SETEMBRO DE 2007 O DIRETOR-PRESIDENTE SUBSTITUTO d ANCINE, no uso ds tribuições legis conferids pel Resolução de Diretori Colegid nº 22/2006, e em cumprimento o disposto n Lei nº 8.33, de 23/2/99, Lei nº 8.685, de 20/07/993, Medid Provisóri nº , de 06/09/200, lterd pel Lei nº 0.454, de 3/05/2002, e Decreto nº 4.456, de 04//2002, deliber: Art. º Aprovr o projeto udiovisul relciondo bixo, pr o qul proponente fic utorizd cptr recursos trvés d comercilizção de certificdos de investimento nos termos do rt. º d Lei nº 8.685, de 20/07/993, e medinte ptrocínio, n form previst no rt. º-A d Lei nº 8.685, de 20/07/ Históris de Amor Durm Apens 90 Minutos (Spleen) Processo: / Proponente: Tipos e Tempos Produções Ltd. Cidde/UF: Rio de Jneiro/RJ CNPJ: / Vlor totl do orçmento provdo: R$ ,30 Vlor provdo no rtigo º d Lei nº /93: R$ ,00 Bnco: 00- gênci: cont corrente: Vlor provdo no rtigo º-A d Lei nº /93: R$ ,00 Bnco: 00- gênci: cont corrente: Aprovdo n Reunião de Diretori Colegid nº 237, relizd em 29/08/2007. Przo de cptção: té 3/2/2007. Art. 2º Aprovr o projeto udiovisul relciondo bixo, pr o qul proponente fic utorizd cptr recursos trvés d comercilizção de certificdos de investimento e trvés d formlizção de contrtos de co-produção nos termos dos rt. º e 3º d Lei nº 8.685, de 20/07/993, e medinte ptrocínio, n form previst no rt. º-A d Lei nº 8.685, de 20/07/ A Mulher Invisível Processo: / Proponente: Conspirção Filmes Entretenimento Ltd. Cidde/UF: Rio de Jneiro/RJ CNPJ: / Vlor totl do orçmento provdo: R$ ,50 Vlor provdo no rtigo º d Lei nº /93: R$ ,64 Bnco: 00- gênci: cont corrente: Vlor provdo no rtigo º-A d Lei nº /93: R$ ,64 Bnco: 00- gênci: cont corrente: Vlor provdo no rtigo 3º d Lei nº /93: R$ ,00 Bnco: 00- gênci: cont corrente: Aprovdo n Reunião de Diretori Colegid nº 236, relizd em 2/08/2007. Przo de cptção: té 3/2/2007. Art. 3º Est Deliberção entr em vigor n dt de su publicção. NILSON RODRIGUES SUPERINTENDÊNCIA DE FOMENTO <!ID > DELIBERAÇÃO Nº 250, DE DE SETEMBRO DE 2007 O SUPERINTENDENTE DE FOMENTO d ANCINE, no uso ds tribuições legis conferids pel Portri nº 72, de 25 de gosto de 2006 e em cumprimento o disposto n Lei nº 8.33, de 23 de dezembro de 99, Lei nº 8.685, de 20 de julho de 993, Medid Provisóri n o , de 06 de setembro de 200, lterd pel Lei nº 0.454, de 3 de mio de 2002, e Decreto nº 4.456, de 04 de novembro de 2002, deliber: Art. º Prorrogr o przo de cptção e provr o remnejmento do projeto udiovisul bixo relciondo, pr o qul proponente, fic utorizd cptr recursos trvés d comercilizção de Certificdos de Investimento, ptrocínios nos termos dos Arts. e -A, d Lei nº 8.685, de 20 de julho de O Louv Deus Processo: / Proponente: Mudr Produções Artístics e Culturis Ltd. Cidde/UF: Rio de Jneiro / RJ CNPJ: /00-37 Vlor totl do orçmento provdo:r$ ,00 Vlor provdo no Artigo º d Lei nº 8.685/93: R$ ,00 Bnco: 00- Agênci: Cont Corrente: Vlor provdo no Artigo º-A d Lei nº 8.685/93: R$ ,00 Bnco: 00- Agênci: Cont Corrente: Vlor provdo nos Artigos 25 e 26 d Lei nº 8.33/9: de R$ ,00 pr R$ 0,00 Przo de cptção: de 0/0/2007té 3/2/2007 Art. 2º Aprovr o remnejmento do projeto udiovisul bixo relciondo, pr o qul proponente, fic utorizd cptr recursos trvés d comercilizção de Certificdos de Investimento e ptrocínios nos termos dos Arts. e -A, d Lei nº 8.685, de 20 de julho de Vls Pr Bruno Stein Processo: / Proponente: Accorde Filmes Ltd. Cidde/UF: Porto Alegre / RS CNPJ: / Vlor totl do orçmento provdo: R$ ,8 Vlor provdo no Artigo º d Lei nº 8.685/93: de R$ ,87 pr R$.000,00 Bnco: 00- Agênci: Cont Corrente: Vlor provdo no Artigo º-A d Lei nº 8.685/93: de R$ ,00 pr R$ ,87 Bnco: 00- Agênci: Cont Corrente: Vlor provdo no Artigo 3º d Lei nº 8.685/93: de R$ ,00 pr R$ 0,00 Vlor provdo nos Artigos 25 e 26 d Lei nº 8.33/9: R$ ,00 Przo de cptção: de 0/0/2007té 3/2/2007 Art. 3º Aprovr o remnejmento e lterção de título de "90 Anos de Antonio Clldo - A Litertur Serviço do Brsil" pr "A Pixão Segundo Clldo" do projeto udiovisul bixo relciondo, pr o qul proponente, fic utorizd cptr recursos trvés de ptrocínios nos termos do Art. - A, d Lei nº 8.685, de 20 de julho de 993 e medinte doções ou ptrocínios, n form previst nos Arts. 25 e 26 d Lei nº 8.33, de 23 de dezembro de A Pixão Segundo Clldo Processo: / Proponente: Lúmen Produções Ltd. Cidde/UF: Rio de Jneiro /RJ CNPJ: / Vlor totl do orçmento provdo: de R$ ,00 pr R$ ,00 Vlor provdo no Artigo º - A d Lei nº 8.685/93: R$ ,00 Bnco: 00- Agênci: Cont Corrente: Vlor provdo nos Artigos 25 e 26 d Lei nº 8.33/9: de R$ ,00 pr R$ ,95 Bnco: 00- Agênci: Cont Corrente: Przo de cptção: de 0/0/2007té 3/2/2007. Art. 4º Aprovr o remnejmento do projeto udiovisul bixo relciondo, pr o qul proponente, fic utorizd cptr recursos trvés do rt. 39, inciso X, d Medid Provisóri no , de 06 de setembro de 200, introduzido pelo rt. 4 d Lei no de 3 de mio de 2002 d comercilizção de Certificdos de Investimento e d formlizção de contrtos de co-produção nos termos dos Arts. e 3º, d Lei nº 8.685, de 20 de julho de Meu Pís - O Filme Processo: / Proponente: Sombumbo Filmes Ltd. Cidde/UF: Ribeirão Preto / SP CNPJ: / Vlor totl do orçmento provdo: R$ ,84 Vlor provdo no Artigo º d Lei nº 8.685/93: R$ ,00 Bnco: 00- Agênci: Cont Corrente: Vlor provdo no Artigo 3º d Lei nº 8.685/93: de R$ ,00 pr R$ ,00 Bnco: 00- Agênci: Cont Corrente: Vlor provdo no Artigo 39 d MP Lei nº /0: R$ ,00 Bnco: 00- Agênci: Cont Corrente: Przo de cptção: de 0/0/2007té 3/2/2007 Art. 5º Prorrogr o przo de cptção, provr o remnejmento e relizr revisão orçmentári do projeto udiovisul bixo relciondo, pr o qul proponente, fic utorizd cptr recursos trvés d comercilizção de Certificdos de Investimento e ptrocínios nos termos dos Arts. e -A, d Lei nº 8.685, de 20 de julho de Khmsim Processo: / Proponente: Florind Bolkn Produções Ltd. Cidde/UF: Arcti / CE CNPJ: / Vlor totl do orçmento provdo: de R$ ,38 pr R$ ,27 Vlor provdo no Artigo º d Lei nº 8.685/93: de R$ ,27 pr R$.39.03,32 Bnco: 00- Agênci: Cont Corrente: Vlor provdo no Artigo º-A d Lei nº 8.685/93: R$ ,69 Bnco: 00- Agênci: Cont Corrente: Vlor provdo nos Artigos 25 e 26 d Lei nº 8.33/9: de R$ ,69 pr R$ 0,00 Przo de cptção: de 0/0/2007té 3/2/2007 Art. 6º Aprovr o remnejmento e relizr revisão orçmentári do projeto udiovisul bixo relciondo, pr o qul proponente, fic utorizd cptr recursos trvés d comercilizção de Certificdos de Investimento, ptrocínios e d formlizção de contrtos de co-produção nos termos dos Arts., -A e 3º, d Lei nº 8.685, de 20 de julho de Orquestr dos Meninos Processo: / Proponente: Melodrm Produções Ltd. Cidde/UF: Rio de Jneiro / RJ CNPJ: / Vlor totl do orçmento provdo: de R$ ,06 pr R$ ,38 Vlor provdo no Artigo º d Lei nº 8.685/93: R$ ,00 Bnco: 00- Agênci: Cont Corrente: x Vlor provdo no Artigo º-A d Lei nº 8.685/93: R$ ,78 Bnco: 00- Agênci: Cont Corrente: Vlor provdo no Artigo 3º d Lei nº 8.685/93: R$ , Bnco: 00- Agênci: Cont Corrente: Vlor provdo nos Artigos 25 e 26 d Lei nº 8.33/9: de R$ ,59 pr R$ ,00 Przo de cptção: de 0/0/2007té 3/2/2007 Art.7º Autorizr substituição do título do projeto udiovisul, "N Mod" pr "Alice" Alice Processo: / Proponente: Gullne Filmes Ltd. Cidde/UF: Vil Clementino / SP CNPJ: /000-2 Art. 8º Est Deliberção entr em vigor n dt de su publicção.. LUIZ FERNANDO NOEL DE SOUZA Ministério d Educção CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE ALAGOAS PORTARIA 905/DG, DE DE SETEMBRO DE 2007 O DIRETOR-GERAL EM EXERCÍCIO DO CENTRO FE- DERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE ALAGOAS, no uso ds tribuições que lhe confere o Art. 30 do Regimento Interno deste CEFET, provdo pel Portri Ministeril n o - 846, do Ministério d Educção, de 26 de mio de 999, publicdo no D.O.U. de , resolve: Alterr Portri n o - 95/DG, de 3 de mrço de 2007, que trt d provção do detlhmento d Estrutur Administrtiv do Centro Federl de Educção Tecnológic de Algos.. DIREÇÃO-GERAL - CD-2. - Procurdori Jurídic - CD Auditori Intern - CD Chefi do Gbinete - CD Coordenção de Controle de Informções Institucionis - FG-.5 - Coordenção de Comunicção e Mrketing - FG Coordendori de Assuntos Geris do Gbinete - FG Comissão Permnente de Licitção - FG Secretri do Gbinete - FG Ouvidori - FG Gerênci de Gestão de Pessos - CD-4.0.-Coordenção de Pgmento de Pessol - FG-.0.2-Coordenção de Legislção de Pessol e Benefícios - FG Coordenção de Cdstro, Lotção e Movimentção de Pessol- FG Coordenção de Desenvolvimento e Cpcitção de Pessol - FG Coordendori de Pessol - FG-4 2. DIRETORIA DE ASSUNTOS ESTUDANTIS - CD Coordenção de Apoio o Aluno - FG Coordendori de Alimentção e Nutrição - FG Coordendori de Bibliotec - FG-4 3. DIRETORIA DE ENSINO - CD Gerênci de Articulção Pedgógic - CD Coordenção de Gestão de Sistem Acdêmico -FG Coordendori d Copes - FG Coordenção de Educção Superior - FG Coordenção de Educção Básic - FG Coordenção de Plnejmento Educcionl - FG Coordendori de Ensino à Distânci - FG DIRETORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO - CD Coordenção de Pesquis - FG Coordendori de Pós-Grdução - FG-4 5. DIRETORIA DE RELAÇÕES EMPRESARIAIS E CO- MUNITÁRIAS - CD Coordenção de Integrção Escol-Empres -FG Coordendori de Empreendedorismo -FG Coordendori de Articulção com o Setor Produtivo - FG Coordendori de Eventos e Promoções - FG Coordendori de Projetos Especiis - FG-4 6. DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO E PLANEJAMEN- TO - CD Coordenção de Orçmento, Plnejmento e Obrs - FG Coordendori de Plnejmento - FG Coordendori de Orçmento - FG Coordendori de Projetos e Obrs - FG Gerênci de Contbilidde, Finnçs e Mteriis - CD- 4

15 Nº 76, qurt-feir, 2 de setembro de 2007 ISSN Coordenção de Almoxrifdo - FG Coordenção de Licitção - FG Coordenção de Ptrimônio - FG Gerênci de Tecnologi d Informção - CD Coordenção de Operção de Rede - FG Coordendori de Desenvolvimento de Sistem de Informção - FG-4 7. DIRETORIA DA UNIDADE MACEIÓ CD Chefi do Gbinete - FG Coordendori Pedgógic - FG Gerênci de Administrção e Mnutenção -CD Coordenção de Comunicção e Arquivo - FG Coordendori de Mnutenção e Serviços - FG Coordendori de Trnsporte - FG Gerênci de Formção Gerl - CD Coordenção de Educção Físic e Esportes -FG Coordenção de Ciêncis d Nturez -FG Chefi dos Lbortórios de Ciêncis d Nturez - FG Coordenção de Lingugens e Códigos -FG Coordenção de Ciêncis Humns - FG Gerênci Acdêmic de Tecnologi Industril - CD Coordenção de Eletrônic - FG Chefi dos Lbortórios de Eletrônic - FG Coordenção de Eletrotécnic - FG Chefi dos Lbortórios de Eletrotécnic - FG Coordenção de Mecânic - FG Chefi dos Lbortórios e Oficins de Mecânic - FG Coordenção de Químic - FG Chefi dos Lbortórios de Químic - FG Gerênci Acdêmic d Construção Civil - CD Coordenção de Edificções - FG Chefi dos Lbortórios de Edificções - FG Coordenção de Urbnizção - FG Chefi dos Lbortórios de Urbnizção - FG Coordenção Acdêmic de Comunicção e Design - FG Coordenção de Design - FG Chefi do Lbortório de Design - FG Coordenção Acdêmic de Informátic e Telecomunicção - FG Coordenção de Informátic - FG Chefi dos Lbortórios de Informátic - FG Coordenção de Apoio o Ensino - FG Coordendori de Registros Escolres - FG Coordendori de Multimeios - FG Coordendori de Serviços Gráficos - FG Coordenção de Acompnhmento e Controle de Ensino - FG Coordendori do Turno Mtutino - FG Coordendori do Turno Vespertino - FG Coordendori do Turno Noturno - FG-4 8. DIRETORIA DA UNIDADE DE ENSINO DESCEN- TRALIZADA DE PALMEIRA DOS ÍNDIOS - CD Chefi do Gbinete - FG Gerênci de Ensino - CD Coordenção de Relções Empresriis e Comunitáris - FG Coordendori de Pós-Grdução e Pesquis -FG Coordendori de Apoio o Aluno - FG Coordendori de Bibliotec - FG Coordendori Pedgógic - FG Coordendori de Registros Escolres -FG Coordenção Acdêmic de Formção Gerl -FG Coordenção Acdêmic de Construção Civil - FG Chefi dos Lbortórios de Construção Civil - FG Coordenção Acdêmic de Tecnologi Industril - FG Chefi dos Lbortórios de Indústri - FG Coordendori de Acompnhmento do Ensino - FG Gerênci de Administrção e Mnutenção - CD Coordenção de Recursos Humnos -FG Coordendori de Projetos e Obrs - FG Coordendori de Mteriis - FG Coordendori de Mnutenção e Serviços - FG Coordendori de Tecnologi e Informátic -FG DIRETORIA DA UNIDADE DE ENSINO DESCEN- TRALIZADA DE MARECHAL DEODORO - CD Chefi do Gbinete - FG Gerênci de Ensino - CD Coordenção de Relções Empresriis e Comunitáris - FG Coordendori de Pós-Grdução e Pesquis - FG Coordendori de Apoio o Aluno - FG Coordendori de Bibliotec - FG Coordendori Pedgógic - FG Coordendori de Registros Escolres -FG Coordenção Acdêmic de Formção Gerl - FG Coordenção Acdêmic de Meio Ambiente e Súde - FG Chefi dos Lbortórios de Meio Ambiente e Súde - FG Coordenção Acdêmic de Turismo e Hospitlidde - FG Chefi dos Lbortórios de Turismo e Hospitlidde - FG-4 FG Coordendori de Acompnhmento do Ensino Gerênci de Administrção e Mnutenção -CD Coordenção de Recursos Humnos - FG Coordendori de Projetos e Obrs - FG Coordendori de Mteriis - FG Coordendori de Mnutenção e Serviços -FG Coordendori de Tecnologi e Informátic -FG-4 JARBAS ALVES CAVALCANTI CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE CAMPOS <!ID > PORTARIA 284, DE 3 DE SETEMBRO DE 2007 O DIRETOR GERAL DO CENTRO FEDERAL DE EDU- CAÇÃO TECNOLÓGICA DE CAMPOS, no uso ds tribuições legis que lhe conferem Lei n. o de 08/2/94, o Decreto Presidencil de 8/0/99, Portri MEC n. o de 2/06/99 e Portri MEC n. o de 30/2/2003 publicd no D.O.U. de 3/2/2003, Considerndo Portri/CEFET Cmpos n o - 64 de /08/2006 publicd no DOU de 5/08/2006, seção, págin 3; resolve: I- APROVAR lterção no Código d Função de confinç deste Centro, constnte n Portri n o - 64 de /08/06, publicd no Dou de 5/08/06, conforme qudro bixo : SITUAÇÃO ANTERIOR Denominção do crgo ou função Coordenção dos Cursos Superiores em Tecnologi/Automção Industril Código d Função FG-4 SITUAÇÃO ATUAL Denominção do crgo ou função Coordenção dos Cursos Superiores em Tecnologi/Automção Industril Código d Função FG-2 II- Est Portri entr em vigor n dt de su publicção no Diário Oficil d União. LUIZ AUGUSTO CALDAS PEREIRA FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO CONSELHO DELIBERATIVO <!ID > RESOLUÇÃO/CD/FNDE 43 DE 0 DE SETEMBRO DE 2007 Estbelece os critérios e s forms de trnsferênci de recursos finnceiros o Progrm Ncionl de Apoio o Trnsporte do Escolr, no exercício de FUNDAMENTAÇÃO LEGAL: Lei n o , de 2 de junho de 993; Lei n o , de 24 de dezembro de 996; Lei n o , de 23 de setembro de 997; Lei n o de de dezembro de 997; Lei Complementr 0, de 4 de dezembro de 2000; Lei n o , de 09 de junho de 2004; Decreto n o , de 3 de mio de Lei n o -.439, de 29 de dezembro de 2006; Lei n o -.45, de 07 de fevereiro de 2007; Lei n o -.494, de 20 de junho de 2007 O PRESIDENTE DO CONSELHO DELIBERATIVO DO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FNDE, no uso ds tribuições legis que lhe são conferids pelo rt. 4, Cpítulo V, Seção IV, do Anexo I do Decreto n o , de 29 de novembro de 2006 e pelos rts. 3 o -, 5 o - e 6 o - do Anexo d Resolução/CD/FNDE n o - 3, de 30 de setembro de 2003, e CONSIDERANDO necessidde de oferecer trnsporte escolr pr o cesso e permnênci dos lunos ds escols do ensino fundmentl público, residentes em áre rurl, por meio de ssistênci finnceir, em cráter suplementr, os Estdos, o Distrito Federl e os Municípios, contribuindo, ssim, pr diminuição dos índices de repetênci e evsão escolr; e, CONSIDERANDO necessidde de estbelecer s orientções e instruções necessáris à consecução do disposto n Lei n o , de 09 de junho de 2004, que institui o Progrm Ncionl de Apoio o Trnsporte do Escolr; resolve, "AD REFERENDUM" Art. o - Aprovr, pr o exercício de 2007, os critérios e s norms de trnsferênci de recursos finnceiros os Estdos, o Distrito Federl e os Municípios, visndo executr ções à cont do Progrm Ncionl de Apoio o Trnsporte do Escolr - PNATE. I - DOS OBJETIVOS E DOS BENEFICIÁRIOS DO PRO- GRAMA Art. 2 o - O PNATE consiste n trnsferênci, em cráter suplementr, os Estdos, Distrito Federl e Municípios de recursos finnceiros destindos custer o oferecimento de trnsporte escolr os lunos do ensino fundmentl público residentes em áre rurl, com o objetivo de grntir o cesso à educção. II - DOS PARTICIPANTES DO PROGRAMA Art. 3 o - Prticipm do PNATE: I - o FNDE, como entidde responsável pel normtizção, ssistênci finnceir em cráter suplementr, bertur ds conts correntes pr repsse dos recursos, compnhmento, fisclizção, provção d prestção de conts dos recursos repssdos, cooperção técnic e vlição d efetividde d plicção dos recursos do progrm, diretmente ou por delegção; II - Ente Executor - EEx responsável pelo recebimento, execução e prestção de conts dos recursos finnceiros trnsferidos pelo FNDE à cont do PNATE, sendo: ) s Secretris de Educção dos Estdos e do Distrito Federl - responsáveis pelo tendimento os lunos ds escols públics do ensino fundmentl d rede estdul e do Distrito Federl, nos termos do rtigo o - d Lei n o , de 3 de julho de 2003; b) s Prefeiturs Municipis - responsáveis pelo tendimento os lunos ds escols públics do ensino fundmentl d rede municipl, nos termos do rtigo 2 o - d Lei n o , de 3 de julho de 2003; III o Conselho de Acompnhmento e Controle Socil do Fundo de Mnutenção e Desenvolvimento d Educção Básic e de Vlorizção dos Profissionis d Educção - CACS - FUNDEB, responsável pelo compnhmento e controle socil, bem ssim pelo recebimento, nálise e encminhmento, o FNDE, d prestção de conts do Progrm, conforme estbelecido no 3, rt. 24 d Lei n o -.494, de 20 de junho de III - DA TRANSFERÊNCIA, MOVIMENTAÇÃO E OPE- RACIONALIZAÇÃO DOS RECURSOS DO PROGRAMA Art. 4 o - A trnsferênci de recursos finnceiros no âmbito do PNATE será feit utomticmente, sem necessidde de convênio, juste, cordo, contrto ou instrumento congênere. Art. 5 o - - O cálculo do montnte de recursos finnceiros serem destindos os Estdos, Distrito Federl e Municípios terá como bse: I - o número de lunos do ensino fundmentl público ds redes estdul, do Distrito Federl e municipl, residentes em áre rurl, constntes do Censo Escolr do MEC do no de 2006; II - os Ftores de Necessidde de Recursos do Município - FNR-M e de Correção de Desiguldde Regionl - FCDR. o - - O vlor per cpit do PNATE pr 2007 será definido tendo como bse no vlor per cpit do no de 2006, crescido do Ftor de Correção de Desiguldde Regionl, conforme Anexo I dest Resolução e relção disponível no Sítio do FNDE n Internet < > Trnsporte do Escolr. 2 o - Do montnte de recursos ser repssdo o EEx no exercício de 2007, será descontd prcel do sldo existente n su cont corrente em 3 de dezembro de 2006 que exceder 30% do vlor repssdo nquele exercício, resslvdo o disposto no 2 o - do rtigo 8 o - dest Resolução. 3 o - A ssistênci finnceir de que trt est Resolução fic limitd o montnte de recursos consigndo n Lei Orçmentári Anul pr esse fim, crescid ds suplementções, qundo utorizds, e os regrmentos estbelecidos no Plno Plurinul do Governo Federl (PPA). Art. 6 o - Os vlores purdos n form do rt. 5 o - serão trnsferidos diretmente os Estdos, o Distrito Federl e os Municípios, em 9 (nove) prcels nuis, no período de mrço novembro, pr o custeio de despess com o trnsporte escolr dos lunos do ensino fundmentl público residentes em áre rurl. Art. 7 o - Os recursos finnceiros de que trt o rt. 6 o - serão creditdos, mntidos e geridos em conts correntes específics, serem berts pelo FNDE, em bnco e gênci indicdos pelo EEx, dentre queles que mntém prceri com o FNDE, conforme relção divulgd n Internet, no Sítio o - Pr indicção do domicílio bncário que se refere o cput deste rtigo, o EEx deverá observr seguinte ordem de prioridde: I - Bnco do Brsil S/A ou Cix Econômic Federl ou outr instituição bncári oficil, inclusive de cráter regionl, ou em instituições bncáris submetids processo de desesttizção ou, ind, quel dquirente de seu controle cionário; II - bnco prceiro locl, cso inexist no município gênci dos bncos descritos no inciso I. 2 o - As conts correntes berts n form estbelecid no cput deste rtigo ficrão bloqueds pr movimentção té que o representnte do EEx compreç à gênci do bnco onde cont foi bert e proced entreg e chncel dos documentos necessários à su movimentção, de cordo com s norms bncáris vigentes. 3 o - Nos termos dos Acordos de Cooperção Mútu firmdos entre o FNDE e os bncos prceiros, não serão cobrds trifs bncáris pel mnutenção e movimentção ds conts correntes berts pr os EEx, como tmbém pelo fornecimento mensl de um tlonário de cheques, de té 4 (qutro) extrtos bncários do mês corrente e de (um) do mês nterior, lém do fornecimento de um crtão mgnético com uso restrito pr consults sldos e extrtos.

16 6 ISSN Nº 76, qurt-feir, 2 de setembro de o - A identificção de incorreções n bertur ds conts correntes fcult o FNDE, independentemente de utorizção do EEx, solicitr o bnco o seu encerrmento, como tmbém os conseqüentes bloqueios, estornos e/ou trnsferêncis bncáris indispensáveis à regulrizção d incorreção. 5 o - Enqunto não utilizdos pelo EEx, os recursos trnsferidos n form do rtigo 6 o - deverão ser, obrigtorimente, plicdos em cdernet de poupnç bert especificmente pr o progrm, qundo previsão do seu uso for igul ou superior um mês, e em fundo de plicção finnceir de curto przo ou em operção de mercdo berto, lstred em títulos d dívid públic federl, se su utilizção ocorrer em przo inferior um mês. 6 o - As plicções finnceirs de que trt o prágrfo nterior deverão ocorrer n mesm cont-corrente e instituição bncári em que os recursos finnceiros do Progrm form creditdos pelo FNDE, resslvdos os csos em que, devido à previsão de seu uso, houver necessidde d plicção ser efetud em cdernet de poupnç, hipótese em que será dmitid bertur de outr cont específic pr tl fim, no mesmo bnco e gênci do progrm. 7 o - Os sques de recursos d cont corrente específic do progrm somente serão permitidos pr pgmento de despess prevists no rt. 5 ou pr plicção finnceir, devendo movimentção relizr-se, exclusivmente, medinte cheque nomintivo o credor ou ordem bncári, Trnsferênci Eletrônic de Disponibilidde (TED) ou outr modlidde de sque utorizd pelo Bnco Centrl do Brsil em que fique identificd destinção e, no cso de pgmento, o credor. 8 o - O produto ds plicções finnceirs deverá ser computdo crédito d cont corrente específic do EEx e plicdo exclusivmente no custeio do objeto do Progrm e ficr sujeito às mesms condições de prestção de conts exigids pr os recursos trnsferidos. 9 o - A plicção finnceir em cont do tipo cdernet de poupnç, n form previst nos 5 o - e 6 o - deste rtigo, não desobrig o EEx de efetur s movimentções finnceirs do progrm exclusivmente por intermédio d cont corrente bert pelo FNDE. Art. 8 o - O sldo dos recursos recebidos à cont do progrm, como tl entendido disponibilidde finnceir existente n cont corrente do EEx em 3 de dezembro de 2007, deverá ser reprogrmdo pr o exercício seguinte, com estrit observânci o objeto de su trnsferênci. o - A prcel do sldo que exceder 30% (trint por cento) do vlor repssdo em 2007, será deduzid do vlor ser trnsferido no exercício seguinte. 2 o - É fcultdo o EEx presentr justifictiv pr utilizção do sldo referencido no o - deste rtigo, que deverá ser, obrigtorimente, compnhd de cópis de empenhos, de cheques e de nots fiscis emitidos, cbendo o FNDE fzer nálise d documentção e, se ctd, restituir os vlores retidos no exercício. 3 o - A prcel do sldo que se refere o o - deste rtigo, qundo superior o vlor ser repssdo o EEx, deverá ser restituído o FNDE no przo de que trt o prágrfo único do rt. 3 e de cordo com s orientções constntes do rt. 4. Art. 9 o - Aos estdos, em conformidde com o rt. 2 o -, 5 o -, d lei n o , de 09 de junho de 2004, é fcultdo utorizr o FNDE efetur o repsse do vlor correspondente os lunos d rede estdul diretmente os seus respectivos municípios. o - O repsse, qundo utorizdo n form estbelecid no cput, deverá ser feito exclusivmente pr o município que declrou no Censo Escolr o quntittivo de lunos estduis, considerndo os vlores definidos n plnilh de repsse de recurso elbord pelo FNDE, ser devidmente comprovdo no to d prestção de conts. 2 o - A utorizção previst no cput não compromete trnsferênci dos recursos devidos pelo estdo os municípios, decorrente do ônus ssumido pels prefeiturs com o trnsporte escolr dos lunos mtriculdos nos estbelecimentos de ensino estduis. 3 o - A utorizção pr o repsse dos recursos diretmente os municípios, que deverá ser formlizd medinte expedição de ofício o FNDE em przo não superior 30 dis d dt de publicção dest Resolução, somente poderá ser revist no no seguinte àquele d su firmtur. 4 o - A utorizção de que trt o cput somente poderá ser efetivd qundo se destinr à totlidde dos municípios do estdo, que presentrem mtrícul no censo escolr de lunos brngidos por est Resolução. 5 o - Medinte justifictiv, com nuênci dos municípios e prévi utorizção do FNDE, o procedimento previsto no prágrfo nterior poderá ser, excepcionlmente, utorizdo pr prte dos municípios do estdo. 6 o - Os estdos que não utorizrem trnsferênci n form previst neste rtigo, poderão, nos termos d legislção locl, descentrlizr os recursos do PNATE diretmente os seus respectivos municípios, observd devid comprovção, por município, o FN- DE, qundo d presentção d prestção de conts. Art. 0 Os vlores trnsferidos no âmbito do PNATE não poderão ser considerdos pelos estdos, Distrito Federl e pelos municípios no cômputo dos 25% (vinte e cinco por cento) de impostos e trnsferêncis devidos à mnutenção e o desenvolvimento do ensino, por forç do disposto no rt. 22 d Constituição Federl. Art. Os EEx deverão incluir em seus respectivos orçmentos os recursos recebidos pr execução do PNATE. Art. 2 O FNDE divulgrá trnsferênci dos recursos finnceiros destindos o PNATE, n Internet, no Sítio e envirá correspondênci pr: I - s Assembléis Legisltivs, em se trtndo de EEx d esfer estdul; II - Câmr Legisltiv, em se trtndo de EEx d esfer distritl; III - s Câmrs Municipis, em se trtndo de EEx d esfer municipl; IV - os Ministérios Públicos Federis nos estdos e no Distrito Federl; V - o Ministério Público Estdul locl; VI - o CACS-FUNDEB. IV - DA REVERSÃO E DEVOLUÇÃO DE VALORES AO FNDE Art. 3 Ao FNDE é fcultdo rever, independentemente de utorizção dos EEx, os vlores pgos indevidmente ou qundo consttd irregulridde n execução do Progrm, medinte solicitção do estorno dos correspondentes vlores o gente finnceiro depositário dos recursos ou procedendo os descontos nos repsses futuros. Prágrfo Único. Inexistindo sldo suficiente ns conts em que os recursos form depositdos e não hvendo pgmentos serem efetudos, os EEx ficrão obrigdos restituir o FNDE, no przo de 05 (cinco) dis, contr do recebimento d notificção, os recursos creditdos indevidmente, crescidos de juros e correção monetári. Art. 4 As devoluções de vlores decorrentes de pgmentos efetudos pelo FNDE no âmbito do PNATE, sej qul for o fto gerdor, deverão ser efetuds: I - se ocorrerem no mesmo exercício em que se deu o repsse dos recursos finnceiros: ) em qulquer gênci dos bncos prceiros do FNDE, cuj relção ch-se disponível no sítio eletrônico por meio de Documento de Ordem de Crédito (DOC) ou Trnsferênci Eletrônic de Disponibilidde (TED), nos quis deverão ser indicdos cont corrente n. o , gênci n o , do Bnco do Brsil, e informdo o código identificdor n o no cmpo correspondente o "Nome do Destintário"; ou b) em gêncis do Bnco do Brsil S.A., medinte utilizção d Gui de Recolhimento d União (GRU), disponível no sítio eletrônico (clicr em SIAFI e loclizr "Gui de Recolhimento d União" e clicr em GRU Simples), n qul deverão ser indicdos o nome e o CNPJ do EEx, os códigos 5373 no cmpo "Unidde Gestor", 5253 no cmpo "Gestão", no cmpo "Código de Recolhimento" e no cmpo "Número de Referênci". II - se forem referentes recursos repssdos em exercícios nteriores o d devolução: ) em qulquer gênci dos bncos prceiros do FNDE, cuj relção ch-se disponível no sítio eletrônico por meio de Documento de Ordem de Crédito (DOC) ou de Trnsferênci Eletrônic de Disponibilidde (TED), nos quis deverão ser indicdos cont corrente n. o , gênci n o , do Bnco do Brsil S/A, e informdo o código identificdor n o no cmpo correspondente o "Nome do Destintário"; ou b) em gêncis do Bnco do Brsil S.A., medinte utilizção d Gui de Recolhimento d União (GRU), disponível no sítio eletrônico (clicr em SIAFI e loclizr "Gui de Recolhimento d União" e clicr em GRU Simples), n qul deverão ser indicdos o nome e o CNPJ do EEx, os códigos 5373 no cmpo "Unidde Gestor", 5253 no cmpo "Gestão", no cmpo "Código de Recolhimento" e no cmpo "Número de Referênci". o - Os vlores referentes às devoluções de que trt este rtigo deverão ser registrdos no formulário de prestção de conts, o qul os respectivos comprovntes bncários deverão ser nexdos pr presentção o FNDE. 2 o - Eventuis despess bncáris decorrentes ds devoluções de recursos o FNDE correrão às expenss do EEx depositnte, não podendo ser considerds como resultntes d execução do progrm pr fins de prestção de conts. V - DA UTILIZAÇÃO DOS RECURSOS DO PROGRA- MA Art. 5 Os recursos repssdos à cont do PNATE destinrse-ão: I - pgmentos de despess com reform, seguros, licencimento, impostos e txs, pneus, câmrs e serviços de mecânic em freio, suspensão, câmbio, motor, elétric e funilri, recuperção de ssentos, combustível e lubrificntes do veículo ou, no que couber, d embrcção utilizdo pr o trnsporte de lunos do ensino fundmentl público, residentes em áre rurl, observdos os seguintes spectos: ) somente poderão ser custeds despess com seguros, licencimento, impostos e txs, se forem referentes o no em curso; b) o veículo ou embrcção deverá possuir Certificdo de Registro de Veículo ou Registro de Propriedde d Embrcção em nome do EEx e presentr-se devidmente regulrizdo junto o órgão competente; c) s despess com combustível e lubrificntes não poderão exceder R$ 3.000,00 (três mil reis), qundo o vlor d prcel mensl for de té R$ 5.000,00 (quinze mil reis), e 20% (vinte por cento) d prcel mensl qundo o seu vlor for superior R$ 5.000,00 (quinze mil reis); d) não poderão ser presentds despess com trifs bncáris, mults, pessol, tributos federis, estduis, distritis ou municipis qundo não incidentes sobre mteriis dquiridos e serviços contrtdos pr consecução dos objetivos do progrm; e) tods s despess presentds deverão gurdr comptibilidde com mrc, modelo e o no do veículo ou d embrcção; f) s despess com os recursos do PNATE deverão ser executds diretmente pelos EEx de conformidde com lei plicável à espécie. II - pgmento de serviços contrtdos junto terceiros, observdos os seguintes spectos: ) o veículo ou embrcção ser contrtdo deverá obedecer às disposições do Código de Trânsito Brsileiro ou às Norms d Autoridde Mrítim, bem ssim s eventuis legislções complementres no âmbito municipl, do Distrito Federl ou estdul; b) o condutor do veículo destindo à condução de escolres deverá tender os requisitos estbelecidos no Código de Trânsito Brsileiro; c) o quviário deverá possuir o nível de hbilitção estbelecido pel utoridde mrítim; d) despes presentd deverá observr o tipo de veículo e o custo, em moed corrente no pís, por quilômetro ou luno trnsportdo; e) qundo houver serviço regulr de trnsporte coletivo de pssgeiros poderá o EEx efetur quisição de vle-trnsporte; III - implementção de outros mecnismos, não previstos nos incisos nteriores, que vibilizem ofert de trnsporte escolr pr o cesso e permnênci dos lunos ns escols do ensino fundmentl público, residentes em áre rurl, desde que previmente provdos pelo FNDE. Prágrfo único - N utilizção dos recursos do PNATE os EEx deverão observr os procedimentos previstos n Lei n o /93, no Decreto n o , de 3 de mio de 2005, e ns legislções correlts dos estdos, do Distrito Federl ou dos municípios. VI - DO CONSELHO DE ACOMPANHAMENTO E CON- TROLE SOCIAL Art. 6 O compnhmento e o controle socil sobre plicção dos recursos do PNATE serão exercidos junto os respectivos EEx pelos CACS-FUNDEB, constituídos n form estbelecid no rt. 24 d Lei n o -.494, de 20 de junho de Prágrfo Único Aos Conselhos incumbe, tmbém, receber e nlisr s prestções de conts referentes o Progrm, formulndo preceres conclusivos cerc d plicção dos recursos trnsferidos e encminhndo-os o FNDE. VII - DA PRESTAÇÃO DE CONTAS DO PROGRAMA Art. 7 A prestção de conts será constituíd do Demonstrtivo d Execução d Receit e d Despes e de Pgmentos Efetudos, do extrto bncário e d concilição bncári d cont específic do progrm, se for cso. o - O EEx elborrá e remeterá o CACS-FUNDEB, té 28 de fevereiro do exercício subseqüente o do repsse, prestção de conts dos recursos finnceiros recebidos à cont do PNATE, compnhd d documentção que o conselho julgr conveniente pr subsidir nálise ds conts. 2 o - O CACS-FUNDEB, pós nálise d prestção de conts, emitirá precer conclusivo cerc d plicção dos recursos do PNATE e o encminhrá, e o FNDE, té o di 5 (quinze) de bril do mesmo no, compnhdo dos documentos que se refere o cput deste rtigo. 3 o - O FNDE, o receber documentção referente à prestção de conts, compnhd de Precer Conclusivo do CACS- FUNDEB, providencirá su nlise e dotrá os seguintes procedimentos: I - n hipótese de concordânci com o precer fvorável do CACS-FUNDEB, e confirmd presentção d documentção em conformidde com o estbelecido no cput deste rtigo, provrá prestção de conts; II - n hipótese de precer desfvorável ou discordânci com posição firmd no precer, ou, ind, com os ddos informdos no demonstrtivo ou usênci de documentos exigidos, notificrá o EEx pr, no przo de té 30 (trint) dis, contdos d dt do recebimento d notificção presentr recurso o FNDE ou correção d prestção de conts, desde que provd pelo CACS-FUNDEB. 4 o - Cso sej provido o recurso que se refere o inciso II do 3 o - deste rtigo, prestção de conts do EEx será provd pelo FNDE. 5 o - Cso não sej provido o recurso que se refere o inciso II do 3 o - deste rtigo, prestção de conts do EEx não será provd pelo FNDE que, se for o cso, estbelecerá o przo de 5 (quinze) dis pr devolução dos vlores impugndos. 6 o - N hipótese d não provção d prestção de conts ou d não devolução dos vlores impugndos no przo estbelecido pelo FNDE, o EEx terá Tomd de Conts Especil insturd em desfvor do gestor responsável pel irregulridde cometid. 7 o - O gestor, responsável pel prestção de conts, que inserir ou fizer inserir documentos ou declrção fls ou divers d que deveri ser inscrit, com o fim de lterr verdde sobre os ftos, será responsbilizdo civil, penl e dministrtivmente. 8 o - N hipótese d não presentção d prestção de conts té dt previst no o - deste rtigo, ou d consttção de qulquer irregulridde por ocsião d su nálise, o CACS-FUNDEB solicitrá esclrecimentos o EEx e, se for o cso, regulrizção d situção. 9 o - Não hvendo regulrizção d situção que se refere o prágrfo nterior té dt previst pr o encminhmento d prestção de conts o FNDE, o CACS-FUNDEB comunicrá o fto o FNDE, que estbelecerá o przo de 30 (trint) dis pr que o EEx regulrize sus pendêncis junto o respectivo conselho, sob pen de ser insturd Tomd de Conts Especil em desfvor do gestor responsável pel omissão ou irregulridde. 0 Qundo o município não tiver constituído o CACS- FUNDEB, por não possuir mtrícul n rede municipl do ensino fundmentl,, prestção de conts reltiv o tendimento dos lunos d rede estdul, objeto d delegção que se refere o rt. 9 o - dest Resolução, deverá ser remetid pr nálise do conselho estdul respectivo. Art. 8 O EEx que não presentr ou não tiver provd prestção de conts dos recursos finnceiros recebidos por motivo de forç mior ou cso fortuito, deverá presentr s devids justifictivs o FNDE. o - Consider-se cso fortuito, dentre outros, flt ou não provção, no todo ou em prte, d prestção de conts, por dolo ou culp do gestor nterior.

17 <!ID > <!ID > Nº 76, qurt-feir, 2 de setembro de 2007 ISSN o - N flt de presentção ou d não provção, no todo ou em prte, d prestção de conts por culp ou dolo dos gestores dos EEx sucedidos, s justifictivs que se refere o cput deste rtigo deverão ser obrigtorimente presentds pelos gestores que estiverem no exercício do crgo, compnhds, necessrimente, de cópi utenticd de Representção protocolizd junto o respectivo órgão do Ministério Público, pr doção ds providêncis cíveis e criminis d su lçd. 3 o - É de responsbilidde do gestor sucessor instrução obrigtóri d Representção, ser protocold junto o Ministério Público com, no mínimo, os seguintes documentos: I - qulquer documento disponível referente à trnsferênci dos recursos, inclusive extrtos d cont corrente específic do progrm; II - reltório ds ções empreendids com os recursos trnsferidos; III - qulificção do ex-gestor, inclusive com o endereço tulizdo, se houver. 4 o - A representção de que trt o 2 o - deste rtigo dispens o tul gestor do EEx de presentr o FNDE s certidões de compnhmento do ndmento ds ções dotds. 5 o - N hipótese de não serem ceits ou não serem presentds s justifictivs que se refere o cput deste rtigo, o FNDE insturrá correspondente Tomd de Conts Especil em desfvor do gestor sucessor, n qulidde de co-responsável pelo dno cusdo o Erário, qundo se trtr de omissão de prestção de conts. 6 o - As disposições deste rtigo, referentes únic e exclusivmente os tos procedimentis, plicm-se os repsses de recursos do PNATE relizdos em dt nterior à publicção dest resolução, resslvdos os tos prticdos com bse em normtivos vigentes à époc. VIII - DA FISCALIZAÇÃO DA APLICAÇÃO DOS RE- CURSOS FINANCEIROS Art. 9 A fisclizção d plicção dos recursos finnceiros reltivos o PNATE é de competênci do FNDE, do Sistem de Controle Interno do Poder Executivo Federl, do Tribunl de Conts d União -TCU e do CACS-FUNDEB, medinte relizção de uditoris, de inspeção e de nálise de documentos e/ou de processos que originrm s prestções de conts. o - Os órgãos e entiddes referidos no cput deste rtigo poderão celebrr convênios ou cordos, em regime de mútu cooperção, pr uxilir e otimizr o controle do Progrm. 2 o - O FNDE relizrá nos EEx, cd exercício finnceiro, uditgem d plicção dos recursos do Progrm, por sistem de mostrgem, podendo requisitr documentos e demis elementos que julgr necessários, bem ssim relizr fisclizção "in loco" ou, ind, delegr competênci outro órgão ou entidde esttl pr fzê-lo. 3 o - A fisclizção pelo FNDE, pelo Órgão de Controle Interno do Poder Executivo Federl e pelo CACS-FUNDEB, será deflgrd, isoldmente ou em conjunto, sempre que for presentd denúnci forml de irregulriddes no uso dos recursos públicos à cont do Progrm. Art. 20 As despess relizds pelo EEx serão comprovds medinte documentos fiscis originis ou equivlentes, n form d legislção regulmentr, qul o EEx estiver vinculdo, devendo os recibos, fturs, nots fiscis e quisquer outros documentos comprobtórios serem emitidos em nome do EEx, devidmente identificdos com o nome do FNDE e o nome do Progrm e rquivdos no EEx, juntmente com os demonstrtivos, o extrto d cont corrente e concilição bncári, se for o cso, pelo przo de 05 (cinco) nos, contdos d dt d provção d prestção de conts nul do FNDE pelo órgão de controle externo, referente o exercício d liberção dos recursos, qul será divulgd no Sítio ficndo à disposição do Tribunl de Conts d União - TCU, do FNDE, do Sistem de Controle Interno do Poder Executivo Federl e do CACS-FUNDEB. IX - DA SUSPENSÃO E DO RESTABELECIMENTO DO REPASSE DOS RECURSOS Art. 2 O FNDE suspenderá o repsse dos recursos à cont do PNATE os EEx, nos termos do o - do rt. 5 o - d Lei n o , de 09 de junho de 2004, qundo: I - prestção de conts não for presentd n form ou no przo estbelecido no cput e no o - do rt. 7 ou, ind, s justifictivs que se refere o cput do rt. 8 não vierem ser presentds pelo EEx ou ceits pelo FNDE; II - prestção de conts for rejeitd em decorrênci de os documentos evidencirem flhs formis ou regulmentres; III - os recursos forem utilizdos em descordo com os critérios estbelecidos pr execução do PNATE consttdo por, entre outros meios, nálise documentl ou uditori "in loco"; IV - não ocorrer o recolhimento integrl dos vlores impugndos pelo FNDE; V - houver determinção judicil, pós precição pel Procurdori Federl no FNDE. Art. 22 O restbelecimento do repsse dos recursos do PNA- TE os EEx ocorrerá qundo: I - prestção de conts dos recursos recebidos for presentd o FNDE, n form previst no cput do rt. 7 ; II - snds s flhs formis ou regulmentres de que trt o inciso II do rt. 2; III - ceits s justifictivs de que trt o cput do rt. 8 e um vez insturd correspondente Tomd de Conts Especil e efetudo o registro do gestor responsável n cont de tivo "Diversos Responsáveis"; IV - se verificr o recolhimento integrl dos vlores impugndos pelo FNDE; V - for regulrizd situção descrit no inciso V do rt. 2 V - motivdo por decisão judicil, pós precição pel Procurdori Federl no FNDE. o - - Snds s irregulriddes que ensejrm suspensão do repsse, o mesmo será restbelecido, restringindo-se às prcels reltivs os meses posteriores àquele d regulrizção, desde que est ocorr em tempo hábil pr liberção ds prcels restntes do exercício. 2 o - - Não hverá o restbelecimento do repsse motivdo pelo disposto nos incisos I IV deste rtigo, qundo o processo de Tomd de Conts Especil estiver n lçd do Tribunl de Conts d União (TCU), quem competirá o julgmento do mérito d medid snedor dotd pelo EEx, nos termos do Acórdão n o -.887/ Segund Câmr - TCU. X - DAS DENÚNCIAS Art. 23 Qulquer pesso, físic ou jurídic, poderá presentr denúnci de irregulriddes identificds n plicção dos recursos do PNATE o FNDE, o TCU, os órgãos de controle interno do Poder Executivo Federl, o Ministério Público e o CACS-FUNDEB, contendo, necessrimente: I - um exposição sumári do to ou fto censurável, que possibilite su perfeit determinção; II - identificção do órgão d Administrção Públic e do responsável por su prátic, bem ssim dt do ocorrido. o - Qundo denúnci for presentd por pesso físic, deverão ser fornecidos o nome legível, o endereço e cópi utenticd de documento que teste su identificção. 2 o - Qundo o denuncinte for pesso jurídic (prtido político, ssocição civil, entidde sindicl, etc), deverá ser encminhd cópi de documento que teste su constituição jurídic e fornecer, lém dos elementos referidos no o -, o endereço d sede d representd. Art. 24. As denúncis destinds o FNDE deverão ser dirigids à Auditori Intern do FNDE, no seguinte endereço: Setor Bncário Sul - Qudr "02" - Bloco "F" - Edifício Áure - Sl 40 - Brsíli - DF, CEP: , ou pelo FALA BRASIL, telefone n o ou, ind, pelo correio eletrônico: [email protected]. XI - DISPOSIÇÕES FINAIS Art. 25 Observdos o disposto no rt. 5 o - dest Resolução e s norms plicáveis às trnsferêncis entre entes públicos, em cso de desmembrmento de municípios, o de origem crirá mecnismos de repsse e controle d cot de recursos pertinente o novo município, permnecendo responsável pel prestção de conts dos recursos trnsferidos. Art. 26 Os EEx deverão, em przo definido pelo FNDE, responder o questionário do Levntmento Anul do Trnsporte do Escolr que será disponibilizdo por meio eletrônico, pr o exercício de Art Est Resolução entr em vigor n dt de su publicção, revogndo-se de n o - 0, de 24 de bril de FERNANDO HADDAD INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA <!ID5460-0> PORTARIA 89, DE DE SETEMBRO DE 2007 Dispõe sobre prticipção do Instituto Ncionl de Estudos e Pesquiss Educcionis Anísio Teixeir - INEP - em Comitês instituídos no âmbito do Ministério d Educção. O PRESIDENTE DO INSTITUTO NACIONAL DE ES- TUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA - INEP, no uso de sus tribuições, resolve: Art. O INEP pss integrr formlmente os seguintes Comitês instituídos no âmbito do Ministério d Educção, estndo submetido às sus deliberções: I - Comitê Gestor d Preprção e d Implementção de Projetos de Cooperção Técnic e Acordos de Empréstimos Interncionis - CGCOP, instituído pel Portri MEC n o , de 0 de dezembro de 2004; II - Comitê de Comprs e Contrtos, instituído pel Portri MEC n 433, de 09 de mio de 2007; III - Comitê de Publicções, instituído pel Portri MEC n o - 434, de 09 de mio de 2007; IV - Comitê de Contrtção de Serviços de Mão-de-Obr Terceirizd, instituído pel Portri MEC n 590, de 22 de junho de 2007; e V - Comitê de Informção e Informátic - COMINF, instituído pel Portri MEC n 80, de 24 de gosto de Art. 2 o - Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. REYNALDO FERNANDES SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA PORTARIA 502, DE 6 DE SETEMBRO DE 2007 O SECRETÁRIO SUBSTITUTO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA DO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO, designdo pel Portri n o -.526, publicd no Diário Oficil d União de 0 de setembro de 2006, no uso de sus tribuições legis e observdo o disposto nos seguintes fundmentos legis: rtigo 24 d Constituição Federl, Lei Complementr n o - 0, de 04 de mio de 2000, Lei n o -.78, de 20 de setembro de 2005, Lei.306, de 6 de Mio de 2006, o Decreto n o , de 28 de julho de 2004, o Decreto n o , de 9 de mio de 2006, o rtigo 2 d IN n o - 0 d Secretri do Tesouro Ncionl/STN/MF, de 5 de jneiro de 997 e Súmul d Coordenção Gerl de Norms e Avlição e Execução d Despes - CONED n o - 04/2004/STN/MF, resolve: Art.. o - - Descentrlizr, por destque, crédito orçmentário d ção Fomento o Desenvolvimento d Educção Profissionl, pr fins de poio o desenvolvimento d educção profissionl ns instituições federis de educção profissionl e tecnológic, de cordo com o Anexo I dest Portri, obedecendo seguinte clssificção orçmentári: Funcionl Progrmátic: Fomento o Desenvolvimento d Educção Profissionl - PTRES 00744, Fonte de Recursos: : Art. 2 o - - A descentrlizção do crédito orçmentário será efetud em prcel únic e o recurso finnceiro será liberdo medinte liqüidção dos empenhos emitidos à cont do crédito descentrlizdo, de cordo com s diretrizes estbelecids no Decreto n o , de 22/02/2007. Prágrfo Único - o sldo dos créditos orçmentários descentrlizdos e não empenhdos, deverá ser devolvido SETEC, no exercício finnceiro de Art. 3. o - - O monitormento d execução referente à ção 6380, será relizdo por equipe designd pel SETEC. Prágrfo Único - A instituição deverá, o fim d execução físic e finnceir, presentr à Coordenção Gerl de Orçmento, Plnejmento e Gestão, reltório gerencil nos moldes de formulários disponibilizdos por est SETEC. Art. 4 o - - A prestção de conts dos créditos descentrlizdos por destque deverá integrr s conts nuis ds Instituições Federis de Educção Tecnológic serem presentds os órgãos de controle interno e externo, nos termos d legislção em vigor. Art. 5 o - - Est Portri entr em vigor n dt de su ssintur. GETÚLIO MARQUES FERREIRA ANEXO I INSTITUIÇÃO BENEFICIADA PROCESSO NOTA DE VA - C R É D I TO LOR Centro Federl de Educção Tecnológic de Snt Ctrin / ,00 2 Escol Agrotécnic Federl de Muzmbinho - MG / ,39 3 Universidde Federl do Prá - Escol de Tetro e Dnç / ,00 4 Centro Federl de Educção Tecnológic de Goiás / / ,00 UNED Inhums TO TA L ,9 SECRETARIA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR PORTARIA 763, DE DE SETEMBRO DE 2007 O SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR DO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO, nomedo pel Portri n o - 342, de 27 de bril de 2007, publicd no Diário Oficil d União de 30 de bril de 2007, no uso de sus tribuições legis e observdo o disposto nos seguintes fundmentos legis: o rt. 24 d Constituição Federl, Lei Complementr n o -. 0, de 4 de mio de 2000, Lei n o , de 23 de setembro de 2005, Portri MEC n o , de 28 de setembro de 2005, Portri MEC n o -.632, de 25 de setembro de 2006, Lei n o -.439, de 29 de dezembro de 2006, Lei n o -.45, de 7 de fevereiro de 2007, o rt. 2 d IN n o - 0 d Secretri do Tesouro Ncionl /STN/MF, de 5 de jneiro de 997 e Súmul d Coordenção Gerl de Norms, Avlição e Execução de Despes - CONED n 04/2004/ STN/MF, resolve: Art. o - - Descentrlizr, por destque, crédito orçmentário d ção Treinmento Especil pr Alunos de Grdução de Entiddes de Ensino Superior, com o objetivo de ssegurr o funcionmento dos novos grupos do Progrm de Educção Tutoril - PET, conforme estbelecido no Editl n o - 4/2007, publicdo no DOU de 2/06/2007, obedecendo seguinte clssificção orçmentári: Funcionl Progrmátic: Treinmento Especil pr Alunos de Grdução de Entiddes de Ensino Superior - Ncionl Fonte: PTRES: 00750

18 <!ID > <!ID > <!ID > <!ID > <!ID > <!ID > <!ID > <!ID > 8 ISSN Nº 76, qurt-feir, 2 de setembro de 2007 Art. 2 o - - A descentrlizção de crédito orçmentário e finnceiro observrá s diretrizes estbelecids no Decreto n o , de 22 de fevereiro de Prágrfo Único - o sldo dos créditos orçmentários descentrlizdos e não empenhdos, deverá ser devolvido Secretri de Educção Superior, no exercício finnceiro de Art. 3 o - - O monitormento d execução, referente à ção Treinmento Especil pr Alunos de Grdução de Entiddes de Ensino Superior, será relizdo pelo Deprtmento de Modernizção e Progrms d Educção Superior - DEPEM/SESu. Art. 4 o - - Os créditos descentrlizdos por destque integrrão s prestções de conts nuis ds Instituições Federis de Ensino Superior, serem presentds os órgãos de controle interno e externo nos termos d legislção vigente. Art. 5 o - - Est Portri entr em vigor n dt de su ssintur.. ANEXO I RONALDO MOTA Instituição Beneficid Not de Crédito Vlor R$ / Universidde Federl do Prá NC R$ 2.336, / Fundção Universidde Federl de Mto Grosso do Sul NC R$ 0.668, / Universidde Federl do Rio Grnde do Sul NC R$ 0.668, / Universidde Federl de Rorim NC R$ 0.668, / Universidde Federl do Rio Grnde do Norte NC00089 R$ 2.336, / Centro Federl de Educção Tecnológic d Príb NC R$ 0.668, / Universidde Federl do Piuí NC R$ 2.336, / Universidde Federl de Ouro Preto NC R$ 0.668, / Universidde Federl de Alfens NC R$ 9.020, / Universidde Federl do Acre NC R$ 2.336, / Universidde Federl do Triângulo Mineiro NC R$ 0.688, / Universidde Federl de Pelots NC R$ 0.668, / Universidde Federl d Grnde Dourdos NC R$ 0.668,00 Ministério d Fzend GABINETE DO MINISTRO RETIFICAÇÃO No Despcho do Ministro, publicdo n edição do DOU nº 75, de , Seção, pág. 6, referente o Processo nº /2006-0, n dt, ponh-se por ter sido omitid: Em 5 de setembro de (p/coejo) PROCURADORIA-GERAL DA FAZENDA NACIONAL DESPACHO DO PROCURADOR-GERAL Em 0 de setembro de 2007 Processo nº: / Interessdo: UNIÃO Assunto: Aceitção de doção, sem encrgos. No uso ds tribuições prevists no inciso XIX, do rt. 0, do Decreto-Lei nº 47, de 3 de fevereiro de 967, e tendo em vist o constnte do processo em epígrfe, ACEITO, em nome d UNIÃO, doção sem encrgos que fz o Círculo Militr de Corumbá - CMC, do imóvel urbno registrdo no Crtório de Registro de Imóveis de Corumbá, sob o nº 2.555, Livro 2, n dt de 6 de dezembro de 998. LUÍS INÁCIO LUCENA ADAMS PROCURADORIA DA FAZENDA NACIONAL EM SÃO PAULO PORTARIA Nº 3, DE 0 DE SETEMBRO DE 2007 O SUBPROCURADOR-CHEFE DA FAZENDA NACIONAL NO ESTADO DE SÃO PAULO, no uso ds tribuições que lhe confere o inciso I, letrs "o" e "r" do rt. 52 do Regimento Interno d Procurdori-Gerl d Fzend Ncionl, provdo pel Portri n 38, de º de julho de 997, do Ministro do Estdo d Fzend, e tendo em vist os rt. e 2 do Decreto-Lei nº 200, de 25 de fevereiro de 967, e o Decreto nº , de 6 de setembro de 979, e considerndo r. decisão de fls. 737 proltd nos utos do Mnddo de Segurnç nº , em curso pernte 2ª Vr Cível Federl em São Pulo, ª Subseção Judiciári do Estdo de São Pulo, resolve: Art.º. Revogr Portri nº 67, de 20 de junho de 2007, REATIVANDO, destrte, certidão conjunt positiv com efeitos de negtiv de débitos reltivos tributos federis e à Dívid Ativ d União, emitid sob o código de controle n.º 48A.488A.2F63.4D9, em fvor de Sint-Gobin Brsilit Ltd., CNPJ /000-33, dtd de 20 de bril de Art.2º. Est portri entr em vigor n dt de su publicção. JOSÉ ROBERTO MARQUES COUTO SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL SUPERINTENDÊNCIAS REGIONAIS ª REGIÃO FISCAL DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM GOIÂNIA ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº 23, DE 0 DE SETEMBRO DE 2007 Declr nuld inscrição no Cdstro Ncionl d Pesso Jurídic. O DELEGADO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL DE GOIÂNIA, no uso ds tribuições que lhe são conferids pelo Regimento Interno d Secretri d Receit Federl do Brsil, provdo pel Portri MF nº. 095, de 30 de bril de 2007, e tendo em vist o disposto no inciso III do rtigo 34 d Instrução Normtiv RFB nº 748, de 28 de junho de 2007, resolve: Art. º - Declrr INAPTA inscrição no Cdstro Ncionl d Pesso Jurídic (CNPJ), em nome de FRIGORÍFICO NOVA GOIÂNIA LTDA, CNPJ nº /000-30, por motivo de Inexistênci de Fto, conforme processo nº / ; Art. 2º Que serão considerdos inidôneos, não produzindo efeitos tributários em fvor de terceiros interessdos, os documentos emitidos pel empres cim citd, desde 5 de novembro de 2003; Art. 3º O presente Ato Declrtório Executivo entr em vigor n dt de su publicção. SÉRGIO LUIZ MESSIAS DE LIMA ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº 24, DE DE SETEMBRO DE 2007 Declr nuld inscrição no Cdstro Ncionl d Pesso Jurídic. O DELEGADO DA RECEITA FEDERAL DE GOIÂNIA, no uso ds tribuições que lhe são conferids pelo Regimento Interno d Secretri d Receit Federl, provdo pel Portri MF nº. 95, de 30 de bril de 2007, e tendo em vist o disposto no inciso II do rtigo 30, d Instrução Normtiv RFB nº 748, de 28 de junho de 2007, e fce o constnte no processo dministrtivo nº / resolve: Art. º - Declrr ANULADA inscrição no Cdstro Ncionl d Pesso Jurídic (CNPJ) em nome de ALCEU DE BARROS OLIVEIRA NETO, CNPJ nº / , por vício no to de inscrição d filil em epígrfe; Art. 2º - O presente Ato Declrtório Executivo entr em vigor n dt de su publicção. SÉRGIO LUIZ MESSIAS DE LIMA 2ª REGIÃO FISCAL DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM RIO BRANCO ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO 7, DE 0 DE SETEMBRO DE 2007 Declr inpts s pessos jurídics que mencion. A DELEGADA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM RIO BRANCO-AC, usndo ds tribuições que lhe são conferids pelo rt. 238, inciso III, do Regimento Interno d Secretri d Receit Federl do Brsil, provdo pel Portri/MF nº 95, de 30 de bril de 2007, publicd no DOU de 02 de mio de 2007, com fundmento no rtigo 43 d Instrução Normtiv/RFB nº 748, de 28 de junho de 2007, e considerndo o contido nos processos dministrtivos bixo citdos, declr:. Inpts s pessos jurídics bixo relcionds. PROCESSO CNPJ NOME EMPRESARIAL / / ATACADAO RIO ACRE LTDA. - ME / / JOÃO RICARDO B. OLIVEIRA / / J. G.MELO - ME 2. É ssegurd esss pessos jurídics regulrizção de su situção n form disciplind pelo rtigo 44 d Instrução Normtiv/RFB nº 748. ROSANE FARIA DE OLIVEIRA ESTEVES 3ª REGIÃO FISCAL DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM FORTALEZA ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº 97, E 0 DE SETEMBRO DE 2007 Autoriz pesso jurídic que mencion dquirir selos de controle, destindos à importção com selgem no exterior especificd. A DELEGADA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL, EM FORTALEZA - CE, usndo ds tribuições que lhe são conferids pelos rtigos 238, inciso IX, do Regimento Interno d Secretri d Receit Federl do Brsil, provdo pel Portri MF nº 95, de 30 de Abril de 2005, publicd no DOU de 02 de mio de 2007, Edição Extr, tendo por bse decisão judicil constnte do processo nº , o qul se encontr concluso o Desembrgdor Federl em pr despcho, encontrndo-se tulmente em fse de pelção pel Fzend Ncionl no seu efeito devolutivo, conforme const ds fls.08 do processo dministrtivo fiscl nº /2007-9, declr: Art.º. Fic utorizd pesso jurídic GAC IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO LTDA., inscrit no CNPJ nº /000-4 e no Registro Especil sob o nº 0376/005, dquirir selos de controle (Tipo Uísque), no totl de uniddes, destindos à importção, com selgem no exterior, de produto clssificdo no código d TIPI, serem exportds por VAN CAEM INTER- NATIONAL B.V., com endereço em Admirl Bnckertweg, 2, P.O., Box 68, 2300 AP Leiden, The Netherlnds, Telefone (3)-(0)752259, conforme especificções bixo:.uisque BLACK & WHITE 03 ANOS, COM GOTEIRO E COM ESTOJO. GARRAFAS DE LITRO COM TEOR ALCOÓLICO DE 40%. TOTALIZANDO LITROS. 2.UISQUE GRANTS 03 ANOS COM GOTEIRO E SEM ESTOJO. GARRAFAS DE LITRO COM TEOR ALCOÓLICO 40%. TOTALIZANDO LITROS. 86 CAIXAS COM 2 UNIDADES. TOTAL GERAL: UNIDADES DE SELOS. Art. 2º. Este Ato Declrtório Executivo entr em vigor prtir de su publicção. ESTER MARQUES LINS DE SOUSA 5ª REGIÃO FISCAL ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº 8, DE 3 DE SETEMBRO DE 2007 A SUPERINTENDENTE DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL NA 5ª REGIÃO FISCAL, no uso d tribuição que lhe confere o do rt. 5º d Instrução Normtiv DpRF n 09, de 2 de outubro de 992, e tendo em vist o disposto no Decreto nº 646, de 9 de setembro de 992, declr: Art. o Ficm incluídos no Registro de Despchntes Aduneiros: INSCRIÇÃO NOME CPF PROCESSO N N 5D Gerson Argolo dos Sntos / N 5D Nilton Guimrães Bonin /2007-9

19 <!ID > <!ID5460-0> <!ID > <!ID > <!ID > Nº 76, qurt-feir, 2 de setembro de 2007 ISSN Art. 2º Ficm excluídos do Registro de Ajudntes de Despchnte Aduneiro, em virtude d inclusão no Registro de Despchntes Aduneiros: INSCRIÇÃO NOME CPF PROCESSO N N 5A Gerson Argolo dos Sntos / N 5A Nilton Guimrães Bonin / Art. 3º Ficm incluídos no Registro de Ajudntes de Despchnte Aduneiro: INSCRIÇÃO NOME CPF PROCESSO N N 5A Alberto Leão Dis / N 5A Crolin Pinto d Silv / ZAYDA BASTOS MANATTA 6ª REGIÃO FISCAL INSPETORIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM BELO HORIZONTE ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº 5, DE 0 DE SETEMBRO DE 2007 Declr e Comunic Inptidão de empres nos termos d Instrução Normtiv RFB nº 748, de 28 de junho de 2007 (publicd no DOU de 02/07/2007). A INSPETORA-CHEFE DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL DE BELO HORIZONTE, no uso de sus tribuições regimentis, considerndo o estbelecido nos rts. 34 e 43 d Instrução Normtiv RFB n.º 748, de 28 de junho de 2007, tendo em vist o que const do processo dministrtivo MF n.º / , resolve: Art.º Declrr INAPTA empres DIGS - DISTRIBUIDORA DE INFORMÁTICA LTDA., CNPJ /000-67, por não comprovção d origem, d disponibilidde e d efetiv trnsferênci dos recursos empregdos em operções de comércio exterior, n form previst em lei, sendo considerdos tributrimente ineficzes os documentos emitidos pel mesm, desde 24 de mrço de Art. 2º Este Ato entr em vigor n dt de su publicção. ELZA SERRÃO DE VASCONCELOS 7ª REGIÃO FISCAL DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL DE ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA NO RIO DE JANEIRO ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº 94, DE 23 DE AGOSTO DE 2007 Declr nuld inscrição de empres pernte o Cdstro Ncionl de Pesso Jurídic. O DELEGADO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL DE ADMINISTRAÇÃO TRIBU- TÁRIA NO RIO DE JANEIRO, usndo de sus tribuições e de cordo com o disposto no inciso I, rtigo 30 d Instrução Normtiv RFB 748, DOU 02/07/2007, d Secretri d Receit Federl do Brsil, declr que fic ANULADA inscrição nº / no Cdstro Ncionl d Pesso Jurídic - CNPJ, d empres TAMOIO DENTAL LTDA - EPP, por motivo de inscrição indevid. Processo : / ÉLCIO LUIZ PEDROZA ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº 95, DE 28 DE AGOSTO DE 2007 Declr nuld inscrição de empres pernte o Cdstro Ncionl de Pesso Jurídic. O DELEGADO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL DE ADMINISTRAÇÃO TRIBU- TÁRIA NO RIO DE JANEIRO, usndo de sus tribuições e de cordo com o disposto no inciso I, rtigo 30 d Instrução Normtiv RFB 748, DOU 02/07/2007, d Secretri d Receit Federl do Brsil, declr que fic ANULADA inscrição nº / no Cdstro Ncionl d Pesso Jurídic - CNPJ, d empres SOCIEDADE EDUCACIONAL DA GUANABARA, em virtude de ter sido tribuído mis de um número de inscrição pr referid pesso jurídic. Processo : / ÉLCIO LUIZ PEDROZA ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº 96, DE 30 DE AGOSTO DE 2007 Declr nuld inscrição de empres pernte o Cdstro Ncionl de Pesso Jurídic. O DELEGADO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL DE ADMINISTRAÇÃO TRIBU- TÁRIA NO RIO DE JANEIRO, usndo de sus tribuições e de cordo com o disposto no inciso I, rtigo 30 d Instrução Normtiv RFB 748, DOU 02/07/2007, d Secretri d Receit Federl do Brsil, declr que fic ANULADA inscrição nº / no Cdstro Ncionl d Pesso Jurídic - CNPJ, d empres CRISTALIA CONSERTOS PEÇAS LTDA ME, por motivo de inscrição indevid Ṗrocesso : / ÉLCIO LUIZ PEDROZA DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM VOLTA REDONDA ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº 39, DE DE SETEMBRO DE 2007 Autoriz fornecimento de selos de controle pr Whisky importdo. A DELEGADA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM VOLTA REDONDA-RJ, no uso ds tribuições que lhe são conferids pelo rt. 60 do Regimento Interno d Secretri d Receit Federl do Brsil, provdo pel Portri MF nº 95, de 30 de bril de 2007, publicd no DOU de 02 de mio de Edição Extr, considerndo o disposto no inciso I do rt. 57 d Instrução Normtiv SRF nº 504, de 03 de fevereiro de 2005, publicd no DOU de 09 de fevereiro de 2005 e, ind, considerndo o pedido d empres PERNOD RICARD INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA, CNPJ nº /003-77, loclizd à Rodovi Presidente Dutr, Km 298, Pólo Industril, Resende-RJ, declr: Art. - Autorizdo o fornecimento de 32 (trezentos e vinte e um ) selos de controle, pr produtos estrngeiros serem seldos no exterior, código TIPI , Tipo Whisky, Cor Amrelo, INVOICE S4 - PR 543 EC, conforme bixo discrimindo: Mrc Comercil Crcterístic do Produto Quntidde de Cixs Quntidde de Uniddes CHIVAS 25Y Cixs c/ 03 grrfs de 700 ml YARA RODRIGUES DE OLIVEIRA ROS ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº 40, DE DE SETEMBRO DE 2007 Autoriz fornecimento de selos de controle pr Whisky importdo. A DELEGADA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM VOLTA REDONDA-RJ, no uso ds tribuições que lhe são conferids pelo rt. 60 do Regimento Interno d Secretri d Receit Federl do Brsil, provdo pel Portri MF nº 95, de 30 de bril de 2007, publicd no DOU de 02 de mio de Edição Extr, considerndo o disposto no inciso I do rt. 57 d Instrução Normtiv SRF nº 504, de 03 de fevereiro de 2005, publicd no DOU de 09 de fevereiro de 2005 e, ind, considerndo o pedido d empres PERNOD RICARD INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA, CNPJ nº /003-77, loclizd à Rodovi Presidente Dutr, Km 298, Pólo Industril, Resende-RJ, declr: Art. - Autorizdo o fornecimento de 960 (novecentos e sessent) selos de controle, pr produtos estrngeiros serem seldos no exterior, código TIPI , Tipo Whisky, Cor Amrelo, INVOICE S4 - PR 523 EC, conforme bixo discrimindo: Mrc Comercil Crcterístic do Produto Quntidde de Cixs Quntidde de Uniddes BALLANTINES 30Y Cixs c/ 06 grrfs de 750 ml YARA RODRIGUES DE OLIVEIRA ROS ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº 4, DE DE SETEMBRO DE 2007 Autoriz fornecimento de selos de controle pr Whisky importdo. A DELEGADA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM VOLTA REDONDA-RJ, o uso ds tribuições que lhe são conferids pelo rt. 60 do Regimento Interno d Secretri d Receit Federl do Brsil, provdo pel Portri MF nº 95, de 30 de bril de 2007, publicd no DOU de 02 de mio de Edição Extr, considerndo o disposto no inciso I do rt. 57 d Instrução Normtiv SRF nº 504, de 03 de fevereiro de 2005, publicd no DOU de 09 de fevereiro de 2005 e, ind, considerndo o pedido d empres PERNOD RICARD INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA, CNPJ nº /003-77, loclizd à Rodovi Presidente Dutr, Km 298, Pólo Industril, Resende-RJ, declr: Art. - Autorizdo o fornecimento de 240 (duzentos e qurent ) selos de controle, pr produtos estrngeiros serem seldos no exterior, código TIPI , Tipo Whisky, Cor Amrelo, INVOICE S4 - PR 298, conforme bixo discrimindo: Mrc Comercil Crcterístic do Produto Quntidde de Quntidde de Cixs Uniddes BALLANTINES 2Y Cixs c/ 2 grrfs de 700 ml YARA RODRIGUES DE OLIVEIRA ROS ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº 42, DE DE SETEMBRO DE 2007 Autoriz fornecimento de selos de controle pr Whisky importdo. A DELEGADA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM VOLTA REDONDA-RJ, no uso ds tribuições que lhe são conferids pelo rt. 60 do Regimento Interno d Secretri d Receit Federl do Brsil, provdo pel Portri MF nº 95, de 30 de bril de 2007, publicd no DOU de 02 de mio de Edição Extr, considerndo o disposto no inciso I do rt. 57 d Instrução Normtiv SRF nº 504, de 03 de fevereiro de 2005, publicd no DOU de 09 de fevereiro de 2005 e, ind, considerndo o pedido d empres PERNOD RICARD INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA, CNPJ nº /003-77, loclizd à Rodovi Presidente Dutr, Km 298, Pólo Industril, Resende-RJ, declr: Art. - Autorizdo o fornecimento de (vinte e dois mil, setecentos e dez ) selos de controle, pr produtos estrngeiros serem seldos no exterior, código TIPI , Tipo Whisky, Cor Amrelo e Minitur Amrelo, INVOICE S4 - PR 53 EC, conforme bixo discrimindo: Mrc Comercil Crcterístic do Produto Quntidde de Cixs Quntidde de Uniddes CHIVAS REGAL 8Y Cixs c/ 06 grrfs de 750 ml BALLANTINES 2Y Cixs c/ 2 grrfs de 700 ml CHIVAS REGAL 2Y Cixs c/ 20 grrfs de 50 ml GLENLIVET 5Y Cixs c/ 06 grrfs de litro GLENLIVET 8Y Cixs c/ 06 grrfs de litro YARA RODRIGUES DE OLIVEIRA ROS

20 <!ID5465-0> <!ID5462-0> <!ID > <!ID546-0> <!ID > <!ID5464-0> <!ID > <!ID > <!ID5463-0> 20 ISSN Nº 76, qurt-feir, 2 de setembro de ª REGIÃO FISCAL PORTARIA Nº 89, DE DE SETEMBRO DE 2007 O SUPERINTENDENTE-SUBSTITUTO DA RECEITA FE- DERAL DO BRASIL NA 8ª REGIÃO FISCAL, usndo ds tribuições que lhe são conferids pelos rtigos 236 e 249, mbos do Regimento Interno d Secretri d Receit Federl do Brsil - RFB, provdo pel Portri MF nº 95, de 30 de bril de 2007, publicd n Seção do Diário Oficil d União, de 02 de mio de 2007, edição extr, resolve: Art. º - Autorizr DRF/Cmpins promover instrução e nálise dos processos dministrtivos fiscis que se encontrvm fisicmente n DRF/Cmpins té 0/06/2007, segundo o sistem COMPROT, e que sejm reltivos contribuintes que integrvm jurisdição d DRF/Cmpins e que tulmente estão inseridos n competênci d DRF/Pircicb. Art. 2º - A decisão permnecerá sob competênci do Delegdo d DRF/Pircicb, que poderá vocr qulquer tempo s tribuições objeto de utorizção no rtigo º. Art. 3º - Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. PAULO JAKSON DA SILVA LUCAS ALFÂNDEGA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL NO AEROPORTO INTERNACIONAL DE GUARULHOS GOVERNADOR ANDRÉ FRANCO MONTORO ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº 6, DE 0 DE SETEMBRO DE 2007 Aplic snção dministrtiv de suspensão à empres de trnsporte O INSPETOR-CHEFE DA ALFÂNDEGA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL DO AEROPORTO INTERNACIONAL DE SÃO PAULO/GUARULHOS - GOVERNADOR ANDRÉ FRANCO MONTORO, no uso ds tribuições que lhe confere o rt. 76, 8º, inciso I d Lei nº 0.833, de 29 de dezembro de 2003, e considerndo o que const do Processo Administrtivo nº / , declr: Art. º Aplicd snção dministrtiv de suspensão d hbilitção, pelo período de 2 (doze) meses, d empres Trnsporte e Comércio Fssin Ltd, inscrit no CNPJ sob nº /000-8, pr efetur o trnsporte de mercdoris sob o regime especil de trânsito duneiro pel prátic d condut tipificd no rt. 76, inciso II, líne "e" d Lei nº 0.833/2003, combindo com o rt. 76 d Instrução Normtiv SRF nº 248, de 25 de novembro de Art. 2º Este to entr em vigor n dt de su publicção no Diário Oficil d União. JOSÉ ANTÔNIO GAETA MENDES DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM PIRACICABA ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO 40, DE 0 DE SETEMBRO DE 2007 Cncel de ofício s inscrições no Cdstro de Imóveis Ruris. A DELEGADA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM PIRACICABA/SP, no uso ds tribuições que lhe form conferids pelo rt. 238 do Regimento Interno d Secretri d Receit Federl, provdo pel Portri MF nº 95, de 30 de bril de 2007, considerndo o disposto no inciso III, do rtigo 2, e nos rtigos 8 e 9, todos d Instrução Normtiv SRF nº 272, de 30 de dezembro de 2002, e tendo em vist o que const no processo dministrtivo nº / , resolve: Artigo único. Cncelr de ofício, desde o exercício de 200, no Cdstro de Imóveis Ruris - CAFIR, dministrdo pel Secretri d Receit Federl, inscrição nº , reltiv o imóvel rurl denomindo "Sítio Bocin", com 68,9 há, loclizdo em Anlândi/SP, em nome de JOSÉ SEBASTIÃO ROCHA DE ANDRADE, CPF , por duplicidde de inscrição no Cfir. MARIA CATHARINA V. M. AVIGHI DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM SÃO BERNARDO DO CAMPO ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº 23, DE 0 DE SETEMBRO DE 2007 Autoriz o fornecimento de selos de controle. O DELEGADO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM SÃO BERNARDO DO CAMPO/SP, no uso ds tribuições que lhe confere o inciso VIII do rtigo 249, do Regimento Interno d Secretri d Receit Federl do Brsil - RFB, provdo pel Portri MF nº 95, de 30 de bril de 2007, publicdo no DOU de 2 de mio de 2007 Edição Extr, e considerndo o disposto no inciso I, rtigo 57, d Instrução Normtiv SRF nº 504, de 3 de fevereiro de 2005, e, ind, considerndo o pedido do contribuinte BACARDI MARTINI DO BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA., inscrito no CNPJ sob número /000-05, portdor do Registro Especil de Importdor de Bebids Alcoólics de n o. 089/02, loclizdo n Ru Mrtini, n o Rudge Rmos - São Bernrdo do Cmpo - SP, formuldo nos utos do processo /2007-5, declr: Art. o. - Autorizdo o fornecimento de.400 (Onze mil e qutrocentos) selos de controle, pr produto estrngeiro ser seldo no exterior, Código , Tipo UÍSQUE, Cor AMARELO, pr os produtos e quntiddes bixo identificdos, sber: MARCA CARACTERÍSTICA Q U A N T. Q U A N T. COMERCIAL DO PRODUTO CAI- UNIDA- XAS DES DEWAR S SPECIAL RE- Cix de 06 grrfs 240 SERVE 2 YEARS de litro.440 JACK DANIEL'S TEN- Cix de 2 grrfs 830 NESSEE WHISKEY de litro Art. 2 o. - O presente Ato Declrtório Executivo entr em vigor n dt de su publicção. CIRO ROCHA 9ª REGIÃO FISCAL ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº 54, DE 0 DE SETEMBRO DE 2007 Anuênci de Trnsferênci de Controle Societário de Porto Seco O SUPERINTENDENTE DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL NA 9ª REGIÃO FISCAL, considerndo o disposto no único do rtigo 22 d Instrução Normtiv SRF nº 09, de 8 de dezembro de 2000 e no que const do processo nº /94-8, resolve declrr: Art. º Anuíd trnsferênci do controle societário d empres Mringá Armzéns Geris Ltd., CNPJ nº /000-74, dministrdor do Porto Seco de Mringá, loclizdo à Av. Sbiá, Mringá/PR, conforme oitv lterção do contrto socil registrd n Junt Comercil do Prná em 28 de mrço de 2007 sob o nº Art. 2º Este to entr em vigor n dt de su publicção no Diário Oficil d União. LUIZ BERNARDI ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº 55, DE 0 DE SETEMBRO DE 2007 Alfndegmento de instlções portuáris. O SUPERINTENDENTE DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL NA 9ª. REGIÃO FISCAL, no uso d delegção n Portri SRF nº.743, de 2 de gosto de 998, e considerndo o Contrto de Arrendmento nº 87/025/00, firmdo em 05 de mrço de 987 e seus Primeiro o Quinto Termos Aditivos, celebrdos entre Adminis- DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM CASCAVEL SEÇÃO DE CONTROLE E ACOMPANHAMENTO TRIBUTÁRIO ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº 30, DE 0 DE SETEMBRO DE 2007 O CHEFE DA SEÇÃO DE CONTROLE E ACOMPANHA- MENTO TRIBUTÁRIO DA DELEGACIA DA RECEITA FEDE- RAL EM CASCAVEL-PR, no uso d competênci que lhe foi delegd pelo rt. 250 do Regimento Interno d Secretri d Receit Federl, provdo pel Portri MF nº 095, de 30 de bril de 2007 e tendendo o previsto no rtigo 30 d Instrução Normtiv SRB nº 748, de 28 de junho de 2007 e o que const no processo dministrtivo fiscl nº / , declr: Art. Único: Anuldo o CNPJ, bixo relciondo, tendo em vist hver sido consttdo vício n inscrição / J. D. DE PAULA - ME DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM JOINVILLE SEÇÃO DE ORIENTAÇÃO E ANÁLISE TRIBUTÁRIA DARCY ANTONIO PELLEGRINELLO ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº 98, DE 0 DE SETEMBRO DE 2007 Exclui pessos jurídics do Prcelmento Especil (Pes), de que trt o rt. º d Lei nº 0.684, de 30 de mio de O Chefe d Seção e Orientção e Análise Tributári d Delegci d Receit Federl do Brsil em Joinville, no uso de sus tribuições e tendo em vist o disposto nos rts. º e 7º d Lei nº 0.684, de 30 de mio de 2003, no rt. 2 d Lei nº.033, de 2 de dezembro de 2004, nos rts. 9º 7 d Portri Conjunt PGFN/SRF nº 3, de 25 de gosto de 2004, e n Portri Conjunt PGFN/SRF nº 4, de 20 de setembro de 2004, declr: Art. º Ficm excluídos do Prcelmento Especil (Pes) de que trt o rt. º d Lei nº 0.684, de 30 de mio de 2003, de cordo com seu rt. 7º, s pessos jurídics bixo relcionds, tendo em vist que foi consttd ocorrênci de três meses consecutivos sem recolhimento ds prcels do Pes: CNPJ Contribuinte / Fotoptic São José Ltd / Grnj W.O. Ltd /000-8 Virmq Moldes e Mtrizes Ltd. EPP / Unislot Mnufcturing Ltd / Construjunior Terrplngem Ltd. Art. 2º Fic excluíd do Prcelmento Especil (Pes) de que trt o rt. º d Lei nº 0.684, de 30 de mio de 2003, de cordo com seu rt. 7º, pesso jurídic bixo relciond, tendo em vist que foi consttd ocorrênci de seis meses lterndos sem recolhimento ds prcels do Pes: CNPJ Contribuinte / MVO Emblgens Ltd. trção dos Portos de Prnguá e Antonin - APPA e empres Centro Sul Serviços Mrítimos Ltd., cujo extrto do Quinto Termo Aditivo foi publicdo no DOU de 28 de gosto de 2007, e considerndo ind o que const do processo nº /200-3, declr: Art. º Alfndegd, em cráter precário, título permnente, té 0 de mrço de 2009, pr operr como instlção portuári mrítim, n modlidde de explorção de uso privtivo misto, situd n Av. Portuári s/nº - Birro Costeir - Prnguá/PR, dentro do Porto Orgnizdo de Prnguá, especilizd n movimentção e rmzengem de grnéis, totlizndo 0.708,60 m², rrendd pel ADMINISTRAÇÃO DOS PORTOS DE PARANAGUÁ E ANTO- NINA - APPA à empres CENTRO SUL SERVIÇOS MARÍTIMOS LTDA., inscrit no CNPJ nº / Art. 2º A instlção portuári or lfndegd ficrá sob jurisdição d Alfândeg d Receit Federl do Brsil do Porto de Prnguá, que poderá bixr s rotins opercionis que se fizerem necessáris o controle fiscl. Art. 3º Cumprirá à utorizd ressrcir o Fundo Especil de Desenvolvimento e Aperfeiçomento ds Atividdes de Fisclizção - FUNDAF, instituído pelo Decreto-Lei nº.437, de 7 de dezembro de 975, dotndo-se, pr esse fim, sistemátic estbelecid n Instrução Normtiv SRF nº 48, de 23 de gosto de 996. Art. 4º Às instlções em preço tribui-se o código ser utilizdo no Siscomex. Art. 5º Este to entr em vigor n dt de su publicção no Diário Oficil d União. LUIZ BERNARDI Art. 3º O detlhmento do motivo d exclusão poderá ser obtido n págin d Secretri d Receit Federl (SRF) n Internet, no endereço < com utilizção d Senh Pes. Art. 4º É fcultdo o sujeito pssivo, no przo de 0 dis, contdo d dt de publicção deste ADE, presentr recurso dministrtivo dirigido o Delegdo d Receit Federl do Brsil em Joinville, no endereço Ru Mário Lobo, 80, Joinville (SC). Art. 5º Não hvendo presentção de recurso no przo previsto no rt. 3º, exclusão do Pes será definitiv. Art. 6º Este ADE entr em vigor n dt de su publicção. MARCO ANTONIO DOS REIS POZZA BANCO DO BRASIL S/A DIRETORIA DE MARKETING E COMUNICAÇÃO ATA DA ASSEMBLÉIA GERAL EXTRAORDINÁRIA REALIZADA EM 2 DE JULHO DE 2007 Em doze de julho de dois mil e sete, às quinze hors, relizou-se Assembléi Gerl Extrordinári dos Acionists do Bnco do Brsil S.A. (CNPJ: /000-9; NIRE: ) - compnhi bert - em primeir convocção, n Sede Socil do próprio Bnco, em Brsíli (DF), hvendo comprecido 8 (oitent e um) Acionists, por si ou por delegção, possuidores de (dois bilhões, vinte e seis milhões, setecents e cinqüent e dus mil, setecents e setent e um) ções ordináris, ests representndo 8,9% do totl de (dois bilhões, qutrocentos e setent e cinco milhões, novecents e qurent e nove mil, duzents e sessent e nove) ções ordináris, os quis ssinrm o "Livro de Presenç", observds s prescrições legis. O Sr. Presidente Antonio Frncisco de Lim Neto, o instlr Assembléi, convidou, pr compor mes, Sr. Mri Teres Pereir Lim,

21 <!ID > Nº 76, qurt-feir, 2 de setembro de 2007 ISSN Representnte d União, Acionist Mjoritári, bem como o Sr. Eustáquio Wgner Guimrães Gomes, representndo o Conselho Fiscl. Convidou, ind, o Diretor Jurídico, em exercício, Murício Doff Sott e o cionist Acélio Jcob Roehrs pr turem como Primeiro e Segundo Secretários, respectivmente. As mtéris presentds às Assembléis form s consignds no Editl de Convocção, publicdo nos dis 27, 28 e 29 de junho de 2007, no Diário Oficil d União e nos jornis Correio Brziliense (Brsíli-DF), Jornl do Commercio (Rio de Jneiro-RJ) e Gzet Mercntil (São Pulo-SP). Inicid precição dos ssuntos, foi decidido: ) provr, por miori de votos, s lterções no cput e nos incisos II e III do rtigo 23 do Esttuto Socil, que pssm ter s seguintes redções: Art. 23. A dministrção do Bnco competirá à Diretori Executiv que terá entre dez e trint e seis membros, sendo: I - (...); II - té nove Vice- Presidentes eleitos n form do inciso VI do rt. 2 deste Esttuto; e III - té vinte e seis Diretores eleitos n form do inciso VI do rt. 2 deste Esttuto; b) provr, por miori de votos, s seguintes lterções nos rtigos 2, 25, 27, 29, 30, 3 e 33-A, que pssm ter s seguintes redções: Art. 2 (...) IV - definir s tribuições d Unidde de Auditori Intern e regulmentr o seu funcionmento, cbendo-lhe, ind, nomer e dispensr o seu titulr; Art. 25 (...).º As funções do Presidente do Bnco serão exercids, durnte seus fstmentos, licençs nuis remunerds e demis licençs: I - (...); II - superiores trint dis consecutivos, por quem, n form d lei, for nomedo interinmente pelo Presidente d Repúblic. 2.º (...) 3.º Ns usêncis dos Vice-Presidentes e dos Diretores, s funções dos crgos pssrão à responsbilidde de outro Vice-Presidente ou outro Diretor, respectivmente, sendo: I - té trint dis consecutivos, medinte designção do Presidente; II - lém de trint dis consecutivos, ou em cso de vcânci, té posse do substituto eleito, medinte designção do Presidente e homologção, dentro do período em que exercer s funções do crgo, pelo Conselho de Administrção. 4º. Ns hipóteses prevists nos º 3º deste rtigo, o Vice- Presidente ou Diretor cumulrá sus funções com s do Presidente, do Vice-Presidente ou do Diretor, conforme for designdo, sem créscimo de remunerção. Art. 27. A representção extrjudicil e constituição de mndtários do Bnco competem, isoldmente, o Presidente ou qulquer dos Vice-Presidentes e, nos limites de sus tribuições e poderes, os Diretores. A representção judicil compete o Presidente, os Vice-Presidentes ou o Diretor Jurídico, cbendo qulquer deles outorg de mndto judicil. Art. 29. São tribuições do Conselho Diretor: I - submeter o Conselho de Administrção, por intermédio do Presidente do Bnco, ou pelo Coordendor por este designdo, proposts à su deliberção, em especil sobre s mtéris relcionds nos incisos I, III, IV, prte inicil, VIII, XII, XIII e XIV do rt. 2 deste Esttuto. Art. 30. (...) I - do Presidente: ) e) (...) f) indicr, dentre os Vice-Presidentes, Coordendor com finlidde específic de convocr e presidir, em sus usêncis ou impedimentos, s reuniões do Conselho Diretor e d Diretori Executiv. II - de cd Vice-Presidente: ) dministrr, supervisionr e coordenr s áres que lhe forem tribuíds e tução dos Diretores e ds Uniddes que estiverem sob su supervisão diret; b) coordenr s reuniões do Conselho Diretor e d Diretori Executiv, qundo designdo pelo Presidente. III - (...) º O Coordendor designdo pelo Presidente pr convocr e presidir s reuniões do Conselho Diretor e d Diretori Executiv não proferirá voto de qulidde e não será remunerdo pelo exercício dess função. 2º As tribuições individuis dos Diretores poderão ser exercids, ns sus usêncis ou impedimentos, pelo comitê de dministrção ds respectivs diretoris, observdo o Regimento d Diretori Executiv e s lçds fixds pelo Conselho Diretor. Art. 3. (...).º A Diretori Executiv reunir-se-á, ordinrimente, um vez cd três meses, e, extrordinrimente, sempre que convocd pelo Presidente do Bnco ou pelo Coordendor por este designdo. 2.º O Conselho Diretor: I - é órgão de deliberção colegid, devendo reunir-se, ordinrimente, pelo menos um vez por semn e, extrordinrimente, sempre que convocdo pelo Presidente ou pelo Coordendor por este designdo, sendo necessário, em qulquer cso, presenç de, no mínimo, miori de seus membros; II - s deliberções exigem provção de, no mínimo, miori dos membros presentes; em cso de empte, prevlecerá o voto do Presidente; e (...) 3.º O Conselho Diretor será ssessordo por um Secretri Executiv, cbendo o Presidente designr o seu titulr. Art. 33-A (...) Prágrfo Único. O titulr d Auditori Intern será escolhido dentre funcionários d tiv do Bnco e nomedo e dispensdo pelo Conselho de Administrção, por propost do Conselho Diretor, observds s disposições do rt. 22, 3º, I, deste Esttuto. c) provr, por miori de votos, inclusão de prágrfo único no rtigo 3 do esttuto Socil com seguinte redção: Art (...) I X - (...) Prágrfo único. É incomptível com prticipção nos órgãos de dministrção do Bnco, cndidtur mndto público eletivo, devendo o interessdo requerer seu fstmento, sob pen de perd do crgo, prtir do momento em que tornr públic su pretensão à cndidtur. Durnte o período de fstmento não será devid qulquer remunerção o membro do órgão de dministrção, o qul perderá o crgo prtir d dt do registro d cndidtur. d) provr, por miori de votos, lterção do rtigo 4, que pss ter seguinte redção: Art. 4 As demonstrções finnceirs trimestris, semestris e nuis serão tmbém elbords em inglês, sendo que pelo menos s demonstrções finnceirs nuis serão tmbém elbords de cordo com os pdrões interncionis de contbilidde. e) provr, por miori de votos, s seguintes lterções no rtigo 33 do Esttuto Socil: Art. 33. (...) º e 2º (...) 3.º (...): I - um membro titulr poderá ser escolhido dentre os Conselheiros de Administrção eleitos pelos cionists minoritários; II - um membro titulr poderá ser escolhido dentre os Conselheiros de Administrção indicdos pelo Ministro de Estdo d Fzend; III - (...) 4º o 6º (...) f) provr, por miori de votos, elevção de R$ ,00 (dezoito milhões e oitocentos e trint e nove mil reis) pr R$ ,00 (vinte e dois milhões, trezentos e vinte e seis mil reis) d remunerção globl ser pg os dministrdores do Bnco do Brsil S.A. no período compreendido entre mio de 2007 e bril de 2008, í incluídos: honorários mensis, grtificção de ntl (3º slário), substituição - fstmento nul, licenç nul remunerd - féris (/3), licenç nul remunerd - féris, licenç nul e usênci remunerd (bono e licenç prêmio), complementção de remunerção em fstmento por licenç - súde, ssistênci médic (CASSI), previdênci privd (PREVI), uxílio refeição (vletik), cest limentção, prticipção nos lucros ou resultdos, seguro de vid em grupo, progrm de vlição de súde, progrm de ssistênci socil (uxílio), uxílio mordi, nos termos do Decreto nº 3.255, de , vntgem de remoção, bem como remunerção compenstóri (qurenten), em consonânci com o Esttuto Socil do Bnco, devendo ser mntidos os honorários nos mesmos vlores nominis prticdos no mês imeditmente nterior à AGO/2007, podendo ser repssdos os respectivos honorários os mesmos rejustes que, eventulmente, forem concedidos os empregdos do Bnco, por ocsião d formlizção do Acordo Coletivo de Trblho n respectiv dt-bse/2007; g) provr, por miori de votos, delegção de competênci o Conselho de Administrção pr efetur distribuição individul dos vlores destindos o pgmento d remunerção dos membros d Diretori Executiv, observdo o montnte globl fixdo e deduzid prte destind o Conselho de Administrção. Registre-se que o cionist Goldmn Schs & CO. bsteve-se de votr em todos os ssuntos d Assembléi Gerl Extrordinári. Nd mis hvendo trtr, o Sr. Presidente grdeceu presenç dos Srs. Acionists e deu por encerrdos os trblhos d Assembléi Gerl Extrordinári dos Acionists do Bnco do Brsil S.A., d qul eu, ss.) Acélio Jcob Roehrs, Segundo Secretário, fiz lvrr est At de form sumári, como determin o 6.º do rt. 9.º do Esttuto, que, lid e chd conforme, é devidmente ssind. Ass.) Muricio Doff Sott, Primeiro Secretário; Antonio Frncisco de Lim Neto, Presidente e Mri Teres Pereir Lim, Representnte d União. Visto: Áure Fris Mrtins, OAB DF 9.00, CPF-MF Este documento é cópi fiel trnscrit do Livro Próprio. Atestmos que este documento foi submetido exme do Bnco Centrl do Brsil em processo regulr e mnifestção respeito dos tos prticdos const de crt emitid à prte. Deprtmento de Orgnizção do Sistem Finnceiro - DEORF Lúci Regin de O. Milski - Assessor Pleno. Junt Comercil do Distrito Federl: Certifico o registro em , sob o número Antonio Celson G. Mendes - Secretário Gerl. COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS SUPERINTENDÊNCIA DE NORMAS CONTÁBEIS E DE AUDITORIA <!ID > ATO DECLARATÓRIO 9.48, DE 0 DE SETEMBRO DE 2007 O Superintendente de Norms Contábeis e de Auditori d Comissão de Vlores Mobiliários, no uso d competênci que lhe foi delegd trvés d Deliberção CVM Nº 76, de 03 de fevereiro de 995, e tendo em vist o disposto no rtigo 39 d Instrução CVM Nº 308, de 4 de mio de 999, declr CANCELADO n Comissão de Vlores Mobiliários, pr os efeitos do exercício d tividde de uditori independente no âmbito do mercdo de vlores mobiliários, prtir dest dt, por solicitção do próprio, o registro do Auditor Independente seguir referido: Auditor Independente - Pesso Jurídic REVISORA NACIONAL AUDITORES INDEPENDEN- TES São Pulo - SP ANTÔNIO CARLOS DE SANTANA SUPERINTENDÊNCIA DE RELAÇÕES COM INVESTIDORES INSTITUCIONAIS <!ID5452-0> ATO DECLARATÓRIO Nº 9.482, DE DE SETEMBRO DE 2007 O Superintendente de Relções com Investidores Institucionis d Comissão de Vlores Mobiliários, no uso d competênci que lhe foi delegd pel Deliberção CVM nº 58, de 2/07/93, utoriz o Sr. AFONSO SANT'ANNA BEVILAQUA, C.P.F. nº , prestr os serviços de Administrdor de Crteir de Vlores Mobiliários previstos n Instrução CVM nº 306, de 05 de mio de 999. CARLOS EDUARDO P. SUSSEKIND ATO DECLARATÓRIO Nº 9.483, DE DE SETEMBRO DE 2007 O Superintendente de Relções com Investidores Institucionis d Comissão de Vlores Mobiliários, no uso d competênci que lhe foi delegd pel Deliberção CVM nº 58, de 2/07/93, utoriz o Sr. ALEXANDER AMÉRICO ABIDO SOARES DA SILVA, C.P.F. nº , prestr os serviços de Administrdor de Crteir de Vlores Mobiliários previstos n Instrução CVM nº 306, de 05 de mio de 999. CARLOS EDUARDO P. SUSSEKIND ATO DECLARATÓRIO Nº 9.484, DE DE SETEMBRO DE 2007 O Superintendente de Relções com Investidores Institucionis d Comissão de Vlores Mobiliários, no uso d competênci que lhe foi delegd pel Deliberção CVM nº 58, de 2/07/93, utoriz o Sr. EDUARDO CAMARA LOPES, C.P.F. nº , prestr os serviços de Administrdor de Crteir de Vlores Mobiliários previstos n Instrução CVM nº 306, de 05 de mio de 999. CARLOS EDUARDO P. SUSSEKIND <!ID > ATO DECLARATÓRIO Nº 9.485, DE DE SETEMBRO DE 2007 O Superintendente de Relções com Investidores Institucionis d Comissão de Vlores Mobiliários, no uso d competênci que lhe foi delegd pel Deliberção CVM nº 58, de 2/07/93, utoriz o Sr. MARCIO BRITO DE LIMA, C.P.F. nº , prestr os serviços de Administrdor de Crteir de Vlores Mobiliários previstos n Instrução CVM nº 306, de 05 de mio de 999. CARLOS EDUARDO P. SUSSEKIND SUPERINTENDÊNCIA DE RELAÇÕES COM O MERCADO E INTERMEDIÁRIOS <!ID > ATO DECLARATÓRIO Nº 9.480, DE 0 DE SETEMBRO DE 2007 O Superintendente de Relções com o Mercdo e Intermediários d Comissão de Vlores Mobiliários, no uso d competênci que lhe foi delegd pel Instrução CVM nº 402, de 27 de jneiro de 2004, cncelou, pedido, nest dt, o registro concedido à HED- GING COMÉRCIO E CORRETORA DE MERCADORIAS S.A., C.N.P.J /000-38, pr tur no mercdo de vlores mobiliários, nos termos d Lei N 6.385/76 e d referid Instrução. WALDIR DE JESUS NOBRE CONSELHO DE RECURSOS DO SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL A R Q U I VA M E N TO DECISÕES DE 29 DE JUNHO DE 2007 Decisões do CRSFN em processos insturdos pelo Bnco Centrl do Brsil (Lei nº 0.755, de , com nov redção dd pel Lei nº.96, de ). Recurso 9774-MI Recorrente/Recorrid: Forever Living Products Brsil Ltd. Recorrente/Recorrido: Bcen. Decisão: 03. A R Q U I VA M E N TO PEDRO WILSON CARRANO ALBUQUERQUE Presidente do Conselho MARCOS MARTINS DE SOUZA Secretário Executivo DECISÕES DE 7 DE AGOSTO DE 2007 Recurso 9993-MI Recorrente: Bcen. Recorrid: Igrs Ppéis e Emblgens S.A. (incorpord pel Klbin S.A.). Decisão: 247/07. Recurso 088-MI Recorrente: Bcen. Recorrid: Rcing Importções Ltd. Decisão: 255/07. A R Q U I VA M E N TO PEDRO WILSON CARRANO ALBUQUERQUE Presidente do Conselho MARCOS MARTINS DE SOUZA Secretário Executivo DECISÕES DE 24 DE AGOSTO DE 2007 Recurso 875-MI Recorrente: Bcen. Recorrid: Oxford Importdor e Exportdor Ltd. Decisão: 340/07. Recurso 9799-MI Recorrente: Bcen. Recorrid: Ply Food Comercil Ltd. Decisão: 346/07. Recurso 9865-MI Recorrente: Bcen. Recorrid: Empreendimentos Akel Ltd. Decisão: 360/07. Recurso 9867-MI Recorrente: Bcen. Recorrid: Art-I-Mnh Indústri e Comércio Ltd. Decisão: 349/07. Recurso 987-MI Recorrente: Bcen. Recorrid: New Vision Comércio e Importção Ltd. Decisão: 35/07. Recurso 995-MI Recorrente: Bcen. Recorrid: Fly Horse Comércio Importção e Exportção Ltd. Decisão: 358/07.

22 <!ID > <!ID > 22 ISSN Nº 76, qurt-feir, 2 de setembro de 2007 Recurso 9957-MI Recorrente: Bcen. Recorrid: Jetimport Comércio Importdor Ltd. Decisão: 364/07. Recurso 9969-MI Recorrente: Bcen. Recorrid: KDG d Amzôni S.A. Decisão: 322/07. Recurso 9973-MI Recorrente: Bcen. Recorrid: Brlin Comércio Importção e Exportção Ltd. Decisão: 320/07. Recurso 0049-MI Recorrente: Bcen. Recorrid: Petrofis do Brsil Ltd. Decisão: 332/07. Recurso 0093-MI Recorrente: Bcen. Recorrid: Cotton Indústri e Comércio Têxtil Ltd. Decisão: 362/07. Recurso 03-MI Recorrente: Bcen. Recorrid: Supertec Comércio Importção e Exportção Ltd. Decisão: 330/07. Recurso 05-MI Recorrente: Bcen. Recorrid: Kriport do Brsil Interncionl Trding Ltd. Decisão: 348/07. Recurso 065-MI Recorrente: Bcen. Recorrid: Mttel do Brsil Ltd. Decisão: 338/07. Recurso 069-MI Recorrente: Bcen. Recorrid: Nexns Brsil S.A. Decisão: 328/07. Recurso 075-MI Recorrente: Bcen. Recorrid: Mectron - Engenhri, Indústri e Comércio Ltd. Decisão: 324/07. Recurso 077-MI Recorrente: Bcen. Recorrid: Opmtel Comercil System Telecomunicções Ltd. Decisão: 327/07. Recurso 095-MI Recorrente: Bcen. Recorrid: Brightpoint do Brsil Ltd. Decisão: 339/07. Recurso 097-MI Recorrente: Bcen. Recorrid: Coim Brsil Ltd. Decisão: 326/07. Recurso 023-MI Recorrente: Bcen. Recorrid: Chmpgne Georges Aubert S.A. Decisão: 334/07. Recurso 025-MI Recorrente: Bcen. Recorrido: Crlos Noves Guimrães. Decisão: 354/07. Recurso 027-MI Recorrente: Bcen. Recorrid: Compnhi de Tecidos Alsk. Decisão: 333/07. Recurso 0247-MI Recorrente: Bcen. Recorrid: Agends Pombo-Lediberg Ltd. Decisão: 33/07. Recurso 0259-MI Recorrente: Bcen. Recorrid: Compnhi Mrnhense de Refrigerntes. Decisão: 359/07. Recurso 026-MI Recorrente: Bcen. Recorrid: TMA Representções Comerciis Ltd. Decisão: 347/07. Recurso 0265-MI Recorrente: Bcen. Recorrid: Intelbrás S.A. Indústri de Telecomunicção Eletrônic Brsileir. Decisão: 329/07. Recurso 028-MI Recorrente: Bcen. Recorrid: Newpen do Brsil Indústri e Comércio Ltd. Decisão: 335/07. Recurso 0283-MI Recorrente: Bcen. Recorrid: Missão Sgrd do Hw Hu. Decisão: 356/07. Recurso 029-MI Recorrente: Bcen. Recorrid: Newco Comércio e Representções Ltd. Decisão: 325/07. Recurso 0425-MI Recorrente: Bcen. Recorrid: Compnhi Libr de Nvegção. Decisão: 352/07. Recurso 043-MI Recorrente: Bcen. Recorrid: Telespzio Brsil S.A. Decisão: 353/07. Recurso 0435-MI Recorrente: Bcen. Recorrido: Pulo Roberto Almeid Amorim. Decisão: 336/07. Recurso 044-MI Recorrente: Bcen. Recorrid: Irizr Brsil Ltd. Decisão: 366/07. Recurso 0493-MI Recorrente: Bcen. Recorrid: Serv-Rio Empreendimentos Médicos Ltd. Decisão: 355/07. Recurso 0527-MI Recorrente: Bcen. Recorrid: Red Indin S.A. Indústri e Comércio. Decisão: 363/07. Recurso 053-MI Recorrente: Bcen. Recorrid: Ebco Systems Ltd. Decisão: 343/07. Recurso 070-MI Recorrente: Bcen. Recorrid: Superprt Importção e Exportção Ltd. Decisão: 357/07. Recurso 0705-MI Recorrente: Bcen. Recorrid: Rel Snt Rit Equipmentos de Segurnç Ltd. Decisão: 350/07. Recurso 07-MI Recorrente: Bcen. Recorrid: Grnlim Alimentos Ltd. Decisão: 345/07. Recurso 072-MI Recorrente: Bcen. Recorrid: Pstore d Amzôni S.A. Decisão: 344/07. Recurso 0725-MI Recorrente: Bcen. Recorrid: Frnco Pérsio Cesário Comércio Importção Exportção e Representção. Decisão: 34/07. Recurso 0745-MI Recorrente: Bcen. Recorrid: Pedro Alves Figueiredo (Firm Individul). Decisão: 342/07. Recurso 075-MI Recorrente: Bcen. Recorrid: Omeg Technology Comércio, Importção e Exportção Ltd. Decisão: 365/07. Recurso 0753-MI Recorrente: Bcen. Recorrid: Khris Exportdor & Importdor Ltd. Decisão: 323/07. Recurso 5-MI Recorrente: Bcen. Recorrido: Herldo Antônio Cvlcnti Pereir de Sá Mrtins. Decisão: 36/07. Recurso 59-MI Recorrente: Bcen. Recorrid: Lborgrf Artes Gráfics Ltd. Decisão: 32/07. Totl de Recursos: 49 (qurent e nove). CONSELHO NACIONAL DE POLÍTICA FAZENDÁRIA SECRETARIA EXECUTIVA Brsíli, de setembro de PEDRO WILSON CARRANO ALBUQUERQUE Presidente do Conselho MARCOS MARTINS DE SOUZA Secretário Executivo RETIFICAÇÃO No Ato COTEPE/PMPF Nº 7/07, de 0 de setembro de 2007, publicdo no DOU de de setembro de 2007, Seção, págin 2, onde se lê: " PREÇO MÉDIO PONDERADO A CONSUMIDOR FINAL UNIDADE FEDE- GASOLINA C RADA DIESEL GLP Q AV AEHC Gás Nturl (R$/ litro) (R$/ litro) (R$/ kg) (R$/ litro) (R$/ litro) (R$/ m³) GO 2,775,9693 2,596,7995, ", Lei-se: " PREÇO MÉDIO PONDERADO A CONSUMIDOR FINAL UNIDADE FEDE- GASOLINA C RADA DIESEL GLP Q AV AEHC Gás Nturl (R$/ litro) (R$/ litro) (R$/ kg) (R$/ litro) (R$/ litro) (R$/ m³) *GO 2,775,9693 2,596,7995, ". PRIMEIRO CONSELHO DE CONTRIBUINTES 7ª CÂMARA EMENTÁRIO DOS ACÓRDÃOS FORMALIZADOS NO MÊS DE JUNHO DE 2007 Processo nº : / Recurso nº : Mtéri : IRPJ - Exs.: Recorrente : PANIFICADORA E MERCEARIA CAMPOS SALES LTDA Recorrid : 3ª TURMA/DRJ-BELO HORIZONTE/MG Sessão de : 26 DE ABRIL DE 2007 Acórdão nº : NORMAS PROCESSUAIS - ALEGAÇÃO DE OFENSA AO PAF - NULIDADE - IMPROCEDÊNCIA - Não se vislumbr nulidde em lnçmento de ofício lvrdo por utoridde dministrtiv competente, com observânci do disposto dos rtigos 9º e 0º do Decreto /72. NORMAS PROCESSUAIS - PERÍCIA - INDEFERIMEN- TO - ALEGAÇÃO A CERCEAMENTO DO DIREITO DE DEFESA - IMPROCEDÊNCIA - O pedido de períci, negdo pel Turm julgdor sob o rgumento de que est não teri sido formuld com bse ns regrs estipulds em lei e, sobretudo, porque prescindível, não constitui ofens o direito de defes do contribuinte. IRPJ - LUCRO PRESUMIDO - INEXISTÊNCIA DE LI- VROS E DOCUMENTOS E DO LIVRO CAIXA - ARBITRAMEN- TO - CABIMENTO - Provdo pel fisclizção que contribuinte não possuí livros e documentos fiscis de su escriturção, muito menos livro cix, nos termos d legislção plicável, impõe-se o rbitrmento de lucros, Por unnimidde de votos, NEGAR provimento o recurso. Mrcos Vinicius Neder de Lim - Presidente Ntnel Mrtins - Reltor Processo nº: / Recurso nº : EX OFFICIO Mtéri : IRPJ - Exs.: 200 e 2002 Recorrente : 8ª TURMA/DRJ-RIO DE JANEIRO/RJ I Interessdo : AMPLA ENERGIA E SERVIÇOS S.A Sessão de : 23 DE MAIO DE 2007 Acórdão nº : IRPJ - RECURSO DE OFÍCIO - Tendo os julgdores de primeiro gru interpretdo corretmente legislção tributári, bem ssim su plicção o cso concreto, não há repros serem feitos à decisão que cncelou, prcilmente, s exigêncis tributáris. Por unnimidde de votos NEGAR provimento o recurso de ofício. Mrcos Vinicius Neder de Lim - Presidente Luiz Mrtins Vlero - Reltor Processo nº : / Recurso nº : Mtéri : IRPJ E OUTRO - Ex.: 999 Recorrente : MGN INFORMÁTICA S.A Recorrid : 8ª TURMA/DRJ-RIO DE JANEIRO/RJ I Sessão de : 23 DE MAIO DE 2007 Acórdão nº : IRPJ/CSLL - GLOSA DE CUSTOS/DESPESAS - COM- PROVANTES APRESENTADOS - AUSÊNCIA DE PROVA CA- BAL A CARGO DA FISCALIZAÇÃO DA INEXISTÊNCIA DA PRESTAÇÃO DOS SERVIÇOS - Presentes os requisitos de necessidde, usulidde e normlidde dos dispêndios, e não sendo suficientes os indícios levntdos pelo fisco pr provr inexistênci ds operções, eventul flt de contrto escrito e reltórios dos serviços prestdos, considerndo tudo qunto const dos utos, notdmente nturez d tividde exercid pel empres, é de se rejeitr glos de custos/despess. Por unnimidde de votos, DAR provimento o recurso. Mrcos Vinicius Neder de Lim - Presidente Luiz Mrtins Vlero - Reltor Processo nº : / Recurso nº : EX OFFICIO Mtéri : IRPJ - Ex.: 2005 Recorrente : 3ª TURMA/DRJ-PORTO ALEGRE/RS Interessd : ALL AMÉRICA LATINA LOGÍSTICA DO BRASILS/A Sessão de : 23 DE MAIO DE 2007 Acórdão nº : RECURSO DE OFÍCIO - IRPJ - DCTF - CONFISSÃO - MULTA ISOLADA - LEI 0.833/2003, ART. 8 - CRÉDITO PRÊ- MIO - PER-DECOMP - INEXISTÊNCIA - IMPROCEDÊNCIA - A plicção d mult isold de que trt o rt. 8 d lei 0.833/2003, pel descrição do tipo punível, pressupõe compensção não declrd, relizd em fce ds regrs do rt. 74 d Lei 9.430/96, isto é, pel vi do PER-DECOMP, não, porém, à suspensão de exigibilidde simplesmente declrd em DCTF, cuj descrcterizção impõe, tão somente, cobrnç do crédito tributário confessdo com os créscimos legis cbíveis. Por unnimidde de votos, NEGAR provimento o recurso de ofício. Mrcos Vinicius Neder de Lim Presidente Ntnel Mrtins - Reltor

23 Nº 76, qurt-feir, 2 de setembro de 2007 ISSN Processo : / Recurso nº : EX OFFICIO Mtéri : CSLL - Ex.: 200 Recorrente : 3ª. TURMA/DRJ-RIO DE JANEIRO/RJ I Interessd : PETROBRÁS GÁS S/A Sessão de : 23 DE MAIO DE 2007 Acórdão nº : IRPJ. RECURSO DE OFÍCIO. PROVISÃO PARA PAGA- MENTO DE PARTICIPAÇÃO NOS LUCROS E RESULTADOS AOS EMPREGADOS. DEDUTIBILIDADE (ART. 359 DO RIR/99). POSTERGAÇÃO DO IMPOSTO A RECOLHER. INEXISTÊNCIA DE POSTERGAÇÃO QUANDO APURA O CONTRIBUINTE PRE- JUÍZO NO EXERCÍCIO MESMO QUANDO DESCONSIDERADA A DEDUÇÃO GLOSADA. Por unnimidde de votos, NEGAR provimento o recurso de ofício. Mrcos Vinicius Neder de Lim - Presidente Hugo Correi Sotero - Reltor Processo nº : / Recurso nº : EX OFFICIO Mtéri : IRPJ - Exs.: Recorrente : 5ª TURMA/DRJ-RIO DE JANEIRO/RJ I Interessdo : SOLA S.A. INDÚSTRIAS ALIMENTÍCIAS Sessão de : 28 DE MARÇO DE 2007 Acórdão nº : RECURSO DE OFÍCIO - IRPJ - PREJUÍZO FISCAL - COMPENSAÇÃO INDEVIDA - CONFISSÃO DO DÉBITO NO REFIS - LANÇAMENTO - IMPROCEDÊNCIA - Provdo nos utos do processo que o débito exigido incluído no progrm de recuperção fiscl - REFIS, não é cbível su constituição vi uto de infrção. LUCRO INFLACIONÁRIO - ÊRRO NO SALDO A REA- LIZAR - CORREÇÃO - Provdo nos utos do processo, que determinção do sldo de lucro inflcionário relizdo não oferecido à tributção for equivocd n medid em que se levou em considerção sldo equivocdo do montnte relizr, corret decisão que sn o equívoco. Por unnimidde de votos, NEGAR provimento o recurso de ofício. Mrcos Vinicius Neder de Lim - Presidente Ntnel Mrtins - Reltor Processo nº : /98-08 Recurso nº : 5787 Mtéri : IRPJ E OUTROS - Ex.: 995 Recorrente : SURGICAL INDÚSTRIA E COMÉRCIO LT- DA Recorrid : 3ª TURMA/DRJ - RIO DE JANEIRO/RJ I Sessão de : 23 DE MAIO DE 2007 Acórdão nº : CRÉDITO TRIBUTÁRIO INCLUÍDO NO PAES. DESIS- TÊNCIA DO RECURSO. A inclusão do débito no Pes configur desistênci do recurso, implicndo o seu não conhecimento. Por unnimidde de votos, NÃO CONHECER do recurso. Mrcos Vinicius Neder de Lim - Presidente Jyme Jurez Grotto Processo nº : / Recurso nº : Mtéri : IRPJ E OUTRO - Exs.: Recorrente : KORPUS SEGURANÇA PRIVADA LTDA Recorrid : 4ª TURMA/DRJ-RECIFE/PE Sessão de : 23 DE MAIO DE 2007 Acórdão nº : IRPJ/CSLL - ARBITRAMENTO DOS LUCROS - Fce à inexistênci/não presentção de regulr escriturção contábil, não rest o fisco outr lterntiv que não sej o rbitrmento dos lucros, bse de cálculo do IRPJ e d CSLL. IRPJ/CSLL - RECEITA BRUTA CONHECIDA. A receit constnte de Nots Fiscis emitids pel própri fisclizd pode ser tomd como receit brut pr fins de rbitrmento dos lucros. Alegções de cncelmento de Nots Fiscis devem ser provds. PENALIDADE QUALIFICADA - A reiterd presentção à dministrção tributári de declrções "zerds", qundo há receits uferids, é condut que se subsume à figur típic d sonegção, justificndo qulificção d mult de ofício. Por unnimidde de votos, REJEITAR s preliminres e, no mérito, NEGAR provimento o recurso. Mrcos Vinicius Neder de Lim - Presidente Luiz Mrtins Vlero - Reltor Processo nº : / Recurso nº : Mtéri : COFINS - Exs.: Recorrente : KORPUS SEGURANÇA PRIVADA LTDA Recorrid : 2ª TURMA/DRJ-RECIFE/PE Sessão de : 23 DE MAIO DE 2007 Acórdão nº : COFINS - RECEITA BRUTA CONHECIDA. A receit constnte de Nots Fiscis emitids pel própri fisclizd pode ser tomd como bse de cálculo d Contribuição pr o Finncimento d Seguridde Socil (COFINS). Alegções de cncelmento de Nots Fiscis, lém ds considerds pelo fisco, devem ser provds. PENALIDADE QUALIFICADA - A reiterd presentção à dministrção tributári de declrções "zerds", qundo há receits uferids, é condut que se subsume à figur típic d sonegção, justificndo qulificção d mult de ofício. Por unnimidde de votos, REJEITAR s preliminres e, no mérito NEGAR provimento o recurso. Mrcos Vinicius Neder de Lim - Presidente Luiz Mrtins Vlero - Reltor Processo nº : / Recurso nº : Mtéri : PIS/PASEP - Ex(s) Recorrente : KORPUS SEGURANÇA PRIVADA LTDA Recorrid : 2ª TURMA/DRJ-RECIFE/PE Sessão de : 23 DE MAIO DE 2007 Acórdão nº : PIS - RECEITA BRUTA CONHECIDA. A receit constnte de Nots Fiscis emitids pel própri fisclizd pode ser tomd como bse de cálculo ds contribuições o Progrm de Integrção Socil (PIS). Alegções de cncelmento de Nots Fiscis, lém ds considerds pelo fisco, devem ser provds. PENALIDADE QUALIFICADA - A reiterd presentção à dministrção tributári de declrções "zerds", qundo há receits uferids, é condut que se subsume à figur típic d sonegção, justificndo qulificção d mult de ofício. Por unnimidde de votos, REJEITAR s preliminres e, no mérito, NEGAR provimento o recurso. Mrcos Vinicius Neder de Lim - Presidente Luiz Mrtins Vlero - Reltor Processo nº : / Recurso nº : Mtéri : IRPJ E OUTROS - Exs: Recorrente : EVERTHI COMÉRCIO DE COUROS LTDA Recorrid : 3ª TURMA DA DRJ EM FLORIANÓPO- LIS/SC Sessão de : 23 DE MAIO DE 2007 Acórdão nº : PAF - REGIME DO SIMPLES - EXCLUSÃO - LANÇA- MENTOS DE OFÍCIO - NULIDADE - IMPROCEDÊNCIA - Tendo hvido exclusão de contribuinte do regime do SIMPLES, utoridde dministrtiv, em fce d inexorável fluênci d decdênci, por dever de ofício, deve desde logo constituir o crédito tributário eventulmente exigido em fce do novo regime de tributção ele plicável. REGIME DO SIMPLES - EXCLUSÃO - LANÇAMENTO DE IRPJ, CSLL, PIS E COFINS - Tendo contribuinte sido excluíd do regime do SIMPLES, cbível o lnçmento de ofício pr cobrnç de tributos segundo o novo regime de tributção plicável. MULTA QUALIFICADA - UTILIZAÇÃO DE INTERPOS- TA PESSOA - FRAUDE - CARACTERIZAÇÃO - Provdo nos utos do processo ter contribuinte se vlido de interpost pesso com finlidde de cobertr relizção de prte de sus operções, cbível plicção d mult qulificd, não podendo o Colegido, em fce do Súmul nº 2, fzer o juízo de su constitucionlidde. Por unnimidde de votos, REJEITAR preliminr e, no mérito NEGAR provimento o recurso. Mrcos Vinicius Neder de Lim - Presidente Ntnel Mrtins - Reltor Processos nº : / Recurso nº : 5339 Mtéri : IRPJ E OUTROS - Exs.: Recorrente : VILFER COMÉRCIO DE METAIS LTDA Recorrid : 6ª TURMA DA DRJ NO RIO DE JANEIRO/RJ I Sessão de : 23 DE MAIO DE 2007 Acórdão nº : PAF - CIÊNCIA POR VIA POSTAL (AR) - ARGUIÇÃO DE NULIDADE DO PROCEDIMENTO - SÚMULA º CC nº 9 - IMPROCEDÊNCIA - É válid ciênci d notificção por vi postl relizd no domicílio fiscl eleito pelo contribuinte, confirmd com ssintur do recebedor d correspondênci, ind que este não sej o representnte legl do destintário. IRPJ - OMISSÃO DE RECEITAS - ART. 42 DA LEI 9.430/96 - CARACTERIZAÇÃO - Demonstrdo pel fisclizção ocorrênci de movimentção finnceir mntid mrgem, por forç do disposto no rt. 42 d Lei 9.430/96 tem-se por estbelecid presunção de omissão de receits. CSLL/ PIS E COFINS - DECORRÊNCIA - Aos lnçmentos decorrentes de IRPJ, n medid em que não hj nenhum questão divers, plic-se mesm decisão proferid no dito lnçmento mtriz. MULTA DE LANÇAMENTO DE OFÍCIO - APLICAÇÃO EM VIRTUDE DE LEI - LEGITIMIDADE - SÚMULA ºCC Nº 2 - O Primeiro Conselho de Contribuintes não é competente pr se pronuncir sobre inconstitucionlidde de lei tributári. Por unnimidde de votos, REJEITAR preliminr de nulidde e, no mérito, NEGAR provimento o recurso. Mrcos Vinicius Neder de Lim - Presidente Ntnel Mrtins - Reltor Processo nº : / Recurso nº : EX OFFICIO Mtéri : IRPJ E OUTROS - Exs.: 2000, 200 Recorrente : 4ª TURMA/DRJ-FORTALEZA/CE Interessd : J. ALVES E OLIVEIRA LTDA Sessão de : 23 DE MAIO DE 2007 Acórdão nº : IRPJ. CONTA BANCÁRIA EM NOME DE TERCEIRO. Estndo descompnhd de documentos robustos de prov, não se confirm conclusão fiscl de que os recursos movimentdos em cont bncári de titulridde de terceiro pertencem à utud. IRPJ. OMISSÃO DE RECEITAS. DEPÓSITOS BANCÁ- RIOS DE ORIGEM NÃO COMPROVADA. N flt de intimção o sujeito pssivo pr comprovção dos depósitos, não se mteriliz hipótese crcterizdor d presunção legl de omissão de receits com bse em depósitos bncários de origem não comprovd. CSLL. PIS. COFINS. DECORRÊNCIA. Pel relção de cus e efeito, plic-se os lnçmentos decorrentes o que ficr decidido em relção o lnçmento principl. Por unnimidde de votos, NEGAR provimento o recurso de ofício Ṁrcos Vinicius Neder de Lim - Presidente Jyme Jurez Grotto - Reltor Processo nº : / Recurso nº : 5662 Mtéri : IRPJ E OUTROS - Ex.: 999 Recorrente : CONSTRUTORA ESTRELA DA MANHÃ LT- DA Recorrid : 3ª TURMA/DRJ-FORTALEZA/CE Sessão de : 23 DE MAIO DE 2007 Acórdão nº : APURAÇÃO ANUAL. DECADÊNCIA. No regime de purção nul, o fto gerdor do IRPJ ocorre em 3 de dezembro de cd no, dt prtir d qul se cont o przo de cinco nos pr homologção do lnçmento. LANÇAMENTO - MULTA EXIGIDA ISOLADAMENTE O przo pr lnçmento ds mults exigids isoldmente rege-se pelo rt. 73 do CTN. OMISSÃO DE RECEITAS. ESTORNOS DE VENDAS NÃO JUSTIFICADOS. N flt de presentção de documentos que justifiquem os lnçmentos contábeis de estorno de vends, corret utução por omissão de receits. FALTA DE RECOLHIMENTO DA ESTIMATIVA. MULTA ISOLADA. N flt do recolhimento obrigtório d ntecipção mensl do IRPJ com bse n estimtiv, corret plicção d mult de ofício isold, se o somtório ds ntecipções é inferior o montnte do imposto devido purdo o finl do exercício. MULTA ISOLADA. RETROATIVIDADE BENIGNA. A mult isold de ofício de 75% por flt de recolhimento d ntecipção mensl do IRPJ por estimtiv, foi lterd pr o percentul de 50%; em decorrênci, e por forç d retrotividde benign previst no rt. 06, II, 'c', do CTN, reduz-se exigênci d referid mult o vlor purdo por este percentul. MATÉRIA NÃO ALEGADA NA IMPUGNAÇÃO. PRE- CLUSÃO. Não se tom conhecimento, por preclusão, ds legções não submetids o julgmento de º instânci, presentds pens n fse recursl. CSLL. DECORRÊNCIA - Pel relção de cus e efeito, plic-se o lnçmento decorrente o que tiver sido decidido em relção o principl. Por unnimidde de votos, DAR provimento PARCIAL o recurso, pr reduzir mult isold. Mrcos Vinicius Neder de Lim - Presidente Jyme Jurez Grotto - Reltor Processo nº : / Recurso nº : Mtéri : IRPJ - Exs.: 200, 2002, 2003 e 2004 Recorrente : BRASMAR ALIMENTOS IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO LTDA Recorrid : 4ª TURMA/DRJ-RECIFE/PE Sessão de : 24 DE MAIO DE 2007 Acórdão nº : MANDADO DE PROCEDIMENTO FISCAL - MPF - O lnçmento de ofício está vinculdo à Lei. Assim, torn-se impertivo concluir que o MPF, ind que reguldo por Decreto do Chefe do Executivo, não se constitui em elemento indispensável pr dr vlidde o lnçmento tributário. Portnto, não há como declrr nulidde, quer mteril quer forml, de lnçmento tributário que tende os requisitos do Art. 42 do Crédito Tributário Ncionl (CTN), formlizdo por utoridde leglmente competente e nos termos do Decreto nº /72 (PAF). Questões ligds o descumprimento do escopo do MPF, inclusive do przo e ds prorrogções, devem ser resolvids no âmbito do processo dministrtivo disciplinr e não no âmbito do processo de exigênci tributári. REEXAME DE PERÍODO JÁ FISCALIZADO - A prorrogção dos trblhos fiscis não implic que tenh hvido reexme de período já fisclizdo. Inplicável, portnto, o disposto no rt. 906 do Regulmento do Imposto de Rend - RIR/99. PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL - NULIDA- DES/ERROS ALEGAÇÕES NÃO PROVADAS - Não se colhem legções de nulidde ou de erro no cálculo ds diferençs de tributos e contribuições qundo o contribuinte não fz prov de sus legções, estndo os Autos de Infrção compnhdos de demonstrtivos elucidtivos de todos os cálculos relizdos pelo fisco. IRPJ - DIFERENÇAS APURADAS ENTRE OS VALORES DECLARADOS/PAGOS E OS VALORES EFETIVAMENTE CON- TABILIZADOS - LANÇAMENTO - São pssíveis de lnçmento de ofício s diferençs reltivs tributos e contribuições clculdos prtir d receit efetivmente contbilizd pelo contribuinte, descontdos os vlores já confessdos/pgos. Por miori de votos, REJEITAR preliminr de nulidde do lnçmento reltiv o Mnddo de Procedimento Fiscl, vencidos os Conselheiros Ntnel Mrtins, Rent Sucupir Durte e Mrcos Vinicius Neder de Lim e, por unnimidde de votos, REJEITAR s demis preliminres e indeferir o pedido de períci. Qunto o mérito, NEGAR provimento o recurso. Mrcos Vinicius Neder de Lim - Presidente Luiz Mrtins Vlero - Reltor

24 24 ISSN Nº 76, qurt-feir, 2 de setembro de 2007 Processo nº : /00-3 Recurso nº : Mtéri : IRPJ E OUTROS - Ex.: 998 Recorrente : RECANTO INFANTIL IMACULADA CON- CEIÇÃO LTDA Recorrid : 0ª TURMA/DRJ-RIO DE JANEIRO/RJ I Sessão de : 24 DE MAIO DE 2007 Acórdão nº : IRPJ. OMISSÃO DE RECEITAS. DEPÓSITOS BANCÁ- RIOS NÃO ESCRITURADOS. Configur-se omissão de receit existênci de depósitos bncários não escriturdos qundo não provd su origem. A mer legção de que houve erro d fisclizção, sem que o contribuinte presente provs consistentes, não tem o condão de fstr exigênci do crédito tributário". Precedentes. Por unnimidde de votos, NEGAR provimento o recurso. Mrcos Vinicius Neder de Lim - Presidente Hugo Correi Sotero - Reltor Processo nº : / Recurso nº : 5084 Mtéri : COFINS - Exs.: Recorrente : BRASMAR ALIMENTOS IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO LTDA Recorrid : 2ª TURMA/DRJ-RECIFE/PE Sessão de : 24 DE MAIO DE 2007 Acórdão nº : MANDADO DE PROCEDIMENTO FISCAL - MPF - O lnçmento de ofício está vinculdo à Lei. Assim, torn-se impertivo concluir que o MPF, ind que reguldo por Decreto do Chefe do Executivo, não se constitui em elemento indispensável pr dr vlidde o lnçmento tributário. Portnto, não há como declrr nulidde, quer mteril quer forml, de lnçmento tributário que tende os requisitos do Art. 42 do Crédito Tributário Ncionl (CTN), formlizdo por utoridde leglmente competente e nos termos do Decreto nº /72 (PAF). Questões ligds o descumprimento do escopo do MPF, inclusive do przo e ds prorrogções, devem ser resolvids no âmbito do processo dministrtivo disciplinr e não no âmbito do processo de exigênci tributári. REEXAME DE PERÍODO JÁ FISCALIZADO - A prorrogção dos trblhos fiscis não implic que tenh hvido reexme de período já fisclizdo. Inplicável, portnto, o disposto no rt. 906 do Regulmento do Imposto de Rend - RIR/99. PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL - NULIDA- DES/ERROS ALEGAÇÕES NÃO PROVADAS - Não se colhem legções de nulidde ou de erro no cálculo ds diferençs de tributos e contribuições qundo o contribuinte não fz prov de sus legções, estndo os Autos de Infrção compnhdos de demonstrtivos elucidtivos de todos os cálculos relizdos pelo fisco. COFINS - DIFERENÇAS APURADAS ENTRE OS VA- LORES DECLARADOS/PAGOS E OS VALORES EFETIVAMEN- TE CONTABILIZADOS - LANÇAMENTO - São pssíveis de lnçmento de ofício s diferençs reltivs tributos e contribuições clculdos prtir d receit efetivmente contbilizd, descontdos os vlores já confessdos/pgos. COFINS - BASE DE CÁLCULO - ALEGAÇÕES DE IN- CONSTITUCIONALIDADE DE LEI - LIMITES DE APRECIAÇÃO DA MATÉRIA PELA AUTORIDADE JULGADORA ADMINIS- TRATIVA - Somente é possível o fstmento d plicção de norms por rzão de inconstitucionlidde, em sede de recurso dministrtivo, ns hipóteses de hver resolução do Sendo Federl suspendendo execução de lei declrd inconstitucionl pelo STF, de decisão do STF em ção diret, de utorizção d extensão dos efeitos d decisão pelo Presidente d Repúblic, ou de dispens do lnçmento pelo Secretário d Receit Federl ou desistênci d ção pelo Procurdor- Gerl d Fzend Ncionl. Por miori de votos, REJEITAR preliminr de nulidde do lnçmento reltiv o Mnddo de Procedimento Fiscl, vencidos os Conselheiros Ntnel Mrtins, Rent Sucupir Durte e Mrcos Vinicius Neder de Lim e, por unnimidde de votos, REJEITAR s preliminres de nulidde. Qunto o mérito, NEGAR provimento o recurso. Mrcos Vinicius Neder de Lim - Presidente Luiz Mrtins Vlero - Reltor <!ID > Processo nº : / Recurso nº : 5002 Mtéri : ILL - Exs.: Recorrente : BRASMAR ALIMENTOS IMPORTAÇÃO EX- PORTAÇÃO LTDA Recorrid : 4ª TURMA/DRJ-RECIFE/PE Sessão de : 24 DE MAIO DE 2007 Acórdão nº : MANDADO DE PROCEDIMENTO FISCAL - MPF - O lnçmento de ofício está vinculdo à Lei. Assim, torn-se impertivo concluir que o MPF, ind que reguldo por Decreto do Chefe do Executivo, não se constitui em elemento indispensável pr dr vlidde o lnçmento tributário. Portnto, não há como declrr nulidde, quer mteril quer forml, de lnçmento tributário que tende os requisitos do Art. 42 do Crédito Tributário Ncionl (CTN), formlizdo por utoridde leglmente competente e nos termos do Decreto nº /72 (PAF). Questões ligds o descumprimento do escopo do MPF, inclusive do przo e ds prorrogções, devem ser resolvids no âmbito do processo dministrtivo disciplinr e não no âmbito do processo de exigênci tributári. REEXAME DE PERÍODO JÁ FISCALIZADO - A prorrogção dos trblhos fiscis não implic que tenh hvido reexme de período já fisclizdo. Inplicável, portnto, o disposto no rt. 906 do Regulmento do Imposto de Rend - RIR/99. PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL - NULIDA- DES/ERROS ALEGAÇÕES NÃO PROVADAS - Não se colhem legções de nulidde ou de erro no cálculo ds diferençs de tributos e contribuições qundo o contribuinte não fz prov de sus legções, estndo os Autos de Infrção compnhdos de demonstrtivos elucidtivos de todos os cálculos relizdos pelo fisco. CSLL - DIFERENÇAS APURADAS ENTRE OS VALO- RES DECLARADOS/PAGOS E OS VALORES EFETIVAMENTE CONTABILIZADOS - LANÇAMENTO - São pssíveis de lnçmento de ofício s diferençs reltivs tributos e contribuições clculdos prtir d receit efetivmente contbilizd, descontdos os vlores já confessdos/pgos. Por miori de votos, REJEITAR preliminr de nulidde do lnçmento reltiv o Mnddo de Procedimento Fiscl, vencidos os Conselheiros Ntnel Mrtins, Rent Sucupir Durte e Mrcos Vinicius Neder de Lim e, por unnimidde de votos, REJEITAR s preliminres de nulidde. Qunto o mérito, NEGAR provimento o recurso. Mrcos Vinicius Neder de Lim - Presidente Luiz Mrtins Vlero - Reltor Processo nº : / Recurso nº : 5069 Mtéri : IRPJ E OUTROS - Exs.: Recorrente : DAV DISTRIBUIDORA DE ALIMENTOS LT- DA. ME Recorrid : 4ª TURMA/DRJ-RECIFE/PE Sessão de : 24 DE MAIO DE 2007 Acórdão nº : PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL - ATRIBUIÇÃO DE RESPONSABILIDADE A TERCEIRO - Por forç dos princípios do contrditório e d mpl defes, deve o órgão julgdor dministrtivo precir impugnção reltiv o Termo de Atribuição de Responsbilidde pelo crédito tributário. Processo nuldo prtir d decisão de primeir instânci, inclusive. Por unnimidde de votos, DECLARAR nulidde d decisão de Primeir Instânci pr que precie os rgumentos reltivos à tribuição de responsbilidde. Mrcos Vinicius Neder de Lim - Presidente Luiz Mrtins Vlero - Reltor Processo nº : /99-08 Recurso nº : 4230 Mtéri : IRPJ E OUTROS - Exs: Recorrente : AIRWAYS - SERVIÇOS DE COMÉRCIO EX- TERIOR LTDA Recorrid : 2ª TURMA/DRJ-CAMPINAS/SP Sessão de : 24 DE MAIO DE 2007 Acórdão nº : PAF - NORMAS PROCESSUAIS - PRELIMINARES DE NULIDADE - IMPROCEDÊNCIA - Provdo nos utos do processo regulridde do procedimento de fisclizção; corret tipificção d infrção; bem como observânci do devido processo legl, mteril e substncil, não procedem s preliminres de nulidde suscitds. IRPJ - INFORMAÇÕES PRESTADAS EM DIRF's - IN- DÍCIO DE OMISSÃO DE RECEITAS - CARACTERIZAÇÃO - As informções prestds por terceiros em DIRF's, cotejds com s receits declrds pelo contribuinte, constituem indício de omissão de receits, mormente qundo este, em diligênci requerid pelo Colegido, mntém "eloqüente silêncio" qunto às providêncis requerids no sentido d busc d verdde mteril. TAXA SELIC - LEGALIDADE DE SUA APLICAÇÃO - SÚMULA Nº 4º DO º C.C. - A prtir de º de bril de 995, os juros mortórios incidentes sobre débitos tributários dministrdos pel Secretri d Receit Federl são devidos, no período de indimplênci, à tx referencil do Sistem Especil de Liquidção e Custódi - SELIC pr títulos federis. Por unnimidde de votos, REJEITAR preliminr de nulidde e, no mérito, NEGAR provimento o recurso. Mrcos Vinicius Neder de Lim - Presidente Ntnel Mrtins - Reltor Processo nº : / Recurso nº : EX OFFICIO Mtéri : CSLL - Ex.: 999 Recorrente : 6ª TURMA/DRJ-SÃO PAULO/SP Interessd : TRANSGAMA TRANSPORTES S.A. (SUCE- DIDA PELA SHELL BRASIL S.A.) Sessão de : 24 DE MAIO DE 2007 Acórdão nº : RECURSO DE OFÍCIO - IRPJ/CSLL - EMPRESA INCOR- PORADA - SUJEITO PASSIVO - DECRETAÇÃO DE NULIDADE DO LANÇAMENTO - INOCORRÊNCIA DE PRETERIÇÃO DO DIREITO DE DEFESA - REGULARIDADE - Lnçmento de ofício que, despeito de lvrdo contr empres incorpord, não cusou cercemento o direito de defes d sucessor, n medid em que, provm os utos do processo: (i) ção d fisclizção se relizou em fce d empres incorpordor e (ii) responsbilidde d sucessor constou do Termo Finl de Verificção Fiscl e dos Autos de Infrção, não pode ser coimdo de nulo. Precedente d E. CRSF: Acórdão CSRF/ Por unnimidde de votos, DAR provimento o recurso de ofício. Mrcos Vinicius Neder de Lim - Presidente Ntnel Mrtins - Reltor Processo nº : / Recurso nº : EX OFFICIO Mtéri : IRPJ E OUTROS - Ex.: 2000 Recorrente : 6ª TURMA/DRJ-RIO DE JANEIRO I Interessd : CENTRALLI REFRIGERANTES S/A Sessão de : 24 DE MAIO DE 2007 Acórdão nº : OMISSÃO DE RECEITAS - ESCRITURAÇÃO - DIPJ - COMPRAS. O fto d cont reltiv compr de insumos presentr vlor mior do que o declrdo n DIPJ, não é suficiente pr crcterizr infrção de omissão de receits; embor indique necessidde do profundmento do procedimento fiscl. Recurso de ofício negdo. Por unnimidde de votos, NEGAR provimento o recurso de ofício. Mrcos Vinicius Neder de Lim - Presidente Albertin Silv Sntos de Lim - Reltor Processo nº : / Recurso º : 5086 Mtéri : CSLL - Exs.: Recorrente : LAB. LÍNEA DO BRASIL INDÚSTRIA, CO- MÉRCIO E TECNOLOGIA DE LABORATÓRIOS LTDA Recorrid : 4ª TURMA/DRJ - CAMPINAS/SP Sessão de : 23 DE MAIO DE 2007 Acórdão nº : CSLL. DIVERGÊNCIA ENTRE OS VALORES DECLA- RADOS E ESCRITURADOS PELO CONTRIBUINTE. Se identific utoridde lnçdor divergênci entre os vlores pgos pelo contribuinte e queles registrdos em seus livros contábeis, legítimo o lnçmento. N U L I D A D E. M P F. I N E X I S T Ê N C I A. Não contmin o lnçmento de ofício eventul desbordmento do przo fixdo no Mnddo de Procedimento Fiscl pr encerrmento do procedimento de fisclizção. NULIDADE. LOCAL DA LAVRATURA. INEXISTÊN- CIA. Súmul ºCC nº 6: É legítim lvrtur de uto de infrção no locl em que foi consttd infrção, ind que for do estbelecimento do contribuinte. MULTA CONFISCATÓRIA. ARGUIÇÃO DE INCOSTITU- CIONALIDADE. IMPOSSIBILIDADE. Legitim imposição d penlidde pecuniári no cso, não hvendo que se flr em confisco. Pr que se fir nturez confisctóri d mult ou se el front cpcidde contributiv do contribuinte, é necessário que se dentre no mérito d constitucionlidde d mesm, competênci est que não têm os órgãos dministrtivos julgdores. Súmul ºCC nº 2: O Primeiro Conselho de Contribuintes não é competente pr se pronuncir sobre inconstitucionlidde de lei tributári. TAXA SELIC. LEGALIDADE Súmul º CC nº 4: A prtir de º de bril de 995, os juros mortórios incidentes sobre débitos tributários dministrdos pel Secretri d Receit Federl são devidos, no período de indimplênci, à tx referencil do Sistem Especil de Liquidção e Custódi - SELIC pr títulos federis. Por miori de votos, REJEITAR preliminr de nulidde do lnçmento por vício no Mnddo de Processo Fiscl, vencidos os Conselheiros Ntnel Mrtins, Rent Sucupir Durte e Mrcos Vinicius Neder de Lim. Por unnimidde de votos, REJEITAR s demis preliminres e, no mérito, NEGAR provimento o recurso. Mrcos Vinicius Neder de Lim - Presidente Hugo Correi Sotero - Reltor Processo nº : / Recurso nº : Mtéri : CSLL - Ex.:997 Recorrente : PROCTER & GAMBLE DO BRASIL & CIA Recorrid : 4ª TURMA/DRJ-SÃO PAULO/SP Sessão de : 24 DE MAIO DE 2007 Acórdão nº : CONCOMITÂNCIA ENTRE O PROCESSO JUDICIAL E O ADMINISTRATIVO. A propositur, pelo contribuinte, de ção judicil reltiv à mesm mtéri objeto de uto de infrção, import renúnci à discussão n esfer dministrtiv, tornndo definitivo o lnçmento, pr que o trtmento ser conferido o crédito tributário fique vinculdo o conteúdo d decisão judicil. JUROS DE MORA. TAXA SELIC. A prtir de º de bril de 995, os juros de mor incidente sobre débitos tributários dministrdos pel SRF são devidos à tx Selic. Por unnimidde de votos, NEGAR provimento o recurso. Mrcos Vinicius Neder de Lim - Presidente Jyme Jurez Grotto - Reltor Processo nº : /00-98 Recurso nº : EX OFFICIO E VOLUNTÁRIO Mtéri : IRPJ E OUTROS - Ex.: 997 Recorrentes : 5ª TURMA/DRJ-SÃO PAULO/SP I e CON- DUPHON INDÚSTRIA,COMÉRCIO REPRESENTAÇÃO E SER- VIÇOS LTDA Sessão de : 24 DE MAIO DE 2007 Acórdão nº : IRPJ - RECURSO DE OFÍCIO - Tendo os julgdores de primeiro gru interpretdo corretmente legislção tributári, bem ssim su plicção o cso concreto, não há repros serem feitos à decisão que cncelou, prcilmente, s exigêncis tributáris.

25 <!ID > <!ID > <!ID > Nº 76, qurt-feir, 2 de setembro de 2007 ISSN PIS/PASEP E COFINS - Comprovdo que s receits constntes de documentos fiscis, embor em nome d tud, pertencem estbelecimento ntes liendo, cncelm-se s exigêncis. Por unnimidde de votos, NEGAR provimento o recurso de ofício e DAR provimento o recurso voluntário, cncelndo s exigêncis remnescentes. Mrcos Vinicius Neder de Lim - Presidente Luiz Mrtins Vlero - Presidente Processo nº : / Recurso nº : EX OFFICIO Mtéri : IRPJ E OUTROS - Exs.: Recorrente : 7ª TURMA/DRJ-RIO DE JANEIRO/ RJ I Interessdo : AO-LIVRO TÉCNICO INDÚSTRIA E CO- MÉRCIO LTDA Sessão de : 24 DE MAIO DE 2007 Acórdão nº : IRPJ/CSLL/PIS/COFINS - RECURSO DE OFÍCIO - Tendo os julgdores de primeiro gru interpretdo corretmente legislção tributári, bem ssim su plicção o cso concreto, não há repros serem feitos à decisão que cncelou, prcilmente, s exigêncis tributáris. Por unnimidde de votos, NEGAR provimento o recurso de ofício. Mrcos Vinicius Neder de Lim - Presidente Luiz Mrtins Vlero - Reltor Processo nº : / Recurso nº : Mtéri : IRPJ - Ex.: 2003 Recorrente : HOSPITAL NOSSA SENHORA AUXILIADO- RA Recorrid : ª TURMA/DRJ-JUIZ DE FORA/MG Sessão de : 24 DE MAIO DE 2007 Acórdão nº : IRPJ - DIPJ - ENTREGA INTEMPESTIVA - MULTA -ART. 38 DO CTN - INAPLICABILIDADE - Nos termos d jurisprudênci do STJ e d CSRF, o rt. 38 do CTN não se plic às mults de cráter forml, como impost em fce de intempestiv entreg de DIPJ. Por unnimidde de votos, NEGAR provimento o recurso. Mrcos Vinicius Neder de Lim - Presidente Ntnel Mrtins - Reltor Processo nº : / Recurso nº : Mtéri : IRPJ - Ex.: 999 Recorrente : FORTAL AUTOMÓVEIS LTDA Recorrid : 4ª TURMA-DRJ-FORTALEZA/CE Sessão de : 24 DE MAIO DE 2007 Acórdão nº : IRPJ - Regime Trimestrl de Apurção - Prejuízo Fiscl - "Trv dos 30%" - Inobservânci - Lnçmento de Ofício - Pretensão de Retificção do Regime de Tributção pr Anul - Impossibilidde - A opção feit pelo sujeito pssivo, em cd período bse de tributção, pel tributção do IRPJ pelo lucro rel trimestrl é definitiv, não sendo cbível, durnte o respectivo período bse de tributção, su modificção. Correto, pois, o lnçmento de ofício lvrdo em função d inobservânci - de um trimestre de purção pr outro -, d denomind "trv de 30%" n compensção de prejuízos fiscis. LANÇAMENTO DE OFÍCIO - MULTA - PROCEDIMEN- TO AMPARADO POR MEDIDA JUDICIAL - ART. 63 DA LEI 9.430/96 - APLICAÇÃO - IMPROCEDÊNCIA - Provdo nos utos do processo que contribuinte, o tempo d lvrtur do uto de infrção, chv-se o brigo de medid judicil que julgv inconstitucionl denomind "trv de 30%", por forç do disposto no rt. 63 d Lei 9.430/96, não é cbível imposição d mult de lnçmento de ofício. Por unnimidde de votos, DAR provimento PARCIAL o recurso, pr excluir mult de ofício. Mrcos Vinicius Neder de Lim - Presidente Ntnel Mrtins - Reltor Processo nº : / Recurso nº : Mtéri : CSLL - Ex.: 999 Recorrente : FORTAL AUTOMÓVEIS LTDA Recorrid : 4ª TURMA/DRJ-FORTALEZA/CE Sessão de : 24 DE MAIO DE 2007 Acórdão nº : CSLL - Regime Trimestrl de Apurção - Bses Negtivs - "Trv dos 30%" - Inobservânci - Lnçmento de Ofício - Pretensão de Retificção do Regime de Tributção pr Anul - Impossibilidde - A opção feit pelo sujeito pssivo, em cd período bse de tributção, pel tributção CSLL pelo lucro trimestrl é definitiv, não sendo cbível, durnte o respectivo período bse de tributção, su modificção. Correto, pois, o lnçmento de ofício lvrdo em função d inobservânci - de um trimestre de purção pr outro -, d denomind "trv de 30%" n compensção de bses negtivs. LANÇAMENTO DE OFÍCIO - MULTA - PROCEDIMEN- TO AMPARADO POR MEDIDA JUDICIAL - ART. 63 DA LEI 9430/96 - APLICAÇÃO - IMPROCEDÊNCIA - Provdo nos utos do processo que contribuinte, o tempo d lvrtur do uto de infrção, chv-se o brigo de medid judicil que julgv inconstitucionl denomind "trv de 30%", por forç do disposto no rt. 63 d Lei 9.430/96, não é cbível imposição d mult de lnçmento de ofício. Por unnimidde de votos, DAR provimento PARCIAL o recurso, pr excluir mult de ofício. Mrcos Vinicius Neder de Lim - Presidente Ntnel Mrtins - Reltor Processo nº : / Recurso nº : 500 Mtéri : IRPJ - Ex.: 997 Recorrente : RETIMOTOR RETÍFICA DE MOTORES LT- DA Recorrid : 5ª TURMA/DRJ-RIBEIRÃO PRETO/SP Sessão de : 24 DE MAIO DE 2007 Acórdão nº : INCONSTITUCIONALIDADE - LEI TRIBUTÁRIA - SÚ- MULA Nº 2: O Primeiro Conselho de Contribuintes não é competente pr se pronuncir sobre inconstitucionlidde de lei tributári. IRPJ - COMPENSAÇÃO PREJUÍZOS FISCAIS - TRAVA DOS 30% - SÚMULA nº 3: Pr determinção d bse de cálculo do Imposto de Rend ds Pessos Jurídics e d Contribuição Socil sobre o Lucro, prtir do no-clendário de 995, o lucro líquido justdo poderá ser reduzido em, no máximo, trint por cento, tnto em rzão d compensção de prejuízo, como em rzão d compensção d bse de cálculo negtiv. JUROS MORATÓRIOS - TAXA SELIC - SÚMULA Nº 4: A prtir de º de bril de 995, os juros mortórios incidentes sobre débitos tributários dministrdos pel Secretri d Receit Federl são devidos, no período de indimplênci, à tx referencil do Sistem Especil de Liquidção e Custódi - SELIC pr títulos federis. PENALIDADE - MULTA DE OFÍCIO. A declrção inext ensej plicção do disposto no rt. 44, inciso I, d Lei 9.430/96. Por unnimidde de votos, NEGAR provimento o recurso. Mrcos Vinicius Neder de Lim - Presidente Albertin Silv Sntos de Lim - Reltor Processo nº : / Recurso nº : Mtéri : CSLL - Ex.: 2000 Recorrente : BRASCOLA LTDA Recorrid : 4ª TURMA/ DRJ-CAMPINAS/SP Sessão de : 24 DE MAIO DE 2007 Acórdão nº : AUTO DE INFRAÇÃO. NULIDADE - Não é nulo o uto de infrção lvrdo por pesso competente e que possui todos os requisitos necessários à su formlizção. CONCOMITÂNCIA DE DISCUSSÃO JUDICIAL. RE- NÚNCIA À INSTÂNCIA ADMINISTRATIVA. - Import renúnci às instâncis dministrtivs propositur pelo sujeito pssivo de ção judicil por qulquer modlidde processul, ntes ou depois do lnçmento de ofício, com o mesmo objeto do processo dministrtivo, sendo cbível pens precição, pelo órgão de julgmento dministrtivo, de mtéri distint d constnte do processo judicil. SENTENÇA JUDICIAL NÃO DEFINITIVA. CONSTITUI- ÇÃO DO CRÉDITO TRIBUTÁRIO. A existênci de sentenç judicil não definitiv em relção à mesm mtéri tributável, não impossibilit regulr constituição do crédito tributário pelo lnçmento. COMPENSAÇÃO INDEVIDA. MULTA DE OFÍCIO. RE- TROATIVIDADE BENIGNA Em fce d retrotividde benign previst no rt. 06, II, "c", do CTN, cncel-se mult de ofício reltiv compensção indevid, por não se enqudrr ns hipóteses do rt. 8 d Lei 0.833, de Por unnimidde de votos, REJEITAR s preliminres de nulidde e, no mérito, NÃO CONHECER mtéri submetid o poder Judiciário e, n mtéri diferencid, DAR provimento PAR- CIAL o recurso, pr excluir mult de ofício. Mrcos Vinicius Neder de Lim - Presidente Jyme Jurez Grotto - Reltor Processo nº : /99-9 Recurso nº : Mtéri : IRPJ - Exs: 997 e 998 Recorrente : UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SALVA- DOR Recorrid : 2ª TURMA/DRJ-SALVADOR/BA Sessão de : 8 DE OUTUBRO DE 2006 Acórdão nº : PAF - NORMAS PROCESSUAIS - ALEGAÇÃO DE NU- LIDADE DO ATO DE SUSPENSÃO DA IMUNIDADE - IMPRO- CEDÊNCIA - O poder dever de dministrção fisclizr e, se for o cso, suspender imunidde de instituições de educção qundo presente qulquer ds hipóteses prevists no rt. 4 do CTN, emn d própri lei complementr, sendo irrelevnte, pois, eventul decretção de nulidde de to forml prticdo pelo Delegdo d Receit Federl no curso do procedimento, Assim, eventul decretção de nulidde desse to não teri o condão de nulr os demis tos prticdos pels utoriddes de fisclizção, que, finl, fundmentrm decisão tomd. IMUNIDADE - SUSPENSÂO - ALEGAÇÃO DE IRRE- TROATIVIDADE DO ATO - IMPROCEDÊNCIA - Se cus determinnte do to de suspensão de imunidde é o desvio de finlidde prticdo pel instituição, o efeito de su plicção, por definição, é retrotivo, vle dizer, retroge o(s) no(s)-clendário em que o desvio de finlidde tenh se verificdo e perdur té o no-clendário em que infrção subsistir. IMUNIDADE - SUSPENSÃO - ALEGAÇÃO DE IMPOS- SIBILIDADE DE TRIBUTAÇÃO DA TOTALIDADE DA RENDA AUFERIDA - O to de decretção de quebr d imunidde d instituição contmin tod rend uferid que, consequentemente, se e enqunto perdurr infrção, deve se submeter os tributos incidentes sobre o lucro e o fturmento. INSTITUIÇÃO DE EDUCAÇÃO - IMUNIDADE - ALE- GAÇÃO DE OFENSA AO ART. 4 DO CTN - SUSPENSÃO - IMPROCEDÊNCIA DO ATO - A suspensão de imunidde de instituição de educção, medid excepcionl, somente subsiste pr efeitos de permissão de tributção se provdo - se e enqunto vigente s sus cuss determinntes -, ofens o rt. 4 do CTN. Por miori de votos, DAR provimento o recurso. Mrcos Vinicius Neder de Lim - Presidente Ntnel Mrtins - Reltor AUZÔNIA EVANGELISTA DE SOUZA Chefe d Secretri SEGUNDO CONSELHO DE CONTRIBUINTES ª CÂMARA RETIFICAÇÃO No Ementário dos Acórdãos Formlizdos de 0/03/2007 6/03/2007, publicdo no Diário Oficil n o 54, de 20 de mrço de 2007, Seção, pág. 25, onde se lê: "ACÓRDÃO Nº Ement: Assunto: Imposto sobre Produtos Industrilizdos - IPI Período de purção: 0/04/996 30/06/996 Ement: RECURSO VOLUNTÁRIO. FALTA DE OBJE- TO. Não hvendo contestção sobre preliminr de prescrição, julgd em desfvor d recorrente pel primeir instânci, decisão é definitiv neste prticulr, prejudicndo o julgmento ds rzões de mérito trzids no recurso voluntário. Recurso não conhecido. Resultdo: Por unnimidde de votos, negou-se provimento o recurso. Lei-se: "ACÓRDÃO Nº Assunto: Processo Administrtivo Fiscl Período de purção: 0/0/2000 3/2/2000 Ement: COMPENSAÇÃO. INDEFERIMENTO PARCIAL. EMISSÃO DE INTIMAÇÃO PARA PAGAMENTO. A emissão de intimção pr pgmento do débito compensdo indevidmente, no entendimento d utoridde fiscl, não ignor o fto de que presentção de mnifestção de inconformidde ou recurso suspende exigibilidde do crédito tributário compensdo, um vez que pens se plic n hipótese de o sujeito pssivo concordr, express ou tcitmente, com os vlores cobrdos. Assunto: Norms Geris de Direito Tributário Período de purção: 0/0/2000 3/2/2000 Ement: CRÉDITOS DE IPI. DECLARAÇÃO DE COM- PENSAÇÃO. DÉBITO VENCIDO. MULTA E JUROS DE MORA. INCIDÊNCIA. A extinção do crédito tributário ocorre n dt d presentção d Declrção de Compensção, incidindo mult e juros de mor n compensção de débitos vencidos. IPI. RESSARCIMENTO. COMPENSAÇÃO. DÉBITO VENCIDO. O direito o ressrcimento de créditos de IPI somente nsce n dt d presentção do pedido de ressrcimento, implicndo cobrnç de mult e juros de mor sobre os débitos compensdos for do przo de vencimento legl. Recurso negdo.". Ministério d Integrção Ncionl GABINETE DO MINISTRO PORTARIA.355, DE DE SETEMBRO DE 2007 O MINISTRO DE ESTADO DA INTEGRAÇÃO NACIO- NAL, no uso de sus tribuições, e tendo em vist o disposto no Decreto n o , de 30 de outubro de 990, lterdo pelo Decreto n o 4.507, de de dezembro de 2002, combindo com item 4 d Instrução Normtiv n o 205, de 8 de bril de 988, d Secretri de Administrção Públic Federl (SEDAP/PR), publicd no Diário Oficil d União de de bril de 988, resolve: Art. o Prorrogr, té 2 de mrço de 2008, o przo pr conclusão dos trblhos d Comissão Especil, que procederá doção de bens ptrimoniis, pertencentes o Ministério d Integrção Ncionl, Estdos e Municípios, conforme prevê o Plno de Ação pr implntção e opercionlizção do Centro Ncionl de Gerencimento de Riscos e Desstres-CENAD, disposto ns Portris n os 734, de 9 de setembro de 2006 e 520-A de 7 de mrço de Art. 2 o Est Portri entr em vigor n dt de su publicção.. GEDDEL VIEIRA LIMA Ministério d Justiç GABINETE DO MINISTRO PORTARIA.564, DE DE SETEMBRO DE 2007 O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, usndo d tribuição que lhe confere o rt. o do Decreto n o 3.447, de 5 de mio de 2000, publicdo no Diário Oficil d União do di 8 de mio do mesmo no, Seção, e tendo em vist o que const do Processo n o , de 2007, do Ministério d Justiç, resolve Expulsr do território ncionl, n conformidde dos rts. 65 e 7 d Lei n o 6.85, de 9 de gosto de 980, ALCIDES AQUINO INCHAUSTI, de ncionlidde prgui, filho de Bsílio Aquino e de Mrcelin Inchusti, nscido n Cidde do Leste, Prgui, em 29

26 <!ID > <!ID > <!ID > <!ID > 26 ISSN Nº 76, qurt-feir, 2 de setembro de 2007 de julho de 983, residente no Estdo do Prná, ficndo efetivção d medid condiciond o cumprimento d pen que estiver sujeito no Pís ou à liberção pelo Poder Judiciário. TARSO GENRO DEPARTAMENTO DE POLÍCIA FEDERAL DIRETORIA EXECUTIVA <!ID > ALVARÁ.987, DE 27 DE AGOSTO DE 2007 O DIRETOR EXECUTIVO DO DEPARTAMENTO DE PO- LÍCIA FEDERAL, no uso ds tribuições que lhe são conferids pelo rt. 20 d Lei 7.02, de 20 de junho de 983, lterd pel Lei n o , de 30 de mrço de 995, regulmentd pelo Decreto n o , de 24 de novembro de 983, lterdo pelo Decreto n o -.592, de 0 de gosto de 995, tendendo requerimento d prte interessd, bem como despcho exrdo nos utos do / SR/DPF/MA, DECLARA revist utorizção pr funcionmento, válid por 0(um) no prtir d dt d publicção no D.O.U., concedid à empres ITAJUBARA S/A - AÇÚCAR E ÁLCOOL, inscrit no CNPJ/MF sob o n o /000-, especilizd n prestção de serviços ORGÂ- NICOS de VIGILÂNCIA, tendo como responsável pelo serviço orgânico de segurnç ANTONIO JOSE SANTIAGO DOS SANTOS, pr efeito de exercer sus tividdes no estdo do MARANHÃO. ZULMAR PIMENTEL DOS SANTOS SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DE SANTA CATARINA <!ID > PORTARIA 4, DE 6 DE AGOSTO DE 2007 A SUPERINTENDENTE REGIONAL DO DEPARTAMEN- TO DE POLÍCIA FEDERAL NO ESTADO DE SANTA CATA- RINA, no uso ds tribuições que lhe confere o rt. 32 do Decreto n. o , de 24 de novembro de 983, com redção dd pelo rt. o - do Decreto n. o - 592, de 0 de gosto de 995, estndo de cordo com decisão proltd no processo n. o / DELESP/SR/DPF/SC, Resolve: Cncelr AUTORIZAÇÃO PARA FUNCIONAMENTO DO SERVIÇO ORGÂNICO DE SEGURANÇA d empres POMI- FRAI FRUTICULTURA S/A, com sede n Rodovi SC 452 (rodovi d mçã) Km 28 - Vil Gl, n Cidde de Friburgo - SC - CNPJ / MARIAM IBRAHIM SECRETARIA DE DIREITO ECONÔMICO DESPACHOS DA SECRETÁRIA Em de setembro de Ato de Concentrção n o / Requerentes: Itjí Investmentos Ltd e Teconvi S.A Terminl de Contêineres do Vle do Itjí. Advs: Flávio Lemos Belliboni e Outros. Acolho Not Técnic de fls., provd pel Diretor do Deprtmento de Proteção e Defes Econômic, Dr. An Pul Mrtinez, cujos termos pssm integrr est decisão, como su motivção. Opino, conseqüentemente, pel provção do to, sem restrições, devendo este processo ser encminhdo o Conselho Administrtivo de Defes Econômic - CADE, em cumprimento o disposto no 6 o - do rt. 54 d Lei 8.884/ Ato de Concentrção n o / Requerentes: Mrcopolo S.A e Sn Mrino Ônibus e Implementos Ltd. Advs: Brbr Rosenberg e Outros. Acolho Not Técnic de fls., provd pel Diretor do Deprtmento de Proteção e Defes Econômic, Dr. An Pul Mrtinez, cujos termos pssm integrr est decisão, como su motivção. Opino, conseqüentemente, pel provção do to, sem restrições, devendo este processo ser encminhdo o Conselho Administrtivo de Defes Econômic - CADE, em cumprimento o disposto no 6 o - do rt. 54 d Lei 8.884/94. MARIANA TAVARES DE ARAUJO DESPACHO DO CHEFE DE GABINETE Em 0 de setembro de Determino divulgção dos seguintes tos de concentrção econômic protocoldos, nos termos do rt. 54 d Lei n o , de de junho de 994, e do rt. 39 d Portri MJ n o - 4, de 5 de jneiro de 2006: AC n o / Rqtes.: DROGASMIL MEDICA- MENTOS E PERFUMARIA S.A. ("DROGASMIL") e FARMALIFE LTDA. ("FARMALIFE"). Operção: quisição, pel DROGASMIL, d totlidde ds quots de emissão d FARMALIFE. O setor de tividdes em que ocorreu o to notificdo é o de comércio vrejist - frmácis e drogris. AC n o / Rqtes.: ÁGUAS GUARIROBA AM- BIENTAL LTDA. ("ÁGUAS GUARIROBA AMBIENTAL"), NEL- SON LUIZ BELOTTI DOS SANTOS e SELMA REGINA FUKS. Operção: quisição, pel ÁGUAS GUARIROBA AMBIENTAL, indiretmente, de prticipção no cpitl socil d empres AREM- BEPE ENERGIA S/A. O setor de tividdes em que ocorreu o to notificdo é o de serviços essenciis e de infr-estrutur - energi elétric. AC n o / Rqtes.: NORDSTJERNAN AB ("NORDSTJERNAN") e SALCOMP PLC ("SALCOMP"). Operção: quisição, pel NORDSTJERNAN, do controle d SALCOMP. O setor de tividdes em que ocorreu o to notificdo é o de indústri de informátic e telecomunicções. DIEGO FALECK DEPARTAMENTO DE PROTEÇÃO E DEFESA ECONÔMICA COORDENAÇÃO-GERAL DE CONTROLE DE MERCADO DESPACHO DO COORDENADOR Em de setembro de Ato de Concentrção n o / Requerentes: Henkel KgAA e AAkzo Nobel N.V. Advs: Mário Roberto Villnov Nogueir, José Inácio Gonzg Frnceschini e Outros. Em conformidde com Lei n o /94 e o Cpítulo VIII d Portri/MJ n o -. 4, de 06 de jneiro de 2006, defiro o pedido de trtmento confidencil solicitdo. Dê-se ciênci o Conselho Administrtivo de Defes Econômic - CADE e à Secretri de Acompnhmento Econômico - SEAE/MF. LUIS CLÁUDIO LIMA PINHEIRO Substituto SECRETARIA NACIONAL DE JUSTIÇA DEPARTAMENTO DE ESTRANGEIROS DIVISÃO DE PERMANÊNCIA DE ESTRANGEIROS DESPACHOS DO CHEFE Dinte dos novos elementos constntes nos utos e, considerndo informção do Ministério do Trblho e Emprego, torno insubsistente o to denegtório publicdo no Diário Oficil de 3/05/2007, pr deferir o pedido de reconsiderção, concedendo prorrogção de przo de estd no Pís té 3/0/ / Anton Hoffmnn Dinte dos novos elementos constntes nos utos e, considerndo informção do Ministério do Trblho e Emprego, torno insubsistente o to denegtório publicdo no Diário Oficil de 20/06/2007, pr deferir o pedido de reconsiderção, concedendo prorrogção de przo de estd no Pís té 2/2/ / Greth Peters FTendo em vist que ficou demonstrd efetiv necessidde d mnutenção do estrngeiro n empres, considerndo que o presente processo encontr-se instruído n form d Lei e, dinte d informção do Ministério do Trblho e Emprego DEFIRO o pedido de prorrogção de przo de estd no Pís té 03// / August Jntien Mrgriet Klrenbeek Kingm Tendo em vist que ficou demonstrd efetiv necessidde d mnutenção do estrngeiro n empres, considerndo que o presente processo encontr-se instruído n form d Lei e, dinte d informção do Ministério do Trblho e Emprego DEFIRO o pedido de prorrogção de przo de estd no Pís té 3/2/ / Gorn Jksic Tendo em vist que ficou demonstrd efetiv necessidde d mnutenção do estrngeiro n empres, considerndo que o presente processo encontr-se instruído n form d Lei e, dinte d informção do Ministério do Trblho e Emprego DEFIRO o pedido de prorrogção de przo de estd no Pís té 3/2/ / Dubrvko Zulin Tendo em vist que ficou demonstrd efetiv necessidde d mnutenção do estrngeiro n empres, considerndo que o presente processo encontr-se instruído n form d Lei e, dinte d informção do Ministério do Trblho e Emprego DEFIRO o pedido de prorrogção de przo de estd no Pís té 20/02/ / Michel Cowley Tendo em vist que ficou demonstrd efetiv necessidde d mnutenção do estrngeiro n empres, considerndo que o presente processo encontr-se instruído n form d Lei e, dinte d informção do Ministério do Trblho e Emprego DEFIRO o pedido de prorrogção de przo de estd no Pís té 25/0/ / Terence Aln Chpnn Tendo em vist que ficou demonstrd efetiv necessidde d mnutenção do estrngeiro n empres, considerndo que o presente processo encontr-se instruído n form d Lei e, dinte d informção do Ministério do Trblho e Emprego DEFIRO o pedido de prorrogção de przo de estd no Pís té 6/05/ / Rjesh Pthiyil Tendo em vist que ficou demonstrd efetiv necessidde d mnutenção do estrngeiro n empres, considerndo que o presente processo encontr-se instruído n form d Lei e, dinte d informção do Ministério do Trblho e Emprego DEFIRO o pedido de prorrogção de przo de estd no Pís té 3/2/ / Lurent Yves Singelin Tendo em vist que ficou demonstrd efetiv necessidde d mnutenção do estrngeiro n empres, considerndo que o presente processo encontr-se instruído n form d Lei e, dinte d informção do Ministério do Trblho e Emprego DEFIRO o pedido de prorrogção de przo de estd no Pís té 3/2/ / Jcky Didier Mrie Colin Tendo em vist que ficou demonstrd efetiv necessidde d mnutenção do estrngeiro n empres, considerndo que o presente processo encontr-se instruído n form d Lei e, dinte d informção do Ministério do Trblho e Emprego DEFIRO o pedido de prorrogção de przo de estd no Pís té 3/2/ / Fbrice Murice Pierre Perreu Tendo em vist que ficou demonstrd efetiv necessidde d mnutenção do estrngeiro n empres, considerndo que o presente processo encontr-se instruído n form d Lei e, dinte d informção do Ministério do Trblho e Emprego DEFIRO o pedido de prorrogção de przo de estd no Pís té 3/2/ / Stephen Pul Roberts Tendo em vist que ficou demonstrd efetiv necessidde d mnutenção do estrngeiro n empres, considerndo que o presente processo encontr-se instruído n form d Lei e, dinte d informção do Ministério do Trblho e Emprego DEFIRO o pedido de prorrogção de przo de estd no Pís té 3/2/ / Dvid Aln Jmison Tendo em vist que ficou demonstrd efetiv necessidde d mnutenção do estrngeiro n empres, considerndo que o presente processo encontr-se instruído n form d Lei e, dinte d informção do Ministério do Trblho e Emprego DEFIRO o pedido de prorrogção de przo de estd no Pís té 3/2/ / Vness Mrcelle Christine Gllie Tendo em vist que ficou demonstrd efetiv necessidde d mnutenção do estrngeiro n empres, considerndo que o presente processo encontr-se instruído n form d Lei e, dinte d informção do Ministério do Trblho e Emprego DEFIRO o pedido de prorrogção de przo de estd no Pís té 3/2/ / Lionel Hubert Ptrick Mrrec Tendo em vist que ficou demonstrd efetiv necessidde d mnutenção do estrngeiro n empres, considerndo que o presente processo encontr-se instruído n form d Lei e, dinte d informção do Ministério do Trblho e Emprego DEFIRO o pedido de prorrogção de przo de estd no Pís té 3/2/ / Guillume Pierre Philippe Lello Tendo em vist que ficou demonstrd efetiv necessidde d mnutenção do estrngeiro n empres, considerndo que o presente processo encontr-se instruído n form d Lei e, dinte d informção do Ministério do Trblho e Emprego DEFIRO o pedido de prorrogção de przo de estd no Pís té 3/2/ / Vincente Pierre Henri Coquelet Tendo em vist que ficou demonstrd efetiv necessidde d mnutenção do estrngeiro n empres, considerndo que o presente processo encontr-se instruído n form d Lei e, dinte d informção do Ministério do Trblho e Emprego DEFIRO o pedido de prorrogção de przo de estd no Pís té 3/2/ / Jen Jcques Rossi Tendo em vist que ficou demonstrd efetiv necessidde d mnutenção do estrngeiro n empres, considerndo que o presente processo encontr-se instruído n form d Lei e, dinte d informção do Ministério do Trblho e Emprego DEFIRO o pedido de prorrogção de przo de estd no Pís té 3/2/ / Jen Colin Andre Dhmen Tendo em vist que ficou demonstrd efetiv necessidde d mnutenção do estrngeiro n empres, considerndo que o presente processo encontr-se instruído n form d Lei e, dinte d informção do Ministério do Trblho e Emprego DEFIRO o pedido de prorrogção de przo de estd no Pís té 06/09/ / Mrt Alexndr Fernndes Pires e Olvo Rfel Fernndes Mlinho Sntos Crreir Tendo em vist que ficou demonstrd efetiv necessidde d mnutenção do estrngeiro n empres, considerndo que o presente processo encontr-se instruído n form d Lei e, dinte d informção do Ministério do Trblho e Emprego DEFIRO o pedido de prorrogção de przo de estd no Pís té 9/2/ / Kentro Mingw Tendo em vist que ficou demonstrd efetiv necessidde d mnutenção do estrngeiro n empres, considerndo que o presente processo encontr-se instruído n form d Lei e, dinte d informção do Ministério do Trblho e Emprego DEFIRO o pedido de prorrogção de przo de estd no Pís té 28/08/ / Neil Richrd Glé Tendo em vist que ficou demonstrd efetiv necessidde d mnutenção do estrngeiro n empres, considerndo que o presente processo encontr-se instruído n form d Lei e, dinte d informção do Ministério do Trblho e Emprego DEFIRO o pedido de prorrogção de przo de estd no Pís té 3/04/ / Lrs Jomr Fevg Tendo em vist que ficou demonstrd efetiv necessidde d mnutenção do estrngeiro n empres, considerndo que o presente processo encontr-se instruído n form d Lei e, dinte d informção do Ministério do Trblho e Emprego DEFIRO o pedido de prorrogção de przo de estd no Pís té 0/0/ / Nncy Ky Owens e Jerome Weitzner Tendo em vist que ficou demonstrd efetiv necessidde d mnutenção do estrngeiro n empres, considerndo que o presente processo encontr-se instruído n form d Lei e, dinte d informção do Ministério do Trblho e Emprego DEFIRO o pedido de prorrogção de przo de estd no Pís té 5/0/2009.

27 Nº 76, qurt-feir, 2 de setembro de 2007 ISSN / Luis Glindo Orozco, Zoil Ros Vite Vrgs, Luis Arturo Glindo Vite e Pol Denisse Glindo Vite Tendo em vist que ficou demonstrd efetiv necessidde d mnutenção do estrngeiro n empres, considerndo que o presente processo encontr-se instruído n form d Lei e, dinte d informção do Ministério do Trblho e Emprego DEFIRO o pedido de prorrogção de przo de estd no Pís té 29/08/ / Dn Arne Holmster, Ann Britt Anit Tonnelid e Dnte Erick Holmsten Tendo em vist que ficou demonstrd efetiv necessidde d mnutenção do estrngeiro n empres, considerndo que o presente processo encontr-se instruído n form d Lei e, dinte d informção do Ministério do Trblho e Emprego DEFIRO o pedido de prorrogção de przo de estd no Pís té 0/09/ / Meryem Irem Bozkurt Tendo em vist que ficou demonstrd efetiv necessidde d mnutenção do estrngeiro n empres, considerndo que o presente processo encontr-se instruído n form d Lei e, dinte d informção do Ministério do Trblho e Emprego DEFIRO o pedido de prorrogção de przo de estd no Pís té 03/09/ / Emmnuel Askmp Tendo em vist que ficou demonstrd efetiv necessidde d mnutenção do estrngeiro n empres, considerndo que o presente processo encontr-se instruído n form d Lei e, dinte d informção do Ministério do Trblho e Emprego DEFIRO o pedido de prorrogção de przo de estd no Pís té 08/08/ / Jro Olvi Pollnen Dinte dos novos elementos constntes nos utos e, considerndo informção do Ministério do Trblho e Emprego, torno insubsistente o to denegtório publicdo no Diário Oficil de 2/04/2007, pr deferir o pedido de reconsiderção, concedendo prorrogção de przo de estd no Pís té 29/0/ / Roberto Crlos Rodriguez Tendo em vist que ficou demonstrd efetiv necessidde d mnutenção do estrngeiro n empres, considerndo que o presente processo encontr-se instruído n form d Lei e, dinte d informção do Ministério do Trblho e Emprego DEFIRO o pedido de prorrogção de przo de estd no Pís té 27/08/ / Alberto Mncini Tendo em vist que ficou demonstrd efetiv necessidde d mnutenção do estrngeiro n empres, considerndo que o presente processo encontr-se instruído n form d Lei e, dinte d informção do Ministério do Trblho e Emprego DEFIRO o pedido de prorrogção de przo de estd no Pís té 08// / Buke Jening Tendo em vist que ficou demonstrd efetiv necessidde d mnutenção do estrngeiro n empres, considerndo que o presente processo encontr-se instruído n form d Lei e, dinte d informção do Ministério do Trblho e Emprego DEFIRO o pedido de prorrogção de przo de estd no Pís té 4/02/ / Dvid Brin Hrgrve Tendo em vist que ficou demonstrd efetiv necessidde d mnutenção do estrngeiro n empres, considerndo que o presente processo encontr-se instruído n form d Lei e, dinte d informção do Ministério do Trblho e Emprego DEFIRO o pedido de prorrogção de przo de estd no Pís té 05/0/ / Jen Jcques Elet Tendo em vist que ficou demonstrd efetiv necessidde d mnutenção do estrngeiro n empres, considerndo que o presente processo encontr-se instruído n form d Lei e, dinte d informção do Ministério do Trblho e Emprego DEFIRO o pedido de prorrogção de przo de estd no Pís té 20/0/ / Rudolf Richrd Bdenbroek Tendo em vist que ficou demonstrd efetiv necessidde d mnutenção do estrngeiro n empres, considerndo que o presente processo encontr-se instruído n form d Lei e, dinte d informção do Ministério do Trblho e Emprego DEFIRO o pedido de prorrogção de przo de estd no Pís té 28/09/ / Mrcin Josef Kurit Tendo em vist que não constm nos utos, documentos necessários que vibilizm nálise do pleito, tis como: cópi complet e utenticd d CTPS do estrngeiro, justifictiv detlhd pr continuidde do estrngeiro n empres, descrição ds tividdes desempenhds, cópi d utorizção de rrendmento, flt de comprovção de dmissão de tripulntes brsileiros n proporção de 2/3 d tripulção e, considerndo informção do Ministério do Trblho e Emprego, INDEFIRO o pedido de prorrogção de przo de estd no Pís / Mnuel Cpel Predes Tendo em vist usênci do contrto de fretmento d embrcção estrngeir que lcnç o przo de estd solicitd, flt do "Crew List" d embrcção estrngeir, comprovndo contrtção de brsileiros e, considerndo informção do Ministério do Trblho e Emprego, INDEFIRO o pedido de prorrogção de przo de estd no Pís / Srinivs Ro Komr Tendo em vist usênci do contrto de fretmento d embrcção estrngeir que lcnç o przo de estd solicitd, flt do "Crew List" d embrcção estrngeir, comprovndo contrtção de brsileiros, prov de que o signtário tem poderes de representção, to legl que rege pesso jurídic e, considerndo informção do Ministério do Trblho e Emprego, INDEFIRO o pedido de prorrogção de przo de estd no Pís / Stnley Anticmr Alforque Tendo em vist usênci do contrto de fretmento d embrcção estrngeir, flt do "Crew List" d embrcção estrngeir, comprovndo contrtção de brsileiros, prov que o signtário tem poderes de representção, to legl que rege pesso jurídic e considerndo informção do Ministério do Trblho e Emprego INDEFIRO o pedido de prorrogção de przo de estd no Pís / Neil Rnollo Circuldo Tendo em vist usênci do contrto de fretmento d embrcção estrngeir que lcnç o przo de estd solicitd, flt do "Crew List" d embrcção estrngeir, comprovndo contrtção de brsileiros, prov de que o signtário tem poderes de representção, to legl que rege pesso jurídic e, considerndo informção do Ministério do Trblho e Emprego, INDEFIRO o pedido de prorrogção de przo de estd no Pís / Mximino Dno Bilirn Tendo em vist usênci do contrto de fretmento d embrcção estrngeir, flt do "Crew List" d embrcção estrngeir, comprovndo contrtção de brsileiros, prov que o signtário tem poderes de representção, to legl que rege pesso jurídic e considerndo informção do Ministério do Trblho e Emprego, INDEFIRO o pedido de prorrogção de przo de estd no Pís / Roberto Rodriguez Betonio Tendo em vist usênci do contrto de fretmento d embrcção estrngeir que lcnç o przo de estd solicitd, flt do "Crew List" d embrcção estrngeir, comprovndo contrtção de brsileiros, prov de que o signtário tem poderes de representção, to legl que rege pesso jurídic e, considerndo informção do Ministério do Trblho e Emprego, INDEFIRO o pedido de prorrogção de przo de estd no Pís / Jose de Leon Roberto Tendo em vist usênci do contrto de fretmento d embrcção estrngeir que lcnç o przo de estd solicitd, flt do "Crew List" d embrcção estrngeir, comprovndo contrtção de brsileiros, prov de que o signtário tem poderes de representção, to legl que rege pesso jurídic e, considerndo informção do Ministério do Trblho e Emprego, INDEFIRO o pedido de prorrogção de przo de estd no Pís / Tommso Fiore Tendo em vist usênci do contrto de fretmento d embrcção estrngeir, flt do "Crew List" d embrcção estrngeir, comprovndo contrtção de brsileiros, prov que o signtário tem poderes de representção, to legl que rege pesso jurídic e considerndo informção do Ministério do Trblho e Emprego, INDEFIRO o pedido de prorrogção de przo de estd no Pís / Oscr Gerud Fersol Tendo em vist usênci do contrto de fretmento d embrcção estrngeir que lcnç o przo de estd solicitd, flt do "Crew List" d embrcção estrngeir, comprovndo contrtção de brsileiros, prov de que o signtário tem poderes de representção, to legl que rege pesso jurídic e, considerndo informção do Ministério do Trblho e Emprego, INDEFIRO o pedido de prorrogção de przo de estd no Pís / Anthony Singson Ignácio Tendo em vist usênci do contrto de fretmento d embrcção estrngeir, flt do "Crew List" d embrcção estrngeir, comprovndo contrtção de brsileiros, prov que o signtário tem poderes de representção, to legl que rege pesso jurídic e considerndo informção do Ministério do Trblho e Emprego, INDEFIRO o pedido de prorrogção de przo de estd no Pís / Eustquio Gustilo Sbn Tendo em vist usênci do contrto de fretmento d embrcção estrngeir que lcnç o przo de estd solicitd, flt do "Crew List" d embrcção estrngeir, comprovndo contrtção de brsileiros e, considerndo informção do Ministério do Trblho e Emprego, INDEFIRO o pedido de prorrogção de przo de estd no Pís / Sergiy Subbotin Tendo em vist usênci do contrto de fretmento d embrcção estrngeir que lcnce o przo de estd solicitd e, considerndo informção do Ministério do Trblho e Emprego IN- DEFIRO o pedido de prorrogção de przo de estd no Pís / Dnny Edu Terrones Pucheri Tendo em vist usênci do contrto de fretmento d embrcção estrngeir que lcnce o przo de estd solicitd, flt do "Crew List" d embrcção estrngeir, comprovndo contrtção de brsileiros, e considerndo informção do Ministério do Trblho e Emprego INDEFIRO o pedido de prorrogção de przo de estd no Pís / Noel Quijd Hmot Tendo em vist usênci do contrto de fretmento d embrcção estrngeir que lcnce o przo de estd solicitd, flt do "Crew List" d embrcção estrngeir, comprovndo contrtção de brsileiros, e considerndo informção do Ministério do Trblho e Emprego INDEFIRO o pedido de prorrogção de przo de estd no Pís / Vibhv Kishor Mornkr Tendo em vist usênci do contrto de fretmento d embrcção estrngeir, flt do "Crew List" d embrcção estrngeir, comprovndo contrtção de brsileiros e, considerndo informção do Ministério do Trblho e Emprego, INDEFIRO o pedido de prorrogção de przo de estd no Pís / Nilo Atienz Mullon Tendo em vist usênci do "Crew List" d embrcção estrngeir, comprovndo contrtção de brsileiros, e considerndo informção do Ministério do Trblho e Emprego INDEFIRO o pedido de prorrogção de przo de estd no Pís / Mrcin Piotr Zgrobelny Tendo em vist usênci do contrto de fretmento d embrcção estrngeir que lcnç o przo de estd solicitd, bem ssim flt do "Crew List" d embrcção estrngeir, comprovndo contrtção de brsileiros com seus respectivos nomes e funções e, considerndo informção do Ministério do Trblho e Emprego INDEFIRO o pedido de prorrogção de przo de estd no Pís / Mrco Cesr Pul Moyno Dominguez Tendo em vist usênci do contrto de fretmento d embrcção estrngeir que lcnce o przo de estd solicitd e, considerndo informção do Ministério do Trblho e Emprego IN- DEFIRO o pedido de prorrogção de przo de estd no Pís / Dniel Pvsic Tendo em vist usênci do contrto de fretmento d embrcção estrngeir que lcnç o przo de estd solicitd e, considerndo informção do Ministério do Trblho e Emprego, IN- DEFIRO o pedido de prorrogção de przo de estd no Pís / Jose Joquin Buitrgo Escobr Tendo em vist usênci do contrto de fretmento d embrcção estrngeir que lcnce o przo de estd solicitd e, considerndo informção do Ministério do Trblho e Emprego IN- DEFIRO o pedido de prorrogção de przo de estd no Pís / Elvis Kos Tendo em vist usênci do contrto de fretmento d embrcção estrngeir que lcnce o przo de estd solicitd e, considerndo informção do Ministério do Trblho e Emprego IN- DEFIRO o pedido de prorrogção de przo de estd no Pís / Antonio Rul Cook Crlson Tendo em vist rescisão do contrto de trblho que ensejou concessão do visto, INDEFIRO o pedido de prorrogção de przo de estd no Pís / Cludio Tglietti Tendo em vist usênci do contrto de fretmento d embrcção estrngeir que lcnce o przo de estd solicitd e, considerndo informção do Ministério do Trblho e Emprego IN- DEFIRO o pedido de prorrogção de przo de estd no Pís / Ronld Annes Mekenzie West Tendo em vist usênci do "Crew List" d embrcção estrngeir, comprovndo contrtção de brsileiros, e considerndo informção do Ministério do Trblho e Emprego, INDEFIRO o pedido de prorrogção de przo de estd no Pís / Richrd Figro Tendo em vist que empregdor deixou de presentr os documentos necessários pr nálise do pleito, tis como: cópi complet e utenticd d CTPS do estrngeiro, justifictiv detlhd pr continuidde do estrngeiro n empres, descrição ds tividdes desenvolvids, prov que o signtário tem poderes pr representr empres e, considerndo informção do Ministério do Trblho e Emprego, INDEFIRO o pedido de prorrogção de przo de estd no Pís / Yong Zhng Tendo em vist que empres não presentou os resultdos lcnçdos pelo progrm de Treinmento repssdo os empregdos brsileiros, conforme disposto o rtigo 3 o -, d Resolução Normtiv n o - 6/04-CNI, não especificndo quem são os técnicos que estão sendo treindos e como está sendo ministrdo o treinmento esses profissionis e, dinte d informção do Ministério do trblho e Emprego, INDEFIRO o pedido de prorrogção de przo de estd no Pís / Dvid Mrk Chmbers Tendo em vist usênci do "Crew List" d embrcção estrngeir, comprovndo contrtção de brsileiros, e considerndo informção do Ministério do Trblho e Emprego, INDEFIRO o pedido de prorrogção de przo de estd no Pís / Jesus Erln Mrtinez Illescs Tendo em vist usênci do "Crew List" d embrcção estrngeir, comprovndo contrtção de brsileiros, e considerndo informção do Ministério do Trblho e Emprego INDEFIRO o pedido de prorrogção de przo de estd no Pís / Jorge Tlver Torrico Tendo em vist usênci do contrto de fretmento d embrcção estrngeir, flt do "Crew List" d embrcção estrngeir, comprovndo contrtção de brsileiros, e considerndo informção do Ministério do Trblho e Emprego, INDEFIRO o pedido de prorrogção de przo de estd no Pís.

28 <!ID > <!ID > 28 ISSN Nº 76, qurt-feir, 2 de setembro de / Sntos Olmos Mojic Tendo em vist que não constm nos utos os documentos necessários que vibilizm nálise do pleito, tis como: cópi complet e utenticd d CTPS do estrngeiro, cópi do contrto de prorrogção, informndo remunerção ser pg, bem ssim cláusul de reptrimento e, considerndo informção do Ministério do Trblho e Emprego, INDEFIRO o pedido de prorrogção de przo de estd no Pís / Auror Delhnty Fernndez Tendo em vist usênci do contrto de fretmento d embrcção estrngeir que lcnce o przo de estd solicitd, justifictiv detlhd pr continuidde do estrngeiro n empres, descrição ds tividdes detlhds, to legl que rege pesso jurídic, bem ssim flt do "Crew List" d embrcção estrngeir, comprovndo contrtção de brsileiros, e considerndo informção do Ministério do Trblho e Emprego INDEFIRO o pedido de prorrogção de przo de estd no Pís / Oscr Edurdo Torres Jimes Tendo em vist usênci do "Crew List" d embrcção estrngeir, comprovndo contrtção de brsileiros, e considerndo informção do Ministério do Trblho e Emprego, INDEFIRO o pedido de prorrogção de przo de estd no Pís / Pthiyn Diwker Mnikoth Tendo em vist usênci do "Crew List" d embrcção estrngeir, comprovndo contrtção de brsileiros, e considerndo informção do Ministério do Trblho e Emprego, INDEFIRO o pedido de prorrogção de przo de estd no Pís / Yohnn Jcky Tony Bodere Tendo em vist usênci do contrto de fretmento d embrcção estrngeir, flt do "Crew List" d embrcção estrngeir, comprovndo contrtção de brsileiros, e considerndo informção do Ministério do Trblho e Emprego, INDEFIRO o pedido de prorrogção de przo de estd no Pís / Brin Millr Tendo em vist usênci do "Crew List" d embrcção estrngeir, comprovndo contrtção de brsileiros, e considerndo informção do Ministério do Trblho e Emprego, INDEFIRO o pedido de prorrogção de przo de estd no Pís / Robert Turner Tendo em vist que empres não presentou os resultdos lcnçdos pelo progrm de Treinmento repssdo os empregdos brsileiros, conforme disposto o rtigo 3 o -, d Resolução Normtiv n o - 6/04-CNI, não especificndo quem são os técnicos que estão sendo treindos e como está sendo ministrdo o treinmento esses profissionis e, dinte d informção do Ministério do trblho e Emprego, INDEFIRO o pedido de prorrogção de przo de estd no Pís / Jny Felix Mrcellin Tendo em vist usênci do contrto de fretmento d embrcção estrngeir, flt do "Crew List" d embrcção estrngeir, comprovndo contrtção de brsileiros, e considerndo informção do Ministério do Trblho e Emprego, INDEFIRO o pedido de prorrogção de przo de estd no Pís / Mrk Connr Mundie Tendo em vist que já decorreu o przo superior o d estd solicitd, determino o ARQUIVAMENTOdo pedido de reconsiderção. Processo / Rul Alejndro Colon Tendo em vist que ficou demonstrd efetiv necessidde d mnutenção do estrngeiro n empres, considerndo que o presente processo encontr-se instruído n form d Lei e, dinte d informção do Ministério do Trblho e Emprego DEFIRO o pedido de trnsformção de visto temporário em permnente / Antonid Gonzlez Pndero Tendo em vist que ficou demonstrd efetiv necessidde d mnutenção do estrngeiro n empres, considerndo que o presente processo encontr-se instruído n form d Lei e, dinte d informção do Ministério do Trblho e Emprego DEFIRO o pedido de trnsformção de visto temporário em permnente / Jose Gregorio Hernndez Mrtinez, Concepcion Torres de Hernndez, Dniel Hernndez Torres e Mri Veronic Hernndez Torres Tendo em vist que ficou demonstrd efetiv necessidde d mnutenção do estrngeiro n empres, considerndo que o presente processo encontr-se instruído n form d Lei e, dinte d informção do Ministério do Trblho e Emprego DEFIRO o pedido de trnsformção de visto temporário em permnente / Ptrick Pierre Destrc e Nthlie Mrguerite Mrie Dussut Destrc Tendo em vist que ficou demonstrd efetiv necessidde d mnutenção do estrngeiro n empres, considerndo que o presente processo encontr-se instruído n form d Lei e, dinte d informção do Ministério do Trblho e Emprego DEFIRO o pedido de trnsformção de visto temporário em permnente / Alfio Muricio Minzn, Hyley Minzn, Ni Isbell Minzn e Elen Mrin Minzn Tendo em vist que ficou demonstrd efetiv necessidde d mnutenção do estrngeiro n empres, considerndo que o presente processo encontr-se instruído n form d Lei e, dinte d informção do Ministério do Trblho e Emprego DEFIRO o pedido de trnsformção de visto temporário em permnente / Miguel Augusto Mc Frlne Vidl, Els Mri Chipoco de Mc Frlne, Christopher Mc Frlne Chipoco e Stephnie Mc Frlne Chipoco Tendo em vist que ficou demonstrd efetiv necessidde d mnutenção do estrngeiro n empres, considerndo que o presente processo encontr-se instruído n form d Lei e, dinte d informção do Ministério do Trblho e Emprego DEFIRO o pedido de trnsformção de visto temporário em permnente / Wlter Clus Muller Tendo em vist que ficou demonstrd efetiv necessidde d mnutenção do estrngeiro n empres, considerndo que o presente processo encontr-se instruído n form d Lei e, dinte d informção do Ministério do Trblho e Emprego DEFIRO o pedido de trnsformção de visto temporário em permnente / Jne Elizbeth Mcdoo Determino o rquivmento do presente processo, tendo em vist que o estrngeiro já obteve permnênci definitiv, trvés do processo n o / Processo / Mrinito Ron Elesis À vist de novos elementos constntes dos utos, TORNO INSUBSISTENTE o to indeferitório publicdo no Diário Oficil de 2/02/2007, págin 35, pr conceder permnênci o interessdo, tendo em vist possuir prole brsileir sob su gurd e dependênci econômic / Gry John Hnlon Nos termos do Precer CJ n o - 066/85, constnte do Processo MJ n o /83, determino REPUBLICAÇÃO do despcho deferitório, pr que surt seus jurídicos e legis efeitos nos termos d legislção vigente. Processo / Luzi Antonio Lourenço Mdeir MARIA OLIVIA SACRAMENTO DE M. ALVES Substitut <!ID > Determino o rquivmento do presente processo, tendo em vist, o não cumprimento d (s) exigênci(s) formulds por est Divisão. Processo N o / Norm Susn Blguer Processo / Jonthn Json Felix Ocmpo Fernndez Processo / Moises Frederico Roch dos Sntos Estrel Processo / Crin Melnie Meyer Processo / Elsi Mencho Cossio Processo / Leil Arin Gomes Delgdo Processo N o / Crmb Cssm Processo / Luis Slvdor Gomes Bptist Processo N o / Anbeli Susn Elizbeth Gordillo Slin e Lucs Gbriel Gimenez Processo / Ymil Rovitto Brrgn Processo / Gincrlo Ginnine de Jesus Brreiros Processo / Vleri Vivine Lzcno Córdov Processo / Ctherine Jen Tinker e Mildred Helen Tinker Processo / Chrlie Willims Rengifo Bocnegr Processo / Jkob Michel Hoppe Processo / Roberto Isrel Quirog Cntero Processo N o / Jose Etienne Cbrit Processo / Roberto Omr Rmos Diz Processo / Neven Mric e Igor Stevnovic Processo N o / Cristin Ricrdo Ghezzi Processo / Kthryn Kene Crter Processo / Orteg Smori Bulcir Boudhir Altrche Lopes Processo / Lesic Reeches Determino o rquivmento do(s) presente(s) processo(s), por já se encontrr esgotdo o przo máximo de estd no Pís, utorizdo pelo(s) visto(s) temporário que port(m) nos termos do rt.25 c/c o rt.66, o -, do Decreto 86.75/8. Processo / Brin Christopher Fhey Brzel Determino o rquivmento do presente processo, dinte do término do curso. Processo / Bsilis Constntine Gids Processo / Heike Kren Dunkelb e rg Processo / Nicols Mrcil Albrrcin Processo N o / Gyd Mrie My Processo / Mrinne J. F. Derycke Determino o rquivmento do(s) presente(s) processo(s), por já ter decorrido przo(s) superior(s) o d(s) estd(s) solicitd(s). Processo / Frncesco Slizzoni Processo / Cristovo Mnjub FRANCISCO DE ASSIS PEREIRA DA SILVA Substituto. Ministério d Previdênci Socil GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 332, DE DE SETEMBRO DE 2007 O MINISTRO DE ESTADO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL, no uso ds tribuições que lhe confere o rt. 87, prágrfo único, inciso II, d Constituição e tendo em vist o disposto no 2º do rt. 25 d Portri nº 6.209, de 6 de dezembro de 999, resolve: Art. º Estbelecer que, pr o mês de gosto de 2007, o vlor médio d rend mensl do totl de benefícios pgos pelo Instituto Ncionl do Seguro Socil - INSS é de R$ 542,69 (quinhentos e qurent e dois reis e sessent e nove centvos). Art. 2º O INSS e Empres de Tecnologi e Informções d Previdênci Socil - DATAPREV dotrão s providêncis necessáris o cumprimento do disposto nest Portri. Art. 3º Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. LUIZ MARINHO SECRETARIA DE PREVIDÊNCIA C O M P L E M E N TA R DEPARTAMENTO DE ANÁLISE TÉCNICA <!ID > PORTARIA.544, DE 0 DE SETEMBRO DE 2007 A DIRETORA DE ANÁLISE TÉCNICA, no uso ds tribuições que lhe confere o inciso I do rt. 33, combindo com o rt.74, mbos d Lei Complementr nº 09, de 29 de mio de 200, o inciso I, do rt. 2 do Anexo I o Decreto nº 6.94, de 22 de gosto de 2007, e Resolução CGPC nº 9, de 25 de setembro de 2006, considerndo s mnifestções técnics exrds no Processo MPAS nº /98-8, às folhs sob nº de comndo /2007 e juntd nº /2007, resolve: Art. º Aprovr s lterções proposts pr o Regulmento do Plno II de Benefícios NANSEN, CNPB nº , dministrdo pelo MULTIPENSIONS BRADESCO - Fundo Multiptrocindo de Previdênci Privd. Art. 2º Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. MARIA ESTER VERAS PORTARIA.545, DE 0 DE SETEMBRO DE 2007 A DIRETORA DE ANÁLISE TÉCNICA, no uso ds tribuições que lhe confere o inciso I do rt. 33, combindo com o rt.74, mbos d Lei Complementr nº 09, de 29 de mio de 200, o inciso I, do rt. 2 do Anexo I o Decreto nº 6.94, de 22 de gosto de 2007, e Resolução CGPC nº 9, de 25 de setembro de 2006, considerndo s mnifestções técnics exrds no Processo MPAS nº /79, às folhs sob nº de comndo /2007 e juntd nº /2007, resolve: Art. º Aprovr s lterções proposts pr o Regulmento do Plno de Benefícios TFLPREV, CNPB nº , dministrdo pelo HSBC Fundo de Pensão. Art. 2º Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. MARIA ESTER VERAS PORTARIA.546, DE 0 DE SETEMBRO DE 2007 A DIRETORA DE ANÁLISE TÉCNICA, no uso ds tribuições que lhe confere o inciso I do rt. 33, combindo com o rt.74, mbos d Lei Complementr nº 09, de 29 de mio de 200, e inciso I, do rt. 2 do Anexo I o Decreto nº 6.94, de 22 de gosto de 2007, considerndo s mnifestções técnics exrds no Processo MPS nº /994, sob comndo nº 28323, resolve: Art. º Aprovr o novo texto proposto pr o Esttuto d FAECES - Fundção Assistencil dos Empregdos d CESAN. Art. 2º Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. MARIA ESTER VERAS PORTARIA.547, DE 0 DE SETEMBRO DE 2007 A DIRETORA DE ANÁLISE TÉCNICA, no uso ds tribuições que lhe confere o inciso I do rt. 33, combindo com o rt. 74, mbos d Lei Complementr nº 09, de 29 de mio de 200, o inciso I, do rt. 2 do Anexo I o Decreto nº 6.94, de 22 de gosto de 2007, e Resolução CGPC nº 9, de 25 de setembro de 2006, considerndo s mnifestções técnics exrds no Processo MPAS nº 30.49/78, às folhs sob o comndo nº /2007, resolve: Art. º Aprovr s lterções proposts pr o Regulmento do Plno de Benefícios Fucp, CNPB nº , dministrdo pel FUCAP - Fundo de Pensão Cpemi. Art. 2º Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. MARIA ESTER VERAS

29 <!ID > <!ID > Nº 76, qurt-feir, 2 de setembro de 2007 ISSN PORTARIA Nº.548, DE DE SETEMBREO DE 2007 A DIRETORA DE ANÁLISE TÉCNICA, no uso ds tribuições que lhe confere o inciso I do rt. 33, combindo com o rt.74, mbos d Lei Complementr nº 09, de 29 de mio de 200, o inciso I, do rt. 2 do Anexo I o Decreto nº 6.94, de 22 de gosto de 2007, e Resolução CGPC nº 9, de 25 de setembro de 2006, considerndo s mnifestções técnics exrds no Processo MPAS nº /78, às folhs sob nº de comndo /2007 e juntd nº /2007, resolve: Art. º Aprovr s lterções proposts pr o Regulmento do Plno de Benefícios de Contribuição Definid d IBM Brsil, CNPB nº , dministrdo pel Fundção Previdenciári IBM. Art. 2º Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. MARIA ESTER VERAS <!ID > PORTARIA Nº.549, DE DE SETEMBRO DE 2007 A DIRETORA DE ANÁLISE TÉCNICA, no uso ds tribuições que lhe confere o inciso IV do rt. 33, combindo com o rt. 74, mbos d Lei Complementr nº 09, de 29 de mio de 200 e inciso V, do rt. 2, do Anexo I o Decreto nº 6.94, de 22 de gosto de 2007, e tendo em vist Resolução CGPC nº 4 de º de outubro de 2004, considerndo s mnifestções técnics exrds no processo sob o comndo nº 26879, juntd nº , resolve: Art. º Mnter o Plno de Benefícios Avy dministrdo pelo HSBC Fundo de Pensão cdstrdo no CNPB sob nº e utorizr plicção do Regulmento do Plno de Benefícios Avy pel Múltipl - Multiempress de Previdênci Complementr sob CNPB nº , em decorrênci do processo de trnsferênci de gerencimento. Art. 2º Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. MARIA ESTER VERAS. Ministério d Súde GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 2.238, DE DE SETEMBRO DE 2007 Homolog os Termos de Compromisso de Gestão - TCG e public os Termos dos Limites Finnceiros Globis - TLFG de Municípios do Estdo de Mto Grosso do Sul e de Municípios dos Estdos do Prná e Snt Ctrin, homologdos pel Comissão Intergestores Triprtite - CIT. O MINISTRO DE ESTADO DA SAÚDE, no uso de sus tribuições, e Considerndo o preconizdo ns Portris nº 399/GM, de 22 de fevereiro de 2006, e nº 699/GM, de 30 de mrço de 2006; Considerndo Resolução nº 790, de 7 de mrço de 2007, d Comissão Intergestores Biprtite do Estdo de Mto Grosso do Sul; Considerndo Resolução nº 79, de 23 de bril de 2007, d Comissão Intergestores Biprtite do Estdo de Mto Grosso do Sul; Considerndo Resolução nº 803, de 4 de junho de 2007, d Comissão Intergestores Biprtite do Estdo de Mto Grosso do Sul; Considerndo Deliberção nº 53, de º de junho de 2007, d Comissão Intergestores Biprtite do Estdo do Prná; Considerndo Deliberção nº 54, de º de junho de 2007, d Comissão Intergestores Biprtite do Estdo do Prná; Considerndo Resolução nº 4, de 20 de julho de 2007, d Comissão Intergestores Biprtite do Estdo de Snt Ctrin; e Considerndo s decisões d Comissão Intergestores Triprtite em reuniões relizds em 22 de mrço de 2007, 26 de bril de 2007, 24 de mio de 2007 e 30 de gosto de 2007, resolve: Art. º Homologr os Termos de Compromisso de Gestão dos Municípios de Águ Clr, Alcinópolis, Ammbí, Anstácio, Anurilândi, Angélic, Antônio João, Aprecid do Tbodo, Aquidun, Arl Moreir, Bndeirntes, Btgussu, Btyporã, Bel Vist, Bodoquen, Bonito, Brsilândi, Crpó, Cmpuã, Cmpo Grnde, Crcol, Cssilândi, Chpdão do Sul, Corguinho, Coronel Spuci, Corumbá, Cost Ric, Coxim, Deodápolis, Dois Irmãos do Buriti, Dourdin, Dourdos, Eldordo, Fátim do Sul, Figueirão, Glóri de Dourdos, Gui Lopes d Lgun, Igutemi, Inocênci, Itporã, Itquirí, Ivinhem, Jporã, Jrguri, Jrdim, Jteí, Juti, Ldário, Lgun Crpã, Mrcju, Mirnd, Mundo Novo, Nvirí, Nioque, Nov Alvord do Sul, Nov Andrdin, Novo Horizonte do Sul, Prníb, Prnhos, Pedro Gomes, Pont Porã, Porto Murtinho, Ribs do Rio Prdo, Rio Brilhnte, Rio Negro, Rio Verde de Mto Grosso, Rochedo, Snt Rit do Prdo, São Gbriel do Oeste, Selvíri, Sete Queds, Sidrolândi, Sonor, Tcuru, Tqurussu, Terenos, Três Lgos e Vicentin, do Estdo de Mto Grosso do Sul, Curitib e Mringá, do Estdo do Prná, e Florinópolis, do Estdo de Snt Ctrin. Art. 2º Publicr os Termos de Limites Finnceiros Globis dos Municípios de Águ Clr, Alcinópolis, Ammbí, Anstácio, Anurilândi, Angélic, Antônio João, Aprecid do Tbodo, Aquidun, Arl Moreir, Bndeirntes, Btgussu, Btyporã, Bel Vist, Bodoquen, Bonito, Brsilândi, Crpó, Cmpuã, Cmpo Grnde, Crcol, Cssilândi, Chpdão do Sul, Corguinho, Coronel Spuci, Corumbá, Cost Ric, Coxim, Deodápolis, Dois Irmãos do Buriti, Dourdin, Dourdos, Eldordo, Fátim do Sul, Figueirão, Glóri de Dourdos, Gui Lopes d Lgun, Igutemi, Inocênci, Itporã, Itquirí, Ivinhem, Jporã, Jrguri, Jrdim, Jteí, Juti, Ldário, Lgun Crpã, Mrcju, Mirnd, Mundo Novo, Nvirí, Nioque, Nov Alvord do Sul, Nov Andrdin, Novo Horizonte do Sul, Prníb, Prnhos, Pedro Gomes, Pont Porã, Porto Murtinho, Ribs do Rio Prdo, Rio Brilhnte, Rio Negro, Rio Verde de Mto Grosso, Rochedo, Snt Rit do Prdo, São Gbriel do Oeste, Selvíri, Sete Queds, Sidrolândi, Sonor, Tcuru, Tqurussu, Terenos, Três Lgos e Vicentin, do Estdo de Mto Grosso do Sul, Curitib e Mringá, do Estdo do Prná, e Florinópolis, do Estdo de Snt Ctrin. º O Fundo Ncionl de Súde mnterá s trnsferêncis regulres dos vlores mensis o respectivo Fundo Municipl de Súde, conforme utorizções ds áres técnics do Ministério d Súde e Portris pertinentes. 2º Os vlores declrdos nos Termos de Limites Finnceiros Globis nexos poderão ser lterdos em conformidde com s norms ds áres técnics do Ministério d Súde e s pctuções ds comissões intergestores. 3º Os recursos orçmentários, objeto dest Portri, correrão por cont do orçmento do Ministério d Súde, devendo onerr os seguintes Progrms de Trblho: I Atendimento Assistencil Básico nos Municípios brsileiros; II Incentivo Finnceiro Municípios Hbilitdos à Prte Vriável do Piso d Atenção Básic; III Atenção à Súde Bucl; IV Atenção à Súde do Trblhdor; V Atenção à Súde d Populção nos Municípios Hbilitdos em Gestão Plen do Sistem e nos Estdos Hbilitdos em Gestão Plen/Avnçd; VI Incentivo Finnceiro os Estdos, Municípios e Distrito Federl pr Ações de Prevenção e Qulificção - HIV/AIDS; VII Incentivo Finnceiro Municípios Hbilitdos à Prte Vriável do Piso de Atenção Básic - PAB pr Assistênci Frmcêutic Básic; VIII Promoção d ofert e d cobertur dos serviços de Assistênci Frmcêutic e Insumos Estrtégicos no Sistem Único de Súde; IX Incentivo Finnceiro os Municípios e o Distrito Federl Hbilitdos à prte vriável do Piso de Atenção Básic pr ções de Vigilânci Snitári; X Incentivo Finnceiro os Estdos, Distrito Federl e Municípios pr execução de ções de médio e lto risco snitário; XI Vigilânci Snitári em Serviços de Súde; XII Vigilânci Snitári de Produtos; e XIII Incentivo Finnceiro os Estdos, Municípios e Distrito Federl certificdos pr Vigilânci em Súde. Art. 3º Estes Termos de Compromisso de Gestão terão competêncis pr o mês de setembro de Art. 4º Est Portri entr em vigor n dt d su publicção. JOSÉ GOMES TEMPORÃO ANEXO I UF IBGE MUNICÍPIO ORIGEM Componente DO RECUR- Fixo () SO TERMO DE LIMITE FINANCEIRO GLOBAL DOS MUNICÍPIOS DE MATO GROSSO DO SUL ATENÇÃO BÁSICA ATENÇÃO DE MÉDIA E ALTA COMPLEXIDADE AMBULATORIAL E HOSPITALAR ASSISTÊNCIA FARMA- CÊUTICA Componente Vriável (b) Populção própri (c) Populção referencid (d) Outros recursos, justes e sistencil (f) Totl d PPI s- Incentivos (e) Recursos trnsferidos o Fundo Estdul (g) Recursos retidos pelo FNS pr pgmento direto prestdores (h) Recursos locdos em outrs UF (i) Totl do MAC locdo no FMS (j) Componente básico Componente estrtégico Componente excepcionl VIGILÂNCIA EM SAÚDE MS ÁGUA CLARA FEDERAL , , ,82 0, , , ,58 0,00 0,00 0, ,32 0,00 0, , ,80 0, ,32 MS ÁGUA CLARA E S TA D U A L 0, ,00 0,00 0, , ,32 0,00 0,00 0, , ,84 0,00 0,00 0,00 0,00 0, ,6 MS ÁGUA CLARA M U N I C I PA L ,00 ÁGUA CLARA , , ,82 0, , , ,58 0,00 0, , ,6 0,00 0, , ,80 0, ,48 To t l MS ALCINÓPOLIS FEDERAL , , ,38 0,00 472, , ,38 0,00 0,00 0, ,56 0,00 0, ,08 537,00 0, ,64 MS ALCINÓPOLIS E S TA D U A L 0, ,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0, ,96 0,00 0,00 0,00 0,00 0, ,96 MS ALCINÓPOLIS M U N I C I PA L ,00 ALCINÓPOLIS , , ,38 0,00 472, , ,38 0,00 0,00 0, ,52 0,00 0, ,08 537,00 0, ,60 To t l MS AMAMBAÍ FEDERAL , , , , , ,8 0,00 0,00 0, , , 56 0,00 0, , ,20 0, ,46 MS AMAMBAÍ E S TA D U A L 0, , 00 0,00 0, , ,30 0,00 0,00 0, , ,92 0,00 0,00 0,00 0,00 0, ,22 MS AMAMBAÍ M U N I C I PA L ,00 AMAMBAÍ Totl , , , , , ,48 0,00 0,00 0, , ,48 0,00 0, , ,20 0, ,68 MS ANASTÁCIO FEDERAL , , , ,44 578, , ,56 0,00 0,00 0, ,6 0,00 0, , ,56 0, ,08 MS ANASTÁCIO E S TA D U A L 0, ,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0, ,88 0,00 0,00 0,00 0,00 0, ,88 MS ANASTÁCIO M U N I C I PA L ,00 ANASTÁCIO , , , ,44 578, , ,56 0,00 0,00 0, , 04 0,00 0, , ,56 0, ,96 To t l MS ANAURILÂN- DIA FEDERAL , , ,4 0, , , ,04 0,00 0,00 0, ,56 0,00 0, , ,04 0, ,92 Vi g i l â n c i Snitári Vi g i l â n c i Epidemiológic e Ambientl BLO- CO DE GES- TÃO TO TA L

30 <!ID > 30 ISSN Nº 76, qurt-feir, 2 de setembro de 2007 MS ANAURILÂN- DIA E S TA D U A L 0, ,00 0,00 0, , ,66 0, ,66 0,00 0, ,92 0,00 0,00 0,00 0,00 0, ,92 MS ANAURILÂN- DIA M U N I C I PA L ,67 ANAURILÂN , , ,4 0, , , , ,66 0,00 0, ,48 0,00 0, , ,04 0, ,5 DIA Totl MS ANGÉLICA FEDERAL 0.60, , ,8 0, , , ,33 0,00 0,00 0, ,48 0,00 0, ,60.607,52 0, ,60 MS ANGÉLICA E S TA D U A L 0, ,00 0,00 0, , ,64 0, ,64 0,00 0, ,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0, ,00 MS ANGÉLICA M U N I C I PA L ,00 ANGÉLICA Totl 0.60, , ,8 0, , , , ,64 0,00 0, ,48 0,00 0, ,60.607,52 0, ,60 MS A N TO N I O FEDERAL , , ,86 0, , , ,0 0,00 0,00 0, ,36 0,00 0, ,44.973,04 0, ,84 JOÃO MS A N TO N I O JOÃO E S TA D U A L 0, ,00 0,00 0, , ,5 0,00 0, , ,96 0,00 0,00 0,00 0,00 0, ,47 MS A N TO N I O JOÃO M U N I C I PA L ,40 A N TO N I O , , ,86 0, , , ,0 0,00 0, , ,32 0,00 0, ,44.973,04 0, ,7 JOÃO Totl MS A PA R E C I D A FEDERAL , , ,87 0,00 542, , ,67 0,00 0,00 0, ,92 0,00 0, ,2 5.06,48 0, ,52 DO TABOADO MS A PA R E C I D A DO TABOADO E S TA D U A L 0, ,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0, ,80 0,00 0,00 0,00 0,00 0, , 80 MS A PA R E C I D A DO TABOADO M U N I C I PA L ,08 A PA R E C I D A , , ,87 0,00 542, , ,67 0,00 0,00 0, ,72 0,00 0, ,2 5.06,48 0, ,40 DO TABOADO To t l MS 5000 AQUIDAUANA FEDERAL , , , , , ,56 0,00 0,00 0, , ,72 0,00 0, ,28. 50, 76 0, ,32 MS 5000 AQUIDAUANA E S TA D U A L 0, ,00 0,00 0, , ,08 0,00 0,00 0, , ,92 0,00 0,00 0,00 0,00 0, ,00 MS 5000 AQUIDAUANA M U N I C I PA L ,00 AQUIDAUANA , , , , , ,64 0,00 0,00 0, , ,64 0,00 0, ,28. 50, 76 0, , 32 To t l MS ARAL MOREI- FEDERAL ,00 0, ,38 0,00 0, , ,38 0,00 0,00 0, ,80 0,00 0, , ,28 0, ,88 RA MS ARAL MOREI- RA E S TA D U A L 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0, ,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0, ,00 MS ARAL MOREI- RA M U N I C I PA L ,00 ARAL MOREI ,00 0, ,38 0,00 0, , ,38 0,00 0,00 0, ,80 0,00 0, , ,28 0, ,88 RA Totl MS BANDEIRAN- FEDERAL 99.20, , ,54 0, , , ,74 0,00 0,00 0, ,20 0,00 0, ,2.646,28 0, ,60 TES MS BANDEIRAN- TES E S TA D U A L 0, ,00 0,00 0, , ,30 0,00 0,00 0, , ,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0, ,30 MS BANDEIRAN- TES M U N I C I PA L ,00 BANDEIRAN , , ,54 0, , , ,74 0,00 0, , ,20 0,00 0, ,2.646,28 0, ,90 TES Totl MS B ATA G U A S S U FEDERAL , , ,97 0,00 830, , ,69 0,00 0,00 0, ,52 0,00 0, , ,80 0, ,08 MS B ATA G U A S S U E S TA D U A L 0, ,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0, ,96 0,00 0,00 0,00 0,00 0, ,96 MS B ATA G U A S S U M U N I C I PA L ,9 B ATA G U A S S U , , ,97 0,00 830, , ,69 0,00 0,00 0, ,48 0,00 0, , ,80 0, ,23 To t l MS B ATA I P O R Ã FEDERAL , , ,95 0, , , ,06 0,00 0,00 0, ,56 0,00 0, , ,00 0, ,60 MS B ATA I P O R Ã E S TA D U A L 0, ,00 0,00 0, , , 0, , 0,00 0, , 96 0,00 0,00 0,00 0,00 0, ,96 MS B ATA I P O R Ã M U N I C I PA L ,55 B ATA I P O R Ã , , ,95 0, , , , , 0,00 0, ,52 0,00 0, , ,00 0, , To t l MS BELA VISTA FEDERAL , , ,03 0, , , ,79 0,00 0,00 0, ,52 0,00 0, , ,76 0, ,64 MS BELA VISTA E S TA D U A L 0, ,00 0,00 0, , ,56 0, ,56 0,00 0, ,92 0,00 0,00 0,00 0,00 0, ,92 MS BELA VISTA M U N I C I PA L ,70 BELA VISTA , , ,03 0, , , , ,56 0,00 0, ,44 0,00 0, , ,76 0, ,26 To t l MS BODOQUENA FEDERAL 29.05, , , , , , ,43 0,00 0,00 0, ,32 0,00 0, , ,48 0, ,44 MS BODOQUENA E S TA D U A L 0, ,00 0,00 0, , ,00 0, ,00 0,00 0, ,96 0,00 0,00 0,00 0,00 0, ,96 MS BODOQUENA M U N I C I PA L ,76 BODOQUENA 29.05, , , , , , , ,00 0,00 0, , 28 0,00 0, , ,48 0, ,6 To t l MS B O N I TO FEDERAL , , , ,64 0, , ,75 0,00 0,00 0, ,28 0,00 0, , ,28 0, ,72 MS B O N I TO E S TA D U A L 0, ,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0, ,88 0,00 0,00 0,00 0,00 0, ,88 MS B O N I TO M U N I C I PA L ,25 BONITO Totl , , , ,64 0, , ,75 0,00 0,00 0, ,6 0,00 0, , ,28 0, ,85 MS BRASILÂNDIA FEDERAL 97.60, , ,6 0, , , ,90 0,00 0,00 0, ,2 0,00 0, , ,72 0, ,68 MS BRASILÂNDIA E S TA D U A L 0, ,00 0,00 0, , ,57 0, ,57 0,00 0, ,96 0,00 0,00 0,00 0,00 0, ,96 MS BRASILÂNDIA M U N I C I PA L ,95 BRASILÂNDIA 97.60, , ,6 0, , , , ,57 0,00 0, ,08 0,00 0, , ,72 0, ,59 To t l MS CAARAPO FEDERAL , , ,04 0, , , ,30 0,00 0,00 0, ,40 0,00 0, , ,72 0, ,56 MS CAARAPO E S TA D U A L 0, ,00 0,00 0, , ,23 0, ,23 0,00 0, ,92 0,00 0,00 0,00 0,00 0, ,92 MS CAARAPO M U N I C I PA L ,27 CAARAPO Totl , , ,04 0, , , , ,23 0,00 0, ,32 0,00 0, , ,72 0, ,75 MS CAMAPUA FEDERAL , , , , , , ,20 0,00 0,00 0, ,24 0,00 0, , ,52 0, ,76 MS CAMAPUA E S TA D U A L 0, ,00 0,00 0, , ,76 0, ,76 0,00 0, ,88 0,00 0,00 0,00 0,00 0, ,88 MS CAMAPUA M U N I C I PA L ,68 CAMAPUA Totl , , , , , , , ,76 0,00 0, ,2 0,00 0, , ,52 0, ,32 MS CAMPO GRANDE FEDERAL , , , , , , , ,24 0, , ,44 0,00 0, , ,72 0, ,42 MS CAMPO GRANDE E S TA D U A L 0, ,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0, ,90 0,00 0,00 0,00 0,00 0, ,90 MS CAMPO GRANDE M U N I C I PA L ,00 CAMPO GRANDE Totl , , , , , , , ,24 0, , ,34 0,00 0, , ,72 0, ,32 MS CARACOL FEDERAL 76.25, , ,55 0, , , ,50 0,00 0,00 0, ,60 0,00 0, ,80.25,72 0, ,2 MS CARACOL E S TA D U A L 0, ,00 0,00 0, , ,2 0, ,2 0,00 0, ,92 0,00 0,00 0,00 0,00 0, ,92 MS CARACOL M U N I C I PA L ,00

31 <!ID > Nº 76, qurt-feir, 2 de setembro de 2007 ISSN CARACOL Totl 76.25, , ,55 0, , , , ,2 0,00 0, ,52 0,00 0, ,80.25,72 0, ,04 MS CASSILÂNDIA FEDERAL , , ,2 0, , , ,64 0,00 0,00 0, ,44 0,00 0, , ,56 0, ,20 MS CASSILÂNDIA E S TA D U A L 0, ,00 0,00 0, , ,84 0, ,84 0,00 0, ,80 0,00 0,00 0,00 0,00 0, ,80 MS CASSILÂNDIA M U N I C I PA L ,00 CASSILÂNDIA To t l MS C H A PA D Ã O DO SUL MS C H A PA D Ã O DO SUL MS C H A PA D Ã O DO SUL C H A PA D Ã O DO SUL Totl , , ,2 0, , , , ,84 0,00 0, ,24 0,00 0, , ,56 0, ,00 FEDERAL , , ,03 0,00 5, , ,67 0,00 0,00 0, ,80 0,00 0, , ,20 0, ,64 E S TA D U A L 0, ,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0, ,84 0,00 0,00 0,00 0,00 0, ,84 M U N I C I PA L , , , ,03 0,00 5, , ,67 0,00 0,00 0, ,64 0,00 0, , ,20 0, ,57 MS CORGUINHO FEDERAL , , ,89 0, , , , 0 9 0,00 0,00 0, ,92 0,00 0, ,6 884,28 0, , 8 0 MS CORGUINHO E S TA D U A L 0, ,00 0,00 0, , ,00 0,00 0,00 0, , ,96 0,00 0,00 0,00 0,00 0, ,96 MS CORGUINHO M U N I C I PA L ,90 CORGUINHO , , ,89 0, , , , 09 0,00 0, , ,88 0,00 0, ,6 884,28 0, ,66 To t l MS CORONEL SA- FEDERAL , , ,42 0, , , ,7 0,00 0,00 0, ,60 0,00 0, , ,48 0, ,72 PUCAIA MS CORONEL SA- PUCAIA E S TA D U A L 0, ,00 0,00 0, , ,33 0,00 0,00 0, , ,84 0,00 0,00 0,00 0,00 0, ,7 MS CORONEL SA- PUCAIA M U N I C I PA L ,43 CORONEL SA , , ,42 0, , , ,7 0,00 0, , ,44 0,00 0, , ,48 0, , 32 PUCAIA Totl MS CORUMBÁ FEDERAL , , , , , , ,60 0,00 0, , ,56 0,00 0, , ,04 0, ,36 MS CORUMBÁ E S TA D U A L 0, ,00 0,00 0, , ,2 0, ,2 0,00 0, ,88 0,00 0,00 0,00 0,00 0, ,88 MS CORUMBÁ M U N I C I PA L ,67 CORUMBÁ Totl , , , , , , , ,2 0, , ,44 0,00 0, , ,04 0, ,9 MS COSTA RICA FEDERAL , , , ,50.46, ,89 0,00 0,00 0, , ,36 0,00 0, , ,52 0, ,93 MS COSTA RICA E S TA D U A L 0, ,00 0,00 0, , ,3 0,00 0,00 0, , ,96 0,00 0,00 0,00 0,00 0, ,27 MS COSTA RICA M U N I C I PA L ,68 COSTA RICA , , , , , ,20 0,00 0,00 0, , ,32 0,00 0, , ,52 0, ,88 To t l MS COXIM FEDERAL 50.20, , , , , ,05 0,00 0,00 0, , ,28 0,00 0, , ,28 0, ,49 MS COXIM E S TA D U A L ,22 MS COXIM M U N I C I PA L ,89 COXIM Totl 50.20, , , , , ,47 0,00 0,00 0, , ,08 0,00 0, , ,28 0, ,60 MS DEODÁPOLIS FEDERAL , , ,67 0,00 0, , ,67 0,00 0,00 0, ,6 0,00 0, , ,56 0, ,92 MS DEODÁPOLIS E S TA D U A L 0, ,00 0,00 0, , ,9 0,00 0,00 0, , ,92 0,00 0,00 0,00 0,00 0, , MS DEODÁPOLIS M U N I C I PA L ,00 DEODÁPOLIS , , ,67 0, , , ,67 0,00 0, , ,08 0,00 0, , ,56 0, ,03 To t l MS DOIS IRMÃOS FEDERAL , , ,4 0, , , ,46 0,00 0,00 0, ,00 0,00 0, , ,56 0, ,96 DO BURITI MS DOIS IRMÃOS E S TA D U A L 0, ,00 0,00 0, , ,04 0,00 0,00 0, , ,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0, ,04 DO BURITI MS DOIS IRMÃOS M U N I C I PA L ,00 DO BURITI DOIS IRMÃOS , , ,4 0, , , ,46 0,00 0, , ,00 0,00 0, , ,56 0, ,00 DO BURITI Totl MS DOURADINA FEDERAL , , ,00 0,00 0, , ,00 0,00 0,00 0, ,52 0,00 0, ,68.8,52 0, ,72 MS DOURADINA E S TA D U A L 0, ,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0, ,96 0,00 0,00 0,00 0,00 0, ,96 MS DOURADINA M U N I C I PA L ,00 DOURADINA , , ,00 0,00 0, , ,00 0,00 0,00 0, ,48 0,00 0, ,68.8,52 0, ,68 To t l MS DOURADOS FEDERAL , , , , , ,57 0,00 0,00 0, , ,80 0,00 0, , ,20 0, ,73 MS DOURADOS E S TA D U A L 0, ,00 0,00 0, , ,35 0,00 0,00 0, , ,84 0,00 0,00 0,00 0,00 0, ,9 MS DOURADOS M U N I C I PA L ,80 DOURADOS , , , , , ,92 0,00 0,00 0, , ,64 0,00 0, , ,20 0, ,72 To t l MS ELDORADO FEDERAL , , ,23 0,00 0, , ,23 0,00 0,00 0, ,48 0,00 0, , ,96 0, ,2 MS ELDORADO E S TA D U A L 0, ,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0, , 00 0,00 0,00 0,00 0,00 0, ,00 MS ELDORADO M U N I C I PA L ,47 ELDORADO , , ,23 0,00 0, , ,23 0,00 0,00 0, ,48 0,00 0, , ,96 0, ,59 To t l MS FÁTIMA DO FEDERAL , , , , 54 0, , ,90 0,00 0,00 0, ,44 0,00 0, , ,04 0, ,20 SUL MS FÁTIMA DO E S TA D U A L 0, ,00 0,00 0, , ,90 0, ,90 0,00 0, ,80 0,00 0,00 0,00 0,00 0, ,80 SUL MS FÁTIMA DO M U N I C I PA L ,00 SUL FÁTIMA DO , , , , , , , ,90 0,00 0, , 24 0,00 0, , ,04 0, ,00 SUL Totl MS FIGUEIRÃO FEDERAL 44.75, , ,00 0,00 0, , ,00 0,00 0,00 0, ,00 0,00 0, ,44 73,76 0, ,20 MS FIGUEIRÃO E S TA D U A L 0, ,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0, ,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0, ,00 MS FIGUEIRÃO M U N I C I PA L ,08 FIGUEIRÃO 44.75, , ,00 0,00 0, , ,00 0,00 0,00 0, ,00 0,00 0, ,44 73,76 0, ,28 To t l MS GLÓRIA DE FEDERAL , , ,4 0, , , ,52 0,00 0,00 0, ,00 0,00 0, ,2 2.28,20 0, ,32 DOURADOS MS GLÓRIA DE E S TA D U A L 0, ,00 0,00 0, , ,39 0, ,39 0,00 0, ,92 0,00 0,00 0,00 0,00 0, ,92 DOURADOS MS GLÓRIA DE M U N I C I PA L ,00 DOURADOS GLÓRIA DE , , ,4 0, , , , ,39 0,00 0, ,92 0,00 0, ,2 2.28,20 0, ,24 DOURADOS To t l MS GUIA LOPES FEDERAL , , ,50 0, , , ,75 0,00 0,00 0, ,24 0,00 0, , ,76 0, ,72 DA LAGUNA MS GUIA LOPES DA LAGUNA E S TA D U A L ,00 0,00 0,00 0, , ,26 0, ,26 0,00 0,00. 74, 88 0,00 0,00 0,00 0,00 0, , 88

32 <!ID > 32 ISSN Nº 76, qurt-feir, 2 de setembro de 2007 MS GUIA LOPES DA LAGUNA M U N I C I PA L ,0 GUIA LOPES , , ,50 0, , , , ,26 0,00 0, ,2 0,00 0, , ,76 0, ,70 DA LAGUNA To t l MS I G U AT E M I FEDERAL , , ,57 0,00 0, , ,57 0,00 0,00 0, ,60 0,00 0, , ,48 0, ,88 MS I G U AT E M I E S TA D U A L 0, ,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0, ,84 0,00 0,00 0,00 0,00 0, ,84 MS I G U AT E M I M U N I C I PA L ,72 IGUATEMI Totl , , ,57 0,00 0, , ,57 0,00 0,00 0, ,44 0,00 0, , ,48 0, ,44 MS INOCÊNCIA FEDERAL 32.50, , ,82 0, , , ,97 0,00 0,00 0, ,32 0,00 0, ,92 2.7,76 0, ,00 MS INOCÊNCIA E S TA D U A L 0, ,00 0,00 0, , ,44 0,00 0,00 0, , ,80 0,00 0,00 0,00 0,00 0, ,24 MS INOCÊNCIA M U N I C I PA L ,28 INOCÊNCIA 32.50, , ,82 0, , , ,97 0,00 0, , ,2 0,00 0, ,92 2.7,76 0, ,52 To t l MS I TA P O R Ã FEDERAL , , ,56 0, , , ,47 0,00 0,00 0, ,92 0,00 0, , ,96 0, ,56 MS I TA P O R Ã E S TA D U A L 0, ,00 0,00 0, , ,24 0,00 0,00 0, , ,80 0,00 0,00 0,00 0,00 0, ,04 MS I TA P O R Ã M U N I C I PA L ,00 ITAPORÃ Totl , , ,56 0, , , ,47 0,00 0, , ,72 0,00 0, , ,96 0, ,60 MS I TA Q U I R A Í FEDERAL , , ,50 0, , , ,83 0,00 0,00 0, ,84 0,00 0, , ,24 0, ,20 MS I TA Q U I R A Í E S TA D U A L 0, ,00 0,00 0, , ,44 0, ,44 0,00 0, ,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0, ,00 MS I TA Q U I R A Í M U N I C I PA L ,90 ITAQUIRAÍ Totl , , ,50 0, , , , ,44 0,00 0, ,84 0,00 0, , ,24 0, ,0 MS IVINHEMA FEDERAL , , , , , ,84 0,00 0,00 0, , ,04 0,00 0, , ,04 0, ,52 MS IVINHEMA E S TA D U A L 0, ,00 0,00 0, , ,96 0,00 0,00 0, , ,84 0,00 0,00 0,00 0,00 0, ,80 MS IVINHEMA M U N I C I PA L ,55 IVINHEMA Totl , , , , , ,80 0,00 0,00 0, , ,88 0,00 0, , ,04 0, ,87 MS JAPORÃ FEDERAL , , ,77 0,00 0, , ,77 0,00 0,00 0, ,36 0,00 0, ,56.789,20 0, ,2 MS JAPORÃ E S TA D U A L 0, ,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0, ,84 0,00 0,00 0,00 0,00 0, ,84 MS JAPORÃ M U N I C I PA L ,00 JAPORÃ Totl , , ,77 0,00 0, , ,77 0,00 0,00 0, ,20 0,00 0, ,56.789,20 0, ,96 MS JARAGUARI FEDERAL 9.545, , ,38 0,00 0, , ,38 0,00 0,00 0, ,36 0,00 0, ,76.487,04 0, ,6 MS JARAGUARI E S TA D U A L 0, ,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0, ,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0, ,00 MS JARAGUARI M U N I C I PA L ,00 JARAGUARI 9.545, , ,38 0,00 0, , ,38 0,00 0,00 0, ,36 0,00 0, ,76.487,04 0, , 6 To t l MS JARDIM FEDERAL , , , , , , ,64 0,00 0, , ,84 0,00 0, , ,20 0, ,2 MS JARDIM E S TA D U A L 0, ,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0, ,96 0,00 0,00 0,00 0,00 0, ,96 MS JARDIM M U N I C I PA L ,67 JARDIM Totl , , , , , , ,64 0,00 0, , , 80 0,00 0, , ,20 0, ,75 MS J AT E Í FEDERAL , , ,28 0, , , ,6 0,00 0,00 0, ,2 0,00 0, ,96 867,48 0, ,56 MS J AT E Í E S TA D U A L 0, ,00 0,00 0, , ,59 0,00 0,00 0, , ,80 0,00 0,00 0,00 0,00 0, , 39 MS J AT E Í M U N I C I PA L ,96 JATEÍ Totl , , ,28 0, , , ,6 0,00 0, , ,92 0,00 0, ,96 867,48 0, ,9 MS JUTI FEDERAL , , ,20 0, , , ,46 0,00 0,00 0, ,6 0,00 0, ,20.99,52 0, ,88 MS JUTI E S TA D U A L 0, ,00 0,00 0, , ,06 0,00 0,00 0, , ,96 0,00 0,00 0,00 0,00 0, ,02 MS JUTI M U N I C I PA L ,00 JUTI Totl , , ,20 0, , , ,46 0,00 0, , ,2 0,00 0, ,20.99,52 0, ,90 MS LADÁRIO FEDERAL , , ,56 0,00 2, , ,92 0,00 0,00 0, ,56 0,00 0, , ,24 0, , 52 MS LADÁRIO E S TA D U A L 0, ,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0, ,6 0,00 0,00 0,00 0,00 0, ,6 MS LADÁRIO M U N I C I PA L ,08 LADÁRIO Totl , , ,56 0,00 2, , ,92 0,00 0,00 0, ,72 0,00 0, , ,24 0, ,76 MS LAGUNA CA- FEDERAL , , ,06 0, , , ,98 0,00 0,00 0, ,92 0,00 0, ,44.522,56 0, ,92 RAPÃ MS LAGUNA CA- E S TA D U A L 0, ,00 0,00 0, , ,37 0,00 0,00 0, , ,84 0,00 0,00 0,00 0,00 0, , 2 RAPÃ MS LAGUNA CA- M U N I C I PA L ,00 RAPÃ LAGUNA CA , , ,06 0, , , ,98 0,00 0, , ,76 0,00 0, ,44.522,56 0, ,3 RAPÃ Totl MS MARACAJU FEDERAL , , ,06 0, , ,70 0,00 0,00 0, , ,6 0,00 0, , ,20 0, ,38 MS MARACAJU E S TA D U A L 0, ,00 0,00 0, , ,29 0,00 0,00 0, , ,96 0,00 0,00 0,00 0,00 0, ,25 MS MARACAJU M U N I C I PA L , 88 MARACAJU , , ,06 0, , ,99 0,00 0,00 0, , ,2 0,00 0, , ,20 0, ,5 To t l MS MIRANDA FEDERAL , , ,48 0,00 29, , ,28 0,00 0,00 0, ,28 0,00 0, , ,24 0, ,08 MS MIRANDA E S TA D U A L 0, ,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0, ,80 0,00 0,00 0,00 0,00 0, ,80 MS MIRANDA M U N I C I PA L ,40 MIRANDA Totl , , ,48 0,00 29, , ,28 0,00 0,00 0, , 08 0,00 0, , ,24 0, ,28 MS MUNDO NOVO FEDERAL , , , , , , ,22 0,00 0,00 0, ,76 0,00 0, , ,72 0, ,96 MS MUNDO NOVO E S TA D U A L 0, ,00 0,00 0, , ,60 0, ,60 0,00 0, ,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0, ,00 MS MUNDO NOVO M U N I C I PA L ,00 MUNDO NOVO , , , , , , , ,60 0,00 0, ,76 0,00 0, , ,72 0, ,96 To t l MS N AV I R A Í FEDERAL , , , ,4 0, , ,22 0,00 0,00 0, ,80 0,00 0, , ,00 0, ,72 MS N AV I R A Í E S TA D U A L 0, ,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0, ,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0, ,00 MS N AV I R A Í M U N I C I PA L ,8 NAVIRAÍ Totl , , , ,4 0, , ,22 0,00 0,00 0, ,80 0,00 0, , ,00 0, ,90 MS NIOAQUE FEDERAL , , ,3 0, , , ,07 0,00 0,00 0, ,88 0,00 0, , ,56 0, ,32 MS NIOAQUE E S TA D U A L 0, ,00 0,00 0, , , 72 0, , 72 0,00 0, ,96 0,00 0,00 0,00 0,00 0, ,96 MS NIOAQUE M U N I C I PA L ,65 NIOAQUE Totl , , ,3 0, , , , , 72 0,00 0, ,84 0,00 0, , ,56 0, ,93 MS NOVA ALVO- FEDERAL , , ,5 0, , , ,03 0,00 0,00 0, ,52 0,00 0, , , 56 0, ,80 RADA DO SUL MS NOVA ALVO- RADA DO SUL E S TA D U A L 0, ,00 0,00 0, , ,52 0,00 0,00 0, , ,80 0,00 0,00 0,00 0,00 0, , 32 MS NOVA ALVO- RADA DO SUL M U N I C I PA L ,00 NOVA ALVO , , ,5 0, , , ,03 0,00 0, , ,32 0,00 0, , , 56 0, ,2 RADA DO SUL To t l MS NOVA ANDRA- FEDERAL , , , ,38 0, ,55 0,00 0,00 0, , ,28 0,00 0, , ,24 0, ,03 DINA MS NOVA ANDRA- E S TA D U A L 0, ,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0, ,80 0,00 0,00 0,00 0,00 0, ,80 DINA MS NOVA ANDRA- M U N I C I PA L ,50 DINA

33 <!ID > Nº 76, qurt-feir, 2 de setembro de 2007 ISSN NOVA ANDRA- DINA Totl MS NOVO HORI- ZONTE DO SUL MS NOVO HORI- ZONTE DO SUL MS NOVO HORI- ZONTE DO SUL NOVO HORI- ZONTE DO SUL Totl , , , ,38 0, ,55 0,00 0,00 0, , ,08 0,00 0, , ,24 0, , 3 3 FEDERAL 73.85, , ,38 0, , , ,56 0,00 0,00 0, ,52 0,00 0, ,2.262,52 0, ,6 E S TA D U A L 0, ,00 0,00 0, , , 8 9 0, , 8 9 0,00 0, ,92 0,00 0,00 0,00 0,00 0, ,92 M U N I C I PA L , , , ,38 0, , , , , 8 9 0,00 0, ,44 0,00 0, ,2.262,52 0, ,67 MS PA R A N A Í B A FEDERAL , , , , , ,49 0,00 0,00 0, , ,20 0,00 0, , ,96 0, ,77 MS PA R A N A Í B A E S TA D U A L 0, ,00 0,00 0, , ,94 0,00 0,00 0, , ,88 0,00 0,00 0,00 0,00 0, ,82 MS PA R A N A Í B A M U N I C I PA L ,58 PA R A N A Í B A To t l , , , , , ,43 0,00 0,00 0, , ,08 0,00 0, , ,96 0, ,7 MS PA R A N H O S FEDERAL , , ,85 0, , , ,34 0,00 0,00 0, ,88 0,00 0, , ,80 0, ,68 MS PA R A N H O S E S TA D U A L 0, ,00 0,00 0, , ,2 0,00 0,00 0, , ,96 0,00 0,00 0,00 0,00 0, ,08 MS PA R A N H O S M U N I C I PA L ,42 PA R A N H O S To t l MS PEDRO GO- MES MS PEDRO GO- MES MS PEDRO GO- MES PEDRO GO- MES Totl , , ,85 0, , , ,34 0,00 0, , ,84 0,00 0, , ,80 0, ,8 FEDERAL , , ,38 0, , , ,69 0,00 0,00 0, ,08 0,00 0, , ,56 0, ,6 E S TA D U A L 0, , 0 0 0,00 0, , ,89 0,00 0,00 0, , ,44 0,00 0,00 0,00 0,00 0, ,33 M U N I C I PA L , , , ,38 0, , , ,69 0,00 0, , ,52 0,00 0, , ,56 0, ,82 MS PONTA PORÃ FEDERAL , , , , , , ,30 0,00 0, , ,08 0,00 0, , ,48 0, ,60 MS PONTA PORÃ E S TA D U A L 0, ,00 0,00 0, , ,8 0,00 0,00 0, , ,80 0,00 0,00 0,00 0,00 0, ,6 MS PONTA PORÃ M U N I C I PA L ,00 PONTA PORÃ To t l MS PORTO MUR- TINHO MS PORTO MUR- TINHO MS PORTO MUR- TINHO PORTO MUR- TINHO Totl MS RIBAS DO RIO PA R D O MS RIBAS DO RIO PA R D O MS RIBAS DO RIO PA R D O RIBAS DO RIO PARDO Totl MS RIO BRILHAN- TE MS RIO BRILHAN- TE MS RIO BRILHAN- TE RIO BRILHAN- TE Totl , , , , , , ,30 0,00 0, , ,88 0,00 0, , ,48 0, , 2 FEDERAL , , ,49 0,00 0, , ,49 0,00 0,00 0, ,56 0,00 0, , ,48 0, ,92 E S TA D U A L 0, ,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0, ,92 0,00 0,00 0,00 0,00 0, ,92 M U N I C I PA L , , , ,49 0,00 0, , ,49 0,00 0,00 0, ,48 0,00 0, , ,48 0, ,57 FEDERAL , , ,87 0, , , ,9 0,00 0,00 0, ,44 0,00 0, , ,80 0, ,24 E S TA D U A L 0, , 0 0 0,00 0, , ,36 0,00 0,00 0, , ,96 0,00 0,00 0,00 0,00 0, ,32 M U N I C I PA L , , , ,87 0, , , ,9 0,00 0, , ,40 0,00 0, , ,80 0, ,56 FEDERAL , , ,07 0, , ,68 0,00 0,00 0, , ,6 0,00 0, , ,04 0, ,24 E S TA D U A L 0, ,00 0,00 0, , , 5 0 0,00 0,00 0, , ,84 0,00 0,00 0,00 0,00 0, ,34 M U N I C I PA L , , , ,07 0, , ,8 0,00 0,00 0, , ,00 0,00 0, , ,04 0, , 5 8 MS RIO NEGRO FEDERAL , , ,7 3.94, , , ,98 0,00 0,00 0, ,72 0,00 0, ,20.33,04 0, ,96 MS RIO NEGRO E S TA D U A L 0, ,00 0,00 0, , ,2 0, ,2 0,00 0, ,88 0,00 0,00 0,00 0,00 0, ,88 MS RIO NEGRO M U N I C I PA L ,92 RIO NEGRO To t l MS RIO VERDE DE MATO GROSSO MS RIO VERDE DE MATO GROSSO MS RIO VERDE DE MATO GROSSO RIO VERDE DE MATO GROSSO Totl , , ,7 3.94, , , , ,2 0,00 0, ,60 0,00 0, ,20.33,04 0, ,76 FEDERAL , , ,60 0, , , ,2 0,00 0,00 0, ,48 0,00 0, , ,20 0, ,36 E S TA D U A L 0, ,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0, ,92 0,00 0,00 0,00 0,00 0, ,92 M U N I C I PA L , , , ,60 0, , , ,2 0,00 0,00 0, ,40 0,00 0, , ,20 0, ,05 MS ROCHEDO FEDERAL , , ,26 0, , , ,5 0,00 0,00 0, ,04 0,00 0, ,68.220,52 0, ,24 MS ROCHEDO E S TA D U A L 0, ,00 0,00 0, , ,05 0,00 0,00 0, , ,92 0,00 0,00 0,00 0,00 0, ,97 MS ROCHEDO M U N I C I PA L ,60 ROCHEDO Totl MS SANTA RITA DO PARDO , , ,26 0, , , ,5 0,00 0, , ,96 0,00 0, ,68.220,52 0, ,8 FEDERAL , , ,9 0,00 0, , ,9 0,00 0,00 0, ,32 0,00 0, ,20.833,24 0, ,76

34 <!ID > <!ID > 34 ISSN Nº 76, qurt-feir, 2 de setembro de 2007 MS SANTA RITA DO PARDO MS SANTA RITA DO PARDO SANTA RITA DO PARDO Totl MS SÃO GABRIEL DO OESTE MS SÃO GABRIEL DO OESTE MS SÃO GABRIEL DO OESTE SÃO GABRIEL DO OESTE Totl MS S E LV Í R I A E S TA D U A L 0, ,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0, ,96 0,00 0,00 0,00 0,00 0, ,96 MS S E LV Í R I A M U N I C I PA L ,28 SELVÍRIA Totl , , ,09 0,00.687, , , 4 9 0,00 0,00 0, ,24 0,00 0, ,76.539,72 0, ,00 MS SETE QUEDAS FEDERAL , , ,5 0,00 8, , ,5 0,00 0,00 0, ,36 0,00 0, , ,56 0, ,56 MS SETE QUEDAS E S TA D U A L 0, ,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0, ,92 0,00 0,00 0,00 0,00 0, ,92 MS SETE QUEDAS M U N I C I PA L ,00 SETE QUEDAS To t l , , ,5 0,00 8, , ,5 0,00 0,00 0, ,28 0,00 0, , ,56 0, ,48 MS SIDROLÂNDIA FEDERAL , , ,83 453, , , ,67 0,00 0, , ,48 0,00 0, , ,04 0, ,72 MS SIDROLÂNDIA E S TA D U A L 0, ,00 0,00 0, , ,60 0, ,60 0,00 0, ,80 0,00 0,00 0,00 0,00 0, ,80 MS SIDROLÂNDIA M U N I C I PA L ,80 SIDROLÂNDIA To t l , , ,83 453, , , , ,60 0, , ,28 0,00 0, , ,04 0, ,32 MS SONORA FEDERAL , , ,32 0, , , ,84 0,00 0,00 0, ,04 0,00 0, , ,80 0, ,04 MS SONORA E S TA D U A L 0, ,00 0,00 0, , ,27 0, ,27 0,00 0, ,84 0,00 0,00 0,00 0,00 0, ,84 MS SONORA M U N I C I PA L ,00 SONORA Totl , , ,32 0, , , , ,27 0,00 0, ,88 0,00 0, , ,80 0, ,88 MS TA C U R U FEDERAL , , ,44 0, , , ,58 0,00 0,00 0, ,96 0,00 0, , , 7 6 0, ,36 MS TA C U R U E S TA D U A L 0, ,00 0,00 0, , ,58 0,00 0,00 0, , ,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0, ,58 MS TA C U R U M U N I C I PA L ,6 TACURU Totl , , ,44 0, , , ,58 0,00 0, , ,96 0,00 0, , , 7 6 0, ,0 MS TA Q U A R U S S U FEDERAL 5.060, , ,45 0, , , ,3 0,00 0,00 0, , 3 2 0,00 0, ,92 70,28 0, ,52 MS TA Q U A R U S S U E S TA D U A L 0, ,00 0,00 0, , ,5 0,00 0,00 0, ,5 3.72,80 0,00 0,00 0,00 0,00 0, ,3 MS TA Q U A R U S S U M U N I C I PA L ,25 TA Q U A R U S S U To t l 5.060, , ,45 0, , , ,3 0,00 0, , ,2 0,00 0, ,92 70,28 0, ,08 MS TERENOS FEDERAL , , ,42 0,00 634, , ,26 0,00 0,00 0, ,32 0,00 0, , ,28 0, ,6 MS TERENOS E S TA D U A L 0, ,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0, ,96 0,00 0,00 0,00 0,00 0, ,96 MS TERENOS M U N I C I PA L ,00 TERENOS Totl , , ,42 0,00 634, , ,26 0,00 0,00 0, ,28 0,00 0, , ,28 0, ,2 MS TRES LAGOAS FEDERAL , , , , , ,84 0,00 0,00 0, , ,28 0,00 0, , ,76 0, ,20 MS TRES LAGOAS E S TA D U A L 0, ,00 0,00 0, , ,43 0,00 0,00 0, , ,92 0,00 0,00 0,00 0,00 0, ,35 MS TRES LAGOAS M U N I C I PA L ,49 TRES LAGOAS To t l , , , , , ,27 0,00 0,00 0, , ,20 0,00 0, , ,76 0, ,04 MS VICENTINA FEDERAL , , ,00 0,00.690, , ,24 0,00 0,00 0, ,6 0,00 0, ,64.209,24 0, ,04 MS VICENTINA E S TA D U A L 0, ,00 0,00 0, , ,86 0,00 0,00 0, , ,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0, , 8 6 MS VICENTINA M U N I C I PA L ,00 VICENTINA To t l E S TA D U A L 0, ,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0, ,88 0,00 0,00 0,00 0,00 0, ,88 M U N I C I PA L , , , ,9 0,00 0, , ,9 0,00 0,00 0, ,20 0,00 0, ,20.833,24 0, ,64 FEDERAL , , , , , ,44 0,00 0,00 0, , ,6 0,00 0, , ,04 0, ,68 E S TA D U A L 0, ,00 0,00 0, , ,90 0,00 0,00 0, , ,04 0,00 0,00 0,00 0,00 0, , 9 4 M U N I C I PA L , , , , , , ,34 0,00 0,00 0, , ,20 0,00 0, , ,04 0, ,57 MS S E LV Í R I A FEDERAL , , ,09 0,00.687, , , 4 9 0,00 0,00 0, ,28 0,00 0, ,76.539,72 0, , , , ,00 0, , , ,24 0,00 0, , ,6 0,00 0, ,64.209,24 0, ,90 Totl gerl , , , , , , , ,3 0, , ,38 0,00 0, , ,96 0, ,49 RESUMO DO TFLG POR ORIGEM DE RECURSO FEDE- RAL ,09 E S TA D U A L ,5 M U N I C I PA L ,25 TO TA L ,49 Mês e no de referênci dos vlores constnte neste Termo: pr o Bloco MAC, competênci julho de 2007; pr os demis Blocos, competênci junho de 2007 Considerdo pens o recurso federl repssdo fundo fundo pr custeio. Os incentivos do Bloco MAC Assistênci referem-se àqueles descritos n Portri de Regulmentção dos Blocos de Finncimento, Portri GM/MS nº 204, de 29 de jneiro de O Totl FMS é o vlor ser trnsferido nulmente do FNS o FMS. ANEXO II TERMO DO LIMITE FINANCEIRO GLOBAL DO MUNICÍPIO DE CURITIBA-PR Código: UF: PR BLOCO COMPONENTE RECURSO FE- DERAL RECURSO E S TA D U A L RECURSO M U N I C I PA L PAB Assistênci Componente fixo ,00 0,00 - Componente Vriável , ,00 - MAC Assistênci Totl Populção Própri , ,47 - Totl Populção Referencid , ,53 - Outros recursos, justes e incentivos , ,00 - Totl d PPI Assistencil , ,00 - Recurso trnsferido o Fundo Estdul 0,00 0,00 - Assistênci Frmcêutic Recursos retidos pelo FNS pr pgmento direto prest ,6 0,00 - dores Recursos locdos em outrs UF 0,00 0,00 - Totl MAC locdo no FMS , ,00 - Componente básico , ,87 - Componente estrtégico 0,00 0,00 - Componente excepcionl 0,00 0,00 - Vigilânci em Súde Vigilânci Epidemiológic e Ambientl ,80 0,00 - Vigilânci Snitári ,20 0,00 - Gestão 0,00 0, , , ,00 To t l FMS

35 <!ID > <!ID > Nº 76, qurt-feir, 2 de setembro de 2007 ISSN Mês e no de referênci dos vlores constnte neste Termo: bril de 2007 Considerdo pens o recurso federl repssdo fundo fundo pr custeio. Os incentivos do Bloco MAC Assistênci referem-se àqueles descritos n Portri de Regulmentção dos Blocos de Finncimento, Portri nº 204/GM, de 29 de jneiro de O Totl FMS é o vlor ser trnsferido nulmente do FNS o FMS. ANEXO III TERMO DE LIMITE FINANCEIRO GLOBAL DO MUNICÍPIO DE MARINGÁ-PR Código: 4520 UF: PR BLOCO COMPONENTE RECURSO FEDERAL RECURSO ES- TA D U A L RECURSO M U N I C I PA L PAB Assistênci Componente fixo , ,82 Componente Vriável , ,00 MAC Assistênci Totl Populção Própri , , ,56 Totl Populção Referencid , ,39 Outros recursos, justes e incentivos , ,00 Totl d PPI Assistencil (f) , ,00 Recursos trnsferidos o Fundo Estdul ,00 0,00 Recursos retidos pelo FNS pr pgmento direto prestdores 0,00 0,00 Recursos locdos em outrs UF 0,00 0,00 Assistênci Frmcêutic Vigilânci em Súde Totl MAC locdo no FMS , ,00 Componente básico.59.35, ,39 - Componente Básico Repssdo (.59.35,32) 0,00 - o Fundo Estdul de Súde - FES Componente estrtégico 0,00 0,00 - Componente excepcionl 0,00 0,00 - Vigilânci Epidemiológic e Ambientl ,56 0, ,96 Vigilânci Snitári ,56 0,00 Gestão 0,00 0, ,47 To t l FMS , , ,8 Mês e no de referênci dos vlores constnte neste Termo: bril de 2007 Considerdo pens o recurso federl repssdo fundo fundo pr custeio. Os incentivos do Bloco MAC Assistênci referem-se àqueles descritos n Portri de Regulmentção dos Blocos de Finncimento, Portri GM/MS nº 204, de 29 de jneiro de O Totl FMS é o vlor ser trnsferido nulmente do FNS o FMS. Assistênci Frmcêutic Recursos trnsferidos o Fundo Estdul 0,00 0,00 0,00 Recursos retidos pelo FNS pr pgmento direto prestdores 0,00 0,00 0,00 Recursos locdos em outrs UF 0,00 0,00 0,00 Totl do MAC locdo no FMS , , ,00 Componente básico , , ,00 Componente estrtégico 0,00 0, ,00 Componente excepcionl 0,00 0,00 0,00 Vigilânci em Vigilânci Epidemiológic e Ambientl Súde ,99 0, ,00 Vigilânci Snitári , , ,00 Gestão - 0,00 0, , , , ,00 To t l FMS Mês e no de referênci dos vlores constnte neste Termo: julho de 2007 Considerdo pens o recurso federl repssdo fundo fundo pr custeio. Os incentivos do Bloco MAC Assistênci referem-se àqueles descritos n Portri de Regulmentção dos Blocos de Finncimento, Portri nº 204/GM, de 29 de jneiro de O Totl FMS é o vlor ser trnsferido nulmente do FNS o FMS. RETIFICAÇÃO N Portri nº.854/gm, de 2 de gosto de 2007, publicd no Diário Oficil d União, nº 49, de 3 de gosto de 2007, seção, págin 24. Onde se lê: ANEXO I Recursos do Exercício 2006 Fundo de Súde Vlor (R$) Estdul 4. 62, 45 Municipl de Arguín 3. 74, 52 Municipl de Plms 3. 74, 52 To t l ,49 ANEXO IV Termo do Limite Finnceiro Globl do Município de Florinópolis-SC COD.: UF: SC BLOCO COMPONENTE RECURSO RECURSO RECURSO FEDERAL E S TA D U A L M U N I C I PA L PA B Componente Fixo , , ,00 Assistênci Componente Vriável ,00 0, , 00 MAC Assistênci Populção própri 0,00 0, ,00 Populção referencid 0,00 0,00 0,00 Outros recursos, justes e incentivos , , ,00 Totl d PPI ssistencil 0,00 0, ,00 Lei-se: ANEXO I Recursos do Exercício 2006 Fundo de Súde Vlor (R$) Estdul 4. 62, 45 Municipl de Arguín 33.74,52 Municipl de Plms 33.74,52 To t l ,49 AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR DIRETORIA DE FISCALIZAÇÃO NÚCLEO REGIONAL DE ATENDIMENTO E FISCALIZAÇÃO NO RIO DE JANEIRO DECISÕES DE DE SETEMBRO DE 2007 O Chefe do Núcleo Regionl de Atendimento e Fisclizção - RJ, no uso ds tribuições que lhe form delegds trvés d Portri nº, de 04/07/2007, publicd no DO de /07/2007, seção 2, fl. 25, pelo Diretor de Fisclizção d Agênci Ncionl de Súde Suplementr - ANS, e tendo em vist o disposto no rt. 65, III, 5º d Resolução Normtiv - RN nº 8/2004, e no prágrfo único do rt. 22, no rt.5, inc. V c/c rt. 25, todos d RN nº 48, de 9/09/2003, lterd pel RN nº 55, de 5/6/2007, vem por meio deste dr ciênci às Operdors, relcionds no nexo, d decisão proferid em processos dministrtivos. Número do Processo n Nome d Operdor Número do Registro Número do CNPJ Tipo de Infrção (rtigos infringidos pel Operdor) Vlor d Mult (R$) ANS Provisório ANS / CAIXA DE ASSIST. DOS SERVIDORES DA / Red. cpc. d rede hosp. própri ou cred. sem prévi ut. d ANS, nos Anulo o AI CEDAE - CAC termos do disp. no 4º e inc., doart.7dlei9656/98.art.7, 4º,dLei Arquivmento. 9656/ / SUL AMERICA COMPANHIA DE SEGURO / Deixr de cumprir s obrig. prev. nos contrtos celebrdos qulquer Anulo AI SAÚDE tempo. Art. 25 d Lei 9656/98. Arquivmento / SUL AMÉRICA SEGURO SAÚDE S/A / Deix. de gr. s cob. obrig. prev. no rt.2 d Lei9656/98e su reg. pr Anulo o AI os pl. priv. de ssist. à súde, incl. inscr. de filhos nt. e dot. prev. nos Arquivmento. seus inc. IIIeVII. Art.2, II d Lei 9656/ / UNIMED PETROPOLIS COOP. DE TRABA- LHO MÉDICO / Rej. s contrprest. pec. de contr.,sem prév.prov.dans.art.25d- Lei9.656/98c/crt.4º,inc.XVII d Lei 9.96/00 c/c rt. 2º d RN 99/ ,00 (trezentos e qurent e seis mil e setecentos e oitent e oito reis) WLADMIR VENTURA DE SOUZA

36 <!ID > <!ID > 36 ISSN Nº 76, qurt-feir, 2 de setembro de 2007 NÚCLEO REGIONAL DE ATENDIMENTO E FISCALIZAÇÃO NO PARANÁ DECISÕES DE 6 DE SETEMBRO DE 2007 O Chefe do Núcleo Regionl de Atendimento e Fisclizção do Prná, no uso ds tribuições que lhe form delegds trvés d Portri nº 0, de 04/07/2007, pelo Diretor de Fisclizção d Agênci Ncionl de Súde Suplementr - ANS, e tendo em vist o disposto no rt. 65, III, 5º d Resolução Normtiv - RN nº 8/2004, e no prágrfo único do rt. 22, no rt.5, inc. V c/c rt. 25, todos d RN nº 48, de 9/09/2003, lterd pel RN nº 55, de 5/6/2007, vem por meio deste dr ciênci às Operdors, relcionds no nexo, d decisão proferid em processos dministrtivos. Número do Processo n Nome d Operdor Número do Registro Número do CNPJ Tipo de Infrção (rtigos infringidos pel Operdor) Vlor d Mult (R$) ANS Provisório ANS / UNIMED SAO CARLOS - COOP. DE TRA / Deixr de gr. s cob. obrig. prev. no rt.2 d Lei 9656/98 e su reg., o não ,00 (qurent e oito mil reis) BALHO MÉDICO gr. cob. obrig. do proced. quimioterpi. CARLOS GABRIEL SURJUS DECISÕES DE 0 DE SETEMBRO DE 2007 O Chefe do Núcleo Regionl de Atendimento e Fisclizção do Prná, no uso ds tribuições que lhe form delegds trvés d Portri nº 0, de 04/07/2007, pelo Diretor de Fisclizção d Agênci Ncionl de Súde Suplementr - ANS, e tendo em vist o disposto no rt. 65, III, 5º d Resolução Normtiv - RN nº 8/2004, e no prágrfo único do rt. 22, no rt.5, inc. V c/c rt. 25, todos d RN nº 48, de 9/09/2003, lterd pel RN nº 55, de 5/6/2007, vem por meio deste dr ciênci às Operdors, relcionds no nexo, d decisão proferid em processos dministrtivos. Número do Processo n Nome d Operdor ANS / UNIMED REGIONAL DE CAMPO MOURÃO COOP TRAB MEDICO LT- DA Número do Registro Número do CNPJ Tipo de Infrção (rtigos infringidos pel Operdor) Vlor d Mult (R$) Provisório ANS / Deixr de grntir s coberturs obrigtóris prevists no rt. 2 d Lei 9656 de 998 e su regulmentção, reltivo não grnti de cobertur procedimento de cupuntur ,00 (trint e dois mil reis) CARLOS GABRIEL SURJUS AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA <!ID > RESOLUÇÃO - RE Nº 2.793, DE DE SETEMBRO DE 2007 O Diretor-Presidente Substituto d Agênci Ncionl de Vigilânci Snitári, no uso ds tribuições que lhe conferem o Decreto de nomeção de 6 de julho de 2005 do Presidente d Repúblic e Portri GM/MS n 288, de 6 de novembro de 2006, tendo em vist o disposto no inciso VIII do rt. 6, e no inciso I, º do rt. 55 do Regimento Interno provdo nos termos do Anexo I d Portri n.º 354 d ANVISA, de de gosto de 2006, republicd no DOU de 2 de gosto de 2006, considerndo os rtigos 7º e 2 d Lei nº 6.360, de 23 de setembro de 976, resolve: Art. º Determinr suspensão d fbricção,distribuição,comércio e uso, em todo o território ncionl, do produto " Chá de Ipê Roxo" distribuído em nome d empres FROM BRASIL BEM NA- TURAL (CNPJ desconhecido e endereço incerto), por não possuir registro junto est Agênci. Art. 2º Est Resolução entr em vigor n dt de su publicção. CLÁUDIO MAIEROVITCH PESSANHA HENRIQUES <!ID > RESOLUÇÃO - RE Nº 2794, DE DE SETEMBRO DE 2007 O Diretor-Presidente Substituto d Agênci Ncionl de Vigilânci Snitári, no uso ds tribuições que lhe conferem o Decreto de nomeção de 6 de julho de 2005 do Presidente d Repúblic e Portri GM/MS n 288, de 6 de novembro de 2006, tendo em vist o disposto no inciso VIII do rt. 6, e no inciso I, º do rt. 55 do Regimento Interno provdo nos termos do Anexo I d Portri n.º 354 d ANVISA, de de gosto de 2006, republicd no DOU de 2 de gosto de 2006, considerndo o rtigo 7º e 2 d Lei nº , de 23 de setembro de 976; considerndo Lei nº 6.437, de 20 de gosto de 977; considerndo, ind, evidêncis obtids por est Agênci, que comprovm fbricção e comercilizção irregulr de produtos sujeitos à vigilânci snitári, determin: Art. º Como medid de interesse snitário, suspensão d fbricção, distribuição, comércio e uso, em todo o território ncionl, do produto ATALIN SUSPENSÃO ORAL. Fbricdo e comercilizdo pel empres LABORATÓRIOS GEMBALLA LTDA., CNPJ/MF N º /000-2, loclizdo n Av. 7 de setembro,50, Centro, Rio do Sul /SC, por não possuir registro pernte Agênci Ncionl de Vigilânci Snitári. Art. 2º Est Resolução entr em vigor n dt de su publicção. CLÁUDIO MAIEROVITCH PESSANHA HENRIQUES <!ID > RESOLUÇÃO - RE Nº 2.795, DE DE SETEMBRO DE 2007 O Diretor-Presidente Substituto d Agênci Ncionl de Vigilânci Snitári, no uso ds tribuições que lhe conferem o Decreto de nomeção de 6 de julho de 2005 do Presidente d Repúblic e Portri GM/MS n 288, de 6 de novembro de 2006, tendo em vist o disposto no inciso VIII do rt. 6, e no inciso I, º do rt. 55 do Regimento Interno provdo nos termos do Anexo I d Portri n.º 354 d ANVISA, de de gosto de 2006, republicd no DOU de 2 de gosto de 2006, considerndo os rtigos º, 2º, 2, 50 e 5 d Lei n.º 6.360, de 23 de setembro de 976; considerndo o rtigo 0, inciso IV, entre outros, d Lei n.º 6.437, de 20 de gosto de 977; considerndo o Mem. n.º 272/2007/GMEFH/GGMED/AN- VISA, o Ofício n.º 675/2007, do Núcleo de Vigilânci Snitári d Coordendori de Promoção e Proteção à Súde d Secretri d Súde do Governo do Cerá, e Reltório de Inspeção desse Órgão de Vigilânci Snitári Estdul, de 9 de junho de 2007, determin: Art. º Como medid de relevânci snitári, dr publicidde à proibição de fbricção, distribuição, comércio e uso, em todo o território ncionl, de produtos sob vigilânci snitári fbricdos pel empres MELDICA - INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRO- DUTOS NATURAIS ALIMENTÍCIOS LTDA., CNPJ/MF n.º /000-46, com endereço à R B 00, Conjunto Cidde Nov, Centro, Iço, CE, por não possuírem os produtos registro e empres não estr utorizd pernte est Agênci Ncionl de Vigilânci Snitári. Prágrfo único. Incluem-se no disposto à determinção dest Resolução os produtos PROSTATAN, ENZIMÉLDICA SUPLE- MENTO VITAMÍNICO, ATIVA SEX, XAROPE MEL + ABACAXI + PRÓPOLIS, XAROPE AGRIÃO + HORTELÃ + GUACO + CU- MARU, CALMANATE, BIOFORTAN, VITA-MÉLDICA COMPLE- MENTO VITAMÍNICO, XAROPE MEL + ALHO + PRÓPOLIS + EUCALÍPTO + GENGIBRE + ROMÃ, CHÁ DE EXTRATO DE EUCALIPTO, EXTRATO DE PRÓPOLIS, ÓLEO DE HORTELÃ, ÓLEO DE COPAÍBA, COMPOSTO DE MEL + PRÓPOLIS + MEN- TA + ROMÃ, CHÁ DE EXTRATO DE HORTELÃ, XAROPE DE MEL + COPAÍBA + ANDIROBA + EUCALÍPTO + PRÓPOLIS, CALTRAX, DIABETTICOL, VERMINAM, FORTTI MÉLDICA, NÃO STRESS, MULTIERVAS e PROPOLLEN. Art. 2º Est Resolução entr em vigor n dt de su publicção. CLÁUDIO MAIEROVITCH PESSANHA HENRIQUES <!ID > RESOLUÇÃO - RE Nº 2.796, DE DE SETEMBRO DE 2007 O Diretor-Presidente Substituto d Agênci Ncionl de Vigilânci Snitári, no uso ds tribuições que lhe conferem o Decreto de nomeção de 6 de julho de 2005 do Presidente d Repúblic e Portri GM/MS n 288, de 6 de novembro de 2006, tendo em vist o disposto no inciso VIII do rt. 6, e no inciso I, º do rt. 55 do Regimento Interno provdo nos termos do Anexo I d Portri n.º 354 d ANVISA, de de gosto de 2006, republicd no DOU de 2 de gosto de 2006, considerndo o rt. 7º, inciso XV d Lei nº 9.782, de 26 de jneiro de 999; considerndo o rt. 7º, d Lei nº 6.360, de 23 de setembro de 976; considerndo Lei nº 6.437, de 20 de gosto de 977; considerndo, Not Técnic nº. 037/GIMEP/GGIMP/AN- VISA de 09 de julho de 2007, determin: Art. º A suspensão d importção, do medicmento ERI- TROKINE (Eritropoietin Humn Recombinnte), fbricdo pel empres ShenZhen Sciprogen Bio-Phrmceuticl Co. Ltd, loclizd em ShenZhen, Chin, importdo pel empres Silvestre Lbs Químic e Frmcêutic Ltd., inscrit no CNPJ/MF sob o nº /000-32, com sede n Avenid Crlos Chgs Filho, nº 79 FUNDAÇÃO BIO RIO, CIDADE UNIVERSITÁRIA, Rio de Jneiro/RJ, por não tender às exigêncis regulmentres d Agênci Ncionl de Vigilânci Snitári qunto à Certificção de Bos Prátics de Fbricção por prte d fbricnte. Art. 2º Est Resolução entr em vigor n dt de su publicção. CLÁUDIO MAIEROVITCH PESSANHA HENRIQUES <!ID > RESOLUÇÃO - RE Nº 2.797, DE DE SETEMBRO DE 2007 O Diretor-Presidente Substituto d Agênci Ncionl de Vigilânci Snitári, no uso ds tribuições que lhe conferem o Decreto de nomeção de 6 de julho de 2005 do Presidente d Repúblic e Portri GM/MS n 288, de 6 de novembro de 2006, tendo em vist o disposto no inciso VIII do rt. 6, e no inciso I, º do rt. 55 do Regimento Interno provdo nos termos do Anexo I d Portri n.º 354 d ANVISA, de de gosto de 2006, republicd no DOU de 2 de gosto de 2006, considerndo os rtigos 2 e 50 d Lei nº 6.360, de 23 de setembro de 976; considerndo Lei nº 6.437, de 20 de gosto de 977; considerndo, ind, evidêncis obtids por est Agênci que comprovm fbricção e comercilizção irregulr do produto, determin: Art. º Como medid de interesse snitário, suspensão d fbricção, distribuição, comércio e uso, em todo o território ncionl, do produto FACILITA (produto pr limpez em gerl), sob regime de vigilânci snitári, fbricdo e comercilizdo por JOSÉ LUIZ DE ARAÚJO FILHO- ME, com o nome fntsi de ARAÚJO PRO- DUTOS DE LIMPEZA ou ARAÚJO INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS DE LIMPEZA, inscrit no CNPJ/MF sob o nº /000-69, com endereço n Ru Jovelino Luiz d Cost, nº 862, Birro Centro, Município Pulo de Fri/SP, Cep: , por não possuir registro e empres não ser detentor de Autorizção de Funcionmento pernte est Agênci Ncionl de Vigilânci Snitári. Art. 2º Est Resolução entr em vigor n dt de su publicção. CLÁUDIO MAIEROVITCH PESSANHA HENRIQUES <!ID > RESOLUÇÃO - RE Nº 2.798, DE DE SETEMBRO DE 2007 O Diretor-Presidente Substituto d Agênci Ncionl de Vigilânci Snitári, no uso ds tribuições que lhe conferem o Decreto de nomeção de 6 de julho de 2005 do Presidente d Repúblic e Portri GM/MS n 288, de 6 de novembro de 2006, tendo em vist o disposto no inciso VIII do rt. 6, e no inciso I, º do rt. 55 do Regimento Interno provdo nos termos do Anexo I d Portri n.º 354 d ANVISA, de de gosto de 2006, republicd no DOU de 2 de gosto de 2006,

37 <!ID > <!ID > <!ID > Nº 76, qurt-feir, 2 de setembro de 2007 ISSN considerndo os rtigos 2 e 50 d Lei nº 6.360, de 23 de setembro de 976; considerndo Lei nº 6.437, de 20 de gosto de 977, determin: Art. º Como medid de interesse snitário, suspensão d fbricção, distribuição, comércio e uso, em todo o território ncionl, dos produtos KERAT PROGRESS PLUS (ESCOVA PROGRESSIVA PARA CABELOS QUIMICAMENTE TRATADOS) e KERAT PRO- GRESS PLUS (SHAMPOO RESIDUAL ) sob regime de vigilânci snitári, fbricdo e comercilizdo pel empres A.B. LIMA COS- MÉTICOS - ME., inscrit no CNPJ/MF sob o nº /000-02, com endereço n Ru Don Mri de Arújo Sntos, nº 25, Birro Feitos - Mceió/AL, por não possuir registro/notificção e empres não ser detentor de Autorizção de Funcionmento pernte est Agênci Ncionl de Vigilânci Snitári. Art. 2º Est Resolução entr em vigor n dt de su publicção. CLÁUDIO MAIEROVITCH PESSANHA HENRIQUES <!ID > RESOLUÇÃO - RE Nº 2.799, DE DE SETEMBRO DE 2007 O Diretor-Presidente Substituto d Agênci Ncionl de Vigilânci Snitári, no uso ds tribuições que lhe conferem o Decreto de nomeção de 6 de julho de 2005 do Presidente d Repúblic e Portri GM/MS n 288, de 6 de novembro de 2006, tendo em vist o disposto no inciso VIII do rt. 6, e no inciso I, º do rt. 55 do Regimento Interno provdo nos termos do Anexo I d Portri n.º 354 d ANVISA, de de gosto de 2006, republicd no DOU de 2 de gosto de 2006, considerndo os rtigos 7º e 2 d Lei nº , de 23 de setembro de 976; considerndo Lei nº 6.437, de 20 de gosto de 977; considerndo, ind, evidêncis obtids por est Agênci que comprovm fbricção e comercilizção irregulr dos produtos, determin: Art. º Como medid de interesse snitário, suspensão d fbricção, distribuição, comércio e uso, em todo o território ncionl, do produto LOÇÃO CLAREADORA KOALLA fbricdo e comercilizdo pel empres SINAPSE INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE COSMÉTICOS, CNPJ /000-55, situd n Ru João de Pul Frnco, 274, Jrdim Mrmbá, São Pulo/SP por estr irregulr pernte est Agênci Ncionl de Vigilânci Snitári - ANVISA. Art. 2º Est Resolução entr em vigor n dt de su publicção. CLÁUDIO MAIEROVITCH PESSANHA HENRIQUES RESOLUÇÃO - RE Nº 2.800, DE DE SETEMBRO DE 2007 O Diretor-Presidente Substituto d Agênci Ncionl de Vigilânci Snitári, no uso ds tribuições que lhe conferem o Decreto de nomeção de 6 de julho de 2005 do Presidente d Repúblic e Portri GM/MS n 288, de 6 de novembro de 2006, tendo em vist o disposto no inciso VIII do rt. 6, e no inciso I, º do rt. 55 do Regimento Interno provdo nos termos do Anexo I d Portri n.º 354 d ANVISA, de de gosto de 2006, republicd no DOU de 2 de gosto de 2006, considerndo os rts. 7º. e 72, d Lei 6.360, de 23 de setembro de 976; considerndo o rt. 23 e seus prágrfos, d Lei 6.437, de 20 de gosto de 977; considerndo, ind, o Ludo de Análise Fiscl nº /2007 emitido pel FUNED, que presentou resultdo instisftório nos ensios de determinção de Ph, resolve: Art. º. Determinr, como medid de interesse snitário, interdição cutelr, em todo o território ncionl, do lote nº. 68 do produto SHAMPOO DISNEY BABY, com vlidde té 08/2008, fbricdo pel empres LIPSON COSMÉTICOS (CNPJ /000-06), com sede n Ru Inco, 20, Didem/SP, pelo przo de 90 (novent) dis contdos prtir d publicção dest Resolução. Art. 2º. Est Resolução entr em vigor n dt de su publicção. CLÁUDIO MAIEROVITCH PESSANHA HENRIQUES <!ID > CONSULTA PÚBLICA 83, DE DE SETEMBRO DE 2007 A Diretori Colegid d Agênci Ncionl de Vigilânci Snitári, no uso ds tribuições que lhe confere o inciso IV do rt. e o rt. 35 do Regulmento d ANVISA provdo pelo Decreto nº 3.029, de 6 de bril de 999, e tendo em vist o disposto no inciso V e nos º e 3º do rt. 54 do Regimento Interno provdo nos termos do Anexo I d Portri nº 354 d ANVISA, de de gosto de 2006, republicd no DOU de 2 de gosto de 2006, em reunião relizd em 0 de setembro de considerndo necessidde de constnte perfeiçomento ds ções de controle snitário n áre de limentos, visndo à proteção d súde d populção; considerndo necessidde de segurnç de uso dos codjuvntes de tecnologi n fbricção de limentos; considerndo que o emprego de codjuvntes deve ser limitdo limentos específicos, em condições específics e o menor nível pr lcnçr o efeito desejdo; dot seguinte Consult Públic e eu, Diretor-Presidente Substituto, determino su publicção: Art.º Fic berto, contr d dt d publicção dest Consult Públic, o przo de 60 (sessent) dis pr que sejm presentds crítics e sugestões reltivs à propost de Regulmento Técnico que prov extensão de uso do codjuvnte de tecnologi PERÓXIDO DE HIDROGÊNIO pr fbricção de çúcr. Art.2º Informr que s sugestões deverão ser encminhds por escrito pr o seguinte endereço: Agênci Ncionl de Vigilânci Snitári (ANVISA), SEPN 5, Bloco A, Edifício Bittr II, 2º ndr, As Norte, Brsíli-DF, CEP , ou pelo fx: (0XX6) ou pelo e-mil: [email protected]. Art.3º Findo o przo estipuldo no Art.º, Agênci Ncionl de Vigilânci Snitári rticulr-se-á com os órgãos e entiddes envolvidos e queles que tenhm mnifestdo interesse n mtéri, pr que indiquem representntes ns discussões posteriores, visndo à consolidção do texto finl. CLÁUDIO MAIEROVITCH PESSANHA HENRIQUES DESPACHOS DO DIRETOR-PRESIDENTE Em de setembro de 2007 Nº 25 - REVISÃO DE DECISÃO EMPRESA: DROGARIA MAIS SAÚDE LTDA CNPJ: / PROCESSO: / ASSUNTO: FARMÁCIAS e Drogris - (AFE) Decisão: A Diretori Colegid, de cordo com decisão constnte d At d Reunião do di 0 de setembro de 2007, com fundmento no rt. 53 d Lei nº 9.784, de 29 de jneiro de 999, torn sem efeito decisão publicd no Diário Oficil d União nº 227, de 28 de novembro de 2005, suplemento págin 27, cuj retificção foi publicd em 3 de gosto de 2007 no Diário Oficil d União n 49, Seção, págin 26, e dá provimento o recurso contr indeferimento dministrtivo suprcitdo, e utoriz o prosseguimento d nálise técnic. <!ID > N 26 - DECISÃO EM RECURSO Recurso interposto pels Empress seguir relcionds, cujos processos form indeferidos pel Gerênci de Produtos Especiis - GPESP. Expediente nº Nº Processo Empres CNPJ / /98 NESTLÉ BRASIL LTDA / /.98 NESTLÉ BRASIL LTDA / / MINERAÇÃO PLANETA ÁGUA LTDA / / / QUIMICAMAR INDÚSTRIA E COMÉRCIO / DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA 43332/ / ÓLEOS VEGETAIS PAZZE / / / BIOTIK DO BRASIL INDÚSTRIA E COMÉR / CIO LTDA / / NUTRISCIENCE WORLD NUTRITION IN / DÚSTRIA E ALIMENTÍCIA LTDA / /96 PROBIÓTICA LABORATÓRIOS LTDA / / / EUROQUÍMICA LTDA / /00 PROBIÓTICA LABORATÓRIOS LTDA / /00 PROBIÓTICA LABORATÓRIOS LTDA / / / PROBIÓTICA LABORATÓRIOS LTDA / / / SUPPORT PRODUTOS NUTRICIONAIS LT / DA / /07 NUTRISCIENCE WORLD NUTRITION IN / DÚSTRIA ALIMENTÍCIA LTDA 53972/ / PHYTONATUS FARMACÊUTICA LTDA / / SELACHII IND COM IMP E EXP LTDA / / / INTEGRALMÉDICA S/A AGRICULTURA E PESQUISA / / / MELCOPROL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE / PRODUTOS NATURAIS LTDA / / NESTLÉ BRASIL LTDA / Decisão: A Diretori Colegid, com fundmento n competênci tribuíd pelo inciso VI do rt. 5 d Lei nº 9.782, de 26 de jneiro de 999, com redção dd pel Medid Provisóri nº , de 23 de gosto de 200, lido o disposto nos prágrfos do rt. do Regimento Interno d ANVISA, provdo nos termos do Anexo I d Portri n.º 354, de de gosto de 2006, republicd no DOU de 2 de gosto de 2006, tendo em vist decisão constnte d At d Reunião do di 0 de setembro de 2007, conhece dos recursos pr, no mérito, negr-lhes provimento, mntendo o seu indeferimento, nos termos d Resolução d Diretori Colegid-RDC nº 204, de 6 de julho de <!ID > 27 - DECISÃO EM RECURSO Recurso interposto pels Empress seguir relcionds, cujos processos form indeferidos pel Gerênci Gerl de Tecnologi de Produtos pr Súde. Item E m p re s P ro c e s s o Petição / Expediente JOHNSON E JOHNSON PRODUTOS PROFISSIONAIS LTDA / / MED GOLDMAN INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA / / PH COMERCIAL LTDA / / /03-4. MEDI-GLOBE BRASIL LTDA / /06-5. TRADE CENTER COMERCIAL LTDA / / TRADE CENTER COMERCIAL LTDA / / TRADE CENTER COMERCIAL LTDA / / BIOMEDICAL PRODUTOS CIENTÍFICOS MEDICOS E HOS- PITALARES LTDA / /06-0 Decisão: A Diretori Colegid, com fundmento n competênci tribuíd pelo inciso VI do rt. 5 d Lei nº 9.782, de 26 de jneiro de 999, com redção dd pel Medid Provisóri nº , de 23 de gosto de 200, lido o disposto nos prágrfos do rt. do Regimento Interno d ANVISA, provdo nos termos do Anexo I d Portri n.º 354, de de gosto de 2006, republicd no DOU de 2 de gosto de 2006, tendo em vist decisão constnte d At d Reunião do di 0 de setembro de 2007, conhece dos recursos pr, no mérito, negr-lhes provimento, mntendo o seu indeferimento, nos termos d Resolução d Diretori Colegid-RDC nº 204, de 6 de julho de CLÁUDIO MAIEROVITCH PESSANHA HENRIQUES N 28 - DECISÃO EM RECURSO Recurso interposto pels empress seguir relcionds, cujos processos e ou petições form indeferidos pel Unidde de Atendimento o Publico - UNIAP. EMPRESA: DROGARIA VERAN DE POA LTDA IPP CNPJ: / PROCESSO: / RECURSO: 48633/07-3 ASSUNTO: Recurso por Indeferimento Administrtivo - UNIAP EMPRESA: LUIZ PERINI & CIA LTDA ME CNPJ: / PROCESSO: / PETIÇÃO: /07-9 RECURSO: /07-3 ASSUNTO: Recurso por Indeferimento Administrtivo - UNIAP EMPRESA: NEW ODONTEX INDUSTRIAL IMPLANTOLÓGICA LT D A CNPJ: / PROCESSO: / RECURSO: /07-8 ASSUNTO: Recurso por Indeferimento Administrtivo - UNIAP EMPRESA: PAVANI E PINHEIRO LTDA - ME CNPJ: /000-2 PROCESSO: / PETIÇÃO: /07-9 RECURSO: /07-2 ASSUNTO: Recurso por Indeferimento Administrtivo - UNIAP EMPRESA: PROCIFAR PROD. CIRÚRGICOS E FARMACÊUTI- COS LTDA-ME CNPJ: / PROCESSO: / PETIÇÃO: 42020/07-5 RECURSO: /07-0 ASSUNTO: Recurso por Indeferimento Administrtivo - UNIAP EMPRESA: RUBENS PEREIRA GONÇALVES CNPJ: /000-86

38 <!ID54735-> <!ID > <!ID > 38 ISSN Nº 76, qurt-feir, 2 de setembro de 2007 PROCESSO: / /06-6 RECURSO: /07-5 ASSUNTO: Recurso por Indeferimento Administrtivo - UNIAP EMPRESA: SUPREMA FÓRMULA FARMÁCIA DE MANIPULA- ÇÃO LTDA CNPJ: /000-4 PROCESSO: / RECURSO: /07-6 ASSUNTO: Recurso por Indeferimento Administrtivo - UNIAP Decisão: A Diretori Colegid, com fundmento n competênci tribuíd pelo rtigo 5, inciso VIl, d Lei nº , de 26 de jneiro de 999, com redção dd pel Medid Provisóri nº , de 23 de gosto de 200, de cordo com decisão constnte d At d Reunião do di 0 de setembro de 2007, conhece dos recursos pr, no mérito, negr-lhes provimento, mntendo o seu indeferimento, nos termos d Resolução d Diretori Colegid - RDC nº. 204, de 6 de julho de SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE PORTARIA Nº 495, DE DE SETEMBRO DE 2007 O Secretário de Atenção à Súde, no uso de sus tribuições, Considerndo importânci do ppel que desempenhm os Protocolos Clínicos e Diretrizes Terpêutics pr melhori d qulidde dos processos de tenção à súde, pr prescrição segur e eficz, pr democrtizção do conhecimento médico, pr o perfeiçomento d educção médic continud, pr melhori d qulidde d informção prestd os pcientes sobre s opções terpêutics existentes ns diverss situções clínics tornndo-os prtícipes ds decisões serem tomds e pr melhori dos processos gerenciis dos progrms ssistenciis; Considerndo necessidde de estbelecer Protocolos Clínicos e Diretrizes Terpêutics pr s diverss doençs, que contenhm critérios de dignóstico e trtmento, e, observndo étic e tecnicmente prescrição médic, rcionlizem dispensção dos medicmentos preconizdos pr o trtmento ds doençs, regulmentem sus indicções e seus esquems terpêuticos e estbeleçm mecnismos de compnhmento de uso e de vlição de resultdos, grntindo ssim prescrição segur e eficz; Considerndo Consult Públic que foi submetido o Protocolo Clínico e Diretrizes Terpêutics - IMUNODEFICIÊNCIA PRIMÁRIA COM PREDOMINÂNCIA DE DEFEITOS DE ANTI- CORPOS - Imunoglobulin Humn, por meio d Consult Públic SCTIE/MS nº 004/2004, de 07 de julho de 2004, que promoveu su mpl discussão e possibilitou prticipção efetiv d comunidde técnico científic, socieddes médics, profissionis de súde e gestores do Sistem Único de Súde n su formulção; e, Considerndo s sugestões presentds o Ministério d Súde no processo de Consult Públic cim referido, resolve: Art. º - Aprovr, n form do Anexo dest Portri, o PROTOCOLO CLÍNICO E DIRETRIZES TERAPÊUTICAS - IMU- NODEFICIÊNCIA PRIMÁRIA COM PREDOMINÂNCIA DE DE- FEITOS DE ANTICORPOS - Imunoglobulin Humn e seu respectivo Termo de Consentimento Informdo, n form do Anexo dest Portri º - O Protocolo de que trt este rtigo, que contém o conceito gerl d doenç, os critérios de inclusão/exclusão de pcientes no trtmento, critérios de dignóstico, esquem terpêutico preconizdo e mecnismos de compnhmento e vlição deste trtmento, é de cráter ncionl, devendo ser utilizdo pels Secretris de Súde dos estdos, do Distrito Federl e dos municípios n regulção d ssistênci ser prestd e d dispensção do medicmento nele previsto; 2º - As Secretris que já tenhm definido Protocolo próprio com mesm finlidde deverão dequá-lo de form observr totlidde dos critérios técnicos estbelecidos no Protocolo provdo pel presente Portri; 3º - É obrigtóri observânci deste Protocolo pr fins de dispensção do medicmento nele previsto; 4º - É obrigtóri cientificção do pciente, ou de seu responsável legl, dos potenciis benefícios, efeitos colteris, contrindicções e riscos relciondos o uso do medicmento preconizdo pr o trtmento d Imunodeficiênci Primári com predominânci de defeitos de Anticorpos, o que deverá ser formlizdo trvés d ssintur do respectivo Termo de Consentimento Informdo, conforme modelo integrnte do Protocolo de que trt est Portri. Art. 2º - Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. JOSÉ CARVALHO DE NORONHA ANEXO PROTOCOLO CLÍNICO E DIRETRIZES TERAPÊUTICAS MUNODEFICIÊNCIA PRIMÁRIA COM PREDOMINÂNCIA DE DEFEITOS DE ANTICORPOS IMUNOGLOBULINA HUMANA. Introdução As imunodeficiêncis primáris (IP) são doençs genétics rrs, ssocids o desenvolvimento e/ou mturção normis ds céluls do sistem imunológico e o conseqüente umento d susceptibilidde infecções. A incidênci deste grupo de doençs é estimd em /0.000 recém-nscidos vivos (RNs), excluindo-se os csos com deficiênci de imunoglobulin A (IgA) ssintomátic. 2-4 As IP com predominânci de defeitos de nticorpos fzem prte do grupo de IP ssocids à presenç de defeitos nos linfócitos B (imunidde humorl) e o conseqüente prejuízo d produção ou d função de um ou mis tipos de imunoglobulins 5 ; o comprometimento d imunidde celulr é mínimo ou usente, e o prejuízo d produção ou d função ds imunoglobulins não deve ser secundário outrs doençs. 5 A clssificção ds IP, com freqüênci reltiv dos seus tipos, é mostrd no qudro I. Qudro I - Clssificção ds imunodeficiêncis primáris e freqüênci reltiv dos seus tipos 2,6. Defeitos n função linfocitári (70%) - Defeitos de nticorpos (imunodeficiênci humorl ou de linfócitos B) (40%) - Defeitos n imunidde celulr (ou de linfócitos T) (0%) - Deficiênci combind (20%) 2. Defeitos dos fgócitos (8%) 3. Deficiêncis do sistem complemento (2%) As IP com predominânci de defeitos de nticorpos constituem-se no tipo de IP mis freqüentemente dignosticdo. Englobm entiddes como deficiênci de IgA, imunodeficiênci comum vriável (tmbém denomind hipogmglobulinemi de início trdio, hipogmglobulinemi com início n idde dult, imunodeficiênci dquirid, hipogmglobulinemi dquirid) e gmglobulinemi ligd o X (ou gmglobulinemi de Bruton). Ests três entiddes correspondem 70-90% dos csos de IP com predominânci de defeitos de nticorpos 7,8 e são brevemente descrits bixo: - Deficiênci de IgA 5,9 : tem incidênci estimd em / RNs. As mnifestções clínics crcterizm-se por processos infecciosos de repetição e doençs utoimunes, sendo que cerc de 50% dos csos podem ser ssintomáticos. Os portdores dest condição devem ser mplmente vlidos do ponto de vist imunológico, pois pode ocorrer evolução pr imunodeficiênci comum vriável; lém disso, já form reltdos csos de deficiênci de IgA e de imunodeficiênci comum vriável em um mesm fmíli, e proximdmente 25% dos indivíduos com deficiênci de IgA podem presentr deficiênci concomitnte de lgum subclsse de IgG. - Imunodeficiênci comum vriável, 9 - : tem incidênci estimd em / RNs. Este termo é utilizdo pr descrever um grupo heterogêneo de IP com predominânci de defeitos de nticorpos onde existe um número detectável de linfócitos B (gerlmente norml) e centud redução de pelo menos dus ds três clsses principis de imunoglobulins (IgM, IgG e IgA). A miori dos pcientes present níveis de IgG significtivmente diminuídos (<250mg/dL). O pdrão de hernç é multiftoril e o dignóstico é definido pós exclusão de outrs cuss de IP com predominânci de defeitos de nticorpos. A fix etári mis comum de presentção é segund ou terceir décds. - Agmglobulinemi ligd o X, 9, - 3 : tem incidênci estimd em / RNs. Crcteriz-se pel ocorrênci de infecções bcterins recorrentes em indivíduos do sexo msculino, com início durnte os dois primeiros nos de vid. É cusd pel presenç de mutções no gene BTK (do inglês Bruton's tyrosine kinse), loclizdo em Xq2.3-q22. A proteín BTK tem função primordil n diferencição e tivção dos linfócitos B. Os pcientes presentm redução importnte de todos os tipos de imunoglobulins sérics (IgG <200mg/dL, IgM e IgA <20mg/dL). O número de linfócitos B é gerlmente inferior % do vlor norml. O presente protocolo bsei-se ns dus forms mis freqüentes de IP com predominânci de defeitos de nticorpos que cursm com deficiênci de IgG: gmglobulinemi ligd o X e imunodeficiênci comum vriável. Em mbs situções, o trtmento com imunoglobulin humn (IGH) tem su eficáci demonstrd por pelo menos séries de csos ou ensios clínicos não-controldos. Nos outros csos de IP com predominânci de defeitos de nticorpos, eficáci d IGH não está dequdmente estbelecid, sendo su indicção bsed n opinião e experiênci de especilists. 5,6,4-9 No entnto, d mesm form que pr s dus principis cuss de IP que serão discutids, históri inequívoc de infecções recorrentes e os critérios dignósticos propostos devem estr rigorosmente presentes (item 3). O presente protocolo não inclui s IP com predominânci de defeitos d imunidde celulr como indicções pr o uso d IGH, um vez que o comprometimento principl, neste cso, é o d imunidde celulr. Tmbém não serão discutids s imunodeficiêncis secundáris. 2. CLASSIFICAÇÃO - CID 0 D Hipogmglobulinemi hereditári (gmglobulinemi utossômic recessiv, gmglobulinemi ligd o X, gmglobulinemi ligd o X com deficiênci de hormônio de crescimento) D80. - Hipogmglobulinemi não fmilir (gmglobulinemi com linfócitos B portdores de imunoglobulin, gmglobulinemi de vriável comum, hipogmglobulinemi SOE) D Deficiênci seletiv de subclsses de imunoglobulin G (IgG) D Imunodeficiênci com umento de imunoglobulin M (IgM) D Deficiênci de nticorpos com imunoglobulins próxims do norml ou com hiperimunoglobulinemi D Hipogmglobulinemi trnsitóri d infânci D Outrs imunodeficiêncis com predominânci de defeitos de nticorpos (deficiênci de cdei leve kpp) D Imunodeficiênci comum vriável com predominânci de normliddes do número e d função ds céluls B D Imunodeficiênci comum vriável com uto-nticorpos às céluls B ou T D Outrs imunodeficiêncis comuns vriáveis 3. DIAGNÓSTICO 3.. Dignóstico clínico Históri fmilir de infecções de repetição ou refrtáris o trtmento, mortes premturs, consngüinidde ou heredogrm sugestivo de hernç ligd o X recessiv são comuns nos pcientes com IP. As mnifestções clínics, crcterizds especilmente por processos infecciosos de repetição de vis éres superiores, são, n miori ds vezes, de leve moderd intensidde, com esporádicos csos de mior grvidde ou óbito em idde precoce. 2 Com relção às infecções, ests costumm incidir gerlmente pós o 7 mês de vid, devido à perd d proteção inicil decorrente dos nticorpos mternos recebidos durnte o último trimestre d gestção ( IgG é o único tipo de imunoglobulin que cruz brreir trnsplcentári). As infecções são cusds por bctéris encpsulds, como Streptococcus pneumonie e Hemophillus influenze tipo b ou Stphylococcus ureus e Neisseri meningitidis. Nos csos de IP combind, os sintoms costumm inicir em idde mis precoce, gerlmente ntes do 6 mês de vid, com infecções viris, bcterins, fúngics e por protozoários. Outrs mnifestções clínics incluem má-bsorção, nemi ferropriv, trso de crescimento, heptoesplenomegli e rtrlgis sem cus prente 8. N gmglobulinemi ligd o X, pode ser encontrd usênci de tonsils e de outros tecidos linfóides. Os pcientes com imunodeficiênci comum vriável têm risco umentdo de desenvolver hiperplsi nodulr linfóide, doenç grnulomtos, doençs utoimunes e neoplsis Dignóstico lbortoril Embor suspeit de um imunodeficiênci sej bsed em ddos clínicos, o dignóstico definitivo depende d relizção de exmes complementres. De um mneir gerl, vlição deve inicir nos lbortórios de centros de súde primários e, dependendo destes resultdos, o pciente deve ser encminhdo um centro de referênci pr investigção mis detlhd. No qudro III estão listdos os testes essenciis pr vlição d imunidde humorl. Os primeiros exmes serem solicitdos frente à suspeit clínic de IP com predominânci de defeitos de nticorpos são o hemogrm (gerlmente norml) e dosgem ds imunoglobulins (gerlmente diminuíds). A vlição d imunidde humorl não se restringe à dosgem dos níveis ds imunoglobins; é importnte verificr, tmbém, se ests proteíns são funcionlmente dequds. Isto se fz trvés d pesquis de nticorpos nturis ou tivmente produzidos (vlição d síntese tiv dos nticorpos). Mesmo que hj diminuição significtiv ds imunoglobulins, deve ser determind cpcidde do pciente sintetizr tivmente os nticorpos. Assim, todo o dignóstico de IP com predominânci de defeitos de nticorpos deve ser confirmdo medinte est vlição. 2 <!ID > Qudro III - Testes essenciis pr vlição d imunidde humorl em indivíduos com suspeit clínic de imunodeficiênci primári Dosgem de imunoglobulins (soro): IgG totl, IgA, IgM; Avlição d síntese tiv de nticorpos (um ds três):. dosgem ds isohemglutinins nti-a e nti-b, 2. dosgem dos nticorpos pós-vcinis (nti-tétno, nti-difteri), nti-rubéol, nti-heptite B, nti-srmpo 3. dosgem de nticorpos nti-polisscárides do pneumococo (pré e pós-vcinis). Em relção o dignóstico ds IP com predominânci de defeitos de nticorpos, é importnte slientr que 6,8,9 : concentrção séric ds imunoglobulins não deve ser usd como o único critério pr o dignóstico de IP. A históri de infecções de repetição é um condição indispensável pr formulção dignóstic. Níveis diminuídos de imunoglobulins podem tmbém ser secundários um umento d su perd (como, por exemplo, em decorrênci de síndrome nefrótic). Um indictivo de que está hvendo perd é diminuição concomitnte dos níveis séricos de lbumin;

39 Nº 76, qurt-feir, 2 de setembro de 2007 ISSN s concentrções sérics ds imunoglobulins devem ser comprds com os vlores normis pr idde do pciente e, idelmente, com curvs que tmbém levem em considerção o seu sexo e procedênci; concentrção norml de IgG não exclui o seu dignóstico. Neste cso, confirmção do dignóstico de imunodeficiênci humorl depende dos testes funcionis; pesr d disponibilidde d dosgem ds subclsses de IgG, existem controvérsis respeito d significânci clínic de níveis bixos destes nticorpos, hvendo questionmento se deficiênci de subclsse de IgG represent um imunodeficiênci proprimente dit 22,23 ou se está ssocid existênci de outrs doençs como outrs imunodeficiêncis primáris, txi-telngiectsi, epilepsi intrtável, dibetes ou doençs utoimunes Critérios de Inclusão Serão incluídos neste protocolo de trtmento todos os pcientes que presentrem o dignóstico de gmoglobulinemi ligd o X, imunodeficiênci comum vriável ou outro tipo de IP com predominânci de defeitos de nticorpos, conforme o item 3 cim, bem como comprovção trvés de ludos médicos e exmes complementres d ocorrênci de infecções de repetição típics de IP com predominânci de defeitos de nticorpos. 6,8 4.. Sumário ds vlições necessáris pr o uso d IGH Pr o dignóstico específico: concentrção séric ds imunoglobulins (IgG totl, IgA, IgM); vlição d síntese tiv de nticorpos; ludos médicos/exmes que comprovem ocorrênci de infecções típics de IP com predominânci de defeitos de nticorpos; concentrção séric ds subclsses de IgG (qundo indicdo). Pr exclusão de outrs condições ou contr-indicções o uso de IGH: hemogrm; provs de função renl (uréi e cretinin) e hepátic (TGO, TGP, TP e lbumin). 5. Critérios de Exclusão Serão excluídos deste protocolo todos os pcientes que presentrem pelo menos um dos seguintes critérios: infecção tiv e/ou neoplsi; insuficiênci renl ou hepátic; históri de reção nfilátic IGH; dignóstico lbortoril incidentl de IP com predominânci de defeitos de nticorpos, sem históri de infecções de repetição meçdors d vid; deficiênci de IgA somente; deficiênci de IgM somente; deficiênci de IgD somente; imunodeficiênci predominntemente celulr. 6. Trtmento O mnejo dos pcientes com deficiênci de nticorpos inclui trtmento de suporte com ntibióticos e medids de higiene pulmonr pr melhor d mobilizção de secreções. Infecções individuis devem ser trtds precocemente com drogs ntimicrobins ns doses plens, evitndo s de mplo espectro. Antibióticos profiláticos não são recomenddos todos os pcientes, pelo risco de infecções fúngics ou de germes resistentes 6, podendo ser indicd concomitntemente com IGH em csos específicos. A IGH tem sido o mior vnço no trtmento destes pcientes, especilmente pós o dvento de formulções mis segurs qunto o risco de contágio de heptites. 5 A decisão sobre o início d reposição de imunoglobulin não deve bser-se somente n concentrção séric ext d IgG, e sim n evidênci de que o indivíduo está tendo infecções típics de IP com predominânci de defeitos de nticorpos e de que não é cpz de produzir nticorpos ntígeno-específicos. 9 Não existem recomendções clrs e bem definids sobre monitorizção e juste de doses d IGH nos pcientes com IP com predominânci de nticorpos. O presente protocolo reuniu ddos procedentes de ensios clínicos de melhor evidênci e informções complementres em livros-texto específicos. Vários rtigos de revisão indicm o uso d IGH ns IP com predominânci de defeitos de nticorpos. 5,6,4,5,7 No entnto, o se posicionr sobre eficáci d IGH n prevenção de infecções intercorrentes nos pcientes com IP, estes utores bseim-se pens em outros rtigos de revisão 25, nos ensios que vlim eficáci d IGH pr imunodeficiêncis secundáris 8,26 ou em estudos tipo série de csos 27,28 e ensios cruzdos 29-3 que comprm doses diferentes sem presenç de grupo controle. D mesm form, Chpel (994) 8, o elborr documento de consenso dignóstico e de mnejo ds IP no British Medicl Journl, fz referênci pens um rtigo não-controldo, não-rndomizdo e não-específico pr s IP. 32 Experimentlmente, Busse e cols. (2002) 28 o nlisrem 50 pcientes portdores de imunodeficiênci comum vriável, evidencirm que IGH n dose de mg/kg cd 3 4 semns previne significtivmente (62%) incidênci de pneumoni. No entnto, lém ds limitções intrínsecs do próprio delinemento (série de csos), o estudo presentou problems metodológicos limitntes, tis como tempo de seguimento insuficiente e má definição dos desfechos de interesse. D mesm form, outrs séries de csos evidencirm um menor tx de infecções pós dministrção d IGH, todos fvorecendo o uso d form intrvenos em comprção com int r m u s c u l r No entnto, tis estudos não especificrm os tipos de IP que form nlisdos. Não existem ensios clínicos contrplcebo vlindo eficáci d IGH ns IP com predomínio de defeitos n produção de nticorpos. Roifmn e cols (987) 29 encontrrm lgum evidênci trvés de um estudo rndomizdo, cruzdo com pens 2 pcientes de que IGH em lts doses pudesse ser eficz n melhor d função pulmonr ferid trvés de vlições espirométrics regulres. Por fim, melhor evidênci disponível de su eficáci foi obtid trvés de um estudo rndomizdo, duplocego, cruzdo, que vliou 43 pcientes com dignóstico firmdo de gmglobulinemi ligd o X e imunodeficiênci comum vriável. 36 Este estudo comprou dose pdrão d IGH (300mg/kg cd 4 semns pr os dultos e 400mg/kg cd 4 semns pr s crinçs) versus o dobro d dose. Após 3 meses de trtmento inicil, seguido por 3 meses de pus pr "wsh-out" e mis 9 meses com o trtmento cruzdo, os utores concluírm que no grupo d IGH em lts doses houve redução mínim, embor esttisticmente significtiv, do número e durção ds "infecções" (de nturez não especificd, pens descrits como sendo n miori dels, IVAS ou "bronquite"). Tis chdos são discrepntes com os obtidos por Pruznski e cols. (996) 3 que, trvés de estudo semelhnte, não encontrrm nenhum diferenç de eficáci com doses distints. Assim, bsedo em estudos de evidênci nível II, resplddo pelo último reltório d Orgnizção Mundil d Súde 6, o uso d IGH como gente profilático de infecções intercorrentes pode ser recomenddo nqueles pcientes com IP com predominânci de defeitos de nticorpos, especilmente nos csos de gmoglobulinemi ligd o X ou imunodeficiênci comum vriável, desde que respeitndo s condições proposts no item 3. Não existem evidêncis epidemiológics consistentes de que IGH sej benéfic nos outros tipos de IP com predominânci no defeito n produção de nticorpos, como por exemplo, n deficiênci de subclsse de IgG, existindo pens estudos de metodologi indequd sobre est questão. 34,37 No entnto, é consenso n litertur especilizd de que IGH dev ser benéfic mesmo nestes csos. 5,6,4-9 <!ID > 6.. Fármco A IGH é um preprção terpêutic de IgG poliespecífic. As subclsses de IgG estão presentes em proporções fisiológics. A IgA e IgM estão presentes somente em pequens quntiddes. As seguintes presentções são disponíveis: presentções intrvenoss: frscos-mpol de 0,5;,0; 2,5; 3,0; 5,0; 6,0g; 6.2. Esquem de Administrção A dose IV recomendd pr início de trtmento é de mg/kg cd 3 semns ou mg/kg cd 4 semns 38. A dose máxim recomendd é de 600mg/kg cd 3 semns ou 800mg/kg cd 4 semns Ajuste de dose ou do intervlo de infusões O juste de doses ou do intervlo de infusões deve ser guido pelos níveis séricos de IgG e pel condição clínic globl do pciente, incluindo pior ou melhor d função pulmonr, número de dis perdidos n escol ou no trblho, dis de hospitlizção e necessidde do uso de ntibióticos nos 3 meses nteriores Benefícios esperdos com o trtmento clínico Diminuição d freqüênci e durção de infecções nuis, medidos trvés do número de dis perdidos n escol ou no trblho, dis de hospitlizção e d necessidde do uso de ntibióticos. Os benefícios do trtmento com IGH podem levr 4-6 semns té tornrem-se prentes 7, devendo tmbém ser monitorizdos trvés d dosgem séric de IgG, lém d vlição clínic globl (ver monitorizção) Tempo de Trtmento Este trtmento deverá ser contínuo, n usênci de efeitos dversos ou surgimento de situções que contr-indiquem o uso d IGH. 7. Monitorizção Recomend-se relizção de monitorizção clínic e lbortoril trvés de 8 : uso de diário de sintoms sugestivos de infecção; trimestrlmente: hemogrm, EQU, provs de função renl (uréi e cretinin) e hepátics (TGO, TGP, TP e lbumin); no di d plicção: excluir infecção tiv trvés de nmnese/exme físico; ntes de cd plicção: dosgem de IgG séric. Embor um dos objetivos do trtmento com IGH sej mnter IgG séric cim de 500mg/dL 27,29, este trtmento vis principlmente melhorr o controle dos qudros infecciosos presentdos pelos pcientes. 8. Centro de Referênci Todos os pcientes com suspeit de IP devem ser encminhdos um Centro de Referênci pr vlição e trtmento específicos com imunologist e geneticist. Pr tl, recomend-se orgnizção de centros de referênci serem hbilitdos e cdstrdos pelo Gestor Estdul pr vlição médic e plnejmento de estrtégis dignóstics e terpêutics os pcientes com IP. <!ID > 8. CO N S E N T I M E N TO INFORMADO É obrigtóri cientificção do pciente, ou de seu responsável legl, cerc dos potenciis benefícios, efeitos colteris, contr-indicções e riscos relciondos o uso do medicmento preconizdo neste protocolo, o que deverá ser formlizdo por meio d ssintur de Termo de Consentimento Informdo. 9. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. Rosen FS, Cooper MD, Wedgwood RJP. The primry immunodeficiencies. N Engl J Med 995;333(7): Noroski LM, Sherer WT. Short Anlyticl Review: screening for prymry immunodeficiencies in the clinicl immunology lbortory. 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N Engl J Med 994;33(4): Folds DJ, Schmitz JL. Clinicl nd lbortory ssessment of immunity. J Allergy Clin Immunol 2003;:S Shckelford P, Grnoff D, Mdssery J, Scott M, Nhm M. Clinicl nd immunologic chrcteristics of helthy children of subnorml serum concentrtions of IgG2. Peditr Res 990;27: Morell A. IgG subclss deficiency: personl viewpoint. Peditr Infect Dis J 990;9:S Söderstrom T. Söderström R, Enskog A. Immunoglobulin subclsses nd prophylctic use of immunoglobulin in immunoglobulin G subclss deficiency. Cncer 99;68: Pirofski B. Intrvenous immune globulin therpy in hypogmmglobulinemi. A review. Am J Med 984;76(3 A ): Mofenson LM, Moye J Jr, Hirschhorns R, Jordn C, Nugent R. Prophyltic intrvenous immunoglobulin in HIV-infected children with CD4+ counts of 0.20 x 0(9)/L or more. Effect on virl, opportunistic, nd bcteril infections. The Ntionl Institute of Child Helth nd Humn Development Intrvenous Immunoglobulin Clinicl Tril Study Group. 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The effect of two different dosges on intrvenous immunoglobulin on the incidence of reccurent infections in ptients with primry hypogmmglobulinemi. Ann Intern Med 200;35:65-74.

40 <!ID > <!ID > <!ID > 40 ISSN Nº 76, qurt-feir, 2 de setembro de Knutsen AP. Ptients with IgG subclss nd/or selective ntobody deficiency to polysschride ntigens: initition of controlled clinicl tril of intrvenous immune globulin. J Allergy Clin Immunol 989;84: Bonill FA, Berstein IL, Khn DA, Blls ZK, Chinen J, Frnk MM, Kobrynski LJ, Levinson AI, Mzer B, Nelson RP, Ornge JS, Routes JM, Sherer WT, Sorensen RU. Prctice prmeter for the dignosis nd mngement of primry immunodeficiency. Ann All Asth Immunol 2005; 94: S-S Grdulf A, Andersen V, Björknder J, Ericson D, Frolnd S, Gustfson R, et l. Subcutneous immunoglobulin replcement in ptients with primry ntibody deficiencies: sfety nd costs. Lncet 995;345: Chpel HM, Spickett GP, Ericson D, Engl W, Eibl MM, Bjorknder J. The comprison of the efficcy nd sfety of intrvenous versus subcutneous immunoglobulin replcement therpy. J Clin Immunol 2000;20(2): Kishiym, J e Adelmn, D. Allergic & Immunologic Disorders. In: Tierney, LMJ; McPhee, SJ; Ppdkis, MA. Current Medicl Dignosis & Tretment edição. Lnge Medicl Books/McGrw-Hill. pg TERMO DE CONSENTIMENTO INFORMADO IMUNOGLOBULINA HUMANA Eu,, (nome do() pciente), bixo identificdo() e firmdo(), declro ter sido informdo() clrmente sobre tods s indicções, contr-indicções, principis efeitos colteris e riscos relciondos o uso do medicmento imunoglobulin humn, indicdo pr o trtmento d imunodeficiênci primári com predominânci de defeitos de nticorpos. Estou ciente de que este medicmento somente pode ser utilizdo por mim, comprometendo-me devolvê-lo cso o trtmento sej interrompido. Os termos médicos form explicdos e tods s minhs dúvids form esclrecids pelo médico (nome do médico que prescreve). Expresso tmbém minh concordânci e espontâne vontde em submeter-me o referido trtmento, ssumindo responsbilidde e os riscos por eventuis efeitos indesejáveis. Assim, declro que: Fui clrmente informdo() de que os medicmentos que psso receber podem trzer os seguintes benefícios: diminuição d freqüênci e durção de infecções nuis. Fui tmbém clrmente informdo() respeito ds seguintes contr-indicções, potenciis efeitos colteris e riscos: medicmento clssificdo n gestção como ctegori C (estudos em nimis mostrrm normliddes nos descendentes, porém não há estudos em humnos; o risco pr o bebê não pode ser descrtdo, ms um benefício potencil pode ser mior que os riscos) os efeitos colteris já reltdos são: dor de cbeç, clfrios, febre, reções no locl de plicção d injeção que incluem dor, coceir e vermelhidão, umento de cretinin e uréi no sngue, seguido de oligúri e núri, insuficiênci renl gud, necrose tubulr gud, nefropti tubulr proximl, nefrose osmótic. medicmento contr-indicdos em csos de hipersensibilidde (lergi) o fármco; o risco d ocorrênci de efeitos dversos ument com superdosgem. Estou ciente de que posso suspender o trtmento qulquer momento, sem que este fto implique qulquer form de constrngimento entre mim e meu médico, que se dispõe continur me trtndo em quisquer circunstâncis. Autorizo o Ministério d Súde e s Secretris de Súde fzer uso de informções reltivs o meu trtmento desde que ssegurdo o nonimto. Declro, finlmente, ter compreendido e concorddo com todos os termos deste Consentimento Informdo. Assim, o fço por livre e espontâne vontde e por decisão conjunt, minh e de meu médico. Pciente: Documento de identidde: Sexo: Msculino ( ) Feminino ( ) Idde: Endereço: Cidde: CEP: Telefone: ( ) Responsável legl (qundo for o cso): Documento de identidde do responsável legl: Assintur do pciente ou do responsável legl Médico Responsável: CRM: UF: Endereço: Cidde: CEP: Telefone: ( ) Assintur e crimbo do médico Observções: O preenchimento completo deste Termo e su respectiv ssintur são imprescindíveis pr o fornecimento do medicmento. Este Termo será preenchido em dus vis: um será rquivd n frmáci responsável pel dispensção dos medicmentos e outr será entregue o pciente. <!ID > Dt PORTARIA Nº 496, DE DE SETEMBRO DE 2007 O Secretário de Atenção à Súde, no uso de sus tribuições, Considerndo importânci do ppel que desempenhm os Protocolos Clínicos e Diretrizes Terpêutics pr melhori d qulidde dos processos de tenção à súde, pr prescrição segur e eficz, pr democrtizção do conhecimento médico, pr o perfeiçomento d educção médic continud, pr melhori d qulidde d informção prestd os pcientes sobre s opções terpêutics existentes ns diverss situções clínics tornndo-os prtícipes ds decisões serem tomds e pr melhori dos processos gerenciis dos progrms ssistenciis; Considerndo necessidde de estbelecer Protocolos Clínicos e Diretrizes Terpêutics pr s diverss doençs, que contenhm critérios de dignóstico e trtmento, e, observndo étic e tecnicmente prescrição médic, rcionlizem dispensção dos medicmentos preconizdos pr o trtmento ds doençs, regulmentem sus indicções e seus esquems terpêuticos e estbeleçm mecnismos de compnhmento de uso e de vlição de resultdos, grntindo ssim prescrição segur e eficz; Considerndo Consult Públic que foi submetido o Protocolo Clínico e Diretrizes Terpêutics - SÍNDROME DE GUIL- LAIN-BARRÉ - Imunoglobulin Humn, por meio d Consult Públic SCTIE/MS nº 002/2004, de 07 de julho de 2004, que promoveu su mpl discussão e possibilitou prticipção efetiv d comunidde técnico científic, socieddes médics, profissionis de súde e gestores do Sistem Único de Súde n su formulção; e, Considerndo s sugestões presentds o Ministério d Súde no processo de Consult Públic cim referido, resolve: Art. º - Aprovr, n form do Anexo dest Portri, o PROTOCOLO CLÍNICO E DIRETRIZES TERAPÊUTICAS -SÍN- DROME DE GUILLAN-BARRÉ - Imunoglobulin Humn e seu respectivo Termo de Consentimento Informdo. º - O Protocolo de que trt este rtigo, que contém o conceito gerl d doenç, os critérios de inclusão/exclusão de pcientes no trtmento, critérios de dignóstico, esquem terpêutico preconizdo e mecnismos de compnhmento e vlição deste trtmento, é de cráter ncionl, devendo ser utilizdo pels Secretris de Súde dos estdos, do Distrito Federl e dos municípios n regulção d ssistênci ser prestd e d dispensção do medicmento nele previsto; 2º - As Secretris que já tenhm definido Protocolo próprio com mesm finlidde deverão dequá-lo de form observr totlidde dos critérios técnicos estbelecidos no Protocolo provdo pel presente Portri; 3º - É obrigtóri observânci do Protocolo de que trt este rtigo pr fins de dispensção do medicmento nele previsto; 4º - É obrigtóri cientificção do pciente, ou de seu responsável legl, dos potenciis benefícios, efeitos colteris, contrindicções e riscos relciondos o uso do medicmento preconizdo pr o trtmento d Síndrome de Guilln-Brré, o que deverá ser formlizdo trvés d ssintur do respectivo Termo de Consentimento Informdo, conforme modelo integrnte do Protocolo de que trt est Portri. Art. 2º - Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. JOSÉ CARVALHO DE NORONHA <!ID > PROTOCOLO CLÍNICO E DIRETRIZES TERAPÊUTICAS SÍNDROME DE GUILLAIN-BARRÉ IMUNOGLOBULINA HUMANA. Introdução A síndrome de Guillin-Brré (SGB), primeirmente descrit como prlisi gud scendente, é mior cus de prlisi flácid generlizd no mundo,9, com incidênci nul de 4 por hbitntes 9 e pico entre 20 e 40 nos de idde. Não existem ddos epidemiológicos específicos pr o Brsil. Trt-se de um doenç de cráter utoimune que comete primordilmente mielin dos nervos periféricos de form gud/subgud, sendo tmbém conhecid como PIDA (polirrdiculoneuropti inflmtóri desmieliniznte gud). Aproximdmente 60% 70% dos pcientes com SGB present lgum doenç gud precedente ( 3 semns ntes) 2, sendo infecção por Cmpilobcter jejuni mis freqüentemente demonstrd (32%), seguid por citomeglovirus (3%), virus Epstein Brr (0%) e outrs infecções viris, tis como heptite por vírus tipo A, B e C, influenz e HIV.,8,9 Outros ftores precipitntes de menor importânci são cirurgi, imunizção e grvidez. 25 A miori dos pcientes percebe inicilmente doenç trvés de sensção de prestesis ns extremiddes distis dos membros inferiores e, em seguid, superiores. Dor neuropátic lombr ou ns perns pode ser vist em pelo menos 50% dos csos. Frquez progressiv é o sinl mis notável o pciente, ocorrendo gerlmente nest ordem: membros inferiores, brços, tronco, cbeç e pescoço. A intensidde pode vrir desde frquez leve que sequer motiv busc por tendimento médico em nível primário 33 té ocorrênci de tetrplegi complet com necessidde de ventilção mecânic (VM) por prlisi de muscultur respirtóri cessóri. Frquez fcil ocorre n metde dos pcientes o longo do curso d doenç. Entre 5% e 5% dos pcientes desenvolvem oftlmopresi e ptose. A função esfincterin é, n miori ds vezes, preservd, enqunto perd dos reflexos miotáticos pode preceder os sintoms sensitivos té mesmo em músculos pouco fetdos. Instbilidde utonômic é um chdo comum, cusndo eventulmente rritmis importntes 8, 9, ms rrmente persistindo por mis de dus semns. 36 A doenç usulmente progride por 2 4 semns. Pelo menos 50% 75% dos pcientes tingem seu ndir n segund semn, 80% 92% té terceir semn e 90% 94% té qurt.,8 Insuficiênci respirtóri com necessidde de VM ocorre em té 30% dos pcientes nest fse. Progressão de sinis e sintoms por mis de 8 semns exclui o dignóstico de SGB, sugerindo então um polineuropti desmieliniznte inflmtóri crônic (PDIC). Pssndo fse d progressão, doenç entr num pltô por vários dis ou semns com subseqüente recuperção grdul d função motor o longo d vários meses. Entretnto, pens 5% dos pcientes ficrão sem nenhum déficit residul pós 2 nos do início d doenç e 5% 0% permnecerão com sintoms motores ou sensitivos incpcitntes. A mortlidde nos pcientes com SGB é de proximdmente 5% 7%, gerlmente resultnte de insuficiênci respirtóri, pneumoni spirtiv, emboli pulmonr, rritmis crdícs e sepse hospitlr.,8 Os ftores de risco pr um mu prognóstico funcionl são idde cim dos 50 nos, dirréi precedente, início brupto de frquez grve (menos de 7 dis), necessidde de ventilção mecânic e mplitude do potencil d neurocondução motor menor do que 20% do limite norml. 3,4,5,8 O prognóstico motor é melhor ns crinçs, pois necessitm menos de suporte ventiltório e recuperm-se com mior rpidez. 8 Recorrênci do episódio pode ocorrer em té 3% dos csos, não hvendo relção com form de trtmento utilizd n fse gud, conforme se creditv CLASSIFICAÇÃO - CID 0 G6.0 Síndrome de Guillin-Brré 3. Dignóstico O dignóstico d SGB é primrimente clínico. No entnto, exmes complementres são necessários pr exclusão de outrs cuss de prpresi flácid, podendo tmbém rtificr impressão dignóstic. 3.. Dignóstico clínico Os pcientes com SGB devem obrigtorimente presentr grus inequívocos de frquez em mis de um segmento pendiculr de form simétric, incluindo muscultur crnin. Os reflexos miotáticos distis não podem presentr-se como normis. A progressão dos sinis e sintoms é de sum importânci, não podendo ultrpssr 8 semns e com recuperção 2-4 semns pós fse de pltô. Nestes csos PDIC é o dignóstico mis provável. Achdos de disfunção sensitiv no exme neurológico são leves e infreqüentes, o contrário dos chdos de disfunção utonômic e presi de nervos crninos (principlmente o VII, X nervos crninos). Febre é um chdo pouco freqüente, devendo levntr suspeit de um etiologi lterntiv, provvelmente de cus infeccios Dignóstico lbortoril Análise do líquido ceflorrquidino: elevção d proteinorrqui compnhd por poucs céluls mononucleres é o chdo lbortoril crcterístico, evidente em té 80% dos pcientes pós segund semn. Entretnto, n primeir semn, proteinorrqui pode ser norml em té /3 dos pcientes. Cso o número de linfócitos no líquido ceflorrquidino exced 0 céluls/mm 3, deve-se suspeitr de outrs cuss de polineuropti, tis como srcoidose, doenç de Lyme ou secundári à infecção pelo vírus HIV. Nests situções está indicd um investigção específic Dignóstico eletrofisiológico: A SGB é um processo dinâmico com tx de progressão vriável nos diferentes pcientes. O idel seri exminr o pciente pós primeir semn do início dos sintoms, qundo s lterções eletrofisiológics são mis evidentes e melhor estbelecids. É importnte slientr que usênci de chdos eletrofisiológicos dentro deste período não exclui hipótese de SGB. No entnto, explorco electrofisiológic fz-se necessári pr exclusão de outrs doençs neuromusculres cusdors de prpresi flácid gud. Neurocondução motor: os mrcos eletrofisiológicos de desmielinizção incluem ltêncis distis prolongds, lentificção de velociddes de condução, dispersão temporl, bloqueio de condução e ltêncis d ond-f prolongds, todos estes prâmetros gerlmente simétricos e multifocis. Existem controvérsis respeito d precocidde dos chdos eletrofisiológicos. Algums utoriddes sugerem que o bloqueio de condução sej lterção mis precoce 7, enqunto o Grupo Norte-mericno de estudos d SGB reltou que s ltêncis motors distis prolongds e o prolongmento ou usênci d ond-f serim os chdos normis mis rpidmente detectdos pós o início dos sintoms crcterísticos. 3, 8 Neurocondução sensitiv: entre 40% e 60% dos pcientes demonstrrá normliddes tnto n velocidde de condução qunto n mplitude (mis freqüente) de vários potenciis de neurocondução sensitiv; tis chdos podem estr usentes durnte s primeirs semns d doenç. 9 Pode levr té 4 6 semns pr que lterções destes potenciis sejm fcilmente detectds Critérios Dignósticos, 3 Existem vários critérios propostos pr definição do dignóstico de SGB (qudro ), sendo exigids s seguintes condições bixo: Presenç dos DOIS critérios Essenciis; Presenç de pelo menos TRÊS DOS SETE critérios clínicos Sugestivos de SGB; Não presentr mis do que UMA situção que reduz possibilidde de SGB; Não presentr NENHUMA situção que exclu o dignóstico de SGB; Cso presentr UM chdo que reduz possibilidde de SGB deve ter líquido ceflorquidino e estudo neurofisiológico comptíveis com doenç e investigção dicionl criterios com intuito de fstr outrs etiologis. Nests situções, deve ser vlido por consultor médico especilist em doençs neuromusculres. Qudro I: Critérios dignósticos pr SGB I - CRITÉRIOS ESSENCIAIS ) Frquez progressiv de mis de um membro ou de músculos crninos de grus vriáveis, desde leve presi té prlisi complet;

41 <!ID > <!ID > Nº 76, qurt-feir, 2 de setembro de 2007 ISSN b) Hiporreflexi e rreflexi distl com grus vriáveis de hiporreflexi proximl. II - CRITÉRIOS SUGESTIVOS Clínicos ) Progressão dos sintoms o longo de 4 semns; b) Demonstrção de reltiv simetri d presi de membros; c) Sinis sensitivos leves moderdos; d) Envolvimentos de nervos crninos, especilmente frquez bilterl dos músculos fciis; e) Recuperção com início em 2-4 semns pós fse de pltô d progressão dos sintoms; f) Disfunção utonômic; g) Ausênci de febre no início do qudro. Análise do Líquor ) Alt concentrção de proteín; b) Presenç de menos de 0 céluls/mm 3. Estudo eletrofisiológico típicos 3, 8 *; são necessários 3 dos 4 critérios bixo: ) Redução d Velocidde de condução motor em 2 ou mis nervos; b) Bloqueio de condução do potencil de neurocondução motor ou dispersão temporl norml em ou mis nervos; c) Prolongmento d ltênci motor distl em 2 ou mis nervos; d) Prolongmento de ltênci d Ond-F ou usênci d mesm; *gerlmente usentes ntes de 5-7 dis, podendo não revelr nenhum normlidde em té 5-20% dos csos pós este período. III - SITUAÇÕES QUE REDUZEM A POSSIBILIDADE DE SGB ) Frquez ssimétric; b) Disfunção intestinl e de bexig no início do qudro; c) Ausênci de resolução de sintoms intestinis/urinários; d) Presenç de mis de 50 céluls/mm 3 n nálise do líquido ceflorquidino; e) Presenç de céluls polimorfonucleres no líquido ceflorquidino; f) Nível sensitivo bem demrcdo. IV - SITUAÇÕES QUE EXCLUEM O DIAGNÓSTICO DE SGB ) Históri de exposição hexcrbono, presente em solventes, tints, pesticids ou metis pesdos; b) Achdos sugestivos de metbolismo norml d porfirin; c) Históri recente de difteri; d) Suspeit clínic de intoxicção por chumbo; e) Síndrome sensitiv pur (usênci de sinis motores); f) Dignóstico de botulismo, misteni grvis, poliomielite, neuropti tóxic, prlisi conversiv Dignóstico diferencil 36 A SGB é um ds cuss mis freqüentes de polineuropti vist nos hospitis geris, entretnto váris outrs condições neurológics devem ser distinguids d SGB. O dilem imedito é diferencir SGB de um doenç medulr gud ("segundo versus primeiro neurônio"). Confusão pode ocorrer ns lesões medulres guds em que os reflexos são inicilmente bolidos (choque espinhl). Nests situções, outros sinis devem ser buscdos. A usênci de nível sensitivo bem definido o exme físico neurológico, o envolvimento d muscultur fcil e respirtóri cessóri, o pdrão prestésico em bot e luv reltdo espontnemente pelo pciente, com reltiv preservção d sensibilidde distl flm fvor d SGB. A perd do controle esfincterino, disfunção utonômic e dor lombr podem ocorrer em mbos os csos, embor predominem ns mieloptis. Prlisi predominntemente motor é tmbém crcterístic d poliomielite ou de outrs mielites infeccioss. Febre, sinis meníngeos e pleocitose liquóric e distribuição ssimétric d frquez costumm coexistir nestes csos. Outrs cuss importntes de polineuropti gud que devem sempre ser incluíds no dignóstico diferencil d SGB são: infeccioss (HIV, Lyme, difteri), prneoplásics (principlmente crcinom brônquico de pulmão), utoimunes (doençs do colágeno, vsculites primáris), tóxics (históri exposicionl miodron, cloroquin, orgnofosfordos, metis pesdos entre outros gentes) e metbólics (porfiri). A PDIC leve é diferencid d SGB pelo seu tempo de progressão motor superior 8 semns. Ptose e frquez oculomotor podem cusr confusão com Misteni Grvis. No entnto, nest situção não há pdrão scendente de perd de forç e os reflexos miotáticos são usulmente preservdos. Por fim, nos pcientes criticmente enfermos, um vriedde de distúrbios neuromusculres pode existir e devem ser sempre distinguidos d SGB. Esses incluem polineuropti e/ou miopti do pciente crítico, neuropti rpidmente progressiv nos pcientes com insuficiênci renl recebendo sessões de diálise peritonel, hipofosftemi gud induzid por hiperlimentção, miopti por corticóide e efeitos prolongdos de bloquedores musculres. Nestes csos o estudo eletrofisiológico e do líquido ceflorrquidino é de grnde uxílio n definição de doenç desmieliniznte. 4. Critérios de Inclusão Serão incluídos neste protocolo de trtmento todos os pcientes que preencherem os critérios dignóstico conforme o item C ritérios de Exclusão Serão excluídos todos os pcientes que presentrem contrindicções ou efeitos dversos não toleráveis à imunoglobulin intrvenos (IGIV), tis como presenç de níveis ltos de IgA e infecção tiv. 6. Csos Especiis 6.. SGB em crinçs: os chdos clínicos, lbortoriis e eletrofisiológicos ns crinçs com SGB são similres os encontrdos nos dultos. No entnto, queix principl n miori dos csos é de dor e 75% present infecção precedente em té dois meses do início dos sintoms. A miori ds crinçs com SGB tem recuperção stisftóri, mesmo com redução significtiv d mplitude do potencil de neurocondução motor. O mnejo de crinçs é relizdo d mesm mneir que dultos Neuropti xonl sensitivo-motor gud (NASMA): primeirmente descrit como um vrinte xonl d SGB, do ponto de vist clínico e eletrofisiológico inicil é indistinguível d SGB. D mesm form que SGB, doenç inici com normliddes sensitivs subjetivs ns extremiddes e evolução mis rápid (pouco dis) d frquez generlizd, miori necessitndo de VM. O prognóstico d NASMA é considervelmente mis desfvorável que o d SGB e miori dos pcientes exibe recuperção motor lent e incomplet. 2 Em dição o pdrão liquórico usul de hiperproteinorqui sem pleocitose, tmbém visto nos pcientes com SGB, há evidênci de infecção recente por Cmpilobcter jejuni e presenç de nticorpos nti-gngliosídeos, prticulrmente nti-gm tem sido demonstrd em vários pcientes com NASMA. Algums utoriddes inclusive sugerem que infecção por este orgnismo e presenç destes nticorpos sej mis comumente ssocids às forms xonis d SGB e conseqüentemente um pior prognóstico, ms est questão é ind controvers. 3 Embor não existm ensios clínicos rndomizdos e controldos específicos pr est vrinte, e devido à impossibilidde de diferencição clínic (e eletrofisiológic, pelo menos n fse inicil) entre NASMA e SGB, são trtdos de form semelhnte. <!ID > 6.3. Neuropti xonl motor gud (NAMA): outr vrinte xonl d SGB, crcterizd por início brupto de frquez generlizd, com músculos distis mis grvemente fetdos do que os proximis. Déficits de nervos crninos e insuficiênci respirtóri exigindo VM estão presentes em 33% dos csos. Ao contrário d SGB e d NASMA, sintoms sensitivos estão usentes, bem como os reflexos tendinosos podem ser normis. Presenç de nticorpos nti- GM e nti-gd são comumente detectdos nestes pcientes, usulmente ssocidos com infecção recente por Cmpilobcter jejuni. 5 Os pcientes com NAMA gerlmente presentm bo recuperção, dentro do primeiro no, ms frquez distl residul é comum. Não existem ensios clínicos específicos vlindo eficáci d imunoglobulin ou d plsmferese pr NAMA. No entnto, é provável que est entidde estej incluíd em lguns ensios pr SGB comprndo ests dus modlidde terpêutics, como evidencindo posteriormente n nálise criterios dos pcientes seleciondos pr o estudo do Dutch GBS Tril. 6 Neste estudo, 8% dos pcientes inicilmente identificdos como SGB, presentvm n relidde NA- MA, hvendo recuperção mis rápid com dministrção de imunoglobulin isold n nálise deste subgrupo, sendo, portnto um prátic justificd nestes csos Outrs vrintes de Guillin-Brré: síndrome de Miller- Fisher: é crcterizd pel tríde txi, rreflexi oftlmoplegi. Diplopi é queix inicil mis freqüente (39% 78%), seguido por txi (2% 34%) de etiologi provvelmente sensitiv. Presi de outros nervos crninos, especilmente do sétimo, pode ocorrer. Frquez pendiculr proximl pode ser demonstrd o longo do curso d doenç em proximdmente /3 dos csos, podendo hver progressão pr frquez generlizd mis grve de form semelhnte à SGB. Em termos de chdos eletrofisiológicos, diferente ds outrs vrintes d SGB, normlidde mis freqüentemente encontrd é redução ds mplitudes do potencil de neurocondução sensitiv for de proporção o prolongmento ds ltêncis distis ou lentificção ds velociddes de condução sensitiv. 20 A recuperção em gerl se dá pós 2 semns do início dos sintoms com evolução fvorável pós 3 5 meses. D mesm form que s outrs vrintes d SGB, evidênci sorológic de infecção recente por Cmpilobcter jejuni, bem como presenç de nticorpos nti-gngliosídeo, dest vez em prticulr o nticorpo nti-gqb. 7 Não existem ensios clínicos rndomizdos e controldos de pcientes com est síndrome. No entnto, prece prudente trtr estes pcientes com imunoglobulin ou plsmferese, dd presuntiv similridde d ptogênese com SGB. 7. Trtmento Existem dois tipos de trtmento n SGB: () ntecipção e o mnejo ds comorbiddes ssocids; (2) trtmento d progressão dos sinis e sintoms visndo o menor tempo de recuperção e minimizção de déficits motores. Não há necessidde de trtmento de mnutenção, for d fse gud d doenç. Assim, pcientes com SGB necessitm ser inicilmente dmitidos no hospitl pr observção intensiv. Cuiddo pr estes pcientes é melhor obtido em centros terciários, com fciliddes de cuiddos intensivos e um equipe de médicos profissionis que estejm fmilirizdos com s necessiddes especiis dos pcientes com SGB. A evolução e grvidde d neuropti é vriável; pode ocorrer rpidmente, o que muits vezes demnd entubção e VM em hors pós o início dos sintoms. Em gerl, dmissão em um unidde de terpi intensiv com suporte ventiltório é necessári em 33% dos csos dos pcientes com SGB, que freqüentemente irão demonstrr instbilidde hemodinâmic e disfunção utonômic. 8 Vi - gilânci estrit e ntecipção ds potenciis complicções são necessáris pr otimizção ds chnces de um desfecho fvorável. Áres de tenção incluem prevenção de fenômenos tromboembólicos, monitorizção crdíc, vlições serids d reserv ventiltóri e de frquez orofrínge, proteção de vis éres, mnejo proprido d função intestinl e d dor, nutrição e suporte psicológico dequdos. A fisioterpi motor deve ser inicid nest fse com intuito de uxilir n mobilizção precoce. 33 O trtmento específico d SGB vis primordilmente celerr o processo de recuperção, diminuindo s complicções ssocids à fse gud e diminuição dos déficits neurológicos residuis longo przo. 25 Devido à diferenç de comprovção de eficáci ds opções terpêutics, fz-se necessári determinção d grvidde clínic propost por Hughes e colbordores 23 (qudro II), com intuito de orientr o uso d IGIV ou plsmferese discutids seguir: Qudro II: Escl de grvidde clínic n SGB 0 - Sudável - Sinis e sintoms menores de neuropti, ms cpz de relizr trefs mnuis 2 - Apto cminhr sem uxílio d bengl, ms incpz de relizr trefs mnuis 3 - Cpz de cminhr somente com bengl ou suporte 4 - Confindo cm ou cdeir de rods 5 - Necessit de ventilção ssistid 6 - Morte Clssificção: leve (0-2); moderdo-grve (3-6) 7.. Corticosteróides Uso clínico: o trtmento com esteróides foi utilizdo empiricmente n SGB desde o início d décd de 50. A prtir dest époc lguns utores reltvm resposts prentemente fvoráveis est prátic trvés de pequens séries de csos não controlds. Em recente revisão sistemátic, os utores concluem que há evidêncis limitds pr o uso de corticosteróides pr o trtmento d Síndrome de Guillin-Brré. 2 Apens dois ensios clínicos rndomizdos e controldos vlirm dequdmente desfechos de interesse nos pcientes com SGB, tis como melhor no gru de incpcidde, tempo de recuperção, mortlidde e efeitos dversos. 22,23 Nestes estudos, não foi encontrd superioridde esttisticmente significtiv d metilprednisolon intrvenos ou d prednisolon orl sobre o plcebo, discordndo de lguns chdos nteriormente demonstrdos em modelos nimis. 24 Assim, bsedo n litertur disponível té o momento, o uso de corticóide no trtmento d SGB não pode ser recomenddo Imunoglobulin humn intrvenos (IGIV) Uso clínico: IGIV tem sido o trtmento de escolh n miori dos píses, pesr de mecnismo de ção pouco compreendido. 34 Su eficáci curto e longo przo é similr d plsmferese, evitndo complicções inerentes à segund modlidde (hipotensão, necessidde de cteter venoso, trombofili). Existem três grndes ensios clínicos rndomizdos e controldos que vlirm eficáci d IGIV em comprção com plsmferese, sob vários desfechos clínicos. 4,6,35 N nálise globl dos mesmos, observou-se que mbs s modliddes presentrm eficáci similr n celerção d recuperção motor em pcientes com SGB grve (escl 3-6) qundo utilizdos ns primeirs dus semns pós o início dos sintoms. Não existem evidêncis de que IGIV sej benéfic nos csos de SGB gru leve (0-2). Após este período o benefício d IGIV não está clrmente estbelecido, não hvendo evidênci de que exist benefício ds dus modliddes em ssocição 4, chdo corrobordo por dus outrs revisões. 33, 34 Em função d flt de pdronizção de prâmetros, incidênci de efeitos dversos não pode ser dequdmente ferid, embor preç ser mis freqüente no grupo d plsmferese. A fcilidde de uso foi significtivmente superior nos grupos d IGIV em função d vi de dministrção e necessidde de equipmento e profissionis devidmente hbilitdos. 34 Dest form o uso IGIV é recomendd em todos queles pcientes com critérios dignósticos estbelecidos de SGB em estágio moderdo-grve, sendo su dministrção efetiv dependente d disponibilidde do fármco e experiênci do centro de tendimento terciário envolvido. Esquem de dministrção: 0,4 g/kg/di, por vi intrvenos, durnte 5 dis. Monitorizção: vlição prévi d função renl, especilmente em pcientes dibéticos; controle de sinis clínicos pr nfilxi Outrs modliddes terpêutics: Plsmferese: Uso clínico: plsmferese tem sido utilizd em váris condições médics há muitos nos 25, tnto com intuito de remover ftores tóxicos como pr repor ftores usentes. A técnic consiste n seprção do plsm ds céluls utilizndo um filtrção por membrn ou centrifugção. As céluls então são reinfundids no pciente o mesmo tempo em que o plsm é removido. Plsm fresco ou solução com lbumin são utilizdos pr mnutenção do volume e equilíbrio osmótico durnte o processo. Qutro ensios clínicos rndomizdos e comprdos com trtmento de suporte demonstrrm benefícios inequívocos d plsmferese em pcientes com SGB (moderd grve - grus 3 6) preferencilmente dentro de 7 dis pós o início dos nos principis desfechos de interesse, principlmente recuperção d cpcidde de dembulr com ou sem jud pós 4 semns 26-29, sendo que dois deles evidencirm benefícios sustentdos pós 2 meses. 26,30 Apens um ensio, de lt qulidde metodológic, demonstrou benefícios semelhntes nos pcientes com SGB leve (gru de incpcidde 0-2). 29 Adicionlmente combinção de chdos de todos estes estudos (totlizndo 604 pcientes) demonstrou que plsmferese tmbém diminuiu o tempo de VM, risco de infecções grves, instbilidde crdiovsculr e rritmis crdícs em relção trtmento de suporte. 25 O ppel d plsmferese em crinçs menores de 2 nos de

42 <!ID > 42 ISSN Nº 76, qurt-feir, 2 de setembro de 2007 idde e pós 30 dis do início dos sintoms permnece incerto. 25,38 Em dultos o uso d plsmferese é recomenddo em pcientes com SGB estbelecid, sendo su dministrção efetiv dependente d disponibilidde do método e d experiênci do centro de tendimento terciário envolvido. Esquem de utilizção: nos csos leves, dus sessões; csos moderdo-grves (escl de 3-6) 25,28,29, qutro sessões. O volume de plsm removido por sessão deve ser de ml/kg 6,35 cd 48 hors. Monitorizção: exme vsculr periférico, crdíco e controle de infecções intercorrentes Interferon Bet : existe pens um ensio clínico bordndo o ppel deste imunomoduldor n SGB 40, porém como trtmento djuvnte à IVIG. Dezenove pcientes form rndomizdos pr receber IVIG com ou sem Interferon Bet subcutâneo, por 24 semns. Ao finl do estudo observou-se usênci de diferençs significtivs entre os dois grupos de trtmento qunto à tx de recuperção. Dest form o uso deste fármco não pode ser recomenddo os pcientes com SGB Apresentções disponíveis: Imunoglobulin humn: frscos-mpol de 0,5;,0; 2,5; 3,0; 5,0; 6,0 g; <!ID > 7.5. Benefícios esperdos com o trtmento Diminuição do tempo de recuperção d cpcidde de dembulr com jud e sem jud; Diminuição do número de pcientes com complicções ssocids, que necessitm de VM; Diminuição do tempo de VM; Aumento porcentgem de pcientes com recuperção totl d forç musculr em no e diminuição d mortlidde em no. 8. CENTRO DE REFERÊNCIA Todos os pcientes que presentrem dignóstico comptível com SGB ou sus vrintes dentro de um período de no máximo 30 dis devem ser encminhdos um Unidde de Terpi Intensiv, pr monitorizção clínic e trtmento específico. 9. TERMO DE CO N S E N T I M E N TO INFORMADO É obrigtóri cientificção do pciente, ou de seu responsável legl, cerc dos potenciis benefícios, efeitos colteris, contr-indicções e riscos relciondos o uso do medicmento preconizdo neste protocolo, o que deverá ser formlizdo por meio d ssintur de Termo de Consentimento Informdo. 0. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. Amto AA: Acquired neuropthies. In Dumitru D (ed): Electrodignostic Medicine Hnley & Belfus, Inc 200 pp Ropper AH: The Guillin-Brré syndrome. N Engl J Med 992 ; 326 : Asbury AK, Cornblth DR. Assessment of current dignostic criteri for Guillin-Brré syndrome. Ann Neurol 990;27 Suppl:S2-S24 4. Plsm Exchnge/Sndoglobulin Guillin-Brré Syndrome Tril Group. Rndomized tril of plsm exchnge, intrvenous immunoglobulin, nd combined tretments in Guillin-Brré syndrome. Lncet 997;349: Visser LH, Schmitz PIM, Meulstee, et l. Prognostic fctors of Guillin-Brré syndrome fter intrvenous immunoglobulin or plsm exchnge. 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Assim, declro que: Fui clrmente informdo() de que o medicmento que psso receber pode trzer os seguintes benefícios: diminuição do tempo de recuperção motor (mior rpidez do início d cpcidde de cminhr com ou sem uxílio); diminuição de complicções ssocids, incluindo necessidde de ventilção mecânic; diminuição do tempo de ventilção mecânic, cso est sej necessári; umento d forç musculr em no; diminuição d mortlidde em no. Fui tmbém clrmente informdo() respeito ds seguintes contr-indicções, potenciis efeitos colteris e riscos: - medicmento clssificdo n gestção como ctegori C (estudos em nimis mostrrm normliddes nos descendentes, porém não há estudos em humnos; o risco pr o bebê não pode ser descrtdo, ms um benefício potencil pode ser mior que os riscos) - os efeitos colteris já reltdos são: dor de cbeç, clfrios, febre, reções no locl de plicção d injeção que incluem dor, coceir e vermelhidão, umento de cretinin e uréi no sngue, seguido de oligúri e núri, insuficiênci renl gud, necrose tubulr gud, nefropti tubulr proximl, nefrose osmótic. - medicmento contr-indicdo em csos de hipersensibilidde (lergi) o fármco; - o risco d ocorrênci de efeitos dversos ument com superdosgem. Estou ciente de que posso suspender o trtmento qulquer momento, sem que este fto implique qulquer form de constrngimento entre mim e meu médico, que se dispõe continur me trtndo em quisquer circunstâncis. Autorizo o Ministério d Súde e s Secretris de Súde fzer uso de informções reltivs o meu trtmento desde que ssegurdo o nonimto. Declro, finlmente, ter compreendido e concorddo com todos os termos deste Consentimento Informdo. Assim, o fço por livre e espontâne vontde e por decisão conjunt, minh e de meu médico. Pciente: Documento de identidde: Sexo: Msculino ( ) Feminino ( ) Idde: Endereço: Cidde: CEP: Telefone: ( ) Responsável legl (qundo for o cso): Documento de identidde do responsável legl: Assintur do pciente ou do responsável legl Médico Responsável: CRM: UF: Endereço: Cidde: CEP: Telefone: ( ) Assintur e crimbo do médico Dt Observções: ) O preenchimento completo deste Termo e su respectiv ssintur são imprescindíveis pr o fornecimento do medicmento. 2) Este Termo será preenchido em dus vis: um será rquivd n frmáci responsável pel dispensção dos medicmentos e outr será entregue o pciente. <!ID > PORTARIA Nº 497, DE DE SETEMBRO DE 2007 O Secretário de Atenção à Súde, no uso de sus tribuições; Considerndo o disposto no rt. 3º d Portri nº 44/GM, de 0 de jneiro de 200, que define s regrs pr hbilitção de unidde prestdor de serviços do Sistem Único de Súde - SUS, em regime de Hospitl di; e Considerndo os preceres fvoráveis dos respectivos gestores locis do SUS, resolve: Art. º - Hbilitr o hospitl seguir relciondo, no código Procedimentos cirúrgicos, dignósticos ou terpêuticos, em regime de Hospitl Di - nos termos d Portri nº 44/GM, de 0 de jneiro de 200. UF MUNICÍPIO CNES CNPJ ENTIDADE GESTÃO SP GUARUJÁ / HOSPITAL SANTO AMARO PLENA Art. 2º - Instruir que hbilitção concedid por est Portri não crretrá lterção no teto finnceiro do Estdo e/ou Município. Art. 3º - Est Portri entr em vigor n dt de su publicção, com efeitos n competênci setembro de JOSÉ CARVALHO DE NORONHA RETIFICAÇÃO N Portri SAS/MS nº 484, de 27 de gosto de 2007, publicd no Diário Oficil d União nº 67, de 29 de gosto de 2007, Seção, págin 7, que hbilit serviços do Cerá n Súde Auditiv: Onde se lê: Art. º - Hbilitr, com pendêncis, no Estdo do Cerá como Serviço de Atenção à Súde Auditiv n Alt Complexidde, os estbelecimentos seguir relciondos: Art. 2º - Hbilitr, com pendêncis, no Estdo do Cerá como Serviço de Atenção à Súde Auditiv n Médi Complexidde, os estbelecimentos seguir relciondos: Lei-se: Art. º - Hbilitr, com pendêncis, no Estdo do Cerá como Serviço de Atenção à Súde Auditiv n Médi Complexidde, os estbelecimentos seguir relciondos: Art. 2º - Hbilitr, com pendêncis, no Estdo do Cerá como Serviço de Atenção à Súde Auditiv n Alt Complexidde, os estbelecimentos seguir relciondos:

43 <!ID > <!ID54723-> <!ID > <!ID > <!ID > <!ID > Nº 76, qurt-feir, 2 de setembro de 2007 ISSN Ministério ds Comunicções AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES SUPERINTENDÊNCIA DE RADIOFREQUÊNCIA E FISCALIZAÇÃO ATO , DE 3 DE AGOSTO DE 2007 O SUPERINTENDENTE DE RADIOFREQÜÊNCIA E FIS- CALIZAÇÃO DA AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICA- ÇÕES - ANATEL, no uso ds tribuições que lhe form conferids pel Portri n o 86, de 9 de bril de 2006, e: CONSIDERANDO o pedido de extensão do escopo de certificção mnifestdo pelo Orgnismo de Certificção Designdo - OCD; resolve: Art. o Aprovr lterção do escopo de certificção do OCD Associção NCC Certificções do Brsil, conforme list nex. Art. 2 o Revogr, em conseqüênci, o Ato n o 65.3, publicdo no Diário Oficil d União de 25 de mio de Art. 3 o Este Ato entr em vigor n dt de su publicção. EDILSON RIBEIRO DOS SANTOS ANEXO ESCOPO DE CERTIFICAÇÃO PRODUTOS CLASSIFICADOS NA CATEGORIA I Item Fmíli de Produtos 0 Centris Privds de Comutção Telefônic 02 Cbos Coxiis (Ctegori I) 03 Cbos pr Trnsmissão de Ddos 04 Cbos Telefônicos pr o STFC (Ctegori I) 05 Equipmentos Terminis (exceto ETAs, Modems, CPCTs e Telefones) 06 Equipmentos Terminis IP (com fio) 07 Equipmentos Terminis IP (sem fio) 08 Estções Terminis de Acesso 09 Fios Telefônicos (exceto FDG) 0 Modems Telefones (Serviço Fixo) 2 Telefones (Serviços Móveis) 3 Tr n s c e p t o r e s PRODUTOS CLASSIFICADOS NA CATEGORIA II Item Fmíli de Produtos 0 Amplificdor de potênci RF (exceto pr estção terren) 02 Antens 03 Equipmentos (não rdiodifusão) 04 Equipmentos de Rdição Restrit 05 Equipmentos de Rdiodifusão - TV 06 Equipmentos de Rdiodifusão Sonor 07 Equipmento pr Estção Terren 08 Equipmentos pr Serviço Auxilir de Rdiodifusão 09 Trnsceptores pr Estção Rádio Bse PRODUTOS CLASSIFICADOS NA CATEGORIA III Item Fmíli de Produtos 0 Cbos Coxiis (Ctegori III) 02 Cbos Telefônicos pr o STFC (ctegori III) 03 Centris de Comutção 04 Conectores 05 Equipmentos pr Comunicção de Ddos 06 Fios Telefônicos 07 Fontes CC. 08 Módulos Protetores 09 Multiplex Digitl 0 Sistems de Retificdores Splitter 2 Terminis de Linhs Óptics 3 Uniddes Retificdors 4 Uniddes de Supervisão Observção: A relção que compõe este escopo é constituíd por fmílis de produtos. Pr fins de certificção dos produtos ssocidos cd fmíli, o OCD deverá consultr s lists de produtos detlhds que compõem o conjunto de requisitos técnicos plicáveis cd ctegori. Os requisitos técnicos menciondos estão disponíveis n págin d Antel n Internet e serão tulizdos sempre que necessário. ATO , DE 3 DE AGOSTO DE 2007 O SUPERINTENDENTE DE RADIOFREQÜÊNCIA E FIS- CALIZAÇÃO DA AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICA- ÇÕES - ANATEL, no uso ds tribuições que lhe form conferids pel Portri n o 86, de 9 de bril de 2006, e: CONSIDERANDO reformulção implementd n list de referênci de produtos pr telecomunicções, com inclusão de novos tipos de produtos pssíveis de certificção compulsóri, disponibilizd n págin d Antel n Internet; CONSIDERANDO o pedido de extensão do escopo de certificção mnifestdo pelo Orgnismo de Certificção Designdo - OCD, resolve: Art. o Aprovr lterção do escopo de certificção do Orgnismo de Certificção Fundção CPqD - Centro de Pesquis e Desenvolvimento em Telecomunicções, conforme list nex. Art. 2 o Revogr, em conseqüênci, o Ato n o , publicdo no Diário Oficil d União de 29 de dezembro de Art. 3 o Este Ato entr em vigor n dt de su publicção. EDILSON RIBEIRO DOS SANTOS ANEXO ESCOPO DE CERTIFICAÇÃO PRODUTOS CLASSIFICADOS NA CATEGORIA I Item Fmíli de Produtos 0 Centris Privds de Comutção Telefônic 02 Cbos Coxiis (Ctegori I) 03 Cbos pr Trnsmissão de Ddos 04 Cbos Telefônicos pr o STFC (Ctegori I) 05 Equipmentos Terminis (exceto ETAs, Modems, CPCTs e Telefones) 06 Equipmentos Terminis IP (com fio) 07 Equipmentos Terminis IP (sem fio) 08 Estções Terminis de Acesso 09 Fios Telefônicos (exceto FDG) 0 Modems Telefones (Serviço Fixo) 2 Telefones (Serviços Móveis) 3 Tr n s c e p t o r e s PRODUTOS CLASSIFICADOS NA CATEGORIA II Item Fmíli de Produtos 0 Amplificdor de potênci RF (exceto pr estção terren) 02 Antens 03 Equipmentos (não rdiodifusão) 04 Equipmentos de Rdição Restrit 05 Equipmentos de Rdiodifusão - TV 06 Equipmentos de Rdiodifusão Sonor 07 Equipmento pr Estção Terren 08 Equipmentos pr Serviço Auxilir de Rdiodifusão 09 Trnsceptores pr Estção Rádio Bse PRODUTOS CLASSIFICADOS NA CATEGORIA III Item Fmíli de Produtos 0 Acumuldores de Energi (Bteri) 02 Cbos Coxiis (Ctegori III) 03 Cbos Telefônicos pr o STFC (ctegori III) 04 Centris de Comutção 05 Conectores 06 Equipmentos pr Comunicção de Ddos 07 Fios Telefônicos 08 Fontes CC. 09 Módulos Protetores 0 Multiplex Digitl Sistems de Retificdores 2 Splitter 3 Terminis de Linhs Óptics 4 Uniddes Retificdors 5 Uniddes de Supervisão GERÊNCIA-GERAL DE FISCALIZAÇÃO DESPACHOS DO GERENTE-GERAL Observção: A relção que compõe este escopo é constituíd por fmílis de produtos. Pr fins de certificção dos produtos ssocidos cd fmíli, o OCD deverá consultr s lists de produtos detlhds que compõem o conjunto de requisitos técnicos plicáveis cd ctegori. Os requisitos técnicos menciondos estão disponíveis n págin d Antel n Internet e serão tulizdos sempre que necessário. ATO , DE DE SETEMBRO DE 2007 Autorizr CENTRO DE PESQUISAS AVANCADAS WER- NHER VON BRAUN, CNPJ nº /000-57, relizr operção temporári de equipmentos de rdiocomunicção, n cidde de Limeir/SP, no período de /09/2007 8/0/2007. EDILSON RIBEIRO DOS SANTOS Superintendente <!ID > ATO , DE DE SETEMBRO DE 2007 Autorizr TNL PCS S.A., CNPJ nº / relizr operção temporári de equipmentos de rdiocomunicção, n cidde de São Pulo/SP, no período de 24/09/2007 0/0/2007. EDILSON RIBEIRO DOS SANTOS Superintendente Aplico snção de MULTA, no vlor de R$ 250,00 (duzentos e cinqüent reis), por ter infringido o disposto no rtigo 63 d Lei 9.472/97 à: N.º do Processo Entidde Cidde - UF Dt ALEX LUENEMBERG São Joquim - SC 28/07/ ANTÔNIO ECKEL Mfr - SC 24/03/ ARDOLI LEHMANN DE SOUZA Agrolândi - SC 9/0/ ASSOCIAÇÃO DE MORADORES DA COMUNIDADE DE TRÊS Cmpos Novos - SC 30/08/2006 P O RT E I R A S ATILA ZAVARIZE São Joquim - SC 28/07/ AUGUSTO GUSTAVO LOHMANN Irni - SC 20/02/ BENTO VIEIRA DA ROSA São Joquim - SC 28/07/ CLÓVIS SCARIOT Xvntin - SC 03/03/ COMASTEL COMÉRCIO E ASSISTÊNCIA EM TELEFONIA LT- Timbó - SC 8/0/2005 DA ELEMAR PAULA KLEMENT Plmitos - SC 20/02/ HERVAL BALDESSARI Ppnduv - SC 03/03/ ILMA BAUER Agrolândi - SC 9/0/ IVO MERIZ Pouso Redondo - SC 28/07/ LEOCIR WESP Irni - SC 20/02/ LORENA BELINTANI SWAIN Gurniçu - PR 2 / / MILTON ANTÔNIO JANISCH Concórdi - SC 20/04/ NELSON DE SOUZA Itá - SC 03/04/ OLÍRIO ALVES DA SILVA Correi Pinto - SC 07/04/ PARANÁ EQUIPAMENTOS S.A Curitib - PR 20/04/ PREFEITURA MUNICIPAL DE IPORÃ DO OESTE Iporã do Oeste - SC 3/02/ SAMARITANO POSTAL Mngueirinh - PR 2 / / SÉRGIO PERIN Plmitos - SC 20/02/ TELMO FÉLIX ARNS Ilhot - SC 03/03/ VALMIR DOS SANTOS QUEVEDO Cpnem - PR 20/02/ VILSON WERMEIER Ipumirim - SC 22/02/ ZEFERINO OTÁVIO GHIDOLIN Quilombo - SC 03/03/2006 JOSÉ JOAQUIM DE OLIVEIRA N.º do Processo Entidde Cidde - UF Dt ASSOCIAÇÃO COMUNITÁRIA DE TELEFONIA NOSSA SENHO- Cpinzl - SC 20/0/2006 RA DA SAÚDE ASSOCIAÇÃO COMUNITÁRIA DE TELEFONIA SÃO CRISTÓ- Cpinzl - SC 20/0/2006 VÃO CAMARGO CORRÊA EQUIPAMENTOS E SISTEMAS S/A Cmpos Novos - SC 20/0/ GESIELA SCHMIDT Cpinzl - SC 20/0/ NOELY TOALDO Cpinzl - SC 20/0/2006 ANTÔNIO ROBERTO ZANONI Substituto

44 <!ID > <!ID > <!ID > 44 ISSN Nº 76, qurt-feir, 2 de setembro de 2007 Em 3 de jneiro de 2003 ATO 66.90, DE 3 DE AGOSTO DE 2007 ATO , DE DE SETEMBRO DE 2007 Processo / dverte à CELULAR CRT S/A., executnte do Serviço Móvel Celulr n cidde de Bgé, Estdo do Rio Grnde do Sul, por estr incurs no rtigo 73, inciso I d Lei n o /97, em infringênci os itens 5.5. e 8.7 "l" d NGT n. 20/96 e o rt. 62 d LGT. ORLANDO DE LUCA JÚNIOR Em Exercício Em de fevereiro de 2004 Processo / plic à ASSOCIAÇÃO CUL- TURAL DE RADIODIFUSÃO COMUNITÁRIA CRISTALENSE FM, entidde não outorgd estbelecid n cidde de Cristl, Estdo do Rio Grnde do Sul, snção de mult no vlor de R$.858,69 (mil oitocentos e cinqüent e oito reis e sessent e nove centvos), por estr incurs no rtigo 73, inciso II, d Lei n o /97, em infringênci o rtigo 63 d LGT. HIROSHI WATANABE Em 27 de novembro de 2006 Processo / plic à TRANSTAN TRANS- PORTES LTDA., entidde não outorgd estbelecid n cidde de Montenegro, Estdo do Rio Grnde do Sul, snção de mult no vlor de R$ 250,00 (duzentos e cinqüent reis), por estr incurs no rtigo 73, inciso II, d Lei n o /97, em infringênci o rtigo 63 d LGT. JOSÉ JOAQUIM DE OLIVEIRA SUPERINTENDÊNCIA DE SERVIÇOS PRIVADOS ATO 66.26, DE 3 DE JULHO DE 2007 Processo n. o /2007. Expede utorizção à MO- TOROLA INDUSTRIAL LTDA., CNPJ/MF n. o /000-2, pr explorr o Serviço Especil Pr Fins Científicos ou Experimentis, de interesse restrito, sem cráter de exclusividde, pelo przo de 6 meses, contdo prtir d dt de publicção deste Ato, e tendo como áre de prestção do serviço Cidde do Rio de Jneiro no Estdo do Rio de Jneiro. JARBAS JOSÉ VALENTE Superintendente ATO 66.33, DE 7 DE AGOSTO DE /2007. Expede utorizção à BRA- SIL TELECOM COMUNICAÇÃO MULTIMÍDIA LTDA, CNPJ n o /000-93, pr explorr o Serviço Especil Pr Fins Científicos ou Experimentis, de interesse restrito, sem cráter de exclusividde, pelo przo de 6 meses, contdo prtir d dt de publicção deste Ato, e tendo como áre de prestção do serviço cidde de Porto Alegre no Estdo do Rio Grnde do Sul JARBAS JOSÉ VALENTE Superintendente ATO , DE 30 DE AGOSTO DE Outorg utorizção de rdiofreqüênci(s) à ASSOCIACAO DE TAXISTAS DO COMUM RADIO TAXI DA CAPITAL - CA- PITAL RADIO TAXI, CNPJ n o /000-54, sem exclusividde, em cráter precário, té 30 de Agosto de 207, ssocid à utorizção pr explorção do Serviço Limitdo Privdo, submodlidde Serviço de Rdiotáxi Privdo, referente(s) o(s) rdioenlce(s) ncilr(es). JARBAS JOSÉ VALENTE Superintendente ATO , DE 3 DE AGOSTO DE /997. Prorrog o przo de vigênci d utorizção de uso d rdiofreqüênci 469,625 MHz e utoriz o uso d rdiofreqüênci 469,275 MHz à EMPRESA DE TAXI RM LTDA, CNPJ /000-93, ssocid à utorizção pr explorção do Serviço Limitdo Privdo, submodlidde Serviço de Rdiotáxi Privdo, sem exclusividde, em cráter precário e de form oneros, té 05 de Agosto de 207 tendo como áre de prestção do serviço Região Metropolitn de São Pulo, no Estdo de São Pulo, referente(s) o rdioenlce(s) ncilir(es). JARBAS JOSÉ VALENTE Superintendente /997. Prorrog o przo de vigênci d outorg de utorizção de uso d rdiofreqüênci 60,4 MHz, consignd s estções de rdiocomunicções d EMPRESA DE TAXI RM LTDA, CNPJ n o /000-93, té 5 de Agosto de 207, sem exclusividde, em cráter precário, ssocid à utorizção pr explorção do Serviço Limitdo Privdo, submodlidde Serviço de Rdiotáxi Privdo, de interesse restrito, expedid nteriormente, tendo como áre de prestção Região Metropolitn de São Pulo no Estdo de São Pulo JARBAS JOSÉ VALENTE Superintendente ATO , DE 3 DE SETEMBRO DE / Prorrog o przo de vigênci d outorg de utorizção de uso d(s) rdiofreqüênci(s), 58,7 MHz consignd(s) (s) estção(ões) de rdiocomunicções d COOPERATIVA MISTA DE TRANSPORTE DE PASSAGEIROS E CARGAS DO ESTADO DO PARÁ, CNPJ n o /000-66, té 7 de Julho de 207, sem exclusividde, em cráter precário, ssocid à utorizção pr explorção do Serviço Limitdo Privdo, submodlidde Serviço de Rdiotáxi Privdo, de interesse restrito, expedid nteriormente, tendo como áre de prestção o município de Mrbá/PA.. JARBAS JOSÉ VALENTE Superintendente ATO , DE 5 DE SETEMBRO DE /998. Outorg utorizção pr uso de rdiofreqüênci à BCP S.A., CNPJ n o / ssocid à utorizção pr explorção do Serviço SERVIÇO MOVEL PESSOAL, referente(s) o(s) rdioenlce(s) ncilir(es). JARBAS JOSÉ VALENTE Superintendente <!ID > ATO , DE 4 DE SETEMBRO DE 2007 Prorrog utorizção pr uso de rdiofreqüênci à ASSO- CIACAO DAS PIONEIRAS SOCIAIS, CNPJ n o / ssocid à utorizção pr explorção do Serviço Limitdo Privdo submodlidde Serviço de Rede Privdo. JARBAS JOSÉ VALENTE Superintendente ATO , DE 0 DE SETEMBRO DE 2007 Outorg utorizção pr uso de rdiofreqüênci à TVSBT CANAL DO RIO DE JANEIRO LTDA, CNPJ n o / ssocid à utorizção pr executr o Serviço Limitdo Privdo submodlidde Serviço de Rede Privdo. JARBAS JOSÉ VALENTE Superintendente ATO , DE DE SETEMBRO DE 2007 Expede utorizção à COMPANHIA MUNICIPAL DE AD- MINISTRACAO PORTUARIA, CNPJ n o /000-0 pr explorção do serviço Limitdo Privdo submodlidde Serviço de Rede Privdo e outorg utorizção de uso de rdiofreqüênci ssocid utorizção do serviço. JARBAS JOSÉ VALENTE Superintendente ATO , DE DE SETEMBRO DE 2007 Expede utorizção à CURTUME PAQUETA LTDA., CNPJ n o / pr explorção do serviço Limitdo Privdo submodlidde Serviço de Rede Privdo e outorg utorizção de uso de rdiofreqüênci ssocid utorizção do serviço. JARBAS JOSÉ VALENTE Superintendente ATO , DE DE SETEMBRO DE 2007 Expede utorizção à DOUGLAS DE ABREU PINTO, CPF n o pr explorção do serviço Limitdo Privdo submodlidde Serviço de Rede Privdo e outorg utorizção de uso de rdiofreqüênci ssocid utorizção do serviço. JARBAS JOSÉ VALENTE Superintendente Expede utorizção à GERA GERADORA DE ENERGIA DO AMAZONAS S/A, CNPJ n o /000-7 pr explorção do serviço Limitdo Privdo submodlidde Serviço de Rede Privdo e outorg utorizção de uso de rdiofreqüênci ssocid utorizção do serviço. JARBAS JOSÉ VALENTE Superintendente ATO , DE DE SETEMBRO DE 2007 Expede utorizção à JOANA GOMES DE ANDRADE, CPF n o pr explorção do serviço Limitdo Privdo submodlidde Serviço de Rede Privdo e outorg utorizção de uso de rdiofreqüênci ssocid utorizção do serviço. JARBAS JOSÉ VALENTE Superintendente ATO , DE DE SETEMBRO DE 2007 Expede utorizção à JOAO CARLOS DE SENA ARAUJO, CNPJ n o /000-3 pr explorção do serviço Limitdo Privdo submodlidde Serviço de Rede Privdo e outorg utorizção de uso de rdiofreqüênci ssocid utorizção do serviço. JARBAS JOSÉ VALENTE Superintendente ATO , DE DE SETEMBRO DE 2007 Expede utorizção à JUVENAL FERREIRA CALDAS NE- TO, CPF n o pr explorção do serviço Limitdo Privdo submodlidde Serviço de Rede Privdo e outorg utorizção de uso de rdiofreqüênci ssocid utorizção do serviço. JARBAS JOSÉ VALENTE Superintendente ATO , DE DE SETEMBRO DE 2007 Expede utorizção à MANOEL PEDRO DE OLIVEIRA, CPF n o pr explorção do serviço Limitdo Privdo submodlidde Serviço de Rede Privdo e outorg utorizção de uso de rdiofreqüênci ssocid utorizção do serviço. JARBAS JOSÉ VALENTE Superintendente ATO , DE DE SETEMBRO DE 2007 Expede utorizção à MARIA IZABEL DA COSTA, CPF n o pr explorção do serviço Limitdo Privdo submodlidde Serviço de Rede Privdo e outorg utorizção de uso de rdiofreqüênci ssocid utorizção do serviço. JARBAS JOSÉ VALENTE Superintendente ATO 67.07, DE DE SETEMBRO DE 2007 Expede utorizção à MOISES DE FREITAS JUNIOR, CPF n o pr explorção do serviço Limitdo Privdo submodlidde Serviço de Rede Privdo e outorg utorizção de uso de rdiofreqüênci ssocid utorizção do serviço. JARBAS JOSÉ VALENTE Superintendente ATO , DE DE SETEMBRO DE 2007 Expede utorizção à NEIDE PELELISSER DE TONI, CPF n o pr explorção do serviço Limitdo Privdo submodlidde Serviço de Rede Privdo e outorg utorizção de uso de rdiofreqüênci ssocid utorizção do serviço. JARBAS JOSÉ VALENTE Superintendente ATO , DE DE SETEMBRO DE 2007 Expede utorizção à NETTO COMÉRCIO DE GÁS LTDA, CNPJ n o /000- pr explorção do serviço Limitdo Privdo submodlidde Serviço de Rede Privdo e outorg utorizção de uso de rdiofreqüênci ssocid utorizção do serviço. JARBAS JOSÉ VALENTE Superintendente

45 <!ID > <!ID > Nº 76, qurt-feir, 2 de setembro de 2007 ISSN ATO , DE DE SETEMBRO DE 2007 Outorg utorizção pr uso de rdiofreqüênci à PAULO ROBERTO BARROS PESSOA, CPF n o ssocid à utorizção pr executr o Serviço Limitdo Privdo submodlidde Serviço de Rede Privdo. JARBAS JOSÉ VALENTE Superintendente ATO , DE DE SETEMBRO DE 2007 Expede utorizção à RUBENS PESCA, CPF n o pr explorção do serviço Limitdo Privdo submodlidde Serviço de Rede Privdo e outorg utorizção de uso de rdiofreqüênci ssocid utorizção do serviço. JARBAS JOSÉ VALENTE Superintendente <!ID > ATO , DE DE SETEMBRO DE 2007 Processo n o /2007 Expede utorizção à TELEVISÃO BANDEIRANTES DE PRESIDENTE PRUDENTE LTDA., inscrit no CNPJ sob o n o /000-09, pr executr, pr uso próprio, o Serviço Limitdo Privdo, sub modlidde Serviço de Rede Privdo, de interesse restrito, em âmbito interior, por przo indetermindo, sem cráter de exclusividde, e tendo como áre de explorção do serviço o território ncionl. DIRCEU BARAVIERA Substituto SECRETARIA DE SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO ELETRÔNICA <!ID > PORTARIA 74, DE 0 DE SETEMBRO DE 2007 A SECRETÁRIA DE SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO ELETRÔNICA DO MINISTÉRIO DAS COMUNICAÇÕES, no uso de sus tribuições, e tendo em vist o que const do Processo n /2007, resolve: Aprovr s novs crcterístics técnics de operção d REDE INTEGRIDADE DE RADIODIFUSÃO LTDA, permissionári do Serviço de Rdiodifusão de Sonor em Freqüênci Moduld, no município de Tubté, Estdo de São Pulo, cnl 228, clsse A. ZILDA BEATRIZ S. DE CAMPOS ABREU ( R$ 9, Ministério de Mins e Energi GABINETE DO MINISTRO DESPACHOS DO MINISTRO Em 0 de setembro de 2007 Processo DNPM n o /2004. Interessdo: Sindicto ds Indústris Cerâmics e Olris Centro Sul do Prná. Assunto: Pedido de Revisão de decisão do Excelentíssimo Senhor Ministro de Estdo de Mins e Energi, publicd no Diário Oficil d União de 26 de dezembro de 2006, que negou provimento o Recurso Hierárquico. Despcho: Nos termos do Precer CONJUR/MME n o 544/2007, que doto como fundmento dest decisão, não conheço do Pedido de Revisão. <!ID > Processo DNPM n o /2007. Recorrentes: Edison Afonso Rmos Brndão e Benjmim Isc Benoliel. Assunto: Pedido de certidão. Despcho: Nos termos do Precer CONJUR/MME n o 543/2007, que doto como fundmento dest decisão, nego provimento o recurso. Processos DNPM n os / / e / Interessdos: Brmok Minerção Ltd., José Mri Fernndes, MRVP - Minerção Vle do Rio Pircicb Ltd. e Mitsubishi Corportion do Brsil S/A. Assunto: Requerimentos sobre complementção ou substituição de proposts em Editl de Disponibilidde de Áre no przo pré-fixdo, formuldos pelos interessdos. Despcho: Nos termos do Precer CONJUR/MME n o 545/2007, que doto como fundmento dest decisão, indefiro os requerimentos dos interessdos e determino devolução dos utos à origem pr os procedimentos de rotin. Processos DNPM n os /2002, /2002, /2002, /2002, /2002 e /2002. Interessdo: Sindicto ds Indústris Cerâmics e Olris Centro Sul do Prná. Assunto: Pedido de Revisão de decisão do Excelentíssimo Senhor Ministro de Estdo de Mins e Energi, publicd no Diário Oficil d União de 26 de dezembro de 2006, que negou provimento o Recurso Hierárquico. Despcho: Nos termos do Precer CONJUR/MME n o 546/2007, que doto como fundmento dest decisão, não conheço do Pedido de Revisão. Processo DNPM n o 85.08/97. Recorrente: Márci Elen Teixeir Tomz-ME. Assunto: Recurso Hierárquico interposto contr to do Senhor Chefe do o Distrito, rtificdo pelo Senhor Diretor-Gerl do Deprtmento Ncionl de Produção Minerl - DNPM, mntendo o despcho de indeferimento de plno de requerimento de utorizção de pesquis. Despcho: Nos termos do Precer CONJUR/MME n o 548/2007, que doto como fundmento dest decisão, conheço do recurso pr negr-lhe provimento, e, determino restituição do processo o Deprtmento Ncionl de Produção Minerl - DNPM pr s providêncis decorrentes. NELSON JOSÉ HUBNER MOREIRA Interino AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA 545, DE DE SETEMBRO DE 2007 Homolog s trifs de fornecimento e de suprimento de energi elétric e s Trifs de Uso dos Sistems de Distribuição - TUSD, estbelece receit nul ds instlções de conexão e fix o vlor nul d Tx de Fisclizção de Serviços de Energi Elétric - TFSEE, referentes à Celg Distribuição S.A. - CELG-D O DIRETOR-GERAL DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL, no uso de sus tribuições regimentis, de cordo com deliberção d Diretori, tendo em vist o disposto n legislção vigente pertinente, o que const do Processo n / , e considerndo que: é d competênci d ANEEL tur, n form d lei e do contrto, nos processos de definição e controle de preços e trifs de energi elétric, homologndo seus vlores iniciis, rejustes e revisões, conforme o rt. 3 o - d Lei n o , de 26 de dezembro de 996, com redção dd pelo rt. 9 o - d Lei n o , de 5 de mrço de 2004; s disposições sobre o rejuste trifário nul constm d Cláusul Sétim do Contrto de Concessão de Distribuição n o 063/2000, celebrdo entre Celg Distribuição S.A. - CELG-D e União, por intermédio d Agênci Ncionl de Energi Elétric - ANEEL, em 25 de gosto de 2000; e Resolução Normtiv n 243, de 9 de dezembro de 2006, lterou metodologi de cálculo ds Trifs de Uso do Sistem de Distribuição - TUSD e ds Trifs de Energi Elétric - TE plicáveis às concessionáris e permissionáris de serviço público de distribuição do Sistem Interligdo Ncionl - SIN, com mercdo próprio inferior 500 GWh/no, resolve: Art. Homologr o resultdo do rejuste trifário nul de 2007 d Celg Distribuição S.A. - CELG-D, ser plicdo de cordo com s condições estbelecids nest Resolução. Art. 2 As trifs d CELG-D, constntes dos Anexos II e II- B d Resolução Homologtóri n 375, de 05 de setembro de 2006, ficm, em médi, rejustds em 3,04% (três vírgul zero qutro por cento), sendo 3,78% (três vírgul setent e oito por cento) reltivos o rejuste trifário nul econômico e - 0,74% (zero vírgul setent e qutro por cento negtivos) referentes os componentes finnceiros pertinentes, correspondendo um efeito médio de - 4,3% (qutro vírgul treze por cento negtivos) ser percebido pelos consumidores. Art. 3 As trifs constntes do Anexo I, que contemplm o rejuste trifário nul econômico e os componentes finnceiros pertinentes, estrão em vigor no período de 2 de setembro de 2007 de setembro de Art. 4 As trifs constntes do Anexo II, que contemplm somente o rejuste trifário nul econômico, estrão em vigor prtir de 2 de setembro de 2008 e deverão constituir bse de cálculos trifários subseqüentes. Art. 5 Fixr s Trifs de Uso dos Sistems de Distribuição - TUSD d CELG-D, constntes dos Anexos II-A e II-B, conforme s especificções seguir: I - s trifs constntes do Anexo II-A estrão em vigor no período de 2 de setembro de 2007 de setembro de 2008; e II - s trifs constntes do Anexo II-B estrão em vigor prtir de 2 de setembro de 2008 e deverão constituir bse de cálculos trifários subseqüentes. Prágrfo único. As Trifs de Uso dos Sistems de Distribuição - TUSD de que trt o "cput" não se plicm às centris gerdors listds no Anexo VI d Resolução Homologtóri n 497, de 26 de junho de 2007, ou d que vier substituí-l. Art. 6 Estbelecer s receits nuis constntes dos Anexos III-A e III-B, referentes às instlções de conexão ds concessionáris de trnsmissão CEMIG Gerção e Trnsmissão S/A - CEMIG-GT e Furns Centris Elétrics S/A. - FURNAS, reltivs às Demis Instlções de Trnsmissão - DIT dedicds à CELG-D, conforme s especificções seguir: I - s receits nuis constntes do Anexo III-A estrão em vigor no período de 2 de setembro de 2007 de setembro de 2008; e II - s receits nuis constntes do Anexo III-B estrão em vigor prtir de 2 de setembro de 2008, devendo constituir bse de cálculos trifários subseqüentes. Art. 7 Fixr o vlor nul d Tx de Fisclizção de Serviços de Energi Elétric - TFSEE d CELG-D, referente o período de setembro de 2007 gosto de 2008, conforme o Anexo IV dest Resolução. Art. 8 Homologr Trif de Energi Elétric - TE e Trif de Uso dos Sistems de Distribuição - TUSD d CELG-D pr Compnhi Hidroelétric São Ptrício - CHESP, constntes dos Anexos V-A e V-B, conforme s especificções seguir: I - s trifs constntes do Anexo V-A, que contemplm o rejuste trifário nul econômico d TE e d TUSD e os componentes finnceiros pertinentes, estrão em vigor no período de 2 de setembro de 2007 de setembro de 2008; e II - s trifs constntes do Anexo V-B estrão em vigor prtir de 2 de setembro de 2008 e deverão constituir bse de cálculos trifários subseqüentes. A CELG D fic utorizd repssr às trifs constntes do Anexo V-A o percentul de 0,78% (zero vírgul setent e oito por cento) sobre TUSD e o percentul de 0,0% (zero vírgul dez por cento) sobre TE, pr efeito de cobertur dos dispêndios reltivos PIS/PASEP e COFINS. 2 Atendendo o princípio d modicidde trifári e à condição de equilíbrio econômico-finnceiro do contrto de concessão, não foi incluído no cálculo d TE de que trt o "cput" o vlor de R$ ,84 (um milhão, qutrocentos e cinqüent e um mil, novecentos e vinte e sete reis e oitent e qutro centvos), reltivo à diferenç entre s TE s prticds no período de jneiro de 2006 gosto de 2007 e quels reclculds em decorrênci d lterção metodológic estbelecid no rt. 5 d Resolução Normtiv n 243, de 9 de dezembro de 2006, o qul está sendo integrlmente diferido e será devidmente considerdo no próximo cálculo d TE d CELG- D pr CHESP. Art. 9 Fixr o vlor totl de R$ ,84 (um milhão, cento e trint e sete mil, setecentos e três reis e oitent e qutro centvos), referente o juste finnceiro de que trt o 2 o - do rt. 4 d Resolução Homologtóri n 497, de 2007, ser pgo pel gerdor Centris Elétrics Cchoeir Dourd - CDSA à CELG-D, conforme s especificções seguir: I - primeir metde, no vlor de R$ ,92 (quinhentos e sessent e oito mil, oitocentos e cinqüent e um reis e novent e dois centvos), ser pg em 2 (doze) prcels mensis iguis, prtir de outubro de 2007; e II - segund metde, no vlor restnte de R$ ,92 (quinhentos e sessent e oito mil, oitocentos e cinqüent e um reis e novent e dois centvos), devidmente tulizdo por ocsião do rejuste trifário d CELG-D em 2008, ser pg em 2 (doze) prcels mensis iguis, prtir de outubro de Art. 0. Devido à tul situção de indimplemento d CELG-D, o que impossibilit o rejuste de sus trifs, conforme o disposto no rt. 0 d Lei n 8.63, de 04 de mrço de 993, com redção dd pelo rt. 7 d Lei n 0.848, de 5 de mrço de 2004, concessionári plicrá, prtir de 2 de setembro de 2007, s trifs constntes dos Anexos VI, VI-A e VII. A CELG D fic utorizd repssr às trifs reltivs à CHESP, constntes do Anexo VII, o percentul de 0,32% (zero vírgul trint e dois por cento) sobre TUSD e o percentul de 0,0% (zero vírgul dez por cento) sobre TE, pr efeito de cobertur dos dispêndios reltivos PIS/PASEP e COFINS. 2 Somente pós comprovdo o dimplemento d CELG- D, Superintendênci de Regulção Econômic - SRE, medinte publicção de Despcho específico, estbelecerá dt prtir d qul poderão ser prticds s trifs de que trtm os rts. 3, 5 e 8 dest Resolução, constntes dos Anexos I, II-A e V-A. Art.. Est Resolução entr em vigor n dt de su publicção. JERSON KELMAN ANEXO I CELG LEGENDA: TUSD + TE < => (TARIFAS DE FORNECIMENTO ) TARIFA CONVENCIONAL QUADRO A DEMANDA ENERGIA DEMANDA ENERGIA DEMANDA ENERGIA SUBGRUPO (R$/kW) (R$/MWh) (R$/kW) (R$/MWh) (R$/kW) (R$/MWh) A3 (30 Kv 44 kv) 26,29 2,48 26,29 9,83 0,00 0,65 A4 (2,3 kv 25 Kv) 27,28 25,72 27,28 24,07 0,00 0,65 AS (Subterrâneo) 40, 3,58 48,82 9,07-8,7 22,5 B-RESIDENCIAL: 299,33 97,68 0,65 B-RESIDENCIAL BAIXA RENDA: Consumo mensl té 30 kwh 03,7 68,27 35,44 Consumo mensl superior 30 té 80 kwh 78,48 7, 48 6,00 Consumo mensl superior 80 té 00 kwh 79,62 8, 62 6,00 Consumo mensl superior 00 té 80 kwh 269,38 77,90 9,48 Consumo mensl superior o limite regionl de 299,33 97,68 0,65 80 kwh B2-RURAL 87,06 23,54 63,52 B2-COOPERATIVA DE ELETRIFICAÇÃO 36,09 89,88 46,2 RURAL B2-SERVIÇO PÚBLICO DE IRRIGAÇÃO 7,98 3, 58 58,40 B3-DEMAIS CLASSES 298,45 97,0 0,35

46 46 ISSN Nº 76, qurt-feir, 2 de setembro de 2007 B4-ILUMINAÇÃO PÚBLICA: B4 - Rede de Distribuição 53,75 0,54 52,2 B4b - Bulbo d Lâmpd 68,73, ,30 TARIFA HORO-SAZO- QUADRO B NAL AZUL DEMANDA (R$/kW) DEMANDA (R$/kW) DEMANDA (R$/kW) SUBGRUPO P O N TA F. PONTA P O N TA F. PONTA P O N TA F. PONTA A (230 kv ou mis) 3,85 0,00 3,85 0,00 0,00 0,00 A2 (88 38 kv) 5,25 2,65 5,25 2,65 0,00 0,00 A3 (69 kv) 24,09 5,49 24,09 5,49 0,00 0,00 A3 (30 44 kv) 29,85 8,54 29,85 8,54 0,00 0,00 A4 (2,3 25 kv) 30,82 8,83 30,82 8,83 0,00 0,00 AS (Subterrâneo) 32,23 3,54 48,82 9,07-6,59 4,47 TARIFA HORO-SA- QUADRO C ZONAL AZUL ENERGIA (R$/MWh) ENERGIA (R$/MWh) ENERGIA (R$/MWh) P O N TA F. PONTA P O N TA F. PONTA P O N TA F. PONTA SUBGRUPO SECA UMIDA SECA UMIDA SECA UMIDA SECA UMIDA SECA UMI- DA SECA UMI- DA A (230 kv ou 90,86 72,5 8, 60 07,95 8,72 8,72 8,72 8,72 72,4 53,79 99,88 89,23 mis) A2 (88 38 kv) 90,86 72,5 8, 60 07,95 8,72 8,72 8,72 8,72 72,4 53,79 99,88 89,23 A3 (69 kv) 90,86 72,5 8, 60 07,95 8,72 8,72 8,72 8,72 72,4 53,79 99,88 89,23 A3 (30 44 kv) 90,86 72,5 8, 60 07,95 8,72 8,72 8,72 8,72 72,4 53,79 99,88 89,23 A4 (2,3 25 kv) 90,86 72,5 8, 60 07,95 8,72 8,72 8,72 8,72 72,4 53,79 99,88 89,23 AS (Subterrâneo) 99,75 80,54 24,0 2, 94 8,72 8,72 8,72 8,72 8,03 6,82 05,38 94,22 TARIFA DE ULTRAPASSAGEM QUADRO D - HORO-SAZONAL AZUL SUBGRUPO DEMANDA (R$/kW) DEMANDA (R$/kW) DEMANDA (R$/kW) P O N TA F. PONTA P O N TA F. PONTA P O N TA F. PONTA A (230 kv ou mis), 55 0,00, 55 0,00 0,00 0,00 A2 (88 38 kv) 45,75 7,95 45,75 7,95 0,00 0,00 A3 (69 Kv) 72,27 6,47 72,27 6,47 0,00 0,00 A3 (30 44 kv) 89,55 25,62 89,55 25,62 0,00 0,00 A4 (2,3 25 kv) 92,46 26,49 92,46 26,49 0,00 0,00 AS (Subterrâneo) 96,69 40,62 46,46 27,2-49,77 3,4 TARIFA HORO-SAZONAL QUADRO E VERDE SUBGRUPO (R$/kW) (R$/kW) (R$/kW) A3 (30 44 kv) 8,54 8,54 0,00 A4 (2,3 25 kv) 8,83 8,83 0,00 AS (Subterrâneo) 3,60 9,07 4,53 TARIFA HORO- QUADRO F SAZONAL VER- DE ENERGIA (R$/MWh) ENERGIA (R$/MWh) ENERGIA (R$/MWh) P O N TA F. PONTA P O N TA F. PONTA P O N TA F. PONTA SUBGRUPO SECA UMIDA SECA UMIDA SECA UMIDA SECA UMIDA SECA UMIDA SECA UMIDA A3 (30 44 kv) 699,87 68,52 8, 60 07,95 527,73 527,73 8,72 8,72 72,4 53,79 99,88 89,23 A4 (2,3 25 kv) 686,69 668,34 8, 60 07,95 54,55 54,55 8,72 8,72 72,4 53,79 99,88 89,23 AS (Subterrâneo) 78,59 699,42 24,2 2, 94 54,55 54,55 8,72 8,72 204,04 84,87 05,40 94,22 TARIFA DE ULTRAPASSAGEM -HORO-SAZONAL VERDE QUADRO G SUBGRUPO (R$/kW) (R$/kW) (R$/kW) A3 (30 44 kv) 25,62 25,62 0,00 A4 (2,3 25 kv) 26,49 26,49 0,00 AS (Subterrâneo) 40,80 27,2 3,59 DESCONTOS PERCENTUAIS QUADRO J UNIDADE CONSUMIDORA DEMANDA ENERGIA RURAL - GRUPO A 0 0 AGUA, ESGOTO E SANEAMENTO - GRUPO A 5 5 AGUA, ESGOTO E SANEAMENTO - GRUPO B - 5 ANEXO II CELG LEGENDA: TUSD + TE < => (TARIFAS DE FORNECIMENTO ) TARIFA CONVENCIONAL QUADRO A DEMANDA ENERGIA DEMANDA ENERGIA DEMANDA ENERGIA SUBGRUPO (R$/kW) (R$/MWh) (R$/kW) (R$/MWh) (R$/kW) (R$/MWh) A3 (30 kv 44 kv) 26,49 22,39 26,49 9,98 0,00 02,4 A4 (2,3 kv 25 Kv) 27,49 26,66 27,49 24,25 0,00 02,4 AS (Subterrâneo) 40,42 32,57 48,59 9,03-8,7 23,54 B-RESIDENCIAL: 30,57 99,6 02,4 B-RESIDENCIAL BAIXA RENDA: Consumo mensl té 30 kwh 04,49 68,78 35,7 Consumo mensl superior 30 té 80 kwh 79,82 8, 37 6,45 Consumo mensl superior 80 té 00 kwh 80,96 9, 5 6,45 Consumo mensl superior 00 té 80 kwh 27,39 79,23 92,6 Consumo mensl superior o limite regionl de 80 kwh 30,57 99,6 02,4 B2-RURAL 88,46 24,46 64,00 B2-COOPERATIVA DE ELETRIFICAÇÃO RURAL 3 7, 90,55 46,56 B2-SERVIÇO PÚBLICO DE IRRIGAÇÃO 73,27 4, ,84 B3-DEMAIS CLASSES 300,68 98,57 0 2, B4-ILUMINAÇÃO PÚBLICA: B4 - Rede de Distribuição 54,90 02,30 52,60 B4b - Bulbo d Lâmpd 69,99 2, ,73 TARIFA HORO-SAZO- QUADRO B NAL AZUL DEMANDA (R$/kW) DEMANDA (R$/kW) DEMANDA (R$/kW) SUBGRUPO P O N TA F. PONTA P O N TA F. PONTA P O N TA F. PONTA A (230 kv ou mis) 3,87 0,00 3,87 0,00 0,00 0,00 A2 (88 38 kv) 5,36 2,67 5,36 2,67 0,00 0,00 A3 (69 kv) 24,27 5,54 24,27 5,54 0,00 0,00 A3 (30 44 kv) 30,07 8,60 30,07 8,60 0,00 0,00 A4 (2,3 25 kv) 3,05 8,90 3,05 8,90 0,00 0,00 AS (Subterrâneo) 32,47 3,65 48,59 9,03-6,2 4,62 TARIFA HORO-SA- ZONAL AZUL QUADRO C ENERGIA (R$/MWh) ENERGIA (R$/MWh) ENERGIA (R$/MWh) P O N TA F. PONTA P O N TA F. PONTA P O N TA F. PONTA SUBGRUPO SECA UMIDA SECA UMIDA SECA UMI- DA A (230 kv ou mis) SECA UMIDA SECA UMI- DA SECA 92,29 73,80 9, ,76 8,86 8,86 8,86 8,86 73,43 54,94 00,63 89,90 A2 (88 38 kv) 92,29 73,80 9, 49 08,76 8,86 8,86 8,86 8,86 73,43 54,94 00,63 89,90 A3 (69 kv) 92,29 73,80 9, 49 08,76 8,86 8,86 8,86 8,86 73,43 54,94 00,63 89,90 A3 (30 44 kv) 92,29 73,80 9, 49 08,76 8,86 8,86 8,86 8,86 73,43 54,94 00,63 89,90 A4 (2,3 25 kv) 92,29 73,80 9, 49 08,76 8,86 8,86 8,86 8,86 73,43 54,94 00,63 89,90 AS (Subterrâneo) 20,25 8,89 25,03 3, 79 8,86 8,86 8,86 8,86 82,39 63,03 06,7 94,93 TARIFA DE ULTRAPASSAGEM QUADRO D - HORO-SAZONAL AZUL SUBGRUPO DEMANDA (R$/kW) DEMANDA (R$/kW) DEMANDA (R$/kW) P O N TA F. PONTA P O N TA F. PONTA P O N TA F. PONTA A (230 kv ou mis), 6 0,00, 6 0,00 0,00 0,00 A2 (88 38 kv) 46,08 8,0 46,08 8,0 0,00 0,00 A3 (69 Kv) 72,8 6,62 72,8 6,62 0,00 0,00 A3 (30 44 kv) 90,2 25,80 90,2 25,80 0,00 0,00 A4 (2,3 25 kv) 93,5 26,70 93,5 26,70 0,00 0,00 AS (Subterrâneo) 97,4 40,95 45,77 27,09-48,36 3,86 TARIFA HORO-SAZONAL QUADRO E VERDE SUBGRUPO (R$/kW) (R$/kW) (R$/kW) A3 (30 44 kv) 8,60 8,60 0,00 A4 (2,3 25 kv) 8,90 8,90 0,00 AS (Subterrâneo) 3,7 9,03 4,68 UMI- DA QUADRO S SERVIÇOS EXECUTADOS Grupo B (Reis) Grupo A (Reis) Monofásico Bifásico Tr i f á s i c o I - Vistori de unidde consumidor 3,63 5,9 0,38 3,7 II - Aferição de medidor 4,67 7,78 0,38 5,95 III - Verificção de nível de tensão 4,67 7,78 9,35 5,95 IV - Religção norml 4,4 5,70 7,3 5,95 V - Religção de urgênci 20,77 3,7 5,95 03,9 VI - Emissão de segund vi de ftur,55,55,55 3, Prâmetros pr cálculo do ERD (Resolução Normtiv n o - 250/2007) Nível de Tensão BT AS A4 A3 A3 A2 A TUSD fio B for pont (R$/kW) 7,59 7,59 7,48 7,22 4,5,97 - WACC (%), 26 % Prcel B (R$) ,02 Tx de deprecição - D (%) 4,47% Operção e mnutenção - O&M (R$) ,55 TARIFA HORO- QUADRO F SAZONAL VER- DE ENERGIA (R$/MWh) ENERGIA (R$/MWh) ENERGIA (R$/MWh) P O N TA F. PONTA P O N TA F. PONTA P O N TA F. PONTA SUBGRUPO SECA UMIDA SECA UMIDA SECA UMIDA SECA UMIDA SECA UMIDA SECA UMIDA A3 (30 44 kv) 705, 686,62 9, 49 08,76 53,68 53,68 8,86 8,86 73,43 54,94 00,63 89,90 A4 (2,3 25 kv) 69,83 673,34 9, 49 08,76 58,40 58,40 8,86 8,86 73,43 54,94 00,63 89,90 AS (Subterrâneo) 723,96 704,65 25,05 3, 79 58,40 58,40 8,86 8,86 205,56 86,25 06,9 94,93 TARIFA DE ULTRAPASSAGEM -HORO-SAZONAL VERDE QUADRO G SUBGRUPO (R$/kW) (R$/kW) (R$/kW) A3 (30 44 kv) 25,80 25,80 0,00 A4 (2,3 25 kv) 26,70 26,70 0,00 AS (Subterrâneo) 4,3 27,09 4,04

47 Nº 76, qurt-feir, 2 de setembro de 2007 ISSN DESCONTOS PERCENTUAIS QUADRO J UNIDADE CONSUMIDORA DEMANDA ENERGIA RURAL - GRUPO A 0 0 AGUA, ESGOTO E SANEAMENTO - GRUPO A 5 5 AGUA, ESGOTO E SANEAMENTO - GRUPO B - 5 ANEXO II-A TUSD - CONSUMIDORES LIVRES QUADRO L TUSD DEMANDA (R$/kW) SUBGRUPO P O N TA F. PONTA A (230 kv ou mis) A2 (88 38 kv) 5,43 2,68 A3 (69 kv) 24,38 5,56 A3 (30 44 kv) 30,2 8,64 A4 (2,3 25 kv) 3,9 8,94 BT ( Menor que 2,3 kv ) 48,82 9,07 TUSD - CONSUMIDORES LIVRES QUADRO M TUSD ENCARGOS (R$/MWh) SUBGRUPO P O N TA F. PONTA A (230 kv ou mis) A2 (88 38 kv) 8,95 8,95 A3 (69 kv) 8,95 8,95 A3 (30 44 kv) 8,95 8,95 A4 (2,3 25 kv) 8,95 8,95 BT ( Menor que 2,3 kv ) 8,95 8,95 TUSD - CONCESSIONÁRIAS DE SERVIÇO PÚBLICO DE ENERGIA QUADRO N ELÉTRICA TUSD DEMANDA (R$/kW) SUBGRUPO P O N TA F. PONTA A (230 kv ou mis) A2 (88 38 kv) 5,5 2,63 A3 (69 kv) 23,92 5,45 A3 (30 44 kv) 29,63 8,47 A4 (2,3 25 kv) 30,59 8,76 TUSD - GERAÇÃO QUADRO P TG SUBGRUPO DEMANDA (R$/kW) A (230 kv ou mis) A2 (88 38 kv) 2,64 A3 (69 kv) 2,64 A3 (30 44 kv) 2,64 A4 (2,3 25 kv) 2,64 TUSD - APE e PIE QUADRO T Em tendimento os rts. 9 e 20 d Resolução Normtiv ANE- TUSD EL n 66/2005. ENCARGOS (R$/MWh) SUBGRUPO P O N TA F. PONTA A (230 kv ou mis) A2 (88 38 kv) 0,2 0,2 A3 (69 kv) 0,2 0,2 A3 (30 44 kv) 0,2 0,2 A4 (2,3 25 kv) 0,2 0,2 BT ( Menor que 2,3 kv ) 0,2 0,2 TUSD - CONSUMIDORES LIVRES - Desconto d TUSD - 50% QUADRO U TUSD DEMANDA (R$/kW) SUBGRUPO P O N TA F. PONTA A (230 kv ou mis) A2 (88 38 kv) 7,80,36 A3 (69 Kv) 2,32 2,8 A3 (30 44 Kv) 5,27 4,37 A4 (2,3 25 Kv) 5,77 4,52 BT ( Menor que 2,3 Kv ) 24,68 4,58 TUSD - CONSUMIDORES LIVRES - Desconto d TUSD - 00% QUADRO V TUSD DEMANDA (R$/kW) SUBGRUPO P O N TA F. PONTA A (230 kv ou mis) A2 (88 38 kv) 0,7 0,03 A3 (69 kv) 0,27 0,06 A3 (30 44 kv) 0,33 0,0 A4 (2,3 25 kv) 0,34 0,0 BT ( Menor que 2,3 kv ) 0,54 0,0 ANEXO II-B TUSD - CONSUMIDORES LIVRES QUADRO L TUSD DEMANDA (R$/kW) SUBGRUPO P O N TA F. PONTA A (230 kv ou mis) A2 (88 38 kv) 5,36 2,67 A3 (69 kv) 24,27 5,54 A3 (30 44 kv) 30,07 8,60 A4 (2,3 25 kv) 3,05 8,90 BT ( Menor que 2,3 kv ) 48,59 9,03 TUSD - CONSUMIDORES LIVRES QUADRO M TUSD ENCARGOS (R$/MWh) SUBGRUPO P O N TA F. PONTA A (230 kv ou mis) A2 (88 38 kv) 8,86 8,86 A3 (69 kv) 8,86 8,86 A3 (30 44 kv) 8,86 8,86 A4 (2,3 25 kv) 8,86 8,86 BT ( Menor que 2,3 kv ) 8,86 8,86 TUSD - CONCESSIONÁRIAS DE SERVIÇO PÚBLICO DE ENERGIA QUADRO N ELÉTRICA TUSD DEMANDA (R$/kW) SUBGRUPO P O N TA F. PONTA A (230 kv ou mis) A2 (88 38 kv) 5,4 2,63 A3 (69 kv) 23,90 5,45 A3 (30 44 kv) 29,6 8,46 A4 (2,3 25 kv) 30,57 8,75 TUSD - GERAÇÃO QUADRO P TG SUBGRUPO DEMANDA (R$/kW) A (230 kv ou mis) A2 (88 38 kv) 2,64 A3 (69 kv) 2,64 A3 (30 44 kv) 2,64 A4 (2,3 25 kv) 2,64 TUSD - APE e PIE QUADRO T Em tendimento os rts. 9 e 20 d Resolução Normtiv TUSD ANEEL n 66/2005. ENCARGOS (R$/MWh) SUBGRUPO P O N TA F. PONTA A (230 kv ou mis) A2 (88 38 kv) 0,2 0,2 A3 (69 kv) 0,2 0,2 A3 (30 44 kv) 0,2 0,2 A4 (2,3 25 kv) 0,2 0,2 BT ( Menor que 2,3 kv ) 0,2 0,2 TUSD - CONSUMIDORES LIVRES - Desconto d TUSD - 50% QUADRO U TUSD DEMANDA (R$/kW) SUBGRUPO P O N TA F. PONTA A (230 kv ou mis) A2 (88 38 kv) 7,76,35 A3 (69 Kv) 2,27 2,80 A3 (30 44 Kv) 5,20 4,35 A4 (2,3 25 Kv) 5,69 4,50 BT ( Menor que 2,3 Kv ) 24,56 4,56 TUSD - CONSUMIDORES LIVRES - Desconto d TUSD - 00% QUADRO V TUSD DEMANDA (R$/kW) SUBGRUPO P O N TA F. PONTA A (230 kv ou mis) A2 (88 38 kv) 0,7 0,03 A3 (69 kv) 0,27 0,06 A3 (30 44 kv) 0,33 0,09 A4 (2,3 25 kv) 0,34 0,0 BT ( Menor que 2,3 kv ) 0,53 0,0 ANEXO III-A RECEITA ANUAL REFERENTE ÀS DEMAIS INSTALAÇÕES DE TRANSMISSÃO (DIT) Vigente no período de 2 de setembro de 2007 de setembro de EMPRESA TRANSMISSORA INSTALAÇÕES DEDICADAS À VALORES EM R$ CEMIG-GT CELG-D 3.70,4 FURNAS CELG-D ,53 ANEXO III-B RECEITA ANUAL REFERENTE ÀS DEMAIS INSTALAÇÕES DE TRANSMISSÃO (DIT) Vigente prtir de 2 de setembro de EMPRESA TRANSMISSORA INSTALAÇÕES DEDICADAS À VALORES EM R$ CEMIG-GT CELG-D ,62 FURNAS CELG-D ,53 CONCESSIONÁRIA ANEXO IV TAXA DE FISCALIZAÇÃO DE SERVIÇOS DE ENERGIA ELÉTRICA - TFSEE VALORES NO PERÍODO DE SETEMBRO DE 2007 A AGOSTO DE 2008 TFSEE ANUAL VALOR EM R$ TFSEE MENSAL VALOR EM R$ CELG-D , ,05

48 48 ISSN Nº 76, qurt-feir, 2 de setembro de 2007 ANEXO V-A (CELG-D ADIMPLENTE) TARIFAS DE USO DOS SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO - TUSD E DE ENERGIA - TE Vigente no período de 2 de setembro de 2007 de setembro de Nível de Tensão: 34,5 kv (A3) Ve n d e d o r Comprdor TUSD DEMANDA P O N TA (R$/kW) TUSD DEMANDA FORA DE PONTA (R$/kW) ENERGIA - TE (R$/MWh) CELG-D CHESP 6,22 0,96 86,74 ANEXO V-B TARIFAS DE USO DOS SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO - TUSD E DE ENERGIA - TE Vigente prtir de 2 de setembro de 2008 Nível de Tensão: 34,5 kv (A3) Ve n d e d o r Comprdor TUSD DEMANDA P O N TA (R$/kW) TUSD DEMANDA FORA DE PONTA (R$/kW) ENERGIA - TE (R$/MWh) CELG-D CHESP 8,02,24 86,74 ANEXO VI CELG LEGENDA: TUSD + TE < => (TARIFAS DE FORNECIMENTO ) TARIFA CONVENCIONAL QUADRO A DEMANDA ENERGIA DEMANDA ENERGIA DEMANDA ENERGIA SUBGRUPO (R$/kW) (R$/MWh) (R$/kW) (R$/MWh) (R$/kW) (R$/MWh) A3 (30 kv 44 kv) 24,94 2,58 24,94 24,44 0,00 97,4 A4 (2,3 kv 25 Kv) 25,90 26,25 25,90 29, 0,00 97,4 AS (Subterrâneo) 38,09 32,4 46,90 8,42-8,8 23,72 B-RESIDENCIAL: 293,53 96,39 97,4 B-RESIDENCIAL BAIXA RENDA: Consumo mensl té 30 kwh 02,34 68,34 34,00 Consumo mensl superior 30 té 80 kwh 75,45 7, 6 58,29 Consumo mensl superior 80 té 00 kwh 76,4 7, 85 58,29 Consumo mensl superior 00 té 80 kwh 264,6 76,74 87,42 Consumo mensl superior o limite regionl de 293,53 96,39 97,4 80 kwh B2-RURAL 83,43 22,73 60,70 B2-COOPERATIVA DE ELETRIFICAÇÃO 33,46 89,29 44,7 RURAL B2-SERVIÇO PÚBLICO DE IRRIGAÇÃO 68,65 2, 84 55,8 B3-DEMAIS CLASSES 292,66 95,8 96,85 B4-ILUMINAÇÃO PÚBLICA: B4 - Rede de Distribuição 50,77 00,88 49,89 B4b - Bulbo d Lâmpd 65,46 0, 70 54,76 TARIFA HORO-SAZO- QUADRO B NAL AZUL DEMANDA (R$/kW) DEMANDA (R$/kW) DEMANDA (R$/kW) SUBGRUPO P O N TA F. PONTA P O N TA F. PONTA P O N TA F. PONTA A (230 kv ou mis) 4,23 0,00 4,23 0,00 0,00 0,00 A2 (88 38 kv) 5,9 2,35 5,9 2,35 0,00 0,00 A3 (69 kv) 23,69 5,09 23,69 5,09 0,00 0,00 A3 (30 44 kv) 29,23 8,02 29,23 8,02 0,00 0,00 A4 (2,3 25 kv) 30,6 8,30 30,6 8,30 0,00 0,00 AS (Subterrâneo) 3,54 2,73 46,90 8,42-5,36 4,3 TARIFA HORO-SA- ZONAL AZUL QUADRO C ENERGIA (R$/MWh) ENERGIA (R$/MWh) ENERGIA (R$/MWh) P O N TA F. PONTA P O N TA F. PONTA P O N TA F. PONTA SUBGRUPO SECA UMIDA SECA UMIDA SECA UMI- DA A (230 kv ou mis) SECA UMIDA SECA UMI- DA SECA 87,7 70,8 8, ,48 23,2 23,2 23,2 23,2 64,50 46,97 95,45 85,27 A2 (88 38 kv) 87,7 70,8 8, 66 08,48 23,2 23,2 23,2 23,2 64,50 46,97 95,45 85,27 A3 (69 kv) 87,7 70,8 8, 66 08,48 23,2 23,2 23,2 23,2 64,50 46,97 95,45 85,27 A3 (30 44 kv) 87,7 70,8 8, 66 08,48 23,2 23,2 23,2 23,2 64,50 46,97 95,45 85,27 A4 (2,3 25 kv) 87,7 70,8 8, 66 08,48 23,2 23,2 23,2 23,2 64,50 46,97 95,45 85,27 AS (Subterrâneo) 96,45 78,0 24,6 3, 49 23,2 23,2 23,2 23,2 73,24 54,89 00,95 90,28 TARIFA DE ULTRAPASSAGEM QUADRO D - HORO-SAZONAL AZUL SUBGRUPO DEMANDA (R$/kW) DEMANDA (R$/kW) DEMANDA (R$/kW) P O N TA F. PONTA P O N TA F. PONTA P O N TA F. PONTA A (230 kv ou mis) 2,69 0,00 2,69 0,00 0,00 0,00 A2 (88 38 kv) 45,57 7,05 45,57 7,05 0,00 0,00 A3 (69 Kv) 7,07 5,27 7,07 5,27 0,00 0,00 A3 (30 44 kv) 87,69 24,06 87,69 24,06 0,00 0,00 A4 (2,3 25 kv) 90,48 24,90 90,48 24,90 0,00 0,00 AS (Subterrâneo) 94,62 38,9 40,70 25,26-46,08 2,93 UMI- DA TARIFA HORO- SAZONAL VER- DE QUADRO F ENERGIA (R$/MWh) ENERGIA (R$/MWh) ENERGIA (R$/MWh) P O N TA F. PONTA P O N TA F. PONTA P O N TA F. PONTA SUBGRUPO SECA UMIDA SECA UMIDA SECA UMIDA SECA UMIDA SECA UMIDA SECA UMIDA A3 (30 44 kv) 686,22 668,69 8, ,48 52,72 52,72 23,2 23,2 64,50 46,97 95,45 85,27 A4 (2,3 25 kv) 673,03 655,50 8, ,48 508,53 508,53 23,2 23,2 64,50 46,97 95,45 85,27 AS (Subterrâneo) 704,29 685,98 24,7 3, ,53 508,53 23,2 23,2 95,76 77,45 00,96 90,28 TARIFA DE ULTRAPASSAGEM -HORO-SAZONAL VERDE QUADRO G SUBGRUPO (R$/kW) (R$/kW) (R$/kW) A3 (30 44 kv) 24,06 24,06 0,00 A4 (2,3 25 kv) 24,90 24,90 0,00 AS (Subterrâneo) 38,34 25,26 3,08 DESCONTOS PERCENTUAIS QUADRO J UNIDADE CONSUMIDORA DEMANDA ENERGIA RURAL - GRUPO A 0 0 AGUA, ESGOTO E SANEAMENTO - GRUPO A 5 5 AGUA, ESGOTO E SANEAMENTO - GRUPO B - 5 QUADRO S SERVIÇOS EXECUTADOS Grupo B (Reis) Grupo A (Reis) Monofásico Bifásico Tr i f á s i c o I - Vistori de unidde consumidor 3,63 5,9 0,38 3,7 II - Aferição de medidor 4,67 7,78 0,38 5,95 III - Verificção de nível de tensão 4,67 7,78 9,35 5,95 IV - Religção norml 4,4 5,70 7,3 5,95 V - Religção de urgênci 20,77 3,7 5,95 03,9 VI - Emissão de segund vi de ftur,55,55,55 3, Prâmetros pr cálculo do ERD (Resolução Normtiv n o - 250/2007) Nível de Tensão BT AS A4 A3 A3 A2 A TUSD fio B for pont (R$/kW) 7,29 7,29 7,8 6,93 4,33,89 - WACC (%), 26 % Prcel B (R$) ,02 Tx de deprecição - D (%) 4,47% Operção e mnutenção - O&M (R$) ,55 ANEXOVI-A TUSD - CONSUMIDORES LIVRES QUADRO L TUSD DEMANDA (R$/kW) SUBGRUPO P O N TA F. PONTA A (230 kv ou mis) A2 (88 38 kv) 5,9 2,35 A3 (69 kv) 23,69 5,09 A3 (30 44 kv) 29,23 8,02 A4 (2,3 25 kv) 30,6 8,30 BT ( Menor que 2,3 kv ) 46,90 8,42 TUSD - CONSUMIDORES LIVRES QUADRO M TUSD ENCARGOS (R$/MWh) SUBGRUPO P O N TA F. PONTA A (230 kv ou mis) A2 (88 38 kv) 23,2 23,2 A3 (69 kv) 23,2 23,2 A3 (30 44 kv) 23,2 23,2 A4 (2,3 25 kv) 23,2 23,2 BT ( Menor que 2,3 kv ) 23,2 23,2 TUSD - CONCESSIONÁRIAS DE SERVIÇO PÚBLICO DE ENERGIA QUADRO N ELÉTRICA TUSD DEMANDA (R$/kW) SUBGRUPO P O N TA F. PONTA A (230 kv ou mis) A2 (88 38 kv) 4,90 2,30 A3 (69 kv) 23,8 4,96 A3 (30 44 kv) 28,58 7,8 A4 (2,3 25 kv) 29,49 8,09 TUSD - GERAÇÃO QUADRO P TG SUBGRUPO DEMANDA (R$/kW) A (230 kv ou mis) A2 (88 38 kv) 2,33 A3 (69 kv) 2,33 A3 (30 44 kv) 2,33 A4 (2,3 25 kv) 2,33 TARIFA HORO-SAZONAL QUADRO E VERDE SUBGRUPO (R$/kW) (R$/kW) (R$/kW) A3 (30 44 kv) 8,02 8,02 0,00 A4 (2,3 25 kv) 8,30 8,30 0,00 AS (Subterrâneo) 2,78 8,42 4,36 TUSD - APE e PIE QUADRO T Em tendimento os rts. 9 e 20 d Resolução Normtiv TUSD ANEEL n 66/2005. ENCARGOS (R$/MWh) SUBGRUPO P O N TA F. PONTA A (230 kv ou mis) A2 (88 38 kv) 0,24 0,24

49 <!ID > Nº 76, qurt-feir, 2 de setembro de 2007 ISSN A3 (69 kv) 0,24 0,24 A3 (30 44 kv) 0,24 0,24 A4 (2,3 25 kv) 0,24 0,24 BT ( Menor que 2,3 kv ) 0,24 0,24 TUSD - CONSUMIDORES LIVRES - Desconto d TUSD - 50% QUADRO U TUSD DEMANDA (R$/kW) SUBGRUPO P O N TA F. PONTA A (230 kv ou mis) A2 (88 38 kv) 7,68,9 A3 (69 Kv), 97 2,57 A3 (30 44 Kv) 4,77 4,05 A4 (2,3 25 Kv) 5,24 4,9 BT ( Menor que 2,3 Kv ) 23,69 4,25 TUSD - CONSUMIDORES LIVRES - Desconto d TUSD - 00% QUADRO V TUSD DEMANDA (R$/kW) SUBGRUPO P O N TA F. PONTA A (230 kv ou mis) A2 (88 38 kv) 0,6 0,02 A3 (69 kv) 0,24 0,05 A3 (30 44 kv) 0,30 0,08 A4 (2,3 25 kv) 0,3 0,09 BT ( Menor que 2,3 kv ) 0,48 0,09 ANEXO VII (CELG-D INADIMPLENTE) TARIFAS DE USO DOS SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO - TUSD E DE ENERGIA - TE Vigente no período de 2 de setembro de 2007 de setembro de Nível de Tensão: 34,5 kv (A3) Ve n d e d o r Comprdor TUSD DEMANDA P O N TA (R$/kW) TUSD DEMANDA FORA DE PONTA (R$/kW) ENERGIA - TE (R$/MWh) CELG-D CHESP 6,0 0,68 82,53 RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA N 546, DE DE SETEMBRO DE 2007 Homolog s trifs de fornecimento de energi elétric, fix os vlores d Tx de Fisclizção dos Serviços de Energi Elétric - TFSEE e s Trifs de Uso dos Sistems de Distribuição - TUSD, referentes à Compnhi Hidroelétric São Ptrício - CHESP. O DIRETOR-GERAL DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL, no uso de sus tribuições regimentis, de cordo com deliberção d Diretori, tendo em vist o disposto n legislção vigente pertinente, o que const do Processo n /2007-3, e considerndo que: é d competênci d ANEEL tur, n form d lei e do contrto, nos processos de definição e controle de preços e trifs de energi elétric, homologndo seus vlores iniciis, rejustes e revisões, conforme o rt. 3 d Lei n 9.427, de 26 de dezembro de 996, com redção dd pelo rt. 9 d Lei n 0.848, de 5 de mrço de 2004; s disposições sobre o rejuste trifário nul constm d Cláusul Sétim do Contrto de Concessão de Distribuição n o - 44/999, celebrdo entre Compnhi Hidroelétric São Ptrício - CHESP e União, por intermédio d Agênci Ncionl de Energi Elétric - ANEEL, em 8 de junho de 999, resolve: Art. Homologr o resultdo do rejuste trifário nul de 2007 d Compnhi Hidroelétric São Ptrício - CHESP, ser plicdo de cordo com s condições estbelecids nest Resolução. Art. 2 As trifs de fornecimento de energi elétric d CHESP ficm rejustds em 0,42% (dez vírgul qurent e dois por cento), sendo 9,87% (nove vírgul oitent e sete por cento) reltivos o rejuste trifário nul e 0,55% (zero vírgul cinqüent e cinco por cento) reltivos os componentes finnceiros dicionis, que, pós retirdos os efeitos finnceiros do período nterior, corresponderão um efeito médio de 8,5% (oito vírgul quinze por cento) ser percebido pelos consumidores. Art. 3 As trifs constntes do Anexo I estrão em vigor prtir de 2 de setembro de 2007 e contemplm o respectivo rejuste trifário nul, e os componentes finnceiros externos o rejuste; Art. 4 As trifs constntes do Anexo II contemplm somente o respectivo rejuste trifário nul e deverão constituir bse de cálculos trifários subseqüentes. Art. 5 o - Fixr s Trifs de Uso dos Sistems de Distribuição - TUSD d CHESP constntes dos Anexos II-A, II-B, com vigênci conforme s especificções seguir: I - s trifs constntes do Anexo II-A estrão em vigor no período de 2 de setembro de 2007 de setembro de 2008, e contemplm o respectivo rejuste trifário nul e os componentes finnceiros externos o rejuste; II - s trifs constntes do Anexo II-B deverão constituir bse de cálculos trifários subseqüentes. Art. 6 o - Estbelecer o montnte de R$ ,84 (um milhão, qutrocentos e cinqüent e um mil, novecentos e vinte e sete reis e oitent e qutro centvos), reltivo à diferenç entre s Trifs de Energi - TE, prticds no período de jneiro de 2006 gosto de 2007, com relção àquels reclculds obedecendo à lterção metodológic estbelecid no rt. 5 o d Resolução Normtiv n o 243, de 9 de dezembro de 2006, nos termos do Decreto n 4.54, de 23 de dezembro de 2002, que deverá ser contbilizdo pel supridor CELG Distribuição S.A., como tivo regultório. Prágrfo único. O montnte que se refere o "cput" será considerdo n próxim lterção trifári d Supridor, devidmente tulizdo, e não consider outros créditos oriundos d relção exclusiv entre s prtes. Art. 7 o - Fixr o vlor nul d Tx de Fisclizção de Serviços de Energi Elétric - TFSEE d CHESP, referente o período de setembro de 2007 gosto de 2008, conforme o Anexo III dest Resolução. Art. 8 o - As trifs de que trtm os rts. 3 o - e 5 o - somente entrrão em vigor qundo Compnhi Energétic de Goiás - CELG, supridor d CHESP, cumprir s disposições do rt. 0 d Lei n 8.63, de 4 de mrço de 993, com redção dd pelo rt. 7 d Lei n 0.848, de 5 de mrço de Até o cumprimento do disposto no "cput", CHESP plicrá s trifs constntes dos Anexos IV e IV-A dest Resolução. 2 Após o cumprimento do disposto no "cput", Superintendênci de Regulção Econômic - SRE, medinte publicção de Despcho específico, estbelecerá dt em que s trifs constntes dos rts. 3 o - e 5 o - dest Resolução entrrão em vigor. Art. 9 o - Est Resolução entr em vigor n dt de su publicção. JERSON KELMAN ANEXO I CHESP LEGENDA: TUSD + TE < => (TARIFAS DE FORNECIMENTO ) TARIFA CONVENCIONAL QUADRO A DEMANDA ENERGIA DEMANDA ENERGIA DEMANDA ENERGIA SUBGRUPO (R$/kW) (R$/MWh) (R$/kW) (R$/MWh) (R$/kW) (R$/MWh) A3 (30 kv 44 kv) 0,0 5,67 0,0 20,69 0,00 30,98 A4 (2,3 kv 25 kv) 48,03 59,89 48,03 28,9 0,00 30,98 AS (Subterrâneo) 70,78 67,32 2, 24 2,49-4,46 45,83 B-RESIDENCIAL: 49,46 288,48 30,98 B-RESIDENCIAL BAIXA RENDA: Consumo mensl té 30 kwh 45,60 99,9 45,69 Consumo mensl superior 30 té 80 kwh 250,4 7,83 78,58 Consumo mensl superior 80 té 00 kwh 25,64 73,06 78,58 Consumo mensl superior 00 té 80 kwh 377,50 259,62 7, 88 Consumo mensl superior o limite regionl de 80 kwh 49,46 288,48 30,98 B2-RURAL 220,78 5,84 68,94 B2-COOPERATIVA DE ELETRIFICAÇÃO RU- RAL 6,56, 50,45 B2-SERVIÇO PÚBLICO DE IRRIGAÇÃO 202,97 39,59 63,38 B3-DEMAIS CLASSES 352,23 242,24 09,99 B4-ILUMINAÇÃO PÚBLICA: B4 - Rede de Distribuição 8,45 24,79 56,66 B4b - Bulbo d Lâmpd 99,9 36,99 62,20 TARIFA HORO-SAZO- QUADRO B NAL AZUL DEMANDA (R$/kW) DEMANDA (R$/kW) DEMANDA (R$/kW) SUBGRUPO P O N TA F. PONTA P O N TA F. PONTA P O N TA F. PONTA A3 (30 44 kv) 5,36 3,32 5,36 3,32 0,00 0,00 A4 (2,3 25 kv) 5,47 5,35 5,47 5,35 0,00 0,00 AS (Subterrâneo) 53,9 23,65 2, 24 2,49-58,33 2,6 TARIFA HORO-SA- ZONAL AZUL QUADRO C ENERGIA (R$/MWh) ENERGIA (R$/MWh) ENERGIA (R$/MWh) P O N TA F. PONTA P O N TA F. PONTA P O N TA F. PONTA SUBGRUPO SECA UMIDA SECA UMIDA SECA UMIDA SECA UMIDA SECA UMI- DA A3 (30 44 kv) 242,5 28,87 49,39 35,67 20,69 20,69 20,69 20,69 22,82 98,8 28,70 4, 98 A4 (2,3 25 kv) 242,5 28,87 49,39 35,67 20,69 20,69 20,69 20,69 22,82 98,8 28,70 4, 98 AS (Subterrâneo) 253,8 229, 56,33 4,97 20,69 20,69 20,69 20,69 233,2 208,42 35,64 2,28 TARIFA DE ULTRAPASSAGEM QUADRO D - HORO-SAZONAL AZUL SUBGRUPO DEMANDA (R$/kW) DEMANDA (R$/kW) DEMANDA (R$/kW) P O N TA F. PONTA P O N TA F. PONTA P O N TA F. PONTA A3 (30 44 kv) 46,08 9,96 46,08 9,96 0,00 0,00 A4 (2,3 25 kv) 54,4 46,05 54,4 46,05 0,00 0,00 AS (Subterrâneo) 6,73 70,95 336,72 64,47-74,99 6,48 TARIFA HORO-SAZONAL QUADRO E VERDE SUBGRUPO (R$/kW) (R$/kW) (R$/kW) A3 (30 44 kv) 3,32 3,32 0,00 A4 (2,3 25 kv) 5,35 5,35 0,00 AS (Subterrâneo) 23,55 2,49 2,06 TARIFA HORO- QUADRO F SAZONAL VER- DE ENERGIA (R$/MWh) ENERGIA (R$/MWh) ENERGIA (R$/MWh) P O N TA F. PONTA P O N TA F. PONTA P O N TA F. PONTA SUBGRUPO SECA UMIDA SECA UMIDA SECA UMIDA SECA UMI- SECA UMIDA SECA UMIDA DA A3 (30 44 kv) 940,7 97,07 49,39 35,67 78,89 78,89 20,69 20,69 22,82 98,8 28,70 4, 98 A4 (2,3 25 kv) 085,38 06,74 49,39 35,67 863,56 863,56 20,69 20,69 22,82 98,8 28,70 4, 98 AS (Subterrâneo) 35, 78, 2 56,35 4,99 863,56 863,56 20,69 20,69 272,22 247,56 35,66 2,30 TARIFA DE ULTRAPASSAGEM -HORO-SAZONAL VERDE QUADRO G SUBGRUPO (R$/kW) (R$/kW) (R$/kW) A3 (30 44 kv) 9,96 9,96 0,00 A4 (2,3 25 kv) 46,05 46,05 0,00 AS (Subterrâneo) 70,65 64,47 6,8 DESCONTOS PERCENTUAIS QUADRO J UNIDADE CONSUMIDORA DEMANDA ENERGIA RURAL - GRUPO A 0 0 AGUA, ESGOTO E SANEAMENTO - GRUPO A 5 5 AGUA, ESGOTO E SANEAMENTO - GRUPO B - 5 SECA UMI- DA

50 50 ISSN Nº 76, qurt-feir, 2 de setembro de 2007 QUADRO S SERVIÇOS EXECUTADOS Grupo B (Reis) Grupo A (Reis) Monofásico Bifásico Tr i f á s i c o I - Vistori de unidde consumidor 3,63 5,9 0,38 3,7 II - Aferição de medidor 4,67 7,78 0,38 5,95 III - Verificção de nível de tensão 4,67 7,78 9,35 5,95 IV - Religção norml 4,4 5,70 7,3 5,95 V - Religção de urgênci 20,77 3,7 5,95 03,9 VI - Emissão de segund vi de ftur,55,55,55 3, Prâmetros pr cálculo do ERD (Resolução Normtiv n o - 250/2007) Nível de Tensão BT AS A4 A3 A3 A2 A TUSD fio B for pont (R$/kW) 8,83 8,83 3,34 2, WACC (%), 26 % Prcel B (R$) ,07 Tx de deprecição - D (%) 4,84% Operção e mnutenção - O&M (R$) ,32 ANEXO II CHESP LEGENDA: TUSD + TE < => (TARIFAS DE FORNECIMENTO ) TARIFA CONVENCIONAL QUADRO A DEMANDA ENERGIA DEMANDA ENERGIA DEMANDA ENERGIA SUBGRUPO (R$/kW) (R$/MWh) (R$/kW) (R$/MWh) (R$/kW) (R$/MWh) A3 (30 kv 44 kv) 9,96 50,9 9,96 20,58 0,00 30,33 A4 (2,3 kv 25 kv) 47,79 59,0 47,79 28,77 0,00 30,33 AS (Subterrâneo) 70,43 66,49, 9 2,43-4,48 45,06 B-RESIDENCIAL: 47,37 287,04 30,33 B-RESIDENCIAL BAIXA RENDA: Consumo mensl té 30 kwh 44,87 99,4 45,46 Consumo mensl superior 30 té 80 kwh 249,5 70,97 78,8 Consumo mensl superior 80 té 00 kwh 250,38 72,20 78,8 Consumo mensl superior 00 té 80 kwh 375,62 258,33 7, 29 Consumo mensl superior o limite regionl de 47,37 287,04 30,33 80 kwh B2-RURAL 29,69 5,09 68,60 B2-COOPERATIVA DE ELETRIFICAÇÃO RU- 60,76 0, 56 50,20 RAL B2-SERVIÇO PÚBLICO DE IRRIGAÇÃO 20,96 38,90 63,06 B3-DEMAIS CLASSES 350,47 24,03 09,44 B4-ILUMINAÇÃO PÚBLICA: B4 - Rede de Distribuição 80,55 24,7 56,38 B4b - Bulbo d Lâmpd 98,20 36,3 6,89 TARIFA HORO-SA- QUADRO B ZONAL AZUL DEMANDA (R$/kW) DEMANDA (R$/kW) DEMANDA (R$/kW) SUBGRUPO P O N TA F. PONTA P O N TA F. PONTA P O N TA F. PONTA A3 (30 44 kv) 5,28 3,30 5,28 3,30 0,00 0,00 A4 (2,3 25 kv) 5,2 5,27 5,2 5,27 0,00 0,00 AS (Subterrâneo) 53,64 23,53, 9 2,43-58,27 2,0 TARIFA HORO-SA- ZONAL AZUL QUADRO C ENERGIA (R$/MWh) ENERGIA (R$/MWh) ENERGIA (R$/MWh) P O N TA F. PONTA P O N TA F. PONTA P O N TA F. PONTA SUBGRUPO SECA UMIDA SECA UMIDA SECA UMIDA SECA UMIDA SECA UMI- DA A3 (30 44 kv) 24,30 27,77 48,64 34,99 20,58 20,58 20,58 20,58 220,72 97,9 28,06 4, 4 A4 (2,3 25 kv) 24,30 27,77 48,64 34,99 20,58 20,58 20,58 20,58 220,72 97,9 28,06 4, 4 AS (Subterrâneo) 252,54 227,95 55,54 4,25 20,58 20,58 20,58 20,58 23,96 207,37 34,96 20,67 TARIFA DE ULTRAPASSAGEM QUADRO D - HORO-SAZONAL AZUL SUBGRUPO DEMANDA (R$/kW) DEMANDA (R$/kW) DEMANDA (R$/kW) P O N TA F. PONTA P O N TA F. PONTA P O N TA F. PONTA A3 (30 44 kv) 45,84 9,90 45,84 9,90 0,00 0,00 A4 (2,3 25 kv) 53,63 45,8 53,63 45,8 0,00 0,00 AS (Subterrâneo) 60,92 70,59 335,73 64,29-74,8 6,30 TARIFA HORO-SAZONAL QUADRO E VERDE SUBGRUPO (R$/kW) (R$/kW) (R$/kW) A3 (30 44 kv) 3,30 3,30 0,00 A4 (2,3 25 kv) 5,27 5,27 0,00 AS (Subterrâneo) 23,43 2,43 2,00 TARIFA HORO- SAZONAL VER- DE QUADRO F SECA ENERGIA (R$/MWh) ENERGIA (R$/MWh) ENERGIA (R$/MWh) P O N TA F. PONTA P O N TA F. PONTA P O N TA F. PONTA SUBGRUPO SECA UMIDA SECA UMI- DA SECA UMIDA SECA UMI- DA UMI- DA SECA UMIDA SECA UMIDA A3 (30 44 kv) 936,04 92,5 48,64 34,99 75,32 75,32 20,58 20,58 220,72 97,9 28,06 4, 4 A4 (2,3 25 kv) 079,99 056,46 48,64 34,99 859,27 859,27 20,58 20,58 220,72 97,9 28,06 4, 4 AS (Subterrâneo) 30, 3 05, 59 55,55 4,27 859,27 859,27 20,58 20,58 270,86 246,32 34,97 20,69 TARIFA DE ULTRAPASSAGEM -HORO-SAZONAL VERDE QUADRO G SUBGRUPO (R$/kW) (R$/kW) (R$/kW) A3 (30 44 kv) 9,90 9,90 0,00 A4 (2,3 25 kv) 45,8 45,8 0,00 AS (Subterrâneo) 70,29 64,29 6,00 DESCONTOS PERCENTUAIS QUADRO J UNIDADE CONSUMIDORA DEMANDA ENERGIA RURAL - GRUPO A 0 0 AGUA, ESGOTO E SANEAMENTO - GRUPO A 5 5 AGUA, ESGOTO E SANEAMENTO - GRUPO B - 5 ANEXO II-A TUSD - CONSUMIDORES LIVRES QUADRO L TUSD DEMANDA (R$/kW) SUBGRUPO P O N TA F. PONTA A3 (30 44 kv) 5,33 3,3 A4 (2,3 25 kv) 5,36 5,32 BT ( Menor que 2,3 kv ) 2, 24 2,49 TUSD - CONSUMIDORES LIVRES QUADRO M TUSD ENCARGOS (R$/MWh) SUBGRUPO P O N TA F. PONTA A3 (30 44 kv) 20,64 20,64 A4 (2,3 25 kv) 20,64 20,64 BT ( Menor que 2,3 kv ) 20,64 20,64 TUSD - CONCESSIONÁRIAS DE SERVIÇO PÚBLICO DE ENERGIA QUADRO N ELÉTRICA TUSD DEMANDA (R$/kW) SUBGRUPO P O N TA F. PONTA A3 (30 44 kv) 5,4 3,33 A4 (2,3 25 kv) 5,57 5,37 TUSD - GERAÇÃO QUADRO P TG SUBGRUPO DEMANDA (R$/kW) A3 (30 44 kv) 3,34 A4 (2,3 25 kv) 3,34 TUSD - APE e PIE QUADRO T Em tendimento os rts. 9 e 20 d Resolução Normtiv ANEEL TUSD n 66/2005. ENCARGOS (R$/MWh) SUBGRUPO P O N TA F. PONTA A3 (30 44 kv) 0,05 0,05 A4 (2,3 25 kv) 0,05 0,05 BT ( Menor que 2,3 kv ) 0,05 0,05 TUSD - CONSUMIDORES LIVRES - Desconto d TUSD - 50% QUADRO U TUSD DEMANDA (R$/kW) SUBGRUPO P O N TA F. PONTA A3 (30 44 Kv) 7,68,66 A4 (2,3 25 Kv) 25,74 7,67 BT ( Menor que 2,3 Kv ) 56,24 0,77 TUSD - CONSUMIDORES LIVRES - Desconto d TUSD - 00% QUADRO V TUSD DEMANDA (R$/kW) SUBGRUPO P O N TA F. PONTA A3 (30 44 kv) 0,03 0,0 A4 (2,3 25 kv) 0, 0,03 BT ( Menor que 2,3 kv ) 0,24 0,05 ANEXO II-B TUSD - CONSUMIDORES LIVRES QUADRO L TUSD DEMANDA (R$/kW) SUBGRUPO P O N TA F. PONTA A3 (30 44 kv) 5,28 3,30 A4 (2,3 25 kv) 5,2 5,27 BT ( Menor que 2,3 kv ), 9 2,43 TUSD - CONSUMIDORES LIVRES QUADRO M TUSD ENCARGOS (R$/MWh) SUBGRUPO P O N TA F. PONTA A3 (30 44 kv) 20,58 20,58 A4 (2,3 25 kv) 20,58 20,58 BT ( Menor que 2,3 kv ) 20,58 20,58

51 Nº 76, qurt-feir, 2 de setembro de 2007 ISSN TUSD - CONCESSIONÁRIAS DE SERVIÇO PÚBLICO DE ENERGIA ELÉTRICA QUADRO N TUSD DEMANDA (R$/kW) SUBGRUPO P O N TA F. PONTA A3 (30 44 kv) 5,22 3,29 A4 (2,3 25 kv) 50,93 5,8 TUSD - GERAÇÃO QUADRO P TG SUBGRUPO DEMANDA (R$/kW) A3 (30 44 kv) 3,30 A4 (2,3 25 kv) 3,30 TUSD - APE e PIE QUADRO T Em tendimento os rts. 9 e 20 d Resolução Normtiv ANEEL TUSD n 66/2005. ENCARGOS (R$/MWh) SUBGRUPO P O N TA F. PONTA A3 (30 44 kv) 0,04 0,04 A4 (2,3 25 kv) 0,04 0,04 BT ( Menor que 2,3 kv ) 0,04 0,04 TUSD - CONSUMIDORES LIVRES - Desconto d TUSD - 50% QUADRO U TUSD DEMANDA (R$/kW) SUBGRUPO P O N TA F. PONTA A3 (30 44 Kv) 7,66,66 A4 (2,3 25 Kv) 25,66 7,65 BT ( Menor que 2,3 Kv ) 56,08 0,74 TUSD - CONSUMIDORES LIVRES - Desconto d TUSD - 00% QUADRO V TUSD DEMANDA (R$/kW) SUBGRUPO P O N TA F. PONTA A3 (30 44 kv) 0,03 0,0 A4 (2,3 25 kv) 0, 0,03 BT ( Menor que 2,3 kv ) 0,24 0,05 CÓDIGO - CONCESSIONÁRIA ANEXO III TAXA DE FISCALIZAÇÃO DE SERVIÇOS DE ENERGIA ELÉTRICA - TFSEE VALOR NO PERIODO DE SETEMBRO DE 2007 A AGOSTO DE 2008 TFSEE ANUAL Set/2007 Ago/2008 TFSEE MENSAL Set/2007 Ago/ CHESP R$ 63.57,05 R$ 5.263,09 ANEXO IV CHESP LEGENDA: TUSD + TE < => (TARIFAS DE FORNECIMENTO ) TARIFA CONVENCIONAL QUADRO A DEMANDA ENERGIA DEMANDA ENERGIA DEMANDA ENERGIA SUBGRUPO (R$/kW) (R$/MWh) (R$/kW) (R$/MWh) (R$/kW) (R$/MWh) A3 (30 kv 44 kv) 9,66 47,85 9,66 20,69 0,00 27,6 A4 (2,3 kv 25 kv) 47,39 56,58 47,39 29,42 0,00 27,6 AS (Subterrâneo) 69,84 63,86, 64 2,7-4,80 42,69 B-RESIDENCIAL: 43,72 286,56 27,6 B-RESIDENCIAL BAIXA RENDA: Consumo mensl té 30 kwh 43,60 99,24 44,36 Consumo mensl superior 30 té 80 kwh 246,96 70,68 76,28 Consumo mensl superior 80 té 00 kwh 248,9 7,9 76,28 Consumo mensl superior 00 té 80 kwh 372,33 257,89 4, 44 Consumo mensl superior o limite regionl de 43,72 286,56 27,6 80 kwh B2-RURAL 27,76 50,83 66,93 B2-COOPERATIVA DE ELETRIFICAÇÃO RU- 59,35 0, 37 48,98 RAL B2-SERVIÇO PÚBLICO DE IRRIGAÇÃO 200,20 38,67 6,53 B3-DEMAIS CLASSES 347,4 240,63 06,78 B4-ILUMINAÇÃO PÚBLICA: B4 - Rede de Distribuição 78,97 23,96 55,0 B4b - Bulbo d Lâmpd 96,46 36,08 60,38 TARIFA HORO-SA- QUADRO B ZONAL AZUL DEMANDA (R$/kW) DEMANDA (R$/kW) DEMANDA (R$/kW) SUBGRUPO P O N TA F. PONTA P O N TA F. PONTA P O N TA F. PONTA A3 (30 44 kv) 5,5 3,4 5,5 3,4 0,00 0,00 A4 (2,3 25 kv) 5,34 5,07 5,34 5,07 0,00 0,00 AS (Subterrâneo) 53,78 23,22, 64 2,7-57,86 2,05 TARIFA HORO-SA- ZONAL AZUL QUADRO C ENERGIA (R$/MWh) ENERGIA (R$/MWh) ENERGIA (R$/MWh) P O N TA F. PONTA P O N TA F. PONTA P O N TA F. PONTA SUBGRUPO SECA UMIDA SECA UMIDA SECA UMIDA SECA UMIDA SECA UMI- DA A3 (30 44 kv) 236,03 23,07 45,63 32,3 20,69 20,69 20,69 20,69 25,34 92,38 24,94, 62 A4 (2,3 25 kv) 236,03 23,07 45,63 32,3 20,69 20,69 20,69 20,69 25,34 92,38 24,94, 62 AS (Subterrâneo) 247,03 223,04 52,39 38,45 20,69 20,69 20,69 20,69 226,34 202,35 3,70 7, 76 SECA UMI- DA TARIFA DE ULTRAPASSAGEM - HORO-SAZONAL AZUL QUADRO D SUBGRUPO DEMANDA (R$/kW) DEMANDA (R$/kW) DEMANDA (R$/kW) P O N TA F. PONTA P O N TA F. PONTA P O N TA F. PONTA A3 (30 44 kv) 46,53 9,42 46,53 9,42 0,00 0,00 A4 (2,3 25 kv) 54,02 45,2 54,02 45,2 0,00 0,00 AS (Subterrâneo) 6,34 69,66 334,92 63,5-73,58 6,5 TARIFA HORO-SAZONAL QUADRO E VERDE SUBGRUPO (R$/kW) (R$/kW) (R$/kW) A3 (30 44 kv) 3,4 3,4 0,00 A4 (2,3 25 kv) 5,07 5,07 0,00 AS (Subterrâneo) 23,3 2,7,96 TARIFA HORO- QUADRO F SAZONAL VER- DE ENERGIA (R$/MWh) ENERGIA (R$/MWh) ENERGIA (R$/MWh) P O N TA F. PONTA P O N TA F. PONTA P O N TA F. PONTA SUBGRUPO SECA UMIDA SECA UMIDA SECA UMIDA SECA UMIDA SECA UMIDA SECA UMIDA A3 (30 44 kv) 940,89 97,93 45,63 32,3 725,55 725,55 20,69 20,69 25,34 92,38 24,94, 62 A4 (2,3 25 kv) 076,76 053,80 45,63 32,3 86,42 86,42 20,69 20,69 25,34 92,38 24,94, 62 AS (Subterrâneo) 26, 75 02, 8 52,4 38,47 86,42 86,42 20,69 20,69 265,33 24,39 3,72 7, 78 TARIFA DE ULTRAPASSAGEM -HORO-SAZONAL VERDE QUADRO G SUBGRUPO (R$/kW) (R$/kW) (R$/kW) A3 (30 44 kv) 9,42 9,42 0,00 A4 (2,3 25 kv) 45,2 45,2 0,00 AS (Subterrâneo) 69,39 63,5 5,88 DESCONTOS PERCENTUAIS QUADRO J UNIDADE CONSUMIDORA DEMANDA ENERGIA RURAL - GRUPO A 0 0 AGUA, ESGOTO E SANEAMENTO - GRUPO A 5 5 AGUA, ESGOTO E SANEAMENTO - GRUPO B - 5 QUADRO S SERVIÇOS EXECUTADOS Grupo B (Reis) Grupo A (Reis) Monofásico Bifásico Tr i f á s i c o I - Vistori de unidde consumidor 3,63 5,9 0,38 3,7 II - Aferição de medidor 4,67 7,78 0,38 5,95 III - Verificção de nível de tensão 4,67 7,78 9,35 5,95 IV - Religção norml 4,4 5,70 7,3 5,95 V - Religção de urgênci 20,77 3,7 5,95 03,9 VI - Emissão de segund vi de ftur,55,55,55 3, Prâmetros pr cálculo do ERD (Resolução Normtiv n o - 250/2007) Nível de Tensão BT AS A4 A3 A3 A2 A TUSD fio B for pont (R$/kW) 8,83 8,83 3,34 2, WACC (%), 26 % Prcel B (R$) ,07 Tx de deprecição - D (%) 4,84% Operção e mnutenção - O&M (R$) ,32 ANEXO IV-A TUSD - CONSUMIDORES LIVRES QUADRO L TUSD DEMANDA (R$/kW) SUBGRUPO P O N TA F. PONTA A3 (30 44 kv) 5,47 3,3 A4 (2,3 25 kv) 5,23 5,04 BT ( Menor que 2,3 kv ), 64 2,7 TUSD - CONSUMIDORES LIVRES QUADRO M TUSD ENCARGOS (R$/MWh) SUBGRUPO P O N TA F. PONTA A3 (30 44 kv) 20,64 20,64 A4 (2,3 25 kv) 20,64 20,64 BT ( Menor que 2,3 kv ) 20,64 20,64 TUSD - CONCESSIONÁRIAS DE SERVIÇO PÚBLICO DE ENERGIA QUADRO N ELÉTRICA TUSD DEMANDA (R$/kW) SUBGRUPO P O N TA F. PONTA A3 (30 44 kv) 5,56 3,4 A4 (2,3 25 kv) 5,45 5,0 TUSD - GERAÇÃO QUADRO P TG SUBGRUPO DEMANDA (R$/kW) A3 (30 44 kv) 3,5 A4 (2,3 25 kv) 3,5

52 <!ID > <!ID > <!ID > <!ID > <!ID > <!ID > <!ID > <!ID > 52 ISSN Nº 76, qurt-feir, 2 de setembro de 2007 TUSD - APE e PIE QUADRO T Em tendimento os rts. 9 e 20 d Resolução Normtiv TUSD ANEEL n 66/2005. ENCARGOS (R$/MWh) SUBGRUPO P O N TA F. PONTA A3 (30 44 kv) 0,04 0,04 A4 (2,3 25 kv) 0,04 0,04 BT ( Menor que 2,3 kv ) 0,04 0,04 TUSD - CONSUMIDORES LIVRES - Desconto d TUSD - 50% QUADRO U TUSD DEMANDA (R$/kW) SUBGRUPO P O N TA F. PONTA A3 (30 44 Kv) 7,75,57 A4 (2,3 25 Kv) 25,67 7,54 BT ( Menor que 2,3 Kv ) 55,93 0,6 TUSD - CONSUMIDORES LIVRES - Desconto d TUSD - 00% QUADRO V TUSD DEMANDA (R$/kW) SUBGRUPO P O N TA F. PONTA A3 (30 44 kv) 0,03 0,0 A4 (2,3 25 kv) 0, 0,03 BT ( Menor que 2,3 kv ) 0,23 0,04 DESPACHO DO DIRETOR-GERAL Em de setembro de O DIRETOR-GERAL DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL, no uso de sus tribuições regimentis, com fulcro no disposto no rt. 47, d Resolução ANEEL n 273, de 0 de julho de 2007, resolve não conceder o efeito suspensivo requerido pel Associção Brsileir dos Produtores Independentes de Energi Elétric - APINE, no / , em fce d Resolução Homologtóri ANE- EL n 497/07, por não se encontrr presente o requisito de lesão grve e de difícil reprção ensejdor d suspensividde. JERSON KELMAN D I R E TO R I A DESPACHO DO DIRETOR Em de setembro de O DIRETOR DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL, no uso de sus tribuições regimentis, tendo em vist o disposto no rt. 43, o - 3 o -, d Norm de Orgnizção ANEEL - 00, provd pel Resolução Normtiv n o - 273, de 0 de julho de 2007, e o que const do Processo n o / , resolve não conhecer do Recurso Administrtivo interposto pel Compnhi Energétic de Algos - CEAL, em fce d penlidde de mult plicd por meio do Auto de Infrção n 025/2006-SFF, lvrdo pel Superintendênci de Fisclizção Econômic e Finnceir, um vez que foi interposto for do przo regulmentr, devendo mult ser recolhid com os créscimos previstos no rt. 24 d Resolução Normtiv n o - 63, de 2 de mio de ROMEU DONIZETE RUFINO SUPERINTENDÊNCIA DE CONCESSÕES E AUTORIZAÇÕES DE GERAÇÃO DESPACHOS DO SUPERINTENDENTE Em de setembro de O SUPERINTENDENTE DE CONCESSÕES E AU- TORIZAÇÕES DE GERAÇÃO DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL, no uso de sus tribuições regimentis, de cordo com delegção de competêncis estbelecid pel Resolução Autoriztiv n o -. 25, de 27 de junho de 2005, com bse n Lei n o , de 7 de junho de 995, n Lei n o , de 5 de mrço de 2004, no Decreto n o , de 30 de julho de 2004, n Lei n o , de 26 de dezembro de 996, n Lei n o , de de novembro de 2003, considerndo o que const do / e em cumprimento d liminr concedid nos utos do Mnddo de Segurnç n o , em trâmite pernte 2ª Vr d Seção Judiciári do Distrito Federl, resolve: I - Autorizr empres Usins Itmrti S.A., com sede n Fzend Gunbr, s/n o -, Município de Nov Olímpi, Estdo do Mto Grosso, inscrit no CNPJ sob n o /000-70, comercilizr pelo przo de 5 (cinco) nos, contdos prtir d dt de publicção deste Despcho, o excedente de energi elétric gerdo n UTE Itmrti, loclizd no Município de Nov Olímpi, Estdo do Mto Grosso, cuj outorg de utorizção foi objeto d Resolução n o , de 3 de gosto de 200; II - A comercilizção fr-se-á nos termos dos rts. 2, 5 e 6 d Lei n o , de 7 de junho de 995, com redção dd pel Lei n o , de 5 de mrço de 2004, e o 5 o - do rt. 26 d Lei n o , de 26 de dezembro de 996, com redção dd pel Lei n o , de de novembro de O Superintendente de Concessões e Autorizções de Gerção d Agênci Ncionl de Energi Elétric - ANEEL, no uso de sus tribuições regimentis, de cordo com delegção de competêncis estbelecid pel Resolução Autoriztiv n o 25, de 27 de junho de 2005, com bse no rt. 8 o d Lei n o 9.074, de 7 de julho de 995, no rt. 5 o do Decreto n o 2.003, de 0 de setembro de 996, e o que const do Processo n o / , resolve: I - Registrr, junto à ANEEL, centrl gerdor hidrelétric denomind CGH Auror, com 950 kw de potênci instld, loclizd no rio Ljedo Psso dos Índios, Bci do rio Urugui, Município de Chpecó, Estdo de Snt Ctrin, com cronogrm previsto pr entrd em operção prtir de 5 de julho de 2008, de propriedde d Coopertiv Centrl Oeste Ctrinense, inscrit no CNPJ sob o n o /000-7; II - A energi gerd destin-se o uso exclusivo do interessdo; III - Depende de utorizção d ANEEL comercilizção do excedente de energi elétric, conforme rt. 26 d Lei n 9.427, de 26 de dezembro de 996, com redção lterd pelo rt. 4 d Lei n 9.648, de 27 de mio de 998; IV- Este registro não exime o interessdo ds responsbiliddes qunto os spectos mbientis e de recursos hídricos; V - Cso o proveitmento hidrelétrico de que trt o item I venh ser fetdo por proveitmento ótimo de curso d'águ, não crretrá ônus de qulquer nturez o Poder Concedente ou à ANEEL O SUPERINTENDENTE DE CONCESSÕES E AU- TORIZAÇÕES DE GERAÇÃO DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL, no uso ds tribuições delegds por meio d Resolução ANEEL n o 25, de 27/6/2005 e considerndo o que const do /98-05 resolve: I - Regulrizr junto à ANEEL lterção d cpcidde instld d UTE Smúm, de propriedde d Compnhi. Energétic de Rorim - CER, compost por um únic máquin de 24 kw de Potênci Instld, em operção desde gosto de 997, utilizndo óleo diesel como combustível principl, no Município de Crcrí- RR; II - A energi gerd se destin prestção de serviço público; III - A concessionári deverá stisfzer, dentre outrs, s condições de continuidde e regulridde dos serviços, conforme disposto no rt. 22 d Lei n o , de /09/990, no Art. 6 o - d Lei n o , de 3/2/995 e n Resolução Normtiv n o - 35, de /0/998; IV - A concessionári deverá comunicr à ANEEL quisquer modificções em sus uniddes gerdors, incluindo cpcidde instld e dt de entrd em operção, no przo de té sessent dis pós su efetivção, sob pen de incorrer em penliddes prevists n legislção. HÉLVIO NEVES GUERRA SUPERINTENDÊNCIA DE FISCALIZAÇÃO ECONÔMICA E FINANCEIRA DESPACHO DO SUPERINTENDENTE Em de setembro de O SUPERINTENDENTE DE FISCALIZAÇÃO ECO- NÔMICA E FINANCEIRA DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENER- GIA ELÉTRICA - ANEEL, de cordo com o rtigo o - d Resolução Autoriztiv n o - 950, de 2 de junho de 2007, o que const ns correspondêncis C-ENE-049, C-ENE-050 e C-ENE-05, de 30 de gosto de 2007, e nos Processos n os / , / e / , resolve: I - registrr o tendimento, por prte d Centrl Eólic Volt do Rio S.A., Centrl Eólic Pri do Morgdo S.A. e Centrl Eólic Pris de Prjuru S.A., do determindo no prágrfo único do rt. o - d Resolução Autoriztiv n o - 950/07, que nuiu com trnsferênci de controle societário ds mesms pr Energimp S.A.; e II - este despcho entr em vigor n dt de su publicção. ANTONIO GANIM SUPERINTENDÊNCIA DE GESTÃO E ESTUDOS HIDROENERGÉTICOS DESPACHOS DO SUPERINTENDENTE Em de setembro de O SUPERINTENDENTE DE GESTÃO E ESTUDOS HIDROENERGÉTICOS DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL, EM EXERCÍCIO, de cordo com Portri n o - 26, de 0 de jneiro de 2006, no uso ds tribuições estbelecids n Resolução Normtiv n o - 6, de 29 de novembro de 2004, com mpro no rtigo o - do Decreto n. o , de 23 de dezembro de 2003, com redção dd pelo Decreto n. o , de 30 de jneiro de 2004 e n Resolução ANEEL n o - 395, de 04 de dezembro de 998 e o que const do Processo n. o /2004-0, resolve: I - Efetivr como tivo o registro pr relizção do Projeto Básico d PCH Snt Mri Bixo, com potênci estimd de 2,75 MW, às coordends 26 46' de Ltitude Sul e 49 24' de Longitude Oeste, situd no rio Snt Mri, sub-bci 83, bci hidrográfic do Atlântico Sudeste, no Estdo de Snt Ctrin, solicitdo pel empres Coopertiv de Energi Elétric Snt Mri Ltd., inscrit no CNPJ sob o n. o /000-67, tendo em vist o preenchimento dos requisitos do rtigo 7 o -, d Resolução ANEEL n o - 395/98. II - Informr que o registro não ger direito de preferênci pr obtenção de concessão pr serviço público ou uso de bem público e tmpouco pr outorg de utorizção pr explorção de centris hidrelétrics té 30 MW. III - Revogr o despcho n 2.385, de 27 de julho de <!ID > O SUPERINTENDENTE DE GESTÃO E ESTUDOS HIDROENERGÉTICOS DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL, EM EXERCÍCIO, de cordo com Portri n o - 26, de 0 de jneiro de 2006, no uso ds tribuições estbelecids n Resolução Normtiv n o - 6, de 29 de novembro de 2004, com mpro no rtigo o - do Decreto n. o , de 23 de dezembro de 2003, com redção dd pelo Decreto n. o , de 30 de jneiro de 2004 e n Resolução ANEEL n o - 395, de 04 de dezembro de 998 e o que const do Processo n. o / , resolve: I - Efetivr como tivo o registro pr relizção dos Estudos de Vibilidde d UHE Gliléi, com potênci estimd de 238 MW, às coordends 9 00'3" de Ltitude Sul e 4 33'46" de Longitude Oeste, situd no rio Doce, sub-bci 56, bci hidrográfic do Atlântico Leste, no Estdo de Mins Geris, solicitdo pel empres Construtor Queiroz Glvão S.A., inscrit no CNPJ sob o n. o /000-60, tendo em vist o preenchimento dos requisitos do rtigo 7 o -, d Resolução ANEEL n o - 395/98. II - Informr que o registro não ger direito de preferênci pr obtenção de concessão pr serviço público ou uso de bem público. III - Revogr o Despcho n 2.234, de 7 de julho de <!ID > O SUPERINTENDENTE DE GESTÃO E ESTUDOS HIDROENERGÉTICOS DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL, EM EXERCÍCIO, de cordo com Portri n o - 26, de 0 de jneiro de 2006, no uso ds tribuições estbelecids n Resolução Normtiv n o - 6, de 29 de novembro de 2004, com mpro no rtigo o - do Decreto n. o , de 23 de dezembro de 2003, com redção dd pelo Decreto n. o , de 30 de jneiro de 2004 e n Resolução ANEEL n o - 395, de 04 de dezembro de 998 e o que const do Processo n. o / , resolve: I - Efetivr como tivo o registro pr relizção do Projeto Básico d PCH Snto Antônio do Porto, com potênci estimd de 5,8 MW, às coordends 8 45'4" de Ltitude Sul e 42 0'0" de Longitude Oeste, situd no rio Suçuí Pequeno, sub-bci 56, bci hidrográfic do Atlântico Leste, no Estdo de Mins Geris, solicitdo pel empres Hidrotérmic S.A., inscrit no CNPJ sob o n. o /000-95, tendo em vist o preenchimento dos requisitos do rtigo 7 o -, d Resolução ANEEL n o - 395/98. II - Informr que o registro não ger direito de preferênci pr obtenção de concessão pr serviço público ou uso de bem público e tmpouco pr outorg de utorizção pr explorção de centris hidrelétrics té 30 MW.

53 <!ID > <!ID > <!ID > <!ID > <!ID > <!ID > <!ID > <!ID > <!ID > Nº 76, qurt-feir, 2 de setembro de 2007 ISSN O SUPERINTENDENTE DE GESTÃO E ESTUDOS HIDROENERGÉTICOS DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL, EM EXERCÍCIO, de cordo com Portri n o - 26, de 0 de jneiro de 2006, no uso ds tribuições estbelecids n Resolução Normtiv n o - 6, de 29 de novembro de 2004, com mpro no rtigo o - do Decreto n. o , de 23 de dezembro de 2003, com redção dd pelo Decreto n. o , de 30 de jneiro de 2004 e n Resolução ANEEL n o - 395, de 04 de dezembro de 998 e o que const do / , resolve: I - Trnsferir pr condição de intivo o registro pr relizção do Projeto Básico d PCH Posses, com potênci estimd de 6, MW, às coordends 4 2' de Ltitude Sul e 44 35' de Longitude Oeste, situd no rio Crinhnh, sub-bci 45, bci hidrográfic do rio São Frncisco, nos Estdos d Bhi e Mins Geris, concedido à empres Desenvix S.A., inscrit no CNPJ sob o n o /000-4, devido o não tendimento o disposto no prágrfo o - do rtigo 8 o -, d Resolução ANEEL n o - 395/98. II - Informr que, pr o registro ser efetivdo como tivo, empres Desenvix S.A. deverá solicitr novmente o registro, cumprindo o disposto nos incisos do rtigo 7 o -, d Resolução ANEEL n o - 395/98, desde que outros projetos básicos pr o mesmo proveitmento hidrelétrico não tenhm recebido o ceite disposto no rtigo 7, d referid Resolução. III - Revogr o Despcho n o - 08, de 22 de jneiro de O SUPERINTENDENTE DE GESTÃO E ESTUDOS HIDROENERGÉTICOS DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL, EM EXERCÍCIO, de cordo com Portri n o - 26, de 0 de jneiro de 2006, no uso ds tribuições estbelecids n Resolução Normtiv n o - 6, de 29 de novembro de 2004, com mpro no rtigo o - do Decreto n. o , de 23 de dezembro de 2003, com redção dd pelo Decreto n. o , de 30 de jneiro de 2004 e n Resolução n o - 393, de 04 de dezembro de 998 e o que const do Processo n. o / , resolve: I - Efetivr como intivo o registro pr relizção dos Estudos de Inventário Hidrelétrico do rio Cmquã, loclizdo n sub-bci 86, bci hidrográfic do Atlântico Sudeste, no Estdo do Rio Grnde do Sul, solicitdo pel empres Multilgos Gerção de Energi Elétric Ltd., devido o não tendimento o disposto nos incisos do rtigo 9 o -, d Resolução n o - 393/98. II - Informr que, pr o registro ser efetivdo como tivo, empres Multilgos Gerção de Energi Elétric Ltd. deverá solicitr novmente o registro, cumprindo o disposto nos incisos não tendidos do rtigo 9 o -, d Resolução n o - 393/ O SUPERINTENDENTE DE GESTÃO E ESTUDOS HIDROENERGÉTICOS DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL, EM EXERCÍCIO, de cordo com Portri n o - 26, de 0 de jneiro de 2006, no uso ds tribuições estbelecids n Resolução Normtiv n o - 6, de 29 de novembro de 2004, com mpro no rtigo o - do Decreto n. o , de 23 de dezembro de 2003, com redção dd pelo Decreto n. o , de 30 de jneiro de 2004 e n Resolução n o - 393, de 04 de dezembro de 998 e o que const do Processo n. o /2007-4, resolve: I - Efetivr como intivo o registro pr relizção dos Estudos de Inventário Hidrelétrico do rio Vermelho, loclizdo n sub-bci 66, bci hidrográfic do rio Prná, no Estdo do Mto Grosso, solicitdo pel empres Renov Energi S.A., inscrit no CNPJ sob o n. o /000-74, por não contemplr todo o potencil hidroenergético do rio ou d bci em questão O SUPERINTENDENTE DE GESTÃO E ESTUDOS HIDROENERGÉTICOS DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL, EM EXERCÍCIO, de cordo com Portri n o - 26, de 0 de jneiro de 2006, no uso ds tribuições estbelecids n Resolução Normtiv n o - 6, de 29 de novembro de 2004, com mpro no rtigo o - do Decreto n. o , de 23 de dezembro de 2003, com redção dd pelo Decreto n. o , de 30 de jneiro de 2004 e n Resolução n o - 393, de 04 de dezembro de 998 e o que const do Processo n. o / , resolve: I - Efetivr como intivo o registro pr relizção dos Estudos de Inventário Hidrelétrico do Rio do Sono entre s cots 20m e 78m e o Rio Perdid, loclizdo n sub-bci 22, bci hidrográfic do rio Tocntins, no Estdo de Tocntins, solicitdo pel empres Construtor LJA Ltd., inscrit no CNPJ sob o n. o /000-57, devido o não tendimento o disposto nos incisos do rtigo 9 o -, d Resolução n o - 393/98. II - Informr que, pr o registro ser efetivdo como tivo, empres Construtor LJA Ltd. deverá solicitr novmente o registro, cumprindo o disposto nos incisos não tendidos do rtigo 9 o -, d Resolução n o - 393/ O SUPERINTENDENTE DE GESTÃO E ESTUDOS HIDROENERGÉTICOS DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL, EM EXERCÍCIO, de cordo com Portri n o - 26, de 0 de jneiro de 2006, no uso ds tribuições estbelecids n Resolução Normtiv n o - 6, de 29 de novembro de 2004, com mpro no rtigo o - do Decreto n o , de 23 de dezembro de 2003, com redção dd pelo Decreto n o , de 30 de jneiro de 2004 e n Resolução n o - 393, de 04 de dezembro de 998 e o que const do Processo n o / , resolve: I - Efetivr como tivo o registro pr relizção d Revisão dos Estudos de Inventário Hidrelétrico do rio Teles Pires no trecho entre nscente e cot 358m, loclizdo n sub-bci 7, bci hidrográfic do rio Amzons, no Estdo do Mto Grosso, solicitdo pel empres FJHA - Consultori e Negócios Ltd., inscrit no CNPJ sob o n o /000-74, tendo em vist o preenchimento dos requisitos do rtigo 9 o -, d Resolução ANEEL n o - 393/98. II - Informr que o registro tivo não ger direito de exclusividde pr o desenvolvimento e eventul provção dos referidos estudos O SUPERINTENDENTE DE GESTÃO E ESTUDOS HIDROENERGÉTICOS DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL, EM EXERCÍCIO, de cordo com Portri n o - 26, de 0 de jneiro de 2006, no uso ds tribuições estbelecids n Resolução Normtiv n o - 6, de 29 de novembro de 2004, com mpro no rtigo o - do Decreto n. o , de 23 de dezembro de 2003, com redção dd pelo Decreto n. o , de 30 de jneiro de 2004 e n Resolução ANEEL n o - 395, de 04 de dezembro de 998 e o que const do / , resolve: I - Trnsferir pr condição de intivo o registro pr relizção do Projeto Básico d PCH Cpim Pub, com potênci estimd de 0 MW, às coordends 4 26' de Ltitude Sul e 44 42' de Longitude Oeste, situd no rio Crinhnh, sub-bci 45, bci hidrográfic do rio São Frncisco, nos Estdos d Bhi e Mins Geris, concedido à empres Desenvix S.A., inscrit no CNPJ sob o n o /000-4, devido o não tendimento o disposto no prágrfo o - do rtigo 8 o -, d Resolução ANEEL n o - 395/98. II - Informr que, pr o registro ser efetivdo como tivo, empres Desenvix S.A. deverá solicitr novmente o registro, cumprindo o disposto nos incisos do rtigo 7 o -, d Resolução ANEEL n o - 395/98, desde que outros projetos básicos pr o mesmo proveitmento hidrelétrico não tenhm recebido o ceite disposto no rtigo 7, d referid Resolução. III - Revogr o Despcho n o - 0, de 22 de jneiro de O SUPERINTENDENTE DE GESTÃO E ESTUDOS HIDROENERGÉTICOS DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL, EM EXERCÍCIO, de cordo com Portri n o - 26, de 0 de jneiro de 2006, no uso ds tribuições estbelecids n Resolução Normtiv n. o - 6, de 29 de novembro de 2004, com mpro no rtigo o - do Decreto n. o , de 23 de dezembro de 2003, com redção dd pelo Decreto n. o , de 30 de jneiro de 2004 e o que const do Processo n. o /2006-2, resolve: I - Devolver o projeto básico d PCH Alto Fris, presentdo pel empres Prontur Assessori Ambientl e Florestl Ltd., inscrit no CNPJ sob o n /000-92, situd no rio Fris, sub-bci 84, n bci hidrográfic do Atlântico Sudeste, loclizd no Município de Antônio Crlos, no Estdo de Snt Ctrin, pelo não tendimento do rtigo 2, d Resolução ANEEL n o - 395, de 04 de dezembro de O SUPERINTENDENTE DE GESTÃO E ESTUDOS HIDROENERGÉTICOS DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL, EM EXERCÍCIO, de cordo com Portri n o - 26, de 0 de jneiro de 2006, no uso ds tribuições estbelecids n Resolução Normtiv n o - 6, de 29 de novembro de 2004, com mpro no rtigo o - do Decreto n. o , de 23 de dezembro de 2003, com redção dd pelo Decreto n. o , de 30 de jneiro de 2004 e n Resolução ANEEL n o - 395, de 04 de dezembro de 998 e o que const do Processo n. o / , resolve: I - Efetivr como tivo o registro pr relizção dos Estudos de Vibilidde d UHE Crenque, com potênci estimd de 8 MW, às coordends 9 o - 3'09" de Ltitude Sul e 4 o - 22'08" de Longitude Oeste, situd no rio Doce, sub-bci 56, bci hidrográfic do Atlântico Leste, no Estdo de Mins Geris, solicitdo pel empres Construtor Queiroz Glvão S.A., inscrit no CNPJ sob o n. o /000-60, tendo em vist o preenchimento dos requisitos do rtigo 7 o -, d Resolução ANEEL n o - 395/98. II - Informr que o registro não ger direito de preferênci pr obtenção de concessão pr serviço público ou uso de bem público. III - Revogr o Despcho n o , de 7 de julho de O SUPERINTENDENTE DE GESTÃO E ESTUDOS HIDROENERGÉTICOS DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL, EM EXERCÍCIO, de cordo com Portri n o - 26, de 0 de jneiro de 2006, no uso ds tribuições estbelecids n Resolução Normtiv n o - 6, de 29 de novembro de 2004, com mpro no rtigo o - do Decreto n. o , de 23 de dezembro de 2003, com redção dd pelo Decreto n. o , de 30 de jneiro de 2004 e n Resolução ANEEL n o - 395, de 04 de dezembro de 998 e o que const do / , resolve: I - Trnsferir pr condição de intivo o registro pr relizção do Projeto Básico d PCH Lrguinh, com potênci estimd de 0,7 MW, às coordends 4 o - 24' de Ltitude Sul e 44 o - 39' de Longitude Oeste, situd no rio Crinhnh, sub-bci 45, bci hidrográfic do rio São Frncisco, nos Estdos d Bhi e Mins Geris, concedido à empres Desenvix S.A., inscrit no CNPJ sob o n o /000-4,devido o não tendimento o disposto no prágrfo o - do rtigo 8 o -, d Resolução ANEEL n o - 395/98. II - Informr que, pr o registro ser efetivdo como tivo, empres Desenvix S.A. deverá solicitr novmente o registro, cumprindo o disposto nos incisos do rtigo 7 o -, d Resolução ANEEL n o - 395/98, desde que outros projetos básicos pr o mesmo proveitmento hidrelétrico não tenhm recebido o ceite disposto no rtigo 7, d referid Resolução. III - Revogr o Despcho n o - 07, de 22 de Jneiro de <!ID > O SUPERINTENDENTE DE GESTÃO E ESTUDOS HIDROENERGÉTICOS DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL, EM EXERCÍCIO, de cordo com Portri n o - 26, de 0 de jneiro de 2006, no uso ds tribuições estbelecids n Resolução Normtiv n o - 6, de 29 de novembro de 2004, com mpro no rtigo o - do Decreto n o , de 23 de dezembro de 2003, com redção dd pelo Decreto n o , de 30 de jneiro de 2004 e no rtigo 7, d Resolução ANEEL n 395, de 04 de dezembro de 998 e o que const do Processo n. o / , resolve: I - Anuir com o ceite o Projeto Básico d PCH São Bento, com potênci estimd de 6 MW, situd no rio Jucu Brço Norte, subbci 56, n bci hidrográfic do Atlântico Leste, às coordends 20 9'00" de Ltitude Sul e 40 39'00" de Longitude Oeste, no Município de Domingos Mrtins, Estdo do Espírito Snto, pr fins de nálise, presentdo pel empres Duto Engenhri Ltd., inscrit no CNPJ sob o n. o / II - Os titulres de registro tivo pr elborção de projeto básico sobre o mesmo proveitmento serão notificdos do przo pr conclusão e presentção dos projetos básicos, nos termos do rt. 7 d Resolução n o - 395/98. III - Ficm insubsistentes os requerimentos pr elborção de estudos sobre o mesmo proveitmento que forem protocoldos pós dt de publicção deste to. <!ID > O SUPERINTENDENTE DE GESTÃO E ESTUDOS HIDROENERGÉTICOS DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL, EM EXERCÍCIO, de cordo com Portri n o - 26, de 0 de jneiro de 2006, no uso ds tribuições estbelecids n Resolução Normtiv n o - 6, de 29 de novembro de 2004, com mpro no rtigo o - do Decreto n o , de 23 de dezembro de 2003, com redção dd pelo Decreto n o , de 30 de jneiro de 2004 e no rtigo 7, d Resolução ANEEL n 395, de 04 de dezembro de 998 e o que const do Processo n. o /2007-3, resolve: I - Anuir com o ceite o Projeto Básico d PCH Bndeirnte, com potênci estimd de 3 MW, situd no rio ds Flores, sub-bci 74, n bci hidrográfic do rio Urugui, às coordends 26 47'58" de Ltitude Sul e 53 40'00" de Longitude Oeste, no Município de Bndeirnte, Estdo de Snt Ctrin, pr fins de nálise, presentdo pel empres QBEC Projetos e Consultori Ltd., inscrit no CNPJ sob o n. o / II - Ficm insubsistentes os requerimentos pr elborção de estudos sobre o mesmo proveitmento que forem protocoldos pós dt de publicção deste to. <!ID > O SUPERINTENDENTE DE GESTÃO E ESTUDOS HIDROENERGÉTICOS DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL, EM EXERCÍCIO, de cordo com Portri n o - 26, de 0 de jneiro de 2006, no uso ds tribuições estbelecids n Resolução Normtiv n o - 6, de 29 de novembro de 2004, com mpro no rtigo o - do Decreto n o , de 23 de dezembro de 2003, com redção dd pelo Decreto n o , de 30 de jneiro de 2004 e no rtigo 7, d Resolução ANEEL n 395, de 04 de dezembro de 998 e o que const do Processo n. o / , resolve: I - Anuir com o ceite o Projeto Básico d PCH Belmonte, com potênci estimd de 3,60 MW, situd no rio ds Flores, sub-bci 74, n bci hidrográfic do rio Urugui, às coordends 26 50'00" de Ltitude Sul e 53 40'00" de Longitude Oeste, no Município de Belmonte, Estdo de Snt Ctrin, pr fins de nálise, presentdo pel empres QBEC Projetos e Consultori Ltd., inscrit no CNPJ sob o n. o / II - Ficm insubsistentes os requerimentos pr elborção de estudos sobre o mesmo proveitmento que forem protocoldos pós dt de publicção deste to.

54 <!ID > <!ID > <!ID > <!ID > <!ID > <!ID > <!ID > <!ID > 54 ISSN O SUPERINTENDENTE DE GESTÃO E ESTUDOS HIDROENERGÉTICOS DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL, EM EXERCÍCIO, de cordo com Portri n o - 26, de 0 de jneiro de 2006, no uso ds tribuições estbelecids n Resolução Normtiv n o - 6, de 29 de novembro de 2004, com mpro no rtigo o - do Decreto n. o , de 23 de dezembro de 2003, com redção dd pelo Decreto n. o , de 30 de jneiro de 2004 e n Resolução ANEEL n o - 395, de 04 de dezembro de 998 e o que const do / , resolve: I - Trnsferir pr condição de intivo o registro pr relizção do Projeto Básico d PCH Snt Ros, com potênci estimd de 8,0 MW, às coordends 26 40'44" de Ltitude Sul e 52 05'42" de Longitude Oeste, situd no rio Chpecó, sub-bci 73, bci hidrográfic do rio Urugui, no Estdo de Snt Ctrin, concedido à empres Avelino Brggnolo Indústri e Comércio, inscrit no CNPJ sob o n o / ,devido o não tendimento o disposto no prágrfo o - do rtigo 8 o -, d Resolução ANEEL n o - 395/98. II - Informr que, pr o registro ser efetivdo como tivo, empres Avelino Brggnolo Indústri e Comércio deverá solicitr novmente o registro, cumprindo o disposto nos incisos do rtigo 7 o -, d Resolução ANEEL n o - 395/98, desde que outros projetos básicos pr o mesmo proveitmento hidrelétrico não tenhm recebido o ceite disposto no rtigo 7, d referid Resolução. III - Revogr o Despcho n o , de 3 de outubro de O SUPERINTENDENTE DE GESTÃO E ESTUDOS HIDROENERGÉTICOS DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL, EM EXERCÍCIO, de cordo com Portri n o - 26, de 0 de jneiro de 2006, no uso ds tribuições estbelecids n Resolução Normtiv n o - 6, de 29 de novembro de 2004, com mpro no rtigo o - do Decreto n. o , de 23 de dezembro de 2003, com redção dd pelo Decreto n. o , de 30 de jneiro de 2004 e n Resolução ANEEL n o - 395, de 04 de dezembro de 998 e o que const do / , resolve: I - Trnsferir pr condição de intivo o registro pr relizção do Projeto Básico d PCH Rondinh, com potênci estimd de 7,7 MW, às coordends 26 4'08" de Ltitude Sul e 52 02'36" de Longitude Oeste, situd no rio Chpecó, sub-bci 73, bci hidrográfic do rio Urugui, no Estdo de Snt Ctrin, concedido à empres Avelino Brggnolo Indústri e Comércio, inscrit no CNPJ sob o n o / ,devido o não tendimento o disposto no prágrfo o - do rtigo 8 o -, d Resolução ANEEL n o - 395/98. II - Informr que, pr o registro ser efetivdo como tivo, empres Avelino Brggnolo Indústri e Comércio deverá solicitr novmente o registro, cumprindo o disposto nos incisos do rtigo 7 o -, d Resolução ANEEL n o - 395/98, desde que outros projetos básicos pr o mesmo proveitmento hidrelétrico não tenhm recebido o ceite disposto no rtigo 7, d referid Resolução. III - Revogr o Despcho n o , de 25 de outubro de O SUPERINTENDENTE DE GESTÃO E ESTUDOS HIDROENERGÉTICOS DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL, EM EXERCÍCIO, de cordo com Portri n o - 26, de 0 de jneiro de 2006, no uso ds tribuições estbelecids n Resolução Normtiv n o - 6, de 29 de novembro de 2004, com mpro no rtigo o - do Decreto n o , de 23 de dezembro de 2003, com redção dd pelo Decreto n o , de 30 de jneiro de 2004 e o que const do Processo n. o / , resolve: I - Aprovr o Projeto Básico d PCH Mlgone, presentdo pel empres Wnerg Energétic Ltd., inscrit no CNPJ/MF sob o n o /000-95, situd no rio Uberbinh, sub-bci 60, n bci hidrográfic do rio Prná, loclizd no Município de Uberlândi, no Estdo de Mins Geris, com s crcterístics dds pel tbel bixo: Potênci Instld [MW] Coordends Geográfics do Eixo do Brrmento 9,0 8 o - 40' 50" S 48 o - 29' 27" W N. A. máximo norml de montnte [m] N. A. norml de jusnte [m] Áre do Reservtório [km 2 ] 600,50 543,00,27 II - A presente provção não exime empres Wnerg Energétic Ltd. de sus responsbiliddes pelo projeto, o que inclui os spectos de segurnç relciondos à estbilidde d brrgem e demis estruturs do empreendimento, lém de su execução pernte o Conselho Regionl de Engenhri, Arquitetur e Agronomi - CREA, sendo que o direito de explorr este potencil hidráulico deverá tender às disposições d legislção vigente O SUPERINTENDENTE DE GESTÃO E ESTUDOS HIDROENERGÉTICOS DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL, EM EXERCÍCIO, de cordo com Portri n o - 26, de 0 de jneiro de 2006, no uso ds tribuições estbelecids n Resolução Normtiv n o - 6, de 29 de novembro de 2004, com mpro no rtigo o - do Decreto n o , de 23 de dezembro de 2003, com redção dd pelo Decreto n o , de 30 de jneiro de 2004 e no rtigo 7, d Resolução ANEEL n 395, de 04 de dezembro de 998 e o que const do Processo n. o /2007-6, resolve: I - Anuir com o ceite o Projeto Básico d PCH Prt, com potênci estimd de 3 MW, situd no rio ds Flores, sub-bci 74, n bci hidrográfic do rio Urugui, às coordends 26 45'45" de Ltitude Sul e 53 39'56" de Longitude Oeste, no Município de Bndeirnte, Estdo de Snt Ctrin, pr fins de nálise, presentdo pel empres QBEC Projetos e Consultori Ltd., inscrit no CNPJ sob o n. o / II - Ficm insubsistentes os requerimentos pr elborção de estudos sobre o mesmo proveitmento que forem protocoldos pós dt de publicção deste to. FABIANO MAFRA SIQUEIRA SUPERINTENDÊNCIA DE PESQUISA E DESENVOLVIMENTO E EFICIÊNCIA ENERGÉTICA DESPACHO DO SUPERINTENDENTE Em de setembro de O Superintendente de PESQUISA E DESENVOLVIMEN- TO E EFICIÊNCIA ENERGÉTICA - ANEEL, no uso ds tribuições delegds por meio d Resolução ANEEL n o - 249, de 30 de jneiro de 2007, e o que const do Processo n o / , resolve: I - Aprovr o Progrm de Pesquis e Desenvolvimento, ciclo 2006/2007, d Compnhi Hidroelétric São Ptrício - CHESP, que deve plicr recursos no vlor de R$ ,79 (setent e qutro mil, duzentos e sessent e três reis e setent e nove centvos), correspondente o investimento de 0,3899% (três mil e oitocentos e novent e nove décimos de milésimos por cento) d receit opercionl líquid d empres de R$ ,00 (dezenove milhões, qurent e sete mil, cento e vinte reis); II - Determinr que o progrm sej concluído té de gosto de MÁXIMO LUIZ POMPERMAYER SUPERINTENDÊNCIA DE REGULAÇÃO DOS SERVIÇOS DE GERAÇÃO DESPACHOS DO SUPERINTENDENTE Em 0 de setembro de 2007(*) O SUPERINTENDENTE DE REGULAÇÃO DOS SER- VIÇOS DE GERAÇÃO DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL, no uso ds tribuições prevists n Resolução Normtiv ANEEL n o - 275, de 07 de gosto de 2007, e o que const do / , em especil n Not Técnic n o - 035/2007-SRG/ANEEL, de 0 de setembro de 2007, resolve negr o pedido de reconsiderção interposto pel Petróleo Brsileiro S.A. - Petrobrs, mntendo integrlmente decisão exrd no Despcho ANEEL n o , de 4 de gosto de RUI GUILHERME ALTIERI SILVA (*) Republicdo por ter sído no D.O. de de setembro de 2007, seção I, págin n o - 43, n o - 75, com incorreções no originl. Em de setembro de O SUPERINTENDENTE DE REGULAÇÃO DOS SER- VIÇOS DE GERAÇÃO DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL, no uso ds tribuições prevists n Resolução Normtiv ANEEL n o - 275, de 7 de gosto de 2007, e o que const do /2007-4, resolve negr o pedido de reconsiderção interposto pel Associção Brsileir de Gerdors Termelétrics - ABRAGET, porqunto interposto contr comunicção de cráter mermente informtivo, sem nenhum teor decisório. RUI GUILHERME ALTIERI SILVA Nº 76, qurt-feir, 2 de setembro de 2007 AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO, GÁS NATURAL E BIOCOMBUSTÍVEIS SUPERINTENDÊNCIA DE REFINO E PROCESSAMENTO DE GÁS NATURAL DESPACHO DO SUPERINTENDENTE Em de setembro de O SUPERINTENDENTE DE REFINO E PROCESSA- MENTO DE GÁS NATURAL d AGÊNCIA NACIONAL DO PE- TRÓLEO, GÁS NATURAL E BIOCOMBUSTÍVEIS - ANP, no uso de sus tribuições que lhe form conferids pel Portri ANP n o - 9 de 26 de mio de 2004, tendo em vist o que const do Processo ANP n. o /2007-3, nos termos do rt. 53, d lei n o de 06 de gosto de 997 e d Portri ANP n. o - 28, de 05 de fevereiro de 999, torn público o seguinte to: Art. o - Fic lterd Rzão Socil constnte ds Autorizções ANP 7/2003 e 7/2007 pr Univen Refinri de Petróleo Ltd, situd à Ru João Btist Pessini n o - 399, Município de Itupev, Estdo de São Pulo - CNPJ / Art. 2 o - Est Alterção entr em vigor n dt de su publicção. JOSÉ CARLOS DE ANDRADE DEPARTAMENTO NACIONAL DE PRODUÇÃO MINERAL ATOS DO DIRETOR-GERAL RELAÇÃO 277/2007 O DIRETOR-GERAL DO DEPARTAMENTO NACIONAL DE PRODUÇÃO MINERAL, no uso de sus tribuições, e em conformidde com o rt. 5, do Decreto-lei n 227, de 28 de fevereiro de 967, (Código de Minerção), resolve outorgr os seguintes Alvrás de Pesquis que entrm em vigor n dt de su publicção: nos, /04-SP, Extrbse Extrção, Comércio E Trnsporte Ltd.(3.23) nos, /05-SP, Pirâmide Extrção E Comércio De Arei Ltd.(3.23) nos, /05-SP, Virgini Vicenzotti River - Me(3.22) N o nos, 82062/05-SP, Edurdo Rodrigues Mchdo Luz(3.23) nos, /06-MG-SP, Lili Arújo Do Couto(3.23) N o nos, /06-SP, José Sntn Filho(3.22) nos, /06-SP, Arcy Lskni(3.22) nos, /07-SP, Cerâmic Itpir Ltd(3.22) N o nos, /07-SP, São Mrtinho S..(3.23) nos, /07-SP, José Cntídio Junqueir De Almeid(3.22) nos, 82045/07-SP, José Roberto Pell(3.22) nos, /07-SP, Rimund Lúci De Medeiros Rimkus(3.22) nos, /07-SP, Mrci Aprecid Mrtinucci Boldrin(3.22) nos, 8382/06-MG, Leonrdo Fgundes Guerr Lges(3.22) nos, 83854/06-MG, Almerito Roch(3.22) nos, /06-MG, Mri Eurídice Medeiros Pellegrini De Souz Pinto(3.22) nos, /94-MG, Togni Minerção Ltd.(3.22) N o nos, /94-MG, Togni Minerção Ltd.(3.22) N o nos, /94-MG, Togni Minerção Ltd.(3.22) N o nos, /94-MG, Togni Minerção Ltd.(3.22) N o nos, /94-MG, Togni Minerção Ltd.(3.22) N o nos, /94-MG, Togni Minerção Ltd.(3.22) N o nos, 83435/94-MG, Togni Minerção Ltd.(3.22) N o nos, /05-MG, Compnhi Vle Do Rio nos, /05-MG, Compnhi Vle Do Rio nos, /05-MG, Compnhi Vle Do Rio nos, /06-MG, Compnhi Vle Do Rio nos, /06-MG, Devnei Agostinho Rodrigues(3.23) nos, /06-MG, Bento Brcelos(3.23) nos, /06-MG, Minerdor Gruphyr Ltd.(3.23) N o nos, 83039/06-MG, Minerção De Feldspto Andrdense Ltd.(3.23) nos, 83057/06-MG, Minerção R. R. Ltd(3.22)

55 Nº 76, qurt-feir, 2 de setembro de 2007 ISSN nos, 8307/06-MG, Minerção R. R. Ltd(3.22) nos, 8374/06-MG, Vicente Mrcos De Pinho(3.23) nos, 83208/06-MG, Cio Borges Chves(3.22) nos, 8327/06-MG, Rômulo Mirnd Ferrz(3.23) nos, 83226/06-MG, Msshud,josé Slvio(3.23) nos, 83252/06-MG, Flávio De Medeiros Bocyuv Bulcão(3.23) nos, 83320/06-MG, Alfié Minérios Ltd.(3.23) nos, 834/06-MG, Votorntim Metis Zinco S/.(3.23) nos, 8342/06-MG, Votorntim Metis Zinco S/.(3.23) nos, 8343/06-MG, Votorntim Metis Zinco S/.(3.23) nos, 8344/06-MG, Votorntim Metis Zinco S/.(3.23) nos, 8345/06-MG, Votorntim Metis Zinco S/.(3.23) nos, 8348/06-MG, Votorntim Metis Zinco S/.(3.23) nos, 8349/06-MG, Votorntim Metis Zinco S/.(3.23) nos, 83420/06-MG, Votorntim Metis Zinco S/.(3.23) nos, 83434/06-MG, Votorntim Metis Zinco S/.(3.23) nos, 83439/06-MG, Votorntim Metis Zinco S/.(3.23) nos, 83442/06-MG, Votorntim Metis Zinco S/.(3.23) nos, 83445/06-MG, Votorntim Metis Zinco S/.(3.23) nos, 83446/06-MG, Votorntim Metis Zinco S/.(3.23) nos, 83448/06-MG, Votorntim Metis Zinco S/.(3.23) nos, 83457/06-MG, Emíli Aprecid Dmsceno De Oliveir - M.e.(3.22) nos, 83462/06-MG, Melquizedeque Glinri(3.23) nos, 83465/06-MG, Votorntim Metis Zinco S/.(3.23) nos, 83466/06-MG, Votorntim Metis Zinco S/.(3.23) nos, 83467/06-MG, Votorntim Metis Zinco S/.(3.23) nos, 83496/06-MG, Nicolu, Almeid(3.23) nos, 83497/06-MG, Jorge Nolsco Sntos Filho(3.22) nos, 83537/06-MG, Minerção E Explorção Gmm Ltd(3.22) nos, 83557/06-MG, Minerção Sete Lgos Ltd(3.23) nos, 83594/06-BA-MG, Zeus Minerção Ltd(3.23) nos, 83630/06-MG, Fernndo Brros Puperi(3.23) nos, 83985/06-MG, Minerdor Crmocl Ltd.(3.23) nos, 83223/06-MG, Jencrlo Jrdim Pixão(3.22) nos, 83224/06-MG, Alessndro Pereir Silv(3.22) nos, 83226/06-MG, Colim Azzi Ltd.(3.23) nos, 83228/06-MG, Minerção Qurtzomex Ltd.(3.23) nos, /06-MG, Crlos Edurdo Fernndes(3.22) nos, /06-MG, Mtrnsmins Minerção E Trnsportes Mins Ltd.(3.23) nos, /06-MG, José D Cost Lsmr(3.23) nos, /06-MG, Itcolomi Grnitos Ltdme(3.22) nos, /06-MG, Jessy De Souz(3.22) nos, /06-MG, Celulose Nipo-brsileir S/.(3.22) nos, /06-MG, Celulose Nipo-brsileir S/.(3.22) nos, /06-MG, Celulose Nipo-brsileir S/.(3.23) nos, /06-MG, Celulose Nipo-brsileir S/.(3.23) nos, /06-MG, Celulose Nipo-brsileir S/.(3.23) nos, /06-MG, Mdereir Betâni(3.22) nos, 83227/06-MG, Minerção Juprná Ltd.(3.22) nos, /06-MG, Ingo Gustv Wender(3.23) nos, /06-MG, Rento Dis Freire(3.23) nos, 83232/06-MG, Bontempi Imovéis Ltd.(3.22) nos, 83233/06-MG, Smsul Minerção Ltd.(3.23) nos, 83237/06-MG, Rogério Antônio(3.23) nos, 83238/06-MG, Rogério Antônio(3.23) nos, /06-MG, Julio Gonçlves Dos Reis(3.23) nos, /06-MG, Gerldo Moris Reis(3.23) nos, /06-MG, Antonio Bsileu Arujo Filho(3.22) nos, /06-MG, Cerâmic Cruzdo Ltd.(3.23) nos, /06-MG, Fbrício Moreir Sntos(3.22) nos, /06-MG, Zeus Minerção Ltd(3.23) nos, /06-MG, Ricrdo Schevz(3.22) nos, /06-MG, Zeus Minerção Ltd(3.23) nos, /06-MG, Stqb - São Thomé Qurtzito Brsil Ltd.(3.22) nos, /06-MG, Diogo Ptrick Ornels Chves(3.22) nos, /06-MG, Sml - Ser Minerção Ltd(3.23) nos, /06-MG, Zeus Minerção Ltd(3.23) nos, 83477/06-MG, Zeus Minerção Ltd(3.23) nos, 8349/06-MG, Ingo Gustv Wender(3.23) nos, 83426/06-MG, Mrcelo Correi Dos Reis(3.22) nos, /07-MG, Opps Minerção Construções Indústri E Comércio Ltd.(3.23) nos, 83045/07-MG, Extrção E Comércio Lmbri Ltd.(3.23) nos, 83046/07-MG, Votorntim Metis Zinco S/.(3.23) nos, 83047/07-MG, Votorntim Metis Zinco S/.(3.23) nos, /07-MG, Compnhi Vle Do Rio nos, /07-MG, Exotic Minerção Ltd(3.22) nos, /07-MG, Águ Nov Pesquiss Mineris Ltd.(3.23) nos, 83099/07-MG, Luiz Henrique D Silv(3.22) nos, /07-MG, Agenor Nrcizo Drumond Cossolosso(3.23) nos, 83530/07-MG, Ricrdo Schevz(3.22) nos, 83579/07-SP, Extrção De Arei Crlu Ltd.(3.23) nos, 83690/07-MG, Agenor Nrcizo Drumond Cossolosso(3.23) nos, 85042/02-PA, Xstrt Brsil Explorção Minerl Ltd(3.23) nos, /02-PA, Codelco Do Brsil Minerção Ltd(3.23) nos, /03-PA, Compnhi Vle Do Rio nos, /03-PA, Mgelln Mineris Prospecção Geológic Ltd(3.23) nos, /03-PA, Mgelln Mineris Prospecção Geológic Ltd(3.23) S/(3.23) nos, /06-PA, Teck Cominco Brsil nos, /06-PA, Renilce Mri Silv Cvlcnti(3.23) nos, /06-PA, Renilce Mri Silv Cvlcnti(3.23) nos, /06-PA, Renilce Mri Silv Cvlcnti(3.23) nos, /06-PA, Renilce Mri Silv Cvlcnti(3.23) nos, /06-PA, Renilce Mri Silv Cvlcnti(3.23) nos, 8504/06-PA, Renilce Mri Silv Cvlcnti(3.23) nos, 85043/06-PA, Renilce Mri Silv Cvlcnti(3.23) nos, /06-PA, Tmin Minerção Ltd(3.23) nos, /06-PA, Tmin Minerção Ltd(3.23) nos, /06-PA, Tmin Minerção Ltd(3.23) nos, /06-PA, Compnhi Vle Do Rio nos, 85048/06-PA, Compnhi Vle Do Rio nos, /06-PA, Compnhi Vle Do Rio nos, /06-PA, Compnhi Vle Do Rio nos, /06-PA-AP, Ors Produtos E Mteriis De Minerção Ltd(3.23) nos, /06-PA-AP, Ors Produtos E Mteriis De Minerção Ltd(3.23) nos, /07-SE, Polirochs Indústri E Comércio De Mármores E Grnitos Ltd.(3.22) nos, /06-PA, Bhp Billiton Metis S..(3.23) nos, /06-MS, Tv - Técnic Viári Construções Ltd(3.22) nos, /06-PA, Cristino Pmplon Dibes(3.23) nos, 85076/05-PA, Zezito Dis Alves(3.23) nos, /05-PA, Compnhi Vle Do Rio nos, /06-PA, Construtor Andrde Gutierrez S(3.22) nos, /06-PA, Construtor Andrde Gutierrez S(3.22) nos, 85067/06-PA, Compnhi Vle Do Rio nos, /06-PA, Mário Luis Cssoni(3.23) nos, /06-PA, Rebequi E Rebequi Ltd(3.23) nos, /06-PA, Compnhi Vle Do Rio nos, /06-PA, Messis Antônio D Silv - Me(3.23) nos, /06-PA, João Cesr Gonbçlves(3.23) nos, /06-PA, Cicero José Teixeir Cost De Sá(3.23) nos, 85087/06-PA, Jgur Resources Do Brsil Ltd(3.23) nos, 85088/06-PA, Jgur Resources Do Brsil Ltd(3.23) nos, 85089/06-PA, Jgur Resources Do Brsil Ltd(3.23) nos, /06-PA, Jgur Resources Do Brsil Ltd(3.23) nos, /06-PA, Minerção Ouro Vermelho Ltd(3.23) nos, /06-PA, Vldo Gomes Durte(3.23) nos, /06-PA, Minerção Nov Alinç Ltd.(3.23) nos, /06-PA, Águ Nov Pesquiss Mineris Ltd.(3.23) nos, /06-PA, Águ Nov Pesquiss Mineris Ltd.(3.23) nos, /06-PA, Muro Mikito(3.23) nos, /06-PA, José Vlderi De Oliveir(3.23) nos, /06-PA, José Vlderi De Oliveir(3.23) nos, /06-PA, José Vlderi De Oliveir(3.23) nos, /06-PA, Compnhi Vle Do Rio nos, /06-PA, Neur Lourdes Mlquis(3.23) nos, /06-PA, Wilson Pereir Firmo(3.23) nos, /06-PA, Neuldes De Jesus D Cost(3.23) nos, /06-PA, José Vlderi De Oliveir(3.23) nos, /06-PA, Compnhi Vle Do Rio

56 56 ISSN Nº 76, qurt-feir, 2 de setembro de nos, /06-PA, Tnio Pixão De Oliveir Sntos(3.23) nos, /06-PA, José Joquim Silveir(3.23) nos, /06-PA, Joo Btist De Jesus(3.23) nos, /07-PA, Adrino Bezerr(3.23) nos, /07-PA, Edivl D Cost Lopes(3.23) nos, 85004/07-PA, Edurdo José Pinto(3.23) nos, /07-PA, Mrcelo Brbos Sous(3.23) nos, /07-PA, Josué Pezzini Dos Sntos(3.23) nos, /07-PA, Gerldo De Oliveir(3.23) nos, /07-PA, Nicelm Souz Mirnd(3.23) nos, /07-PA, Lucivldo Silv Moit(3.23) nos, 88000/06-AM, Bhp Billiton Metis S..(3.23) nos, 88002/07-AM, Minerção Rio Do Norte S(3.23) nos, 88003/07-AM, Minerção Rio Do Norte S(3.23) nos, 88005/07-AM, Minerção Rio Do Norte S(3.23) nos, 88006/07-AM, Minerção Rio Do Norte S(3.23) nos, 88008/07-AM, Minerção Rio Do Norte S(3.23) nos, 88009/07-AM, Minerção Rio Do Norte S(3.23) nos, /07-AM, Minerção Rio Do Norte S(3.23) nos, /07-AM, Minerção Rio Do Norte S(3.23) nos, /07-AM, Minerção Rio Do Norte S(3.23) nos, /07-AM, Minerção Rio Do Norte S(3.23) nos, /07-AM, Minerção Rio Do Norte S(3.23) nos, /07-AM, Rimundo Antonio Tussi(3.23) nos, /07-AM, Frncirley Pereir Mtos(3.23) nos, /07-AM, Frncirley Pereir Mtos(3.23) nos, /07-AM, Frncirley Pereir Mtos(3.23) nos, /07-AM, Jkeline Feitos Vieir(3.23) nos, /07-AM, Frncirley Pereir Mtos(3.23) nos, /07-AM, Frncirley Pereir Mtos(3.23) nos, /07-AM, Frncirley Pereir Mtos(3.23) nos, 88020/07-AM, Serbi Minerção Ltd(3.23) nos, 88022/07-AM, Serbi Minerção Ltd(3.23) nos, 88060/07-AM, Celso Deol(3.22) nos, 88066/07-AM, Rquel Correi D Silv(3.23) nos, /06-RJ, Benedito Fernndes Durte(3.22) nos, 8908/07-RJ, Leonrdo Reis Silmi(3.22) nos, 89028/07-RJ, Leonrdo Reis Silmi(3.22) nos, 89079/07-RJ, Stone Green Grnitos Do Brsil Td(3.22) nos, 89085/07-RJ, Eli Lopes D Silv(3.22) nos, 89086/07-RJ, Nilton Trli Pereir - Me(3.22) nos, 89090/07-RJ, Snto Estevão Minerção E Prticipções S..(3.22) nos, 8909/07-RJ, Snto Estevão Minerção E Prticipções S..(3.22) nos, 89092/07-RJ, Engelider Construtor E Minerdor Ltd(3.23) nos, 89095/07-RJ, Arel Chprrl Ltd(3.22) nos, 89097/07-RJ, Gilson Inácio D Câmr(3.23) nos, 89099/07-RJ, Arel Do Brgnh Ltd(3.22) nos, 89028/07-RJ, Miguel Angelo Monnert Erthl(3.22) nos, 89029/07-RJ, E. E. Pedrs Ltd.- Me(3.22) nos, /07-RJ, Hiperserv Minerção E Construções Ltd(3.22) nos, 89023/07-RJ, Arel Cn Ltd(3.22) nos, /07-RJ, André Luiz Lgo Gimenes(3.22) nos, 89024/07-RJ, Anderson Ávil Apolinário(3.22) nos, /07-RJ, Mrci Lustos Mchdo(3.22) nos, /07-RJ, Roberto De Brros Btist(3.22) nos, /07-RJ, Cludi Pssos Dos Sntos(3.22) nos, 89026/07-RJ, Cludi Pssos Dos Sntos(3.22) nos, /07-RJ, Hiperserv Minerção E Construções Ltd(3.22) nos, 80023/07-CE, Abreu & Andrde Jzids Ltd(3.22) nos, 80029/07-CE, Altoro Minerção Ltd(3.23) nos, /07-CE, Altoro Minerção Ltd(3.23) nos, 80022/07-CE, Altoro Minerção Ltd(3.23) nos, /07-CE, Altoro Minerção Ltd(3.23) nos, /07-CE, Altoro Minerção Ltd(3.23) nos, /07-CE, Altoro Minerção Ltd(3.23) nos, /07-CE, Altoro Minerção Ltd(3.23) nos, /07-CE, Altoro Minerção Ltd(3.23) nos, /07-CE, Altoro Minerção Ltd(3.23) nos, /07-CE, Altoro Minerção Ltd(3.23) nos, /07-CE, Altoro Minerção Ltd(3.23) nos, /07-CE, Altoro Minerção Ltd(3.23) nos, 80023/07-CE, Altoro Minerção Ltd(3.23) nos, /07-CE, Altoro Minerção Ltd(3.23) nos, /07-CE, Pedro Wilson Vsconcelos(3.23) nos, /07-CE, Pedro Wilson Vsconcelos(3.23) nos, /07-CE, Mont Grnitos S..(3.22) nos, 80024/07-CE, Dvid Perdigo Vsconcelos(3.22) nos, /07-CE, Cerâmic Brsileir Cerbrás Ltd.(3.23) nos, /07-CE, Muricio Sidrim Trgino(3.22) nos, /07-CE, Ernni Brreir Porto(3.22) nos, /07-CE, Mil Minérios Industriis Ltd(3.23) nos, /07-CE, Mil Minérios Industriis Ltd(3.23) nos, /07-CE, Mil Minérios Industriis Ltd(3.23) nos, /07-CE, Jiei Mtsumine(3.23) nos, /07-CE, Jiei Mtsumine(3.23) nos, 80025/07-CE, Jiei Mtsumine(3.23) nos, /07-CE, Jiei Mtsumine(3.23) nos, /07-CE, Rebec Prente De Sous Sboi(3.22) nos, /07-CE, Compnhi Vle Do Rio nos, /07-CE, Compnhi Vle Do Rio nos, /07-CE, Compnhi Vle Do Rio nos, /07-CE, Compnhi Vle Do Rio nos, /07-CE, Compnhi Vle Do Rio nos, 80026/07-CE, Compnhi Vle Do Rio nos, /07-CE, Compnhi Vle Do Rio nos, /07-CE, Compnhi Vle Do Rio nos, /07-CE, Compnhi Vle Do Rio nos, /07-CE, Compnhi Vle Do Rio nos, /07-CE, Compnhi Vle Do Rio nos, /07-CE, Compnhi Vle Do Rio nos, /07-CE, Compnhi Vle Do Rio nos, /07-CE, Compnhi Vle Do Rio nos, /07-CE, Compnhi Vle Do Rio nos, 80027/07-CE, Compnhi Vle Do Rio nos, /07-CE, Compnhi Vle Do Rio nos, /07-CE, Compnhi Vle Do Rio nos, /07-CE, Compnhi Vle Do Rio nos, /07-CE, Compnhi Vle Do Rio nos, /07-CE, Compnhi Vle Do Rio nos, /07-CE, Compnhi Vle Do Rio nos, /07-CE, Compnhi Vle Do Rio nos, /07-CE, Compnhi Vle Do Rio nos, /07-CE, Compnhi Vle Do Rio nos, 80028/07-CE, Compnhi Vle Do Rio nos, /07-CE, Compnhi Vle Do Rio nos, /07-CE, Compnhi Vle Do Rio nos, /07-CE, Compnhi Vle Do Rio nos, /07-CE, Compnhi Vle Do Rio nos, /07-CE, Compnhi Vle Do Rio nos, /07-CE, Compnhi Vle Do Rio nos, /07-CE, Compnhi Vle Do Rio nos, /07-CE, Compnhi Vle Do Rio nos, /07-CE, Compnhi Vle Do Rio nos, 80029/07-CE, Compnhi Vle Do Rio nos, /07-CE, Compnhi Vle Do Rio nos, /07-CE, Compnhi Vle Do Rio nos, /07-CE, Compnhi Vle Do Rio nos, /07-CE, Compnhi Vle Do Rio nos, /07-CE, Compnhi Vle Do Rio nos, /07-CE, Compnhi Vle Do Rio nos, /07-CE, Compnhi Vle Do Rio nos, /07-CE, Compnhi Vle Do Rio nos, /07-CE, Compnhi Vle Do Rio nos, 80030/07-CE, Compnhi Vle Do Rio nos, /07-CE, Compnhi Vle Do Rio nos, /07-CE, Compnhi Vle Do Rio nos, /07-CE, Compnhi Vle Do Rio nos, /07-CE, Compnhi Vle Do Rio nos, /07-CE, Compnhi Vle Do Rio nos, /07-CE, Compnhi Vle Do Rio nos, /07-CE, Compnhi Vle Do Rio nos, /07-CE, Compnhi Vle Do Rio nos, 80030/07-CE, Compnhi Vle Do Rio nos, 8003/07-CE, Compnhi Vle Do Rio nos, 80032/07-CE, Compnhi Vle Do Rio nos, 80033/07-CE, Compnhi Vle Do Rio nos, 80034/07-CE, Compnhi Vle Do Rio nos, 80035/07-CE, Compnhi Vle Do Rio nos, 80036/07-CE, Compnhi Vle Do Rio

57 Nº 76, qurt-feir, 2 de setembro de 2007 ISSN nos, 80037/07-CE, Compnhi Vle Do Rio nos, 856/07-SC, Micromil- Micronizção E Mogem Ltd(3.23) nos, 859/07-SC, Sbino Rodrigues De Freits(3.23) nos, 8545/07-SC, Minerção Lm Ltd(3.23) nos, 8524/07-SC, Vldir Kohler(3.23) nos, 8529/07-SC, Nilson Chies(3.23) nos, 85443/07-SC, Compnhi Ctrinense De Águs E Snemento(3.22) nos, 85452/07-SC, Minerção Nilson Ltd.(3.23) nos, 85453/07-SC, Mondini Extrção De Arei Ltd(3.22) nos, 85454/07-SC, Pedreir Vle Do Selke Ltd(3.23) nos, 85460/07-SC, Frncisco De Assis Gonçlves Koneski(3.22) nos, 85464/07-SC, Cermic Lontrense Ltd Me(3.23) nos, 85465/07-SC, Jordã Lus Lel(3.22) nos, 85466/07-SC, Cetrb Ltd.(3.22) nos, 85467/07-SC, Sebstião Vieir(3.22) nos, 85468/07-SC, José Crlos De Assis(3.23) nos, 85469/07-SC, Alboni Loreno Sndri(3.23) nos, 85470/07-SC, Mdm Pedrs Ltd(3.22) nos, 85472/07-SC, Terr Mter Prticipções E Empreendimentos Ltd.(3.23) nos, 85473/07-SC, Mário Roberto Cvllzzi(3.23) nos, 85475/07-SC, Armndo Bif(3.22) nos, 8549/07-SC, Tecnocly Minerção Indústri E Comércio Ltd.(3.23) nos, 85503/07-SC, Vldir Kohler(3.23) nos, 85504/07-SC, Jl Extrção, Comércio De Arei E Trnsportes Ltd.(3.22) nos, 85505/07-SC, Construtor Triunfo Ltd.(3.22) nos, 8550/07-SC, Terr Mter Prticipções E Empreendimentos Ltd.(3.23) nos, 855/07-SC, Micromil- Micronizção E Mogem Ltd(3.23) nos, 85534/07-SC, Extrção De Arei Argil E Trnsporte Snt Helen Ltd-epp(3.23) nos, 85535/07-SC, Terminl Portuário E Retrop Imrui Ltd(3.22) nos, 85536/07-SC, Humberto Jir Dmso Ribs(3.22) nos, 85543/07-SC, Trnslilo Trnsportes Ltd(3.22) nos, 85549/07-SC, Geo Cstro Consultori Ltd(3.22) nos, 85550/07-SC, Serdel - Serviços De Drengens E Escvções Ltd(3.23) nos, /05-MT, Wgner Lopes Gheler - Serviços Me(3.23) nos, /06-MT, Votorntim Metis Zinco S/.(3.23) nos, 86624/07-MT, Chpleu Explorção Minerl Ltd(3.23) nos, 8663/07-MT, Crnvle Resources Minerção Ltd(3.23) nos, 86634/07-MT, Nelson Brbos De Moris(3.23) nos, 86656/07-MT, Ironbrk Minerção Do Brsil Ltd(3.23) nos, 86662/07-MT, Geomin - Geologi E Minerção Ltd.(3.22) nos, 86675/07-MT, Amide De Oliveir Ferrri(3.23) nos, 86693/07-MT, Digem Do Brsil Minerção Ltd(3.23) nos, 86698/07-MT, Rio Mnso Industril E Comercil De Minérios Ltd(3.23) nos, /07-MT, Fernndo Pereir D Roch(3.22) nos, 86623/07-MT, Trnspcific Gold Minerção Ltd(3.23) nos, /07-MT, Cmil Giongo(3.23) nos, /07-MT, Vldinei Muro De Souz(3.23) nos, /07-MT, Construtor Snches Tripoloni Ltd(3.22) nos, /07-MT, Aloisio Rfel Frnz(3.23) nos, 86627/07-MT, Minerção Pnmericn Ltd.(3.22) nos, /07-MT, Minerção Pnmericn Ltd.(3.22) nos, /07-MT, Minerção Pnmericn Ltd.(3.22) nos, /07-MT, Minerção Pnmericn Ltd.(3.22) nos, /07-MT, Minerção Pnmericn Ltd.(3.22) nos, /07-MT, Minerção Pnmericn Ltd.(3.22) nos, /07-MT, Minerção Pnmericn Ltd.(3.22) nos, 86688/07-MT, José Mur Junior(3.22) nos, /06-MT, Alvro Pizzto Qudros(3.22) nos, /06-MT, Muro Antônio Britt(3.23) nos, /06-MT, Plinio Cvgnoli(3.23) nos, /04-PR, Irmãos Stnski Ltd(3.23) nos, /05-PR, Ivone Medeiros Do Amrl(3.22) nos, /05-PR, Thigo Veloso Mri(3.22) nos, 82625/06-PR, Redrm Construtor De Obrs Ltd(3.23) nos, /06-PR, Ricrdo Abrmo Pádu Mello(3.23) nos, /06-PR, Boscrdin E Ci(3.22) nos, /06-PR, Agro Florestl Sepc Ltd(3.22) nos, /06-PR, Luiz Crlos Mtos(3.23) nos, /06-PR, Vness Cnzini Silveir(3.22) nos, /06-SP-PR, P. C. Lopes - Epp(3.23) nos, 8267/06-PR, Osvldo Perez Frztto(3.23) nos, 82606/07-PR, Aruco Forest Brsil S..(3.23) nos, /07-PR, Aruco Forest Brsil S..(3.23) nos, /07-PR, Aruco Forest Brsil S..(3.23) nos, 826/07-PR, Votorntim Metis Zinco S/.(3.23) nos, 8264/07-PR, Silvi Do Crmo Strobel Seidel(3.23) nos, 82626/07-PR, Rivdvi Bueno Crneiro(3.22) nos, 82645/07-PR, Snt Terezinh Agropecuári Ltd(3.22) nos, 82656/07-PR, Aco Minerção Ltd(3.22) nos, 82657/07-PR, Aco Minerção Ltd(3.22) nos, 82683/07-PR, Andre C.b.m. Petermnn Me(3.22) nos, 82685/07-PR, Silvio Nogueir Coutinho(3.23) nos, 82695/07-PR, Pedreir Ctedrl Ltd(3.22) nos, 84890/07-RN, Minerção Fzend Brsileiro S/(3.23) nos, /07-RN, Iris Ferreir D Silv(3.23) nos, /07-RN, Alemão Exportção E Minerção De Grnitos Ltd.(3.22) nos, 84823/07-RN, Gme 4 Do Brsil Prticipções E Empreendimentos S/(3.23) nos, /07-RN, Gme 4 Do Brsil Prticipções E Empreendimentos S/(3.23) nos, /07-RN, Gme 4 Do Brsil Prticipções E Empreendimentos S/(3.23) nos, /07-RN, Gme 4 Do Brsil Prticipções E Empreendimentos S/(3.23) nos, /07-RN, Gme 4 Do Brsil Prticipções E Empreendimentos S/(3.23) nos, /07-RN, Gme 4 Do Brsil Prticipções E Empreendimentos S/(3.23) nos, /07-RN, Gme 4 Do Brsil Prticipções E Empreendimentos S/(3.23) nos, /07-RN, Gme 4 Do Brsil Prticipções E Empreendimentos S/(3.23) nos, /07-RN, Gme 4 Do Brsil Prticipções E Empreendimentos S/(3.23) nos, /07-RN, Gme 4 Do Brsil Prticipções E Empreendimentos S/(3.23) nos, 84824/07-RN, Gme 4 Do Brsil Prticipções E Empreendimentos S/(3.23) nos, /07-RN, Gme 4 Do Brsil Prticipções E Empreendimentos S/(3.23) nos, /07-RN, Gme 4 Do Brsil Prticipções E Empreendimentos S/(3.23) nos, /07-RN, Gme 4 Do Brsil Prticipções E Empreendimentos S/(3.23) nos, /07-RN, Gme 4 Do Brsil Prticipções E Empreendimentos S/(3.23) nos, 84804/07-RN, Sinvl Vrel Cmr Filho(3.22) nos, /07-RN, Antonio Augusto Rebouçs De Almeid(3.23) nos, /07-RN, Votorntim Cimentos N/ne S..(3.23) nos, /07-RN, Votorntim Cimentos N/ne S..(3.23) nos, /07-RN, Votorntim Cimentos N/ne S..(3.23) nos, /07-RN, Votorntim Cimentos N/ne S..(3.23) nos, 84825/07-RN, Votorntim Cimentos N/ne S..(3.23) nos, /07-RN, Votorntim Cimentos N/ne S..(3.23) nos, /07-RN, Votorntim Cimentos N/ne S..(3.23) nos, /07-RN, Votorntim Cimentos N/ne S..(3.23) nos, /07-RN, Votorntim Cimentos N/ne S..(3.23) nos, /07-RN, Votorntim Cimentos N/ne S..(3.23) nos, /07-RN, Votorntim Cimentos N/ne S..(3.23) nos, /07-RN, Votorntim Cimentos N/ne S..(3.23) nos, /07-RN, Votorntim Cimentos N/ne S..(3.23) nos, /07-RN, Votorntim Cimentos N/ne S..(3.23) nos, 84826/07-RN, Votorntim Cimentos N/ne S..(3.23) nos, /07-RN, Votorntim Cimentos N/ne S..(3.23) nos, /07-RN, Votorntim Cimentos N/ne S..(3.23) nos, /07-RN, Votorntim Cimentos N/ne S..(3.23) nos, /07-RN, Votorntim Cimentos N/ne S..(3.23) nos, /07-RN, Votorntim Cimentos N/ne S..(3.23) nos, /07-RN, Votorntim Cimentos N/ne S..(3.23) nos, /07-RN, Votorntim Cimentos N/ne S..(3.23) nos, /07-RN, Votorntim Cimentos N/ne S..(3.23) nos, /07-RN, Votorntim Cimentos N/ne S..(3.23) nos, /07-RN, Votorntim Cimentos N/ne S..(3.23) nos, /07-RN, Votorntim Cimentos N/ne S..(3.23) nos, /07-RN, Votorntim Cimentos N/ne S..(3.23) nos, 84828/07-RN, Votorntim Cimentos N/ne S..(3.23) nos, /07-RN, Votorntim Cimentos N/ne S..(3.23) nos, /07-RN, Votorntim Cimentos N/ne S..(3.23) nos, /07-PB, South Americn Minerção Ltd(3.23) nos, /07-PB, South Americn Minerção Ltd(3.23) nos, /07-PB, South Americn Minerção Ltd(3.23) nos, 8460/07-PB, South Americn Minerção Ltd(3.23) nos, 8465/07-PB, South Americn Minerção Ltd(3.23) nos, 8468/07-PB, South Americn Minerção Ltd(3.23) nos, 8469/07-PB, South Americn Minerção Ltd(3.23) nos, 84620/07-PB, South Americn Minerção Ltd(3.23) nos, 8462/07-PB, South Americn Minerção Ltd(3.23) nos, 84625/07-PB, South Americn Minerção Ltd(3.23) nos, 84626/07-PB, South Americn Minerção Ltd(3.23) nos, 84627/07-PB, South Americn Minerção Ltd(3.23) nos, 84652/07-PB, Pulo José De Crvlho Poli(3.23) nos, 84662/07-PB, Minérios E Metis Do Nordeste Ltd.(3.23) nos, 84622/07-PB, Gilvn D Silv Freire(3.23) nos, 84626/07-PB, Bgc-brsil Gem Commerce Ltd(3.23) nos, /07-PB, Nilson Pereir D Cost(3.22) nos, 84624/07-PB, Amrl - Minerção Ltd(3.23) nos, /07-PB, Dvid Gerldo Ventur(3.23)

58 <!ID > <!ID > 58 ISSN Nº 76, qurt-feir, 2 de setembro de nos, /07-RN-PB, Von Roll Do Brsil Ltd.(3.23) nos, /07-PB, Sidney Diniz De Almeid(3.23) nos, /07-PB, Sidney Diniz De Almeid(3.23) nos, 84627/07-PB, Minerção Crib S/(3.23) nos, /07-PB, Amrl - Minerção Ltd(3.22) nos, /07-SE, Lucino Leite D Silv(3.23) nos, 87807/07-SE, Cerâmic Snt Mrci S Smrs(3.23) nos, /06-RO, Lúcio Pereir Brbos(3.23) nos, /07-AC, Jose Nogueir De Queiroz(3.22) nos, /07-AC, Amncio Lopes E Ci Ltd(3.22) nos, 88697/06-RO, Gluco Omr Cell(3.23) nos, 8862/06-RO, Orlndo José Belotto Filho(3.23) nos, /07-PI, Dm Minerção Ltd(3.23) nos, 8032/07-PI, Vicente Penh(3.23) nos, 8033/07-PI, Vicente Penh(3.23) nos, 80346/07-PI, Votorntim Metis Níquel S/(3.23) nos, 80360/07-PI, Pedreirs Do Brsil S..(3.22) nos, 8036/07-PI, Pedreirs Do Brsil S..(3.22) nos, 80396/07-PI, Tu Cpitl Brsil Minerção Ltd(3.23) nos, 80397/07-PI, Tu Cpitl Brsil Minerção Ltd(3.23) nos, 80398/07-PI, Tu Cpitl Brsil Minerção Ltd(3.23) nos, 80399/07-PI, Tu Cpitl Brsil Minerção Ltd(3.23) nos, /07-PI, Tu Cpitl Brsil Minerção Ltd(3.23) nos, 80320/07-PI, Tu Cpitl Brsil Minerção Ltd(3.23) nos, /07-PI, D0 Minerco Ltd(3.23) nos, 80650/07-MA, Willim Penh Brros(3.22) nos, 80638/07-MA, Minerção Ouro Vermelho Ltd(3.23) nos, 80639/07-MA, Minerção Ouro Vermelho Ltd(3.23) nos, /06-MS, Emterpel - Empres De Trnsporte Pedros Ltd(3.23) nos, 8607/07-GO, Minerção Mosico Ltd(3.23) RELAÇÃO 284/2007 O DIRETOR-GERAL DO DEPARTAMENTO NACIONAL DE PRODUÇÃO MINERAL, no uso de sus tribuições, e em conformidde com o rt. 5, do Decreto-lei n 227, de 28 de fevereiro de 967, (Código de Minerção), resolve outorgr os seguintes Alvrás de Pesquis que entrm em vigor n dt de su publicção: nos, 82029/03-SP, Compnhi Industril E Agrícol Ometto(3.23) nos, /04-SP, Cerâmic São Mrcos De Conchs Ltd(3.23) 9-03 nos, /04-SP, Crlos Edurdo Bttesini Pereir(3.23) nos, /05-SP, Jose Ferreir Lim(3.22) nos, /06-SP, Mri Odete Outeiro Pinto(3.23) nos, /06-SP, Roseli Diniz De Almeid Silv(3.23) nos, 8205/07-SP, Orlndo Pereir(3.23) nos, /07-SP, Cerâmic São José Ltd(3.22) nos, /07-SP, Cermic Cirineu Ltd(3.23) nos, /07-SP-MS, Areis Slioni Ltd(3.23) nos, 82033/07-SP, Luiz Plombo(3.22) nos, 82038/07-SP, J.r.fri Fertilizntes Me(3.22) nos, /07-SP, Vldimir Mrcto Muro(3.22) nos, /07-SP, Edurdo Tvres Dos Sntos(3.22) nos, /07-SP, Perfurex Ltd(3.23) nos, /07-SP, Industri Cermic Snto Hilrio Ltd Me(3.22) nos, /07-SP, Empres De Minerção Aem Ltd(3.22) nos, 83776/06-MG, Zeus Minerção Ltd(3.23) nos, 83260/05-MG, Minerção Limeir, Comércio, Exportção E Importção Ltd.(3.23) nos, /05-MG, Minerção Mins Bhi S.(3.23) nos, /06-MG, Zeus Minerção Ltd(3.23) nos, 8329/06-MG, Ideir José Américo(3.23) nos, 83784/06-MG, Zeus Minerção Ltd(3.23) nos, /06-MG, Celulose Nipo-brsileir S/.(3.23) nos, /06-MG, Ingo Gustv Wender(3.23) nos, 83229/06-MG, Juscelino José De Oliveir(3.22) nos, /06-MG, Jurubtub S.. Indústri E Comércio.(3.22) nos, /06-MG, Fbrício Moreir Sntos(3.22) nos, /06-MG, Lidine Pires Félix(3.22) nos, 8323/06-MG, Bontempi Imovéis Ltd.(3.22) nos, /06-MG, Frncisco Durte Vieir(3.23) nos, /06-MG, City Cr Veículos Serviços E Minerção Ltd.(3.23) nos, /06-MG, Cleinio Frncisco De Crvlho(3.23) nos, /06-MG, Brzil Grnites Exports Ltd.(3.22) nos, /06-MG, Brzil Grnites Exports Ltd.(3.22) nos, /06-MG, Ricrdo Affonso Junqueir(3.23) nos, /06-MG, Grnriv Grnitos Ltd.(3.22) nos, /06-MG, Grmbril Grnitos E Mármores Beir Rio Ltd(3.22) nos, /06-MG, Grmbril Grnitos E Mármores Beir Rio Ltd(3.22) nos, /06-MG, Rul Mteus D Silv Júnior(3.22) nos, 83236/06-MG, Brzil Grnites Exports Ltd.(3.22) nos, /06-MG, Lidine Pires Félix(3.22) nos, /06-MG, Compnhi Vle Do Rio nos, /06-MG, Compnhi Vle Do Rio nos, /06-MG, Igeologi Serviços De Mão De Obr E Representções Ltd(3.23) nos, /06-MG, Grnsf - Grnitos São Frncisco Ltd(3.22) nos, /06-MG, Mrcelo Crvlhes Timo(3.23) nos, /06-MG, Lidine Pires Félix(3.22) nos, /06-MG, Lidine Pires Félix(3.22) nos, /06-MG, Lidine Pires Félix(3.22) nos, /06-MG, Lidine Pires Félix(3.22) nos, 83240/06-MG, Afrnio Cesr Ireno(3.23) nos, /06-MG, Ivn Torres Pulino Filho(3.22) nos, /07-MG, Hélvio Andrde Zózimo(3.23) nos, /07-MG, Ivonei José Tosi(3.22) nos, 83943/07-MG, Frederico Flusino Cmpos Me(3.22) nos, /07-MG, Agenor Nrcizo Drumond Cossolosso(3.23) nos, /04-RJ, Fernnd Thomé Moreir Mrtins(3.22) nos, 89088/07-RJ, Cesr Frid Fit(3.22) nos, 89020/07-RJ, Mrcello Mores Sicilino(3.22) nos, /07-RJ, Mrcello Mores Sicilino(3.22) nos, /07-RJ, Pedreir De Suruí Extrção E Comércio De Pedrs Ltd.-epp.(3.22) nos, 89020/07-RJ, Cerâmic São Jorge De Serópedic(3.22) nos, 8902/07-RJ, Agropecuári Ittib Dos Frdes Ltd-me(3.22) nos, /07-RJ, Arel Arthur De Pádu Ltd.(3.22) nos, /07-RJ, Cibrzil Minerções Ltd - Me(3.22) nos, /07-RJ, Cesr Frid Fit(3.22) nos, /07-RJ, André Luiz Lgo Gimenes(3.22) nos, /07-RJ, Grnfer Grnitos Ferreir Ltd.-me(3.22) nos, /07-RJ, Grnitos Apicá Ltd.me(3.22) nos, /07-RJ, Mrpv Construções E Empreendimentos Ltd(3.23) nos, /07-RJ, Empres De Minerção J. Serrão Ltd.(3.22) nos, /07-RJ, Empres De Minerção J. Serrão Ltd.(3.22) nos, /07-RJ, Itun De Resende Mteriis De Construção Ltd.(3.22) nos, /07-RJ, Hiperserv Minerção E Construções Ltd(3.22) nos, /07-RJ, Minerção Corrego D Onç Ltd.(3.22) nos, /07-RJ, Filipe Pedros Corrê(3.22) N o nos, /07-RJ, Filipe Pedros Corrê(3.22) N o nos, /07-RN, Votorntim Cimentos N/ne S..(3.23) N o nos, /07-RN, Votorntim Cimentos N/ne S..(3.23) N o nos, /07-RN, Votorntim Cimentos N/ne S..(3.23) N o nos, /07-RN, Votorntim Cimentos N/ne S..(3.23) N o nos, 84827/07-RN, Votorntim Cimentos N/ne S..(3.23) N o nos, /07-RN, Votorntim Cimentos N/ne S..(3.23) N o nos, /07-RN, Votorntim Cimentos N/ne S..(3.23) N o nos, /07-RN, Votorntim Cimentos N/ne S..(3.23) N o nos, /07-RN, Votorntim Cimentos N/ne S..(3.23) N o nos, /07-RN, Votorntim Cimentos N/ne S..(3.23) N o nos, /07-PB, Provle Indústri E Comércio S..(3.23) nos, /07-PB, Minerção Ncionl Ltd(3.23) N o nos, /07-PB, Minerção Ncionl Ltd(3.23) N o nos, /07-PB, Minerção Ncionl Ltd(3.23) N o nos, /07-PB, Minerção Ncionl Ltd(3.23) N o nos, /07-PB, F. Austregéselo C. Bezerr Me(3.22) MIGUEL ANTONIO CEDRAZ NERY 2 o - D I S T R I TO DESPACHOS DO CHEFE RELAÇÃO 97/2007 FASE DE REQUERIMENTO DE AUTORIZAÇÃO DE PESQUISA Determino o cumprimento d exigênci, do ofício que mencion, no przo de 60 sessent dis. (.3) /0 - Of. n o /07-2 o - DS/DNPM/SP - Porto de Arei Belo Pereir Ltd. - Ribeir/SP e Adrinópolis/PR 82.3/02 - Of. n o /07-2 o - DS/DNPM/SP - Cerâmic Filippo Ltd. - Gurtinguetá e Aprecid/SP /07 - Of. n o /07-2 o - DS/DNPM/SP - José Alexndre Medeiros Crvlho - Itupev/SP /07 - Of. n o /07-2 o - DS/DNPM/SP - Minerção Nov Er Ltd. ME - Tremembé/SP /07 - Of. n o /07-2 o - DS/DNPM/SP - Vle do Pititi - ME - Tremembé/SP /07 - Of. n o /07-2 o - DS/DNPM/SP - Sociedde Extrtiv Piloto Ltd. - Tremembé/SP /07 - Of. n o /07-2 o - DS/DNPM/SP - Nelson Zene Júnior - Sntos/SP /07 - Of. n o /07-2 o - DS/DNPM/SP - Mri Regin Brbos Riccirdi - São José dos Cmpos/SP /07 - Of. n o /07-2 o - DS/DNPM/SP - EMR - Pecuári Administrção e Prticipção Ltd.- Gurrem, Slesopólis e Snt Brnc/SP /07 - Of. n o /07-2 o - DS/DNPM/SP - Umberto Bonini - Pindmonhngb/SP /07 - Of. n o /07-2 o - DS/DNPM/SP - Mris Muro Znini - Sorocb/SP /07 - Of. n o /07-2 o - DS/DNPM/SP - Jobe José Brbos - Espirito Snto do Pinhl/SP /07 - Of. n o e 4.2/07-2 o - DS/DNPM/SP - João de Deus Mrtins d Silv - Cbreúv/SP /07 - Of. n o e 4.4/07-2 o - DS/DNPM/SP - Luis Antonio Lnzi - Mogi-Guçu/SP /07 - Of. n o - 4.2/07-2 o - DS/DNPM/SP - Cerâmic M.P. Wenzel Ltd. ME - Tquritub/SP Indefere requerimento de utorizção de pesquis / cput do rt. 7 do C.M. (.0) /07 - Elisbett Rffelli Roncoroni - Buri/SP /07 - Nelson Prevto - Ibiting/SP Neg provimento o pedido de reconsiderção e mntém o despcho que determinou o indeferimento.(.87) /90 - Luiz Antonio Lnzi - Mogi Guçu e Arrs/SP

59 <!ID > <!ID5470-0> Nº 76, qurt-feir, 2 de setembro de 2007 ISSN Homolog o pedido de desistênci do requerimento de Autorizção de Pesquis / Áre disponível pr pesquis pelo przo de 60 (sessent) dis/rt/26 do C.M. - Os critérios geris, s regrs e os critérios específicos de hbilitção e julgmento estão estbelecidos n Portri Ministeril n o -. 2, de e n Portri do Diretor- Gerl do DNPM n o -. 49, de Os interessdos poderão ter vists dos utos n Sede do 2 o -. Distrito do DNPM/SP, sito à Ru Loefgreen, n o , Vil Clementino, São Pulo. (.57) e (3.28) /85 - Adlberto Ferreir de Brito - Jcupirng/SP 82.85/98 - Construtor Industril e Comercil Sid Ltd. - Ribeirão Preto/SP /04 - Compnhi Vle do Rio Doce - CVRD - Gurulhos/SP 820.4/06 - L.A.A.S.P.E. Empreendimentos e Prticipções Ltd. - Apií/SP FASE DE AUTORIZAÇÃO DE PESQUISA Determin o cumprimento de exigênci, do ofício que mencion, no przo de 60 (sessent) dis. (2.50) /85 - Of. n o /07-2 o - DS/DNPM/SP - Umberto Checchinto Neto - Jundií e Inditub/SP /87 - Of. n o /07-2 o - DS/DNPM/SP - Porto de Arei Tubrão Ltd. - Cçpv/SP /95 - Of. n o /07-2 o - DS/DNPM/SP - Itqurei Indústri Extrtiv de Minérios Ltd. - Cçpv/SP /00 - Of. n o /07-2 o - DS/DNPM/SP - Mrcino Ceccto - Corumbtí/SP /0 - Of. n o /07-2 o - DS/DNPM/SP - Pecuári Serrmr Ltd. - Crguttub/SP /0 - Of. n o , 4.083e 4.084/07-2 o - DS/DNPM/SP - BBR Minerção Ltd. - Embu/SP /0 - Of. n o /07-2 o - DS/DNPM/SP - Indústri e Comércio de Bebids Fund Ltd. - Presidente Prudente/SP /02 - Of. n o - 4.2/07-2 o - DS/DNPM/SP - Ingo Roberto Koelle - Rio Clro/SP /03 - Of. n o /07-2 o - DS/DNPM/SP - Cimento Rio Brnco S/A - Piedde/SP /03 - Of. n o /07-2 o - DS/DNPM/SP - Pulo Roberto Bosqueiro - Arrs e Rio Clro/SP /03 - Of.n o /07-2 o - DS/DNPM/SP - Mrco Antonio Cnelli - Arrs/SP /05 - Of. n o /07-2 o - DS/DNPM/SP - Pedreir Dibásio Ltd. - Snt Cruz do Rio Prdo/SP /06 - Of. n o /07-2 o - DS/DNPM/SP - R.A. Comércio de Argil, Arei e Pedr Ltd. - Tbpuã/SP Concede prévi nuênci o to de cessão e utoriz verbção dos tos de trnsferênci de Alvrá de Autorizção de Pesquis. (2.8) Cedente: Antonio Fábio Beldi Cessionári: Extrbse Extrção, Comércio e Trnsporte Ltd. - CNPJ: / /06 - Alvrá 7.88/06 - Porto Feliz/SP Cedente: Robson Mrtinez de Oliveir Cessionári: Bertocco Bertocco Ci. Ltd. - CNPJ: / /07 - Alvrá n o - 7.8/07 - Arco-Íris/SP Auto de Infrção lvrdo por determinção do Chefe do Distrito pr plicção de mult/rt. 22, o - do Regulmento do Código de Minerção - przo pr defes ou pgmento: 30 (trint) dis. (6.38) /00 - A.I. n o -.223/07 - Cerâmic Lrnjl Pulist Ltd /00 - A.I. n o -.224/07 - Socrtes Potigur Agropecuári e Minerção Ltd /00 - A.I. n o -.225/07 - Cludenilson Tomzell /00 - A.I. n o -.220/07 - Cerâmic Mniezzo Ltd. - EPP /00 - A.I. n o -.29/07 - Rosângel Mi Beccri - ME /00 - A.I. n o -.255/07 - Uilson Romnh e Ci. Ltd /00 - A.I. n o -.228/07 - Ctão e Ci. Ltd /00 - A.I. n o -.229/07 - Lyse Mri Rodrigues Fjnzylber /00 - A.I. n o -.230/07 - Comspe Extrção e Comércio de Minérios Ltd /00 - A.I. n o -.22/07 - Ademr Silveir Mrtins /00 - A.I. n o -.222/07 - Joelson d Silv Mult plicd por determinção do Chefe do 2 o - DS/DNPM/SP, o - do rt. 22 do C.M., Decreto-Lei n o - 227/67 - przo pr pgmento 30 (trint) dis. (6.4) /00 - Vstex Indústri de Cerâmic Ltd /00 - Crlos Murilo Deneno FASE DE LICENCIAMENTO Indefere o requerimento de Registro de Licenç /Art. 7 o -, item I, d I.N. 00/200, de 2/02/ Áre disponível pr pesquis pelo przo de 60 (sessent) dis/rt. 26 do C.M. e rt. 7 o -, d Portri Ministeril n o -. 2, de Os critérios geris, s regrs e os critérios específicos de hbilitção e julgmento estão estbelecidos n Portri Ministeril n o -. 2, de e n Portri do Diretor-Gerl do DNPM n o -. 49, de Os interessdos poderão ter vists dos utos n Sede do 2 o -. Distrito do DNPM/SP, sito à Ru Loefgreen, n o Vil Clementino - São Pulo. (7.2) (3.28) /98 - Olri Irmãos Cunh Ltd. - ME - Mendonç/SP Determino bix do Licencimento/rtigo 2 d IN n o - 0/200. (7.5) /02 - João Meleg - ME Pircicb/SP - Licencimento n o /05-2 o - DS/DNPM/SP - Subst.: Argil, prtir de / 0 7 / Torn sem efeito bix do Registro de Licenç n o /98, publicd n relção 00/06, Seção I, pág. 47, no DOU de 29/09/06. (7.67) /98 - José d Silv Ubtub - Ubtub/SP Defere o Pedido de Renovção do Licencimento. (7.42) /87 - Emili Tubin FI - Mirctu/SP - Licencimento n o -.347/88-2 o - DS/DNPM/SP, prtir de 02/08/2.007 té 3/07/ Subst: Arei /00 - Brldo & Ci. Ltd. - Novo Horizonte/SP - Licencimento n o /05-2 o - DS/DNPM/SP, prtir de 28/08/2.007 té 04/06/ Subst: Arei /0 - Poly Extrção e Comércio de Csclho Ltd. - Pedro de Toledo/SP - Licencimento n o /02-2 o - DS/DNPM/SP, prtir de 0/2/2.007 té 0/2/ Subst: Csclho /0 - Poly Extrção e Comércio de Csclho Ltd. - Pedro de Toledo/SP - Licencimento n o /02-2 o - DS/DNPM/SP, prtir de 0/2/2.007 té 0/2/ Subst: Csclho /02 - Poly Extrção e Comércio de Csclho Ltd. - Pedro de Toledo/SP - Licencimento n o /02-2 o - DS/DNPM/SP, prtir de 05/08/2.007 té 05/08/ Subst: Csclho Determin o cumprimento de exigênci do ofício que mencion no przo de 80 (cento e oitente) dis. (7.8) /9 - Of. n o e 4.89/07-2 o - DS/DNPM/SP - Tietz - Extrção e Comércio de Minérios Ltd. - Snt Mri d Serr/SP FASE DE REQUERIMENTO DE CONCESSÃO DE LA- VRA Prorrog por mis 80 (cento e oitent) dis pr cumprimento de exigênci/li. (4.7) /8 - Of. n o /07-2 o - DS/DNPM/SP - Indústri de Cerâmic, Comércio e Pesquis de Minerl Divelin Ltd. - Porto Ferreir/SP Prorrog por mis 60 (sessent) dis pr cumprimento de exigênci. (4.7) /84 - Of. n o /07-2 o - DS/DNPM/SP - Noroeste Minerções e Empreendimentos S/A - Arçtub/SP Determin o cumprimento de exigênci, do ofício que mencion, no przo de 80 (cento e oitent) dis. (3.6) /82 - Of. n o /07-2 o - DS/DNPM/SP - Cimento Rio Brnco S/A - Ribeirão Grnde e Iporng/SP Determin o cumprimento de exigênci, do ofício que mencion, no przo de 60 (sessent) dis. (3.6) /75 - Of. n o - 4.9/07-2 o - DS/DNPM/SP - Indústris Brsileirs de Artigos Refrtários - IBAR Ltd. - Itpev/SP FASE DE CONCESSÃO DE LAVRA Prorrogção przo exigênci não concedido. (2.53) /95 - Minerção Mogi Guçu Ltd. - EPP - Mogi- Guçu e Itpir/SP - Subst: Arei Aprovo o modelo de rotulo d emblgem de águ minerl nturl. (4.40) /50 - Empres de Minerção Águs Fontlis Ltd. - Fonte: São João e Fonte Noss Senhor de Fátim - Mrc: Fontlis - São Pulo/SP /94 - Cristofoletti Empres de Águs Ltd. - Fonte: Cmpo Alegre (surgênci) - Mrc: CrisÁgu e Nturlle de Brots - Brots/P /0 - Empres de Águs Mrson Ltd. - EPP - Fonte: Lilim (poço) - Mrc: Hoken - Ucho/SP Determin o cumprimento de exigênci, do ofício que mencion, no przo de 60 (sessent) dis. (4.70) /50 - Of. n o /07-2 o - DS/DNPM/SP - Empres de Minerção Fontális Ltd. - São Pulo/SP /70 - Of. n o /07-2 o - DS/DNPM/SP - Águs Mineris Snt Inês Ltd. - Presidente Prudente/SP /74 - Of. n o - 4.3/07-2 o - DS/DNPM/SP - Minlice Minerção Ltd. - São Simão/SP /89 - Of. n o e 4.60/07-2 o - DS/DNPM/SP - Minerdor Snt An Ltd. - Águs de Lindói/SP /94 - Of. n o /07-2 o - DS/DNPM/SP - Minerção Águs de Ibiún Ltd. - Ibiún/SP /94 - Of. n o /07-2 o - DS/DNPM/SP - Cristofoletti Empres de Águs Ltd. - Brots/P /0 - Of. n o e 4.223/07-2 o - DS/DNPM/SP - Empres de Águs Mrson Ltd. - EPP - Ucho/SP Prorrog por mis 40(qurent) dis pr cumprimento de exigênci. (4.7) /62 - Of. n o /07-2 o - DS/DNPM/SP - Empres de Minerção Romer Ltd. - São PuloSP Determino o rquivmento do Auto de Infrção lvrdo pr plicção de mult. (6.37) /87 - A.I. n o - 05/99 - Glvni Engenhri e Comércio Ltd. Mult plicd por determinção do Chefe do 2 o - DS/DNPM/SP, inciso XVI do rt. 47 do C.M., do Decreto-Lei n o - 227/67 - przo pr pgmento: 30 (trint) dis. (4.60) /89 - Minerdor Snt An Ltd. Auto de Infrção lvrdo por determinção do Chefe do Distrito pr plicção de mult/rt. 00, inciso II, Decreto n o /68 - przo pr defes ou pgmento: 30 (trint) dis. (4.59) /89 - A.I. n o e.227/07 - Minerdor Snt An Ltd /98 - A.I. n o -.25/07 - Mrclem - Engrrfmento e Comércio de Águ Minerl Ltd /0 - A.I.n o e.257/07 - Empres de Águs Mrson Ltd. - EPP Prorrog por mis 60(sessent0) dis pr cumprimento de exigênci. (4.7) /00 - Of. n o /07-2 o - DS/DNPM/SP - Fonte Pedr Brnc Águ Minerl Ltd. - Bo Espernç do Sul/SP FASE DE DISPONIBILIDADE (Art. 26) Determin o cumprimento de exigênci, do ofício que mencion, no przo de 60 (sessent) dis. (0.03) /0 - Of. n o /07-2 o - DS/DNPM/SP - Mri August Mrsij Gomes - Jcreí/SP RELAÇÃO 98/2007 FASE DE AUTORIZAÇÃO DE PESQUISA Mult plicd-(tah)/przo pr pgmento: 30 dis. (6.4) Adrin Gemm Teresinh Frccroli Dher /04 An Mri Veroneze Beir /03 Cl Sinh S.A. Indústri e Comércio de Clcreos /04 Crl Eline Hidlgo Miguel Glhrdi /07 Cstellri Florenzno Ltd /07 Comércio de Agu Potvel Borges Ltd me /02 Compnhi Minerdor GERAL /0, 8234/98 Conterp-conservção, Terrplengem e Pvimentção Ltd /04 Edurdo Feltre /07 Eiju Tnbe /06 Enrico Slzno /05 Extrção Aleixo Ltd - me /05 Fábio Lurentii Gdelh de Almeid /0 Fort Pv Pvimentção - Ltd /04 Geopln Assessori Plnejmento e Perfurções S.A /07 George de Pul Ribeiro /07, 82037/07, 82038/07, 82039/07, 82040/07, 8204/07 Gerldo Mgel Gontijo /05 Gomes Anno e Freits Ltd-me /07 Hermelino de Oliveir /05 Humberto Mluf /04 Humberto Mluf (hckel) /04 Ibypr Nunes Romero /05 Ildo Rubens Grillo /04 João Mnuel Bptist /07 José Roberto Fernndes Berldo /06 José Sbtini /03, /03, /03, /03 K.N. Extrção de Arei, Comércio e Terrplngem Ltd-epp /04 Lucs Ulisses Gomes Ros /06 Luís Antônio Moço /04 Luis Crlos Olivieri /04 Mrco Antonio Mores /07 Mhr Minerção Ltd /04 Minerção Lufr Ltd /93 Nelson Henrique Simionto /04 Newton Augusto Viguetti /03 Odir Peruchi /05 Pulo Henrique Teixeir Rogich /79 Pedreir Snson Ltd /04 Pedreir Cchoeir s /04 Pedro Bigtão /04 Rento Tdeu Sntos Gurigli /03 Rosely Gyotoku Koike - Ttuí - me /04 Sergio Edurdo Fronterott /03 Terezinh Antoni c Lurino Vsos ME /99 Unicer-união Cerâmics Ltd - 827/99 Vicente Pulo do Couto - fi /05 Zoride Izbel Monteiro /05 ENZO LUIS NICO JÚNIOR RETIFICAÇÕES DNPM n o - s /46, 86.04/7, /7, /76 e 820.0/79 - n Relção 095/07, publicd no DOU de 3/08/07, Seção I, pág. 62, - onde se lê "...Auto de Infrção, pr plicção de mult/rt. 0, 2 o -, II, Decreto-Lei n o - 227/67...", lei-se: "... Auto de Infrção, pr plicção de mult/rt. 00, inciso II, Decreto n o /68" DNPM n o /98 - n relção 080/05, publicdo no DOU de 6/09/05, Seção I, pág. 76/77, - onde se lê: "... prtir 24/08/2.004 té 05/08/ " lei-se: "... prtir de 24/08/2.004 té 05/08/ " DNPM n o /0 -n relção 22/05, publicdo no DOU de 30/2/05, Seção I, pág. 24/242, - onde se lê: "...reserv indicd: m3..." lei-se: "... reserv indicd m3..."

60 <!ID > <!ID > <!ID > <!ID > <!ID5470-0> <!ID > 60 ISSN o - D I S T R I TO DESPACHOS DO CHEFE RELAÇÃO 9/2007 FASE DE AUTORIZAÇÃO DE PESQUISA Torn sem efeito despcho - Fse de Autorizção de Pesquis - de rquivmento de.i. 493/07- relção 88/07/6 o - DS- publicd no DOU de 04/09/ /06-A.I. 532/07-Xstrt Brsil Explorção Minerl Ltd, citd por equívoco, e por já hver rquivmento do.i. 493/07, DNPM 860.2/06, publicdo n relção 79/07/6 o - DS, D.O.U. do di 29/08/2007. Arquivmento de Auto de Infrção - Relção 70/2007-Publicdo no D.O.U. de 0/04/2007 (2.3) /99-A.I. 532/07-Xstrt Brsil Explorção Minerl Ltd FASE DE CONCESSÃO DE LAVRA Mult plicd previst no inciso II do rt. 00, do Regulmento do Código de Minerção, przo pr defes: 30 (trint) dis (4.60) /84-Min Sul Améric Ltd-Clds Novs-Go- R$.556,57 FASE DE PERMISSÃO DE LAVRA GARIMPEIRA Mult plicd previst no rt. 27, IV d Portri n o - 78/04, de 2/04/2004, przo pr defes de 30 (trint) dis (5.77) 86.2/9-Coopertiv Bndeirnte de Grimpeiros Ltd- Fin-Go - R$.702,56 FASE DE LICENCIAMENTO Torn sem efeito exigênci 696/07/Fisc.-relção 3/2007- Fse de Licencimento, publicd no D.O.U. de 26/06/2007. (7.66) /06-Ci Vle do Rio Doce-Plmeirs de Goiás-Go Torn sem efeito exigênci Of.656/07/Fisc.-relção 4/2007-Fse de Licencimento, publicd no D.O.U. de 02/07/2007. (7.66) 860.0/05-Ci Vle do Rio Doce-Mutunópolis-Go e Porngtú-Go DENILSON MARTINS ARRUDA RETIFICAÇÃO N relção 87/07/6 o - DS - publicd no DOU de 3/08/ Fse de Requerimento de Concessão de Lvr, onde se lê:..." Determin cumprimento de exigênci ofício que mencion Przo de 60 ( sessent) dis...", lei-se...przo de 80 (cento e oitent ) dis (3.6) /04-Of..04/07/fisc.-Min Snto Expedito Ltd-Brro Alto-Go e Snt Rit do Novo Destino-Go /0- Of..005/07/fisc.-Pirecl Pirenópolis Clcário Ltd-Gurni de Goiás- Go /0-Of.926/07/fisc.-RS Mids Min Ltd-Alexâni-Go 7 o - D I S T R I TO DESPACHOS DO CHEFE RELAÇÃO 348/2007 FASE DE AUTORIZAÇÃO DE PESQUISA Determin o cumprimento de exigênci, do ofício que mencion, no przo de 60(sessent) dis (2.50) /06 - Of. Outorg280/07 - João Crlos de Cstro Cvlcnti - Brumdo/Dom Bsílio - B /06 - Of. Outorg280/07 - João Crlos de Cstro Cvlcnti - Brumdo/Dom Bsílio - B /06 - Of. Outorg280/07 - João Crlos de Cstro Cvlcnti - Brumdo - B /06 - Of. Outorg280/07 - João Crlos de Cstro Cvlcnti - Urndi - B /06 - Of. Outorg280/07 - João Crlos de Cstro Cvlcnti - Ituçu - B /06 - Of. Outorg280/07 - João Crlos de Cstro Cvlcnti - Brumdo/Ituçu - B /06 - Of. Outorg280/07 - João Crlos de Cstro Cvlcnti - Richo de Sntn - B /06 - Of. Outorg280/07 - João Crlos de Cstro Cvlcnti - Richo de Sntn - B /06 - Of. Outorg280/07 - João Crlos de Cstro Cvlcnti - Richo de Sntn - B /06 - Of. Outorg280/07 - João Crlos de Cstro Cvlcnti - Bom Jesus d Lp - B /06 - Of. Outorg280/07 - João Crlos de Cstro Cvlcnti - Bom Jesus d Lp - B /06 - Of. Outorg280/07 - João Crlos de Cstro Cvlcnti - Bom Jesus d Lp - B /06 - Of. Outorg280/07 - João Crlos de Cstro Cvlcnti - Bom Jesus d Lp - B /06 - Of. Outorg280/07 - João Crlos de Cstro Cvlcnti - Jequié - B /06 - Of. Outorg280/07 - João Crlos de Cstro Cvlcnti - Jequié/Jitún - B /06 - Of. Outorg280/07 - João Crlos de Cstro Cvlcnti - Florest Azul/Ibicuí/Snt Cruz d Vitóri - B /06 - Of. Outorg280/07 - João Crlos de Cstro Cvlcnti - Ibicuí - B /06 - Of. Outorg280/07 - João Crlos de Cstro Cvlcnti - Ibicuí - B /06 - Of. Outorg280/07 - João Crlos de Cstro Cvlcnti - Ibicuí - B /06 - Of. Outog280/07 - João Crlos de Cstro Cvlcnti - Brr do Roch/Ibirti/Ipiú - B /06 - Of. Outorg280/07 - João Crlos de Cstro Cvlcnti - Brr do Roch/Ibirti - B /06 - Of. Outorg280/07 - João Crlos de Cstro Cvlcnti - Belmonte/Mscote - B /06 - Of. Outorg280/07 - João Crlos de Cstro Cvlcnti - Belmonte/Mscote/Potirguá - B /06 - Of. Outorg280/07 - João Crlos de Cstro Cvlcnti - Mscote - B /06 - Of. Outorg280/07 - João Crlos de Cstro Cvlcnti - Bix Grnde - B /06 - Of. Outorg280/07 - João Crlos de Cstro Cvlcnti - Bix Grnde/Ipirá/Mcjub - B /06 - Of. Outorg280/07 - João Crlos de Cstro Cvlcnti - Ipirá - B /06 - Of. Outorg280/07 - João Crlos de Cstro Cvlcnti - Ipirá - B /06 - Of. Outorg280/07 - João Crlos de Cstro Cvlcnti - Ipirá - B /06 - Of. Outorg280/07 - João Crlos de Cstro Cvlcnti - Ipirá/Mcjub - B /06 - Of. Outorg280/07 - João Crlos de Cstro Cvlcnti - Ipirá - B872.07/06 - Of. Outorg280/07 - João Crlos de Cstro Cvlcnti - Bix Grnde - B /06 - Of. Outorg280/07 - João Crlos de Cstro Cvlcnti - Urndi - B /06 - Of. Outorg280/07 - João Crlos de Cstro Cvlcnti - Urndi - B /06 - Of. Outorg280/07 - João Crlos de Cstro Cvlcnti - Urndi - B RELAÇÃO 349/2007 FASE DE DISPONIBILIDADE (ART. 26) /03 - INDEFIRO o requerimento de hbilitção formuldo por COMPANHIA VALE DO RIO DOCE - CVRD, CNPJ: / e, em conseqüênci, determino o ARQUIVA- MENTO DEFINITIVO deste processo, e de cordo com o disposto no rt. 8 o -, d Portri do Ministro de Mins e Energi n o - 2, de 6..97, DECLARO LIVRE presente áre prtir d dt previst no prágrfo único d Portri DNPM n o - 25 de 30/0/200 (3.59) (.55) e (.58) /03 - INDEFIRO o requerimento de hbilitção formuldo por COMPANHIA VALE DO RIO DOCE - CVRD, CNPJ: / e, em conseqüênci, determino o ARQUIVA- MENTO DEFINITIVO deste processo, e de cordo com o disposto no rt. 8 o -, d Portri do Ministro de Mins e Energi n o - 2, de 6..97, DECLARO LIVRE presente áre prtir d dt previst no prágrfo único d Portri DNPM n o - 25 de 30/0/200 (3.59) (.55) e (.58) /03 - INDEFIRO o requerimento de hbilitção formuldo por COMPANHIA VALE DO RIO DOCE - CVRD, CNPJ: / e, em conseqüênci, determino o ARQUIVA- MENTO DEFINITIVO deste processo, e de cordo com o disposto no rt. 8 o -, d Portri do Ministro de Mins e Energi n o - 2, de 6..97, DECLARO LIVRE presente áre prtir d dt previst no prágrfo único d Portri DNPM n o - 25 de 30/0/200 (3.59) (.55) e (.58) 87.06/03 - INDEFIRO o requerimento de hbilitção formuldo por COMPANHIA VALE DO RIO DOCE - CVRD, CNPJ: / e, em conseqüênci, determino o ARQUIVA- MENTO DEFINITIVO deste processo, e de cordo com o disposto no rt. 8 o -, d Portri do Ministro de Mins e Energi n o - 2, de 6..97, DECLARO LIVRE presente áre prtir d dt previst no prágrfo único d Portri DNPM n o - 25 de 30/0/200 (3.59) (.55) e (.58) /03 - INDEFIRO o requerimento de hbilitção formuldo por COMPANHIA VALE DO RIO DOCE - CVRD, CNPJ: / e, em conseqüênci, determino o ARQUIVA- MENTO DEFINITIVO deste processo, e de cordo com o disposto no rt. 8 o -, d Portri do Ministro de Mins e Energi n o - 2, de 6..97, DECLARO LIVRE presente áre prtir d dt previst no prágrfo único d Portri DNPM n o - 25 de 30/0/200 (3.59) (.55) e (.58) /03 - INDEFIRO o requerimento de hbilitção formuldo por COMPANHIA VALE DO RIO DOCE - CVRD, CNPJ: / e, em conseqüênci, determino o ARQUIVA- MENTO DEFINITIVO deste processo, e de cordo com o disposto no rt. 8 o -, d Portri do Ministro de Mins e Energi n o - 2, de 6..97, DECLARO LIVRE presente áre prtir d dt previst no prágrfo único d Portri DNPM n o - 25 de 30/0/200 (3.59) (.55) e (.58) /03 - INDEFIRO o requerimento de hbilitção formuldo por COMPANHIA VALE DO RIO DOCE - CVRD, CNPJ: / e, em conseqüênci, determino o ARQUIVA- MENTO DEFINITIVO deste processo, e de cordo com o disposto no rt. 8 o -, d Portri do Ministro de Mins e Energi n o - 2, de 6..97, DECLARO LIVRE presente áre prtir d dt previst no prágrfo único d Portri DNPM n o - 25 de 30/0/200 (3.59) (.55) e (.58) /03 - INDEFIRO o requerimento de hbilitção formuldo por COMPANHIA VALE DO RIO DOCE - CVRD, CNPJ: / e, em conseqüênci, determino o ARQUIVA- MENTO DEFINITIVO deste processo, e de cordo com o disposto no rt. 8 o -, d Portri do Ministro de Mins e Energi n o - 2, de 6..97, DECLARO LIVRE presente áre prtir d dt previst no prágrfo único d Portri DNPM n o - 25 de 30/0/200 (3.59) (.55) e (.58) Nº 76, qurt-feir, 2 de setembro de /03 - INDEFIRO o requerimento de hbilitção formuldo por COMPANHIA VALE DO RIO DOCE - CVRD, CNPJ: / e, em conseqüênci, determino o ARQUIVA- MENTO DEFINITIVO deste processo, e de cordo com o disposto no rt. 8 o -, d Portri do Ministro de Mins e Energi n o - 2, de 6..97, DECLARO LIVRE presente áre prtir d dt previst no prágrfo único d Portri DNPM n o - 25 de 30/0/200 (3.59) (.55) e (.58) /03 - INDEFIRO o requerimento de hbilitção formuldo por COMPANHIA VALE DO RIO DOCE - CVRD, CNPJ: / e, em conseqüênci, determino o ARQUIVA- MENTO DEFINITIVO deste processo, e de cordo com o disposto no rt. 8 o -, d Portri do Ministro de Mins e Energi n o - 2, de 6..97, DECLARO LIVRE presente áre prtir d dt previst no prágrfo único d Portri DNPM n o - 25 de 30/0/200 (3.59) (.55) e (.58) /03 - INDEFIRO o requerimento de hbilitção formuldo por COMPANHIA VALE DO RIO DOCE - CVRD, CNPJ: / e, em conseqüênci, determino o ARQUIVA- MENTO DEFINITIVO deste processo, e de cordo com o disposto no rt. 8 o -, d Portri do Ministro de Mins e Energi n o - 2, de 6..97, DECLARO LIVRE presente áre prtir d dt previst no prágrfo único d Portri DNPM n o - 25 de 30/0/200 (3.59) (.55) e (.58) /03 - INDEFIRO o requerimento de hbilitção formuldo por COMPANHIA VALE DO RIO DOCE - CVRD, CNPJ: / e, em conseqüênci, determino o ARQUIVA- MENTO DEFINITIVO deste processo, e de cordo com o disposto no rt. 8 o -, d Portri do Ministro de Mins e Energi n o - 2, de 6..97, DECLARO LIVRE presente áre prtir d dt previst no prágrfo único d Portri DNPM n o - 25 de 30/0/200 (3.59) (.55) e (.58) /03 - INDEFIRO o requerimento de hbilitção formuldo por COMPANHIA VALE DO RIO DOCE - CVRD, CNPJ: / e, em conseqüênci, determino o ARQUIVA- MENTO DEFINITIVO deste processo, e de cordo com o disposto no rt. 8 o -, d Portri do Ministro de Mins e Energi n o - 2, de 6..97, DECLARO LIVRE presente áre prtir d dt previst no prágrfo único d Portri DNPM n o - 25 de 30/0/200 (3.59) (.55) e (.58) /03 - INDEFIRO o requerimento de hbilitção formuldo por COMPANHIA VALE DO RIO DOCE - CVRD, CNPJ: / e, em conseqüênci, determino o ARQUIVA- MENTO DEFINITIVO deste processo, e de cordo com o disposto no rt. 8 o -, d Portri do Ministro de Mins e Energi n o - 2, de 6..97, DECLARO LIVRE presente áre prtir d dt previst no prágrfo único d Portri DNPM n o - 25 de 30/0/200 (3.59) (.55) e (.58) /04 - INDEFIRO o requerimento de hbilitção formuldo por COMPANHIA VALE DO RIO DOCE - CVRD, CNPJ: / e, em conseqüênci, determino o ARQUIVA- MENTO DEFINITIVO deste processo, e de cordo com o disposto no rt. 8 o -, d Portri do Ministro de Mins e Energi n o - 2, de 6..97, DECLARO LIVRE presente áre prtir d dt previst no prágrfo único d Portri DNPM n o - 25 de 30/0/200 (3.59) (.55) e (.58) /04 - INDEFIRO o requerimento de hbilitção formuldo por COMPANHIA VALE DO RIO DOCE - CVRD, CNPJ: / e, em conseqüênci, determino o ARQUIVA- MENTO DEFINITIVO deste processo, e de cordo com o disposto no rt. 8 o -, d Portri do Ministro de Mins e Energi n o - 2, de 6..97, DECLARO LIVRE presente áre prtir d dt previst no prágrfo único d Portri DNPM n o - 25 de 30/0/200 (3.59) (.55) e (.58) /04 - INDEFIRO o requerimento de hbilitção formuldo por COMPANHIA VALE DO RIO DOCE - CVRD, CNPJ: / e, em conseqüênci, determino o ARQUIVA- MENTO DEFINITIVO deste processo, e de cordo com o disposto no rt. 8 o -, d Portri do Ministro de Mins e Energi n o - 2, de 6..97, DECLARO LIVRE presente áre prtir d dt previst no prágrfo único d Portri DNPM n o - 25 de 30/0/200 (3.59) (.55) e (.58) RELAÇÃO 350/2007 FASE DE AUTORIZAÇÃO DE PESQUISA Mult plicd-(não comunicou início de pesquis)/przo pr pgmento: 30 dis. (2.25) Antonio Bispo Arujo /02 Cimento Sergipe S.A. - Cimes /02 Intergrnit Minerção Ltd /02 Itúns Minerção LTDA /02, /02, /02, /02, /02, /02, 87009/02, 8700/02 José Mnuel Mrtins Ports /02 Minerção e Explorção Gmm Ltd /02 Minerção Pedr do Norte LTDA /0, /0 Roch Brnc Minerção Comércio e Exportção LTDA /02 Ronn Frnco /02 Sebstião Sérgio Ventorin /02 Sodlit Minerções Ltd /02

61 <!ID > <!ID > <!ID > <!ID > <!ID > <!ID > Nº 76, qurt-feir, 2 de setembro de 2007 ISSN RELAÇÃO 355/2007 FASE DE AUTORIZAÇÃO DE PESQUISA Mult plicd-(não comunicou início de pesquis)/przo pr pgmento: 30 dis. (2.25) Albene Bezerr de Albuquerque /02 Alemão Exportção e Minerção de Grnitos LTDA /02, 8745/02 Anrogê Minerção Ltd /02, /02, /02, 87065/02, /02, /02 Bnm - Bhi Nigrnito Minerção Ltd /02 Brsil Exportção de Mármores e Grnitos LTDA /02 Bruno Crvlho Félix - Epp /02, 87253/02, 87254/02, 87257/02, 87258/02, /02 Eurobrsil Ltd /02, /02 Grnov Grnitos Ltd /02, /02 Leil Coelho Alexndre /02 Mrbrs - Mármores e Grnitos do Brsil LTDA /02 Mrci Osis de Azevedo Melo /02 Minerção Cntgllo LTDA /02 Roch Brnc Minerção Comércio e Exportção LTDA /02 Sodlit Minerções Ltd /02 TEOBALDO RODRIGUES DE OLIVEIRA JÚNIOR 8 o - D I S T R I TO DESPACHOS DO CHEFE RELAÇÃO 33/2007 FASE DE AUTORIZAÇÃO DE PESQUISA Mult plicd por infringênci o rt. 22, inc. V, o -, do Decreto-Lei n o /67, przo pr pgmento: 30 (trint) dis. (6.44) It Minerção Ltd /02 It Minerção Ltd /02 It Minerção Ltd /02 It Minerção Ltd /02 Relção dos prcelmentos de débitos com Tx Anul por Hectre concedidos no âmbito deste Distrito, nos termos do 4 o -, do rt. 2 d Medid Provisóri n o , de 20/0/2000. (5.87) João Wnderley Ichihr / CPF: Vlor d prcel R$.279,82 - Qtd. Prcels: 0 - Vlor Prceldo R$ 2.798,5 Relção dos prcelmentos de débitos com Mult d Tx Anul por Hectre concedidos no âmbito deste Distrito, nos termos do 4 o -, do rt. 2 d Medid Provisóri n o , de 20/0/2000. (6.65) João Wnderley Ichihr / CPF: Vlor d prcel R$ 3,3 - Qtd. Prcels: 0 - Vlor Prceldo R$ 3.3,4 RELAÇÃO N 34/2007 FASE DE LICENCIAMENTO Determin o cumprimento de exigênci, do ofício que mencion, no przo de80 (cento e oitent) dis (7.8) / Of. n 439/ Jânio Hshiguchi de Brito - Irndub/AM // Of. n. o - 428/ Michel Lim Ribeiro - Mnus/AM. Defere o pedido de Licencimento (7.30) / Antônio Bezerr Brg - Mnus/AM - Licencimento n 327/07 - rei. Przo: té 22//2007. Defere o pedido de verbção d renovção do licencimento (7.42) / Robert Hndson Silv Mi - Itcotir/AM, Licencimento 227/2002, rei. Przo: té 3/2/2008. FASE DE REQUERIMENTO DE REGISTRO DE EXTRA- ÇÃO Determin o cumprimento de exigênci, do ofício que mencion, no przo de 30 (trint) dis. (8.25) / Of. n 44/ DS/DNPM/AM - Prefeitur Municipl de Itcotir. - Itcotir/AM. Mnus-AM, 04 de setembro de FERNANDO LOPES BURGOS 2 o - D I S T R I TO DESPACHOS DO CHEFE RELAÇÃO 74/2007 FASE DE DISPONIBILIDADEDeclr prioritári pr obtenção d citd utorizção de pesquis (3.03) /04 - Coopertiv de Desenvolvimentos Mineris de Poconé Ltd - CNPJ: /000-50FASE DE REQUERIMENTO DE AUTORIZA- ÇÃO DE PESQUISA Determin o cumprimento de exigênci, przo de 60 dis - (.3) /07 - Of..678/07 - Fbino Cost Teruel /07 - Of..679/07 - Lur Cristin Pinto de Cmpos FASE DE AUTORIZAÇÃO DE PESQUISA Determin o cumprimento de exigênci, przo de 60 dis - (2.50) /05 - Of..752/07 - Clovis Schimnoski Indefere o pedido de prorrogção do Alvrá de Pesquis/Áre disponível. (.97) (3.28) /02 - Bunge Fertilizntes S/A /05 - Toms Gomes Piment Neg provção o reltório de pesquis/áre disponível. (3.8)(3.28) /04 - Áureo Edurdo Crvlho Freits Auto de infrção pr plicção de mult/przo pr defes ou pgmento 30 dis. (2.2) /96 - A.I. 594/07 - Arrossensl- Agropecuári e Industril S/A Auto de infrção pr plicção de mult/przo pr defes ou pgmento 30 dis. (6.38) /96 - A.I. 557/07 - Arrossensl- Agropecuári e Industril S/A /00 - A.I. 359/07 - Mri Cludenir Pinheiro Bordinhão /02 - A.I. 452/07 - W.A. Minerdor e Máquins Ltd - EPP /02 - A.I. 390/07 - Cimento Tocntins S/A /02 - A.I. 357/07 - Cimento Tocntins S/A / /02 - A.I /07 - Cimento Tocntins S/A /02 - A.I. 599/07 - Minerção Sucunduri Ltd /03 - A.I. 450/07 - Indústri e Comércio de Clcário Cuibá Ltd /03 - A.I. 607/07 - Minerção Sucunduri Ltd /03 - A.I. 606/07 - Minerção Sucunduri Ltd 866.6/ /03 - A.I /07 - Minerção Sucunduri Ltd /03 e /03 - A.I. 602 e 60/07 - Minerção Sucunduri Ltd 866.8/03 - A.I. 600/07 - Minerção Sucunduri Ltd /03 e /03 - A.I. 382 e 38/07 - Cimento Tocntins S/A 866.2/ /03 - A.I /07 - Cimento Tocntins S/A / /03 - A.I /07 - Cimento Tocntins S/A / /03 - A.I /07 - Cimento Tocntins S/A /03 - A.I. 443/07 - Chpd Brsil Minerção Ltd /03 - A.I. 453/07 - Coopertiv Estnífer de Minerdores d Amzôni Legl Ltd /03 - A.I. 444/07 - Minerção Drdnelos Ltd /03 - A.I. 445/07 - Sinvldo Gomes de Moris /03 - A.I. 459/07 - Jorge Rodrigues Procópio /03 - A.I. 458/07 - Anglo Americn Brsil Ltd /03 - A.I. 456/07 - Cimento Tocntins S/A /03 - A.I. 442/07 - Letíci Thomen Lobo Pes de Brros /03 - A.I. 457/07 - Lourivldo Amâncio de Cstro /03 - A.I. 455/07 - Edvnilce Mrques Godinho /03 - A.I. 386/07 - Cimento Tocntins S/A /03 - A.I. 478/07 - Alvro Pizzto Qudros /03 - A.I. 476/07 - Ntlino Coissi Sobrinho /03 - A.I. 598/07 - Compnhi Vle do Rio Doce /04 - A.I. 573/07 - Onélio Mrtinho /04 - A.I. 572/07 - Mocir Mccri 866.2/04 - A.I. 480/07 - Orlndo d Silv /04 - A.I. 57/07 - Jovne Dlsóquio /04 - A.I. 556/07 - Pulo Roberto Sores Cmpos /04 - A.I. 570/07 - Odil Ferreir Junior - ME /04 e /04 - A.I. 563 e 562/07 - S.V. Foglitto Ltd / /04 - A.I /07 - Agenor Pnisson Lodi /04 e /04 - A.I. 566 e 565/07 - Indústri Cerâmic Nortão Ltd-ME /04 - A.I. 564/07 - Roque Roveroto /04 e /04 - A.I. 560 e 559/07 - Alvro Pizzto Qudros /04 - A.I. 479/07 - Pulete Mri Dossen Grndo /04 - A.I. 558/07 - Eml Empres de Minerção Aripunã Ltd /04 - A.I. 56/07 - Pulo Augusto de Oliveir /05 e /05 - A.I. 596 e 335/07 - Arc S/A Agropecuári FASE DE LICENCIAMENTOIndefere liminrmente o requerimento de registro de licenç - (7.03) /06 - E.J. Rodrigues & Ci Ltd-EPP Cncel o registro de licenç/áre disponível pr pesquis (7.04) e (3.28) /0 - Pnorm Produtos Cerâmicos Ltd /03 e /03 - Empres de Minerção Gúch do Norte Ltd-ME /05 - Frncisco Eurípedes de Lim-ME /05 - Crlos Jovino SobrinhoAutoriz retificção resumid n verbção d renovção do registro de licenç n o - 397/03 publicd no DOU de 04/05/07. Onde se lê: "... - Przo: Até 30/08/ " Lei-se: "...- Przo: Até 9/08/20...". (7.4) Autorizo verbção d renovção d licenç - (7.42) /95 - Indústri e Comércio de Clcário Cuibá Ltd - Licenç n o - 34/96 - Przo: Até 29/05/202FASE DE CONCESSÃO DE LAVRA Aprov o rótulo d emblgem de águ minerl - (4.40) /02 - JBB Sores Minerção - EPP - Fonte Morrinho - Cuibá/Snto Antonio do Leverger-MTFASE DE REQUERIMEN- TO DE PERMISSÃO DE LAVRA GARIMPEIRA Determin o cumprimento de exigênci, przo de 60 dis - (3.44) / / / / / /06 - Of..72/07 - Coopertiv de Grimpeiros do Norte de Mto Grosso-Coopernorte /07 - Of..753/07 - Vldinei Muro de Souz Indefere por interferênci totl. (5.68) /06 - Antonio Crlos Roberto /06 - Vldecir Antonio Slvi /07 - Bento Rodrigues Brg Indefere o requerimento de permissão de lvr grimpeir. (3.35) /05 - Mnoel Brvo Filho /06 - Rogernei de Oliveir Silv /06 - José Frncisco de Cmpos Filho Torn sem efeito o indeferimento publicdo n rel. 65/07, no D.O.U. de 09/08/07. (5.75) /05 - Mnoel Brvo Filho FASE DE PERMISSÃO DE LAVRA GARIMPEIRA Auto de infrção pr plicção de mult/przo pr defes ou pgmento 30 dis. (5.76) /93 - A.I. 446 e 447/07 - Ctrino Pedroso de Brros Determin o rquivmento do Auto de infrção. (5.80) /93 - A.I. 262 e 277/07 - Ctrino Pedroso de Brros FASE DE CONCESSÃO DE LAVRA Determin o cumprimento de exigênci, przo de 60 dis. (4.70) 82.00/72 - Of..75/07 - Minerção Itipu Indústri e Comércio Ltd JOCY GONÇALO DE MIRANDA RETIFICAÇÃO N Relção 53/07 - D.O.U. 02/07/07, onde se lê: "Fse de Disponibilidde /04 - Declr prioritári, IMCAV Prticipções S/A, CNPJ: /000-39, e em conseqüênci IN- DEFIRO o requerimento formuldo por Agropecuári Leonrdo Ltd.(3.03) e (3.59)." - Lei-se: " /05...". 6 o - D I S T R I TO DESPACHOS DO CHEFE RELAÇÃO 24/2007 FASE DE REQUERIMENTO DE AUTORIZAÇÃO DE PESQUISA Indefere o requerimento de Autorizção de Pesquis/ 2 o - do Art. 7 do C.M. - Áre disponível pr pesquis pelo przo de 60 (sessent) dis/art. 26 do C.M. - Os critérios geris, s regrs e os critérios específicos de hbilitção e julgmento estão estbelecidos n Portri Ministeril n o -. 2, de 6/0/97, n Portri do Diretor- Gerl do DNPM n o -. 49, de 9/02/99 - Os interessdos poderão ter vists n sede do 6 o - Distrito do DNPM/AP, sito Ru Generl Rondon,577 - lguinho - Centro (.22) e (3.28) /94 - Minerção Tngr LTDA/AP /94 - Minerção Tngr LTDA/AP /94 - Minerção Tngr LTDA/AP /94 - Minerção Tngr LTDA/AP /94 - Minerção Tngr LTDA/AP /94 - Minerção Tngr LTDA/AP /94 - Minerção Tngr LTDA/AP /94 - Minerção Tngr LTDA/AP /94 - Minerção Tngr LTDA/AP /94 - Minerção Tngr LTDA/AP /94 - Minerção Tngr LTDA/AP /95 - Minerção Tngr LTDA/AP /95 - Minerção Tngr LTDA/AP /95 - Minerção Tngr LTDA/AP /95 - Minerção Tngr LTDA/AP /04 - Sociedde de Minerção Jori LTDA/AP /04 - Sociedde de Minerção Jori LTDA/AP /04 - Sociedde de Minerção Jori LTDA/AP /05 - Uniword Minerção LTDA/AP RELAÇÃO 25/2007 FASE DE REGISTRO DE LICENÇA Determin bix do licencimento/artigo 22 d Instrução Normtiv 0 de 2/02/0. Áre livre prtir de 60 dis. (7.5) /998- Licencimento de Renovção n o -, 008/200 de 08/08/200 - Titulr: Irene Pimentel d Silv - ME - Município de Porto Grnde no Estdo do Ampá /2002- Licencimento de Renovção n o -, 022/2005 de 4/2/ Titulr: Kroline Amors Tvors Btist - ME - Município de Porto Grnde no Estdo do Ampá

62 <!ID > <!ID > <!ID > <!ID547-0> <!ID > <!ID > 62 ISSN Nº 76, qurt-feir, 2 de setembro de 2007 FASE DE REGISTRO DE LICENÇA Determino o Cncelmento d Licenç/Artigo 2 d Instrução Normtiv 0 de 2/02/0. Áre disponível pr pesquis pelo przo de 60 dis/art. 26 do C.M (7.99) (3.28) /2002- Licencimento n o -, 006/2003 de 30/09/ Irene Pimentel d Silv - Município de Porto Grnde no Estdo do Ampá /2002- Licencimento n o -, 007/2002 de 3/2/ Irene Pimentel d Silv - Município de Porto Grnde no Estdo do Ampá RELAÇÃO 26/2007 FASE DE REQUERIMENTO DE PESQUISA Determin o cumprimento de exigênci do Oficio que mencion o przo de 60 (sessent) dis (.3) /06 - Of. n o - 250/07 - MMX - Mins - Rio Minerção e Logístic LTDA/AP /06 - Of. n o - 25/07 - MMX - Mins - Rio Minerção e Logístic LTDA/AP /06 - Of. n o - 252/07 - MMX - Mins - Rio Minerção e Logístic LTDA/AP /07 - Of. n o - 244/07 - Ors Produtos e Mtéris de Minerção LTDA/AP 858,045/06 - Of.n o - 242/07 - Ors Produtos e Mteriis de Minerção LTDA /06 - Of n o - 243/07 - M. Poliveir LTDA - ME - Oipoque/AP 858.0/07 - Of. n 253/07 - Minerção Cchoeir - EPP - Clçoene/AP /07 - Of. n o - 254/07 - Minerção Cchoeir - EPP - Clçoene/AP /07 - Of. n o - 255/07 - Minerção Cchoeir - EPP - Clçoene/AP FASE DE AUTORIZAÇÃO DE PESQUISA Prorrogo por 03 (três) nos o przo de vlidde d utorizção de pesquis / inciso III, do rt. 22 do C.M - (3.26) / Minerção Vil nov LTDA - Alvrá n o de 03/03/04 - Município de Mzgão pr Minério de Cromo FASE DE REQUERIMENTO DE AUTORIZAÇÃO DE PESQUISA Indefere o requerimento de Autorizção de Pesquis/ 2 o - do Art. 7 do C.M. - Áre disponível pr pesquis pelo przo de 60 (sessent) dis/art. 26 do C.M. - Os critérios geris, s regrs e os critérios específicos de hbilitção e julgmento estão estbelecidos n Portri Ministeril n o - 2, de 6/0/97, n Portri do Diretor- Gerl do DNPM n o - 49, de 9/02/99 - Os interessdos poderão ter vists n sede do 6 o - Distrito do DNPM/AP, sito Ru Generl Rondon,577 - lguinho - Centro (.22) e (3.28) /04 - TSN d Amzôni UMP. E Exportção - Tntlit/AP /05 - Uniworld Minerção Ltd - Ouro/AP Homolog o pedido de renúnci d Autorizção de Pesquis/ Inciso II, do rt.22 do C.M. - Áre disponível pr pesquis pelo przo 60 (sessent) dis/rt. 26 do C.M. - Os critérios geris, s regrs e os critérios específicos de hbilitção e julgmento estão estbelecidos n Portri Ministeril n o - 2, de 6/0/97 e n portri do Diretor-gerl do DNPM n o - 49, de 9//99 - Os interessdos poderão ter vists dos utos n sede do 6 o - Distrito do DNPM/AP, sito Ru Generl Rondon, lguinho (2.94) e (3.28) /06 - Jozivni Brndelero - Prcuúb/AP /06 - Jozivni Brndelero - Prcuúb/Ap /06 - Jozivni Brndelero - Mzgão/AP FASE DE REQUERIMENTO DE REGISTRO DE LICEN- ÇA Determin o cumprimento de exigênci do Oficio que mencion o przo de 60 (sessent) dis (7.8) / Of. n o - 256/07 - Roch e Melo LTDA/AP JOÃO BATISTA DE AZEVEDO PICANÇO NETO 2 o - D I S T R I TO DESPACHOS DO CHEFE RELAÇÃO 37/2007 FASE DE AUTORIZAÇÃO DE PESQUISA Mult plicd-(não comunicou início de pesquis)/przo pr pgmento: 30 dis. (2.25) Adlgiso Sores Teixeir /03 Bunge Fertilizntes S.A /04, /04, /04, /04, /04, /04, /04, /04, 80306/04, /04, /04, /04, /04, /04, /04, /04, /04, /04, 80307/04, /04, /04, /04, /04, /04, /04, /04, 80308/04, /04, /04, /04, /04 Cs Grnde Minerção Ltd /04, /04 Emílio de Mour Rodrigues /04, 80303/04, /04 Joo Cvlcnte de Oliveir /04, 8033/04, 8035/04, 80353/04, /04, /05 Mrcelo Augusto Oliv /05 Minerção de Clcário Porto Alegre Ltd /05 Minerção Loghi LTDA /06, 80346/05, 80348/05, 80349/05, 80350/05, 80352/05, 80354/05, 80355/05 Minersul - Minerção de Clcário do Sul do Piuí Ltd /04 ELISEU EMIDIO NEVES CAVALCANTI 22 o - D I S T R I TO DESPACHOS DO CHEFE RELAÇÃO 99/2007 FASE DE AUTORIZAÇÃO DE PESQUISA Auto de Infrção lvrdo (TAH)/przo pr defes ou pgmento: 30 dis. (6.35) Emilny Dos Sntos Sores Ferreir /05 - A.I. 307/07, /05 - A.I. 308/07 ANTONIO CARLOS SANTOS PEREIRA Substituto 23 o - D I S T R I TO DESPACHOS DO CHEFE RELAÇÃO 62/2007 FASE DE REQUERIMENTO DE AUTORIZAÇÃO DE PESQUISA Determin o cumprimento de exigênci, do ofício que mencion, no przo de 60 (sessent) dis (.3) /78 - Of. n. o - 207/07 - Espólio Antônio de Brros Guerr - Três Lgos/MS /07 - Of. n. o - 240/07 - Eline Mrques d Silv Lopes - Três Lgos/MS e Pulicéi/SP / / / / / / /04 - Of. n. o - 9/07 - Minerção Guidoni Ltd - Bonito/Mirnd/MS /07 - Of. n. o - 20/07 - Jons Brbos Grci - Itporã/MS /07 - Of. n. o - 2/07 - CGR Engenhri Ltd - Cmpo Grnde/MS868.29/07 - Of. n. o - 208/07 - Guilherme de Brros Cost Mrques Bumli - Corumbá/MS / / / /07 - Of. n. o - 209/07 - Mrgrid Reis Cbrl Mtis - Btgussú/MS /07 - Of. n. o - 204/07 - Pedreir Itporã Ltd EPP - Itporã/MS /07 - Of. n. o - 27/07 - CBEMI Construtor Brsileir e Minerdor Ltd - Dourdos e Dourdin/MS /07 - Of. n. o - 26/07 - Crlos José Scrpini - Cmpo Grnde/MSHomolog o pedido de desistênci do requerimento de Autorizção de Pesquis - Áre disponível pr pesquis pelo przo de 60 (sessent) dis / rt. 26 do C.M. - Os critérios geris, s regrs e os critérios específicos de hbilitção e julgmento estão estbelecidos n Portri Ministeril no. 2, de 6/0/97 e n Portri do Diretor-Gerl do DNPM no. 49, de 9//99 - Os interessdos poderão ter vists dos utos n sede do 23o. Distrito do DNPM/MS, sito à Ru Gl. Odorico Qudros, 23 - Jrdim dos Estdos - Cmpo Grnde - MS (.57) e (3.28) /78 - Wldemr Snches - Três Lgos/MS FASE DE AUTORIZAÇÃO DE PESQUISA Determin o cumprimento de exigênci, do ofício que mencion, no przo de 60 (sessent) dis (2.50) /03 - Of. n. o - 205/07 - Minerção Mto Grosso S/A - Mirnd/MS Prorrog o przo pr cumprimento ds exigêncis que mencion, no przo de 30 (trint) dis (2.52) /04 - Of. n. o - 206/07 - Ivnildo d Cunh Mirnd - Cmpo Grnde/MS Homolog o pedido de renúnci d Autorizção de Pesquis/inciso II, do rt. 22 do CM. - Áre disponível pr pesquis pelo przo de 60 (sessent) dis/rt. 26 do C.M. - Os critérios geris, s regrs e os critérios específicos de hbilitção e julgmento estão estbelecidos n Portri Ministeril no. 2, de 6/0/97 e n Portri do Diretor-Gerl do DNPM no. 49, de 9//99 - Os interessdos poderão ter vists dos utos n sede do 23o. Distrito do DNPM/MS, sito à Ru Gl. Odorico Qudros, 23 - Jrdim dos Estdos - Cmpo Grnde - MS (2.94) e (3.28) /05 - José Joquim Corre Lopes - Corumbá/MS FASE DE REQUERIMENTO DE CONCESSÃO DE LA- VRA Determin o cumprimento de exigênci, do ofício que mencion, no przo de 60 (sessent) dis (3.6) /95 - Of. n. o - 23/07 - Minerção Nov Londrin Ltd - Btiporã/MS e São Pedro do Prná/PR 868.6/00 - Of. n. o - 89/07 - Sofi Ndir Ocmpo ME - Cmpo Grnde/MS FASE DE CONCESSÃO DE LAVRA Auto de Infrção lvrdo por determinção do Chefe do Distrito, por infringênci o rt. 54, inciso XIII, combindo com o inciso II, do rt. 00, mbos do Regulmento do Código de Minerção - przo pr defes ou pgmento: 30 (trint) dis (4.59) /98 - A.I. n. o - 440/07 - Hélcio Kmno - Firm Individul FASE DE LICENCIAMENTO Determin o cncelmento do Registro de Licenç/inciso III, do rt. 23 d I.N. n o - 0/200 - Áre disponível pr pesquis pelo przo de 60 (sessent) dis / rt. 26 do C.M e rt. 7 o - d Portri Ministeril n. o - 2, de 6/0/97. Os critérios geris, s regrs e os critérios específicos de hbilitção e julgmento estão estbelecidos n Portri Ministeril no. 2, de 6/0/97 e n Portri do Diretor- Gerl do DNPM no. 49, de 9//99 - Os interessdos poderão ter vists dos utos n sedo do 23o. Distrito do DNPM/MS, sito à Ru Gl. Odorico Qudros, 23 - Jrdim dos Estdos - Cmpo Grnde - MS (7.04) e (3.28) /00 - Costrutor Vle Velho Ltd - Itporã/MS Determin Bix do licencimento/rt. 2 d I.N. n o - 0/200 (7.05) /05 - Reg. Licenç n. o - 02/05 - Vlter Alcl - Brsilândi/MS Determin o cumprimento de exigênci, do ofício que mencion, no przo de 60 (sessent) dis (7.8) /93 - Of. n. o - 29/07 - Construtor São Jerônimo Obrs, Trnsporte e Comércio Ltd - Itporã/MS /02 - Of. n. o - 203/07 - Brros & Filhos Ltd-ME - Ammbi/MS /07 - Of. n. o - 25/07 - Aldrin Hmmerschimidt e Ci Ltd - Cost Ric/MS /07 - Of. n. o - 22/07 - Jesus Dis de Queiroz - Cssilândi/MS /07 - Of. n. o - 236/07 - Nddi de Oliveir Vicente - Porto Murtinho/MS /07 - Of. n. o - 237/07 - Alcione Roberto Negri - Sidrolândi/MS /07 - Of. n. o - 238/07 - Frnde d Silv Coutinho - Bel Vist/MS /07 - Of. n. o - 239/07 - Cerâmic Snt Luci Ltd - Três Lgos/MS /07 - Of. n. o - 235/07 - João Lopes de Siqueir Filho-ME - Dourdos e Deodápolis/MS Indefere pedido de prorrogção de przo pr cumprimento de exigênci (7.23) /00 - Of. n. o - 259/05 - Construtor Vle Velho Ltd VALDEZ STEINLE DE CARVALHO SECRETARIA DE GEOLOGIA, MINERAÇÃO E TRANSFORMAÇÃO MINERAL RETIFICAÇÕES DNPM n o /72 - CAVASSIN & CIA LTDA., n Portri de Lvr n o -.25, publicd no Diário Oficil d União de 07/08/985, Seção, onde se lê: "...tem um vértice 3.085m, no rumo verddeiro de 33 o - 00'NE...", Lei-se: "...tem um vértice 3.324m, no rumo verddeiro de 6 o - 44'NE...". DNPM n o /79 - MINERAÇÃO LAGOA BONITA SOCAVÃO LTDA., n Portri de Lvr n o 003, publicd no Diário Oficil d União de 4/0/998, Seção, onde se lê: "...tem um vértice 870m, no rumo verddeiro de 83 o - 00'SW, do ponto de Coordends Geográfics: Lt. 24 o - 5'25,2"S e Long.49 o - 43'35,0"W...", Lei-se: "...tem um vértice 282,74m, no rumo verddeiro de 78 o - 2'NW, do ponto de Coordends Geográfics: Lt. 24 o - 5'35,5"S e Long.49 o - 43 ' 2, 8 " W...". DNPM n o /83 - CALPAR - COMÉRCIO DE CAL- CÁRIO, n Portri de Lvr n o 354, publicd no Diário Oficil d União de 09/0/998, Seção, onde se lê: "...tem um vértice.665m, no rumo verddeiro de 72 o - 42'SW, do ponto de Coordends Geográfics: Lt. 24 o - 5'25,2"S e Long.49 o - 43'35,0"W...", Lei-se: "...tem um vértice 985,76m, no rumo verddeiro de 86 o - 20'SW, do ponto de Coordends Geográfics: Lt. 24 o - 5'35,2"S e Long.49 o - 43 ' 2, 8 " W...". DNPM n o /84 - CHIARELLI MINERAÇÃO LTDA., n Portri de Lvr n o 247, publicdo no Diário Oficil d União de 2/07/2000, Seção, pgin 46, onde se lê: "...tem um vértice.022m, no rumo verddeiro de 75 o - 56'NW, do ponto de Coordends Geográfics: Lt. 25 o - 05'09,3"S e Long. 49 o - 5'4,0"W...", Lei-se: "...tem um vértice 00m, no rumo verddeiro de 00 o - 00'NE, do ponto de Coordends Geográfics: Lt. 25 o - 04'53,0"S e Long. 49 o - 52 ', " W...". DNPM n o /89 - SAIBREIRA NOVA PRATA LTDA., n Portri de Lvr n o 275, publicd no Diário Oficil d União de 3/08/989, Seção, onde se lê: "...no município de Mtinhos, Estdo do Prná,...", Lei-se: "...nos municípios de Prnguá e Pontl do Prná, Estdo do Prná,...".. Ministério do Desenvolvimento Agrário INSTITUTO NACIONAL DE COLONIZAÇÃO E REFORMA AGRÁRIA SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DO MÉDIO SÃO FRANCISCO PORTARIA Nº 37, DE 3 DE SETEMBRO DE 2007 O SUPERINTEDENTE REGIONAL DO MÉDIO SÃO FRANCISCO, no estdo de Pernmbuco, no uso ds tribuições que lhe são conferids pelo Art. 29, inciso VI do regimento interno do INCRA, provdo pel Portri INCRA/P/Nº 72, de 22/05/2006, publicd no D.O. U do mesmo mês e no. CONSIDERANDO que os órgãos técnicos específicos dest superintendênci Regionl procederm nálise no processo IN- CRA/SR - 29 N.º / e decidirm pel regulridde d propost, de cordo com os tos normtivos que regulmentm mtéri, resolve: I - Cncelr portri nº 024, de 3 de gosto de 2006, publicd no D.O. U nº 72, de 06 de setembro de 2006, que criou o Projeto de Assentmento LUIZ GONZAGA II, código SIPRA MF083000, com áre de 2.037,974 (dois mil, trint e sete hectres, novent e sete res e qutorze centires), com cpcidde pr 40 (qurent) uniddes grícols fmilires, em virtude d incorporção do projeto de ssentmento citdo o Projeto de Assentmento Luiz Gonzg I

63 <!ID > <!ID > <!ID > Nº 76, qurt-feir, 2 de setembro de 2007 ISSN III - Autorizr os setores técnicos e opercionis promoverem s modificções e dptções que no curso d execução se fizerem necessáris pr consecução dos objetivos do projeto; EMERSON JOCASTER NEGRI SCHERER Substituto <!ID > PORTARIA Nº 38, DE 3 DE SETEMBRO DE 2007 O SUPERINTEDENTE REGIONAL DO MÉDIO SÃO FRANCISCO, no estdo de Pernmbuco, no uso ds tribuições que lhe são conferids pelo Art. 29, inciso VI do regimento interno do INCRA, provdo pel Portri INCRA/P/Nº 72, de 22/05/2006, publicd no D.O.U do mesmo mês e no CONSIDERANDO que os órgãos técnicos específicos dest superintendênci Regionl procederm nálise no processo IN- CRA/SR - 29 N.º / e decidirm pel regulridde d propost, de cordo com os tos normtivos que regulmentm mtéri, resolve: I - Incorporr áre de 2.037,974 (dois mil, trint e sete hectres, novent e sete res e qutorze centires), com cpcidde de 40 (qurent) uniddes grícols fmilires, do PA. LUIZ GONZA- GA II, Código SIPRA ME083000, cnceldo pel Portri INCRA- SR-29/MSF Nº 037/2007, pr o Projeto de Assentmento LUIZ GONZAGA I, código SIPRA MF082000; III - Autorizr os setores técnicos e opercionis promoverem s modificções e dptções que no curso d execução se fizerem necessáris pr consecução dos objetivos do projeto; EMERSON JOCASTER NEGRI SCHERER Substituto RETIFICAÇÕES N Portri/INCRA/SR(29)MSF/GAB/N.º 023 de 3 de gosto de 2006, publicd no Diário Oficil n.º 72 de 06 de setembro de 2006, seção I, págin 87, e no BS n.º 37 de de setembro de 2006, que criou o Projeto de Assentmento LUIZ GONZAGA I, retificdo trvés d retificção publicd no D.O.U nº 209, de 3 de outubro de 2006 seção I pgin 66, e BS nº 45, de 6 de novembro de 2006, onde se lê "...PA SAMUEL BARBOSA...", lei-se "...PA JOSIAS BARROS..." N Portri/INCRA/SR(29)MSF/GAB/N.º 023 de 3 de gosto de 2006, publicd no Diário Oficil n.º 72 de 06 de setembro de 2006, seção I, págin 87, e no BS n.º 37 de de setembro de 2006, que criou o Projeto de Assentmento LUIZ GONZAGA I, onde se lê "...25 (vinte e cinco) uniddes grícols fmilires...", leise "...68 (sessent e oito) uniddes grícols hbitcionis "... N Portri/INCRA/SR(29)MSF/GAB/N.º 023 de 3 de gosto de 2006, publicd no Diário Oficil n.º 72 de 06 de setembro de 2006, seção I, págin 87, e no BS n.º 37 de de setembro de 2006, que criou o Projeto de Assentmento LUIZ GONZAGA I, onde se lê "...58,4963 (um mil, cento e cinqüent e oito hectres, qurent e nove res e sessent e três centires...", lei-se " ,4677 (três mil, cento e novent e seis hectres, qurent e seis res e setent e sete centires..." SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL EM GOIÁS <!ID > PORTARIA Nº 52, DE 28 DE AGOSTO DE 2007 O SUPERINTENDENTE REGIONAL DO INCRA DO ES- TADO DE GOIÁS, no uso ds tribuições que lhe são conferids pelo Artigo 9, inciso VIII, do Regimento Interno do INCRA, provdo pel Portri MDA nº 69, de 9 de outubro de 2006, e CONSIDERANDO necessidde de dr destinção o imóvel denomindo CACHOEIRA BONITA, com áre medid e georreferencid de.463,7088 h, com certificção nº , loclizdo no município de AMORINÓPOLIS E IPORÁ, no Estdo de Goiás, dquirido trvés de escritur de Compr e Vend, lvrd em 09 de gosto de 2007, objeto do registro nº Mtricul 9.22, Livro 2-96, fls.82/83 e Mtricul 3.278, Livro 2-0, fls de 3 de gosto de 2007, do Crtório de Registro de Imóveis, d Comrc de Iporá; e CONSIDERANDO que os órgãos técnicos específicos dest Superintendênci Regionl procederm nálise no Processo IN- CRA/SR-04/Nº / e decidirm pel regulridde d propost, de cordo com os tos normtivos que regulment mtéri, resolve: Art. º - Aprovr propost de destinção, pr ssentmento de gricultores, do imóvel rurl denomindo Fzend CA- CHOEIRA BONITA, com áre de.463,7088 h (mil qutrocentos e sessent, três hectres e setent res e oitent e oito centires) loclizdo no município de AMORINÓPOLIS E IPORÁ, no Estdo de Goiás, que prevê crição de 44 (qurent e qutro) uniddes grícols fmilires. Art. 2º - Crir o Projeto de Assentmento PADRE NILO, Código do SIPRA GO , ser implntdo e desenvolvido por est Superintendênci Regionl, em rticulção com Diretori de Obtenção de Terrs e Implntção de Projetos de Assentmento. Art. 3º - Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. AILTAMAR CARLOS DA SILVA PORTARIA Nº 55, DE 30 DE AGOSTO DE 2007 O SUPERINTENDENTE REGIONAL DO INCRA NO ES- TADO DE GOIÁS, no uso ds tribuições que lhe são conferids pelo Artigo 9, inciso VIII, do Regimento Interno do INCRA, provdo pel Portri MDA nº 69, de 9 de outubro de 2006, CONSIDERANDO necessidde de dr destinção constitucionl o imóvel denomindo VEREDAS, NOVILHO OU NOVO HORIZONTE, com áre totl de.29,92 h (mil duzentos e dezenove hectres, dezenove res e vinte e um centires), loclizdo no Município de PORANGATU-GO, no Estdo de Goiás, declrdo de interesse socil pr fins de reform grári, pelo Decreto de 07 de dezembro de 2006, cuj imissão de posse se deu em 23 de gosto de CONSIDERANDO que os órgãos técnicos específicos dest Superintendênci Regionl procederm nálise no Processo IN- CRA/SR-04/Nº / e decidirm pel regulridde d propost, de cordo com tos normtivos que regulmentm mtéri, resolve: Art. º - Aprovr propost de destinção, pr ssentmento de gricultores, do imóvel rurl denomindo VEREDAS, NO- VILHO OU NOVO HORIZONTE, com áre de.29,92 h (mil duzentos e dezenove hectres, dezenove res e vinte e um centires), loclizdo no Município de PORANGATU-GO, no Estdo de Goiás que prevê crição de 32 (trint e dus) uniddes grícols fmilires; Art. 2º - Crir o Projeto de Assentmento JOSUÉ DE CAS- TRO, Código Sipr GO ser implntdo e desenvolvido por est Superintendênci Regionl, em rticulção com Diretori de Obtenção de Terrs e Implntção de Projetos de Assentmento. Art. 3º - Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. AILTAMAR CARLOS DA SILVA SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL EM MATO GROSSO <!ID > PORTARIA Nº 36, DE 5 DE AGOSTO DE 2007 O SUPERINTENDENTE REGIONAL, SUBSTITUTO DO INSTITUTO NACIONAL DE COLONIZAÇÃO E REFORMA AGRÁRIA - INCRA, NO ESTADO DE MATO GROSSO, no uso ds tribuições que lhes são conferids pelo Art.2 d Estrutur Regimentl provd pelo Decreto nº 5.735, de 27 de mrço de 2.006, combindo com o inciso VII do Art. 9 do Regimento Interno d Autrqui, provdo pel Portri MDA/Nº 069 de 9 de outubro de 2.006, publicd no D.O.U. de 20 de outubro de 2.006; CONSIDERANDO necessidde de dr destinção constitucionl o imóvel rurl denomindo Fzend MIURA I e II, com áre registrd de 2.706,334 h (Dois mil e setecentos e seis hectres, treze res e trint e qutro centires), e áre encontrd de 2.579,292 há (Dois mil e quinhentos e setent e nove hectres, vinte um res e novent e dois centires), loclizdo no Município de Pontes e Lcerd, no Estdo do Mto Grosso, dquirido trvés de Escritur Public de Compr e Vend, Mtriculs: nº R-AV - 6 e nº R-AV - 9, CRI d Comrc de Pontes e Lcerd/MT, e; CONSIDERANDO que os órgãos técnicos específicos dest Superintendênci Regionl procederm à nálise no Processo IN- CRA/SR-3/MT de Compr e Vend nº /2005-0, dquirid pelo Decreto nº 433/92, publicd no DOU nº 24 de 8 de Dezembro de 2.006, Processo de crição INCRA/SR-3 Nº / , e decidirm pel regulridde d propost, de cordo com os tos normtivos que regulmentm mtéri, resolve: Art.º Aprovr propost de destinção, pr ssentmento de gricultores, do imóvel Rurl denomindo Fzend MIURA I E II, com áre registrd de 2.706,334 h (Dois mil e setecentos e seis hectres, treze res e trint e qutro centires), e áre encontrd de 2.579,292 h (Dois mil e quinhentos e setent e nove hectres, vinte e um res e novent e dois centires), loclizd no município de Pontes e Lcerd no Estdo do Mto Grosso, que prevê crição de 064 (sessent e qutro) uniddes grícols fmilires. Art. 2º Crir o Projeto de Assentmento PA MIURA, Código do SIPRA MT ser implntdo e desenvolvido por est Superintendênci Regionl, em rticulção com Superintendênci Ncionl do Desenvolvimento Agrário. SAGUIO MOREIRA SANTOS <!ID > PORTARIA Nº 37, DE 5 DE AGOSTO DE 2007 O SUPERINTENDENTE REGIONAL, SUBSTITUTO DO INSTITUTO NACIONAL DE COLONIZAÇÃO E REFORMA AGRÁRIA - INCRA, NO ESTADO DE MATO GROSSO, no uso ds tribuições que lhes são conferids pelo Art.2 d Estrutur Regimentl provd pelo Decreto nº 5.735, de 27 de mrço de 2.006, combindo com o inciso VII do Art. 9 do Regimento Interno d Autrqui, provdo pel Portri MDA/Nº 069 de 9 de outubro de 2.006, publicd no D.O.U. de 20 de outubro de 2.006; CONSIDERANDO necessidde de dr destinção constitucionl o imóvel rurl denomindo Fzend BARRA DO MAR- CO, com áre registrd de.750,850 há (Hum mil setecentos e cinqüent hectres e dezoito res e cinqüent centires), e áre encontrd de.65,0772 h (Hum mil e seiscentos e quinze hectres, sete res e setent e dus centires), loclizdo no Município de Pontes e Lcerd, no Estdo do Mto Grosso, dquirido trvés de Escritur Public de Compr e Vend, Registros R-6 - Nº ; R- 6 - Nº e R-4 - Nº de CRI d Comrc de Pontes e Lcerd/MT, e ; CONSIDERANDO que os órgãos técnicos específicos dest Superintendênci Regionl procederm nálise no Processo IN- CRA/SR-3/MT de Compr e Vend nº /98-9, dquirid pelo Decreto nº 433/92, publicd no DOU nº 24 de 8 de Dezembro de 2.006, Processo de crição INCRA/SR-3 Nº / , e decidirm pel regulridde d propost, de cordo com os tos normtivos que regulmentm mtéri, resolve: Art.º Aprovr propost de destinção, pr ssentmento de gricultores, do imóvel Rurl denomindo Fzend BARRA DO MARCO, com áre registrd de.750,850 h (Hum mil e setecentos e cinqüent hectres, dezoito res e cinqüent centires), e áre encontrd de.65,0772 h (Hum mil e seiscentos e quinze hectres, sete res e setent e dois centires), loclizd no município de Pontes e Lcerd no Estdo do Mto Grosso, que prevê crição de 078 (Setent e oito) uniddes grícols fmilires. Art. 2º Crir o Projeto de Assentmento PA BARRA DO MARCO, Código do SIPRA MT ser implntdo e desenvolvido por est Superintendênci Regionl, em rticulção com Superintendênci Ncionl do Desenvolvimento Agrário. SAGUIO MOREIRA SANTOS RETIFICAÇÕES N Portri INCRA/SR-3/MT Nº 032/98, de de mio de.998, Publicd no Diário Oficil d União nº 0 de 29/05/998, Seção 0 Pág. 023 de crição do PA. JARAGUÁ, município de Águ Bo /MT. código Sipr MT , onde se lê "com cpcidde de 402 (qutrocentos e dus) uniddes grícols fmilires"., lei-se "com cpcidde pr 420 ( Qutrocentos e vinte ) uniddes grícols fmilires".e onde se lê " com áre de 9.54,9240 ( Dezenove mil quinhentos e qurent e um hectres e novent e dois res e qurent centires)", lei-se "com áre de 20.62,3996 há ( Vinte mil cento e sessent e dois hectres e trint e nove res e novent e seis centires)". N Portri INCRA/SR-3/MT Nº 093/03, de 27 de setembro de 2.003, Publicd no Diário Oficil d União nº 234 de 02/2/2003, Seção Pág. 90, de crição do PA. KATIRA, município de CACERES-MT, onde se lê crição de 47 (qurent e sete) uniddes grícols fmilires, lei-se crição de 48 (qurent oito) uniddes grícols fmilires. N Portri INCRA/SR-3/MT Nº 39/043, de 02 de gosto de 2.004, Publicd no Diário Oficil d União nº 53 de 0/08/2004, Seção Pág. 68, de crição do PA. FLOR DA MATA, município de CACERES-MT, onde se lê crição de 20 (vinte) uniddes grícols fmilires, lei-se crição de 30 (trint) uniddes grícols fmilires. SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL EM RONDÔNIA <!ID > PORTARIA Nº 57, DE 3 DE SETEMBRO DE 2007 O SUPERINTENDENTE REGIONAL DO INCRA DO ES- TADO DE RONDÔNIA - SR/7/RO, nomedo pel PORTARIA/IN- CRA/P/Nº 68 /2007, de 20 de julho de 2007, publicd no Diário Oficil d União de 23 de julho de 2007, no uso ds tribuições que lhe são conferids pelo Art. 9, inciso III do Regimento Interno dest Autrqui, provdo pel PORTARIA/MDA/Nº. 69, de 9 de Outubro de 2006; Considerndo que em vistori relizd n áre brngid pelos Projetos de Assentmento bixo citdos, foi consttdo vend de prcels ruris sem nuênci do INCRA e csos de bndono de prcels pelos seguintes beneficiários: PA PALMARES loclizdo no município de Nov União/RO: NATALINO DE OLIVEIRA SOUZA CPF N RESCINDIR unilterlmente e de pleno direito, com fundmento n Lei /64 - ESTATUTO DA TERRA - Lei nº /93 e demis Institutos que regulmentm os dispositivos constitucionis inerentes o Progrm de Reform Agrári, todos os Contrtos de Assentmentos/Termos de Compromissos, celebrdos entre o INCRA e os respectivos beneficiários. A presente Portri entr em vigor n dt de su publicção. CARLINO LIMA SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL NO CEARÁ <!ID > PORTARIA Nº 8, DE DE SETEMBRO DE 2007 O SUPERINTENDENTE REGIONAL DO INCRA DO ES- TADO DO CEARÁ, no uso ds tribuições que lhe são conferids pelo Artigo 9, inciso VIII, do Regimento Interno do INCRA, provdo pel Portri/MDA/nº 69, de 9 de outubro de 2.005; CONSIDERANDO necessidde de dr destinção o imóvel rurl denomindo Cfundó, com áre de 70,57 h, loclizdo no município de Cmocim, no Estdo do Cerá, declrdo de interesse socil pr fins de reform grári, pelo decreto dtdo de , cuj imissão de posse se deu em ; e

64 <!ID > 64 ISSN Nº 76, qurt-feir, 2 de setembro de 2007 CONSIDERANDO que os órgãos técnicos específicos dest Superintendênci Regionl procederm nálise no Processo IN- CRA/SR(02) nº / e decidirm pel regulridde d propost, de cordo com os tos normtivos que regulmentm mtéri, resolve: Art. º - Aprovr propost de destinção, pr ssentmento de gricultores, do imóvel denomindo Cfundó, com áre de 70,57 (cento e setent hectres, cinqüent e sete res e onze centires), loclizdo no município de Cmocim, no Estdo do Cerá, que prevê crição de 5 (cinco) uniddes grícols fmilires. Art. 2º - Crir o Projeto de Assentmento PA SANTA LU- ZIA, Código SIPRA CE ser implntdo e desenvolvido por est Superintendênci Regionl, em rticulção com Diretori de Obtenção de Terrs e Implntção de Projetos de Assentmento. RAIMUNDO AMADEU FREITAS SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL NO TOCANTINS RETIFICAÇÕES N Resolução INCRA/SR-26/TO/Nº5, 04 de Julho de 2007, publicd no DOU, Seção 2, pág. 30, de 8 de Julho de 2007, onde se lê: Art. º "Autorizr o Senhor Superintendente ssinr o Termo Doção nº 04/2007 de Veiculo constnte do Processo/INCRA/SR-26 Nº /2007-0, tendo como dontário Prefeitur Municipl de Augustinópolis, n form provd conforme cput," leise: "Autorizr o Senhor Superintendente ssinr o Termo de Doção n 04/2007 de veiculo, bens móveis e equipmentos constntes do processo/incra/sr-26 Nº /2007-0, tendo como dontário Prefeitur Municipl de Augustinópolis, n form provd conforme cput." N Resolução INCRA/SR-26/TO/Nº 4, 04 de Julho de 2007, publicd no DOU, Seção 2, pág. 30, de 8 de Julho de 2007, onde se lê: Art. º "Autorizr o Senhor Superintendente ssinr o Termo Doção nº03/2007 de Veiculo constnte do Processo/IN- CRA/SR-26 Nº /2007-9, tendo como dontário Prefeitur Municipl de Muricilndi, n form provd conforme cput," lei-se: "Autorizr o Senhor Superintendente ssinr o Termo de Doção n 03/2007 de veiculo, bens moveis e equipmentos constntes do processo/incra/sr-26 Nº /2007-9, tendo como dontário Prefeitur Municipl de Muricilândi, n form provd conforme cput." N Resolução INCRA/SR-26/TO/Nº 22 de 04 de Julho de 2007, publicd no DOU, Seção 2, pág. 30, de 8 de Julho de 2007, onde se lê: Art. º "Autorizr o Senhor Superintendente ssinr o Termo Doção Nº 02/2007 de Veiculo constnte do Processo/IN- CRA/SR-26 Nº / , tendo como dontári Prefeitur Municipl de Pium/TO, n form provd conforme cput," lei-se: "Autorizr o Senhor Superintendente ssinr os Termos de Doção N 02/2007 de veículo, e de nº 02/2007 de bens movéis e equipmentos constntes do Processo/INCRA/SR-26 Nº / , tendo como dontári Prefeitur Municipl de Pium/TO, n form provd conforme cput." N Resolução INCRA/SR-26/TO/Nº 8, de 04 Julho de 2007, publicd no DOU, Seção 2, pág. 30, de 8 de Julho de 2007, onde se lê: Art. º "Autorizr o Senhor Superintendente ssinr o Termo Doção Nº 0/2007 de Veículo constnte do Processo/IN- CRA/SR-26 Nº /2007-7, tendo como dontári Prefeitur Municipl de Axixá do Tocntins, n form provd conforme cput," lei-se: "Autorizr o Senhor Superintendente ssinr os Termos de Doção N 0/2007 de veículo, e de Nº 0/2007 de bens movéis e equipmentos constntes do Processo/INCRA/SR-26 Nº /2007-7, tendo como dontári Prefeitur Municipl de Axixá do Tocntins, n form provd conforme cput." N Resolução INCRA/SR-26/TO/Nº, de 04 Julho de 2007, publicd no DOU, Seção 2, pág. 30, de 8 de Julho de 2007, onde se lê: Art. º "Autorizr o Senhor Superintendente ssinr o Termo Doção nº05/2007 de Veículo constnte do Processo/IN- CRA/SR-26 Nº / , tendo como dontári Prefeitur Municipl de Smpio/TO, n form provd conforme cput," lei-se: "Autorizr o Senhor Superintendente ssinr os Termos de Doção N 05/2007 de veiculo, e de Nº 05/2007 de bens moveis e equipmentos constntes do Processo/INCRA/SR-26 Nº / , tendo como dontári Prefeitur Municipl de Smpio, n form provd conforme cput." Ministério do Desenvolvimento, Indústri e Comércio Exterior. SECRETARIA DO DESENVOLVIMENTO DA PRODUÇÃO <!ID > CONSULTA PÚBLICA 9, DE DE SETEMBRO DE 2007 O Secretário do Desenvolvimento d Produção do Ministério do Desenvolvimento, Indústri e Comércio Exterior-Substituto, no uso de sus tribuições, tornm públics s proposts de lterção de Processo Produtivo Básico - PPB, que serão definids pelos Ministros de Estdo do Desenvolvimento, Indústri e Comércio Exterior e d Ciênci e Tecnologi, em cumprimento o 6º do rt. 7º do Decreto- Lei n.º 288, de 28 de fevereiro de 967 e o 2º do rt. 4º d Lei nº 8.248, de 23 de outubro de 99, com redção dd pel Lei n.º 0.76, de 2 de jneiro de 200 e pel Lei n o.077, de 30 de dezembro de Considerndo relevânci dest, recomendmos su mpl divulgção, fim de que possm ser colhids contribuições pr seu perfeiçomento. Sugestões poderão ser encminhds no przo, máximo, de 0(dez) dis, contr d dt de publicção dest Consult no Diário Oficil d União, o MINISTÉRIO DO DESENVOLVI- MENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR, Esplnd dos Ministérios, Bloco J, Sl 58, 5º ndr, Brsíli - DF, CEP: , Fx: 0xx e e-mil: cgice@desenvolviment o. g o v. b r. NILTON SACENCO KORNIJEZUK ANEXO PROPOSTA 63/07 - ALTERAÇÃO DAS PORTARIAS INTERMINISTERIAIS Nº 2 E Nº 22, DE 20 DE NOVEMBRO DE 2006, QUE ESTABELECE O PROCESSO PRODUTIVO BÁSICO PARA TERMINAL PORTÁTIL DE TELEFONIA CELULAR. ª ALTERAÇÃO: Incisos I, V e IX do Art. 3 o : Art. 3 o Ficm temporrimente dispensdos ds etps prevists no rt. o, os seguintes módulos e subconjuntos: DE: I - os módulos ou subconjuntos de mostrdores de cristis líquidos, plsm ou de diodos emissores de luz - LED, ou de outrs tecnologis; PA R A : I - os módulos ou subconjuntos de mostrdores de cristis líquidos, plsm ou de diodos emissores de luz - LED, ou de outrs tecnologis, integrdo ou não circuito impresso flexível, montdo com componentes eletroeletrônicos em circuito único, derivdo em circuito do dispositivo de cptur de imgens, circuito do sensor luz e circuito com tecls de nvegção; DE: V - os módulos mostrdores de cristis líquidos copldos o gbinete frontl com conjunto de tecls de nvegção e fixdos com ou sem blindgem, té o limite nul de produção de (qutrocents mil) uniddes, por empres; PA R A : V - os módulos mostrdores de cristis líquidos copldos o gbinete frontl com conjunto de tecls de nvegção e fixdos com ou sem blindgem, té o limite nul de produção de uniddes, limitd produção de 0 % (dez por cento), por empres, no no clendário; DE: IX - módulo de nten com lto-flnte e módulo de nten com microfone, pr uso interno o gbinete; PA R A : IX - módulo de nten com lto-flnte e módulo de nten com lto-flnte e/ou microfone, pr uso interno o gbinete; 2ª ALTERAÇÃO: Incluir os incisos X e XI o Art. 3 o : X - subconjunto composto de gbinete, chssis ou suportes gregdos no todo ou em prte trnsdutores, tecls de nvegção, mostrdores de cristis líquidos ou de outrs tecnologis e circuito impresso flexível com componentes eletroeletrônicos montdo no gbinete/chssis, que implemente quisquer ds funções que não s funções principis do telefone celulr, té o limite nul de 0 % (dez por cento), d comercilizção incentivd, por empres, no no clendário; XI - subconjunto composto de gbinete gregdo componentes plásticos, metálicos e/ou trnsdutores e circuito impresso flexível com componentes eletroeletrônicos montdo no gbinete/chssis, que implemente quisquer ds funções que não s funções principis do telefone celulr, té o limite nul de 0 % (dez por cento), d comercilizção incentivd, por empres, no no clendário. 3ª ALTERAÇÃO: Alterr o o do rt. 3º. DE: o As dispenss estbelecids nos incisos III, IV, V deste rtigo estrão condicionds à relizção de exportções no no clendário num percentul de, no mínimo, 0 % (dez por cento) d produção, em quntidde, tomndo-se por bse produção no no clendário. PA R A : o As dispenss estbelecids nos incisos III, IV, V e X e XI deste rtigo estrão condicionds à relizção de plicção em Pesquis e Desenvolvimento (P&D), num percentul de, no mínimo, % (um por cento) sobre o vlor d produção comercilizd no mercdo interno, no no clendário. 4ª ALTERAÇÃO: Alterr o 2 o do rt. 3 o. DE: 2 o As dispenss estbelecids nos incisos VII, VIII e IX deste rtigo ficm estbelecids té 3 de dezembro de PA R A : 2 o As dispenss estbelecids nos incisos VII, VIII e IX deste rtigo ficm estbelecids té 3 de dezembro de ª ALTERAÇÃO: Inciso II do Art. 4 o DE: II - A prtir de º de jneiro de 2007 em dinte: percentul mínimo de 90% (novent por cento por cento); PA R A : II - A prtir de º de jneiro de 2007 em dinte: percentul mínimo de 85% (oitent e cinco por cento por cento); 6ª ALTERAÇÃO: Alterção do o do Art. 4 o : DE: o O percentul estbelecido no inciso II deste rtigo poderá ser revisto pelo governo federl té 3 de outubro de PA R A : o Cso o percentul de 85% (oitent e cinco por cento) não sej lcnçdo, no período que se refere o inciso II, empres ficrá obrigd cumprir diferenç residul em relção o percentul mínimo estbelecido, em uniddes produzids, té 3 de dezembro do no subseqüente, sem prejuízo ds obrigções correntes, nos nos-clendário respectivos. 2 o A diferenç residul que se refere o prágrfo nterior não poderá exceder 5% (quinze por cento). 7ª ALTERAÇÃO: Incluir o seguinte prágrfo o Art. 5 o : 5 o Cso o percentul de 60% (sessent por cento) não sej lcnçdo, no período que se refere o inciso IV deste rtigo, empres ficrá obrigd cumprir diferenç residul em relção o percentul mínimo estbelecido, em uniddes produzids, té 3 de dezembro do no subseqüente, sem prejuízo ds obrigções correntes, nos nos-clendário respectivos. 6 o A diferenç residul que se refere o prágrfo nterior não poderá exceder 5% (quinze por cento). 8ª ALTERAÇÃO: Alterr o cput do Art. 2 o do ANEXO I: DE: Art. 2 o A prtir de o de jneiro de 2005, fic dispensdo o cumprimento ds etps estbelecids nos incisos I, II e III do rtigo º deste nexo pr fbricção do conversor de corrente contínu (CA/CC) ou crregdor de bteri pr telefone celulr, té o limite de 0% (dez por cento), em quntidde, utilizdo pel empres, conforme produção no no clendário. PA R A : Art. 2 o Pr fbricção do conversor de corrente contínu (CA/CC) ou crregdor de bteri pr telefone celulr, fic dispensdo o cumprimento ds etps estbelecids nos incisos I, II e III do rtigo o deste nexo, nos percentuis relciondos, segundo o cronogrm seguir: Período Inciso I Inciso II Inciso III % 0% 0% % 0% 0% 2007 em dinte 0% 20% 20% 9ª ALTERAÇÃO: Alterr o cput do rt. 3 o do ANEXO I, conforme bixo: DE: Art. 3 o Os trnsformdores e os cbos elétricos mesmo montdos com conectores utilizdos pel empres no no clendário deverão ser de fbricção ncionl nos seguintes percentuis, em quntidde, conforme cronogrm que segue: I - de o de julho de 2005 té 3 de dezembro de 2005: 70% (setent por cento); II - de o de jneiro de 2006 té em dinte: 90% (novent por cento). PA R A : Art. 3 o Pr fbricção do conversor de corrente contínu (CA/CC) ou crregdor de bteri pr telefone celulr, os trnsformdores e os cbos elétricos mesmo montdos com conectores utilizdos pel empres, no no clendário, deverão cumprir seus respectivos Processos Produtivos Básicos, qundo produzidos n Zon Frnc de Mnus, ou tender às etps de produção descrits nos nexos II e III dest Portri, qundo produzidos em outrs regiões do Pís, nos seguintes percentuis, em quntidde, conforme cronogrm que segue: Período trnsformdores cbos elétricos o de julho té 3 de dezembro de % 70% o de jneiro té 3 de dezembro de % 90% o de jneiro de 2007 té em dinte 85% 90% 0ª ALTERAÇÃO: Alterr o Art. 2º do ANEXO II: DE: Art. 2 o Fic dispensd, té 3 de dezembro de 2007, etp referente à injeção plástic do crretel, qundo este utilizr mteril do tipo termoplástico. PA R A : Art. 2 o Fic dispensd, prtir d o de jneiro de 2007, etp referente à injeção plástic do crretel, qundo este utilizr mteril do tipo termoplástico. PROPOSTA 70/07 - ALTERAÇÃO DA PORTARIA INTERMINISTERIAL Nº 22, DE 7 DE FEVEREIRO DE TELEVISOR COM TELA DE CRISTAL LÍQUIDO. Incluir o rt. 8 o, renumerndo os rtigos seguintes. Art. 8 o Pr o produto TELEVISOR COM TELA DE CRIS- TAL LÍQUIDO destindo receber sinis digitis (TV DIGITAL), será concedido dispens ds etps necessáris à fbricção e montgem de plcs montds té o limite de (quinze mil) uniddes, por no clendário, pr os nos de 2007 e 2008.

65 Nº 76, qurt-feir, 2 de setembro de 2007 ISSN PROPOSTA 7/07 - ALTERAÇÃO DA PORTARIA INTERMINISTERIAL Nº 70, DE 6 DE OUTUBRO DE TELEVISOR COM TELA DE PLASMA. Incluir o rt. 8 o, renumerndo os rtigos seguintes: Art. 8 o Pr o produto TELEVISOR COM TELA DE PLAS- MA destindo receber sinis digitis (TV DIGITAL), será concedido dispens ds etps necessáris à fbricção e montgem de plcs montds té o limite de (cinco mil) uniddes, por no clendário, pr os nos de 2007 e PROPOSTA 83/07 - ALTERAÇÃO DAS PORTARIAS INTERMINISTERIAIS Nº 48 E 49, DE 3 DE MARÇO DE SISTEMA DE ENERGIA EM CORRENTE CONTÍNUA PARA ESTAÇÃO RÁDIO BASE. Incluir os seguintes Prágrfos: " 6 o Exclusivmente pr o no de 2007, etp estbelecid n líne "" do inciso IV poderá ser dispensd té o limite de 5% (quinze por cento) d quntidde de conversores e retificdores produzidos no no-clendário de 2007." " 7 o A dispens que se refere o prágrfo nterior destinse exclusivmente pr plcs de circuito impresso montds que utilizem montgem integrd o dissipdor pelo processo de "potting" (injeção de composto químico pr isolmento elétrico e dissipção de clor diretmente n plc de circuito impresso montd com componentes). <!ID > CONSULTA PÚBLICA 0, DE DE SETEMBRO DE 2007 O Secretário do Desenvolvimento d Produção do Ministério do Desenvolvimento, Indústri e Comércio Exterior-Substituto, no uso de sus tribuições, tornm públics s proposts de fixção e de lterção de Processo Produtivo Básico - PPB, que serão definids pelos Ministros de Estdo do Desenvolvimento, Indústri e Comércio Exterior e d Ciênci e Tecnologi, em cumprimento o 6º do rt. 7º do Decreto-Lei n.º 288, de 28 de fevereiro de 967 e o 2º do rt. 4º d Lei nº 8.248, de 23 de outubro de 99, com redção dd pel Lei n.º 0.76, de 2 de jneiro de 200 e pel Lei n o.077, de 30 de dezembro de Considerndo relevânci dest, recomendmos su mpl divulgção, fim de que possm ser colhids contribuições pr seu perfeiçomento. Sugestões poderão ser encminhds no przo, máximo, de 5 (quinze) dis, contr d dt de publicção dest Consult no Diário Oficil d União, o MINISTÉRIO DO DE- SENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR, Esplnd dos Ministérios, Bloco J, Sl 58, 5º ndr, Brsíli - DF, CEP: , Fx: 0xx e e-mil: cgice@desenvolv i m e n t o. g o v. b r. NILTON SACENCO KORNIJEZUK ANEXO PROPOSTA 53/05 - ALTERAÇÃO DA PORTARIAS INTERMINISTERIAIS Nº 33 E Nº 34, DE 8 DE MAIO DE 2005, QUE ESTABELECEU O PROCESSO PRODUTIVO BÁSICO PARA GABINETE METÁLICO COM OU SEM FONTE DE ALIMENTAÇÃO, PARA UNIDADE DIGITAL DE PROCESSAMENTO. ) Alterr o inciso I do rt. o como seguir: DE: I - corte, dobr e furção ou outro processo de estmpgem ds prtes metálics; PA R A : I - corte, dobr, furção e estmpgem ou extrusão ds prtes metálics, qundo plicáveis; 2) Alterr o inciso III do rt. o : DE: III - injeção ds prtes plástics estruturis do gbinete; PA R A : III - injeção ds prtes plástics do gbinete com áre superficil mior que 30cm 2 ; 3) Incluir no inciso V do rt. o, expressão: "qundo plicável". 4) Incluir prágrfo dispensndo o processo de extrusão té 3 de dezembro de PROPOSTA 42/07 - ALT. PI Nº 25/06 - BICICLETA ERGOMÉTRICA, ESTEIRA ROLANTE MECÂNICA OU ELÉTRICA, STEPPER ) Excluir os prágrfos 4 o e 5 o, trnscritos bixo, d Portri 25/06: " 4 o Ficm dispensdos d fbricção ncionl os motores elétricos de corrente contínu, utilizdos n produção de esteirs rolntes elétrics referids no inciso II deste rtigo, té o limite de uniddes, por empres, considerndo o no clendário. 5 o O motor elétrico será considerdo de produção ncionl qundo: I - produzido n Zon Frnc de Mnus, conforme o Processo Produtivo Básico respectivo, estbelecido por Portri Interministeril; ou II - produzido em outrs regiões do Pís, que não Zon Frnc de Mnus, tendendo às Regrs de Origem do MERCOSUL, prevists no Decreto n o 2.874, de 0 de dezembro de 998." 2) Excluir d dispens de montgem estbelecid no rt. 2 o os módulos e subconjuntos constntes dos incisos de I IV, conforme seguir: I - módulo eletrônico controldor; II - mostrdor de cristl líquido ou plsm; III - módulo de controle de velocidde; IV - módulo de medição; 3) Incluir rtigo estbelecendo que, pr os produtos: BI- CICLETA ERGOMÉTRICA, ESTEIRA ROLANTE MECÂNICA OU ELÉTRICA, STEPPER, qundo utilizrem MÓDULO ELETRÔ- NICO, este deverá cumprir o seguinte Processo Produtivo: ) injeção ds prtes plástics; b) inserção e soldgem dos componentes ns plcs de circuito impresso; c) fixção d plc principl no gbinete inferior; e d) integrção do gbinete superior com o inferior n formção do produto finl. o Tods s etps cim descrits deverão ser relizds n Zon Frnc de Mnus. 2 o As tividdes ou operções inerentes às etps de produção poderão ser relizds por terceiros, desde que obedecido o processo produtivo, exceto s etps estbelecids ns línes "c" e "d" do inciso cim, que não poderão ser objeto de terceirizção. 3 o Fic temporrimente dispensd montgem de mostrdores de cristl líquido - LCD, de plsm ou de diodos emissores de luz - LED. PROPOSTA 43/ FIXAÇÃO DE PROCESSO PRODUTIVO BÁSICO PARA TINTA E VERNIZ PARA IMPRESSÃO I - pesgem; II - pré-mistur inicil; III - dispersão e/ou mogem; IV - completgem; V - tingimento; VI - filtrção; e VII - envsmento. CONDICIONANTES: A) O cumprimento d etp estbelecid no item VII está condiciondo à utilizção de emblgens individuis de, té, 20 (vinte) litros. B) O disposto n condicionnte nterior não se plic qundo o destino d produção forem os mercdos d Amzôni Legl e interncionl. C) Tods s etps do processo Produtivo Básico cim descrits deverão ser relizds n Zon Frnc de Mnus. D) As tividdes ou operções inerentes às etps de produção descrits poderão ser relizds por terceiros, exceto um que não poderá ser terceirizd, desde que obedecido o Processo Produtivo Básico. E) Pr efeito do disposto deste Processo Produtivo Básico, no mínimo, 30% (trint por cento) do totl produzido pel empres, em peso, no no clendário, deverá ser destindo os mercdos d Amzôni Legl e interncionl. F) No máximo, 0% (dez por cento), em peso, ds mtérisprims estão dispensds d obrigtoriedde do cumprimento ds etps do Processo Produtivo Básico pr fbricção de TINTA e VERNIZ PARA IMPRESSÃO. G) O limite estbelecido n condicionnte "F" será clculdo tomndo-se por bse quisição de insumos, por prte d empres, utilizdos exclusivmente n produção desses produtos no no clendário. H) Pr os novos fbricntes com projetos provdos e em fse de implntção, o limite será clculdo com bse no progrm de produção previsto pr o primeiro no de operção. PROPOSTA 53/07 - FIXAÇÃO DE PROCESSO PRODUTIVO BÁSICO PARA BARRAMENTO ELÉTRICO I - estmpgem ds prtes metálics; II - trtmento de superfície; III - extrusão do suporte plástico; IV - montgem d prtes metálics no suporte plástico; e V - cbmento. CONDICIONANTES: A) Tods s etps cim descrits deverão ser relizds n Zon Frnc de Mnus, exceto s etps I e II, que poderão ser relizds em outrs regiões do Pís; B) Fic fcultd relizção d etp III, em outrs regiões do Pís, pelo przo de 2 meses, contr d dt de publicção d Portri; C) As tividdes ou operções inerentes às etps de produção poderão ser relizds por terceiros, desde que obedecido o Processo Produtivo Básico, exceto um que não poderá ser objeto de terceirizção. PROPOSTA 68/07 - FIXAÇÃO DE PROCESSO PRODUTIVO BÁSICO PARA REGISTRADOR DIGITAL DE PERTURBAÇÃO M U LT I F U N Ç Ã O. I - corte, dobr e furção ou estmpgem ds chps metálics d estrutur mecânic; II - soldgem ou rebitgem ds prtes metálics do gbinete, qundo plicável; III - trtmento superficil e pintur ds prtes metálics do gbinete; IV - montgem e soldgem de todos os componentes ns plcs de circuito impresso; V - montgem ds prtes elétrics e mecânics, totlmente desgregds, em nível básico de componentes; e VI - integrção ds plcs de circuito impresso e ds prtes elétrics e mecânics n formção do produto finl, montds de cordo com s etps estbelecids nos incisos IV e V cim. CONDICIONANTES: A) Tods s etps do Processo Produtivo Básico cim descrits deverão ser relizds n Zon Frnc de Mnus, exceto s etps descrits nos incisos de I III, que poderão ser relizds em outrs regiões do Pís; B) As tividdes ou operções inerentes às etps de produção poderão ser relizds por terceiros desde que obedecido o Processo Produtivo Básico, exceto um que não poderá ser objeto de terceirizção. C) Ficm dispensds d montgem locl s plc de circuito impresso que implementem função de processmento, té o limite de 500 uniddes, no no clendário. PROPOSTA 76/07 - ALTERAÇÃO DA PORTARIA INTERMINISTERIAL Nº 82, DE 9 DE JULHO DE 2004, QUE ESTABELECEU O PROCESSO PRODUTIVO BÁSICO PARA PARTES E PEÇAS DE CICLOMOTORES, MOTONETAS, MOTOCICLETAS, TRICICLOS E QUADRICICLOS. ) Alterção do inciso XXXVI d Portri, conforme bixo: DE: XXXVI - CORRENTE DE TRANSMISSÃO ) estmpgem ds plcs e buchs; b) corte e formtção dos pinos; c) polimento; d) trtmento térmico; e e) montgem. PA R A : XXXVI - CORRENTE DE TRANSMISSÃO ) estmpgem ds plcs intern e extern; b) corte e conformção dos pinos; c) tmboremento dos pinos; d) trtmento térmico ds plcs interns e externs, pinos e rolos; e) tmboremento dos pinos; f) jtemento ds plcs interns e externs e rolos; g) conformção ds brrs redonds prtir do processo de extrusão ds buchs; h) tmboremento ds buchs, qundo plicável; i) trtmento térmico (cementção e revestimento); j) tmboremento d buch; l) montgem d corrente; m) rebitgem dos pinos; e n) inspeção e montgem de emend d corrente.

66 <!ID > <!ID > <!ID > <!ID > 66 ISSN Nº 76, qurt-feir, 2 de setembro de 2007 CONDICIONANTES: A) Tods s etps cim descrits deverão ser relizds n Zon Frnc de Mnus; B) Ficm temporrimente dispensds s etps de "g" "j", referentes à fbricção ds buchs sólids prtir de extrusão frio; C) As tividdes ou operções inerentes às etps de produção poderão ser relizds por terceiros, n Zon Frnc de Mnus, desde que obedecido o Processo Produtivo Básico, exceto um que não poderá ser objeto de terceirizção. PROPOSTA 78/07 - FIXAÇÃO DE PROCESSO PRODUTIVO BÁSICO PARA DISPOSITIVO CONTRA SURTO NA REDE ELÉTRICA I - injeção ds crcçs plástics e trv; II - estmpgem dos bornes e conttos elétricos; III - fbricção do fusível térmico; IV - fbricção d resistênci elétric; V - montgem do circuito elétrico; VI - integrção do circuito no invólucro com bornes e contto; e VII - fechmento do conjunto. CONDICIONANTES: A) Tods s etps cim descrits deverão ser relizds n Zon Frnc de Mnus, exceto etp II, que poderá ser relizd em outrs regiões do Pís; B) Ficm dispensds, pelo przo de 2 (doze) meses, contr d dt de publicção d Portri, s etps de fbricção do fusível térmico e d resistênci elétric; C) As tividdes ou operções inerentes às etps de produção poderão ser relizds por terceiros, desde que obedecido o Processo Produtivo Básico, exceto um que não poderá ser objeto de terceirizção. PROPOSTA 8/07 - FIXAÇÃO DE PROCESSO PRODUTIVO BÁSICO PARA CORRENTE DE COMANDO. I - montgem ds prtes prtir ds plcs interns e externs dos pinos; II - montgem d emend e rebitgem dos pinos; III - jtemento ds plcs interns e externs e rolos; IV - conformção ds brrs redonds prtir do processo de extrusão ds buchs; V - tmboremento ds buchs, qundo plicável; VI - trtmento térmico (cementção e revestimento); VII - tmboremento d buch; VIIII - trção d corrente; IX - inspeção e teste; e X - lubrificção. CONDICIONANTES: A) Tods s etps cim descrits deverão ser relizds n Zon Frnc de Mnus; B) Ficm dispensds temporrimente s etps III VII, referentes à fbricção ds buchs sólids prtir de extrusão frio; C) As tividdes ou operções inerentes às etps de produção poderão ser relizds por terceiros, n Zon Frnc de Mnus, desde que obedecido o Processo Produtivo Básico, exceto um que não poderá ser objeto de terceirizção. PROPOSTA 82/07 - FIXAÇÃO DE PROCESSO PRODUTIVO BÁSICO PARA BORNES I - estmpgem e/ou ds prtes metálics; II - injeção ds prtes plástics; III - montgem; e IV - cbmento. CONDICIONANTES: A) Tods s etps cim descrits deverão ser relizds n Zon Frnc de Mnus, exceto etp I, que poderá ser relizd em outrs regiões do Pís; B) As tividdes ou operções inerentes às etps de produção poderão ser relizds por terceiros, n Zon Frnc de Mnus, desde que obedecido o Processo Produtivo Básico, exceto um dels que não poderá ser objeto de terceirizção. SUPERINTENDÊNCIA DA ZONA FRANCA DE MANAUS PORTARIA 353, DE 6 DE AGOSTO DE 2007 A SUPERINTENDENTE DA SUPERINTENDÊNCIA DA ZONA FRANCA DE MANAUS, no uso de sus tribuições legis e, CONSIDERANDO os termos do Precer Técnico de Projeto N.º 096/ SPR/CGPRI/COA- PI, d Superintendênci d Zon Frnc de Mnus - SUFRAMA, submetido o Conselho de Administrção d SUFRAMA em su 227ª Reunião Ordinári, relizd em 2 de junho de 2007; CONSIDERANDO que o projeto reltivo o Precer cim menciondo foi enqudrdo pelo Conselho de Administrção d SUFRAMA nos termos d Resolução n.º 202, de 7 de mio de 2006, Art. 0, prágrfo º, e que empres presentou documentção reltiv su regulridde jurídico fiscl no przo estipuldo, resolve: Art. º APROVAR o projeto industril de IMPLANTAÇÃO d empres ARMOR DO BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE FITAS PARA IMPRESSÃO LTDA., n Zon Frnc de Mnus, n form do Precer Técnico de Projeto Nº 096/ SPR/CGPRI/COAPI, pr produção de FITA PARA IMPRESSÃO DE POLIESTER, pr o gozo dos incentivos previstos nos rtigos 7º e 9º do Decreto-lei n 288, de 28 de fevereiro de 967 e legislção posterior; Art. 2º DEFINIR que redução d líquot do Imposto de Importção (II) reltivo às mtérisprims, mteriis secundários e de emblgem, componentes e outros insumos de origem estrngeir, utilizdos n fbricção do produto constnte no Art. º dest Portri, será de 88% (oitent e oito por cento), conforme prágrfo 4º do Art. 7º do Decreto-lei N.º 288/67, com redção dd pel Lei N.º 8.387/9. Art. 3º ESTABELECER pr o produto constnte do Art. dest Portri os seguintes limites nuis de importção de insumos e bens de cpitl: Discriminção Vlor em US$.00 º ANO 2º ANO 3º ANO FITA PARA IMPRESSÃO DE PO-,566,479,850,08 2,340,922 LIESTER Totl pr insumos,566,479,850,08 2,340,922 Bens de Cpitl 200,000 NIHIL 00,000 Art. 4º DETERMINAR sob pen de suspensão ou cncelmento dos incentivos concedidos, sem prejuízo d plicção de outrs cominções legis cbíveis: I - o cumprimento, qundo d fbricção do produto FITA PARA IMPRESSÃO DE PO- LIESTER, do Processo Produtivo Básico estbelecido pel Portri Interministeril nº 37 - MDIC/MCT, de 23 de fevereiro de 2006; II - o cumprimento do progrm nul de exportção correspondente 7% (dezessete por cento) d produção; III - o tendimento ds exigêncis d Polític Ncionl do Meio mbiente, conforme disciplin Legislção no âmbito Federl, Estdul e Municipl; Iv - mnutenção de cdstro tulizdo n SUFRAMA, de cordo com s norms em vigor; e V - o cumprimento ds exigêncis contids n Resolução N.º 202, de 7 de mio de 2006, bem como s demis Resoluções, Portris e Norms Técnics em vigor. Art. 5º Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. FLÁVIA SKROBOT BARBOSA GROSSO PORTARIA 354, DE 6 DE SETEMBRO DE 2007 O SUPERINTENDENTE DA SUPERINTENDÊNCIA DA ZONA FRANCA DE MANAUS, em exercício, no uso de sus tribuições legis e, CONSIDERANDO os termos do Precer Técnico de Projeto N.º 40/ SPR/CGPRI/COAPI, d Superintendênci d Zon Frnc de Mnus - SUFRAMA, submetido o Conselho de Administrção d SUFRAMA em su 228ª Reunião Ordinári, relizd em 23 de gosto de 2007; CONSIDERANDO que o projeto reltivo o Precer cim menciondo foi enqudrdo pelo Conselho de Administrção d SU- FRAMA nos termos d Resolução n.º 202, de 7 de mio de 2006, Art. 0, prágrfo º, e que empres presentou documentção reltiv su regulridde jurídico fiscl no przo estipuldo, resolve: Art. º APROVAR o projeto industril de IMPLANTAÇÃO d empres TINTAS BRAZILIAN INDUSTRIA DA AMAZONIA LTDA. n Zon Frnc de Mnus, n form do Precer Técnico de Projeto N.º 40/ SPR/CGPRI/COAPI, pr produção de TINTA À BASE DE POLÍMEROS SINTÉTICOS, pr o gozo dos incentivos previstos nos rtigos 7º e 9º do Decreto-lei n 288, de 28 de fevereiro de 967 e legislção posterior. Art. 2º DETERMINAR sob pen de suspensão ou cncelmento dos incentivos concedidos, sem prejuízo d plicção de outrs cominções legis cbíveis: I - o cumprimento, qundo d fbricção do produto constnte no Art. º dest Portri, do Processo Produtivo Básico definido pel Portri Interministeril nº 77 - MDIC/MCT, de 03 de mio de 2007; II - o tendimento ds exigêncis d Polític Ncionl do Meio mbiente, conforme disciplin Legislção no âmbito Federl, Estdul e Municipl; III - mnutenção de cdstro tulizdo n SUFRAMA, de cordo com s norms em vigor; e IV - o cumprimento ds exigêncis contids n Resolução n.º 202, de 7 de mio de 2006, bem como s demis Resoluções, Portris e Norms Técnics em vigor. Art. 4º Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. ELILDE MOTA DE MENEZES PORTARIA 355, DE 6 DE SETEMBRO DE 2007 O SUPERINTENDENTE DA SUPERINTENDÊNCIA DA ZONA FRANCA DE MANAUS, em exercício, no uso de sus tribuições legis e considerndo o que lhe utoriz Resolução nº 202, de 7 de mio de 2006, do Conselho de Administrção d SUFRAMA, em seu Art. 3 e Prágrfo Único, e os termos d Not Técnic nº 4/2007-SPR/CGPRI/COAPI, de 29 de gosto de 2007, d Superintendênci Adjunt de Projetos d SUFRAMA, resolve: Art. º APROVAR inclusão do produto RÁDIO COM GRAVADOR/ REPRODUTOR DE ÁUDIO NO FORMATO MP3, PORTÁTIL n Portri Sufrm nº 0298/2005, referente à provção do projeto industril de ATUALIZAÇÃO/AMPLIAÇÃO d empres SONDAI ELETRÔNICA LTDA., n Zon Frnc de Mnus; n form d Not Técnic nº 04/2007-SPR/CGPRI/COAPI, pr o gozo dos incentivos previstos nos rtigos 7º e 9º do Decreto-lei n 288, de 28 de fevereiro de 967 e legislção p o s t e r i o r. Art. 2º DEFINIR que redução d líquot do Imposto de Importção (II) reltivo às mtérisprims, mteriis secundários e de emblgem, componentes e outros insumos de origem estrngeir, utilizdos n fbricção do produto constnte do Art. dest Portri, será de 88% (oitent e oito por cento), conforme prágrfo 4º do Art. 7º do Decreto-lei nº 288/67, com redção dd pel Lei nº 8.387/9. Art. 3º FIXAR os limites de importção de insumos pr fbricção do produto constnte no Art. º d presente Portri, os quis deverão ser remnejdos do produto DIGITAL VIDEO DISC - DVD RECORD/PLAYER, cuj produção foi provd pel Portri Sufrm nº 005/2006-CAS, em: Produtos Ano Ano 2 Ano 3 RÁDIO COM GRAVADOR/ REPRODU- 929,750,30,650,859,500 TOR DE ÁUDIO NO FORMATO MP3, PORTÁ- TIL Art. 4º DETERMINAR sob pen de suspensão ou cncelmento dos incentivos concedidos, sem prejuízo d plicção de outrs cominções legis cbíveis: I - o cumprimento, qundo d fbricção do produto constnte no Art. º d presente Portri, do Processo Produtivo Básico definido pelo Anexo XI, do Decreto nº 783, de 25 de mrço de 993, e Portris Interministeriis nº 7 - MPO/MICT/MCT, de 25 de fevereiro de 998 e nº 0 - MDIC/MCT, de 7 de jneiro de 2006; II - o tendimento ds exigêncis d Polític Ncionl do Meio Ambiente, conforme disciplin Legislção no âmbito Federl, Estdul e Municipl; III - mnutenção de cdstro tulizdo n SUFRAMA, de cordo com s norms em vigor; e IV - o cumprimento ds exigêncis contids n Resolução nº 202, de 7 de mio de 2006, bem como s demis Resoluções, Portris e Norms Técnics em vigor. Art. 5º Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. ELILDE MOTA DE MENEZES

67 <!ID > <!ID > <!ID > <!ID > Nº 76, qurt-feir, 2 de setembro de 2007 ISSN PORTARIA 356, DE 6 DE SETEMBRO DE 2007 O SUPERINTENDENTE DA SUPERINTENDÊNCIA DA ZONA FRANCA DE MANAUS, em exercício, no uso de sus tribuições legis e considerndo o que lhe utoriz Resolução nº 202, de 7 de mio de 2006, do Conselho de Administrção d SUFRAMA, em seu Art. 3 e Prágrfo Único, e os termos d Not Técnic nº 05/2007-SPR/CGPRI/COAPI, de 3 de setembro de 2007, d Superintendênci Adjunt de Projetos d SUFRAMA, resolve: Art. º APROVAR inclusão do produto DISCO DIGITAL DE LEITURA A LASER GRA- VADO (HD-DVD) n Resolução nº 0529/2002, referente à provção do projeto industril de DI- VERSIFICAÇÃO d empres MICROSERVICE TECNOLOGIA DIGITAL DA AMAZÔNIA LTDA., n Zon Frnc de Mnus; n form d Not Técnic nº 05/2007-SPR/CGPRI/COAPI, pr o gozo dos incentivos previstos nos rtigos 7º e 9º do Decreto-lei n 288, de 28 de fevereiro de 967 e legislção posterior. Art. 2º DEFINIR que redução d líquot do Imposto de Importção (II) reltivo às mtérisprims, mteriis secundários e de emblgem, componentes e outros insumos de origem estrngeir, utilizdos n fbricção do produto constnte do Art. dest Portri, será de 88% (oitent e oito por cento), conforme prágrfo 4º do Art. 7º do Decreto-lei nº 288/67, com redção dd pel Lei nº 8.387/9. Art. 3º FIXAR os limites de importção de insumos pr fbricção do produto constnte no Art. º d presente Portri, os quis deverão ser remnejdos do produto DISCO PARA SISTEMA DE LEITURA POR RAIO LASER - CD ROM - GRAVADO COM PROGRAMA DE COMPUTADOR OU QUE TENHA OBRA DE ÁUDIOVISUAL OU JOGOS, cuj produção foi provd pel Portri Resolução nº 00529/2002, em: Produtos Ano Ano 2 Ano 3 DISCO DIGITAL DE LEITURA A LASER 568,42 70,527,36,842 GRAVADO (HD-DVD) Art. 4º DETERMINAR sob pen de suspensão ou cncelmento dos incentivos concedidos, sem prejuízo d plicção de outrs cominções legis cbíveis: I - o cumprimento, qundo d fbricção do produto constnte no Art. º d presente Portri, do Processo Produtivo Básico definido pel Portri Interministeril nº 0 - MDIC/MCT, de 6 de julho de 2007; II - o tendimento ds exigêncis d Polític Ncionl do Meio Ambiente, conforme disciplin Legislção no âmbito Federl, Estdul e Municipl; III - mnutenção de cdstro tulizdo n SUFRAMA, de cordo com s norms em vigor; e IV - o cumprimento ds exigêncis contids n Resolução nº 202, de 7 de mio de 2006, bem como s demis Resoluções, Portris e Norms Técnics em vigor. Art. 5º Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. ELILDE MOTA DE MENEZES PORTARIA 357, DE 6 DE SETEMBRO DE 2007 O SUPERINTENDENTE DA SUPERINTENDÊNCIA DA ZONA FRANCA DE MANAUS, em exercício, no uso de sus tribuições legis e considerndo o que lhe utoriz Resolução nº 202, de 7 de mio de 2006, do Conselho de Administrção d SUFRAMA, em seu Art. 3 e Prágrfo Único, e os termos d Not Técnic nº 06/2007-SPR/CGPRI/COAPI, de 3 de setembro de 2007, d Superintendênci Adjunt de Projetos d SUFRAMA, resolve: Art. º APROVAR inclusão do produto DISCO DIGITAL DE LEITURA A LASER GRA- VADO (HD-DVD) n Resolução nº 0587/994, referente à provção do projeto industril de DI- VERSIFICAÇÃO/ATUALIZAÇÃO d empres VIDEOLAR S.A., n Zon Frnc de Mnus; n form d Not Técnic nº 06/2007-SPR/CGPRI/COAPI, pr o gozo dos incentivos previstos nos rtigos 7º e 9º do Decreto-lei n 288, de 28 de fevereiro de 967 e legislção posterior. Art. 2º DEFINIR que redução d líquot do Imposto de Importção (II) reltivo às mtérisprims, mteriis secundários e de emblgem, componentes e outros insumos de origem estrngeir, utilizdos n fbricção do produto constnte do Art. dest Portri, será de 88% (oitent e oito por cento), conforme prágrfo 4º do Art. 7º do Decreto-lei nº 288/67, com redção dd pel Lei nº 8.387/9. Art. 3º FIXAR os limites de importção de insumos pr fbricção do produto constnte no Art. º d presente Portri, os quis deverão ser remnejdos do produto DISCO PARA SISTEMA DE LEITURA POR RAIO LASER - CD ROM - GRAVADO COM PROGRAMA DE COMPUTADOR OU QUE TENHA OBRA DE ÁUDIOVISUAL OU JOGOS, cuj produção foi provd pel Portri Resolução nº 0287/994, em: Produtos Ano Ano 2 Ano 3 DISCO DIGITAL DE LEITURA A LASER GRA- 4,00,000 4,000,000 4,840,000 VADO (HD-DVD) Art. 4º DETERMINAR sob pen de suspensão ou cncelmento dos incentivos concedidos, sem prejuízo d plicção de outrs cominções legis cbíveis: I - o cumprimento, qundo d fbricção do produto constnte no Art. º d presente Portri, do Processo Produtivo Básico definido pel Portri Interministeril nº 0 - MDIC/MCT, de 6 de julho de 2007; II - o tendimento ds exigêncis d Polític Ncionl do Meio Ambiente, conforme disciplin Legislção no âmbito Federl, Estdul e Municipl; III - mnutenção de cdstro tulizdo n SUFRAMA, de cordo com s norms em vigor; e IV - o cumprimento ds exigêncis contids n Resolução nº 202, de 7 de mio de 2006, bem como s demis Resoluções, Portris e Norms Técnics em vigor. Art. 5º Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. ELILDE MOTA DE MENEZES. Ministério do Meio Ambiente GABINETE DA MINISTRA PORTARIA 476, DE 0 DE SETEMBRO DE 2007 A MINISTRA DE ESTADO DO MEIO AMBIENTE, no uso de sus tribuições, e tendo em vist o disposto no Decreto n o 6.0, de 26 de bril de 2007 e n Portri n o 450, de 20 de gosto de 2007, resolve: Art. o Os rts. o e 6 o d Portri n o 450, de 20 de gosto de 2007, publicd no Diário Oficil d União de 2 de gosto de 2007, Seção, págin 47 e 48, pssm vigorr com seguinte redção: "Art. o III -... f) Serviço Florestl Brsileiro;..." (NR) "Art. 6 o O GT terá przo de 6 meses, podendo ser prorrogável por igul período." (NR) Art. 2 o Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. MARINA SILVA AGÊNCIA NACIONAL DE ÁGUAS <!ID5467-0> RESOLUÇÃO 357, DE 0 DE SETEMBRO DE 2007 O DIRETOR-PRESIDENTE DA AGÊNCIA NACIONAL DE ÁGUAS - ANA, no uso d tribuição que lhe confere o rt. 53, XVII, do Regimento Interno, provdo pel Resolução nº 73, de 7 de bril de 2006, torn público que DIRETORIA COLEGIADA, em su 252ª Reunião Ordinári, relizd em 0 de setembro de 2007, com fundmento no rt. 2, II, d Lei nº 9.984, de 7 de julho de 2000, no rt. 2º do Decreto nº 4.024, de 2 de novembro de 200, e n Resolução nº 94, de 6 de setembro de 2002, e com bse nos elementos constntes no Processo nº / , resolve: Art. º Emitir, em fvor d Compnhi de Desenvolvimento dos Vles do São Frncisco e Prníb - CODEVASF, CNPJ nº /000-26, este Certificdo de Avlição d Sustentbilidde d Obr Hídric - CERTOH referente o "Aproveitmento Multiuso Jequití", no rio Jequití, no Município de Jequití/Mins Geris, com finlidde de usos múltiplos. O Anexo e demis informções pertinentes estrão disponíveis no site JOSÉ MACHADO. Ministério do Plnejmento, Orçmento e Gestão SECRETARIA DO PATRIMÔNIO DA UNIÃO PORTARIA 259, DE 5 DE SETEMBRO DE 2007 A SECRETÁRIA DO PATRIMÔNIO DA UNIÃO, DO MI- NISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO, no uso de sus tribuições e de conformidde com o disposto no rt. o - d Lei n o , de 5 de mio de 998, c/c rt. 5 o -, prágrfo único do Decreto-lei n o , de 2 de dezembro de 987, com redção dd pelo rt. 33 d Lei n o /98, e os elementos que integrm o /2003-, resolve: Art. o - Fic declrdo de interesse do serviço público o imóvel d União situdo n BR-230, KM-290, s/n, no Birro de São José, tul Frei Dmião, no Município de Snt Luzi/PB, com áre totl clculd em 0.000,00m², RIP n o e registrdo sob mtrícul n o , de 29 de junho de 2004, fl. 3 do Livro n o - 2-AH do o - Ofício de Registro Gerl de Imóveis d Comrc dquele município. Art. 2 o - O imóvel descrito no rt. o - é de interesse público porque é necessário pr execução de projeto socil de regulrizção urbnístic e fundiári do ssentmento de proximdmente 00 fmílis de bix rend que utilizm o locl pr fins de mordi. Art. 3 o - A SPU/GRPU-PB remeterá ofício informndo o teor dest Portri os órgãos públicos locis, como Ofício de Registro de Imóveis d circunscrição e Prefeitur Municipl, pr qul tmbém será solicitd inclusão d áre descrit cim, no Plno Diretor d Cidde ou lei especil dele decorrente, como Áre de Interesse Socil ou outro instituto que grnt função socil d áre. Art. 4 o - Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. ALEXANDRA RESCHKE <!ID > PORTARIA 262, DE DE SETEMBRO DE 2007 A SECRETÁRIA DO PATRIMÔNIO DA UNIÃO, no uso d tribuição que lhe confere o inciso IV, rt. o -, d Portri MP n o - 30, de 6 de mrço de 2000, e tendo em vist o disposto nos rts. 538 e 539 do Código Civil Brsileiro, e com os elementos que integrm o / , resolve: Art. o - Aceitr doção, com encrgo, que fez o Município de Uberb, Estdo de Mins Geris à União, de terrenos pr construção do eroporto situdo no Birro de São Benedito, com áre de ,47m 2, com bse n Lei Municipl n o - 69, de 5/06/57; áres de ,00m 2,.05,50m 2 e ,37m 2, Leis Municipis n o - s 639, de 28/09/57, 697, de 27/05/58 e 698, de 27/05/58, e d áre de ,00m 2, dod pelo Sr. Torres Homem Rodrigues d Cunh e pel su espos Srª Mri de Lourdes Prt Cunh por meio de Escritur Públic de Doção, junto o Crtório de Registro de Imóveis - o - Ofício d Comrc de Uberb - MG. Prágrfo único. A Procurdori-Gerl d Fzend Ncionl representrá União nos tos reltivos à ceitção do bem imóvel de que trt presente Portri, cbendo à Secretri do Ptrimônio d União lvrtur do respectivo contrto. Art. 2 o - O imóvel objeto dest Portri destin-se regulrizção d ocupção por prte do Ministério d Defes/Comndo d Aeronáutic/3 o - Comndo Aéreo Regionl, no Município de Uberb, Estdo de Mins Geris. Art. 3 o - Est Portri entr em vigor n dt de su publicção.. ALEXANDRA RESCHKE Ministério do Trblho e Emprego CONSELHO NACIONAL DE IMIGRAÇÃO DESPACHOS DO PRESIDENTE Em de setembro de 2007 O Presidente do Conselho Ncionl de Imigrção fz público que em reunião de 4 de Setembro de 2007 o Conselho Ncionl de Imigrção deferiu os seguintes pedidos de concessão de vistos e permnêncis definitivs. Visto Temporário - RN 27, DE 25//998: Processo: Przo: 02 ANOS Pssporte: Estrngeiro: JORGE ANTONIO MEDINA REYS Visto Temporário - RA 05, DE 03/2/2003: Processo: Przo: 5/06/2009 Pssporte: F Estrngeiro: MARIA ALEXANDRA SOARES Visto Permnente - RN 27, DE 25//998: Processo: Przo: 0 ANO Pssporte: BB Estrngeiro: JUAN MANUEL MENENDEZ TOLOSA VALIENTE Processo: Przo: INDETERMINA- DO Pssporte: Estrngeiro: PAULINA AIMA LLANQUE Visto Permnente - RN 27/98 c/c RN 36/99: Processo: Przo: INDETERMINADO Pssporte: G Estrngeiro: CHENG JINXING Processo: Przo: INDETERMINADO Pssporte: F05024 Estrngeiro: JÉRÔME MÜLLER Visto Permnente - RA 05, DE 03/2/2003:

68 <!ID > <!ID > 68 ISSN Nº 76, qurt-feir, 2 de setembro de 2007 Processo: Przo: INDETERMINADO Pssporte: Estrngeiro: ANTONIO MANUEL TAVARES PINTO DA SILVA Processo: Przo: INDETER- MINADO Pssporte: Estrngeiro: SABINE FISCHER Processo: Przo: INDETERMINADO Pssporte: F74788 Estrngeiro: RUDOLF HABLUTZEL Processo: Przo: 09/02/200 Pssporte: Estrngeiro: ASTRID CHRISTINA RIPPELMEYER Processo: Przo: INDETERMINADO Pssporte: B Estrngeiro: CLAUDIA VANESSA HERNANDEZ CABUS Processo: Przo: INDETERMINADO Pssporte: 00AE68900 Estrngeiro: LAETITIA SAINT MARTIN Processo: Przo: INDETERMINADO Pssporte: AD7046 Estrngeiro: LUIS CASTRO QUINTEIRO Processo: Przo: INDETERMINADO Pssporte: Estrngeiro: ADRIANA MARIA MUSETTI DÁVILA Processo: Przo: INDETERMINADO Pssporte: AB4648 Estrngeiro: DARIO BORDAS GARCIA Visto Permnente - RN 60, DE 06/0/2004 (ART. 2º, 2º): Processo: Empres: VICALBRASIL COML EXPORT. E IMPORTADORA LTDA Przo: INDETERMI- NADO Pssporte: N Estrngeiro: VICTOR CALUNGA Processo: Empres: MARCELO DANTAS RE- PRESENTAÇÕES LTDA Przo: INDETERMINADO Pssporte: R7358 Estrngeiro: MARIA ERMELINDA DOS SANTOS DA COSTA Processo: Empres: PORT ROYAL MADEIRAS LTDA Przo: INDETERMINADO Pssporte: G Estrngeiro: ANTONIO DA SILVA PEREIRA Processo: Empres: NORQUIMIA BRASIL IMPORTA- ÇÃO COMÉRCIALIZAÇÃO E DISTRIBUIÇÃO DE PRODUTOS QUIMICOS LTDA Przo: INDETERMINADO Pssporte: AE Estrngeiro: ENRIQUE RUIZ CERVERA Permnênci Definitiv - RN 27/98 c/c RN 36/99: Processo: Estrngeiro: BLANKA MULLER Processo: Estrngeiro: DEOLINDA DA CONCEIÇÃO SERGIO Processo: Estrngeiro: SEOL MIN LEE Processo: Estrngeiro: HUANG YU WEN Permnênci Definitiv - RA 05, DE 03/2/2003: Processo: Estrngeiro: CLAUDIA VO- GL Processo: Estrngeiro: LESLEY CUSHING Processo: Estrngeiro: PAOLO CERRITELLI Processo: Estrngeiro: JOSEPH STEVEN BASS II Processo: Estrngeiro: OLIVIER MENTINE Processo: Estrngeiro: DANIEL CRUZALEGUI ANTINORI Processo: Estrngeiro: VERÓNICA RUBIO GONZÁLEZ Processo: Estrngeiro: KATRIN MILAGROS NAVARRO DE LA CRUZ Processo: Estrngeiro: ERNES- TO GALEOTTI Processo: Estrngeiro: KEVIN IVERS Processo: Estrngeiro: SIMONE AN- NINA TOENDURY Processo: Estrngeiro: STEFAN VAN DE BUNT Processo: Estrngeiro: ARTHUR DE SILVA PEREIRA O Presidente do Conselho Ncionl de Imigrção fz público que em reunião de 4 de Setembro de 2007 o Conselho Ncionl de Imigrção indeferiu os seguintes pedidos de concessão de vistos e permnêncis definitivs. Processo: Estrngeiro: KARIM SAMY BOUZIDA, Processo: Estrngeiro: MANUEL FERREIRA CAETANO, Processo: Estrngeiro: DAMIR FILLEN O Presidente do Conselho Ncionl de Imigrção fz público que em reunião de 4 de Setembro de 2007 o Conselho Ncionl de Imigrção mnteve o indeferimento dos seguintes pedidos de concessão de vistos e permnêncis definitivs. Processo: Estrngeiro: SARAH KA- THERINE KEY, Processo: Estrngeiro: NOE- LIA RAMONA PORTILLO MIRANDA, Processo: Estrngeiro: LENNART AKE OLSSON, Processo: Estrngeiro: RAMA EMÍLIO PAULO SÉRGIO DE ALMEIDA. Ministério dos Trnsportes DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRA-ESTRUTURA DE TRANSPORTES PORTARIA.49, DE 0 DE SETEMBRO DE 2007 O DIRETOR-GERAL DO DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRA-ESTRUTURA DE TRANSPORTES-DNIT, nomedo pel Portri publicd no D.O.U. de 23/2/2005, no uso ds tribuições que lhe confere o inciso IV rtigo 82 combindo com o º do rtigo 89, Lei nº de 05 de junho de 200 e rtigo 2, inciso V e VI do Decreto nº de 27 de bril de 2006, publicdo no D.O.U. de 28 de bril de 2006; Considerndo IN/STN nº 0, de 5 de jneiro de 997; e no que couber, mensgem nº 2004/855854, d Coordenção-Gerl de Contbilidde d STN; súmul nº 04/2004 d Coordenção-Gerl de Norms e Avlição de Execução d Despes d STN. Visndo dr mpl trnsprênci e confibilidde à implementção do Progrm de Fortlecimento e Amplição d Atução d Coordenção-Gerl de Operções Rodoviári junto s uniddes de Infr-estrutur de Trnsportes nos Estdos e tendo em vist o constnte do processo n / , resolve: Art. º - Autorizr o repsse dos recursos finnceiros no montnte de R$ ,97 (três milhões, trezentos e vinte e cinco mil, quinhentos e vinte e cinco reis e novent e sete centvos) Fundção Universidde de Brsíli - UNB, pr implementção do Progrm de Fortlecimento e Amplição d Atução d Coordenção-Gerl de Operções Rodoviári junto s Superintendêncis Regionis nos Estdos, conforme Plno provdo, constnte do processo menciondo no preâmbulo. º- Os recursos correrão por cont dos Progrms de Trblho n Operção do Sistem de Pesgem de Veículos e nº Controle de Velocidde n Mlh Rodoviári Federl const no Plno de Trblho. 2º - O período de execução do objeto observrá o przo estbelecido no respectivo Plno de Trblho. 3º - A execução dos serviços será fisclizd pel Coordenção-gerl de Operções Rodoviáris, d Diretori de infr- Estrutur Rodoviáris. Art. 2º - Est portri entr em vigor n dt de su publicção. MAURO BARBOSA DA SILVA. Ministério Público d União ATOS DO PROCURADOR-GERAL DA REPÚBLICA PORTARIA Nº 434, DE DE SETEMBRO DE 2007 O PROCURADOR-GERAL DA REPÚBLICA, no uso d tribuição que lhe confere o rt. 64, º, inciso III, d Lei nº.439, de 29 de dezembro de 2006, e s utorizções constntes no rt. 4º, inciso I, líne e rt. 4º, inciso II d Lei nº.45, de 7 de fevereiro de 2007, e tendo em vist o disposto n Portri SOF nº 4, de 22 de fevereiro de 2007, resolve: Art. º Fic berto o Orçmento Fiscl ( Lei nº.45, de 7 de fevereiro de 2007), em fvor do Ministério Público d União, crédito suplementr no vlor globl de R$ ,00 (hum milhão, trezentos e cinqüent mil reis), pr tender à progrmção constnte do Anexo I dest Portri. Art. 2º Os recursos necessários à bertur do crédito de que trt o rt. º decorrem de nulção prcil de dotções orçmentáris, conforme indicdo no Anexo II dest Portri. Art. 3º Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. ANTONIO FERNANDO BARROS E SILVA DE SOUZA ANEXO I ORGAO : MINISTERIO PUBLICO DA UNIAO UNIDADE : MINISTERIO PUBLICO DO DISTRITO FEDERAL E DOS TERRITORIOS YO 00 CONSTRUCAO DO EDIFICIO-SEDE DA PROMOTORIA DE JUSTICA NO PARANOA - DF - EM BRASILIA - DF AT I V I D A D E S DEFESA DO INTERESSE PUBLICO NO PROCESSO JUDI- CIARIO - PROCURADORIA-GERAL DE JUSTICA DO DIS- TRITO FEDERAL E TERRITORIOS DEFESA DO INTERESSE PUBLICO NO PROCESSO JUDICIA- RIO - PROCURADORIA-GERAL DE JUSTICA DO DISTRITO FEDERAL E TERRITORIOS - NO DISTRITO FEDERAL F F TOTAL - FISCAL TOTAL - SEGURIDADE 0 TOTAL - GERAL ANEXO II ANEXO I CREDITO SUPLEMENTAR ORGAO : MINISTERIO PUBLICO DA UNIAO UNIDADE : MINISTERIO PUBLICO DO DISTRITO FEDERAL E DOS TERRITORIOS PROGRAMA DE TRABALHO (SUPLEMENTACAO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$. 00 ANEXO II CREDITO SUPLEMENTAR FUNC P R O G R A M AT I - CA E G R M I F P R O G R A M A / A C A O / S U B T I T U L O / P R O D U TO S N P O U T VALOR F D D E 058 DEFESA DA ORDEM JURIDICA PROGRAMA DE TRABALHO (CANCELAMENTO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$. 00 FUNC P R O G R A M AT I - CA E G R M I F P R O G R A M A / A C A O / S U B T I T U L O / P R O D U TO S N P O U T VALOR F D D E P R O J E TO S 058 DEFESA DA ORDEM JURIDICA YO CONSTRUCAO DO EDIFICIO-SEDE DA PROMOTORIA DE JUSTICA NO PARANOA - DF P R O J E TO S

69 <!ID > <!ID > Nº 76, qurt-feir, 2 de setembro de 2007 ISSN H27 CONSTRUCAO DO EDIFICIO-SEDE DA PROMOTORIA DE JUSTICA EM SANTA MARIA - DF H CONSTRUCAO DO EDIFICIO-SEDE DA PROMOTORIA DE JUSTICA EM SANTA MARIA - DF - NO DISTRITO FEDE- RAL CONSTRUCAO DA 2ª ETAPA DO EDIFICIO-SEDE DO MI- NISTERIO PUBLICO DO DISTRITO FEDERAL E TERRITO- RIOS CONSTRUCAO DA 2ª ETAPA DO EDIFICIO-SEDE DO MINIS- TERIO PUBLICO DO DISTRITO FEDERAL E TERRITORIOS - EM BRASILIA - DF F F AT I V I D A D E S DEFESA DO INTERESSE PUBLICO NO PROCESSO JUDI- CIARIO - PROCURADORIA-GERAL DE JUSTICA DO DIS- TRITO FEDERAL E TERRITORIOS DEFESA DO INTERESSE PUBLICO NO PROCESSO JUDICIA- RIO - PROCURADORIA-GERAL DE JUSTICA DO DISTRITO FEDERAL E TERRITORIOS - NO DISTRITO FEDERAL F TOTAL - FISCAL TOTAL - SEGURIDADE 0 TOTAL - GERAL MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO PROCURADORIAS REGIONAIS 3ª REGIÃO PORTARIA, DE 4 DE SETEMBRO DE 2007 Oficio Juiz de For O Procurdor do Trblho que est subscreve, no uso de sus tribuições legis e considerndo que dos utos do Inquérito Civil nº 59/2005 constm evidêncis de lesão à ordem jurídic e direitos sociis constitucionlmente grntidos, resolve: Nos termos do disposto nos rts. 29, III, d Constituição d Repúblic; rt. 84, II, d Lei Complementr 75/93 e rt. 8º, º, d Lei 7.347/85: determinr inclusão como inquirido nos utos do Inquérito Civil nº 59/05, o Sindicto dos Trblhdores, Empregdos E Servidores Municipis d Administrção Diret, Indiret, Fundções, Autrquis, Empress Públics e Associções Civis d Prefeitur Municipl De Juiz De For - SINSERPU/JF, com endereço à R. São Sebstião, 780, Centro, Juiz de For/MG, CEP VICTÓRIO ÁLVARO COUTINHO RETTORI <!ID > PORTARIA Nº 2, DE 22 DE AGOSTO DE 2007 A Procurdor do Trblho que est subscreve, no uso de sus tribuições legis e considerndo que dos utos d Representção 63/2007 constm evidêncis de lesão à ordem jurídic e direitos sociis constitucionlmente grntidos, resolve: Nos termos do disposto no rt. 29, III, d Constituição d Repúblic, rt.84, II, d Lei Complementr 75/93 e rt.8º, º, d Lei Complementr 75/93 e rt.8º, º, d Lei 7347/85: determinr insturção do Inquérito Civil Público nº 2/2007, contr HUDSON NAZARÉ SILVA (HOFMAN INDUSTRIAL), CNPJ: , loclizd n Ru Álvro Lobo Leite 05, Distrito de Lobo Leite - Congonhs/MG, CEP MARIA BEATRIZ CHAVES XAVIER 20ª REGIÃO <!ID > PORTARIA Nº 5, DE 4 DE SETEMBRO DE 2007 O Procurdor do Trblho que est subscreve, no uso de sus tribuições legis e considerndo que dos utos do Procedimento Preprtório 343/2006 constm indícios de lesão à ordem jurídic e direitos sociis constitucionlmente grntidos, resolve, com fulcro nos rts. 29, inciso III, d Constituição Federl, 6º, inciso VII, "d" e 84, inciso II, d Lei Complementr 75/93, e 8º, º, d Lei 7.347/85, determinr insturção de inquérito civil em fce ds empress CIMAVEL COMÉRCIO E IMPORTAÇÃO DE MÁQUINAS E VEÍ- CULOS LTDA (CNPJ /003-85) e CIMAVEL CAMI- NHÕES LTDA (CNPJ /004-66). MÁRIO LUIZ VIEIRA CRUZ. Tribunl de Conts d União ª CÂMARA EXTRATO DA PAUTA Nº 32 - (ORDINÁRIA) Sessão em 8 de setembro de 2007 às 5h Resumo dos processos incluídos em put, pr precição e julgmento pel ª Câmr, n Sessão Ordinári, em relção ou de form unitári, nos termos dos rtigos 7, 34, 35, 37, 4, º o 5º, e 43 do Regimento Interno, provdo pel Resolução nº 55/2002, com lterções promovids pel Resolução 95/2006. PROCESSOS RELACIONADOS - Reltor, Ministro Vlmir Cmpelo TC / Nturez: Pensão Civil Unidde: Justiç Federl de º e 2º Grus d 3ª Região/SP Interessdos: Airton Luiz dos Sntos e outros TC / Nturez: Atos de Admissão Unidde: Hospitl Femin S.A/RS Interessdos: Crl Cristin de Oliveir e outros TC / Nturez: Atos de Admissão Unidde: Hospitl Cristo Redentor S.A/RS Interessdos: Adeilton Rodrigues dos Sntos e outros TC / Nturez: Pensão Civil Unidde: Gerênci Regionl de Administrção do Ministério d Fzend/AP Interessdos: Adrino Mrcos de Souz de Lim e outros TC /999-8 Nturez: Aposentdori Unidde: Fundção Instituto de Pesquis Econômic Aplicd TC / Nturez: Pensão Civil Unidde: Gerênci Estdul do Ministério d Súde/MT (extinto) TC / Nturez: Pensão Civil Unidde: Núcleo Estdul do Ministério d Súde Interessdos: Dvin Pereir dos Sntos e outros TC / Nturez: Pensão Civil Unidde: Núcleo Estdul do Ministério d Súde/RJ Interessdos: Alexndrin Gomes Rmos e outros TC / Nturez: Pensão Civil Unidde: Ministério d Súde Interessdos: Agenor Pereir d Conceição e outros TC / Nturez: Pensão Civil Unidde: Ministério d Súde Interessdos: Adão Lurindo e outros TC / Nturez: Pensão Civil Unidde: Ministério d Súde Interessdos: Alinor de Almeid Pires e outros TC / Nturez: Pensão Civil Unidde: FUNASA - Coordenção Regionl/PI Interessdos: Teresinh de Jesus Crvlho Silv e outros Interessdos: Aldo Moreir Lim e outros TC / Nturez: Pensão Civil Unidde: Núcleo Estdul do Ministério d Súde/GO Interessdos: Deus Arros Zchris e outros TC / Nturez: Aposentdori Unidde: Bnco Centrl do Brsil Interessdos: Luiz Fernndo Antonino e outros TC /2007- Nturez: Pensão Civil Unidde: Ministério d Súde Interessdos: Anbelle Mot Bezerr e outros TC / Nturez: Pensão Civil Unidde: Núcleo Estdul do Ministério d Súde/AM Interessdos: Gustvo Victor Vers Pereir e outros Interessdos: Helson Durte Guimrães e outros MG TC / Nturez: Pensão Civil Unidde: Núcleo Estdul do Ministério d Súde/RJ Interessdos: Aline Mrtins Grnj Orphão e outros TC / Nturez: Pensão Civil Unidde: Núcleo Estdul do Ministério d Súde/PR Interessdos: João Victor Albno Florscuk e outros TC / Nturez: Prestção de Conts Unidde: Escol Agrotécnic Federl de Brbcen - MG Responsáveis: Adilson Sntos Delben e outros Exercício: 2005 TC / Nturez: Prestção de Conts Unidde: Escol Agrotécnic Federl de Muzmbinho - Responsáveis: Alencr de Oliveir Vsconcelos e outros Exercício: 2005 TC / Nturez: Pensão Civil Unidde: Ministério d Súde Interessdos: An Pul Brbos de Arujo e outros TC / Nturez: Pensão Civil Unidde: Núcleo Estdul do Ministério d Súde/PI Interessdos: Alberto Tvres Mtos d Cruz e outros TC / Nturez: Pensão Civil Unidde: Núcleo Estdul do Ministério d Súde/RJ Interessdos: Alyde D Aiuto de Nunes Rodrigues e outros TC / Nturez: Pensão Civil Unidde: Núcleo Estdul do Ministério d Súde/SC Interessdos: Clmezind Freits de Crvlho e outros TC / Nturez: Aposentdori Unidde: Núcleo Estdul do Ministério d Súde/PR Interessdos: Izltin Alves Mchdo e outros TC / Nturez: Aposentdori Unidde: Núcleo Estdul do Ministério d Súde/SC Interessdos: Anir Morgn e outros TC / Nturez: Atos de Admissão Unidde: Hospitl Noss Senhor d Conceição S.A/RS Interessdos: Adilson Enio Pierog e outros TC / Nturez: Aposentdori Unidde: Núcleo Estdul do Ministério d Súde/SP Interessdos: Cremild Peres dos Sntos e outros TC / Nturez: Aposentdori Unidde: Núcleo Estdul do Ministério d Súde/CE Interessdos: Erlene de S Cvlcnte Cirlini e outros TC / Nturez: Atos de Admissão Unidde: Centro Federl de Educção Tecnológic do Rio Grnde do Norte/RN Interessdos: Kris Loren Crmo Brbos Pinheiro e outros

70 70 ISSN Nº 76, qurt-feir, 2 de setembro de ) TC / Nturez: Atos de Admissão Unidde: Hospitl Femin S.A/RS Interessdos: Andre Rosso e outros TC / Nturez: Atos de Admissão Unidde: Hospitl Noss Senhor d Conceição S.A/RS Interessdos: Adrin Fornri e outros TC / Nturez: Pensão Civil Unidde: Ministério d Súde Interessdos: An Christin d Silv Corseuil e outros - Reltor, Ministro Rimundo Crreiro TC / Nturez: Tomd de Conts Especil Responsável: Ozmir Ferreir d Silv (CPF Entidde: Município de Colins do Sul/GO. TC / c/04 nexos Nturez: Representção Interessdo: Superserve Comércio e Representção Ltd Entidde: Centris Elétrics Do Norte Do Brsil S.A. - Eletronorte TC / Nturez: Tomd de Conts Especil Responsável: Fernndo de Crvlho Ferro (CPF ) Entidde: Cix Econômic Federl. TC /999- Nturez: Tomd de Conts Especil Responsáveis: Jurndir Bezerr Lins (CPF ) e Município de Igrssu/PE Entidde: Município de Igrssu/PE TC /2002- c/09 volumes Apensdo: / Nturez: Monitormento Interessdos: Tribunl de Conts do Estdo do Espírito Snto e Crlos Lim Construtor S.A Entidde: Município de Muniz Freire/ES TC / (c/ volume e c/2 nexos) Nturez: Tomd de Conts Especil Responsáveis: Luiz Tenório Flcão (CPF ) Entidde: Secretri de Recursos Hídricos - SRH - Ministério do Meio Ambiente TC / c/03 nexos, c/0 volume Nturez: Representção Interessdos: Veredor Crlos Henrique Ribeiro d Cost, Veredor Vnilde Alves Sntn, Veredor Antônio Amuri Mlquis de Pinho, Hélio Rimundo de Oliveir, Elto Mrtins de Oliveir, Gilberto Slvdor Crbllo e Vltmiro Gonçlves Ferreir Entidde: Município de Vil Bo/GO TC / c/05 nexos Nturez: Representção Interessdo: Victor Grbois Entidde: Hospitl Gerl de Bonsucesso TC / c/ 07 volumes e c/02 nexos Nturez: Representção Interesssdo: João Btist Crvlho e Silv - Presidente do Conselho Delibertivo do CPB Entidde: Comitê Prolímpico Brsileiro. TC / c/02 volume e c/02 nexos Nturez: Representção Interessdo: 2ª Promotori de Justiç de Fzend Públic do Ministério Público do Estdo do Rio de Jneiro Entidde: Empres Brsileir de Infr-Estrutur Aeroportuári - Infrero - Reltor, Auditor Mrcos Bemquerer Cost TC /2007- Nturez: Aposentdori. Órgão: Deprtmento de Políci Rodoviári Federl - MJ. Interessdos: Jorge Teixeir Pcheco, CPF nº , e outros. TC / Nturez: Representção. Órgão: Tribunl Regionl Eleitorl de Snt Ctrin - TER/SC. Responsável: Norberto Ulysse Ungretti Junior, CPF nº TC / (c/3 volumes) Nturez: Prestção de Conts Entidde: Serviço Ncionl de Aprendizgem do Coopertivismo de Sergipe - SESCOOP/SE Responsáveis: José Frncisco do Nscimento, CPF n e Mnoel Messis do Nscimento, CPF n Exercício: 2000 TC / Nturez: Aposentdori. Órgão: Deprtmento de Políci Rodoviári Federl - MJ. Interessdos: Jose Alves de Brito Filho, CPF nº , e outros. 68. TC / Nturez: Aposentdori. Órgão: Tribunl Regionl do Trblho d 3ª Região. Interessdo: Muro Rodrigues de Lim, CPF nº TC / Nturez: Pensão Civil Órgão: Tribunl Regionl do Trblho d 2ª Região - T RT / S P Interessdos: Evndro Crneiro Pereir Junior e outros TC / Nturez: Tomd de Conts Simplificd. Órgão: Delegci Regionl do Trblho no Estdo d Príb - DRT/BA. Responsáveis: Antonio Crlos Bezerr Grilo, CPF nº , e outros. TC /2007- Nturez: Admissão. Órgão: Deprtmento de Políci Federl - DPF/MJ. Interessdos: Agnldo Alecrim Andrde, CPF nº , e outros. TC / Nturez: Tomd de Conts Simplificd. Órgão: Tribunl Regionl do Trblho d 9ª Região. Responsáveis: Pedro Incio d Silv, CPF nº , e outros. TC / (com 2 volumes) Nturez: Tomd de Conts Especil. Entidde: Superintendênci d Zon Frnc de Mnus - SUFRAMA. Responsáveis: Fres Frnc Abinder Rodrigues, CPF nº , Ruben Eugen Becker, CPF nº , Fundção Ulbr, CNPJ nº / TC / (com volume e 4 nexos. Anexo 3 com 5 volumes) Nturez: Representção. Entidde: Conselho Regionl de Frmáci do Estdo de Pernmbuco. TC / (com 2 volumes) Nturez: Tomd de Conts Especil. Entidde: Prefeitur Municipl de Jrguri/MS. Interessdo: Antônio Corrê Neto, Diretor Finnceiro do Fundo Ncionl de Desenvolvimento d Educção - FNDE. TC / Nturez: Tomd de Conts. Órgão: Delegci Regionl do Trblho no Estdo do Tocntins - DRT-TO. Responsáveis: Joo Bosco Corre, CPF nº , e outros. TC / (com volume) Nturez: Prestção de Conts Simplificd. Entidde: Instituto do Ptrimônio Histórico e Artístico Ncionl - IPHAN. Interessdos: Crlos Henrique Heck, CPF nº TC /2007- Nturez: Admissão. Órgão: Deprtmento de Políci Federl - MJ. Interessdos: Adrino Gsprotto de Oliveir, CPF nº , e outros. TC / (com volume) Nturez: Prestção de Conts Simplificd. Entidde: Serviço Ncionl de Aprendizgem Comercil/Deprtmento Regionl d Bhi - SENAC/BA. Responsáveis: Crlos Fernndo Amrl, CPF nº , e outros. TC / Nturez: Representção. Órgão: Depósito Nvl de Rio Grnde/RS. Interessdo: Procurdori d Justiç Militr em Bjé-RS. TC / (com nexo) Nturez: Tomd de Conts Simplificd. Unidde: Delegci Regionl do Trblho em Sergipe. Responsáveis: Lourdes Correi de Almeid Neves, CPF nº , e outros. TC /2007- Nturez: Aposentdori. Órgão: Tribunl Regionl Eleitorl do Rio de Jneiro - TRE/RJ. Interessdos: Aderbl d Silv, CPF nº , e outros. TC / Nturez: Admissão. Órgão: Deprtmento de Políci Federl - MJ. Interessdos: Adblndo Pereir de Souz Junior, CPF nº , e outros. TC / Nturez: Admissão. Órgão: Deprtmento de Políci Federl. - DPF/MJ. Interessdos: Aline Mrchesini Pinto Abreu, CPF nº , e outros. TC / Nturez: Admissão. Órgão: Deprtmento de Políci Federl - MJ. Interessdos: Abimel de Jesus Brros Cost, CPF nº , e outros TC / Nturez: Atos de Admissão Órgão: Tribunl Regionl do Trblho d 4ª Região - T RT / R S Interessdos: Adrino Kessler Thibes Oro e outros TC / Nturez: Aposentdori Órgão: Tribunl Regionl do Trblho d ª Região - T RT / R J Interessdos: Pulo Cssio Cylleno Brgnç e Simone Mello Brizon TC- 0.44/ Nturez: Tomd de Conts Especil. Entidde: Compnhi de Snemento do Estdo do Acre - SANACRE. Responsável: Crlos Airton Mglhães Sntn de Souz, CPF nº TC / (com volume e nexo) Nturez: Representção. Entidde: Conselho Regionl de Enfermgem do Prná - Coren/PR. Interessdo: Conselho Federl de Enfermgem - Cofen. TC / (com volume e nexo) Nturez: Prestção de Conts. Entidde: Serviço Socil d Indústri / Deprtmento Regionl de Algos - SESI/AL. Responsáveis: José Crlos Lyr de Andrde, CPF nº , e outros. TC / Nturez: Representção. Entidde: Prefeitur Municipl de Piritib/BA. Interessdo: Procurdori d União do Estdo d Bhi - AGU/PU-BA. TC / Nturez: Aposentdori. Órgão: Deprtmento de Políci Rodoviári Federl - MJ. Interessdo: Mrio Almerindo de Souz, CPF nº TC / Nturez: Tomd de Conts. Órgão: 6ª Superintendênci Regionl de Políci Rodoviári Federl - 6ª SPRF/SP. Responsáveis: Joo Bosco Ribeiro, CPF nº , e outros. outros. TC / Nturez: Admissão. Órgão: Deprtmento de Políci Federl - MJ. Interessdos: Acen Amrl Vtef, CPF nº , e

71 Nº 76, qurt-feir, 2 de setembro de 2007 ISSN TC / (com volume) Nturez: Tomd de Conts Especil. Entidde: Prefeitur Municipl de Sonor/MS. Responsável: Luiz Crlos Simões, CPF nº , ex-prefeito. TC / (com volume) Nturez: Tomd de Conts Especil. Entidde: Prefeitur Municipl de Tucno/BA. Interessdo: Prefeitur Municipl de Tucno/BA, CNPJ nº / TC / Nturez: Pensão Militr. Órgão: Serviço de Intivos e Pensionists d Mrinh. Interessds: Alice d Silv Borges, CPF nº , e outros. TC / Nturez: Admissão. Órgão: Tribunl de Justiç do Distrito Federl e Territórios. Interessd: Mri Efigêni Gomes Bezerr, CPF nº TC / Nturez: Prestção de Conts. Entidde: Serviço Ncionl de Aprendizgem Industril em Tocntins - SENAI-DR/TO. Responsáveis: Crlindo Oliveir Sntos, CPF nº , e outros. TC / Nturez: Representção. Entidde: Fundção Culturl Plmres - FCP/MinC. Interessdo: Orion Serviços e Eventos Ltd. TC /2007- Nturez: Pensão Civil Órgão: Tribunl Regionl do Trblho d 8ª Região - T RT / PA Interessds: Eneid Sores Brroso e outrs TC / Nturez: Pensão Civil Órgão: Tribunl Regionl do Trblho d ª Região - T RT / R J Interessds: Ivette Pereir Augusto e outrs TC / Nturez: Pensão Civil Órgão: Tribunl Regionl do Trblho d 2ª Região - T RT / S P Interessdos: Dniel Alves Guinsburg e outros TC / Nturez: Admissão. Órgão: Tribunl Regionl Eleitorl de São Pulo - TRE/SP. Interessdos: Aline Rossn de Lim, CPF nº , e outros. TC / Nturez: Prestção de Conts. Entidde: Serviço Socil do Comércio / Administrção Ncionl - SESC-AN. Responsáveis: Antônio José Domingues de Oliveir Sntos, CPF nº , e outros. outros. TC / Nturez: Pensão Civil. Órgão: Deprtmento de Políci Federl - MJ. Interessdos: Ald Leite Andrde, CPF nº , e TC / Nturez: Prestção de Conts Simplificd. Entidde: Serviço Ncionl de Aprendizgem do Coopertivismo - SESCOOP/AP. Responsáveis: Elizeu Crdoso Vin, CPF nº , e outros. outros. TC / Nturez: Pensão Civil. Entidde: Fundção Ncionl do Índio - MJ. Interessdos: Ir Alves Pereir, CPF nº , e TC / Nturez: Prestção de Conts. Entidde: Serviço Socil do Comércio - SESC/Deprtmento Regionl no Amzons. Responsáveis: José Roberto Tdros, CPF nº , e outros. TC / (com volume e 2 nexos) Nturez: Prestção de Conts Simplificd. Entidde: Serviço Socil d Indústri / Deprtmento Regionl do Acre - SESI-DR/AC. Responsáveis: João Frncisco Slomão, CPF nº , e outros. TC / Nturez: Pensão Civil Órgão: Tribunl Regionl do Trblho d 2ª Região - T RT / S P Interessdos: André Luís Cesr e outros TC / (com 2 volumes) Nturez: Representção. Entidde: Conselho Regionl de Engenhri, Arquitetur e Agronomi d Príb. Interessdo: Justiç Federl - Seção Judiciári d Príb. TC /2007- Nturez: Pensão Civil. Órgão: Deprtmento de Políci Federl - MJ. Interessdos: Adrin de Almeid Grcez, CPF nº , e outros. TC / Nturez: Pensão Civil. Entidde: Fundção Ncionl do Índio - MJ. Interessdos: Alime Lim d Silv, CPF nº , e outros. TC / Nturez: Pensão Militr Unidde: Oitv Região Militr - Comndo do Exército Interessdos: Alb Virgini de Oliveir e outros TC / Nturez: Pensão Militr. Órgão: Serviço de Intivos e Pensionists d Mrinh. Interessds: Mri d Conceição Mello Felix, CPF nº , Solnge Nunes de Souz, CPF nº TC / Nturez: Admissão. Órgão: Deprtmento de Políci Rodoviári Federl - MJ. Interessdos: Adeildo Cordeiro Brros, CPF nº , e outros. TC / Nturez: Admissão. Órgão: Deprtmento de Políci Rodoviári Federl - MJ. Interessdos: Abel Alves do Nscimento, CPF nº , e outros. TC / Nturez: Atos de Admissão Órgão: Tribunl Regionl do Trblho d 4ª Região - T RT / R S Interessdos: Adrino Possmi e outros TC / Nturez: Aposentdori. Órgão: Deprtmento de Políci Rodoviári Federl - MJ. Interessdos: Antonio Augusto Btist, CPF nº , e outros. TC / Nturez: Aposentdori. Órgão: Deprtmento de Políci Rodoviári Federl - MJ. Interessdos: Adhemr d Cost Sntos, CPF nº , e outros. TC / Nturez: Aposentdori Unidde: Delegci Regionl do Trblho - DRT/MG Interessdos: Mrcos Corre d Silv e Virgini Elizbeth Frnc Arujo TC / Nturez: Aposentdori Órgão: Tribunl Regionl do Trblho d 4ª Região - T RT / R S Interessdos: An Mri d Silveir Teixeir e outros TC /2007- Nturez: Representção. Órgão: Ministério d Cultur. Interessdo: Sigm Dtserv Informátic S/ª TC- 08.0/ Nturez: Pensão Especil (ex-combtente). Órgão: Serviço de Intivos e Pensionists d Mrinh. Interessdos: Adrin Alves Ferreir, CPF nº , e outros. TC / Nturez: Representção Entidde: Município de Ccol/RO Interessd: Sr. Conceição Forte Ben, Promotor de Justiç em Ccol/RO, do Ministério Público do Estdo de Rondôni TC / Nturez: Atos de Admissão Órgão: Tribunl Regionl do Trblho d 9ª Região - T RT / A L Interessdos: Antonio de Arújo Aguir Filho e Edurdo Mrcelo Feitos Lim Bhi. TC / Nturez: Representção. Entidde: Prefeitur Municipl de Améric Dourd/BA. Interessdo: Tribunl de Conts dos Municípios do Estdo d TC / Nturez: Admissão. Órgão: Deprtmento de Políci Federl - MJ. Interessdos: Adrino Otvio Mldner, CPF nº , e outros. TC / Ñturez: Prestção de Conts Simplificd. Entidde: Serviço Socil d Indústri - Deprtmento Regionl do Piuí - SESI-DR/PI. Responsáveis: Antonio José de Mores Souz, CPF nº , e outros. TC / Nturez: Representção Entiddes: Igrej Btist Ger Vid Interncionl e Associção Culturl e Esportiv Giled Interessd: Itlin Alimentos Ltd. TC / Nturez: Aposentdori. Órgão: Deprtmento de Políci Rodoviári Federl - MJ. Interessdos: Antonio Crlos de Almeid Vilrim, CPF nº , e outros. outros. TC / Nturez: Aposentdori. Órgão: Deprtmento de Políci Rodoviári Federl - MJ. Interessdos: Adelvne Lcerd, CPF nº , e TC / Nturez: Representção. Entidde: Prefeitur Municipl de Esplnd/BA. Interessdo: Ministério Público do Estdo d Bhi. TC /2006- Nturez: Aposentdori Órgão: Tribunl Regionl Eleitorl - TRE/MG Interessdo: Hernni de Sous Rmos TC / Nturez: Representção Entidde: Secretri de Súde do Distrito Federl - SES/DF Interessdos: Ministério Público do Distrito Federl e Territórios e Ministério Público de Conts do Distrito Federl TC / (com 4 nexos) Nturez: Representção. Órgão: Ministério do Trblho e Emprego - MTE. Interessdo: Ministério do Trblho e Emprego - MTE. TC / Nturez: Admissão. Órgão: Tribunl Regionl do Trblho d 3ª Região. Interessdos: Adrin Bet Chves, CPF nº , e outros. TC / Nturez: Aposentdori. Órgão: Tribunl Regionl do Trblho d 9º Região. Interesdos: Jckson Mowk, CPF nº TC / Nturez: Admissão. Órgão: Tribunl Regionl do Trblho d 5ª Região. Interessdo: Dniel Augusto Homem de Goes, CPF nº TC / (com 3 nexos. Anexo 2 com 3 volumes) Nturez: Representção. Entidde: Conselho Federl de Engenhri, Arquitetur e Agronomi - CONFEA. Interessdo: Ouvidori do Tribunl de Conts d União.

72 72 ISSN Nº 76, qurt-feir, 2 de setembro de 2007 Clsse I - RECURSOS PROCESSOS UNITÁRIOS - Reltor, Ministro Vlmir Cmpelo TC /2005- Nturez: Pedido de Reexme Unidde Jurisdiciond: Núcleo Estdul do Ministério d Súde n Príb - MS Recorrente: Sindicto dos Trblhdores Federis em Súde, Trblho, Previdênci e Assistênci Socil no Estdo d Príb (SINDPREV/PB) Interessdos: Antônio Sores de Oliveir Neto - CPF , Creuz Tvres Silv de Lim - CPF , Djnete Sôni de Oliveir Brbos - CPF , Elin Lúci Coutinho Leite - CPF , Geni Aquino de Oliveir - CPF , João Piv de Figueiredo Sobrinho - CPF , José Crlos Brito Pedros - CPF , José Wilson Sobrl - CPF , Joseni Medeiros Lucen - CPF , Josis Bezerr de Mour - CPF , Mnoel Nogueir Neto - CPF , Mri dos Sntos - CPF , Mri Betnh Figueiredo - CPF , Mri d Gui Henrique Arújo - CPF , Mri d Slete Lelis - CPF , Mri ds Grçs Medeiros Cost - CPF , Mri do Crmo d Silv - CPF , Mri José Cruz de Albuquerque - CPF , Mrtinho Dnts Bndeir - CPF e Orlndino Rodrigues Leite - CPF Advogdo constituído nos utos: não há TC / Nturez: Embrgos de Declrção Entidde: Prefeitur Municipl de Petrópolis/RJ Responsável: Mrcos Rodrigues Leão - CPF Advogdo constituído nos utos: Gilberto Fonte Bo d Silv (OAB/RJ ) TC / Nturez: Pedido de Reexme Entidde: Secretri de Recursos Hídricos do Estdo do Rio Grnde do Norte (SERHID/RN) Recorrente: Construtor Norberto Odebrecht S.A Advogdo constituído nos utos: Adrino Chves Jucá Rolim (OAB/BA.320), Adrino Sá de Seixs Mi (OAB/BA 456), An Betriz Roch Mscrenhs (OAB/BA 3835), Ernesto Luíz Silv Vz (OAB/MG ), Flávi Louzd de Mttos (OAB/RJ ), Gustvo Smpio Vlverde (OAB/SP ), João Henrique Andrde Arújo Horst (OAB/PE 4.326), Julin Fonsec de Azevedo (OAB/SP ), Kelly Mglhães Fleiro (OAB/SP B), Mônic Bhi Odebrecht (OAB/BA.436), Rodrigo de Crvlho Pinto Bueno (OAB/SP 5036) TC / Nturez: Pedido de Reexme Unidde Jurisdiciond: Tribunl Regionl Federl d 2ª Região/RJ Recorrentes (Interessds): Ângel Mri Mrtins de Oliveir e Mri José Fernndes Conceição Advogdo constituído nos utos: Ney Mgno Vldres (OAB/RJ ), Edurdo Mchdo dos Sntos (OAB/RJ 7405), Eline Cristin Nunes Mchdo Mirnd (OAB/RJ 0627), Teresinh Pereir Hddd (OAB/RJ 76396), Guilherme Dvid Jorge (OAB/RJ 8.649) TC /200-7 Nturez: Pedido de Reexme Unidde Jurisdiciond: Núcleo Estdul do Ministério d Súde no Estdo d Bhi - MS Recorrente: Sindicto dos Trblhdores Federis em Súde, Trblho, Previdênci e Assistênci Socil no Estdo d Bhi (SINDPREV/BA) Interessds: Elígi Mri d Cunh Cost, Mri Helen de Oliveir Leite d Silv, Mírim Mrinho Gomes dos Sntos e Sôni Albuquerque Sntos Cstro Advogdo constituído nos utos: Ailton Dltro Mrtins (OAB/BA 4.549), Rogério Atíde Clds Pinto (OAB/BA 4.000), Osvldo Schitini (OAB/BA 8.209), Crlos Artur Chgs Ribeiro (OAB/BA 5.677), Nemésio Lel Andrde Slles (OAB/BA.705), Lílin de Oliveir Ros (OAB/BA 5.737), Mri de Lourdes Dltro Mrtins (OAB/BA 7.763), Jyme Nelito Goy Filho (OAB/BA 6.049), Tâni Regin Mrques Ribeiro Liger (OAB/BA 8.689), Pulo Roberto Domingues de Freits (OAB/BA 8.777), Augusto Sérgio do Desterro Snos (OAB/BA 2.68), Vldimir Dori Mrtins (OAB/BA 2.085), Mrivldo Frncisco Alves (OAB/BA 783) TC / Nturez: Recurso de Reconsiderção Entidde: Prefeitur Municipl de Vil Velh/ES Recorrente: Jorge Alberto Anders - CPF , ex- Prefeito Advogdo constituído nos utos: Ulisses Jrbs Anders (OAB/ES 85), Pul Crdoso Pires (OAB/DF ), Wlter Cost Porto (OAB/DF 6098), José Crlos Fonsec (OAB/DF.495-A), Antônio Perilo Teixeir Netto (OAB/DF 2359) Clsse II - TOMADAS E PRESTAÇÕES DE CONTAS - Reltor, Ministro Vlmir Cmpelo TC / Nturez: Tomd de Conts Especil Entidde: Deprtmento Ncionl de Estrds de Rodgem - DNER (extinto) Responsáveis: Frncisco Cmpos de Oliveir (CPF ); Gilton Andrde Sntos (CPF ); Noss Senhor Auxilidor Agropstoril (CNPJ /000-32) e Hélio Pereir Moris Filho (CPF ). Advogdo constituído nos utos: Mri Abdi Pereir de Souz Aguir (OAB/MT 2.906), Crlos Roberto de Aguir (OAB/MT 5.668), Luiz Aprício Fuzro (OAB/SP ), Mri de Fátim Fuzro (OAB/SP ), Mristel Snchotene Bueno (OAB/SP 74.93), Fbin Fuzro Nsser (OAB/SP ), Débor Mrtins Fuzro (OAB/SP 86.67) TC / Nturez: Tomd de Conts Especil Entidde: Prefeitur Municipl de Cocl/PI Responsável: Frncisco Antônio Mores Fontenele, ex-prefeito - (CPF nº ) Advogdo constituído nos utos: não há TC / Nturez: Tomd de Conts Especil Entidde: Deprtmento Ncionl de Estrds de Rodgem - DNER (extinto) Responsáveis: Gilton Andrde Sntos (CPF ), Frncisco Cmpos de Oliveir (CPF ), Helen Arok (CPF ) Advogdo constituído nos utos: Mri Abdi Pereir de Souz Aguir (OAB/MT 2.906), Crlos Roberto de Aguir (OAB/MT 5.668) - Reltor, Ministro Rimundo Crreiro TC /2003- (com 5 volumes) Nturez: Prestção de Conts Entidde: Conselho Regionl de Frmáci/SE, exercício de 997 Responsáveis: Slvino Augusto de Almeid Mriz - Presidente (CPF: ); Lelson Neves d Cost - Tesoureiro (CPF: ); Flávi Oliveir d Cost - Secretári e Tesoureir Substitut (CPF: ); Wnderly Lopes de Oliveir - Técnico em Contbilidde (CPF: ); Antônio de Pádu Pereir Pombo - Presidente d Comissão de Licitção (CPF: ); Mri Neuz Sntos Figueir - Secretári d Comissão de Licitção (CPF: ); Mri Edilm de Melo - Membro d Comissão de Licitção (CPF: ). Advogdo constituído nos utos: José Hunldo Sntos d Mot (OAB/SE.984), João Gonçlves Vin Júnior (OAB/SE.499), An Simei Teixeir Nery (OAB/SE.77), Elenld Sntos Mchdo (OAB/SE 3.660) TC / (com 5 volumes) Nturez: Prestção de Conts Entidde: Conselho Regionl de Frmáci/SE, exercício de 998 Responsáveis: Slvino Augusto de Almeid Mriz - Presidente (CPF: ), Lucin Menezes d Cunh Brros - Vice-Presidente (CPF: ); Flávi Oliveir d Cost - Tesoureir (CPF: ); Mrcos Guilherme de Sous Gouvei - Secretário-Gerl (CPF: ); Equési Remígio Gomes - Técnico em Contbilidde (CPF: ). Advogdo constituído nos utos: José Hunldo Sntos d Mot (OAB/SE.984), João Gonçlves Vin Júnior (OAB/SE.499), An Simei Teixeir Nery (OAB/SE.77), Elenld Sntos Mchdo (OAB/SE 3.660), Sérgio Gomes dos Sntos (OAB/SE 3.39) 20) TC / Nturez: Tomd de Conts Especil Entidde: Município de Flores de Goiás/GO Responsável: Rnulfo Sores de Arújo (CPF Advogdo constituído nos utos: não há TC / Nturez: Tomd de Conts Especil. Unidde: Cix Econômic Federl - CEF Responsável: Eurídice Gomes Mdureir (ex-cix executiv, CPF ). Advogdo constituído nos utos: Moises de Godoy (OAB/PR 3.546) TC / (com volume) Nturez: Tomd de Conts Especil Entidde: Município de São Lourenço d Mt/PE Responsável: Ettore Lbnc, ex-prefeito do Município de São Lourenço d Mt/PE, CPF Advogdo constituído nos utos: não há - Reltor, Auditor Mrcos Bemquerer Cost TC / Nturez: Tomd de Conts Especil. Entidde: Prefeitur Municipl de Jucuruçu/BA. Responsável: Porfiro Antonio Rodrigues, CPF nº Advogdo constituído nos utos: não há TC / Nturez: Tomd de Conts Especil. Entidde: Prefeitur Municipl de Anguer/BA. Responsável: José Ary Vieir Filho, CPF nº , ex-prefeito. Advogdo constituído nos utos: não há Clsse V - CONCESSÕES DE APOSENTADORIAS, RE- FORMAS E PENSÕES. - Reltor, Ministro Vlmir Cmpelo TC /997-9 Nturez: Aposentdori. Unidde Jurisdiciond: Gerênci Regionl de Administrção do Ministério d Fzend no Rio Grnde do Norte (GRA- MF/RN) İnteressdos: Vivldo Bezerr Glvão (CPF ) e Wlder Rebouçs de Amorim (CPF ). Advogdo constituído nos utos: não há TC / Nturez: Aposentdori Unidde Jurisidiciond: Núcleo Estdul do Ministério d Súde no Estdo de Pernmbuco - MS Interessd: Nilz Mri Vieir Trjno Advogdo constituído nos utos: não há TC / Nturez: Aposentdori Unidde Jurisidiciond: Núcleo Estdul do Ministério d Súde no Estdo de Goiás - MS Interessdos: Crlos Roberto Mizir, Conceição d Cruz Piment, Jori Cruvinel Ferreir, José Abdl Tum Neto, Mri de Jesus Giovnucio Nunes, Pulo Roberto Dher, Rimundo Augusto Veloso, Vltecy Rodrigues Primo e Virgíni Custódio Advogdo constituído nos utos: não há TC / Nturez: Aposentdori Unidde Jurisidiciond: Núcleo Estdul do Ministério d Súde no Estdo de São Pulo - MS Interessdos: Antônio Fernndo Gonçlves Cost; Bismr Ferreir Sles; Cláudio Luiz Rodrigues Emílio; Cornélio Vieir Frot; Dirce de Almeid Lhm; Heloísio Cmpnti Ribeiro; Jose Adn Cedeño Borgen; Luiz Pulo Fiod Sores; Mrcos Antônio Guimrães; Mri Aprecid Goulrt Khouri; Mri Jesus dos Sntos; Mrili Vlczr de Cmrgo; Mrisete Coutinho Fonte Alcntr; Pulo Fernndo Orteg Boschi; Regin Lúci Nsser de Crvlho; Ros Mri dos Sntos; Sergio Bel Cruz de Brros; Vnderlei Crlos Brussi Pereir; Vnildo Brnco Filho; e Ver Lúci Mott Advogdo constituído nos utos: não há Júnior TC / Nturez: Pensão Civil Unidde Jurisdiciond: Bnco Centrl do Brsil - MF Interessd: Gessy Prophet, beneficiári de Alberto Csell Advogdo constituído nos utos: não há TC / Nturez: Pensão Civil Unidde Jurisidiciond: Núcleo Estdul do Ministério d Súde no Estdo de Goiás - MS Interessd: Dorotéi Rmos Lobo, beneficiári de Luiz Felicino Lobo Advogdo constituído nos utos: não há TC / Nturez: Pensão Civil Unidde jurisdiciond: Núcleo Estdul do Ministério d Súde - MS Interessdo: Ênio Villnov Torres, beneficiário de Brnc de Brros e Torres Advogdo constituído nos utos: não há TC / Nturez: Pensão Civil Unidde Jurisdiciond: Núcleo Estdul do Ministério d Súde no Estdo de Snt Ctrin - MS Interessd: Alm Ros do Nscimento, beneficiári de Hélio do Nscimento Advogdo constituído nos utos: não há TC / Nturez: Pensão Civil Unidde Jurisdiciond: Núcleo Estdul do Ministério d Súde no Estdo de São Pulo - MS Interessdos: Mri Apprecid de Arrud Liberto, beneficiári de Adelmo Liberto; Mri Licy Roch Gomes, beneficiári de Almente Gomes d Silv; Eurides dos Sntos André, beneficiári de Antônio André; Cels Teixeir d Cost, beneficiári de Argemiro Rodrigues Teixeir; Diornid Cilino Tozo, beneficiári de Cezre Tozo; Rento Girudon, beneficiário de Elis dos Sntos Girudon; Frncisc Sntinh Vieir, beneficiári de Frncisco Vieir; Lucíol de Brros Nogueir, beneficiári de José Crlos Nogueir; Mri Tbos Brroso Ubtubno e Gelucy Ktizinny Tbos Brroso Ubtubno, beneficiáris de José de Arújo Ubtubno; Wnd Biondo

73 Nº 76, qurt-feir, 2 de setembro de 2007 ISSN Peres, beneficiári de Miguel Peres Rodrigues; Lúci Gonçlves Mieru, beneficiári de Mocyr Grund Brunelli; Inês Benfi Mgni, beneficiári de Theophilo Mgni; Pschol de Pscho, beneficiário de Therez Gbe de Pscho; e Norit Glvão dos Reis Lopes, beneficiári de Wilson Lopes Advogdo constituído nos utos: não há - Reltor, Auditor Mrcos Bemquerer Cost TC /2007- Nturez: Pensão Civil. Órgão: Ministério d Cultur. Interessdos: Rul Lopes Neto, CPF nº , e Rodrigo dos Sntos, CPF nº Advogdo constituído nos utos: não há TC / Nturez: Pensão Civil. Órgão: Tribunl Regionl Eleitorl do Mrnhão - TRE/MA. Interessdos: John Ferreir de Sous, CPF nº e Ndi Brun Cmpos Rodrigues, CPF nº Advogdo constituído nos utos: não há TC / Nturez: Pensão Civil. Órgão: Deprtmento de Políci Rodoviári Federl - MJ. Interessdos: Arcy Lopes d Silv, CPF nº , Benedict Scrbotto de Crvlho, CPF nº , Elz Srem Perez, CPF nº , Mthilde Beninc Nrdoni, CPF nº , Mur Dis Cost, CPF nº e Therez Mercier Coimbr Verdelli, CPF nº Advogdo constituído nos utos: não há TC / Nturez: Pensão Civil. Órgão: Tribunl Regionl Eleitorl do Rio de Jneiro - TRE/RJ. Interessdos: Elizbeth Sntos Ribeiro, CPF nº , Jcir Mri Lyr, CPF nº , e Mri do Crmo Oliveir Sntos Ribeiro, CPF nº Advogdo constituído nos utos: não há TC / Nturez: Aposentdori. Órgão: Deprtmento de Políci Rodoviári Federl - MJ. Interessdos: Aristides Ros Dis, CPF nº , Crlos Miguel Rmos, CPF nº , Gildásio Novis Piv, CPF nº , Júlio Celso Lemos, CPF nº , e Pedro Orlndo Goes Correi, CPF nº Advogdo constituído nos utos: não há TC /2007- Nturez: Aposentdori. Órgão: Deprtmento de Políci Rodoviári Federl -MJ. Interessdos: André Berez Neto, CPF nº , Aniovldo Renovto dos Sntos, CPF nº , Antenógenes d Silv Pereir, CPF nº , Antero de Pereir, CPF nº , Antonio Ribeiro de Brros, CPF nº , Antonio Bernrdo do Lgo, CPF nº , Antonio Crlos Cost, CPF nº , Antonio Correi Mmede d Silv, CPF nº , Antonio Césr de Oliveir Pinto Filho, CPF nº , Antonio Fernndes de Andrde, CPF nº , Antonio Frncisco Nicoli, CPF nº , Antonio José Ormond, CPF nº , Antonio Lurindo Dengo, CPF nº , Antonio Mrques d Silv, CPF nº , Antonio Sntn Nscimento, CPF nº , Antônio José de Arújo, CPF nº , Antônio Luiz de Sous, CPF nº , Antônio Milton Bezerr Vieir, CPF nº , Antônio Sussumu Konishi CPF nº e Ari d Cost Borb, CPF nº Advogdo constituído nos utos: não há Secretri-Gerl ds Sessões, de setembro de FRANCISCO COSTA DE ALMEIDA Subsecretário d Câmr 2ª CÂMARA <!ID > EXTRATO DA PAUTA Nº 33 - (EXTRAORDINÁRIA PÚBLICA) Sessão em 8 de setembro 2007 às 6h Resumo ds lists dos processos incluídos em Put, pr precição e julgmento pel 2ª Câmr, n Sessão Extrordinári Públic, de cordo com os rtigos 7, 34, 35,37 e 4, º 5º, do Regimento Interno, provdo pel Resolução nº 55/2002, com lterções promovids pel Resolução 95/2006 PROCESSOS RELACIONADOS - Reltor, Ministro Benjmin Zymler TC / Nturez: Representção Unidde: Prefeitur Municipl de Serr Negr do Norte - RN Interessdo: Rogério Bezerr Muniz TC- 0.9/ Nturez: Tomd de Conts Simplificd - Exercício de 2006 Unidde: Comercilizdor Brsileir de Energi Emergêncil Responsável: Flávio Roberto de Crvlho e outros TC / Nturez: Tomd de Conts - Exercício de 2005 Unidde: Fundo Ncionl do Meio Ambiente Responsáveis: Antônio Eustáquio Vieir e outros TC / Nturez: Tomd de Conts - Exercício de 2005 Unidde: Tribunl Regionl do Trblho 7ª Região Responsável: Antônio Mrques Cvlcnte Filho e outros TC / Nturez: Tomd de Conts - Exercício de 2005 Unidde: Secretri de Produção e Agroenergi (SPAE) Responsáveis: Alberto Jeronimo Pereir e outros TC / Nturez: Prestção de Conts - Exercício de 2004 Unidde: SEBRAE/AP Responsáveis: Adiomr Roberto Veronese e outros TC / Nturez: Tomd de Conts Especil Unidde: Ministério do Bem Estr Socil Responsável: Pulo Fernndo Pimentel Glvão ( ) - Reltor, Ministro Aroldo Cedrz TC / Nturez: Aposentdori Entidde: Instituto Ncionl do Seguro Socil Interessdos: Aldo Mir e outros TC / Nturez: Pensão Civil Entidde: Universidde Federl do Prá Interessdos: Arão José Benchimol e outros TC / Nturez: Atos de Admissão Entidde: Universidde Federl de Mins Geris Interessdos: Dyn Smpio Crdoso e outros TC /2007- Nturez: Pensão Civil Entidde: Fundção Universidde Federl do Piuí Interessdos: João Lucs d Silv Nscimento e outros TC / Nturez: Pensão Civil Entidde: Fundção Universidde Federl de Viços Interessdos: Aprecid Mri Godoy Oliveir e outros TC / Nturez: Pensão Civil Entidde: Universidde Federl do Cerá Interessdos: Andress Silvestre dos Sntos e outros TC / Nturez: Pensão Civil Entidde: Universidde Federl de Mins Geris Interessdos: Antuérpi Olind de Vsconcelos Pereir d Fonsec e outros TC / Nturez: Aposentdori Entidde: Universidde Federl de São Pulo Interessdos: Creonild Gomes d Silv e outros TC / Nturez: Aposentdori Entidde: Universidde Federl do Prná Interessdos: Jussr de Fátim Minrdes e outros TC / Nturez: Aposentdori Entidde: Universidde Federl de Snt Mri Interessdos: Adão Grci de Vrgs e outros TC / Nturez: Atos de Admissão Entidde: Universidde Federl de Mins Geris Interessdos: Adir Crvlhis Jiunior e outros TC / Nturez: Aposentdori Entidde: Instituto Ncionl de Colonizção e Reform Agrári Interessdos: Cli Mri de Sous e outros TC / Nturez: Aposentdori Entidde: Instituto Ncionl de Colonizção e Reform Agrári Interessdos: José Bptist Sobrinho TC / Nturez: Atos de Admissão Entidde: Universidde Federl de Mins Geris Interessdos: Albert Guilherme de Arújo Comprt e outros TC / Nturez: Atos de Admissão Entidde: Fundção Universidde do Amzons Interessdos: Aldir Oliveir de Andrde e outros TC / Nturez: Atos de Admissão Entidde: Universidde Federl do Espírito Snto Interessdos: An Pul Sntos Smpio e outros TC / Nturez: Atos de Admissão Entidde: Universidde Federl do Espírito Snto Interessdos: Gbriel Less d Silv Lvgnoli e outros TC / Nturez: Pensão Civil Entidde: Universidde Federl d Bhi Interessdos: Crlos Alberto d Cost Tourinho e outros TC /2007- Nturez: Pensão Civil Entidde: Universidde Federl de Mins Geris Interessdos: Andre de Mrco Roch e outros TC / Nturez: Aposentdori Entidde: Universidde Federl d Príb Interessdos: Aecio Villr de Aquino e outros TC / Nturez: Atos de Admissão Entidde: Universidde Federl de Pernmbuco Interessdos: Adn Borges dos Sntos e outros TC / Nturez: Aposentdori Entidde: Instituto Ncionl de Colonizção e Reform Agrári Interessdos: Aglcy Nvegnte de Melo e outros TC / Nturez: Aposentdori Entidde: Instituto Ncionl de Colonizção e Reform Agrári Interessdos: Ivni Sento Sq Brsil e Selm Gordino Mglhães Clsse I - RECURSOS PROCESSOS UNITÁRIOS - Reltor, Ministro Guilherme Plmeir TC / (com 2 nexos e penso) Nturez: Pedido de Reexme Entidde: Cix Econômic Federl Interessdo: Eliezer Amrl de Medeiros (CPF não informdo) Advogdo constituído nos utos: Josedeo Sriv de Souz (OAB/RN 396-A) TC / (com nexo) Nturez: Pedido de Reexme Órgão: Tribunl Regionl do Trblho d 9ª Região- T RT / P R Interessd: Norm Lopes Buch (CPF nº ) Advogdo constituído nos utos: não há - Reltor, Ministro Aroldo Cedrz TC / (com 3 volumes e 2 nexos). Nturez: Embrgos de Declrção. Entidde: Fundção Universidde Federl de Ouro Preto - U F O P. Interessdos: Ricrdo Pinheiro Domingues, ex-diretor de Orçmento e Finnçs (CPF ), e Adílton Eustáquio Mglhães (CPF ). Advogdo constituído nos utos: Inis Fátim de Pul (OAB/MG ), Murilo Cost de Souz (OAB/MG ), Divldo de Oliveir Flores (OAB/MG 56.75)

74 74 ISSN Nº 76, qurt-feir, 2 de setembro de 2007 TC / (com 2 volumes e 2 nexos). Nturez: Recurso de Reconsiderção. Entidde: Fundção Ncionl de Súde - Coordenção Regionl - PI. Interessd: SOCIP Engenhri e Consultori Ltd. (CNPJ /000-80). Advogdo constituído nos utos: Virgílio Bcelr de Crvlho (OAB/PI 2040/89), Elb Mri Oliveir Nunes d Silv (OAB/PI.33/82), Mri Pepit Bcelr de Crvlho Net (OAB/PI 2899/97) TC / (com 2 nexos). Nturez: Recurso de Reconsiderção. Entidde: Município de Abreu e Lim - PE. Responsável: Jerônimo Gdelh de Albuquerque Neto (CPF ). Advogdo constituído nos utos: Márcio José Alves de Souz (OAB/PE 5.786), Liline Cvlcnti Brreto Cmpello (OAB/PE ) TC / (com 2 nexos). Nturez: Recurso de Reconsiderção. Entidde: Município de Itíb/PE. Interessdo: Cludino Ferreir Mrtins (CPF ). Advogdo constituído nos utos: Márcio José Alves de Souz (OAB/PE 5.786). Advogdo constituído nos utos: Márcio José Alves de Souz (OAB/PE 5.786) TC / (com 2 volumes e 3 nexos). Nturez: Embrgos de Declrção. Entidde: Prefeitur do Município de Lgo Verde/MA. Interessdo: Luís Revil Ferreir, ex-prefeito (CPF ). Advogdo constituído nos utos: José Frnklin Skeff Seb (OAB/MA 552), José Ribmr Rmos Reis (OAB/MA 3.35) Clsse II - TOMADAS E PRESTAÇÕES DE CONTAS - Reltor, Ministro Aroldo Cedrz TC /2004- (com 7 volumes). Nturez: Prestção de conts do exercício de Entidde: Universidde Federl de Mto Grosso do Sul - UFMS. Responsáveis: Mnoel Ctrino Pes Peró, Reitor (CPF ); Omr Dniel, Diretor do Centro Universitário de Dourdos (CPF ); Wilson Mrques Brbos, ex-secretário-executivo d Fundção de Apoio à Pesquis, o Ensino e à Cultur - Fpec (CPF ignordo); Sebstião Luiz de Mello (CPF ); Roberto Assd Pinheiro Mchdo (CPF ); Vldemir Vicente d Silv (CPF ); Sndr Regin Cmrgo (CPF ); Elcio Roberto Queiroz Cmpos (CPF ); Hirildo Escolástico d Silv (CPF ); Fernndo Mssmori Asto (CPF ); Mri Zenild Inácio Cintr (CPF ); João Jir Srtorelo (CPF ); Dulce Mri Tristão (CPF ); Joelson Chves de Brito (CPF ); Sueli Regin Mour Vends Arkki (CPF ); Sylvio de Oliveir Filho (CPF ); Antônio João d Silveir Terr (CPF ); Edurdo Velsco de Brros (CPF ); Jorge Gond (CPF ); Júlio Césr Gonçlves (CPF ); Silvi Slles Publio (CPF ); Mri do Crmo Brzil Gomes d Silv (CPF ); Benedito Rodrigues Brzil (CPF ); Jesus Eurico Mirnd Regin (CPF ); Dercir Pedro de Oliveir (CPF ); Lucivldo Alves dos Sntos (CPF ); Cezr Augusto Crneiro Benevides (CPF ); Muro Polizer (CPF ); Leslie Schueler Mrtins (CPF ); Mrlene Durign (CPF ); Amury de Souz (CPF ). Advogdo constituído nos utos: não há TC / (com volume). Nturez: Tomd de Conts Especil. Entidde: Prefeitur de Tumiriting/MG. Responsável: Gerldo Freir Peçnh, ex-prefeito (CPF ). Advogdo constituído nos utos: Osvldo Crdozo (OAB/MG ) TC / Nturez: Tomd de Conts Especil. Entidde: Município de Ubporng - MG. Responsável: Norberto Emidio de Oliveir (CPF ). Advogdo constituído nos utos: não há Clsse III - AUDITORIAS, INSPEÇÕES E OUTRAS MATÉRIAS CONCERNENTES A FISCALIZAÇÃO. - Reltor, Ministro Benjmin Zymler TC /996-0 Nturez: Reltório de Auditori Entidde: Instituto Ncionl de Metrologi, Normtizção e Qulidde Industril - INMETRO Interessdo: Tribunl de Conts d União Advogdo constituído nos utos: não há Clsse V - CONCESSÕES DE APOSENTADORIAS, RE- FORMAS E PENSÕES. - Reltor, Ministro Guilherme Plmeir TC / Nturez: Pensão Civil Entidde: Universidde Federl de Mins Geris - UFMG Interessdos: Alice Vitori de Brito Leite, CPF: ; Andre Frncisco de Brito Leite, CPF: ; Brun Mrtins de Souz, CPF: ; Cmil Mrtins de Souz, CPF: ; Divin Lim Brbos, CPF: ; Estefâni Lopes d Silv, CPF: ; Evni Souz Roch, CPF: ; Frncisco de Assis Diniz Leite, CPF: ; Gilmr de Souz Roch, CPF: ; Isrel Btist, CPF: ; Jckson Souz Roch, CPF: ; Mrcos Vinicius de Oliveir, CPF: ; Mri Aprecid de Souz Silv dos Sntos, CPF: ; Mri de Fátim Lopes d Silv, CPF: ; Mri de Souz Pereir, CPF: ; Mri Luiz Rodrigues Mrtins Souz, CPF: ; Mri Olind Btist, CPF: ; Mirtes Mirnd Muniz de Oliveir, CPF: ; Odli de Souz Roch, CPF: ; Rent Mrtins de Souz, CPF: ; Suellen Lopes d Silv, CPF: Advogdo constituído nos utos: não há TC /2005- Nturez: Aposentdori Entidde: Universidde Federl de Mins Geris - UFMG Interessdos: Gild Neri de Souz, CPF: ; Jilz Rodrigues de Medeiros, CPF: ; João Bosco Piment, CPF: ; Jose de Avil e Silv, CPF: ; José do Espirito Snto, CPF: ; Mri Idelm Sebr Mi, CPF: ; Mri Idmei d Trindde, CPF: ; Mri Teres Gomes e Souz, CPF: ; Neuz d Conceico d Silv Roch: CPF: ; Sebstião Durte de Oliveir, CPF: Advogdo constituído nos utos: não há TC / Nturez: Aposentdori Entidde: Universidde Federl do Prná - UFPR Interessdos: Belmiro Vlverde Jobim Cstor (CPF nº ), Berndete Zgonel (CPF nº ), Dur Regin Eirs Stofell (CPF nº ), Clodoldo José Ross (CPF nº ), Edurdo Bittencourt do Nscimento (CPF nº ), Eduino Sbrdelini Filho (CPF nº ), Frncisco de Borj Bptist de Mglhães Filho (CPF nº ), Frncisco Roberto Vieir Borges (CPF nº ), Gerson de Sá Tvres Filho (CPF nº ), Ir Bemquerer Cost (CPF nº ), Inizild Abrão Int (CPF nº ), Jci Ferreir (CPF nº ), José Fillus Neto (CPF nº ), João Crlos Motti (CPF nº ), Mri Teixeir Nscimento (CPF nº ), Mrit Mciel Moreir Blskowski (CPF nº ) e Nin Wszczynskyj (CPF nº ) Advogdo constituído nos utos: não há TC / Nturez: Aposentdori Entidde: Universidde Federl do Prná-UFPR Interessdos: Cludionor Elis (CPF n.º ); Hélcio José Borges (CPF n.º ); Leide Prolin Mrinoni (CPF n.º ) e Noel Didier Pcheco de Crvlho (CPF n.º ) Advogdo constituído nos utos: não há - Reltor, Ministro Aroldo Cedrz TC / Nturez: Pensão Civil. Órgão: Sendo Federl. Interessdos: Edinéri Del Fiume Mnsur (CPF ), Julin Del Fiume Mnsur (CPF ) e Luís Gustvo Del Fiume Mnsur (CPF ). Advogdo constituído nos utos: Alexndre Mtsud Ngel (OAB/DF 8.97) TC /997-4 Nturez: Pensão Civil. Entidde: Instituto Ncionl do Seguro Socil - INSS - Superintendênci Estdul em Arcju/SE. Interessd: Mri Terezinh Fontes Correi de Vsconcelos (CPF ). Advogdo constituído nos utos: não há TC / Nturez: Aposentdori. Entidde: Instituto Ncionl de Colonizção e Reform Agrári - Incr. Interessdos: Afonso de Mirnd Mrques (CPF ), Anário Brroso de Menezes (CPF ), Antôni Fernnd Vsconcelos Ferreir (CPF ), Antônio Pereir d Silv (CPF ), Crlos Henrique Schroder (CPF ), Frncisc Fbin Sles d Silv (CPF ), Frncisco Frncelmir Sriv d Silv (CPF ), Frncisco Prcino de Cstro (CPF ), João Bosco Vieir (CPF ), Jorge Minoru Scmoto (CPF ), José Aírton d Silv (CPF ), José Crlos de Oliveir Melo (CPF ), José Felipe Brros (CPF ), Mri José Pereir Mtos (CPF ), Mri José Lourenço de Freits (CPF ), Mri Neide Oliveir de Holnd (CPF ), Oswldo Andrde Filho (CPF ), Terez Vâni Sriv Gonçlves Rodrigues de Arújo (CPF ). Advogdo constituído nos utos: não há TC / Nturez: Aposentdori. Entidde: Universidde Federl do Prá. Interessdos: Dniel Btist d Cost (CPF ) e Mário Roberto Muniz de Crvlho (CPF ). Advogdo constituído nos utos: não há TC / Nturez: Aposentdori. Interessdos: Ivnilde Scntelbury Neves (CPF ), Ivnilde Scntelbury (CPF ), José Amsterdn de Souz (CPF ), Mri de Nzré ds Dores Arrud (CPF ), Mri Edn Cuper Firmo (CPF ), Mri Edn Cuper Firmo (CPF ), Mri Eleonor Peres de Pul Pesso (CPF ), Mirin Trindde Grrett (CPF ) e Rymundo Roque de Souz (CPF ). Entidde: Fundção Universidde do Amzons. Advogdo constituído nos utos: não há TC / Nturez: Pensão Civil. Entidde: Universidde Federl do Prá. Interessdos: Delice Brbos Silv de Mcedo (CPF ), Guilherme Lobo de Mcedo Neto (CPF ) e Osedir Nscimento de Mcedo Filho (CPF ). Advogdo constituído nos utos: não há TC /997-4 Nturez: Aposentdori. Entidde: Instituto Ncionl do Seguro Socil - INSS - Superintendênci Estdul em Fortlez/CE. Interessdo: José Silveir Ponte (CPF ). Advogdo constituído nos utos: não há Clsse VI - REPRESENTAÇÃO - Reltor, Ministro Aroldo Cedrz TC / Nturez: Representção. Entidde: Fundção Universidde Federl de Rondôni - UNIR Responsáveis: Ene Glóri d Silveir, ex-reitor (CPF ), Tiene Medeiros de Cstro (CPF ), Rosângel de Oliveir Ferreir (CPF ), Rmires Brito Onofre (CPF ), membros d comissão de licitção, e Mnuel Along Medeiros Fong (CPF ). Advogdo constituído nos utos: Anderson de Mour e Silv (OAB/RO 2.89), Jnus Pntoj Oliveir de Azevedo (OAB/RO.339) Secretri-Gerl ds Sessões, de setembro de 2007 ELENIR TEODORO GONÇALVES DOS SANTOS Subsecretári d Câmr

75 <!ID > <!ID > Nº 76, qurt-feir, 2 de setembro de 2007 ISSN Poder Judiciário TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO SECRETARIA DO TRIBUNAL DESPACHOS DO DIRETOR-GERAL Em 5 de Setembro de 2007 Rtifico, n form do rt. 26 d Lei n.º 8.666/93, inexigibilidde de licitção, com vists à contrtção d empres Núcleo de Pneumologi e Medicin do Sono de Tguting Ltd., com o objeto de credencimento pr prestção de serviços o Progrm de Assistênci à Súde do Tribunl Superior do Trblho, com fulcro no rtigo 25 d Lei n.º 8.666/93. <!ID > Rtifico, n form do rt. 26 d Lei n.º 8.666/93, inexigibilidde de licitção, com vists à contrtção d empres CAR- DIONORTE - Crdiologists Associdos d As Norte S/C Ltd., com o objeto de credencimento pr prestção de serviços o Progrm de Assistênci à Súde do Tribunl Superior do Trblho, com fulcro no rtigo 25 d Lei n.º 8.666/93.. ALEXANDRE DE JESUS COELHO MACHADO Entiddes de Fisclizção do Exercício ds Profissões Liberis CONSELHO FEDERAL DE CORRETORES DE IMÓVEIS ª CÂMARA RECURSAL PAUTA DE 27 DE SETEMBRO DE ª SESSÃO DE JULGAMENTO DE PROCESSOS HORA: 08h 30min LOCAL: Dependêncis do Hotel Tropicl Tmbú - João Pesso/PB Sito à Av. Almirnte Tmndré, 229 (083) RELATOR: Conselheiro EDÉCIO NOGUEIRA CORDEI- RO/RJ - Processo-COFECI nº 463/2006. Recte e Recdo: CRECI 2ª Região/PA "ex officio". Repdos: RUBEM PEREIRA EMPRE- ENDIMENTOS LTDA - CRECI J-088 e RTs RUBEM RIBAS - CRECI 6 e DIONISIO BENTO PEREIRA FILHO CRECI Processo-COFECI nº 09/2006. Recte e Recdo: CRECI ª Região/SC "ex officio". Autudo: CARLOS AUGUSTO SOUZA DE CARVALHO - CRECI 4749/ Processo-COFECI nº 0/2006. Recte e Recdo: CRECI ª Região/SC "ex offício". Autudo: EZE- QUIEL JOÃO CABRAL - CRECI 639/ Processo-COFECI nº 775/2006. Recte e Recdo: CRECI ª Região/SC "ex offício". Autudo: SALVIO MARTINS COLARES - CRECI 5585/-5. RELATOR: Conselheiro WALTER ALVES DE OLIVEI- RA/SP - Processo-COFECI nº 08/2006. Recte e Recdo: CRECI ª Região/SC "ex officio". Autudo: JOSÉ GENOVEZ ANTUNES - CRECI 939/ Processo-COFECI nº 082/2006. Recte e Recdo: CRECI ª Região/SC "ex officio". Autudo: VALTER DOS SAN- TOS - CRECI 7306/ Processo-COFECI nº 088/2006. Recte e Recdo: CRECI ª Região/SC "ex officio". Autudo: JORGE LUIS PACKER - CRECI 5442/ Processo-COFECI nº 643/2006. Recte e Recdo: CRECI 9ª Região/BA "ex officio". Repdo: FRAN- CISCO AIRTON BASTOS DA SILVA - CRECI RELATOR: Conselheiro MÁRCIO ARI DE MELO ALMEI- DA/MG - Processo-COFECI nº 080/2006. Recte e Recdo: CRECI ª Região/SC "ex officio". Autudo: PAULO ROGÉRIO KREBS - CRECI 4258/ Processo-COFECI nº 095/2006. Recte e Recdo: CRECI ª Região/SC "ex officio". Autudo: ELOI POZZOLO - CRECI 424/ Processo-COFECI nº 942/2006. Recte e Recdo: CRECI 9ª Região/BA "ex officio". Autudo: HEITOR DA FON- SECA ABIJAUDE - CRECI Processo-COFECI nº 940/2006. Recte: JOSÉ LOPES DAS NEVES - CRECI Recdo: CRECI 9ª Região/BA. RELATOR: Conselheiro EDUARDO COELHO SEIXO DE B R I TO / G O - Processo-COFECI nº 084/2006. Recte e Recdo: CRECI ª Região/SC "ex officio". Autudo: ANTÔNIO AUGUSTO FLO- RES - CRECI 2909/ Processo-COFECI nº 090/2006. Recte e Recdo: CRECI ª Região/SC "ex officio". Autudo: JAIME RO- CHA - CRECI 2024/ Processo-COFECI nº 58/2006. Recte: MÁXIMO NEGÓCIOS IMOBILIÁRIOS LTDA. Recdo: CRECI 9ª Região/BA. 4 - Processo-COFECI nº 586/2006. Recte: AMANDO ROSADO MAGALHÃES. Recdo: CRECI 9ª Região/BA. RELATOR: Conselheiro PAULO GOYAZ ALVES DA SIL- VA / D F - Processo-COFECI nº 073/2006. Recte e Recdo: CRECI ª Região/SC "ex officio". Autudo: CARLOS AUGUSTO SOUZA DE CARVALHO - CRECI 4749/ Processo-COFECI nº 083/2006. Recte e Recdo: CRECI ª Região/SC "ex officio". Autudo: VILMAR ARI TISSIANI - CRECI 643/ Processo- COFECI nº 770/2006. Recte e Recdo: CRECI ª Região/SC "ex officio". Repdo: ADEMAR VOLPATO - CRECI 522/ Processo-COFECI nº 865/2006. Recte e Recdo: CRECI ª Região/SC "ex officio". Repdo: EVALDIR REGIS DA SILVA - CRECI RELATOR: Conselheiro SÉRGIO LUIZ DOS SANTOS/SC - Processo-COFECI nº 493/2003. Recte e Recdo: CRECI 3ª Região/RS "ex officio". Autud: SPERB IMÓVEIS LTDA - CRE- CI J Processo-COFECI nº 024/2006. Recte e Recdo: CRE- CI 9ª Região/BA "ex officio". Autud: BAHIA TERRA EMPRE- ENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS LTDA - CRECI J Processo-COFECI nº 883/2006. Recte: PAULO SANDENBERG IMÓ- VEIS LTDA - CRECI J Recdo: CRECI 3ª Região/ES. 4 - Processo-COFECI nº 884/2006. Recte: PAULO SANDENBERG IMÓVEIS LTDA - CRECI J Recdo: CRECI 3ª Região/ES. RELATOR: Conselheiro DANIEL FERNANDES AL- VES/ES - Processo-COFECI nº 864/2006. Recte e Recdo: CRECI ª Região/SC "ex officio". Repdo: LUIS ALBERTO FONSECA MATTOSO - CRECI 965/ Processo-COFECI nº 863/2006. Recte e Recdo: CRECI ª Região/SC "ex officio". Repd: CRISTAL EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS LTDA - CRECI J-58/ Processo-COFECI nº 077/2006. Recte e Recdo: CRECI ª Região/SC "ex officio". Autudo: ILSON JOSÉ CONSOLI - CRECI 854/ Processo-COFECI nº 089/2006. Recte e Recdo: CRECI ª Região/SC "ex officio". Autudo: GERSON JOSÉ ROBERTO - CRECI 0474/-. RELATOR: Conselheiro ROBERTO DA CUNHA/MS - Processo-COFECI nº 77/2006. Recte e Recdo: CRECI ª Região/SC "ex officio". Repdo: VALDIR LORENZETTE - CRE- CI 9527/ Processo-COFECI nº 075/2006. Recte e Recdo: CRECI ª Região/SC "ex officio". Autudo: CARLOS ALBERTO HABIGZANG - CRECI 9326/ Processo-COFECI nº 00/2006. Recte e Recdo: CRECI ª Região/SC "ex officio". Autud: REGINA MARIA DA VEIGA TABORDA RIBAS - CRECI 9244/-8 ṘELATOR: Conselheiro PASCHOAL GUILHERME DO N. RODRIGUES/AM - Processo-COFECI nº 02/2006. Recte e Recdo: CRECI ª Região/SC "ex officio". Autud: NI-NEGÓCIOS IMOBILIÁ- ROS LTDA - CRECI J-642/ Processo-COFECI nº 096/2006. Recte e Recdo: CRECI ª Região/SC "ex officio". Autud: PA- CKER IMÓVEIS LTDA - CRECI J-839/ Processo-COFECI nº 862/2006. Recte e Recdo: CRECI ª Região/SC "ex officio". Repd: RC-IMÓVEIS LTDA - CRECI J-2000/3-2. RELATOR: Conselheiro FERNANDO CÉSAR CASAL BA- T I S TA / R O - Processo-COFECI nº 079/2006. Recte e Recdo: CRECI ª Região/SC "ex officio". Autudo: NORIVAL JOSÉ GONZAGA - CRECI 2087/ Processo-COFECI nº 094/2006. Recte e Recdo: CRECI ª Região/SC "ex officio". Autudo: OSNIR LUNELLI - CRECI 5204/ Processo-COFECI nº 098/2006. Recte e Recdo: CRECI ª Região/SC "ex officio". Autudo: GABRIEL HEINZEN - CRECI 8978/-8. RELATOR: Conselheiro VALDECI YASE MONTEIRO/TO - Processo-COFECI nº 06/2003. Recte e Recdo: CRECI 2ª Região/PA "ex officio". Autud: SÓLIDOS EMPREENDIMEN- TOS IMOBILIÁRIOS LTDA - CRECI J Processo-COFECI nº 093/2006. Recte e Recdo: CRECI ª Região/SC "ex officio". Autudo: CLÁUDIO EDUARDO CONINCK - CRECI 5223/ Processo-COFECI nº 958/2006. Recte e Recdo: CRECI 3ª Região/ES "ex officio". Repd: NILZA RODRIGUES POLEZI - CRECI JOÃO TEODORO DA SILVA Presidente do Conselho 2ª CÂMARA RECURSAL PAUTA DE 27 DE SETEMBRO DE ª SESSÃO DE JULGAMENTO DE PROCESSOS HORA: 08h 30min LOCAL: Dependêncis do Hotel Tropicl Tmbú - João Pesso/PB Sito à Av. Almirnte Tmndré, 229 (083) RELATOR: Conselheiro FLÁVIO KOCH/RS - Processo-COFECI nº 026/2006. Recte e Recdo: CRECI 9ª Região/BA "ex officio". Autud: ARLETE DO NASCIMENTO NOGUEIRA - CRECI Processo-COFECI nº 647/2006. Recte e Recdo: CRECI 9ª Região/BA "ex officio". Repdo: GILMAR CARVALHO DE JESUS - CRECI Processo-COFECI nº 20/2006. Recte e Recdo: CRECI 4ª Região/MG "ex officio". Autud: IMOBILIÁRIA VILA REAL LTDA - CRECI J Processo-COFECI nº 88/2004. Rectes: CASSIO GONTIJO - CRECI 2063 e EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS CASSIO GONTIJO LTDA - CRECI J-242. Recdo: CRECI 3ª Região/ES. RELATOR: Conselheiro OSCAR HUGO MONTEIRO GUI- MARÃES/GO - Processo-COFECI nº 998/2006. Recte e Recdo: CRECI 3ª Região/ES "ex officio". Autud: HELAINE BRETAS DA SILVA - CRECI Processo-COFECI nº 999/2006. Recte e Recdo: CRECI 3ª Região/ES "ex officio". Autudo: PEDRO ANTÔNIO DE CHRISTO - CRECI Processo-COFECI nº 002/2006. Recte e Recdo: CRECI 3ª Região/ES "ex officio". Autudo: RUIMAR VIEIRA - CRECI Processo-COFECI nº 32/2006. Recte: MARIA BRAGGION FALSIROLLI. Recdo: CRECI 2ª Região/SP. 5 - Processo-COFECI nº 607/2006. Recte: GN-IMÓVEIS LTDA - CRECI J-244. Recdo: CRECI 4ª Região/MG. RELATOR: Conselheiro ALFREDO LUIZ GARCIA LOPES CANEZIN/PR - Processo-COFECI nº 206/2006. Recte e Recdo: CRECI 3ª Região/ES "ex officio". Autudo: NEALDO ZAIDAN - CRECI Processo-COFECI nº 959/2006. Recte e Recdo: CRECI 3ª Região/ES "ex officio". Autudo: ENIO RODRIGUES - CRECI Processo-COFECI nº 30/2006. Recte: DIRCEU GUAR- NIERI. Recdo: CRECI 2ª Região/SP. 4 - Processo-COFECI nº 3/2006. Recte: ADAIDE CARDOSO DE OLIVEIRA. Recdo: CRECI 2ª Região/SP. RELATOR: Conselheiro LUIZ CARLOS ATTIÉ/DF - Processo-COFECI nº 20/2006. Recte e Recdo: CRECI 3ª Região/ES "ex officio". Autudo: MANOEL INÁCIO NETO - CRECI Processo-COFECI nº 203/2006. Recte e Recdo: CRECI 3ª Região/ES "ex officio". Autud: ILSA DE ALMEIDA BONFIM - CRECI Processo-COFECI nº 208/2006. Recte e Recdo: CRECI 3ª Região/ES "ex officio". Autudo: MILTON GO- MES DE SOUZA - CRECI Processo-COFECI nº 4/2006. Recte: SUELY APARECIDA DE MELLO ALMEIDA GONÇAL- VES. Recdo: CRECI 2ª Região/SP. 5 - Processo-COFECI nº 85/2006. Recte: CECILIA BERARDINELLI TEIXEIRA. Recdo: CRECI 2ª Região/SP. RELATOR: Conselheiro SAMUEL ARTHUR PRADO/BA - Processo-COFECI nº 209/2006. Recte e Recdo: CRECI 3ª Região/ES "ex officio". Autudo: WALDEMIR ALIPIO FER- NANDES BORGES - CRECI Processo-COFECI nº 953/2006. Recte e Recdo: CRECI 3ª Região/ES "ex officio". Autudo: GELIO ANTÔNIO FERREIRA - CRECI Processo- COFECI nº 86/2006. Recte: FRANCISCO TRESSO. Recdo: CRECI 2ª Região/SP. 4 - Processo-COFECI nº 69/2006. Recte: ALICIO DE SOUZA. Recdo: CRECI 2ª Região/SP. RELATOR: Conselheiro JACI MONTEIRO COLARES/PA - Processo-COFECI nº 44/2003. Recte e Recdo: CRECI 3ª Região/RS "ex officio". Autudo: VANER DA ROSA - CRECI Processo-COFECI nº 546/2006. Recte e Recdo: CRECI 2ª Região/SP "ex officio". Repd: IMOBILIÁRIA PORTEIRA RIO GRANDE S/C LTDA - CRECI J Processo-COFECI nº 952/2006. Recte e Recdo: CRECI 3ª Região/ES "ex officio". Autudo: JOADIR VIEIRA - CRECI Processo-COFECI nº 692/2006. Recte: CECILIO PEREIRA. Recdo: CRECI 2ª Reg i ã o / S P. RELATOR: Conselheiro CLAUDEMIR NEVES/MS - Processo-COFECI nº 547/2006. Recte e Recdo: CRECI 2ª Região/SP "ex officio". Repdo: DIRCEU TARANTINI - CRECI Processo-COFECI nº 69/2006. Recte e Recdo: CRECI 2ª Região/SP "ex officio". Autud: EXPANSÃO IMÓVEIS S/C LTDA - CRECI J Processo-COFECI nº 76/2006. Recte e Recdo: CRECI 2ª Região/SP "ex officio". Autud: SUELY VAN TOL VA- LENTE - CRECI Processo-COFECI nº 550/2006. Recte e Recdo: CRECI 2ª Região/SP "ex officio". Repdo: JAIRO CONE- GLIAN - CRECI RELATOR: Conselheiro PAULO C. DE CARVALHO MO- TA JÚNIOR/AM - Processo-COFECI nº 54/2006. Recte e Recdo: CRECI 2ª Região/SP "ex officio". Autudo: LUIZ LEOPOLDO SILVA E MELLO - CRE- CI Processo-COFECI nº 66/2006. Recte e Recdo: CRECI 2ª Região/SP "ex officio". Autudo: PEDRO ANGELO NOLLI - CRECI Processo-COFECI nº 68/2006. Recte e Recdo: CRECI 2ª Região/SP "ex officio". Autudo: ANTÔNIO TEIXEIRA DA COSTA - CRECI Processo-COFECI nº 72/2006. Recte e Recdo: CRECI 2ª Região/SP "ex officio". Autudo: NEVANIR DE SOUZA JÚNIOR - CRECI RELATOR: Conselheiro LUIZ FERNANDO PINTO BAR- CELLOS/MT - Processo-COFECI nº 47/2004. Recte: CAMARGO DIAS IMÓVEIS LTDA - CRECI J-793. Recdo: COFECI. 2 - Processo-CO- FECI nº 73/2006. Recte e Recdo: CRECI 2ª Região/SP "ex officio". Autud: RT EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS LTDA - CRE- CI J Processo-COFECI nº 75/2006. Recte e Recdo: CRECI 2ª Região/SP "ex officio". Autudo: JOSÉ HUMBERTO ALMEIDA MOREIRA - CRECI Processo-COFECI nº 538/2006. Recte e Recdo: CRECI 2ª Região/SP "ex officio". Repdo: IVAN PESSIN FRAGOSO - CRECI Processo-COFECI nº 663/2006. Recte: JOAQUIM CUSTÓDIO ALVES. Recdo: CRECI 2ª Região/SP. RELATOR: Conselheiro SANDRO JOSÉ DE OLIVEI- R A / TO - Processo-COFECI nº 980/2005. Recte e Recdo: CRECI 4ª Região/MG "ex officio". Autudo: HERINQUE ASCENÇÃO SI- MÕES TEIXEIRA - CRECI Processo-COFECI nº 336/2006. Recte e Recdo: CRECI 2ª Região/SP "ex officio". Repdo: BONIFÁCIO FLORÊNCIO CARVALHO - CRECI Processo-COFECI nº 04/2005. Recte e Recdo: CRECI 2ª Região/PA "ex officio". Autudo: LUIS PAULO DA SILVA MAIA - CRECI Processo-COFECI nº 65/2006. Recte e Recdo: CRECI 2ª Região/SP "ex officio". Autud: IRAJÁ IMÓVEIS S/C LTDA - CRECI J-534. JOÃO TEODORO DA SILVA Presidente do Conselho

76 <!ID > 76 ISSN ª CÂMARA RECURSAL PAUTA DE 27 DE SETEMBRO DE ª SESSÃO DE JULGAMENTO DE PROCESSOS HORA: 08h 30min LOCAL: Dependêncis do Hotel Tropicl Tmbú - João Pesso/PB Sito à Av. Almirnte Tmndré, 229 (083) RELATOR: Conselheiro MIGUEL LOBATO DE VILHE- N A / PA - Processo-COFECI nº 042/2006. Recte e Recdo: CRECI 9ª Região/BA "ex officio". Autudo: JOSÉ ULISSES ROCHA FI- LHO-CRECI Processo-COFECI nº 565/2006. Recte e Recdo: CRECI 8ª Região/DF "ex officio". Repdo: ALBERTO DE AN- DRADE TORRES FILHO-CRECI Processo-COFECI nº 642/2006. Recte e Recdo: CRECI 9ª Região/BA "ex officio". Autudo: HUGO SÉRGIO MENDES MACEDO-CRECI Processo-COFECI nº 94/2006. Recte e Recdo: CRECI 9ª Região/BA "ex officio". Autudo: JOSCELINO OLIVEIRA ALMEIDA-CRECI Processo-COFECI nº 760/2006. Recte e Recdo: CRECI 8ª Região/DF "ex officio". Repd: MARIA APARECIDA SILVA-CRE- CI RELATOR: Conselheiro WILSON GOUVÊA FREIAS/ES - Processo-COFECI nº 557/2006. Recte e Recdo: CRECI 8ª Região/DF "ex offício". Repd: BRAZILIA IMÓVEIS E CO- MÉRCIO S/A-CRECI J Processo-COFECI nº 039/2006. Recte e Recdo: CRECI 9ª Região/BA "ex offício". Autudo: AG- NELO JOSÉ DOS PASSOS NETO-CRECI Processo-CO- FECI nº 04/2006. Recte e Recdo: CRECI 9ª Região/BA "ex officio". Autudo: PP - NEGÓCIOS IMOBILIÁRIOS LTDA-CRECI J Processo-COFECI nº 567/2006. Recte: PRÓ LOTE EMPREEN- DIMENTOS IMOBILIÁRIOS LTDA-CRECI J Recdo: CRECI 8ª Região/DF. RELATOR: Conselheiro JOSÉ HERVAL MACHADO/SE - Processo-COFECI nº 44/2003. Recte e Recdo: CRECI 3ª Região/RS "ex officio". Autud: ELIS CRISTINA DA SILVA DE OLIVEIRA-CRECI Processo-COFECI nº 789/2006. Recte e Recdo: CRECI 3ª Região/RS "ex officio". Autudo: OLAVO SILVA VIÇOSA-CRECI Processo-COFECI nº 795/2006. Recte: SOLIS CONSULTORIA E NEGÓCIOS IMOBILIÁRIOS LTDA- CRECI J-3245 (EX-CHAVES & BORLIDO CONSULTORIA E NE- GÓCIOS IMOBILIÁRIOS LTDA). Recdo: CRECI 4ª Região/MG. 4 - Processo-COFECI nº 909/2006. Recte: IVAN NEGÓCIOS IMO- BILIÁRIOS LTDA-CRECI J-684. Recdo: CRECI 4ª Região/MG. RELATOR: Conselheiro CARLOS ALBERTO COUTO DA CUNHA/RN - Processo-COFECI nº 80/2006. Recte e Recdo: CRECI 5ª Região/GO "ex officio". Repdo: DIRCEU FERNANDO BRAGA- CRECI Processo-COFECI nº 83/2006. Recte e Recdo: CRECI 5ª Região/GO "ex officio". Repdo: HELTON PAULINO DOS SANTOS-CRECI Processo-COFECI nº 787/2006. Recte e Recdo: CRECI 3ª Região/RS "ex officio". Autud: GILBERTO TORRES IMÓVEIS LTDA-CRECI J Processo-COFECI nº 788/2006. Recte e Recdo: CRECI 3ª Região/RS "ex officio". Autudo: DANIEL BONISONI-CRECI RELATOR: Conselheiro PAULO ANTUNES MACIEL/MT - Processo-COFECI nº 20/2005. Recte e Recdo: CRECI 2ª Região/PA "ex officio". Autudo: PAULO MACHADO DE AGUIAR-CRECI Processo-COFECI nº 074/2006. Recte e Recdo: CRECI ª Região/SC "ex officio". Autudo: ANTONINHO FERREIRA RAMOS-CRECI 4539/ Processo-COFECI nº 078/2006. Recte e Recdo: CRECI ª Região/SC "ex officio". Autudo: TELMO HILÁRIO KLEIN-CRECI 979/ Processo- COFECI nº 304/2005. Recte e Recdo: CRECI 9ª Região/BA "ex officio". Autudo: HAROLDO JORGE VIEIRA DE FARIA-CRECI Processo-COFECI nº 08/2006. Recte e Recdo: CRECI 3ª Região/RS "ex officio". Autud: IPROSUL EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS LTDA-CRECI J Processo-COFECI nº 879/2006. Recte e Recdo: CRECI 3ª Região/RS "ex officio". Autudo: ANDRÉ SCHEFFER ANTUNES-CRECI RELATOR: Conselheiro RAIMUNDO CUNHA TOR- RES/MA - Processo-COFECI nº 644/2004. Recte e Recdo: CRECI 9ª Região/BA "ex officio". Repdo: JONAS DE OLIVEIRA FILHO- CRECI Processo-COFECI nº 97/2006. Recte e Recdo: CRECI 3ª Região/ES "ex officio". Autudo: SEBASTIÃO DA SIL- VA SANTOS FILHO-CRECI Processo-COFECI nº 076/2006. Recte e Recdo: CRECI ª Região/SC "ex officio". Autudo: VALMIR FERNANDES-CRECI 328/ Processo-CO- FECI nº 95/2006. Recte e Recdo: CRECI 3ª Região/RS "ex officio". Autudo: VALDIR SOARES PEREIRA-CRECI Processo- COFECI nº 967/2006. Recte e Recdo: CRECI 3ª Região/RS "ex officio". Autudo: DEIVIDE PEREIRA GARCIA-CRECI Processo-COFECI nº 72/2006. Recte: ANTONIO LOURENÇO DOS SANTOS. Recdo: CRECI 2ª Região/SP. RELATOR: Conselheiro RÔMULO SOARES DE LI- MA/PB - Processo-COFECI nº 68/2003. Recte e Recdo: CRECI 2ª Região/PA "ex officio". Autud: PRÓ-MORADA EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS LTDA-CRECI J Processo-COFECI nº 880/2006. Recte e Recdo: CRECI 3ª Região/RS "ex officio". Autud: VERA MARTA BELLÉ NEUENFELDT-CRECI Processo-COFECI nº 966/2006. Recte e Recdo: CRECI 3ª Região/RS "ex officio". Autudo: ARLINDO VIEIRA MARTINS-CRECI Processo-COFECI nº 366/2005. Recte: ARONI BECKER-CRECI Recdo: CRECI 3ª Região/RS. 5 - Processo-COFECI nº 367/2005. Recte: ADMINISTRADORA DE IMÓVEIS BECKER LTDA-CRECI J-46. Recdo: CRECI 3ª Região/RS. RELATOR: Conselheiro PAULO HENRIQUE DE BRITO SOBRAL/AL - Processo-COFECI nº 904/2006. Recte e Recdo: CRECI 5ª Região/GO "ex officio". Repdos: NOVO RUMO EMPREENDI- MENTOS IMOBILIÁRIOS LTDA-CRECI J-8048 e CLARINDO CI- RINO GONÇALVES-CRECI Processo-COFECI nº 294/2004. Recte e Recdo: CRECI 2ª Região/SP "ex officio". Repdo: MANOEL ANTONIO DOS SANTOS-CRECI Processo- COFECI nº 964/2006. Recte e Recdo: CRECI 3ª Região/RS "ex officio". Autudo: LEONARDO LUIZ BERSAGUI-CRECI Processo-COFECI nº 965/2006. Recte e Recdo: CRECI 3ª Região/RS "ex officio". Autudo: INAJAR SILVA DE OLIVEIRA- CRECI RELATOR: Conselheiro JOÃO BATISTA DA PAZ BRI- TO / P I - Processo-COFECI nº 900/2004. Recte e Recdo: CRECI 3ª Região/RS "ex officio". Repd: ADMINISTRADORA DE IMÓ- VEIS BECKER LTDA-CRECI J Processo-COFECI nº 968/2006. Recte e Recdo: CRECI 3ª Região/RS "ex officio". Autudo: JOSÉ DARCI SUTIL-CRECI Processo-COFECI nº 975/2006. Recte e Recdo: CRECI 3ª Região/RS "ex officio". Autudo: RAUL MARTINS DA SILVA-CRECI Processo- COFECI nº 596/2006. Recte: ART IMÓVEIS EMPREENDIMEN- TOS IMOBILIÁRIOS LTDA-CRECI J-35. Recdo: CRECI 4ª Região/MG ṘELATOR: Conselheiro AIRES RIBEIRO DE MATOS/RO - Processo-COFECI nº 0/2006. Recte e Recdo: CRECI 3ª Região/RS "ex officio". Repdo: EDIO ESTEVAM DIAS-CRECI Processo-COFECI nº 86/2006. Recte e Recdo: CRECI 5ª Região/GO "ex officio". Repdo: JOVENAL DE ANDRADE E SIL- VA-CRECI Processo-COFECI nº 969/2006. Recte e Recdo: CRECI 3ª Região/RS "ex officio". Autud: LURDES ALVES DE OLIVEIRA-CRECI Processo-COFECI nº 972/2006. Recte e Recdo: CRECI 3ª Região/RS "ex officio". Autudo: HAMILTON MELO OLIVEIRA-CRECI JOÃO TEODORO DA SILVA Presidente do Conselho 4ª CÂMARA RECURSAL PAUTA DE 27 DE SETEMBRO DE ª SESSÃO DE JULGAMENTO DE PROCESSOS HORA: 08h 30min LOCAL: Dependêncis do Hotel Tropicl Tmbú - João Pesso/PB Sito à Av. Almirnte Tmndré, 229 (083) RELATOR: Conselheiro UBIRAJARA SZEKIR DE OLI- VEIRA/RS - Processo-COFECI nº 20/2006. Recte e Recdo: CRECI 3ª Região/ES "ex officio". Autudo: RUBENS HENRIQUE DE ABREU VALENÇA-CRECI Processo-COFECI nº 854/2006. Recte e Recdo: CRECI 9ª Região/MT "ex officio". Autudo: LU- CIANO AMBRÓSIO CURVO-CRECI Processo-COFECI nº 858/2006. Recte e Recdo: CRECI 9ª Região/MT "ex officio". Autudo: LUIZ PASSONDAS BARROS-CRECI Processo- COFECI nº 33/2006. Recte: MARCOS EVANGELISTA DE NO- VAES. Recdo: CRECI 2ª Região/SP. 5 - Processo-COFECI nº 87/2006. Recte: FERNANDO HENRIQUE DE MORAIS. Recdo: CRECI 2ª Região/SP. RELATOR: Conselheiro JOSÉ DE SOUZA MENDON- ÇA/PE - Processo-COFECI nº 65/2006. Recte e Recdo: CRECI 9ª Região/MT "ex officio". Autudo: VALDIR FERREIRA DA MO- TA-CRECI Processo-COFECI nº 60/2006. Recte e Recdo: CRECI 9ª Região/MT "ex officio". Autud: FRIZON & BASTOS LTDA-CRECI J Processo-COFECI nº 644/2006. Recte e Recdo: CRECI 9ª Região/BA "ex officio". Repdo: SÉRGIO DA SIL- VA SAMPAIO-CRECI Processo-COFECI nº 566/2006. Recte: ALEXANDRE MAGNO PORTO-CRECI Recdo: CRECI 8ª Região/DF. 5 - Processo-COFECI nº 76/2006. Recte: CIBELE DOS SANTOS TEIXEIRA-CRECI Recdo: CRECI 8ª Região/DF. RELATOR: Conselheiro NILSON RIBEIRO DE ARAÚ- JO/BA - Processo-COFECI nº 2/200. Recte e Recdo: CRECI 2ª Região/PA "ex officio". Autudo: RAIMUNDO LIRA DOS SAN- TOS-CRECI Processo-COFECI nº 309/2002. Recte e Recdo: CRECI 2ª Região/PA "ex officio". Autudo: ARMANDO SOU- TELLO CORDEIRO-CRECI Processo-COFECI nº 55/2006. Recte e Recdo: CRECI 2ª Região/SP "ex officio". Repd: IMO- BILIÁRIA TOKA S/C LTDA-CRECI J Processo-COFECI nº 552/2006. Recte e Recdo: CRECI 2ª Região/SP "ex officio". Repdo: RENIVAL DOS SANTOS-CRECI RELATOR: Conselheiro JOÃO CÉSAR GOMES SERAI- NE/CE - Processo-COFECI nº 040/2005. Recte e Recdo: CRECI 2ª Região/PA "ex officio". Autudo: JORGE UBIRACY SILVA MI- RANDA-CRECI Processo-COFECI nº 042/2005. Recte e Recdo: CRECI 2ª Região/PA "ex officio". Autudo: EDEMIR ME- DEIROS DE MIRANDA-CRECI Processo-COFECI nº 42/2006. Recte: ELEUZA DE OLIVEIRA. Recdo: CRECI 2ª Reg i ã o / S P. RELATOR: Conselheiro SÉRGIO WALDEMAR FREIRE SOBRAL/SE - Processo-COFECI nº 036/2005. Recte e Recdo: CRECI 2ª Região/PA "ex officio". Autudo: ANTONIO LUIZ GOMES- CRECI Processo-COFECI nº 047/2005. Recte e Recdo: CRECI 2ª Região/PA "ex officio". Autudo: PEDRO PAULO DA SILVA CAMPOS-CRECI Processo-COFECI nº 544/2006. Recte e Recdo: CRECI 2ª Região/SP "ex officio". Repd: CARLLA Nº 76, qurt-feir, 2 de setembro de 2007 EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS S/C LTDA-CRECI J Processo-COFECI nº 543/2006. Recte e Recdo: CRECI 2ª Região/SP "ex officio". Repd: VILA NOVA IMÓVEIS S/C LTDA- CRECI J RELATOR: Conselheiro WALDEMIR BEZERRA DE FI- GUEIREDO/RN - Processo-COFECI nº 030/2005. Recte e Recdo: CRECI 2ª Região/PA "ex officio". Autud: HELENA MARIA SILVA CARNEIRO-CRECI Processo-COFECI nº 034/2005. Recte e Recdo: CRECI 2ª Região/PA "ex officio". Autud: LIDINAL- VA ALVES LACERDA-CRECI Processo-COFECI nº 553/2006. Recte e Recdo: CRECI 2ª Região/SP "ex officio". Repdo: SILVIO RENATO CUSTÓDIO-CRECI Processo-COFECI nº 554/2006. Recte e Recdo: CRECI 2ª Região/SP "ex officio". Repdo: MILTON AROCA SANCHES-CRECI RELATOR: Conselheiro RAIMUNDO NONATO CONCEI- ÇÃO MOTA/MA - Processo-COFECI nº 044/2005. Recte e Recdo: CRECI 2ª Região/PA "ex officio". Autud: ALICE TRINDADE MON- TEIRO-CRECI Processo-COFECI nº 055/2005. Recte e Recdo: CRECI 2ª Região/PA "ex officio". Autud: ALICE TRIN- DADE MONTEIRO-CRECI Processo-COFECI nº 539/2006. Recte e Recdo: CRECI 2ª Região/SP "ex officio". Repd: PADUA ADMINISTRAÇÃO PREDIAL S/C LTDA-CRECI J-735. RELATOR: Conselheiro HERMÓGENES PAULINO DO BOMFIM/PB - Processo-COFECI nº 304/2002. Recte e Recdo: CRECI 2ª Região/PA "ex officio". Autudo: SIDNEY DOS SANTOS DIAS- CRECI Processo-COFECI nº 048/2005. Recte e Recdo: CRECI 2ª Região/PA "ex officio". Autud: ELIANE REGO BAR- ROS DE OLIVEIRA-CRECI Processo-COFECI nº 05/2005. Recte e Recdo: CRECI 2ª Região/PA "ex officio". Autudo: DEODATO COUTINHO LIMA-CRECI Processo- COFECI nº 55/2006. Recte: OSMARIO DOS REIS SANTOS. Recdo: CRECI 2ª Região/SP. 5 - Processo-COFECI nº 56/2006. Recte: CARLOS ALBERTO DOS SANTOS. Recdo: CRECI 2ª Região/SP. RELATOR: Conselheiro MANOEL SANT'ANNA RODRI- GUES/AL - Processo-COFECI nº 057/2005. Recte e Recdo: CRECI 2ª Região/PA "ex officio". Autudo: JOSÉ LUIZ DO NASCIMEN- TO GUSMÃO-CRECI Processo-COFECI nº 058/2005. Recte e Recdo: CRECI 2ª Região/PA "ex officio". Autudo: RHA- MES DA COSTA COQUEIRO-CRECI Processo-COFECI nº 682/2006. Recte e Recdo: CRECI 2ª Região/SP "ex officio". Repdos: JURUENA TEIXEIRA DE LIMA-CRECI 2203 e LEONARDO VICENTE DE PAULA SOBRINHO-CRECI Processo- COFECI nº 683/2006. Recte e Recdo: CRECI 2ª Região/SP "ex officio". Repdos: JURUENA TEIXEIRA DE LIMA-CRECI 2203 e LEONARDO VICENTE DE PAULA SOBRINHO-CRECI RELATOR: Conselheiro MANOEL MESSIAS DOS AN- JOS/PI - Processo-COFECI nº 050/2005. Recte e Recdo: CRECI 2ª Região/PA "ex officio". Autudo: ELDONOR DE FREITAS LO- BATO-CRECI Processo-COFECI nº 06/2005. Recte e Recdo: CRECI 2ª Região/PA "ex officio". Autudo: ARMANDO SILVA SANTOS-CRECI Processo-COFECI nº 440/2005. Recte: CAMARGO DIAS IMÓVEIS LTDA-CRECI J Recdo: COFECI. 4 - Processo-COFECI nº 545/2006. Recte e Recdo: CRECI 2ª Região/SP "ex officio". Repd: IMOBILIÁRIA BJ S/C LTDA- CRECI J Brsíli(DF), 2 de setembro de JOÃO TEODORO DA SILVA Presidente do Conselho SESSÃO PLENÁRIA Nº 3/2007 PAUTA DE 27 DE SETEMBRO DE ª SESSÃO DE JULGAMENTO DE PROCESSOS HORA: 3h 30min LOCAL: Dependêncis do Hotel Tropicl Tmbú - João Pesso/PB Sito à Av. Almirnte Tmndré, 229 (083) JULGAMENTO DE PROCESSOS ADMINISTRATIVOS. 0 - Processo-COFECI nº 575/2005. Recte: JOÃO BATISTA DE ARRUDA. Recdo: COFECI Processo-COFECI nº 276/2007. Recte: EDUARDO TADEU LUSVARGHI BAGGIO. Recdo: CRECI 2ª Região/SP Processo-COFECI nº 233/2006. Origem: CRECI 2ª Região/SP. Assunto: Solicit homologção de cncelmento de inscrição com nisti de débitos concedido o C.I. MIGUEL CORO- NATO NETTO-CRECI 27786, portdor de doenç grve (osteoporose lombr) neurism ort bdominl, insuficiênci crdíc gud Processo-COFECI nº 239/2006. Origem: CRECI 2ª Região/SP. Assunto: Solicit homologção de cncelmento de inscrição com nisti de débitos concedido o C.I. ERNESTO MARTINS-CRECI 25370, portdor de problems crônicos n colun vertebrl Processo-COFECI nº 732/2006. Origem: CRECI 2ª Região/SP. Assunto: Solicit homologção de cncelmento de inscrição com nisti de débitos concedido o C.I. ANTONIO SÉRGIO MARIN GIUS- TI-CRECI 3582, portdor de doenç grve e penúri (pulineoropti de fibrs finis) Processo-COFECI nº 737/2006. Origem: CRE- CI 2ª Região/SP. Assunto: Solicit homologção de cncelmento de inscrição com nisti de débitos concedido o C.I. FLÁVIO PAULO DA CUNHA BRITO-CRECI 8745, portdor de doenç grve (osteomilite) Processo-COFECI nº 746/2006. Origem: CRECI 2ª Região/SP. Assunto: Solicit homologção de cncelmento de inscrição com nisti de débitos concedido o C.I. DÉCIO ZUCARO- CRECI 2043, portdor de doenç grve (dificuldde de locomoção devido enfermidde nos membros inferiores) Processo-CO-

77 <!ID > Nº 76, qurt-feir, 2 de setembro de 2007 ISSN FECI nº 748/2006. Origem: CRECI 2ª Região/SP. Assunto: Solicit homologção de cncelmento de inscrição com nisti de débitos concedido C.I. IORILDES OLIVEIRA NASCIMENTO-CRECI 59703, fce problems de súde (neurológico, espondilodiscrtrose, ruptur no menisco, escobliose etc) Processo-COFECI nº 75/2006. Origem: CRECI 2ª Região/SP. Assunto: Solicit homologção de cncelmento de inscrição com nisti de débitos concedido o C.I JOSIAS BALTAZAR SABOIA-CRECI 7445, portdor de doençs grves (AVC, isquemi, portdor de enfisem pulmonr, tuberculose e suspeit de câncer no pulmão). 0 - Processo-COFECI nº 89/2006. Origem: CRECI 2ª Região/SP. Assunto: Solicit homologção de cncelmento de inscrição com nisti de débitos concedido C.I. MARIA LYDIA PERRONI DE SOUZA FAUSTINO- CRECI 928, fce problems de súde (A.V.C). - Processo- COFECI nº 820/2006. Origem: CRECI 2ª Região/SP. Assunto: Solicit homologção de cncelmento de inscrição com nisti de débitos concedido o C.I. MÁRIO RIBEIRO-CRECI 28878, fce problems de súde: isquemi cerebrl, colun e hipertensão. 2 - Processo-COFECI nº 82/2006. Origem: CRECI 2ª Região/SP. Assunto: Solicit homologção de cncelmento de inscrição com nisti de débitos concedido C.I. NELCI TEIXEIRA SILVA DE GUI- DE-CRECI 4324, portdor de doençs grves (hipertensão rteril sistêmic de long dt, dibetes mellitus). 3 - Processo-COFECI nº 822/2006. Origem: CRECI 2ª Região/SP. Assunto: Solicit homologção de cncelmento de inscrição com nisti de débitos concedido o RAFAEL MAURO NETO-CRECI 48282, fce problems de súde: hipertensão, seqüels de AVC. 4 - Processo-COFECI nº 823/2006. Origem: CRECI 2ª Região/SP. Assunto: Solicit homologção de cncelmento de inscrição com nisti de débitos concedido o C.I. BENEDITO PEREIRA RAMOS-CRECI 46225, problems de súde: crdíco, ngin pectoris, osteoporose no joelho e problems n próstt. 5 - Processo-COFECI nº 824/2006. Origem: CRECI 2ª Região/SP. Assunto: Solicit homologção de cncelmento de inscrição com nisti de débitos concedido C.I. SUMIKO NAKAGAWA ONODERA-CRECI 30722, portdor de doençs grves (osteoporose n colun cervicl, dibetes, hipertensão e lbirintite). 6 - Processo-COFECI nº 825/2006. Origem: CRECI 2ª Região/SP. Assunto: Solicit homologção de cncelmento de inscrição com nisti de débitos concedido o C.I. JOSÉ CONSTANTE-CRECI 9370, problems de súde: dibetes, crdíco e problems n próstt. 7 - Processo-COFECI nº 827/2006. Origem: CRECI 2ª Região/SP. Assunto: Solicit homologção de cncelmento de inscrição com nisti de débitos concedido o C.I. JOSÉ CUSTÓDIO RO- DRIGUES LIMA-CRECI 3782, fce problems de súde: cirurgi de implntção de prótese de omero. 8 - Processo-COFECI nº 90/2006. Origem: CRECI 2ª Região/SP. Assunto: Solicit homologção de cncelmento de inscrição com nisti de débitos concedido o C.I. CID COSTACURTA-CRECI 2483, fce problems de súde: troc de válvul ortic, sinusite crônic e hérni de disco. JOÃO TEODORO DA SILVA Presidente do Conselho CONSELHO FEDERAL DE FARMÁCIA ACÓRDÃOS DE 30 DE SETEMBRO DE A Processo Administrtivo nº 552/2004. Requerente: CON- SELHO REGIONAL DE FARMÁCIA DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO - CRF/ES. Requerido: CONSELHO FEDERAL DE FAR- MÁCIA. Reltor: COMISSÃO DE TOMADA DE CONTAS. Ement: Prestção de Conts do Exercício de APROVAÇÃO COM RESSALVAS. Visto, reltdo e discutido o presente uto, cordm os Conselheiros do Conselho Federl de Frmáci, por unnimidde de votos, APROVAR COM RESSALVAS A PRESTAÇÃO DE CON- TAS DO CRF/ES DO EXERCÍCIO DE 2003, nos termos do Reltório d Comissão de Tomd de Conts do CFF e d Decisão do Plenário, que é integrnte d At d Sessão, que fz prte deste julgdo Processo Administrtivo nº 553/2004. Requerente: CON- SELHO REGIONAL DE FARMÁCIA DO ESTADO DE GOIÁS - CRF/GO. Requerido: CONSELHO FEDERAL DE FARMÁCIA. Reltor: COMISSÃO DE TOMADA DE CONTAS. Ement: Prestção de Conts do Exercício de APROVAÇÃO COM RESSALVAS. Visto, reltdo e discutido o presente uto, cordm os Conselheiros do Conselho Federl de Frmáci, por unnimidde de votos, APRO- VAR COM RESSALVAS A PRESTAÇÃO DE CONTAS DO CRF/GO DO EXERCÍCIO DE 2003, nos termos do Reltório d Comissão de Tomd de Conts do CFF e d Decisão do Plenário, que é integrnte d At d Sessão, que fz prte deste julgdo Processo Administrtivo nº 555/2004. Requerente: CON- SELHO REGIONAL DE FARMÁCIA DO ESTADO DE MINAS GERAIS - CRF/MG. Requerido: CONSELHO FEDERAL DE FAR- MÁCIA. Reltor: COMISSÃO DE TOMADA DE CONTAS. Ement: Prestção de Conts do Exercício de APROVAÇÃO. Visto, reltdo e discutido o presente uto, cordm os Conselheiros do Conselho Federl de Frmáci, por unnimidde de votos, APRO- VAR A PRESTAÇÃO DE CONTAS DO CRF/MG DO EXERCÍCIO DE 2003, nos termos do Reltório d Comissão de Tomd de Conts do CFF e d Decisão do Plenário, que é integrnte d At d Sessão, que fz prte deste julgdo Processo Administrtivo nº 556/2004. Requerente: CON- SELHO REGIONAL DE FARMÁCIA DO ESTADO DO MATO GROSSO DO SUL - CRF/MS. Requerido: CONSELHO FEDERAL DE FARMÁCIA. Reltor: COMISSÃO DE TOMADA DE CONTAS. Ement: Prestção de Conts do Exercício de APROVAÇÃO COM RESSALVAS. Visto, reltdo e discutido o presente uto, cordm os Conselheiros do Conselho Federl de Frmáci, por unnimidde de votos, APROVAR COM RESSALVAS A PRESTAÇÃO DE CONTAS DO CRF/MS DO EXERCÍCIO DE 2003, nos termos do Reltório d Comissão de Tomd de Conts do CFF e d Decisão do Plenário, que é integrnte d At d Sessão, que fz prte deste julgdo Processo Administrtivo nº 559/2004. Requerente: CON- SELHO REGIONAL DE FARMÁCIA DO ESTADO DA PARAÍBA - CRF/PB. Requerido: CONSELHO FEDERAL DE FARMÁCIA. Reltor: COMISSÃO DE TOMADA DE CONTAS. Ement: Prestção de Conts do Exercício de APROVAÇÃO COM RES- SALVAS. Visto, reltdo e discutido o presente uto, cordm os Conselheiros do Conselho Federl de Frmáci, por unnimidde de votos, APROVAR COM RESSALVAS A PRESTAÇÃO DE CON- TAS DO CRF/PB DO EXERCÍCIO DE 2003, nos termos do Reltório d Comissão de Tomd de Conts do CFF e d Decisão do Plenário, que é integrnte d At d Sessão, que fz prte deste julgdo Processo Administrtivo nº 562/2004. Requerente: CON- SELHO REGIONAL DE FARMÁCIA DO ESTADO DO PARANÁ - CRF/PR. Requerido: CONSELHO FEDERAL DE FARMÁCIA. Reltor: COMISSÃO DE TOMADA DE CONTAS. Ement: Prestção de Conts do Exercício de APROVAÇÃO COM RESSALVAS. Visto, reltdo e discutido o presente uto, cordm os Conselheiros do Conselho Federl de Frmáci, por unnimidde de votos, APRO- VAR COM RESSALVAS A PRESTAÇÃO DE CONTAS DO CRF/PR DO EXERCÍCIO DE 2003, nos termos do Reltório d Comissão de Tomd de Conts do CFF e d Decisão do Plenário, que é integrnte d At d Sessão, que fz prte deste julgdo Processo Administrtivo nº 564/2004. Requerente: CON- SELHO REGIONAL DE FARMÁCIA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO - CRF/RJ. Requerido: CONSELHO FEDERAL DE FAR- MÁCIA. Reltor: COMISSÃO DE TOMADA DE CONTAS. Ement: Prestção de Conts do Exercício de APROVAÇÃO. Visto, reltdo e discutido o presente uto, cordm os Conselheiros do Conselho Federl de Frmáci, por unnimidde de votos, APRO- VAR A PRESTAÇÃO DE CONTAS DO CRF/RJ DO EXERCÍCIO DE 2003, nos termos do Reltório d Comissão de Tomd de Conts do CFF e d Decisão do Plenário, que é integrnte d At d Sessão, que fz prte deste julgdo Processo Administrtivo nº 566/2004. Requerente: CON- SELHO REGIONAL DE FARMÁCIA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL - CRF/RS. Requerido: CONSELHO FEDERAL DE FARMÁCIA. Reltor: COMISSÃO DE TOMADA DE CONTAS. Ement: Prestção de Conts do Exercício de APROVAÇÃO COM RESSALVAS. Visto, reltdo e discutido o presente uto, cordm os Conselheiros do Conselho Federl de Frmáci, por unnimidde de votos, APROVAR COM RESSALVAS A PRESTAÇÃO DE CONTAS DO CRF/RS DO EXERCÍCIO DE 2003, nos termos do Reltório d Comissão de Tomd de Conts do CFF e d Decisão do Plenário, que é integrnte d At d Sessão, que fz prte deste julgdo..60. Processo Administrtivo nº 567/2004. Requerente: CON- SELHO REGIONAL DE FARMÁCIA DO ESTADO DE SANTA CATARINA - CRF/SC. Requerido: CONSELHO FEDERAL DE FARMÁCIA. Reltor: COMISSÃO DE TOMADA DE CONTAS. Ement: Prestção de Conts do Exercício de APROVAÇÃO COM RESSALVAS. Visto, reltdo e discutido o presente uto, cordm os Conselheiros do Conselho Federl de Frmáci, por unnimidde de votos, APROVAR COM RESSALVAS A PRESTAÇÃO DE CONTAS DO CRF/SC DO EXERCÍCIO DE 2003, nos termos do Reltório d Comissão de Tomd de Conts do CFF e d Decisão do Plenário, que é integrnte d At d Sessão, que fz prte deste julgdo..6. Processo Administrtivo nº 569/2004. Requerente: CON- SELHO REGIONAL DE FARMÁCIA DO ESTADO DE SÃO PAU- LO - CRF/SP. Requerido: CONSELHO FEDERAL DE FARMÁCIA. Reltor: COMISSÃO DE TOMADA DE CONTAS. Ement: Prestção de Conts do Exercício de APROVAÇÃO. Visto, reltdo e discutido o presente uto, cordm os Conselheiros do Conselho Federl de Frmáci, por unnimidde de votos, APROVAR A PRES- TAÇÃO DE CONTAS DO CRF/SP DO EXERCÍCIO DE 2003, nos termos do Reltório d Comissão de Tomd de Conts do CFF e d Decisão do Plenário, que é integrnte d At d Sessão, que fz prte deste julgdo. ACÓRDÃOS DE 27 DE ABRIL DE Processo Administrtivo nº 549/2004. Requerente: CON- SELHO REGIONAL DE FARMÁCIA DO ESTADO DA BAHIA - CRF/BA. Requerido: CONSELHO FEDERAL DE FARMÁCIA. Reltor: COMISSÃO DE TOMADA DE CONTAS. Ement: Prestção de Conts do Exercício de APROVAÇÃO COM RESSALVAS. Visto, reltdo e discutido o presente uto, cordm os Conselheiros do Conselho Federl de Frmáci, por unnimidde de votos, APRO- VAR COM RESSALVAS A PRESTAÇÃO DE CONTAS DO CRF/BA DO EXERCÍCIO DE 2003, nos termos do Reltório d Comissão de Tomd de Conts do CFF e d Decisão do Plenário, que é integrnte d At d Sessão, que fz prte deste julgdo..63. Processo Administrtivo nº 920/2005. Requerente: CON- SELHO REGIONAL DE FARMÁCIA DO ESTADO DO CEARÁ - CRF/CE. Requerido: CONSELHO FEDERAL DE FARMÁCIA. Reltor: COMISSÃO DE TOMADA DE CONTAS. Ement: Prestção de Conts do Exercício de APROVAÇÃO COM RESSALVAS. Visto, reltdo e discutido o presente uto, cordm os Conselheiros do Conselho Federl de Frmáci, por unnimidde de votos, APRO- VAR COM RESSALVAS A PRESTAÇÃO DE CONTAS DO CRF/CE DO EXERCÍCIO DE 2004, nos termos do Reltório d Comissão de Tomd de Conts do CFF e d Decisão do Plenário, que é integrnte d At d Sessão, que fz prte deste julgdo..64. Processo Administrtivo nº 587/2005. Requerente: CON- SELHO REGIONAL DE FARMÁCIA DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO - CRF/ES. Requerido: CONSELHO FEDERAL DE FAR- MÁCIA. Reltor: COMISSÃO DE TOMADA DE CONTAS. Ement: Prestção de Conts do Exercício de APROVAÇÃO COM RESSALVAS. Visto, reltdo e discutido o presente uto, cordm os Conselheiros do Conselho Federl de Frmáci, por unnimidde de votos, APROVAR COM RESSALVAS A PRESTAÇÃO DE CON- TAS DO CRF/ES DO EXERCÍCIO DE 2004, nos termos do Reltório d Comissão de Tomd de Conts do CFF e d Decisão do Plenário, que é integrnte d At d Sessão, que fz prte deste julgdo..65. Processo Administrtivo nº 94/2005. Requerente: CON- SELHO REGIONAL DE FARMÁCIA DO ESTADO DO MATO GROSSO - CRF/MT. Requerido: CONSELHO FEDERAL DE FAR- MÁCIA. Reltor: COMISSÃO DE TOMADA DE CONTAS. Ement: Prestção de Conts do Exercício de APROVAÇÃO COM RESSALVAS. Visto, reltdo e discutido o presente uto, cordm os Conselheiros do Conselho Federl de Frmáci, por unnimidde de votos, APROVAR COM RESSALVAS A PRESTAÇÃO DE CON- TAS DO CRF/MT DO EXERCÍCIO DE 2004, nos termos do Reltório d Comissão de Tomd de Conts do CFF e d Decisão do Plenário, que é integrnte d At d Sessão, que fz prte deste julgdo..66. Processo Administrtivo nº 5840/2005. Requerente: CON- SELHO REGIONAL DE FARMÁCIA DO ESTADO DA PARAÍBA - CRF/PB. Requerido: CONSELHO FEDERAL DE FARMÁCIA. Reltor: COMISSÃO DE TOMADA DE CONTAS. Ement: Prestção de Conts do Exercício de APROVAÇÃO COM RES- SALVAS. Visto, reltdo e discutido o presente uto, cordm os Conselheiros do Conselho Federl de Frmáci, por unnimidde de votos, APROVAR COM RESSALVAS A PRESTAÇÃO DE CON- TAS DO CRF/PB DO EXERCÍCIO DE 2004, nos termos do Reltório d Comissão de Tomd de Conts do CFF e d Decisão do Plenário, que é integrnte d At d Sessão, que fz prte deste julgdo.

78 78 ISSN Nº 76, qurt-feir, 2 de setembro de Processo Administrtivo nº 595/2005. Requerente: CON- SELHO REGIONAL DE FARMÁCIA DO ESTADO DO PIAUÍ - CRF/PI. Requerido: CONSELHO FEDERAL DE FARMÁCIA. Reltor: COMISSÃO DE TOMADA DE CONTAS. Ement: Prestção de Conts do Exercício de APROVAÇÃO COM RESSALVAS. Visto, reltdo e discutido o presente uto, cordm os Conselheiros do Conselho Federl de Frmáci, por unnimidde de votos, APRO- VAR COM RESSALVAS A PRESTAÇÃO DE CONTAS DO CRF/PI DO EXERCÍCIO DE 2004, nos termos do Reltório d Comissão de Tomd de Conts do CFF e d Decisão do Plenário, que é integrnte d At d Sessão, que fz prte deste julgdo..68. Processo Administrtivo nº 696/2005. Requerente: CON- SELHO REGIONAL DE FARMÁCIA DO ESTADO DE RONDÔ- NIA/ACRE - CRF/RO-AC. Requerido: CONSELHO FEDERAL DE FARMÁCIA. Reltor: COMISSÃO DE TOMADA DE CONTAS. Ement: Prestção de Conts do Exercício de APROVAÇÃO COM RESSALVAS. Visto, reltdo e discutido o presente uto, cordm os Conselheiros do Conselho Federl de Frmáci, por unnimidde de votos, APROVAR COM RESSALVAS A PRESTAÇÃO DE CONTAS DO CRF/RO-AC DO EXERCÍCIO DE 2004, nos termos do Reltório d Comissão de Tomd de Conts do CFF e d Decisão do Plenário, que é integrnte d At d Sessão, que fz prte deste julgdo..69. Processo Administrtivo nº 598/2005. Requerente: CON- SELHO REGIONAL DE FARMÁCIA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE - CRF/RN. Requerido: CONSELHO FEDE- RAL DE FARMÁCIA. Reltor: COMISSÃO DE TOMADA DE CONTAS. Ement: Prestção de Conts do Exercício de APROVAÇÃO COM RESSALVAS. Visto, reltdo e discutido o presente uto, cordm os Conselheiros do Conselho Federl de Frmáci, por unnimidde de votos, APROVAR COM RESSALVAS A PRESTAÇÃO DE CONTAS DO CRF/RN DO EXERCÍCIO DE 2004, nos termos do Reltório d Comissão de Tomd de Conts do CFF e d Decisão do Plenário, que é integrnte d At d Sessão, que fz prte deste julgdo Processo Administrtivo nº 839/2005. Requerente: CON- SELHO REGIONAL DE FARMÁCIA DO ESTADO DE SÃO PAU- LO - CRF/SP. Requerido: CONSELHO FEDERAL DE FARMÁCIA. Reltor: COMISSÃO DE TOMADA DE CONTAS. Ement: Prestção de Conts do Exercício de APROVAÇÃO. Visto, reltdo e discutido o presente uto, cordm os Conselheiros do Conselho Federl de Frmáci, por unnimidde de votos, APROVAR A PRES- TAÇÃO DE CONTAS DO CRF/SP DO EXERCÍCIO DE 2004, nos termos do Reltório d Comissão de Tomd de Conts do CFF e d Decisão do Plenário, que é integrnte d At d Sessão, que fz prte deste julgdo. JALDO DE SOUZA SANTOS Presidente do Conselho <!ID > PAUTA DE JULGAMENTOS DE DE SETEMBRO DE 2007 O Presidente do Conselho Federl de Frmáci, no exercício ds tribuições que lhe são conferids pel Lei nº 3.820/60, determin inclusão dos seguintes processos pr julgmento n Sessão Plenári dos dis 25 e 26 de setembro de 2007 ou em sessões ulteriores, prtir ds 9:00 hors, relizr-se à sede dest Autrqui Federl, no SBS - Qudr - Lote 29-8º ndr - Edifício Segurdors - Brsíli/DF, intimndo s prtes e os Advogdos leglmente constituídos nos utos, qundo for o cso, que poderão promover sustentção orl: PROCESSO Nº: 48/ CRF/CFF RECORRENTE: ÁLVARO STARLING FREITAS RELATORA: CÉLIA MACHADO GERVÁSIO CHAVES RECORRIDO: CRF-MG ADVOGADO(os)(s): CLEIDE FRANCISCO DE CARVA- LHO OAB/MG / ADRIANA MARIA DA COSTA OAB/MG PROCESSO Nº: 562/ CRF/CFF RECORRENTE: LÁZARO WEIDER LIMA DE SOUZA E GLEICE CÉSAR FERREIRA RELATOR: JORGE ANTÔNIO PITON NASCIMENTO RECORRIDO: CRF-GO ADVOGADO(os)(s): MÁRIA DE FÁTIMA OLIVEIRA OAB/GO Nº PROCESSO Nº: 563/ CRF/CFF RECORRENTE: FLÁVIO EDUARDO MOREIRA MARIA- NO RELATOR: JORGE ANTÔNIO PITON NASCIMENTO RECORRIDO: CRF-GO ADVOGADO(os)(s): FLÁVIO C. DA SILVA OAB/GO Nº 494 PROCESSO Nº: 44/ CRF/CFF RECORRENTE: GILNEI SOARES MARTINEZ RELATOR: JORGE CAVALCANTI OLIVEIRA RECORRIDO: CRF-RS ADVOGADO(os)(s): BEATRIZ FRANÇA PAZ LAMEGO OAB Nº 45.98/ CARLOS EDUARDO PINTO LAMEGO OAB Nº PROCESSO Nº: 56/ CRF/CFF RECORRENTE: ROVENA ZAIRA MICHEL MINGHELLI M A RT I N S RELATORA: LENIRA DA SILVA COSTA RECORRIDO: CRF-RS ADVOGADO(os)(s): ROSÂNGELA NOBLE GARCIA OAB/RS PROCESSO Nº: 46/ CRF/CFF RECORRENTE: MARISTER RIGON RELATOR: MARCO AURÉLIO SCHRAMM RIBEIRO RECORRIDO: CRF-RS ADVOGADO(os)(s): LIANA MARIA PREHN ZAVASCKI OAB/RS 8.73/ LILIANA MARIA PREHN ZAVASCKI OAB/RS / FRANCISCO PREHN ZAVASCKI OAB/RS PROCESSO Nº: 47/ CRF/CFF RECORRENTE: MARISTER RIGON RELATOR: MARCO AURÉLIO SCHRAMM RIBEIRO RECORRIDO: CRF-RS ADVOGADO(os)(s): LIANA MARIA PREHN ZAVASCKI OAB/RS 8.73/ LILIANA MARIA PREHN ZAVASCKI OAB/RS / FRANCISCO PREHN ZAVASCKI OAB/RS PROCESSO Nº: 45/ CRF/CFF RECORRENTE: DANIELA CAZAUBON SOARES MAR- TINEZ RELATOR: RONALDO COSTA RECORRIDO: CRF-RS ADVOGADO(os)(s): BEATRIZ FRANÇA PAZ LAMEGO OAB Nº 45.98/ CARLOS EDUARDO PINTO LAMEGO OAB Nº JALDO DE SOUZA SANTOS Presidente do Conselho <!ID > CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA VETERINÁRIA RESOLUÇÃO Nº 860, DE 5 DE AGOSTO DE 2007 Alter dispositivos ds Resoluções que especific e dá outrs providêncis. O CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA VETERINÁ- RIA - CFMV, no uso d tribuição que lhe confere líne 'f' do rtigo 6 d Lei nº 5.57/68, resolve: Art. º Acrescentr º e 2º o rtigo 6 d Resolução CFMV nº 749, de 7 de outubro de 2003, com s seguintes redções: " º O profissionl em débito poderá prticipr d eleição como cndidto, desde que requeir o prcelmento té 20 (cento e vinte) dis ntes d dt do registro de cndidtur d chp". " 2º O profissionl em débito que não requerer o prcelmento no przo estbelecido no º deste rtigo ou que estiver em trso com um ou mis prcels só poderá prticipr d eleição com comprovção d quitção totl do débito té o último di pr registro de cndidtur". Art. 2º Acrescentr 3º e lterr redção do cput do rtigo 4º d Resolução CFMV nº 856, de 30 de mrço de 2007, que pssm vigorr com s seguintes redções: "Art. 4º As Turms, órgãos ordinários de deliberção, no totl de 02 (dus), compor-se-ão de 04 (qutro) Conselheiros Efetivos, sendo Primeir presidid pelo Vice-Presidente e Segund pelo Tesoureiro, competindo-lhes julgr em gru de recurso s seguintes mtéris:" " 3º O Secretário-Gerl substituirá os Presidentes ds Turms em sus flts ou impedimentos". Art. 3º Alterr redção do inciso III do rtigo 20 d Resolução nº 856, de 30 de mrço de 2007, que pss vigorr com seguinte redção: "III - receber, precir e decidir sobre os requerimentos de registro de cndidturs dos membros d diretori, conselheiros efetivos e suplentes, podendo inclusive rejeitr, de ofício, qundo demonstrd flt de condição de elegibilidde e/ou incidir inelegibilidde, podendo promover diligênci qundo entender necessário;" Art. 4º Alterr redção do º e crescentr os 4º, 5º, 6º e 7º o rtigo 24 d Resolução CFMV nº 856, de 30 de mrço de 2007, que pssm vigorr com s seguintes redções: " º O requerimento de registro de cndidtur de chp deve consignr o nome dos cndidtos à Diretori Executiv com seus respectivos crgos, nomint dos Conselheiros Efetivos e Suplentes e o número de inscrição no Sistem CFMV/CRMVs, lém de ser instruído com os seguintes documentos: I - termo de quiescênci em integrr chp; II - cópi d crteir profissionl; III - certidão ds Vrs Criminis e Cíveis, Estdul e Federl, do domicílio do cndidto, com przo não superior 30 (trint) dis d emissão, slvo se n própri certidão constr vlidde com przo superior; IV - certidão negtiv de débitos junto o Sistem CFMV/CRMVs, com przo não superior 30 (trint) dis d emissão; V - certidão de pleno gozo de direitos profissionis emitid pelo CRMV em que possuir inscrição com przo não superior 30 (trint) dis d emissão; VI - declrção de que seu endereço se encontr tulizdo no cdstro do CRMV em que possuir inscrição principl; VII - comprovnte de licenç de crgo ou função de que trt o 2º, rtigo 26, dest Resolução, qundo for o cso." " 4º Os documentos elencdos nos incisos I, II, III, IV, V e VII do º deste rtigo deverão ser presentdos por todos os componentes d chp e o inciso VI somente pelo cndidto Presidente." " 5º Findo o przo pr registro de cndidturs de chps não será dmitid complementção ou substituição de documentos." " 6º Será indeferido o registro de cndidtur de tod chp ind que somente um de seus membros não preench os requisitos de elegibilidde ou não presente os documentos exigidos dentro do przo pr registro de cndidtur." " 7º O pedido de desistênci de cndidtur de integrnte de chp pós o deferimento do registro pel Comissão Eleitorl Federl não prejudicrá o registro d chp, desde que respeitdo o quórum mínimo estbelecido no rt. 3 d Lei n 5.57/68, sendo vedd substituição do desistente." Art. 5º Alterr redção do cput do rtigo 27 d Resolução CFMV nº 856, de 30 de mrço de 2007, que pss vigorr com seguinte redção: "Art. 27. Encerrdo o przo pr registro de cndidtur d chp, o Presidente d Comissão Eleitorl Federl deverá proferir decisão e encminhr respectiv relção o Secretário-Gerl do CFMV no przo de 03 (três) dis úteis." Art. 6º Est Resolução entr em vigor n dt de su publicção no D.O.U., revogds s disposições em contrário. BENEDITO FORTES DE ARRUDA Presidente do Conselho EDUARDO LUIZ SILVA COSTA Secretário-Gerl <!ID > CONSELHO REGIONAL DE ECONOMIA 0ª REGIÃO RESOLUÇÃO Nº 9, DE 5 DE SETEMBRO DE 2007 Define o Regime de votção pr s eleições direts do Corecon/MG e fix s instruções geris pr Relizção ds Eleições pr Presidente e Vice-Presidente, Delegdo-Eleitor, Conselheiro Federl suplente e membros do Conselho Regionl de Economi e seus respectivos suplentes. O PRESIDENTE DO CONSELHO REGIONAL DE ECO- NOMIA - 0ª REGIÃO - MG, usndo de sus tribuições legis, constntes d Lei nº.4ll/5, Decreto nº de7 de novembro de 952 e Regimento Interno, rt.6, líne "" ; e CONSIDERANDO necessidde de dr continuidde o processo eleitorl direto, nos termos do rtigo 6º, d Lei n 6.537, de , Lei nº.4/5, Decreto nº 3.794/52 e de cordo com o Cpítulo 6.4 (Procedimentos Eleitoris) d Consolidção d Regulmentção Profissionl do Economist; CONSIDERANDO que o Conselho Federl de Economi determinou que sej definido, trvés de Resolução de cd órgão regionl, qul regime de votção ser dotdo pr o processo eleitorl de 2007/2008 pelo sistem de eleição diret; resolve: Art. º - Adotr o regime de votção presencil pr eleição diret pr os crgos de Presidente, Vice-Presidente e Conselheiro Federl suplente, Delegdo-Eleitor junto o Cofecon e renovção do terço dos Conselheiros Regionis e seus respectivos suplentes, n form ds instruções regulmentds n Consolidção d Legislção d Profissão de Economist. Art. 2º - Fic provdo o regulmento que regerá s eleições, o qul segue nexo est Resolução. Art. 3º - Fic estbelecido o di 3 de outubro de 2007 como dt em que se procederá s eleições n modlidde presencil, nos termos do nexo I, dest Resolução. Art.4º - Est resolução entr em vigor nest dt. FLAVIO ANTONIO REIS DO VALLE ANEXO I NORMAS GERAIS DO PROCESSO ELEITORAL DO PROCESSO DE VOTAÇÃO Art. º. A eleição pr os crgos previstos nest Resolução será feit d seguinte form:i. No que se refere à eleição presencil, o economist poderá votr dentro do horário de 09 às 8 hors do di 3 de outubro de 2007;II. A purção dos votos presenciis será efetud no di 3 de outubro de 2007, pós o encerrmento do horário de votção presencil. Art. 2º. Em cumprimento determinção do COFECON e em virtude dos przos legis serem cumpridos, ficrm invibilizdos os votos por correspondênci ns eleições de 2007, dinte d impossibilidde de se cumprir todos os przos e procedimentos eleitoris. Prágrfo Único - Fic estbelecido pr s eleições de 2007 somente o voto presencil, n sede do CORECON-MG. DISPOSIÇÕES FINAIS. Art.3º. Todos os procedimentos e norms referentes à eleição té o resultdo serão divulgdos no site: ssim como list dos votntes. Art.4º. Após o encerrmento ds eleições, serão fixdos no Qudro de Avisos do CORECON-MG, pelo przo de 07 (sete) dis, o resultdo e list dos economists votntes no processo eleitorl. Art.5º Os csos não previstos nest Resolução serão soluciondos pel comissão eleitorl em consonânci com legislção em vigor. ANEXO II DOS DELEGADOS REGIONAIS Art. º Não hverá eleição pr os crgos de Delegdos Regionis no Conselho Regionl de Economi de Mins Geris, em Art. 2º N hipótese de vcânci de crgo de Delegdo Regionl que vier ocorrer té respectiv eleição, este será preenchido trvés d indicção de um dos economists registrdos, pelo Presidente do Corecon-MG, indicção ess que será submetid provção dos conselheiros em reunião plenári, por voto d miori simples dos presentes. FLAVIO ANTONIO REIS DO VALLE

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