Introdução ao LabVIEW para Robótica
|
|
|
- Alessandra Araújo Barroso
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Introdução ao LabVIEW para Robótica 2
2 O que faremos? LabVIEW NI Robotics Starter Kit Estudo de Caso Exercicios 3
3 Ambiente Gráfico de Programação LabVIEW Fácil. Poderoso. Aberto. Faça medições de modo FÁCIL com qualquer placa, instrumento ou barramento Permite usuários desenvolver PODEROSAS soluções com a tecnologia PC tradicional Integração de ferramentas externas e tecnologias com uma plataforma ABERTA 12
4 LabVIEW é uma linguagem de programação Programação gráfica Tipos de dados Estruturas (loops, case, event handling) Funções Padrões (Armazenameto I/O) Reuso de código externo Compila para código de máquina Multithreading automático 13
5 LabVIEW é um Ambiente de Desenvolvimento Ferramentas de depuração Assistentes Funçoes Configuráveis Fácil desenvolvimente da IU Ferramentas de engenharia de software Ferramentas de desempenho 14
6 LabVIEW Inclui bibliotecas Análise In-line e off-line e controle Processamento de sinal Análise e filtros Matemática Complexa Controle PID/Fuzzy Visão Movimento 20
7 NI Robotics Starter Kit Controladora NI Single-Board RIO Módulos LabVIEW Robotics, LabVIEW Real- Time e LabVIEW FPGA Sensor ultra-sônico, encoders, motores, bateria e carregador inclusos 27
8 Plataforma NI Single-Board RIO Processador Real-Time FPGA E/S Digital E/S Analog Outros Mod E/S
9 Programação Real-Time 29
10 LabVIEW Project Executa VI s em múltiplos targets My Computer Single-Board RIO (Processador Real-Time) Single-Board RIO (FPGA) 30
11 Estruturas de controle de execução While Loop Executa até atingir condição de parada For Loop Executa N vezes Permite que a mesma parte do código execute múltiplas vezes Condições de saída diferentes para cada um 31
12 Estruturas Timed Loop Multi-taxa Dinâmico Prioridade Configurável Período = 100 ms, Acquisição = 50 ms, Tempo de espera = 50 ms LabVIEW executa tarefas de baixa prioridade durante o tempo de espera. 32
13 Interface com o FPGA Carrega e executa o VI de FPGA da Single-Board RIO Ler e escrever dados para o VI de FPGA Finaliza a comunicação com o VI de FPGA 34
14 Programação FPGA 35
15 O que é um FPGA? O que é Matriz de portas programáveis Chip de silício com portas desconectadas Usuário pode definir e redefinir como funciona Como funciona Comportamento definido em software Compila e carrega o código em hardware Hardware executa o código 36
16 Exemplo Simplificado de FPGA Implementing Logic on FPGA: F = {(A+B)CD} E E F LabVIEW FPGA Code A B C D 37
17 Exemplo Simplificado de FPGA E F A B C D Z W X Y 38
18 Importância de sistema FPGA Alta confiabilidade Projetos tornam-se circuitos personalizados Alto determinismo Executa código de forma deterministica a taxas inferiores a 25 ns (mais rápido em muitos casos) Paralelismo real Executa tarefas em paralelo e pipelining Reconfigurável Cria novas ou altera tarefas existentes 39
19 Juntando tudo 40
20 Resumo da plataforma robótica NI Pensa Varre o sensor ultra-sônico Gera Histograma de Vetor de Campo (VFH) Identifica Analisa Histograma de Vetor de Campo Desvia de obstáculos Age 41
21 Histograma de Vetor de Campo (VFH) Função pronta em LabVIEW Constrói um mapa da área visível pelo sensor Determina a maior área que não ocupada Determinar se existe regiões de risco robô 42
22 Módulo LabVIEW Robotics IP para sensoriamento, navegação, controle de movimento e mais Ambiente de programação gráfico de alto-nível Execução em hardware Real-Time e FPGA Conectividade a sensores e atuadores mais comuns no mercado Ferramentas que integram à linguagem de programação estruturada Exemplos de aplicações do mundo real 43
23 46
24 Desafio urbano DARPA Percorrer de maneira autonôma 97Km dentro de um ambiente urbano Respeitar todas as leis de trânsito Com segurança passar por obstáculos e barreiras De maneira segura atuar com outros veículos, tripulados ou não, quando em estacionamentos ou paradas Odin 3º Lugar Virginia Tech Desenvolvido com LabVIEW e CompactRIO 47
25 Mais informações sobre ferramentas NI para robótica ni.com/robotics ni.com/code/robotics ni.com/labview ou (11)
Introdução ao módulo LabVIEW FPGA
Introdução ao módulo LabVIEW FPGA Guilherme Yamamoto Engenheiro de Marketing de Produto Tecnologia FPGA Blocos de E/S Acesso direto às E/S digitais e analógicas. Interconexões programáveis Roteamento de
Desenvolvendo aplicações com LabVIEW FPGA. Rogério Rodrigues Engenheiro de Marketing Técnico Marcos Cardoso Engenheiro de Vendas
Desenvolvendo aplicações com LabVIEW FPGA Rogério Rodrigues Engenheiro de Marketing Técnico Marcos Cardoso Engenheiro de Vendas Agenda O que são FPGAs e por que eles são úteis? Programando FPGAs Hardware
Seja um Guru de Aquisição de Dados. Renan Azevedo Engenheiro de Produto de Teste e Medição Américas National Instruments
Seja um Guru de Aquisição de Dados Renan Azevedo Engenheiro de Produto de Teste e Medição Américas National Instruments On-demand Dia 06/10/2015 Às 10h Agenda Dia 06/10/2015 Às 14h Dia 07/10/2015 Às 10h
Desenvolvendo Sistemas de Aquisição, Análise e Apresentação de Dados com LabVIEW
Desenvolvendo Sistemas de Aquisição, Análise e Apresentação de Dados com LabVIEW Jailton Dias Engenheiro de Aplicação de Campo National Instruments Brazil Agenda Introdução à Instrumentação Virtual e a
Menores dimensões físicas e maior flexibilidade: Introdução ao mais recente Target Embarcado System on Module
1 Menores dimensões físicas e maior flexibilidade: Introdução ao mais recente Target Embarcado System on Module Marcela Trindade Engenheiro de Vendas National Instruments System on Module (SOM) sbrio-9651
Sistemas Digitais: Introdução
Universidade Federal do Rio Grande do Norte Departamento de Engenharia de Computação e Automação Sistemas Digitais: Introdução DCA0119 Sistemas Digitais Heitor Medeiros Florencio 1 Objetivo: Projetar Sistemas
Vantagens da arquitetura LabVIEW RIO para aplicações de controle de movimento
1 Vantagens da arquitetura LabVIEW RIO para aplicações de controle de movimento Rodrigo Schneiater Engenheiro de Vendas National Instruments Telles Soares Engenheiro de Sistemas National Instruments O
National Instruments. Aerospace & Defense Day ni.com
National Instruments Aerospace & Defense Day 2013 Desenvolva aplicações de medição, teste e controle com maior produtividade Descubra quais são as novidades da National Instruments André Pereira Gerente
ESTUDO DA TRANSFERÊNCIA AUTOMÁTICA DE DADOS PARA UM ROBÔ MÓVEL NA PLATAFORMA LEGO MINDSTORMS
CAMPUS DISTRITO ESTUDO DA TRANSFERÊNCIA AUTOMÁTICA DE DADOS PARA UM ROBÔ MÓVEL NA PLATAFORMA LEGO MINDSTORMS OBJETIVOS Objetivo Geral Luan Leonardo Vieira de Moraes 1 Prof. Dr. José Pinheiro de Queiroz
Descritivo Combo 4 (Conjunto de 4 kits Modelix Marte Plus)
Aspectos Gerais do Produto: Descritivo Combo 4 (Conjunto de 4 kits Modelix Marte Plus) A Modelix Robotics oferece neste kit a maneira mais fácil e econômica para que a escola implante robótica. Ele permite
Introdução ao NI LabVIEW. ni.com/portugal
Introdução ao NI LabVIEW Seminário Prático- Sessão de 60 min Agenda Breve introdução ao LabVIEWa Aquisição de Dados com o LabVIEW Interface com o Utilizador Controlo da Execução de Programas Exercícios
Periféricos possuem características diferentes. Periféricos são mais lentos que UCP e Memória Necessita-se de módulos de Entrada/Saída
Periféricos possuem características diferentes Geram diferentes quantidades de dados Em velocidades diferentes Em formatos diferentes Periféricos são mais lentos que UCP e Memória Necessita-se de módulos
National Instruments Soluções com projeto gráfico de sistemas para teste, medição e sistemas embarcados
Agenda Breve introdução sobre a National Instruments Introdução ao LabVIEW Fundamentos de aquisição de dados Introdução ao uso do CompactDAQ Construa um sistema DAQ Exercícios: construindo um equalizador
Novas Funcionalidades do LabVIEW 8.6. CompactRIO. André Oliveira Engenheiro de Vendas Alexandre Dias Engenheiro de Vendas
Novas Funcionalidades do LabVIEW 8.6 para controle em tempo real para o CompactRIO André Oliveira Engenheiro de Vendas Alexandre Dias Engenheiro de Vendas Arquitetura Embarcada do NI CompactRIO Processador
Algoritmos Computacionais
UNIDADE 1 Processador e instruções Memórias Dispositivos de Entrada e Saída Software ARQUITETURA BÁSICA UCP Unidade central de processamento MEM Memória E/S Dispositivos de entrada e saída UCP UNIDADE
ü Na década de 1920 os dispositivos mecânicos foram substituídos pelos relés; ü O uso da lógica de relés dificultava modificações do processo;
O que são? CLP - CONTROLADOR LÓGICO PROGRAMÁVEL ü O CLP é um computador industrial, capaz de implementar funções de controle (sequência lógica, contagem e temporização), operações lógicas e aritméticas,
Comparação entre Arduino, FPGA, ASIC e SoC
Comparação entre Arduino, FPGA, ASIC e SoC Prof. Odilson Tadeu Valle Instituto Federal de Santa Catarina IFSC Campus São José [email protected] 1/22 Conteúdo programático 1 Arduino 2 FPGA 3 ASIC 4 SoC
Hardware Livre Arduino. Givanaldo Rocha de Souza
Hardware Livre Arduino Givanaldo Rocha de Souza http://docente.ifrn.edu.br/givanaldorocha Tópicos Hardware Livre Sistemas Embarcados Microcontroladores Plataforma Arduino Introdução Exemplos Cubieboard
Dispositivos de Entrada e Saída
Departamento de Ciência da Computação - UFF Dispositivos de Entrada e Saída Profa. Débora Christina Muchaluat Saade [email protected] Problemas com Entrada e Saída ü Periféricos possuem características
FPGA & VHDL. Tutorial
FPGA & VHDL Tutorial 2009-2 FPGA FieldProgrammableGateArray Dispositivo lógico contendo uma matriz de: Células lógicas genéricas Configuráveis ( programadas ) para desempenhar uma função simples Chaves
de HIL utilizando componentes de mercado
Descubra como criar soluções padronizadas de HIL utilizando componentes de mercado para aplicações aeroespaciais Victor Hirata Gerente de Contas Sênior National Instruments A explosão de dispositivos inteligentes
Você acha que não precisa de um FPGA? Pense melhor!
Você acha que não precisa de um FPGA? Pense melhor! Objetivos de hoje Definir e explicar os FPGAs Desmistificar os conceitos incorretos mais comuns sobre os FPGAs Compreender a melhor e mais intuitiva
FPGA & VHDL. Tutorial Aula 1. Computação Digital
FPGA & VHDL Tutorial Aula 1 Computação Digital FPGA Field Programmable Gate Array Dispositivo lógico contendo uma matriz de: Células lógicas genéricas Configuráveis ( programáveis ) para desempenhar uma
GERENCIAMENTO DE PROJETOS - 20h - EaD
GERENCIAMENTO DE PROJETOS - 20h - EaD Apresentação de gerência de projetos; metodologia de gerência de projetos - ciclo da vida da gestão de projetos; análise de riscos e medidas gerenciais derivadas;
Aula 11. Dispositivos Lógicos Programáveis. SEL Sistemas Digitais. Prof. Dr. Marcelo Andrade da Costa Vieira
Aula 11 Dispositivos Lógicos Programáveis SEL 0414 - Sistemas Digitais Prof. Dr. Marcelo Andrade da Costa Vieira 1. Características Gerais l PLD Programmable Logical Device; l Agrupa um grande número de
Simples ou so sticado: você decide
Controlar e monitorar as variáveis do sistema de automação predial e dos sistemas de AVAC-R e as interpretar convenientemente, tomando decisões instantâneas e adequadas, são algumas funções básicas dos
Programa Analítico de Disciplina SIN252 Arquitetura de Computadores
0 Programa Analítico de Disciplina Campus Rio Paranaíba - Campus Rio Paranaíba Número de créditos: Teóricas Práticas Total Duração em semanas: 15 Carga horária semanal 0 Períodos - oferecimento: II Carga
DESENVOLVIMENTO DE UM ROBÔ AUTÔNOMO PARA PARTICIPAÇÃO EM COMPETIÇÃO DE SUMÔ RESUMO
DESENVOLVIMENTO DE UM ROBÔ AUTÔNOMO PARA PARTICIPAÇÃO EM COMPETIÇÃO DE SUMÔ Darlan Felipe Klotz 1 ; Mauro André Pagliosa 2 RESUMO Robôs autônomos estão sendo empregados em diversas tarefas onde para o
Kit didático para controle de velocidade e posição de um motor de corrente contínua
https://eventos.utfpr.edu.br//sicite/sicite2017/index Kit didático para controle de velocidade e posição de um motor de corrente contínua RESUMO Marcos Antonio Ribeiro da Silva [email protected]
Aula 1. Introdução à programação. Prof. Dr. Bruno Honda
Aula 1 Introdução à programação Prof. Dr. Bruno Honda Programação de Computadores Programação de computadores sem lab! Aprendizado de lógica de programação Objetivo: despertar a curiosidade e pensamento
Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas. Sistemas Operacionais (SOP A2)
Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Sistemas Operacionais (SOP A2) Conceitos de Hardware e Software Referências: Arquitetura de Sistemas Operacionais. F. B. Machado, L. P. Maia. Editora
Placa Eletrônica para Robôs Móveis
Projeto de iniciação científica Placa Eletrônica para Robôs Móveis Orientador: Flavio Tonidandel Departamento: Engenharia Elétrica Candidato: Luiz Roberto Alves Pereira N FEI: 11.206.231-0 Início: Fevereiro
TÓPICOS DE INTRODUÇÃO AO LABVIEW E SUA APLICAÇÃO NA ROBÓTICA MÓVEL
TÓPICOS DE INTRODUÇÃO AO LABVIEW E SUA APLICAÇÃO NA ROBÓTICA MÓVEL Proponente: Gabriela Lígia Reis Instituição: Universidade Federal de São João del-rei. E-mail: [email protected] Área Temática:
Técnicas avançadas para controle de motor e análise de combustão
Técnicas avançadas para controle de motor e análise de combustão Rodrigo Schneiater Engenheiro de Vendas da National Instruments Componentes do software da ECU Serviços de diagnóstico padrão Algoritmo
Co-simulação gráfica. André Pereira Gerente de Marketing Técnico. ni.com
Co-simulação gráfica André Pereira Gerente de Marketing Técnico A revolução da energia digital Meça(Entenda o problema) Adquira Analise Apresente Implemente Prototipe Melhore(Crie soluções) Projete 2 NI
PMR3507 Fábrica digital
LSA Laboratório de Sistemas de Automação www.pmrlsa.poli.usp.br PMR3507 Fábrica digital Cyber Physical System Escola Politécnica da Universidade de São Paulo Departamento de Engenharia Mecatrônica e de
PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO DO TÉCNICO EM MECATRÔNICA
PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO DO TÉCNICO EM MECATRÔNICA Competências Profissionais Competência Geral: Implementar e manter máquinas e equipamentos automatizados, bem como atuar no desenvolvimento de
UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO CURSO: CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO 9º PERÍODO. Profª Danielle Casillo
UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO CURSO: CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO 9º PERÍODO Profª Danielle Casillo Ambiente de software desenvolvido para a programação, configuração, depuração e documentação de programas
Sistemas Operacionais
Sistemas Operacionais CAP 2: Conceitos de Hardware e Software Prof. MSc. Diego R. Moraes [email protected] Download de todo conteúdo da disciplina https://sites.google.com/site/diegorafaelmoraes/downloads
Problemas com Entrada e Saída
Problemas com Entrada e Saída Periféricos possuem características diferentes Geram diferentes quantidades de dados Em velocidades diferentes Em formatos diferentes Periféricos são mais lentos que UCP e
INTRODUÇÃO AO ARDUINO DUE, CANAL DIGITAL, FUNÇÃO DELAY
INTRODUÇÃO AO ARDUINO DUE, CANAL DIGITAL, FUNÇÃO DELAY INTRODUÇÃO A Plataforma Arduino é considerada plataforma aberta, ou seja, qualquer pessoa pode efetuar uma melhoria em um código, biblioteca e disponibilizá-la
II SATEC 2ª Semana de Atualização Técnica
II SATEC 2ª Semana de Atualização Técnica Padrão de desenvolvimento para prototipagem rápida em projetos de sistemas de controle utilizando a plataforma de prototipagem eletrônica Arduino. Jun. 10-14,
Robô Móvel Colaborativo
Lançamento Modernize seu processo produtivo Robô Móvel Colaborativo O Robô Móvel Colaborativo da Omron é um Veículo Autônomo Inteligente (AIV) projetado para aumentar a produtividade em processos industriais
PSI3441 Arquitetura de Sistemas Embarcados
PSI3441 Arquitetura de Sistemas Embarcados Prof. Sergio Takeo Kofuji ([email protected]) Prof. Gustavo Pamplona Rehder ([email protected]) Prof. Antonio Carlos Seabra ([email protected]) 2017 Aula 01 Introdução
PROJETO LÓGICO DE COMPUTADORES Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar
- Aula 1 - O NÍVEL DA LÓGICA DIGITAL 1. INTRODUÇÃO Na parte inferior da hierarquia da figura abaixo encontramos o nível da lógica digital, o verdadeiro hardware do computador. Este nível situa-se na fronteira
Capítulo13 Arquiteturas de Dispositivos Lógicos Programáveis Pearson. Todos os direitos reservados.
Capítulo13 Arquiteturas de Dispositivos Lógicos Programáveis slide 1 Temas abordados nesse capítulo: - Descrever as diferentes categorias de dispositivos de sistemas digitais. - Descrever os diferentes
Capitulo 3 O Aparato Experimental
Capitulo 3 O Aparato Experimental O presente capítulo tem como objetivo, descrever a RTC construída no Laboratório de Engenharia Química do Centro Universitário da FEI, contemplando a instrumentação, as
Studio 5000 Automation Engineering & Design Environment Melhore a produtividade através de um desenvolvimento simplificado do sistema
Studio 5000 Automation Engineering & Design Environment Melhore a produtividade através de um desenvolvimento simplificado do sistema Características gerais O ambiente Studio 5000 combina elementos de
Profª Danielle Casillo
UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO CURSO: CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO Automação e Controle CLP ezap900 e Ambiente de programação SPDSW Profª Danielle Casillo Kit Didático ezap900 É um módulo didático baseado
INTRODUÇÃO À ARQUITETURA E ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES. Função e Estrutura. Introdução Organização e Arquitetura. Organização e Arquitetura
Introdução Organização e Arquitetura INTRODUÇÃO À ARQUITETURA E ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES Eduardo Max Amaro Amaral Arquitetura são os atributos visíveis ao programador. Conjunto de instruções, número
DSP Builder - Altera. MO801 - Tópicos em Arquitetura e Hardware. Michele Tamberlini 05/2006
DSP Builder - Altera MO801 - Tópicos em Arquitetura e Hardware Michele Tamberlini 05/2006 DSP Builder Roteiro Introdução Funcionalidades MegaCore MATLAB / SIMULINK SOPC Builder Bibliotecas Introdução Algoritmos
Circuitos Lógicos. Prof. Odilson Tadeu Valle
Introdução Circuitos Lógicos Prof. Odilson Tadeu Valle Instituto Federal de Santa Catarina IFSC Campus São José [email protected] 1/44 Sumário 1 Introdução 2 Analógico Versus Digital 3 Bits, Bytes e
Carla Koike Depto. Ciências da Computação UnB
Robótica Modular Reconfigurável Carla Koike Depto. Ciências da Computação UnB Definição Robôs compostos de um grande número de módulos repetidos que podem organizar suas conexões e formar uma grande variedade
INTRODUÇÃO À TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO ORGANIZAÇÃO COMPUTACIONAL
INTRODUÇÃO À TECNOLOGIA DA ORGANIZAÇÃO COMPUTACIONAL PROFESSOR CARLOS MUNIZ ORGANIZAÇÃO DE UM COMPUTADOR TÍPICO Memória: Armazena dados e programas Processador (CPU - Central Processing Unit): Executa
Tópicos Avançados em Sistemas Computacionais: Infraestrutura de Hardware Aula 02
Tópicos Avançados em Sistemas Computacionais: Infraestrutura de Hardware Aula 02 Prof. Max Santana Rolemberg Farias [email protected] Colegiado de Engenharia de Computação POR QUE APRENDER CONCEITOS
Seminário Técnico sobre Sistemas para Teste, Controle e Automação na Indústria Automotiva
Seminário Técnico sobre Sistemas para Teste, Controle e Automação na Indústria Automotiva Marcos Cardoso Gerente de Negócios Luciano Borges Engenheiro de Vendas 1 Agenda Sobre a National Instruments Graphical
Hardware Reconfigurável
Universidade Federal do Rio Grande do Norte Departamento de Engenharia de Computação e Automação Hardware Reconfigurável DCA0119 Sistemas Digitais Heitor Medeiros Florencio Tópicos Alternativas de projeto
Faça rapidamente o protótipo de uma unidade de controle eletrônica (ECU) com a Drivven
Faça rapidamente o protótipo de uma unidade de controle eletrônica (ECU) com a Drivven Rodrigo Schneiater Engenheiro de Vendas National Instruments Sistemas de controle estão em todos os lugares 2 O iremos
ORGANIZAÇÃO E ARQUITETURA DE COMPUTADORES I AULA 02: INTRODUÇÃO
ORGANIZAÇÃO E ARQUITETURA DE COMPUTADORES I AULA 02: INTRODUÇÃO Prof. Max Santana Rolemberg Farias [email protected] Colegiado de Engenharia de Computação DO QUE É COMPOSTO UM SISTEMA COMPUTACIONAL?
Identifique os defeitos no início do desenvolvimento com um teste HIL escalável
Identifique os defeitos no início do desenvolvimento com um teste HIL escalável Gabriel Ferreira Engenheiro de vendas - National Instruments Desenvolvimento do software embarcado Projeto Teste físico K
Simplifique a complexidade do sistema
1 2 Simplifique a complexidade do sistema Com o novo controlador de alto desempenho CompactRIO Rodrigo Schneiater Engenheiro de Vendas National Instruments Leonardo Lemes Engenheiro de Sistemas National
Controladores Lógicos Programáveis (CLP) Disciplina: TAIE4
(CLP) Disciplina: TAIE4 Profº. Fernando Barros Rodrigues 1 Um Controlador Lógico Programável (CLP) é um dispositivo eletrônico que possui memória programável para armazenar instruções e executar funções
SISTEMA DE TREINAMENTO EM ROBÓTICA MODELO: ED-7255
SISTEMA DE TREINAMENTO EM ROBÓTICA MODELO: CARACTERÍSTICAS Interface USB Consiste em uma garra e 5 eixos verticais multi articulados. Sensor de Posição LVDT Tipo-Absoluto para cada eixo e não exige nenhum
Automação Servoconversor SCA06 Servomotor SWA. Motores Automação Energia Transmissão & Distribuição Tintas
Automação Servoconversor SCA06 Servomotor SWA Motores Automação Energia Transmissão & Distribuição Tintas Servoconversor SCA06 ALTA PERFORMANCE NO CONTROLE DE SERVOMOTORES O SCA06 é um servoconversor de
PMR5229 Projeto de Sistemas Mecatrônicos com Microprocessadores. Prof. Jun Okamoto Jr. sala ES-05 Tel:
PMR5229 Projeto de Sistemas Mecatrônicos com Microprocessadores Prof. Jun Okamoto Jr. sala ES-05 Tel: 3091-5516 E-mail: [email protected] Sistemas Mecatrônicos? Não Sistemas Mecatrônicos? Sim mas não interessam
PCS-2529 Introdução aos Processadores. Prof. Dr. Paulo Sérgio Cugnasca
PCS-2529 Introdução aos Processadores Prof. Dr. Paulo Sérgio Cugnasca 1 2 Existem 4 esquemas diferentes de E/S possíveis, cada um se aplicando em uma determinada situação. E/S Programada. E/S Acionada
Introdução à Programação Aula 01. Prof. Max Santana Rolemberg Farias Colegiado de Engenharia de Computação
Introdução à Programação Aula 01 Prof. Max Santana Rolemberg Farias [email protected] Colegiado de Engenharia de Computação QUAL O OBJETIVO DA DISCIPLINA? Objetivo Tornar vocês (alunos) capazes
DESENVOLVIMENTO DE UM ROBÔ AUTÔNOMO PARA PARTICIPAÇÃO EM COMPETIÇÃO DE SUMÔ
DESENVOLVIMENTO DE UM ROBÔ AUTÔNOMO PARA PARTICIPAÇÃO EM COMPETIÇÃO DE SUMÔ Darlan Klotz 1, Marcus Eduardo Deckert 1, Mauro André Pagliosa 2 1. Aluno do IFC Câmpus Luzerna, curso Técnico em Automação Industrial.
Projeto Gráfico de Sistemas. Tecnologias e Aplicações na Indústria Pesquisa e Ensino
Projeto Gráfico de Sistemas Tecnologias e Aplicações na Indústria Pesquisa e Ensino Arnaldo Clemente André Oliveira Perfil Líderes em Medição e Automação Baseados em PC Longa história de crescimento e
TECNOLOGIA EDUCACIONAL
TECNOLOGIA EDUCACIONAL CONJUNTO PARA ESTUDO DE CONTROLADORES LÓGICOS PROGRAMÁVEIS E IHM Características Gerais Composto por hardware, software e sistema de aprendizagem tecnológica de sistemas automatizados
Integração avançada entre sistemas de movimento e visão
Integração avançada entre sistemas de movimento e visão Marcelo Costa Engenheiro de Vendas Telles Soares Engenheiro de Campo Agenda Benefícios da integração Tipos de integração e exemplos MOVIMENTO VISÃO
Computadores e Programação (DCC/UFRJ)
Computadores e Programação (DCC/UFRJ) Aula 3: 1 2 3 Abstrações do Sistema Operacional Memória virtual Abstração que dá a cada processo a ilusão de que ele possui uso exclusivo da memória principal Todo
Por Sergio Genilson Pfleger PLATAFORMA ROBÓTICA GENÉRICA BASEADA EM ARDUINO.
Por Sergio Genilson Pfleger PLATAFORMA ROBÓTICA GENÉRICA BASEADA EM ARDUINO. PROBLEMÁTICA: Plataforma Robótica que satisfaça requisitos desejados Problema Asimo - Honda SOLUÇÕES Utilizar o que está disponível
Introdução à robótica
Núcleo de Robótica e Sistemas Cibernéticos Ensino pesquisa e extensão em robótica educacional e cibernética. Introdução à robótica Objetivo da aula 7: Entender o funcionamento de um controlador ou processador
Dispositivos de Lógica Programável
Dispositivos de Lógica Programável Evolução Válvula no início de 1940 Transistor em 1947 Não aquece como as válvulas Fisicamente menor 1961 primeiro integrado TTL 74LSXX Década de 1970 surge SPLD Simple
Sistemas Operacionais. Interrupção e Exceção
Sistemas Operacionais Interrupção e Exceção Interrupção e Exceção Durante a execução de um programa podem ocorrer alguns eventos inesperados, ocasionando um desvio forçado no seu fluxo de execução. Estes
Alguns clientes automotivos NI
Alguns clientes s NI Ciclo de Desenvolvimento O Diagrama em V Coleta de Requisitos Teste do Sistema Completo Projeto Teste de Integração Prototipagem Rápida Validação do Produto Implementação Projeto Controle
