RÓTULO A IDENTIDADE DO ALIMENTO PROGRAMA DE ROTULAGEM
|
|
|
- Sofia Borba Arruda
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 RÓTULO A IDENTIDADE DO ALIMENTO PROGRAMA DE ROTULAGEM
2 O RÓTULO É A IDENTIDADE DO ALIMENTO A rotulagem iden fica o produto, a sua quan dade, a sua origem e o seu responsável. A colocação do rótulo é uma exigência legal que deve ser cumprida pelos fornecedores de alimentos na produção, no atacado, no varejo e no serviço de alimentação. É um direito do consumidor e a primeira garan a da segurança e da rastreabilidade do alimento. A cadeia de produção de frutas e hortaliças frescas é uma das únicas que ainda não obedecem às exigências legais de rotulagem. O rótulo deve conter: A iden ficação do responsável. Nome do Produtor: Endereço completo: Localização geográfica (voluntária); Inscrição Estadual: CNPJ: As informações sobre o produto. Nome: Variedade: Classificação: Data de embalamento: Lote: A quan dade do produto. Peso líquido: kg O produto pode ter um responsável, o produtor, o atacadista ou o beneficiador, ou o produto pode ter mais de um responsável indicado no rótulo. O rótulo pode conter, além das informações obrigatórias, outras informações como o número de frutos na caixa, o código de barras. Não existe uma ordem estabelecida para a colocação das informações no rótulo.
3 O rótulo pode ser um carimbo, uma e queta colada ou uma impressão na caixa. Deve ser legível e de fácil leitura. A fiscalização da iden ficação do responsável e do produto no rótulo é competência dos órgãos de Vigilância Sanitária federal, estadual e municipal. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento fiscaliza a rotulagem dos produtos vegetais com regulamentos técnicos de iden dade e qualidade. O peso líquido é exigido pelo INMETRO Ins tuto Nacional de Metrologia e fiscalizado pelo IPEM Ins tuto de Pesos e Medidas de cada estado. A indicação do peso líquido deve contrastar com a cor de fundo da embalagem e obedecer algumas regras: A altura mínima das letras e dos números que indicam o peso líquido é determinada pela quan dade do produto na embalagem e da área da vista principal da embalagem. A representação gráfica do símbolo de massa deve ser escrita: mg, g ou kg. A largura mínima da indicação quan ta va deve ser no mínimo 2/3 da altura do restante das letras e números. Peso em g Área da vista principal em cm2 Altura mínima em mm Largura mínima em mm Até 50 < 40 2,00 1,33 50 a 200 >= 40 < 170 3,00 2, a >= 170 a <650 4,00 2,66 > >= 650 a < ,00 4,00 >= ,00 6,66 Procure a sua associação e o seu sindicato. Eles são parceiros do Programa de Rotulagem da CEAGESP.
4 A CEAGESP ciente da importância da rotulagem na segurança do alimento e na modernização da comercialização das frutas e hortaliças frescas e das dificuldades enfrentadas pelos produtores e seus compradores na obediência à lei, lançou o Programa de Rotulagem. A adoção do rótulo é uma exigência muito pequena, indutora de grandes e importantes mudanças da produção ao consumo, como a melhoria da qualidade e da segurança do alimento, a melhoria do relacionamento comercial entre o produtor e o seu comprador, a maior par cipação do produtor no preço final do produto, a garan a de rastreabilidade, entre muitas outras grandes transformações tão necessárias à produção e comercialização de frutas e hortaliças frescas. Base legal da rotulagem Resolução CONMETRO n 11, de 12 de outubro de 1988 Regulamentação Metrológica. Portaria INMETRO n 157, de 19 de agosto de 2002, D.O.U. de 20/08/2002. Resolução ANVISA RDC n 259, de 20 de setembro de 2002, D.O.U. de 23/09/2002. Instrução Norma va Conjunta Nº 009, de 12 de Novembro de LEI N Embalagens de Hor fru colas "in natura" Município de São Paulo. Cada produtor, cada atacadista, cada varejista, cada restaurante responde pela obediência às exigências legais de rotulagem dentro do seu estabelecimento, devendo estar preparado para uma possível fiscalização e podendo ser punido pelos órgãos de fiscalização Vigilância Sanitária, IPEM, Ministério da Agricultura pela ausência ou preenchimento incorreto do rótulo.
5 Exemplos de Rótulos O rótulo é do produtor pessoa sica ou jurídica, que pode pertencer a uma coopera va ou indicar o seu representante. TOMATE Variedade: Pizzadoro Classe: 6 Categoria: I Nome do Produtor: Roberto Lycopersicon Junior IE: P /0003 CNPJ: Endereço: Si o das Vertentes Bairro dos Abreus Mogi Mirim SP CEP: Localização geográfica: 23 32'00.52"S 46 44'04.69"O Peso líquido: 20 kg Lote: ) ( 13) ( 3100) ( 10) 06 PIMENTÃO Variedade: Magali Classificação: A A A Nome do Produtor: Cinco Irmãos Ltda. CNPJ: IE: P Endereço: Si o das Palmeiras Bairro Areião Mogi Guaçu SP CEP: Localização geográfica: 23 32'00.52"S 46 44'04.69"O Peso líquido: 20 kg Lote: ( 01) ( 13) ( 3100) ( 10) 03
6 TOMATE Variedade: Netuno Classe: 5 Categoria: I Nome do Produtor: Roberto Lycopersicon Junior Inscrição de Produtor: P /0003 Endereço: Si o Barreiros Bairro Santo Antonio São José de Ubá RJ CEP: Peso líquido: 20 kg Localização geográfica: 23 32'00.52"S 46 44'04.69"O Lote: Nome do Representante: Irmãos Basílio CNPJ: Inscrição Estadual: Endereço: Av. Dr. Gastão Vidigal, 1946, V. Leopoldina São Paulo SP CEAGESP APC Box 1569 CEP: ( 01) ( 13) ( 3100) ( 10) 05 MANDIOQUINHA-SALSA Variedade: Senador Amaral Classificação: A A Coopera va de Produtores de Mandioquinha Produtor: 161 João Fonseca CNPJ: IE: Endereço: Bairro Pedra do Baú São Bento do Sapucaí SP CEP: Localização geográfica: 22 41'22.30"S 45 39'44.72"O Peso líquido: 10 kg Lote: ( 01) ( 13) ( 3100) ( 10) 08
7 O rótulo é do beneficiador com a iden ficação do produtor. Variedade: Asterix BATATA Classificação: Especial Máquina de Lavagem e Classificação Natalino CNPJ: IE: Endereço: Rodovia SP 215 km 36 Vargem Grande do Sul SP CEP: Localização geográfica:21 50'08.13"S 46º52'51.94'O Peso líquido: 25 kg Lote: Produtor: 41 Francisco Potatoes O rótulo é do atacadista, com produto adquirido do produtor. O atacadista pode colocar o seu nome, com ou sem a iden ficação do produtor. Variedade: Palmer Classe: 11 IRB Comercial Agrícola Ltda. CNPJ: IE: MANGA Endereço: Av. Dr. Gastão Vidigal, 1946, V. Leopoldina São Paulo SP CEP: CEAGESP MFE B Box 5800 Peso líquido: 6 kg Categoria: I Localização geográfica: 23 32'02.49"S 46 44'04.41"O Lote: Produtor: 41 Luiz da Silva 01) ( 13) ( 3100) ( 10) 03 01) ( 13) ( 3100) ( 10) 12
8 Apoio CEAGESP - Centro de Qualidade em Horticultura Fones: (11) / Fax.: (11) [email protected]
RÓTULO A IDENTIDADE DO ALIMENTO PROGRAMA DE ROTULAGEM
RÓTULO A IDENTIDADE DO ALIMENTO PROGRAMA DE ROTULAGEM O RÓTULO É A IDENTIDADE DO ALIMENTO O rótulo iden fica o produto, a sua quan dade, a sua origem e o seu responsável. A colocação do rótulo é uma exigência
Rastreabilidade e recall no mundo das frutas e hortaliças frescas
Rastreabilidade e recall no mundo das frutas e hortaliças frescas Anita de Souza Dias Gutierrez Centro de Qualidade, Pesquisa e Desenvolvimento da CEAGESP 24 de novembro de 2015 Frutas e hortaliças frescas
Programa de Rotulagem da CEAGESP
Programa de Rotulagem da CEAGESP O RÓTULO É A IDENTIDADE DO ALIMENTO O rótulo identifica o produto, a sua quantidade, a sua origem e o seu responsável. A colocação do rótulo é uma exigência da lei que
Programa de Rotulagem
Programa de Rotulagem O rótulo é a identidade do alimento O rótulo identifica o produto, a sua quantidade, a sua origem e o seu responsável. A colocação do rótulo é uma exigência da lei que deve ser cumprida
ORIENTAÇÕES SOBRE. ROTULAGEM Resolução SESA nº 748/2014
ORIENTAÇÕES SOBRE ROTULAGEM Resolução SESA nº 748/2014 ORIENTAÇÕES SOBRE ROTULAGEM Resolução SESA nº 748/2014 www.usualetiquetas.com.br APRESENTAÇÃO A rotulagem de frutas e hortaliças in natura foi tema
Rastreabilidade e Segurança Alimentar. Anita de Souza Dias Gutierrez Centro de Qualidade em Horticultura da CEAGESP
Rastreabilidade e Segurança Alimentar Anita de Souza Dias Gutierrez Centro de Qualidade em Horticultura da CEAGESP Algumas constatações O cumprimento das exigências legais é dever de cada cidadão.
publicação: D.O.U. - Diário Oficial da União; Poder Executivo, de 20 de agosto de 2002
título: Portaria nº 157, de 19 de agosto de 2002 ementa não oficial: Aprova o Regulamento Técnico Metrológico estabelecendo a forma de expressar o conteúdo líquido a ser utilizado nos produtos pré-medidos
Semana da Alimentação: CEAGESP Rotulagem e Segurança Alimentar Auditório Nélson Loda 25 de outubro de 2012 14 horas
Semana da Alimentação: CEAGESP Rotulagem e Segurança Alimentar Auditório Nélson Loda 25 de outubro de 2012 14 horas Subgerência de Alimentos Martha Virgínia Gewehr Machado Maria Cristina Junqueira de Castro
Rastreabilidadee Alimento Seguro. Anita de Souza Dias Gutierrez Centro de Qualidade em Horticultura da CEAGESP
Rastreabilidadee Alimento Seguro Anita de Souza Dias Gutierrez Centro de Qualidade em Horticultura da CEAGESP Algumas constatações O cumprimento das exigências legais édever de cada cidadão. Ninguém
CHECK LIST PARA AVALIAÇÃO DE ROTULAGEM DE ALIMENTOS EMBALADOS Identificação da empresa: Designação do produto: Marca: Nome fantasia ou complemento de marca: INFORMAÇÕES GERAIS OBRIGATÓRIAS Conforme 1.1
Comercialização de hortaliças
Comercialização de hortaliças Estimativa do consumo de hortaliças em países selecionados* Israel 1022 Itália 824 China 572 Austrália Bélgica Japão Dinamarca Finlândia 479 465 454 419 381 * Consumo: g/per
Curso de rotulagem geral de alimentos embalados. -5ºmódulo-
Curso de rotulagem geral de alimentos embalados -5ºmódulo- Legislação Resolução RDC nº 259/2002 ANVISA Portaria nº 157/2002 INMETRO Portaria nº 45/2003 INMETRO Portaria nº 153/2008 INMETRO Portaria nº
FATOS E TENDÊNCIAS ORIGEM DATAS DA IMPLEMENTAÇÃO DA ROTULAGEM FISCALIZAÇÃO INFORMAÇÕES OBRIGATÓRIAS DO RÓTULO ROTULAGEM NO VAREJO SITE CONCLUSÃO
PAUTA FATOS E TENDÊNCIAS ORIGEM DATAS DA IMPLEMENTAÇÃO DA ROTULAGEM FISCALIZAÇÃO INFORMAÇÕES OBRIGATÓRIAS DO RÓTULO ROTULAGEM NO VAREJO SITE CONCLUSÃO PAUTA FATOS E TENDÊNCIAS ORIGEM DATAS DA IMPLEMENTAÇÃO
INSTRUÇÃO NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº 1, DE 1º DE ABRIL DE 2004
Título: Instrução Normativa nº 1, de 01 de abril de 2004 Ementa não oficial: Ficam definido os procedimentos complementares para aplicação do Decreto n o 4.680, de 24 de abril de 2003, que dispõe sobre
Normas de classificação
Normas de classificação Situação atual 1ª Exigências legais do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento 2ª Adesão voluntária do Programa Brasileiro para a Modernização da Horticultura A lei
ROTULAGEM Resolução SESA nº 748/2014
ORIENTAÇÕES SOBRE ROTULAGEM Resolução SESA nº 748/2014 ORIENTAÇÕES SOBRE ROTULAGEM Resolução SESA nº 748/2014 Expediente: Textos: Elisangeles Souza e Marcos Andersen Revisão: Elisangeles Souza, Maria Silvia
Tipo 6 A MEDIDA DAS HORTALIÇAS. Boneca. Graúda. Caixa 2 Peso BONECA. gramas. Caixa 2. Graúda Média Miúda 1A 2A 3A. Tipo 12. Peso 12 cabeças.
18 cabeças Classe 5 1A 2A 3A TIPO 12 NOIVA A B C Diâmetro Tipo 6 A B C Tipo 8 quilograma Peso 12 cabeças Extra A Grama Primeira 3A 2A 1A NOIVA Tipo 8 EXTRA Tipo 8 B CAIXA 2 ESPECIAL Boneca 8 cabeças Peso
REGULAMENTO TÉCNICO MERCOSUL PARA EXPRESSAR A INDICAÇÃO QUANTITATIVA DO CONTEÚDO LÍQUIDO DOS PRODUTOS PRÉ-MEDIDOS
MERCOSUL/GMC/RES. Nº 22/02 REGULAMENTO TÉCNICO MERCOSUL PARA EXPRESSAR A INDICAÇÃO QUANTITATIVA DO CONTEÚDO LÍQUIDO DOS PRODUTOS PRÉ-MEDIDOS TENDO EM VISTA: O Tratado de Assunção, o Protocolo de Ouro Preto
Curso de rotulagem geral de alimentos embalados. -7ºmódulo-
Curso de rotulagem geral de alimentos embalados -7ºmódulo- Legislação Resolução RDC nº 259/2002 ANVISA Instrução Normativa nº 22/ 2005- MAPA Portaria nº 470/1999 - DNPM LOTE PRAZO DE VALIDADE DATA DE FABRICAÇÃO
Ministério da Saúde - MS Agência Nacional de Vigilância Sanitária - ANVISA. (Publicada em DOU nº 181, de 18 de setembro de 2003)
RESOLUÇÃO DE DIRETORIA COLEGIADA RDC Nº 252, DE 16 DE SETEMBRO DE 2003 (Publicada em DOU nº 181, de 18 de setembro de 2003) A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso da
DIRETORIA COLEGIADA RESOLUÇÃO-RDC No- 54, DE 10 DE DEZEMBRO DE 2013 DOU de 11/12/2013 Seção I págs. 76 e 77
DIRETORIA COLEGIADA RESOLUÇÃO-RDC No- 54, DE 10 DE DEZEMBRO DE 2013 DOU de 11/12/2013 Seção I págs. 76 e 77 Dispõe sobre a implantação do sistema nacional de controle de medicamentos e os mecanismos e
ANÁLISE DA ROTULAGEM NUTRICIONAL DE ALIMENTOS COMERCIALIZADOS NA CIDADE DE UBERLÂNDIA MG
ANÁLISE DA ROTULAGEM NUTRICIONAL DE ALIMENTOS COMERCIALIZADOS NA CIDADE DE UBERLÂNDIA MG Aline Alves Montenegro FREITAS (1)* ; Fernanda Barbosa Borges JARDIM (2) (1) Estudante, Instituto Federal do Triângulo
AVALIAÇÃO DE RÓTULOS DE DIFERENTES MARCAS DE LEITE EM PÓ INTEGRAL COMERCIALIZADOS NA CIDADE DE GARANHUNS - PE. Apresentação: Pôster
AVALIAÇÃO DE RÓTULOS DE DIFERENTES MARCAS DE LEITE EM PÓ INTEGRAL COMERCIALIZADOS NA CIDADE DE GARANHUNS - PE. Apresentação: Pôster Mirelly Costa da Silva 1 ; Ádilla Pereira D Ávila Souza 2 ; Juan Carlos
Autoridade de Segurança Alimentar e Económica
Autoridade de Segurança Alimentar e Económica UNO/DEPO Seminário Metrologia no Setor Alimentar FISCALIZAÇÃO EM METROLOGIA LEGAL OUTUBRO 2014 FISCALIZAÇÃO DO MERCADO FISCALIZAÇÃO DO MERCADO DEFINIÇÃO Conjunto
Comercialização de Folhosas na Visão do Mercado Atacadista. Engenheiro Agrônomo Paulo Roberto Ferrari Centro de Qualidade, Pesquisa & Desenvolvimento
Comercialização de Folhosas na Visão do Mercado Atacadista Engenheiro Agrônomo Paulo Roberto Ferrari Centro de Qualidade, Pesquisa & Desenvolvimento Volume comercializado ETSP de frutas, hortaliças, flores
Anita de Souza Dias Gutierrez Engenheira agrônoma Centro de Qualidade em Horticultura [email protected] 11 36433890/ 27
Anita de Souza Dias Gutierrez Engenheira agrônoma Centro de Qualidade em Horticultura [email protected] 11 36433890/ 27 Centro de Qualidade em Horticultura CEAGESP Construção e adoção de ferramentas
Codex Alimentarius. 5º módulo.
Codex Alimentarius 5º módulo CCAB Comitê do Codex Alimentarius do Brasil CCAB CCAB foi criado em 1980; Coordenação e a Secretaria Executiva responsabilidade do INMETRO; Ponto de Contato MRE. Membros do
Industria Legal e Segurança Alimentar. DIVISA Diretoria de Vigilância Sanitária e Ambiental do Estado da Bahia
Industria Legal e Segurança Alimentar DIVISA Diretoria de Vigilância Sanitária e Ambiental do Estado da Bahia Vigilância Sanitária Objetivo: prevenção e controle de RISCOS à saúde da população e proteção
Diário Oficial Imprensa Nacional.Nº 62 DOU 29/03/12 seção 1 - p.104
Diário Oficial Imprensa Nacional.Nº 62 DOU 29/03/12 seção 1 - p.104 REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL BRASÍLIA - DF MINISTÉRIO DA SAÚDE AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA RESOLUÇÃO - RDC Nº 21, DE 28
Figura 1. Fluxograma da rastreabilidade da cadeia produtiva de frutas e hortaliças.
Nº 02 - Outubro/2018 Informe Técnico Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo Departamento Econômico Rastreabilidade de frutas e hortaliças O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
Sistema de Classificação, Embalagem e Comercialização de Hortaliças. Prof. Dr. Paulo César Tavares de Melo
(2ª parte da aula) Sistema de Classificação, Embalagem e Comercialização de Hortaliças Prof. Dr. Paulo César Tavares de Melo ESALQ/USP Dept o de Produção Vegetal Classificação de hortaliças Classificação:
Portaria Inmetro/Dimel n.º 0074, de 03 de maio de 2012.
INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA INMETRO Portaria Inmetro/Dimel n.º 0074, de 03 de maio de 2012. O Diretor de Metrologia Legal do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia
Portaria n.º 269, de 05 de agosto de 2008.
Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL-INMETRO Portaria n.º 269, de 05 de agosto de 2008.
Curso de rotulagem geral de alimentos embalados. -6ºmódulo-
Curso de rotulagem geral de alimentos embalados -6ºmódulo- Legislação Resolução RDC nº 259/2002 ANVISA Resolução RDC nº 23/2000 - ANVISA Resolução RDC nº 278/2005 ANVISA RIISPOA artigo nº 833 É obrigatório
Portaria Inmetro /Dimel n.º 028, de 14 de fevereiro de 2017.
Serviço Público Federal MINISTÉRIO DA INDÚSTRIA, COMÉRCIO EXTERIOR E SERVIÇOS INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA- INMETRO Portaria Inmetro /Dimel n.º 028, de 14 de fevereiro de 2017.
EDITAL Nº 001/ Requisitos para inscrição de empreendedor de agroindústria Familiar
EDITAL Nº 001/2017 O Arranjo Produtivo Local de Agroindústrias Familiares do Vale do Taquari (APL AF VT) juntamente com a comissão realizadora da Suinofest 2017 e demais entidades que compõe a organização
Portaria Inmetro nº 149, de 24 de março de 2011.
Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL - INMETRO Portaria Inmetro nº 149, de 24
Comercialização do Tomate de Mesa no Entreposto Terminal de São Paulo
Comercialização do Tomate de Mesa no Entreposto Terminal de São Paulo Engenheiro Agrônomo Paulo Roberto Ferrari Centro de Qualidade, Pesquisa & Desenvolvimento Volume comercializado ETSP de frutas, hortaliças,
O produtor pergunta, a Embrapa responde
Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Embrapa Hortaliças Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento O produtor pergunta, a Embrapa responde Rita de Fátima Alves Luengo Adonai Gimenez Calbo
PROJETO DE VENDA - GRUPO INFORMAL - ANEXO III
PROJETO DE VENDA - GRUPO INFORMAL - ANEXO III ATENDIMENTO A CHAMADA PÚBLICA Nº 01/2017 - PNAE NOME DO PROPONENTE: ENDEREÇO: I - IDENTIFICAÇÃO DOS FORNECEDORES MUNICIPIO/UF: CPF: CEP: DDD/FONE: E-MAIL (SE
COLCHÕES E COLCHONETES DE ESPUMA FLEXÍVEL DE POLIURETANO. Portarias Inmetro nº 79/2011, nº 387/2011 e 386/2013 Códigos SGI e 3794
MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA- INMETRO Diretoria de Avaliação da Conformidade Dconf Divisão de Fiscalização
ANEXO I RELAÇÃO DE DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA REGISTRO DE ESTABELECIMENTO
ANEXO I RELAÇÃO DE DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA REGISTRO DE ESTABELECIMENTO 1. Registro de Estabelecimento com Inscrição no CNPJ, Exceto Aqueles Exclusivamente Importadores ou Exportadores: a. Solicitação
Secretaria Municipal de Saúde Diretoria de Vigilância à Saúde Vigilância Sanitária
LICENCIAMENTO DE ESTABELECIMENTOS QUE COMERCIALIZAM ARTIGOS DE CONVENIÊNCIA E PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS EM FARMÁCIAS E DROGARIAS - "DRUGSTORE" Dispositivo legal: Lei Federal 5991/73 alterada pela Lei 9069/95,
Padaria - elaboração de massas de pães salgados e doces, pães congelados atendendo à legislação vigente DANIELE LEAL
Padaria - elaboração de massas de pães salgados e doces, pães congelados atendendo à legislação vigente DANIELE LEAL Nutricionista. Mestre em ciência dos alimentos e especialista em qualidade. Consultora
IT INSTRUÇÃO DE TRABALHO COMBATE A FRAUDES DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL. Data de Vigência: 01/08/2016. Carla Fernanda Sandri Rafael Dal RI Segatto
0 IT INSTRUÇÃO DE TRABALHO COMBATE A FRAUDES DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL Páginas: 1 a 9 Código: 06 Data de Emissão: 01/07/2016 Data de Vigência: 01/08/2016 Próxima Revisão: Anual Versão n : 02 Elaborado
Fórum de Nutrição e Farmácia
Fórum de Nutrição e Farmácia Aproveitamento de Alimentos Anita de Souza Dias Gutierrez O Brasil no mundo Área 8 514 977 km 2-5º População - 211 255 944 5ª População urbana 181 681 112 4ª Crescimento da
ORIENTAÇÕES REFERENTES A INSTRUÇÃO NORMATIVA N 25/2012 PRODUTOS SUJEITOS A CONTROLE ESPECIAL (PRODUTOS CONTROLADOS)
ORIENTAÇÕES REFERENTES A INSTRUÇÃO NORMATIVA N 25/2012 PRODUTOS SUJEITOS A CONTROLE ESPECIAL (PRODUTOS CONTROLADOS) MÉDICO VETERINÁRIO Todo médico veterinário (MV) que prescrever ou adquirir produtos sujeitos
RESOLUÇÃO N 26, DE 02 DE JULHO DE 2015
RESOLUÇÃO N 26, DE 02 DE JULHO DE 2015 Dispõe sobre os requisitos para rotulagem obrigatória dos principais alimentos que causam alergias alimentares. A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância
Frutas Desidratadas. Iniciando um Pequeno Grande Negócio Agroindustrial. Série Agronegócios
Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Embrapa Agroindústria de Alimentos Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas Iniciando um
Termo de Responsabilidade Técnica
Termo de Responsabilidade Técnica Senhor Presidente do Conselho Regional de Química XVI Região, Conforme determina o artigo 350 do Decreto-lei nº 5.452/43 - C.L.T. e respeitadas a Resolução Ordinária nº
Portaria n.º 43/2008
Portaria n.º 43/2008 Dispõe sobre a documentação necessária para abertura de processos administrativos para solicitação, renovação e alteração de Licença Sanitária de farmácias e drogarias no Estado do
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO GABINETE DO MINISTRO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 5, DE 2 DE ABRIL DE 2012
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO GABINETE DO MINISTRO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 5, DE 2 DE ABRIL DE 2012 O MINISTRO DE ESTADO DA AGRICULTURA, PECUÁ- RIA E ABASTECIMENTO, no uso da atribuição
RELATÓRIO SUMÁRIO DO PROCESSO DE AUDITORIA DE CERTIFICAÇÃO DA CADEIA DE CUSTÓDIA
1 - OBJETIVO O Tecpar está disponibilizando este Relatório Sumário da Moura e Milani Industria e Comercio de Moveis Ltda. à sociedade para que emitam seus comentários e questionamentos. A divulgação tem
RESOLUÇÃO-RDC No- 59, DE 24 DE NOVEMBRO DE 2009
RESOLUÇÃO-RDC No- 59, DE 24 DE NOVEMBRO DE 2009 Dispõe sobre a implantação do Sistema Nacional de Controle de Medicamentos e definição dos mecanismos para rastreamento de medicamentos, por meio de tecnologia
