Tutorial QGIS Modelagem Numérica de Terreno
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- Pedro Lucas Fortunato Sabala
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1 Tutorial QGIS Modelagem Numérica de Terreno Sistemas de Informações Geográficas Engenharia de Agrimensura e Cartográfica 7º Período Alunos: Valter Antônio da Silva Thomas Lucas Ricardo Professor: Ângelo Marcos Santos Oliveira Inconfidentes-MG Maio de 2017
2 Aula 8 - Modelagem Numérica de Terreno O que é um MNT? A sigla MNT significa Modelo Numérico do Terreno, mas este tipo de dado também é conhecido como MDT (vindo do inglês Digital Terrain Model). Trata-se de uma representação matemática da distribuição espacial de uma determinada característica relacionada à uma superfície. Esta superfície é, em geral contínua. Quais as aplicações de um MNT? Dentre as diversas aplicações dos produtos de MNT, podemos destacar algumas vinculadas ao SIG: Armazenamento de dados de altimetria para gerar mapas topográficos; Análises de corte e aterro para projeto de estradas e barragens; Elaboração de mapas de declividade e exposição para apoio a análise de geomorfologia e erodibilidade; Análise de variáveis geofísicas e geoquímicas; Apresentação tridimensional (em combinação com outras variáveis); Predição e mapeamento de processos de salinização do solo em escala local, regional e subcontinental; Predição e mapeamento do risco de erosão do solo, em escala de bacias hidrográficas; Modelação e mapeamento espaço temporal do ciclo hidrológico sob diversos aspectos; Modelação e mapeamento da evapotranspiração; Classificação de paisagens; Predição e mapeamento da migração e acumulação de agentes poluentes. OBS: No processo de modelagem numérica de terreno podemos distinguir três fases; aquisição dos dados (através de importação ou edição de dados), geração de grades e elaboração de produtos representando as informações obtidas.
3 Importação dos arquivos dxf para o QGIS Para que isto ocorra é necessário transformar os dados isolinhas.dxf e pontos_cotados.dxf em shapefile seguindo as seguintes instruções: Importação de Dados Numéricos SPRING Ativar banco de dados Curso Ativar projeto Brasilia Editar >>> Plano de Informação Planos de Informação - Categorias Altimetria) - Nome: Amostra_Altimetria - Retângulo Envolvente... - X1: , Y1: ; - X2: , Y2: Importando Isolinhas: - Arquivo >>> Importar >>> Importar dados matriciais e vetoriais. Importação Isolinhas.dxf: Aba Dados: Entidade: Amostra (MNT); Unidade: Metros; Escala: Aba Saída: Categoria: Altimetria; PI: Amostra_Altimetria Importando pontos cotados: - Arquivo >>> Importar >>> Importar dados matriciais e vetoriais. Isolinhas.dxf: Aba Dados: Entidade: Amostra (MNT); Unidade: Metros; Escala: Aba Saída: Categoria: Altimetria; PI: Amostra_Altimetria Ativar: MOSAICO.
4 Ativar o PI Amostra_Altimetria. Exportar os arquivos para shapefile. Em exportar Dados externos Formato(shapefile) Salvar em uma pasta de sua escolha.
5 Criando um novo projeto no QGIS O primeiro passo é definir um novo projeto no QGis. Procure na área de trabalho do computador o ícone com o desenho do software QGIS e dê um duplo clique sobre este ícone. Com o programa já aberto, acesse o meu Projeto e clique na opção Novo. Em seguida acesse novamente Projeto, mas desta vez clique em Propriedades do Projeto, conforme ilustra a figura abaixo: Uma tela será exibida com várias opções para configuração do projeto:
6 Na aba SRC, clicar em Habilitar transformação SRC on the fly (OTF) Em filtro, digitar o nome do sistema de referência de coordenadas. Neste projeto usaremos o sistema SAD69 / UTM zone 23S.
7 Na aba Geral, no campo Título do projeto, dê o nome de Tutorial_QGis e em seguida clique no botão Aplicar, OK. Realizadas estas configurações, salve o projeto em uma pasta de sua escolha. Proximo passo será importar os arquivos Isolinhas e Pontos Cotados. Clique no ícone, localizado no canto superior esquerdo da tela. A seguinte janela abrirá: Ir em Buscar e Importar o arquivo os arquivos exportados do spring. Configurar sistema de referência para os dois de acordo com o sistema de referência escolhido para o projeto (SAD69 / UTM zone 23S).
8 A seguinte imagem será visualizada: Grades e Interpoladores As grades retangulares são geralmente utilizadas em aplicações qualitativas, ou seja, para visualização da superfície. Enquanto o modelo de grade irregular é utilizado quando se requer maior precisão na análise quantitativa dos dados. Os interpoladores de grade Retangular e Triangular, utilizados no SPRING para a geração de modelos numéricos de terreno, foram especificados de acordo com os tipos de dados de entrada, ou seja, amostras (pontos e isolinhas), grade retangular, ou triangular. Grade Triangular Os vértices do triângulo são geralmente os pontos amostrados da superfície. Esta modelagem considerando as arestas dos triângulos permite que as informações morfológicas importantes como as descontinuidades, representadas por feições lineares de relevo (cristas) e drenagem (vales), sejam consideradas durante a geração da grade triangular, possibilitando assim modelar a superfície do terreno preservando as feições geomórficas da superfície. Geração de Grade Triangular: Para podermos criar a grade triangular, primeiro devemos criar pontos regulares, entre os pontos cotados e as isolinhas, e para isso, faremos o seguinte: Vetor >>> Investigar >>> Pontos regulares.
9 Executar.
10 Este é o resultado. Agora devemos criar um buffer nas isolinhas para fazer com que os pontos cotados perto das isolinhas fossem encobertos e a isolinha assumisse aquele valor. Vetor >>> Geoprocessamento >>> Buffer de distância fixa. Este será o resutado: Agora, devemos unir este dois atributos para a geração da grade triangular, e para isso: Vetor >>> Gerenciar Dados >>> Unir atributos pela posição. Camada vetorial alvo: Pontos Regulares
11 Unir camada vetorial: Buffer. Predicato geométrico: Intercepta. Run. Este é o resultado de nossa união. Assim podemos executar a nossa grade triangular. Vetor>>> Geometria >>> Triangulação de Delaunay. Camada de entrada: Camada unida.
12 E temos nossa grade criada.
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