OS PRINCIPAIS ORÇAMENTOS

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1 OS PRINCIPAIS ORÇAMENTOS 1. Introdução Os orçamentos que podem ocorrer em um projeto durante sua vida útil serão apresentados a seguir. Portanto, é importante estabelecer, também, a determinação da vida útil e a determinação do tempo de maturação do investimento. 1.1 Determinação da vida útil do projeto Estabelecer o número de anos de vida útil do projeto. 1.2 Determinação do tempo de maturação do investimento Determinação do tempo para concluir a estrutura física. Sem a qual a empresa não entra em operação. 2. Fluxos de caixa mais importantes para elaboração do orçamento de capital 2.1 Investimento Inicial Obras civis; Instalações; Equipamentos; Máquinas; Móveis e utensílios; Computadores; Terrenos; Veículos; Luvas; Ponto Comercial; Despesas pré-operacionais: Treinamento; Alvará; Registro; Licença. 1

2 2.2 Receitas do Projeto Estimar financeiramente as receitas anuais e mensais. A projeção de vendas deve ser feita tendo como base à análise de mercado, a capacidade produtiva e a estratégia de marketing da empresa. Dessa forma, essa projeção será mais realista e terá maior probabilidade de ocorrer conforme o planejado. Constituir a projeção das vendas em unidades e valores de uma empresa para algum período futuro, baseado em tendências recentes das vendas, e ainda nas projeções das perspectivas econômicas do país, da região, do setor, e assim por diante, como também a curva de demanda do bem ou serviço prestado, a sazonalidade do bem. 2.3 Compras/Fornecedores/Matéria-Prima Estimar financeiramente as compras, fornecedores, matéria-prima anuais e mensais. Matéria-prima consumida; Compra de mercadoria com fornecedores; Compra de peças ou equipamentos consumidos no produto ou serviço. 2.4 Despesas com Manutenção e Conservação Estimar financeiramente as despesas com manutenção e conservação anuais e mensais. Essas despesas referem-se à manutenção e conservação das instalações: fábrica, loja ou escritório. 2.5 Despesas Gerais Estimar financeiramente as Despesas Gerais anuais e mensais. As contas que se seguem, representam alguns dos itens, podendo sofrer adaptações: Material de escritório; Materiais auxiliares e de consumo; Higiene e limpeza; Copa, cozinha e refeitório; 2

3 Revistas e publicações; Donativos e contribuições; Transportes, etc. 2.6 Despesas com Transporte Estimar financeiramente as despesas com transporte anuais e mensais. São despesas relacionadas à distribuição dos produtos ou serviços vendidos pela empresa. Exemplos: Combustíveis; Manutenção dos veículos; Seguro; Despesas com estacionamento e pedágios. 2.7 Despesas com Propaganda e Marketing Estimar financeiramente as despesas com transporte anuais e mensais. São despesas vinculadas à promoção de vendas de produtos e prestação de serviços. 2.8 Despesas Fixas Estimar financeiramente as despesas fixas anuais e mensais. Exemplos: Aluguel, condomínio e IPTU; Energia elétrica; Água e esgoto; Telefone, fax, correio; Transporte; Combustível; Seguros. 2.9 Despesas Tributárias Estimar financeiramente as despesas tributárias anuais e mensais. As despesas tributárias serão tratadas no capítulo 5. Trataremos da legislação fiscal vigente incidente sobre as empresas. 3

4 2.10 Despesas com Mão-de-Obra Contratada Estimar financeiramente as despesas com mão-de-obra contratada anuais e mensais. Exemplos: Despesas com pessoal; Honorários; Pró-labore; Encargos (INSS e FGTS); Vale transportes; Assistência médica e social; Seguros; 13º salário, 1/3 de férias; 2.11 Despesas com Mão-de-Obra Terceirizada Estimar financeiramente as despesas com mão-de-obra terceirizada anuais e mensais. São os gastos com trabalhadores que executam tarefas para a empresa, mas que não são funcionários diretos da empresa e, sim, contratados Despesas com Diretoria Estimar financeiramente as despesas com diretoria anuais e mensais, isto é, todas as despesas com os sócios: pró-labore, encargos e benefícios Valor Residual Representa o valor de liquidação do projeto. 4

5 3. Considerações Gerais Alguns aspectos devem ser salientados. Primeiramente, nem todas as rubricas apareceram em todos os projetos elaborados. Outro aspecto, é com relação aos nomes dados, que podem ser diferentes. E, por último, a natureza das contas pode diferenciar de acordo com o projeto; por exemplo, a energia elétrica em um projeto siderúrgico, com certeza, não será custo fixo. A sugestão de elaborar fluxos mensais, além dos anuais, é decorrente da necessidade do empreendedor conhecer as projeções dos fluxos de caixa da empresa por um período de doze meses, completando, assim, um ciclo anual inteiro do funcionamento dos negócios. 4. Método direto e Método indireto para elaboração do orçamento de capital É importante ressaltar que a elaboração do orçamento de capital pode ser desenvolvida através de dois métodos: o método direto e o método indireto. O método direto para o orçamento de capital diz respeito apenas às entradas e saídas de caixa do projeto. Pode ser feito quando o planejamento tributário da empresa não depende da apuração do demonstrativo de resultado do exercício da empresa. O cálculo dos impostos só depende das receitas. No método indireto, quando da elaboração do orçamento de capital, primeiro se elabora um Demonstrativo de Resultado, incluindo as despesas com depreciação, amortização, exaustão e juros, que serão deduzidas das receitas, junto com outras despesas, para apurar o lucro líquido. Entretanto, para se obter os saldos do fluxo de caixa serão necessários somar os valores dessas despesas com depreciação, amortização, exaustão e juros, que anteriormente foram deduzidos da receitas. As tabelas-resumo estão apresentadas a seguir: 5

6 Tabela Resumo Método direto Descrição Ano 0 Ano 1 Ano 2 Ano 3 Ano 4 Ano 5 1 Total de Entradas Receitas de vendas Valor Residual 2 Total de Saídas 2.1 (-) compras 2.2 (-) Despesas Fixas 2.3 (-) Despesas com Mão-de-Obra 2.4 (-) Despesas terceirizadas 2.5 (-) Despesas de diretoria 2.6 (-) Despesas de vendas e marketing 2.7 (-) Despesas gerais 2.8 (-) Despesas manutenção e conservação 2.9 (-) Despesas com Transportes 2.10 (-) Despesas tributárias 2.12 (-) Investimento 3 Fluxo Líquido de Caixa Tabela Resumo - Método indireto Descrição Ano 0 Ano 1 Ano 2 Ano 3 Ano 4 Ano 5 1 Total de Entradas Receitas de vendas 1.2- Valor Residual 2 Total de Saídas 2.1 (-) compras 2.2 (-) Despesas Fixas 2.3 (-) Despesas com Mão-de-Obra 2.4 (-) Despesas terceirizadas 2.5 (-) Despesas de diretoria 2.6 (-) Despesas de vendas e marketing 2.7 (-) Despesas gerais 2.8 (-) Despesas manutenção e conservação 2.9 (-) Despesas com Transportes 2.10 (-) Despesas com tributos sobre as receitas 2.12 (-) Investimento 2.13 (-) Despesas com depreciação, amortização ou exaustão = LAJIR 2.14 (-) juros = LAIR 2.15 (-) Imposto de Renda e Contribuição Social = Lucro Líquido (+) Despesas com depreciação, amortização ou exaustão (+) juros 3 Fluxo Líquido de Caixa 6

7 Referências Bibliográficas FIPECAPI Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras. Org por: Iudícibus, Sérgio; Martins, Eliseu e Gelbcke, Ernesto Rubens. Manual de Contabilidade das Sociedades por Ações: aplicável também as demais sociedades. 4ª edição. Editora Atlas, 1995 Sanvicente, Antônio Zoratto. Administração Financeira. 3ª edição. Editora Atlas, Martins, Eliseu. Contabilidade de Custos. 8ª edição. Editora Atlas,

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