Reabilitação e Reforço de Estruturas

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Reabilitação e Reforço de Estruturas"

Transcrição

1 Mestrado em Engenharia Civil 2011 / 2012 Reabilitação e Reforço de Estruturas Aula 3: Materiais estruturais. Construção em: madeira e pedra. Caso de estudo da intervenção no Laboratório Chimico em Coimbra. Eduardo S. Júlio 0/118

2 Sumário 1. Construção em betão 2. Construção metálica 3. Construção em terra 4. Caso de estudo (pedra e madeira) Nota Imagens retiradas da apresentação do Prof. Paulo Maranha, FCTUC, 8 de Junho de /118

3 4. Caso de estudo (pedra e madeira) Reabilitação e Reforço de Estruturas REMODELAÇÃO DO LABORATÓRIO CHÍMICO DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA. ARQUITECTURA João Mendes Ribeiro & Atelier do Corvo c/ Carlos Antunes e Désirée Pedro FUNDAÇÕES E ESTRUTURAS EC+A Projectos c/ Paulo Maranha Tiago, Paulo Sampaio e Gonçalo Nunes 2/118

4 4. Caso de estudo (pedra e madeira) De acordo com o REGIMENTO DAS OBRAS DA UNIVERSIDADE de 1773 Por determinação de Sebastiao Joseph de Carvalho e Mello Ilustríssimo e Excelentíssimo Marquez de Pombal Debaixo da immediata e suprema inspecção de Sua Magestade Fidelíssima El Rei D. Joseph I Reabilitação e Reforço de Estruturas ARQUITECTURA Guilherme Elsden, Ten. Cor., Chefe do Gabinete de Obras Primeiro Mestre, enquanto não houver Architecto Professor 3/118

5 4. Caso de estudo (pedra e madeira) Reabilitação e Reforço de Estruturas Fica porem ainda aqui a Planta do Laboratorio Chymico, que foi necessario formar-se pelo modelo, que o Dr. Joseph Francisco Leal trouxe por ordem minha da Côrte de Vienna de Austria; havendo Eu conhecido, que o Paiz de Alemanha he aquele, em que a referida arte tem chegado ao gráo de mayor perfeição Sebastiao Joseph de Carvalho e Mello (12/2/1772) 4/118

6 4. Caso de estudo (pedra e madeira) Reabilitação e Reforço de Estruturas Corte do Laboratório. Guilherme Elsden e Manuel de Sousa Ramos, /118

7 4. Caso de estudo (pedra e madeira) Reabilitação e Reforço de Estruturas Sobreposição de plantas dos vários estabelecimentos onde foi o Colegio dos Proscritos e Perfeitamente Exterminados Jesuítas. Laboratório Químico Ciências Naturais Real Colégio das Artes 6/118

8 AE AE AE AE5 / CM 4. Caso de estudo (pedra e madeira) Reabilitação e Reforço de Estruturas Projecto de intervenção 1.3 7/118

9 4. Caso de estudo (pedra e madeira) Reabilitação e Reforço de Estruturas A reabilitação do edifício (...) implica um conjunto de qualidades e restrições. Tudo tem de ser unido: arquitectura, envolvente, contexto, lugar e conteúdos (...). As intenções do projecto centram-se na clarificação do existente. Procura-se anular as ambiguidades resultantes dos sucessivos acrescentos a que o edifício foi sujeito ao longo do tempo. No acto de reconversão deste edifício, deverá ser este o critério fundamental: o da transparência entre o existente e o novo, entre o passado e o presente. in Memória Descritiva e Justificativa da Fase de Estudo Prévio do Projecto de Arquitectura 8/118

10 4. Caso de estudo (pedra e madeira) Reabilitação e Reforço de Estruturas Algumas imagens tomadas antes da intervenção. 9/118

11 4. Caso de estudo (pedra e madeira) Reabilitação e Reforço de Estruturas O Laboratório Químico, em Abril de 2003, antes da intervenção que o transformou num espaço museológico denominado Museu das Ciências. 10/118

12 Reabilitação e Reforço de Estruturas 4. Caso de estudo (pedra e madeira) Vista do alçado posterior antes da intervenção e localização de dois dos furos de sondagem geotécnica. 11/118

13 Degradação de ombreira na sala do anfiteatro 12/118

14 Vista da cobertura sobre o corpo Nascente do edifício. 13/118

15 Idem. Esta zona foi o refeitório do antigo Colégio de Jesus. 14/118

16 Estado avançado de degradação de uma madre. 15/118

17 Reforço existente, antes da intervenção, numa das asnas. 16/118

18 Reforço existente, antes da intervenção, noutra das asnas. 17/118

19 Pormenor da zona do apoio da asna, do reforço e do tirante. 18/118

20 O mesmo, na outra extremidade. 19/118

21 O mesmo, para outra das asnas. 20/118

22 Panorâmica do estado de degradação do frechal, varas e forro. 21/118

23 Estado de degradação avançada do frechal na ligação ao tirante 22/118

24 Tipos de asnas em bibliografia dos séc. XV e XVI. 23/118

25 4. Caso de estudo (pedra e madeira) Reabilitação e Reforço de Estruturas Tipos de asnas em bibliografia do séc. XVI. 24/118

26 4. Caso de estudo (pedra e madeira). Reabilitação e Reforço de Estruturas 25/118

27 4. Caso de estudo (pedra e madeira) Reabilitação e Reforço de Estruturas Projecto de reparação e reforço das asnas versão inicial. 26/118

28 4. Caso de estudo (pedra e madeira) Reabilitação e Reforço de Estruturas Algumas imagens tomadas durante a intervenção. 27/118

29 As sondagens confirmaram a localização da zona das cozinhas... 28/118

30 ... do antigo Colégio de Jesus. Condutas cobertas com lajes de pedra. 29/118

31 Panorâmica do local na fase final das escavações. 30/118

32 A descoberta das paredes do antigo refeitório do Colégio de Jesus... 31/118

33 ... que foram incorporadas no corpo nascente da nova construção. 32/118

34 Um dos muitos arcos de descarga das paredes do refeitório. 33/118

35 O mesmo numa das outras salas. 34/118

36 35/118 Parede em opus latericium (formigão entre tijoleiras) no fórum de Roma Os arcos de descarga, mesmo em zonas cegas, foram regra...

37 Vista lateral do tambor do Pnteão em Roma (Séc.II)... nas construções romanas até ao séc. III, pelo menos. 36/118

38 Estrutura interna de uma das paredes divisórias. 37/118

39 Esta parede divisória, do lado sul, foi acrescentada posteriormente. 38/118

40 A sua construção obrigou à alteração do tecto original. 39/118

41 Pormenor da alteração do tecto abobadado. 40/118

42 idem. 41/118

43 A parede da empena Norte foi parcialmente demolida. O apoio dos... 42/118

44 ... elementos estruturais da cobertura ficou em situação precária. 43/118

45 Descoberta de um dos fornos primitivos na parede do antigo refeitório. 44/118

46 Descoberta de um dos púlpitos do antigo refeitório. 45/118

47 Idem. 46/118

48 A parede no tardoz do púlpito. Abertura sob a laje do púlpito. 47/118

49 Idem, mostrando o janelo do púlpito e o aparelho da alvenaria. 48/118

50 4. Caso de estudo (pedra e madeira) Com o descobrir do aparelho das alvenarias foi possível caracterizar melhor a cobertura da parte nascente cujas paredes correspondem ao refeitório do antigo Colégio de Jesus. 49/118

51 As varas apoiam no contrafrechal. Asna e tirante ligam-se no frechal. 50/118

52 Panorâmica da zona do laró. 51/118

53 Sondagem para investigar a amarração do tirante. 52/118

54 Pormenor do apoio da perna da asna sobre o frechal. 53/118

55 O frechal é composto por duas peças paralelas, justapostas. 54/118

56 Esmagamento do frechal. Excentricidade do tirante. 55/118

57 Deformação excessiva na asna que se encontrava já reforçada. 56/118

58 Idem. 57/118

59 F R E CH A L F R E CH A L PLANTAS ESTRUTURAIS DA COBERTURA Reabilitação e Reforço de Estruturas 4. Caso de estudo (pedra e madeira) Projecto de reparação e reforço das asnas versão final. PLANTA ESTRUTURAL DA COBERTURA EXISTENTE PLANTA ESTRUTURAL DA COBERTURA REABILITADA FRECHAL MADRE VL MADRE MF VI MADRE ASNA 1 TIRANTE 1 ASNA 2 TIRANTE 2 ASNA 3 TIRANTE 3 ASNA 4 TIRANTE 4 ASNA 5 (INCOMPLETA) TIRANTE 5 ASNA 1 TIRANTE 1 ASNA 2 TIRANTE 2 MADRE FRECHAL ASNA 3 TIRANTE 3 ASNA 4 TIRANTE 4 ASNA 5 (INCOMPLETA) TIRANTE 5 VL DISPOSITIVO METÁLICO DE APOIO DAS ASNAS, DE TRAVAMENTO E DE LIGAÇÃO AO FRECHAL 58/118

60 4. Caso de estudo (pedra e madeira) Reabilitação e Reforço de Estruturas Projecto de reparação e reforço das asnas versão final. 59/118

61 Caso de estudo (pedra e madeira) Reabilitação e Reforço de Estruturas Projecto de reparação e reforço das asnas versão final. CORTE 1 ESC. 1/10 CORTE 2 ESC. 1/10 APOIO DAS VARAS NO CONTRA-FRECHAL ESC. 1/10 PORMENORES DOS APOIOS DAS MADRES ESC. 1/10 CHAPAS DE FIXAÇÃO COM 250x200x8 MM COM 4 VARÕES ROSCADOS M CHAPA METÁLICA COM 1000x60x10 MM COM 6 FUROS Ø12 FIXA EM CADA MADRE COM 3 PARAFUSOS SEXTAVADOS DIN571 M10/150 PERNAS DAS ASNAS NOVA POSIÇÃO DAS MADRES CHAPA METÁLICA COM 1000x60x10 MM COM 6 FUROS Ø12 FIXA EM CADA MADRE COM 3 PARAFUSOS SEXTAVADOS DIN571 M10/150 PERNAS DAS ASNAS NOVA POSIÇÃO DAS MADRES VARAS TRAVESSAS NOVAS IGUAIS ÀS EXISTENTES Variável 0.10 APOIOS METÁLICOS PARA AS MADRES APERTADOS COM 6 VARÕES M20 LISOS ROSCADOS NAS EXTREMIDADES (l=300mm) ESQUADRO DE LIGAÇÃO PERNA/LINHA ESQUADRO DE APOIO DAS MADRES COLOCADO NA ANTERIOR POSIÇÃO DAS MESMAS ALÇADO ESC. 1/10 CORTE 3 ESC. 1/ PARAFUSO DIN571 M8/200 FIXAÇÃO DAS VARAS EM TODAS AS EXTREMIDADES PARAFUSO DIN571 M8/200 FIXAÇÃO DAS VARAS EM TODAS AS EXTREMIDADES PARAFUSOS DIN571 M10/200 CALÇOS FEITOS NA MESMA MADEIRA E MESMA LARGURA DAS PERNAS ESC. 1/10 ESC. 1/10 VER PORMENOR 1 Des. Nº FE-016B ESC. 1/10 NOVO ESQUADRO DE APOIO DA MADRE TRAVESSAS DE MADEIRA IDÊNTICAS ÀS EXISTENTES NOVO ESQUADRO DE APOIO DA MADRE CALÇOS DE APOIO ARGAMASSA DE SELAGEM DO DISPOSITIVO DE APOIO (GROUT) PENDURAL PARA SUSPENSÃO DO TIRANTE POSIÇÃO ORIGINAL DOS TIRANTES ARGAMASSA DE SELAGEM DO DISPOSITIVO DE APOIO (GROUT) 60/118

62 VARÕES LISOS COM ROSCA M20 NAS EXTREMIDADES COM DUAS ANILHAS LARGAS DIN 522 E PORCAS DIN 936 APOIO DAS PERNAS DAS ASNAS A CONSTRUÍR COM O MESMO TIPO DE MADEIRA CHUMBADOURO DO TIRANTE EXISTENTE PERFIL SOLDADO EM FORMA DE Z(l=1200mm) N.B.-POR QUESTÃO DE CLAREZA DO PORMENOR NÃO FOI REPRESENTADA A LUVA METÁLICA PARA LIGAÇÃO DO TIRANTE. VER DESENHO NºFE-18B. TIRANTE EXISTENTE 1 ESPAÇADOR EM MADEIRA, INCLUINDO VARÃO LISO COM ROSCA NAS EXTREMIDADES, ANILHAS E PORCAS ARGAMASSA DE SELAGEM DO DISPOSITIVO METÁLICO DE APOIO (GROUT) PERFIL UNP80(l=500mm) SOLDADO AOS PERFIS UNP80 QUE LHE SÃO TRANSVERSAIS 2 CHUMBADOUROS Ø20 SOLDADOS ÀS ALMAS DOS PERFIS UNP80 ARGAMASSA DE SELAGEM DOS VARÕES (GROUT) PERNA DA ASNA Chapa metálica de apoio com 540x420x10mm perfis IPE100 (l=500mm) soldados à chapa de apoio 3. 2 perfis UNP80 (l=650mm) soldados à chapa de apoio 4. 2 perfis UNP100 (l=200mm) soldados à chapa de apoio 5. Calços metálicos de apoio à forquilha do tirante, soldados à chapa de apoio 6. Perfil soldado reconstruído, em chapa metálica de 10mm de espessura, em forma de Z (60, 260,110mm) com rasgo e furações (2x4Ø18mm+4Ø22mm), L=1200mm, incluindo 2 placas triangulares de batente também em chapa de 10mm (ver pormenores e anotações no des. Nº FE-017B) 7. 2x4 parafusos M16 com anilha, porca e contraporca 8. Perfil UNP160 com 2x4 furos Ø18 (entre asnas) Caso de estudo (pedra e madeira) Reabilitação e Reforço de Estruturas Projecto de reparação e reforço das asnas versão final. PORMENOR DO APOIO DAS PERNAS DAS ASNAS ESC. 1/ PEÇA EM MADEIRA (ESPAÇADOR) A COLOCAR ENTRE AS DUAS PEÇAS DE APOIO DAS PERNAS DAS ASNAS PERFIL EM FORMA DE Z (l=1200mm) EXECUTADO EM CHAPA METÁLICA DE 10mm SOLDADA (Ver pormenor e anotação no desenho nº FE-17B) FRECHAL UNP160 APARAFUSADO ESPAÇADOR EM MADEIRA PLACA DE BATENTE EM CHAPA DE 10mm PERFIS UNP100 MATERIAIS ACESSÓRIOS METÁLICOS Fe 360 (Metalizado e pintado) PARAFUSOS SEXTAVADOS, PORCAS E ANILHAS CLASSE 8.8 PARAFUSOS SEXTAVADOS PARA MADEIRA CLASSE 4.6 MADEIRA À excepção das peças a conservar, toda a madeira será de pinho velho de Riga, de características equivalentes às da classe de Qualidade EE (classificação M2 do LNEC) 61/118

63 aproxim ENTALHE PARA A PASSAGEM DA FORQUILHA DO TIRANTE NOTA: PARA UM PERFEITO FUNCIONAMENTO DO TIRANTE, O PERFIL Z NÃO DEVERÁ NUNCA SER SOLDADO À ESTRUTURA DE APOIO, DEVENDO SER SIMPLESMENTE APOIADO SOBRE O MESMO PERFIS UNP80 SOLDADOS À CHAPA DE APOIO 2 CHUMBADOUROS Ø20 SOLDADOS À CHAPA DE APOIO CHAPA DE APOIO COM 650x650x12mm FRECHAL UNP160 APARAFUSADO AO PERFIL L PERFIL Z EXECUTADO COM CHAPA DE 10mm CHUMBADOUROS Ø20 SOLDADOS À CHAPA DE APOIO FRECHAL UNP160 APARAFUSADO AO PERFIL L FRECHAL UNP160 APARAFUSADO AO PERFIL Z PERFIL UNP80 (l=500mm) PERFIL Z EM CHAPA DE 10mm DE ESPESSURA APOIOS DAS PERNAS DAS ASNAS PERFIL Z EXECUTADO EM CHAPA DE 10mm 4 PARAFUSOS M16 COM ANILHA E PORCA TIRANTE EXISTENTE 500 IPE CHUMBADOURO DO TIRANTE 2 CHUMBADOUROS Ø20 2 PERFIS UNP80 (l=650mm) CHAPA DE APOIO COM 530x425x12mm ESPAÇADOR EM MADEIRA DE PINHO DE RIGA COM 300x190x200mm PERFIL UNP100 (l=220mm) PERFIL UNP80 CALÇOS METÁLICOS PARA APOIO DO TIRANTE 4 PARAFUSOS M16 COM ANILHA E PORCA 4. Caso de estudo (pedra e madeira) Reabilitação e Reforço de Estruturas Projecto de reparação e reforço das asnas versão final PERFIL SOLDADO EM FORMA DE Z EXECUTADO EM CHAPA METÁLICA DE 10mm DE ESPESSURA PERFIS IPE100 SOLDADOS À CHAPA DE APOIO PLACAS TRIANGULARES DE BATENTE EM CHAPA DE 10mm N.B. Por questões de leitura do desenho sombreou-se o perfil metálico em forma de Z MATERIAIS ACESSÓRIOS METÁLICOS Fe 360 (Metalizado e pintado) PARAFUSOS SEXTAVADOS, PORCAS E ANILHAS CLASSE 8.8 PARAFUSOS SEXTAVADOS PARA MADEIRA CLASSE 4.6 NOTAS EXCEPTO ONDE INDICADO, TODAS AS LIGAÇÕES ENTRE ELEMENTOS METÁLICOS SERÃO SOLDADAS. MADEIRA À excepção das peças a conservar, toda a madeira será de pinho velho de Riga, de características equivalentes às da classe de Qualidade EE (classificação M2 do LNEC) 62/118

64 PLACAS DE DISTRIBUIÇÃO EM CHAPA DE 12mm (2 UN.) LUVA METÁLICA PLACA DE DISTRIBUIÇÃO, 60x245x12 C/ 2 FUROS Ø PLACA DE DISTRIBUIÇÃO, 60x245x12 C/ 2 FUROS Ø VARÕES Ø20 ROSCADOS NA EXTREMIDADE 277 FOLGA DE 6mm PREENCHIDA COM CONTRAPLACADO DE MADEIRA DE ALTA DENSIDADE CONTRAPLACADO DE MADEIRA DE ALTA DENSIDADE COM 6mm DE ESPESSURA TIRANTE EXISTENTE Reabilitação e Reforço de Estruturas 4. Caso de estudo (pedra e madeira) Projecto de reparação e reforço das asnas versão final. APOIO DAS ASNAS Esc. 1:10 LUVAS METÁLICAS PARA REFORÇO DA AMARRAÇÃO DOS TIRANTES ALÇADO DO CONJUNTO - ESC. 1/5 245 PEÇA 1 PRÉ-CONSTRUÍDA PEÇA 2 (TAMPÃO) SOLDADA À PEÇA 1 DEPOIS DE COLOCADA A ENVOLVER O TIRANTE VISTA SUPERIOR DO CONJUNTO DE LIGAÇÃO DO TIRANTE ESC. 1/10 MATERIAIS ACESSÓRIOS METÁLICOS Fe 360 (Metalizado e pintado) NOTAS AS DIMENSÕES DAS CINTAS DEVERÃO SER SEMPRE VERIFICADAS CASO A CASO A PARTIR DE MOLDES TIRADOS DE CADA FORQUILA DE CADA TIRANTE. TODAS AS PEÇAS SERÃO CONSTRUÍDAS COM CHAPA METÁLICA DE 12mm DE ESPESSURA SOLDADAS COM PENETRAÇÃO TOTAL. EXCEPTO ONDE INDICADO, TODAS AS LIGAÇÕES ENTRE ELEMENTOS METÁLICOS SERÃO SOLDADAS. PARAFUSOS SEXTAVADOS, PORCAS E ANILHAS CLASSE 8.8 PARAFUSOS SEXTAVADOS PARA MADEIRA CLASSE 4.6 MADEIRA À excepção das peças a conservar, toda a madeira será de pinho velho de Riga, de características equivalentes às da classe de Qualidade EE (classificação M2 do LNEC) 63/118

65 4. Caso de estudo (pedra e madeira) Reabilitação e Reforço de Estruturas Modelo de cálculo das asnas. 64/118

66 Desmonte da cobertura da zona do refeitório do antigo colégio 65/118

67 Idem. Pormenor do forro. 66/118

68 Idem. 67/118

69 Idem. Note-se a degradação das zonas envolvidas pela alvenaria. 68/118

70 Idem. Vista da face superior da perna e de duas varas. 69/118

71 Idem. Degradação extensa de um laró. 70/118

72 Idem. Degração superficial de uma zona da perna de uma asna. 71/118

73 Idem. Para outra das asna. 72/118

74 Idem. Degradação extensa da extremidade da perna. 73/118

75 Duas das asnas antes da sua remoção. 74/118

76 Idem. 75/118

77 Entalhe e cravo metálico de ligação de uma madre à asna. 76/118

78 Idem. 77/118

79 Idem, e peça com cerne em bom estado de conservação. 78/118

80 Outra peça em iguais circunstâncias. 79/118

81 Pormenor da forquilha de ligação dos tirantes 80/118

82 Duas das asnas em estaleiro após o desmonte. 81/118

83 4. Caso de estudo (pedra e madeira) A INTERVENÇÃO. Reabilitação e Reforço de Estruturas Verificando-se que o estado de degradação era superior ao admitido em fase de projecto, o empreiteiro solicitou um estudo que permitisse quantificar o estado de degradação das asnas. 82/118

84 4. Caso de estudo (pedra e madeira) Reabilitação e Reforço de Estruturas Diagnóstico do estado de degradação das asnas. Relatório 05-DEC/E-15, Univ. Minho 83/118

85 4. Caso de estudo (pedra e madeira) Reabilitação e Reforço de Estruturas Diagnóstico do estado de degradação das asnas. Relatório 05-DEC/E-15, Univ. Minho ASNA 1 S6 S6 S5 Degradação provocada por Fungos (apodrecimento) S4 P1.1 S5 D1.1 S0 M1.1, 1.2 e 1.3 S2 D1.2 S1 S0 Nota: M1.1 sem degradação S4 P1.2 S3 Degradação provocada por Insectos Xilófagos (caruncho) Degradação provocada por Fungos e Insectos Xilófagos S2 S2 S3 S8 C1.1 S7 S6 S5 L1 S4 S3 S2 S1 C1.2 S1 S1 sul Panorama de degradação S0 NORTE Percentagem de degradação ASNA 1 0%-5% 5%-20% 20%-50% 50%-100% P1.1 D1.1 M1.1, 1.2 e 1.3 D1.2 Nota: M1.1 sem degradação P1.2 C1.1 L1 C1.2 sul Percentagem de degradação UNIVERSIDADE DO MINHO Departamento de Engenharia Civil Campus de Azurém Guimarães Requerente: NORTE Construtora Reis, Rocha & Malheiro Lda. Processo: 05-DEC/E-15 Ficheiro: Asna1.dwg Descrição: Desenho: Desenhou: Verificou: Asna 1: Degradação verificada Escala: 1/50 Data: Julho /118

86 70 50 Reabilitação e Reforço de Estruturas Perna 1.1 S1 S2125 S3 S4 Perna 1.2 S0 S1 S2 S S4 S5 S S5 S Caso de estudo (pedra e madeira) Diagnóstico do estado de degradação das asnas. Relatório 05-DEC/E-15, Univ. Minho Degradação provocada por Fungos (apodrecimento) 5 Degradação provocada por Insectos Xilófagos (caruncho) Degradação provocada por Fungos e Insectos Xilófagos Ocorrência de Fendas S1 Linha 1 S2 D1.2 - S0 D1.1 - S S3 S4 Diagonais Montante S1 S Face Oeste Face Este S5 S6 S7 S UNIVERSIDADE DO MINHO Departamento de Engenharia Civil Campus de Azurém Guimarães Requerente: Construtora Reis, Rocha & Malheiro Lda. Processo: 05-DEC/E-15 Ficheiro: Asna1.dwg Descrição: Desenho: Nota: Cotas em mm Desenhou: Escala: 1/20 Verificou: Data: Julho 2005 Asna 1: Secções degradadas 85/118

87 4. Caso de estudo (pedra e madeira) Algumas imagens colhidas após o desmonte da estrutura da cobertura. 86/118

88 Degradação das zonas do entalhe da perna da asna no frechal. 87/118

89 Idem. 88/118

90 Idem. 89/118

91 Pormenor da ligação da contralinha e da perna. 90/118

92 Pendural, escoras e contralinha em nó fechado. 91/118

93 Pormenor do nó superior e do apoio da cumeeira. 92/118

94 Pormenor da ligação das madres às asnas (após remoção da travessa). 93/118

95 Pormenores das ensambladuras das asnas. 94/118

96 Pormenores das ensambladuras das asnas. 95/118

97 Pormenores das ensambladuras das asnas. 96/118

98 Pormenores das ensambladuras das asnas. 97/118

99 Pormenores das ensambladuras das asnas. 98/118

100 Pormenores das ensambladuras das asnas. 99/118

101 Podridão generalizada das varas. 100/118

102 Podridão generalizada das varas. 101/118

103 A zona do frechal e do apoio das asnas. 102/118

104 Idem. Note-se o cachorro de pedra que serviu de apoio ao reforço. 103/118

105 Idem. 104/118

106 São ainda visíveis os restos da degradação dos contrafrechais. 105/118

107 4. Caso de estudo (pedra e madeira) A intervenção na cobertura do corpo anexo à parede Norte do refeitório do antigo colégio. 106/118

108 A cobertura, existente, do corpo anexo à parede do antigo refeitório. 107/118

109 Idem. Note-se o apoio desta asna no peitoril do janelo do púlpito. 108/118

110 Idem. 109/118

111 Idem. Apoio da asna sobre a alvenaria que fechou uma antiga janela. 110/118

112 LINHAS DAS ASNAS (100x200 MM) Parafuso M12/280 DIN571 e Anilha larga DIN522 PERNAS DAS ASNAS (100x200 MM) CALÇOS DE APOIO FIXADOS COM 2 PARAFUSOS DIN571 M10/200 parafuso DIN571 M6/45 Cobre juntas em chapas de 60x6mm2, soldadas, c/ furos 7mm espaçados a 100mm FRECHAL CONSTITUÍDO POR DUAS PEÇAS COM 100x200 MM DE SECÇÃO MADRES (100x200 MM) MADRES (100x200 MM) VARAS (100x150 MM) 4. Caso de estudo (pedra e madeira) Reabilitação e Reforço de Estruturas Projecto de reparação e reforço das asnas do corpo anexo CORTE 1 111/118

113 4. Caso de estudo (pedra e madeira) A intervenção no anfiteatro da sala grande da parte Norte do edifício. 112/118

114 Estrutura de apoio do anfiteatro. 113/118

115 Pormenor da mesma estrutura. 114/118

116 Pormenor da estrutura e do fasquiado da parede de trás do anfiteatro 115/118

117 Idem. Veja-se o apoio da viga sobre o prumo. 116/118

118 4. Caso de estudo (pedra e madeira) Um museu que vale a pena visitar. Reabilitação e Reforço de Estruturas 117/118

119 4. Caso de estudo (pedra e madeira) Reabilitação e Reforço de Estruturas 118/118

DIAGNÓSTICO E INTERVENÇÃO ESTRUTURAL EM COBERTURAS DE MADEIRA O caso da Escola Secundária Rodrigues de Freitas

DIAGNÓSTICO E INTERVENÇÃO ESTRUTURAL EM COBERTURAS DE MADEIRA O caso da Escola Secundária Rodrigues de Freitas DIAGNÓSTICO E INTERVENÇÃO ESTRUTURAL EM COBERTURAS DE MADEIRA O caso da Escola Secundária Rodrigues de Freitas Tiago Ilharco * [email protected] Luís Martins Luí[email protected] Esmeralda

Leia mais

MEMÓRIA DESCRITIVA E JUSTIFICATIVA DO MODO DE EXECUÇÃO DA OBRA

MEMÓRIA DESCRITIVA E JUSTIFICATIVA DO MODO DE EXECUÇÃO DA OBRA MEMÓRIA DESCRITIVA E JUSTIFICATIVA DO MODO DE EXECUÇÃO DA OBRA 1 Obra O presente trabalho refere-se à reabilitação de um aglomerado de habitações em adiantado estado de degradação numa herdade do Alentejo

Leia mais

TÓPICO 2 Reabilitação e Reforço das Estruturas

TÓPICO 2 Reabilitação e Reforço das Estruturas TÓPICO 2 Reabilitação e Reforço das Estruturas Inspecção, Diagnóstico e Reforço de coberturas antigas de madeira. O caso da Escola Secundária Rodrigues de Freitas Ilharco, T. 1,a, Paupério, E. 2,b, Costa,

Leia mais

LOCAL: RUA MANOEL JOSÉ PIRES, S.N. AMÉRICO BRASILIENSE S.P. PROPRIETÁRIO: PREFEITURA MUNICIPAL DE AMÉRICO BRASILIENSE S.P.

LOCAL: RUA MANOEL JOSÉ PIRES, S.N. AMÉRICO BRASILIENSE S.P. PROPRIETÁRIO: PREFEITURA MUNICIPAL DE AMÉRICO BRASILIENSE S.P. OBJETO: LAUDO TÉCNICO DE VISTORIA DAS CONDIÇÕES FÍSICAS DA ESTRUTURA DE COBERTURA DE ÁREA IDENTIFICADA COMO REFEITÓRIO DA C.E.R. LEILA L. D. T. PIZZA DURANTE LOCAL: RUA MANOEL JOSÉ PIRES, S.N. AMÉRICO

Leia mais

Manual de Montagem Casa 36m²

Manual de Montagem Casa 36m² Manual de Montagem Casa 36m² cga -gerência de desenvolvimento da aplicação do aço Usiminas - Construção Civil INTRODUÇÃO Solução para Habitação Popular - é uma alternativa econômica, simples e de rápida

Leia mais

1/5. be-16. Bancada laboratório 2 CUBAS 50x40x25cm (L=180cm) eco. Componentes. Código de listagem. Atenção. Revisão Data Página 1 04/04/14

1/5. be-16. Bancada laboratório 2 CUBAS 50x40x25cm (L=180cm) eco. Componentes. Código de listagem. Atenção. Revisão Data Página 1 04/04/14 /5 2/5 3/5 4/5 DESCRIÇÃO Constituintes Tampo de granito polido (L=65cm, e=2cm), cinza andorinha ou cinza corumbá, com moldura perimetral (3,5x2cm) e frontão (7x2cm), conforme detalhe. Alvenaria de apoio

Leia mais

CRIATIVIDADE VERSUS REGULAMENTAÇÃO DOIS PROJECTOS Adriana Floret

CRIATIVIDADE VERSUS REGULAMENTAÇÃO DOIS PROJECTOS Adriana Floret DOIS PROJECTOS Adriana Floret Existente Existente localização 1. EDIFÍCIO DOS LÓIOS C.H. PORTO Existente Existente localização 1. EDIFÍCIO DOS LÓIOS C.H. PORTO Existente 1ª Visita a obra: Construtivamente:

Leia mais

Crescendo com Você. Montagem de Sistemas

Crescendo com Você. Montagem de Sistemas Crescendo com Você Montagem de Sistemas Estocagem Armazene as chapas em local seco e abrigado. Transporte as chapas de duas em duas. Transporte as chapas na posição vertical. Os calços devem ter 5 cm de

Leia mais

RELATÓRIO DE VISTORIA DE REFORMA Programa de Ação Cooperativa - Estado Município

RELATÓRIO DE VISTORIA DE REFORMA Programa de Ação Cooperativa - Estado Município RELATÓRIO DE VISTORIA DE REFORMA Programa de Ação Cooperativa - Estado Município EE JARDIM XXXXX XXXXXXXXXXX - XXXXXXX MUNICÍPIO CÓDIGO 00.00.000 OBJETO DO CONVÊNIO: Xxxxxxx DATA: 00.00.2008 Profissional

Leia mais

Nº2 JUNHO 2002 PAREDES DIVISÓRIAS DE PAINÉIS LEVES

Nº2 JUNHO 2002 PAREDES DIVISÓRIAS DE PAINÉIS LEVES Nº2 JUNHO 2002 PAREDES DIVISÓRIAS DE PAINÉIS LEVES Catarina Aguiar Bentes A monografia apresentada foi realizada no âmbito da cadeira de Tecnologias da Construção de Edifícios do 11º Mestrado em Construção

Leia mais

FINALIDADE DESTA ESPECIFICAÇÃO

FINALIDADE DESTA ESPECIFICAÇÃO SESC PANTANAL HOTEL SESC PORTO CERCADO POSTO DE PROTEÇÃO AMBIENTAL SÃO LUIZ BARÃO DE MELGAÇO/MT ESTRUTURAS METÁLICAS PARA COBERTURA DE BARRACÃO DEPÓSITO MEMORIAL DESCRITIVO ANEXO VI 1. FINALIDADE DESTA

Leia mais

CE-CTET-GERAL AAP+AECOPS GER 00X / 00Y 18EQ.11.--.--. TÍTULO18EQ.--. EQUIPAMENTO FIXO E MOVEL DE MERCADO

CE-CTET-GERAL AAP+AECOPS GER 00X / 00Y 18EQ.11.--.--. TÍTULO18EQ.--. EQUIPAMENTO FIXO E MOVEL DE MERCADO 18EQ.11.-- TÍTULO18EQ EQUIPAMENTO FIXO E MOVEL DE MERCADO CAPÍTULO.1-. EQUIPAMENTO SANITÁRIO SUB.CAPº.11. APARELHOS SANITÁRIOS I. UNIDADE E CRITÉRIO DE MEDIÇÃO Medição por unidade assente e a funcionar,

Leia mais

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DE MATERIAIS E SERVIÇOS DE INSTALAÇÕES SANITÁRIAS

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DE MATERIAIS E SERVIÇOS DE INSTALAÇÕES SANITÁRIAS ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DE MATERIAIS E SERVIÇOS DE INSTALAÇÕES SANITÁRIAS ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DE MATERIAIS E SERVIÇOS - SANITÁRIA - Arquivo 828-M-SAN.DOC Página 1 1. SERVIÇOS COMPLEMENTARES Serão executados

Leia mais

MONTAGEM INDUSTRIAL UNIDADE VII MONTAGEM ESTRUTURA METÁLICA

MONTAGEM INDUSTRIAL UNIDADE VII MONTAGEM ESTRUTURA METÁLICA MONTAGEM INDUSTRIAL UNIDADE VII MONTAGEM ESTRUTURA METÁLICA Montagem Estrutura Metálica Em uma obra de estruturas metálicas, a montagem é considerada uma das fases mais importantes por representar uma

Leia mais

Rev.1 18.01.2013. Estantes cantoneira

Rev.1 18.01.2013. Estantes cantoneira 18.01.2013 Estantes cantoneira O sistema de estantes em cantoneira foi concebido para satisfazer as necessidades de armazenagem nas indústrias, oficinas, armazéns, etc, tendo em vista uma solução económica.

Leia mais

O PATRIMÓNIO CULTURAL CONSTRUÍDO FACE AO RISCO SÍSMICO INTERVIR

O PATRIMÓNIO CULTURAL CONSTRUÍDO FACE AO RISCO SÍSMICO INTERVIR 1 INTERVIR NAS 1. 2. TÉCNICAS REFORÇO 3. DISPOSITIVOS LIGAÇÃO Ã NIKER 4. MECANISMO COLAPSO. COLAPSO MÉTODO - ESTUDO CASO ESTUDO CASO O PATRIMÓNIO CULTURAL CONSTRUÍDO FACE AO RISCO SÍSMICO INTERVIR 1. INTERVIR

Leia mais

TIPOS DE ESTRUTURAS. Prof. Marco Pádua

TIPOS DE ESTRUTURAS. Prof. Marco Pádua TIPOS DE ESTRUTURAS Prof. Marco Pádua A função da estrutura é transmitir para o solo a carga da edificação. Esta carga compõe-se de: peso próprio da estrutura, cobertura, paredes, esquadrias, revestimentos,

Leia mais

ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE SINOP DEPARTAMENTO DE

ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE SINOP DEPARTAMENTO DE ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE SINOP DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL PROJETO DE FUNDAÇÕES Todo projeto de fundações

Leia mais

Bastidores para fibra óptica

Bastidores para fibra óptica Apresentação A gama de armários para fibra óptica Olirack foi concebida para a instalação, protecção e isolamento de terminadores e repartidores ópticos. A fibra óptica é um filamento feito de vidro ou

Leia mais

CIRURGIA DE CASAS. Guilherme Felipe. Nathali Padovani Pflex. Profª. Silke Kapp. dezembro 2010

CIRURGIA DE CASAS. Guilherme Felipe. Nathali Padovani Pflex. Profª. Silke Kapp. dezembro 2010 CIRURGIA DE CASAS Guilherme Felipe. Nathali Padovani Pflex. Profª. Silke Kapp. dezembro 2010 Entrevista com o cliente Quatro moradores: Cândida : 45 anos Petra: 22 anos Bárbara : 16 anos Gabriel: 2 anos,

Leia mais

www.catari.net uma marca diferente.

www.catari.net uma marca diferente. www.catari.net uma marca diferente. cofragem modular perfeita! Com uma vasta gama de dimensões, permite solucionar todas as suas necessidades de cofragem vertical, em qualquer tipo de construção. O combro

Leia mais

UMA REINTERPRETAÇÃO CONTEMPORÂNEA DA ALDEIA DO PATACÃO: Um ensaio crítico para uma arquitectura bioclimática. ANEXOS

UMA REINTERPRETAÇÃO CONTEMPORÂNEA DA ALDEIA DO PATACÃO: Um ensaio crítico para uma arquitectura bioclimática. ANEXOS UMA REINTERPRETAÇÃO CONTEMPORÂNEA DA ALDEIA DO PATACÃO: Um ensaio crítico para uma arquitectura bioclimática. ANEXOS DISSERTAÇÃO DE MESTRADO INTEGRADO EM ARQUITECTURA apresentada ao Departamento de Arquitectura

Leia mais

MEMÓRIA DESCRITIVA PÓRTICO METÁLICO COM PONTE GRUA

MEMÓRIA DESCRITIVA PÓRTICO METÁLICO COM PONTE GRUA MEMÓRIA DESCRITIVA PÓRTICO METÁLICO COM PONTE GRUA INSTITUTO POLITÉCNICO DE BRAGANÇA! "# $&%(')*&,+ -.,/!0 1 2 23 Índice: 1- Informações gerais sobre o projecto e cálculo...1 2- Tipologia estrutural...2

Leia mais

200888 Técnicas das Construções I FUNDAÇÕES. Prof. Carlos Eduardo Troccoli Pastana [email protected] (14) 3422-4244 AULA 3

200888 Técnicas das Construções I FUNDAÇÕES. Prof. Carlos Eduardo Troccoli Pastana pastana@projeta.com.br (14) 3422-4244 AULA 3 200888 Técnicas das Construções I FUNDAÇÕES Prof. Carlos Eduardo Troccoli Pastana [email protected] (14) 3422-4244 AULA 3 O que são?: São elementos estruturais cuja função é a transferência de cargas

Leia mais

Instruções de montagem

Instruções de montagem Instruções de montagem Colectores planos Suporte de instalação 6 720 643 442 (2010/03) PT 6720616592.00-1.SD Indice Indice 1 Esclarecimento dos símbolos e indicações de segurança...............................

Leia mais

Disciplina: Construção Civil I Procedimentos para Início da Obra

Disciplina: Construção Civil I Procedimentos para Início da Obra UniSALESIANO Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium Curso de Engenharia Civil Disciplina: Construção Civil I Procedimentos para Início da Obra André Luís Gamino Professor Área de Construção Civil

Leia mais

CONSTRUÇÃO COM PAINÉIS CLT

CONSTRUÇÃO COM PAINÉIS CLT SOLUÇÕES EFICIENTES PARA A ARQUITECTURA E CONSTRUÇÃO CONSTRUÇÃO COM PAINÉIS CLT PORTO, JUNHO 2015 ÁREAS DE ACTUAÇÃO: SOLUÇÕES DE ENGENHARIA CERTIFICAÇÃO VERTENTES PRINCIPAIS: INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS PARCERIA

Leia mais

ESTRUTURAS DE COBERTURA PARA GRANDES VÃOS

ESTRUTURAS DE COBERTURA PARA GRANDES VÃOS ESTRUTURAS DE COBERTURA PARA GRANDES VÃOS Travamentos e Contraventamentos Estruturas de Coberturas Elementos Principais vencem o vão Elementos Secundários Exemplo: Planta geral da cobertura Planta da cobertura

Leia mais

COBERTURAS. Prof. Amison de Santana

COBERTURAS. Prof. Amison de Santana COBERTURAS Prof. Amison de Santana Cobertura Funções Básicas: Proteção das partes internas das construções; Dar inclinação adequada, de acordo com o tipo de telha utilizada, para drenar águas pluviais;

Leia mais

Corte e dobra. Nesta aula, você vai ter uma visão geral. Nossa aula. Princípios do corte e da dobra

Corte e dobra. Nesta aula, você vai ter uma visão geral. Nossa aula. Princípios do corte e da dobra A U A UL LA Corte e dobra Introdução Nesta aula, você vai ter uma visão geral de como são os processos de fabricação por conformação, por meio de estampos de corte e dobra. Inicialmente, veremos os princípios

Leia mais

Redimensionar. Remodelar. Reforçar. Reabilitar

Redimensionar. Remodelar. Reforçar. Reabilitar UNIVERSIDADE DO ALGARVE ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA CONSTRUÇÃO E PROCESSOS Tema 5 Remodelação de Edifícios Remodelação de Edifícios Património histórico ou arquitectónico; Novas necessidades funcionais;

Leia mais

ENSAIO DE LIGAÇÃO PILAR PRÉ-MOLDADO FUNDAÇÃO MEDIANTE CHAPA DE BASE

ENSAIO DE LIGAÇÃO PILAR PRÉ-MOLDADO FUNDAÇÃO MEDIANTE CHAPA DE BASE ENSAIO DE LIGAÇÃO PILAR PRÉ-MOLDADO FUNDAÇÃO MEDIANTE CHAPA DE BASE 53 ENSAIO DE LIGAÇÃO PILAR PRÉ-MOLDADO FUNDAÇÃO MEDIANTE CHAPA DE BASE Mounir K. El Debs Toshiaki Takeya Docentes do Depto. de Engenharia

Leia mais

1/6 1 2 "SUPORTE RETRÁTIL PARA INSTALAÇÃO DE TELA FACHADEIRA". Apresentação Refere-se a presente invenção ao campo técnico de suportes para telas fachadeiras de edifícios em construção ou em reformas,

Leia mais

REFORÇO COM PRÉ-ESFORÇO EXTERIOR

REFORÇO COM PRÉ-ESFORÇO EXTERIOR REFORÇO COM PRÉ-ESFORÇO EXTERIOR António Costa REFORÇO COM PRÉ-ESFORÇO EXTERIOR Aplicação Alteração do sistema estrutural Aumento da capacidade resistente Correcção do comportamento em serviço Exemplos

Leia mais

REGRAS BÁSICAS PARA EXECUÇÃO DE INSTALAÇÕES ELÉCTRICAS DE BT EM LOTEAMENTOS

REGRAS BÁSICAS PARA EXECUÇÃO DE INSTALAÇÕES ELÉCTRICAS DE BT EM LOTEAMENTOS Critérios de aceitação/rejeição: o trabalho é considerado bem executado se cumprir o estabelecido no presente documento, caso contrário não é aceite, devendo proceder-se às correcções necessárias. Nota:

Leia mais

BRICKA ALVENARIA ESTRUTURAL

BRICKA ALVENARIA ESTRUTURAL BRICKA ALVENARIA ESTRUTURAL BRICKA ALVENARIA ESTRUTURAL Indice ALVENARIA ESTRUTURAL MANUAL DE EXECUÇÃO E TREINAMENTO...1 O QUE É ALVENARIA ESTRUTURAL?...1 Seu trabalho fica mais fácil...1 CUIDADOS QUE

Leia mais

Faculdade Sudoeste Paulista Curso de Engenharia Civil Técnicas da Construção Civil

Faculdade Sudoeste Paulista Curso de Engenharia Civil Técnicas da Construção Civil AULA 06 - LOCAÇÃO DE OBRAS Introdução: A locação da obra é o processo de transferência da planta baixa do projeto da edificação para o terreno, ou seja, os recuos, os afastamentos, os alicerces, as paredes,

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO PREFEITURA MUNICIPAL DE CATALÃO SECRETARIA DE 0BRAS 1.0 INTRODUÇÃO 2.0 DISPOSIÇÕES GERAIS

MEMORIAL DESCRITIVO PREFEITURA MUNICIPAL DE CATALÃO SECRETARIA DE 0BRAS 1.0 INTRODUÇÃO 2.0 DISPOSIÇÕES GERAIS MEMORIAL DESCRITIVO OBRA: Nova Instalação da SEMMAC LOCAL: Rua Dr. Lamartine Pinto de Avelar, 2338. Setor Ipanema. Catalão GO TIPO DE SERVIÇO: Reforma e Ampliação. 1.0 INTRODUÇÃO A finalidade do presente

Leia mais

CONSTRUÇÃO - BLOCO DE PESQUISADORES - PAVIMENTO TÉRREO

CONSTRUÇÃO - BLOCO DE PESQUISADORES - PAVIMENTO TÉRREO ANEXO XII PLANILHA ORÇAMENTÁRIA PLANILHA DE ORÇAMENTO UNIDADE: Embrapa Algodão Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária- Embrapa Coordenadoria de Engenharia e Arquitetura-CEN/DRM OBRA: AMPLIAÇÃO DOS

Leia mais

localizadas em ambientes agressivos Casos de estudo - Pontes localizadas em ambiente marítimo

localizadas em ambientes agressivos Casos de estudo - Pontes localizadas em ambiente marítimo Inspecções e ensaios não destrutivos em pontes localizadas em ambientes agressivos Casos de estudo - Pontes localizadas em ambiente marítimo Duarte Abecasis, Tiago Ribeiro OZ, Lda. Ambientes agressivos

Leia mais

ESQUADRIAS MÉTODO EXECUTIVO. Prof. MSc. Eng. Eduardo Henrique da Cunha Engenharia Civil 8º Período Turmas C01, C02 e C03 Disc. Construção Civil II

ESQUADRIAS MÉTODO EXECUTIVO. Prof. MSc. Eng. Eduardo Henrique da Cunha Engenharia Civil 8º Período Turmas C01, C02 e C03 Disc. Construção Civil II E ESQUADRIAS MÉTODO EXECUTIVO Prof. MSc. Eng. Eduardo Henrique da Cunha Engenharia Civil 8º Período Turmas C01, C02 e C03 Disc. Construção Civil II MÉTODO EXECUTIVO Cuidados no Recebimento Formas de Instalação

Leia mais

PROCEDIMENTO DE REALIZAÇÃO MONTAGEM E DESMONTAGEM DAS PLATAFORMAS MÓVEIS

PROCEDIMENTO DE REALIZAÇÃO MONTAGEM E DESMONTAGEM DAS PLATAFORMAS MÓVEIS P.880.0 de 20 REGISTO DE ALTERAÇÕES: Elaborado Verificado Aprovado EDIÇÃO DESCRIÇÃO Representante Permanente do empreiteiro em obra Gestor da Qualidade (Obra) Director Técnico Empreitada Data Criação (PA)

Leia mais

SÉRIE C 1 FOLHA / 2 FOLHAS CORRER TELESCÓPICA CORRER

SÉRIE C 1 FOLHA / 2 FOLHAS CORRER TELESCÓPICA CORRER SÉRIE C 1 FOLHA / 2 FOLHAS CORRER TELESCÓPICA CORRER PORSEG, SISTEMAS DE SEGURANÇA, S.A. PRODUTOS CORTA-FOGO E/OU ACÚSTICOS PORTAS METÁLICAS SÉRIE C SÉRIE C 47 48 Fotografias gerais PORSEG, SISTEMAS DE

Leia mais

Casa para pássaros para a varanda ou para o jardim

Casa para pássaros para a varanda ou para o jardim Casa para pássaros para a varanda ou para o jardim Expedição ao mundo animal. Casa para pássaros Pequenos e grandes zoólogos podem em breve observar e descobrir o mundo a partir da própria porta da varanda.

Leia mais

Estruturas de Madeira. Telhados. É a parte superior das construções, destina-se a dar-lhes proteção.

Estruturas de Madeira. Telhados. É a parte superior das construções, destina-se a dar-lhes proteção. Estruturas de Madeira Telhados É a parte superior das construções, destina-se a dar-lhes proteção. Funções básicas: Proteção das partes internas da instalação, contra o sol excessivo, chuva, neve, etc.

Leia mais

EM UM PROJETO DE COBERTURA, DEVEM SER CONSIDERADOS:

EM UM PROJETO DE COBERTURA, DEVEM SER CONSIDERADOS: COBERTURA Funciona como elemento essencial de abrigo para os espaços internos de uma edificação. Sua forma e construção devem controlar a passagem de água, ar e calor. Deve ser estruturado de forma a vencer

Leia mais

Como fazer o seu próprio escudo medieval

Como fazer o seu próprio escudo medieval Dark Ages - idade média www.sec11.cjb.net [email protected] Idade média Como fazer o seu próprio escudo medieval Existem dois métodos, um simples e o outro bem mais elaboro. 1. O método simples:

Leia mais

Descrições Técnicas (Armários)

Descrições Técnicas (Armários) Produtos Metálicos e Equipamentos, Lda (Grupo Levira) Descrições Técnicas (Armários) Armários de Parede O sistema de armários proposto consiste na execução de armários modulares, totalmente desmontáveis,

Leia mais

Manual de Montagem. Seguidor SPH 4.0

Manual de Montagem. Seguidor SPH 4.0 Manual de Montagem Seguidor 1 - Montagem do Poste Colocação do Poste em Base de Betão (da responsabilidade do cliente). Orientar a furação do Poste, para passagem de cabelagem, o mais a Norte possível.

Leia mais

MANUAL DO CONSUMIDOR VENTILADOR DE TETO

MANUAL DO CONSUMIDOR VENTILADOR DE TETO VENTILADOR DE TETO MODELOS: AIRES, LUMIAR FÊNIX, FÊNIX CONTR PETIT Obrigado por adquirir o VENTISOL. Antes de utilizar o seu produto leia atentamente este manual de instruções. Após a leitura guarde-o

Leia mais

Listagem de Erros e Omissões

Listagem de Erros e Omissões Listagem de Erros e Omissões - No ponto 13 do caderno de encargos - Critérios de adjudicação, factor preço, uma fórmula matemática, em que uma das parcelas, nomeadamente a PREm - o menor preço proposto,

Leia mais

Reabilitação de Edifícios de Serviços ANEXOS

Reabilitação de Edifícios de Serviços ANEXOS Novembro de 2012 ANEXOS ANEXO I EDIFÍCIO SEDE DE ESCRITÓRIOS EM COIMBRA REGISTO FOTOGRÁFICO DO EDIFÍCIO I.1. Fachada Norte Figura I.1.1 Edifício Sede de Escritórios em Coimbra Fachada Norte Figura I.1.2

Leia mais

ESCADAS DESMONTÁVEIS

ESCADAS DESMONTÁVEIS ESCADAS DESMONTÁVEIS ESCADAS DESMONTÁVEIS anos de GARANTIA nas escadas Fakro dispőe de uma ampla gama de escadas fabricadas em diferentes materiais. As escadas de madeira estăo disponíveis em dois, três

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE BELO HORIZONTE-UNIBH DRYWALL. Miriã Aquino

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE BELO HORIZONTE-UNIBH DRYWALL. Miriã Aquino CENTRO UNIVERSITÁRIO DE BELO HORIZONTE-UNIBH DRYWALL Miriã Aquino Belo Horizonte 2014 1 SUMÁRIO: APLICAÇÕES... 3 Paredes:... 3 Separação de Ambientes internos... 4 Isolamento Acústico Superior... 8 Isolamento

Leia mais

Ganzglasgeländer. Guardas em vidro sem prumos. Sistema de perfis para montagem frontal e superior

Ganzglasgeländer. Guardas em vidro sem prumos. Sistema de perfis para montagem frontal e superior Ganzglasgeländer Guardas em vidro sem prumos Sistema de perfis para montagem frontal e superior Índice Conjuntos, aplicações, ajudas de montagem 1402... 08 1400... 12 1404... 16 Componentes Perfis... 21

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTO ÂNGELO MEMORIAL DESCRITIVO

PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTO ÂNGELO MEMORIAL DESCRITIVO PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTO ÂNGELO MEMORIAL DESCRITIVO Ampliação E.M.E.I. Manoel dos Santos Ribeiro Bairro José Alcebíades de Oliveira GENERALIDADES Execução por Empreitada Global O presente memorial

Leia mais

C-EC/U. Porta Comercial de Encosto em caixilho "U

C-EC/U. Porta Comercial de Encosto em caixilho U C-EC/U Porta Comercial de Encosto em caixilho "U A Dânica Doors recomenda que as instruções de montagem contidas neste manual sejam seguidas rigorosamente para que as portas atendam em sua plena funcionalidade.

Leia mais

FICHAS DE INSTALAÇÃO - CPC COMO INSTALAR UMA FECHADURA

FICHAS DE INSTALAÇÃO - CPC COMO INSTALAR UMA FECHADURA 1. Constituintes de uma fechadura 2. Modelos de Fechadura Fechadura de embutir: Também designada por fechadura de encastrar, este tipo de fechadura é montada encastrada na espessura da porta. É sobretudo

Leia mais

Barramento Elétrico Blindado KSL70

Barramento Elétrico Blindado KSL70 Barramento Elétrico Blindado KSL70 PG: 2 / 19 ÍNDICE PÁG. 1.0 DADOS TÉCNICOS 03 2.0 - MÓDULO 04 3.0 SUSPENSÃO DESLIZANTE 05 4.0 TRAVESSA DE SUSTENTAÇÃO 06 5.0 EMENDA DOS CONDUTORES E DOS MÓDULOS 07 6.0

Leia mais

Manual de Instalção Version n. 01 of 14/06/2013

Manual de Instalção Version n. 01 of 14/06/2013 Manual Técnico Manual de Instalção Version n. 01 of 14/06/2013 pag. 2 Index Index... 2 Introdução e informações gerais... 3 Guia Flexível... 3 DESCRIÇÃO... 3 MATERIAL... 3 CERTIFICADOS... 3 MEDIDAS...

Leia mais

Técnicas de Demolições. Construções Antigas. Construções com Estrutura de Betão Armado

Técnicas de Demolições. Construções Antigas. Construções com Estrutura de Betão Armado UNIVERSIDADE DO ALGARVE INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA CONSTRUÇÃO E PROCESSOS Tema 4 Demolições de Edifícios Técnicas de Demolições Construções Antigas Construções com Estrutura de Betão Armado 1 Construções

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO Escola de Minas DECIV Patologia das Construções. Patologia das Madeiras

UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO Escola de Minas DECIV Patologia das Construções. Patologia das Madeiras UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO Escola de Minas DECIV Patologia das Construções Patologia das Madeiras Estrutura da Madeira Estrutura da Madeira cerne (2) Porção mais clara, na parte externa, que corresponde

Leia mais

Sugestões de Montagem. Perfis para Estrutura de Telhados

Sugestões de Montagem. Perfis para Estrutura de Telhados Sugestões de Montagem Perfis para Estrutura de Telhados 1 Apresentação As sugestões que apresentamos aqui são direcionadas para os profissionais que já possuem experiência com telhados. Nosso objetivo

Leia mais

CÁLCULOS TELHADO. Prof. Eliseu Figueiredo Neto

CÁLCULOS TELHADO. Prof. Eliseu Figueiredo Neto CÁLCULOS TELHADO Prof. Eliseu Figueiredo Neto TELHADO 1) Conhecer o peso de cada telha; 2) Calcular quantas telhas vão. Telhado de meia água de 50 m2, quantas telhas de cerâmica eu usarei e qual o peso

Leia mais

DEPARTAMENTO DE OBRAS E GESTÃO DE INFRA-ESTRUTURAS MUNICIPAIS FICHA TÉCNICA R U A D R. P A U L O Q U I N T E L A

DEPARTAMENTO DE OBRAS E GESTÃO DE INFRA-ESTRUTURAS MUNICIPAIS FICHA TÉCNICA R U A D R. P A U L O Q U I N T E L A PARTAMENTO OBRAS E GESTÃO FICHA TÉCNICA 1. INTIFICAÇÃO Construção do Jardim de Infância de Vale das Flores R U A D R. P A U L O Q U I N T E L A 2. LOCALIZAÇÃO Rua Dr. Paulo Quintela, Santo António dos

Leia mais

MANUAL PRÁTICO DE CONSTRUÇÃO COM PAREDES DE PNEUS

MANUAL PRÁTICO DE CONSTRUÇÃO COM PAREDES DE PNEUS MANUAL PRÁTICO DE CONSTRUÇÃO COM PAREDES DE PNEUS SISTEMA CONSTRUTIVO EM MÓDULOS U VIGA ROLIÇA 30/30 PAREDE DE PNEU TERRA PLANTA ESQUEMÁTICA PLANTA ESQUEMÁTICA CORTE ESQUEMÁTICO COMO PREENCHER O PNEU As

Leia mais

MUNICÍPIO DA FIGUEIRA DA FOZ CÂMARA MUNICIPAL

MUNICÍPIO DA FIGUEIRA DA FOZ CÂMARA MUNICIPAL MUNICÍPIO DA FIGUEIRA DA FOZ CÂMARA MUNICIPAL PROGRAMA PRELIMINAR CENTRO ESCOLAR DE S.JULIÃO/TAVAREDE PROJECTOS DE ESPECIALIDADES 1 1. Introdução Pretende a Câmara Municipal da Figueira da Foz, desenvolver

Leia mais

Essas duas questões serão estudadas nesta aula. Além delas, você vai ver quais erros podem ser cometidos na rebitagem e como poderá corrigi-los.

Essas duas questões serão estudadas nesta aula. Além delas, você vai ver quais erros podem ser cometidos na rebitagem e como poderá corrigi-los. A UU L AL A Rebites III Para rebitar peças, não basta você conhecer rebites e os processos de rebitagem. Se, por exemplo, você vai rebitar chapas é preciso saber que tipo de rebitagem vai ser usado - de

Leia mais

FS-06. Fossa séptica. Componentes. Código de listagem. Atenção. FS-06-01 (L=3,00m) FS-06-02 (L=3,80m) FS-06-03 (L=5,40m) 01 27/12/10

FS-06. Fossa séptica. Componentes. Código de listagem. Atenção. FS-06-01 (L=3,00m) FS-06-02 (L=3,80m) FS-06-03 (L=5,40m) 01 27/12/10 - -03 1/5 - -03 2/5 - -03 3/5 - -03 4/5 DESCRIÇÃO Constituintes Lastro de concreto magro, traço 1:4:8, cimento, areia e brita. Fundo e vigas de concreto armado, moldados in loco: - Fôrmas de tábuas de

Leia mais

Reabilitação do Património nas Smart Cities O Caso de Lisboa

Reabilitação do Património nas Smart Cities O Caso de Lisboa Quarta conferência do ciclo dedicado às Smart Cities Reabilitação do Património nas Smart Cities O Caso de Lisboa João Appleton 19 de Junho de 2014 Esta apresentação parte de três pressupostos: A reabilitação

Leia mais

Os desenhos do projecto devem incluir desenhos de dimensionamento e desenhos de pormenorização de armaduras.

Os desenhos do projecto devem incluir desenhos de dimensionamento e desenhos de pormenorização de armaduras. 9.7 Notas sobre Desenhos de Projecto 9.7.1 Observações Gerais Os desenhos do projecto devem incluir desenhos de dimensionamento e desenhos de pormenorização de armaduras. Os desenhos de dimensionamento

Leia mais

DEPARTAMENTO DE OBRAS E GESTÃO DE INFRA-ESTRUTURAS MUNICIPAIS FICHA TÉCNICA

DEPARTAMENTO DE OBRAS E GESTÃO DE INFRA-ESTRUTURAS MUNICIPAIS FICHA TÉCNICA PARTAMENTO OBRAS E GESTÃO FICHA TÉCNICA 1. INTIFICAÇÃO Casa Museu Miguel Torga 2. LOCALIZAÇÃO Praça Sá de Miranda. Freguesia de Santo António dos Olivais 3. SCRIÇÃO GERAL A Câmara Municipal deliberou em

Leia mais

CE-CTET-GERAL AAP+AECOPS GER 00X / 00Y 03DM.11.- -.--. Entende-se a demolição como um todo, elegendo-se a unidade (Un).

CE-CTET-GERAL AAP+AECOPS GER 00X / 00Y 03DM.11.- -.--. Entende-se a demolição como um todo, elegendo-se a unidade (Un). 03DM.11.- TÍTULO03DM.--. DEMOLIÇÕES CAPÍTULO.1-. DEMOLIÇÕES TOTAIS SUB.CAPº.11. SIMPLES I. UNIDADE E CRITÉRIO DE MEDIÇÃO Entende-se a demolição como um todo, elegendo-se a unidade (Un). II. DESCRIÇÃO DO

Leia mais

INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DO SEMINÁRIO CONCILIAR DE BRAGA

INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DO SEMINÁRIO CONCILIAR DE BRAGA Encontro Nacional Betão Estrutural 2004 1 INSPECÇÃO E REABILITAÇÃO DO SEMINÁRIO CONCILIAR DE BRAGA P.B. LOURENÇO Prof. Associado EEUM Guimarães J. BARBOSA LOURENÇO Eng. Civil GPBL, Lda Porto D.V. OLIVEIRA

Leia mais

1. FERRAMENTAS. Elevação e Marcação. Trenas de 5m e 30m. Nível a laser ou Nível alemão. Pág.4 1. Ferramentas

1. FERRAMENTAS. Elevação e Marcação. Trenas de 5m e 30m. Nível a laser ou Nível alemão. Pág.4 1. Ferramentas ÍNDICE: 1. Ferramentas 2. Equipamentos de Proteção Individual - EPI 3. Serviços Preliminares 4. Marcação da Alvenaria 5. Instalação dos Escantilhões 6. Nivelamento das Fiadas 7. Instalação dos gabaritos

Leia mais

2ª CONFERÊNCIA PASSIVHAUS PORTUGAL 2014. Passive House com Cross Laminated Timber - CLT

2ª CONFERÊNCIA PASSIVHAUS PORTUGAL 2014. Passive House com Cross Laminated Timber - CLT 2ª CONFERÊNCIA PASSIVHAUS PORTUGAL 2014 Passive House com Cross Laminated Timber - CLT AVEIRO, NOVEMBRO 2014 ÍNDICE 1. APRESENTAÇÃO DA TISEM, LDA 2. SISTEMA CONSTRUTIVO CLT (CROSS LAMINATED TIMBER) 3.

Leia mais

PLANILHA ORÇAMENTÁRIA

PLANILHA ORÇAMENTÁRIA DATA agosto/2013 1.0 SERVIÇOS PRELIMINARES 1.2 74209/001 Aquisição e assentamento de placas de obra em aço galvanizado. Abrigo Provisorio de madeira executado na obra para m² 6,00 157,35 944,10 1.3 01520.8.1.1

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA - TR Pregão Eletrônico nº 001/2014

TERMO DE REFERÊNCIA - TR Pregão Eletrônico nº 001/2014 Anexo I TERMO DE REFERÊNCIA - TR Pregão Eletrônico nº 001/2014 1 DO OBJETO 1.1 Prestação de serviços de instalação de piso elevado acessível, com fornecimento de componentes, acessórios e materiais, visando

Leia mais

Acústica em Reabilitação de Edifícios

Acústica em Reabilitação de Edifícios Reabilitação 09- Parte 8 - Desempenho Acústico de - Soluções Construtivas e Problemas típicos na Execução Reabilitação 09- Conteúdo da apresentação: Problemas típicos de soluções construtivas correntes

Leia mais

35 3754-909 ÁGUEDA PORTUGAL

35 3754-909 ÁGUEDA PORTUGAL Estantes Metalo-Plásticas Caixas Stock Perfil Mini-Contentores Tinas Malas de Ferramenta Apartado 35 3754-909 ÁGUEDA PORTUGAL E-mail: [email protected] Tel. +351 234 623 007/8 Site: www.suc.pt Fax +351 234 622

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DISTRIBUIÇÃO

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DISTRIBUIÇÃO ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DISTRIBUIÇÃO CAIXAS PARA EQUIPAMENTOS DE MEDIÇÃO E PROTEÇÃO DE UNIDADES CONSUMIDORAS INDIVIDUAIS OU AGRUPADAS EMISSÃO: JANEIRO /02 REVISÃO: MARÇO /06 FOLHA : 1 / 23 A P R E S E N

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE CAÇADOR SECRETARIA MUNICPAL DE EDUCAÇÃO MEMORIAL DESCRITIVO

PREFEITURA MUNICIPAL DE CAÇADOR SECRETARIA MUNICPAL DE EDUCAÇÃO MEMORIAL DESCRITIVO MEMORIAL DESCRITIVO OBRA: REFORMA DA ESCOLA ALCIDES TOMBINI LOCALIZAÇÃO: Rua Augusto Driessen Bairro: Sorgatto 1. DEMOLIÇÕES Todas as paredes internas dos banheiros deverão ser demolidas. Todo o revestimento

Leia mais

REABILITAÇÃO DE COBERTURA INCLINADA, COM TELHA CERÂMICA ESTRUTURA EM MADEIRA. CONDIÇÕES TÉCNICAS D A T A Página 1 de 12 REVESTIMENTO EXTERIOR

REABILITAÇÃO DE COBERTURA INCLINADA, COM TELHA CERÂMICA ESTRUTURA EM MADEIRA. CONDIÇÕES TÉCNICAS D A T A Página 1 de 12 REVESTIMENTO EXTERIOR CONDIÇÕES TÉCNICAS D A T A Página 1 de 12 LOCAL INTERVENÇÃO Envolvente exterior cobertura Reparação e reabilitação da cobertura RESUMO: Reabilitação da cobertura existente, com intervenção na estrutura,

Leia mais

LIGAÇÕES DE PEÇAS METÁLICAS AO BETÃO COM BUCHAS CONCEPÇÃO E PORMENORIZAÇÃO

LIGAÇÕES DE PEÇAS METÁLICAS AO BETÃO COM BUCHAS CONCEPÇÃO E PORMENORIZAÇÃO SEMINÁRIO INTERNACIONAL SOBRE LIGAÇÕES ESTRUTURAIS REFORÇO DE ESTRUTURAS E ESTRUTURAS MISTAS LIGAÇÕES ENTRE DIFERENTES MATERIAS ESTRUTURAIS LIGAÇÕES DE PEÇAS METÁLICAS AO BETÃO COM BUCHAS ENG. TIAGO ABECASIS

Leia mais

Perfilados e acessórios

Perfilados e acessórios Perfilados e acessórios 936563 936511 frente e verso 936501 frente e verso 936551 Perfi l de aço perfi lado. Produzido em chapa de aço pré-galvanizado, por imersão a quente, ou galvanizado à fogo com excelente

Leia mais

SISMO BUILDING TECHNOLOGY, TECNOLOGIA DE CONSTRUÇÃO ANTI-SISMICA: APLICAÇÕES EM PORTUGAL

SISMO BUILDING TECHNOLOGY, TECNOLOGIA DE CONSTRUÇÃO ANTI-SISMICA: APLICAÇÕES EM PORTUGAL SÍSMICA 2007 7º CONGRESSO DE SISMOLOGIA E ENGENHARIA SÍSMICA 1 SISMO BUILDING TECHNOLOGY, TECNOLOGIA DE CONSTRUÇÃO ANTI-SISMICA: APLICAÇÕES EM PORTUGAL M.T. BRAZ CÉSAR Assistente IPBragança Bragança Portugal

Leia mais

PLANIFICAÇÃO DE PROJECTOS MID-RANGE PARA ESTRUTURAS DE MÓDULOS FOTOVOLTAICOS

PLANIFICAÇÃO DE PROJECTOS MID-RANGE PARA ESTRUTURAS DE MÓDULOS FOTOVOLTAICOS Fabricados em alumínio e aço inoxidável Declaração de desempenho e marcação CE Para pequenas instalações Aplicação para configurar automaticamente as estruturas Stock permanente, prazo de entrega reduzido

Leia mais

! ESTÚDIO!DE!ARQUITETURA:!SUSTENTABILIDADE!AMBIENTAL!! FERNANDA MOURA !!!!!!!!!!!!!!! PESQUISA' DRYWALL' PORTAS' !!!!!!!!!!!! !!! ! 1!

! ESTÚDIO!DE!ARQUITETURA:!SUSTENTABILIDADE!AMBIENTAL!! FERNANDA MOURA !!!!!!!!!!!!!!! PESQUISA' DRYWALL' PORTAS' !!!!!!!!!!!! !!! ! 1! ! ESTÚDIO!DE!ARQUITETURA:!SUSTENTABILIDADE!AMBIENTAL!! FERNANDA MOURA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! PESQUISA'!!! DRYWALL' E'' PORTAS'! 1! !!! SUMÁRIO!!! PAREDES!DRYWALL! 1. 'FABRICANTE:'KNAUF 1. 1 PAREDE

Leia mais

200888 Técnicas das Construções I COBERTURA. Prof. Carlos Eduardo Troccoli Pastana [email protected] (14) 3422-4244 AULA 9

200888 Técnicas das Construções I COBERTURA. Prof. Carlos Eduardo Troccoli Pastana pastana@projeta.com.br (14) 3422-4244 AULA 9 200888 Técnicas das Construções I COBERTURA Prof. Carlos Eduardo Troccoli Pastana [email protected] (14) 3422-4244 AULA 9 Objetivos: Escolher a estrutura de telhado adequada para cada tipo de telha;

Leia mais

Edificação de uma moradia unifamiliar de traça típica portuguesa num terreno em Sesimbra.

Edificação de uma moradia unifamiliar de traça típica portuguesa num terreno em Sesimbra. MEMÓRIA DESCRITIVA E JUSTIFICATIVA DO MODO DE EXECUÇÃO DA OBRA 1 Obra Edificação de uma moradia unifamiliar de traça típica portuguesa num terreno em Sesimbra. Esta moradia foi construída de raiz num terreno

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO SUBSTITUIÇÃO DA COBERTURA DA CASA DE PASSAGEM DO MUNICÍPIO DE CAÇADOR

MEMORIAL DESCRITIVO SUBSTITUIÇÃO DA COBERTURA DA CASA DE PASSAGEM DO MUNICÍPIO DE CAÇADOR MEMORIAL DESCRITIVO SUBSTITUIÇÃO DA COBERTURA DA CASA DE PASSAGEM DO MUNICÍPIO DE CAÇADOR 1 SUMÁRIO SUMÁRIO 2 MEMORIAL DESCRITIVO 3 I. DADOS FÍSICOS LEGAIS 3 II. DISPOSIÇÕES PRELIMINARES 3 III. SERVIÇOS

Leia mais

Obra: Ampliação Câmara de Vereadores Local : VRS- 801 Almirante Tamandaré do Sul - RS Proprietário: Prefeitura Municipal de Almirante Tamandaré do Sul

Obra: Ampliação Câmara de Vereadores Local : VRS- 801 Almirante Tamandaré do Sul - RS Proprietário: Prefeitura Municipal de Almirante Tamandaré do Sul MEMORIAL DESCRITIVO Obra: Ampliação Câmara de Vereadores Local : VRS- 801 Almirante Tamandaré do Sul - RS Proprietário: Prefeitura Municipal de Almirante Tamandaré do Sul 1. O presente memorial tem por

Leia mais

Informativo Técnico. 11 3207-8466 [email protected] www.indufix.com.br

Informativo Técnico. 11 3207-8466 vendas@indufix.com.br www.indufix.com.br Informativo Técnico Descrição Os fixadores contidos neste informativo são normalizados pela incorporadora de normas ASTM (American Society for Testing and Materials), com finalidade fixação e união de

Leia mais

ESQUADRIAS. Prof. MSc. Eng. Eduardo Henrique da Cunha Engenharia Civil 8º Período Turmas C01, C02 e C03 Disc. Construção Civil II

ESQUADRIAS. Prof. MSc. Eng. Eduardo Henrique da Cunha Engenharia Civil 8º Período Turmas C01, C02 e C03 Disc. Construção Civil II ESQUADRIAS Prof. MSc. Eng. Eduardo Henrique da Cunha Engenharia Civil 8º Período Turmas C01, C02 e C03 Disc. Construção Civil II ESQUADRIA Elemento da Vedação Vertical utilizado no fechamento de aberturas

Leia mais

ESQUADREJADORA. Princípios principais de utilização e precauções:

ESQUADREJADORA. Princípios principais de utilização e precauções: ESQUADREJADORA A esquadrejadora é uma máquina de serra circular que permite realizar cortes rectos de precisão, vazados ou interrompidos, de peças de grande dimensão. É constituída por um corpo com mesa

Leia mais

Engrenagens II. Nesta aula trataremos da representação das. Conceitos básicos. Representação dos dentes. engrenagens no desenho técnico.

Engrenagens II. Nesta aula trataremos da representação das. Conceitos básicos. Representação dos dentes. engrenagens no desenho técnico. A UU L AL A Engrenagens II Nesta aula trataremos da representação das engrenagens no desenho técnico. Introdução Conceitos básicos As engrenagens são representadas, nos desenhos técnicos, de maneira normalizada.

Leia mais

MANUAL DO CONSUMIDOR VENTILADOR DE TETO

MANUAL DO CONSUMIDOR VENTILADOR DE TETO VENTILADOR DE TETO MODELOS: WIND MDF/PLAST. WIND LIGHT MDF/PLAST. COMERCIAL Obrigado por adquirir o VENTISOL. Antes de utilizar o seu produto leia atentamente este manual de instruções. Após a leitura

Leia mais

A Sustentabilidade nos Projectos de Reabilitação de Edifícios

A Sustentabilidade nos Projectos de Reabilitação de Edifícios ENEC 2011 Encontro Nacional de Engenharia Civil A Sustentabilidade nos Projectos de Reabilitação de Edifícios João Appleton 21 de Maio de 2011 A sustentabilidade corresponde a um conceito recente que,

Leia mais

FÓRUM TRABALHISTA DE SÃO JOSÉ

FÓRUM TRABALHISTA DE SÃO JOSÉ FÓRUM TRABALHISTA DE SÃO JOSÉ MEMORIAL DESCRITIVO PROJETO DE ESTRUTURA METÁLICA Responsabilidade e Compromisso com o Meio Ambiente MEMORIAL DESCRITIVO PROJETO DE ESTRUTURA METÁLICA OBRA: Fórum Trabalhista

Leia mais

SÉRIES F196 e P400 1 FOLHA BATENTE

SÉRIES F196 e P400 1 FOLHA BATENTE SÉRIES F196 e P400 1 FOLHA BATENTE SÉRIES F196 e P400 95 Fotografia geral 4 1 FOLHA BATENTE Caracterização Modelo Tipologia F196 1 folha de batente P400 1 folha de batente Dimensões (mm) L x H* (standard)

Leia mais