Perguntas & Respostas
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- Gustavo Faria Fidalgo
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1 Perguntas & Respostas Perguntas & Respostas P1 Qual é a definição jurídica de saquê no Japão? Qualquer uma das seguintes bebidas alcoólicas com teor alcoólico inferior a 22%: a. O produto filtrado da fermentação de arroz, arroz koji e água; b. O produto filtrado da fermentação de arroz, arroz koji, água, sakekasu e outros itens especificados na regulamentação (o peso total desses outros itens especificados na regulamentação não deve exceder 50% do peso total de arroz, incluindo o arroz para fazer arroz koji. Itens especificados na regulamentação são o álcool, shochu (aguardente tradicional japones), açúcares, ácidos orgânicos, sais de aminoácidos, e saquê. c. O produto filtrado da adição do sakekasu ao saquê. P2 O arroz sake também é usado como arroz de mesa? Os japoneses preferem arroz de mesa quê é relativamente mais pegajosa, mas o arroz não é adequado para a produção saquê, por ser difícil de trabalhar com ele. É possível, entretanto, comer o arroz sake, mas porque não ser pegajoso, o arroz sake não faz um bom arroz de mesa. P3 Quanto saquê pode ser produzido a partir de 1 kg de arroz polido? No caso de junmai-shu, cerca de 2,1 litros de genshu (18% de álcool) pode ser produzida a partir de 1 kg de arroz polido. Quando diluídas para 15% de álcool, um nível típico em produtos do saquê, vem a ter cerca de 2,5 litros. Caso o seimai-buai do arroz polido for de 60%, a quantidade que pode ser produzida a partir de 1 kg de arroz integral é de 1,5 litros. P4 Quanto saquê pode ser produzido a partir de um arrozal de 1 ha? No caso do arroz sake Yamadanishiki, cerca de kg de arroz não polido podem ser obtidos a partir de 1 ha. Assumindo as mesmas condições que em P3, cerca de litros de saquê podem ser produzidos. Cerca de kg de arroz de mesa não polido pode ser obtido a partir de 1 ha. P5 Ginjo-shu é feito de arroz, então por que ele tem um aroma frutado? Aromas de frutas não são adicionados ao saquê. Análises de ginjo-shu mostram que ele é rico em ésteres semelhantes aos que dão aos frutos, o seu aroma. Este aroma é criado pela levedura durante o processo de fermentação. A fermentação deve ocorrer nas condições descritas na Seção Um guia abrangente do Saquê Japonês
2 P6 As condições meteorológicas, enquanto o arroz está crescendo afeta a produção de saquê? O tempo pode afetar a quantidade de arroz colhido dos campos. Nos anos em que as temperaturas são baixas e não há luz solar suficiente no momento da panícula e da formação dos grãos, os grãos de arroz que se formam são menores em tamanho e mais solúveis, resultando em saquê com sabor mais pesado que o normal. Nos anos em que o clima é quente, ao contrário, o amido adquire uma estrutura menos solúvel. Isto reduz a solubilidade do arroz, aumentando a quantidade de sakekasu (bolo filtrado) e resultando em saquê com sabor mais fraco (Sec ). P7 Onde as fábricas obtém o Koji-fungi? Fábricas de saquê compram uma espécie de semente de koji, chamada tane-koji em japonês, de empresas de tane-koji. Essas empresas fazem tane-koji propagando esporos koji-fungi do arroz não polido. P8 Os sabores e o aromas do saquê são influenciados pelo tipo de semente koji (tane-koji) usado? A levedura é responsável por produzir o aroma do saquê e a variedade do koji não desempenha nenhum papel. A produção de uma grande quantidade de enzimas pelo koji, pensa-se resultar num gosto mais pesados porque mais do arroz é dissolvido no saquê. No entanto, apesar da linhagem específica do koji-fungi em si, a fabricação de koji é entendida como possuidora do efeito mais significativo sobre a quantidade de enzimas e do equilíbrio enzima. P9 Desde que koji-fungi são fungos, eles são seguros? Koji-fungi está relacionada com Aspergillus flavus, um fungo que produz uma das micotoxinas conhecidas como aflatoxina, por isso foram levantadas questões sobre se o koji-fungi também podem produzir toxinas. No entanto, os estudos confirmaram que o koji-fungi utilizados no Japão não produzem micotoxinas. Pesquisa genética recente mostrou que no koji-fungi, falta o gene necessário para a produção de micotoxinas. P10 Por que o saquê têm um teor de álcool mais elevado do que o vinho ou a cerveja? A concentração de açúcar no início da fermentação é um fator chave na determinação do teor de álcool. A alta concentração de açúcar no início inibe a produção de álcool pela levedura, e no vinho e na cerveja, a concentração de açúcar é mais elevada desde o início. Em contraste, no saquê a concentração de açúcar é limitada no início, porque a sacarificação do amido por enzimas de koji ocorre gradualmente ao longo de todo o processo de fermentação do álcool. Isto permite que a fermentação prossiga com pouco supressão da atividade do levedo, resultando em maior teor de álcool. Um guia abrangente do Saquê Japonês 51
3 Perguntas & Respostas P11 Por que muitos produtos saquê tem um teor de álcool na faixa de 15%? O teor de álcool de genshu (saquê puro) é de 17% a 20%, o que é alto para uma bebida fabricada. Como o índice de álcool é muito alto para o consumo com alimento, adiciona-se água para ajustar o teor de álcool para cerca de 15% antes da remessa. O teor de álcool de ginjo-shu, no entanto, muitas vezes é ajustado para um pouco mais elevados 17% por causa do seu sabor delicado. Outro fator é a Lei de Imposto do Licor do Japão previamente prescreve um teor alcoólico de 15% como o padrão para a determinação do imposto de bebidas de saquê, com cada 1% adicional atraindo um imposto mais elevado. P12 O saquê de baixo teor alcoólico também é produzido? Há produtos disponíveis de saquê com teor alcoólico variando de 14% para uma baixa de cerca de 5%. Eles incluem ambas as variedades doces e ácidas, bem como saquê espumante. P13 Que aditivos são usados no saquê? Não são adicionados conservantes, agentes corantes, agentes aromatizantes, fragrâncias ou outras substâncias após a produção. Substâncias aprovadas para uso durante a produção são sais para promover a fermentação, o ácido láctico e enzimas utilizadas no shubo. O carvão ativado pode ser usado, tanino de caqui, dióxido de sílica e suporte na filtração quando da remoção de sedimentos e de filtragem, mas eles não permanecerem no saquê. P14 Qual é a diferença entre a acidez do saquê e a acidez do vinho? Veja Seç. 7.4 e Tabela 1.1 P15 Eu quero aprender mais sobre a composição de saquê, cerveja e vinho. Veja a Tabela 1.1 P16 Na abertura de cerimônias e celebrações em que o taruzake é servido a partir de um barril (Seç ), o sal pode ser servido junto com ele. Por que o sal vai bem com saquê? O sal tem a ação de intensificar o umami produzido por aminoácidos. Por exemplo, a adição de uma pequena quantidade de sal ao caldo rico em aminoácidos, tais como caldo de galinha, melhora significativamente o sabor. saquê também é rico em aminoácidos, que pensa-se ser a razão pelo qual vai bem com o sal. 52 Um guia abrangente do Saquê Japonês
4 P17 Queijo e saquê parecem ir bem juntos. Por que isso? O queijo é rico em aminoácidos e peptídeos resultantes da decomposição de leite proteínas derivadas de microorganismos. Apesar de não ser exatamente o mesmo que aqueles envolvido na produção do saquê, os microorganismos envolvidos na fabricação de queijos são bacilos ácido lático, leveduras e fungos, e à semelhança dos ingredientes aromáticos resultantes da fermentação e envelhecimento, pensa-se ser a razão pelo qual o queijo e o saquê vão bem juntos (Sec. 5.2). Além disso, uma grande quantidade de sal é usado na produção das maiores variedades de queijo, e saquê vai bem com sal, pelas razões explicadas Q16. P18 Por que saquê e frutos do mar vão bem juntos? Beber saquê com frutos do mar, em grande medida elimina qualquer sabor de peixe. A principal causa do sabor de peixes são os aldeídos produzidos pela quebra de DHA, EPA e outros ácidos graxos insaturados que abundam em frutos do mar. Quando o DHA é adicionado ao saquê, é relatadamente menor a formação de aldeídos em relação ao vinho. P19 Qual é o potencial de envelhecimento de saquê? O saquê pasteurizado contém mais álcool que o vinho, por isso não deteriora. A qualidade do saquê permanece quase constante por cerca de seis meses após a remessa quando conservados à temperatura ambiente e durante cerca de um ano após a remessa quando mantidos em uma geladeira ou adega. Longo armazenamento resulta na degradação gradual de aminoácidos, devido à reação de Maillard no interior do recipiente e o saquê desenvolve uma cor e um aroma de caramelo ou semelhante à noz. As substâncias com um sabor amargo também aumentam. Isso não significa, no entanto, que o saquê não possa ser bebido. Se for armazenado a baixa temperatura longe da luz, ele pode se transformar em koshu de cor âmbar (saquê envelhecido). Recomenda-se beber ginjo-shu e outros tipos de saquê com sabor frutado ou leve dentro de um ano. P20 Como os componentes químicos se alteram quando o saquê é aquecido? O teor de álcool diminui em cerca de 0,1% a 0,3%. A quantidade de aldeídos é reduzido em cerca de 10% a 22%, comparado com antes do aquecimento, e também há um declínio de ésteres com um ponto de ebulição baixo, tais como acetato de etilo e de mercaptano e outros compostos de enxofre. P21 Qual é o conteúdo calórico de saquê? Álcool contém 7,1 kcal/g e açúcares e proteínas contêm 4 kcal/g. Em média, 100 g de saquê é composto por 12,3 g de álcool, 4 g açúcares e 0,5 g de proteína, portanto, com base nos números acima, a contagem de calorias é de cerca de 105 kcal. Um guia abrangente do Saquê Japonês 53
5 Perguntas & Respostas P22 saquê pode ser usado na culinária? Assim como o vinho é indispensável na cozinha francesa e italiana, saquê é indispensável na culinária japonesa. Além de pratos ensopados e caldos, é usado para grelhar carne ou peixe, ou arroz cozinhar. P23 Quais competições ou shows existem no saquê? (1) Zenkoku Shinshu Kanpyo-kai, Prêmio Nacional do Novo Saquê O National New Sake Awards é a maior feira no Japão, com a participação de cerca de 900 empresas. Foi realizado pela primeira vez em Agora, é co-patrocinado pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Fabricação e o Associação Japonesa de Fabricantes do Saquê e Shochu. Expositores estão limitados a um produto ginjo-shu por feira e cerca de 25% dos produtos expostos recebem prêmios ouro. (2) U.S. National Sake Appraisal Esse show tem sido realizado desde 2001, em Honolulu. Quatro categorias foram julgados em 2010: Daiginjo-shu A, Daiginjo-shu B, Ginjo-shu, e Junmai-shu. (3) International Wine Challenge Desde 2007, uma divisão do saquê foi incluída no International Wine Challenge (IWC), realizado em Londres. Cinco categorias foram julgadas em 2010: Junmai-shu, Junmai ginjo-shu/junmai daiginjo-shu, Honjozo-shu, Ginjo-shu/ Daiginjo-shu e Koshu. P24 Veja Seç. 9.3 Onde se pode aprender fabricação saquê? 54 Um guia abrangente do Saquê Japonês
6 Q25 O que está escrito na parte de língua japonesa da etiqueta? A lei japonesa exige que todos os rótulos saquê indiquem os itens de 1 a 7 no exemplo abaixo. Os pontos 8 a 12 podem ser aplicados aos produtos que atendem aos padrões de qualidade específicos da fabricação do saquê especificados por lei (Apêndice II). Os rótulos podem também conter precauções de armazenamento e de consumo e informações adicionais descrevendo o período de envelhecimento, nível de qualidade e uso do ingrediente arroz orgânico. 1 Teor alcoólico 8 Designação especial 2 Ingredientes brutos (exceto água) 3 Nome do produto (e.g 日 本 酒 nihonshu e 清 酒 Seishu, ambos identificam saquê em japonês) 4 Conteúdo líquido 5 Data de engarrafamento 6 Nome do fabricante e endereço 9 Tipos de saquê 10 Seimai-buai 11 Identifica a variedade do arroz sake, e o lugar de origem 12 Identifica a localidade de produção de saquê 7 Proibido por lei: Saquê vendido para e/ou consumido por pessoas menores Um guia abrangente do Saquê Japonês 55
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