CINTAS DE ELEVAÇÃO E AMARRAÇÃO DE CARGAS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CINTAS DE ELEVAÇÃO E AMARRAÇÃO DE CARGAS"

Transcrição

1 CINTAS DE ELEVAÇÃO E AMARRAÇÃO DE CARGAS

2 PREFÁCIO O objetivo deste guia elaborado pela POLIFITEMA é orientar boas práticas para movimentação de cargas, pensando na segurança dos trabalhadores e na qualidade das operações evitando acidentes e danos materiais. Hoje no Brasil já podemos contar com uma norma Brasileira de elevação de cargas a NBR parte 1 para cintas planas e NBR parte 2 para cintas Tubulares. Esta norma foi elaborada com base em uma das melhores Normas de elevação de cargas do Mundo a EN-1492 da Comunidade Européia e a POLIFITEMA tem o orgulho de ter colaborado com o comitê da ABNT para conclusão desta norma. Respeito, responsabilidade e segurança devem ser dever de todos. Com isso podemos preservar vidas, bens materiais e ganhar qualidade. Satisfazendo as necessidades da empresa, dos clientes e principalmente de segurança pessoal. Como recomendação preventiva a POLIFITEMA acredita que, através de formação com enfoque em conscientização, minimiza a possibilidade de acidente na movimentação de cargas. Em função disto, dispomos de um treinamento de aproximadamente 2 hs para usuários de cinta com um conteúdo objetivo e direto, preparando operadores para reconhecer aspectos básicos e imprescindíveis como: cintas normatizadas e não normatizadas, código de coloração, fator de segurança, formas e capacidades, utilização de proteções, modelos de cintas e principalmente critérios de recolhimento e inspeção de cintas. Com este treinamento, além de conhecimento e conscientização de segurança no trabalho, há também um ganho financeiro associado à melhor aquisição /utilização das cintas, onde proporcionará aos clientes formados a habilidade de selecionar e utilizar o modelo de cinta que mais se adeque à operação. Garantindo assim a utilização plena da vida útil da cinta e, consequentemente reduzindo custos de reposição de material. 2 ELEVAÇÃO DE CARGAS

3 INDICE Este guia aborda assuntos como: Planejamento para movimentação de carga Seleção de material de elevação Coeficiente de segurança Diferença entre cintas brancas e normatizadas coloridas Código de coloração Etiqueta de identificação Tabela de Formas x Capacidades Modelos de cintas Riscos de acidentes Resistência a calor e produtos químicos Inspeções de cintas Orientacnao de formas corretas de uso Cintas de amarração Resoluções do CONTRAN Orientações de segurança Formas de amarração 3

4 1200 Kg CINTAS DE ELEVAÇÃO DE CARGAS Desde muito tempo atrás o homem sente a necessidade de movimentar cargas para executar grandes construções, como as pirâmides e outras obras gigantescas. Devido a isso houve a necessidade de aprimorar as técnicas de elevação que se tornaram essenciais para a segurança dos trabalhadores e a agilidade da obra. Hoje em dia já podemos contar com uma alta tecnologia que faz diminuir muito os riscos de acidentes, comparado ao passado e uma agilidade que reduz os prazos de conclusão do trabalho, mas o risco ainda existe e deve-se ter muita atenção ao executar este tipo de trabalho, pois quando vamos movimentar uma carga o principal fator é desafiar as leis da física. (uma carga não fica suspensa no ar por si só). LOCAL DESTINO PERIGO Carga sendo Movimentada Não ultrapasse 1200 Kg Muitos cuidados devem ser levados em consideração quando temos que desafiar essa lei, e para isso, antes de qualquer ação é preciso de um planejamento completo. Cap Kg Peso 3000 Kg Cap Kg 4 ELEVAÇÃO DE CARGAS

5 1. Carga PLANEJAMENTO O primeiro passo é estudar a carga a ser movimentada, conhecer detalhes como: peso, forma, centro de gravidade, tamanho, se existe ponto de fixação ou algo que pode ser um elemento de risco para os meios de Elevação, como os cantos vivos, pontiagudos, etc Kg 1200 Kg 2. Meios Após um estudo minucioso da carga, podemos através destes dados selecionar e providenciar um meio de elevação com o tamanho, capacidade, modelo e as proteções adequadas para efetuar a movimentação com segurança. Mas ainda não é suficiente para iniciar o trabalho. 5

6 3. Trajeto Determinar o trajeto do percurso é fundamental. Temos de ter a certeza que o material içado não encontrará nenhum obstáculo durante o trajeto, causando um risco eminente para resolver o problema com a carga pendurada oferecendo riscos desnecessários. O trajeto deve ter espaço para a passagem do material. Verificar se o pé direito tem altura compatível e principalmente se há trabalhadores no local do trajeto para que a área seja evacuada no momento da movimentação. Importante: É absolutamente proibida a movimentação de cargas sobre vidas. LOCAL DESTINO PERIGO Carga sendo Movimentada Não ultrapasse 4. Destino Outro fator importante é verificar o local de destino do material. Saber se ele está preparado para receber a carga, como por exemplo: assentos, paletes, ou outros objetos onde a carga será baixada. Obs.: Este é um erro muito comum e grave na movimentação de carga. Somente quando a carga chega ao destino vem a preocupação com a preparação do local e corre-se novamente um risco do material ficar suspenso até a preparação do local, muitas vezes se arriscando e passando por baixo da carga içada. 6 ELEVAÇÃO DE CARGAS

7 5. Remoção Uma atenção especial deve ser levada em consideração: Nunca se deve baixar a carga em cima dos meios de elevação, podendo deixá-los presos e até colocar a carga em desequilíbrio, dependendo do material de elevação que estiver usando. Outro risco é o de tentar retirar este material de elevação que está preso e causar acidentes de rompimento e chicoteamento, atingindo pessoas ou outros materiais próximos, ou até causar desequilíbrio no material que já se encontrava seguro no solo, podendo tombar, escorregar etc, além de danificar os materiais de elevação de carga. Nestas figuras as cintas estão completamente livres da carga preservando sua integridade e prontas para serem removidas. Nestas figuras a carga foi baixada em cima das cintas danificando e tornando uma operação arriscada ao tentar removê-las 7

8 6. Centro de Gravidade Colocar o gancho de elevação perpendicular ao centro de gravidade da carga. Obs.: Se a carga pender abaixe imediatamente e recalcule o centro de gravidade corretamente. 7. Gancho Verificar também a capacidade do gancho de elevação, saber se o mesmo é compatível com a carga e somente com uma elaboração completa e um estudo minucioso de todo o trabalho e que deve ser feito com todas as garantias de segurança é indicado o início da movimentação. Cap Kg Peso 3000 Kg Cap Kg 8 ELEVAÇÃO DE CARGAS

9 Ao utilizar cintas com olhais flexíveis em qualquer circunstância o ângulo formado na parte interna do olhal da cinta não pode ser superior a um ângulo de 20 graus. Este ângulo não deve ultrapassar 20 graus Ao se conectar uma cinta de olhais flexíveis a um equipamento de elevação a parte do conjunto que suporta a cinta deve ser essencialmente reta a menos que a largura de suporte da cinta seja inferior a 150mm caso em que o raio de curvatura da fixação do aparelho de elevação deve ser no mínimo 1.5 vezes a largura de suporte da cinta. Cintas mais largas podem ser afetadas pelo raio interno do gancho, como resultado da curvatura desse gancho, que impede o carregamento uniforme através da largura da cinta. Não pode ser utilizado mais de dois pares de olhais em um mesmo gancho. 9

10 Quando falamos em cinta, a primeira dúvida é saber qual a diferença das cintas normatizadas 7:1 para as cintas brancas 5:1. A primeira diferença e talvez a mais importante é o fator de segurança. 1. Cintas Normatizadas 7:1 NBR e 2 As cintas normatizadas tem um fator de segurança que suporta 7 vezes a capacidade de carga da cinta, portanto, se temos uma cinta para elevar 1000 Kg esta cinta deve romper em estado de teste com 7000 kg. Observação importante: nunca devemos utilizar este fator para elevar uma carga maior do que está descrito na etiqueta da cinta, pois esta resistência de sete vezes a carga é o fator de segurança que foi dimensionado para que não haja acidentes. Uma cinta para 1000 quilos que suporta 7000 quilos só pode elevar 1000 quilos e com isto manter o coeficiente de segurança 7:1. Caso esta regra seja desobedecida, perdese toda a garantia do produto e coloca a operação em grande risco de acidentes. Carga de trabalho da cinta 1000 Kg Carga de ruptura da cinta 7000 Kg Peso 1000 Kg 10 ELEVAÇÃO DE CARGAS

11 2. Cintas Brancas 5:1 As cintas brancas tem um fator de segurança que suporta 5 vezes a capacidade de carga da cinta, portanto, se temos uma cinta para elevar 1000 kg esta cinta deve romper com 5000 kg. Observação importante: nunca devemos utilizar este fator para elevar uma carga maior do que está descrito na etiqueta da cinta, pois esta resistência de cinco vezes a carga é o fator de segurança que foi dimensionado para que não haja acidentes, por exemplo, uma cinta para 1000 quilos que suporta 5000 quilos só pode elevar 1000 quilos e com isto manter o coeficiente de segurança 5:1. Caso esta regra seja desobedecida, perde-se toda a garantia do produto e coloca a operação em grande risco de acidentes. Carga de trabalho da cinta 1000 Kg Carga de ruptura da cinta 5000 Kg Peso 1000 Kg 11

12 3. Cintas Normatizadas 7:1 NBR e 2 Uma cinta de elevação de carga NBR tem um código de coloração que pode indicar qual a capacidade da cinta, por exemplo: Cor = a capacidade da cinta na posição vertical. Importante: deve-se verificar principalmente a etiqueta da cinta para constatar a sua capacidade, pois existem empresas no Brasil que comercializam cintas coloridas, porém não normatizadas com as cores da norma, confundindo o usuário e induzindo-o ao erro. Deve-se ter atenção e na eventualidade de constatação de irregularidade, o meio de elevação deve ser devolvido ao fabricante solicitando ao mesmo a troca pelo material normatizado. Roxo 1 tonelada 30 mm de Largura Verde 2 toneladas 60 mm de Largura Amarelo 3 toneladas 90 mm de Largura Cinza 4 toneladas 120 mm de Largura Vermelho 5 toneladas 150 mm de Largura Marrom 6 toneladas 180 mm de Largura Azul 8 toneladas 240 mm de Largura Laranja 10 toneladas 300 mm de Largura Acima de 10 toneladas todas são Laranja 12 ELEVAÇÃO DE CARGAS

13 4. Cintas Brancas 5:1 Uma cinta de elevação de cargas fator de segurança 5:1 não tem a identificação de capacidade relacionada à cor, portanto, independente da sua capacidade a cinta que a POLIFITEMA comercializa é na cor branca, para que não haja confusão com as cores da Norma. Importante: deve-se verificar principalmente a etiqueta da cinta para constatar a sua capacidade. Branca 1 tonelada Branca 2 toneladas Branca 3 toneladas Branca 4 toneladas Branca 5 toneladas Branca 6 toneladas Branca 8 toneladas Branca 10 toneladas Ou seja, todas são de cor branca 13

14 Vertical Choquer Basket 45 Graus 60 Graus 2500kg 2000kg 5000kg 3500kg 2500kg Vertical Choquer Basket 45 Graus 60 Graus 2500kg 2000kg 5000kg 3500kg 2500kg Vertical Choquer Basket 45 Graus 60 Graus 2500kg 2000kg 5000kg 3500kg 2500kg Vertical 2 TON Rastre Largura 60mm Comprimento 6 M Fabricação jan/09 Vertical 2,5 TON Rastre Largura 60mm Comprimento 6 M Fabricação jan/09 Vertical 2,5 TON Rastre Largura 60mm Comprimento 6 M Fabricação jan/09 Vertical 2,5 TON Rastre Largura 60mm Comprimento 6 M Fabricação jan/09 Vertical 2,5 TON Rastre Largura 60mm Comprimento 6 M Fabricação jan/09 ETIQUETA DE IDENTIFIÇÃO 5. Cintas Normatizadas 7:1 NBR e 2 A etiqueta de identificação é como se fosse o registro da cinta, nela contém informações necessárias para utilizar uma cinta de movimentação de carga, como a capacidade, fabricante, fator de segurança etc. Etiqueta de cinta normatizada Vertical 2 TON Largura 60mm POLIFITEMA Comprimento 6 M Fabricação jan/09 Rastre Sling 60DB Verde Produto 100% poliester Fator de segurança 7:1 NBR Vertical Choquer Basket 45 Graus 60 Graus 2000kg 1600kg 4000kg 2800kg 2000kg (11) Cintas Brancas 5:1 A etiqueta da cinta branca é semelhante a da colorida, contém as informações necessárias para utilização, porém seu fator de segurança é de 5:1 e não consta o número da Norma. Etiqueta de cinta branca 5:1 Vertical 2,5 TON Largura 60mm POLIFITEMA Comprimento 6 M Fabricação jan/09 Sling 60DB Produto 100% poliester Fator de segurança 5:1 Vertical Choquer Basket 45 Graus 60 Graus Rastre kg 2000kg 5000kg 3500kg 2500kg (11) Verso Atenção - Precauções de uso 1- Nunca utilize cintas sem proteção se a carga apresentar cantos vivos, agudos, cortantes ou ásperos 2- Não utilizar em temperaturas acima de 100 graus centigrados 3- Descartar a cinta avariada, danificada ou com sinais de desgaste 4- Respeitar as formas de elevação conforme desenhos de uso da etiqueta 5- Inspecionar as cintas a cada nova operação 6- Evitar mais de um par de cinta no mesmo gancho 7- Posicionar a cinta corretamente 8- Usar ganchos de apoio com uma polegada de seção lisa e redonda no mímimo 9- A cinta de poliester não pode ter contato com produtos químicos tipo base 10-Qualquer dúvida ligue para (11) e consulte o Departamento Técnico No verso das etiquetas constam precauções de uso. A cor de fundo da etiqueta também é uma identificação que define qual a matéria prima que a cinta é fabricada. Vertical 2,5 TON Largura 60mm POLIFITEMA Comprimento Sling 60DB 6 M Fabricação jan/09 Rastre Produto 100% poliester Fator de segurança 5:1 Polifitema Ind e Com Ltda (11) Vertical 2,5 TON Largura 60mm POLIFITEMA Comprimento Sling 60DB 6 M Fabricação jan/09 Rastre Produto 100% poliester Fator de segurança 5:1 Polifitema Ind e Com Ltda (11) Vertical 2,5 TON Largura 60mm POLIFITEMA Comprimento Sling 60DB 6 M Fabricação jan/09 Rastre Produto 100% poliester Fator de segurança 5:1 Polifitema Ind e Com Ltda (11) Etiqueta de cor azul indica que a cinta é 100% poliéster (PES) Etiqueta de cor verde indica que a cinta é 100% poliamida (Nylon) (PA) Etiqueta de cor marrom indica que a cinta é 100% polipropileno (PP) 14 ELEVAÇÃO DE CARGAS

15 7. Observações Gerais Nas cintas que são acopladas a acessórios metálicos como ganchos, manilhas, elos e outros, que tenham coeficiente de segurança 4:1 deve-se considerar o fator de segurança de todo o conjunto pelo menor. Exemplo: Se acoplarmos um gancho olhal em uma cinta de elevação 7:1 devemos considerar Gancho Fator 4:1 Cinta Fator 7:1 Cinta com Gancho Fator 4:1 o fator de segurança deste conjunto como 4:1 sempre pelo fator menor; Todas as vezes que montamos um conjunto de cintas com acessórios o fator de segurança da Acessório Fator 4:1 Cinta Fator 7:1 Cinta com Acessório Fator 4:1 cinta é mantido, mas o fator de segurança dos acessórios metálicos é menor, portanto, sempre devemos considerar para os conjuntos o menor Acessório Fator 4:1 Cinta Fator 5:1 Cinta com Acessório Fator 4:1 fator de segurança. Prevalecendo para todos os conjuntos exemplificados o fator de segurança 4:1. Acessório Fator 4:1 Cinta Fator 5:1 Cinta com Acessório Fator 4:1 15

16 Agora que já temos conhecimento do que se trata o fator de segurança e sua importância, existe uma regra que é válida para todos os materiais de elevação de carga, independente do fator de segurança (7:1, 5:1 ou 4:1) ou tipos (cinta, cabos, correntes), são os ângulos que os meios de elevação são submetidos quando acoplados ou envolvidos na carga. Com estes ângulos as capacidades dos meios de elevação podem mudar para mais ou menos. Ao comprar uma cinta, a recomendação por Norma é que a mesma seja comercializada na forma vertical. Exemplo: Ao adquirir uma cinta de 1000 quilos, esta cinta está apta para levantar nesta forma (vertical) 100% da sua capacidade, ou seja, 1000 quilos. Nesta forma a cinta está sofrendo um esforço de 1000 Kg Vertical Portanto, com uma cinta de 1000kg utilizada nesta forma é permitido o uso em até 1000kg Peso 1000 Kg 16 ELEVAÇÃO DE CARGAS

17 Com esta mesma cinta, podemos aplicá-la em forma basket. A mesma cinta de 1000 quilos, em forma basket ganha capacidade e pode ser utilizada para erguer 2000 quilos, mantendo seu fator de segurança. Importante Basket os lados da cinta seguem em paralelo, porém se colocarmos os dois olhais da cinta no mesmo gancho descaracteriza o formato basket e a capacidade de duplicação deixa de ser válida. Nesta forma o esforço é de 1000 quilos de cada lado, portanto temos 2000 quilos de capacidade. Basket Com uma cinta de 1000kg utilizada nesta forma é permitido o uso em até 2000kg 17

18 45 graus Nesta forma cada lado da cinta pode suportar até 700 quilos, podemos então utilizar para uma carga de 1400 quilos. 45 graus Portanto, com uma cinta de 1000kg utilizada nesta forma é permitido o uso em até 1400kg. 60 graus Nesta forma cada lado da cinta pode suportar até 500 quilos, podemos, então utilizar para uma carga de 1000 quilos. 60 graus Portanto, com uma cinta de 1000kg utilizada nesta forma é permitido o uso em até 1000kg. 18 ELEVAÇÃO DE CARGAS

19 Choker 80 % da Capacidade nominal (Vertical) = 800 quilos. Choker Portanto, com uma cinta de 1000kg utilizada nesta forma é permitido o uso em até 800kg. Observação importante: Perigo: ângulos acima de 60 graus não são permitidos. Com esta forma a tensão da cinta é maior do que o próprio peso da carga tornando insuficiente a capacidade da cinta de elevação e colocando a operação em risco de acidente. Acima de 60 Graus PROIBIDO 19

20 Todas as formas permitidas estão descritas nas etiquetas dos produtos, garantindo a segurança para o usuário. Em caso de formas desejadas que não estiverem descritas na etiqueta a recomendação é não utilizar, pelo fato de não saber qual a capacidade correta para esta situação. Em uma tabela de formas podemos demonstrar como funciona para cada cinta, sempre iniciada pela cinta na forma vertical a regra é: Vertical Choker Basket De 0º a 45º Graus De 45º a 60º Graus 100% 80% 200% 140% 100% Se adquirirmos uma cinta para 1000 quilos a mesma pode ser aproveitada como: 1000 quilos na forma vertical 800 quilos na forma choker 2000 quilos na forma basket 1400 quilos na forma 45 graus 1000 quilos na forma 60 graus Veja a tabela completa de formas Vertical Choker Basket De 0º a 45º Graus De 45º a 60º Graus De 0º a 45º Graus De 45º a 60º Graus Conjunto duplo de 0º a 45º Choker em conjunto duplo de 0º a 45º Conjunto duplo de 45º a 60º Choker em conjunto duplo de 45º a 60º Cintas de Quatro Pernas de 0º a 45º Cintas de Quatro Pernas de 45º a 60º Cinta Anel Cinta com Olhal Conjunto de Cintas Capacidade x forma 1,0 0, Kg Kg Kg Kg Kg Kg Kg Kg , , , , ,4 1, , , , , ELEVAÇÃO DE CARGAS

21 OUTROS RISCOS COMUNS Outros riscos comuns são as cintas de pernas Quando as cintas de pernas são adquiridas já montadas pela POLIFITEMA, as descrições das etiquetas são corretas, podendo ser utilizadas de acordo com o que está descrito, mas, quando estes conjuntos são montados no próprio canteiro, por exemplo, com utilização de manilhas, para formação de cintas de pernas, devemos ter a seguinte atenção: Se forem utilizadas duas cintas de 1000 quilos cada não é permitido somar e chegar ao resultado de 2000 quilos; Caso haja a influência de ângulos. O ângulo da abertura das pernas é o que vai determinar a capacidade. Até 45 graus duas cintas de 1000 quilos vão resistir 70% cada e 1400 Kg a soma das 2 peças - conforme calculo: 1+1 = 1,4. De 45 a 60 graus duas cintas de 1000 quilos vão resistir 50% cada e 1000 Kg a soma das duas peças conforme cálculo: 1+1 = 1. Conjunto duplo de 0º a 45º Conjunto duplo de 45º a 60º Choker em conjunto duplo de 0º a 45º Cinta Anel Cinta com Olhal Conjunto de Cintas Capacidade x forma 1,4 1,0 1, Kg Kg Kg Kg Kg Kg Kg Kg

22 EXEMPLO PARA 4 CINTAS Ao utilizar 4 cintas de 1000 quilos, por exemplo, não se deve somar = 4 se houver influência de ângulos, pois os ângulos vão determinar sua capacidade correta. Se o ângulo for até 45 graus a soma das 4 cintas de 1000 quilos vai ser igual a 2100 quilos. Se o ângulo for de 45 a 60 graus a soma das 4 cintas de 1000 quilos vai ser igual a 1500 quilos. Veja exemplos de outras capacidades na tabela: Lembrando que ao adquirir as cintas de pernas montadas pela POLIFITEMA as capacidades e formas corretas já vêm descritas em suas respectivas etiquetas. Cintas de Quatro Pernas de 0º a 45º Cintas de Quatro Pernas de 45º a 60º Cinta Formada em Pernas Conjunto de Cintas Kg Kg Kg Kg Kg Kg Kg Kg 2, , ELEVAÇÃO DE CARGAS

23 Para escolha correta de uma cinta de elevação devemos também estar atentos a alguns detalhes como : 1 Comprimento 2 Largura 3 Camada 4 Capacidade 5 Padrão 6 Modelo 1. Comprimento O Comprimento da cinta tem grande influência no ângulo. Em algumas formas de elevação a capacidade é diretamente proporcional ao comprimento, ou seja, quanto maior a cinta, menor a acentuação do ângulo e maior a sua capacidade. E quanto menor a cinta, maior a acentuação do ângulo e menor a sua capacidade. Comprimento Longitudinal 2. Largura As cintas tem larguras variáveis entre 30 mm e 600 mm, e a escolha da mais adequada pode facilitar o trabalho. Largura 23

24 3. Camada As camadas das cintas também servem para compensação das larguras. Se necessitarmos de uma cinta para quilos (10 ton.) teremos uma cinta de 300mm de largura com duas camadas. Caso 300 mm seja uma largura imprópria para o respectivo uso existe a possibilidade de confeccionarmos uma cinta especial com 150mm de largura e 4 camadas. Denominação das Camadas Uma camada = cinta SB Duas camadas = cinta DB Três camadas = cinta T Quatro camadas = cinta Q 24 ELEVAÇÃO DE CARGAS

25 4. Capacidade Quando falamos em escolher a capacidade de uma cinta a forma de uso deve estar explícita na solicitação para que não haja confusão e que não seja o material desejado ou até mesmo uma concorrência desleal. Só para lembrar, a forma tem grande influência na capacidade e pode haver a seguinte confusão: Ao solicitar uma cinta de 4000 quilos, por exemplo, é possível receber 4 propostas de quatro produtos completamente diferente um do outro. Exemplo Fornecedor 1 = 2 ton. Fornecedor 2 = 3 ton. Fornecedor 3 = 4 ton. Fornecedor 4 = 5 ton. Vertical Choker Basket De 0º a 45º Graus De 45º a 60º Graus Cinta com Olhal Kg Kg Kg Kg Kg Kg Kg Kg Portanto pode existir uma discrepância muito grande pela ausência da informação da forma na solicitação da cinta, podendo a mesma ser, uma cinta de 2 ton. na vertical, que é igual a 4 ton. na basket, de 3 ton. na vertical que é igual a 4,2 ton. a 60 graus, de 5 ton. na vertical, que é igual a 4 ton. na choker, ou de 4 ton. na vertical. Conclusão, a possibilidade de obter orçamentos com dispersão alta de valores e ainda, a de não receber o material necessário é muito grande. 25

26 5. Padrão Definir o padrão também é muito importante e as opções são: cintas normatizadas coloridas 7:1 ou cintas brancas 5:1. 6. Modelo Existem também vários modelos de cintas para poder atender os mais variados tipos de carga com uma cinta apropriada. SLING Colorida 7:1 Branca 5:1 RING Colorida 7:1 Branca 5:1 BAND Branca 5:1 STEEL Colorida 4:1 Branca 4:1 26 ELEVAÇÃO DE CARGAS

27 ER - Eslinga Redonda Modelo Anel Modelo Sling LEG 1 Perna 2 Pernas 3 Pernas 4 Pernas Colorida 4:1 Branca 4:1 Cintas Especiais 27

28 PECULIARIDADES DAS CINTAS Além do modelo cada cinta tem características diferentes umas das outras, como por exemplo: largura, cor, comprimento útil, tamanho do olhal, quantidade de camadas e uma capacidade máxima de trabalho para cada forma de uso da cinta. Sling Colorida 7:1 NBR Uma cinta plana com olhais reforçados nas extremidades, e que podemos chamar de carro chefe das cintas de elevação de cargas no Brasil por se tratar do modelo mais vendido e solicitado pelos usuários. Esta cinta tem características bem marcantes e específicas para seu reconhecimento. Trata-se de uma cinta plana com olhais do próprio tecido nas extremidades. Largura Olhal Comprimento mínimos 28 ELEVAÇÃO DE CARGAS

29 ESPECIFICAÇÕES Sling 30 DB Roxa NBR Comprimento útil mínimo...1 m Olhal...300mm Largura...30mm Camada...Dupla Carga de Ruptura...7 toneladas Fator de Segurança...7:1 Cor...Roxa ROXO Código SLG30DB Kg Vertical 1000 Choker 800 Basket 2000 De 45º a 60º Graus 1400 De 0º a 45º Graus 1000 Sling 60 DB Verde NBR Comprimento útil mínimo...1 m Olhal...300mm Largura...60mm Camada...Dupla Carga de Ruptura...14 toneladas Fator de Segurança...7:1 Cor...Verde Sling 90 DB Amarela Comprimento útil mínimo...1 m Olhal...300mm Largura...90mm Camada...Dupla Carga de Ruptura...21 toneladas Fator de Segurança...7:1 Cor...Amarela VERDE Código SLG60DB Kg AMARELO Código SLG90DB Kg Vertical Vertical Choker Choker Basket Basket De 45º a 60º Graus 2600 De 45º a 60º Graus 4200 De 0º a 45º Graus 2000 De 0º a 45º Graus NBR Sling 120 DB Cinza NBR Comprimento útil mínimo...1,2 m Olhal...400mm Largura...120mm Camada...Dupla Carga de Ruptura...28 toneladas Fator de Segurança...7:1 Cor...Cinza CINZA Código SLG120DB Kg Vertical 4000 Choker 3200 Basket 8000 De 45º a 60º Graus 5600 De 0º a 45º Graus

30 Sling 150 DB Vermelha NBR Comprimento útil mínimo...1,5 m Olhal...500mm Largura...150mm Camada...Dupla Carga de Ruptura...35 toneladas Fator de Segurança...7:1 Cor...Vermelha VERMELHO Código SLG150DB Kg Vertical 5000 Choker 4000 Basket 1000 De 45º a 60º Graus 7000 De 0º a 45º Graus 5000 Sling 180 DB Marrom NBR Comprimento útil mínimo...1,8 m Olhal...600mm Largura...180mm Camada...Dupla Carga de Ruptura...42 toneladas Fator de Segurança...7:1 Cor...Marrom Sling 240 DB Azul Comprimento útil mínimo...2,5 m Olhal...900mm Largura...240mm Camada...Dupla Carga de Ruptura...56 toneladas Fator de Segurança...7:1 Cor...Azul MARROM Código SLG180DB Kg AZUL Código SLG240DB Kg Vertical Vertical Choker Choker Basket Basket De 45º a 60º Graus 8400 De 45º a 60º Graus De 0º a 45º Graus 6000 De 0º a 45º Graus NBR Sling 300 DB Laranja NBR Comprimento útil mínimo...2,5 m Olhal...900mm Largura...300mm Camada...Dupla Carga de Ruptura...70 toneladas Fator de Segurança...7:1 Cor...Laranja LARANJA Código SLG300DB Kg Vertical Choker 8000 Basket De 45º a 60º Graus De 0º a 45º Graus ELEVAÇÃO DE CARGAS

31 Ring Colorida 7:1 NBR A Ring trata-se de uma cinta plana em formato de anel sem fim. Este modelo de cinta destaca-se por seu formato, que possibilita que ela seja girada a cada movimentação, variando seu ponto de contato com a carga e aumentando assim sua durabilidade. A identificação de capacidade pode ser feita pela sua cor. Largura Comprimento mínimos Ring Colorida 7:1 NBR NBR Comprimento útil mínimo...0,60 m Largura...30 mm Camada...Simples Carga de Ruptura...7 toneladas Fator de Segurança...7:1 Cor...Roxa ROXO Vertical Choker Código RNG30SB Kg Basket De 45º a 60º Graus De 0º a 45º Graus Como na Sling a Ring também tem diversas variações de acordo com sua capacidade, consulte um de nossos representantes ou nosso catálogo técnico. 31

32 Leg POLIFITEMA 4:1 NBR A Leg POLIFITEMA é uma cinta com uma, duas, três ou quatro pernas. Esta cinta possui um fator de segurança 4:1 e destaca-se por possuir acessórios metálicos em suas extremidades para ser conectado a carga, trata-se também de um produto muito mais leve e mais fácil de manusear do que outros meios de elevação, como cabos de aço e correntes. Além disso a LEG POLIFITEMA tem outras peculiaridades que devem ser observadas no momento de sua aquisição como: Atentar-se ao Elo principal com relação as suas medidas quando escolhemos a Leg pela sua capacidade. Obs: O Elo padrão da cinta pode não encaixar no gancho do guindaste ou ponte rolante quando, o equipamento for de grande capacidade e a necessidade da Leg for para pequenas cargas, ou quando o equipamento for muito antigo e possui um gancho muito grande etc. Este problema pode ser resolvido facilmente mudando o tipo de elo a ser acoplado na cinta. O gancho que fica na extremidade da cinta também por vários motivos pode não encaixar na carga (também pode ser substituído por um gancho compatível). Outra peculiaridade é o comprimento útil do conjunto que temos como padrão a totalidade do conjunto somando o tamanho da cinta mais o tamanho do elo e mais o tamanho do gancho. Diferente de muitos usuários que considera seu tamanho somente o comprimento da cinta, neste caso é necessário informar que necessita de uma cinta Leg da capacidade escolhida com a quantidade de pernas selecionada e mencionar que a medida desejada deve ser de cinta. Exemplo de solicitação: 1 Leg 3 pernas amarela com capacidade de 0 a 45 4,2 ton 90mm de largura com 3 metros de cinta + acessórios. 32 ELEVAÇÃO DE CARGAS

33 Cintas Leg Largura Abertura Altura Leg 1 Perna Largura Vertical Altura Comprimento útil Altura Leg uma perna Leg duas pernas Leg três pernas Leg quatro pernas Altura Abertura Largura Capacidade 1,0 60 x 100mm 125 x 24mm Roxo 30mm Kg x 135mm 162 x 29mm Verde 60mm Kg x 160mm 200 x 35mm Amarelo 90mm Kg x 180mm 256 x 45mm Cinza 120mm Kg x 180mm 256 x 45mm Vermelho 150mm Kg

34 Leg 2 Perna Largura Leg duas pernas Conjunto duplo de 0º a 45º Conjunto duplo de 45º a 60º Altura 60 x 100mm 75 x 135mm 90 x 160mm 100 x 180mm 100 x 180mm Altura Abertura 125 x 24mm 162 x 29mm 200 x 35mm 256 x 45mm 256 x 45mm Roxo Verde Amarelo Cinza Vermelho Largura 30mm 60mm 90mm 120mm 150mm 1, , Leg de 3 a 4 Pernas Largura Leg três pernas Leg quatro pernas 0º a 45º 45º a 60º Altura Altura Abertura Largura 2,1 1,5 60 x 100mm 75 x 135mm 90 x 160mm 100 x 180mm 100 x 180mm 125 x 24mm 162 x 29mm 200 x 35mm 256 x 45mm 256 x 45mm Roxo Verde Amarelo Cinza Vermelho 30mm 60mm 90mm 120mm 150mm ELEVAÇÃO DE CARGAS

35 Eslinga Redonda POLIFITEMA NBR A Eslinga Redonda POLIFITEMA é uma cinta tubular construída de uma forma bem diferente de uma cinta plana, a construção desta cinta consiste em produzir uma cinta com filamento de poliéster não tecido em quantidade variável de acordo com a capacidade desejada e envolvida por uma capa de proteção para manter a integridades dos filamentos internos que são os responsáveis pela capacidade da cinta, esta capa tem a função apenas de proteger os filamentos internos e não faz parte de sua capacidade de carga. De acordo com a forma de colocar esta capa, desenvolvemos 3 modelos de ER ER Comum Uma cinta de diversas capacidades com capa de proteção. ER Com Capa Dupla Ou seja a ER comum com uma capa extra de proteção para aumentar sua durabilidade referente a abrasão no contato com a carga. ER Em Formato Sling Ou seja uma ER com uma capa de reforço extra que aumenta sua durabilidade e transforma em uma cinta com olhais semelhante a cinta Sling. 35

36 Cinta Modelo ER Este modelo se destaca pelo seu alto desempenho e performance devido a sua flexibilidade, leveza e a capacidade de se acomodar facilmente à carga, além de proporcionar cintas com grandes capacidades de carga como cintas para 100 toneladas. A cinta ER também pode ser confeccionada em forma de LEG a qual denominamos de LEG ER. Esta cinta também conta com o padrão de cores e o fator de segurança 7:1. Vertical Choker Basket De 45º a 60º Graus De 0º a 45º Graus Cinta Capacidade x forma Roxo Kg 1, , , , Verde Kg Amarelo Kg Cinza Kg Vermelho Kg Marrom Kg Azul Kg Laranja Kg Laranja Kg Laranja Kg Laranja Kg Laranja Kg Laranja Laranja Kg Kg Laranja Kg ELEVAÇÃO DE CARGAS

37 Sling Branca 5:1 Brancas Uma cinta plana com olhais reforçados nas extremidades, e que podemos chamar de carro chefe das cintas de elevação de cargas no Brasil por se tratar do modelo mais vendido e solicitado pelos usuários. Esta cinta tem características bem marcantes e específicas, para seu reconhecimento todas as capacidades são na cor branca para diferenciar das cintas normatizadas, esta é uma linha mais econômica porém com um fator de segurança 5:1. Trata-se de uma cinta plana com olhais nas extremidades Largura Olhal Comprimento mínimo As cintas brancas também tem características diferentes umas das outras como por exemplo: largura, comprimento útil, tamanho do olhal, quantidade de camadas e uma capacidade máxima de trabalho para cada forma de uso da cinta. Consulte nosso catálogo ou um de nossos representantes. 37

38 BAND POLIFITEMA 5:1 A cinta modelo Band POLIFITEMA tem um fator de segurança 5:1 e apesar de ser parecida com a Sling existe uma diferença nos olhais, neste modelo o olhal acompanha o sentido longitudinal da cinta, ou seja, o olhal fica na mesma direção que a superfície da cinta. Largura A Band POLIFITEMA também se destaca devido sua largura, com este modelo de cinta podemos produzir cintas com larguras de até 600mm ideal para movimentar peças com acabamentos como pinturas e revestimentos sem danificar a peça, devido a sua grande largura esta cinta distribui melhor a pressão de contato entre a carga e a cinta. Um exemplo fácil de entender seria a elevação de barcos de fibra com uma cinta com grandes larguras, o trabalho de levantamento pode ser feito sem que cause danos no casco. A Cinta Band POLIFITEMA também tem outra peculiaridade, por se tratar de uma cinta de largura avantajada não é recomendado seu uso em forma choker, esta forma e obtida através da transposição da cinta por dentro do olhal, por se tratar de uma cinta larga ocorrerá um esmagamento da cinta pelo seu próprio olhal prejudicando o seu desempenho de capacidade. Portanto, para que possamos exigir o máximo de sua capacidade de trabalho sem comprometer a segurança seu uso é indicado em forma vertical, Basket, 45 graus e 60 graus. 38 ELEVAÇÃO DE CARGAS

39 Cintas tipo Steel A Cinta Steel POLIFITEMA trata-se de uma Sling, porém, com olhais de aço nas extremidades acompanha todas as dimensões da Sling mas ao invés de um olhal do próprio tecido é fixado um olhal oval de aço com a capacidade proporcional a cinta, ou seja, se fizermos uma cinta Steel para 4 ton na vertical deve ser utilizado um olhal para 4 toneladas na cinta, não muda nada em caso de colorida, a cinta tem um fator de segurança 7:1 e nas cintas brancas o fator de segurança e de 5:1, mas os acessórios metálicos devido sua alta resistência contra abrasão e devido suas Normas de fabricação possui um fator de segurança 4:1. Comforme visto anteriormente, quando temos uma diferença de fator de segurança sempre deve prevalecer o do menor, ou seja, cinta de poliéster com fator de segurança 7:1 + acessório metálico fator de segurança 4:1 = fator do conjunto = 4:1 então independentemente da cinta utilizada na cinta Steel Branca ou Colorida o fator de segurança deste item e de STEEL POLIFITEMA 4:1. Steel Branca 4:1 Steel Colorida Normatizada 4:1 Steel com ER Normatizada 4:1 39

40 PROTEÇÕES Proteções são grandes aliados dos meio de elevação, além de proteger a cinta e aumentar a sua durabilidade também aumenta a segurança na movimentação de cargas. E existem vários modelos e diferentes materiais como poliéster, couro, poliuretano e PVC. Proteção de Couro Proteção de PVC Proteção de Poliuretano Proteção de Poliéster Proteção de PU para cantos O objetivo das proteções em cintas de levantamento de carga é anular ações nocivas a cinta como cantos vivos ou pontiagudos, abrasivos ou qualquer outro que pode desgastar ou cortar a cinta precocemente. Para isso é necessário escolher a proteção correta como couro, PVC, poliéster, poliuretano, variando de acordo com a nocividade do material a ser elevado. O tamanho também deve ser levado em consideração no ato da escolha para que não fique curta de mais para o trabalho. 40 ELEVAÇÃO DE CARGAS

41 Proteção de Poliéster A proteção de poliéster pode ser feita em modelos luva, travada e lateral 1. A proteção de poliéster tipo luva é produzida do mesmo material da cinta, unindo duas peças de cintas pela lateral e deixando o centro livre para que a cinta possa ser passada pelo meio, neste tipo não há limite de tamanho podendo ser colocada em toda a cinta ou em algumas peças menores para serem posicionadas nos pontos nocivos da cargas a cada movimentação. 2. Travada, trata-se de uma peça de poliéster (o mesmo material da cinta) costurada em cima da camada da cinta com o objetivo de protegê-la, ficando travada em locais determinados pelo cliente nos pontos onde a cinta entra em contato com a carga ou em toda sua extensão, este tipo não pode se locomover. 3. Proteção lateral de poliéster, trata-se de uma proteção costurada na lateral da cinta para que proteja as suas bordas contra os danos possíveis na movimentação. Luva de poliéster corrediça pode ser movida para os lados. Proteção de poliéster travado em um ponto determinado da cinta. Proteção lateral de poliéster. 41

42 Proteção de Couro A forma de aplicação na cinta também pode variar como por exemplo: 1. Travada, ou seja, um pedaço de couro costurado diretamente em um ponto determinado da cinta ou em todo corpo da mesma, lembrando sempre que o tamanho máximo da proteção de couro sem emenda é de 2 metros, em caso de necessitar uma proteção com tamanho maior haverá inevitavelmente emendas. Nesta proteção, outra determinação a ser feita no ato da solicitação deste tipo de proteção deve-se a quantidade de lados, podendo ter proteção de um lado ou dos dois lados da cinta. 2. Luva: A proteção tipo luva trata-se de duas peças de couro costurada pelas laterais deixando uma abertura central para que a cinta seja passada por ela envolvendo a mesma, este tipo de proteção permite que ela seja corrediça podendo ser ajustada para que ela fique exatamente na área de contato com a parte nociva da carga, exige também que a cada movimentação observe-se se está posicionada corretamente para que ela desempenhe a sua função. Referente a medida, tem a mesma validade da anterior, ou seja, somente é possível fazer luvas com no máximo 2 metros de comprimento sem emenda, acima desta medida haverá inevitavelmente emendas na proteção de couro. ESTA PROTEÇÃO PODE CORRER PARA OS LADOS DE ACORDO COM A NECESSIDADE DA OPERAÇÃO 42 ELEVAÇÃO DE CARGAS

43 Proteção de PVC A proteção de PVC trata-se de uma luva de PVC tipo mangueira chata, esta proteção é aplicada na cinta somente em formato de luva ou passando a cinta por dentro e podendo ser total ou corrediça. Sempre vale lembrar que ao se tratar de uma proteção com pequenas peças, antes de cada movimentação a mesma deve ser posicionada nos pontos críticos da operação e em caso de proteção total este cuidado não precisa ser tomado. ESTA PROTEÇÃO PODE CORRER PARA OS LADOS DE ACORDO COM A NECESSIDADE DA OPERAÇÃO Proteção de PU Dentre essas, a proteção de poliuretano se destaca pelo seu alto desempenho em situações extremas. Proteção de poliuretano, esta proteção se subdivide em alguns modelos de aplicação: Luva 1 lado e 2 lados, luva tipo Clip, aplicação direto na cinta 1 lado e 2 lados. Como em todas as outras proteções tipo luva pode ser aplicado em partes ou uma única proteção na cinta, esta luva pode proteger a cinta de apenas um dos lados chamada de proteção luva de PU um lado ou outra proteção que protege a cinta dos dois lados chamada de proteção luva de PU 2 lados. Luva de PU tipo Clip, esta proteção tem uma abertura longitudinal em um dos lados com o objetivo de facilitar sua colocação na cinta. Aplicação de PU direto na Cinta, trata-se de uma proteção de PU aplicada diretamente na cinta total ou em pontos localizados da cinta podendo ser de um lado ou dos 2 lados da cinta e chamamos proteção de PU aplicado 1 lado ou 2 lados. 43

44 Proteções de PU APLICADO 2 LADOS Clip com abertura para colocação da cinta Tipo luva 2 lados com abertura central para passagem da cinta Peças protetoras de cantos fabricadas em poliuretano para serem posicionadas nos cantos da carga, este tipo de proteção tem como opção a utilização de imãs para que ela possa se fixar magneticamente em peças de ferro facilitando seu manuseio. POSSIBILIDADE DE APLICAÇÃO DE IMÃ 44 ELEVAÇÃO DE CARGAS

45 Posicionamento de proteções O posicionamento da proteção também tem que ser observado e deve ser feito de forma que a cinta não entre em contato com a parte nociva da carga em momento algum da movimentação. Exemplo: Quando houver a necessidade de tombar uma peça os cuidados são os mesmos, mas vale a pena repetir, deve haver um cuidado minucioso ao posicionar a luva de proteção para que ela acompanhe o movimento da peça garantindo que em nenhum momento da operação a cinta fique desprotegida e entre em contato com os cantos vivos da peça que vão alternando com a movimentação. Para esclarecer melhor essa informação segue abaixo um esquema da operação. A cinta POLIFITEMA vermelha acompanhada com uma luva de proteção de poliuretano na cor amarela, está sendo utilizada de uma forma que a luva foi posicionada para que estrategicamente em nenhum momento a cinta entre em contato com a peça garantindo assim uma segurança contra cortes ou rompimento da cinta por canto vivo no ato da movimentação. Uma atenção especial também deve ser levada em consideração, o operador deve ter muito cuidado e manter uma distância segura da peça, caso ocorra um acidente a peça não deve atingi-lo e ao andar para trás ele corre risco de tropeçar, cair, bater em algo etc. 45

46 VANTAGENS Vantagens das cintas em comparação a outros meios de elevação Flexibilidade sem danificar após o uso. Os cantos da carga são muito nocivos aos meios de elevação. Os cabos de aço, por exemplo, podem deformar e formar o que comumente é conhecido como canela de cachorro e a obrigatoriedade por norma de ter de ser descartado por apresentar este defeito. A cinta, por sua resiliência com uma proteção adequada de cantos tem a capacidade de retornar à condição inicial de uso após a sua utilização, estando apta para um novo uso. Peso A cinta é muito mais leve que os outros materiais de elevação de mesma capacidade como o cabo de aço e a corrente, além de não ser necessária a lubrificação. Cabo Cinta 46 ELEVAÇÃO DE CARGAS

47 Volume para armazenagem A cinta pode ser dobrada e ocupar muito menos volume de armazenagem que o cabo por exemplo e quanto maior a capacidade e o tamanho esta diferença fica cada vez mais evidente. Manutenção A manutenção da cinta é simples e barata restringindo-se a limpeza para retirada da sujeira como graxa, óleo, pó etc. A lavagem deve ser feita com sabão neutro e deixar secar na sombra. Não oferece risco de acidente ou ferimentos ao manuseá-la por ser confeccionada em fibras de multifilamentos sintéticos, não machuca as mãos dos trabalhadores. Diferentes dos cabos que quando tem alguns de seus filamentos rompidos podem ser um grande perigo de acidente de trabalho podendo ferir as pessoas, devido ao seu peso também oferece risco de queda sobre os trabalhadores podendo causar lesões principalmente nos membros. 47

48 A cinta também não oferece risco de danificar a carga como, marcar a embalagem, riscar peças pintadas ou com algum outro acabamento. Com sua largura a cinta proporciona uma área maior de contato com a carga distribuindo a pressão por uma área maior, diferente do cabo de aço, por exemplo: Seria impossível movimentar um iate com casco de fibra de 20 ton. com cabo de aço, os estragos seriam provocados imediatamente no momento da elevação. Com a cinta esta operação acontece com grande segurança sem danificar ou marcar a área de encosto da cinta. 48 ELEVAÇÃO DE CARGAS

49 Economia A cinta é mais econômica devido a sua alta durabilidade com a utilização correta. Pode evitar acidentes de trabalho, sem machucar principalmente as mãos dos trabalhadores. Agiliza as operações, por ser leve e maleável o trabalho leva menos tempo e tem um preço de venda muito atrativo. Definição de canto vivo Raio = r Espessura da cinta = s Definição de canto vivo: Quando o raio do canto for igual ou menor que a espessura da cinta então tem-se um canto vivo. r S Neste caso o raio é menor que a espessura da cinta, portanto, temos um canto vivo (estamos utilizando uma proteção de poliuretano e anulando o canto vivo). Neste outro caso o raio é maior que a espessura da cinta, portanto, não é preciso o uso de proteção. 49

50 RESISTÊNCIA TÉRMICA / QUÍMICA Temperatura Ponto de Fusão 260 graus centígrados. Ponto de amolecimento 230 a 240 graus centígrados. Temperatura limite para utilização de -40 a +100 graus centígrados. Inflamabilidade, o poliéster não propaga chama mas queima com ela e assim que retirada a chama, para de queimar. Resistência a componentes químicos Deve-se ter uma atenção especial ao colocar cintas em contatos com elementos químicos para ter certeza de que não vai colocar a operação em risco, veja a tabela com alguns elementos. Ácidos Base Minerais Orgânicos Oxidantes Potássio Amoníaco Soda Boa Boa Boa Boa Boa Boa Redutores Solventes orgânicos Zinco Sódio Álcoois Aldeídos Gasolina Éteres Boa Boa Boa Má Boa Má 50 ELEVAÇÃO DE CARGAS

51 INSPEÇÃO As inspeções em todo material de elevação deve ser feito antes de cada movimentação pelo usuário e uma periódica mais criteriosa por profissionais treinados e aptos para função, em caso de dúvidas de suas condições a indicação é não utilizar e entrar em contato com o departamento técnico do fabricante. A inspeção tem como objetivo achar defeitos que possam oferecer risco de acidentes no momento da movimentação de carga. Para facilitar esta inspeção é necessário que a cinta esteja limpa, pois o grande acumulo de sujeira pode ocultar os defeitos. Para inspecionar uma cinta devemos colocá-la em uma bancada plana. Examinar minuciosamente ambos os lados, examinar cuidadosamente os olhais, as proteções e se for corrediça deslocar para examinar a cinta que está por baixo e examinar com muito cuidado os acessórios. 51

52 Critérios eliminatórios Desgaste por abrasão, este tipo de desgaste pode atingir um ponto máximo de 10%, acima disso diminui o fator de segurança e a cinta deve ser descartada. Corte no sentido longitudinal Geralmente ocorre por entrar em contato com uma parte não plana da carga e quando esse corte ultrapassa 10% da largura da cinta deve-se descartar a mesma. Corte no sentido transversal Este tipo de dano ocorre quando a cinta sofre uma tensão desequilibrada ou quando entra em contato direto sem proteção com cantos vivos, cortantes, abrasivos ou agudos da carga provocando o descarte da cinta se atingir 10% da largura da cinta. 52 ELEVAÇÃO DE CARGAS

53 Corte lateral Este tipo de dano ocorre quando a cinta entra em contato direto sem proteção com cantos vivos, cortantes, abrasivos ou agudos da carga provocando o descarte da cinta se atingir 10% da largura da cinta. Queimaduras Queimaduras podem ser provocadas por espirros de solda, por encostar a cinta em uma superfície quente demais ou até mesmo por contato com alguns produtos químicos e também deve ser retirada de uso. Olhais danificados Cintas que sofrem desgaste no olhal, se este dano continuar e danificar totalmente o reforço de proteção do olhal e atingir a parte interna do olhal deve-se descartar esta cinta. 53

54 Cintas sem Etiquetas Cintas sem etiquetas de identificação não devem ser utilizadas. Mesmo que a cinta esteja sem uso, a indicação é não utilizar. No caso do fabricante ser conhecido esta cinta deve ser devolvida para que seja fixada a etiqueta corretamente e deixe a cinta apta para o uso, caso o fabricante não seja conhecido a mesma deve ser descartada imediatamente pelo fato de não ter nenhum conhecimento de capacidade, procedência etc... Nas cintas Tubulares Em cintas tubulares deve se atentar aos danos na capa, este dano não pode chegar ao ponto de transpor a capa expondo os filamentos internos da cinta, quando este ponto é atingido o descarte é inevitável. Acessórios Acessórios das cintas também devem ser inspecionados em busca de corrosão, trincas, rachaduras, deformações, alongamento, amassamentos, desgaste por abrasão causados por arrastes e mudanças de suas medidas originais. 54 ELEVAÇÃO DE CARGAS

55 Nós Cintas com Nós nunca devem ser utilizadas, estes nós podem reduzir de 25% a 75% da capacidade da cinta colocando em risco eminente de acidentes. ERRADO ERRADO No caso da necessidade de conectar uma cinta em outra a recomendação é usar conectores. ERRADO CERTO Todo operador de movimentação de carga tem o dever de saber que nunca deve-se passar com carga sobre vida de pessoas, isso é expressamente proibido. ERRADO 55

56 ERRADO Uso incorreto que provoca uma má distribuição de tensão na cinta devido ao mau posicionamento da cinta dado ao ângulo de inclinação, não permitindo que a cinta encoste com toda sua largura na carga. Com a utilização de um balancim esta operação se torna mais segura balanceando o peso e permitindo o encosto da cinta na carga de maneira uniforme e total. CORRETO ERRADO Nunca apoie a cinta na extremidade da carga sem que ela esteja totalmente apoiada e também nunca utilize cintas mais largas que a própria carga para elevação. Se sobrar parte da cinta sem apoiar na carga o risco é de rasgar a cinta e a carga cair. 56 ELEVAÇÃO DE CARGAS

57 Nunca utilizar cintas sem proteções em cantos vivos agudos ou abrasivos sem proteções. ERRADO CORRETO Deve-se também estar atento ao posicionamento das proteções e a todos os cantos vivos da carga, dependendo do formato da carga, a cinta pode estar exposta a parte nociva tanto na parte inferior como também na parte superior da carga. Neste caso a proteção deve estar posicionada corretamente anulando estes cantos. CORRETO Para movimentação conforme a figura, o indicado é o uso de duas cintas modelo anel trabalhando em forma choker para impedir o deslizamento da cinta. 57

58 Utilizar apenas uma cinta neste tipo de operação é muito arriscado principalmente pelo fato do corpo da cinta estar apenas passando pelo gancho e os olhais fixos na carga, correndo um grande risco desta cinta deslizar pelo gancho, pois não esta presa e a carga pode tombar e cair. ERRADO ERRADO Nunca utilize as amarras dos fardos para conectar as cintas de elevação. As amarrações não são dimensionadas para elevar cargas e sim apenas para amarrar os fardos e por esse motivo as amarras podem não suportar a elevação da carga, romper e causar acidentes. Os encaixes nos ganchos devem ser feitos de forma que a cinta ou o acessório fique apoiado no centro do gancho e nunca pela ponta, isso pode provocar esforços em local inapropriado do gancho podendo causar abertura do mesmo e o desprendimento da carga. ERRADO CORRETO 58 ELEVAÇÃO DE CARGAS

59 Tome cuidado especialmente com as instalações aéreas tais como tubulações de água, gás, elétricas etc. O material elevado pode esbarrar nessas redes, provocar grandes estragos e expor todos ao redor a um grande perigo de vazamento de gás, descargas elétricas e outros. CUIDADO Observe se a carga está unitizada e segura especialmente no caso de peças soltas ou em cargas compostas por vários componentes, se a carga não estiver consolidada parte dela pode se desprender e cair, portanto, se detectar um caso semelhante, a indicação é: antes de iniciar a elevação compactar a carga com amarrações de forma que ela fique unitizada por inteiro e não ofereça risco de alguma parte se deslocar durante a movimentação. 59

60 TREINAMENTOS Todo o pessoal envolvido na movimentação de cargas deve ser treinado para exercer a função, para estes profissionais deve ser claro os critérios de segurança e a boa prática para movimentação. Não deve haver dúvidas referentes a critérios para inspeção e descartes dos meios de elevação, por isso, ele deve receber um treinamento que o torne capaz de identificar quando uma cinta deve ser retirada de operação ou quando uma cinta precisa de proteções para garantir sua integridade. No momento do descarte de uma cinta a recomendação é cortar a mesma de forma que impossibilite que outra pessoa reaproveite em outros setores, portanto a recomendação é cortar em varias partes antes de descartar. Este guia faz relembrar algumas práticas que se faz necessário para segurança dos trabalhadores envolvidos na movimentação de cargas e colocá-las em uso podem diminuir muito os riscos de acidentes. Um bom trabalhador deve ter responsabilidade sobre sua função, respeito pelas regras da empresa, pelos colegas de trabalho, pensar sempre em sua segurança e na de todos ao redor, por isso o tema deste guia é Respeito, Responsabilidade e Segurança. 60 ELEVAÇÃO DE CARGAS

61 Para conhecer melhor nossos produtos solicite um catálogo de cintas de elevação. Neste catálogo você pode conhecer todos os modelos e especificações técnicas. Dispomos de duas versões a sua escolha - Impresso ou Digital em PDF, que podem ser solicitadas através do nosso site ou . [email protected] Fone.: (11)

62 Capítulo 2 AMARRAÇÃO DE CARGAS Respeito Responsabilidade Segurança cinta Cinta de Amarração Resistência Segurança No dia 06 de outubro de 2010 entrou em vigor a Norma de segurança NBR Cálculo de tensão. Esta parte da norma mostra como calcular a forma, o tipo de amarração, a capacidade suficiente, a tensão adequada, o número mínimo de amarrações, entre outros fatores importantes para uma amarração de carga segura. No dia 07 de outubro de 2010 entrou em vigor a Norma de segurança NBR cintas de amarração que especifica os requisitos de segurança para cintas de amarração visando o transporte seguro de cargas em veículos. Portanto é de suma importância a aquisição destas Normas para profissionais envolvidos com transporte e amarração de cargas no Brasil e estas Normas podem ser compradas diretamente na ABNT através do site Este guia mostra que com uma amarração de carga adequada é possível diminuir acidentes nas estradas e ganhar em segurança para todos os envolvidos nas estradas e ruas do nosso país. Com isso podemos preservar vidas, bens materiais e ganhar qualidade no transporte de cargas, satisfazendo a necessidade do cliente que usa este serviço com a segurança que todos precisam. O conteúdo deste guia aborda assuntos como: Acidentes que poderiam ser evitados; Dicas de amarração de cargas; Instruções de uso correto de material de amarração; Leis que regulamentam arrumação e amarração de carga, como automóveis, toras de madeira e produtos siderúrgicos. Visando melhoria contínua da segurança dos trabalhadores que todos os dias se dedicam a transportar as riquezas de nosso país. 62 AMARRAÇÃO DE CARGAS

63 RISCO DE ACIDENTES Risco de acidentes podem existir através da carga ou parte da carga que por uso errôneo ou não uso dos meios de amarração de cargas. No transporte a carga pode tombar ou escorregar, perder o equilíbrio e causar acidentes com danos pessoais ou materiais. Alguns exemplos gráficos tentam demonstrar algumas destas possibilidades de risco/acidentes. 1. Risco da Queda da Carga sem a devida amarração. 2. Amarração insuficiente ou equipamento mau dimensionado. 3. Carga torta, para fora da carroceria com risco de queda e perigo ao passar em túneis, passar próximo a rede elétrica, ponto de ônibus e risco para quem trafega na mão contrária. 4. Perigo por carga ou parte da carga desprendida por falta de amarração, amarração inadequada ou insuficiente que pode atingir pessoas nas vias, pontos de ônibus, calçadas ou outros lugares próximo a via de transporte, podendo causar lesões ou até um acidente fatal. 63

64 5. Perigo da carga desprendida por falta de amarração, amarração inadequada ou insuficiente atingir veículos como carros, motos ou caminhões que trafegam na mesma via ou em via contrária e causar lesões ou até um acidente fatal e muitas vezes quando o desprendimento da carga acontece para trás o motorista pode não perceber o que aconteceu e continuar normalmente sua viagem sem prestar o devido socorro. 6. Perigo por carga mal arrumada e que ultrapassa as dimensões da carroceria, carga sem amarração ou amarração insuficiente por baixo da lona e ao iniciar o transporte a carga pode tombar e ficar escorada na lona ultrapassando os limites da carroceria, correndo o risco de passar em túneis e abalroar na parede, risco também para carros e caminhões que trafegam na mão contrária e colidir com a parte sobressalente da carga. 7. Essa carga sobressalente também pode ser perigosa para o motorista e para rede elétrica, podendo atingir postes de energia instalados nas calçadas das vias públicas. 64 AMARRAÇÃO DE CARGAS

65 8. Perigo de parte da carga tombar ou se deslocar atingindo outras cargas dentro da carroceria ou atingir o próprio equipamento de transporte, danificando-os e causando prejuízos. 9. Amarrar cargas para armazenamento vertical também é importante devido ao fato de existir o perigo desta carga se desequilibrar e cair sobre trabalhadores ou pessoas que circulam dentro dos armazéns. 10. Equipamento muito velho sem as mínimas condições de segurança circulam nas vias como uma ameaça a todos. 11. Risco de carga sobressalente abalroar ou desprender atingindo motociclistas ou outros veículos no trânsito.? 65

66 12. Material de amarração ou carga mal acomodada na carroceria pode provocar acidentes se enroscando em algo ou alguém. 13. Ganchos e partes sobressalente da carroceria também podem provocar acidentes. 14. Antes de soltar as amarras de uma carga é importante verificar se ela está estável, no transporte a carga sofre vibrações podendo se acomodar, afrouxar as amarras e tombar sem romper as amarras, isso pode acontecer pela falta de reaperto das amarrações após algum tempo de trajeto ou até mesmo pela falta de tensão na amarração. Portanto, verificar a estabilidade da carga antes de desamarrar pode evitar acidentes, o risco é de a carga cair sobre pessoas que estejam próximo ao local da descarga. O risco é principalmente para quem está efetuando o descarregamento. 66 AMARRAÇÃO DE CARGAS

67 Alguns Casos Reais: Tombamento de veículo em curva, ou por ultrapassagem, através de carga deslocada que por uma má distribuição de peso ou amarração insuficiente pode causar acidente. Estes tipos de acidentes e outros perigos podem acontecer dentro das empresas ou nas ruas e estradas por onde todos os dias circulam milhares de caminhões e caminhonetes com carga em nosso país. Em Janeiro de 2009 uma matéria do jornal de Uberaba chocou os leitores com um acidente que talvez pudesse ser evitado com um pouco mais de cuidado no momento da amarração de cargas. Motorista de uma carreta morre esmagado pela própria carga em acidente na BR-050. Um dos motivos do acidente se deu ao fato da carga estar com amarração insuficiente. 67

68 CONSIDERAÇÕES FINAIS A amarração insuficiente, a utilização de produtos de baixa qualidade, ou de capacidade duvidosa pode causar grandes problemas e oferecer muitos perigos, tanto para o motorista e ao ajudante, como também para outras pessoas que estiverem próximas. Caso de distração, problemas com a pista, visibilidade e outros podem causar colisões e com a desaceleração muito rápida o peso da carga aumenta muito e já aconteceram casos que a amarração não foi suficiente e ocasionaram grandes tragédias. No momento da colisão o material de amarração se rompe, a carga desliza e invade a cabine destruindo tudo que vem pela frente, este tipo de ocorrência pode acontecer por vários motivos entre eles a arrumação da carga, falta de tensão na amarração, material de amarração muito fraco, de baixa qualidade, ou insuficiente etc. Por isso no momento de selecionar o material de amarração que vai adquirir, o mais importante é analisar a qualidade, procedência e não somente o preço, exigir do vendedor a marcação da resistência no próprio material. Lembre-se, o prejuízo também pode ser seu, portanto compre corretamente, amarre com segurança e execute um bom trabalho. A corda atualmente é o material mais utilizado por motoristas brasileiros para amarrar carga e são vendidas em muitos estabelecimentos sem as principais informações necessárias para amarração de carga, como resistência, alongamento etc. A corda é vendida pelo diâmetro então fica difícil saber qual sua resistência. Os revendedores na sua maioria buscam somente preços baixos e com isso a qualidade é comprometida, podendo ser um grande problema na amarração de carga principalmente quando são exigidas nas piores condições durante o transporte. Um grande problema também é o fato de se ver muitos nós na amarração e com isso a resistência reduz de 25 a 50% aproximadamente, contudo fica difícil calcular qual a quantidade de corda suficiente para amarrar uma determinada carga. 68 AMARRAÇÃO DE CARGAS

69 Para o uso de cabos de aço é preciso estar atento nos filamentos de aço que surgem quando ele começa a deformar, estes filamentos podem causar acidentes de trabalho machucando principalmente as mãos ao manuseá-los. Hoje já podemos pensar em um futuro próximo no que se refere à segurança na amarração de cargas no Brasil. A cinta já vem sendo bastante utilizada e aprovada pelos usuários proporcionando qualidade, agilidade e segurança. O CONTRAN já estabeleceu algumas resoluções como a 246, 293 e 305 que estabelece com força de lei a utilização correta dos meios de amarração de cargas para alguns segmentos. Neste guia são abordado temas que já podem ir preparando o mercado de transporte e conscientizando transportadores que circulam com mercadorias mas tem dúvidas de como amarrar uma carga com segurança. Mostramos também neste guia parte da linha de amarração de carga que a POLIFITEMA disponibiliza no mercado. Dicas: Forças que agem sobre a carga Em uma situação normal de transporte surge uma força que chamamos de força centrífuga durante o transporte. Além do peso da carga a amarração deve suportar tensões variáveis contínuas que acontece na aceleração, desaceleração, curvas etc; Quando o caminhão inicia sua movimentação a carga sofre uma tensão para trás; Quando o caminhão faz curvas tanto para direita como para esquerda a carga também sofre uma tensão. A maior tensão é na manobra de frenagem onde a carga sofre uma tensão maior para frente. 69

70 Todos estes fatores devem ser levados em consideração no momento de planejar a amarração de uma carga para o transporte rodoviário, seja ele de curto ou longo trajeto. Os valores em % do peso da carga estão demonstrados na ilustração abaixo. Lado 50% Frente 80% Traseira 80% É importante sempre atentar se o tipo de transporte que está executando se encaixa em alguma regulamentação do CONTRAN para poder seguir as instruções previstas por lei. Para os transportes não previstos nas regulamentações do Contran é necessário agir com responsabilidade e pensar em segurança. Para isso deve-se exigir no momento da aquisição dos materiais de amarração, garantias e marcações no próprio material de amarração que confirmem o mínimo de informações que possam proporcionar segurança e resistir às forças de tensão que serão exigidas durante o transporte. A cinta de amarração tem como padrão uma etiqueta com marcações que deve obrigatoriamente estar fixada no próprio conjunto de amarração. Informações indispensáveis para um planejamento de amarrar uma carga: Antes de amarrar a carga deve-se verificar se o material de amarração apresenta danos ou defeito que possam prejudicar a segurança, então utilize somente os meios de amarração que estão aptos para função. Lado 50% Após adquirir os materiais de amarração deve-se seguir o segundo passo com muita atenção nas condições dos meios de amarração. Cinta Corda Cabo 70 AMARRAÇÃO DE CARGAS

71 Selecione e utilize somente material de amarração sem defeitos. Obs.: Os defeitos muitas vezes podem ser evitados através de uso de proteções. O próximo passo é efetuar uma boa distribuição da carga na carroceria do caminhão e não ultrapassar os limites de peso exigido por lei. Recomenda-se não utilizar nenhum meio de amarração em cantos da carga que pode danificar o material de amarração sem as devidas proteções. As proteções além de garantir a segurança contra cortes ou desgaste também aumentam a vida útil das amarrações. CERTO Proteção ERRADO Para escolha e utilização da cinta correta deve-se levar em consideração o tamanho, o peso e a forma da carga a ser amarrada para poder determinar a força necessária dos meios de amarração. Existem diferentes tipos de materiais e capacidades. Ex: Fitas de 50mm de largura temos disponíveis para as capacidades:1,5 toneladas, 3 toneladas, 4 toneladas e 5 toneladas e 100 mm de largura, 6 toneladas e 10 toneladas. A forma de amarração também define a capacidade da cinta e sempre devemos adquirir cintas que apresentam em sua etiqueta de identificação o fator de segurança que deve ser no mínimo 2: 1. 71

72 Essa é uma das vantagens da cinta, ela possui uma etiqueta que demonstra sua capacidade de carga facilitando claramente o quanto de resistência você pode contar, diferente da corda ou cabo de aço que normalmente não apresentam esta característica. Cnpj / Data 00/00/00 Cap rupt linear kgf 100% poliester OS Norma EN AMARRAÇÃO Rastreab...OS Largura...50mm Compr...9 M Carga kgf Fator seg...2:1 Data Fabr...00/00/00 100% Poliester 2500 kgf kgf PROIBIDO USO EM ELEVAÇÃO Industria Brasileira Cnpj / Data 00/00/00 Cap rupt linear 1500 kgf 100% polipropileno OS Norma EN AMARRAÇÃO Rastreab...OS Largura...50mm Compr...9 M Carga kgf Fator seg...2:1 Data Fabr...00/00/00 100% Polipropileno 7500 kgf 1500 kgf NBR NBR PROIBIDO USO EM ELEVAÇÃO Industria Brasileira A cor da etiqueta também define qual é a matéria prima da cinta. A azul é de poliéster, a marrom é de polipropileno. Esta etiqueta é necessária para garantir a segurança e deve constar em todo material de amarração. Cnpj / Data 00/00/00 AMARRAÇÃO Rastreab...OS Largura...50mm Compr...9 M Carga kgf Fator seg...2:1 Data Fabr...00/00/00 100% Poliester 2500 kgf kgf NBR PROIBIDO USO EM ELEVAÇÃO Industria Brasileira A forma de amarração também tem grande influência para decidir como deve ser a amarração e dependendo do ângulo que aplicamos a amarração sua capacidade pode variar. Deve-se também levar em consideração que em uma única cinta pode haver a influência de mais de um ângulo se levarmos em consideração os eixos transversal, longitudinal e vertical. O fator predominante para decisão do tipo de amarração que deve ser feito é a própria carga, por exemplo: 1. A carga tem o centro de gravidade muito alto, o tipo de amarração a ser feita é a que evita o tombamento. 2. Podemos também ter uma carga que pode ter um peso elevado e dimensões pequenas, então, devemos amarrar no centro longitudinal da carroceria e usar amarração diagonal. Vista por cima 72 AMARRAÇÃO DE CARGAS

73 3. Carga composta por muitos elementos como: caixas pequenas, deve-se primeiro compactar a carga antes de amarrar no caminhão ou fazer uma amarração que supra tanto a necessidade de compactação como a amarração na carroceria usando por exemplo cantoneiras. 4. Amarração por atrito é uma das mais utilizadas no transporte de cargas consolidadas. Esta amarração é chamada de amarração por atrito porque é exatamente isso que ela faz, aumenta o atrito da carga com a carroceria do caminhão apertando a carga para baixo, com isso o valor de atrito aumenta e impede o deslocamento da carga para qualquer direção. A utilização de calços na acomodação da carga pode ajudar muito na amarração e sem eles deve-se utilizar mais meios de amarração. Estes calços geram o que chamamos de força de bloqueio ajudando a impedir que a carga escorregue tornando assim a amarração mais segura. Calços 73

74 Importante: Reapertar as amarrações após alguns KM rodados é recomendado devido as vibrações, pois durante o transporte a carga pode se acomodar afrouxando os meios de amarração. Com o reaperto não se corre o risco das amarrações se soltarem e caírem pela estrada podendo causar acidentes, perder parte da carga ou o próprio material de amarração. Os meios de amarração devem ser suficientemente fortes e com comprimento adequado para o respectivo uso. Devemos verificar se o ponto de ancoragem do veículo é de capacidade compatível ao da amarração, caso seja de capacidade inferior orienta-se que faça um ponto de ancoragem que seja de capacidade igual ou maior que o da amarração. CORRETO Amarrar a carga usando a ripa da guarda como ponto de ancoragem pode ser perigoso, por se tratar de um ponto que pode não ter resistência suficiente para segurar a carga, podendo se romper inclusive no momento da amarração ou até pior, em uma manobra brusca esta ripa pode sofrer uma tensão maior, romper, deixando a carga sem amarração e correndo o risco de perder a carga, colocando em risco a si próprio e os outros envolvidos no trânsito ao seu redor. ERRADO 74 AMARRAÇÃO DE CARGAS

75 Cargas dinâmicas como, por exemplo, líquidos, exigem um maior esforço dos meios de amarração do que as cargas estáticas. No transporte de cargas dinâmicas a força centrífuga como subida, decida, curvas, aceleração e frenagem fazem com que a carga se mova dentro dos seus recipientes causando uma tensão maior nos meios de amarração comparado a uma carga estática. Portanto neste tipo de transporte é necessário mais meios de amarração ou com maior capacidade de resistência para poder resistir com segurança estas tensões maiores geradas durante o transporte. Cargas dinâmicas não são somente líquidos, quarto de bois, por exemplo, também é considerada carga dinâmica e deve ser travada tanto em cima como por baixo evitando que se mova. A prática do motorista e a prudência do mesmo é fundamental para este tipo de transporte, a atenção redobrada pode evitar manobras bruscas como frenagens, desvios inesperados, entrar em curvas com velocidade inadequada entre outras podem evitar acidente, pois estas manobras bruscas causam tensão elevadas nos meios de amarração e quando mau dimensionados podem provocar acidentes. Independente da capacidade da cinta em relação à carga deve haver no mínimo duas cintas para amarração por atrito e dois pares de cintas para amarração diagonal em cada unidade de carga solta. Esta exigência se faz pela necessidade de estabilidade da carga, que não está segura mesmo que esteja amarrada com uma cinta de alta capacidade se não for respeitada a regra de estabilidade, portanto se esta regra não for seguida a carga pode se deslocar pela falta da estabilidade sem arrebentar a amarração e se desprender. Exigência de estabilidade Amarração por atrito mínimo 2 cintas Amarração diagonal mínimo 2 pares de cinta 75

76 Proibido elevar cargas com cintas de amarração. Nunca utilize a cinta de amarração para elevar cargas. Nunca utilize as amarrações feitas para unitizar as cargas como ponto de ancoragem de cintas de elevação. ERRADO ERRADO As amarrações não são dimensionadas para elevar cargas, apenas para amarrar e unitizar as cargas. Por esse motivo as amarras podem não suportar a elevação da carga podendo se romper e causar acidentes. A utilização de alavancas para tencionar as catracas só é permitido para catracas que tem o dispositivo para acoplar a alavanca, como as catracas fixas que possuem o dispositivo de acoplamento da alavanca e deve ser utilizada com o auxílio deste elemento, porém as catracas móveis não devem ter o auxílio de nenhum tipo de alavancas ou estacas para serem tensionadas podendo então utilizar somente as mãos para executar a tarefa sem danificar a catraca. Dependendo do tamanho da alavanca ou estaca utilizada incorretamente pode provocar uma sobrecarga desnecessária e perigosa para amarração, danificar os componentes da catraca e diminuir a vida útil do material de amarração. ERRADO CORRETO 76 AMARRAÇÃO DE CARGAS

77 A cinta deve ser passada pelo centro do eixo da catraca com uma sobra suficiente para que não corra o risco de se soltar do centro. Ao acionar a catraca a cinta deve enrolar no eixo da catraca com no mínimo 2,1/4 de volta para garantir a segurança total da amarração: Obs.: A amarração pode até parecer segura, mas somente após enrolar por 2,1/4 de volta no eixo a amarração pode ser exigida nas piores condições de tensão sem correr o risco de a cinta deslizar pelo eixo e se soltar. Mínimo 2,1/4 de voltas Uma atenção especial deve-se ter em casos onde a amarração é curta ou o material a ser amarrado é muito rígido. O pré-tensionamento com a mão pode impedir o número de voltas recomendado para a segurança, então é recomendado que não puxe muito com a mão o excesso de cinta e deixe uma quantidade para que enrole o recomendado e que a cinta fique totalmente tensionada. Os intervalos de temperatura podem se alterar com o meio químico. Nesse caso a recomendação do fabricante ou fornecedor deve ser consultada. Uma mudança de temperatura durante o transporte pode influenciar na resistência da fita. A resistência de amarração deve ser examinada na entrada de regiões quentes. 77

78 PASSO A PASSO Passo a passo para utilizar a Catraca Móvel 1º. Verifique se não há torções na cinta, conecte os ganchos no ponto de ancoragem da carroceria do caminhão. 2º. Passe a cinta pelo eixo da catraca. 3º. Puxe toda a cinta prétensionando a amarração. 4º. Inicie a amarração acionando a catraca abrindo e fechando fazendo com que a cinta enrole no eixo garantindo no mínimo 2,1/4 de voltas. 5º. Ao terminar a amarração certifique que a catraca esteja totalmente fechada. 6º. Para soltar a amarração puxe a trava de segurança Obs.: Não segure a cinta coloque a mão somente na catraca. 7º. Abra a catraca girando em 180º e pronto a amarração está desfeita. 78 AMARRAÇÃO DE CARGAS

79 REGULAMENTAÇÕES Regulamentações do CONTRAN Para amarração de veículos existe uma regulamentação do CONTRAN através Resolução 305. NA RESOLUÇÃO Nº 305 DE 06 DE MARÇO DE 2009 Estabelece requisitos de segurança necessários à circulação de Combinações para Transporte de Veículos CTV e Combinações de Transporte de Veículos e Cargas Paletizadas CTVP. No Art. 10 Estabelece que todas as rodas de cada veículo transportado deverão estar firmemente ancoradas à estrutura de apoio, por meio de cintas cuja resistência total à ruptura seja, de no mínimo, o dobro do peso do veículo. Verifique na integra esta resolução. Isso pode ser feito pela internet através do site htm e selecionar a resolução

80 NA RESOLUÇÃO Nº 246, DE 27 DE JULHO DE 2007 Esta Resolução altera a nº 196, de 25 de julho de 2006, do CONTRAN, e fixa requisitos técnicos de segurança para o transporte de toras de madeira bruta com comprimento superior a 2,50 metros. Estas toras devem ser transportadas no sentido longitudinal do veículo, com disposição vertical ou piramidal (triangular) conforme exemplificado em uma figura ilustrativa que virá a seguir neste guia. As toras devem estar obrigatoriamente contidas: IV carga fixada à carroçaria do veículo por cabos de aço ou cintas de poliéster, com capacidade mínima de ruptura à tração de 3.000kgf tensionadas por sistema pneumático auto-ajustável ou catracas fixadas na carroçaria, sendo necessários, no mínimo, 2 (dois) cabos de fixação por tora. É indispensável a leitura completa da resolução para os transportadores de Tora e pode ser feito através do site e selecionar a resolução 246. A RESOLUÇÃO Nº 293, DE 29 DE SETEMBRO DE 2008 Fixa requisitos de segurança para circulação de veículos que transportem produtos siderúrgicos. A leitura completa da resolução é indicado a todos os envolvidos neste tipo de transporte. Para amarração de bobina deitada deve ser usado um conjunto de amarração de cabo de aço ou cintas, catracas e ganchos com resistência total e comprovada a ruptura por tração de no mínimo o dobro do peso da bobina. A quantidade de conjuntos para amarração de bobinas com peso menor que 20 toneladas, deve ser no mínimo 2 conjuntos de amarração. Bobinas com peso acima de 20 toneladas no mínimo 3 dispositivos de amarração. 80 AMARRAÇÃO DE CARGAS

81 Fixação da bobina no piso da carreta. Deve ser utilizado berços e cunhas de madeira ou para fusos que cumpra os requisitos da resolução. Veja a ilustração de um modelo. É indispensável a leitura completa da resolução para os transportadores de bobina e pode ser feito através do site: e selecionar a resolução 293. O transporte de bobinas colocadas sobre o veículo com seus eixos na posição vertical em relação ao plano da carroçaria do mesmo deverá obedecer adicionalmente aos seguintes requisitos ( figura ). 1 Cintas ou cabos de aço ( duas ou três ) 2 Manta de borracha ( duas ) 3 Cunhas ( 4 cunhas ) Posicionamento dos dispositivos de amarração: O posicionamento da cinta ou cabo de aço sobre a bobina deve formar um X no seu centro. Para bobina com peso maior que 20 toneladas o terceiro dispositivo de amarração deve passar no centro da bobina. É indispensável a leitura completa da resolução para os transportadores de bobina e pode ser feito através do site e selecionar a resolução

82 Formas de amarração para transporte rodoviário de tubos de aço: No transporte de tubos metálicos deverão ser atendidas algumas condições dentre elas: Opcionalmente, será aceito o berço exemplificado em figuras que estão disposta na resolução. As cargas deverão estar amarradas com cabos de aço ou cintas com resistência total à ruptura correspondente a duas (2) vezes o peso da carga transportada, travados e contidos no chassi do veículo. Cunha Berço das camadas seguintes Berço da primeira camada Os tubos com diâmetro superior a 0,40m (quarenta centímetros), para serem transportados em quantidades que obriguem o empilhamento, deverão ser separados, individualmente na horizontal, por berços que proporcionem perfeita acomodação e segurança da carga, conforme especificado na Resolução no Anexo VI, figura A ou separados por pontaletes com cunhas nas laterais, na forma do Anexo VI, figura B admite-se, também, a arrumação de tubos de grande diâmetro, até o máximo de 1,55m (um metro e cinqüenta e cinco centímetros), em forma de pirâmide, com 3 (três) tubos, desde que as dimensões da carga não ultrapassem a 3,20m (três metros e vinte centímetros) de largura, 4,70m (quatro metros e setenta centímetros) de altura e 23m (vinte e três metros) de comprimento, sem excesso de peso, conforme especificado na figura. 0,40 =<D>=1,55 0,40 =<D>=1,55 0,40 =<D>=1,55 Largura máxima: 3,2m 82 AMARRAÇÃO DE CARGAS

83 Conteúdo resumido sobre formas de amarração com cintas para transporte rodoviário de chapa de aço no transporte de chapas metálicas deverão ser atendidas as seguintes condições: As chapas com comprimento e largura menores do que as da carroçaria do veículo deverão estar firmemente amarradas às mesmas, por meio de cabos de aço ou cintas com resistência à ruptura por tração de no mínimo, o dobro do peso total das chapas, garantindo assim sua estabilidade mesmo nas condições mais desfavoráveis. As chapas com largura excedente a da carroçaria do veículo, além da amarração, terão seus vértices anteriores e posteriores protegidos por cantoneiras metálicas, conforme especificado na figura ao lado: 600 mm 400 mm 200 mm 200 mm Cantoneira exigida na Resolução Proteção da fita no canto vivo inferior Proteção da fita no canto vivo superior Estas cantoneiras impedem o escorregamento das chapas tanto para os lados como para frente e para trás, devemos lembrar que chapas tem cantos vivos por isso devemos proteger as fitas de amarração em todos os pontos em que a fita entra em contato com os cantos e por se tratar de uma carga que ultrapassa as larguras da carroceria esse contato acontece na parte superior e na parte inferior da carga. É indispensável a leitura completa da resolução para os transportadores de chapas e pode ser feito através do site e selecionar a resolução mm 83

84 Os berços ou pontaletes a que se referem a arrumação da carga, deverão ser em número de: 2 (dois) por camada, para tubos de até 6m (seis metros) de comprimento, e de 3m (três metros), no mínimo, por camada, para tubos de comprimento superior a 6m (seis metros). Admite-se arrumação por encaixe de tubos, de modo que cada tubo tenha por apoio dois outros da camada inferior, quando a viga com cunhas laterais será exigida apenas na base do empilhamento. A Resolução completa está disponível no site e selecionar a Resolução 293. No transporte de perfis poderão ser utilizados veículos com carroçarias convencionais ou com carroçarias dotadas de escoras laterais metálicas, perpendiculares ao plano do assoalho das mesmas e que ofereçam plena resistência aos esforços provocados pela carga, nas condições mais desfavoráveis. Em ambos os casos, os perfis deverão estar firmemente amarrados à carroçaria do veículo através de cabos de aço ou cintas, com resistência total à ruptura por tração correspondente a duas (2) vezes o peso da carga transportada, nas extremidades e na parte central da carga. O transporte de sucatas de metais poderá ser efetuado sob a forma de blocos compactados ou em peças isoladas = 2x de formatos diversos. Quando a carga ultrapassar a altura das guardas laterais, as peças superiores deverão estar devidamente protegidas por cantoneiras de madeira ou metal, colocadas longitudinalmente à carga, amarradas e travadas com cabos de aço ou cintas, com resistência total à ruptura correspondente a duas (2) vezes o peso da carga transportada. 84 AMARRAÇÃO DE CARGAS

85 O carvão acondicionado em sacos poderá ser transportado em caminhões com carroçarias convencionais, desde que atendidas as seguintes condições: Quando ultrapassarem a altura das guardas laterais da carroçaria do veículo, limitada a 4,40m (quatro metros e quarenta centímetros), as pilhas de sacos de carvão serão obrigatoriamente amarradas com cordas, cabos de aço ou cintas, com resistência total à ruptura por tração correspondente a 2 (duas) vezes o peso da carga transportada, inclusive quando acomodadas na forma denominada fogueira. = 2x O descumprimento do disposto na Resolução 293 sujeitará o infrator à aplicação das sanções previstas no art. 171, nos incisos IX e X do art. 230, na alínea a do inciso II e o inciso IV do art. 231 e no art. 235 do Código de Trânsito Brasileiro. A RESOLUÇÃO Nº 293, DE 29 DE SETEMBRO DE 2008 Fixa requisitos de segurança para circulação de veículos que transportem produtos siderúrgicos como: CARVÃO A GRANEL OU ENSACADO- MINÉRIO DE FERRO OU DE OUTROS METAIS - BARRAS BOBINAS CHAPA LINGOTE PERFIL SUCATA TARUGO TUBO VERGALHÃO. É indispensável a leitura completa da resolução para os transportadores dos itens acima e pode ser feito através do site e selecionar a resolução 293. Transportar com responsabilidade é dever de todo motorista, e um bom profissional responsável pensa em segurança. Desejamos a Todos Uma BOA VIAGEM com segurança! 85

86 Aplicação: a catraca é fixada no chassi do caminhão por isso o nome de Catraca Fixa Catraca Fixa PRODUTOS Conjunto de amarração de carga com catraca Fixa Tipo e tamanho da cinta Modelo do gancho O tipo de catraca pode ser 50mm tubo furado CFT-50, 50mm acionamento sextavado CF-50 CF-100 cantoneira e CF-100. O modelo e capacidade da cinta também deve ser levado em consideração, modelos de gancho: Jota, Garra, Garra Chapa e o Triângulo são os mais usados. As Capacidades de cintas São: Para fita de 50mm de largura = 1,5 ton PP - 3 ton Poliéster - 4 ton Poliéster -5 ton Poliéster Para fita de 100 mm de largura = 6 ton Poliéster e 10 ton Poliéster A catraca é ancorada no ponto de fixação do caminhão por isso o nome de Catraca Móvel. Conjunto da amarração de carga com catraca móvel Tamanho da Parte longa Tamanho do Rabicho Para montar um conjunto de amarração de carga com catraca móvel devemos considerar tipo da catraca, CM-25, 35, 50 ou 100mm determinar rabicho onde o padrão é 25= 200mm, 35= 300mm, 50= 350mm e 100= 500mm Capacidade da Cinta Tipo de Catraca Modelo do Gancho Tipo do Gancho: Jota, Triângulo, Garra são os mais utilizados, o tamanho da parte longa e a capacidades da cintas que são: Para fita de 25mm de largura = 0,4 ton 0,6 ton Poliéster Para fita de 35mm de largura = 0,8 ton PP - 1 ton Poliéster Para fita de 50mm de largura = 1,5 ton PP - 3 ton Poliéster - 4 ton Poliéster -5 ton Poliéster Para fita de 100 mm de largura = 6 ton Poliéster e 10 ton Poliéster 86 AMARRAÇÃO DE CARGAS

87 Para conhecer melhor nossos produtos solicite um catálogo de cintas de elevação. Neste catálogo você pode conhecer todos os modelos e especificações técnicas. Dispomos de duas versões a sua escolha - Impresso ou Digital em PDF, que podem ser solicitadas através do nosso site ou . [email protected] Fone.: (11)

88 FÁBRICA Rua do Oratório, 662 Mooca São Paulo, SP Tel.:

INSPEÇÃO NAS CINTAS DE ELEVAÇÃO DE CARGAS CENTERCABO / GUINDASTE BRASIL

INSPEÇÃO NAS CINTAS DE ELEVAÇÃO DE CARGAS CENTERCABO / GUINDASTE BRASIL INSPEÇÃO NAS CINTAS DE ELEVAÇÃO DE CARGAS Condições de Segurança ( Cinta) Conhecer o peso o tamanho e o centro da gravidade da carga Selecionar uma cinta correta para a movimentação Colocar o gancho de

Leia mais

QUALITY FIX DO BRASIL INDÚSTRIA, COMÉRCIO, IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO LTDA. MANUAL DO USUÁRIO

QUALITY FIX DO BRASIL INDÚSTRIA, COMÉRCIO, IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO LTDA. MANUAL DO USUÁRIO MANUAL DO USUÁRIO CINTAS QUALITY FIX Condições gerais de segurança... 4 As cores na movimentação... 5 Fator de Segurança... 5 A etiqueta azul de rastreabilidade... 6 Dicas de movimentação... 6 Certificado

Leia mais

INSTALAÇÃO, LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO DAS CORRENTES TRANSPORTADORAS PROCEDIMENTO DE INSTALAÇÃO DA CORRENTE

INSTALAÇÃO, LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO DAS CORRENTES TRANSPORTADORAS PROCEDIMENTO DE INSTALAÇÃO DA CORRENTE UNP-130408 1 de 6 INSTALAÇÃO, LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO DAS CORRENTES TRANSPORTADORAS A vida útil das correntes transportadoras e elevadoras está diretamente ligada aos cuidados com a instalação, lubrificação

Leia mais

Cinto de segurança para trabalhos em locais elevados. Juarez Sabino da Silva Junior Técnico de Segurança do Trabalho

Cinto de segurança para trabalhos em locais elevados. Juarez Sabino da Silva Junior Técnico de Segurança do Trabalho Cinto de segurança para trabalhos em locais elevados Juarez Sabino da Silva Junior Técnico de Segurança do Trabalho Objetivo Orientar sobre a obrigatoriedade do uso do cinto de segurança para todos que

Leia mais

NR 35 TRABALHO EM ALTURA

NR 35 TRABALHO EM ALTURA Márcio F Batista Bombeiro e Tecnólogo de Segurança NR 35 TRABALHO EM ALTURA Objetivos Estabelecer os procedimentos necessários para a realização de trabalhos em altura, visando garantir segurança e integridade

Leia mais

Capacetes de Segurança H-700

Capacetes de Segurança H-700 Dados Técnicos Página 1 de 8 Capacetes de Segurança H-700 DESCRIÇÃO GERAL: O capacete de segurança H-700 é composto de: Casco ventilado (com ou sem tira refletiva) ou sem ventilação (com ou sem tira refletiva),

Leia mais

QUALITY FIX DO BRASIL INDÚSTRIA, COMÉRCIO, IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO LTDA. MANUAL DO USUÁRIO CONECTORES QUALITY FIX

QUALITY FIX DO BRASIL INDÚSTRIA, COMÉRCIO, IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO LTDA. MANUAL DO USUÁRIO CONECTORES QUALITY FIX MANUAL DO USUÁRIO CONECTORES QUALITY FIX 1 Sumário Treinamento específico e essencial.... 3 Manutenção, serviço e armazenamento.... 3 Inspeção... 3 Uso... 4 Tempo de vida do Produto.... 4 Garantia... 4

Leia mais

MANUAL DE MONTAGEM. Revisão 17 MONTAGEM DO DISCO SOLAR PARA AQUECIMENTO DE ÁGUA

MANUAL DE MONTAGEM. Revisão 17 MONTAGEM DO DISCO SOLAR PARA AQUECIMENTO DE ÁGUA MANUAL DE MONTAGEM Revisão 17 MONTAGEM DO DISCO SOLAR PARA AQUECIMENTO DE ÁGUA Parabéns por adquirir um dos mais tecnológicos meios de aquecimento de água existentes no mercado. O Disco Solar é por sua

Leia mais

Segtreinne 5.0 - PROTEÇÃO LATERAL:

Segtreinne 5.0 - PROTEÇÃO LATERAL: 1.0 - OBJETIVO: Estabelecer procedimentos seguros para montagem, desmontagem e utilização de andaimes, em serviços de manutenção nas áreas da fábrica. 2.0 - APLICAÇÃO: Este procedimento se aplica à montagem,

Leia mais

MANUAL DE INSTRUÇÕES

MANUAL DE INSTRUÇÕES MANUAL DE INSTRUÇÕES ASPIRADOR DE PÓ 800 W COM CABO TELESCÓPICO Equipamento somente para uso doméstico. Obrigado por escolher um produto com a marca Tramontina. Por favor, leia o Manual de Instruções por

Leia mais

Manual de Instruções Depósito Horizontal D.H.

Manual de Instruções Depósito Horizontal D.H. Manual de Instruções Depósito Horizontal D.H. Atenção: é recomendável que este manual seja lido por todos que participarão direta ou indiretamente da utilização deste produto. CONHEÇA O NOSSO PRODUTO ASSUNTOS

Leia mais

Manual de Reservatório de PRFV Vetro

Manual de Reservatório de PRFV Vetro Índice: 1. Introdução...2 2. Características dos reservatórios Vetro...2 a) Liner...2 b) Estrutura...2 c) Flanges...2 d) Etiqueta...2 3. Modelos de reservatórios...3 4. Testes de Qualidade...4 5. Recomendações

Leia mais

1 - AUTOMATIZADOR: Utilizado exclusivamente em portas de enrolar de aço. Existem diversas capacidades e tamanhos. Verifique sempre o peso e o tamanho

1 - AUTOMATIZADOR: Utilizado exclusivamente em portas de enrolar de aço. Existem diversas capacidades e tamanhos. Verifique sempre o peso e o tamanho 1 ME-01 REV00 13 3 1 2 14 9 10 12 4 5 6 7 11 8 1 - AUTOMATIZADOR: Utilizado exclusivamente em portas de enrolar de aço. Existem diversas capacidades e tamanhos. Verifique sempre o peso e o tamanho da porta

Leia mais

MANUAL DE MONTAGEM. Revisão 10 MONTAGEM DO DISCO SOLAR PARA AQUECIMENTO DE ÁGUA

MANUAL DE MONTAGEM. Revisão 10 MONTAGEM DO DISCO SOLAR PARA AQUECIMENTO DE ÁGUA MANUAL DE MONTAGEM Revisão 10 MONTAGEM DO DISCO SOLAR PARA AQUECIMENTO DE ÁGUA Parabéns por adquirir um dos mais tecnológicos meios de aquecimento de água existentes no mercado. O Disco Solar é por sua

Leia mais

Olhal soldável VLBS Elevação e amarração de cargas Cumpre as diretrizes de maquinaria 2006/42/EG C F T D E T I Articulação 180 G B A H Descrição Carga de trab. (t) Dimensões (mm) Solda Peso O VLBS forjado

Leia mais

2.1 Dados Técnicos - Dimensões na Condição de Altura Fechada (Sem Pressão)

2.1 Dados Técnicos - Dimensões na Condição de Altura Fechada (Sem Pressão) 1. Considerações Gerais 1.1 Instruções de recebimento Deve-se inspecionar visualmente todo o equipamento para detectar avarias causadas durante o transporte, como vazamentos e marcas de batidas. Avarias

Leia mais

MANUAL DO PROPRIETÁRIO

MANUAL DO PROPRIETÁRIO MANUAL DO PROPRIETÁRIO TVK - TVKH Rua Wenceslau Prodo, 181, Jardim Carvalho, Colombo Paraná. CEP: 83402-125 Fone: + 55 41 3201-8000 Fax: 55 41 3201-8080 [email protected] www.seyconel.com.br ÍNDICE

Leia mais

MANUAL DE INSTRUÇÕES ABRIDOR DE VINHOS ELÉTRICO SEM FIO BIVOLT

MANUAL DE INSTRUÇÕES ABRIDOR DE VINHOS ELÉTRICO SEM FIO BIVOLT MANUAL DE INSTRUÇÕES ABRIDOR DE VINHOS ELÉTRICO SEM FIO BIVOLT WO-50DBR INFORMAÇÕES IMPORTANTES Ao usar aparelhos elétricos, seguir sempre precauções básicas de segurança, incluindo o seguinte: AVISO 1.

Leia mais

Aspectos de Segurança - Discos de Corte e Desbaste

Aspectos de Segurança - Discos de Corte e Desbaste Aspectos de Segurança - Discos de Corte e Desbaste Os discos de corte e desbaste são produzidos e controlados com rigor, sendo submetidos a testes internos que objetivam a reprodução da qualidade lote

Leia mais

MANUAL DE INSTRUÇÕES DO GERADOR DE ÁUDIO MODELO GA-1001

MANUAL DE INSTRUÇÕES DO GERADOR DE ÁUDIO MODELO GA-1001 MANUAL DE INSTRUÇÕES DO GERADOR DE ÁUDIO MODELO GA-1001 Leia atentamente as instruções contidas neste manual antes de iniciar o uso do gerador ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 1 2. REGRAS DE SEGURANÇA... 1 3.

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO, ORÇAMENTO E PROJETO DO ACESSO PRINCIPAL E IDENTIFICAÇÃO DA UNIDADE BÁSICA DE SAÚDE FRONTEIRA

MEMORIAL DESCRITIVO, ORÇAMENTO E PROJETO DO ACESSO PRINCIPAL E IDENTIFICAÇÃO DA UNIDADE BÁSICA DE SAÚDE FRONTEIRA MEMORIAL DESCRITIVO, ORÇAMENTO E PROJETO DO ACESSO PRINCIPAL E IDENTIFICAÇÃO DA UNIDADE BÁSICA DE SAÚDE FRONTEIRA Orçamento Unidade Básica de Saúde - Fronteira Estrutura para o acesso e identificação do

Leia mais

UFCD 5811 - Sistemas de transporte e elevação de carga

UFCD 5811 - Sistemas de transporte e elevação de carga CENTRO DE EMPREGO E FORMAÇÃO PROFISSIONAL DE ÉVORA UFCD 5811 - Sistemas de transporte e elevação de carga 16 Valores Introdução No âmbito da ufcd 5811 Sistemas de transporte e elevação de cargas, foi-nos

Leia mais

Recebimento, Manuseio e Armazenamento dos Centros de Controle de Motores CENTERLINE 2500

Recebimento, Manuseio e Armazenamento dos Centros de Controle de Motores CENTERLINE 2500 Instruções Recebimento, Manuseio e Armazenamento dos Centros de Controle de Motores CENTERLINE 2500 Recebimento IMPORTANTE A entrega de equipamentos às empresas de transporte pela Rockwell Automation é

Leia mais

Simples, resistente e fácil de montar.

Simples, resistente e fácil de montar. Simples, resistente e fácil de montar. Economia e resistência são as principais qualidades da telha Vogatex. Possui peso reduzido e simplicidade estrutural, exigindo o mínimo de mão-de-obra e madeiramento

Leia mais

Bigcompra. "Qualidade mundial na distribuição e fabricação de Equipamentos de Proteção ao Homem"

Bigcompra. Qualidade mundial na distribuição e fabricação de Equipamentos de Proteção ao Homem Bigcompra "Qualidade mundial na distribuição e fabricação de Equipamentos de Proteção ao Homem" A Bigcompra Ltda é uma empresa especializada na fabricação e importação de E.P.I. (Equipamentos de Proteção

Leia mais

Instruções de elevação e movimentação da unidade de carga série 370

Instruções de elevação e movimentação da unidade de carga série 370 m be certain. Instruções de elevação e movimentação da unidade de carga série 370 Modelo 370.02 Modelo 370.10 Modelo 370.25 Modelo 370.50 100-317-762 A Informações de direitos autorais Informação sobre

Leia mais

Forças geradas por uma queda

Forças geradas por uma queda Forças geradas por uma queda Avaliar os riscos envolvidos em cada uma das etapas de trabalho e usar o equipamento adequado nem sempre é procedimento suficiente para impedir um acidente. É preciso considerar

Leia mais

O uso correto de talabartes duplos

O uso correto de talabartes duplos O uso correto de talabartes duplos Por: Marcos Amazonas, Gerente Técnico Trabalho em Altura Honeywell Produtos de Segurança. O TALABARTE DENTRO DO SISTEMA O sistema individual de proteção de queda é formado

Leia mais

1 Nunca deslizar as cintas ou. 2 Proteger as lingas de arestas. acentuadas. 3 Nunca utilizar lingas danificadas, 4 Referência à norma.

1 Nunca deslizar as cintas ou. 2 Proteger as lingas de arestas. acentuadas. 3 Nunca utilizar lingas danificadas, 4 Referência à norma. Norma Europeias (Extracto das normas europeias NF EN 1492-1 e 2 de 11/2000) Esta norma Europeia especifica os domínios de aplicação para todos os aparelhos e acessórios das cintas de elevação, assim como

Leia mais

Dobramento. e curvamento

Dobramento. e curvamento Dobramento e curvamento A UU L AL A Nesta aula você vai conhecer um pouco do processo pelo qual são produzidos objetos dobrados de aspecto cilíndrico, cônico ou em forma prismática a partir de chapas de

Leia mais

ASSENTO ULTRA MASSAGE RM-AM2206 MANUAL DE INSTRUÇÕES

ASSENTO ULTRA MASSAGE RM-AM2206 MANUAL DE INSTRUÇÕES ASSENTO ULTRA MASSAGE RM-AM2206 MANUAL DE INSTRUÇÕES Índice 1. CUIDADOS...3 2. LIMPEZA...4 3. MODO DE USAR...5 4. DETALHES DO PRODUTO...6 5. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS...7 6. TERMOS DE GARANTIA...7 Apresentação:

Leia mais

Manual Prensa Combo 8x1 JD INK JET

Manual Prensa Combo 8x1 JD INK JET Manual Prensa Combo 8x1 JD INK JET JD INK JET Apresentação. O desenvolvimento da prensa JD INK JET, foi criada e acompanhada por engenheiros Coreanos na China, e ao decorrer dos anos fomos aprimorando

Leia mais

Qualificação de Procedimentos

Qualificação de Procedimentos Qualificação de Procedimentos Os equipamentos em geral são fabricados por meio de uniões de partes metálicas entre si empregando-se soldas. Há, portanto a necessidade de se garantir, nestas uniões soldadas,

Leia mais

MANUAL DE OPERAÇÃO E SEGURANÇA. Todos os direitos reservados. Proibida reprodução total ou parcial sem autorização Locatec-2012. GUINCHO VELOX e HUCK

MANUAL DE OPERAÇÃO E SEGURANÇA. Todos os direitos reservados. Proibida reprodução total ou parcial sem autorização Locatec-2012. GUINCHO VELOX e HUCK MANUAL DE OPERAÇÃO E SEGURANÇA GUINCHO VELOX e HUCK ÍNDICE INTRODUÇÃO... 2 1. INFORMAÇÕES TÉCNICAS... 2 2. PROCEDIMENTOS GERAIS DE SEGURANÇA... 2 2.1. USO DOS GUINCHOS... 3 2.2. LUBRIFICAÇÃO... 3 2.3.

Leia mais

Condições de Instalação e Uso

Condições de Instalação e Uso [M06 11102011] 1 INSTRUÇÕES IMPORTANTES DE SEGURANÇA É muito importante que você leia atentamente todas as instruções antes de utilizar o produto, pois elas garantirão sua segurança. Condições de Instalação

Leia mais

3 Manual de Instruções

3 Manual de Instruções 3 Manual de Instruções INTRODUÇÃO Parabéns pela escolha de mais um produto de nossa linha. Para garantir o melhor desempenho de seu produto, o usuário deve ler atentamente as instruções a seguir. Recomenda-se

Leia mais

As peças a serem usinadas podem ter as

As peças a serem usinadas podem ter as A U A UL LA Fresagem As peças a serem usinadas podem ter as mais variadas formas. Este poderia ser um fator de complicação do processo de usinagem. Porém, graças à máquina fresadora e às suas ferramentas

Leia mais

MaxHome. Mini Ferro de Viagem. MaxHome. Sm-110 Bivolt

MaxHome. Mini Ferro de Viagem. MaxHome. Sm-110 Bivolt Mini Ferro de Viagem Sm-110 Bivolt ÍNDICE NOTAS: Parabéns por ter adquirido o seu Mini Ferro de Viagem. Características do produto Dicas de Segurança Informações do aparelho Usando o aparelho Cuidados

Leia mais

5 Montagem Circuítos

5 Montagem Circuítos Montagem 5 Circuítos Ambiente de trabalho: Para trabalhar com montagem eletrônica e reparação de equipamentos o técnico precisa de algumas ferramentas, são elas: 1 - Ferro de solda: O ferro de solda consiste

Leia mais

SOLUÇÕES FORTLEV PARA CUIDAR DA ÁGUA TANQUES

SOLUÇÕES FORTLEV PARA CUIDAR DA ÁGUA TANQUES SOLUÇÕES FORTLEV PARA CUIDAR DA ÁGUA TANQUES MUITO MAIS TECNOLOGIA E VERSATILIDADE PARA CUIDAR DA ÁGUA A FORTLEV é a maior empresa produtora de soluções para armazenamento de água do Brasil. Campeã em

Leia mais

Para proteção completa contra chuva, está disponível em lojas de varejo uma capa de chuva ABC Design.

Para proteção completa contra chuva, está disponível em lojas de varejo uma capa de chuva ABC Design. MANUAL DE INSTRUÇÕES MODELO ABC DESIGN PRIMO Moldura de Alumínio leve Alças giratórias em 360 graus 4 posições de regulagem de encosto Rodas dianteiras giratórias e bloqueáveis. toldo removível Testado

Leia mais

EMTV MANUAL DE OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO DESDE 1956

EMTV MANUAL DE OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO DESDE 1956 EMTV Elevador de manutenção telescópico vertical MANUAL DE OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO ZELOSO DESDE 1956 PREFÁCIO APLICAÇÃO: Este manual contém informações para a operação e manutenção, bem como uma lista ilustrada

Leia mais

MANUAL DE INSTRUÇÕES DA ESTAÇÃO DE SOLDA SMD MODELO DK-960D

MANUAL DE INSTRUÇÕES DA ESTAÇÃO DE SOLDA SMD MODELO DK-960D DEKEL MANUAL DE INSTRUÇÕES DA ESTAÇÃO DE SOLDA SMD MODELO DK-960D Leia atentamente as instruções contidas neste manual antes de iniciar o uso do instrumento ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 1 2. REGRAS DE SEGURANÇA...

Leia mais

Manual de Instruções Bebê Conforto - Piccolina

Manual de Instruções Bebê Conforto - Piccolina Manual de Instruções Bebê Conforto - Piccolina (Ref. 8140) Página 1 de 7 Página 2 de 7 Página 3 de 7 Página 4 de 7 Para o uso da cadeira em automóveis ATENÇÃO: Como os fabricantes, modelos e ano de produção

Leia mais

Adaptação do para-brisa inteiriço por bipartido

Adaptação do para-brisa inteiriço por bipartido Adaptação do para-brisa inteiriço por bipartido A instalação dos pára-brisas, só deve ser feita por profissionais experientes, em caso de dúvida durante a instalação, favor contatar a assistência disponível

Leia mais

Soluções Amanco. Linha Amanco Novafort

Soluções Amanco. Linha Amanco Novafort Linha Amanco Novafort Linha Amanco Novafort s o l u ç õ e s a m a n c o i n f r a e s t r u t u r a Linha Amanco Novafort para Redes Coletoras de Esgotos e Águas Pluviais para Infraestrutura A linha Amanco

Leia mais

MANUAL DE INSTRUÇÕES DO TERMÔMETRO PARA FERRO DE SOLDA MODELO DK-191. julho 2009

MANUAL DE INSTRUÇÕES DO TERMÔMETRO PARA FERRO DE SOLDA MODELO DK-191. julho 2009 DEKEL MANUAL DE INSTRUÇÕES DO TERMÔMETRO PARA FERRO DE SOLDA MODELO DK-191 julho 2009 Leia atentamente as instruções contidas neste manual antes de iniciar o uso do instrumento 1. INTRODUÇÃO O DK-191

Leia mais

MANUAL DE MONTAGEM E MANUTENÇÃO DO AEROHOMOGENEIZADOR SPIRALAIR

MANUAL DE MONTAGEM E MANUTENÇÃO DO AEROHOMOGENEIZADOR SPIRALAIR MANUAL DE MONTAGEM E MANUTENÇÃO DO AEROHOMOGENEIZADOR SPIRALAIR ATENÇÃO: ANTES DE INICIAR A MONTAGEM LEIA ATENTAMENTE O CONTEÚDO DESTE MANUAL. A PRESSA PODE LEVAR A DANOS IRREPARÁVEIS NO EQUIPAMENTO. 1.

Leia mais

RESISTÊNCIA E BELEZA A TODA PROVA

RESISTÊNCIA E BELEZA A TODA PROVA RESISTÊNCIA E BELEZA A TODA PROVA Telhas de Concreto Características técnicas e dimensionais Especificações Comprimento...420mm Largura...330mm Telhas por m2...10,5pçs Peso nominal...4,7kg Peso por m2...49,35kg

Leia mais

Polias e correias I. Como Ernesto resolveu o problema da correia e da polia? Polias e correias é o tema desta aula.

Polias e correias I. Como Ernesto resolveu o problema da correia e da polia? Polias e correias é o tema desta aula. Polias e correias I A UU L AL A O número de rotações por minuto (rpm) executado por uma furadeira de coluna não estava compatível com a necessidade exigida pelo trabalho. O número de rotações desenvolvido

Leia mais

Curso de Engenharia de Produção. Processos de Fabricação

Curso de Engenharia de Produção. Processos de Fabricação Curso de Engenharia de Produção Processos de Fabricação Forjamento: O forjamento, um processo de conformação mecânica em que o material é deformado por martelamentoou prensagem, é empregado para a fabricação

Leia mais

ROMPEDOR DE CORRENTE HEAVY DUTY DE BANCADA

ROMPEDOR DE CORRENTE HEAVY DUTY DE BANCADA ROMPEDOR DE CORRENTE HEAVY DUTY DE BANCADA INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA Ao manusear correntes de motosserra, sempre há o risco de acontecer pequenos cortes nos dedos e na própria mão. Ao romper uma corrente,

Leia mais

ESTEIRA MASSAGEADORA 10 MOTORES E-1500RM MANUAL DE INSTRUÇÕES

ESTEIRA MASSAGEADORA 10 MOTORES E-1500RM MANUAL DE INSTRUÇÕES ESTEIRA MASSAGEADORA 10 MOTORES E-1500RM MANUAL DE INSTRUÇÕES Índice 1. CUIDADOS...3 2. LIMPEZA...4 3. MODO DE USAR...4 4. DETALHES DO PRODUTO...5 5. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS...6 6. TERMOS DE GARANTIA...6

Leia mais

FOGÃO ELÉTRICO. Manual de Instruções SIEMSEN. (0xx) 47 255 2000 LINHA DIRETA

FOGÃO ELÉTRICO. Manual de Instruções SIEMSEN. (0xx) 47 255 2000 LINHA DIRETA Manual de Instruções METALÚRGICA SIEMSEN LTDA. Fone: +55 (0 )47 255 2000 - Fax: +55 (0 )47 255 2020 Rua: Anita Garibaldi, nº 262 - Bairro: São Luiz - CP: 52 CEP: 88351-410 - Brusque - Santa Catarina -

Leia mais

Caixa de Inspeção e Interligação

Caixa de Inspeção e Interligação Caixa de Inspeção e Interligação Localização no website Tigre: Obra predial Esgoto CAIXA DE INSPEÇÃO e/ou Obra predial Águas Pluviais CAIXA DE INTERLIGAÇÃO Função/Aplicação: Caixa de Inspeção: destinada

Leia mais

Essas duas questões serão estudadas nesta aula. Além delas, você vai ver quais erros podem ser cometidos na rebitagem e como poderá corrigi-los.

Essas duas questões serão estudadas nesta aula. Além delas, você vai ver quais erros podem ser cometidos na rebitagem e como poderá corrigi-los. A UU L AL A Rebites III Para rebitar peças, não basta você conhecer rebites e os processos de rebitagem. Se, por exemplo, você vai rebitar chapas é preciso saber que tipo de rebitagem vai ser usado - de

Leia mais

Caminhões basculantes. Design PGRT

Caminhões basculantes. Design PGRT Informações gerais sobre caminhões basculantes Informações gerais sobre caminhões basculantes Os caminhões basculantes são considerados como uma carroceria sujeita à torção. Os caminhões basculantes são

Leia mais

Estrutura Atuador Bateria

Estrutura Atuador Bateria JACK 250 Kg Jack é um aparelho desenvolvido para facilitar a remoção e locomoção de pacientes. Com ele, tarefas como levar o paciente da cama para uma cadeira e ao banheiro podem ser feitas com muito mais

Leia mais

Cotagens especiais. Você já aprendeu a interpretar cotas básicas

Cotagens especiais. Você já aprendeu a interpretar cotas básicas A UU L AL A Cotagens especiais Você já aprendeu a interpretar cotas básicas e cotas de alguns tipos de elementos em desenhos técnicos de modelos variados. Mas, há alguns casos especiais de cotagem que

Leia mais

Régua graduada. metro e trena

Régua graduada. metro e trena A U A UL LA Régua graduada, metro e trena Um problema Silva verificou, contrariado, que os instrumentos de medição, há pouco adquiridos pela empresa, não estavam sendo bem cuidados pelos funcionários.

Leia mais

International Paper do Brasil Ltda.

International Paper do Brasil Ltda. International Paper do Brasil Ltda. Autor do Doc.: Marco Antonio Codo / Wanderley Casarim Editores: Marco Antonio Codo / Wanderley Casarim Título: Técnicas de Inspeção, Montagem, uso de Rebolos ( Esmeris

Leia mais

Guia de instalação. Siga as instruções deste Guia para instalar corretamente as telhas Onduline. Só assim a garantia é válida.

Guia de instalação. Siga as instruções deste Guia para instalar corretamente as telhas Onduline. Só assim a garantia é válida. Guia de instalação Sua escolha inteligente em telhas Siga as instruções deste Guia para instalar corretamente as telhas Onduline. Só assim a garantia é válida. Sucesso em mais de 100 países. Agora, no

Leia mais

Manual da Prensa 38x38 / 40x60 Plana

Manual da Prensa 38x38 / 40x60 Plana Manual da Prensa 38x38 / 40x60 Plana JD INK JET Apresentação. O desenvolvimento da prensa JD INK JET, foi criada e acompanhada por engenheiros Coreanos na China, e ao decorrer dos anos fomos aprimorando

Leia mais

Tobogã com Escalada Mega. Manual de instruções

Tobogã com Escalada Mega. Manual de instruções Tobogã com Escalada Mega Manual de instruções Código do produto: MT.10812 Recomendado para crianças de 03 a 15 anos Parabéns! Você acaba de adquirir um brinquedo da Mundi Toys. Prezando pela sua segurança

Leia mais

CONTROLE DIMENSIONAL - CALDEIRARIA CALIBRAÇÃO DE TRENA E ESCALA COM ESCALA PADRÃO E TRENA PADRÃO

CONTROLE DIMENSIONAL - CALDEIRARIA CALIBRAÇÃO DE TRENA E ESCALA COM ESCALA PADRÃO E TRENA PADRÃO Página: 1 de 5 1. OBJETIVO Este procedimento tem como objetivo descrever o processo de calibração de trenas de fita de aço e escalas metálicas, utilizando como padrões trenas padrão ou escalas padrão.

Leia mais

Normalização do sistema de bloqueio conforme a NR 10

Normalização do sistema de bloqueio conforme a NR 10 Normalização do sistema de bloqueio conforme a NR 10 Robson Guilherme Ferreira (II) Jackson Duarte Coelho (III) Julio César Agrícola Costa da Silveira (I) Resumo O trabalho a ser apresentado tem como objetivo

Leia mais

Gestão da Qualidade Políticas. Elementos chaves da Qualidade 19/04/2009

Gestão da Qualidade Políticas. Elementos chaves da Qualidade 19/04/2009 Gestão da Qualidade Políticas Manutenção (corretiva, preventiva, preditiva). Elementos chaves da Qualidade Total satisfação do cliente Priorizar a qualidade Melhoria contínua Participação e comprometimento

Leia mais

Manual de Usuário. (Y-200, Y-300, Y-400, Y-500, Y-550, Y- 600, Y-700, Y-850, Y-1200, Y-1500 e Y- 2000)

Manual de Usuário. (Y-200, Y-300, Y-400, Y-500, Y-550, Y- 600, Y-700, Y-850, Y-1200, Y-1500 e Y- 2000) AUTOMATIZADORES PARA PORTAS DE ENROLAR IMPORTAÇÃO E SUPORTE TÉCNICO NA INSTALAÇÃO Manual de Usuário (Y-200, Y-300, Y-400, Y-500, Y-550, Y- 600, Y-700, Y-850, Y-1200, Y-1500 e Y- 2000) SAC: 55 + 11 3088

Leia mais

Sistemas para Estacionamento e Vagas de Garagem DUPLIKAR. Projetamos e desenvolvemos inúmeras soluções para estacionamentos.

Sistemas para Estacionamento e Vagas de Garagem DUPLIKAR. Projetamos e desenvolvemos inúmeras soluções para estacionamentos. A Empresa A Duplikar é representante autorizado da marca Engecass, queremos apresentar uma solução caso tenha necessidades de aumentar suas vagas de garagem. A Engecass é uma indústria Brasileira, fabricante

Leia mais

Instruções para Carrinho de Bebê Multifuncional SONHO

Instruções para Carrinho de Bebê Multifuncional SONHO Instruções para Carrinho de Bebê Multifuncional SONHO Carrinho SONHO Manual Carrinho Sonho- Dardara - 2 as ilustrações são apenas representações. o design e o estilo podem variar. Antes de usar o carrinho,

Leia mais

Orientações de manuseio e estocagem de revestimentos cerâmicos

Orientações de manuseio e estocagem de revestimentos cerâmicos Orientações de manuseio e estocagem de revestimentos cerâmicos RECEBIMENTO Quando o produto for recebido na loja ou obra, ou mesmo na entrega ao cliente, é importante que alguns cuidados sejam tomados

Leia mais

Manual de Montagem, Operação, Manutenção e Reparo. Engate de Container

Manual de Montagem, Operação, Manutenção e Reparo. Engate de Container Manual de Montagem, Operação, Manutenção e Reparo Engate de Container Março / 2005 O Engate de Container tem como função principal, promover o acoplamento de implementos rodoviários com containers para

Leia mais

JATEAMENTO - INTRODUÇÃO APLICAÇÃO

JATEAMENTO - INTRODUÇÃO APLICAÇÃO www.sinto.com.br JATEAMENTO - INTRODUÇÃO APLICAÇÃO O Jateamento com abrasivo é um método de trabalho a frio que consiste no arremesso de partículas contra uma determinada superfície, a elevadas velocidades,

Leia mais

Manual Técnico. Transformadores de Potência. Versão: 5

Manual Técnico. Transformadores de Potência. Versão: 5 Manual Técnico Transformadores de Potência Versão: 5 Índice 2 8 Página 1 1 INTRODUÇÃO Este manual fornece instruções referentes ao recebimento, instalação e manutenção dos transformadores de potência a

Leia mais

H I PER. .----tek_. Cintas de Alta Performance Evolução em Elevação

H I PER. .----tek_. Cintas de Alta Performance Evolução em Elevação .----tek_ Cintas de Alta Performance Evolução em Elevação Áreas de contato limitadas Temperaturas Elevadas Superfícies Cortantes Capacidades Elevadas Uso Severo Evolução em Elevação O futuro já chegou

Leia mais

Manual de Instalção Version n. 01 of 14/06/2013

Manual de Instalção Version n. 01 of 14/06/2013 Manual Técnico Manual de Instalção Version n. 01 of 14/06/2013 pag. 2 Index Index... 2 Introdução e informações gerais... 3 Guia Flexível... 3 DESCRIÇÃO... 3 MATERIAL... 3 CERTIFICADOS... 3 MEDIDAS...

Leia mais

Sumário ORIENTAÇÃO TÉCNICA - DISTRIBUIÇÃO OTD 035.04.03 REDE MULTIPLEXADA BT - CONSTRUÇÃO

Sumário ORIENTAÇÃO TÉCNICA - DISTRIBUIÇÃO OTD 035.04.03 REDE MULTIPLEXADA BT - CONSTRUÇÃO Sumário 1. Objetivo 2. Âmbito de Aplicação 3. Documentos de Referência 4. Condições Gerais 5. Requisitos Ambientais 6. Lançamento de Condutores 7. Fixação Definitiva do Condutor 8. Identificação de Fases

Leia mais

NOÇÕES BÁSICAS DE SEGURANÇA NOS TRABALHOS COM CABO DE AÇO. www.cpsol.com.br (11) 4106-3883

NOÇÕES BÁSICAS DE SEGURANÇA NOS TRABALHOS COM CABO DE AÇO. www.cpsol.com.br (11) 4106-3883 NOÇÕES BÁSICAS DE SEGURANÇA NOS TRABALHOS COM CABO DE AÇO UM CABO DE AÇO É CONSTITUÍDO DE TRÊS PARTES DISTINTAS: Laço - é confeccionado com olhal trançado e prensado com presilha de aço. Passo - comprimento

Leia mais

Acessórios para empilhadeiras

Acessórios para empilhadeiras Índice: Acessórios para empilhadeiras - MSI-Forks & ATIB - Cotando acessórios - Modelos de equipamentos - Kit hidráulico e opcionais - Garantia e suporte local MSI-Forks & ATIB A MSI-Forks oferece ao mercado

Leia mais

TEKNIKAO. Balanceadora NK750. Manual de Instruções. São Paulo

TEKNIKAO. Balanceadora NK750. Manual de Instruções. São Paulo Balanceadora Manual de Instruções São Paulo 2013 ÍNDICE Ao Proprietário... 3 Ao Operador... 3 Trabalho com Segurança... 4 Cuidados Especiais... 4 Especificações Técnicas... 6 Dados Técnicos... 6 Dimensões

Leia mais

INFORMAÇÃO PARA A PREVENÇÃO

INFORMAÇÃO PARA A PREVENÇÃO FALANDO SOBRE NEXO EPIDEMIOLOGICO Um dos objetivos do CPNEWS é tratar de assuntos da área de Segurança e Medicina do Trabalho de forma simples de tal forma que seja possível a qualquer pessoa compreender

Leia mais

Manual de Instalação de Sistemas Fotovoltaicos em Telhados - PHB

Manual de Instalação de Sistemas Fotovoltaicos em Telhados - PHB Manual de Instalação de Sistemas Fotovoltaicos em Telhados - PHB Índice Capítulo Título Página 1 Informações Gerais 3 2 Segurança 4 3 Especificações Técnicas 5 4 Ferramentas, Instrumentos e Materiais 6

Leia mais

MANUAL DE INSTRUÇÕES DO RASTREADOR DE FIOS E CABOS NÃO ENERGIZADOS MODELO LT-2012

MANUAL DE INSTRUÇÕES DO RASTREADOR DE FIOS E CABOS NÃO ENERGIZADOS MODELO LT-2012 MANUAL DE INSTRUÇÕES DO RASTREADOR DE FIOS E CABOS NÃO ENERGIZADOS MODELO LT-2012 fevereiro de 2010 Leia atentamente as instruções contidas neste manual antes de iniciar o uso do instrumento ÍNDICE 1.

Leia mais

- Pisos e revestimentos Industriais (pinturas especiais, autonivelantes, uretânicas, vernizes...);

- Pisos e revestimentos Industriais (pinturas especiais, autonivelantes, uretânicas, vernizes...); A TECNIKA iniciou suas atividades em meados de 2003, impulsionada pela demanda do mercado, sempre preocupada em buscar e oferecer soluções técnicas inovadoras, tendo como focos principais as áreas de impermeabilização

Leia mais

Removendo o cavaco. Na aula passada, tratamos das noções gerais. Nossa aula. Como calcular a rpm, o avanço e a profundidade de corte em fresagem

Removendo o cavaco. Na aula passada, tratamos das noções gerais. Nossa aula. Como calcular a rpm, o avanço e a profundidade de corte em fresagem A U A UL LA Removendo o cavaco Na aula passada, tratamos das noções gerais sobre a operação de usinagem feita com máquinas fresadoras. Vimos, de modo geral, como se dá a fresagem e aprendemos um pouco

Leia mais

Projeção ortográfica de modelos com elementos paralelos e oblíquos

Projeção ortográfica de modelos com elementos paralelos e oblíquos A U L A Projeção ortográfica de modelos com elementos paralelos e oblíquos Introdução Você já sabe que peças da área da Mecânica têm formas e elementos variados. Algumas apresentam rebaixos, outras rasgos,

Leia mais

EPS ABS AIRBAG CINTO DE SEGURANÇA CAPACETE CADEIRA DE BEBES

EPS ABS AIRBAG CINTO DE SEGURANÇA CAPACETE CADEIRA DE BEBES EPS ABS AIRBAG CINTO DE SEGURANÇA CAPACETE CADEIRA DE BEBES O Travão ABS encontra-se presente na maioria dos veículos modernos e contribui bastante para aumentar a eficiência da travagem, diminuindo a

Leia mais

PÓRTICO LIMPA GRADES E CARRO LIMPAS GRADES. ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DISPOSITIVO LIMPA GRADES E CARRO LIMPA GRADE.

PÓRTICO LIMPA GRADES E CARRO LIMPAS GRADES. ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DISPOSITIVO LIMPA GRADES E CARRO LIMPA GRADE. ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DISPOSITIVO LIMPA GRADES E CARRO LIMPA GRADE. DESCRIÇÃO. Existem inúmeros tipos e modelos de equipamentos limpa grades no mercado, para que o cliente possa escolher. Mas é verdade

Leia mais

MANUAL DE INSTRUÇÕES

MANUAL DE INSTRUÇÕES MANUAL DE INSTRUÇÕES NT-920 SUPORTE PARA SORO HASTE E GUIA INOX - BASE ALUMÍNIO C/ RODÍZIOS NOTA! ESTE SUPORTE PARA SORO É DESTINADO AO USO MÉDICO HOSPITALAR. Página 1 de 10 INTRODUÇÃO PARABÉNS! Você acaba

Leia mais

Impressora HP Color LaserJet Série CP1510 Guia para papel e mídia de impressão

Impressora HP Color LaserJet Série CP1510 Guia para papel e mídia de impressão Impressora HP Color LaserJet Série CP1510 Guia para papel e mídia de impressão Copyright e licença 2007 Copyright Hewlett-Packard Development Company, L.P. A reprodução, adaptação ou tradução sem permissão

Leia mais

MANUAL DE LIMPEZA E CONSERVAÇÃO

MANUAL DE LIMPEZA E CONSERVAÇÃO MANUAL DE LIMPEZA E CONSERVAÇÃO 1. O que é limpeza É o ato de remover todo tipo de sujidade, visível ou não, de uma superfície, sem alterar as características originais do local a ser limpo. 1.1 Limpeza

Leia mais

Estabilizada de. PdP. Autor: Luís Fernando Patsko Nível: Intermediário Criação: 22/02/2006 Última versão: 18/12/2006

Estabilizada de. PdP. Autor: Luís Fernando Patsko Nível: Intermediário Criação: 22/02/2006 Última versão: 18/12/2006 TUTORIAL Fonte Estabilizada de 5 Volts Autor: Luís Fernando Patsko Nível: Intermediário Criação: 22/02/2006 Última versão: 18/12/2006 PdP Pesquisa e Desenvolvimento de Produtos http://www.maxwellbohr.com.br

Leia mais

Como fazer o seu próprio escudo medieval

Como fazer o seu próprio escudo medieval Dark Ages - idade média www.sec11.cjb.net [email protected] Idade média Como fazer o seu próprio escudo medieval Existem dois métodos, um simples e o outro bem mais elaboro. 1. O método simples:

Leia mais

Soniclean. Manual de Instruções. Lavadora Ultra-sônica. Aquecida

Soniclean. Manual de Instruções. Lavadora Ultra-sônica. Aquecida Lavadora Ultra-sônica Soniclean 6 Aquecida Manual de Instruções SANDERS DO BRASIL LTDA. Rua Adelino Carneiro, 56-1º Andar - Centro Santa Rita do Sapucaí - MG CEP: 37540-000 www.sandersdobrasil.com.br /

Leia mais

NOVA GERAÇÃO DE PORTAS DE ABERTURA RÁPIDA PARA ISOLAMENTO DE ÁREAS INTERNAS - LINHA RP

NOVA GERAÇÃO DE PORTAS DE ABERTURA RÁPIDA PARA ISOLAMENTO DE ÁREAS INTERNAS - LINHA RP NOVA GERAÇÃO DE PORTAS DE ABERTURA RÁPIDA PARA ISOLAMENTO DE ÁREAS INTERNAS - LINHA RP PORTAS DE ABERTURA RÁPIDA QUE SUPERAM SUAS EXPECTATIVAS A RAYFLEX é líder nacional em tecnologia para portas industriais.

Leia mais

Bastidores para fibra óptica

Bastidores para fibra óptica Apresentação A gama de armários para fibra óptica Olirack foi concebida para a instalação, protecção e isolamento de terminadores e repartidores ópticos. A fibra óptica é um filamento feito de vidro ou

Leia mais

A Segurança não é obra do acaso Preserve sua vida.

A Segurança não é obra do acaso Preserve sua vida. A Segurança não é obra do acaso Preserve sua vida. Campanha do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção e do Mobiliário de São Bento do Sul e Campo Alegre contra os Acidentes de Trabalho

Leia mais