Competição e a estrutura de comunidades
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- Sara Pinho Lagos
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2 Competição e a estrutura de comunidades 1. Interações ecológicas e comunidades 2. Competição: definição, pressupostos e previsões 3. Evidências 4. Quebrando os pressupostos 5. Resumo 6. Para saber mais
3 Ao final da aula, nós deveremos: 1. Definir competição interespecífica 2. Compreender em que condições espera-se que competição organize as comunidades ecológicas 3. Entender processos ecológicos que geram co-existência
4 Competição e a estrutura de comunidades 1. Interações ecológicas e comunidades 2. Competição: definição, pressupostos e previsões 3. Evidências 4. Quebrando os pressupostos 5. Resumo 6. Para saber mais
5
6
7
8 +/- +/+
9
10 Mutualismo (+/+) Comensalismo (0/+)
11 Parasitismo (-/+) Predação (-/+)
12 Competição (-/-)
13 Competição e a estrutura de comunidades 1. Interações ecológicas e comunidades 2. Competição: definição, pressupostos e previsões 3. Evidências 4. Quebrando os pressupostos 5. Resumo 6. Para saber mais
14 Competição interespecífica é: uma interação entre indivíduos de espécies diferentes que causa redução na fecundidade, sobrevivência ou crescimento dos indivíduos que interagem
15 E se competição interespecífica organizasse a natureza?
16 O princípio da exclusão competitiva Paramecium Georgy Gause
17 O princípio da exclusão competitiva Duas espécies competidoras Georgy Gause com nichos idênticos Paramecium não podem coexistir em um ambiente estável
18 Pressupostos 1. Competição interespecífica é forte
19 O princípio da exclusão competitiva Duas espécies competidoras Georgy Gause com nichos idênticos Paramecium não podem coexistir em um ambiente estável
20 Pressupostos 1. Competição interespecífica é forte 2. O ambiente é estável As populações podem atingir o equilíbrio O recurso é o fator limitante
21 Pressupostos 1. Competição interespecífica é forte 2. O ambiente é estável As populações podem atingir o equilíbrio O recurso é o fator limitante 3. Indivíduos se distribuem de forma homogênea 4. Competição interespecífica é mais importante que outras interações
22 Como espécies coexistem?
23 Previsão Duas espécies competidoras Georgy Gause com nichos idênticos Paramecium não podem coexistir em um ambiente estável
24 Previsões 1. Competidores potenciais devem apresentar diferenciação de nichos 2. A ocorrência de potenciais competidores que usam os mesmos recursos deve estar negativamente correlacionada 3. Diferenciação de nicho poderá implicar em diferenciação morfológica
25 Competição e a estrutura de comunidades 1. Interações ecológicas e comunidades 2. Competição: definição, pressupostos e previsões 3. Evidências 4. Quebrando os pressupostos 5. Resumo 6. Para saber mais
26 Previsões 1. Competidores potenciais devem apresentar diferenciação de nichos 2. A ocorrência de potenciais competidores que usam os mesmos recursos deve estar negativamente correlacionada 3. Diferenciação de nicho poderá implicar em diferenciação morfológica
27 Evidência experimental 1. Experimentos de remoção de espécies:
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29 Evidência experimental 1. Experimentos de remoção de espécies: a. Competição aparentemente comum em plantas, vertebrados, organismos marinhos b. Competição aparentemente rara em herbívoros 2. Mas cuidado: a. Resultados negativos tendem a não ser publicados b. Sistemas escolhidos (evidência com muitas espécies) c. O fantasma da competição passada
30 O fantasma da competição passada Joseph H. Connell
31 O fantasma da competição passada Se a competição for forte: 1. Nichos devem se diferenciar 2. Competição atual deve ser rara Joseph H. Connell
32 Competição é transiente Se a competição for forte: 1. Nichos devem se diferenciar 2. Competição atual deve ser rara 3. Competidoras fracas devem extinguir 4. Ocasional: momentos de grande crescimento populacional Joseph H. Connell
33 Previsões 1. Competidores potenciais devem apresentar diferenciação de nichos 2. A ocorrência de potenciais competidores que usam os mesmos recursos deve estar negativamente correlacionada 3. Diferenciação de nicho poderá implicar em diferenciação morfológica
34 Padrões espaciais
35 Padrões espaciais 100 Freqüência
36 Diferenciação de nichos dimensão do nicho 1
37 espaço Diferenciação de nichos dimensão do nicho 1
38 dimensão do nicho 2 Complementaridade de nicho dimensão do nicho 1
39 Padrões temporais experimentos Tenodera sinensis Mantis religiosa
40 dimensão do nicho 2 Diferenciação de nichos dimensão do nicho 1
41 dimensão do nicho 2 Diferenciação de nichos Mas esses padrões não poderiam surgir ao acaso? Daniel Simberloff dimensão do nicho 1
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43
44 Como saber se não seria esperado ao acaso?
45 Modelos nulos 1. A pattern-generating model that is based on randomization of ecological data or random sampling from a known or imagined distribution (Gotelli & Graves 1996)
46 Modelos nulos 1. A pattern-generating model that is based on randomization of ecological data or random sampling from a known or imagined distribution (Gotelli & Graves 1996) 2. A idéia: descobrir a distribuição esperada na ausência de um processo de interesse
47 Modelos nulos 1. A pattern-generating model that is based on randomization of ecological data or random sampling from a known or imagined distribution (Gotelli & Graves 1996) 2. A idéia: descobrir a distribuição esperada na ausência de um processo de interesse 3. No caso: descobrir o padrão de co-ocorrência na ausência de competição
48 Modelos nulos 1. A pattern-generating model that is based on randomization of ecological data or random sampling from a known or imagined distribution (Gotelli & Graves 1996) 2. A idéia: descobrir a distribuição esperada na ausência de um processo de interesse. 3. No caso: descobrir o padrão de co-ocorrência na ausência de competição 4. Um experimento mental (simulação numérica)
49 O algoritmo 1. Caracterizar o sistema 2. Estimar o parâmetro de interesse 3. Permutar os elementos do sistema 4. Computar o parâmetro de interesse 5. Refazer 2-4 muitas vezes 6. Verificar se o modelo reproduz o padrão
50 1. Caracterizar o sistema
51 a. Contar locais Locais =
52 b. Contar ocorrências Locais = Peixe 1 =
53 b. Contar ocorrências Locais = Peixe 1 = 8 Peixe 2 = 6
54 2. Estimar o parâmetro de interesse Locais = 12 Peixe 1 = 8 Peixe 2 = 6
55 Previsões 1. Competidores potenciais devem apresentar diferenciação de nichos 2. A ocorrência de potenciais competidores que usam os mesmos recursos deve estar negativamente correlacionada 3. Diferenciação de nicho poderá implicar em diferenciação morfológica
56 2. Estimar co-ocorrência Locais = 12 Peixe 1 = 8 Peixe 2 = 6
57 2. Estimar co-ocorrência Locais = 12 1 Peixe 1 = 8 Peixe 2 = 6 Co-ocorrência = 2 2
58 3. Permutar os elementos do sistema Locais = 12 Peixe 1 = 8 8 Peixe 2 = 6 Co-ocorrência = 2 6
59 3. Permutar as ocorrências Locais = 12 Peixe 1 = 8 8 Peixe 2 = 6 Co-ocorrência = 2 6
60 3. Permutar as ocorrências
61 4. Computar co-ocorrências
62 4. Computar co-ocorrências Locais = Peixe 1 = 8 Peixe 2 = 6 3 Co-ocorrência = 2 COO-esperada = 4 4
63 O algoritmo 1. Caracterizar o sistema 2. Estimar o parâmetro de interesse 3. Permutar os elementos do sistema 4. Computar o parâmetro de interesse 5. Refazer 2-4 muitas vezes 6. Verificar se o modelo reproduz o padrão
64 6. Calcular a probabilidade do modelo reproduzir o padrão Texto # de co-ocorrências
65 6. Verificar se o modelo reproduz o padrão Freqüência Texto # de co-ocorrências
66
67 Stuart Pimm Biogegrafia: extinções
68 Previsões 1. Competidores potenciais devem apresentar diferenciação de nichos 2. A ocorrência de potenciais competidores que usam os mesmos recursos deve estar negativamente correlacionada 3. Diferenciação de nicho poderá implicar em diferenciação morfológica
69 Competição e a estrutura de comunidades 1. Interações ecológicas e comunidades 2. Competição: definição, pressupostos e previsões 3. Evidências 4. Quebrando os pressupostos 5. Resumo 6. Para saber mais
70 Pressupostos 1. Competição interespecífica é forte 2. O ambiente é estável As populações podem atingir o equilíbrio O recurso é o fator limitante 3. Indivíduos se distribuem de forma homogênea 4. Competição interespecífica é mais importante que outras interações
71 O princípio da exclusão competitiva Duas espécies competidoras Georgy Gause com nichos idênticos Paramecium não podem coexistir em um ambiente estável
72 Suposição 1: competição interespecífica é forte
73 Suposição 1: competição interespecífica é forte taxa de variação da densidade
74 Suposição 1: competição interespecífica é forte crescimento exponencial
75 Suposição 1: competição interespecífica é forte capacidade de suporte: competição intra-específica
76 Suposição 1: competição interespecífica é forte efeito dos indivíduos da espécie competidora alfa é negativo
77
78
79 =
80 = 3 x
81 alfa hiena leão = 3 alfa leão hiena = 1/3 = 3 x
82 Suposição 1: competição interespecífica é forte
83 Quando a competição leva a extinção? e/ou
84 Quando a competição leva a extinção? > >
85 Não há extinção se: < <
86 O princípio da exclusão competitiva Duas espécies competidoras Georgy Gause com nichos idênticos Paramecium não podem coexistir em um ambiente estável
87 Suposição 2: o ambiente é estável
88 O recurso é o fator limitante
89
90 Paradoxo do plâncton Variação temporal rápida nos recursos e nas condições G E. Hutchinson ( )
91 Suposição 3 Indivíduos se distribuem de forma homogênea
92 Suposição 4: Competição é a interação mais importante Por que o mundo é verde? Onde estão os herbívoros
93
94 John Lawton
95 Suposição 4: Competição é a interação mais importante
96 Competição e a estrutura de comunidades 1. Interações ecológicas e comunidades 2. Competição: definição, pressupostos e previsões 3. Evidências 4. Quebrando os pressupostos 5. Resumo 6. Para saber mais
97 Interações Competição interespecífica
98 Interações Competição interespecífica Estrutura
99 Interações Competição interespecífica Estrutura Diferenciação de nichos
100 Interações Competição interespecífica Estrutura Não estrutura Diferenciação de nichos Diferentes processos
101 Competição e a estrutura de comunidades 1. Interações ecológicas e comunidades 2. Competição: definição, pressupostos e previsões 3. Evidências 4. Quebrando os pressupostos 5. Resumo 6. Para saber mais
102 Para saber mais: 1. Allesina, S., Levine, J.M A competitive network theory of species diversity. PNAS 108:
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