Professora Leonilda Brandão da Silva

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1 COLÉGIO ESTADUAL HELENA KOLODY E.M.P. TERRA BOA - PARANÁ Professora Leonilda Brandão da Silva [email protected]

2 CAPÍTULO 10 p. 143 É a + aceita atualmente, o que não quer dizer que ela não possa ser melhorada.

3 A evolução dos lebistes Machos + coloridos atrai e fecunda + fêmeas, mas tb são + evidentes, em geral, morrem antes de se reproduzir. Experiências comprovaram que machos colocados em ambientes onde há muitos predadores, atingiam a maturação sexual + cedo, eram menos coloridos e menores do que os que viviam onde não havia predadores. Comprovou-se que eles sofriam evolução por seleção natural.

4 1 UM POUCO DE HISTÓRIA Darwin não soube explicar: como as variações podiam ser transmitidas aos descendentes (ignorava as leis de Mendel). nem como elas apareciam (ignorava as mutações). Na 1 a década do séc. XX, porém houve uma síntese entre o darwinismo, as leis de Mendel e o que se descobrira a respeito das mutações teoria sintética.

5 Mutações Seleção Natural Seres Vivos Variabilidade Adaptação

6 A TEORIA ATUAL A teoria sintética foi desenvolvida a partir da década de 1930 c/ base em contribuições de vários cientistas. Essa teoria analisa os fatores que alteram a frequência dos genes nas populações: as mutações a seleção natural a migração seguida de isolamento geográfico e isolamento reprodutivo e a deriva genética.

7 2 VARIEDADE GENÉTICA: MUTAÇÕES E REPRODUÇÃO SEXUADA As mutações podem ser provocadas por: defeito no mecanismo de duplicação DNA; fatores ambientais (raios ultravioletas, radioatividade); - por certos vírus; pela ação de prod. químicos (benzimidazol, ácido nitroso, hidrazina e gás mostarda). Embora existam enzimas p/ corrigir esses erros ou reparar os estragos, nem sempre isso ocorre.

8 MUTAÇÕES GÊNICAS Se alterarmos a seq. de bases do DNA, poderemos alterar a seq. de aa. da proteína, o que poderá modificar suas propriedades. É essa mudança na seq. de bases do DNA q chamamos de MUTAÇÃO e ela pode ser suficiente p/ provocar o aparecimento de uma nova característica. Ex: anemia falciforme no ser humano. Nessa doença a troca de uma base do DNA provoca a troca do aa. glutamina pela valina na hemoglobina. C/ isso, as mol. de hemoglobina se agrupam e alteram a forma da hemácia, q adquire a forma de foice. Essas hemácias podem agrupar e bloquear vasos sanguíneos, diminuindo a oxigenação dos tecidos e até levar à morte.

9 Glutamina Valina

10 MUTAÇÕES CROMOSSÔMICAS São mutações q alteram pedaços inteiros de cromossomos, modificando a sequência de genes (alterações estruturais) ou altera o n o de cromossomos (alterações numéricas). Uma alteração numérica pode ser causada por radiações ou subst. químicas que atingem o fuso mitótico (fio de proteína) q deve puxar os crom. p/ os polos na celular.

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12 EUPLOIDIA: Em alguns casos todo conj. de cromos é afetado é formam-se indivíduos 3n (triploide), 4n (tetraploide). Essa alteração é comum nos vegetais. ANEUPLOIDIA: apenas alguns cromos. são afetados e se origina indivíduos c/ n o de cromos. = a 2n+1, 2n+2, 2n-1, etc. Exemplos: Síndrome de Turner, síndro-me de Klinefelter (cromos. sexuais), S. de Down (autossomos), trissomia do 21.

13 S. de Down = 47, XX + 21 S. de Patau = 47, XX + 13 S. de Edward = 47, XX + 18 S. De Klinefelter = 47, XXY

14 As mutações estruturais ocorrem quando radiações, vírus ou produtos químicos quebram pedaços de cromossomos. O pedaço quebrado pode se perder, unir-se a outro cromossomo, etc. Em geral essas alterações provocam doenças, até mesmo câncer, e infertilidade, mas às vezes originam outras combinações genéticas que servirão de matéria-prima para a evolução.

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16 MUTAÇÕES E EVOLUÇÃO Quando ocorrem nas cés somáticas, as mutações não causam nenhum efeito evolutivo, pois não são transmitidas aos descendentes. Ocorrendo nas cés germinativas, podem passar às gerações seguintes e gerar novas características.

17 As mutações são um acontecimento raro; portanto, sua freq. é baixa na população. Elas ocorrem ao acaso, sem nenhuma ligação c/ as características do meio. Ex. Não é por que um organismo vive numa região fria, que o ambiente irá favorecer uma mutação p/ aumentar a defesa contra o frio. Diversas mutações podem ocorrer, se por acaso surgir uma favorável, ela será selecionada positivamente e, c/ isso, o n o de indiv. c/essa mutação aumentará c/o tempo. Não podemos esquecer, que uma mutação pode ser vantajosa num ambiente e desvantajosa em outro. Mesmo mutações que alterem uma única proteína pode conferir vantagens importantes a um organismo; Há evidências de que algumas pessoas possuem um gene mutante capaz de conferir resistência ao vírus da AIDS.

18 Ao contrário da mutação, a seleção natural não é um processo aleatório; não é por acaso que os insetos resistentes a inseticidas aumentam de n o em ambientes c/ esses produtos. Por isso não podemos dizer que a EVOLUÇÃO ocorre ao acaso.

19 REPRODUÇÃO SEXUADA Na reprodução assexuada, os filhos são =s aos pais. As únicas modificações resultam de mutações ocasionais. Na reprodução sexuada, a meiose produz grande variedade de gametas, que, por fecundação originam muitos filhos geneticamente s. Desse modo, embora a reprodução sexuada não crie novos alelos (só a mutação faz isso), ela promove recombinações, aumentando a variedade genética, condição necessária p/ a evolução. Sem variedade genética não pode haver seleção natural nem evolução.

20 3 SELEÇÃO NATURAL Como vimos, a 1 a parte do processo da evolução (variedade genética) ocorre ao acaso. A 2 a (seleção natural) não ocorre ao acaso, sendo influenciada pelo ambiente. Podemos dizer que os: genes podem sofrer mutações aleatórias; os indivíduos são selecionados em função de suas vantagens adaptativas, as populações evoluem. O processo de seleção natural é + facilmente observado em populações que se reproduzem de forma rápida, como bactérias e insetos. Vejamos alguns exemplos de seleção natural.

21 A resistência de insetos aos inseticidas Em uma população de insetos, a alta taxa de reprodução sexuada fornece populações variadas. Qdo. essa população é submetida a determinado inseticida por um período prolongado, os indivíduos sensíveis morrem e os mutantes resistentes sobrevivem. Gradativamente, diminui a qtde. de sensíveis e aumenta a de resistentes. No início, os mutantes são raros, qdo. o inseticida aparece eles passam a ter + possibilidade de sobreviver e se reproduzir. Por isso a frequência dos resistentes aumenta aos poucos. É importante ressaltar que a mutação resistente ao inseticida não foi provocada pelo produto. Ela já existia em baixa freq. a ação do inseticida consistiu em selecioná-la + e espalhá-la na população.

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23 A resistência de bactérias aos antibióticos C/ bactérias e antibióticos ocorre um fenômeno ao dos insetos. Eventualmente aparece, por mutação, um gene que confere resistência ao antibiótico. Se não houver antibiótico no meio, a característica não é vantajosa. Esse indivíduo é menos adaptado e pode perder-se por seleção natural. Entretanto, a presença do antibiótico pode alterar essa situação: as sensíveis morrem e as resistentes sobrevivem e aumentam de n o.

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25 O BICO DOS TENTILHÕES De 1975 a 1977, a ilha Dafner (Galápagos) passou por um período de seca muito forte, o que provocou uma redução no n o de sementes. As plantas que sobreviveram tinham sementes grandes, sendo assim os pássaros de bicos pequenos não conseguiam consumir (grande mortalidade). Comparando o tamanho do bico dos pássaros antes da seca e depois, os cientistas constataram que, na média, ele aumentou.

26 SELEÇÃO NATURAL NA SP HUMANA Em certas regiões da África, a frequência de alelos que causa a anemia falciforme tornou-se muito alta. Homozigotos (aa) p/ a doença apresentam problemas sérios que podem ser fatais. Heterizogotos (Aa) ou não têm a doença ou têm uma forma + branda, que não prejudica a sobrevivência. Os heterozigotos são resistentes à malária. Assim, os heterozigotos p/ anemia falciforme têm vantagem adaptativa sobre: as pessoas saudáveis, pois estes podem contrair a malária e morrer; sobre os homozigotos, pois estes morrem cedo de anemia.

27 SELEÇÃO SEXUAL É o processo pelo qual certas características sexuais são selecionadas e se espalham na população, pois ajudam o indivíduo a conseguir parceiro sexual. Algumas sp os machos lutam entre si: força física, chifre, garras, etc. Outras ssp é a fêmea que escolhe o macho: ex. pavão, ela escolhe cauda + vistosa, etc. A cauda do pavão, o colorido das penas de pássaros ou das escamas de peixes, funcionam como um sinal de que o animal é saudável. Nesse caso a fêmea escolhe justamente os animais saudáveis para ter filhos, que herdarão as características responsáveis pelo sucesso dos pais.

28 DEFINIÇÃO ATUAL DE SELEÇÃO NATURAL Seleção de características que conduzem, em última análise, ao sucesso reprodutivo do indivíduo: de forma indireta, por aumentar as chances de sobrevivência, ou direta, por aumentar o sucesso reprodutivo.

29 Melanismo Industrial

30 A história das mariposas: críticas e réplicas A história das mariposas de Manchester, na Inglaterra, é um ex. utilizado p/ explicar a evolução por seleção natural. Há duas variedades de mariposas: cor cinza-clara e + escura. Antes da industrialização, 1850, as mariposas claras eram + comuns em Manchester. Após a Revolução, 1900, a variedade escura passou a ser dominante. Em 1950, o geneticista Kettlewell, realizou vários experimentos e concluiu q na região não poluída, os pássaros localizavam e comiam c/ + facilidade as escuras, pois as claras ficavam camufladas nos troncos cobertos de liquens. A poluição destruiu os liquens e escureceu os troncos. Com isso, as formas escuras ficaram + camufladas e protegidas dos pássaros ao contrário das claras aumentaram de nº

31 Antes da industrialização

32 Depois da industrialização

33

34 Antes da industrialização Depois da industrialização Assim, um indivíduo menos adaptado em um ambiente pode vir a ser o mais adaptado caso haja uma mudança ambiental.

35 CAMUFLAGEM Alguns animais têm a capacidade de se camuflarem c/ o meio em que vivem p/ tirar alguma vantagem. A camuflagem pode ser útil tanto ao predador, quando deseja atacar uma presa sem que esta o veja, ou para a presa, que pode se esconder mais facilmente de seu predador.

36 CAMUFLAGEM

37 CAMUFLAGEM

38 CAMUFLAGEM

39

40 CAMUFLAGEM

41 CAMUFLAGEM

42 CAMUFLAGEM

43 MIMETISMO Semelhante à camuflagem, só que ao invés de se parecerem com o meio, os animais que praticam o mimetismo tentam se parecer com outros animais, com intuito de parecer quem não é.

44 Verdadeira Monarca amarga: Danaus plexippus

45 Falsa monarca Cobra coral verdadeira Falsa cobra coral

46 Compreendendo o texto: 1 a 5 p.156 Refletindo e concluindo: TODOS p.157 e 158 Questões para análise: 1, 4, 5, 7 p.159 ENEM 1,2,3 P.160

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