Gramática. Gramática. Gramática
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- Isabella Valente Felgueiras
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1 Prof. Yandre Maldonado - 1 Prof. Yandre Maldonado e Gomes da Costa [email protected] Prof. Yandre Maldonado - 2 Mecanismo gerador que permite definir formalmente uma linguagem; Através de uma gramática pode-se gerar todas as sentenças da linguagem definida por ela; Modelo muito aplicado na especificação de linguagens computacionais; Prof. Yandre Maldonado - 3 Formalmente, gramática é uma quádrupla G = (V, T, P, S), onde: V é um conjunto finito de símbolos não-terminais (ou variáveis); T é um conjunto finito de símbolos terminais disjunto de V; P é um conjunto finito de pares, denominados regras de produção tal que a primeira componente é palavra de (V T) + e a segunda componente é palavra de (V T) * ; S é um elemento de V, denominado símbolo inicial (ou símbolo de partida). 1
2 Prof. Yandre Maldonado - 4 Os símbolos de T equivalem aqueles que aparecem nos programas de uma linguagem de programação. É o alfabeto em cima do qual a linguagem é definida; Os elementos de V são símbolos auxiliares que são criados para permitir a definição das regras da linguagem. Eles correspondem à categorias sintáticas da linguagem definida: Português: sentença, predicado, verbo,...; Pascal: programa, bloco, procedimento,...; Prof. Yandre Maldonado - 5 Uma regra de produção (α, β) é representada por α β; As regras de produção definem as condições de geração das sentenças; A aplicação de uma regra de produção é denominada derivação; Uma regra α β indica que α pode ser substituído por β sempre que α aparecer; Enquanto houver símbolo não-terminal na cadeia em derivação, esta derivação não terá terminado; Prof. Yandre Maldonado - 6 O símbolo inicial é o símbolo através do qual deve iniciar o processo de derivação de uma sentença; Observações: V T = Os elementos de T são os terminais. Procuraremos representá-los por letras minúsculas (a, b, c, d,...) Os elementos de V são os não-terminais. Procuraremos representá-los por letras maiúsculas (A, B, C, D,...) As cadeias mistas, isto é, aquelas que contém símbolos de V e símbolos de T (cadeias pertencentes à (V T) * ) serão representadas por letras gregas (α, β, γ, δ,...) 2
3 Prof. Yandre Maldonado - 7 Exemplo: G 1 = ({S, A, B}, {a, b}, P, S) onde: P = { 1) S AB 2) A a 3) B b } Quais as cadeias terminais geradas por esta gramática? Prof. Yandre Maldonado - 8 Descrição de linguagens: G 1 = ({A, B}, {a, b, c}, P, A) onde: P = { 1) A ab 2)B bb 3)B c } G 2 = ({S, A, B, C}, {a, b, c}, P, S) onde: P = { 1) S A 2) A BaC 3) B bb 4) B b 5) C cc 6) C c } A linguagem gerada pela gramática G 1 descrita acima, poderia ser expressa da seguinte forma: L(G 1 )={ab n c, n 0} A linguagem gerada pela gramática G 2 descrita acima, poderia ser expressa da seguinte forma: L(G 2 )={b m ac n, m 1, n 1} Prof. Yandre Maldonado - 9 G 2 (subconjunto da língua portuguesa) V = {Sentença, Sn, Sv, Artigo, Verbo, Substantivo, Complemento} T = {peixe, isca, mordeu, o, a} P = { 1) Sentença Sn Sv 2) Sn Artigo Substantivo 3) Sv Verbo Complemento 4) Complemento Artigo Substantivo 5) Artigo o 6) Artigo a 7) Substantivo peixe 8) Substantivo isca 9) Verbo mordeu } S = Sentença 3
4 Prof. Yandre Maldonado - 10 G 3 - Eliminando os problemas de concordância de gênero V = {Sentença, Sn, Sv, ArtigoF, ArtigoM, Verbo, SubstantivoF, SubstantivoM, Complemento} T = {peixe, isca, mordeu, o, a} P = { 1) Sentença Sn Sv 2) Sn ArtigoF SubstantivoF 3) Sn ArtigoM SubstantivoM 4) Sv Verbo Complemento 5) Complemento ArtigoF SubstantivoF 6) Complemento ArtigoM SubstantivoM 7) ArtigoF a 8) ArtigoM o 9) SubstantivoF isca 10) SubstantivoM peixe 11) Verbo mordeu } S = Sentença Geração direta ( ): Prof. Yandre Maldonado - 11 Considere α, β, γ, δ (V T) * Uma cadeia αγβ gera diretamente ( ) uma cadeia αδβ sse: γ δ P Geração ( * ): Prof. Yandre Maldonado - 12 Considere α, β, γ, δ (V T) * Uma cadeia α gera ( *) uma cadeia β sse: γ 1, γ 2,..., γ n tal que α γ 1 γ 2... γ n β n 0 4
5 Prof. Yandre Maldonado - 13 Assim, em G 1 (slide 7) temos: S * ab S * ab AB * ab E em G 2, temos: <sentença> * o peixe mordeu a <subst.> <complemento> * o <substantivo> Prof. Yandre Maldonado - 14 Definições: Forma sentencial: uma cadeia α (V T) * é uma forma sentencial de uma gramática sse S * α, ou seja, α é um embrião para alguma sentença gerada pela gramática, ou a própria sentença. Sentença: uma forma sentencial α, é uma sentença de G sse α T *. Portanto, as cadeias terminais geradas pela gramática são as sentenças de G. Exemplo: dada a gramática G 4 = ({A, B}, {a, b, c}, P, A) onde: P = { 1) A ab 2)B bb 3)B c } Indique se as seguintes cadeias são sentenças ou formas sentenciais produzidas por G 4 : Prof. Yandre Maldonado - 15 abc A a abb abbbb abbbc Sentença Forma Sentencial 5
6 Tipos de A cada classe de linguagem da Hierarquia de Chomsky é associado um tipo de gramática: Linguagens Enumeráveis Recursivamente com Estrutura de Frase Tipo 0 Prof. Yandre Maldonado - 16 Linguagens Sensíveis ao Contexto Sensível ao Contexto Tipo 1 Linguagens Livres de Contexto Livre de Contexto Tipo 2 Linguagens Regulares Regular Tipo 3 Tipos de Prof. Yandre Maldonado - 17 com Estrutura de Frase GEF ou Tipo 0 São as gramáticas onde todas as regras de produção pertencentes ao conjunto P são da forma: α β onde β (V T) * α (V T) + Os próximos tipos de gramática são GEF s com restrições. Tipos de Prof. Yandre Maldonado - 18 Sensível ao Contexto GSC ou Tipo 1 São as gramáticas onde todas as regras de produção pertencentes ao conjunto P são da forma: α β tal que β α exceto quando β = λ onde β (V T) * α (V T) + Os próximos tipos de gramática são GSC s com restrições. 6
7 Tipos de Tipo 1 - exemplo: Prof. Yandre Maldonado - 19 S asbc S abc CB BC ab ab bb bb bc bc cc cc Qual é a linguagem gerada por esta gramática? L(G) = {a n b n c n n>0} Tipos de Prof. Yandre Maldonado - 20 Livre de Contexto - GLC ou Tipo 2 São as gramáticas onde todas as regras de produção pertencentes ao conjunto P são da forma: A β onde β (V T) * A V O próximo tipo de gramática é GLC com restrições. Tipos de Tipo 2 - exemplo 1: Prof. Yandre Maldonado - 21 S AB A 0A11 A λ B 0B B λ Qual é a linguagem gerada por esta gramática? L(G) = {0 n 1 2n 0 m n 0, m 0} 7
8 Tipos de Tipo 2 exemplo 2: Prof. Yandre Maldonado - 22 S ab S ba A a A as A baa B b B bs B abb Qual é a linguagem gerada por esta gramática? L(G) = {w {a,b} + w contém número de a s igual ao número de b s} ou L(G) = {w {a,b} + w a = w b } Tipos de Considere a seguinte linguagem: L(G) = {a m b n a m n 1, m 1} Prof. Yandre Maldonado - 23 Descreva uma GLC capaz de gerar esta linguagem. Tipo 2 - exemplo 3: S asa S aba B bb B b Tipos de Prof. Yandre Maldonado - 24 Regular GR ou Tipo 3 Uma linguagem regular é uma linguagem que pode ser descrita por uma gramática linear; Tipos de gramática linear: Linear à Direita GLD; Linear à Esquerda GLE; Linear Unitária à Direita GLUD; Linear Unitária à Esquerda GLUE. 8
9 Tipos de Prof. Yandre Maldonado - 25 Seja G = (V, T, P, S) e sejam A e B elementos de V, e w uma cadeia de T*, então: Uma gramática é uma GLD se as produções são da forma: A wb ou A w Uma gramática é uma GLE se as produções são da forma: A Bw ou A w Uma gramática é uma GLUD se as produções são da forma: A wb ou A w, com w 1 Uma gramática é uma GLUE se as produções são da forma: A Bw ou A w, com w 1 Tipos de Prof. Yandre Maldonado - 26 GLUD é o padrão mais empregado para a descrição de linguagens regulares; * Nos exemplos a serem estudados adotaremos este padrão. Alguns autores apresentam s Regulares da seguintes forma: com produções da forma: A ab A b ou onde A, B V a T b T {λ} Tipos de Tipo 3 exemplo 1: Prof. Yandre Maldonado - 27 S as S bc C c Qual é a linguagem gerada pela GR? L(G) = {a n bc n 0} 9
10 Tipos de Tipo 3 - exemplo 2: N +D -D D D 1D 2D 3D 4D 5D 6D 7D 8D 9D Prof. Yandre Maldonado - 28 Qual é a linguagem gerada pela GR? Números inteiros com sinal. Tipos de Tipo 3 - exemplo 3: Prof. Yandre Maldonado - 29 N +D -D D E 2E 3E 4E 5E 6E 7E 8E 9E E E 1E 2E 3E 4E 5E 6E 7E 8E 9E Números inteiros com sinal sem ocorrência de zeros à esquerda. Tipos de Tipo 2 - exemplo 4: Prof. Yandre Maldonado - 30 N SD S + - D ED E E GLC equivalente ao exemplo 2 do tipo 3. 10
11 Prof. Yandre Maldonado - 31 BNF - Forma Normal de Backus Substitui o símbolo por ::= ; Os não-terminais são ladeados por < e > ; É usada para regras que apresentam um único símbolo não-terminal do lado esquerdo; Quando houverem repetições do lado esquerdo, do tipo: <A> ::= α 1 * Os símbolos <, >, :, = e não <A> ::= α 2 fazem parte da linguagem,... apenas ajudam a descrevê-la. <A> ::= α n escreve-se: <A> ::= α 1 α 2... α n Prof. Yandre Maldonado - 32 G 3 (slide 10) - Descrição em BNF 1) <Sentença> ::= <Sn> <Sv> 2) <Sn> ::= <ArtigoF> <SubstantivoF> <ArtigoM> <SubstantivoM> 4) <Sv> ::= <Verbo> <Complemento> 5) <Complemento> ::= <ArtigoF> <SubstantivoF> <ArtigoM> <SubstantivoM> 7) <ArtigoF> ::= o 8) <ArtigoM> ::= a 9) <SubstantivoF> ::= peixe 10) <SubstantivoM> ::= isca 11) <Verbo> ::= mordeu Prof. Yandre Maldonado - 33 BNF é um padrão muito utilizado para a descrição sintática de linguagens, especialmente as livres de contexto; Principais aplicações de descrição sintática de linguagens (BNF): Ajuda a entender como se escreve programas sintaticamente corretos; Pode ser usada para determinar se um programa está sintaticamente correto (papel do compilador). 11
12 Uma possível BNF para expressões aritméticas: Prof. Yandre Maldonado - 34 <expressão> ::= <valor> <valor><operador><expressão> <valor> ::= <número> <sinal><número> <número> ::= <semsinal> <semsinal>.<semsinal> <semsinal> ::= <dígito> <dígito><semsinal> <dígito>::= <sinal> ::= + - <operador> ::= + - / * Prof. Yandre Maldonado - 35 EBNF Extended BNF Notação que acrescenta metasímbolos adicionais à notação BNF; [ ] opcionalidade; {} repetição; Seguindo esta notação, os Não-Terminais <expressão>, <valor>, <semsinal> e <número> (do slide anterior) poderiam ter suas regras descritas da seguinte forma: <expressão> ::= <valor> [<operador><expressão>] <valor> ::= [<sinal>] <semsinal> [.<semsinal>] <semsinal> ::= <dígito> {<dígito>} Descrição simplificada do Pascal em EBNF: Prof. Yandre Maldonado - 36 <programa> ::= PROGRAM <identificador> ; <bloco>. <bloco> ::= <declarações> BEGIN <comando> END BEGIN <comando> END <comando> ::= <variável> := <expressão> ; <comando> READ <variável> ; <comando> WRITE <expressão> ; <comando> IF <expressão> THEN <comando> ELSE <comando> FOR <identificador> := <expressão> TO <expressão> DO <comando> BEGIN <comando> END <declarações> ::= VAR <lista_identif.> : <tipo>; TYPE <identificador> = <tipo> ; <expressão> ::= <variável> <identificador> <constante> <expressão> <operador binário> <expressão> <variável> ::= <identificador> <operador_bin>::= + - * / = > < <> <= >= <tipo> ::= INTEGER REAL STRING <constante> ::= <identificador> <número> <lista_identif.> ::= <identificador> {, <identificador> } <identificador> ::= <letra> { <letra> <dígito> } <número> ::= <dígito> { <dígito> } <dígito> ::= <letra> ::= a b c d e f... x y z A B C D... X Y Z 12
13 Bibliografia Prof. Yandre Maldonado - 37 MENEZES, Paulo Blauth. Linguagens Formais e Autômatos. Porto Alegre: Editora Sagra-Luzzatto, 1998; DELAMARO, Márcio Eduardo. Linguagens Formais e Autômatos. UEM, 1998; HOPCROFT, J. E. & ULLMAN, J. D. Formal Languages and Their Relation to Automata - Addison-Wesley,
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