IV Gramáticas Livres de Contexto
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- Evelyn di Azevedo
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1 IV Gramáticas Livres de Contexto Introdução Definições de GLC 1 G = (Vn, Vt, P, S) onde P = {A α A Vn α (Vn Vt) + } 2 GLC ε - LIVRE : S ε pode pertencer a P, desde que: S seja o símbolo inicial de G S não apareça no lado direito de nenhuma produção de P 3 G = (Vn, Vt, P, S) onde P = {A α A Vn α (Vn Vt) * } Ou seja α pode ser ε!!! IV.1 - Árvore de Derivação Representação estruturada das derivações de G Exemplo: S a S c B B b B ε IV.2 - Limite de uma AD Concatenação das folhas da AD Forma sentencial 1
2 IV.3 - Formas de Derivação Derivação + a Esquerda Derivação + a Direita Exemplo: S A B S c A a A ε B b B ε IV.4 - Gramáticas Ambíguas G é ambígua se x L(G) x possua mais de uma AD Exemplos 1- S S b S a 2- E E + E E * E ( E ) id 3- A gramática do if Linguagens inerentemente ambíguas Linguagens que só possuem representações ambíguas L(G) = { a n b m c k n = m m = k } 2
3 IV.5 Transformações (Simplificações) em G.L.C. IV.5.1 Eliminação de Símbolos Inúteis Inalcançáveis e/ou inférteis Algoritmo IV.1 S * w X y * w x y Objetivo Encontrar o conjunto de Não Terminais Férteis. Entrada Uma G.L.C. G = (Vn, Vt, P, S). Saída NF Conjunto de Não-Terminais Férteis. Método: Construa conjuntos N0, N1,..., como segue: i 0 Ni φ repita i i +1 Ni Ni-1 {A A α P α (Ni-1 Vt) * } até Ni = Ni-1 NF Ni Fim Exemplo: S a S B C B D A c C A B B b B ε C a A B C D d D d c 3
4 Algoritmo IV.2: Objetivo: Eliminar símbolos Inalcançáveis. Entrada: Uma G.L.C. G = (Vn, Vt, P, S). Saída: Uma G.L.C. G = (Vn, Vt, P, S ) na qual todos os símbolos (Vn Vt ) sejam alcançáveis. Método: Construa conjuntos V0, V1,..., como segue: i 0 ; Vi {S} repita i i +1 Vi Vi-1 {X A α X β P, A Vi-1 α e β (Vn Vt) * } até Vi = Vi-1 Construa G = (Vn, Vt, P, S ), como segue: a) Vn Vi Vn b) Vt Vi Vt c) P conjunto de produções de P, que envolvam apenas símbolos de Vi d) S S Fim Exemplo: S a S a d D d A a B C c a B d D b B b C A a d D c D b b B d 4
5 Algoritmo IV.3 Objetivo: Eliminar símbolos inúteis. Entrada: Uma G.L.C. G = (Vn, Vt, P, S). Saída: Uma G.L.C. G = (Vn, Vt, P, S ) L(G ) = L(G) e nenhum símbolo de G seja inútil. Método: 1 Aplique o algoritmo IV.1 para obter NF; 2 Construa G1 = (Vn NF, Vt, P1, S), onde P1 contém apenas produções envolvendo NF Vt; 3 Aplique o ALG IV.2 em G1, para obter G = (Vn, Vt, P, S ); Fim Exemplo: S a F G b F d S a A a A ε B c G a C G C c B a c a ε D d C c ε F b F d a C A b G A G B c B C a 5
6 IV.5.2 Transformações de GLC em GLC ε-livre Eliminação de ε-produções Algoritmo IV.4: Objetivo: Transformar uma G.L.C. G em uma G.L.C. ε - LIVRE G equivalente. Entrada: Uma G.L.C. G = (Vn, Vt, P, S). Saída: Uma G.L.C. ε - Livre G = (Vn, Vt, P, S ) L(G ) = L(G). Método: 1 Construa Ne = {A A Vn A * ε}. 2 Construa P como segue: a) Inclua em P todas as produções de P, com exceção daquelas da forma A ε. b) Para cada produção de P da forma: A α B β B Ne α, β V * inclua em P a produção A αβ c) Se S Ne, adicione a P as seguintes produções: S S ε Exemplos: 1) S AB A aa ε B bb ε 2) S c S c B A A a A A B C ε B b B C A ε C c C c A S 6
7 IV.5.3 Eliminação de Produções Simples Definição: A B, onde A e B Vn. Algoritmo IV.5: Entrada: Uma G.L.C. ε - Livre G = (Vn, Vt, P, S). Saída: Uma G.L.C. ε - Livre G = (Vn, Vt, P, S ) sem produções simples L(G ) = L(G). Método: 1 Para todo A Vn, construa NA = {B A * B} 2 Construa P como segue: se B α P e não é uma produção simples, então adicione a P as produções da forma: A α, para todo A B NA 3 Faça G = (Vn, Vt, P, S). Fim. Exemplos: 1) S FGH F G a G dg H b H c 2) S a B c D e B b B E F D d D F d E e E e F f F f 7
8 IV.5.4 Fatoração de GLC Uma GLC G é dita FATORADA, se ela NÃO possui A Vn A derive seqüências que iniciam com o mesmo símbolo por mais de um caminho Processo de Fatoração Não-Determinismo Direto Substituir produções da forma: A α β α γ Pelo seguinte conjunto de produções: A α A A β γ Não-Determinismo Indireto Exemplos: Transformar em Direto via derivações sucessivas 1) S a S a B d S B b B b 2) S AB BC A a A ε B b B d C c C c 3) S a S A A a A c ε 8
9 IV.5.5 Eliminação de Recursão à Esquerda Não Terminal Recursivo A + α A β, para α β V *. se α * ε então A é Recursivo à Esquerda G é Rec. à Esquerda se possui NT Rec. à Esquerda Processo de eliminação R.E. Direta Substituir produções da forma: A Aα1 Aα2... Aαn β1 β2... βm Por produções da forma: A β1a' β2a'... βma A α1a α2a... αna ε Exemplos: 1) S S a b 2) E E + T T T T * F F F ( E ) id 9
10 Eliminação de R.E. Indireta Algoritmo IV.6: Entrada: Uma G.L.C. Própria G = (Vn, Vt, P, S). Saída: Uma GLC G = (Vn, Vt, P, S) L(G ) = L(G) G não possui Recursão a Esquerda. Método: 1 Ordene os não-terminais de G em uma ordem qualquer (digamos: A1, A2,..., An); 2 Para i = 1, n faça Para j = 1, i 1 faça Substitua as produções da forma Ai Aj γ por produções da forma Ai δ1 γ δ2 γ... δk γ onde δ1, δ2,..., δk são os lados direitos das Aj produções (Aj δ1 δ2... δk) fim para Elimine as rec. esq. Diretas das Ai produções fim para 3 Fim. Exemplos: 1) S Aa S b A S c d 2) S a S A b A A b B c a B B d S a e 10
11 IV.6 Tipos Especiais de GLC Gramática Própria: Não possui Ciclos; É ε - Livre; Não possui Símbolos Inúteis. Gramática Sem Ciclos: Não possui derivação da forma A Gramática Reduzida: L(G) não é vazia; Se A α P, A α; G não possui Símbolos Inúteis. Gramática de Operadores: Não possui produções cujo lado direito contenha NT consecutivos. Gramática Unicamente Inversível: não possui produções com lados direitos iguais. Gramática Linear: A x B w x, onde A, B Vn x, w Vt*. Forma Normal de Chomsky (F.N.C.): Uma G.L.C. está na F.N.G. se ela é ε - LIVRE e todas as suas produções são da forma: A BC, com A, B e C Vn ou A a, com A Vn a Vt. + A 11
12 Forma Normal de Greibach (F.N.G.): Uma G.L.C. está na F.N.G. se ela é ε - LIVRE e todas as suas produções são da forma: Notações de GLC A aα a Vt, α Vn * A Vn. BNF Backus-Naur Form Exemplos: 1) <S> :: = a <S> ε 2) <E> :: = <E> + id id BNF Estendida (notação de Wirth) Exemplos: 1) <S> :: = {a} 2) <E> :: = id {+ id} RRP (ER estendidas com NT) Exemplos: 1) <S> :: = a* 2) <E> :: = id + Diagramas Sintáticos (Conway) Exemplos: 1) <S> : a 2) <E> : id + Principais Aplicações de GLC 1 Especificação de linguagens de programação; 2 Formalização de parsing / implementação de parser s; 3 Esquemas de tradução dirigidos pela sintaxe 4 Processamento de string s, de modo geral. 12
13 IV.7 Autômatos de Pilha (PDA) (Push Down Automata) Um PDA é um dispositivo não-determinístico reconhecedor de Ling. Livres de Contexto (LLC). Estrutura Geral: a1 a2... an Entrada Z1 Z2... Controle Finito zn Pilha 13
14 Definição Formal P = (K,, Γ, δ, qo, Zo, F), onde K é um conjunto finito de Estados é o alfabeto finito de Entrada Γ é o alfabeto finito de Pilha δ é uma Função De Mapeamento, definida por: (K x ( {ε}) x Γ ) {K x Γ * } q0 K, é o Estado Inicial de P Z0 Γ, é o Símbolo Inicial da Pilha F K, é o conjunto de Estados Finais. Exemplo: P = (K,, Γ, δ, qo, Zo, F), onde K = {q0, q1, q2} = { 0, 1 } Γ = { Z, B } δ = { δ(q0, 0, Z) = (q1, BZ), δ(q1, 0,B) = (q1, BB), δ(q1, 1, B) = (q2, ε), δ(q2, 1, B) = (q2, ε), δ(q2, ε,z) = (q0, ε)} q0 = q0 Z0 = Z F = {q0] Representação gráfica: Os rótulos das arestas devem ser da forma: (a, Z) γ, onde a, Z Γ, γ Γ * 14
15 Movimentos de um PDA 1 Movimento dependente da entrada (a-move) δ(q, a, Z) = {(p1, γ1), (p2, γ2),..., (pm, γm)} onde: a, Z Γ q, p1, p2,..., pm K γi Γ *, para 1 i m 2 Movimento independente da entrada ( ε -move) δ(q, ε, Z) = {(p1, γ1), (p2, γ2),..., (pm, γm)} onde: ε é a sentença vazia, Z Γ q, p1, p2,..., pm k γi Γ *, para 1 i m Descrição Instantânea (ou Configuração) de um PDA A configuração de um PDA é dada por (q, w, γ) onde: q K, é o estado atual (corrente); w *, é a parte da entrada não analisada; γ Γ *, é o conteúdo (corrente) da pilha. Notação dos movimentos de um PDA Se (q, aw, Zγ) é uma configuração e se P contém a transição δ (q, a, Z) (q, α) então (q, aw, Zγ) (q, w, αγ) 15
16 Linguagem Aceita por um PDA 1 Linguagem Aceita por Estado Final (T(P)) T(P)={w (q0, w, Z0) * (p, ε, γ), p F γ Γ * } 2 Linguagem Aceita Por Pilha Vazia (N(P)) N(P) = {w (q0, w, Z0) * (p, ε, ε), para p K} Autômato de Pilha Determinístico Um PDA P=(K,, Γ, δ, q0, Z0, F) é determinístico se: 1 se δ(q, ε, Z) φ então δ (q, a, Z) = φ para todo a. 2 Para q K, Z Γ e a, existe no máximo uma transição envolvendo δ(q, a, Z) 16
17 PDA s não-determinísticos x PDA s determinísticos DPDA s não são equivalentes a NDPDA s Exemplo: Não existe DPDA s para representar T(P)={ww r w (0,1) + } T(P) pode ser representada pelo seguinte NDPDA: P = (K,, Γ, δ, q o, Z o, F), onde K = {q 0, q 1, q 2 }, = { 0, 1 }, Γ = { Z, A, B }, q 0 = q 0, Z 0 = Z, F = {q 2 } δ = { δ(q 0,0,Z) = (q 0,AZ), δ(q 0,1,Z) = (q 0,BZ), δ(q 0,0,A) = (q 0,AA), δ(q 0,0,A) = (q 1, ε), δ(q 0,0,B) = (q 0, AB), δ(q 0,1,B) = (q 1, ε), δ(q 0,1,A) = (q 0, BA), δ(q 0,1,B) = (q 0, BB), δ(q 1,0,A) = (q 1,ε), δ(q 1,1,B) = (q 1,ε), δ(q1,ε,z) = (q 2, Z)} Exercício: O PDA abaixo é Determinístico? P = (K,, Γ, δ, qo, Zo, F), onde K = {q 0, q 1, q 2 }, = { a,b }, Γ = { Z, B }, q0 = q0, Z0 = Z, F = {q 2 } δ = { δ(q 0,a,Z) = (q 0,BZ), δ(q 0,a,B) = (q 0,BB), δ(q 0,b,B) = (q 1, B), δ(q 0,b,Z) = (q 1,Z), δ(q 1,b,B) = (q 1, ε), δ(q 1,b,B) = (q 1, B), δ(q 1,b,Z) = (q 1, Z), δ(q 1, ε,z) = (q 2, ε) } Existe DPDA P P? 17
18 Equivalência Entre PDA e G.L.C. Teorema: Se L é uma L.L.C. gerada por uma GLC G, então existe um PDA P P aceita L. Prova: Para provar este teorema, basta mostrar que: 1 É sempre possível construir um PDA P (pilha vazia) a partir de uma GLC G de forma que N(P) = L(G). Algoritmo (idéia geral): Seja G uma GLC na FNG Se A a α P entao δ (q, a, A) = (q, α) δ Exemplo: G: S a B b A P:? A a a S b A A B b b S a B B 2 É sempre possível construir uma GLC G a partir de um PDA P de forma que L(G) = N(P) Algoritmo (idéia geral): Seja P um PDA que aceita por pilha vazia (com 1 estado) Se δ (q, a, A) = (q, α) δ entao A a α P Se δ (q, ε, A) = (q, α) δ entao A α P Exemplo: P = (K,, Γ, δ, qo, Zo, F), onde K= {q 0 }, = {a,b}, Γ= {Z, B}, q 0 = q 0, Z 0 = Z, F = φ δ = { δ(q 0, ε, Z) = (q 0, ε), δ(q 0, a, Z) = (q 0, ZB), δ(q 0, b, B) = (q 0, ε)} G: Z a Z B ε B b 18
V Análise Sintática. V.1.1 Gramáticas Livres de Contexto Definições de GLC
V Análise Sintática V.1 Fundamentos Teóricos V.1.1 G.L.C V.1.2 Teoria de Parsing V.2 Especificação Sintática de Ling. de Prog. V.3 - Implementação de PARSER s V.4 - Especificação Sintática da Linguagem
Se o símbolo inicial não fizer parte do conjunto de símbolos férteis, a linguagem gerada pela gramática é vazia.
Transformações em G.L.C Uma vez que existem métodos de análise, cada qual exigindo gramáticas com características específicas é importante que uma gramática possa ser transformada, porém, sem perder a
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