MATERIAL DE APOIO PROFESSOR

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "MATERIAL DE APOIO PROFESSOR"

Transcrição

1 CARREIRAS DIPLOMÁTICAS Disciplina: História Mundial Prof. Valdir Picheli Data: Aula nº 04 MATERIAL DE APOIO PROFESSOR Aula 4: Período Joanino - Continuação Intervenção no Prata - Breve Histórico: Fundação da Colônia de Sacramento presença estratégica no estuário: comércio, contrabando, fronteiras; Perseguição aos portugueses de Buenos Aires; Região se tornou estratégica para os negócios no RJ - embarcações que passavam pela região atracavam também no RJ; Portugal - justificou a fundação da Colônia afirmando ter sido o primeiro a chegar à região e a necessidade de conhecimento de suas fronteiras naturais; Desde a fundação de Sacramento a região se colocou sob litígio das duas coroas ; 1714: 2o Tratado de Utrecht - Portugal recebeu os direitos de posse de Sacramento Reação espanhola: ocupação da Banda Oriental e fundação de Montevidéu; 1750: Tratado de Madri: Portugal trocou Sacramento por Sete Povos das Missões; 1777: Tratado de S. Ildefonso: Espanha recebeu Sacramento e Sete Povos e saiu de SC; 1801: Tratado de Badajoz: retomada dos princípios do Tratado de Madri (Sacramento para a Espanha / Sete Povos para Portugal); D. João VI e Carlota Joaquina (Irmã do rei Fernando VII da Espanha) Carlotismo: tentativa de Carlota Joaquina estabelecer um Império envolvendo todo o vice-reinado do prata. - Estabeleceu contatos com possíveis súditos na Argentina, Uruguai, Chile e Paraguai; - Recebeu apoio de Buenos Aires já que a Espanha estava sob domínio francês e havia temores de Napoleão deslocar tropas para a região; - Inicialmente D. João VI aceita tal projeto pois pensa na possibilidade da região ser incorporada aos Bragança / Depois pressionado pela Inglaterra e pelo temor de conspirações de Carlota abandona a idéia do Império; - Lord Strangford: representante inglês no Brasil foi contra o projeto de Carlota. 1810: Proclamação de Independência de Buenos Aires - pretensão de reerguer o vice reinado do Prata como um novo país; - Rivalidades dos Criollos de Montevidéu com os de Buenos Aires - medem força na região; - Artigas - uruguaio - desenvolve guerrilhas na região e as fronteiras brasileiras não são respeitadas; - Projeto de Artigas: O Grande Uruguai: Uruguai/Entre-Rios/Missões/RS. 1816: Intervenção Portuguesa na região com 12 mil soldados - D. João distribui aos locais terras e títulos de nobreza em troca de apoio. 1821: Estabelece a Província Cisplatina que passa após a Independência é incorporada ao território brasileiro; : Guerra de Independência na região com derrota brasileira; Transmigração das Instituições de Estado de Portugal para o Brasil

2 Ministérios, Conselhos de Ministros, Intendências, Erário, Conselho de Fazenda etc. De acordo, com Faoro, os vícios de funcionamento desse Estado são rearticulado no Brasil. O patrimonialismo português é rearticulado no Brasil, quando D. João VI ao buscar adesão das classes proprietários locais articula as concessões de títulos e comendas. Sinalizando a tais setores as benesses do Estado a civilização da educação palaciana. TEXTO 1: As transações, as acomodações, as dilações serão o método de ajustamento entre uma e outra corrente, disfarçadas na condução das obras modernizadoras do alto, de cima, tiranicamente, espetacularmente, com a ilusão do progresso súbito. (...) A corrente que vem dos campos e dos sertões, dos latifúndios e das câmaras, terá a sua hora, mas, domada e enobrecida, cederá ao comando da ordem superior, em muitas jornadas de otários. A outra alternativa não seria sedutora: a anarquia espanhola mostra a outra face da revolução, da soberania popular sem freio, despida dos controles tradicionais e seculares da metrópole. (Faoro, Os Donos do Poder, pp 282, 283) - Passado o primeiro impacto das benesses o fosso entre os interesses das elites locais e dos portugueses se ampliou. - Razões: tributos altos para manutenção da Corte; financiamento das guerras (Guiana, Banda Oriental e Ocupação de Portugal). Revolução Pernambucana (1817) Movimento Pró-Independência: Composição: Setores médios, militares locais, proprietários de terras e padres (ressentidos com o Estado que direcionavam os dízimos para o próprio Estado), pardos e negros (sem a intensidade da BA). Razões Imediatas: Sentimento anti-lusitano - privilégios aos portugueses - controle do comércio local, opressão tributária (necessidade de sustentar a corte / intervenção na Cisplatina); distância das elites locais em relação ao poder estabelecido no RJ; Grande seca de 1816; Dificuldades econômicas: açúcar - altos tributos nas alfândegas; Ameaça dos portugueses em tomarem as terras dos proprietários locais; Decadência do algodão que ganhou fôlego durante a 2a guerra de independência dos EUA; Ideologia: Liberalismo difundido a partir do Seminário de Olinda / Maçonaria (Areópago); Difusão da rebelião pelo Recife, Alagoas, Paraíba, RN; Assumiram o poder por 2 meses e iniciaram os trabalhos de uma Assembléia Constituinte, sob inspiração da constituição da Colômbia bolivariana. 6) Constitucionalismo Português e Sua Recepção no Brasil 1820: Revolução Liberal do Porto: desastre econômico; perda do controle do comércio colonial; humilhação da tutela britânica; supremacia brasileira na administração do reino; privilégios da nobreza foram transferidos para o Brasil. - Formação das Cortes Constituintes: estabeleceu direito desproporcional de representação. Ao Brasil coube 50 representantes em Inicialmente a Revolução tem forte apoio de amplos setores no Brasil Portugueses (comerciantes e militares portugueses): retorno ao Pacto Colonial e aos privilégios de que antes gozavam; Elite local, comerciantes: saudavam o fim do absolutismo e esperavam consolidar o liberalismo econômico. Grão-Pará e Bahia - saudaram diretamente a Revolução. As elites locais e as tropas portuguesas se rebelaram contra os governadores locais estabelecendo juntas diretamente ligadas às Cortes Constitucionais. Intenções recolonizadoras: a verdadeira questão. criação das Juntas Governativas formadas por portugueses; Envio de tropas ao Brasil; Extinção dos Tribunais Superiores no Brasil;

3 Tentativa de recolocar Lisboa como centro da administração colonial e refazer o comércio português às custas do Brasil; Tentativa de limitar a liberdade de comércio local; restabelecimento do Pacto Colonial; Exigência do retorno de D. João VI que preferia permanecer pela constatação da pobreza de Portugal. Entendia que a permanência seria uma forma de salvação da Dinastia Bragança. O projeto se concluiu com a permanência de D. Pedro no Brasil. As Cortes tomaram decisões antes da chegada dos representantes brasileiros a Portugal, fato que evidenciou que não teriam influência nenhuma nas decisões; - Decisões das Cortes geraram tumultos e desagrado no Brasil e anulou as possibilidades de composição de uma Monarquia Dual (RJ e Lisboa) como defendia José Bonifácio. Projeto de Bonifácio apresentado às Cortes através dos representantes de SP: reconhecimento da unidade política através da autoridade de Governador-Geral, evidenciando as preocupações de José Bonifácio com a unidade política da Colônia. As Cortes se recusaram reconhecendo os deputados brasileiros como representantes provinciais (forma de evitar a unidade política que poderia alavancar a Independência); Monarquia Dual - Lisboa / RJ - Solução conservadora para a autonomia brasileira: resposta aos temores das elites locais em relação ao envolvimento popular; Projeto da Monarquia Dual: - consolidação de uma regência no Brasil; - Cortes em cada reino; - Manutenção das Cortes gerais, composta paritariamente; - Supremo Tribunal de Justiça no Brasil; Teses rejeitadas pelas Cortes portuguesas. Outros termos do Projeto de Bonifácio: Capital no interior do Brasil; Criação de um Conselho de Estado; Paridade de representação nas Cortes; Catequização e educação dos Índios; Emancipação gradual dos escravos; Educação - criação de escolas primárias, ginásios e pelo menos uma universidade; Política agrária: confisco de sesmarias improdutivas com distribuição a colonos europeus, pobres, índios, libertos e mulatos; - Projeto de Bonifácio gerou temores entre os próprios representantes brasileiros e nas Cortes que o recusaram. - Fracassada essa tentativa a alternativa passou a ser encaminhar o processo de Independência sob os auspícios de D. Pedro (regente). Os Grupos Políticos no Brasil envolvidos no Processo: Portugueses: Pró-Cortes = Grão-Pará e Bahia Contra as Cortes = Pró-D. Pedro: comerciantes do RJ, Funcionários do Estado que permaneceram no Brasil. BRASILEIROS: - Moderados = Organizados pelos IIr Andradas: SP/RJ/MG: anti-republicanos e avessos ao envolvimento popular.

4 - Radicais: Constitucionalistas; Reformistas e Republicanos: Gonçalves Ledo, Januário Barbosa - foram derrotados e afastados do processo político. Dois esboços para um Estado brasileiro: a) Moderados defendem a criação de um Conselho de Estado em torno de D. Pedro - Em torno da figura do príncipe se organizariam de modo centralizado os representantes provinciais. b) Radicais defendem a convocação de uma Assembléia Constituinte (Ledo, Januário Barbosa e Clemente Pereira). 2 Visões de Soberania: Ambos concordavam com a monarquia Dual. Moderados: A soberania residia na União Nacional estabelecida na figura de D. Pedro. Defendiam uma monarquia centralizada com o predomínio do poder Executivo sobre o Legislativo. Composição: Grupo de Coimbra: Formação letrada e experiência política como servidores do Estado português. Radicais: Soberania residia na vontade do cidadão. Predomínio do Legislativo sobre o Executivo. Conceito de inspiração na Revolução Francesa. Formado por jornalistas e militantes do liberalismo francês. D. Pedro - Fiel da balança entre Portugueses e Moderados - mas com interesses na preservação da Dinastia Bragança e seu Império. Sua liderança no processo significava a manutenção da unidade sob princípios conservadores e separatistas. 1821: Decisões do Príncipe Regente - Atos de rebeldia em relação às Cortes (1822) - Fico: Mobilizações de rua: Viva a Religião/Viva a Constituição/Viva El Rei Constitucional/Viva o Príncipe. Movimento articulado por RJ/SP/MG - liderança de José Bonifácio, que denunciava a estratégia fragmentadora de Portugal em relação ao Brasil; - Portugal considera o ato de D. Pedro de rebeldia e trata José Bonifácio como traidor. - Em algumas regiões há enfrentamento entre tropas portuguesas e brasileiros (RJ, BA, PE). Novas decisões de D. Pedro: - Formação de um ministério comandado por José Bonifácio: defensor de um Império Luso-Brasileiro, que respeitasse prerrogativas do Brasil como um reino. - Articulação para estender a autoridade de D. Pedro por todo o Brasil: formação do Conselho de Procuradores de Províncias; - proibição de entrada de tropas portuguesas no Brasil; - Expulsão de batalhões estacionados no RJ; - Atribuição a D. Pedro de Defensor Perpétuo do Brasil; - Decreto do Cumpra-se; - Convocação de uma Assembléia Constituinte no Brasil (polarização entre J. Bonifácio - eleições indiretas e Ledo - eleições diretas); Após a convocação da Assembléia os Liberais (Ledo) tentam controlar o processo de independência convocando D. Pedro a jurar a Constituição antes de ela pronta. Bonifácio reage violentamente e articula apoio em todas as províncias juntos aos fazendeiros denunciando os "anarquistas e demagogos". Mais um passo no caminho que sinaliza a unidade política do Brasil, através de representação das províncias na elaboração de leis. Ainda não se colocava oficialmente a idéia de ruptura, mas de uma monarquia dual com uma Constituição reelaborada de acordo com as características do Brasil. - Evolução da situação é tratada pelas Cortes como ruptura: daí ela reduz a autoridade de D. Pedro, obrigando-o a retornar a Portugal. As três dimensões do processo: a) A jurídico-política: Criação das instituições de futuro Estado Brasileiro: Conselho de Procuradores e Assembléia Constituinte; b) A militar: Guerra de Independência - Bahia, Pará, Maranhão. c) Diplomática: a busca pelo reconhecimento externo. Moldura Externa da Independência - Congresso de Viena: Santa Aliança - política intervencionista

5 - Ascensão britânica: Canning: defesa das nacionalidades; contra intervenções; exercício de hegemonia pelos Tratados Desiguais; - EUA: doutrina Monroe: A América para os americanos. Conduta Brasileira: Cervo, pág 26: define a conduta brasileira pós-independência: buscar a qualquer preço o reconhecimento da Independência - política externa equivocada TEXTO 2: Com efeito, a principal meta eleita como diretriz externa pelo governo brasileiro de então foi o reconhecimento da nacionalidade. Uma meta exclusivamente política, estabelecida à luz de uma percepção limitada do interesse nacional. Influiu de tal sorte sobre as relações exteriores, que imobilizou as decisões até a década de A importância da política de reconhecimento está na função que desempenhou, de ponte entre as pressões externas as decisões internacionais: estas se moldaram àquelas, pela via da negociação e do consentimento final. Em vez de tirar proveito do quadro internacional e das forças internas, o governo brasileiro estendeu às nações estrangeiras, na bandeja, um extraordinário poder de barganha por ele criado e por elas utilizado para a realização de seus desígnios (Amado L Cervo & C. Bueno - História da Política Exterior do Brasil, pag 26). Estratégia Britânica: Colocar a Inglaterra como mediadora entre Brasil e Portugal no processo de Independência: - Preservação dos Bragança no poder no Brasil - Indenização a Portugal; - compromisso de extinção do tráfico de escravos; - Manutenção dos Tratados Desiguais de 1810; - Não envolvimento do Brasil com as colônias portuguesas na África; - Inviabilizar a influência americana no Brasil. TEXTO 3: Paradigma para o pós-independência Tudo concorria para o sucesso de Canning. Seus plenipotenciário no Rio de Janeiro, Stuart e depois Gordon, iriam reconstruir o edifício de 1810, utilizando a mesma planta. Os tratados saíram com perfeição ainda maior, um edifício de acabamento luxuoso. Negociadores brasileiros que auscultassem o interesse e a dignidade nacionais eram demitidos e substituídos por negociadores servis, enquanto Canning submetia os mínimos detalhes dos tratados aos grupos sociais ingleses, cujos interesses estavam em causa. Outro, porém, teria sido o desfecho das negociações no Brasil se Carvalho e Melo tivesse permanecido à frente das negociações, se Caldeira Brant não tivesse recusado o convite para substituí-lo, se Vilela Barbosa não tivesse assumido a coordenação num golpe de Stuart e dom Pedro contra a causa brasileira. Não há evidência de pressões das elites fundiárias sobre o processo decisório, de tal sorte que a dependência brasileira foi antes de tudo uma decisão de Estado, vinculada conscientemente aos interesses da sociedade inglesa e desvinculada autoritariamente dos interesses da sociedade brasileira.. (Cervo & Bueno História da Política Exterior do Brasil, p.38) O Primeiro Reinado ( ) O acerto de contas Moderados / Radicais: Aliança dos Moderados com D. Pedro I: fechamento de jornais e devassas contra os Radicais (Ledo, Januário Barbosa, Cipriano Barata etc) - acusações de cizânia e republicanismo. Vitória do grupo de Coimbra: formados intelectualmente e treinados na arte do governo. TEXTO: Sobre as elites governantes Segundo José Murilo de Carvalho Define-se a partir de então uma elite política formada por Conselheiros de Estado, ministros, senadores e deputados gerais, em que predominavam militares, clérigos e, principalmente, magistrados (pertencentes, sobretudo, aos altos escalões, e, em sua maioria, de origem social vinculada, direta ou indiretamente, ao latifúndio, ao grande comércio e às finanças). Tal homogeneidade, permitiu reduzir a margem de conflitos no interior dessa elite, possibilitando a implantação de um certo modelo (monárquico-centralizador) de dominação política. Trabalhos Constituintes Conflito Executivo / Legislativo (D. Pedro X J. Bonifácio)

6 Projeto Constituinte 1823: - tentativa de limitar os poderes de D. Pedro que não podia fechar a Assembléia e nem vetar leis; - No parlamento conflitos entre José Bonifácio e as elites agrárias (escravidão, reforma agrária, anticlericalismo, aversão à nobreza) = Aliança D. Pedro e Elites Agrárias marginaliza os IIr Andrada. José Bonifácio é demitido do ministério e a Assembléia fechada. Constituição de 1824: Elaborada por um Conselho de Estado Monarquia hereditária, Constitucional e Representativa; Separação dos Poderes: 4º poder: Moderador: a chave de todo a organização / a chave de toda a opressão. Poder Moderador: direito de convocar e dissolver a Câmara, veto sobre decisões, nomeação de ministros, conselheiros de Estado, indicação de senadores vitalícios, presidentes de província, juízes da Suprema Corte, comandantes das Forças Armadas; Figura do imperador declarada sagrada e inviolável; Eleições indiretas e voto censitário; Relações com a Igreja: Beneplácito / Padroado - outras religiões somente se aceitava o culto doméstico; Direitos dos cidadãos: liberdade, segurança, propriedade etc. 1824: A Confederação do Equador Noção de que a soberania reside no povo: República, Federalismo, sistema representativo, Constituição da Colômbia, Abolição do tráfico de escravos no porto do Recife Inicialmente sustentado pelas elites locais, mas houve o envolvimento popular colocando perspectivas avançadas. Repressão: Francisco de Lima e Silva e Lord Cochrane;

7 Questão 4 (3ª fase História do Brasil Instituto Rio Branco) Um rei absoluto realiza, preside, tutela a nação em emergência, podando, repelindo e absorvendo o impulso liberal, associado à fazenda e às unidades locais de poder. FAORO, Raymundo. Os donos do poder. Formação do patronato político brasileiro. Vol. 1. Porto Alegre: Globo; São Paulo: Ed. da Universidade de São Paulo, p A afirmação de Raymundo Faoro em seu clássico Os donos do poder aponta para a peculiaridade do processo de independência da colônia brasileira. Comente a passagem, considerando os seguintes aspectos: a) a conjuntura internacional e suas relações com esta peculiaridade do processo de emancipação política, no caso brasileiro. b) esta peculiaridade frente aos movimentos de independência da América hispânica.

CRISE DO ANTIGO SISTEMA COLONIAL

CRISE DO ANTIGO SISTEMA COLONIAL CRISE DO ANTIGO SISTEMA COLONIAL BASES COMUNS DO SISTEMA COLONIAL PACTO-COLONIAL Dominação Política Monopólio Comercial Sistema de Produção Escravista ESTRUTURA SOCIAL DAS COLONIAS ESPANHOLAS Chapetones

Leia mais

OITAVO ANO ESINO FUNDAMENTAL II PROFESSORA: ROSE LIMA

OITAVO ANO ESINO FUNDAMENTAL II PROFESSORA: ROSE LIMA OITAVO ANO ESINO FUNDAMENTAL II PROFESSORA: ROSE LIMA http://plataformabrioli.xpg.uol.com.br/historiaresumo/2ano/epopeialusitana.pdf http://blog.msmacom.com.br/familia-real-portuguesa-quem-e-quem-na-monarquia/

Leia mais

Movimentos de Pré- Independência e Vinda da Família Real. História C Aula 08 Prof. Thiago

Movimentos de Pré- Independência e Vinda da Família Real. História C Aula 08 Prof. Thiago Movimentos de Pré- Independência e Vinda da Família Real História C Aula 08 Prof. Thiago Movimentos de Pré- Independência Século XVIII e XIX Crise do mercantilismo e do Estado Absolutista Hegemonia de

Leia mais

MOD. 13 CRISE DO IMPÉRIO COLONIAL ESPANHOL

MOD. 13 CRISE DO IMPÉRIO COLONIAL ESPANHOL MOD. 13 CRISE DO IMPÉRIO COLONIAL ESPANHOL A MUDANÇA DA POLÍTICA COLONIAL ESPANHOLA SE DEU EM FUNÇÃO: DO ENVOLVIMENTO DA ESPANHA NAS GUERRAS EUROPEIAS; DA DECADÊNCIA DA MINERAÇÃO; DAS DIFICULDADES QUE

Leia mais

CRISE DO PRIMEIRO REINADO RECONHECIMENTO DA INDEPENDÊNCIA DO BRASIL

CRISE DO PRIMEIRO REINADO RECONHECIMENTO DA INDEPENDÊNCIA DO BRASIL CRISE DO PRIMEIRO REINADO RECONHECIMENTO DA INDEPENDÊNCIA DO BRASIL O que seria necessário, para que o Brasil, após a independência fosse reconhecido como uma Nação Livre e soberana? Seria necessário que

Leia mais

HISTÓRIA - MATERIAL COMPLEMENTAR OITAVO ANO ENSINO FUNDAMENTAL II PROF. ROSE LIMA

HISTÓRIA - MATERIAL COMPLEMENTAR OITAVO ANO ENSINO FUNDAMENTAL II PROF. ROSE LIMA HISTÓRIA - MATERIAL COMPLEMENTAR OITAVO ANO ENSINO FUNDAMENTAL II PROF. ROSE LIMA INDEPENDÊNCIA DO Colonização: espanhola até 1697, posteriormente francesa. Produção açucareira. Maioria da população:

Leia mais

Brasil Império. Sétima Série Professora Carina História

Brasil Império. Sétima Série Professora Carina História Brasil Império Sétima Série Professora Carina História Confederação do Equador Local: Províncias do Nordeste. Época: 1824. Líderes da revolta: Manuel Paes de Andrade, frei Caneca e Cipriano Barata. Causas:

Leia mais

REVOLUÇÃO FRANCESA MCC

REVOLUÇÃO FRANCESA MCC REVOLUÇÃO FRANCESA MCC REVOLUÇÃO FRANCESA. MOVIMENTO BURGUÊS França antes da revolução TEVE APOIO DO POVO Monarquia absolutista Economia capitalista.(costumes feudais) sociedade estamental. 1º Estado-

Leia mais

Exerc ícios de Revisão Aluno(a): Nº:

Exerc ícios de Revisão Aluno(a): Nº: Exerc íciosde Revisão Aluno(a): Nº: Disciplina:HistóriadoBrasil Prof(a).:Cidney Data: deagostode2009 2ªSériedoEnsinoMédio Turma: Unidade:Nilópolis 01. QuerPortugallivreser, EmferrosqueroBrasil; promoveaguerracivil,

Leia mais

O IMPÉRIO DO BRASIL: PRIMEIRO REINADO 1822-1831. Professor Eric Assis Colégio Pedro II

O IMPÉRIO DO BRASIL: PRIMEIRO REINADO 1822-1831. Professor Eric Assis Colégio Pedro II O IMPÉRIO DO BRASIL: PRIMEIRO REINADO 1822-1831 Professor Eric Assis Colégio Pedro II OS DESAFIOS APÓS A INDEPENDÊNCIA I- Manter a unidade territorial do Brasil. II- Construir o Estado Nacional Brasileiro.

Leia mais

A vinda da família real e o governo joanino no Brasil

A vinda da família real e o governo joanino no Brasil A vinda da família real e o governo joanino no Brasil A Europa no século XIX Napoleão realizou uma série de batalhas para a conquista de novos territórios para a França. O exército francês aumentou o número

Leia mais

INDEPENDÊNCIA DA AMÉRICA LATINA (1808-1826) Profª Adriana Moraes

INDEPENDÊNCIA DA AMÉRICA LATINA (1808-1826) Profª Adriana Moraes INDEPENDÊNCIA DA AMÉRICA LATINA (1808-1826) Profª Adriana Moraes A independência foi o processo político e militar que afetou todas as regiões situadas entre os vicereinados da Nova Espanha e do Rio da

Leia mais

1º - Foi um movimento liderado pela BURGUESIA contra o regime absolutista. 2º - Abriu espaço para o avanço do CAPITALISMO.

1º - Foi um movimento liderado pela BURGUESIA contra o regime absolutista. 2º - Abriu espaço para o avanço do CAPITALISMO. APRESENTAÇÃO Aula 08 3B REVOLUÇÃO FRANCESA Prof. Alexandre Cardoso REVOLUÇÃO FRANCESA Marco inicial da Idade Contemporânea ( de 1789 até os dias atuais) 1º - Foi um movimento liderado pela BURGUESIA contra

Leia mais

Nome: nº. Recuperação Final de História Profª Patrícia

Nome: nº. Recuperação Final de História Profª Patrícia 1 Conteúdos selecionados: Nome: nº Recuperação Final de História Profª Patrícia Lista de atividades 8º ano Apostila 1: O Absolutismo; Revoluções Inglesas e colonização da América do Norte Apostila 2: Revolução

Leia mais

INDEPENDÊNCIA DOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA

INDEPENDÊNCIA DOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA INDEPENDÊNCIA DOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA INDEPENDÊNCIA DOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA http://www.youtube.com/watch?v=lmkdijrznjo Considerações sobre a independência -Revolução racional científica do

Leia mais

REVOLUÇÃO FRANCESA 1789-1799

REVOLUÇÃO FRANCESA 1789-1799 REVOLUÇÃO FRANCESA 1789-1799 À procura de solução para a crise: 1787 Luís XVI convocação dos conselheiros para criação de novos impostos Acabar com a isenção fiscal do Primeiro e Segundo Estados CONSEQUÊNCIA

Leia mais

MINERAÇÃO E REVOLTAS NO BRASIL COLONIAL

MINERAÇÃO E REVOLTAS NO BRASIL COLONIAL MINERAÇÃO E REVOLTAS NO BRASIL COLONIAL Portugal: crises e dependências -Portugal: acordos comerciais com a Inglaterra; -Exportação de produtos brasileiros; -Tratado de Methuen: redução fiscal para os

Leia mais

Generated by Foxit PDF Creator Foxit Software http://www.foxitsoftware.com For evaluation only. Profª. Maria Auxiliadora 3º Ano

Generated by Foxit PDF Creator Foxit Software http://www.foxitsoftware.com For evaluation only. Profª. Maria Auxiliadora 3º Ano Profª. Maria Auxiliadora 3º Ano Contradições entre o sistema colonial e as propostas liberais a partir do século XVIII Guerra de sucessão do trono espanhol (1702-1713) Luís XIV conseguiu impor seu neto

Leia mais

1) Em novembro de 1807, a família real portuguesa deixou Lisboa e, em março de 1808, chegou ao Rio de Janeiro. O acontecimento pode ser visto como:

1) Em novembro de 1807, a família real portuguesa deixou Lisboa e, em março de 1808, chegou ao Rio de Janeiro. O acontecimento pode ser visto como: 1) Em novembro de 1807, a família real portuguesa deixou Lisboa e, em março de 1808, chegou ao Rio de Janeiro. O acontecimento pode ser visto como: a) incapacidade dos Braganças de resistirem à pressão

Leia mais

4 de julho 1776 PROF. ROBERTO BRASIL

4 de julho 1776 PROF. ROBERTO BRASIL 4 de julho 1776 PROF. ROBERTO BRASIL A Revolução Americana é um movimento de ampla base popular, a burguesia foi quem levou esta revolução avante. O terceiro estado (povo e burguesia) conseguiu a independência

Leia mais

VESTIBULAR 2011 1ª Fase HISTÓRIA GRADE DE CORREÇÃO

VESTIBULAR 2011 1ª Fase HISTÓRIA GRADE DE CORREÇÃO VESTIBULAR 2011 1ª Fase HISTÓRIA GRADE DE CORREÇÃO A prova de História é composta por três questões e vale 10 pontos no total, assim distribuídos: Questão 1 3 pontos (sendo 1 ponto para o subitem A, 1,5

Leia mais

REVOLUÇÃO FRANCESA. Por: Rodrigo A. Gaspar

REVOLUÇÃO FRANCESA. Por: Rodrigo A. Gaspar REVOLUÇÃO FRANCESA Por: Rodrigo A. Gaspar REVOLUÇÃO FRANCESA Influência dos valores iluministas Superação do Absolutismo monárquico e da sociedade estratificada Serviu de inspiração para outras revoluções,

Leia mais

A América Espanhola.

A América Espanhola. Aula 14 A América Espanhola. Nesta aula, trataremos da colonização espanhola na América, do processo de independência e da formação dos Estados Nacionais. Colonização espanhola na América. A conquista

Leia mais

História. Antigo regime, Estados nacionais e absolutismo

História. Antigo regime, Estados nacionais e absolutismo Antigo regime, Estados nacionais e absolutismo Índice Clique sobre tema desejado: A origem dos Estados Nacionais Contexto Histórico: crise feudal (séc. XIV-XVI) Idade Média Idade Moderna transição Sociedade

Leia mais

1- Unificação dos Estados Nacionais. Centralização do poder

1- Unificação dos Estados Nacionais. Centralização do poder 1- Unificação dos Estados Nacionais Centralização do poder 1.1- Nobreza classe dominante Isenção de impostos; Ocupação de cargos públicos; Altos cargos no exército. 1- Conceito: Sistema de governo que

Leia mais

PROCESSO DE INDEPENDÊNCIA DOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA

PROCESSO DE INDEPENDÊNCIA DOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA PROCESSO DE INDEPENDÊNCIA DOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA TREZE COLÔNIAS Base de ocupação iniciativa privada: Companhias de colonização + Grupos de imigrantes = GRUPOS DISTINTOS [excedente da metrópole;

Leia mais

Capital- Montevidéu. Língua oficial: Espanhol. Governo: República presidencialista. Presidente: José Mujica. Vice-presidente: Danilo Astori

Capital- Montevidéu. Língua oficial: Espanhol. Governo: República presidencialista. Presidente: José Mujica. Vice-presidente: Danilo Astori Capital- Montevidéu Língua oficial: Espanhol Governo: República presidencialista Presidente: José Mujica Vice-presidente: Danilo Astori PIB(nominal)- estimativa de 2014, US$ 58,569 bilhões IDH: 0,790 (50

Leia mais

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA CELSO SUCKOW DA FONSECA

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA CELSO SUCKOW DA FONSECA CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA CELSO SUCKOW DA FONSECA ENSINO MÉDIO ÁREA CURRICULAR: CIÊNCIAS HUMANAS E SUAS TECNOLOGIAS DISCIPLINA: HISTÓRIA SÉRIE 1.ª CH 68 ANO 2012 COMPETÊNCIAS:. Compreender

Leia mais

Cap. 12- Independência dos EUA

Cap. 12- Independência dos EUA Cap. 12- Independência dos EUA 1. Situação das 13 Colônias até meados do séc. XVIII A. As colônias inglesas da América do Norte (especialmente as do centro e norte) desfrutavam da negligência salutar.

Leia mais

REVOLUÇÃO FRANCESA - Marco Histórico: Fim da Idade Moderna. Símbolo: Queda da Bastilha (1789). Lema: Liberdade, Fraternidade, Igualdade.

REVOLUÇÃO FRANCESA - Marco Histórico: Fim da Idade Moderna. Símbolo: Queda da Bastilha (1789). Lema: Liberdade, Fraternidade, Igualdade. REVOLUÇÃO FRANCESA REVOLUÇÃO FRANCESA - Marco Histórico: Fim da Idade Moderna. 1789 Símbolo: Queda da Bastilha (1789). Lema: Liberdade, Fraternidade, Igualdade. Influência: Iluminista. DIVISÃO SOCIAL 1º

Leia mais

INTEIRATIVIDADE FINAL CONTEÚDO E HABILIDADES DINÂMICA LOCAL INTERATIVA. Conteúdo: Independência dos Estados Unidos

INTEIRATIVIDADE FINAL CONTEÚDO E HABILIDADES DINÂMICA LOCAL INTERATIVA. Conteúdo: Independência dos Estados Unidos Conteúdo: Independência dos Estados Unidos Habilidades: Compreender o processo de independência Norte Americana dentro do contexto das ideias iluministas. Yankee Doodle 1 Causas Altos impostos cobrados

Leia mais

NAPOLEÃO BONAPARTE. Pode-se dividir seu governo em três partes: Consulado (1799-1804) Império (1804-1815) Governo dos Cem Dias (1815)

NAPOLEÃO BONAPARTE. Pode-se dividir seu governo em três partes: Consulado (1799-1804) Império (1804-1815) Governo dos Cem Dias (1815) NAPOLEÃO BONAPARTE 1 Profª Adriana Moraes Destaca-se política e militarmente no Período Jacobino. DIRETÓRIO Conquistas militares e diplomáticas na Europa defesa do novo governo contra golpes. Golpe 18

Leia mais

ABSOLUTISMO E MERCANTILISMO

ABSOLUTISMO E MERCANTILISMO ABSOLUTISMO E MERCANTILISMO CONTEXTO No final da Idade Média (séculos XIV e XV), ocorreu uma forte centralização política nas mãos dos reis. A burguesia comercial ajudou muito neste processo, pois interessa

Leia mais

Revoluções Liberais do Século XIX

Revoluções Liberais do Século XIX Revoluções Liberais do Século XIX Revoluções Liberais do Século XIX Após a queda de Napoleão, os países absolutistas buscaram retomar o Antigo Regime com o Congresso de Viena. As diretrizes básicas do

Leia mais

Independência da América Espanhola

Independência da América Espanhola Independência da América Espanhola Colônias espanholas na América Contexto Século XVIII: mudanças importantes iniciadas e ganhando força: Europa: Espanha e Portugal não dominavam mais o comércio colonial;

Leia mais

7 DE SETEMBRO INDEPENDENCIA DO BRASIL

7 DE SETEMBRO INDEPENDENCIA DO BRASIL 7 DE SETEMBRO INDEPENDENCIA DO BRASIL A HISTÓRIA... A Independência do Brasil éum dos fatos históricos mais importantes de nosso país, pois marca o fim do domínio português e a conquista da autonomia política.

Leia mais

HISTÓRIA DO LEGISLATIVO

HISTÓRIA DO LEGISLATIVO HISTÓRIA DO LEGISLATIVO Maurício Barbosa Paranaguá Seção de Projetos Especiais Goiânia - 2015 Origem do Poder Legislativo Assinatura da Magna Carta inglesa em 1215 Considerada a primeira Constituição dos

Leia mais

COLÉGIO VICENTINO IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio Rua Rui Barbosa, 1324, Toledo PR Fone: 3277-8150

COLÉGIO VICENTINO IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio Rua Rui Barbosa, 1324, Toledo PR Fone: 3277-8150 COLÉGIO VICENTINO IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio Rua Rui Barbosa, 1324, Toledo PR Fone: 3277-8150 PLANEJAMENTO ANUAL DE HISTÓRIA 8º ANO PROFESSOR: MÁRCIO AUGUSTO

Leia mais

AMÉRICA: PROJETOS DE INTEGRAÇÃO GEOGRAFIA 8ºANO PRFª BRUNA ANDRADE

AMÉRICA: PROJETOS DE INTEGRAÇÃO GEOGRAFIA 8ºANO PRFª BRUNA ANDRADE AMÉRICA: PROJETOS DE INTEGRAÇÃO GEOGRAFIA 8ºANO PRFª BRUNA ANDRADE A FORMAÇÃO DOS ESTADOS LATINO- AMERICANOS OS PAÍSES DA AMÉRICA LATINA FORMARAM-SE A PARTIR DA INDEPENDÊNCIA DA ESPANHA E PORTUGAL. AMÉRICA

Leia mais

A UNIFICAÇÃO ITALIANA E ALEMÃ. Direitos Autorias: Prof. Ronaldo Queiroz de Morais

A UNIFICAÇÃO ITALIANA E ALEMÃ. Direitos Autorias: Prof. Ronaldo Queiroz de Morais A UNIFICAÇÃO ITALIANA E ALEMÃ Direitos Autorias: Prof. Ronaldo Queiroz de Morais SÍNTESE DO PROCESSO O nacionalismo foi a ideologia [ideia motivadora] que justificou a unificação; O Estado-nação se apropriou

Leia mais

A CRISE DO ANTIGO REGIME A INDEPENDÊNCIA DOS EUA. A Independência dos EUA

A CRISE DO ANTIGO REGIME A INDEPENDÊNCIA DOS EUA. A Independência dos EUA A Independência dos EUA Definição: Movimento que inspirado nos princípios iluministas determinou o fim do domínio da Inglaterra sobre as chamadas 13 colônias americanas (atualmente EUA); que teve início

Leia mais

BRASIL NO SÉCULO XIX VINDA DA FAMÍLIA REAL INDEPENDÊNCIA

BRASIL NO SÉCULO XIX VINDA DA FAMÍLIA REAL INDEPENDÊNCIA BRASIL NO SÉCULO XIX VINDA DA FAMÍLIA REAL INDEPENDÊNCIA Vinda da Família Real esteve ligada à conjuntura européia do início do século XIX Napoleão X Inglaterra X Portugal Bloqueio Continental Convenção

Leia mais

CADERNO 1 BRASIL CAP. 3. Gabarito: EXERCÍCIOS DE SALA. Resposta da questão 1: [D]

CADERNO 1 BRASIL CAP. 3. Gabarito: EXERCÍCIOS DE SALA. Resposta da questão 1: [D] Gabarito: EXERCÍCIOS DE SALA Resposta da questão 1: Somente a proposição está correta. Com a expansão napoleônica na Europa e a invasão do exército Francês em Portugal ocorreu a vinda da corte portuguesa

Leia mais

2. (Pucrs 2014) Considere as afirmações abaixo sobre a crise do Antigo Sistema Colonial e a Independência do Brasil (1822).

2. (Pucrs 2014) Considere as afirmações abaixo sobre a crise do Antigo Sistema Colonial e a Independência do Brasil (1822). 1. (Enem 2014) A transferência da corte trouxe para a América portuguesa a família real e o governo da Metrópole. Trouxe também, e sobretudo, boa parte do aparato administrativo português. Personalidades

Leia mais

CONTEXTO HISTORICO E GEOPOLITICO ATUAL. Ciências Humanas e suas tecnologias R O C H A

CONTEXTO HISTORICO E GEOPOLITICO ATUAL. Ciências Humanas e suas tecnologias R O C H A CONTEXTO HISTORICO E GEOPOLITICO ATUAL Ciências Humanas e suas tecnologias R O C H A O capitalismo teve origem na Europa, nos séculos XV e XVI, e se expandiu para outros lugares do mundo ( Ásia, África,

Leia mais

O ANTIGO REGIME FRANCÊS ANCIEN REGIM

O ANTIGO REGIME FRANCÊS ANCIEN REGIM O ANTIGO REGIME FRANCÊS ANCIEN REGIM Organização social que vigorou na França, principalmente na época em que os reis eram absolutistas, ou seja, de meados do século XVII até a Revolução Francesa. Tal

Leia mais

Roteiro: Locke: contexto histórico, metodologia, natureza humana e estado de natureza

Roteiro: Locke: contexto histórico, metodologia, natureza humana e estado de natureza Gustavo Noronha Silva José Nailton Silveira de Pinho Juliana Gusmão Veloso Kátia Geralda Pascoal Fonseca Walison Vasconcelos Pascoal Roteiro: Locke: contexto histórico, metodologia, natureza humana e estado

Leia mais

A visão geopolítica luso-brasileira: Colônia Império

A visão geopolítica luso-brasileira: Colônia Império A visão geopolítica luso-brasileira: Colônia Império ECEME IMM / CEE 12/JUN/2013 Marcos Henrique Camillo Côrtes Embaixador À guisa de introdução Fundamentos do Relacionamento Internacional 1. Espaço Geopolítico

Leia mais

Prova bimestral. história. 1 o Bimestre 5 o ano. 1. Leia o texto a seguir e responda

Prova bimestral. história. 1 o Bimestre 5 o ano. 1. Leia o texto a seguir e responda Material elaborado pelo Ético Sistema de Ensino Ensino fundamental Publicado em 2012 Prova bimestral 1 o Bimestre 5 o ano história Data: / / Nível: Escola: Nome: 1. Leia o texto a seguir e responda Na

Leia mais

A formação da monarquia inglesa na Baixa Idade Média, mais precisamente no século XII, na época da Guerra dos Cem anos.

A formação da monarquia inglesa na Baixa Idade Média, mais precisamente no século XII, na época da Guerra dos Cem anos. HISTÓRIA 8º ANO A formação da monarquia inglesa na Baixa Idade Média, mais precisamente no século XII, na época da Guerra dos Cem anos. Por volta do século XIII, o rei João sem terras estabeleceu novos

Leia mais

Unidade II Poder, Estudo e Instituições Aula 10

Unidade II Poder, Estudo e Instituições Aula 10 CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA Unidade II Poder, Estudo e Instituições Aula 10 2 CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA Conteúdo O Consulado: Economia, Educação

Leia mais

1 - Independências das nações latinoamericanas: Império Espanhol em 1800

1 - Independências das nações latinoamericanas: Império Espanhol em 1800 1 - Independências das nações latinoamericanas: Processo de libertação das colônias espanholas. Quando: Aproximadamente entre 1810 e 1830. Império Espanhol em 1800 Fatores externos: Crise geral do Antigo

Leia mais

REVOLUÇÃO FRANCESA Aulas 19 e 20 Pág. 15 P R O F ª C L E I D I V A I N E D A S. R E Z E N D E D I S C. H I S T Ó R I A / 8 º A N O

REVOLUÇÃO FRANCESA Aulas 19 e 20 Pág. 15 P R O F ª C L E I D I V A I N E D A S. R E Z E N D E D I S C. H I S T Ó R I A / 8 º A N O REVOLUÇÃO FRANCESA Aulas 19 e 20 Pág. 15 P R O F ª C L E I D I V A I N E D A S. R E Z E N D E D I S C. H I S T Ó R I A / 8 º A N O 1 - INTRODÇÃO 1789 a Bastilha (prisão) foi invadida pela população marca

Leia mais

Imperialismo dos EUA na América latina

Imperialismo dos EUA na América latina Imperialismo dos EUA na América latina 1) Histórico EUA: A. As treze colônias, colonizadas efetivamente a partir do século XVII, ficaram independentes em 1776 formando um só país. B. Foram fatores a emancipação

Leia mais

HISTÓRIA - 1 o ANO MÓDULO 55 O CONGRESSO DE VIENA E A SANTA ALIANÇA

HISTÓRIA - 1 o ANO MÓDULO 55 O CONGRESSO DE VIENA E A SANTA ALIANÇA HISTÓRIA - 1 o ANO MÓDULO 55 O CONGRESSO DE VIENA E A SANTA ALIANÇA Fixação 1) Em perfeita sintonia com o espírito restaurador do Congresso de Viena, a criação da Santa Aliança tinha por objetivo: a)

Leia mais

SEDUC SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MATO GROSSO ESCOLA ESTADUAL DOMINGOS BRIANTE TÂNIA REGINA CAMPOS DA CONCEIÇÃO

SEDUC SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MATO GROSSO ESCOLA ESTADUAL DOMINGOS BRIANTE TÂNIA REGINA CAMPOS DA CONCEIÇÃO SEDUC SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MATO GROSSO ESCOLA ESTADUAL DOMINGOS BRIANTE TÂNIA REGINA CAMPOS DA CONCEIÇÃO A VINDA DA FAMÍLIA REAL PORTUGUESA AO BRASIL Projeto apresentado e desenvolvido na

Leia mais

História. baseado nos Padrões Curriculares do Estado de São Paulo

História. baseado nos Padrões Curriculares do Estado de São Paulo História baseado nos Padrões Curriculares do Estado de São Paulo 1 PROPOSTA CURRICULAR DA DISCIPLINA DE HISTÓRIA Middle e High School 2 6 th Grade A vida na Grécia antiga: sociedade, vida cotidiana, mitos,

Leia mais

O FIM DO FEUDALISMO E A CENTRALIZAÇAO POLÍTICA

O FIM DO FEUDALISMO E A CENTRALIZAÇAO POLÍTICA O FIM DO FEUDALISMO E A CENTRALIZAÇAO POLÍTICA O sistema feudal entra em crise com o advento das cidades e a expansão do comércio, somados a outros fatores. 1) Necessidade de moedas, crescimento das cidades

Leia mais

História da cidadania europeia

História da cidadania europeia História da cidadania europeia Introdução A cidadania da União conferida aos nacionais de todos os Estados Membros pelo Tratado da União Europeia (TUE), destina se a tornar o processo de integração europeia

Leia mais

Gabarito oficial preliminar: História

Gabarito oficial preliminar: História 1) Questão 1 Segundo José Bonifácio, o fim do tráfico de escravos significaria uma ameaça à existência do governo porque Geraria uma crise econômica decorrente da diminuição da mão de obra disponível,

Leia mais

FRONTEIRA ILUMINADA HISTÓRIA DO POVOAMENTO, CONQUISTA E LIMITES DO RIO GRANDE DO SUL a partir do Tratado de Tordesilhas (1420-1920)

FRONTEIRA ILUMINADA HISTÓRIA DO POVOAMENTO, CONQUISTA E LIMITES DO RIO GRANDE DO SUL a partir do Tratado de Tordesilhas (1420-1920) SUB Hamburg A/548637 FRONTEIRA ILUMINADA HISTÓRIA DO POVOAMENTO, CONQUISTA E LIMITES DO RIO GRANDE DO SUL a partir do Tratado de Tordesilhas (1420-1920) Fernando Cacciatore de Garcia Editora Sulina Porto

Leia mais

A Revoluções Burguesas na Inglaterra: o surgimento do Parlamentarismo

A Revoluções Burguesas na Inglaterra: o surgimento do Parlamentarismo A Revoluções Burguesas na Inglaterra: o surgimento do Parlamentarismo Parlamento Inglês -Rainha Elizabeth I (1558-1603) maior exemplo de poder absoluto na Inglaterra daquele tempo; - Maquiavélica; - Enquanto

Leia mais

A GUERRA DE SECESSÃO UM OLHAR SOBRE A ESCRAVIDÃO

A GUERRA DE SECESSÃO UM OLHAR SOBRE A ESCRAVIDÃO A GUERRA DE SECESSÃO UM OLHAR SOBRE A ESCRAVIDÃO HISTÓRICO O O sul, de clima seco e quente permaneceu no séc. XIX atrasado com uma economia agroexportadora de algodão e de tabaco, baseada no latifúndio

Leia mais

CONSTITUCIONALISMO SOCIAL NO MERCOSUL

CONSTITUCIONALISMO SOCIAL NO MERCOSUL ELIANNE MARIA MEIRA ROSA Professora Titular de Direito Internacional Público da Faculdade de Direito da Universidade Braz Cubas. Mogi das Cruzes-SP. Professora de Ética Geral e Profissional da Faculdade

Leia mais

A TRANSFERÊNCIA DA FAMÍLIA REAL PARA O BRASIL. Está ligada às Guerras Napoleônicas e ao decreto do BLOQUEIO CONTINENTAL PORTUGAL

A TRANSFERÊNCIA DA FAMÍLIA REAL PARA O BRASIL. Está ligada às Guerras Napoleônicas e ao decreto do BLOQUEIO CONTINENTAL PORTUGAL A TRANSFERÊNCIA DA FAMÍLIA REAL PARA O BRASIL Está ligada às Guerras Napoleônicas e ao decreto do BLOQUEIO CONTINENTAL De um lado, a pressão napoleônica para Portugal aderir ao bloqueio PORTUGAL De outro

Leia mais

SÉCULO XVII A INGLATERRA INCENTIVOU A COLONIZAÇÃO DAS TERRAS NORTE- AMERICANAS INCENTIVANDO A VINDA DE EMIGRANTES INGLESES

SÉCULO XVII A INGLATERRA INCENTIVOU A COLONIZAÇÃO DAS TERRAS NORTE- AMERICANAS INCENTIVANDO A VINDA DE EMIGRANTES INGLESES A GUERRA DE INDEPENDÊNCIA DOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA ANTECEDENTES SÉCULO XVII A INGLATERRA INCENTIVOU A COLONIZAÇÃO DAS TERRAS NORTE- AMERICANAS INCENTIVANDO A VINDA DE EMIGRANTES INGLESES NESSA ÉPOCA

Leia mais

Período pré-colonial

Período pré-colonial CHILE Período pré-colonial O navegador português Fernão de Magalhães, a serviço do rei da Espanha, foi o primeiro europeu a visitar a região que hoje é chamada de Chile. Os mapuches, grande tribo indígena

Leia mais

Provão. História 5 o ano

Provão. História 5 o ano Provão História 5 o ano 61 Os reis portugueses governaram o Brasil à distância, até o século XIX, porém alguns acontecimentos na Europa mudaram essa situação. Em que ano a família real portuguesa veio

Leia mais

Nota à 14 a Edição... 11 Introdução... 13

Nota à 14 a Edição... 11 Introdução... 13 sumário Nota à 14 a Edição................................................ 11 Introdução..................................................... 13 1. As Causas da Expansão Marítima e a Chegada dos Portugueses

Leia mais

A POLÍTICA NO SEGUNDO REINADO Aula: 33 Pág. 14. PROFª: CLEIDIVAINE / 8º Ano

A POLÍTICA NO SEGUNDO REINADO Aula: 33 Pág. 14. PROFª: CLEIDIVAINE / 8º Ano A POLÍTICA NO SEGUNDO REINADO Aula: 33 Pág. 14 PROFª: CLEIDIVAINE / 8º Ano 1 D. PDRO II, O NOVO IMPERADOR Após agitações D. Pedro II assume o trono de 1840 a 1889: foi deposto 1º momento tranquilidade

Leia mais

EUROPA BRASIL SÉCULO XIX AMÉRICA O BRASIL NO FINAL DO SÉCULO XVIII SÉCULO XVIII FINAL DA IDADE MODERNA

EUROPA BRASIL SÉCULO XIX AMÉRICA O BRASIL NO FINAL DO SÉCULO XVIII SÉCULO XVIII FINAL DA IDADE MODERNA O BRASIL NO FINAL DO SÉCULO XVIII SÉCULO XVIII FINAL DA IDADE MODERNA EUROPA Expansão dos Ideais Iluministas Revolução Francesa Fim do Antigo regime Ascensão da Burguesia ao poder Revolução Industrial

Leia mais

SÉCULO XIX NOVOS ARES NOVAS IDEIAS Aula: 43 e 44 Pág. 8 PROFª: CLEIDIVAINE 8º ANO

SÉCULO XIX NOVOS ARES NOVAS IDEIAS Aula: 43 e 44 Pág. 8 PROFª: CLEIDIVAINE 8º ANO SÉCULO XIX NOVOS ARES NOVAS IDEIAS Aula: 43 e 44 Pág. 8 PROFª: CLEIDIVAINE 8º ANO 1 - INTRODUÇÃO Séc. XIX consolidação da burguesia: ascensão do proletariado urbano (classe operária) avanço do liberalismo.

Leia mais

História B Aula 21. Os Agitados Anos da

História B Aula 21. Os Agitados Anos da História B Aula 21 Os Agitados Anos da Década de 1930 Salazarismo Português Monarquia portuguesa foi derrubada em 1910 por grupos liberais e republicanos. 1ª Guerra - participação modesta ao lado da ING

Leia mais

América: a formação dos estados

América: a formação dos estados América: a formação dos estados O Tratado do Rio de Janeiro foi o último acordo importante sobre os limites territoriais brasileiros que foi assinado em 1909, resolvendo a disputa pela posse do vale do

Leia mais

ONDAS REVOLUCIONÁRIAS LIBERAIS EUROPA NO SÉCULO XIX

ONDAS REVOLUCIONÁRIAS LIBERAIS EUROPA NO SÉCULO XIX ONDAS REVOLUCIONÁRIAS LIBERAIS EUROPA NO SÉCULO XIX 1820 Independência da Grécia submetida ao Império turco-otomano, o movimento conquista a autonomia política da região com apoio popular e internacional.

Leia mais

A expansão dos EUA (séc. XVIII-XX)

A expansão dos EUA (séc. XVIII-XX) 1803 Os Estados Unidos compram a Louisiana da França. Cronologia 1846 a 1848 Guerra do México. Os Estados Unidos conquistam e anexam os territórios da Califórnia, Novo México, Nevada, Arizona e Utah. 1810

Leia mais

Revolução Inglesa Movimento revolucionário inglês que derrubou as práticas do Antigo Regime

Revolução Inglesa Movimento revolucionário inglês que derrubou as práticas do Antigo Regime Revolução Inglesa Movimento revolucionário inglês que derrubou as práticas do Antigo Regime Prof: Otto BARRETO Os ingleses foram os primeiros a aprender a dominar o Leviatã, e a fazer dele seu servo em

Leia mais

INTEIRATIVIDADE FINAL CONTEÚDO E HABILIDADES DINÂMICA LOCAL INTERATIVA. Conteúdo: A Crise Colonial Espanhola

INTEIRATIVIDADE FINAL CONTEÚDO E HABILIDADES DINÂMICA LOCAL INTERATIVA. Conteúdo: A Crise Colonial Espanhola Conteúdo: A Crise Colonial Espanhola Habilidades: Relacionar as consequências da Revolução Francesa no processo de independência da América Latina Quem foram os Libertadores da América? Influência das

Leia mais

O que são Direitos Humanos?

O que são Direitos Humanos? O que são Direitos Humanos? Por Carlos ley Noção e Significados A expressão direitos humanos é uma forma abreviada de mencionar os direitos fundamentais da pessoa humana. Sem esses direitos a pessoa não

Leia mais

Mineração e a Crise do Sistema Colonial. Prof. Osvaldo

Mineração e a Crise do Sistema Colonial. Prof. Osvaldo Mineração e a Crise do Sistema Colonial Prof. Osvaldo Mineração No final do século XVII, os bandeirantes encontraram ouro na região de Minas Gerais Grande parte do ouro extraído era de aluvião, ou seja,

Leia mais

RELACIONAMENTO JURÍDICO DO ESTADO BRASILEIRO COM INSTITUIÇÕES RELIGIOSAS, NO QUE CONCERNE À EDUCAÇÃO

RELACIONAMENTO JURÍDICO DO ESTADO BRASILEIRO COM INSTITUIÇÕES RELIGIOSAS, NO QUE CONCERNE À EDUCAÇÃO RELACIONAMENTO JURÍDICO DO ESTADO BRASILEIRO COM INSTITUIÇÕES RELIGIOSAS, NO QUE CONCERNE À EDUCAÇÃO GEORGE DE CERQUEIRA LEITE ZARUR Consultor Legislativo da Área XV Educação, Desporto, Bens Culturais,

Leia mais

Um forte elemento utilizado para evitar as tendências desagregadoras das sociedades modernas é:

Um forte elemento utilizado para evitar as tendências desagregadoras das sociedades modernas é: Atividade extra Fascículo 3 Sociologia Unidade 5 Questão 1 Um forte elemento utilizado para evitar as tendências desagregadoras das sociedades modernas é: a. Isolamento virtual b. Isolamento físico c.

Leia mais

Europa no Século XIX FRANÇA RESTAURAÇÃO DA DINASTIA BOURBON LUÍS XVIII CARLOS X LUÍS FELIPE ( 1824 1830 )

Europa no Século XIX FRANÇA RESTAURAÇÃO DA DINASTIA BOURBON LUÍS XVIII CARLOS X LUÍS FELIPE ( 1824 1830 ) Europa no Século XIX FRANÇA RESTAURAÇÃO DA DINASTIA BOURBON -Após a derrota de Napoleão Bonaparte, restaurou-se a Dinastia Bourbon subiu ao trono o rei Luís XVIII DINASTIA BOURBON LUÍS XVIII CARLOS X LUÍS

Leia mais

Expansão do território brasileiro

Expansão do território brasileiro Expansão do território brasileiro O território brasileiro é resultado de diferentes movimentos expansionistas que ocorreram no Período Colonial, Imperial e Republicano. Esse processo ocorreu através de

Leia mais

Capítulo. Organização político- -administrativa na América portuguesa

Capítulo. Organização político- -administrativa na América portuguesa Capítulo Organização político- -administrativa na América portuguesa 1 O Império Português e a administração da Colônia americana Brasil: 1500-1530 O interesse português pelo território americano era pequeno

Leia mais

CRISE DO ESCRAVISMO. O Brasil foi o último país da América Latina a abolir a escravidão.

CRISE DO ESCRAVISMO. O Brasil foi o último país da América Latina a abolir a escravidão. CRISE DO ESCRAVISMO A Dinamarca foi o primeiro país Europeu a abolir o tráfico de escravos em 1792. A Grã-Bretanha veio a seguir, abolindo em 1807 e os Estados Unidos em 1808. O Brasil foi o último país

Leia mais

PROFª CLEIDIVAINE DA S. REZENDE DISC. HISTÓRIA / 8º ANO

PROFª CLEIDIVAINE DA S. REZENDE DISC. HISTÓRIA / 8º ANO PROFª CLEIDIVAINE DA S. REZENDE DISC. HISTÓRIA / 8º ANO 1 CONTEXTO HISTÓRICO Crescimento econômico da Inglaterra no século XVIII: industrialização processo de colonização ficou fora. Ingleses se instalaram

Leia mais

Marco Aurélio dos Santos Departamento de História da Universidade de São Paulo, São Paulo, SP, Brasil [email protected]

Marco Aurélio dos Santos Departamento de História da Universidade de São Paulo, São Paulo, SP, Brasil marcoholtz@uol.com.br Marco Aurélio dos Santos Departamento de História da Universidade de São Paulo, São Paulo, SP, Brasil [email protected] PIMENTA, João Paulo. A independência do Brasil e a experiência hispanoamericana

Leia mais

3º ANO / PRÉVEST PROF. Abdulah

3º ANO / PRÉVEST PROF. Abdulah PERÍODO JOANINO (1808-1821) Livro 3 / Módulo 12 (Extensivo Mega) 3º ANO / PRÉVEST PROF. Abdulah TRANSFERÊNCIA DA FAMÍLIA REAL O PROJETO BRAGANTINO (século XVII) de transmigração RAZÕES: - Proximidade com

Leia mais

PROVA BIMESTRAL História

PROVA BIMESTRAL História 8 o ano 3 o bimestre PROVA BIMESTRAL História Escola: Nome: Turma: n o : 1. 25 de janeiro de 1835, ao amanhecer o dia na cidade de Salvador, 600 negros entre libertos e escravos levantaram-se decididos

Leia mais

CRISE E RUPTURA NA REPÚBLICA VELHA. Os últimos anos da República Velha

CRISE E RUPTURA NA REPÚBLICA VELHA. Os últimos anos da República Velha CRISE E RUPTURA NA REPÚBLICA VELHA Os últimos anos da República Velha Década de 1920 Brasil - as cidades cresciam e desenvolviam * Nos grandes centros urbanos, as ruas eram bem movimentadas, as pessoas

Leia mais

Trabalho de história 3º tri Integrantes Frederico Strasser Nº:15 Diogo Amorim Nº:12 Guilherme Hasslocher Nº:19 Lucas Fuss Nº:28 Mateus Peres Nº:34

Trabalho de história 3º tri Integrantes Frederico Strasser Nº:15 Diogo Amorim Nº:12 Guilherme Hasslocher Nº:19 Lucas Fuss Nº:28 Mateus Peres Nº:34 Trabalho de história 3º tri Integrantes Frederico Strasser Nº:15 Diogo Amorim Nº:12 Guilherme Hasslocher Nº:19 Lucas Fuss Nº:28 Mateus Peres Nº:34 -Enquanto Buenos Aires se tornava mais poderosa, os lideres

Leia mais

Estados Unidos da América. Aula I Da colonização ao século XIX

Estados Unidos da América. Aula I Da colonização ao século XIX Estados Unidos da América Aula I Da colonização ao século XIX As Teorias: Corrente asiática Estreito de Bering (beríngia). Malaio Polinésia Corrente australiana Ocupação do Continente Americano: Principais

Leia mais

Guerra por domínio territorial e econômico.

Guerra por domínio territorial e econômico. Guerra da Crimeia Quando: De 1853 até 1856 Guerra por domínio territorial e econômico. Cerca de 595 mil mortos Por que começou: A Rússia invocou o direito de proteger os lugares santos dos cristãos em

Leia mais

FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS CURSO DE DIREITO VESTIBULAR 2009 PROVA DE HISTÓRIA. Fase 1

FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS CURSO DE DIREITO VESTIBULAR 2009 PROVA DE HISTÓRIA. Fase 1 FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS CURSO DE DIREITO VESTIBULAR 2009 PROVA DE HISTÓRIA Fase 1 Novembro 2008 INTRODUÇÃO Na prova de História de 2009 foi possível concretizar vários dos objetivos do programa do Vestibular.

Leia mais

Rei (controla poder moderador) além de indicar o primeiro ministro e dissolve a Câmara de Deputados Monarquia torna-se estável

Rei (controla poder moderador) além de indicar o primeiro ministro e dissolve a Câmara de Deputados Monarquia torna-se estável História do Brasil Professora Agnes (Cursinho Etec Popular de São Roque) Política Interna O SEGUNDO REINADO (1840-1889) * Apogeu da monarquia brasileira. * Centralização política e administrativa. * Pacificação

Leia mais

Independência do Brasil

Independência do Brasil A UA UL LA MÓDULO 3 Independência do Brasil Nesta aula No dia 7 de setembro, comemoramos a Independência do Brasil. Por isso, é feriado nacional. Todos nós sabemos que os feriados significam algo mais

Leia mais

TEMA 3 UMA EXPERIÊNCIA

TEMA 3 UMA EXPERIÊNCIA TEMA 3 UMA EXPERIÊNCIA DOLOROSA: O NAZISMO ALEMÃO A ascensão dos nazistas ao poder na Alemanha colocou em ação a política de expansão territorial do país e o preparou para a Segunda Guerra Mundial. O saldo

Leia mais