GEOL Soluções sólidas. Adriana Alves
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- Milena Bentes Avelar
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1 GEOL 3056 Soluções sólidas Adriana Alves
2 Variação composicional em minerals Ler Klein (2002) p Minerais raramente são substâncias puras. A maioria exibe grande variação ccomposicional Variação se deve à substitutição (estrutural) de um íon (ou grupo iônico) por outros Substituição iônica ou solução sólida só se dá entre minerais isoestruturais
3 Variação composicional em minerais l Solução sólida: estrutura mineral na qual os sítios atômicos são ocupados em proporção variável por 2 ou mais elementos químicos diferentes (ou grupos de elementos) l Exemplos: 1. Feldspatos quantidades variáveis de Na +, K + e Ca Olivinas - quantidades variáveis Fe 2+ e Mg 2+ Essas são conhecidas como séries de solução sólida
4 Variação composicional em minerais Fatores que determinam a extensão da solução sólida 1/ Diferença de raio dos elementos que se substituem. 2/ Carga dos elementos envolvidos 3/ Temperatura em que se dá a substituição. Quanto mais alta maior a extensão de solução sólida
5 Variação composicional em minerais Substituição acoplada (manutenção do balanço de cargas) exemplo: 2A 2+ ~ 1B C + two times 2+ ~ 3+ & 1+ exemplo: Fe 2+ + Ti 4+ for two Al 3+ in corundum Al 2 O 3 Substituição acoplada na natureza ANORTITA Série dos plagioclásios NaAlSi 3 O 8 para CaAl 2 Si 2 O 8 Na + and Si 4+ por Ca 2+ and Al 3+ ALBITA } } 5+ 5+
6 Solução sólida nos feldspatos Sanidina Albita Plagioclásio Anortita
7 Variação composicional em minerais Solução sólida substitucional Substituição catiônica ou aniônica simples (sem mudança de valência) Examplos: 1) Rb + por K + na estrutura do KCl 2) Br - por Cl - in KCl Solução sólida completa em sistemas binários: qdo a substituição se dá no intervalo completo de duas composições (end-members) Exemplo 1: Série das olivinas (Mg,Fe) 2 SiO 4 End-members: fayalita Fe 2 SiO 4 and forsterita Mg 2 SiO 4 Exemplo 2: Carbonatos de Fe e Man (Mn,Fe)CO 3 End-members: rhodochrosita MnCO 3 and siderita FeCO 3
8 Variação composicional em minerais Substituição acoplada limitada Utilização de sítios atômicos vacantes: Ca 2 Mg 5 Si 8 O 22 (OH) 2 for (e.g.tremolita-hornblenda) (Ca,Na) 2 Mg 5 Si 6 (Si,Al) 2 O 22 (OH) 2 Arfvedsonita (anfibólio sódico) Nesse exemplo, Al 3+ substitui Si 4+ (na posição tetraédrica) & adicionalmente Na + sódio ocupa um sítio comumente vazio
9 Variações composicionais Solução sólida intersticial Entre átoms/íons/grupos iônicos existem interstícios or vazios, qdo atómos se alocam nestes substituição intersticial ou solução sólida intersticial Exemplo: zeólitas - tectossilicatos estrutura aberta, ions grandes e moléculas podem ocupar as cavidades Exemple 2: Berilo - Be 3 Al 2 Si 6 O 18 Silicato com estrutura tubular pode acomodar íons grandes (K +, Rb + and Cs + ) Fig 3.60: Estrutura do berilo pode acomodar moléculas neutras e.g. H 2 O, CO 2
10 Variações composicionais Solução sólida por omissão Ocorre quando um cátion de carga mais alta substitui 2 ou + cátions para manutenção de carga Exemplo: Pb 2+ substitui K + no microclínio (amazonita) KAlSi 3 O 8 Pb 2+ e uma vacância para 2 K + Amazonite O íon 2+ substitui 2 íons 1mas ocupa apenas um sítio (omissão).
11 Solução sólida por omissão Exemplo: Pirrotita Fe (1-x) S com variações na vacância do sítio octaédrico. A estrutura não é completa - defeitos estruturais Pirrotita
12 Variação composicional em minerais Exsolução Solução sólida entre elementos de raios diferentes é limitada Sob alta T a substituição é possível. A estrutura se expande e as vibrações dos átomos é grande. Exemplo: Feldspato de Na e de K Baixa T: solução sólida limitada pois Na + e K +, têm raios 1.18Å e 1.51Å (NC=8) diferença de 28% Acima de 1000 C solução é completa
13 Exsolução Processo em que um sólido originalmente homogêneo em solução sólida se separa em um (ou+) minerais cristalinos, sem adição ou remoção de material do sistema, i.e, sem mudança da composição global
14 (a) Representação esquemática em 2D dos elementos A e B em completa disordem (sob alta T) (b) Separação dos elementos A e B em regiões de fase rica em A e fase rica em B = exolução (sob baixa T) Baixa T Alta T Decréscimo de temperatura
15 Solução sólida nos feldspatos Exclusivamente por substituição Substituição simples para feldspatos alcalinos Na+ K + Substituição acoplada para plagioclásios Ca 2+ + Al 3+ Na + + Si 4+
16 Feldspatos alcalinos Na 1+ K 1+ 1,18 Å 1,51 Å 22% Plagioclásio Na 1+ Ca 2+ 1,18 Å 1,12 Å 5% Teste Razão entre cátions envolvidos
17 Soluções sólidas incompletas Gap de miscibilidade
18 Diagrama genérico
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20 Pertitas Proporção entre fase lamelar e hospedeira f(x) Tamanho das lamelas: macropertita, micropertita, criptopertita Ab Or
21 Regra da balança Para a proporção de A para B calcula-se Já para a proporção de A apenas calcula-se ef/df
22 Exsolução Plagioclásio (Albita) (NaAlSi 3 O 8 ) Microclínio (feldspato alcalino) (KAlSi 3 O 8 )
23 Solução sólida série plagioclásios FELDSPATO PIROXÊNIOS
24 Soluções sólidas completas Zoneamento composicional
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26 Solução sólida série plagioclásios Implicações s.s. completa Se a cristalização se der em equilíbrio o plagioclásio terá composição uniforme e seu teor de An será indicativo da T de cristalização Se a cristalização se der em desequilíbrio o plagioclásio não terá tempo de se reequilibrar e mostrará composições mais sódicas do núcleo para a borda. É o chamado zoneamento composicional
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28 Referências Klein, C.; Hurlbut, C.S. (1993) Manual of mineralogy, 21ed, New York, John Wiley, 681p. Deer, W.A.; Howie, R.A. & Zussman (1992) An introduction to the rock-forming minerals. 2 ed. Harlow, Longman, 696p. Vlach, S. (2002). A classe dos tectossilicatos: guia geral da teoria e exercício. Geologia USP, série didática. 49p. Disponível para download Perkins, D. & Brady J. Teaching phase equilibria. Pdfs animados. Disponível em Visualização de estruturas: software crystalmaker, versão demo disponível para download:
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