PROPRIEDADES DOS FLUIDOS DE RESERVATÓRIO
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- Rafael de Abreu de Vieira
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1 Escola Politécnica da Universidade de São Paulo Departamento de Engenharia de Minas e de Petróleo PROPRIEDADES DOS FLUIDOS DE RESERVATÓRIO PMI Mecânica de Fluidos Aplicada a Reservatórios Prof. Eduardo César Sansone
2 APLICAÇÕES DAS PROPRIEDADES DOS FLUIDOS O conhecimento da composição, de propriedades físico-químicas e do comportamento de fase são necessários para a determinação de: - Quanto de óleo está presente. - Quanto de óleo pode ser recuperado. - Qual a taxa de recuperação. - Estudo do fluxo no reservatório. - Condições para o gerenciamento do reservatório e implementação de estratégias de produção.
3 APLICAÇÕES DAS PROPRIEDADES DOS FLUIDOS Abordagens diferentes no estudo do fluxo no reservatório: - Métodos baseados no comportamento de cada substância presente na mistura, por exemplo, os Simuladores Composicionais. - Métodos baseados nas propriedades gerais da mistura, por exemplo, os Simuladores Black Oil.
4 PRINCIPAIS PROPRIEDADES DOS FLUIDOS DE RESERVATÓRIO Propriedades de gases, óleos e água: - Densidade, - Peso Específico, - Densidade API, - Fator Volume de Formação, B - Razão de Solubilidade Óleo-Gás, Rs - Coeficiente de Compressibilidade Isotérmica, c - Coeficiente de Viscosidade,
5 DETERMINAÇÃO DAS PROPRIEDADES As propriedades tecnológicas dos fluidos presentes nos reservatórios são obtidas a partir de análises PVT em laboratório (pois são dependentes destas variáveis). Análise PVT em Laboratório
6 PROPRIEDADES DOS GASES DE RESERVATÓRIO
7 PRINCIPAIS PROPRIEDADES DOS GASES DE RESERVATÓRIO - Densidade, - Peso Específico, - Fator Volume de Formação, B - Coeficiente de Compressibilidade Isotérmica, c - Coeficiente de Viscosidade,
8 DENSIDADE
9 DENSIDADE DO GÁS A partir da Lei dos Gases: Exemplo: Calculo da densidade do n-butano a 120 F e 60 psi. Da tabela de propriedades físicas de substâncias puras: M = 58,123 Assim:
10 PESO ESPECÍFICO
11 PESO ESPECÍFICO DO GÁS O peso específico é uma relação entre as densidades do gás e do ar: Ou Assim:
12 FATOR VOLUME DE FORMAÇÃO
13 FATOR VOLUME DE FORMAÇÃO DO GÁS
14 FATOR VOLUME DE FORMAÇÃO DO GÁS Fator Volume de Formação
15 FATOR VOLUME DE FORMAÇÃO DO GÁS Cálculo do fator volume de formação de um gás real: Os volumes nas condições de reservatório e de superfície (standard conditions) serão: e Assim: Considerando para as condições de superfície T = 520 R (15,7 C), p = 14,65 psi (1 atm) e z sc = 1, temos:
16 FATOR VOLUME DE FORMAÇÃO DO GÁS A relação entre a densidade do gás nas condições de superfície e nas condições de reservatório pode ser dada por: Densidade do Gás no Reservatório: gr B gs g
17 COEFICIENTE DE COMPRESSIBILIDADE ISOTÉRMICA
18 COEFICIENTE DE COMPRESSIBILIDADE ISOTÉRMICA DO GÁS O coeficiente de compressibilidade isotérmica é o índice que caracteriza a variação relativa de volume sofrida pelo gás segundo variações de pressão a uma temperatura constante. Assim caracteriza a expansão ou contração do gás no reservatório:
19 COEFICIENTE DE COMPRESSIBILIDADE ISOTÉRMICA DO GÁS COEFICIENTE DE COMPRESSIBILIDADE ISOTÉRMICA PARA UM GÁS REAL Na lei dos gases reais z depende da pressão: Derivando temos: Assim:
20 COEFICIENTE DE COMPRESSIBILIDADE ISOTÉRMICA DO GÁS Fator de compressibilidade para misturas de gases
21 COEFICIENTE DE VISCOSIDADE
22 COEFICIENTE DE VISCOSIDADE DO GÁS Viscosidade é uma medida da resistência ao fluxo exercida pelo atrito interno em um fluido. Viscosidade de alguns gases a pressão atmosférica
23 COEFICIENTE DE VISCOSIDADE DO GÁS Coeficiente de viscosidade de uma mistura de gases: g i i gi y y i i M M i i Onde: gi = viscosidade do gás i M i = massa molecular do gás i y i = fração molar do gás i
24 PROPRIEDADES DOS ÓLEOS DE RESERVATÓRIO
25 PRINCIPAIS PROPRIEDADES DOS ÓLEOS DE RESERVATÓRIO - Peso Específico, -API, o - Fator Volume de Formação, B - Razão de Solubilidade Óleo-Gás, Rs - Coeficiente de Compressibilidade Isotérmica, c - Viscosidade,
26 PESO ESPECÍFICO
27 PESO ESPECÍFICO DO ÓLEO O peso específico é uma relação entre as densidades do óleo e da água calculadas a 60ºF (15ºC): O grau API é dado pela relação: Nesta escala a água apresenta API = 10 e a graduação aumenta com a diminuição da densidade do óleo.
28 PESO ESPECÍFICO DO ÓLEO Hidrômetro API
29 PESO ESPECÍFICO DO ÓLEO Visc (cp) Óleo Convencional Óleo Pesado Óleo Extra Pesado (Betuminoso) API Variação do peso específico e da viscosidade para óleos
30 PESO ESPECÍFICO DO ÓLEO Peso específico de produtos do petróleo
31 FATOR VOLUME DE FORMAÇÃO
32 FATOR VOLUME DE FORMAÇÃO DO ÓLEO Volume no Reservatório (P B R, T R ) o = Volume em Superfície (P S, T S )
33 FATOR VOLUME DE FORMAÇÃO DO ÓLEO
34 FATOR VOLUME DE FORMAÇÃO DO ÓLEO Comparação entre quatro reservatórios de mesmo volume e óleo com mesma composição, mas partindo de pressões diferentes. B V V Re s Sup V Sup V B Re s Conclusões: V A Sup V B Sup B possui mais gás em solução. V C Sup V D Sup C e D possuem a mesma quantidade de gás em solução, a diferença advém da compressibilidade do óleo.
35 FATOR VOLUME DE FORMAÇÃO DO ÓLEO Fator volume de formação para óleos com densidades diferentes
36 RAZÃO DE SOLUBILIDADE ÓLEO-GÁS
37 RAZÃO DE SOLUBILIDADE ÓLEO-GÁS
38 RAZÃO DE SOLUBILIDADE ÓLEO-GÁS Razão de solubilidade em função da pressão do reservatório
39 RAZÃO DE SOLUBILIDADE ÓLEO-GÁS Razão de solubilidade para óleos com densidades diferentes
40 RAZÃO DE SOLUBILIDADE ÓLEO-GÁS Razão de solubilidade em função da pressão e do API
41 RAZÃO DE SOLUBILIDADE ÓLEO-GÁS
42 RAZÃO DE SOLUBILIDADE ÓLEO-GÁS A densidade do óleo no reservatório pode ser determinada a partir das densidades do óleo e do gás em superfície, do fator volume de formação do óleo e da razão de solubilidade óleo-gás. Densidade do Óleo no Reservatório: or os B o gs R so
43 COEFICIENTE DE COMPRESSIBILIDADE ISOTÉRMICA
44 COEFICIENTE DE COMPRESSIBILIDADE ISOTÉRMICA DO ÓLEO A pressões acima do ponto de bolha (pressão de saturação), o coeficiente de compressibilidade isotérmica do óleo é definido da mesma maneira que o coeficiente de compressibilidade isotérmica do gás:
45 COEFICIENTE DE COMPRESSIBILIDADE ISOTÉRMICA DO ÓLEO Coeficiente de compressibilidade para óleos com densidades diferentes
46 COEFICIENTE DE COMPRESSIBILIDADE ISOTÉRMICA DO ÓLEO Separando as variáveis, integrando e considerando uma variação próxima da linear após o ponto de bolha, fica: Assim: E o Coeficiente de Compressibilidade poderá ser determinado em ensaios por: c 0 V2 ln V1 p p 2 1
47 COEFICIENTE DE VISCOSIDADE
48 COEFICIENTE DE VISCOSIDADE DO ÓLEO A viscosidade do óleo é um fator muito importante para seu fluxo no reservatório. A viscosidade é função dos seguintes fatores: - Temperatura. - Pressão. - Densidade do óleo. - Razão de solubilidade do gás. - Densidade do gás em solução.
49 COEFICIENTE DE VISCOSIDADE DO ÓLEO Coeficiente de viscosidade para óleos com densidades diferentes
50 COEFICIENTE DE VISCOSIDADE DO ÓLEO Viscosímetro rotacional
51 VISCOSIDADE DO ÓLEO DE RESERVATÓRIO Em relação à pressão, a viscosidade do óleo pode classificada como: Viscosidade do Dead-Oil : Viscosidade do óleo a pressão atmosférica sem gás em solução e na temperatura do sistema. Viscosidade do Óleo Saturado: Viscosidade do óleo na pressão do ponto de bolha e na temperatura do reservatório. Viscosidade o Óleo após a Saturação: Viscosidade do óleo a pressões acima do ponto de bolha e temperatura do reservatório.
52 CÁLCULO DA VISCOSIDADE DO DEAD-OIL Correlação de Beggs-Robinson (1975): Determinada a partir da realização de 460 determinações de viscosidade de óleos sob diferentes condições. o,d ,0324 0,02023 API T 1,163 1 Onde: T= F = cp
53 CÁLCULO DA VISCOSIDADE DO ÓLEO SATURADO Correlação de Beggs-Robinson (1975): Determinada a partir da realização de determinações de viscosidade de óleos sob diferentes condições. o,s 10,715 Rs 100 0, 338 0,515 5,44 Rs 150 o,d Onde: Rs = ft 3 /bbl = cp
54 CÁLCULO DA VISCOSIDADE DO ÓLEO APÓS A SATURAÇÃO Correlação de Vasquez-Beggs (1980): Determinada a partir da realização de determinações de viscosidade de óleos sob diferentes condições. o,ps o,s P P b 2,6 P 1, , P 5 Onde: p = psi = cp
55 VISCOSIDADE DO ÓLEO DE RESERVATÓRIO Exemplo: Cálculo da viscosidade para as condições dead-oil, saturada e após a saturação a partir dos seguintes resultados de determinações PVT de óleos de reservatórios: Onde: T= F Rs = ft 3 /bbl p = psi
56 VISCOSIDADE DO ÓLEO DE RESERVATÓRIO Variação da viscosidade dead-oil para o óleo 1 em função da temperatura:
57 VISCOSIDADE DO ÓLEO DE RESERVATÓRIO Variação da viscosidade saturada para o óleo 1 em função da razão de solubilidade:
58 VISCOSIDADE DO ÓLEO DE RESERVATÓRIO Variação da viscosidade após a saturação para o óleo 1 em função da pressão:
59 RESUMO DO TEMA APLICAÇÕES DAS PROPRIEDADES DOS FLUIDOS PRINCIPAIS PROPRIEDADES DOS GASES DE RESERVATÓRIO - Densidade. - Peso Específico. - Fator Volume de Formação. - Coeficiente de Compressibilidade Isotérmica. - Coeficiente de Viscosidade. PRINCIPAIS PROPRIEDADES DOS ÓLEOS DE RESERVATÓRIO - Peso Específico. -API. - Fator Volume de Formação. - Razão de Solubilidade Óleo-Gás. - Coeficiente de Compressibilidade Isotérmica. - Viscosidade.
60 REFERÊNCIAS AHMED, T. Reservoir engineering. Gulf Professional Publishing: Houston, BRADLEY, H. B. Petroleum engineering handbook. Society of Petroleum Engineers: Richardson, MCCAIN, W. D. The properties of petroleum fluids. PennWell Books: Tulsa, ROSA, A. J.; CARVALHO, R. S.; XAVIER, J. A. D. Engenharia de reservatórios de petróleo. Interciência: Rio de Janeiro, 2006.
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onde: v = &m = Cp = h lv = U = A = T = t = volume específico vazão em massa (Kg/h) calor específico calor latente de vaporização coeficiente global de troca térmica área de transmissão de calor temperatura
