Trabalho de Programação 2 Processador CESAR
|
|
|
- Francisco Monsanto Sabala
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Trabalho de Programação 2 Processador CESAR 1. Descrição Geral A empresa TABLETEROS S.A. assinou um contrato milionário de fornecimento de ultrabooks e teve que aumentar o número de estantes. Agora, a empresa armazena as peças usadas na fabricação de seus ultrabooks em várias estantes de um almoxarifado. Da mesma forma que no programa para o RAMSES, as peças são classificadas em conjuntos de montagem. Nesse trabalho você deverá desenvolver um programa para o CESAR capaz de calcular, a partir das informações das PEÇAS de cada CONJUNTO existentes nas ESTANTES, os seguintes valores: Número de estantes existentes no almoxarifado; Número total de peças de cada conjunto existente no almoxarifado; Número de peças de cada conjunto existente em uma determinada estante. Para isso, você terá acesso a listas: uma LISTA DE ESTANTES, que representa o almoxarifado, e várias LISTAS DE PEÇAS, cada uma representando uma estante. Portanto, cada elemento da LISTA DE ESTANTES aponta para uma LISTA DE PEÇAS existentes naquela estante. As informações relativas a essas listas poderão ocupar os endereços de memória que iniciam em ( ) até (8FFF 16 ) e serão inseridas na memória no momento da correção do trabalho. Portanto, seu programa não deve escrever nessa área nem alocar espaço para variáveis na mesma. Caso o espaço da primeira metade da memória (endereços 0 até 32767) não seja suficiente para o programa, pode-se reservar os endereços a partir de ( ) usando ORG ou ORG H9000. Entretanto, deve-se tomar cuidado com a área de periféricos e a pilha. Cada elemento da LISTA DE PEÇAS corresponde a uma determinada peça, e contém duas informações: o CONJUNTO ao qual essa peça pertence e a QUANTIDADE dessas peças existente na estante. Para calcular a quantidade de peças de um determinado conjunto, existente na estante ou no almoxarifado, basta somar o número de peças desse conjunto, avaliando cada um dos elementos da lista fornecida. 2. Especificação da LISTA DE ESTANTES almoxarifado O endereço da LISTA DE ESTANTES estará armazenado no endereço ( ) da memória. Os elementos dessa lista estarão dispostos de forma contígua na memória, como é comum a vetores de elementos. Cada elemento da LISTA DE ESTANTES tem 16 bits e contém um endereço absoluto, que indica o primeiro elemento de uma LISTA DE PEÇAS. Esse modelo de dados está representado na Figura 1. Figura 1 Lista de Estantes - almoxarifado Ainda, conforme pode ser visto na Figura 1, o final da LISTA DE ESTANTES é indicado por uma palavra contendo o valor zero ( NULL ).
2 3. Especificação da LISTA DE PEÇAS estante UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL Os elementos da LISTA DE PEÇAS estão dispostos de forma contígua na memória. Cada elemento contém as informações de FIM, CONJUNTO e QUANTIDADE e ocupa uma palavra de 16 bits, conforme o formato apresentado na Figura 2. Figura 2 Elemento da LISTA DE PEÇAS Na Figura 2 está representado um elemento da lista, que tem dois bytes (uma WORD) de tamanho. Na figura, os bits dessa WORD estão identificados por letras, que significam: F: Bits 15 indicador de final da lista. Se for 1, indica o final da lista. Nesse caso, os outros bits devem ser desconsiderados; C: Bits 14 a 8 indica o número do conjunto ao qual pertencem as peças representadas por esse elemento (0 a 127); N: Bits 7 a 0 indica a quantidade de peças representadas por esse elemento (0 a 255). 4. Resumo da área de dados Na Figura 3 está representada a estrutura de dados que deverá ser usada pelo programa. O endereço da LISTA DE ESTANTES estará sempre armazenada no endereço ( ) da memória. Nessa lista, cada elemento contém o endereço de memória no qual inicia uma LISTA DE PEÇAS armazenadas em uma estante (ponteiro para a estante). O final da lista de estantes é indicado por um elemento com o valor zero. Cada LISTA DE PEÇAS corresponde a uma estante do almoxarifado e será formada por uma ou mais palavras com o formato descrito na Figura 2. O final da lista de peças é indicado por um elemento com o bit 15 igual a 1. Os outros campos desse elemento final devem ser ignorados. Figura 3 Diagrama da Área de Dados
3 5. Especificação dos procedimentos a serem implementados UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL O programa deverá operar conforme o diagrama apresentado nas Figura 4 e Figura 5. Seus blocos componentes estão descritos logo após as figuras. Figura 4 - Algoritmo a ser implementado página 1 Figura 5 - Algoritmo a ser implementado página 2 Informar no visor Identificação do aluno: O programa deve colocar no visor o nome e o número de cartão do aluno. Depois disso, o programa fica aguardando que seja digitada qualquer tecla (TECLA). Informar no visor Menu de Ações: O programa deve apresentar no visor o pedido que o usuário selecione uma das ações do programa. Após colocar essa mensagem, o programa deve aguardar que seja digitada uma tecla com a opção selecionada. O programa deve verificar a validade da tecla e, então, executar a ação correspondente (conforme diagrama da Figura 5). Teclas inválidas devem ser ignoradas e o programa deve continuar nesse mesmo bloco de
4 operação. Nenhuma das teclas (válidas ou inválidas) deve ser exibida no visor. As teclas válidas são: e (número total de estantes no almoxarifado), t (número total de peças de um conjunto no almoxarifado), c (número total de peças de um conjunto, existente em uma determinada estante) e f (fim). Informar no visor Número de Estantes: O programa deve determinar o número de estantes e apresentar esse valor no visor. Esse número terá, no máximo, 3 dígitos. Zeros à esquerda devem ser suprimidos. Informar no visor Número de Peças: O programa deve calcular o número de peças de certo conjunto. No caso desse bloco da Figura 5, esse número será o totalizador de peças do almoxarifado; no caso desse bloco na Figura 5, esse número será o totalizador de peças da estante informada. Em ambos os casos esse número poderá ter até 4 dígitos. Zeros à esquerda devem ser suprimidos. Ler do teclado Número da Estante: O programa deve ler um número decimal inteiro sem sinal do teclado, conforme descrito no item 6: Procedimento para ler um número do teclado. Quando nesse bloco, pode ocorrer uma de três situações: Ser digitada a tecla CANC (ASCII 27 ou 1B 16 ); Ser digitada a tecla ENTER (ASCII 13 ou 0D 16 ) e o valor numérico ser INVÁLIDO; Ser digitada a tecla ENTER e o valor numérico ser VÁLIDO. A cada uma dessas situações corresponde uma ação, descrita nos diagramas das Figura 4 e Figura 5. Se o valor numérico digitado for válido, então esse será considerado o Número da Estante para efeito nos próximos blocos de processamento. Ler do teclado Número do Conjunto: Comportamento semelhante ao anterior, exceto que, se o valor numérico digitado for válido, esse será considerado o Número do Conjunto, para efeito nos próximos blocos de processamento. Informar Erro no visor Número da Estante: Informa que foi introduzido um Número da Estante inválido. Informar Erro no visor Número do Conjunto: Informa que foi introduzido um Número do Conjunto inválido. 6. Procedimento para ler um número do teclado Na especificação do trabalho resumida nas Figura 4 e Figura 5 existem dois blocos de procedimento que envolve a leitura de um número do teclado. Esse número pode ser o Número da Estante ou o Número do Conjunto. Para a entrada desses números o programa deverá tratar as teclas válidas: teclas dos dígitos entre 0 e 9, a tecla ENTER, a tecla BS back space (ASCII 08 ou ) e a tecla CANC (Cancelar). Outras teclas devem ser ignoradas. As teclas de dígitos devem ser colocadas no visor, movendo o cursor para a direita, até um máximo de dígitos que se pretende ler. Após esse limite, essas teclas também passam a ser ignoradas; A tecla BS deve recuar o cursor para a esquerda, apagando o dígito anterior. Cuidado especial deve ser tomado quando o cursor estiver na posição mais a esquerda, pois não há dígitos a serem apagados; A tecla ENTER indica que o usuário encerrou a entrada do número e deverá ser validado; A tecla CANC indica que o usuário desistiu de entrar o número e deseja que eventuais digitações anteriores sejam ignoradas. Essa tecla também encerra a entrada do número. 7. Entregáveis: o que deve ser entregue? Deverá ser entregue via Moodle da disciplina o arquivo fonte com a solução do problema apresentado, escrito em assembly do CESAR (arquivo.ced). Além disso, esse programa fonte deverá conter comentários descritivos da implementação. Sugere-se usar comandos da linguagem C. Para a correção, o arquivo fonte do CESAR será montado usando o montador Daedalus e serão aplicados casos de teste. A nota final do trabalho será proporcional às funcionalidades que forem atendidas pelo programa. O trabalho deverá ser entregue até a data prevista. Não serão aceitos trabalhos entregues além do prazo estabelecido.
5 8. Observações Recomenda-se a troca de ideias entre os alunos. Entretanto, a identificação de cópias de trabalhos acarretará na aplicação do Código Disciplinar Discente e a tomada das medidas cabíveis para essa situação (tanto o trabalho original quanto os copiados receberão nota zero). O professor da disciplina reserva-se o direito, caso necessário, de solicitar uma demonstração do programa, onde o aluno será arguido sobre o trabalho como um todo. Nesse caso, a nota final do trabalho levará em consideração o resultado da demonstração.
Porque usar um montador? Formato de uma linha de código fonte:
Instruções de uso do montador DAEDALUS (baseadas em texto extraído da monografia apresentada como trabalho de diplomação no curso de Bacharelado em Ciência da Computação por Luís Ricardo Schwengber, sob
Utilização do montador Daedalus. O montador e os simuladores Formatos de instruções
Utilização do montador Daedalus O montador e os simuladores Formatos de instruções 1 O montador Daedulus! Desenvolvido para os simuladores Ahmes, Ramses e Cesar! Simuladores possuem arquiteturas distintas!
Estruturas de Repetição
Algoritmos e Estruturas de Dados I (DCC/003) Estruturas de Repetição Aula Tópico 4 (while, for) 1 Problema 10 Suponha que soma (+) e subtração (-) são as únicas operações disponíveis em C. Dados dois números
Introdução à Programação
Programação de Computadores Introdução à Programação Prof. Helton Fábio de Matos [email protected] Agenda Algoritmo & Programa Variáveis Declaração de tipos Comando de entrada ou de leitura Comando de
Universidade Federal de Uberlândia Faculdade de Computação. Linguagem C: ponteiros e alocação dinâmica
Universidade Federal de Uberlândia Faculdade de Computação Linguagem C: ponteiros e alocação dinâmica Prof. Renato Pimentel 1 Ponteiros 2 Prof. Renato Pimentel 1 Ponteiros: introdução Toda a informação
Exercícios: Vetores e Matrizes
Universidade Federal de Uberlândia - UFU Faculdade de Computação - FACOM Lista de exercícios de programação em linguagem C Exercícios: Vetores e Matrizes 1 Vetores 1. Faça um programa que possua um vetor
cadeia de caracteres (string) INF Programação I Prof. Roberto Azevedo
cadeia de caracteres (string) INF1005 -- Programação I -- 2016.1 Prof. Roberto Azevedo [email protected] cadeia de caracteres (string) tópicos caracteres cadeia de caracteres referência Capítulo
ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA DE TOMAR DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA INFORMÁTICA 2006/2007
ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA DE TOMAR DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA INFORMÁTICA INTRODUÇÃO À PROGRAMAÇÃO (ENG. INFORMÁTICA) COMPUTADORES E PROGRAMAÇÃO I (ENG. ELECTROTÉCNICA) 2006/2007 TRABALHO PRÁTICO Nº
FORMATO DO PROGRAMA FONTE
FORMATO DO PROGRAMA FONTE As declarações do programa fonte são constituídas pelos seguintes campos: 1) Campo do Rótulo: o primeiro caractere deve ser alfabético
Schaeffler Online. Manual de Operação
Schaeffler Online Manual de Operação 1 Índice 1. Solicitação de Novo Usuário...3 2. Recuperação de Senha...4 3. Login...5 4. Tela Inicial do Schaeffler Online...6 5. Cadastro de Pedidos...7 5.1. Cabeçalho
1ª Lista de Exercícios
Universidade Federal do Rio de Janeiro Data: 26/04/05 Disciplina: Computação I 1ª Lista de Exercícios 1) Faça um programa, em pseudo-código, que peça ao usuário que informe n números reais e então calcule
Programação I A Linguagem C. Prof. Carlos Alberto
Programação I A Linguagem C Prof. Carlos Alberto [email protected] [email protected] 2 Origem A linguagem C foi desenvolvida em 1972, nos Laboratórios Bell, por Dennis Ritchie. Implementada
Programação II. Aula 3
Programação II Aula 3 Algoritmo Algoritmo: REVISÃO qualquer procedimento bem definido que toma algum valor como entrada e produz algum valor como saída. Técnica de refinamentos sucessivos: dividir um processo
Caracteres e Cadeias de Caracteres
Caracteres e Cadeias de Caracteres INF1005 Programação I Prof. Hélio Lopes [email protected] sala 408 RDC 1 caracteres e cadeias de caracteres tópicos caracteres cadeias de caracteres (strings) vetor
Organização de Computadores I
Organização de Computadores I Aula 2 Material: Diego Passos http://www.ic.uff.br/~debora/orgcomp/pdf/parte2.pdf Organização de Computadores I Aula 2 1/29 Tópicos de Computação. de um Sistema de Computação..
CCO 016 / COM 110 Fundamentos de Programação
CCO 016 / COM 110 Fundamentos de Programação Prof. Roberto Affonso da Costa Junior Universidade Federal de Itajubá AULA 05 Entrada de dados Leia scanf Entrada dos dados Entrada de dados compreende a operação
INF 1620 Estruturas de Dados Semestre Segundo Trabalho: Jogo de Caça-Palavras
INF 1620 Estruturas de Dados Semestre 08.2 Segundo Trabalho: Jogo de Caça-Palavras O jogo de caça-palavras é um passatempo que consiste em descobrir palavras escondidas entre um conjunto de letras espalhadas
Disciplina de Algoritmos e Programação
Disciplina de Algoritmos e Programação Aula Passada Prática com declaração e inicialização de variáveis Capacidade de representação (estouro de representação) Tamanho ocupado pela variável na memória (comando
Capítulo 2 Livro do Mário Monteiro Componentes Representação das informações. Medidas de desempenho
Capítulo 2 Livro do Mário Monteiro Componentes Representação das informações Bit, Caractere, Byte e Palavra Conceito de Arquivos e Registros Medidas de desempenho http://www.ic.uff.br/~debora/fac! 1 2
Calc. Interface, Formatação e Cálculos
Calc Interface, Formatação e Cálculos INTERFACE Tal como no Writer, a Interface do Calc composta pela organização dos menus e atalhos que compõem o programa, que dão acesso às suas funcionalidades. É interessante
Introdução à Programação. Introdução a Linguagem C. Prof. José Honorato F. Nunes
Introdução à Programação Introdução a Linguagem C Prof. José Honorato F. Nunes [email protected] Resumo da aula Introdução Variáveis Tipos de dados Operadores e Expressões: Operadores
Introdução à Computação II (Noturno) BCC Unesp Rio Claro/SP 2015 em PDF via Moodle: Escolha apenas 5 exercícios para entrega Exercício 01 (Pilhas)
Introdução à Computação II (Noturno) BCC Unesp Rio Claro/SP 2015 Lista Obrigatória 02 - Prof. Rafael Oliveira (Deve ser entregue em PDF via Moodle: Escolha apenas 5 exercícios para entrega) Exercício 01
Manual do Sistema de Inscrições para o 23º SIICUSP. Pró-Reitoria de Pesquisa
Manual do Sistema de Inscrições para o 23º SIICUSP Pró-Reitoria de Pesquisa 2015 1 Índice 1. Acesso de Aluno I. Cadastro de Aluno Externo...3 II. Cadastro de Aluno USP sem cadastro no Atena...6 III. Acesso
Manual de Integração Web Service Administradora de Cartões
Manual de Integração Web Service Administradora de Cartões 1. INTRODUÇÃO Este manual tem como objetivo apresentar as especificações e critérios técnicos necessários para utilização do Web Service disponibilizado
Arquitetura de Computadores. Conjunto de Instruções
Arquitetura de Computadores Conjunto de Instruções Arquitetura do Conjunto das Instruções ISA (Instruction Set Architecture) Traduz para uma linguagem intermediária (ISA) os vários programas em diversas
Desenvolvimento de programas. Análise do problema. Análise do problema. Análise do problema. Desenvolvimento do algoritmo. Codificação do programa
Desenvolvimento de programas 1 Análise do problema Desenvolvimento do algoritmo Codificação do programa Compilação e execução Teste e depuração Análise do problema 2 Conhecer exatamente o que o problema
Questão 1. Nome para o arquivo fonte questao1.c
Questão 1 Nome para o arquivo fonte questao1.c Construa um programa, na linguagem de programação C, que receba através da entrada padrão um número natural, o qual indicará quantas operações de divisão
Estrutura de um Algoritmo, Variáveis, Comandos de Entrada e Saída e Expressões Aritméticas
Estrutura de um Algoritmo, Variáveis, Comandos de Entrada e Saída e Expressões Aritméticas Estrutura de um Programa em Linguagem Algorítmica Nesse curso nós vamos utilizar a linguagem algorítmica para
4ª Lista de Exercícios de Programação I
4ª Lista de Exercícios de Programação I Instrução As questões devem ser implementadas em C. 1. Faça um algoritmo que leia 10 valores inteiros armazenando-os em um vetor e depois calcule a soma dos valores
Algoritmos e Estrutura de Dados I Conceitos de Algoritmos. Prof. Elyssandro Piffer
Algoritmos e Estrutura de Dados I Conceitos de Algoritmos Prof. Elyssandro Piffer CONCEITO DE ALGORITMO O computador pode auxiliar em muitas tarefas, contudo ele não possui independência, não é inteligente,
Linguagem C: Introdução
Linguagem C: Introdução Linguagem C É uma Linguagem de programação genérica que é utilizada para a criação de programas diversos como: Processadores de texto Planilhas eletrônicas Sistemas operacionais
Manual do Simulador de Gerenciamento de Memória
FACULDADE DE FILOSOFIA, CIÊNCIAS E LETRAS DE RIBEIRÃO PRETO UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Manual do Simulador de Gerenciamento de Memória Prof. Dr. Cléver Ricardo Guareis de Farias 1. Simulador de Gerenciamento
INF 1007 Programação II Semestre 09.2
INF 1007 Programação II Semestre 09.2 Trabalho 1: Logodesafio O Logodesafio é um passatempo que exercita o conhecimento léxico dos participantes, consistindo em formar palavras a partir de um conjunto
WebSIGOM gerência de vales transportes pela Internet
WebSIGOM gerência de vales transportes pela Internet NOTA: Procedimentos de utilização pela empresa cliente 1. Ao acessar a página do WebSIGOM, através do Internet Explorer, preencha o campo Login. 2.
Professor Mauricio Lederer Algoritmos. Entrada e saída de dados
Entrada Algoritmos Entrada e saída de dados Muitas vezes, um algoritmo, para que possa trabalhar, precisa de dados de entrada informados pelo usuário, porque nem sempre é necessário ter esse tipo de dados.
CONJUNTO DE INSTRUÇÕES
CONJUNTO DE INSTRUÇÕES 1 CARACTERÍSTICAS DE INSTRUÇÕES DE MÁQUINA Quando um programador usa uma linguagem de alto-nível, como C, muito pouco da arquitetura da máquina é visível. O usuário que deseja programar
CAP. IX - MANIPULAÇÃO DE ARQUIVOS Generalidades sobre Arquivos. 9.2 Abertura e Fechamento de Arquivos. Operações com arquivos:
CAP. IX - MANIPULAÇÃO DE ARQUIVOS 9.1 Generalidades sobre arquivos 9.2 Abertura e fechamento de arquivos 9.3 Arquivos textos e arquivos binários 9.4 Leitura e escrita em arquivos binários 9.5 Procura direta
Lógica de Programação Módulo I Prof.: Ricardo Lokchin. Fazer os exercícios abaixo na Linguagem C ou em ALGORITMOS.
Curso Superior de Tecnologia em Sistemas para Internet a Distância Instituto Federal Sul-rio-grandense - IFSUL Sistema Universidade Aberta do Brasil UAB Núcleo de Produção de Tecnologia e Ensino - NPTE
Estrutura de Dados Básica
Estrutura de Dados Básica Professor: Osvaldo Kotaro Takai. Aula 5: Registros O objetivo desta aula é apresentar os tipos de dados definidos pelo programador, bem como exibir usos comuns desses tipos de
Algoritmos e Estruturas de Dados I (DCC/003) Estruturas Condicionais e de Repetição
Algoritmos e Estruturas de Dados I (DCC/003) Estruturas Condicionais e de Repetição 1 Comando while Deseja-se calcular o valor de: 1 + 2 + 3 +... + N. Observação: não sabemos, a priori, quantos termos
Capítulo 10. MATRIZES
Capítulo 10. MATRIZES OBJETIVOS DO CAPÍTULO Conceitos de: conjunto multidimensional (matriz), ciclo implícito, ciclo duplo Comandos do FORTRAN: DIMENSION(:,:), MATMUL 10.1 programa10a.f90 Para inicializar
4ª Lista de Exercícios de Programação I
4ª Lista de Exercícios de Programação I Instrução As questões devem ser implementadas em C. 1. Faça um algoritmo que leia 10 valores inteiros armazenando-os em um vetor e depois calcule a soma dos valores
Aula 4 Introdução ao C
Considere o nosso MSC. O Processador Central, entende o conjunto de instruções, leia, imprima, atribuição e condicional e com ela resolvemos vários problemas, construindo vários algoritmos. As instruções
SISTEMA DE ENVIO DE CORREÇÃO DE PROVAS
CENTRO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA CEAD SISTEMA DE ENVIO DE CORREÇÃO DE PROVAS O Sistema de Envio de Correção de Provas foi desenvolvido com o intuído de centralizar as provas em um sistema informatizado e
1 Criando tabelas de produtos com funções de procura
1 Criando tabelas de produtos com funções de procura Em determinado período estipulado por seu departamento, é necessário analisar o relatório de vendas e determinar quais produtos foram um sucesso de
NEANDERWIN. Algumas características do processador Neander são:
NEANDERWIN O NeanderWin é um simulador da máquina Neander, definida no livro do Raul F. Weber (UFRGS), Fundamentos de Arquitetura de Computadores, Ed. Sagra Luzzatto. A máquina original foi estendida aqui
Tratamento de Caracteres
Tratamento de Caracteres Notas de Aula Prof. Francisco Rapchan www.geocities.com/chicorapchan A tabela ASCII Se os computadores manipulam apenas números, como eles podem armazenar os caracteres de um nome
Especificação do Trabalho Prático
Especificação do Trabalho Prático O trabalho prático da disciplina consiste em desenvolver um programa utilizando a linguagem de programação C. A seguir, encontram-se a descrição do problema, a forma de
BCC Introdu c ao ` a Programa c ao Portugol Guillermo C amara-ch avez UFOP 1/35
BCC 201 - Introdução à Programação Portugol Guillermo Cámara-Chávez UFOP 1/35 Introdução I Lógica A lógica é usada no dia a dia das pessoas que trabalham com computação para solucionar problemas de forma
GEQ Prof. Paulo R. Coelho. Lista para prova
GEQ007 2013 Prof. Paulo R. Coelho Lista para prova 7. Defina uma estrutura empregado para armazenar nome, data de nascimento, idade e salário de um empregado de uma empresa. Leia informações sobre 10 empregados
FUNDAMENTOS DE ARQUITETURAS DE COMPUTADORES SISTEMAS DE COMPUTAÇÃO. Cristina Boeres
FUNDAMENTOS DE ARQUITETURAS DE COMPUTADORES SISTEMAS DE COMPUTAÇÃO Cristina Boeres Sistema de Computação! Conjunto de componentes integrados com o objetivo de manipular dados e gerar informações úteis.
Algoritmos. Algoritmos e Linguagem de Programação - Prof Carlos Vetorazzi
Algoritmos Algoritmos e Linguagem de Programação - Prof Carlos Vetorazzi Conceitos Linhas de Código de um Algoritmo ou Programa escrita do programa linha a linha, ou seja, a sintaxe do programa, podendo-se
MANUAL DO MÓDULO SUPRIMENTOS CONTROLLER
MANUAL DO MÓDULO SUPRIMENTOS CONTROLLER Objetivo da Rotina: - Realizar a solicitação de produtos e/ou serviços através do software Controller, por meio de requisição interna. Descrição da Rotina: - O colaborador
INF PROGRAMAÇÃO II LISTA DE EXERCÍCIOS DE REVISÃO
INF1007 - PROGRAMAÇÃO II LISTA DE EXERCÍCIOS DE REVISÃO 1. Implemente uma função chamada calcula_circulo que calcule a área e a circunferência de um círculo de raio r. A função deve obedecer ao seguinte
INFORMÁTICA PARA ENGENHARIA INTRODUÇÃO À ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES. Prof. Dr. Daniel Caetano
INFORMÁTICA PARA ENGENHARIA INTRODUÇÃO À ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES Prof. Dr. Daniel Caetano 2018-2 Objetivos Apresentar o funcionamento do computador Apresentar a função da memória e dispositivos de
Módulo 5 Vetores e Alocação Dinâmica
Estruturas de Dados Módulo 5 Vetores e Alocação Dinâmica 1/9/2005 (c) Dept. Informática - PUC-Rio 1 Referências Waldemar Celes, Renato Cerqueira, José Lucas Rangel, Introdução a Estruturas de Dados, Editora
Programação: Vetores
Programação de Computadores I Aula 09 Programação: Vetores José Romildo Malaquias Departamento de Computação Universidade Federal de Ouro Preto 2011-1 1/62 Motivação Problema Faça um programa que leia
Questão 1 Exemplo de execução 1 (com N=6): Exemplo de execução 2 (com N=4):
CI240 Fundamentos de Programação Nome: Instruções para a prova A prova é sem consulta; A prova dura 1 hora e 40 minutos; Esta folha de enunciados deverá ser entregue ao professor junto com a folha de respostas;
LÓGICA DE PROGRAMAÇÃO. Algoritmos Computacionais. Sérgio Carlos Portari Júnior
LÓGICA DE PROGRAMAÇÃO Algoritmos Computacionais Sérgio Carlos Portari Júnior [email protected] Tópicos abordados Algoritmos Computacionais Estrutura de Dados Tipos Primitivos Constantes Variáveis
Registros, Vetores e Matrizes
Registros, Vetores e Matrizes Lista de Exercícios - 05 Algoritmos e Linguagens de Programação Professor: Edwar Saliba Júnior 1) Elabore um algoritmo que leia 10 números inteiros digitados pelo usuário
ISS Eletrônico. Formato de Arquivos para Transmissão de Documentos Declarados
ISS Eletrônico Formato de Arquivos para Transmissão de Documentos Declarados Caro contribuinte. A transmissão de arquivos é uma facilidade fornecida pelo sistema de ISS Eletrônico onde as informações referentes
Introdução a Programação. Curso: Sistemas de Informação Programação I José R. Merlin
Introdução a Programação Curso: Sistemas de Informação Programação I José R. Merlin Programas Programas são instruções para o computador executar uma tarefa Estas instruções seguem uma lógica Lógica: modo
Algoritmos e Introdução à Programação. Lógica e Linguagem de Programação
Algoritmos e Introdução à Programação Lógica e Linguagem de Programação Prof. José Honorato Ferreira Nunes [email protected] http://softwarelivre.org/zenorato/honoratonunes Linguagem C Prof.
Escrito por: Bruno Geronimo da Silva. Integrando XML usando o Icarus
Escrito por: Bruno Geronimo da Silva Integrando XML usando o Icarus Sumário Enviando o XML para Leitura s e Alertas durante a Integração s Não foi selecionado nenhum arquivo Só são permitidos arquivos
