RESOLUÇÃO nº 03/2016 COMED/Maceió

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "RESOLUÇÃO nº 03/2016 COMED/Maceió"

Transcrição

1 RESOLUÇÃO nº 03/2016 COMED/Maceió EMENTA: Dispõe sobre a organização e o funcionamento do Ensino Fundamental na modalidade da Educação de Jovens, Adultos e Idosos EJAI, a ser ofertada pelas Unidades Escolares da Rede Municipal de Ensino de Maceió/AL. O CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE MACEIÓ, no uso de suas atribuições e prerrogativas que lhe confere a legislação em vigor, considerando: a Constituição da República Federativa do Brasil de 05 de outubro de 1988, nos artigos 205 a 214 do Capítulo III (DA EDUCAÇÃO, DA CULTURA E DO DESPORTO), Seção I (DA EDUCAÇÃO); a Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990, que dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente e dá outras providências; a Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional; o Parecer CNE/CEB nº 1, de 10 de maio de 2000 e a Resolução CNE/CEB nº 1, de 5 de julho de 2000, que estabelece as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação de Jovens e Adultos; a Lei nº de 1º de outubro de 2003, que dispõe sobre o Estatuto do Idoso e dá outras providências; o Parecer CNE/CEB nº 6, de 7 abril de 2010 e a Resolução CNE/CEB nº 3 de 15 de junho de 2010, que institui Diretrizes Operacionais para a Educação de Jovens e Adultos nos aspectos relativos à duração dos cursos e idade mínima para ingresso nos cursos de EJA; idade mínima e certificação nos exames de EJA; e Educação de Jovens e Adultos desenvolvida por meio da Educação a Distância; a Lei nº , de 25 de junho de 2014, que aprova o Plano Nacional de Educação - PNE e dá outras providências; a Lei nº de 6 de julho de 2015 Institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência; a Lei nº 6.493, de 23 de novembro de 2015, que aprova o Plano Municipal de Educação PME de Maceió, RESOLVE: CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º Regulamentar o funcionamento do Ensino Fundamental, na modalidade da Educação de Jovens, Adultos e Idosos EJAI, assegurando sua oferta, estrutura, organização, planejamento e avaliação, nas unidades escolares da Rede Municipal de Ensino de Maceió. 1º O Poder Público Municipal garantirá a oferta gratuita da EJAI, de acordo com sua responsabilidade. 2º O Poder Público Municipal deverá, através do Departamento de Educação de Jovens, Adultos e Idosos, criar condições para articular os programas que atendem ao público com o perfil da EJAI, visando a ações intersetoriais, realizadas entre a escola e os demais serviços públicos de saúde, assistência social, trabalho e outros necessários para o desenvolvimento integral dos estudantes. 3º O Poder Público Municipal garantirá a oferta da EJAI nos períodos diurno e noturno.

2 Art. 2º A Educação de Jovens, Adultos e Idosos EJAI é destinada à população na faixa etária a partir de 15 (quinze) anos que, historicamente, não tiveram acesso à escola ou interromperam seus estudos formais, porque nela não puderam permanecer, trazendo consigo as marcas perversas de exclusão social, materializadas em negação de direitos básicos da vida. 1º O Poder Público Municipal efetuará, a cada 03 (três) anos, o recenseamento e a chamada pública da população maceioense de 15 anos ou mais, que não concluíram o Ensino Fundamental, conforme o 1º, art. 5º da Lei nº 9.394/1996 e em atendimento à Meta 3, Estratégia 3.3 da Lei nº 6.493/ º O Poder Público Municipal de Maceió adotará medidas que visem garantir o acesso e a permanência dos estudantes da EJAI no processo da escolarização com continuidade, por meio da oferta de serviços e recursos. CAPÍTULO II DA MATRÍCULA Art. 3º A matrícula dos estudantes, na EJAI, poderá ocorrer em qualquer época do ano, desde que a unidade de ensino tenha vagas nas turmas. 1º É garantido, aos estudantes com deficiências e transtornos globais de desenvolvimento que não realizam, com independência, as atividades de locomoção, higiene e alimentação, profissional de apoio escolar, mediante comprovação. 2º Para a efetivação da matrícula nos Anos Iniciais e nos Anos Finais, os candidatos com a idade de 15 anos completos, até 31 de março, deverão apresentar documento de identificação e comprovante de escolarização. Em caso da não comprovação de escolaridade, o candidato deverá ser avaliado pela instituição de ensino que, após comprovação dos conhecimentos adquiridos, poderá efetuar sua matrícula na fase adequada, conforme a Resolução COMED/Maceió nº 01/ º A matrícula poderá ser efetivada, ao longo do ano letivo, mesmo que decorridos os 75% das aulas. Compete à coordenação pedagógica a orientação e o esclarecimento da permanência do estudante, na escola, e da possibilidade de sua reclassificação no ano subsequente. 4º A matrícula será garantida, a qualquer tempo, aos jovens, adultos e idosos, na modalidade EJAI, em situação de itinerância, àqueles pertencentes a grupos sociais que vivem em tal condição, por motivos culturais, políticos, econômicos, de saúde, tais como: ciganos, indígenas, povos nômades, trabalhadores itinerantes, acampados, circenses, artistas e/ou trabalhadores de parques de diversão, de teatro mambembe, dentre outros. 5º Em consonância com a Resolução CNE/CEB nº 03/2010, a Certificação de EJA deve ser competência do Sistema Municipal de Ensino. CAPÍTULO III DA ESTRUTURA PEDAGÓGICA Art. 4º A oferta da EJAI, modalidade da Educação Básica, organizar-se-á, adequando-se às especificidades e às necessidades dos estudantes, nos termos do artigo 23 da Lei n.º 9.394/96. 1º A oferta, conforme o caput deste artigo, será garantida por meio de cursos sistemáticos nas unidades escolares da Rede Municipal de Ensino de Maceió, de forma presencial, em todos os turnos e/ou em termos de reconhecimento e validação de saberes; os anos finais, de forma presencial.

3 2º O Poder Público Municipal garantirá o acesso e a permanência do estudante da EJAI na escola, mediante ações intersetoriais, realizadas entre a escola com os demais serviços públicos de saúde, assistência social, trabalho e outros necessários para o desenvolvimento integral dos estudantes. Art. 5º A EJAI, modalidade da Educação Básica, ofertada de forma sistemática, com avaliação no processo, terá os seguintes parâmetros mínimos: I Os anos iniciais da EJAI, correspondentes aos anos iniciais do Ensino Fundamental, terão uma carga horária mínima de horas, distribuídas, didaticamente, na 1ª, 2ª e 3ª fases, sendo, no mínimo, 600 horas em cada. II Os anos finais da EJAI, correspondentes aos anos finais do Ensino Fundamental, terão uma carga horária mínima de horas, distribuídas, didaticamente, na 4ª, 5ª e 6ª fases, sendo, no mínimo, 600 horas em cada. 1º A Secretaria Municipal de Educação de Maceió ofertará cursos de formação inicial e continuada ou qualificação profissional aos estudantes da EJAI, nos termos do Art. 39 da Lei nº 9.394/1996. Para esta oferta será utilizado não mais que um terço (1/3) da carga horária de cada uma das fases. 2º Constituem cursos de formação inicial e continuada ou qualificação profissional os que objetivam o conhecimento do mundo do trabalho, mediante a capacitação, o aperfeiçoamento e a especialização, em todos os níveis de escolaridade, nas áreas da educação profissional e tecnológica. 3º Os cursos de formação inicial e continuada ou qualificação profissional terão, como ponto de partida, o estudante, percebido nas suas múltiplas dimensões das quais se destaca a sua identidade como jovens, adultos e idosos, trabalhadores e cidadãos, que se firmam a partir dos referenciais de espaço, tempo e diversidades, de classe, gênero, raça, etnia, geração, constituídas por categorias que se entrelaçam na vida social, mulheres, afrodescendentes, indígenas, pessoas com deficiência, população do campo, de diferentes orientações sexuais, sujeitos albergados, em situação de rua, em privação de liberdade. 4º Os cursos de formação inicial e continuada ou qualificação profissional, a serem ofertados pela Secretaria Municipal de Educação, podem resultar de iniciativas próprias ou de parcerias firmadas com instituições públicas, serviços nacionais de aprendizagem, empresas privadas, fundações, ONGs, entre outras, respeitando-se a legislação em vigor. Art. 6º A unidade escolar da Rede Municipal de Ensino que oferta EJAI deve assegurar, na sua proposta pedagógica, a fundamentação com base nas Diretrizes Curriculares Nacionais da EJA, em consonância com os princípios éticos, políticos, religiosos, sociais e pedagógicos, bem como a distribuição dos componentes curriculares, articulando-se com as orientações curriculares da EJAI da SEMED. Art. 7º A Proposta Pedagógica da EJAI deve fundamentar-se na concepção inclusiva emancipadora e libertadora que valorize a diversidade, o saber popular sem negar o conhecimento científico, favorecendo as unidades escolares a desenvolverem uma prática inovadora, numa perspectiva da criticidade e da autonomia; I Estratégias pedagógicas para reconhecimento da realidade dos estudantes; II Ressignificação crítica dos saberes dos estudantes; III Reconhecimento dos saberes dos estudantes; IV Elaboração de planejamentos interdisciplinares e multidisciplinar; V Utilização de estratégias metodológicas dialógicas e adaptações das atividades de aprendizagem às especificidades dos estudantes com deficiência;

4 VI Atividades avaliativas dispostas à aprendizagem dos estudantes e adaptações das atividades de aprendizagem às especificidades dos estudantes com deficiência. Art. 8º A organização curricular na EJAI estará articulada à Base Nacional Comum, assim como a Parte Diversificada, considerando os aspectos da vida, os princípios pedagógicos da interdisciplinaridade, a contextualização dos conhecimentos e o mundo do trabalho. I Para os Anos Iniciais: a) Área de Linguagem, Códigos e suas Tecnologias, composta pelos componentes curriculares: Língua Portuguesa; Artes; Educação Física; b) Área de Ciências da Natureza e suas Tecnologias; c) Área de Matemática e suas Tecnologias; d) Área de Ciências Humanas e suas Tecnologias, composta pelos componentes curriculares: História; Geografia; e) Área do Ensino Religioso. II Para os Anos Finais: a) Área de Linguagem, Códigos e suas Tecnologias, composta pelos componentes curriculares: Língua Portuguesa; Língua Estrangeira; Artes; Educação Física; b) Área de Ciências da Natureza e suas Tecnologias; c) Área de Matemática e suas Tecnologias; d) Área de Ciências Humanas e suas Tecnologias, composta pelos componentes curriculares: História; Geografia; Trabalho e Educação; e) Área do Ensino Religioso. 1º O ensino fundamental, na modalidade EJAI deve ser ministrado em Língua Portuguesa, assegurada, também, às comunidades indígenas e às surdas, assim como a utilização de suas línguas maternas e processos próprios de aprendizagem. 2º O Ensino da Arte, constituído pelas linguagens artes visuais, dança, música e teatro, especialmente em suas expressões regionais, constituirá componente curricular obrigatório nos diversos níveis da educação básica, de forma a promover o desenvolvimento cultural dos alunos, conforme as Leis nº /2010 e nº / º A Educação Física, componente curricular obrigatório, integra o projeto político pedagógico da escola, garantida a dispensa ao/a estudante, nos termos da Lei /2003 e Resolução COMED/Maceió nº 02/2016 4º A História e as Culturas Indígena e Afro-brasileira, presentes, obrigatoriamente, nos conteúdos desenvolvidos no âmbito de todo o currículo escolar, assim como História da África deverão assegurar o conhecimento e reconhecimento desses povos para a constituição da nação, conforme a Lei nº /2008 e a Resolução COMED/Maceió nº 02/ º O Ensino Religioso, de matrícula facultativa ao/à estudante, é parte integrante da formação básica do/a cidadão/ã e constitui área de conhecimento obrigatório, assegurado o respeito à diversidade

5 cultural e religiosa do Brasil e vedadas quaisquer formas de proselitismo, conforme Lei nº 9.475/1997 e a Resolução COMED/Maceió nº02/ º O ensino de uma Língua Estrangeira Moderna, de oferta obrigatória pela escola, será incluso no currículo, a partir dos anos finais da EJAI, cuja escolha ficará a cargo da Rede Municipal de Ensino, dentro das possibilidades do Sistema. 7º A Proposta Pedagógica deverá ser organizada para atender aos estudantes com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação, garantindo o atendimento educacional especializado, conforme a Resolução COMED/Maceió nº 01/ º No caso específico do/a estudante com surdez, a proposta pedagógica deve orientar-se por uma perspectiva de educação inclusiva e bilíngue, em que a Língua Brasileira de Sinais deve ser considerada como 1ª língua e a Língua Portuguesa, em sua modalidade escrita, como 2ª língua. 9º Aos estudantes com baixa visão e cegueira é garantido o direito à adaptação de textos e livros em letras e imagens ampliadas, uso de recursos ópticos e não-ópticos, como também a transcrição do texto para o Braille, conforme suas necessidades. Art.9º Terão tratamento, transversal e integradamente, permeando todo o currículo, atendendo o que determina a legislação nacional para os componentes curriculares obrigatórios, os seguintes temas: a Educação Alimentar e Nutricional; o processo de envelhecimento, respeito e valorização do idoso, de forma a eliminar o preconceito e a produzir conhecimentos sobre a matéria; os princípios da proteção e defesa civil a Educação Ambiental; a Educação para o Trânsito; a Educação em Direitos Humanos e exibição de filmes de produção nacional. CAPÍTULO IV DO FUNCIONAMENTO Art.10 A hora-aula, estabelecida para a EJAI, será de acordo com as orientações do Conselho Nacional de Educação, contidas no Parecer CNE/CEB nº 08/2004, que determina a contabilização da hora de 60 (sessenta) minutos para cálculo do conjunto das atividades de aula, desenvolvidas com os estudantes. Art.11 A organização das turmas deverá obedecer ao que é estabelecido na Resolução COMED/Maceió nº 01/2014. CAPÍTULO V DA AVALIAÇÃO Art.12 As orientações para o processo de avaliação da aprendizagem, na modalidade da EJAI, pautadas na perspectiva educacional crítico-libertadora. 1º Os/As estudantes da Educação de Jovens, Adultos e Idosos EJAI podem avançar, nas suas trajetórias de estudos, entre as fases, mediante avaliação processual e reclassificação de estudos, nos termos da Resolução COMED/Maceió nº01/ º A Avaliação da Aprendizagem do estudante da EJAI deverá contemplar na sua organização e desenvolvimento: I as práticas avaliativas firmadas no interesse primordial, emancipador e libertador para a formação crítica dos estudantes, conforme documento norteador do DEJAI; II a dimensão humana dos estudantes para além dos aspectos escolares e cognitivos por meio da

6 pesquisa participativa; III o diagnóstico dos saberes acumulados dos estudantes para a organização do processo de ensino dos docentes; IV a avaliação contínua, somativa e processual para acompanhamento da aprendizagem e na valorização das potencialidades dos estudantes; V a avaliação da aprendizagem deverá garantir condições de acessibilidade para os estudantes com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação, como provas com tempo de duração mais prolongada, material em braile ou fonte ampliada, ledores, tradutor/intérprete de Libras, tecnologias assistivas, entre outros; VI a utilização do diário de classe, parecer descritivo, caderno de registro, atas semestrais dos conselhos de classe como instrumentos avaliativos de registros do percurso da aprendizagem dos estudantes; VII o processo de classificação e reclassificação como forma de promover os estudantes conforme determinado na Resolução COMED/Maceió nº 01/ º A avaliação do processo de ensino e aprendizagem na EJAI tem como objetivo a promoção do estudante, considerando suas vulnerabilidades, potencialidades e avanços no processo educativo, baseada nos critérios abaixo: I A frequência mínima de 75% do total de horas previstas em Lei; II O resultado da avaliação da aprendizagem deve ser expresso por meio de pareceres descritivos, em todas as fases, bem como os conceitos de avanço (A) e permanência (P) e/ou notas; III Na 1ª fase: progressão continuada, não há retenção do/a estudante; IV Na 2ª, 3ª, 4ª, 5ª e 6ª fases: pode haver retenção, caso o/a estudante não desenvolva as aprendizagens previstas. V Na 1ª e 2ª fases, o resultado deverá ser registrado por meio de parecer descritivo e conceitos, de cada estudante, elaborado por área de conhecimento; VI Na 3ª fase, última fase dos Anos Iniciais, o aproveitamento da aprendizagem será expresso por meio de parecer descritivo e notas, de cada estudante, elaborado por área de conhecimento, sendo considerado para efeito de aprovação média igual ou superior a 6,0 (seis); VII Na 4ª e 5ª fases o resultado deverá ser registrado por meio de parecer descritivo e conceitos, de cada estudante, elaborado coletivamente por área de conhecimento; VIII Na 6ª fase, última fase dos Anos Finais, o aproveitamento da aprendizagem será expresso por meio de parecer descritivo e notas, de cada estudante, elaborado coletivamente por área de conhecimento, considerando-se, para efeito de aprovação, média igual ou superior a 6,0 (seis); IX As notas deverão ser expressas por meio de uma escala de 0 (zero) a 10 (dez), com arredondamento de 5 (cinco) em 5 (cinco) décimos, sempre para maior, em cada momento da avaliação. X Na EJAI, os estudantes com deficiências, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação, serão avaliados por meio de parecer descritivo, conceito e/ou nota, considerando a regulamentação específica da educação especial. Art.13 A avaliação, para aproveitamento de conhecimentos adquiridos por meios formais ou informais, classificará o/a estudante para qualquer uma das fases. Resolução COMED/Maceió nº 01/2006. Parágrafo único. O aproveitamento de estudos, devidamente registrado no Projeto Político Pedagógico e no Regimento Escolar, pode ser de duas formas: I Estudos formais, mediante a apresentação de documentos comprobatórios de escolaridade; II Estudos informais, mediante a avaliação feita pela escola, através do processo de classificação, que defina o grau de desenvolvimento e experiência do candidato, permitindo sua matrícula em uma das fases, conforme orientações da legislação vigente.

7 Art.14 Os/As estudantes da Educação de Jovens, Adultos e Idosos EJAI podem avançar nas suas trajetórias de estudos entre as fases, mediante avaliação processual e reclassificação de estudos, nos termos da Resolução COMED/Maceió nº01/2006. CAPÍTULO VI DOS PROFISSIONAIS Art.15 Os/As professores/as que atuam na EJAI, deverão possuir formação, conforme as exigências da legislação nacional. Parágrafo único. Cabe à Secretaria Municipal de Educação de Maceió, por meio do Departamento de Educação de Jovens, Adultos e Idosos- DEJAI, promover a formação continuada e permanente dos profissionais envolvidos com a EJAI, de modo a contemplar as especificidades do trabalho educativo nessa modalidade de ensino. Art.16 Os Coordenadores Pedagógicos que atuam na EJAI deverão ser portadores de diploma de licenciatura em Pedagogia ou com pós-graduação na área; dois anos de experiência comprovada em turmas da EJA e ter participação legitimada na formação continuada e permanente da SEMED e/ou outras instituições públicas, mediante aprovação do Departamento de Educação de Jovens, Adultos e Idosos DEJAI. CAPÍTULO VII DAS DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS Art.17 O Poder Público Municipal deverá garantir, num prazo de 4 (quatro) anos, o atendimento educacional à população de 15 aos 17 anos, na etapa do ensino fundamental. Parágrafo único. Cumprido este prazo, a EJAI, no município de Maceió, atenderá à população a partir de 18 anos. Art.18 O Poder Público Municipal assegurará a permanência dos estudantes jovens, adultos e idosos, mediante políticas e ações integradas e complementares entre si, considerando as necessidades educacionais especiais no processo de aprendizagem dos estudantes que apresentam transtornos ou dificuldades de aprendizagem. CAPÍTULO VIII DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art.19 Esta Resolução considera a atual estrutura organizacional da Secretaria Municipal de Educação de Maceió. Art.20 Os casos não previstos nesta Resolução serão decididos pelo Conselho Municipal de Educação de Maceió. Art.21 Esta Resolução entrará em vigor a partir da data de sua homologação e publicação no Diário Oficial do Município de Maceió, revogadas as disposições em contrário. Pleno do Conselho Municipal de Educação de Maceió-COMED, aos 21 de junho de Prof. Dr. JAILTON DE SOUZA LIRA Presidente do COMED/Maceió

PORTARIA Nº 01 DE 02 DE JANEIRO DE 2018

PORTARIA Nº 01 DE 02 DE JANEIRO DE 2018 SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PORTARIA Nº 01 DE 02 DE JANEIRO DE 2018 Dispõe sobre normas, procedimentos e cronograma para a realização de matrículas na Educação Básica da Rede Municipal de Ensino de Santa Inês/BA,

Leia mais

EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NO PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO

EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NO PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NO PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO Meta 8. Elevar a escolaridade média da população de 18 (dezoito) anos ou mais, de modo a alcançar, no mínimo, 12 (doze) anos de estudo no último

Leia mais

Estado do Rio Grande do Sul Conselho Municipal de Educação - CME Venâncio Aires

Estado do Rio Grande do Sul Conselho Municipal de Educação - CME Venâncio Aires Estado do Rio Grande do Sul Conselho Municipal de Educação - CME Venâncio Aires Resolução Nº 01, de 12 de dezembro de 2012. Fixa Normas e Diretrizes Operacionais para a Educação de Jovens e Adultos EJA

Leia mais

A formação geral comum. São Paulo, junho de 2019

A formação geral comum. São Paulo, junho de 2019 A formação geral comum São Paulo, junho de 2019 BNCC A formação comum Objetivo: compreender o sentido de formação geral comum e aplica-la na estruturação dos tópicos que devem estar contidos para a redação

Leia mais

DIRETRIZES CURSOS DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL TÉCNICA DE NÍVEL MÉDIO UTFPR

DIRETRIZES CURSOS DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL TÉCNICA DE NÍVEL MÉDIO UTFPR Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Pró-Reitoria de Graduação e Educação Profissional DIRETRIZES PARA OS CURSOS DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL TÉCNICA DE NÍVEL MÉDIO DA UTFPR Resolução

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO - CME. VENÂNCIO AIRES

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO - CME. VENÂNCIO AIRES Resolução n.º 01, de 10 de março de 2011 Altera normas para a oferta da modalidade de Educação de Jovens e Adultos - EJA do Ensino Fundamental, no Sistema Municipal de Ensino de Venâncio Aires, disciplinada

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE VIAMÃO SISTEMA MUNICIPAL DE ENSINO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO RESOLUÇÃO Nº 04, DE 18 DE DEZEMBRO DE 2015.

PREFEITURA MUNICIPAL DE VIAMÃO SISTEMA MUNICIPAL DE ENSINO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO RESOLUÇÃO Nº 04, DE 18 DE DEZEMBRO DE 2015. PREFEITURA MUNICIPAL DE VIAMÃO SISTEMA MUNICIPAL DE ENSINO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO RESOLUÇÃO Nº 04, DE 18 DE DEZEMBRO DE 2015. Estabelece Diretrizes para a oferta da Modalidade de Educação de Jovens

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA CONSELHO SUPERIOR - CONSUP RESOLUÇÃO Nº 09, DE 28 DE MARÇO DE 2016

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA CONSELHO SUPERIOR - CONSUP RESOLUÇÃO Nº 09, DE 28 DE MARÇO DE 2016 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA CONSELHO SUPERIOR - CONSUP RESOLUÇÃO Nº 09, DE 28 DE MARÇO DE 2016 O PRESIDENTE DO CONSELHO SUPERIOR DO INSTITUTO FEDERAL

Leia mais

Lei de Diretrizes e Bases

Lei de Diretrizes e Bases Lei de Diretrizes e Bases 01- A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional no que tange a Educação Profissional Técnica de Nível Médio, dispõe que: a) A preparação geral para o trabalho e, facultativamente,

Leia mais

1 É PROIBIDO REPRODUZIR OU COMERCIALIZAR

1 É PROIBIDO REPRODUZIR OU COMERCIALIZAR 1 É PROIBIDO REPRODUZIR OU COMERCIALIZAR www.estudioaulas.com.br 2 É PROIBIDO REPRODUZIR OU COMERCIALIZAR www.estudioaulas.com.br LDB 01. (Ano: 2012 - Banca: CESPE - Órgão: PRF - Prova: Técnico em Assuntos

Leia mais

Para fins de aplicação desta Lei, consideram-se: DO DIREITO À EDUCAÇÃO

Para fins de aplicação desta Lei, consideram-se: DO DIREITO À EDUCAÇÃO Lei Nº 13.146 de 06/07/2015 Institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência). Art. 3 o Para fins de aplicação desta Lei, consideram-se:... XIII - profissional

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO SUPERINTENDÊNCIA DA EDUCAÇÃO DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO BÁSICA DISCIPLINA DE SOCIOLOGIA. Abril/2016

SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO SUPERINTENDÊNCIA DA EDUCAÇÃO DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO BÁSICA DISCIPLINA DE SOCIOLOGIA. Abril/2016 SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO SUPERINTENDÊNCIA DA EDUCAÇÃO DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO BÁSICA DISCIPLINA DE SOCIOLOGIA Abril/2016 SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO SUPERINTENDÊNCIA DA EDUCAÇÃO DEPARTAMENTO

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS RESOLUÇÃO - CEPEC Nº 1541

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS RESOLUÇÃO - CEPEC Nº 1541 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS RESOLUÇÃO - CEPEC Nº 1541 Estabelece a política para a formação de professores(as) da educação básica, da Universidade Federal de Goiás (UFG), e dá

Leia mais

O SECRETÁRIO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO E CULTURA DE TANQUE NOVO, ESTADO DA BAHIA, usando de uma das suas atribuições que lhes são conferidas por lei, e

O SECRETÁRIO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO E CULTURA DE TANQUE NOVO, ESTADO DA BAHIA, usando de uma das suas atribuições que lhes são conferidas por lei, e PORTARIA Nº 01/2011 DE 01 DE DEZEMBRO DE 2011. Dispõe sobre o processo de matrícula/2012 dos alunos nas Unidades Escolares Municipais - UEM e organização do período letivo de ensino 2012 no município de

Leia mais

FICHA ENS. FUND. II - 01 DIRETRIZ ESTRATÉGIAS

FICHA ENS. FUND. II - 01 DIRETRIZ ESTRATÉGIAS FICHA ENS. FUND. II - 01 Fomentar a qualidade da educação básica, com melhoria do fluxo escolar e da aprendizagem. 1.1 Planejamento coletivo integrando o trabalho docente via oficinas pedagógicas; 1.2

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 066/2017 DE 01 DE DEZEMBRO DE 2017

RESOLUÇÃO Nº 066/2017 DE 01 DE DEZEMBRO DE 2017 RESOLUÇÃO Nº 066/2017 DE 01 DE DEZEMBRO DE 2017 Aprova Regulamento do Processo de Reconhecimento e Certificação de Saberes Profissionais no âmbito da Rede Certific do IF Goiano O DO INSTITUTO FEDERAL DE

Leia mais

ESTADO DA BAHIA Prefeitura Municipal de Araçás Praça da Matriz, Nº 160. Centro. CEP: Tel: (75) / Araçás BA PORTARIA Nº 004/2015

ESTADO DA BAHIA Prefeitura Municipal de Araçás Praça da Matriz, Nº 160. Centro. CEP: Tel: (75) / Araçás BA PORTARIA Nº 004/2015 ESTADO DA BAHIA Prefeitura Municipal de Araçás Praça da Matriz, Nº 160. Centro. CEP: 48108-000 Tel: (75) 3451-2142 / Araçás BA PORTARIA Nº 004/2015 Estabelece normas, procedimentos e cronograma para efetivação

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 030/2016 DE 17 DE JUNHO DE 2016

RESOLUÇÃO Nº 030/2016 DE 17 DE JUNHO DE 2016 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA GOIANO CONSELHO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 030/2016 DE 17

Leia mais

OTÁVIO CALILE LEI DE DIRETRIZES E BASES DA EDUCAÇÃO NACIONAL - LDB

OTÁVIO CALILE LEI DE DIRETRIZES E BASES DA EDUCAÇÃO NACIONAL - LDB OTÁVIO CALILE LEI DE DIRETRIZES E BASES DA EDUCAÇÃO NACIONAL - LDB Principais artigos resumidos para concursos de docentes da Educação Básica - Educação em sentido amplo e restrito - Finalidades da educação

Leia mais

Luiz Dourado CNE/UFG Recife,

Luiz Dourado CNE/UFG Recife, Luiz Dourado CNE/UFG Recife, 16.09.15 PNE e a formação dos profissionais do magistério da Educação Básica Brasil: desigual e combinado; Conferências nacionais e FNE; Pne: princípios, metas e estratégias;

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DA PARAÍBA PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO

UNIVERSIDADE ESTADUAL DA PARAÍBA PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO 1 UNIVERSIDADE ESTADUAL DA PARAÍBA PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO MINUTA RESOLUÇÃO/UEPB/CONSEPE/XX/2013 Regulamenta e define a carga horária e a ementa do componente curricular Estágio Supervisionado,

Leia mais

DECRETO 7611/2011 Dispõe sobre a educação especial, o atendimento educacional especializado e dá outras providências

DECRETO 7611/2011 Dispõe sobre a educação especial, o atendimento educacional especializado e dá outras providências DECRETO 7611/2011 Dispõe sobre a educação especial, o atendimento educacional especializado e dá outras providências Art. 1 o O dever do Estado com a educação das pessoas público-alvo da educação especial

Leia mais

PEDAGOGIA. Currículo (Teoria e Prática) Componentes Curriculares Parte 2. Professora: Nathália Bastos

PEDAGOGIA. Currículo (Teoria e Prática) Componentes Curriculares Parte 2. Professora: Nathália Bastos PEDAGOGIA Currículo (Teoria e Prática) Parte 2 Professora: Nathália Bastos III da interdisciplinaridade e da contextualização, que devem ser constantes em todo o currículo, propiciando a interlocução entre

Leia mais

EDUCAÇÃO INCLUSIVA. Julho de 2018

EDUCAÇÃO INCLUSIVA. Julho de 2018 EDUCAÇÃO INCLUSIVA Julho de 2018 Alguns aspectos legais Constituição Federal de 1988: Art. 208. O dever do Estado com a educação será efetivado mediante a garantia de: III- atendimento educacional especializado

Leia mais

Programa Educação Inclusiva: direito à diversidade

Programa Educação Inclusiva: direito à diversidade MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO CONTINUADA, ALFABETIZAÇÃO, DIVERSIDADE E INCLUSÃO Programa Educação Inclusiva: direito à diversidade Antônio Lidio de Mattos Zambon Coordenador Geral de Políticas

Leia mais

1. NÍVEIS DE ENSINO 2. EDUCAÇÃO INFANTIL

1. NÍVEIS DE ENSINO 2. EDUCAÇÃO INFANTIL GRUPO 5.1 MÓDULO 18 Índice 1. Níveis de Ensino...3 2. Educação Infantil...3 4. Ensino Médio...6 5. Modalidades de Educação...9 5.1. Educação de Jovens e Adultos... 9 5.2. Educação Especial... 9 5.3. Educação

Leia mais

EDUCAÇÃO, TRABALHO E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL: CULTURA, CIÊNCIA, TECNOLOGIA, SAÚDE, MEIO AMBIENTE DOCUMENTO REFERÊNCIA

EDUCAÇÃO, TRABALHO E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL: CULTURA, CIÊNCIA, TECNOLOGIA, SAÚDE, MEIO AMBIENTE DOCUMENTO REFERÊNCIA EIXO III EDUCAÇÃO, TRABALHO E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL: CULTURA, CIÊNCIA, TECNOLOGIA, SAÚDE, MEIO AMBIENTE DOCUMENTO REFERÊNCIA SUGESTÃO Desde os anos 1980, observam-se transformações significativas

Leia mais

Lei n.º de 20 de dezembro de 1996 Lei Orgânica e Geral da Educação no Brasil. Profº Carlinhos Costa

Lei n.º de 20 de dezembro de 1996 Lei Orgânica e Geral da Educação no Brasil. Profº Carlinhos Costa Lei n.º 9.394 de 20 de dezembro de 1996 Lei Orgânica e Geral da Educação no Brasil Profº Carlinhos Costa Níveis Etapas Fases Idade / Duração EDUCAÇÃO BÁSICA Educação Infantil Ensino Fundamental Creche

Leia mais

LDB. Lei de diretrizes e bases da educação nacional

LDB. Lei de diretrizes e bases da educação nacional LDB Lei de diretrizes e bases da educação nacional Edição atualizada até março de 2017 Lei n o 9.394/1996 29 IV cursos oferecidos por centros ou programas ocupacionais; V estudos realizados em instituições

Leia mais

REGULAMENTAÇÃO INTERNA NÚCLEO DE APOIO ÀS PESSOAS COM NECESSIDADES ESPECÍFICAS NAPNE \CAMPUS BARREIRAS

REGULAMENTAÇÃO INTERNA NÚCLEO DE APOIO ÀS PESSOAS COM NECESSIDADES ESPECÍFICAS NAPNE \CAMPUS BARREIRAS REGULAMENTAÇÃO INTERNA NÚCLEO DE APOIO ÀS PESSOAS COM NECESSIDADES ESPECÍFICAS NAPNE \CAMPUS BARREIRAS Considerando o Termo de Acordo de Metas e Compromissos firmado entre a Rede Federal de Educação Profissional

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE JAGUAQUARA SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO

PREFEITURA MUNICIPAL DE JAGUAQUARA SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO PORTARIA Nº 001, de 25 de janeiro de 2018. Estabelece normas, dispõe sobre procedimentos e a regulamentação da Hora-Atividade nas instituições de ensino da Rede Pública Municipal de Jaguaquara, que ofertam

Leia mais

Parte 1 Código / Área Temática. Educação Especial

Parte 1 Código / Área Temática. Educação Especial NOME DO CURSO: O Ensino de Língua Portuguesa como segunda língua para estudantes surdos e/ou com deficiência auditiva Nível: Especialização Modalidade: A distância Parte 1 Código / Área Temática Código

Leia mais

REGULAMENTO DO NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE (NDE)

REGULAMENTO DO NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE (NDE) O melhor plano é estudar aqui! REGULAMENTO DO NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE (NDE) REGULAMENTO DO NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE (NDE) 1 CAPÍTULO I Das considerações Preliminares Art. 1. O presente Regulamento

Leia mais

NOME DO CURSO: Atendimento Educacional Especializado na Perspectiva da Educação Inclusiva Nível: Especialização Modalidade: Presencial

NOME DO CURSO: Atendimento Educacional Especializado na Perspectiva da Educação Inclusiva Nível: Especialização Modalidade: Presencial NOME DO CURSO: Especializado na Perspectiva da Educação Inclusiva Nível: Especialização Modalidade: Presencial Parte 1 Código / Área Temática Código / Nome do Curso Etapa de ensino a que se destina Educação

Leia mais

Tema - EDUCAÇÃO BRASILEIRA: Perspectivas e Desafios à Luz da BNCC

Tema - EDUCAÇÃO BRASILEIRA: Perspectivas e Desafios à Luz da BNCC Tema - EDUCAÇÃO BRASILEIRA: Perspectivas e Desafios à Luz da BNCC REFERENCIAL CURRICULAR NOS SISTEMAS DE ENSINO: da complexidade a praticidade. CONCEITO DE BNCC A Base Nacional Comum Curricular (BNCC)

Leia mais

Base Nacional Comum. ANDIFES Brasília, abril de 2016 José Fernandes de Lima Conselheiro do CNE

Base Nacional Comum. ANDIFES Brasília, abril de 2016 José Fernandes de Lima Conselheiro do CNE Base Nacional Comum ANDIFES Brasília, abril de 2016 José Fernandes de Lima Conselheiro do CNE Uma Agenda Educacional Para quem? Para que? O que deve ser ensinado? (BNCC) Como ensinar? A construção de uma

Leia mais

REFORMULAÇÃO DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA O ENSINO MÉDIO

REFORMULAÇÃO DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA O ENSINO MÉDIO REFORMULAÇÃO DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA O ENSINO MÉDIO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2018 Relator: Conselheiro Rafael Lucchesi Brasília, 11 de maio de 2018 NOVA LEI COM MUDANÇAS EXPRESSIVAS

Leia mais

REGULAMENTO EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS - EJA

REGULAMENTO EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS - EJA SUMÁRIO CAPÍTULO I... 3 DA FINALIDADE DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS... 3 CAPÍTULO II... 3 DA ESTRUTURA E FUNCIONAMENTO... 3 CAPÍTULO III... 3 DO CURRICULO DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS... 3 CAPÍTULO

Leia mais

NOME DO CURSO: Atendimento Educacional Especializado na Perspectiva da Educação Inclusiva Nível: Aperfeiçoamento Modalidade: Presencial

NOME DO CURSO: Atendimento Educacional Especializado na Perspectiva da Educação Inclusiva Nível: Aperfeiçoamento Modalidade: Presencial NOME DO CURSO: Atendimento Educacional Especializado na Perspectiva da Educação Inclusiva Nível: Aperfeiçoamento Modalidade: Presencial Parte 1 Código / Área Temática Código / Nome do Curso Etapa de ensino

Leia mais

FEVEREIRO 2012 JUNHO 2014 JUNHO 2017 DELIBERAÇÃO CEE N 111/2012 CEE Nº 126/2014

FEVEREIRO 2012 JUNHO 2014 JUNHO 2017 DELIBERAÇÃO CEE N 111/2012 CEE Nº 126/2014 FEVEREIRO 2012 JUNHO 2014 JUNHO 2017 DELIBERAÇÃO CEE N 111/2012 DELIBERAÇÃO CEE N 111/2012 MODIFICADA PELA DELIBERAÇÃO DELIBERAÇÃO CEE 154/2017, QUE DISPÕE CEE Nº 126/2014 SOBRE ALTERAÇÃO DA DELIBERAÇÃO

Leia mais

BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão

BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão AULA 1 BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão PROFESSORA: MARIA CRISTINA 1 PROFESSORA: MARIA CRISTINA PEDAGOGA

Leia mais

NOME DO CURSO:O uso do sistema de FM no ambiente escolar Nível: Aperfeiçoamento Modalidade: Presencial

NOME DO CURSO:O uso do sistema de FM no ambiente escolar Nível: Aperfeiçoamento Modalidade: Presencial NOME DO CURSO:O uso do sistema de FM no ambiente escolar Nível: Aperfeiçoamento Modalidade: Presencial Parte 1 Código / Área Temática Código / Nome do Curso Etapa de ensino a que se destina Educação Especial

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE COCAL PI SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO CNPJ: /

PREFEITURA MUNICIPAL DE COCAL PI SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO CNPJ: / 1 EDITAL DE MATRICULA SEMED Nº01/2016 A PREFEITURA MUNICIPAL DE COCAL, por intermédio da SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO-SEMED com fundamento no art. 211, 2º, da Constituição Federal Brasileira de 1988;

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA/PROEN Nº 02, DE 26 DE ABRIL DE 2016

INSTRUÇÃO NORMATIVA/PROEN Nº 02, DE 26 DE ABRIL DE 2016 INSTRUÇÃO NORMATIVA/PROEN Nº 02, DE 26 DE ABRIL DE 2016 A PRESIDENTE DA CÂMARA DE ENSINO DO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO no uso de suas atribuições legais e regimentais, resolve: Estabelecer

Leia mais

EMENDAS AO PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO MANDATO COLETIVO TARCÍSIO MOTTA

EMENDAS AO PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO MANDATO COLETIVO TARCÍSIO MOTTA (...) apoiar e incentivar os grêmios estudantis, a partir da publicação deste Plano, como espaço de participação e exercício da cidadania, centrado na autonomia do educando e no protagonismo juvenil. (...)

Leia mais

CURRÍCULO MANIFESTAÇÕES DO CURRÍCULO CURRICULO FORMAL CURRICULO REAL CURRICULO OCULTO

CURRÍCULO MANIFESTAÇÕES DO CURRÍCULO CURRICULO FORMAL CURRICULO REAL CURRICULO OCULTO CURRÍCULO O currículo constitui o elemento nuclear do projeto pedagógico, é ele que viabiliza o processo de ensino e aprendizagem. Libâneo (2007, p. 362) entende que o currículo é a concretização, a viabilização

Leia mais

DELIBERAÇÃO CME Nº 001 / 2011, DE 22 DE SETEMBRO DE 2011

DELIBERAÇÃO CME Nº 001 / 2011, DE 22 DE SETEMBRO DE 2011 DELIBERAÇÃO CME Nº 001 / 2011, DE 22 DE SETEMBRO DE 2011 Dispõe sobre as normas para a Educação de Jovens e Adultos, em nível de Ensino Fundamental Anos Iniciais, na Rede Municipal de Ensino de Limeira/SP.

Leia mais

LDB Introdução. Conceito de Educação 12/07/2017

LDB Introdução. Conceito de Educação 12/07/2017 LDB 9394-96 LEI DE DIRETRIZES E BASES DA EDUCAÇÃO NACIONAL Introdução A LDB 9394/96 tem por característica principal a flexibilidade; Ela serve para organizar a educação escolar em nível nacional; Abrande

Leia mais

RESOLUÇÃO N. 024/2008 CONSU/UNIFAP

RESOLUÇÃO N. 024/2008 CONSU/UNIFAP 1 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAPÁ CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO N. 024/2008 CONSU/UNIFAP Dispõe sobre as diretrizes das Atividades Complementares dos Cursos de Graduação

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS SOCIAIS E AGRÁRIAS COLEGIADO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS AGRÁRIAS LICENCIATURA PLENA

UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS SOCIAIS E AGRÁRIAS COLEGIADO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS AGRÁRIAS LICENCIATURA PLENA UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS SOCIAIS E AGRÁRIAS COLEGIADO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS AGRÁRIAS LICENCIATURA PLENA RESOLUÇÃO Nº 02/2012 Aprova o Regulamento do Estágio

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO RESOLUÇÃO Nº 1, DE 30 DE MAIO DE 2012

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO RESOLUÇÃO Nº 1, DE 30 DE MAIO DE 2012 CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO RESOLUÇÃO Nº 1, DE 30 DE MAIO DE 2012 Estabelece Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos Humanos. O Presidente do Conselho Nacional de Educação, no uso de suas atribuições

Leia mais

Base Nacional Comum. Currículo em discussão...

Base Nacional Comum. Currículo em discussão... Base Nacional Comum Currículo em discussão... O que é a Base Nacional Comum Curricular? A Base Nacional Comum Curricular (BNC) vai deixar claro os conhecimentos essenciais aos quais todos os estudantes

Leia mais

AULA 03 ROTEIRO CONSTITUIÇÃO FEDERAL ART. 5º; 37-41; ; LEI DE 13/07/1990 ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE E C A PARTE 03

AULA 03 ROTEIRO CONSTITUIÇÃO FEDERAL ART. 5º; 37-41; ; LEI DE 13/07/1990 ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE E C A PARTE 03 AULA 03 ROTEIRO CONSTITUIÇÃO FEDERAL ART. 5º; 37-41; 205 214; 227 229 LEI 8.069 DE 13/07/1990 ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE E C A PARTE 03 CONSTITUIÇÃO FEDERAL (Art. 205 a 214) CAPÍTULO III DA EDUCAÇÃO,

Leia mais

Prefeitura Municipal de Tremedal publica:

Prefeitura Municipal de Tremedal publica: Prefeitura Municipal de 1 Ano X Nº 1497 Prefeitura Municipal de publica: Portaria 009/2018 de 19 de novembro/2018-dispõe sobre as diretrizes, normas, procedimentos e cronograma para a realização de matrículas

Leia mais

Seminário sobre LDB da Educação Nacional TALITA CRISTINI BATISTA LOPES MARIANA DA COSTA LOUREIRO COTOVICZ

Seminário sobre LDB da Educação Nacional TALITA CRISTINI BATISTA LOPES MARIANA DA COSTA LOUREIRO COTOVICZ Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro Instituto Multidisciplinar Departamento de Tecnologias e Linguagens Seminário sobre LDB da Educação Nacional TALITA CRISTINI BATISTA LOPES MARIANA DA COSTA

Leia mais

A partir da década de 1990, no Brasil e no mundo, o paradigma tende a ser deslocado da integração para a inclusão. A Educação Inclusiva surgiu, e vem

A partir da década de 1990, no Brasil e no mundo, o paradigma tende a ser deslocado da integração para a inclusão. A Educação Inclusiva surgiu, e vem A partir da década de 1990, no Brasil e no mundo, o paradigma tende a ser deslocado da integração para a inclusão. A Educação Inclusiva surgiu, e vem crescendo no mundo inteiro, com base no pressuposto

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 001/2016

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 001/2016 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 001/2016 Dispõe sobre o funcionamento do Centro de Referência à Inclusão Escolar na Rede Municipal de Ilhéus. A Secretária Municipal de Educação do município de Ilhéus, no uso de

Leia mais

REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA CAPITULO I - DA NATUREZA E DOS OBJETIVOS

REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA CAPITULO I - DA NATUREZA E DOS OBJETIVOS REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA Dispõe sobre o Regulamento do Estágio Curricular Supervisionado do Curso de Licenciatura em Pedagogia da Faculdade Capivari.

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 154/2005-CEPE/UNICENTRO

RESOLUÇÃO Nº 154/2005-CEPE/UNICENTRO RESOLUÇÃO Nº 154/2005-CEPE/UNICENTRO Aprova o Regulamento de Criação, Organização e Funcionamento de Cursos, Programas e Disciplinas ofertados a Distância, na Universidade Estadual do Centro-Oeste, UNICENTRO.

Leia mais

Prefeitura Municipal de Santo Antônio de Jesus publica:

Prefeitura Municipal de Santo Antônio de Jesus publica: 1 Ano Nº 4944 Prefeitura Municipal de publica: Resolução CME/SME Nº 01 de 29 de junho de 2018-Institui a Matriz Curricular para os Anos Iniciais do Ensino Fundamental nas Unidades Escolares Municipais

Leia mais

LDB-LEI DE DIRETRIZES E BASES DA EDUCAÇÃO NACIONAL

LDB-LEI DE DIRETRIZES E BASES DA EDUCAÇÃO NACIONAL 1 LDB-LEI DE DIRETRIZES E BASES DA EDUCAÇÃO NACIONAL 2 Seção IV-A Da Educação Profissional Técnica de Nível Médio Art. 36-A. Sem prejuízo do disposto na Seção IV deste Capítulo, o ensino médio, atendida

Leia mais

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso IV, da Constituição, e

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso IV, da Constituição, e Decreto 6949/09 Promulga a Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e seu Protocolo Facultativo, assinados em Nova York, em 30 de março de 2007 PROF.VALDIRENE FIPED O PRESIDENTE

Leia mais

Direito Constitucional

Direito Constitucional Direito Constitucional Da Educação Professor: André Vieira www.acasadoconcurseiro.com.br Direito Constitucional CAPÍTULO III DA EDUCAÇÃO, DA CULTURA E DO DESPORTO Seção I DA EDUCAÇÃO Art. 205. A EDUCAÇÃO,

Leia mais

REGULAMENTO ATIVIDADES COMPLEMENTARES FACULDADE CNEC RIO DAS OSTRAS. Página 1 de 9. Faculdade CNEC Rio das Ostras

REGULAMENTO ATIVIDADES COMPLEMENTARES FACULDADE CNEC RIO DAS OSTRAS. Página 1 de 9. Faculdade CNEC Rio das Ostras REGULAMENTO ATIVIDADES COMPLEMENTARES FACULDADE CNEC RIO DAS OSTRAS 2018 Página 1 de 9 1. Apresentação Este documento apresenta as diretrizes para a realização das Atividades Complementares nos cursos

Leia mais

R E S O L U Ç Ã O. Esta Resolução entra em vigor nesta data, revogando as disposições contrárias. Itatiba, 23 de maio de 2013.

R E S O L U Ç Ã O. Esta Resolução entra em vigor nesta data, revogando as disposições contrárias. Itatiba, 23 de maio de 2013. RESOLUÇÃO CONSEACC/IT 4/2013 APROVA O REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PSICOLOGIA, COMPLEMENTAR PARA A FORMAÇÃO DE PROFESSORES, DO CAMPUS ITATIBA DA UNIVERSIDADE SÃO FRANCISCO USF. O Presidente

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº. 01/2016- COMED / MACEIÓ

RESOLUÇÃO Nº. 01/2016- COMED / MACEIÓ RESOLUÇÃO Nº. 01/2016- COMED / MACEIÓ EMENTA: Estabelece normas para a educação especial, na perspectiva da educação inclusiva, e para o Atendimento Educacional Especializado aos estudantes com deficiências,

Leia mais