8 - Anexos às Demonstrações Financeiras
|
|
|
- Aurélio Neto Carreiro
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 8 - Anexos às Demonstrações Financeiras Caracterização da Entidade (Informação nos termos do ponto 8.1 do Pocal e da Resolução n.º 4/2001-2ª secção - Instruções n.º 1/2001 do tribunal de Contas - II Série, D. R., de 18/08/2001 Identificação da Entidade: Município de arcos de Valdevez Endereço Postal: Praça Municipal, Arcos de Valdevez Telefone - telex/fax: / N.º de Identificação Fiscal: Regime Financeiro - Autonomia Administrativa e Financeira Número de Eleitores: Fonte: D.G.A.I. Mapa nº2/2012 D.R. 44, de 1 de Março de Legislação - Não aplicável Estrutura Organizacional O Município de Arcos de Valdevez não tem serviços Municipalizados. Os Serviços municipais estão organizados de acordo com o documento em anexo Descrição Sumária das Actividades O Município de Arcos de Valdevez actua através dos seus órgãos e serviços no quadro das atribuições que a constituição e a lei lhe conferem. No elenco das atribuições municipais estipuladas no n.º 1 do artigo 13.º da lei n.º 159/99, de 14 de Setembro, assume particular relevo a exercício de actividades (no uso das competências previstas na lei n.º 169/99, de 18 de Setembro, com as alterações introduzidas pela lei n.º 5 - A/2002 de 11 de Janeiro) nos seguintes domínios: Equipamento Rural e Urbano; Transportes e Comunicações; Educação; Cultura, desporto e tempos livres; Ambiente;
2 Promoção do Desenvolvimento; Ordenamento do Território e Urbanismo Recursos Humanos Formação da Câmara Municipal Presidente: Dr. Francisco Rodrigues de Araújo Vereadores: (Em Regime de Permanência) Sr. Martinho José Pereira Araújo Dr. José Pedro Machado Matos Teixeira Dr. Hélder Manuel Rodrigues Barros Vereadores: Dr.ª Elizabeth Morais Caldas Dr.ª Belmira Margarida Torres Reis (01/01 a 11/09) Sr. Olegário Gomes Gonçalves(12/09 a 31/12) Dr. Júlio Gomes de Abreu Viana Organização contabilistica O município tem um único serviço de contabilidade sediado no Serviço de Contabilidade e Património da Divisão Administrativa e Financeira. Dispõe de um sistema informático para a Contabilidade Orçamental, Patrimonial e de Custos, esta ainda a desenvolver, o qual integra as seguintes aplicações: Contabilidade (a qual inclui a gestão de Património); Gestão de Recursos Humanos e gestão de diversas receitas típicas. Deste modo, também as respectivas secções administrativas participam, embora perifericamente, do sistema de informação contabilistica Outras informações (Nos termos das notas técnicas ao documento n.º 12 - Resolução n.º 4/2001 T. C.)
3 Participação nos Impostos do Estado Correntes Capital Total FEF FSM Participação IRS TOTAL Pagamento de despesas de investimentos efectuados no ano , Última Inspecção realizada ao Município: Data da acção: 18/01/10 a 10/03/10 Período abrangido: 2005 a 2009 Entidade IGAL; N.º Processo IO/ Documentos de Gestão Data da aprovação e Data da aprovação votação pelo Órgão pelo Órgão Executivo Deliberativo Grandes Opções do Plano Orçamento Documentos de prestação de contas
4 8.2 - NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS Critérios valorimétricos utilizados e métodos de cálculo a) Quanto aos critérios valorimétricos Bens imóveis, com referência ao Balanço Inicial (Ano de 2002) Para os imóveis edificados foi utilizado o método de custo de reposição amortizado, considerando-se o valor de reposição do edifício e incluindo os diversos custos inerentes ao desenvolvimento do imóvel. Para o valor de reposição a novo dos edifícios foram considerados os seguintes valores de construção: Escolas 300 /m 2 Ab construção Edifícios diversos 400 /m 2 Ab construção Reservatórios /m 3 Para a estimativa dos custos inerentes ao desenvolvimento do imóvel considerou-se: Infra-estruturação 12,5 / m 2 área de terreno do logradouro; Projecto 4% do custo de construção; Gestão e fiscalização 3,5% do custo de construção; Custos financeiros 4% do total de custos; Ao valor de reposição a novo foi subtraído o valor de depreciação efectiva, com base na vida expectável real de cada bem. No que concerne aos terrenos, foi utilizado o método de comparação directa de mercado, estimando-se que os terrenos podem ser classificados em 3 categorias distintas: Rústicos sem capacidade construtiva, com um valor de 1 /rústicos sem capacidade construtiva, com um valor de 1 /m 2 de área de terreno: Urbanos centrais com índice de construção de 1,8, com um valor de 67,5 /m 2 de área de terreno; Urbanos com índice de 0,7, com um valor de 15 / m 2 de área de terreno.
5 Os terrenos industriais foram avaliados segundo a dimensão dos lotes: acima de 1 ha foram valorizados a 0,12 /m 2 e abaixo de 1 ha a 2,99 /m 2. Todos os imóveis com edifícios em avançado estado de degradação, totalmente amortizados ou com destino a demolição foram avaliados através do valor de terreno. Para a estimativa do valor potencial de mercado dos terrenos, independentemente de estarem classificados como rústicos os urbanos, consideram-se critérios relacionados com a classificação destes em PDM (capacidade de construção) e com a sua localização, avaliando-se os acessos e transportes e a proximidade a comércio e serviços como critérios ponderadores para a classificação nas três categorias anteriormente definidas. Os imóveis que se encontram arrendados a terceiros, o seu valor foi calculado, segundo a legislação através do custo de aquisição/construção registado, uma vez que este estava disponível. Para o conjunto dos imóveis que correspondem a áreas verdes, ajardinadas e de equipamento público, considerou-se que o seu valor reflecte o custo de produção, utilizando-se o método de custo de reposição amortizado, assumindo um valor de 50 /m 2 área do terreno. Para a rede de estradas, sinalização, rede abastecimento de água e rede de saneamento foi utilizado o método de custo de reposição dada as particularidades e especificidades destes imóveis. No que respeita à rede viária, foi assumida uma vida útil de 20 anos e um custo por m 2 nos termos seguintes: Estradas de pavimento betuminoso 15 /m 2 ; Estradas em calçada 10 /m 2 ; Estradas em betuminoso/calçada 10 /m 2 ; As pontes foram avaliadas ao custo de construção.
6 Bens móveis, com referência ao Balanço Inicial (Ano de 2002) O critério base utilizado na valorização dos bens móveis foi o custo de aquisição ou o custo de produção. Alternativamente, foram utilizados os seguintes critérios: orçamento do fornecedor, método dos preços de mercado, valor atribuído, método comparativo, consulta directa ao fornecedor. Aos bens móveis em mau estado de conservação, sem suporte documental, foi atribuído o valor de 0. Bens imóveis e móveis adquiridos após o Balanço Inicial Foi utilizado o método do custo de aquisição ou o custo de produção. Imobilizado(Investimentos Financeiros) Os Investimentos Financeiros(partes de capital) foram avaliados ao preço de aquisição. Dívidas de e a terceiros As dívidas de e a terceiros são expressas pela importância constantes dos documentos que as titulam. Disponibilidades As disponibilidades de caixa e depósitos em instituições financeiras são expressas pelos montantes de meios de pagamento e dos saldos de todas as contas de depósito, respectivas. b) Quanto aos métodos de cálculo Amortizações O cálculo das amortizações foi efectuado com base no método das quotas constantes.
7 O Município dispõe de cerca livros na Biblioteca Municipal, em fase de inventariação, que não foram ainda valorizados e, por isso, não integrados no seu Património.
8 O Município não reconheceu o custo da mercadoria vendida relativa ao fornecimento de água em virtude da água vendida aos consumidores ser proveniente essencialmente de captações próprias.
9 Outras informações: Considerando que o Município não realizou obras por administração directa no presente exercício, não foram reconhecidos trabalhos para a própria entidade.
8 - NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS
8 - NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS Introdução As notas que a seguir se apresentam visam facultar um completo entendimento das Demonstrações Financeiras, apresentadas com os documentos
SERVIÇOS MUNICIPALIZADOS DE ÁGUA E SANEAMENTO DE VISEU Rua Conselheiro Afonso de Melo VISEU N.º de Identificação Fiscal
ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS SERVIÇOS MUNICIPALIZADOS DE ÁGUA E SANEAMENTO DE VISEU Rua Conselheiro Afonso de Melo 3510-024 VISEU N.º de Identificação Fiscal 680.020.063 NOTAS AO BALANÇO E A DEMONSTRAÇÃO
MEMORANDO FASES DE ELABORAÇÃO DO INVENTÁRIO E ELEMENTOS QUE DEVEM CONSTAR DO MESMO AUTARQUIAS LOCAIS DO REGIME COMPLETO SÍNTESE
MEMORANDO FASES DE ELABORAÇÃO DO INVENTÁRIO E ELEMENTOS QUE DEVEM CONSTAR DO MESMO AUTARQUIAS LOCAIS DO REGIME COMPLETO SÍNTESE I - ELEMENTOS QUE DEVEM CONSTAR DO INVENTÁRIO II - FASES E CARACTERIZAÇÃO
ERRATA RELATÓRIO E CONTAS
ERRATA RELATÓRIO E CONTAS 2011 INFORMAÇÃO CONTÁBIL E FINANCEIRA - Balanço em 31 de Dezembro de 2011 - Demonstração de Resultados em 31 de Dezembro de 2011 - Anexo ao Balanço e à Demonstração de Resultados
4.2 Notas ao Balanço e à Demonstração de Resultados
4.2 Notas ao Balanço e à Demonstração de Resultados 4.2.1 Factos condicionantes (8.2.1 POCAL) Pelas razões referidas no ponto 4.2.6., não foi possível concluir ainda o processo de inventariação e avaliação
SERVIÇOS MUNICIPALIZADOS DE ÁGUA E SANEAMENTO DE VISEU Rua Conselheiro Afonso de Melo VISEU N.º de Identificação Fiscal
ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS SERVIÇOS MUNICIPALIZADOS DE ÁGUA E SANEAMENTO DE VISEU Rua Conselheiro Afonso de Melo 3510-024 VISEU N.º de Identificação Fiscal 680.020.063 NOTAS AO BALANÇO E A DEMONSTRAÇÃO
SERVIÇOS MUNICIPALIZADOS DE ÁGUA E SANEAMENTO DE VISEU Prestação de contas 2016
ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS SERVIÇOS MUNICIPALIZADOS DE ÁGUA E SANEAMENTO DE VISEU Rua Conselheiro Afonso de Melo 3510-024 VISEU N.º de Identificação Fiscal 680.020.063 NOTAS AO BALANÇO E A DEMONSTRAÇÃO
8.ANEXOS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS 8.2 NOTAS AO BALANÇO E DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS POR NATUREZA
1. Bases de apresentação As Demonstrações financeiras e Anexos foram elaboradas em conformidade com os princípios, critérios e métodos enunciados no Plano Oficial de Contabilidade para o sector da Educação
EXAME COLÉGIO DE ESPECIALIDADE DE CONTABILIDADE PÚBLICA
EXAME COLÉGIO DE ESPECIALIDADE DE CONTABILIDADE PÚBLICA Nota: A prova é constituída por três partes Parte 1: Cotação: 8 valores (4* 2 valores por questão) Questão 1 Desenvolva o tema: Formas de registo
AC. EM CÂMARA. (03) PRIMEIRA REVISÃO ORÇAMENTAL CMVC E SMSBVC:- Relativamente ao
1 AC. EM CÂMARA (03) PRIMEIRA REVISÃO ORÇAMENTAL CMVC E SMSBVC:- Relativamente ao assunto indicado em título foram tomadas as deliberações que seguidamente se indicam:- A) - PRIMEIRA REVISÃO ORÇAMENTAL
CÂMARA MUNICIPAL DE ALENQUER
Até à data: Código das Contas POCAL text Imobilizado CÂMARA MUNICIPAL DE ALENQUER BALANÇO ANO : 2016 Exercícios ATIVO 2016 2015 AB AP AL AL 451 452 Bens de domínio público Terrenos e recursos naturais
CÂMARA MUNICIPAL DE ESTREMOZ
ACTA DA REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA DA CÂMARA MUNICIPAL DE ESTREMOZ REALIZADA NO DIA QUINZE DE ABRIL DE DOIS MIL E CINCO. ----------------------------------------------- -----Aos quinze dias do mês de Abril
8.2. Notas ao Balanço e à Demonstração de Resultados
8.2. Notas ao Balanço e à Demonstração de Resultados 8.2.1 Indicação e justificação das disposições do POCAL que, em casos excepcionais devidamente fundamentados e sem prejuízo do legalmente estabelecido,
INVENTÁRIO ENQUADRAMENTO 1.1. ESTRUTURA DO DOCUMENTO Balanço à data de 31 de Dezembro de 2010
1. ENQUADRAMENTO Dando cumprimento ao estipulado na alínea c) do nº2 do artigo 53º e do nº2 do artigo 49º da Lei nº 169/99 de 18 de Setembro, alterada e republicada pela Lei nº5-a/2002 de 11 de Janeiro
ANEXO AO BALANÇO E DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS. 31 de Dezembro de 2013
ANEXO AO BALANÇO E DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS 31 de Dezembro de 213 1 IDENTIFICAÇÃO DA ENTIDADE 1.1 Designação da entidade: Fundação Comendador Joaquim de Sá Couto 1.2 Sede: Rua do Hospital, 7 4535 São
REGULAMENTO DO INVENTÁRIO E CADASTRO DOS BENS DA JUNTA DE FREGUESIA
REGULAMENTO DO INVENTÁRIO E CADASTRO DOS BENS DA JUNTA DE FREGUESIA Para dar cumprimento ao disposto nas alíneas f) do nº 1 e a) do nº5 do artigo 34º, da Lei nº 169/99, de 18 de Setembro, e tendo em conta
Documentos de Prestação de Contas
Documentos de Prestação de Contas Balanço (5 Pocal) Demonstração de Resultados (6 Pocal) Controlo Orçamental Despesa (7.3.1 Pocal) Controlo Orçamental Receita (7.3.2 Pocal) Execução Anual do Plano Plurianual
A.P.T.I.Vila Cova Associação de Protecção à Terceira Idade
ANEXO 1. Identificação da Entidade: 1.1. Designação da entidade: A. F. Vila Cova. 1.2. Sede: Avª Infante D. Henrique, nº466 4480-670 Vila do Conde. 1.3. Natureza da actividade: A Associação (APTIVILACOVA)
Execução Orçamental. Receita
Relatório de Gestão No presente relatório, elaborado em conformidade com o estabelecido no ponto 13 do POCAL Plano Oficial de Contabilidade das Autarquias Locais, visa-se de forma precisa, clara e sintética
Informação Financeira
Informação Financeira Balanço Ano 2011 EXERCÍCIO 2011 AB AP AL ACTIVO Imobilizado Bens de domínio público : 451 Terrenos e recursoso naturais 452 Edifícios 453 Outras construções e infra-estruturas 455
Informação Financeira
Informação Financeira Balanço Código das contas Imobilizado ACTIVO Exercícios AB AP AL AL Bens de domínio público: 451 Terrenos e Recursos naturais 452 Edifícios 453 Outras construções e infra-estruturas
NOTAS ! "! #$%&'( )*!*+,, - &!.&! */ "# * $%&' */ ( )*+ *0,! * - 0/*1./ /* 0!1 1*/ 2! 2*
! "! #$%&'( )*!*+,, - &!.&! */ "# * $%&' */ ( )*+ *0,! * - 0/*1./ /* 0!1 1*/ 2! 2* 345! *+ 3 "6*+ *1 $ /* (7! *,1 * -)8 */.! 1* 0%+ 2/* 2%+ *1 "3 *+ *2 " 9: /* ""; *+ /*/ "$6) *+ / 4456 $ 7) 9 P: 7)
Demonstrações Financeiras
Demonstrações Financeiras (Com a respectiva Declaração dos Auditores) Março de 2012 Este relatório contém 10 páginas Balanço em (Valores expressos em ) Amortizações e Activo Notas Activo Bruto Ajustamentos
Escola Nacional de Equitação
Exercício de 2012 Índice Demonstrações financeiras individuais para o exercício findo em Balanço Individual em 4 Demonstração dos Resultados em 5 Demonstração das Alterações no Capital Próprio em 31 de
Amável Calhau, Ribeiro da Cunha & Associados Sociedade de Revisores Oficiais de Contas
Amável Calhau, Ribeiro da Cunha & Associados Sociedade de Revisores Oficiais de Contas CERTIFICAÇÃO LEGAL DAS CONTAS RELATO SOBRE A AUDITORIA DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Opinião com reservas Auditámos
Demonstrações Financeiras
Demonstrações Financeiras (Com a respectiva Declaração dos Auditores) Março de 2011 Este relatório contém 10 páginas Balanço em (Valores expressos em ) Amortizações e Activo Notas Activo Bruto Ajustamentos
Mapa de Pessoal ÁREA DE FORMAÇÃO ACADÉMICA E/OU PROFISSIONAL CARREIRA/ CATEGORIA. Técnico. Superior. Técnico. Assistente. Escolaridade obrigatória
DOMINIOS DE ACTUAÇÃO SERVIÇOS GERAIS MERCADOS OFICINAS EDUCAÇÃO (AEC; CAF; AAAF) ACÇÃO SOCIAL Ocupados - Serviços de Atendimento - Gestão Administrativa de Recursos Humanos Superior Licenciatura 1 1 1
Regulamento de Inventário e Cadastro dos Bens da Junta de Freguesia
Regulamento de Inventário e Cadastro dos Bens da Junta de Freguesia Para dar cumprimento ao disposto na lei nº75/2013, de 12 de Setembro, e tendo em conta a implementação do novo sistema contabilístico
8.ANEXOS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS 8.2 NOTAS AO BALANÇO E DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS POR NATUREZA
1. Bases de apresentação As Demonstrações financeiras e Anexos foram elaboradas em conformidade com os princípios, critérios e métodos enunciados no Plano Oficial de Contabilidade para o sector da Educação
2. Referencial contabilístico de preparação das demonstrações financeiras:
1. Identificação da entidade: CENTRO DE OCUPAÇÃO DOS TEMPOS LIVRES DE SANTO TIRSO. (referida neste documento como ATL ou Instituição ), NIF 501621300, é uma IPSS, tendo a sede social em Rua Ferreira de
FUNDAÇÃO CASCAIS. Relatório de Contas. de Nº Contribuinte: Av. Clotilde, Lj 18- A Estoril
FUNDAÇÃO CASCAIS Relatório de Contas de 2015 Nº Contribuinte: 503040843 Av. Clotilde, Lj 18- A 2765-266 Estoril FUNDAÇÃO CASCAIS Nº Contribuinte: 503040843 Av. Clotilde, Lj 18- A Estoril 2765-266 Estoril
Informação Financeira
Informação Financeira Balanço BALANÇO DOS EXERCÍCIOS 2014 E 2013 ACTIVO Notas Activo Bruto Amortizações / Provisões Activo Líquido Activo Líquido IMOBILIZADO: Imobilizações incorpóreas: Despesas de instalação
CÂMARA MUNICIPAL DA PRAIA
Índice CÂMARA MUNICIPAL DA PRAIA CONTA DE GERÊNCIA DE 2015 1 Câmara Municipal da Praia CMP Abril 2016 Índice Índice... 1 1-INTRODUÇÃO... 3 2- ALTERAÇÕES ORÇAMENTAIS... 3 3-FINANÇAS PÚBLICAS MUNICIPAIS...
NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS CONSOLIDADOS
CONS SOLIDAÇ ÇÃO DE CON NTAS 2010 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS S 1. Introdução A Lei nº 2/2007,de 15 de Janeiro, que aprovou a Lei das Finanças Locais, refere no artº 46º que os Municípios
RELATÓRIO DE GESTÃO 2015
RELATÓRIO DE GESTÃO 2015 ÍNDICE 1. Nota Introdutória... 3 2. Relatório... 4 3. Receitas... 4 4. Receitas Próprias... 6 5. Transferências... 6 6. Despesas... 8 7. Encargos de Funcionamento... 9 8. Rácios
As notas que se seguem respeitam a numeração sequencial definida no POCAL - Plano Oficial de Contabilidade das Autarquias Locais.
08.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS As notas que se seguem respeitam a numeração sequencial definida no POCAL - Plano Oficial de Contabilidade das Autarquias Locais. Entidade: Junta de
Contabilidade Geral. Gestão do Desporto 2011/2012
Contabilidade Geral Gestão do Desporto 2011/2012 OPERAÇÕES CORRENTES 3. Inventários e Activos Biológicos Consideram-se inventários todos os bens armazenáveis adquiridos ou produzidos pela empresa equesedestinamàvendaouaseremincorporadosnaprodução.
CLUBE ALTO DOS PINHEIROS
CLUBE ALTO DOS PINHEIROS BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE DEZEMBRO (Em Reais R$) A T I V O Circulante: Caixa e bancos 149.769 304.852 Aplicações financeiras 2.555.383 1.579.567 Créditos a Receber 1.143.286
