INTRODUÇÃO À GRAVITAÇÃO E À COSMOLOGIA
|
|
|
- Teresa Borba Gameiro
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 INTRODUÇÃO À GRAVITAÇÃO E À COSMOLOGIA Victor O. Rivelles Aula 4 Instituto de Física da Universidade de São Paulo [email protected] Escola Norte-Nordeste de Partículas e Campos J. Pessoa, 10-14/08/2009
2 PROBLEMAS COSMOLÓGICOS Em 1966 Peebles mostra que o Big Bang prevê a abundância de Hélio correta. Apesar dos muitos sucessos do Big Bang, problemas começam a aparecer. Problema do horizonte A luz da RCF percorreu 13.7 bilhões de anos desde o início do universo Foi emitida quando o Universo era muito mais jovem, cerca de 300 mil anos. Naquela época a luz atingiria os pequenos círculos. Os dois pontos no círculo não tiveram tempo de entrar em contacto entre si. Como podem estar a mesma temperatura?
3 UNIVERSO PLANO Topologia do Universo. Depende da densidade do Universo. Na densidade crítica: Universo plano; acima: Universo fechado; abaixo: Universo aberto. Hoje o Universo é quase plano. Se no Big Bang a densidade fosse um pouco diferente da densidade crítica não seria plano hoje. Como isso é possível? Solução dos problemas...
4 Monopolos Magnéticos O modelo padrão das partículas elementares SU(3) SU(2)timesU(1) poderia provir da quebra de uma teoria de gauge mais simples: grande unificação. Essa teoria prevê a produção de uma grande quantidade de monopolos magnéticos no universo primordial. Como eles são estáveis o universo atual deveria estar cheio de monopolos magnéticos! Até hoje nenhum monopolo magnético foi detectado!
5 UNIVERSO INFLACIONÁRIO O Universo passou por uma fase de expansão exponencial. Dobrava de tamanho a cada s.!!! A inflação foi gerada pelo inflaton.
6 TEORIA INFLACIONÁRIA Resolve o problema do horizonte.
7 TEORIA INFLACIONÁRIA Resolve o problema do Universo plano. Resolve o problema dos monopolos magnéticos. Densidade de monopolos extremamente pequena.
8 CURVAS DE ROTAÇÃO Em 1933 o aglomerado de galáxias de Coma é estudado. O movimento das galáxias não pode ser explicado pela atração gravitacional. O mesmo acontece com estrelas na borda das galáxias.
9 CURVAS DE ROTAÇÃO mv 2 r = GMm r v = GM Como a massa da galáxia M 1/r p então a velocidade diminui com r. r Velocidade orbital como função da distância ao centro da galáxia. A - prevista B - observada Parece que há mais massa no aglomerado do aquela vista pelos telescópicos. É então postulado a existência da...
10 MATÉRIA ESCURA É um novo tipo de matéria que praticamente não emite nem reflete luz. Sua natureza é desconhecida. Propostas que provém do modêlo de partículas elementares: axions, WIMPs, neutralino, outras partículas supersimétricas. Há vários experimentos tentando detectar tais partículas. Matéria escura constitui 23% do conteúdo do Universo. Matéria comum constitui apenas 4% do Universo. Ainda faltam 73%!!!
11 EXPANSÃO ACELERADA DO UNIVERSO Em 1998 é descoberta através da observação de supernovas do tipo IA que a expansão do Universo é acelerada. Para explica-la é necessário postular a existência de uma energia que produza pressão negativa: a energia escura. Na relatividade geral o efeito de uma pressão negativa é gerar uma força que se opõem à força gravitacional. A energia escura pode estar na forma da constante cosmológica. Outras alternativas mais exóticas existem: quintessência, cosmologia de branas, etc. A energia escura constitui 73% do conteúdo do Universo.
12 RESUMO Assista ao Big Bang Qual é o destino do universo?
13 Big Rip A gravitação será tão fraca que não manterá unida a Via Láctea. e outras galáxias. Depois o sistema solar não estará mais ligado pela gravitação. Estrelas e planetas serão... E finalmente os átomos serão destruídos.
14 GRAVITAÇÃO QUÂNTICA Não é possível quantizar a relatividade geral (não é renormalizável) O modelo padrão das partículas elementares precisa ser ampliado A relatividade geral também A proposta mais viável é a teoria de cordas Fornece uma teoria quântica para a gravitação perturbativamente Explica a entropia de certos buracos negros Requer dimensões extras e objetos extensos: branas Branas dão origem à outros modelos cosmológicos Mas a teoria de cordas ainda não está completa!!!
15 BIBLIOGRAFIA M. Gleiser, A Dança do Universo (Cia. das Letras, 1997) S. Hawking, O Universo Numa Casca de Noz (Mandarim, 2001) S. Weinberg, Os Três Primeiros Minutos (Guanabara Dois, 1980) A. Guth, O Universo Inflacionário (Campus, 1997) S. Weinberg, Gravitation and Cosmology (Wiley, 1972) B. F. Schutz, A First Course in General Relativity (Cambridge, 1985) J. Foster and J. D. Nightingale, A Short Course in General Relativity (Springer, 1995) L. D. Landau and E. M. Lifshitz, The Classical Theory of Fields (Pergamon Press, 1975) C. W. Misner, K. S. Thorne and J. A. Wheeler, Gravitation (Freeman, 1973)
INTRODUÇÃO À RELATIVIDADE GERAL - Aula 4 p. 1
INTRODUÇÃO À RELATIVIDADE GERAL - Aula 4 Victor O. Rivelles Instituto de Física Universidade de São Paulo [email protected] http://www.fma.if.usp.br/ rivelles/ XXI Jornada de Física Teórica 2006 INTRODUÇÃO
COSMOLOGIA. Victor O. Rivelles
COSMOLOGIA Victor O. Rivelles [email protected] Instituto de Física Universidade de São Paulo http://www.fma.if.usp.br/ rivelles/ CURSO DE VERÃO DO IFUSP - 2006 COSMOLOGIA p. 1/40 Cosmologia é o estudo
INTRODUÇÃO À GRAVITAÇÃO E À COSMOLOGIA
INTRODUÇÃO À GRAVITAÇÃO E À COSMOLOGIA Victor O. Rivelles Aula 1 Instituto de Física da Universidade de São Paulo e-mail: [email protected] http://www.fma.if.usp.br/~rivelles Escola Norte-Nordeste
INTRODUÇÃO À RELATIVIDADE GERAL p. 1
INTRODUÇÃO À RELATIVIDADE GERAL Victor O. Rivelles Instituto de Física Universidade de São Paulo [email protected] http://www.fma.if.usp.br/ rivelles/ XXI Jornada de Física Teórica 2006 INTRODUÇÃO
99 ANOS DE RELATIVIDADE GERAL
99 ANOS DE RELATIVIDADE GERAL Victor O. Rivelles http://itec.if.usp.br/~rivelles Instituto de Física Universidade de São Paulo Convite à Física IFUSP 26/03/2014 RELATIVIDADE ESPECIAL Formulada por Einstein
100 ANOS DE RELATIVIDADE GERAL
100 ANOS DE RELATIVIDADE GERAL Victor O. Rivelles Instituto de Física Universidade de São Paulo e-mail: [email protected] http://itec.if.usp.br/~rivelles Convite à Física 23/09/2015 Basics of the
INTRODUÇÃO À RELATIVIDADE GERAL
INTRODUÇÃO À RELATIVIDADE GERAL Victor O. Rivelles Instituto de Física da Universidade de São Paulo e-mail: [email protected] http://www.fma.if.usp.br/~rivelles ROTEIRO Relatividade Restrita Geometria
COSMOLOGIA II. Daniele Benício
COSMOLOGIA II Daniele Benício Relembrando da aula passada... COSMOLOGIA: É o ramo da Ciência que se dispõe a estudar e propor teorias sobre a origem, estrutura e evolução do Universo Evidências do Big
O Big Bang e a Evolução do Universo
FSC1057: Introdução à Astrofísica O Big Bang e a Evolução do Universo Rogemar A. Riffel Modelos do Universo Universo estacionário (imutável no tempo). Herman Bondi (1919-2005), Thomas Gold (1920-2004)
A Teoria de Cordas e a Unificação das Forças da Natureza p. 1
A Teoria de Cordas e a Unificação das Forças da Natureza Victor O. Rivelles Instituto de Física Universidade de São Paulo [email protected] 40 Anos da Sociedade Brasileira de Física, 02-03/10/2006
GRAVITAÇÃO QUÂNTICA. Victor O. Rivelles. Instituto de Física Universidade de São Paulo. IFSC-20/04/04 p.
IFSC-20/04/04 p.1/30 GRAVITAÇÃO QUÂNTICA Victor O. Rivelles [email protected] Instituto de Física Universidade de São Paulo IFSC-20/04/04 p.2/30 ROTEIRO Gravitação Teoria Quântica de Campos Modêlo
O Big Bang e a Evolução do Universo II
Fundamentos de Astronomia e Astrofísica O Big Bang e a Evolução do Universo II Rogério Riffel http://astro.if.ufrgs.br Modelos do Universo Universo estacionário (imutável no tempo).herman Bondi (1919 2005),
O COMEÇO DO UNIVERSO. O BIG-BANG Parte II
O COMEÇO DO UNIVERSO O BIG-BANG Parte II RESUMO DA HISTÓRIA DO UNIVERSO Era da radiação Época Tempo Densidade Temperatura Característica principal (após o Big- Bang) (kg/m 3 ) (K) Planck 0-10 -43 s - 10
O Lado Escuro do Universo
O Lado Escuro do Universo Thaisa Storchi Bergmann Departamento de Astronomia, Instituto de Física, UFRGS, Porto Alegre, RS, Brasil Em 400 anos Telescópio Espacial Hubble (2.4m) Telescópio de Galileu (lente
Amanda Yoko Minowa 02/08/2014
CURSO DE ASTRONOMIA COSMOLOGIA (PARTE I) Amanda Yoko Minowa 02/08/2014 [email protected] O UNIVERSO E A HISTÓRIA DO COSMOS COSMOLOGIA (do grego κοσμολογία, κόσμος="cosmos"/"ordem"/"mundo" +- λογία="discurso"/"estudo")
O LADO ESCURO DO UNIVERSO. Pedro Abreu LIP/IST, Lisboa Escola de Profs no CERN em Língua Portuguesa 2013
O LADO ESCURO DO UNIVERSO Pedro Abreu LIP/IST, Lisboa Escola de Profs no CERN em Língua Portuguesa 2013 (Heinrich Wilhelm Olbers, 1823) Universo Porque é que o Universo é escuro? E porque era isto um paradoxo?
Alguns Problemas em Aberto da Física
p.1/25 Alguns Problemas em Aberto da Física Victor O. Rivelles [email protected] Instituto de Física Universidade de São Paulo p.2/25 Palestra de Lord Kelvin em 1900 Nineteenth century clouds over
Curso de Cosmologia. 2013B Parte I. Aula 7. M a r t í n M a k l e r CBPF
Curso de Cosmologia 2013B Parte I Aula 7 M a r t í n M a k l e r CBPF Resumo RCF Copyleft Martín Makler Universo recombinou em z ~ 1100 e reionizou em z ~ 10 Universo ~ plano, requer matéria e energia
Astrofísica Geral. Tema 23: Questões cosmológicas. Alexandre Zabot
Astrofísica Geral Tema 23: Questões cosmológicas Alexandre Zabot Índice 1 Princípios cosmológicos 2 Matéria e Energia Escuras 3 Inflação cósmica 4 Fluxo Escuro 5 Fim do universo 6 Multiversos 7 Bibliografia
COSMOLOGIA Ensino a Distância. Da origem ao fim do universo. Módulo 9. Gravitação quântica e os problemas do espaço e do tempo
Ensino a Distância COSMOLOGIA 2015 Da origem ao fim do universo Módulo 9 Gravitação quântica e os problemas do espaço e do tempo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação Esta imagem revela uma região
INTRODUÇÃO À RELATIVIDADE GERAL - Aula 3 p. 1
INTRODUÇÃO À RELATIVIDADE GERAL - Aula 3 Victor O. Rivelles Instituto de Física Universidade de São Paulo [email protected] http://www.fma.if.usp.br/ rivelles/ XXI Jornada de Física Teórica 2006 INTRODUÇÃO
O LADO ESCURO DO UNIVERSO. Pedro Abreu LIP/IST, Lisboa Escola de Profs no CERN em Língua Portuguesa 2015
O LADO ESCURO DO UNIVERSO Pedro Abreu LIP/IST, Lisboa Escola de Profs no CERN em Língua Portuguesa 2015 (Heinrich Wilhelm Olbers, 1823) Universo Porque é que o Universo é escuro? E porque era isto um paradoxo?
Introdução à Cosmologia: 1 - a cosmologia newtoniana
1 Introdução à Cosmologia: 1 - a cosmologia newtoniana Laerte Sodré Jr. August 15, 2011 objetivos: abordagem rápida dos principais conceitos de cosmologia foco no modelo cosmológico padrão veremos como
Cosmo-UFES: Grupo de Astrofísica, Cosmologia e Gravitação. Visão geral do grupo, pesquisa e outras atividades. Davi C. Rodrigues
Cosmo-UFES: Grupo de Astrofísica, Cosmologia e Gravitação Visão geral do grupo, pesquisa e outras atividades Cosmo-UFES Departamento de Física, CCE, Universidade Federal do Espírito Santo, Vitória, ES
Introdução à Cosmologia
Introdução à Cosmologia Oliver F. Piattella Universidade Federal do Espírito Santo Vitória, Brasil 3 Maio 2017 Cosmo-UFES Webpage do grupo COSMO-UFES: http://www.cosmo-ufes.org Minha webpage: http://ofp.cosmo-ufes.org
Tópicos de Física Geral I Cosmologia: o que sabemos sobre a história do universo? Miguel Quartin
Tópicos de Física Geral I 2016 Cosmologia: o que sabemos sobre a história do universo? Miguel Quartin Instituto de Física, UFRJ Grupo: Astrofísica, Relatividade e Cosmologia (ARCOS) 1 Resumo do Seminário
Thaisa Storchi Bergmann
Thaisa Storchi Bergmann Membro da Academia Brasileira de Ciências Prêmio L Oreal/UNESCO For Women in Science 2015 3/11/16 Thaisa Storchi Bergmann, Breve história do Universo, Parte II 1 Resum0 da primeira
INTRODUÇÃO À COSMOLOGIA
INTRODUÇÃO À COSMOLOGIA O UNIVERSO EM GRANDE ESCALA O mapa mostra a maior estrutura conhecida no universo: o Sloan Great Wall. Nenhuma estrutura maior do que 300 Mpc é observada. Esta distribuição de matéria
O espaço-tempo curvo na teoria da relatividade geral. Felipe Tovar Falciano
O espaço-tempo curvo na teoria da relatividade geral Felipe Tovar Falciano IFCE - 2013 O que é Relatividade? 1685 - Newton "Philosophiae naturalis principia mathematica" A. Einstein (1879-1955) 1890 -
Separação entre galáxias ~ 100 tamanho => interações (colisões) => deformações ou disrupções.
Separação entre galáxias ~ 100 tamanho => interações (colisões) => deformações ou disrupções. Fusão: tamanhos similares Canibalismo: tamanhos diferentes Podem transformar espirais em elípticas e também
Cosmologia 1. Gastão B. Lima Neto Vera Jatenco-Pereira IAG/USP.
Aspectos históricos Princípio cosmológico Base teórica Expansão do Universo Lei de Hubble Parâmetros cosmológicos Evolução do Universo Cosmologia 1 Gastão B. Lima Neto Vera Jatenco-Pereira IAG/USP www.astro.iag.usp.br/~aga210
Um Sonho de Einstein:
Um Sonho de Einstein: A Unificação da Leis da Física Victor O. Rivelles [email protected] Instituto de Física Universidade de São Paulo Um Sonho de Einstein: p. 1 Einstein e Teorias Unificadas De
Cosmologia 1. Gastão B. Lima Neto Vera Jatenco-Pereira IAG/USP.
Aspectos históricos Princípio cosmológico Base teórica Expansão do Universo Lei de Hubble Parâmetros cosmológicos Evolução do Universo Cosmologia 1 Gastão B. Lima Neto Vera Jatenco-Pereira IAG/USP www.astro.iag.usp.br/~aga210
A Via LácteaMassa da Galáxia
Fundamentos de Astronomia e Astrofísica A Via LácteaMassa da Galáxia Rogério Riffel http://astro.if.ufrgs.br Meio Interestelar O meio entre as estrelas não é completamente vazio. - Tem gás: principalmente
Departamento de Astronomia - Instituto de Física Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Departamento de Astronomia - Instituto de Física Universidade Federal do Rio Grande do Sul FIS2001 - FUNDAMENTOS DE ASTRONOMIA E ASTROFÍSICA 3.a PROVA 2011/2 NOME: TURMA:C I. ( 0,2 pontos cada) Nas questões
Mecânica e Ondas MEEC Prof. Pedro Abreu 25ª Aula
Mecânica e Ondas MEEC 2013-2014 Prof. Pedro Abreu [email protected] 25ª Aula Princípio de Equivalência (introdução à ) Relatividade Geral Questões em aberto no nosso Universo Eu não sei com que armas os homens
CURSO AVANÇADO EM ASTRONOMIA E ASTROFÍSICA OBSERVATÓRIO ASTRONÓMICO DE LISBOA PARADOXOS DA TEORIA DA RELATIVIDADE. Paulo Crawford MÓDULO CAOAL TR
CURSO AVANÇADO EM ASTRONOMIA E ASTROFÍSICA DO OBSERVATÓRIO ASTRONÓMICO DE LISBOA PARADOXOS DA TEORIA DA RELATIVIDADE MÓDULO CAOAL TR Paulo Crawford Abril de 2013 Conteúdo Objectivos e Estrutura do Curso..............................
Teorias de Unificação
Teorias de Unificação Sérgio Mittmann dos Santos Oficina de Astronomia UNISINOS Março de 2004 Sumário Introdução Partículas fundamentais As 4 interações fundamentais da natureza General Theory of Relativity
Aula 2: Cosmologia Relativística
Aula 2: Cosmologia Relativística Primeira Escola de Ciências Física Brasil-Cabo Verde 3-13 de abril 2017 Oliver F. Piattella Universidade Federal do Espírito Santo Vitória, Brasil Abordagem matemática
A Via LácteaMassa da Galáxia
Fundamentos de Astronomia e Astrofísica A Via LácteaMassa da Galáxia Tibério B. Vale http://astro.if.ufrgs.br Meio Interestelar O meio entre as estrelas não é completamente vazio. Tem gás: principalmente
O COMEÇO DO UNIVERSO O BIG-BANG
O COMEÇO DO UNIVERSO O BIG-BANG ESTÁGIOS INICIAIS DO UNIVERSO No modelo padrão do Big-Bang, de acordo com as equações de Friedmann, os estágios iniciais do universo são caracterizados por condições de
A inflação. Por André G.campos. Simetria perfeita
A inflação Por André G.campos Simetria perfeita De acordo com as teorias da grande unificação, ou GUT, a evolução inicial do universo consiste de uma série de transições para estados com simetrias cada
O COMEÇO DO UNIVERSO O BIG-BANG
O COMEÇO DO UNIVERSO O BIG-BANG ESTÁGIOS INICIAIS DO UNIVERSO No modelo padrão do Big-Bang, de acordo com as equações de Friedmann, os estágios iniciais do universo são caracterizados por condições de
O tamanho, idade e conteúdo do Universo: sumário
O tamanho, idade e conteúdo do Universo: sumário Unidadese métodos de determinação de distâncias Tamanhos no Sistema Solar Tamanho das Estrelas Tamanho das Galáxias Tamanho dos Aglomerados de Galáxias
Cosmologia Moderna. origem e fim do universo. Prof. Alexandre Zabot. Verdade e Razão, UFSC 29.IX.2018
Cosmologia Moderna origem e fim do universo Prof. Alexandre Zabot Verdade e Razão, UFSC 29.IX.2018 Índice Big bang Um universo especial Um universo que faz sentido 1 25 Índice Big bang Um universo especial
A Teoria de Cordas e a Unificação das Forças da Natureza p. 1/29
A Teoria de Cordas e a Unificação das Forças da Natureza Victor O. Rivelles Instituto de Física Universidade de São Paulo [email protected] http://www.fma.if.usp.br/ rivelles/ Simpósio Nacional de
Gravidade: Clássica e Quântica. Panoramas da Física
Gravidade: Clássica e Quântica Panoramas da Física Programa - Breve introdução. - Relatividade Restrita. - Relatividade Geral. - Idéias fundamentais. - Campo fraco: Newton e ondas gravitacionais. - Solução
Cosmologia 1 Gastão B. Lima Neto IAG/USP
Cosmologia 1 Gastão B. Lima Neto IAG/USP www.astro.iag.usp.br/~aga101 Hubble Ultra Deep Field-HST/ACS AGA 101 2 semestre 2017 Cosmologia História e estrutura do universo Como se distribui a matéria? Onde
Evolução Estelar: Pós-Seqüência Principal
Fundamentos de Astronomia e Astrofísica Evolução Estelar: Pós-Seqüência Principal Rogério Riffel Veja mais em: http://astro.if.ufrgs.br/estrelas/node14.htm Evolução Final das Estrelas O destino final das
Radiação Cósmica de Fundo
Radiação Cósmica de Fundo Elói Ugo Pattaro Introdução a Cosmologia Física 4300430 Prof. Dr. Raul Abramo 12 de Novembro de 2015 Introdução A cosmologia busca formular e entender modelos para a evolução
Cosmologia Básica: 4 - as eras do universo
1 Cosmologia Básica: 4 - as eras do universo Laerte Sodré Jr. August 17, 2011 As 4 eras do Universo O paradigma cosmológico atual sugere que o universo passou por 4 etapas distintas: o Big-Bang e a inflação
Cosmologia. Eduardo Cypriano
Cosmologia Eduardo Cypriano Definição Definição de cosmologia: O estudo do Universo como um todo De modo menos formal podemos dizer que a cosmologia pretende responder algumas das questões mais fundamentais
José Lages da Silva Neto
José Lages da Silva Neto 13.07.2010 Na mecânica Clássica, usa-se o espaço euclidiano, onde o universo possui três dimensões de espaço. Pra localizar um ponto, portanto, basta informar suas três coordenadas
Astrofísica Geral. Tema 22: O Big Bang
ema 22: O Big Bang Outline 1 Modelos cosmológicos 2 Expansão do universo 3 Big Bang 4 Evidências do Big Bang 5 Bibliografia 2 / 29 Índice 1 Modelos cosmológicos 2 Expansão do universo 3 Big Bang 4 Evidências
O tamanho do Universo. Profa. Thaisa Storchi Bergmann Departamento de Astronomia Instituto de Física UFRGS
O tamanho do Universo Profa. Thaisa Storchi Bergmann Departamento de Astronomia Instituto de Física UFRGS Sumário Unidades de distância Métodos de determinação de distâncias Tamanhos no Sistema Solar:
Aula 17: Cosmologia I. Henrique Dias Gomes
Aula 17: Cosmologia I Henrique Dias Gomes [email protected] Cosmologia wikipedia: Cosmologia (do grego κοσμολογία, κόσμος="cosmos"/"ordem"/"mundo"+ -λογία="discurso"/"estudo"); É o ramo da astronomia
Evolução Estelar: Pós-Seqüência Principal
Fundamentos de Astronomia e Astrofísica Evolução Estelar: Pós-Seqüência Principal Tibério B. Vale Veja mais em: http://astro.if.ufrgs.br/estrelas/node14.htm Evolução Final das Estrelas O destino final
Centro galáctico. Diâmetro da Galáxia AL
Centro galáctico Diâmetro da Galáxia 100.000 AL Centro Galáctico imagem no Infra-vermelho do Centro Galáctico O centro galáctico, observado desde a Terra, é obscurecido pela alta concentração de pó do
Proposta Curricular da disciplina de Física
Proposta Curricular da disciplina de Ensino Médio 1ª Série Tema: Movimentos: variações e conservações 1º Bimestre Conteúdos gerais Grandezas do movimento: identificação, caracterização e estimativa de
Física. baseado nos Padrões Curriculares do Estado de São Paulo
Física baseado nos Padrões Curriculares do Estado de São Paulo 1 PROPOSTA CURRICULAR DA DISCIPLINA DE FÍSICA High School 2 9 th Grade Movimentos: variações e conservações. Grandezas do movimento: identificação,
Teoria de Cordas e Supercordas. Henrique Boschi Filho Instituto de Física UFRJ
Teoria de Cordas e Supercordas Henrique Boschi Filho Instituto de Física UFRJ III Encontro de Ciências do Universo, Núcleo de Pesquisas em Ciências, 4 de Julho de 2015 Ideia Central A hipótese central
Aglomerados de galáxias
Aglomerados de galáxias I O grupo Local A figura 1 mostra a Galáxia que tem uma extensão de 200000 Anos Luz. O Sol esta localizado no braço de Orion a 26000 Anos Luz de distancia do Centro Galáctico. O
Decima Quarta Aula. Introdução à Astrofísica. Reinaldo R. de Carvalho
Decima Quarta Aula Introdução à Astrofísica Reinaldo R. de Carvalho ([email protected]) pdf das aulas estará em http://cosmobook.com.br/?page_id=440 ! Capítulo 14!! A Nossa Galáxia - Descrição
A Matéria Escura. Samuel Jorge Carvalho Ximenes & Carlos Eduardo Aguiar
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO Instituto de Física Programa de Pós-Graduação em Ensino de Física Mestrado Prossional em Ensino de Física A Matéria Escura Samuel Jorge Carvalho Ximenes & Carlos
Estágios Finais da Evoluçao Estelar: Estrelas Compactas e Buracos Negros
Estágios Finais da Evoluçao Estelar: Estrelas Compactas e Buracos Negros Felipe de Lima Kelemen Orientador: Profa. Dra. Cecilia B. M. H. Chirenti Centro de Matemática, Computação e Cognação (CMCC) Santo
Universidade Federal do Rio Grande do Sul Instituto de Física Departamento de Astronomia. Fundamentos de Astronomia e Astrofísica: FIS2001
Universidade Federal do Rio Grande do Sul Instituto de Física Departamento de Astronomia Fundamentos de Astronomia e Astrofísica: FIS2001 Prof. Rogério Riffel Fundamentos de Astronomia e Astrofísica: FIS2001
Fundamentos de Astronomia e Astrofísica. Cosmologia. Tibério B. Vale
Fundamentos de Astronomia e Astrofísica Cosmologia Tibério B. Vale O Universo em larga escala Não vivemos no centro do universo! No começo do século passado (1900) o homem teve que admitir que vivemos,
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE COLÉGIO DE APLICAÇÃO
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE COLÉGIO DE APLICAÇÃO Av. Marechal Rondon S/N, Rosa Elze. CEP: 49100-000 (79) 3194-6930/6931 [email protected] PLANO DE ENSINO Disciplina: CIÊNCIAS
MISTÉRIOS DO UNIVERSO
MISTÉRIOS DO UNIVERSO Natália Palivanas 16 de Dezembro de 2016 O objetivo desta Sessão Astronomia é mostrar que todo o conhecimento que agregamos até hoje, tanto pessoal quanto científico, tem origem em
Quasares e Matéria Escura
Quasares e Matéria Escura Atila Costa, Ingrid Rais, Marcelo Diedrich, e Patrícia Gonçalves Seminário de Astronomia IFRS Novembro de 2013 Sumário Introdução...03 História...04 Radiotelescópios...06 Redshift...08
Cosmologia. Sandra dos Anjos
Cosmologia Sandra dos Anjos Vimos até aquí, em aulas anteriores, aspectos observacionais que ajudaram a construir modelos físicos que explicam, total ou parcialmente, as observações. Este foi o traçado
Partículas Elementares (2015/2016)
Partículas Elementares (2015/2016) Introdução Mário Pimenta, Jorge Romão, Ruben Conceição A Física de Partículas Ordens de grandeza Super-cordas? Partículas Núcleos Átomos células 1 Ano-luz Terra-Sol Terra
