PARECER Nº 48/PP/2014-P CONCLUSÕES
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- Nathalie Marinho Caminha
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1 PARECER Nº 48/PP/2014-P CONCLUSÕES 1. Os actos praticados pelo advogado no uso da competência que lhe é atribuída pelo artº 38º do Dec-Lei nº 76-A/2006, bem como os documentos que os formalizam, porque destinados a dar forma legal e a conferir fé pública a actos extrajudiciais, não estão abrangidos pelo segredo profissional do advogado. 2. Estão contudo abrangidos pelo segredo profissional os factos advindos ao conhecimento do advogado, e os documentos que lhe sejam entregues, por via de assessoria jurídica prestada, quer previa, quer simultânea, quer mesmo posteriormente à prática dos actos mencionados no artº 38º do Dec-Lei nº 76- A/ Tal como o notário, por imposição do artº 32º do C. de Notariado, o advogado, por força do disposto no artº 87º nº 1 e 3 do EOA, está vinculado ao dever de manter em segredo a existência e o conteúdo dos documentos particulares apresentados para legalização ou autenticação, bem como os elementos a ele confiados para a preparação e elaboração de actos da sua competência. 4. Porque abrangido pelo dever de guardar sigilo, o advogado deve recusar, perante qualquer autoridade judiciária, a entrega de documentos que lhe tenham sido entregues pelo cliente no âmbito do patrocínio de questões ou execução de tarefas. 5. Pretendendo a autoridade judiciária obter a entrega do documento para comprovação de factos em processo pendente, terá de observar, consoante os casos, os formalismos previstos nos artº 135º e 180º do C.P.Penal consoante os casos. Notificada pela Directoria da Polícia Judiciária para juntar ao processo nº ( ) a correr termos na Directoria ( ) da Polícia Judiciária a documentação que serviu de suporte à transmissão de quotas da empresa ( ) de que era titular a sociedade ( ), registada on line em 25/11/2010, a Sra. Dra. ( ), ilustre advogada com escritório na comarca de ( ), vem requerer à Srª Presidente do Conselho Distrital que, ao abrigo do disposto no artº 51º nº 1 al. m) se pronuncie quanto à autorização para disponibilização da documentação solicitada. O expediente foi distribuído para Parecer.
2 Porque se trata de questão de carácter profissional, ao abrigo do disposto no artº 50º nº 1 al. f) do EOA, vai ser emitida pronúncia. O artº 38º do Dec-lei nº 76-A/2006 veio atribuir aos advogados competência para fazer reconhecimentos simples e com menções especiais, presenciais ou por semelhança, autenticar documentos particulares, certificar ou fazer certificar traduções de documentos, nos termos da lei notarial, bem como certificar a conformidade das fotocópias com os documentos originais e tirar fotocópias dos originais que lhes sejam presentes para certificação, nos termos do DL 28/2000 de 13 de Março. Os mencionados actos, tradicionalmente, eram próprios da função notarial, a qual, nos termos do disposto no artº 1º nº 1 do C. de Notariado, se destinava a dar forma legal e conferir fé pública aos actos extrajudiciais. O acto de reconhecimento de assinatura destina-se apenas a atestar publicamente, que determinada pessoa, na presença do advogado, apôs pelo seu punho a assinatura num documento na presença do advogado (quando presencial), ou que a assinatura constante de documento exibido ao advogado corresponde a assinatura constantes nos documentos exibidos para a verificação da qualidade e poderes para o acto, (quando por semelhança e menções especiais). De notar que a fé pública subjacente ao acto de reconhecimento não se reporta ao teor do documento mas apenas ao facto da assinatura ter sido no mesmo aposta nos termos em que se reconhece. O acto de reconhecimento de assinatura ou autenticação de documento é objecto de registo on line como acto de advogado. Não se poderá admitir que tal acto, porque praticado pelo advogado, está abrangido pelo dever de sigilo imposto pelo artº 87º do EOA. A entender-se o contrário, a finalidade única do acto (fazer fé pública), ficaria comprometida. Em primeira conclusão, dir-se-á que relativamente ao documento que exara o registo on line do acto de reconhecimento das assinaturas apostas no documento que titula a cessão de quotas, porque não abrangido pelo segredo profissional, nada impede que seja entregue nos termos requeridos no ofício da Directoria da Polícia Judiciária.
3 Já assim não é quanto aos factos advindo ao conhecimento do advogado por via de assessoria jurídica prestada ou quanto a documentos que lhe tenham sido entregues para a prática de determinados actos, quer previa, quer simultânea ou posteriormente à prática de qualquer dos actos mencionados no artº 38º do Dec-Lei nº 76-A/2006. Estando o notário, ao abrigo do disposto no artº 32º do C. Notariado, obrigado a manter em segredo profissional a existência e o conteúdo dos documentos particulares (sublinhado nosso) apresentados para legalização ou autenticação, bem como os elementos a eles confiados para a preparação e elaboração de actos da sua competência, por maioria de razão, por força do disposto no artº 87º nºs 1 e 3 do EOA, o advogado está vinculado ao mesmo dever. E parece não existir dúvidas que o documento que titula a cessão de quotas é um documento particular. O facto de eventualmente ser autenticado não lhe retira essa natureza. A autenticação, nos termos do artº 35º nº 2 do C. do Notariado, mais não é do que a confirmação do documento perante o notário pelas partes nele outorgantes. Poder-se-á contra argumentar que estando o facto exarado no documento sujeito a registo, cuja função primordial é dar publicidade ao facto (acto), é um contra senso admitir-se que o advogado está vinculado ao dever de manter sob sigilo um documento que exara um facto que por força de lei foi ou tem de ser publicitado. Mas só aparentemente é que se poderá aceitar a justeza do argumento. Ao advogado podem ser confiados documentos em contextos diversos e por razões ou circunstâncias diversas e em contextos determinados. O dossier do advogado, independentemente da natureza dos documentos e dos factos que o integram, é quanto a nós (tendencialmente) sigiloso. Se porventura o documento é de natureza pública (p.ex: uma escritura pública) ou não o sendo mas o facto que ele exara está por lei sujeito a registo, o dossier do advogado terá de ser o último lugar onde a autoridade judiciária deverá procurar o mesmo.
4 Se porventura o documento que titula a cessão de quota está na posse da ( ), somos de entender que a recusa da sua entrega é legítima face ao dever de sigilo a que está obrigada. E, quando tiver de o ser, terá de o ser com as formalidades prescritas nos artºs 135º e 180º do C.P.Penal consoante os casos. C O N C L U S Õ E S 1. Os actos praticados pelo advogado no uso da competência que lhe é atribuída pelo artº 38º do Dec-Lei nº 76-A/2006, bem como os documentos que os formalizam, porque destinados a dar forma legal e a conferir fé pública a actos extrajudiciais, não estão abrangidos pelo segredo profissional do advogado. 2. Estão contudo abrangidos pelo segredo profissional os factos advindos ao conhecimento do advogado, e os documentos que lhe sejam entregues, por via de assessoria jurídica prestada, quer previa, quer simultânea, quer mesmo posteriormente à prática dos actos mencionados no artº 38º do Dec-Lei nº 76- A/ Tal como o notário, por imposição do artº 32º do C. de Notariado, o advogado, por força do disposto no artº 87º nº 1 e 3 do EOA, está vinculado ao dever de manter em segredo a existência e o conteúdo dos documentos particulares apresentados para legalização ou autenticação, bem como os elementos a ele confiados para a preparação e elaboração de actos da sua competência. 4. Porque abrangido pelo dever de guardar sigilo, o advogado deve recusar, perante qualquer autoridade judiciária, a entrega de documentos que lhe tenham sido entregues pelo cliente no âmbito do patrocínio de questões ou execução de tarefas. 5. Pretendendo a autoridade judiciária obter a entrega do documento para comprovação de factos em processo pendente, terá de observar, consoante os casos, os formalismos previstos nos artº 135º e 180º do C.P.Penal consoante os casos.
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