PARECER Nº. 67/PP/2008-P CONCLUSÕES:
|
|
|
- Ana Clara Palma Camilo
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 PARECER Nº. 67/PP/2008-P CONCLUSÕES: 1. O Decretos-lei n.º 28/2000, de 13 de Março, n.º 237/2001, de 30 de Agosto e n.º 76-A/2006, de 29 de Março atribuíram, nomeadamente, aos advogados e aos solicitadores, algumas competências anteriormente reservadas aos notários, a saber: a) - Certificar a conformidade de fotocópias com os documentos originais b) - Fazer reconhecimentos simples e com menções especiais, presenciais ou por semelhança. c) - Autenticar documentos particulares. d) - Certificar, ou fazer e certificar, traduções de documentos. 2. Os Decretos-lei n.º 28/2000, de 13 de Março, n.º 237/2001, de 30 de Agosto e n.º 76-A/2006, de 29 de Março nada referem quanto à legitimidade dos advogados estagiários para a prática dos mesmos. 3. Entende se, porém, que foi vontade expressa do legislador equiparar, em termos de competência para a prática de actos profissionais, o advogado estagiário ao solicitador Artigo 189º nº 1 a) do EOA. 4. O advogado estagiário, que se encontre na segunda fase do estágio, tem competência para certificar a conformidade de fotocópias com os documentos originais apresentados e proceder à extracção das mesmas para esse efeito, fazer reconhecimentos simples e com menções especiais, presenciais ou por semelhança., autenticar documentos particulares e certificar, ou fazer e certificar, traduções de documentos, ou seja, tem competência para praticar todos os actos previstos no Decreto-Lei n.º 28/2000, de 13 de Março, no Decreto-Lei n.º 237/2001, de 30 de Agosto e no Decreto-Lei n.º 76-A/2006, de 29 de Março. 5. A orientação do patrono na prática de tais actos, traduz-se em orientar e informar o advogado estagiário sobre como proceder a tal certificação e verificar que foi adoptado o procedimento adequado. I - Por recebido no Conselho Distrital do Porto, veio a Exmª Srª Drª ( ), advogada estagiária, portadora da cédula profissional nº ( )P solicitar emissão de parecer sobre a questão que coloca nestes termos
2 O artº 189º nº 1 a) do Estatuto da Ordem dos Advogados refere que, o advogado estagiário pode praticar todos os actos da competência dos solicitadores autonomamente, mas sob a orientação do patrono. Por sua vez, o artº 38º nº 1 do D.L. 76-A/2006 estatui o seguinte: os solicitadores podem fazer reconhecimentos simples e com menções especiais, presenciais e por semelhança, autenticar documentos particulares, certificar, traduções de documentos, nos termos previstos na lei notarial. Sendo certo que, a letra do preceito supra citado não permite expressamente a certificação de fotocópias por advogados estagiários, o certo é que, o artº 189º nº 1 do E.O.A. faculta aos mesmos o exercício de todos os actos próprios dos solicitadores. Equiparado, o texto do referido artº 189º, a competência de ambos, parece pois não estar vedada ao advogado estagiário esta possibilidade. Uma vez que, as opiniões sobre estes preceitos são discordantes, gostaria que me elucidasse acerca da correcta interpretação e alcance a dar à conjugação das duas disposições legais em causa. Por ultimo, e no caso da resposta à questão por mim colocada ser positiva no sentido de nos ser possível certificar fotocópias gostaria ainda de saber em que se traduzirá, neste caso específico, a orientação do patrono. II - A matéria da certificação de fotocópias inclui-se no âmbito das competências que anteriormente se encontravam exclusivamente reservadas a notários numa evolução que começou a verificar-se desde Fazendo uma retrospectiva quanto a esta evolução, há que ter em conta o Decreto- Lei n.º 28/2000, de 13 de Março, que veio introduzir no ordenamento jurídico mecanismos de simplificação na certificação de actos, admitindo formas alternativas de atribuição de valor probatório a documentos. Este diploma atribuiu, nomeadamente, aos advogados e aos solicitadores competência para certificar a conformidade de fotocópias com os documentos originais que lhes sejam apresentados para esse fim e ainda proceder à extracção de fotocópias dos originais que lhes sejam apresentados para certificação, adquirindo essas fotocópias o valor probatório dos originais cf. n.ºs 1, 2, 3 e 5 do artigo 1º. Posteriormente, e ainda com o objectivo de introduzir formas alternativas de
3 atribuição de valor probatório aos documentos, foi publicado o Decreto-Lei n.º 237/2001, de 30 de Agosto. Este diploma, por sua vez, veio permitir aos advogados e aos solicitadores fazer reconhecimentos com menções especiais, por semelhança e ainda certificar, ou fazer e certificar, traduções de documentos cf. artigos 5º, acrescentando o artigo 6º que os reconhecimentos e traduções efectuados nestes termos conferem aos documentos a mesma força probatória que teria se tais actos tivessem sido realizados com intervenção notarial. Com o mesmo objectivo, foi publicado o Decreto-Lei n.º 76-A/2006, de 29 de Março que atribuiu aos advogados e aos solicitadores competência para poderem fazer reconhecimentos de quaisquer espécies, simples e com menções especiais, presenciais e por semelhança, bem como, para a autenticação de documentos particulares, acrescentando o n.º 2 do artigo 38º que os actos efectuados nestes termos conferem aos documentos a mesma força probatória que teria se tais actos tivessem sido realizados com intervenção notarial. Em síntese, as competências notariais agora igualmente atribuídas aos advogados e aos solicitadores são as seguintes: 1 - Certificar a conformidade de fotocópias com os documentos originais 2 - Fazer reconhecimentos simples e com menções especiais, presenciais ou por semelhança. 3 - Autenticar documentos particulares. 4 - Certificar, ou fazer e certificar, traduções de documentos. Em relação à certificação de fotocópias ela abrange a conferência de fotocópias, prevista no artigo 171º - A do Código do Notariado, mas não os certificados, referidos nos artigos 161º e ss do CN, nem as certidões extraídas dos instrumentos, registos e documentos arquivados nos cartórios. Efectivamente, aos advogados não foram atribuídas as competências notariais previstas nas alíneas d) e e), nem a da primeira parte da alínea g) do artigo 4º do CN, pelo que não podem certificar factos que tenham verificado, nem passar certidões de documentos em
4 relação a um arquivo que organizem, uma vez que a lei não lhes atribuiu essas funções notariais. Através da certificação de fotocópia, os advogados e solicitadores conferem às mesmas a mesma força probatória resultante do documento original. III - Quanto à competência dos Advogados Estagiários Tal como decorre do atrás referido, os Decretos-Leis n.º 28/2000, de 13 de Março, n.º 237/2001, de 30 de Agosto e n.º 76-A/2006, de 29 de Março, atribuem competência, nomeadamente, aos advogados e aos solicitadores, para a prática dos actos neles previstos, mas nada referem quanto à legitimidade dos advogados estagiários para a prática dos mesmos. Impõe-se portanto, analisar se terão os advogados estagiários competência para praticar tais actos, e no caso concreto, certificar a conformidade de fotocópias com os documentos originais e proceder à extracção de fotocópias dos originais que lhes sejam presentes para certificação. Se atentarmos à letra da lei, parece, desde logo, resultar que a prática dos actos atrás referidos se encontra vedada aos advogados estagiários, uma vez que a mesma apenas se refere a advogados e solicitadores. Contudo, entende-se que, haverá que conjugar e interpretar a disciplina legislativa contida naqueles diplomas, forçosamente de âmbito geral, com as demais normas do nosso ordenamento jurídico, nomeadamente, no caso concreto, com o disposto no Estatuto da Ordem dos Advogados (E.O.A.). E, olhando quer para o disposto no E.O.A. aprovado pelo Decreto-Lei n.º 84/84, de 16 de Março, quer para o E.O.A. actualmente em vigor, é nosso entendimento que foi vontade expressa do legislador equiparar, em termos de competência para a prática de actos profissionais, o advogado estagiário ao solicitador. E isto porquê? O n.º 2 do artigo 164º do E.O.A. de 1984 previa que o advogado estagiário, durante o segundo período do estágio, podia exercer quaisquer actos da competência dos solicitadores.
5 Ora, o legislador, quando aprovou os Decretos-Leis n.ºs 28/2000, de 13 de Março e 237/2001, de 30 de Agosto, já tinha conhecimento do disposto no n.º 2 do artigo 164º (anterior aos referidos diplomas), que previa que todos os actos da profissão de solicitador podem ser exercidos por advogado estagiário e, não obstante, o legislador não excluiu expressamente o advogado estagiário dessa competência. O mesmo aconteceu com o actual Estatuto da Ordem dos Advogados, aprovado pela Lei n.º 15/2005, de 26 de Janeiro. Neste, a matéria da competência dos advogados estagiários para a prática de actos próprios da profissão de advogado, está prevista no artigo 189º, como bem refere a Senhora advogada estagiária consulente Ora, preceitua a alínea a) do n.º 1 do artigo 189º do E.O.A. que, uma vez obtida a cédula profissional como advogado estagiário, este pode autonomamente, mas sempre sob orientação do patrono, praticar todos os actos da competência dos solicitadores. E, nos termos do disposto no n.º 3 do artigo 188º do E.O.A, a cédula só é emitida e entregue ao advogado estagiário com a aprovação deste nas provas de aferição e subsequente passagem à segunda fase de estágio, a chamada fase complementar. Assim, um advogado estagiário que já obteve a sua cédula profissional, e como tal na segunda fase do seu estágio, pode praticar todos os actos da competência dos solicitadores e, por conseguinte, poderá, à semelhança dos solicitadores: a) - Certificar a conformidade de fotocópias com os documentos originais b) - Fazer reconhecimentos simples e com menções especiais, presenciais ou por semelhança. c) - Autenticar documentos particulares. d) - Certificar, ou fazer e certificar, traduções de documentos. E isto também porque aquando da publicação do Decreto-Lei n.º 76-A/2006, de 29 de Março, o legislador já tinha conhecimento do disposto na alínea a) do n.º 1 do
6 artigo 189º do E.O.A (anterior àquele diploma), que prevê que todos os actos da profissão de solicitador podem ser exercidos por advogado estagiário e, não obstante, o legislador não excluiu expressamente o advogado estagiário dessa competência. Dentro deste enquadramento, e entendendo que não se encontra vedado ao advogado estagiário da segunda fase, praticar os actos atrás elencados, resta responder à última questão colocada, ou seja, a de saber em que se traduz, neste caso específico a orientação do patrono. IV - O patrono desempenha um papel fundamental e imprescindível ao longo de todo o período de estágio, sendo o principal responsável pela orientação e direcção do exercício profissional do advogado estagiário. Ao patrono cabe promover e incentivar a formação durante o estágio e apreciar a aptidão e idoneidade ética e deontológica do estagiário para o exercício da profissão, emitindo para o efeito relatório final e participando directamente no processo de avaliação. Cfr nº 1 e 2 do artigo 15º do Regulamento Nacional de Estágio. Constituem obrigações do patrono entre outras aconselhar, orientar e informar o advogado estagiário durante todo o tempo de formação, cfr al. c) do artigo 16º do RNE. No caso concreto e tendo em conta os normativos invocados, a orientação do patrono traduz se em verificar adequação por parte do advogado estagiário da certificação efectuada em conformidade com o original. Conclusões 1. O Decretos-lei n.º 28/2000, de 13 de Março, n.º 237/2001, de 30 de Agosto e n.º 76-A/2006, de 29 de Março atribuíram, nomeadamente, aos advogados e aos solicitadores, algumas competências anteriormente reservadas aos notários, a saber:
7 a) - Certificar a conformidade de fotocópias com os documentos originais b) - Fazer reconhecimentos simples e com menções especiais, presenciais ou por semelhança. c) - Autenticar documentos particulares. d) - Certificar, ou fazer e certificar, traduções de documentos. 2. Os Decretos-lei n.º 28/2000, de 13 de Março, n.º 237/2001, de 30 de Agosto e n.º 76-A/2006, de 29 de Março nada referem quanto à legitimidade dos advogados estagiários para a prática dos mesmos. 3. Entende se, porém, que foi vontade expressa do legislador equiparar, em termos de competência para a prática de actos profissionais, o advogado estagiário ao solicitador Artigo 189º nº 1 a) do EOA. 4. O advogado estagiário, que se encontre na segunda fase do estágio, tem competência para certificar a conformidade de fotocópias com os documentos originais apresentados e proceder à extracção das mesmas para esse efeito, fazer reconhecimentos simples e com menções especiais, presenciais ou por semelhança., autenticar documentos particulares e certificar, ou fazer e certificar, traduções de documentos, ou seja, tem competência para praticar todos os actos previstos no Decreto-Lei n.º 28/2000, de 13 de Março, no Decreto-Lei n.º 237/2001, de 30 de Agosto e no Decreto-Lei n.º 76-A/2006, de 29 de Março. 5. A orientação do patrono na prática de tais actos, traduz-se em orientar e informar o advogado estagiário sobre como proceder a tal certificação e verificar que foi adoptado o procedimento adequado. Vila Nova de Gaia, 12 de Janeiro de 2009 Relatora Elisabete Grangeia
QUADRO LEGISLATIVO. SECÇÃO VIII Reconhecimentos. Artigo 153.º Espécies
QUADRO LEGISLATIVO DL n.º 250/96, de 24 de Dezembro: Altera o Código do Notariado (aprovado pelo Decreto-Lei n.º 207/95, de 14 de Agosto) e procede à abolição dos reconhecimentos notariais de letra e de
Enquadramento Legal ARTIGO 38.º DO DECRETO-LEI N.º76-A/2006, DE 29 DE MARÇO
Enquadramento Legal ARTIGO 38.º DO DECRETO-LEI N.º76-A/2006, DE 29 DE MARÇO "Artigo 38.º Extensão do regime dos reconhecimentos de assinaturas e da Autenticação e tradução de documentos 1 - Sem prejuízo
COMPETêNCIA DOS ADVOGADOS ESTAGIÁRIOS PARA RECONhECIMENTOS DE ASSINATURAS, AUTENTICAÇÃO E TRADUÇÃO DE DOCUMENTOS E CONFERêNCIA DE CóPIAS
COMPETêNCIA DOS ADVOGADOS ESTAGIÁRIOS PARA RECONhECIMENTOS DE ASSINATURAS, AUTENTICAÇÃO E TRADUÇÃO DE DOCUMENTOS E CONFERêNCIA DE CóPIAS Processo n.º 27/PP/2014-G e 30/PP/2014-G Relator: Dr. A. Pires de
2- Reconhecimentos de assinaturas
2- Reconhecimentos de assinaturas Exemplos: actos notariais documentação\reconhecimento de assinatura com poderes para o acto modelo.pdf actos notariais documentação\reconhecimento de assinatura menções
PARECERES Conselho Distrital de Lisboa da Ordem dos Advogados
CONSULTA N.º 11/2009 Interpretação do art. 189º do EOA O Senhor Advogado, Dr.... vem solicitar que o emita parecer sobre a factualidade que passamos a enunciar: a. O Senhor Advogado consulente foi notificado,
PARECER Nº 48/PP/2014-P CONCLUSÕES
PARECER Nº 48/PP/2014-P CONCLUSÕES 1. Os actos praticados pelo advogado no uso da competência que lhe é atribuída pelo artº 38º do Dec-Lei nº 76-A/2006, bem como os documentos que os formalizam, porque
«pretende abrir um gabinete jurídico na comarca de A Nessa sequência pretende colocar um letreiro no vidro do gabinete com os seguintes dizeres:
1 Parecer nº 43/PP/2013-P Relator: Sr. Dr. Carlos Vasconcelos I - Por comunicação escrita, datada de 26 de Agosto de 2013, dirigida ao Conselho Distrital do Porto da Ordem dos Advogados, a Senhora Doutora
REGULAMENTO DO PERÍODO DE ADAPTAÇÃO
REGULAMENTO DO PERÍODO DE ADAPTAÇÃO ARTIGO 1.º (Objecto) 1. O presente Regulamento estabelece os procedimentos aplicáveis ao período de adaptação dos cidadãos moçambicanos inscritos em Ordem ou Associação
3. Desde logo, não queremos deixar de referir que nada impede um Advogado de ser Economista, nem um Economista de ser Advogado.
> Conselho Distrital de Lisboa > Parecer CDL n.º 88/2004, de 3 de Março de 2005 1. Vem o Consulente, o Sr. Dr. A, por requerimento que deu entrada neste Conselho no dia 18 de Outubro de 2004, solicitar
PARECER Nº 68/PP/2013-P CONCLUSÕES:
1 PARECER Nº 68/PP/2013-P CONCLUSÕES: 1. Um Advogado que tenha sido nomeado patrono oficioso de um menor num processo judicial de promoção e protecção de crianças e jovens em perigo, requerido pelo Ministério
PARECER NR. 33/PP/2009-P CONCLUSÃO:
PARECER NR. 33/PP/2009-P CONCLUSÃO: A Para o advogado, a matéria de conflito de interesses é uma questão de consciência, competindo-lhe ajuizar se a relação de confiança que estabeleceu com um seu antigo
PARECERES Conselho Distrital de Lisboa da Ordem dos Advogados
CONSULTA N.º 54/2008 Exame de processo judicial artigo 74º do EOA & 1 Dos factos O Senhor Advogado..., titular da cédula profissional n.º, com domicílio profissional sito na..., veio solicitar a pronúncia
CONSULTA N.º 13/2007
CONSULTA N.º 13/2007 Relator: SANDRA BARROSO E RUI SOUTO Requerente: Discussão: sessão plenária de 17 de Maio de 2007 Aprovação: sessão plenária de 17 de Maio de 2007 Assunto: Honorários no âmbito de uma
Regulamento de Inscrição de Juristas de Reconhecido Mérito, Mestres e Doutores em Direito, para a Prática de Actos de Consulta Jurídica
Regulamento de Inscrição de Juristas de Reconhecido Mérito, Mestres e Doutores em Direito, para a Prática de Actos de Consulta Jurídica O Regulamento de Inscrição de Juristas de Reconhecido Mérito, Mestres
I. Por comunicação escrita dirigida ao Bastonário da Ordem dos Advogados, datada de ( ), a Sra. Dra. ( ), Advogada, veio expor o que segue:
Processo de Parecer n.º 35/PP/2017-G Requerente: ( ) Relator: Dr. Pedro Costa Azevedo I. Por comunicação escrita dirigida ao Bastonário da Ordem dos Advogados, datada de ( ), a Sra. Dra. ( ), Advogada,
INSCRIÇÃO COMO ADVOGADO
INSCRIÇÃO COMO ADVOGADO RNE 52-A/2005 DOCUMENTOS A ENTREGAR: Requerimento de inscrição de Advogado (anexo A); 3 Boletins de Inscrição com a assinatura pessoal e profissional do requerente, preenchidos
S. R. CONSELHO SUPERIOR DA MAGISTRATURA PARECER
PARECER 01. O Conselho Superior da Magistratura é um órgão de Estado com consagração constitucional (a artigos 217º e 218º da Lei Fundamental), ao qual incumbe a nomeação, a colocação, a transferência
TABELA DE TAXAS E EMOLUMENTOS DA ORDEM DOS ARQUITECTOS PARA O EXERCÍCIO DE 2016
TABELA DE TAXAS E EMOLUMENTOS DA ORDEM DOS ARQUITECTOS PARA O EXERCÍCIO DE 2016 Taxas e Emolumentos (em euros) Declarações Declaração para fins específicos 10,00 Certidões Certidão de inscrição por ato
Registos e Notariado. Atualização nº 3
Registos e Notariado 2017 Atualização nº 3 Atualização nº 3 editor EDIÇÕES ALMEDINA, S.A. Rua Fernandes Tomás, nºs 76, 78 e 80 3000-167 Coimbra Tel.: 239 851 904 Fax: 239 851 901 www.almedina.net [email protected]
PARECER N.º 267 / 2010
PARECER N.º 267 / 2010 ASSUNTO: ATRIBUIÇÃO DO TÍTULO DE ENFERMEIRO ESPECIALISTA, NO MOMENTO ACTUAL A atribuição do título enfermeiro especialista certifica um profissional com um conhecimento aprofundado
INSCRIÇÃO DE ADVOGADO INSCRITO NA ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL
INSCRIÇÃO DE ADVOGADO INSCRITO NA ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL 1 - Por força do disposto no EOA, os cidadãos de nacionalidade brasileira diplomados por qualquer faculdade de Direito do Brasil ou de Portugal,
> Conselho Geral > Parecer CG n.º 23/PP/2008-G, de 7 de Novembro de 2008
> Conselho Geral > Parecer CG n.º 23/PP/2008-G, de 7 de Novembro de 2008 CONSULTA Foi solicitado a este Conselho, pela Ilustre Advogada Sr.ª Dr.ª, PARECER sobre as seguintes QUESTÕES: 1 É possível uma
DA FALTA DE REGULAMENTAÇÃO DO EOA
DA FALTA DE REGULAMENTAÇÃO DO EOA 1. Hoje, quando se fala na reforma do actual Estatuto, que constitui um processo moroso e dependente do poder político, ocorre-nos a estranheza da ausência de preocupação
Sindicato Nacional dos Professores Licenciados pelos Politécnicos e Universidades
Sindicato Nacional dos Professores Licenciados pelos Politécnicos e Universidades Ex.mo Senhor Secretário de Estado da Educação Av. 5 de Outubro, 107 11º andar 1069-018 LISBOA Via Carta Reg. C/ A.R. Lisboa,
INSCRIÇÃO COMO ADVOGADO ESTAGIÁRIO CIDADÃO NACIONAL [art. 189º do EOA e art. 6º do RIAAE]
INSCRIÇÃO COMO ADVOGADO ESTAGIÁRIO CIDADÃO NACIONAL [art. 189º do EOA e art. 6º do RIAAE] Documentação a entregar Inscrição deve ser requerida no Conselho Regional em que o candidato a Advogado estagiário
INSCRIÇÃO DE ADVOGADO PROVENIENTE DA UNIÃO EUROPEIA
INSCRIÇÃO DE ADVOGADO PROVENIENTE DA UNIÃO EUROPEIA DOCUMENTOS A ENTREGAR (Reg. Nº 232/2007, de 4 de Setembro) 1) Requerimento de inscrição (Anexo A) 2) Boletim de inscrição com a assinatura pessoal e
INSCRIÇÃO COMO ADVOGADO
INSCRIÇÃO COMO ADVOGADO RNE 52-A/2005 (alterado pela Deliberação n.º 3333-A/2009) DOCUMENTOS A ENTREGAR : 1) Requerimento de inscrição de Advogado (anexo A); 2) 3 Boletins de Inscrição com a assinatura
N/Referência: C. Co. 15/2016 STJSR-CC Data de homologação: Relatório. Pronúncia
DIVULGAÇÃO DE PARECER DO CONSELHO CONSULTIVO N.º 32/ CC /2016 N/Referência: C. Co. 15/2016 STJSR-CC Data de homologação: 29-07-2016 Consulente: Serviços Jurídicos. Assunto: Palavras-chave: Regime especial
REGULAMENTO DO FUNCIONAMENTO E COMPETÊNCIA DAS DELEGAÇÕES REGIONAIS DA ORDEM DOS NOTÁRIOS 1
REGULAMENTO DO FUNCIONAMENTO E COMPETÊNCIA DAS DELEGAÇÕES REGIONAIS DA ORDEM DOS NOTÁRIOS 1 O Estatuto da Ordem dos Notários aprovado pelo Decreto-Lei n.º 27/2004, de quatro de Fevereiro, prevê nos seus
3 - Documentos particulares autenticados e termos de autenticação
3 - Documentos particulares autenticados e termos de autenticação Cumprimento das formalidades comuns aplicáveis (151º - 1 e 46º -1 a) a n) CN): - Data - Identificação titulador - Identificação intervenientes
PARECER nº 35/PP/2016-P SUMÁRIO: Incompatibilidade entre o exercício da Advocacia e as funções de Angariador Imobiliário.
PARECER nº 35/PP/2016-P SUMÁRIO: Incompatibilidade entre o exercício da Advocacia e as funções de Angariador Imobiliário. I A Sra. Dra. ( ), Advogada, portadora da cédula profissional nº ( ), com escritório
Ordem dos Solicitadores e dos Agentes de Execução FAQ S SOCIEDADES
FAQ S SOCIEDADES 1. A partir de quando se aplicam às sociedades as normas do Estatuto da Ordem dos Solicitadores e dos Agentes de Execução? R.: As normas do EOSAE que não sejam necessárias à realização
REGULAMENTO DO CONSELHO DE AUDITORIA DO BANCO CENTRAL DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (BCSTP)
REGULAMENTO DO CONSELHO DE AUDITORIA DO BANCO CENTRAL DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (BCSTP) Considerando a necessidade de se definir políticas, regras e procedimentos para o funcionamento do Conselho de Auditoria
Autoriza o Governo a alterar o Estatuto do Notariado e o Estatuto da Ordem dos Notários
DECRETO N.º 53/XI Autoriza o Governo a alterar o Estatuto do Notariado e o Estatuto da Ordem dos Notários A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea d) do artigo 161.º da Constituição, o seguinte:
1. O despacho normativo n.º 13/2014, de 15 de setembro, regulamenta dois processos:
Aplicação do Despacho Normativo n.º 13/2014, de 15 de setembro, à avaliação dos alunos que frequentam os estabelecimentos de Ensino Particular e Cooperativo 1. O despacho normativo n.º 13/2014, de 15 de
Do direito à compensação dos encargos resultantes das dispensas dos eleitos locais e das faltas dadas ao abrigo do Estatuto do Dirigente Associativo
ASSUNTO: Do direito à compensação dos encargos resultantes das dispensas dos eleitos locais e das faltas dadas ao abrigo do Estatuto do Dirigente Associativo Parecer n.º: INF_DSAJAL_LIR_5833/2019 Data:
PARECERES Conselho Distrital de Lisboa da Ordem dos Advogados
CONSULTA N.º 8/2009 Conflito de Interesses QUESTÃO O Senhor Dr. A vem solicitar que o emita parecer sobre uma situação de eventual conflito de interesses. O enquadramento factual, tal como exposto pelo
Portaria n.º 621/2008, de 18 de julho na redação da Portaria n.º 283/2013, de 30 de agosto*
Portaria n.º 621/2008, de 18 de julho na redação da Portaria n.º 283/2013, de 30 de agosto* O Decreto-Lei n.º 116/2008, de 4 de julho, aprovou diversas medidas de simplificação, desmaterialização e desformalização
Departamento Municipal Jurídico e de Contencioso Divisão Municipal de Estudos e Assessoria Jurídica
Manuela Gomes Directora do Departamento Municipal Jurídico e de Contencioso Concordo. Envie-se a presente informação ao Senhor Chefe da Divisão Municipal de Gestão e Avaliação do Património, Dr. Nuno Albuquerque.
INSCRIÇÃO DE ADVOGADO BRASILEIRO
INSCRIÇÃO DE ADVOGADO BRASILEIRO [art. 201º do EOA e art. 17º a 19º do RIAAE] Documentação a entregar 1) Norma de Requerimento de Inscrição de Advogado; 2) 2 Certidões de Registo de Nascimento; 3) Certificado
APECA Regime Especial de Exigibilidade do IVA nas Entregas de Bens às Cooperativas Agrícolas
Regime Especial de Exigibilidade do IVA nas Entregas de Bens às Cooperativas Agrícolas DL 418/99, de 21.10 ARTIGO 1.º - Incidência ARTIGO 2.º - Exigibilidade do imposto ARTIGO 3.º - Opção pelas regras
Parecer sobre o Decreto-Lei n.º 291/2009, de 12 de Outubro
ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE DEFICIENTES Parecer sobre o Decreto-Lei n.º 291/2009, de 12 de Outubro Em 17 de Outubro de 2009, entrou em vigor o Decreto-Lei n.º 291/2009, que alterou os artigos 1.º, 2.º, 3.º
