Reunião do Conselho Curador
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- Guilherme Martinho Sabala
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1 Publicação da Fundação Meridional de Apoio à Pesquisa Agropecuária MARço de 2016 Ano 16 Nº 57 Soja Portfólio Completo Giros técnicos Embrapa e Fundação Meridional personalizados apresentam lançam cultivares de soja com as novas variedades resultados surpreendentes nos da parceria Embrapa e dias de campo Fundação Meridional Página 5 Página 2 Trigo Mofo Branco Especialista Especialista avalia da e Embrapa destaca a importância indica qual da é cultura o manejo para a sustentabilidade mais correto para da agricultura o brasileira controle da doença Página Página 6 3 Reunião do Conselho Curador Colaboradores da Fundação Meridional elegeram os representantes para os Conselhos Diretor, Fiscal e Executivo para o biênio 2016/2018 Saiba mais na página 3 Impactos Trigo e Triticale do El Niño Pesquisadores VI RBPTT foi apontam promovida as influências em Londrina do fenômeno e discutiu climático os no últimos manejo avanços da cultura do da setor soja Página Página 8 5 Fundação Meridional Administração Central: Av. Higienópolis, 1.100, 4º andar, Cep , Londrina - PR (43)
2 Editorial Fundação Meridional: pronta para novos desafios Notas Notas Meridional Meridional Raphael Rodrigues Fróes Diretor-Presidente da Fundação Meridional Ao assumir o Conselho Executivo da Fundação Meridional, como Diretor-Presidente para o biênio 2016/2018, gostaria de agradecer aos demais conselheiros e colaboradores, pelo voto de confiança em nosso trabalho. Nesta gestão, queremos dar continuidade aos projetos que promovem o apoio à pesquisa agropecuária, especialmente no desenvolvimento de novas cultivares de soja, trigo e triticale, além de inovar nas ferramentas de transferência de tecnologia para o desenvolvimento de mercado das excelentes variedades desenvolvidas pelas parcerias com a Embrapa e o Iapar. Além disso, pretendemos, também, participar efetivamente dos debates que envolvam o setor agrícola, defendendo melhorias e boas condições para as atividades do produtor rural. Sabemos que o agronegócio brasileiro é responsável por boa parte da geração de empregos no País e que contribui decisivamente no superávit da balança comercial brasileira. Nesse período de crise econômica que o Brasil vem enfrentando, é um setor que precisa ser constantemente consultado e devemos estar sempre atentos ao tratamento que será dirigido às questões inerentes às atividades agropecuárias. Aproveito a ocasião para nos colocarmos à disposição de todos colaboradores, parceiros, funcionários e mantenedores para o intercâmbio de informações e também para o recebimento de sugestões e comentários. Desde sua instituição em 1999, é esta união de esforços que fortalece e aprimora os trabalhos da Fundação Meridional. A participação de todos será sempre muito bem-vinda e, desta forma, estaremos prontos para os novos desafios! Esta é uma publicação da Fundação Meridional de Apoio à Pesquisa Agropecuária, entidade com sede em Londrina-PR. Av. Higienópolis, 1.100, 4º andar, Cep Fone (43) Fax (43) [email protected] CONSELHO EXECUTIVO Diretor-Presidente: Raphael Rodrigues Fróes Diretor-Secretário: Josef Pfann Filho Diretor-Tesoureiro: Romildo Birelo Fotos: Coprossel, Fundação Meridional, Iapar e Sementes Fróes Colaboração: Antonio Eduardo Pípolo, Carlos Alberto Machado, Geraldo Estevam de Souza Carneiro e Lebna Landgraf do Nascimento Projeto Gráfico: Guerra Propaganda Impressão: Midiograf Tiragem: exemplares Informações: (43) [email protected] PARCEIROS: EXPEDIENTE MAPA: André Peralta assume a Diretoria do DFIA O ministro da Casa Civil, Jacques Wagner, nomeou o Engenheiro Agrônomo André Felipe Carrapatoso Peralta da Silva para o cargo de Diretor do Departamento de Fiscalização de Insumos Agrícolas (DFIA), da Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). A nomeação foi publicada no dia 19 de janeiro, no Diário Oficial da União. Até esta data, Peralta exercia a função de Coordenador de Sementes e Mudas do MAPA, na qual promoveu importantes avanços para o Sistema Nacional de Sementes e Mudas (SNSM). Desejamos sucesso na condução de seus trabalhos! Eugênio Bohatch: 39 anos de história no setor sementeiro Após 39 anos de dedicação profissional para o setor sementeiro do Paraná e do Brasil, o Engº Agrº Eugênio Bohatch se aposentará no dia 31/03/2016. A Apasem e a Fundação Meridional agradecem pelo seu companheirismo e empenho sem limites, sempre buscando atender as necessidades dos produtores de sementes. Seu sucessor, no cargo de Diretor Executivo da associação, será o Engº Agrº Clenio Debastiani. Reunião de Soja será em Londrina - PR A tradicional Reunião de Pesquisa de Soja, que está na sua XXXV edição, será realizada nos dias 05 e 06 de julho, em Londrina - PR. O evento, que é o principal fórum de pesquisa do complexo agropecuário da soja, deverá reunir pesquisadores, assistentes técnicos e produtores. Mais informações pelo site: Trigo: Fórum Nacional e 10ª RCBPTT Serão realizados no período de 26 a 28 de julho, em Londrina - PR, o 9 Fórum Nacional do Trigo e a 10ª Reunião da Comissão Brasileira de Pesquisa de Trigo e Triticale (RCBPTT). O Fórum tem discutido os temas de maior relevância para as culturas de trigo e triticale, promovendo um debate político e profícuo, desde a cadeia produtiva até o consumidor final. A RCBPTT tem a finalidade de apresentar e discutir os mais recentes trabalhos de pesquisa desenvolvidos pelas instituições governamentais e privadas, com o intuito de aprimorar os sistemas de produção de trigo e triticale. Os eventos serão realizados pela Embrapa Soja com apoio da Fundação Meridional, Emater/RS e Emater/PR. XXXV Ciclo de Reuniões Conjuntas O XXXV Ciclo de Reuniões Conjuntas da Comissão de Sementes e Mudas do Paraná (CSM/PR) será realizado no período de 22 a 25 de agosto, em Foz do Iguaçu - PR. A edição deste ano é comemorativa aos 45 anos de criação da CSM/PR. O encontro vai reunir, além dos produtores de sementes, responsáveis técnicos da iniciativa pública e privada. Mais informações sobre o Ciclo de Reuniões Conjuntas podem ser obtidas no site: 2
3 ESPAÇO do colaborador Em fevereiro de 2012, recebemos a incumbência de exercer o cargo de Diretor-Presidente da Fundação Meridional. Além de dar continuidade nos projetos de incentivo ao apoio à pesquisa agropecuária, em especial no desenvolvimento de novas variedades de soja/trigo/triticale, o foco comercial foi fundamental nas nossas atividades. Com o avanço das pesquisas agropecuárias, especialmente no setor de sementes, a parceria com a Embrapa e o Iapar resultaram, nestes 4 anos, no lançamento de 10 variedades de soja, 2 cultivares de triticale e 4 de trigo, com destaque para as variedades de soja com as tecnologias Intacta RR2 PRO e Cultivance. Com ótimos índices de produtividade, qualidade no campo e excelentes opções nos diferentes grupos de maturidade, a Fundação Meridional conta hoje com Voto de confiança um portfólio completo de variedades. Pela inovação nos diversos processos de transferência de tecnologia, foi possível divulgar cada vez mais os programas de melhoramento genético das entidades parceiras, inclusive antecipando as novidades aos produtores. O Projeto Lavouras Expositivas, que tem o objetivo principal de desenvolver mercado das novas cultivares em áreas comerciais conduzidas pelos colaboradores, foi o grande diferencial na divulgação das variedades em pré-lançamento e lançamento. A Fundação Meridional também participou de diversos eventos técnicos e promoveu importantes encontros para a agricultura nacional, como o 8º Fórum Nacional do Trigo e a VII Reunião da Comissão Brasileira de Pesquisa de Trigo e Triticale em Nestas ocasiões, aproveitamos a presença de lideranças da atividade agropecuária brasileira para expor as nossas conquistas, nossas reivindicações e garantir novos apoios para o setor de produção de sementes. Porém, nada disso seria possível sem o trabalho árduo dos colaboradores e mantenedores, que somaram esforços com as equipes técnicas de nossos parceiros (Embrapa e Iapar). Quero agradecer pelo apoio incondicional que recebi de todos ao longo destes 4 anos. Nada seria possível sem este grande voto de confiança. Autor: Luiz Meneghel Neto Diretor Sementes Paraná INSTITUCIONAL Colaboradores da Fundação Meridional elegem nova diretoria Colaboradores da Fundação Meridional se reuniram no dia 25 de fevereiro, no auditório da Embrapa Soja, em Londrina - PR, para a 16ª Reunião Ordinária e 17ª Reunião Extraordinária do Conselho Curador. No encontro foram apresentados e discutidos temas importantes para a instituição como: Prestação de contas referentes ao ano de 2015; Relatório de Atividades Desenvolvidas em 2015; Ratificação de orçamentos e a alocação de recursos para o ano de 2016; Aprovação da previsão de orçamentos e rateios para o ano de 2017; além de outros assuntos de interesse do setor sementeiro. Foi uma reunião bastante prestigiada pelos nossos colaboradores e que nos possibilitou discutirmos o planejamento de trabalho da Fundação Meridional para os próximos anos, comentou Ralf Udo Dengler, gerente executivo da Fundação Meridional. Durante a Reunião Ordinária do Conselho Curador foi definida também, por aclamação, os novos conselheiros da Fundação Meridional para o biênio 2016/2018. Agradeço a todos pela confiança, à Sementes Fróes que me oportunizou esta candidatura e, em especial, ao meu pai Geraldo Fróes, que foi o primeiro Presidente da Fundação Meridional e que, com grande carinho, conduziu e zelou pela instituição. Vou me empenhar ao máximo para cumprir com excelência este cargo, tendo o enfrentamento consciente dos desafios que se vislumbram e conto com todos os colaboradores para fazer uma boa gestão, bem como com nossos funcionários e prestadores de serviços, afirmou Raphael Rodrigues Fróes, novo Diretor-Presidente da Fundação Meridional. No final do seu mandato, o Diretor-Presidente Luiz Meneghel Neto, fez questão de cumprimentar os novos diretores e conselheiros eleitos. Obrigado pela confiança no meu nome para dirigir a Fundação Meridional nos últimos quatro anos e cumprimento todos os eleitos, especialmente o novo Diretor-Presidente, Raphael Fróes. Desejo-lhe bastante sucesso na condução da instituição. Coloco-me, inclusive, à disposição para auxiliá-lo no que for necessário neste importante trabalho, concluiu Meneghel. Conselho Diretor Paul Illich Agrária Gustavo Montans Baer Agropecuária Ipê Armando Lang C. Vale José Varago Coamo Leandro Cezar Teixeira Cocamar José Vilmar Vogel Cooatol Laerte Izaias Thibes Junior Copercampos Paulo Pinto de Oliveira Filho Coprossel Josef Pfann Filho Fazenda Estrela Sementes Luiz Henrique Deschamps Frísia Romildo Birelo Integrada Ricardo de Paula Machado Cunha Lagoa Bonita Sementes Henrique Menarim Menarim Sementes Reneu Rafael Colferai San Rafael Raphael Rodrigues Fróes Sementes Fróes Bernardo Garcia de Araújo Jorge Sementes Germina Jan Frederik Loman Sementes Loman Genesio Magnoni Bortoli Sementes Plantar Luiz Vicente de Souza Queiroz Ferraz Sementes Semel Flávio de Araújo Vieira Sementes Trimax Conselho FISCAL Tiago Garcia Taques da Fonseca Iberá Sementes (Presidente) Marcos Alexandre Marcão Bocchi Agronegócios Jacy César Firmino da Rocha Cocari Marcelo Nadal Borsato Coopagrícola Charles Allan Telles Cooperativa Castrolanda Ademir Kades Sementes Jotabasso Conselho EXECUTIVO Raphael Rodrigues Fróes Diretor-Presidente Josef Pfann Filho Diretor-Secretário Romildo Birelo Diretor-Tesoureiro 3
4 INOVAÇÃO Embrapa e Fundação Meridional apresentam a primeira variedade de soja com a tecnologia Cultivance A Embrapa e a Fundação Meridional lançaram no Showtec, em Maracaju - MS, a primeira cultivar com a tecnologia Cultivance : a BRS 397CV. O Sistema de Produção Cultivance, que é fruto da parceria Embrapa e BASF, combina a utilização de uma variedade de soja geneticamente modificada e de alto potencial produtivo, com o uso de um herbicida de amplo espectro de ação para o manejo de plantas daninhas de folhas largas e estreitas. É com grande satisfação que lançamos a primeira soja geneticamente modificada integralmente desenvolvida no Brasil, ressalta o chefe-geral da Embrapa Soja, José Renato Bouças Farias. A BRS 397CV foi desenvolvida pela Embrapa, em parceria com a Fundação Meridional, e apresenta alto potencial produtivo, com bons rendimentos, inclusive na presença do nematoide de galha Meloidogyne javanica. A cultivar é precoce (GM 6.2), apresenta boa sanidade e é recomendada para plantio antecipado. É a primeira variedade que chega ao mercado com a tecnologia Cultivance e já apresenta um grande diferencial: é um material derivado da BRS 284, cultivar de soja da parceria que vem batendo sucessivos recordes de produtividade, revela Luiz Carlos Miranda, da Embrapa Produtos e Mercado. Genética Embrapa: resultados surpreendentes As novas cultivares BRS vem surpreendendo positivamente os agricultores e técnicos. Nos últimos anos, a Embrapa fez grandes investimentos na ampliação e no direcionamento de seu programa de melhoramento genético, com resultados que já podem ser comprovados a campo. Estamos colocando no mercado, materiais com excelente genética e sanidade, de ciclo precoce e com ampla adaptação às diferentes regiões. Temos um portfólio renovado e muito competitivo para que o produtor possa planejar bem sua produção destaca José Renato Bouças Farias, chefe-geral da Embrapa Soja. Para Luiz Meneghel Neto, da Sementes Paraná, os programas de melhoramento genético que buscam a sanidade das lavouras são de grande importância. Os lançamentos contemplam desde a alta produtividade até o bom desempenho fitossanitário em diferentes condições, como é o caso da BRS 399RR, que tem resistência a diferentes nematoides, um problema que limita a produção. Esta nova genética da Embrapa está agradando bastante aos produtores. O agricultor Claudio Favreto, de Cascavel - PR, conferiu e comprovou Claudio Favreto e esposa o excelente desempenho da BRS 1010IPRO em sua propriedade. Segundo Favreto, o que mais chamou a atenção foi a arquitetura de planta. Por ser uma soja que tem folha menor na parte de cima, a cultivar ficou praticamente aberta, ajudando na aplicação de herbicidas e fungicidas. A boa produtividade também agradou ao sojicultor. Colhemos 171 sacos por alqueire da BRS 1010IPRO, relata o cliente da Sementes Plantar. Já a BRS 1001IPRO conquistou a preferência dos cooperados da Coprossel. A família Favareto, de Laranjeiras do Sul - PR, confirma o grande potencial produtivo das cultivares BRS. Família Favareto Plantamos 40 ha da BRS 1001IPRO e colhemos kg/ha. A cultivar nos surpreendeu com sua produtividade, que ficou bem acima das outras variedades, afirma Maico Favareto. Estes resultados são frutos de um trabalho árduo de uma renomada equipe de pesquisadores, com foco no desenvolvimento de novas variedades e que agregam valor ao produto final. Hoje a parceria Embrapa/Fundação Meridional tem um portfólio completo, ofertando as melhores cultivares para cada perfil de agricultor, finaliza Ralf Udo Dengler, gerente executivo da Fundação Meridional. 4
5 cultivares inovadoras da parceria Embrapa e Fundação Meridional são lançadas nos dias de campo Portfólio Completo Milhares de produtores rurais e profissionais da área de assistência técnica prestigiaram, nesta safra, os Dias de Campo de Soja promovidos pelos colaboradores da Fundação Meridional, com o apoio da Embrapa. Nessa safra tivemos um público extremamente interessado, agricultores que realmente vieram atrás de informações, das novidades da Embrapa e buscaram dados sobre o melhor posicionamento de cada cultivar da parceria, comemora Milton Dalbosco, coordenador de transferência de tecnologia da Fundação Meridional. Durante o Show Rural, em Cascavel - PR, foram lançadas as cultivares BRS 388RR, BRS 399RR e BRS 1010IPRO. A BRS 388RR é resistente ao herbicida glifosato, apresenta ciclo de 105 a 128 dias (GM 6.4) e é uma excelente opção para a janela de cultivo do cedo ou semeadura antecipada (setembro a outubro), em regiões onde há forte demanda para a instalação do milho safrinha até meados de fevereiro. Já a variedade BRS 399RR é resistente aos nematoides de galhas Meloidogyne incognita e Meloidogyne javanica e ao nematoide de cisto, raças 3 e 14. Além disso, apresenta baixo fator de reprodução para o nematoide-das-lesões Pratylenchus brachyurus e para o nematoide Rotylenchulus reniformis. A cultivar é precoce (GM 6.0) e apresenta boa tolerância ao acamamento, devendo ser semeada em solos de média a alta fertilidade. Outra novidade é a BRS 1010IPRO, que tem como diferencial o alto potencial produtivo associado aos benefícios da tecnologia Intacta RR2 PRO. É uma variedade de soja precoce (GM 6.1) e com excelente potencial produtivo, também em áreas com presença do nematoide de galha Meloidogyne javanica. Já no dia de campo da Embrapa Produtos e Mercado, em Ponta Grossa - PR, os lançamentos BRS 1003IPRO e BRS 1007IPRO foram os grandes destaques. A cultivar BRS 1003IPRO apresenta ampla adaptação e estabilidade de produção. Seu diferencial é o excelente potencial produtivo, mesmo em áreas com a presença de nematoide Meloidogyne javanica, e seu ciclo médio é de 115 dias (GM 6.3). Já a variedade BRS 1007IPRO, com indicação para a Macrorregião 1 (alta e fria), apresenta ciclo precoce (GM 6.0) e destaca-se pelo alto potencial produtivo neste ambiente. Todas as cultivares lançadas nesta safra apresentam grande potencial produtivo e boas características de sanidade, com destaque para a boa resistência de campo a Phytophtora, que vem incomodando bastante os produtores, enfatiza Dalbosco. O interesse da assistência técnica por informações dos materiais da parceria também marcou os eventos desta safra: Nestes dias de campo, nós tivemos também uma grande participação da assistência técnica, vindo conhecer e buscar informações e posicionamento das novas cultivares da Embrapa, o que tem agradado a todos, especialmente pelas tecnologias agregadas, pelas características agronômicas e pelo alto potencial produtivo dessas variedades, finaliza Dalbosco. Parceiros e Colaboradores da Fundação Meridional prestigiam os eventos de lançamento das cultivares de soja 5
6 Autor: João Leonardo Fernandes Pires Pesquisador - Embrapa Trigo TRIGO A importância do trigo para a sustentabilidade da agricultura brasileira O trigo, nas regiões onde é tradicionalmente cultivado no Brasil, sempre foi uma cultura importante e parceira, principalmente, da soja, no tocante à promoção da sustentabilidade da agricultura. Por mais que ocorram frustrações de safra, os benefícios diretos e indiretos do cultivo de trigo, ao longo dos anos, são maiores do que a alternativa de manter as áreas em pousio. Temos uma grande oportunidade no Sul do Brasil, que é a possibilidade de cultivo o ano inteiro, sem as limitações hídricas que ocorrem, por exemplo, no Brasil Central. Entretanto, existem ainda áreas agrícolas ociosas no inverno, que poderiam ser ocupadas com trigo e outros cereais de estação fria. Para se ter uma ideia melhor dessa situação, cabe frisar que, dos cerca de 15,4 milhões de hectares cultivados com soja, milho e feijão no Sul do Brasil, somente ao redor de 2,4 milhões são cultivados no inverno com culturas produtoras de grãos. O cultivo de trigo no inverno, indiscutivelmente, contribui para a conservação do solo. A monocultura da soja tem deixado o solo descoberto após a colheita, já que, diferente do milho, a soja não produz grande quantidade de palha e esta é de rápida decomposição. O sistema plantio direto necessita de diversificação de espécies de plantas, que tenham raízes capazes de romper o adensamento do solo e promover a formação de palhada com maior durabilidade do que a soja. A cobertura do solo com culturas de inverno é fundamental para aumentar a quantidade e diversificar a fonte desta palhada, contribuindo para evitar a erosão, a lixiviação de nutrientes por enxurradas e o controle de plantas daninhas. Um exemplo importante de ganho indireto com o trigo é o papel dessa cultura em um sistema integrado de controle de buva em soja. A combinação do efeito supressor do trigo com o uso de herbicidas no inverno aumenta a eficiência no controle de buva com benefícios bem conhecidos à cultura em sucessão no verão. O clima da Região Sul permite aumentar a complexidade dos sistemas de rotação/ sucessão com diversas combinações, como, por exemplo soja/trigo/milho, soja/trigo/feijão e milho/nabo forrageiro/trigo/soja, entre outras. Além de aproveitar as áreas, o cultivo de trigo movimenta o maquinário e aproveita a sobra residual de adubo aplicado no verão. Em outras situações, o trigo pode ser utilizado no inverno com aplicação de toda a dose de adubo necessária para o inverno e o verão, evitando-se a adubação da soja na sequência e, consequentemente, facilitando a implantação da cultura de verão. A rotação de culturas também contribui para controlar doenças e pragas na lavoura. Por exemplo, no caso de doenças, em sistemas irrigados de produção com monocultivo de tomate, feijão e outras leguminosas, o trigo, por não ser hospedeiro de doenças como esclerotinia e rizoctoniose, constitui-se em alternativa importante para rotação de culturas nessas áreas. O sucesso com a cultura do trigo, entretanto, depende de planejamento. É uma cultura bastante tecnificada, devendo as escolhas de manejo serem feitas conforme as peculiaridades regionais (envolvendo riscos e potencialidades do ambiente), a expectativa de rendimento de grãos e a relação receita/investimento. Do ponto de vista econômico, a concentração de recursos numa única safra aumenta o risco de prejuízos causados por frustrações do clima ou oscilações do mercado. O indicado é diluir o custo de insumos, mão de obra e maquinário na diversificação de culturas que permitam mobilidade na receita e no investimento. Estudos recentes, que compararam sistemas que utilizam trigo no inverno e soja no verão com sistemas que retiraram o trigo do inverno e anteciparam a semeadura de soja com foco em aumento de rendimento de grãos dessa cultura, mostraram, em diferentes regiões do Sul do Brasil, que a manutenção da cultura do trigo ainda é a melhor opção, tanto do ponto de vista da produção total de grãos quanto da quantidade de recursos que sobram na propriedade a cada ano. Mesmo nas regiões mais frias, onde há atraso da semeadura da soja pela colheita tardia do trigo ainda a melhor opção é manter o trigo no inverno e ajustar a escolha de cultivares de soja que tenham melhor desempenho produtivo em semeaduras tardias. Portanto, a cultura do trigo, integrada em sistemas de rotação de culturas, contribui efetivamente na manutenção e/ou melhoria da fertilidade química e física do solo, no controle de doenças, pragas e plantas daninhas e no aumento da eficiência de uso de maquinário, mão de obra e insumos na propriedade rural, sendo fundamental para a sustentabilidade da agricultura brasileira. 6
7 Dedicação e comprometimento: técnicos e agricultores são homenageados pelo Projeto Lavouras Expositivas O Engenheiro Agrônomo Henrique Menarim e o Agricultor Marcos Frederico Fiorillo Menarim recebem as homenagens da Embrapa e Fundação Meridional A Embrapa e a Fundação Meridional iniciaram a entrega de homenagens aos técnicos e agricultores que participaram do Projeto Lavouras Expositivas, com a cultivar de trigo BRS Graúna. No total, foram conduzidas 15 áreas para divulgação ao mercado e para avaliação de pesquisadores, profissionais da assistência técnica e produtores rurais. Na avaliação dos participantes, o BRS Graúna apresentou superioridade em relação aos padrões, com grande destaque pelas características agronômicas, comportamento para doenças e ótima qualidade industrial. O Projeto Lavouras Expositivas é uma importante ferramenta de inovação tecnológica, que têm proporcionado uma maior aproximação entre agricultores, assistência técnica, colaboradores da Fundação Meridional e pesquisadores. Assim, ocorre uma unificação das informações e todos acompanham a performance da nova cultivar e os seus méritos em relação às principais variedades no mercado. Para Ralf Udo Dengler, gerente executivo da Fundação Meridional, o sucesso deste trabalho se deu pela dedicação e comprometimento, tanto da assistência técnica quanto dos agricultores que conduziram as lavouras do BRS Graúna. A Embrapa e a Fundação Meridional, como forma de agradecimento, estão homenageando todos os técnicos e agricultores pela valiosa participação no acompanhamento e na condução das áreas, conclui Dengler. HOMENAGEM Safra de inverno será planejada A parceria Embrapa/Iapar/Fundação Meridional irá realizar nos dias 29 e 30/03, no Auditório da Embrapa Soja, em Londrina - PR, as Reuniões de Apresentação dos Resultados do Plano Anual de Transferência de Tecnologia (PATT) de Trigo e Triticale - Safra 2015, do Plano Anual de Trabalho - PAT Trigo e Triticale - VCU Safra 2015 e do Planejamento do Plano Anual de Transferência de Tecnologia (PATT) de Trigo e Triticale - Safra Neste encontro serão apresentados os resultados obtidos na Safra 2015, tanto da rede de ensaios, quanto das ações de transferência de tecnologia, com destaque para o excelente desempenho das variedades da parceria, que superaram as expectativas dos triticultores. Para a Safra 2016, a novidade será o trigo BRS Sanhaço, que se destaca pelo novo patamar de rendimento e apresenta ótimos benefícios para qualidade industrial. A nova variedade já estará em apresentação comercial e será lançada na Safra 2017, informa Milton Dalbosco, coordenador da área de transferência de tecnologia da Fundação Meridional. 7
8 CLIMA O impacto do El Niño em alguns aspectos da cultura da soja Autores: Rafael Moreira Soares Pesquisador - Embrapa Soja Fernando Storniolo Adegas Pesquisador - Embrapa Soja Ferrugem-asiática O fenômeno El Niño, que vem ocorrendo durante a safra 2015/2016, tem sido considerado um dos mais intensos dos últimos anos. Com isso, foi marcante a sua influência no regime de chuvas, que ocorreram abundantemente nos estados do Sul do Brasil e de forma escassa na região Centro-Oeste. Isso refletiu sobremaneira nas condições fitossanitárias das lavouras, em especial para a presença da ferrugem-asiática da soja. Observando o mapa de ocorrências da doença no site do Consórcio Antiferrugem ( observa-se a influência do El Niño, já que as primeiras incidências foram registradas na região Sul e no sul dos estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul, e estão em maior número no acumulado da safra. De fato, no Paraná, a ferrugem apareceu cerca de 30 dias mais cedo, se comparado com a última safra, e, em algumas regiões do Estado, progrediu rapidamente a partir da metade do mês de janeiro. Em consequência disso, algumas lavouras tiveram que receber mais aplicações de fungicida do que o esperado e houve dificuldade em controlar a doença. Já na região Centro-Oeste, marcadamente no meio-norte matogrossense, houve uma escassez de chuvas nos meses de novembro e dezembro, causando problemas de desenvolvimento das plantas, mas também impedindo a ocorrência de ferrugem, que surgiu só no final de janeiro na região do município de Sorriso - MT. Manejo de plantas daninhas O manejo de plantas daninhas está intimamente ligado às questões climáticas, especialmente ao regime pluviométrico, pois quando a ocorrência de chuvas é normal e bem distribuída, existe uma homogeneidade na emergência das invasoras e boas condições para o funcionamento dos herbicidas, principal prática para controlar essas plantas. Devido às chuvas abundantes nos estados do Sul do País, bem como em partes de São Paulo e Mato Grosso do Sul, pode-se notar uma menor eficiência dos herbicidas pré- -emergentes ou residuais, com menor nível de controle das plantas daninhas ou diminuição do efeito residual. Ao mesmo tempo, foi observado uma maior frequência de sintomas de injúrias desses herbicidas para a cultura da soja. Para o controle das plantas daninhas na pós- -emergência, o problema foi a dificuldade que os agricultores tiveram em conseguir entrar nas lavouras para realizar as aplicações, devido à alta frequência das chuvas. Já nas regiões Centro-Oeste, Nordeste e parte do Sudeste, a falta de chuvas também prejudicou a eficiência dos herbicidas residuais, que não se disponibilizaram em quantidade suficiente na solução do solo para proporcionar um bom controle, que acompanhada de baixa umidade e temperatura alta, proporcionaram situações inadequadas para as aplicações. 8
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