Integração e crise na Europa
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- Giovanna Marroquim de Sousa
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1 Integração e crise na Europa
2 Fatores de integração Político Arrefecimento das tendências conflitivas mantidas nas décadas anteriores Econômicas Benefícios para os países envolvidos com aumento Investimento Mercado consumidor Aumento da expressão política internacional no SI do bloco capitalista
3 Integração etapas 1951 tratado de Paris CECA Tendência de formação de um mercado comum 1957 tratado de Roma CEE Definição do mercado comum Tendência de união monetária 1991 tratado de Maastricht EU Ideal de moeda única Definição de união monetária na Zona do Euro
4 Integração expansão ano 1957 Déc 1970 Déc Déc Déc Déc países Aumento das assimetrias regionais Cotação das moedas Níveis de produtividade
5 Integração expansão
6 Novas normas e instituições Sistema Monetário Europeu (SME) Tendência de convergência das moedas Banco Europeu de Investimentos Investimentos para aumento de competitividade nas áreas mais pobres do bloco. Iniciativa para redução das assimetrias regionais
7 Integração problemas Permanência das assimetrias regionais Dificuldades de maior mobilidade do trabalho Ausência de federalismo fiscal Maior pobreza e baixa competitividade econômica no sul e no leste Liberdade de mobilidade formal X Limitações práticas Transmissão de recursos do centro para áreas pobres ou em crise Como em uma federação
8 Crise europeia
9 Países mais vulneráveis Portugal Irlanda Itália Grécia Espanha Países do sul da Europa Baixa produtividade Déficit comercial Necessidade de financiamento externo PIIGS Recursos do sistema financeiro internacional para custeio: salários, aposentadorias, serviços públicos...
10 Anos 1990 e meados dos anos 2000: afluência Neoliberalismo Descontrole público sobre o sistema financeiro privado Novas modalidades de crédito/investimento Aumento do volume financeiro Originar e Manter Originar e Distribuir
11 Anos 1990 e meados dos anos 2000: afluência Países PIIGS: captação de recursos com dívidas controladas
12 : crise mundial Ameaça de quebra do setor financeiro PRIVADO Imprevisibilidade dos desdobramentos da crise de crédito Originar e Distribuir Crédito do FED e do BCE para os bancos privados com juros reduzidíssimos Nova afluência no setor financeiro privado
13 Crise dos PIIGS Com a eclosão da crise nos Estados Unidos, os bancos e as instituições financeiras na Europa iniciaram um processo de desalavancagem financeira e redução de suas linhas de créditos para os mercados emergentes na Europa. As intervenções nos mercados financeiros pelo Banco Central Europeu (BCE) e pelos governos nacionais a partir de 2008, visou impedir a falência dos bancos mais afetados pela crise, injetar liquidez financeira, restaurar a confiança nos mercados financeiros e capitalizar os bancos e as instituições financeiras europeias. No entanto, as pilhas de débitos oriundas das intervenções realizadas pelos governos nacionais e pelo BCE não desapareceram com a crise financeira. Os prejuízos financeiros foram apenas transferidos para as contas públicas dos governos nacionais e para os balanços financeiros do BCE. O crescimento dos déficits fiscais e dos estoques da dívida pública nos países europeus foi acentuado principalmente nos PIGS. (O papel dos mercados financeiros na crise europeia, por Rafael Henrique Dias Manzi)
14 Crise dos PIIGS BCE e FED Empréstimos com juros reduzidos para bancos privados (0,01 a 1,0% aa) Transferência das dívidas dos bancos privados para os PIIGS Compra dos títulos públicos dos PIIGS pelos bancos privados com juros entre 6 e 12% aa Tendência de moratória junto aos PIIGS Intervenção da Troika
15 Ação da Troika nos PIIGS Recessão nas economias PIIGS Medidas de austeridade Aumento de impostos Redução dos gastos públicos Piora nos indicadores sociais com destaque para o desemprego e redução da massa salarial Medidas práticas de redução dos custos de exportação
16 Ação da Troika nos PIIGS Aumento da relação dívida-pib
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