Professor Otávio Piva
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- Eduardo Vieira Almada
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1 CONTROLE DE CONSTITUCIONALIDADE 1) (Analista/TRT-6/2012) Segundo a Constituição Federal, a decisão proferida na ADC-19 produzirá (A) eficácia contra todos e efeito vinculante, relativamente aos demais órgãos do Poder Judiciário e à administração pública direta e indireta, nas esferas federal, estadual e municipal. (B) súmula vinculante, a qual, a partir de sua publicação na imprensa oficial, terá aplicação obrigatória para os demais órgãos do Poder Judiciário, do Poder Legislativo e para a administração pública direta e indireta, nas esferas federal, estadual e municipal. (C) comprovado prequestionamento, com efeito vinculante em relação aos demais órgãos do Poder Judiciário, do Poder Legislativo e à administração pública direta e indireta, nas esferas federal, estadual e municipal. (D) autêntica repercussão geral da questão, a qual avocará para o Supremo Tribunal Federal o julgamento de mérito das demais ações que versam sobre a constitucionalidade da "Lei Maria da Penha". (E) reconhecida controvérsia judicial sobre o tema, a qual poderá ser utilizada como precedente jurisprudencial não vinculante na defesa da constitucionalidade da "Lei Maria da Penha" nos juízos de primeira instância e nos Tribunais. 2) (Analista/TRT-9/2009) Sobre o controle de constitucionalidade, NÃO é espécie de controle concentrado a ação classificada como (A) direta de inconstitucionalidade por omissão. (B) direta de inconstitucionalidade genérica. (C) direta de inconstitucionalidade interventiva. (D) direta de constitucionalidade objetiva. (E) declaratória de constitucionalidade. 3) (Analista/TRT-9/2009) A decisão que julgar improcedente o pedido em arguição de descumprimento de preceito fundamental é (A) irrecorrível, não podendo ser objeto de ação rescisória. (B) recorrível por recurso ordinário ao Pleno do Supremo Tribunal Federal, não podendo ser objeto de ação rescisória. (C) recorrível por agravo regimental ao Pleno do Supremo Tribunal Federal, não podendo ser objeto de ação rescisória. (D) recorrível por recurso ordinário ao Pleno do Supremo Tribunal Federal, podendo ser objeto de ação rescisória. (E) recorrível por agravo interno ao Presidente do Supremo Tribunal Federal, que decidirá monocraticamente, podendo ser objeto de ação rescisória. 4) (Analista/TRT-9/2009) No que se refere ao procedimento de aprovação de Súmulas por parte do Supremo Tribunal Federal, é correto afirmar que, dentre outras situações, (A) o quorum para a decisão da aprovação da Súmula será de maioria simples dos Ministros presentes. (B) não cabe revisão ou cancelamento da Súmula, após ter sido editada. (C) a aprovação da Súmula só pode ser iniciada por provocação da parte ativa ou passiva. (D) o efeito vinculante da Súmula se limita aos demais órgãos do Poder Judiciário. (E) o efeito vinculante da Súmula se estende também à administração pública direta e indireta na esfera municipal. 5) (Analista/TRT-7/2009) Na hipótese de o poder público se abster do dever de emitir um comando normativo, exigido pela Constituição Federal, é cabível a Ação Direta de inconstitucionalidade (A) por omissão. (B) genérica. (C) interventiva. (D) mandamental. (E) obrigacional. Analista Processual DPE/RS 1
2 6) (Analista/TRT-19/2008) NÃO está presente no rol de legitimados à propositura de Ação Declaratória de Constitucionalidade perante o Supremo Tribunal Federal, nos termos da Constituição Federal de 1988, (A) a Confederação Sindical. (B) a Mesa da Câmara Legislativa do Distrito Federal. (C) a entidade de classe de âmbito nacional. (D) o Governador do Distrito Federal. (E) o Prefeito Municipal. 7) (Analista/TRT-19/2008) Quando o Supremo Tribunal Federal apreciar a inconstitucionalidade, em tese, de norma legal ou ato normativo, será citado previamente e defenderá o ato ou texto impugnado (A) o Advogado-Geral da União. (B) o Procurador-Geral da República. (C) o órgão que o tiver promulgado. (D) o Presidente da República. (E) a Defensoria Pública da União. 8) (Analista/TJ-AP/2009) Considerando as atribuições do Poder Judiciário, pode-se dizer que (A) somente os Tribunais podem declarar a inconstitucionalidade de lei ou ato normativo. (B) é vedada aos juízes a declaração de inconstitucionalidade das leis ou atos normativos municipais. (C) cabe também aos juízes singulares o julgamento das ações declaratórias de constitucionalidade, produzindo as respectivas decisões efeito vinculante e eficácia contra todos. (D) aos Tribunais Militares é vedada a declaração de inconstitucionalidade de lei ou ato normativo. (E) cabe ao Supremo Tribunal Federal, ao julgar a ação direta de inconstitucionalidade por omissão, fixar o prazo de 30 (trinta) dias para que o órgão administrativo competente supra a omissão inconstitucional. 9) (Analista/TRT-12/2010) É legitimado ativo para a propositura de arguição de descumprimento de preceito fundamental o (A) Advogado Geral da União. (B) Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil. (C) Conselho Nacional de Justiça. (D) Representante do Ministério Público Estadual. (E) Presidente do Superior Tribunal de Justiça. 10) Relativamente à declaração de inconstitucionalidade no âmbito dos Tribunais, dispõem os artigos 480 e 481 do Código de Processo Civil: Art Argüida a inconstitucionalidade de lei ou de ato normativo do poder público, o relator, ouvido o Ministério Público, submeterá a questão à turma ou câmara, a que tocar o conhecimento do processo. Art Se a alegação for rejeitada, prosseguirá o julgamento; se for acolhida, será lavrado o acórdão, a fim de ser submetida a questão ao tribunal pleno. Parágrafo único. Os órgãos fracionários dos tribunais não submeterão ao plenário, ou ao órgão especial, a argüição de inconstitucionalidade, quando já houver pronunciamento destes ou do plenário do Supremo Tribunal Federal sobre a questão. A possibilidade aberta pelo parágrafo único do artigo 481 do diploma processual civil (Procurador/TCE-CE /2006) Analista Processual DPE/RS 2
3 (A) ofende a distribuição constitucional de competências entre os órgãos do Poder Judiciário, por implicar em usurpação de competência atribuída exclusivamente ao Supremo Tribunal Federal. (B) é passível de declaração de inconstitucionalidade sem redução do texto legal, incluindo-se deste a interpretação de que os órgãos funcionários têm competência para deliberar sobre a constitucionalidade de leis e atos normativos. (C) é parcialmente inconstitucional, no que se refere à desnecessidade de submissão da argüição ao plenário ou órgão especial do Tribunal, quando já houver pronunciamento deste a esse respeito. (D) coaduna-se com a exigência da cláusula constitucional dita de reserva de plenário, vigente em relação à declaração de inconstitucionalidade pelos Tribunais. (E) admite interpretação conforme à constituição, desde que se restrinja às hipóteses em que os órgãos fracionários dos Tribunais entendam pela constitucionalidade da lei ou do ato normativo impugnado. 11) (Analista/TRT-22/2010) No Brasil o controle de constitucionalidade repressivo judiciário é (A) apenas difuso. (B) misto (C) concentrado dependente de complementação. (D) apenas concentrado. (E) difuso dependente de complementação. 12) (Procurador/TCE-AP/2010) Estabelece a súmula vinculante nº 10 do Supremo Tribunal Federal que viola cláusula constitucional a decisão de órgão fracionário de tribunal que, embora não declare expressamente a inconstitucionalidade de lei ou ato normativo do poder público, afasta sua incidência, no todo ou em parte. O enunciado em questão decorre da previsão constitucional segundo a qual (A) compete ao Supremo Tribunal Federal a guarda da Constituição, de modo que não estão os demais órgãos do Judiciário autorizados a pronunciar-se sobre a constitucionalidade de leis e atos normativos. (B) somente pelo voto da maioria absoluta de seus membros ou dos membros do respectivo órgão especial poderão os tribunais declarar a inconstitucionalidade de lei ou ato normativo do Poder Público. (C) compete ao Supremo Tribunal Federal propor ao Poder Legislativo a alteração da organização e da divisão judiciárias. (D) nos tribunais com número superior a 25 (vinte e cinco) julgadores poderá ser constituído órgão especial para o exercício de atribuições delegadas da competência do tribunal pleno. (E) os servidores receberão delegação para a prática de atos de administração e de mero expediente, sem caráter decisório. 13) (Analista/TRT-22/2010) A decisão que julgar improcedente o pedido em argüição de descumprimento de preceito fundamental é (A) recorrível ao Conselho Nacional de Justiça. (B) passível de ação rescisória ao Presidente do Supremo Tribunal Federal. (C) irrecorrível. (D) recorrível ao Presidente do Supremo Tribunal Federal. (E) passível de ação rescisória ao Conselho Nacional de Justiça. 14) É consagrado, na jurisprudência do Supremo Tribunal Federal, o entendimento de que, no exercício de suas atribuições, o Tribunal de Contas da União (Procurador/TCE-CE/2006): (A) Não pode realizar, por iniciativa própria, auditorias de natureza contábil ou financeira nas unidades administrativas do Poder Judiciário. (B) Não pode executar suas decisões de que resulte imputação de débito, sem ação judicial prévia que declare sua existência e condene no respectivo pagamento. Analista Processual DPE/RS 3
4 (C) Pode apreciar a constitucionalidade de leis e atos do Poder Público, ainda que o Tribunal de Contas não integre a estrutura do Poder Judiciário. (D) Pode sustar a execução de contrato administrativo, independentemente de representar ao Poder Competente para sanar eventuais irregularidades. (E) Não pode ter seus atos impugnados por meio de mandado de segurança, uma vez que exerce suas atribuições a partir de expressa previsão constitucional. 15) (Analista/TRE-SP/2012) De acordo com o texto da Constituição da República e com a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal, em matéria de controle de constitucionalidade é correto afirmar: (A) Viola a cláusula de reserva de plenário a decisão de órgão fracionário de tribunal que, embora não declare expressamente a inconstitucionalidade de lei ou ato normativo do poder público, afasta sua incidência, no todo ou em parte. (B) A cláusula de reserva de plenário não se aplica aos processos de competência da Justiça do Trabalho e da Justiça Eleitoral. (C) Aos magistrados dos juizados especiais é vedado o exercício do controle incidental de constitucionalidade de leis e atos normativos. (D) As decisões definitivas de mérito, proferidas pelo Supremo Tribunal Federal, nas ações diretas de inconstitucionalidade e nas ações declaratórias de constitucionalidade, produzem eficácia contra todos e efeito vinculante, relativamente aos demais órgãos do Poder Judiciário, mas não vinculam a atuação da administração pública. (E) Compete ao Supremo Tribunal Federal julgar as ações declaratórias de constitucionalidade de lei ou ato normativo federal ou estadual. 16) (Promotor/MP-CE/2011) A declaração pelo Supremo Tribunal Federal, em sede de controle concentrado, da inconstitucionalidade de determinado diploma legal, provoca, em relação aos atos normativos anteriores que foram revogados pela lei proclamada inconstitucional, a sua (A) recepção. (B) repristinação. (C) revogação. (D) desconstitucionalização. (E) deslegalização. 17) (Analista/TRE-SP/2012) Ao disciplinar o controle de constitucionalidade de leis e atos normativos, a Constituição da República estabelece que (A) o controle de constitucionalidade não pode ser exercido por juízes em estágio probatório. (B) os atos normativos municipais não podem ser objeto de controle abstrato e concentrado de constitucionalidade. (C) as decisões proferidas pela maioria absoluta dos membros dos Tribunais, no exercício do controle incidental de constitucionalidade, produzem efeitos contra todos e vinculantes relativamente aos demais órgãos do Poder Judiciário. (D) a pretensão deduzida em ação direta de inconstitucionalidade de lei ou ato normativo prescreve em vinte anos. (E) todos os legitimados à propositura da ação direta de inconstitucionalidade também o são, observados os demais requisitos, para promoverem a ação declaratória de constitucionalidade. Analista Processual DPE/RS 4
5 18) (Analista/TJ-RJ/2012) Nos termos da Constituição da República, é necessária a manifestação de dois terços dos membros do Tribunal para (A) a declaração de inconstitucionalidade de lei ou ato normativo do Poder Público. (B) o ato de remoção, disponibilidade e aposentadoria do magistrado, por interesse público. (C) a aprovação de súmula de efeito vinculante, pelo Superior Tribunal de Justiça. (D) a produção de eficácia contra todos e efeito vinculante nas ações diretas de inconstitucionalidade e nas ações declaratórias de constitucionalidade. (E) a recusa ao prosseguimento de recurso extraordinário, por não demonstração da repercussão geral das questões constitucionais discutidas no caso. 19) (Procurador/TCE-SP/2011) Foi ajuizada perante o Supremo Tribunal Federal (STF) ação direta de inconstitucionalidade (ADI) em que se pleiteia sejam declarados inconstitucionais dispositivos da Lei estadual paulista nº /2008, que introduz alterações na Lei nº 6.544/1989, o estatuto das licitações do Estado de São Paulo. O argumento central reside na suposta invasão, pelo Estado, de competência da União para dispor sobre normas gerais de licitações e contratos administrativos. Na hipótese de o STF vir a julgar procedente a ADI, órgãos e entidades da Administração estadual paulista (A) deverão processar suas licitações com base na Lei estadual nº /2008, até que lei estadual posterior promova as adequações necessárias, em conformidade com a decisão do STF. (B) poderão processar suas licitações com base na Lei estadual nº /2008, até que lei federal posterior promova as alterações necessárias, em conformidade com a decisão do STF. (C) deverão formular consulta ao Tribunal de Contas do Estado sobre como processar suas licitações, podendo valer-se da Lei estadual nº /2008, até que sobrevenha a decisão da Corte de Contas. (D) estarão desde logo vinculados à decisão do STF, devendo processar suas licitações em conformidade com as normas gerais de licitações contempladas na legislação federal existente. (E) estarão vinculados à decisão do STF a partir do momento em que assim o reconhecer o Tribunal de Justiça do Estado, em sede de representação de inconstitucionalidade a ser formulada perante esta Corte pelo Governador do Estado. 20) (Promotor/MP-CE/2011) Considera-se mecanismo de controle político de constitucionalidade, previsto pela Constituição da República dentro da sistemática de freios e contrapesos da separação de poderes que adota, (A) o veto do Presidente da República a projeto de lei aprovado pelas casas do Congresso Nacional, por motivo de inconstitucionalidade. (B) a resolução do Congresso Nacional que suspende a eficácia de lei declarada inconstitucional por decisão definitiva do Supremo Tribunal Federal. (C) o julgamento do Presidente da República, por crime de responsabilidade, pelo Supremo Tribunal Federal. (D) a aprovação prévia pelo Senado Federal, por voto secreto, após arguição em sessão pública, da escolha dos chefes de missão diplomática de caráter permanente. (E) a sustação, pelo Senado Federal, dos atos normativos do Poder Executivo que exorbitem do poder regulamentar ou dos limites de delegação legislativa. GABARITO 01 A 02 D 03 A 04 E 05 A 06 E 07 A 08 E 09 B 10 D 11 B 12 B 13 C 14 C 15 A 16 B 17 E 18 E 19 D 20 A Analista Processual DPE/RS 5
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