CAIÇARA COMERCIO DE SEMENTES LTDA CNPJ / INC
|
|
|
- Luiz Guilherme Antas Fernandes
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 CAIÇARA COMERCIO DE SEMENTES LTDA CNPJ / INC REGISTRO NO CREA-SP: CERTIFICADO NO RENASEM NUMERO SP-00919/ SP /2007 RUA DAS NAÇÕES N 72 BAIRRO CENTRO BREJO ALEGRE-SP CEP A FORÇA DA QUALIDADE EM SEMENTES CONTATO FONE FAX (*18) FONE (*18) FONE (*18) FONE (*18) CONTATO VIA [email protected] [email protected] [email protected]
2 Sementes de guanandi
3 Guanandi, durante o período regencial, tornou-se monopólio do Estado Brasileiro e, em 1835, passou a ser a primeira Madeira de Lei do país. Desde então, a intensa exploração quase o extinguiu. Atualmente, as populações de guanandi estão expostas à devastação, tanto pela extração ilegal de madeira, quanto pela pressão de ocupação nas áreas de ocorrência. 2. Taxonomia Segundo o Sistema de classificação de Cronquist: Família: Clusiaceae. Espécie: Calophyllum brasiliense Cambessèdes. Sinonímia botânica: Calophyllum antillanum Brit. Standl.; Calophyllum ellipticum Rusby; Calophyllum rekoi Standl. Nomes vulgares: bálsamo-jacareúba, beleza, cedro-mangue, cedro-dopântano, guanandi-amarelo, guanandi-carvalho, guanandi-poca, guanandicedro, guanandi-jaca, guanandi-landim, guanandi-lombriga, guanandi-piolho, guanandi-rosa, guanandi-vermelho, guanantim, guanandi-da-praia, guanandirana, gulanvin-carvalho, inglês, jacaríuba, jacareaba, jacareíba, jacareúba, landinho, lantim, landi-carvalho, landi, landim, lanfim, mangue, mangue-seco, olandi-carvalho, oanandí, oonandi, olandí, olandim, pau-demaria, pau-de-azeite, pau-de-santa-maria, pau-sândalo, pindaíva, uá-iandi (fruta oleosa). 3. Aspectos ecológicos O guanandi é uma espécie pertencente ao grupo sucessional secundária/intermediária tardia (Durigan & Nogueira, 1990), porém ocorrem guanandizais quase puros, em condições pioneiras, no litoral paranaense (Carvalho, 1996). A espécie ocorre em todas as bacias brasileiras, sobretudo em planícies temporariamente inundadas. Observa-se, nessas condições, que mesmo submersas as sementes mantêm a viabilidade, bem como as plantas crescem normalmente em solo encharcado (Marques & Joly, 2000). 4. Descrição Quando adulta, a árvore pode atingir até 20m de altura e diâmetro (DAP) entre 20 a 50 cm. Na região amazônica pode atingir 40 m de altura e 150 cm de
4 DAP. Seu tronco é geralmente reto e cilíndrico, apresentando fuste de até 15 m de altura. O guanandi é uma espécie de folhas perenes, com copa larga e arredondada, densa e de coloração verde-escuro. A casca externa é marrom-escuro ou pardacenta, fissurada de alto a baixo, descamando em placas retangulares. A casca interna possui coloração rósea, é aromática, amargosa e ácida, exsudando látex amarelado e pegajoso. As folhas são simples, opostas, elípticas, coriáceas e apresentam dimensões de 5 a 15 cm de comprimento por 3 a 7 cm de largura, com nervuras laterais abundantes, próximas e paralelas. O pecíolo é verde-escuro, lustroso, espesso e mede até 2 cm de comprimento. O guanandi possui flores masculinas e hermafroditas na mesma planta, brancas, reunidas em racemos axilares ou panículas de 2,5 a 6 cm. Os frutos são do tipo drupa globosa, indeiscentes, carnosos, com pericarpo verde lactescentes quando maduros, apresentando dimensões de 19 a 30 mm de diâmetro. A polpa é oleaginosa, envolvendo uma semente, que é globosa e de coloração castanha (Carvalho, 1994). 5. Informações sobre reprodução e fenologia O guanandi é uma planta hermafrodita, cuja polinização é feita principalmente por abelhas e diversos insetos pequenos (Carvalho, 1994). A dispersão do guanandi é muito variada, podendo ocorrer por zoocoria, hidrocoria e autocoria. A dispersão zoocórica é promovida especialmente por morcegos frugíveros, veados e tucanos. A dispersão hidrocórica ocorre em função da localização freqüente da espécie junto aos cursos d água, mas a dispersão a longas distâncias pode ficar comprometida pela estagnação da água de inundação. Ressalta-se que as sementes não germinam enquanto estão submersas, mas permanecem viáveis e flutuam (Lobo et al., 1995). Por fim, a dispersão autocórica ocorre por gravidade, fazendo com que os frutos caiam diretamente no solo (Ribeiro et al.,1995). A reprodução se inicia três anos após o plantio em solos férteis e bem drenados, mas, em regeneração natural, esse processo ocorre por volta dos dez anos de idade. A floração e frutificação do guanandi são bastante variáveis em conseqüência da abrangente área de ocorrência. No Distrito Federal floresce de setembro a outubro; em São Paulo, de novembro a junho; na Paraíba, em dezembro e no Paraná, de janeiro a março. A frutificação, no Estado de São Paulo, ocorre entre abril e outubro (Carvalho, 1994). 6. Ocorrência natural Calophyllum brasiliense ocorre naturalmente entre as latitudes 18º N (Porto Rico) e 28º 10 S (Brasil), em altitudes de 5 a metros. 7. Clima
5 O guanandi ocorre sob os tipos climáticos subtropical úmido, subtropical de altitude e tropical. A precipitação anual média é de 1.100mm (São Paulo) a 3.000mm (Pará), sendo que no litoral da Bahia até Santa Catarina, região de Belém-PA e noroeste do Amazonas as chuvas são uniformemente distribuídas ao longo do ano e, nas demais regiões, são periódicas e concentradas no verão. Tolera estação seca de até três meses, com déficit hídrico moderado (região Centro-Oeste). Essa espécie desenvolve-se bem em temperatura média anual de 18,1ºc (Minas Gerais) a 26,7ºc (Pará e Amazonas). Segundo Carvalho (1994), a espécie suporta geadas, desde que em baixa freqüência (máximo de uma por ano). 8. Solo O guanandi ocorre em solos aluviais com drenagem deficiente, periodicamente inundáveis e brejosos, e com textura variando de arenosa a franca. A Embrapa Florestas realizou experimentos com plantio de guanandi em solo bem drenado, de fertilidade média a alta, textura franca a argilosa e, nessas condições, a espécie têm apresentado crescimento satisfatório. 9. Sementes Para obtenção de sementes, colhem-se os frutos no solo, quando estes já estão totalmente ou parcialmente despolpados por morcegos. A semente é extraída por maceração, retirando-se epicarpo e mesocarpo, permanecendo o endocarpo aderido à testa (Marques & Joly, 2000). Lorenzi (1992), sugere a utilização direta do fruto como semente, sem despolpá-lo. Cada quilograma de frutos contém cerca de 160 sementes (Lorenzi, 1992). As sementes de guanandi apresentam dormência tegumentar, que pode ser superada por escarificação mecânica ou estratificação em areia úmida por 60 dias. Sem aplicação de tratamentos para superação de dormência, a germinação pode demorar até seis meses (Carvalho, 1994). 10. Produção de mudas A produção de mudas pode ser feita em viveiro, semeando-se uma semente em sacos de polietileno com dimensões de 20 cm de altura e 7 cm de diâmetro ou em tubetes grandes de polipropileno. A germinação pode ocorrer em até 145 dias após a semeadura, e a taxa de germinação é bastante variável (15 a 95%). As mudas ficam prontas para o plantio em campo após dois meses. Em Porto Rico, a semeadura é realizada diretamente no campo, com taxas de germinação próximas a 100% (Flinta, 1960). Aconselha-se, na fase de viveiro, utilizar sombreamento de 50% de intensidade luminosa.
6 11. Aspectos silviculturais Calophyllum brasiliense é uma espécie florestal esciófila, que se regenera abundantemente à sombra, portanto necessita de sombreamento de intensidade média na fase juvenil (Lopez et al., 1987). O crescimento do guanandi é monopodial, característica que proporciona fustes bem definidos. Os galhos são finos, mas a desrama natural é fraca, sendo necessárias as podas (Carvalho, 1994). Os métodos de regeneração para os povoamentos de guanandi comumente utilizados são plantios puros a pleno sol ou em plantios mistos, associados às espécies pioneiras. Pode-se também utilizar plantios em faixas na vegetação matricial arbórea. Outra característica importante para a silvicultura dessa espécie é a capacidade de brotação a partir da touça após o corte. O ciclo de corte é de aproximadamente 18 anos, mas a primeira receita é obtida aos 10 anos, proveniente do desbaste 12. Crescimento e produção O guanandi é uma espécie de crescimento lento a moderado. Em Manaus- AM, apresentou incremento médio anual de 8,40 m³/ha/ano, aos nove anos de idade (Schimidt & Volpato, 1972). 13. Pragas e doenças Não há registros sobre ataques significativos de pragas e doenças a essa espécie. 14. A madeira A madeira de guanandi possui massa específica aparente entre 0,62 e 0,79g/cm³, a 15% de umidade e densidade básica entre 0,49 a 0,51 g/cm³. Trata-se, portanto, de uma madeira moderadamente densa (Jankowsky et al., 1990). O alburno possui coloração bege-rosado. O cerne pode é bege-rosado a róseo-acastanhado. De modo geral, esta madeira apresenta superfície lustrosa e áspera, textura fina e grã geralmente irregular(carvalho, 1994). A durabilidade natural dessa madeira é moderada a alta para as podridões branca e marrom, considerada imputrescível dentro da água. Apresenta baixa permeabilidade aos tratamentos preservativos em função de possuir os poros parcialmente preenchidos por óleo-resina (Benitez Ramos & Montesinos Lagos, 1988). 15. Usos e preço da madeira
7 A madeira de guanandi pode ser usada para fabricação de móveis, construção civil, construção naval, parquete, marcenaria, mourões, laminados decorativos, fabricação de barris de vinho, entre outros (Lorenzi, 1992; Carvalho, 1994). A madeira de guanandi está sendo comercializada por aproximadamente R$ 2.000,00/m³ cotação realizada no ano de 2005). 16. Outros usos Além da produção de madeira, o guanandi é indicado para obtenção de resina com propriedades medicinais (uso veterinário), taninos (casca e folhas), óleo essencial (fruto) e saponina (folhas) (Carvalho, 1994). A árvore pode ser utilizada em projetos paisagísticos de parques e praças, bem como em reflorestamento para recuperação ambiental, especialmente em áreas de solo encharcado (Lorenzi, 1992). Quebra de dormência. As Sementes de Guanandi Apresentam Dormência Tegumentar, Que Pode Ser Superada Por Escarificação Mecânica Ou Estratificação Em Areia Úmida Por 60 Dias. Sem Aplicação de Tratamentos Para Superação de Dormência, A Germinação Pode Demorar Até Seis Meses AS SEMENTES DEVE SER DESCASCADA Cobrir AS SEMENTES Com Uma Leve Camada de Substrato. A Germinação É Bem Mais Rápida Se Não Fazer Isto As Semente Pode Não Germinar. 10. Produção de mudas A produção de mudas pode ser feita em viveiro, semeando-se uma semente em sacos de polietileno com dimensões de 20 cm de altura e 7 cm de diâmetro ou em tubetes grandes de polipropileno. A germinação pode ocorrer em até 145 dias após a semeadura, e a taxa de germinação é bastante variável (15 a 95%). As mudas ficam prontas para o plantio em campo após dois meses. Em Porto Rico, a semeadura é realizada diretamente no campo, com taxas de germinação próximas a 100% (Flinta, 1960). Aconselha-se, na fase de viveiro, utilizar sombreamento de 50% de intensidade luminosa. Quem conhece os altos e baixos das atividades agropecuárias sabe: pela crescente escassez, as duas únicas atividades seguros para investir, onde nunca haverá a mínima possibilidade de surgir competidores que derrubem os preços dos produtos, são os setores de ÁGUA E MADEIRAS NOBRE (DE LEI). Receita Liquida para modulo de 5 hectares = R$ ,00. As despesas totais no valor de R$ ,00, divididas pelos 18,5 anos, representam um investimento anual de R$ 2.587,68 / 5 hectares. (ver planilha abaixo). Mais vendas dos subprodutos: da madeira de menor diâmetro que vai sendo desbastada (molduras, painéis decorativos, artesanatos, barris de vinho, etc.);
8 das sementes, folhas e galhos das podas para indústrias farmacêuticas; das sementes, para reprodução a partir do 5º ano. Sobre subprodutos, ver mais detalhes em "Receita dos Subprodutos ". Do livro de Carvalho (pág.127): "Madeira largamente plantada em outros paises onde substitui o mogno e o cedro.. Moral da história: Este projeto agrega valor à sua terra pelo plantio da mata nobre. Quero dizer que, na hipótese de venda da terra, ela valerá mais com a madeira em cima (valor agregado). Será mais atrativa e valorizada. Cultivando tecnicamente, uma tora de eucalipto (para indústria move leira) leva 18,5 anos para se formar. O Guanandi também leva o mesmo tempo. Vai depender do capricho, tratos, adubação, etc., para crescer mais rápido. Do livro de H. Lorenzi (pág. 116)... "É a primeira madeira de lei do país (lei de 7 de janeiro de 1835 do Governo Imperial)" Desde 2004, fomentamos e orientamos plantios em mais de propriedades desde o Amazonas até o Rio Grande do Sul. A Floresta nativa plantada pode ser cortada. Ver Artigo 12 do Código Florestal - Lei Federal / De todas as nativas, é a mais resistente em terrenos alagadiços, embora vá muito bem a solos pobres e secos. O modo de plantar é igual ao eucalipto e pinus. Difere que a madeira do Guanandi vale 100 vezes mais que a do eucalipto e pinus. Uma vez plantado, semeia e refaz o ciclo sozinho. Roçar até fechar. Só esperar o corte. Boa aposentadoria. A formiga pouco ataca. Receita / Despesas - Planilhas - Modulo 5 hectares 1 - DESPESAS: Plantio (0 a 1 ano): A) Mão de obra R$ 1 - Plantio das mudas 760, Capinas 240, Aplicação herbicidas 120, Aplicação formicidas 100, Aplicação adubação cobertura 120,00 B) Insumos 1 - Mudas ( se optar por sementes ,00 este item se reduz a 1/3 do valor) 2 - Adubação plantio 2.250, Isca formicida 1.125, Adubação de cobertura 1.200, Herbicida ( Roundup) 300,00
9 6 - Seguro contra sinistros ( 1% do custo de 212,00 implantação ) C) Total do plantio ( 0 a 1 ano ) , Manutenção ( 2 ao 5 anos ): A) Mão de obra R$ 1 - Capinas 960,0 2 - Herbicida 480, Aplicação adubação cobertura 480, Desrama ( poda de eliminação de galhos ) 1.000,00 B) Insumos 1 - Herbicida ( Roundup ) 1.200, Adubação de cobertura 4.800,00 C) Total da manutenção ( 1 ao 5 anos ) 8.920, Manutenção ( 6 aos 10 anos ): A) Mão de obra R$ 2 - Desrama (poda de eliminação de galhos ) 1.250, Desbastes de plantas em torno do 6 º ano 2.000, Manutenções de aceiros contra fogo 1.200, Coletas de sementes (*) 2.000,00 C) Total da manutenção ( 5 ao 10 anos ) 6.450, Desbaste de plantas aos 10 anos: Por conta do comprador da madeira Manutenção (10 aos 18,5 anos ): A) Mão de obra R$ 2 - Desrama ( poda de eliminação de galhos ) 2.125, Corte final Por conta do comprador 4 - Manutenção de aceiros contra fogo 1.200, Coleta de sementes (*) 4.000,00 C) Total da manutenção (10 ao 18,5 anos ) 7.325, Total das Despesas: R$ ,00 ( item 1.1 ) + R$ 8.920,00 ( item 1.2 ) + R$ 6.450,00 ( item 1.3) + R$ 7.325,00 ( item 1.5) = R$ ,00 Obs: Essa despesa de R$ ,00 dividida pelos 18,5 anos, representa um investimento anual de R$ 2.587,68 / 5 hectares.
10 Despesas acima não estão inclusos: A) - remuneração do capital TERRA que equivale ao valor de um arrendamento de terras ou da renda que essa terra teria se cultivada com outra cultura ou da renda que esse capital terra teria se estivesse aplicado em investimentos financeiros; B) - depreciação dos outros investimentos fixos (tratores, implementos em geral, casas, etc..); C) - salário de administração para o proprietário. Nas receitas acima não estão inclusos: A) - inflações futuras e aumentos do valor da madeira além da inflação B) - outros rendimentos tais como os sub-produtos e a venda de créditos de carbono. TABELA 2: Se quiser conhecer à taxa interna de retorno (TIR) do Projeto Guanandi, nos moldes que você esta imaginando,a fórmula é a seguinte: T.I.R = Taxa interna de retorno L.L = Lucro Liquido (Receitas - Despesas) I = Investimento (terra, maquinaria, etc..) OBS.: pela nossa experiência, você chegará a uma TIR entre 20% e 27% por ano, portanto melhor que os 6%/ano da poupança ou os 12%/ano dos investimentos financeiros. CONTATO FONE FAX (*18) FONE (*18) FONE (*18) FONE (*18) CONTATO VIA [email protected] [email protected] [email protected]
Grupo Caiçara. Guanandi
Grupo Caiçara Guanandi O Guanandi é uma espécie nativa do Brasil que há aproximadamente 6 anos vem sendo utilizado em plantios comerciais no nosso país. Foi escolhida pelas ótimas características silviculturais
Semente Caiçara Ltda. A força da qualidade
MANUAL DE PLANTIO Semente Caiçara Ltda. A força da qualidade Temos à pronta entrega a quantidade que você necessita. As sementes são inspecionadas, beneficiadas, mantendo-se assim, ao longo dos anos, o
Guanandi. Taxonomia. Família: Clusiaceae Gênero: Calophyllum Espécie: Calophyllum brasiliensis
Guanandi Taxonomia Família: Clusiaceae Gênero: Calophyllum Espécie: Calophyllum brasiliensis Madeira muito utilizada no Brasil pelas comunidades tradicionais desde o período imperial e muito popular em
Ipê amarelo. Floresta Ombrófila Mista, Floresta Ombrófila Densa, Floresta Estacional Semidecidual, da Bahia ao Rio Grande do Sul.
Ipê amarelo Nome científico: Família: Sinonímia: Nomes populares: Origem do nome: Ocorrência: Bioma/Fitofisionomia: Características: Porte: Flores: Floração: Folhas: Handroanthus albus Bignoniaceae Tabebuia
Guanandi Calophyllum brasiliense. (43)
Guanandi Calophyllum brasiliense www.ibflorestas.org.br [email protected] (43) 3324-7551 Guanandi Calophyllum brasiliense Substrato Florestal No Brasil também é conhecido como Jacareúba, Santa
Espécies exóticas plantadas em SC
Texto extraído de: http://www.acr.org.br/espec.htm Espécies exóticas plantadas em SC Para fins de reflorestamento com Pinus spp e Eucalyptus spp., o Estado de Santa Catarina pode ser dividido em: a) faixa
Pinus Patula Pinus Nigra Pinus Caribaea Produção de Pinus. Pinus elliotti
Pinus Patula Pinus Nigra Pinus Caribaea Produção de Pinus Pinus elliotti Pinus Pinaster Pinus Taeda - P. elliottii e P. taeda- introduzidas dos Estados Unidos, visto que as atividades com florestas plantadas
Cereja do Mato. Phyllocalyx involucratus (DC.) Berg; Phyllocalyx laevigatus Berg
Cereja do Mato Nome Científico: Família: Sinonímia: Nome Popular: Etimologia: Características: Origem: Floração: Eugenia involucrata DC Myrtaceae. Phyllocalyx involucratus (DC.) Berg; Phyllocalyx laevigatus
GUANANDI. História. Retorno financeiro
GUANANDI História A primeira madeira de lei do Brasil, o guanandi (Calophyllum brasiliensis), possui características específicas que o torna um ótimo empreendimento comercial nas áreas de reflorestamento
FENOLOGIA E SCREENING FITOQUÍMICO DO AÇOITA-CAVALO
FENOLOGIA E SCREENING FITOQUÍMICO DO AÇOITA-CAVALO Ruanny Karen Vidal Pantoja Portal (1) ; Osmar Alves Lameira (2) ; Fernanda Naiara Santos Ribeiro (3) Rafael Marlon Alves de Assis (4). 1 Bolsista Pibic
Produção Florestal e SAFs
Produção Florestal e SAFs Técnico em Agroecologia Módulo III Prof. Fábio Zanella Formação de mudas florestais Escolha das matrizes Coleta das sementes Extração e tratamento das sementes Armazenamento Dormência
Espécies arbóreas brasileiras: silvicultura e usos
Espécies arbóreas brasileiras: silvicultura e usos Paulo Ernani Ramalho Carvalho Engenheiro Florestal Doutor em Ciências Florestais Paricá Pinho-Cuiabano Ocorrência natural: AC, AM, MT, PA e RO. IMAv:
METODOLOGIA E ESTRATÉGIAS PARA A DEGRADADOS
METODOLOGIA E ESTRATÉGIAS PARA A RESTAURAÇÃO DE ECOSSISTEMAS DEGRADADOS Prof. Dr. Israel Marinho Pereira [email protected] Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri UFVJM Departamento
CEDRO AUSTRALIANO CEDRO AUSTRALIANO DE SEMENTE OU CLONADO? QUAL PLANTAR?
DE SEMENTE OU CLONADO? QUAL PLANTAR? Com o surgimento de novos materiais genéticos no mercado, existem dúvidas sobre qual é a melhor opção para o plantio de cedro australiano. Elaboramos este documento
Pinus taeda. Pinheiro-do-banhado, Pinos, Pinho-americano.
Pinus Taeda Nome Científico: Família: Nomes populares: Ocorrência: Características: Pinus taeda Pinaceae Pinheiro, Pinheiro-americano, Pinus, Pinheiro-amarelo, Pinheirorabo-de-raposa, Pinheiro-do-banhado,
Pinus pinea L. 60 Exemplares no Parque
Pinus pinea L. 60 Exemplares no Parque Família Pinaceae Nome Comum Pinheiro-manso, pinheiro-guarda-sol Origem Contorno da Região Mediterrânica, sobretudo no sul da Europa e oeste da Ásia. Autóctone em
VALE A PENA PLANTAR ÁRVORES, ESSE É O MELHOR NEGÓCIO DO MOMENTO
Guanandi X Teca X Mogno X Eucalipto X Pinus A grande vantagem do guanandi, em relação ao eucalipto, teca e o mogno é que o guanandi é uma planta nativa do Brasil, com mais vantagens para o meio ambiente
FACULDADE DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E VETERINÁRIAS
unesp DISCIPLINA: TEMA: PROFESSORES: UNIVERSIDADE PAULISTA Campus de Jaboticabal FACULDADE DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E VETERINÁRIAS Departamento de Produção Vegetal Silvicultura Florestas sob Regime de Alto
PLANTIOS DE PAU-ROSA (Aniba rosaeodora Ducke) E A PRODUÇÃO DE ÓLEO A PARTIR DE MUDAS PLANTADAS
GOVERNO DO ESTADO DO AMAZONAS SECREATARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA FUNDAÇÃO DE AMPARO À PESQUISA DO ESTADO DO AMAZONAS E INSTITUTO NACIONAL DE PESQUISAS DA AMAZÔNIA PLANTIOS DE PAU-ROSA (Aniba
Aroeira Salsa. Nome científico: Schinus molle L.
Aroeira Salsa Nome científico: Schinus molle L. Família: Sinonímia: Nomes Populares: Origem do nome: Características: Anacardiaceae Schinus areira L., Schinus molle var. areira (L.) DC., Schinus bituminosus
Olea europaea L. var. europaea. 10 Exemplares no Parque
Olea europaea L. var. europaea 10 Exemplares no Parque Família Oleaceae Nome Comum oliveira Origem Região mediterrânica (Sul da Europa, Norte de África e Médio Oriente). Tipo de Origem autóctone Autor
Departamento de Engenharia Florestal Laboratório de Conservação de Ecossistemas e Recuperação de Áreas Degradadas
GRUPO ECOLÓGICO Conceito criado de acordo com o comportamento das espécies florestais nos processos de sucessão ecológica, que ocorre por meios naturais quando surgem clareiras na floresta tropical por
UNIVERSIDADE PAULISTA Campus de Jaboticabal FACULDADE DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E VETERINÁRIAS
unesp DISCIPLINA: TEMA: PROFESSORES: UNIVERSIDADE PAULISTA Campus de Jaboticabal FACULDADE DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E VETERINÁRIAS Departamento de Produção Vegetal Silvicultura Desrama Artificial Sérgio Valiengo
Grandes Ecossistemas do Brasil
Grandes Ecossistemas do Brasil Principais Ecossistemas do Brasil Floresta Amazônica Mata Atlântica Mata da Araucárias Caatinga Cerrado Pampas (Campos Sulinos) Zona dos Cocais Pantanal Manguezais Grandes
Escolha da área para plantio Talhonamento Construção de aceiros e estradas
Universidade Tecnológica Federal do Paraná Campus Dois Vizinhos Engenharia Florestal Tratos e Métodos Silviculturais Escolha da área para plantio Talhonamento Construção de aceiros e estradas Eng. Ftal.
Experiências em Recuperação Ambiental. Código Florestal. Recuperação de área degradada em encosta
Experiências em Recuperação Ambiental Código Florestal Recuperação de área degradada em encosta Recuperação de área degradada em encosta 1. Bioma: Mata Atlântica Estado: São Paulo Município: Ubatuba 2.
Mogno Africano Khaya ivorensis, senegalensis e anthoteca. (43)
Mogno Africano Khaya ivorensis, senegalensis e anthoteca www.ibflorestas.org.br [email protected] (43) 3324-7551 Mogno Substrato Africano Principais Florestal espécies Khaya ivorensis Khaya senegalensis
Castanea sativa Mill. 257 Exemplares no Parque
Castanea sativa Mill. 257 Exemplares no Parque Família Fagaceae Nome Comum castanheiro, reboleiro, castanheiro-comum, castanheiro-vulgar Origem Originária da Europa, da zona dos Balcãs, Ásia Menor e Cáucaso,
Espaçamento e Plantio
Universidade Tecnológica Federal do Paraná Campus Dois Vizinhos Engenharia Florestal Tratos e Métodos Silviculturais Espaçamento e Plantio Eng. Ftal. Dr. Prof. Eleandro José Brun Dois Vizinhos - PR, 2016-01.
O CLIMA E A VEGETAÇÃO DO BRASIL
O CLIMA E A VEGETAÇÃO DO BRASIL [...] Não tinha inverno e verão em Brasília, tinha o tempo da seca e tempo das chuvas. Uma vez choveu onze dias sem parar, e as pessoas andavam quase cegas debaixo do aguaceiro,
Amaldo Ferreira da Silva Antônio Carlos Viana Luiz André Correa. r José Carlos Cruz 1. INTRODUÇÃO
CRUZ, 1987 J.C. SEMEADURA DO MILHO 1. INTRODUÇÃO Amaldo Ferreira da Silva Antônio Carlos Viana Luiz André Correa r José Carlos Cruz O milho é a cultura mais largamente plantada no Brasil, com cerca de
Issáo Ishimura Eng. Agr., Dr., PqC da Unidade de Pesquisa e Desenvolvimento em Agricultura Ecológica /APTA
PRODUÇÃO DE MUDAS DE LOURO E SEU PLANTIO Issáo Ishimura Eng. Agr., Dr., PqC da Unidade de Pesquisa e Desenvolvimento em Agricultura Ecológica /APTA [email protected] Sebastião Wilson Tivelli Eng. Agr.,PhD.,
Dimensionamento de viveiros. Iane Barroncas Gomes Engenheira Florestal, M.Sc. IFAM-CITA
Dimensionamento de viveiros Iane Barroncas Gomes Engenheira Florestal, M.Sc. IFAM-CITA Conteúdo Conteúdo: Conceito de viveiro Tipos de viveiros Planejamento da instalação de um viveiro Local ideal Estruturas
Gestão de Florestas de Mognos Africanos
Gestão de Florestas de Mognos Africanos Higino Aquino Co-fundador do IBF [email protected] Criar uma floresta nobre é um dos investimentos mais seguros e lucrativos que existem, além de tirar a
Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Embrapa Amazônia Oriental Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Embrapa Amazônia Oriental Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Embrapa Belém, PA 2014 CARACTERIZAÇÃO FENOLÓGICA DA ESPÉCIE Catharanthus roseus
Introdução aos Sistemas Agroflorestais
Introdução aos Sistemas Agroflorestais A floresta é um sistema em equilíbrio. Isto porque o próprio sistema se alimenta. Ninguém aduba a floresta, ela própria é responsável por isso. O solo da floresta
PERSPECTIVAS E NOVAS VARIEDADES DE GRAMA (I) SEASHORE PASPALUM, MINI ZOYSIA E ZOYSIA MEYER
PERSPECTIVAS E NOVAS VARIEDADES DE GRAMA (I) SEASHORE PASPALUM, MINI ZOYSIA E ZOYSIA MEYER Marcello Lara Mate Engenheiro Agrônomo da Green Grass Porto Alegre RS [email protected] 1. Introdução
Recuperação da mata ciliar do Assentamento Vale do Lírio, São José de Mipibu, RN
http://dx.doi.org/10.12702/viii.simposfloresta.2014.69-659-2 Recuperação da mata ciliar do Assentamento Vale do Lírio, São José de Mipibu, RN José A. da S. Santana 1, Wanctuy da S. Barreto 1, José G. A.
LCF Recursos Florestais em Propriedades Agrícolas. SILV 02 Seleção de Espécies/Procedências e Clones
LCF1581-2016 Recursos Florestais em Propriedades Agrícolas SILV 02 Seleção de Espécies/Procedências e Clones Tópicos - Produtividade Florestal - Importância da Seleção de espécies e material genético -
ARBORIZAÇÃO E PAISAGISMO
INSTITUTO DEFEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO AMAZONAS - IFAM ARBORIZAÇÃO E PAISAGISMO Iane Barroncas Gomes Engenheira Floresta, M.Sc. 1 PRODUÇÃO DE MUDAS DE ESPÉCIES ORNAMENTAIS 2 Importância
LCF Recursos Florestais em Propriedades Agrícolas. SILV 02 Seleção de Espécies/Procedências e Clones
LCF1581-2017 Recursos Florestais em Propriedades Agrícolas SILV 02 Seleção de Espécies/Procedências e Clones Tópicos - Produtividade Florestal - Importância da Seleção de espécies e material genético -
PROGRAMA PLANTE BONITO
PROGRAMA PLANTE BONITO Lagoa Misteriosa Samuel Duleba CRBio - 34.623-03D Jardim - Mato Grosso do Sul - Brasil 2008 Introdução Com o objetivo de recuperar áreas que já sofreram algum tipo de interferência
PROGRAMA DE REFLORESTAMENTO
PROGRAMA DE REFLORESTAMENTO Lagoa Misteriosa Samuel Duleba CRBio - 34.623-03D Jardim - Mato Grosso do Sul - Brasil 2008 Introdução Com o objetivo de recuperar áreas que já sofreram algum tipo de interferência
PRODUÇÃO DE MUDAS NO BIOMA CERRADO
PRODUÇÃO DE MUDAS NO BIOMA CERRADO O QUE MUDA? Maria Cristina de Oliveira Professora da Universidade de Brasília ROTEIRO 1. Coleta de frutos e sementes 1.1. Época seca x Época chuvosa 1.2. Tipos de frutos/beneficiamento
Avaliação Preliminar de Híbridos Triplos de Milho Visando Consumo Verde.
Avaliação Preliminar de Híbridos Triplos de Milho Visando Consumo Verde. XXIV Congresso Nacional de Milho e Sorgo - 01 a 05 de setembro de 2002 - Florianópolis - SC Monteiro, M. A. R1., Pereira Filho,
Resumo Público do Plano de Manejo Florestal da Fazenda Citróleo
Resumo Público do Plano de Manejo Florestal da Fazenda Citróleo CITRÓLEO INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE ÓLEOS ESSECIAIS LTDA FAZENDA CITRÓLEO BAIRRO TRES PINHEIROS CEP 37.443-000 BAEPENDI / MG CNPJ 51.527.190/0002-11
Cadeia Produtiva da Silvicultura
Cadeia Produtiva da Silvicultura Silvicultura É a atividade que se ocupa do estabelecimento, do desenvolvimento e da reprodução de florestas, visando a múltiplas aplicações, tais como: a produção de madeira,
Análise do Custo de produção por hectare de Milho Safra 2016/17
Análise do Custo de produção por hectare de Milho Safra 2016/17 A análise do custo de produção do milho da safra 2016/17 foi realizada a partir de dados de instituições de pesquisa de produção e mercado,
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA PAISAGISMO E FLORICULTURA PALMEIRAS PROFª. RENATA CANUTO DE PINHO
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA PAISAGISMO E FLORICULTURA PALMEIRAS PROFª. RENATA CANUTO DE PINHO 1 Introdução Ordem: Principes Família: Arecaceae (Palmae) Mais de 2600 espécies no mundo O Brasil possui
MÉTODOS PARA RESTAURAÇÃO DE FLORESTAS DE BREJO DEGRADADAS
MÉTODOS PARA RESTAURAÇÃO DE FLORESTAS DE BREJO DEGRADADAS Cláudia Mira Attanasio Eng. Agrônoma, Dra., PqC do Polo regional Centro Sul/APTA [email protected] Luciana A. Carlini-Garcia Eng.
FATORES DE SUCESSO PARA A ALTA PRODUTIVIDADE DE FLORESTAS
FATORES DE SUCESSO PARA A ALTA PRODUTIVIDADE DE FLORESTAS Ariel Evandro Fossa Gerente Florestal AGOSTO DE 2015 Coleta e rerrefino Celulose Lwart Lubrificantes 40 anos Atuação Coleta e rerrefino de OLUC
Colégio São Paulo. Bioma. adapt ações. Biologia 9º ano Prof. Marana Vargas
Colégio São Paulo Bioma se adapt ações Biologia 9º ano Prof. Marana Vargas Pantanal - O clima é quente e úmido, no verão, e frio e seco, no inverno; - A maior parte dos solos do Pantanal são arenosos
Biomas do Brasil. Ciências Humanas e suas Tecnologias. Professor Alexson Costa Geografia
Biomas do Brasil Ciências Humanas e suas Tecnologias Professor Alexson Costa Geografia Biomas Biomas: conjunto de diversos ecossistemas. Ecossistemas: conjunto de vida biológico. Biomassa: é quantidade
FLORESTAS PARA PRODUÇÃO DE ÁGUA
IV SIMPÓSIO INTERNACIONAL EM BACIAS HIDROGRÁFICAS FLORESTAS PARA PRODUÇÃO DE ÁGUA Dr. Valdir de Cicco Engenheiro Florestal Pesquisador Científico BOTUCATU - SP. 2013 SUMÁRIO Laboratório de Hidrologia Florestal.
Unidade de Ensino 3: Princípios Gerais de Produção Florestal
Unidade de Ensino 3: Princípios Gerais de Produção Florestal Disciplina: Manejo e produção florestal Curso: Agronomia Períodos: Matutino/Noturno 2016.2 Docente: Prof. Dra. Marcela Midori Yada IMPLANTAÇÃO
POTENCIAIS MATRIZES PRODUTORAS DE SEMENTES DE UVAIA DO IFSULDEMINAS CÂMPUS INCONFIDENTES PARA A PRODUÇÃO DE MUDAS EM ESCALA COMERCIAL
6ª Jornada Científica e Tecnológica e 3º Simpósio de Pós-Graduação do IFSULDEMINAS 04 e 05 de novembro de 2014, Pouso Alegre/MG POTENCIAIS MATRIZES PRODUTORAS DE SEMENTES DE UVAIA DO IFSULDEMINAS CÂMPUS
Nome do Sítio Experimental: Cruz Alta. Localização e Mapas do Sítio Experimental: Latitude: Longitude: Altitude: 432 m
Nome do Sítio Experimental: Cruz Alta Localização e Mapas do Sítio Experimental: Latitude: -28.6036 Longitude: -53.6736 Altitude: 432 m Rio Grande do Sul torre Cruz Alta torre DESCRIÇÃO: Descrição Geral:
Biomas Terrestres. Prof. Bosco Ribeiro
Biomas Terrestres Prof. Bosco Ribeiro Introdução São regiões de grande extensão onde se desenvolveu, predominantemente, um determinado tipo de vida, as quais são, em grande parte, distribuídas pela superfície
Cupressus sempervirens L. 104 Exemplares no Parque
Cupressus sempervirens L. 104 Exemplares no Parque Família Cupressaceae Nome Comum Cipreste-dos-cemitérios, cipreste, cipreste-comum, cipreste-de-itália, falso-cedro Origem Europa e Ásia (montanhas semiáridas
Apagão Florestal Cenário econômico mundial: oportunidades e desafios para produção de madeiras nobres no Brasil.
Apagão Florestal Apagão Florestal Cenário econômico mundial: oportunidades e desafios para produção de madeiras nobres no Brasil. Sobre Higino Martins Aquino Júnior Empreendedor socioambiental e produtor
o manejo das ~'~IL-:.I áreas de Pinus
, o manejo das ~'~L-:. áreas de Pinus A disponibilidade da madeira de Pinus como matéria-prima para diferentes finalidades teve origem, principalmente, nos reflorestamentos implantados com recursos provenientes
Disciplina: BI63 B ECOSSISTEMAS. Tema da aula - Distúrbios: Sucessão Ecológica: principais conceitos e aplicações.
Curso de Graduação em Engenharia Ambiental Disciplina: BI63 B ECOSSISTEMAS Tema da aula - Distúrbios: Sucessão Ecológica: principais conceitos e aplicações. http://www.usp.br/agen/bols/2000/rede517.htm
INFRA ESTRUTURA URBANA VEGETAÇÃO URBANA
INFRA ESTRUTURA URBANA VEGETAÇÃO URBANA vegetação importância Projeto do espaço livre >> Projeto dos vazios >> Vegetação vegetação importância vegetação funções Aspectos Paisagísticos Dramaticidade dada
CRESCIMENTO DA CULTURA DO PINHÃO MANSO EM DIFERENTES DENSIDADES DE PLANTAS.
CRESCIMENTO DA CULTURA DO PINHÃO MANSO EM DIFERENTES DENSIDADES DE PLANTAS. Pedro Silvério Xavier Pereira (1) ; Marice Cristine Vendruscolo (2) ; Astor Henrique Nied (3) ; Rivanildo Dallacor (4) ; Marcelo
SILVICULTURA DE Eucalyptus EM ÁERAS DE OCORRÊNCIA DE GEADAS NO SUL DO BRASIL
SILVICULTURA DE Eucalyptus EM ÁERAS DE OCORRÊNCIA DE GEADAS NO SUL DO BRASIL James Stahl Klabin: Uma empresa líder 110 anos de tradição, inovação, liderança e sustentabilidade 17 unidades fabris em nove
Silvicultura Mogno africano: ouro verde pode garantir aposentadoria rural
Silvicultura Mogno africano: ouro verde pode garantir aposentadoria rural Cultivo desta espécie nobre de madeira ganhou força nos últimos anos e atraiu investidores de peso e personalidades por Viviane
MANILKARA HUBERI STANDLEY (MAÇARANDUBA), EM UMA FLORESTA NATURAL NA REGIÃO DE PARAGOMINAS, PA 1.
MANILKARA HUBERI STANDLEY (MAÇARANDUBA), EM UMA FLORESTA NATURAL NA REGIÃO DE PARAGOMINAS, PA. HIRAI, Eliana Harumi ; CARVALHO, João Olegário Pereira de. INTRODUÇÃO O sucesso do manejo florestal sustentável
ArcelorMittal BioEnergia Ltda PRODUÇÃO DE MADEIRA EM REGIÃO DE DÉFICIT HÍDRICO
ArcelorMittal BioEnergia Ltda PRODUÇÃO DE MADEIRA EM REGIÃO DE DÉFICIT HÍDRICO Localização V. Jequitinhonha 430 km Vitória TURMALINA VEREDINHA MINAS NOVAS CAPELINHA ITAMARANDIBA ÁREA TOTAL DRENAGEM TOTAL
A CULTURA DE PALMEIRAS PARA PRODUÇÃO DE PALMITO
A CULTURA DE PALMEIRAS PARA PRODUÇÃO DE PALMITO SISTEMA DE PRODUÇÃO DA PALMEIRA PUPUNHA César Pereira Teixeira Pesquisador Incaper OBJETIVOS Apresentar histórico do uso das palmeiras para produção de palmito
COMPORTAMENTO POPULACIONAL DE CUPIÚBA (GOUPIA GLABRA AUBL.) EM 84 HA DE FLORESTA DE TERRA FIRME NA FAZENDA RIO CAPIM, PARAGOMINAS, PA.
COMPORTAMENTO POPULACIONAL DE CUPIÚBA (GOUPIA GLABRA AUBL.) EM 84 HA DE FLORESTA DE TERRA FIRME NA FAZENDA RIO CAPIM, PARAGOMINAS, PA. HIRAI, Eliana Harumi ; CARVALHO, João Olegário Pereira de. INTRODUÇÃO
Deposição e Acúmulo de Serapilheira em sistema de ilpf no município de Ipameri Goiás
Deposição e Acúmulo de Serapilheira em sistema de ilpf no município de Ipameri Goiás Natália C. de F. Ferreira (IC)*, Anderson G. Nascimento (IC), Isabela C. Silva (IC), Stephany D. Cunha (IC),Tatiana
Preparo de Solo em Áreas de Implantação Florestal Ocupadas por Pastagens
Preparo de Solo em Áreas de Implantação Florestal Ocupadas por Pastagens Colaboradores José Márcio Cossi Bizon Walmir Franciscate Wilson P. Spindola Filho Carlos Alberto B. de Jesus Cláudio R. Silva Rodrigo
Geografia. Os Biomas Brasileiros. Professor Thomás Teixeira.
Geografia Os Biomas Brasileiros Professor Thomás Teixeira www.acasadoconcurseiro.com.br Geografia PRINCIPAIS BIOMAS DO BRASIL Amazônia Extensão aproximada: 4.196.943 quilômetros quadrados. A Amazônia
ESTUDO DA VIABILIDADE PARA IMPLANTAÇÃO SILVICULTURAL DA Tectona grandis (TECA) NO ESTADO DO TOCANTINS. RESUMO
ESTUDO DA VIABILIDADE PARA IMPLANTAÇÃO SILVICULTURAL DA Tectona grandis (TECA) NO ESTADO DO TOCANTINS. AUTORES: ADRYELLE CASTRO COELHO; MONICA VALERIA ; PRISCILA GUILHEM BATISTA ROSA LUDIMILA. FACULDADE
Viveiricultura e Sementes florestais Profa. Cristiana C. Miranda
Viveiricultura e Sementes florestais Profa. Cristiana C. Miranda Adaptado de Érika Cortinez- UFRRJ Contextualizando Cadeia Produtiva da Restauração Florestal SEA, 2010 Viveiros florestais permanentes Tem
importância dos fatores ambientais sobre as características fenológicas das espécies arbóreas
Importância dos fatores ambientais sobre as características fenológicas das espécies arbóreas Igor Pinheiro da Rocha Engenheiro Florestal, M.Sc. Qual é a importância dos fatores ambientais sobre as características
Acacia dealbata Link. 20 Exemplares no Parque
Acacia dealbata Link. 20 Exemplares no Parque Família Leguminosae Nome Comum mimosa, acácia-dealbada, acácia-dealbata, acácia-praga, acácia, acácia-mimosa Origem Austrália (Sudeste da Austrália e Tasmânia).
Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Embrapa Amazônia Oriental Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Embrapa Amazônia Oriental Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Embrapa Amazônia Oriental Belém, PA 2015 BIOMETRIA DE FRUTOS E SEMENTES E GERMINAÇÃO
ESPÉCIES ARBÓREAS DA BACIA DO RIO MAUÉS-MIRI, MAUÉS AMAZONAS
INTRODUÇÃO REVISTA DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO IFAM ESPÉCIES ARBÓREAS DA BACIA DO RIO MAUÉS-MIRI, MAUÉS AMAZONAS Rodrigo Teixeira Caldas 1 Peter Wimmer 2 A Amazônia possui 300 mil quilômetros2
PRODUÇÃO DE MUDAS FLORESTAIS. José Amarildo da Fonseca
PRODUÇÃO DE MUDAS FLORESTAIS José Amarildo da Fonseca [email protected] Objetivos Quantidade Custo Qualidade Prazo Histórico Histórico Histórico Produção de Mudas Florestais Objetivo (demanda) Tipos
ESTRUTURAS DE MADEIRA
ESTRUTURAS DE MADEIRA CLASSIFICAÇÃO DA MADEIRA AULA 2 EDER BRITO Classificação das árvores Pela Botânica as árvores são classificadas como vegetais superiores, denominados de fanerógamas, que apresentam
Chamaecyparis lawsoniana (A.Murray) Parl. 51 Exemplares no Parque
Chamaecyparis lawsoniana (A.Murray) Parl. 51 Exemplares no Parque Família Cupressaceae Nome Comum cipreste-de-lawson, cedro-branco, cedro-do-oregon Origem América do Norte (Oeste dos Estados Unidos, estados
Prunus laurocerasus L. 108 Exemplares no Parque
Prunus laurocerasus L. 108 Exemplares no Parque Família Rosaceae Nome Comum louro-cerejo, loiro-cerejo, loiro-inglês, loureiro-cerejeira, loureiro-de-trebizonda, loureiro-real, loureiro-romano Origem Europa
Cercis siliquastrum L. 4 Exemplares no Parque
Cercis siliquastrum L. 4 Exemplares no Parque Família Leguminosae Nome Comum olaia, árvore- do-amor, árvore-da-judeia, árvore-de-judas Origem Sul da Europa e este da Ásia (zona do Mediterrâneo oriental
BIOLOGIA. Ecologia e ciências ambientais. Biomas brasileiros. Professor: Alex Santos
BIOLOGIA Ecologia e ciências ambientais Professor: Alex Santos Tópicos em abordagem: I Conceitos fundamentais II Fatores físicos que influenciam na formação dos biomas III Tipos de biomas brasileiros IV
Colheita e armazenamento
1 de 5 10/16/aaaa 11:19 Culturas A Cultura do Arroz Irrigado Nome Cultura do arroz irrigado Produto Informação Tecnológica Data Maio -2000 Preço - Linha Culturas Informações resumidas Resenha sobre a cultura
