Saneamento Ambiental I
|
|
|
- Jessica Cavalheiro Sintra
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Universidade Federal do Paraná Engenharia Ambiental Saneamento Ambiental I Aula 17 Processos de adsorção, membranas e tratamento da águas eutrofizadas e da fase sólida em ETAs Profª Heloise G. Knapik 1
2 Aula de hoje Processos de adsorção Processos com membranas Tratamento de águas eutrofizadas Tratamento da fase sólida em ETAs 2
3 Taxa de mortalidade por habitantes Subprodutos da desinfecção Início do processo de cloração Identificação dos DBP s Protozoários resistentes a ação dos agentes desinfetantes convencionais Ano Taxa de mortalidade de febre tifóide nos Estados Unidos da América Fonte: Jacangelo, M. (2001) 3
4 Processos de adsorção 4
5 Processo de adsorção Utilizados para remover constituintes orgânicos e inorgânicos da água Exemplo: carvão ativado granular (CAG) e carvão ativado em pó (CAP) Remoção de compostos orgânicos causadores de sabor e odor em águas de abastecimento 5
6 Processo de adsorção Processo pelo qual as moléculas são transferidas de uma corrente fluida e concentradas sobre uma superfície sólida por meio de forças físicas Atração física: forças de van der Walls (nível molecular) Quanto mais hidrofóbico for o composto, maior o potencial de adsorção Eficiência do processo: Relacionada com a área superficial local onde ocorre o processo de adsorção 6
7 Processo de adsorção Tipos de adsorventes Adsorvente mais aplicado: carvão ativado (granular ou em pó) Hidróxido férrico granular também apresenta características de adsorção (remoção de arsênio e selênio) 7
8 Processo de adsorção Local de aplicação: Em camadas do leito filtrante Adicionado à água bruta antes da unidade de mistura rápida ou na entrada do filtro antes da filtração em areia (depende das etapas do tratamento) Pode interferir com a pré-oxidação e/ou processo de coagulação 8
9 Sistemas de separação por membranas 9
10 Processos de separação por membranas Utilização de membranas semipermeáveis para separação de contaminantes na água Possibilitam a separação dos seguintes contaminantes: Sólidos em suspensão, inclusive colóides Bactérias e vírus Compostos orgânicos dissolvidos Substâncias inorgânicas dissolvidas 10
11 Processos de separação por membranas Princípio de funcionamento: água bombeada sob pressão através de uma membrana semipermeável Conforme o tamanho do poro da membrana descresce, a pressão transmembrana aumenta 11
12 Processos de separação por membranas Seleção do tipo de membrana: depende dos constituintes que serão removidos Microfiltração (MF) Ultrafiltração (UF) Nanofiltração (NF) Osmose reserva (OR) 12
13 Principais processos de separação por membranas Microfiltração: Utilizado para separação de sólidos em suspensão e bactérias Ultrafiltração: Utilizado para separar sólidos em suspensão, bactérias, vírus e compostos orgânicos de elevado peso molecular Nanofiltração: Remoção de compostos orgânicos de baixo peso molecular e íons bivalentes dissolvidos Osmose reversa: Separação de espécies de baixo peso molecular 13
14 Comparação entre processos: convencional e por membranas Constituinte a ser removido Turbidez, sólidos suspenso e contaminantes microbiológicos Cor, odor e compostos orgânicos Sistema convencional Coagulação, floculação, filtração e desinfecção Carvão ativado, cloração e filtração e aeração Separação por membranas Microfiltração Ultrafiltração Dureza, sulfatos, ferro e metais pesados Sais dissolvidos Abrandamento com cal, troca iônica, oxidação e filtração e coagulação floculação Nanofiltração Evaporação e troca iônica Osmose reversa 14
15 Características dos processos de separação por membranas Tipo de membrana Tamanho do poro Pressão de operação Microfiltração 0,1 µm 0,2 a 1,0 bar Ultrafiltração 0,01 µm 1 a 5 bar Nanofiltração 0,001 µm 5,0 a 6,7 bar Osmose reversa Passagem apenas de constituintes do tamanho das moléculas de água 13,4 a 80,4 bar 15
16 16
17 17
18 Materiais das membranas Formas: tubular, placas planas ou como fibras ocas finas Materiais sintéticos ou naturais Materiais naturais: acetato de celulose, diacetato de celulose, triacetato de celulose Materiais sintéticos: poliamida, polissulfona, acrilonitrilo, polietersulfona, teflon, náilon e polímeros de propileno Membranas cerâmicas são restritas aos processos de microfiltração e ultrafitração Alguns materiais são sensíveis a: temperatura, ph e oxidantes (p. ex. cloro) 18
19 Projetos e dimensionamento É necessário conhecer as características do produto a ser obtido e da alimentação; Também devem estar disponíveis: A vazão de água a ser produzida ou volume de efluente a ser tratado; Recuperação de água no sistema; Capacidade de produção das membranas 19
20 Projetos e dimensionamento Valores típicos do fluxo de água através das membranas são: Osmose reversa 15 a 25 L/h.m 2 ; Nanofiltração 20 a 30 L/h.m 2 ; Ultrafiltração 25 a 50 L/h.m 2 ; Microfiltração não há uma regra. No caso de sistemas de microfiltração os valores máximos situam-se na faixa de 50 a 70 L/h.m 2. 20
21 Projetos e dimensionamento Componentes de um sistema de membranas: Subsistema de pré-tratamento: Deve ser previsto para minimizar os problemas operacionais nas membranas. Subsistema de membranas: Irá promover a separação dos contaminantes da água. Subsistema de pós-tratamento; Subsistema de limpeza química: Tem por finalidade recuperar a capacidade de produção das membranas. 21
22 Formação de biofilme problemas de operação Problema crítico nos processos de separação por membranas; Refere-se à formação de uma camada viscosa sobre a superfície da membrana, resultante do acúmulo de microrganismos; Processo resultante dos mecanismos de adesão e crescimento 22
23 Formação de biofilme problemas de operação Adesão: Mecanismo responsável pela fixação dos microrganismos na superfície da membrana; Crescimento: Multiplicação dos microrganismos após a sua adesão na membrana, utilizando os nutrientes que são transportados para superfície da membrana. 23
24 Formação de biofilme problemas de operação A formação de biofilme representa um sério problema em sistemas de membranas (> que depósitos coloidais ou a incrustação) Os microrganismos se multiplicam em progressão geométrica, podendo resultar em danos severos às membranas Águas com baixa contagem de microrganismos também apresenta a formação de biofilme 24
25 Formação de biofilme problemas de operação Sólidos em suspensão em combinação com o biofilme podem resultar na formação de depósitos perda de eficiência no sistema; O biofilme funciona como uma fonte de microrganismos para o sistema; O monitoramento da formação de biofilme pode ser feita através da contagem microbiana 25
26 Formação de biofilme problemas de operação A ocorrência de biofilme reduz o desempenho do sistema de membranas; Os efeitos adversos da formação do biofilme são mais observados em sistemas com menores porosidades, como a NF e a OR; 26
27 Tratamento de água de mananciais eutrofizados presença de algas 27
28 Eutrofização Proliferação de algas e macrófitas em corpos d água Resultado do aumento da concentração de nutrientes Comprometimento do uso da água para abastecimento doméstico e industrial 28
29 Algas de interesse Gênero da Alga Anabaena Chlorella Asterionella Euglena Spirogyra Problema Odor, interferência na coagulação e toxinas Odor, coloração e persistência no sistema de distribuição Odor, persistência no sistema de distribuição e interferência na coagulação Odor, corrosão em concreto e interferência na coagulação Odor e produção de lodo Fonte: Di Bernardo, L. Algas e suas influências na qualidade das águas e nas tecnologias de tratamento,
30 Algas potencialmente tóxicas As algas potencialmente tóxicas pertencem à divisão Cyanophyta, geralmente denominadas de cianobactérias; Vários gêneros e espécies de cianobactérias que formam florações produzem toxinas, conhecidas como Cianotoxinas; Algumas das toxinas produzidas pelas cianobactérias têm ação rápida, podendo causar a morte de mamíferos. 30
31 Impactos sobre o sistema de tratamento A presença de algas na água bruta podem ocasionar problemas Operacionais Qualidade final da água tratada Potencial formação de subprodutos tóxicos (reação com oxidantes químicos) Potencial liberação de toxinas 31
32 Impactos sobre o sistema de tratamento Problemas operacionais Etapa de coagulação e floculação Implica em uma maior estabilidade das partículas em suspensão Necessidade de maiores dosagens de produtos químicos Aumento do custo de tratamento 32
33 Impactos sobre o sistema de tratamento Problemas operacionais Sedimentação Com menor peso específico das algas, há uma tendência de que ocorra flotação Deterioração da qualidade da água decantada Qualidade do lodo formado (maior dosagem de produtos químicos) Aumento dos custos de desidratação e disposição do lodo formado 33
34 Impactos sobre o sistema de tratamento Problemas operacionais Filtração Menores carreiras de filtração devido a maior carga de material sólido Maior frequência nas operações de lavagem dos filtros Menor produtividade devido ao aumento no consumo de água de lavagem (menores carreiras de filtração) 34
35 Impactos sobre o sistema de tratamento Problemas operacionais Desinfecção Aumento no consumo de agente de desinfecção Geração de maior quantidade de matéria orgânica no efluente dos filtros Maior possibilidade do desenvolvimento de gosto e odor na água 35
36 Impactos sobre o sistema de tratamento Problemas operacionais Distribuição Maior potencial de crescimento bacteriano em função da utilização da matéria orgânica como substrato Potencial aumento da taxa de corrosão na rede de distribuição de água devido a formação de biofilme 36
37 Impactos sobre o sistema de tratamento Problemas de qualidade na água tratada Presença de substâncias potencialmente tóxicas Compostos organoclorados; Ácidos halo-acéticos. Gosto e odor na água 2,6-dimetil biciclo decan-1-ol Geosmina utilizado na fabricação de perfumes; 2-Metil-isoborneol (MIB). 37
38 Impactos sobre o sistema de tratamento Formação de subprodutos tóxicos na pré-oxidação Rompimento das células de algas Aumento na concentração de matéria orgânica Aumento no potencial de formação de subprodutos tóxicos (depende do tipo de agente pré-oxidação e de sua dosagem) 38
39 Impactos sobre o sistema de tratamento Formação de subprodutos tóxicos na desinfecção e distribuição Devido à reação entre a matéria orgânica não removida e a ação dos desinfetantes (cloro) Processo continua a ocorrer no sistema de distribuição (cloro residual) 39
40 Impactos sobre o sistema de tratamento Potencial liberação de toxinas Algas do tipo cianofíceas, na ocorrência de floração, liberam toxinas Essas toxinas tem ação hepatotóxicas ou neurotóxicas Durante o processo de tratamento de água, essas toxinas podem ser liberadas 40
41 Tratamento de água de mananciais eutrofizados Tratamento envolve atividades de manejo até a distribuição da água Evitar a proliferação de algas nos reservatórios Minimizar a entrada de algas na estação de tratamento Remover as algas presentes na água Interromper o abastecimento em casos extremos 41
42 Tratamento de água de mananciais eutrofizados Ações de gestão na área de manancial Controlar a entrada de nutrientes Preservar as áreas de manancial Coleta e tratamento de efluentes Controlar o florescimento de algas por meio da utilização de algicidas (é vedado o uso de algicidas para o controle do crescimento de cianobactérias ou qualquer intervenção no manancial que provoque a lise celular quando a densidade é superior a célular/ml) 42
43 Tratamento de água de mananciais eutrofizados Minimizar a entrada de algas na estação de tratamento Alocar o ponto de captação onde o potencial de acúmulo de algas é menor Condição de ventos Margens dos mananciais Avaliar o perfil vertical de distribuição das algas ao longo do dia (captar em pontos de menor concentração) 43
44 Tratamento de água de mananciais eutrofizados Minimizar a entrada de algas na estação de tratamento Utilizar barreiras para evitar que a escuma de algas atinja o ponto de captação Pré-filtração na margem: 44
45 Remoção de algas no sistema de tratamento Utilização de pré-oxidação com cloro ou ozônio Em sistemas convencionais, gera flocos mais leves no processo de coagulação e floculação Pode conduzir ao rompimento da membrana celular das algas e ocasionar a liberação de toxinas e precursores de THM s Diminui a eficiência da sedimentação 45
46 Remoção de algas no sistema de tratamento Pré-oxidação com permanganato de potássio Para evitar a liberação de toxinas, é necessário que as algas sejam removidas intactas O permanganato de potássio utilizado na sequencia da coagulação ajuda na eficiência de remoção de partículas Cautela na dosagem muito elevado ocasiona a coloração da água Necessário aumentar a dosagem de coagulantes 46
47 Remoção de algas no sistema de tratamento Flotação Remoção física não é necessário o processo de préoxidação Eficiência elevada Separação por membranas Eficiência elevada Não necessita pré-oxidação Formação de depósitos na superfície da membrana 47
48 Remoção de toxinas no sistema de tratamento A remoção de toxinas pode ser realizada através de: Oxidação química com ozônio (após a decantação), cloro (após a filtração) e permanganato de potássio Adsorção em carvão ativado em pó ou granular Adsorção e degradação em carvão ativado granular com crescimento biológico 48
49 Tratamento da fase sólida em ETAs 49
50 Esquema de geração de lodo em ETA convencional 50
51 Tanque para separação do lodo - ETA Miringuava 51
52 Adensador para separação do lodo 52
53 Lodo gerado na ETA Miringuava após adensamento 53
54 Características do lodo de ETAs Lodos de ETAs podem variar em função de: Qualidade da água bruta Técnica utilizada para tratar a água De como ocorre o processo de coagulação Da quantidade e dos tipos de produtos químicos utilizados durante o tratamento da água Dos locais onde foram gerados (decantador, floculador, filtros, etc) Do intervalo de limpeza dos decantadores e dos filtros 54
55 Características do lodo de ETAs Composição básica: Microrganismos Sólidos orgânicos e inorgânicos Sólidos do próprio coagulante e de outros produtos químicos utilizados para o tratamento As características químicas e físicas do lodo estão relacionadas com as características da água do manancial, com os produtos químicos utilizados e com o modo como a coagulação ocorre. As propriedades químicas do lodo podem influenciar nas físicas. 55
56 Características do lodo de ETAs Parâmetros utilizados para a caracterização do lodo de ETAs: ph DBO e DQO Concentração de metais Sólidos 56
57 Características do lodo de ETAs Potencial tóxico depende de: Teor de metais presentes (Alumínio, cobre, chumbo, níquel, etc) Reações sofridas durante o processo Forma e tempo de retenção Características do curso d água Composição e impureza dos coagulantes e outros produtos químicos utilizados 57
58 Desidratação do lodo de ETAs A função de desidratar o lodo de ETAs é importante para: Redução dos custos de transporte e disposição final (menor volume) Facilidade para o manuseio do lodo desidratado quando comparado com ele ainda com alto teor de umidade Espessamento desidratação 58
59 Desidratação do lodo de ETAs Formas de desidratação do lodo de ETAs: Desidratação Natural Leitos de Secagem Desidratação Mecânica Filtros Prensa de Esteira Centrífugas Filtro Prensa Parafuso Filtros Prensa de Placas 59
60 Disposição do lodo de ETAs Disposição função do teor de sólidos presente: Aterros sanitários (teor de sólidos > 30%) Disposição controlada em certos tipos de solos Co-disposição com biossólidos gerados em estações de tratamento de esgotos Incineração dos resíduos Lançamento em rede coletora de esgotos Aplicações industriais diversas, tais como fabricação de tijolos ou outros materiais de construção 60
61 Etapas Tratamento Convencional de Água Manancial Coagulação Agente oxidante CAP (Carvão ativado em pó) Coagulante Alcalinizante Agente oxidante Floculação Polímero Flotação Sedimentação Filtração Polímero / Agente oxidante Desinfecção Agente oxidante Fluoretação Flúor Correção de ph Alcalinizante Água final
Saneamento Urbano II TH053
Universidade Federal do Paraná Arquitetura e Urbanismo Saneamento Urbano II TH053 Parâmetros de Qualidade de Água para a Potabilização & Sistemas de Tratamento Profª Heloise G. Knapik 1 Concepção de um
Aula 4: Química das Águas
QUÍMICA AMBIENTAL 2S 2015 Aula 4: Química das Águas Parte 3a Purificação e Águas: Tratamento de água para abastecimento Thalles Pedrosa Lisboa Departamento de Química UFJF Água Apesar de 75% da superfície
Saneamento Ambiental I. Aula 15 Flotação e Filtração
Universidade Federal do Paraná Engenharia Ambiental Saneamento Ambiental I Aula 15 Flotação e Filtração Profª Heloise G. Knapik 1 Conteúdo Módulo 2 Parâmetros de qualidade de água - Potabilização Coagulação
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO TECNOLÓGICO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA SANITÁRIA E AMBIENTAL
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO TECNOLÓGICO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA SANITÁRIA E AMBIENTAL DISCIPLINA Código: ENS 5160 Nome: Tratamento de Águas de Abastecimento Carga Horária: 108 horas/aula
PROCESSO DE TRATAMENTO
PROCESSO DE TRATAMENTO Consiste em separar a parte líquida da parte sólida do esgoto, e tratar cada uma delas separadamente, reduzindo ao máximo a carga poluidora, de forma que elas possam ser dispostas
Saneamento Ambiental I. Aula 14 Sedimentação e Decantação
Universidade Federal do Paraná Engenharia Ambiental Saneamento Ambiental I Aula 14 Sedimentação e Decantação Profª Heloise G. Knapik 1 Conteúdo Módulo 2 Parâmetros de qualidade de água - Potabilização
ESCOLA POLITÉCNICA DA USP DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA EM SANEAMENTO BÁSICOB. Prof. Dr. Sidney Seckler Ferreira Filho
ESCOLA POLITÉCNICA DA USP DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA HIDRÁULICA E SANITÁRIA APLICAÇÕES DO DIÓXIDO DE CLORO EM SANEAMENTO BÁSICOB Prof. Dr. Sidney Seckler Ferreira Filho Introdução SUMÁRIO Concepção de
Aula 5: Química das Águas Parte 3b
Química Ambiental- 1 semestre 2016 Aula 5: Química das Águas Parte 3b Purificação de águas:tratamento de esgoto Taimara Polidoro Ferreira Departamento de Química- UFJF Importância do tratamento de esgoto
Aula 4: Química das Águas Parte 3a
Química Ambiental- 1 semestre 2016 Aula 4: Química das Águas Parte 3a Purificação de águas:tratamento de Água para abastecimento Taimara Polidoro Ferreira Departamento de Química- UFJF Importância da água
16 Tratamento e disposição de lodos
16 Tratamento e disposição de lodos 16.1 Produção de lodo de uma ETE Lagoas de estabilização Grandes áreas acumulação pequena de lodo Lagoas aeradas Lagoas de sedimentação Acumulação por 1 a 2 anos necessidade
Tratar os efluentes significa reduzir seu potencial poluidor através de processos físicos, químicos ou biológicos, adaptando-os aos padrões
Tratamento de água e efluentes: do convencional ao sistema avançado O papel das membranas PARTE 1 TRATAMENTO FÍSICO QUÍMICO CONVENCIONAL Profa. Dr. ElisângelaMoraes 02 de dezembro de 2010 TRATAMENTO DE
Saneamento Ambiental I. Aula 12 Parâmetros de Qualidade de Água - Potabilização
Universidade Federal do Paraná Engenharia Ambiental Saneamento Ambiental I Aula 12 Parâmetros de Qualidade de Água - Potabilização Profª Heloise G. Knapik 1 Primeiro módulo: Dimensionamento de redes de
I ENCONTRO DAS ÁGUAS. 13 a 15 de maio de Campo Grande MS. Materiais Filtrantes para Tratamento de Água Potável e Efluentes Industriais.
I ENCONTRO DAS ÁGUAS 13 a 15 de maio de 2009 - Campo Grande MS Realização: SINTERCON Painel : Título da Palestra: Materiais Filtrantes para Tratamento de Água Potável e Efluentes Industriais. Palestrante:
PHA 3418 Tecnologia de Separação por Membranas para Tratamento de Água e Efluentes
PHA 3418 Tecnologia de Separação por Membranas para Tratamento de Água e Efluentes AULAS 4 E 5 APLICAÇÕES E LIMITAÇÕES Prof.: José Carlos Mierzwa [email protected] Aplicação dos processos de separação por
05/06/2012. Petróleo e Gás Prof. Sabrina
Petróleo e Gás Prof. Sabrina 1 2 3 4 5 6 7 8 TRATAMENTO DE ÁGUAS Petróleo e Gás Prof. Sabrina 9 10 FLUXOGRAMA DA ETA- ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ÁGUA 11 12 Oxidação Oxidar os metais presentes na água, principalmente
Tecnologias para Filtração de Água
Tecnologias para Filtração de Água Leandro Pitarello H2Life Brasil Graduação: Engenharia Química (FEI) Especialização: Gestão Integrada (SENAC) Conhecendo a H2Life A H2Life Brasil é uma empresa que atua
Aula 5: Química das Águas Parte 3b
QUÍMICA AMBIENTAL 2S 2015 Aula 5: Química das Águas Parte 3b Purificação de águas: tratamento de esgotos Thalles Pedrosa Lisboa Departamento de Química UFJF Recapitulando... Dados relativos ao estado de
Tratamento da Água. João Karlos Locastro contato:
1 Tratamento da Água João Karlos Locastro contato: [email protected] 2 Vazão 3 Informações pertinentes - A água bruta pode conter compostos como: partículas coloidais, substâncias húmicas e
ALTERNATIVA DE TRATAMENTO DO LODO DA ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ÁGUA ETA QUEIMA PÉ NO MUNICÍPIO DE TANGARÁ DA SERRA/MT.
ALTERNATIVA DE TRATAMENTO DO LODO DA ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ÁGUA ETA QUEIMA PÉ NO MUNICÍPIO DE TANGARÁ DA SERRA/MT. CAMPOS, Flaviane de Morais. UFMT [email protected] GONÇALVES, Edu Rodolfo. SAMAE
WORKSHOP SÃO JOSÉ DOS CAMPOS MESA REDONDA O DESAFIO DO TRATAMENTO DE EFLUENTES LIQUIDOS
WORKSHOP SÃO JOSÉ DOS CAMPOS MESA REDONDA O DESAFIO DO TRATAMENTO DE EFLUENTES LIQUIDOS Eng. Elso Vitoratto [email protected] TABELA Variação da composição do lixiviado para 25 aterros
FÓRUM TÉCNICO. PALESTRA TRATAMENTO DE CHORUME DE ATERRO SANITÁRIO Processo Físico químico e biológico
FÓRUM TÉCNICO PALESTRA TRATAMENTO DE CHORUME DE ATERRO SANITÁRIO Processo Físico químico e biológico Local: ABLP 17 JULHO 2018 Eng. Elso Vitoratto [email protected] TABELA Variação da
Química das Águas - parte 3
QUÍMICA AMBIENTAL Química das Águas - parte 3 Purificação de águas -Tratamento de água para abastecimento - Tratamento de esgoto Prof. Rafael Sousa Departamento de Química UFJF 2º período de 2014 INTRODUÇÃO
PHA 3418 Tecnologia de Separação por Membranas para Tratamento de Água e Efluentes
PHA 3418 Tecnologia de Separação por Membranas para Tratamento de Água e Efluentes AULA 2 CLASSIFICAÇÃO DOS PROCESSOS DE SEPARAÇÃO POR MEMBRANAS Prof.: José Carlos Mierzwa Processos de Separação por Membranas
ESCOLA POLITÉCNICA DA USP DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA HIDRÁULICA E AMBIENTAL EVOLUÇÃO DO TRATAMENTO DE ÁGUAS DE ABASTECIMENTO ESTADO DA ARTE
ESCOLA POLITÉCNICA DA USP DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA HIDRÁULICA E AMBIENTAL EVOLUÇÃO DO TRATAMENTO DE ÁGUAS DE ABASTECIMENTO ESTADO DA ARTE Prof. Dr. Sidney Seckler Ferreira Filho TRATAMENTO AVANÇADO DE
Funções e Importância da Água Regulação Térmica Manutenção dos fluidos e eletrólitos corpóreos Reações fisiológicas e metabólicas do organismo Escassa
Aspectos Higiênicos da Água Prof. Jean Berg Funções e Importância da Água Regulação Térmica Manutenção dos fluidos e eletrólitos corpóreos Reações fisiológicas e metabólicas do organismo Escassa na natureza
Temas de estudo. Tratamento terciário de efluentes. Tratamento terciário. Aula semestre de 2015 Níveis de tratamento
Prof a : Gisele Fátima Morais Nunes Disciplina: PI II Turma: Módulo IV Departamento de Química Tratamento terciário de efluentes Aula 10 1 semestre de 2015 Níveis de tratamento EFLUENTE Temas de estudo
AULA 4 Físico-Química Industrial. Operações Unitárias Na Indústria Farmacêutica
AULA 4 Físico-Química Industrial Operações Unitárias Na Indústria Farmacêutica Prof a Janaina Barros 2010 CLASSIFICAÇÃO Operações preliminares: São normalmente utilizadas antes de qualquer outra operação.
Operações Unitárias: nanofiltração, ultrafiltração, microfiltração e osmose reversa. Profª. Camila Ortiz Martinez UTFPR Campo Mourão
Operações Unitárias: nanofiltração, ultrafiltração, microfiltração e osmose reversa Profª. Camila Ortiz Martinez UTFPR Campo Mourão Introdução Definição Eliminar componentes indesejáveis Meio filtrante:
I EFICIÊNCIA DE REMOÇÃO DE CARBONO ORGÂNICO TOTAL EM ETA DE CICLO COMPLETO NO TRATAMENTO DE ÁGUA SUPERFICIAL CONTAMINADA ESTUDO DE CASO
I-120 - EFICIÊNCIA DE REMOÇÃO DE CARBONO ORGÂNICO TOTAL EM ETA DE CICLO COMPLETO NO TRATAMENTO DE ÁGUA SUPERFICIAL CONTAMINADA ESTUDO DE CASO Angela Di Bernardo Dantas (1) Engenheira Civil com Mestrado,
Saneamento Ambiental I. Aula 20 O Sistema de Esgoto Sanitário
Universidade Federal do Paraná Engenharia Ambiental Saneamento Ambiental I Aula 20 O Sistema de Esgoto Sanitário Profª Heloise G. Knapik 1 Primeiro módulo: Dimensionamento de redes de distribuição de água
FILTRAÇÃO. P r o f a. M A R G A R I T A Mª. D U E Ñ A S O R O Z C O m a r g a r i t a. u n i g m a i l. c o m
FILTRAÇÃO P r o f a. M A R G A R I T A Mª. D U E Ñ A S O R O Z C O m a r g a r i t a. u n i r @ g m a i l. c o m INTRODUÇÃO Processos de tratamento de água CLARIFICAÇÃO Remoção de sólidos DESINFECÇÃO Eliminação
8 Tratamento de efluentes líquidos
8 Tratamento de efluentes líquidos 8.1-Introdução Ex.: Efluente doméstico Esgoto Bruto Efluente Seguro MO N P Patogênicos MO N P Patogênicos O quê remover? COMO REMOVER? Quanto remover? ETE Custo de implantação
10 Estações de Tratamento de Água. TH028 - Saneamento Ambiental I 1
10 Estações de Tratamento de Água TH028 - Saneamento Ambiental I 1 10.1 - Introdução Água potável à disposição dos consumidores: De forma contínua Quantidade adequada Pressão adequada Qualidade adequada
Purificação das águas: tratamento de água para abastecimento
Universidade Federal de Juiz de Fora Instituto de Ciências Exatas Departamento de Química Química Ambiental (2017/2) Química das Águas (Parte 3a) Purificação das águas: tratamento de água para abastecimento
Aula 4: Química das Águas
QUI 106 Química Analítica Ambiental (2017/1) Departamento de Química UFJF www.ufjf.br/baccan Aula 4: Química das Águas Purificação de águas a) tratamento de água para abastecimento b) tratamento de esgotos
Relatório Anual de Qualidade da Água -2012
Relatório Anual de Qualidade da Água -2012 Com o objetivo de atender ao Decreto Federal nº 5.440/05 que estabelece os procedimentos para a divulgação de informações ao consumidor sobre a qualidade da água
Tratamentode águade abastecimento. Disciplina: Saneamento Professor: Carlos Eduardo F Mello
Tratamentode águade abastecimento Disciplina: Saneamento Professor: Carlos Eduardo F Mello Conteúdodestaaula Conceituaçãoe objetivodo tratamentode águade abastecimento; Principaisinstrumentosde normatizaçãotécnicae
TRATAMENTO DE EFLUENTES LÍQUIDOS POR MEMBRANAS. Eng. Walter Plácido
TRATAMENTO DE EFLUENTES LÍQUIDOS POR MEMBRANAS 1 Eng. Walter Plácido Bacteriológicas Considerações Custos Químicas e volumétricas Eficácia (disponibilidade e rendimento) Nível da tecnologia SISTEMAS MEMBRANARES
Purificação das águas: tratamento de esgoto
Universidade Federal de Juiz de Fora Instituto de Ciências Exatas Departamento de Química Química Ambiental (2017/2) Química das Águas (Parte 3b) Purificação das águas: tratamento de esgoto Estagiário:
Tratamento de Água e Esgoto
Tratamento de Água e Esgoto Água tratada não é estéril Floculação; - remoção de matéria orgânica coloidal; - remoção de vírus e bactérias. Decantação/Filtração; - leitos de 33 a 132 cm de areia - carvão
Experiência de Campinas- SP na Produção de Água de Reúso EPAR Capivari II - SANASA
Experiência de Campinas- SP na Produção de Água de Reúso EPAR Capivari II - SANASA Espaço Consórcio PCJ 8º Fórum Mundial da Água Painel 7 Sistemas de Tratamento e Reúso de Água SANASA Sociedade de economia
Prof. Esp. Talles Mello Engenheiro Civil CREA MS 26047D
Prof. Esp. Talles Mello Engenheiro Civil CREA MS 26047D O tratamento da água destinada ao consumo humano tem a finalidade básica de torná-la segura do ponto de vista de potabilidade, ou seja, tratamento
Saneamento I. João Karlos Locastro contato:
1 ÁGUA 2 3 Saneamento I João Karlos Locastro contato: [email protected] 4 Objetivos Projeto; Legislação; Atuação Profissional - Prestação de serviços - Concursos públicos 5 Ementa Saneamento
Estudo da Arte da Coagulação. Nome(s) do(s) Autor(es) Francisco Oliveira Rinaldo Lima
Estudo da Arte da Coagulação Nome(s) do(s) Autor(es) Francisco Oliveira Rinaldo Lima Curriculum- Autores Francisco Silva Oliveira Escola técnica de Saneamento SENAI CETIND Lauro de Freitas- Bahia. Técnico
Aula 4 O Meio Aquático II
Aula 4 O Meio Aquático II Comportamento de lagos, Abastecimento, Tratamento, conservação e Reúso de água Comportamento dos Lagos Os lagos são sistemas aquáticos bastante distintos, pois: Regime de escoamento
PROFESSOR: JURANDIR DISCIPLINA: QUÍMICA ORGÂNICA CONTEÚDO: PRATICANDO AULA 02
PROFESSOR: JURANDIR DISCIPLINA: QUÍMICA ORGÂNICA CONTEÚDO: PRATICANDO AULA 02 ETAPAS DE TRATAMENTO DE ÁGUA - ETA # FILTRAÇÃO GROSSEIRA 1. COAGULAÇÃO APLICA-SE SULFATO DE ALUMÍNIO 2. FLOCULAÇÃO - FORMAÇÃO
EPAR - ESTAÇÃO PRODUTORA DE ÁGUA DE REÚSO CAPIVARI II SANASA - CAMPINAS
EPAR - ESTAÇÃO PRODUTORA DE ÁGUA DE REÚSO CAPIVARI II SANASA - CAMPINAS IX SEMINÁRIO DE TECNOLOGIA EM SANEAMENTO AMBIENTAL ASSEMAE Novas Tecnologias para o Saneamento Básico 09 a 11 de dezembro de 2015
A diferença entre misturas homogêneas e heterogêneas é o número de fases.
Separação de misturas e saneamento RESUMO Vamos descrever os diversos processos de separação das misturas heterogêneas e homogêneas. Esses processos são de grande importância e largamente empregados nas
UTILIZAÇÃO DE RESÍDUO DE DECANTADOR DE ETA COMO AUXILIAR DE FLOCULAÇÃO
UTILIZAÇÃO DE RESÍDUO DE DECANTADOR DE ETA COMO AUXILIAR DE FLOCULAÇÃO Leonora M. de SOUZA ( 1 ); Paulo S. SCALIZE ( 2 ) RESUMO As estações de tratamento de água (ETAs) podem gerar impactos negativos ao
PHA 3418 TECNOLOGIA DE SEPARAÇÃO POR MEMBRANAS PARA TRATAMENTO DE ÁGUA E EFLUENTES. Aula 8 Procedimentos de Limpeza química e Sanitização
PHA 3418 TECNOLOGIA DE SEPARAÇÃO POR MEMBRANAS PARA TRATAMENTO DE ÁGUA E EFLUENTES Aula 8 Procedimentos de Limpeza química e Sanitização Prof.: José Carlos Mierzwa [email protected] Operações de limpeza e
Dessalinização uma análisetécnicae econômica. André Lermontov, D.Sc.
Dessalinização uma análisetécnicae econômica André Lermontov, D.Sc. Curriculum Autor: André Lermontov Doutor e mestre em Engenharia Química pela UFRJ; Gerente de Tecnologias do Grupo Águas do Brasil responsável
PLANO DE ENSINO DISCIPLINA: TRATAMENTO DE ÁGUAS DE ABASTECIMENTO. CARGA HORÁRIA TOTAL: 90 h TEORIA: 90 h PRÁTICA: 0 h
Universidade do Estado de Santa Catarina UDESC Centro de Educação Superior do Alto Vale do Itajaí CEAVI Departamento de Engenharia Sanitária - DESA PLANO DE ENSINO DEPARTAMENTO: ENGENHARIA SANITÁRIA DISCIPLINA:
Dessecagem de lodo de ETA através de Geofôrmas Lineares
17 a 20 de Agosto de 2010 -Rio de Janeiro Dessecagem de lodo de ETA através de Geofôrmas Lineares Oliveira FS; Costa ADS; Hillen L. Introdução Tratamento de Água é um conjunto de procedimentos físicos
Tratamento de Água de Poços, Tecnologias e Custos. Geol. José Paulo G. M. Netto Eng. Bruno Brunelli Químico Thiago Schneider
Tratamento de Água de Poços, Tecnologias e Custos Geol. José Paulo G. M. Netto Eng. Bruno Brunelli Químico Thiago Schneider A ÁGUA DO POÇO PODE TER PROBLEMAS DE QUALIDADE? 2 Lembrando: Poços são Obras
ESCOLA POLITÉCNICA DA USP DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA HIDRÁULICA E SANITÁRIA PHD SANEAMENTO I. Floculação
ESCOLA POLITÉCNICA DA USP DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA HIDRÁULICA E SANITÁRIA PHD 2411 - SANEAMENTO I Floculação Prof. Dr. Roque Passos Piveli Prof. Dr. Sidney Seckler Ferreira Filho PHD-2411 Saneamento
Água cervejeira. Centro de Tecnologia de Alimentos e Bebidas
Água cervejeira Centro de Tecnologia de Alimentos e Bebidas Potabilidade da água Esteticamente agradável. Isenta de sabor, odor, cor e turbidez capazes de causar repulsa ao usuário Elementos e substâncias
Química das Águas - parte 3
QUÍMICA AMBIENTAL Química das Águas - parte 3 Aula S05 - Purificação de águas poluídas (Tratamento de esgoto) Prof. Rafael Sousa Departamento de Química UFJF 1º período de 2014 Recapitulando... Águas naturais
I-158 AUTOMATIZAÇÃO DA DOSAGEM DE SULFATO DE ALUMÍNIO NA ETA I DE BRUMADO COM UTILIZAÇÃO DE BOMBA DOSADORA E PH- METRO ON-LINE.
I-158 AUTOMATIZAÇÃO DA DOSAGEM DE SULFATO DE ALUMÍNIO NA ETA I DE BRUMADO COM UTILIZAÇÃO DE BOMBA DOSADORA E PH- METRO ON-LINE. Luiz Boaventura da Cruz e Silva (1) Químico bacharel graduado pela Universidade
Química das Águas - parte 3b
QUI 163 - QUÍMICA AMBIENTAL (2018/2) Química das Águas - parte 3b - Purificação de águas poluídas (Tratamento de esgoto) - Entrega da Lista de exercícios Prof. Rafael Sousa Departamento de Química UFJF
G A N A I N D S O L U Ç Õ E S A M B I E N T A I S C A T Á L O G O D E P R O D U T O S
S O L U Ç Õ E S A M B I E N T A I S C A T Á L O G O D E P R O D U T O S ETE - ESTAÇÕES DE TRATAMENTO PARA ESGOTO As Estações de tratamento para esgoto da Ganaind possuem alto padrão e rigorosidade na fabricação,
Escola: Nome: Turma: N.º: Data: / / FICHA DE TRABALHO. salgada gasoso água subterrânea. 70% doce água superficial. sólido 30% líquido
Conteúdo: Água: Distribuição na Natureza salgada gasoso água subterrânea 70% doce água superficial sólido 30% líquido A água existe na Natureza no estado sólido, líquido e gasoso. No estado das altas montanhas;
Saneamento I Tratamento de Esgotos
Saneamento I Tratamento de Esgotos Prof Eduardo Cohim [email protected] 1 QUALIDADE DAS ÁGUAS E USO E OCUPAÇÃO DO SOLO NA BACIA HIDROGRÁFICA OBJETIVOS DO TRATAMENTO DOS ESGOTOS Remoção de matéria orgânica
Rua Nereu Ramos, 580, Centro, São Lourenço do Oeste CEP FONE (0xx)
RELATÓRIO ANUAL DE QUALIDADE DA ÁGUA DISTRIBUÍDA CASAN - COMPANHIA CATARINENSE DE ÁGUAS E SANEAMENTO AGÊNCIA DE SÃO LOURENÇO DO OESTE SAA São Lourenço Unidade I CNPJ 82 508 433/0123-95 Responsável legal:
Ciências Naturais, 5º Ano. Ciências Naturais, 5º Ano FICHA DE TRABALHO FICHA DE TRABALHO
Conteúdo: Água: Distribuição na Natureza salgada gasoso água subterrânea Conteúdo: Água: Distribuição na Natureza salgada gasoso água subterrânea 70% doce água superficial 70% doce água superficial sólido
APLICAÇÕES DE MEMBRANAS DE ULTRAFILTRAÇÃO E MBR SOLUÇÕES TECNOLÓGICAS PARA TRATAMENTO DE EFLUENTES
APLICAÇÕES DE MEMBRANAS DE ULTRAFILTRAÇÃO E MBR SOLUÇÕES TECNOLÓGICAS PARA TRATAMENTO DE EFLUENTES 16º ENCONTRO TÉCNICO DE ALTO NÍVEL : REÚSO DE ÁGUA SÃO PAULO, SP - 7 e 8 de Novembro de 2016 Associação
AMPARO RELATÓRIO DE FISCALIZAÇÃO TÉCNICA DOS SISTEMAS DE ÁGUA E ESGOTO DO MUNICÍPIO DE. Relatório R2 Não Conformidades
RELATÓRIO DE FISCALIZAÇÃO TÉCNICA DOS SISTEMAS DE ÁGUA E ESGOTO DO MUNICÍPIO DE AMPARO PRESTADOR: SAAE - SANEAMENTO AMBIENTAL Relatório R2 Não Conformidades Americana, novembro de 2014 SUMÁRIO 1. IDENTIFICAÇÃO
TRATAMENTO DA ÁGUA PARA GERADORES DE VAPOR
Universidade Federal do Paraná Curso de Engenharia Industrial Madeireira MÁQUINAS TÉRMICAS AT-056 M.Sc. Alan Sulato de Andrade [email protected] 1 INTRODUÇÃO: A água nunca está em estado puro, livre de
03 - EFLUENTES LÍQUIDOS
03 - EFLUENTES LÍQUIDOS EFLUENTES LÍQUIDO INDUSTRIAL Despejo líquido proveniente do estabelecimento industrial, compreendendo efluentes de processo industrial, águas de refrigeração poluídas, águas pluviais
Ciências do Ambiente
Universidade Federal do Paraná Engenharia Civil Ciências do Ambiente Aula 23 O meio aquático II: Monitoramento e parâmetros de qualidade de água Prof.ª Heloise Knapik 1 Bacia do Alto Iguaçu Ocupação Urbana
FIME. Basicamente, uma instalação FiME é composta por alguma combinação entre a: a pré-filtração dinâmica, Pré filtração grosseira. a filtração lenta.
FIME Para o uso eficiente da filtração rápida, é necessário o pré-tratamento da água bruta com coagulação química, podendo ou não haver a floculação e decantação ou flotação, dependendo da qualidade da
Tratamento e disposição de lodo de esgoto. TH029 - Saneamento Ambiental II - Prof. Regina Tiemy Kishi
Tratamento e disposição de lodo de esgoto - Prof. Regina Tiemy Kishi Conceito O lodo é caracterizado como resíduo semisólido e de natureza predominantemente orgânica gerado pelo processo de tratamento
SAAE Serviço autônomo de Água e Esgoto. Sistemas de Tratamento de Esgoto
SAAE Serviço autônomo de Água e Esgoto Sistemas de Tratamento de Esgoto Aracruz, junho de 2006 1 1. Tecnologias de tratamento O tratamento biológico é a forma mais eficiente de remoção da matéria orgânica
A água e sua qualidade
A água e sua qualidade Ao contrário do que muitos imaginam, a água é uma substância muito complexa. Por ser um excelente solvente, até hoje ninguém pôde vê-la em estado de absoluta pureza. Quimicamente
SANTA BÁRBARA D OESTE
RELATÓRIO DE FISCALIZAÇÃO TÉCNICA DOS SISTEMAS DE ÁGUA E ESGOTO DO MUNICÍPIO DE SANTA BÁRBARA D OESTE PRESTADOR: DAE DEPARTAMENTO DE ÁGUA E ESGOTO DE SANTA BÁRBARA D OESTE Relatório R3 Continuação do Diagnóstico
Tratamento de Água: Generalidades Aeração
UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO DECIV DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL Tratamento de Água: Generalidades Aeração DISCIPLINA: SANEAMENTO PROF. CARLOS EDUARDO F MELLO e-mail: [email protected] Água para
Química Ambiental. Química das Águas - Parte 3 Purificação de águas - Tratamento de água para abastecimento - Tratamento de esgoto.
Departamento de Química UFJF L/O/G/O Química Ambiental Química das Águas - Parte 3 Purificação de águas - Tratamento de água para abastecimento - Tratamento de esgoto Agatha Lopes 2 semestre 2016 A Constituição
I-140 REMOÇÃO DE COR EM FILTRO LENTO E COLUNA DE POLIMENTO DE CARVÃO ATIVADO GRANULAR
I-140 REMOÇÃO DE COR EM FILTRO LENTO E COLUNA DE POLIMENTO DE CARVÃO ATIVADO GRANULAR Marcos R. S. Takeuti (1) Engenheiro Civil pela Universidade do Oeste Paulista (UNOESTE), Mestre em Recursos Hídricos
Aula 5: Química das Águas Parte 3b
Universidade Federal de Juiz de Fora Departamento de Química Aula 5: Química das Águas Parte 3b Purificação de águas: tratamento de esgotos Vinícius da Silva Carvalho 1 Na última aula... Tratamento de
I ESTUDO DO USO COMBINADO DE HIDRÓXIDO DE SÓDIO E PERÓXIDO DE HIDROGÊNIO EM MANANCIAL EUTROFIZADO DESTINADO AO ABASTECIMENTO HUMANO
I-055 - ESTUDO DO USO COMBINADO DE HIDRÓXIDO DE SÓDIO E PERÓXIDO DE HIDROGÊNIO EM MANANCIAL EUTROFIZADO DESTINADO AO ABASTECIMENTO HUMANO Jonny Klan de Araújo (1) Químico Industrial pela UEPB. Analista
HYPOCAL ALTERNATIVA VIÁVEL AO CLORO GÁS NO TRATAMENTO DE ÁGUA POTÁVEL
HYPOCAL ALTERNATIVA VIÁVEL AO CLORO GÁS NO TRATAMENTO DE ÁGUA POTÁVEL O cloro uma das grandes descobertas da humanidade; seja utilizado como matéria prima na indústria química ou no processo de desinfecção
EFLUENTES LÍQUIDOS INDUSTRIAIS
EFLUENTES LÍQUIDOS INDUSTRIAIS 1 UNIDADES GERADORAS DE EFLUENTES NA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA Unidades de Produção; Manutenção; Caldeira e Torres de Resfriamento; Refeitório; Áreas Administrativas; Controle
Reutilização de águas residuais tratadas ASPECTOS TÉCNICOS DO DESENVOLVIMENTO DE SRART
Reutilização de águas residuais tratadas ASPECTOS TÉCNICOS DO DESENVOLVIMENTO DE SRART 1 Remoção de teores residuais de sólidos em suspensão Teores reduzidos de SS (< 30 mg/l); Matéria orgânica recalcitrante,
