GE SET IBB Sistemas Broadcast & Broadband
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- Silvana da Silva Castelo
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2 GE SET IBB Sistemas Broadcast & Broadband AGENDA 1. Grupo de Estudos SET IBB 2. Pauta de Trabalhos e Objetivos 3. Participantes Regulares 4. Sistemas IBB Modelo e Arquitetura 5. Evolução do grupo 6. Exemplos do material 7. Objetivos atingidos 8. Próximos passos
3 GE SET IBB Grupo de Estudos SET IBB Formado em Julho de 2013, este Grupo de Estudos da SET teve o foco nos novos sistemas IBB (Integrated Broadcast & Broadband) como definidos pela ITU-R e ITU-T em seus mais recentes padrões publicados. O objetivo principal do GE SET IBB era o de disseminar conhecimentos e cirar uma base de consenso para apontar aos associados da SET um caminho baseado em padrões internacionais que possa ser uma solução viável para o desafio da integração TV + Internet.
4 Grupo de Estudos IBB na SET Pauta do Grupo de Estudos IBB Baseado no trabalho das equipes atuais no ITU, este GE objetiva: Disseminar e aprofundar o conhecimento atual sobre o tema a partir do estudo de padrões de ambientes integrados broadcast-broadband em várias partes do mundo; Detalhar as principais características e vantagens de ambientes atualmente existentes e as alternativas tecnológicas e mercadológicas recomendadas por estes padrões; Fomentar o debate sobre as respostas dadas pelos sistemas atuais ao apelo fundamental de integração entre Internet e Radiodifusão; Criar um consenso possível entre os associados do que seria a solução ideal para um ambiente integrado broadcast-broadband adaptado à realidade brasileira; Compor relatórios com recomendações para serem levadas aos associados da SET em geral e a outros organismos interessados no tema, principalmente ao próprio ITU.
5 Grupo de Estudos IBB na SET Evolução do Grupo 17 reuniões 17 reuniões ocorreram entre Setembro de 2013 e Março de A meta era equalizar o conhecimento do grupo, disseminar os conceitos sobre os sistemas IBB e mostrar sistemas e aplicações IBB já em uso, comparando o modelo de negócios, foco principal e funcionalidades (casos de uso) presentes nos sistemas IBB (Hybridcast, HbbTV e Ginga IBB). Depois das primeiras reuniões o retrato atual do grupo ficou delineado. O grupo se compõe de dois subgrupos: um de diretores, gerentes e atuantes na áreas de engenharia de diversas emissoras e outro de consultores ou pesquisadores em academias.
6 Grupo de Estudos IBB na SET Foco do interesse do Grupo Houve demonstração clara de 2 grandes focos de interesse: Modelo de negócios dos Sistemas IBB Soluções e integração com 2ª. Tela O Grupo estudou as principais Recomendações já aprovadas na ITU-R e ITU-T BT-BT.2037 (Requerimentos gerais) BT-2053 (Requerimentos funcionais) Relatório geral BT.2267 que compara os sistemas IBB atuais (Hybridcast, HbbTV e Ginga) J.205 (Requerimentos completos) J.206 (Arquitetura geral)
7 GE SET IBB Exemplos do Material nas Reuniões do Grupo
8 Modelo IBB definido nos padrões da ITU DTV Service Provider (aka Broadcaster) DTV Service DTV Broadcast Signal IBB DTV Receiver DTV Service Decoder IBB Application Control Framework Broadcaster s Server Internet Home Area Network Servers from Service Providers and Broadcaster s Partners External 3 rd party servers DTV Service Components (Video, Audio, Closed Caption, etc.) IBB Application Components (Control, Source, Meta-data, Resources and Settings) Fonte: ITU-T J.206
9 Arquitetura IBB definida nos padrões da ITU Fonte: ITU-T J.206
10 Novos padrões Grupo de Estudos IBB na SET Novos padrões evoluem no mundo todo ITU Sistemas Integrated Broadcast and Broadband (IBB) Japão ISDB-T + Hybridcast Europa DVB2 + HbbTV USA ATSC 2.0 e ATSC 3.0 Nossas metas (Brasil - SET) Acompanhar as evoluções na tecnologia e nos padrões internacionais Aproximação com os organismos de padronização internacionais Criar propostas de interesse para o mercado de radiodifusão no Brasil e contribuir em nível internacional
11 Novos padrões Adoção dos Sistemas IBB - Hybridcast O Hybridcast foi criado dentro dos requerimentos do padrão IBB da ITU. Desde meados de 2014, a Toshiba lançou a 1ª. SmartTV já integrada com o Hybridcast. Sony, Panasonic, Sharp, LG e outros fabricantes seguiram esse lançamento.
12 Novos padrões Adoção dos Sistemas IBB - Hybridcast Radiodifusores, Provedores de Serviço e Fabricantes se reúnem em um grupo chamado HIG (Hybridcast Implementation Group). Atualmente todos os principais radiodifusores japoneses (Asahi TV, Tokyo TV, Nippon TV, TBS) estão desenvolvendo conteúdo para o sistema.
13 Novos padrões Adoção dos Sistemas IBB - HbbTV Em 2014, o HbbTV se tornou padrão de fato na Alemanha. 60% das TVs comercializadas já vieram com o sistema instalado. 92% das SmartTVs entram no mercado com o HbbTV instalado. Países com muita influência da Alemanha, como a Polônia, também aumentaram a penetração do HbbTV. A nova versão 2.0 do HbbTV implementa tecnologias parecidas com o Hybridcast e seguiu o caminho do Hybridcast para ser aceito como um dos sistemas que seguem o padrão IBB da ITU.
14 Novos padrões Adoção dos Sistemas IBB - Korea Um novo padrão para as SmartTVs na Coréia foi divulgado recentemente e já está participando do ITU para se adequar aos requerimentos do padrão IBB.
15 Novos padrões Adoção dos Sistemas IBB - UK A BBC lidera os radiodifusores ingleses em outra frente diferente do youview o Freeview (Free-to-air) e Freeview Connect para SmartTVs. Um sistema que é o que o YouView deveria ter sido. A Panasonic lançou modelo de SmartTV usando o FreeView como interface nativa em uma modelo de integração que deveria ser exemplo para todos que querem achar um modelo de convivência harmônica para os sistemas IBB.
16 Novos padrões Adoção dos Padrões IBB - Brasil Futuro da interatividade na evolução da TV Digital - um sistema IBB O futuro do Ginga está na evolução da especificação para abraçar o modelo IBB O modelo IBB permite evoluir a plataforma em sua plenitude Aproveita a confiabilidade da TV Aberta na entrega do conteúdo (sincronismo) Aproveita a relação de personalização da Internet / Broadband para ampliar a possibilidade de desenvolvimento de novos tipos de conteúdos (linear + não-linear) Inclui nativamente o suporte completo à distribuição de conteúdo para a 2ª. Tela
17 Grupo de Estudos IBB na SET Objetivos atingidos Hoje o grupo tem seus conhecimentos equalizados e entendem claramente: O trabalho feito nos padrões ITU O escopo e os objetivos atendidos por um sistema IBB As aplicações possíveis em um sistema IBB Em relação à meta de encontrar objetivos e requerimentos que fossem considerados de consenso para sistemas IBB no Brasil, o grupo confirmou o entendimento de que os padrões abertos atuais do ITU-T e principalmente ITU-R são base concreta, suficiente e desejável. O padrão brasileiro Ginga IBB foi discutido como sendo a alternativa no SBTVD aos sistemas Hybridcast e HbbTV e comparável a estes em todos os sentidos. O grupo concorda sobre a importância desse trabalho da SET junto aos associados interessados no tema. Há um consenso claro no grupo atual de que a integração com a Internet e o canal Broadband é o caminho que deve seguido pela radiodifusão.
18 Grupo de Estudos IBB na SET Modelo de negócios para os sistemas IBB. Custos e passos na implementação de um sistema IBB para os radiodifusores. Harmonização com modelos de 2ª. Tela. Oferta de conteúdo usando novas tecnologias: Personalização, EPG unificado, Recommendation Engine (para conteúdo não linear), Transmissão de Commercial relay usando IBB, etc. Oferta de conteúdo OTT e integração com SmartTVs. Aliança entre radiodifusores e provedores de serviço. Implementação no mundo Pay-TV. Pontos de Debate
19 Grupo de Estudos IBB na SET Próximos passos O grupo está neste momento maduro para analisar e trabalhar na disseminação do consenso dentro da SET e na preparação de contribuições e recomendações. Dentro do GE os participantes das áreas de pesquisa e consultoria podem ajudar na evolução do trabalho. O grupo das emissoras deve liderar o foco na prioridade principal que é a de estabelecer possíveis focos de disseminação de soluções dentro das emissoras, principalmente com relação aos modelos de negócio e atuação. Seria fundamental a disseminação do trabalho do grupo entre mais emissoras e entre os associados da SET. Houve um consenso de que o padrão IBB define uma plataforma viável (já implementada no Japão e na Europa) para a evolução dos serviços de radiodifusão integrados à distribuição via Broadband / Internet.
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