3º Seminário FEBRABAN sobre Controles Internos
|
|
|
- Giovana de Sousa Castelhano
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Management Solutions Todos os direitos reservados 3º Seminário FEBRABAN sobre Controles Internos O papel de Controles Internos em relação à governança corporativa Management Solutions Todos os direitos reservados. Page 1
2 Contexto A pressão regulatória e a proliferação de boas práticas fez com que as entidades melhorassem seus sistemas de governança corporativa e de gestão dos controles de riscos 1 Publicação em 7 de Março de 2016 do Senior Managers Regime e Certification Regime por parte do regulador do Reino Unido, reforçando a responsabilidade dos executivos sênior e não executivos sobre a gestão do ambiente de controle. 2 Necessidade de alinhamento entre os distintos objetivos definidos a nível de unidade de negócio com os riscos inerentes ao cumprimentos dos mesmos e os respectivos controles (COSO III). 3 Publicação pelo BCBS em julho de 2015 de um documento final onde realiza uma revisão do marco de governança corporativa para as instituições financeiras. 4 Reguladores estão obrigando às instituições financeiras que assumam mais responsabilidades com relação à gestão integral do ambiente de controle, sob pena de multas cada vez mais altas. Management Solutions Todos os direitos reservados. Page 2
3 Introdução A função de Controle Interno e a Governança Corporativa se complementam com o objetivo de garantir com razoável segurança o cumprimento dos objetivos estabelecidos pelas linhas de negócio A função de Controle Interno assume um papel fundamental para realizar um challenge, preservar e garantir o modelo de Governança Corporativa MARCO DE CONTROLE INTERNO GOVERNANÇA CORPORATIVA A Governança Corporativa de uma instituição é um dos apartados fundamentais dentro do Marco de Controles Interno das organizações. Management Solutions Todos os direitos reservados. Page 3
4 Requerimentos do Conselho de Administração Os novos requerimentos normativos derivam em maiores exigências ao Conselho de Administração com relação à aprovação (e supervisão do cumprimento) da estratégia de negócio, apetite ao risco e o marco de gestão do ambiente de controle Principais requerimentos A Alta Direção deve supervisionar o apetite ao risco, coordenar as estratégias de controle aos riscos e negócio, e compreender a estrutura operacional assegurando que esteja em linha com sua estratégia de negócio e perfil de risco. (Walker, GL-44, Lei 10/2014) Comitê de Controle de Riscos do Conselho (BRC) presidido por um NED(*) e com maioria de NEDs em sua composição, com funções de definição do framework de controles e oversight (Walker, GL-44, Lei 10/2014)) CRO enterprise-wide, independente do negócio, com reporte ao Conselho que gestione a 2.ª linha de defesa. (Walker, GL-44, RDL Lei 10/2014) O Conselho deve receber informação de todos os riscos e controles associados para ter uma visão holística (GL-44) O Presidente do Conselho é o responsável último da supervisão da entidade. (CRD IV, Lei 10/2014) Maiores exigências à Direção Deve existir um marco de governança interna revisado ao menos anualmente pelo Conselho (GL-44, Lei 10/2014). O Conselho deve estar qualificado (recebendo training se for preciso), entender seu papel na governanca corporativa e ser capaz de emitir parecer crítico. (BCBS, Lei 10/2014) Se impõe um limite ao número de diretorias que um diretivo pode ocupar simultaneamente. (CRD IV, Lei 10/2014) Avaliação da Direção pelo Comitê de Nomeações (CRD IV) e pela autoridade supervisora, com capacidade para destituí-la caso não esteja qualificada (PRA**) O Conselho é o responsável último das falhas de conduct risk e deve existir um Chief Compliance Officer (FCA(***)). (*) NED: Non-executive director, membro assessor independente do Conselho de Administração. (**) PRA: Prudential Regulation Authority, divisão da FSA encargada da supervisão prudencial. (***) FCA: Financial Conduct Authority, divisão da FSA encarregada da supervisão do risco de conduta. Management Solutions Todos os direitos reservados. Page 4
5 Funções Os Conselhos de Administração estão formados em sua maioria por conselheiros independentes, assim como os Comitês de Controles Internos, ainda que alguns destes últimos asumam funções executivas Principais conclusões Maioria de conselheiros independentes. Crescente importância de contar com um Comitê de Nomeações independente, ainda que a aprovação final da nomeação seja realizada pelo Conselho. Conselhos mais informados e envolvidos em temas de controles internos e riscos, em concreto no estabelecimento e supervisão da estratégia global de riscos/controles e do apetite ao risco. Conselho de Administração Comitê de controle de Riscos As entidades estão adaptando-se à CRD IV 1 (Lei 10/2014) em relação a composição do Comitê de Controle de Riscos. Na Europa existem entidades cujos Comitês de controle de Riscos assumem responsabilidades executivas, não existe uma separação entre a supervisão de riscos e a execução de tarefas de riscos. As entidades precisam cumprir com o requerimento de contar com um Comitê de Controle de Riscos composto em sua maioria por membros independentes. Estrutura de gestão de controle de riscos As entidades contam com um CRO independente do negocio, com reporte ao Conselho que gestione a 2.ª linha de defesa. Todas as entidades contam com um marco global de teste de stress, ainda que existam diferenças no nível de cobertura dos tipos de controle e em seu nível de profundidade. 1. Um Comitê de Riscos sob a CRD IV, transposta à lei espanhola pela Lei 10/2014, estará integrado por membros do Conselho que não desempenhem funções executivas e ao menos um terço (em todo caso o presidente) serão conselheiros independentes. Management Solutions Todos os direitos reservados. Page 5
6 Princípios BCBS - Resumo Os princípios do BCBS sobre governança corporativa se referem ao Conselho, a Alta Direção, as estruturas de grupo, as linhas de defesa, a remuneração, a transparência e o papel dos supervisores Âmbito de aplicação Os princípios propostos pelo BCBS serão aplicáveis aos bancos. Não obstante, sua implementação deverá ser realizada em consonância com o tamanho, complexidade, e perfil de risco da entidade em questão. Regulação previa Principles for enhancing corporate governance, BCBS, outubro de Thematic review on risk governance, FSB, fevereiro de Corporate governance principles for banks consultative document, BCBS, outubro de Conteúdo principal Conselho Alta Direção Estruturas de grupo Responsabilidades (Princípio 1) Composição do Conselho e qualificações (Princípio 2) Práticas e estrutura (Princípio 3) Alta Direção (Princípio 4) Estruturas de grupo (Princípio 5) Linhas de defesa Remuneração Transparencia Rol de los supervisores Função de gestão de risco (Princípio 6) Identificação, acompanhamento e controle de risco (Princípio 7) Remuneração (Princípio 11) Transparência (Princípio 12) Papel dos supervisores (Princípio 13) Comunicação de riscos (Princípio 8) Compliance (Princípio 9) Auditoria interna (Princípio 10) Management Solutions Todos os direitos reservados. Page 6
7 Benchmark: Conselho de administração Entidad 2 Management Solutions Todos os direitos reservados. Page 7
8 Benchmark: Responsabilidades do Comitê de Controle de Riscos Entidad 2 Management Solutions Todos os direitos reservados. Page 8
9 Benchmark: Modelo de Riscos da Entidade Entidad 2 Management Solutions Todos os direitos reservados. Page 9
10 Conclusões A Relevância e notoriedade da Governança corporativa como um elemento fundamental na gestão das Entidades, sua tomada de decisão e, portanto, no marco de controle B A governança corporativa é um elemento de acompanhamento e challenge contínuo atualmente e no futuro por parte dos órgãos de supervisão com implicações de responsabilidade pessoal à Alta Direção. C A função de controle interno tem papel fundamental em: i) fazer challenge ao modelo de governança corporativa da entidade; ii) preservar e garantir que a governança seja exercida adequadamente; iii) papel da própria função de controle interno, no controle dos riscos e cumprimento das normas. D As melhores práticas de governança corporativa incidem em: determinar as responsabilidades e as qualificações dos membros do Conselho de Administração, as Estruturas dos Comitês de Controle de Riscos e o Modelo de Controle de Riscos. E Os principais Grupos internacionais estão evoluindo recentemente para adotar esas melhores práticas ainda que, atualmente ainda existam diferenças e gaps. É especialmente importante que as Entidades brasileiras, que são grandes players do setor financeiro internacional, adotem estas melhores práticas. Management Solutions Todos os direitos reservados. Page 10
Ouvidoria de Bancos - aprimorando o relacionamento com clientes. Experiências Internacionais Grupo Santander
Ouvidoria de Bancos - aprimorando o relacionamento com clientes Experiências Internacionais Grupo Santander Banco Santander Presença internacional CFPB FCA Presença em 10 mercados principais da Europa
Aspectos Regulatórios e Expectativas da Supervisão. Lúcio Rodrigues Capelletto Chefe do Desup Departamento de Supervisão Bancária
Aspectos Regulatórios e Expectativas da Supervisão Lúcio Rodrigues Capelletto Chefe do Desup Departamento de Supervisão Bancária Fórum de debates: Remuneração dos administradores de instituições financeiras
POLÍTICA DE SEGURANÇA CIBERNÉTICA
SCOTIABANK BRASIL S/A BANCO MÚLTIPLO POLÍTICA DE SEGURANÇA CIBERNÉTICA MAIO 2019 Efetiva em: 6 de maio de 2019 Página 1 de 10 1 INTRODUÇÃO... 3 1.1 OBJETIVO... 3 1.2 ESCOPO... 3 1.3 DEFINIÇÕES E ACRÔNIMOS...
Comitê de Gestão de Riscos Brasil Termos de Referência
Conglomerado Prudencial Bank of America Merrill Lynch Bank of America Merrill Lynch Banco Múltiplo S.A. Merrill Lynch S.A. Corretora de Títulos e Valores Mobiliários 29 de janeiro de 2018 Objetivo O Comitê
Segmentação e gerenciamento de riscos e de capital - regulação. Junho/2017
Segmentação e gerenciamento de riscos e de capital - regulação Junho/2017 1 Agenda 1 Segmentação 2 Gerenciamento integrado de riscos e gerenciamento de capital 2.1 2.2 2.3 2.4 2.5 Benefícios Estrutura
Política de Conformidade (Compliance) do Sistema CECRED
Aprovado por: Conselho de Administração Data aprovação reunião: 23/ SUMÁRIO Capítulo 1 Objetivo do documento... 2 Capítulo 2 Responsabilidades... 3 Capítulo 3 Glossário / Definições... 8 Capítulo 4 Regras...
Corporativa e Compliance
Lei 13.303 Lei 13.303 - Aspectos de Governança Corporativa e Compliance Aspectos de Governança 25a CONVECON Corporativa e Eliete Martins Compliance Sócia- Diretora Governança Corporativa - KPMG 25a CONVECON
Política de Gerenciamento de Risco Operacional Maio 2018
Política de Gerenciamento de Risco Operacional Maio 2018 Elaboração: Risco Aprovação: COMEX Classificação do Documento: Público ÍNDICE 1. OBJETIVO... 3 2. ABRANGÊNCIA... 3 3. DEFINIÇÕES... 3 4. RESPONSABILIDADES...
Política de Sucessão de Administradores de Instituições Financeiras (Res. CMN nº 4.538/16)
Política de Sucessão de Administradores de Instituições Financeiras (Res. CMN nº 4.538/16) Time Mattos Filho 15/02/2017 Governança Corporativa: uma preocupação regulatória ao redor do mundo Governança
OBJETIVO PÚBLICO-ALVO PROGRAMA
Curso de Auditoria Interna, Controle Interno e Gestão de Riscos carga-horária: 16 horas OBJETIVO Fornecer aos participantes o conhecimento básico e bases técnicas e práticas fundamentais para que possam
Políticas Corporativas
1 IDENTIFICAÇÃO Título: Restrições para Uso: POLÍTICA DE CONTROLES INTERNOS Acesso Controle Livre Reservado Confidencial Controlada Não Controlada Em Revisão 2 - RESPONSÁVEIS Etapa Área Responsável Cargo
STANDARD CHARTERED BANK ANGOLA, S.A. (O SCBA ) REGULAMENTO DA COMISSÃO DE RISCO E DE CONTROLO INTERNO ( BRC )
STANDARD CHARTERED BANK ANGOLA, S.A. (O SCBA ) REGULAMENTO DA COMISSÃO DE RISCO E DE CONTROLO INTERNO ( BRC ) NOMEADO PELO: MEMBROS: PRESIDENTE: PARTICIPAÇÃO: Conselho de Administração do Standard Chartered
PLATAFORMA GLOBAL DE DEFESA DA PROFISSÃO
PLATAFORMA GLOBAL DE DEFESA DA PROFISSÃO SOBRE O INSTITUTO DE AUDITORES INTERNOS The Institute of Internal Auditors (IIA) é a voz global da profissão de auditoria interna, autoridade reconhecida e principal
Governança Corporativa e Prevenção a Fraudes. Anthero de Moraes Meirelles Diretor de Fiscalização Banco Central do Brasil
Governança Corporativa e Prevenção a Fraudes Anthero de Moraes Meirelles Diretor de Fiscalização Banco Central do Brasil Agenda 1. A Supervisão do SFN e a importância da Governança Corporativa 2. Prevenção
Conglomerado Prudencial Bank of America Merrill Lynch Comitê de Gestão de Riscos Brasil Termos de Referência
Conglomerado Prudencial Bank of America Merrill Lynch Comitê de Gestão de Riscos Brasil Termos de Referência Termos de Referência Risco Brasil Brazil ExCo e LatAm RRC Tipo de Documento: Unidade Responsável:
A Prevenção à Lavagem de Dinheiro e a Governança. Carlos Donizeti Macedo Maia Departamento de Supervisão de Bancos e Conglomerados Bancários
A Prevenção à Lavagem de Dinheiro e a Governança Carlos Donizeti Macedo Maia Departamento de Supervisão de Bancos e Conglomerados Bancários 1 Compliance e PLD As instituições financeiras (Ifs) são obrigadas,
POLÍTICA DE GESTÃO, INTEGRIDADE, RISCOS E CONTROLES INTERNOS MGI MINAS GERAIS PARTICIPAÇÕES S.A.
POLÍTICA DE GESTÃO, INTEGRIDADE, RISCOS E CONTROLES INTERNOS MGI MINAS GERAIS PARTICIPAÇÕES S.A. 1 SUMÁRIO 1. OBJETIVO... 3 2. ABRANGÊNCIA... 4 3. DEFINIÇÕES... 4 4. FUNDAMENTAÇÃO... 5 5. REVISÃO DESTA
SUPERVISÃO DE FUNDOS DE PENSÃO
SUPERVISÃO DE FUNDOS DE PENSÃO Agenda Supervisão Prudencial, Governança e Nova Estrutura Previc Supervisão Prudencial Governança Nova Estrutura Previc Supervisão Baseada de Risco (SBR) Atuação da Previc
SUMÁRIO. 1. Objetivo Estrutura do Gerenciamento de Riscos...03
SUMÁRIO 1. Objetivo...02 2. Estrutura do Gerenciamento de Riscos...03 2.1 Gerenciamento do Risco de Crédito...05 2.2 Gerenciamento do Risco Operacional...06 2.3 Gerenciamento do Risco de Mercado...07 2.4
GERENCIAMENTO INTEGRADO DE RISCOS CORPORATIVOS, CONTROLES INTERNOS E COMPLIANCE. Histórico de Revisões. Elaboração do Documento.
Histórico de Revisões Versão: 01 Data de Revisão: Histórico: Elaboração do Documento. Índice I. Objetivo... 1 II. Abrangência... 1 III. Documentação Complementar... 1 IV. Conceitos e Siglas... 2 V. Responsabilidades...
GOVERNANÇA, COMPLIANCE, CONTROLE INTERNO E GESTÃO DE RISCOS NAS ESTATAIS: DA ALTA ADMINISTRAÇÃO ÀS AQUISIÇÕES E CONTRATOS.
CURSO EAD GOVERNANÇA, COMPLIANCE, CONTROLE INTERNO E GESTÃO DE RISCOS NAS ESTATAIS: DA ALTA ADMINISTRAÇÃO ÀS AQUISIÇÕES E CONTRATOS. APRESENTAÇÃO A história recente do Brasil, notadamente após o processo
Política de Gerenciamento de Risco de Liquidez Maio 2018
Política de Gerenciamento de Risco de Liquidez Maio 2018 Elaboração: Risco Aprovação: COMEX Classificação do Documento: Público ÍNDICE 1. OBJETIVO... 3 2. ABRANGÊNCIA... 3 3. DEFINIÇÕES... 3 4. RESPONSABILIDADES...
Política de Gestão de Riscos Operacionais. 14 de fevereiro
Política de Gestão de Riscos Operacionais 14 de fevereiro 2017 Define os objetivos, as responsabilidades e as diretrizes que orientam a Gestão de Riscos Operacionais na Cetip S.A. Versão da Política: 1ª
Conforme nosso estatuto e atendendo a regulamentação do Banco Central, em. Regras de Governança Corporativa da NYSE para Emissores Norte-Americanos
303A.01 Uma companhia listada na NYSE deve ter a maioria de seus membros do Conselho de Administração independente. A Legislação Societária Brasileira determina que somente pessoas naturais podem ser nomeadas
7º Conseguro: Rumos e desafios da regulação prudencial no setor de saúde suplementar. Joel Garcia. Setembro de 2015
7º Conseguro: Rumos e desafios da regulação prudencial no setor de saúde suplementar Joel Garcia Setembro de 2015 Regulação prudencial A regulação prudencial é aquela que trata de solvência dos regulados,
Política de Risco Operacional BM&FBOVESPA. Página 1
BM&FBOVESPA Página 1 Última revisão: abril de 2014 Índice 1. OBJETIVO... 3 2. ABRANGÊNCIA... 3 3. REFERÊNCIA... 3 4. CONCEITOS... 3 5. DIRETRIZES... 3 5.1. Seção A Comunicação e Consulta... 4 5.2. Seção
ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO DE MERCADO
ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO DE MERCADO COMPETÊNCIA DEZEMBRO/2015 Existe o risco que você não pode jamais correr, e existe o risco que você não pode deixar de correr. Peter Drucker I. INTRODUÇÃO
COSO ERM 2004 ATUALIZAÇÃO Set/16
COSO ERM 2004 ATUALIZAÇÃO 2016 Set/16 Conforme citado no curso COSO 2013, traremos novamente o especialista Victor Garcia ao Brasil em novembro próximo, para apresentar a atualização do COSO ERM 2004,
Política de Gerenciamento de Risco de Mercado e do IRRBB Maio de 2018
Política de Gerenciamento de Risco de Mercado e do IRRBB Maio de 2018 Elaboração: Risco Aprovação: COMEX Classificação do Documento: Público ÍNDICE 1. OBJETIVO... 3 2. ABRANGÊNCIA... 3 3. DEFINIÇÕES...
4º Seminário FEBRABAN sobre CONTROLES INTERNOS. Paulo Sérgio Neves de Souza Banco Central do Brasil Departamento de Supervisão Bancária
4º Seminário FEBRABAN sobre CONTROLES INTERNOS Paulo Sérgio Neves de Souza Banco Central do Brasil Departamento de Supervisão Bancária Novos Desafios para Controles Internos Modelo de Supervisão do BCB
Relatório de Gestão de Riscos
Relatório de Gestão de Riscos - 2017 Sax S/A Crédito, Financiamento e Investimento Relatório para atender aos requisitos estabelecidos nas resoluções 4.090, 3.464, 3.721, 3.380 e 3.988, do Conselho Monetário
Data Protection 360º Regulamento Geral de Proteção de Dados
www.pwc.pt/dataprotection Data Protection 360º Regulamento Geral de Proteção de Dados Maio 2018 A PwC As firmas da PwC colaboram com organizações e pessoas na criação do valor que procuram. Somos uma network
POLIÍTICA DE GERENCIAMENTO DO SISTEMA DE CONTROLES INTERNOS
Junho/2016. POLIÍTICA DE GERENCIAMENTO DO SISTEMA DE CONTROLES INTERNOS Versão: 01 Revisada: Compliance Aprovação: Mario Celso Coutinho de Souza Dias Presidente 30/06/2016 1 APRESENTAÇÃO O Banco Central
RISCO DE CRÉDITO Estrutura Organizacional Gerenciamento de Riscos Banco Fidis S.A.
RISCO DE CRÉDITO Estrutura Organizacional A estrutura para gestão de riscos do Banco Fidis deverá ser composta de Comitê de Cobrança e Risco, que é o órgão com responsabilidade de gerir o Risco de Crédito,
GOVERNANÇA, COMPLIANCE, CONTROLE INTERNO E GESTÃO DE RISCOS NAS ENTIDADES DO SISTEMA S: INOVAÇÕES E ASPECTOS RELEVANTES.
CURSO EAD GOVERNANÇA, COMPLIANCE, CONTROLE INTERNO E GESTÃO DE RISCOS NAS ENTIDADES DO SISTEMA S: INOVAÇÕES E ASPECTOS RELEVANTES. APRESENTAÇÃO A história recente do Brasil, notadamente após o processo
POLÍTICA DE RISCO OPERACIONAL
Informação Pública 13/5/2016 ÍNDICE 1 OBJETIVO... 3 2 ABRANGÊNCIA... 3 3 REFERÊNCIA... 3 4 CONCEITOS... 3 5 DIRETRIZES... 4 6 RESPONSABILIDADES... 7 7 INFORMAÇÕES DE CONTROLE... 10 13/5/2016 Informação
A relevação de riscos e a informação financeira
A relevação de riscos e a informação financeira Vitor Ribeirinho Head of Audit 29 de Maio de 2012 Disclaimer A informação contida neste documento é de natureza geral e não se aplica a nenhuma entidade
Política de Gestão de Riscos AES Brasil
Política de Gestão de Riscos AES Brasil 1 OBJETIVO Fornecer as diretrizes gerais para a Gestão de Riscos do Grupo AES no Brasil, visando conceituar e documentar os princípios de Gestão de Riscos e atividades
POLÍTICA PCT 007 GERENCIAMENTO DE RISCOS E CONTROLES INTERNOS
POLÍTICA PCT 007 GERENCIAMENTO DE RISCOS E CONTROLES INTERNOS Data: 29/10/2018 Página 1 de 6 1. OBJETIVO Disseminar a cultura de gestão de riscos e o ambiente de controle em todos níveis da organização,
POLÍTICA DE CONFORMIDADE
Sumário 1. OBJETIVO... 1 2. ABRANGÊNCIA... 1 3. DEFINIÇÕES... 1 3.1 Conformidade... 1 3.2 Estrutura Normativa Interna... 1 3.3 Programa de Integridade... 1 4. PRINCÍPIOS E DIRETRIZES... 1 4.1 Princípios
POLÍTICA DE CONTROLES INTERNOS
POLÍTICA DE CONTROLES INTERNOS Informação Pública 13/5/2016 ÍNDICE 1 OBJETIVO... 3 2 ABRANGÊNCIA... 3 3 PRINCÍPIOS... 3 4 REFERÊNCIAS... 4 5 CONCEITOS... 4 6 PRERROGATIVAS... 4 7 DIRETRIZES... 5 8 RESPONSABILIDADES...
Governança. Corporativa e. Gestão de Riscos
Governança Corporativa e Gestão de Riscos Século XX Linha do tempo 1992 1999 2018 Criado pelo Banco da Inglaterra o 1º código de boas práticas de Governança Corporativa. No mesmo ano foi elaborado o 1º
Política de Compliance
Política de Compliance Capítulo 1 Objetivo do documento A Política de Conformidade (Compliance) da cooperativa estabelece princípios e diretrizes de conduta corporativa, para que todos os dirigentes, empregados
GOVERNANÇA, COMPLIANCE, CONTROLE INTERNO E GESTÃO DE RISCOS NAS ESTATAIS: DA ALTA ADMINISTRAÇÃO ÀS AQUISIÇÕES E CONTRATOS.
CURSO EAD GOVERNANÇA, COMPLIANCE, CONTROLE INTERNO E GESTÃO DE RISCOS NAS ESTATAIS: DA ALTA ADMINISTRAÇÃO ÀS AQUISIÇÕES E CONTRATOS. APRESENTAÇÃO A história recente do Brasil, notadamente após o processo
COMPLIANCE E GESTÃO DE RISCOS José Carlos da Silva Junior Controladoria Diretoria de Administração e Finanças
COMPLIANCE E GESTÃO DE RISCOS José Carlos da Silva Junior Controladoria Diretoria de Administração e Finanças POLÍTICAS GOVERNANÇA REGRAS REGULAMENTOS COMPLIANCE LEIS REQUERIMENTOS RISCOS PADRÕES BENEFÍCIOS
Workshop Controles Internos. Programa Destaque em Governança de Estatais Propostas para os Segmentos Especiais (N2 e NM)
Workshop Controles Internos Programa Destaque em Governança de Estatais Propostas para os Segmentos Especiais (N2 e NM) 21/11/2016 Confidencial Uso Informação Interno Informação Pública Público Pública
Norma 2110 Governança
Norma 2110 Governança A atividade de auditoria interna deve avaliar e propor recomendações apropriadas para a melhoria do processo de governança no seu cumprimento dos seguintes objetivos: Promover a ética
MANUAL DE GOVERNANÇA NEXA RESOURCES MANUAL DE GOVERNANÇA. Nexa Resources S.A.
MANUAL DE GOVERNANÇA Nexa Resources S.A. 1 POR QUE UM MANUAL DE GOVERNANÇA NEXA? O Manual de Governança Corporativa da Nexa ( Companhia ou Nexa ) se alicerça na visão, missão e nos valores da Companhia,
REMUNERAÇÃO APLICÁVEL AOS ÓRGÃOS DE ADMINISTRAÇÃO
POLÍTICA CORPORATIVA Política de Remuneração de Administradores POLITICA CORPORATIVA Versão: 1 POLÍTICA DE REMUNERAÇÃO DE ADMINISTRADORES I. OBJETIVOS O objetivo da presente Política de Remuneração de
ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO E CAPITAL
ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO E CAPITAL VERSÃO 01 CÓDIGO MO-005 27.07.2018 As informações contidas neste documento são de propriedade do C6 Bank SUMÁRIO PARTE I - IDENTIFICAÇÃO 2 1. OBJETIVO 2 2.
COMPLIANCE E GESTÃO DE RISCOS. Viviane Vieira Malta - Diretora de Administração e Finanças
COMPLIANCE E GESTÃO DE RISCOS Viviane Vieira Malta - Diretora de Administração e Finanças POLÍTICAS GOVERNANÇA REGRAS REGULAMENTOS COMPLIANCE LEIS REQUERIMENTOS RISCOS PADRÕES BENEFÍCIOS DE UM PROGRAMA
As novas orientações da EBA sobre governo interno
As novas orientações da EBA sobre governo interno Políticas de conflitos de interesse e participação de irregularidades (whistleblowing) Luís Costa Ferreira Benedita Cunha Departamento de Supervisão Prudencial
Política de Responsabilidade Socioambiental
Política de Responsabilidade Socioambiental Página 1 de 7 SUMÁRIO 1. OBJETIVO... 3 2. ABRANGÊNCIA... 3 2.1 BASE LEGAL... 3 2.2 DEFINIÇÕES... 3 2.3 ESCOPO DE AVALIAÇÃO... 4 2.4 GOVERNANÇA... 4 2.5 GERENCIAMENTO
