AÇÃO EDUCATIVA DA REDE DE MEDIADORES DA GALERIA DE ARTE LOIDE SCHWAMBACH FUNDARTE
|
|
|
- Laís Farias Castilhos
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 1 AÇÃO EDUCATIVA DA REDE DE MEDIADORES DA GALERIA DE ARTE LOIDE SCHWAMBACH FUNDARTE Patriciane Teresinha Born 1 Palavras-chave: Ação educativa. Mediação. 3º Salão de Arte 10 x INTRODUÇÃO Este texto apresenta a Rede de Mediadores da Galeria de Arte Loide Schwambach - FUNDARTE, bem como a ação educativa que promove a cada exposição realizada na Galeria. Tal ação é composta pela mediação, que se constitui de quatro etapas: o acolhimento, o passeio pela galeria, o espaço para perguntas e informações sobre os artistas participantes, além da proposição de uma proposição prática realizada posteriormente à mediação. Neste texto, o enfoque dado foi na ação educativa realizada no 3º Salão FUNDARTE/SESC de Arte 10 x 10, evento ocorrido em outubro de FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA A mediação de exposições é uma constante em distintos espaços expositivos, já que se configura como um agente de infinitas interlocuções com a obra de arte e com o campo de conhecimento que ela instaura. Conforme indica a pesquisadora Miriam Celeste Martins (2005), existem muitos teóricos que, por caminhos diversos, fundamentam as relações entre as obras de arte e seus leitores, sejam crianças, adultos, leigos ou não, com estudos e pesquisas instigantes, tais como os pesquisadores Michel Parsons e Abgail Housen, como também as brasileiras Ana Mae Barbosa e Analice Dutra Pillar, que enfocam as diferentes metodologias aplicadas às ações educativas em Escolas e Museus de Arte. 1 Artista visual e professora, mestre em Educação (UFRGS) e licenciada em Artes Visuais (UERGS). Coordenadora da Galeria de Arte Loide Schwambach da Fundação Municipal de Artes de Montenegro FUNDARTE.
2 2 Desse modo, a exemplo de museus de arte, centros culturais e eventos artísticos como bienais de artes visuais, a Rede de Mediadores 2, projeto desenvolvido pela Galeria de Arte Loide Schwambach da FUNDARTE, tem por objetivo maior divulgar as exposições e proporcionar uma visita mediada aos alunos e alunas das diversas escolas do município de Montenegro e comunidade em geral, além de dar mais visibilidade ao espaço, à produção de artistas e a exposição como um meio de formação e difusão do pensamento artístico e humano. Como lembra Martins (2005), mediação é ir ao encontro do repertório cultural e dos interesses dos outros, e é por meio dessa ação que se estimula a freqüentação, a fruição e os processos reflexivos e práticos possíveis de realizar por meio da produção artística em exposição. A figura do mediador, então, se caracteriza como um fomentador de fruições; ele não orienta a fruição estética, mas a estimula, provocando saberes da arte e da vida, comumente utilizados e reinventados pelo artista. Nos encontros do Projeto Rede de Mediadores, além da pesquisa, leitura e reflexão sobre o tema da mediação, foi criada uma trajetória de ações que orienta as práticas da rede. A cada nova exposição, procura-se conhecer o processo de criação e as atividades do/a artista, as possíveis falas na obra, para então, constituir uma lista de questões que mobilizem a percepção e que permitam falar sobre o campo da arte e da vida. Como culminância da ação, é planejada uma proposição prática em que os alunos possam produzir a partir do que experimentaram no espaço expositivo. Como a mediação é a troca de informações e experiências entre o educador e o educando, pois o estudo, as visitas periódicas a eventos e exposições afetam a ambos, provocando reflexão através da experiência (MARTINS, 2005, p. 36), os mediadores envolvidos nessas proposições, como estudantes de arte, também estarão ampliando seus campos de atuação e outros meios de constituir saberes. Desse modo, o planejamento e a execução de ações pedagógicas a partir das exposições da galeria se configuram como uma experiência significativa na formação de 2 A Rede de Mediadores foi criada como Projeto de Extensão pela então professora do Curso de Graduação em Artes Visuais: licenciatura da FUNDARTE/UERGS e também coordenadora da galeria, Eduarda Gonçalves, no ano de O projeto continua sendo desenvolvido atualmente, sob a coordenação da professora do Curso Básico de Artes Visuais da FUNDARTE, Patriciane T. Born. Participam do projeto acadêmicos do curso de Graduação em Artes Visuais: licenciatura da UERGS, os quais atuam como mediadores no atendimento ao público escolar e comunidade em geral.
3 3 estudantes de Artes Visuais, já que os mediadores participantes da Rede são acadêmicos na Graduação em licenciatura em Artes Visuais da Universidade Estadual do Rio Grande do Sul UERGS, cuja unidade de Montenegro situa-se no prédio da FUNDARTE, o que possibilita o frequente contato entre seus alunos mediadores e a Galeria. 3 METODOLOGIA A preparação das ações educativas acontece nos encontros entre a coordenadora e os participantes da Rede de Mediadores, realizados quinzenalmente nas dependências da FUNDARTE. Realizam-se leituras e discussões a partir da proposta artística a ser exposta, bem como o conhecimento da carreira artística de seu proponente. Também são realizadas leituras sistemáticas e debates sobre a temática em questão a mediação. Na preparação da ação educativa para o 3º Salão FUNDARTE/SESC de Arte 10 x 10, foram consultados os projetos de cada um dos vinte e três artistas participantes, numa roda de discussão entre os mediadores. A presença na abertura da exposição, como também a conversa com os artistas presentes também fez parte desse processo. Após a abertura, foi realizada uma reunião no próprio espaço da galeria para discutir as questões pertinentes à exposição, bem como as atividades práticas a serem desenvolvidas na ação educativa. 4 RESULTADOS No 3º Salão de Arte 10 x 10, foram realizadas diversas sessões de mediação, já previamente agendadas. Foram recebidos visitantes de diferentes repertórios e faixas etárias que, em sua maioria, agiram de forma interessada e participativa. As mediações realizadas no evento em questão, como acontecem nas mediações de outras exposições, basearam-se em quatro preceitos ou passos principais, podendo ser variáveis, dependendo da idade ou do grupo atendido. O primeiro é o acolhimento do grupo no espaço expositivo, momento em que brevemente é explicada a função da galeria, bem
4 4 como o porquê de seu nome. No passeio pela galeria, os participantes da mediação estabelecem um primeiro contato com as obras expostas. Neste caso, este contato precisou ter um tempo maior, visto que o Salão era composto por 49 trabalhos de 23 artistas diferentes. Nessa etapa, a particularidade dos trabalhos ali expostos chamava a atenção dos participantes: todos eles não ultrapassavam dez centímetros de altura, largura ou profundidade o que justifica o nome do concurso. A partir deste passeio, no qual os sentidos eram provocados pelas diversas manifestações artísticas em tamanho tão reduzido, o mediador (ou a dupla de mediadores) já abria espaço para quem gostaria de expressar suas primeiras impressões, bem como provocar a discussão do grupo a partir de algumas perguntas ou comentários. 5 DISCUSSÃO É válido ressaltar que, devido ao grande número de trabalhos, tão distintos entre si, os mediadores faziam uma seleção de apenas alguns trabalhos a serem discutidos na mediação, conforme a faixa etária e o interesse do grupo por determinadas obras. A discussão era conduzida pelos mediadores, mas protagonizada pelos participantes, na qual eram visíveis as relações estabelecidas entre a exposição e o repertório dos alunos e alunas. Desse modo, nenhuma mediação foi igual à outra, visto os diferentes rumos que a conversa tomava, a depender do grupo que estava sendo atendido. Após a mediação, o público participante era convidado a dirigir-se a uma sala nas dependências da FUNDARTE, onde era proposta uma ação prático-reflexiva, podendo então o mediado elaborar seu próprio trabalho. Tais trabalhos foram desenvolvidos em linguagens artísticas como desenho, pintura, colagem e dobradura, com materiais oferecidos pela Rede de Mediadores. Nessa proposição, não se privilegia a tentativa de cópia das obras presentes na exposição, mas sim, procura-se ressaltar as relações que foram estabelecidas entre a(s) obra(s) e o visitante, a partir de suas experiências, memórias e repertório.
5 5 6 CONSIDERAÇÕES FINAIS Após esta breve descrição das ações Rede de Mediadores, em especial no 3º Salão FUNDARTE/SESC de Arte 10 x 10, ressalta-se a satisfação da coordenação e dos participantes da Rede em atuar na mediação de exposições artísticas, acreditando que a ponte que se constrói entre obra e público, a cada mediação, pode contribuir com a disseminação da arte em nossa sociedade, atingindo públicos que talvez passem a manter um vínculo maior com a arte, em especial com a arte contemporânea. REFERÊNCIAS MARTINS, Mirian celeste (Org.). Mediação: provocações estéticas. São Paulo: Unesp, º SALÃO FUNDARTE/SESC de Arte 10 x 10. Catálogo. Editora da FUNDARTE, 2011.
FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA - UNIR NÚCLEO DE CIÊNCIAS HUMANAS - NCH DEPARTAMENTO DE ARTES - DArtes
FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA - UNIR NÚCLEO DE CIÊNCIAS HUMANAS - NCH DEPARTAMENTO DE ARTES - DArtes PLANO DE CURSO DISCIPLINA CH CR SEMESTRE PROFESSOR TÍTULO Teoria e Prática da Arte na Educação
O PROGRAMA O Programa Educativo CAIXA Gente Arteira é um programa de arte-educação da CAIXA voltada aos diversos públicos da sociedade. Tem como objetivo contribuir no fomento à cultura para um maior número
ARTEBR LIVRO CONVERSAS COM A ARTE BRASILEIRA
ARTEBR LIVRO CONVERSAS COM A ARTE BRASILEIRA A empresa ARTEBR desenvolve projetos em arte, educação e literatura para diversas instituições culturais brasileiras. Atua nas áreas de consultoria e assessoria
Rosa Maria Torres No livro Banco Mundial e as políticas educacionais, p. 127
O pacote do BM e o modelo educativo subjacente à chamada melhoria da qualidade da educação para os setores sociais mais desfavorecidos está, em boa medida, reforçando as condições objetivas e subjetivas
Minha, tua, nossa cadeira: desdobramentos do objeto
Minha, tua, nossa cadeira: desdobramentos do objeto Ana Lúcia Pereira Ferreira de Quadros 1 [email protected] Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-Rio-Grandense - IFSUL Resumo: Este
ARTE E SEMIOTICACOMO PROCESSO NAAPRENDIZAGEM: UMA EXPERIENCIA EM ARTES VISUAIS PARFOR.
ARTE E SEMIOTICACOMO PROCESSO NAAPRENDIZAGEM: UMA EXPERIENCIA EM ARTES VISUAIS PARFOR. LILIAN VERÔNICA SOUZA [email protected] MARCOS VINICIUS BARROS E SILVA [email protected] Resumo: O presente
ENTREVISTA NÚCLEO DE AÇÃO EDUCATIVO - MUSEU HISTÓRICO DE SANTA CATARINA - PALÁCIO CRUZ E SOUSA
ENTREVISTA NÚCLEO DE AÇÃO EDUCATIVO - MUSEU HISTÓRICO DE SANTA CATARINA - PALÁCIO CRUZ E SOUSA DOI: 10.5965/19843178912014165 http://dx.doi.org/10.5965/19843178912014165 CHRISTIANE CASTELLEN MÁRCIA CARLSSON
NÚCLEO EDUCATIVO. (Foto: Sala de uso educativo MESC).
NÚCLEO EDUCATIVO M E S C A implantação do atual Núcleo de Ação Educativa (2016) origina-se da ideia de requalificar um foco de atividades educativas capazes de potencializar o conhecimento e compreensão
Introdução Espaços da Mediação
Universidade de São Paulo Biblioteca Digital da Produção Intelectual - BDPI Museu de Arte Contemporânea - MAC Livros e Capítulos de Livros - MAC 2013 Introdução Espaços da Mediação http://www.producao.usp.br/handle/bdpi/46543
PREFEITURA MUNICIPAL DE UBERABA SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO DEPARTAMENTO DE ENSINO FUNDAMENTAL
ESTUDO COMPARATIVO ENTRE A BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR DOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL E A MATRIZ CURRICULAR DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE UBERABA 2 ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL - ARTE Artes visuais
Aula lá Fora. Episódio: Artes Plásticas
Aula lá Fora Episódio: Artes Plásticas Resumo A série Aula lá Fora nos apresenta projetos desenvolvidos a partir de aulas-passeio realizadas em escolas da rede pública municipal de Santo André, cidade
300 propostas de artes visuais
300 propostas de artes visuais Editora Loyola Ana Tatit e Maria Silvia M. Machado São Paulo: Editora Loyola Este livro, composto de 8 capítulos, cada um abordando uma técnica diferente de artes plásticas,
Promoção da Saúde na Educação Básica
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA DE ENFERMAGEM DE RIBEIRÃO PRETO Promoção da Saúde na Educação Básica Projeto de Extensão submetido ao Programa Unificado de Bolsas de Estudo para Estudantes de Graduação,
MINI BIOGRAFIAS CONGRESSO 2019 (Brasil)
COORDENAÇÃO MINI BIOGRAFIAS 2019 (Brasil) NOME/IMAGEM Profa. Dra. Lucia Gouvêa Pimentel (Belo Horizonte/ Minas Gerais) MINIBIO Doutora em Artes. Professora a Escola de Belas Artes da Universidade Federal
História e Cultura Indígenas na Escola: Subsídios Sócio-Antropológicos para Professores da Educação Básica
UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA REDE UNEB 2000 História e Cultura Indígenas na Escola: Subsídios Sócio-Antropológicos para Professores da Educação Básica Proponente: Professor Doutor Marcos Luciano Lopes
DESENHO E PINTURA COMO INSTRUMENTOS PEDAGÓGICOS NA APRENDIZAGEM DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL. Resumo
ISBN 978-85-7846-516-2 DESENHO E PINTURA COMO INSTRUMENTOS PEDAGÓGICOS NA APRENDIZAGEM DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL Luiza Sella - Londrina/Paraná [email protected] Ana Paula Antunes UFP/Porto-Portugal
CONTRIBUIÇÕES DO PIBID PARA O PROCESSO FORMATIVO DE ESTUDANTES DO CURSO DE LICECIATURA EM PEDAGOGIA
CONTRIBUIÇÕES DO PIBID PARA O PROCESSO FORMATIVO DE ESTUDANTES DO CURSO DE LICECIATURA EM PEDAGOGIA Rita Emanuela dos Santos Gomes Ferreira 1, Rosilene Trabuco de Oliveira 2, Renata Macedo da Silva 3,
Metodologia e Prática do Ensino de Educação Infantil. Elisabete Martins da Fonseca
Metodologia e Prática do Ensino de Educação Infantil Elisabete Martins da Fonseca Falar de conhecimento é, pois, falar de cidadania. Sonia Kramer Foco da Aula de Hoje 22/11/2010: Práticas Pedagógicas e
OS DESAFIOS DA PESQUISA NA FORMAÇÃO DOS ESTUDANTES DO CURSO DE PEDAGOGIA OFERECIDO PELA PLATAFORMA FREIRE, NO MUNICÍPIO DE BOM JESUS DA LAPA BA
03137 OS DESAFIOS DA PESQUISA NA FORMAÇÃO DOS ESTUDANTES DO CURSO DE PEDAGOGIA OFERECIDO PELA PLATAFORMA FREIRE, NO MUNICÍPIO DE BOM JESUS DA LAPA BA RESUMO Isaura Francisco de Oliveira UNEB- Professora
Implantação de Núcleos de Ação Educativa em Museus 1/25
Implantação de Núcleos de Ação Educativa em Museus 1/25 Aspectos sobre a Aprendizagem em Museus 2/25 O Conselho Internacional de Museus (ICOM) define museu como sendo uma instituição permanente, sem fins
CURSO PÓS-GRADUAÇÃO EM ARTE E EDUCAÇÃO
OBJETIVOS: Fomentar a produção e circulação de saberes docentes acerca das diferentes manifestações artísticas e expressivas no campo da Educação. Oferecer possibilidade de formação sensível, reflexiva
BEM-VINDO AO ESPAÇO DO PROFESSOR. interação e inter-relação que esperamos potencializar.
BEM-VINDO AO ESPAÇO DO PROFESSOR interação e inter-relação que esperamos potencializar. Tendo como ponto de partida algumas obras expostas na 29ª Bienal, pretendemos tecer uma rede de ideias enquanto refletimos
Educação Infantil Proposta Pedagógica H H H
Educação Infantil Proposta Pedagógica H H H Em 2006, a Escola Alemã Corcovado iniciou o processo de construção do Currículo por Competências. A Educação Infantil acompanha este processo através da reelaboração
PLANO DE AULAS. P3) Montagem de painel criativo com o tema educação ambiental e ocupação urbana. Valor 10 pontos.
PLANO DE AULAS 1 IDENTIFICAÇÃO Curso: Licenciatura em Matemática Componente Curricular/Disciplina: Leitura, Interpretação e Produção de Textos Carga Horária Total: 63,3h - Aulas semanais: 4 Professor(es)
Artes Visuais Realização
Crescer Junt0s Orientac0es curriculares ~ ~ Artes Visuais Realização Crescer Junt0s ~ Orientac0es curriculares ~ Governador do Estado de Goiás Marconi Ferreira Perillo Júnior Secretária de Estado da Educação,
Salão UFRGS 2014: X SALÃO DE ENSINO DA UFRGS
Evento Salão UFRGS 2014: X SALÃO DE ENSINO DA UFRGS Ano 2014 Local Título Autor Porto Alegre - RS LABORATÓRIO DE ESCRITA CRIATIVA Natasha Centenaro SALÃO UFRGS 2014: X SALÃO DE ENSINO RESUMO: LABORATÓRIO
INDICADORES DE ALFABETIZAÇÃO CIENTÍFICA
INDICADORES DE ALFABETIZAÇÃO CIENTÍFICA Martha Marandino Pós-Graduação/FEUSP Educação Não Formal e Divulgação em Ciências: a alfabetização científica nos diferentes espaços sociais de educação Indicadores
TÍTULOS LANÇADOS PELA EDUNEB CATÁLOGO 2010 Síntese dos Dados e Resumos referentes a cada Obra XXI BIENAL DO LIVRO EM SÃO PAULO 13/08/2010
TÍTULOS LANÇADOS PELA EDUNEB CATÁLOGO 2010 Síntese dos Dados e Resumos referentes a cada Obra XXI BIENAL DO LIVRO EM SÃO PAULO 13/08/2010 01 Língua e Literatura Márcia Rios Linguística, Letras e Artes
PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR
! UNIVERSIDADE FEDERAL DO RECÔNCAVO DA BAHIA CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS, AMBIENTAIS E BIOLÓGICAS COORDENAÇÃO ACADÊMICA FORMULÁ RIO R0092 PROGRAMA DE COMPONENTE CURRICULAR COMPONENTE CURRICULAR CÓDIGO
REGULAMENTO DA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO - CPA
REGULAMENTO DA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO - CPA I - DA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO Art. 1º. O presente regulamento interno disciplina a organização, o funcionamento e as atribuições da Comissão Própria
O ESTUDO DE CASO COMO ESTRATÉGIA DE ENSINO SOBRE EQUILÍBRIO QUÍMICO E VALORIZAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO CRÍTICO DE ESTUDANTES DO ENSINO MÉDIO
O ESTUDO DE CASO COMO ESTRATÉGIA DE ENSINO SOBRE EQUILÍBRIO QUÍMICO E VALORIZAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO CRÍTICO DE ESTUDANTES DO ENSINO MÉDIO Carla Roane de Souza Santana¹; Raimundo Jefter²; Albertina Marilia
I FÓRUM PEDAGÓGICO Da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) aos Currículos
I FÓRUM PEDAGÓGICO Da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) aos Currículos Educação Infantil na BNCC: possibilidades para uma construção curricular Alessandra Jácome Coordenadora de Currículo da Educação
RELATO DE EXPERIÊNCIA EDUCATIVA DO PROJETO VIVENDO LEITURA NA EJA UMA PROPOSTA DE INTERVENÇÃO LEITORA NO COTIDIANO ESCOLAR.
RELATO DE EXPERIÊNCIA EDUCATIVA DO PROJETO VIVENDO LEITURA NA EJA UMA PROPOSTA DE INTERVENÇÃO LEITORA NO COTIDIANO ESCOLAR. Autora: Vilma Helena Malaquias SEMEC- Secretaria Municipal de Educação e Cultura.
SIMPÓSIO INTERNACIONAL SOBRE AUTOCONHECIMENTO:
Apresentação O 13º SIMPÓSIO INTERNACIONAL SOBRE CONSCIÊNCIA e 4º SIMPÓSIO INTERNACIONAL SOBRE AUTOCONHECIMENTO: "Nada Ocorre, promovidos pela Fundação Ocidemnte - 7º CDE Organização Científica de Estudos
Gilmara Teixeira Costa Professora da Educação Básica- Barra de São Miguel/PB )
GT 4 LINGUAGENS, LETRAMENTO E ALFABETIZAÇÃO. Gilmara Teixeira Costa ([email protected]/ Professora da Educação Básica- Barra de São Miguel/PB ) Juliana Maria Soares dos Santos (PPGFP UEPB)¹
4. ESTRUTURA CURRICULAR CURRÍCULO PLENO. Tabela 15: curso de Licenciatura em Artes Visuais
4. ESTRUTURA CURRICULAR CURRÍCULO PLENO Tabela 15: curso de Licenciatura em Artes Visuais DESDOBRAMENTO DAS ÁREAS/MATÉRIAS EM DISCIPLINAS Área/Matéria Código Disciplinas C/H 1. Formação GERAL (Núcleo Reflexivo
UMA REFLEXÃO SOBRE AS CONCEPÇÕES DE ESTÁGIO CURRICULAR E SUAS CONTRIBUIÇÕES PARA O FUTURO LICENCIADO EM CIÊNCIAS AGRÍCOLAS.
UMA REFLEXÃO SOBRE AS CONCEPÇÕES DE ESTÁGIO CURRICULAR E SUAS CONTRIBUIÇÕES PARA O FUTURO LICENCIADO EM CIÊNCIAS AGRÍCOLAS. Modalidade: Ensino, Pesquisa, Extensão; Nível: Superior; Área: Ciências Agrárias,
XI ENPEC de julho de Primeira Circular
Apresentação XI ENPEC 03-06 de julho de 2017 20 anos de ABRAPEC: Memórias de conquistas e movimentos de resistência Primeira Circular O Encontro Nacional de Pesquisa em Educação em Ciências (ENPEC) é um
UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CENTRO DE EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO
1 UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CENTRO DE EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO Apresentação A proposta ora apresentada para debate no âmbito do colegiado do Programa de Pós-Graduação
O PPP é o documento que afirma a visão sobre educação da escola, como ela reconhece sua missão, qual sua identidade, seus valores.
O PPP é o documento que afirma a visão sobre educação da escola, como ela reconhece sua missão, qual sua identidade, seus valores. Como documento, é produto, mas resultado de um processo de construção
A ESTRATÉGIA DE APRENDIZAGEM: PORTFÓLIO REFLEXIVO NO ENSINO DE CIÊNCIAS
A ESTRATÉGIA DE APRENDIZAGEM: PORTFÓLIO REFLEXIVO NO ENSINO DE CIÊNCIAS Andreia Aparecida Guimarães Strohschoen (1); Alessandra Mocellim Gerevini (2); Miriam Ines Marchi (3) Resumo (Centro Universitário
REGULAMENTO CURSO. I Nome do curso. Leitura e mediação pedagógica nas Salas de Leitura escolares Módulo I. II Apresentação: breve descrição do curso
REGULAMENTO CURSO I Nome do curso Leitura e mediação pedagógica nas Salas de Leitura escolares Módulo I II Apresentação: breve descrição do curso O curso visa aprofundar os conhecimentos sobre leitura
MEU ALFABETO //////////////// oficina de desenho de letras PRONAC
MEU ALFABETO //////////////// oficina de desenho de letras PRONAC 164289 #arteeducação #tipografia #infantojuvenil #letras O projeto Meu Alfabeto apresenta oficinas de desenho de letras voltadas para o
CONTAR UMA HISTÓRIA É DAR UM PRESENTE DE AMOR.
CONTAR UMA HISTÓRIA É DAR UM PRESENTE DE AMOR. LEWIS CARROL Elaborado pelas assessoras Patrícia Ribeiro e Rosinara Nascimento, em 2011, nas oficinas pedagógicas para as educadoras, ocorridas nas Livrarias
UMA NOVA EXPERIÊNCIA DE CONSELHO PARTICIPATIVO NA ESCOLA DE ENSINO INTEGRAL. Sala 11 Temas Diversos EF II Integral
UMA NOVA EXPERIÊNCIA DE CONSELHO PARTICIPATIVO NA ESCOLA DE ENSINO INTEGRAL Sala 11 Temas Diversos EF II Integral E.E.CARLOS MAXIMILIANO PEREIRA DOS SANTOS Professores Apresentadores: M Maria Emilia A.S.
CURSO PÓS-GRADUAÇÃO EM ARTE E EDUCAÇÃO
OBJETIVOS: Fomentar a produção e circulação de saberes docentes acerca das diferentes manifestações artísticas e expressivas no campo da Educação. Oferecer possibilidades de formação sensível, reflexiva
Fórum de Pró-Reitores de Extensão das Universidades Públicas Brasileiras FORPROEX
1 Fórum de Pró-Reitores de Extensão das Universidades Públicas Brasileiras FORPROEX Antecedentes Os primeiros registros oficiais sobre Extensão Universitária aparecem no Estatuto da Universidade Brasileira
DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR
DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR Nome: Arte Curso: Técnico em Meio Ambiente Integrado ao Ensino Médio Série: 1 Ano Carga Horária: 67 h (80 aulas) Docente Responsável: Maria Leopoldina Lima Cardoso Onofre
ARTE CONTEMPORÂNEA, PÚBLICO E MEDIAÇÃO RIBEIRO, Susan Kelen 1. Palavras-chave: arte contemporânea, mediação, formação continuada.
ARTE CONTEMPORÂNEA, PÚBLICO E MEDIAÇÃO RIBEIRO, Susan Kelen 1 Palavras-chave: arte contemporânea, mediação, formação continuada. Introdução O presente trabalho é um relato das experiências vivenciadas
REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DOS CURSOS DE LICENCIATURA
Anexo à Portaria nº 19, de 12 de fevereiro de 2007. REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DOS CURSOS DE LICENCIATURA CAPÍTULO I DA NATUREZA E DAS FINALIDADES 2 CAPÍTULO II DA REALIZAÇÃO DAS ATIVIDADES
MAIS RESENHA: UMA PROPOSTA PARA FORMAÇÃO DO LEITOR CRÍTICO NA ESCOLA
MAIS RESENHA: UMA PROPOSTA PARA FORMAÇÃO DO LEITOR CRÍTICO NA ESCOLA Adriana Letícia Torres da Rosa [email protected] Cristina Lúcia de Almeida [email protected] José Batista de Barros Instituto
FACULDADE SUMARÉ COORDENAÇÃO DE PESQUISA PROGRAMA DE PESQUISA - INICIAÇÃO CIENTÍFICA EDITAL DE INSCRIÇÃO Nº 01/2017
FACULDADE SUMARÉ COORDENAÇÃO DE PESQUISA PROGRAMA DE PESQUISA - INICIAÇÃO CIENTÍFICA EDITAL DE INSCRIÇÃO Nº 01/2017 A Coordenação de Pesquisa da Faculdade Sumaré torna público o presente Edital para abertura
Educador A PROFISSÃO DE TODOS OS FUTUROS. Uma instituição do grupo
Educador A PROFISSÃO DE TODOS OS FUTUROS F U T U R O T E N D Ê N C I A S I N O V A Ç Ã O Uma instituição do grupo CURSO 2 CURSO OBJETIVOS Fomentar a produção e circulação de saberes docentes acerca das
AS ESPECIFICIDADES DA EDUCAÇÃO EM MUSEUS: O DISCURSO EXPOSITIVO. Martha Marandino GEENF/FE
AS ESPECIFICIDADES DA EDUCAÇÃO EM MUSEUS: O DISCURSO EXPOSITIVO Martha Marandino [email protected] GEENF/FE www.geenf.fe.usp.br Museus como lugares de educação? Museus como lugares de aprendizagem? Museus
Projeto Pedagógico do Curso de Formação Inicial e Continuada em. Desenho Artístico. na modalidade presencial. 30h (40h/a)
Projeto Pedagógico do Curso de Formação Inicial e Continuada em Desenho Artístico na modalidade presencial 30h (40h/a) 1. Dados gerais do curso Nome do curso Eixo tecnológico Características do curso Número
