CYNAN JONES A COVA. Romance
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- Simone Cavalheiro Almeida
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1 CYNAN JONES A COVA Romance Tradução Rita Carvalho e Guerra
2 Publicado com o apoio do prémio Wales Literature Exchange Translation Award promovido pelo Arts Council of Wales National Lottery Funding Título original: The Dig Cynan Jones, 2014 Cavalo de Ferro, 2016, para a presente edição Revisão: Cláudia Chaves de Almeida Paginação: Finepaper, Lda. ISBN: ª edição, Janeiro de 2016 Todos os direitos para a publicação em língua portuguesa (Portugal) reservados por: Cavalo de Ferro, marca propriedade de Theoria, Lda. Rua das Amoreiras, 72 A Lisboa Nenhuma parte desta obra poderá ser reproduzida sob qualquer forma ou por qualquer processo sem a prévia autorização e por escrito do editor, com excepção de excertos breves usados para apresentação e crítica. Quando não encontrar algum livro da Cavalo de Ferro nas livrarias, sugerimos que visite o nosso site:
3 Este, para m.
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5 Transpôs o portão com a carrinha e reduziu as luzes. Era uma noite uniforme e a carrinha parecia ter uma cor estranha, alienígena, sob ela. Durante algum tempo deixou-se ficar sentado, cautelosamente. Era altura de as ovelhas parirem e, aqui e ali, ao longo do vale pouco profundo e em diversos pontos das colinas havia luzes acesas. E embora ao longe lhe parecesse uma comunidade em labuta, ele sabia que todas aquelas quintas estavam envolvidas nos seus próprios processos; processos mais ou menos idênticos na sua natureza, mas, em cada espaço de luz, levados a cabo numa intimidade privada e isolada. Olhou para a paisagem e recordou, naqueles poços de luz, as quintas que aprovavam ou que se opunham ao que ele fazia. No seu tempo, tinha percorrido quase todo este terreno e, na sua mente, desenhou a forma vaga das terras que pertenciam a cada quinta e repetiu os nomes de cada propriedade que conhecia, como se observasse constelações. Era um período de certezas contraditórias, com estas pessoas acordadas à noite; no entanto, também estavam mais atarefadas e distraídas, e por esse motivo ignoravam com maior facilidade os ruídos, aceitavam-nos como resultado do trabalho dos outros. Atribuíam-lhe mais prontamente o ladrar distante dos cães. Ele era um homem rude e grande, e, ao sair da carrinha, esticou-se e relaxou como uma criança aliviada do 9
6 CYNAN JONES medo momentâneo de ser esbofeteada. Para onde quer que fosse, carregava uma sensação de nocividade e parecia que até as coisas inanimadas que o rodeavam tinham conhecimento disso. Elas temiam-no, de alguma forma. Abriu a porta de trás da carrinha e o arame dentro da janela estalou; agarrou no saco e deixou cair o texugo que se encontrava no seu interior. Este caiu no alcatrão sujo, ao seu lado. Os cães tinham-lhe arrancado a parte da frente do focinho e o nariz pendia, solto e ensanguentado, preso apenas por um pedaço de pele. Pendia do texugo como se fosse um animal diferente. Bah, pensou. Os corvos tratariam daquilo. Deu alguns pontapés no texugo, para que perdesse a rigidez. Pontapeou a cabeça para que ficasse exposta na estrada. O lábio superior estava repuxado num esgar e parecia exagerado, e alguns dos dentes estavam partidos sobre o maxilar inferior, pendendo, soltos, onde ele os tinha partido com uma pá para dar uma hipótese aos cães. Não tiveram espaço para cavar um fosso, por isso prenderam o texugo a uma árvore, para que os rafeiros se pudessem atirar a ele, e a pata traseira do animal estava pelada e apresentava cortes profundos provocados pelos arames. Aquilo podia ser um problema, pensou. Podia ser um indício, mas tudo o resto estava bem. Os outros ferimentos seriam disfarçados. O ventre do texugo estava rasgado e estraçalhado no sítio onde os terriers o tinham atacado, antes de ter dado conta dele com uma pá. Messie portara-se bem naquela noite, pensou. Fora boa e persistente. 10
7 A COVA As tetas do texugo estavam protuberantes e inchadas da amamentação e várias tinham sido arrancadas, deixando na pelagem pastosa uma mistura de sangue e leite. Fora uma pena não ter conseguido apanhar as crias, pensou. Pensou em arrancar-lhe a pata. Bah, não ia conseguir, pensou. Não ia conseguir que resultasse. Sentiu, de súbito, repulsa perante a ideia de voltar a tocar no texugo. De lhe prestar qualquer reverência. A ideia de esconder o seu acto deixara o homem grande subitamente furioso e cansado. Tinha passado a noite acordado e o passeio, a dura escavação e a adrenalina tinham-no fatigado, ainda que tal se revelasse apenas como uma onda de raiva interior. Voltou a entrar na carrinha e curvou-se sob o seu próprio peso. Tirou as luvas e atirou-as para o lugar do passageiro, que estava coberto de pêlos de cão. Um pouco mais abaixo, na estrada, fez inversão de marcha e passou por cima do texugo. Depois voltou a fazer inversão de marcha e passou de novo por cima dele. Deixou a carrinha em ponto morto, saiu e aproximou- -se do animal. O crânio estava completamente esmagado. Olhou para a perna e esta continuava a sobressair, revelando uma chacina inatural e premeditada. Cabra disse; depois pisou a perna, uma e outra vez, esmagando a marca precisa do arame até a apagar da carne crua. 11
8
9 parte um O Cavalo
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11 Capítulo Um O cão acordou quando Daniel passou entre os edifícios, levantou-se, preso pela sua corrente, espreguiçou-se e bocejou; sob a luz da lanterna, Daniel viu o seu espreguiçar preguiçoso e a luz foi reflectida pelos elos da corrente. Atravessou o recinto de confinamento, o gado mastigava junto aos comedores sob a luz que se espraiava a partir da vacaria; e ouviu o cão abanar-se e voltar a deitar-se no canil atrás de si. A noite ondulava na quietude. Entrou no ovil. As ovelhas estavam a descansar em posições variadas e o espaço era maternal e silencioso. Apenas se ouvia o som dos animais a mastigar, a estranha tosse das ovelhas. Pousou a lanterna numa prateleira e acendeu a luz; alguns dos cordeiros baliram e, da incubadora, chegaram os sons dos órfãos excitados com a ideia de irem comer. Enquanto espera que a chaleira ferva, percorre o ovil. Das traves do tecto pendem CDs, estranhos objectos astrais na meia-luz, agora ignorados pelos pardais e estorninhos, cuja função é afugentá-los. De quando em vez reflectem a luz com incongruente efeito natalício e ele pensa nela a pendurá-los e nas suas outras invenções rápidas, como se fosse uma criança a reproduzir o que vê na televisão. 15
12 CYNAN JONES Uma traça solitária esvoaça por entre os deflectores de vento em direcção à lâmpada nua que se encontra sobre a chaleira, uma cúspide, um pedaço de cinza deslizante no filamento branco, papel queimado preso na corrente ascendente de um fogo que ninguém vê, que ninguém sente. No fundo do redil, uma ovelha bate com as patas no chão, erguendo o lábio como um cavalo. É o turno dele, tem de ficar até ela parir, ainda que saiba que as ovelhas da raça Beulah são boas mães e, muitas vezes, não precisam de ajuda. Sabe que ela está quase, que já não falta muito. A chaleira borbulha mecanicamente, o vapor erguendo- -se na direcção da luz da lâmpada, depois estala e ele faz a mistura e, enquanto pousa a caneca na prateleira para arrefecer, verifica as divisórias, os cordeiros cansados aninham-se sonolentos e afáveis sob o calor das mães. Vai buscar os baldes de água, retirando com as mãos o feno que bóia e as caganitas que mancham cromatograficamente a água; mas o trovejar da água a correr da torneira e a encher os baldes não perturba o suave mastigar das ovelhas ensonadas que se deitam, como que exaustas por terem comido, com um ar saciado. E naquela noite calma sente, por breves instantes, como se algo invisível lhe tivesse tocado o rosto, a ancestralidade daquilo que faz, e que ele poderia ser um homem de qualquer idade. Volta a olhar para a ovelha que bate com as patas e aproxima-se dela. A ovelha cerra os dentes e fita-o com os olhos vesgos, e ele vê o cordeiro que se apresenta de rabo, a pequena cauda cilíndrica assemelhando-se a um girino no saco amniótico, o saco obsceno oferecido pela vulva dela, cintilando com água negra. Ele deita a ovelha de lado e põe o gel na mão, a sua cor cirúrgica, de um rosa forte, estranha no seu carácter 16
13 A COVA manufacturado, contrasta com aquele processo natural. Há ali uma geografia interiorizada, familiar e mamífera, como se algo distante guiasse as mãos dele em redor do cordeiro que ainda se encontra dentro dela, avaliando a constituição do bebé, e aquilo que ele faz, que poderia ser repelente, é-lhe de alguma forma confortável, o calor, o balão quente e gorduroso. Só visualmente existe vergonha. Os fluidos e os esforços maternais estão para além desta, são demasiado ancestrais para sentir vergonha, e ele compreende que está em acção uma força poderosa e vital, equânime com o seu instinto e segura de si. Ele empurra o cordeiro que tenta sair para o exterior, a sua mãe está prostrada, caída na palha estaladiça, os dentes cerrados. Ele não olha para lado nenhum, trabalhando com uma força suave, pensando, muito lá ao longe, sem se concentrar. Por um breve instante, ouve-se a chuva. O calmo mastigar. A chuva bate levemente na chapa sobre ele e, no exterior, o sugar e o estalar das vacas que se alimentam sob os projectores. A chuva passa depressa. Um assobio. O assobio dos bebedouros de água a encher. Encontra as patas traseiras, segura com a palma da mão os cascos afiados, inclinando para trás cada um deles e puxa-os para fora da ovelha; o pulsar forte da cintura pélvica e dos músculos que controlam o nascimento maceram-lhe o braço. E, depois, ele puxa o cordeiro num movimento suave e forte; bate e esfrega o seu pêlo molhado para o fazer respirar, sente o poder do rápido pulsar do seu coração por entre a frágil caixa formada pelas suas costelas, ainda molhado nas suas mãos devido à gordura do nascimento, todas estas coisas da vida, do sémen e do muco babados entre as coxas até ao saco molhado do nascimento e ao ser recém-nascido, brilhando oleoso todas estas coisas da vida molhada. 17
14 CYNAN JONES Ele olha à sua volta; encurralado entre a gamela e a barreira, vê o estorninho de contraplacado desfeito na ponta da gamela, a proximidade do cheiro do feno, que na sua mente pode apenas cheirar a feno, dada a ausência de qualquer outra referência. Sente um cansaço quase louco, anseia pela ajuda dela, por alguma companhia acima de tudo, para ajudar a dar continuidade ao esforço. Mas o ritmo agora é este, os turnos serão assim. Sente-se como se o corpo estivesse a ser alimentado apenas pelo ar que o enche, mas experimenta, apesar de tudo, uma sensação de força uma reserva de força; como se pudesse dar mais, cansado ou não, pois aquilo é da maior importância. Deixa que a mãe limpe o cordeiro, mergulhado nos fluidos do nascimento e da cor dos taninos, e, enquanto ela mordisca o saco que cobre a cria, ele remove o glóbulo cremoso de gordura coagulada que primeiro irrompe da teta rígida e generosa, aquele colostro vital. Afasta-se da ovelha, olha para baixo e depara-se com uma espiga de cevada, vertebral e decepada por entre a palha, como um esqueleto no meio da comida dos pássaros. Deixa-se ficar de joelhos, assim, um homem ancião em oração. Sente-se como se fosse feito de carvalho e experimenta, uma vez mais, os vapores de energia que o impelem a levantar-se e, de alguma forma entorpecido, ergue-se e continua o seu trabalho. A chuva breve já parou, no exterior o gado alimenta-se sob as luzes, sugando e dando estalos. Observa durante algum tempo a Beulah, enquanto esta se levanta. Endireita-se, o seu instinto é viver, depressa levanta a cabeça, a sua pelagem salpicada de cinzento 18
15 A COVA e preto ainda se apresenta em tufos amassados; é animada por uma curiosidade imediata, um interesse pelo ar, até pelas suas próprias patas. Ele curva-se e bebe da torneira, consegue sentir o sabor do plástico dos canos que trazem a água, ouve, mesmo na ausência dela, a sua censura, recorda que ela trazia garrafas reutilizáveis de água fresca para o ovil, ainda que as enchesse sempre no mesmo sítio, na torneira da cozinha. Pensa nela, a dormir naquele momento, no descanso de que ela precisa, pensa no calor do seu corpo, no facto de poder ser um ninho para o cansaço dele. Depois regista o novo cordeiro no livro, descreve a sua apresentação pélvica, recua algumas páginas e desliza a mão pela letra dela, olha para a tina de conta-gotas e sprays que não compreende, que são do domínio dela, como os registos dos movimentos e a papelada, todos os aspectos mais minuciosos da quinta. Observa a Beulah, que está de pé, o seu interesse pelo ar, e assiste aos seus primeiros passos. Ele levantou-se e olhou para o exterior, entende a estranha ventriloquia de sons que perturba as suas terras; como o som de uma raposa a regougar pode parecer oriundo do outro lado da quinta, como numa noite preênsil como aquela pode ocorrer a ilusão de um mar próximo. Ouviu tudo isso, por mais silencioso que parecesse: o vento que passava por cima das árvores, descendo em seguida por entre as sebes e soprando sobre os campos com o som distante de ondas que se quebram e deslizam. E de tal forma era semelhante que ele não tinha a certeza se não se trataria do som das marés transportado desde a costa, escondida da vista a alguns quilómetros de distância. 19
16 CYNAN JONES Ergueu os olhos para os ramos nus dos freixos, mercuriais e, de alguma forma, ebúrneos, que se destacavam através dos projectores fracos e que quase não se mexiam, fazendo com que o som parecesse muito longínquo. Um ruído branco distante. Um ruído que trazia consigo um sussurro, primitivo e abafado, da permanência da vastidão. O som parecia tangível no ar, no entanto, tudo transmitia uma sensação de silêncio. As ovelhas suspiravam e mastigavam, as patas do gado chapinhavam, movendo-se na lama. A corrente do cão tilintava como moedas num bolso escuro. Todavia, o som trazia consigo quietude. Enquanto fitava a escuridão absoluta mais além, uma coruja-das-torres aproximou-se da luz dos projectores, deslizou silenciosamente por entre os barracões e desapareceu, parecendo deixar para trás um fantasma de si mesma, uma brancura incomensurável no ar. Ele entrou no barracão, acendeu a luz e despiu o casaco velho, manchado de sangue e fluidos, com a parte interior dos braços suja de merda, polvilhado com o pó do feno que se agarrara à lanolina e que, por entre tantos contactos com os animais, cobrira o casaco. Tirou o chapéu. Deixou cair o impermeável em cima das botas; descalçou as botas, pisando o frio chão de cimento, e soltou as calças de dentro das meias. Durante o breve segundo em que se equilibrou apenas sobre uma perna percebeu que estava extraordinariamente fatigado. Até aquele pequeno acto era demasiado cansativo para ele. Pegou nas botas e pousou-as ao lado das dela, junto à entrada. As suas próprias botas pareciam, de alguma forma, protectoras. As botas e as calças dela pareciam 20
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Um passinho outro passinho
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Certa manhã, todos foram para a mata apanhar lenha e frutas silvrestres, mas os sete irmãos acabaram se perdendo
O pequeno Polegar E ra uma vez um casal de lenhadores muito pobre, com sete filhos pequenos. O caçula era magro e fraco, mas também esperto e inteligente. Ele recebeu o apelido de Polegar por ser muito
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STAFFORDSHIRE BULL TERRIER
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As Filhós de Natal. CÃO Podes trepar àquela laranjeira e apanhar duas laranjas.
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