Bases de Dados. Parte VIII: Normalização
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- Victor Gabriel Rico Guterres
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1 Bases de Dados MBI/MI/LCC/LEG/LERSI/LMAT Parte VIII Normalização 1 Desenho de BDs Relacionais Algumas questões sobre o desenho de BDs relacionais: Como é que se desenha uma boa BD relacional? Qual é o critério para quantificar a qualidade e funcionalidade de um modelo relacional? Porque é que um determinado agrupamento dos atributos em relações é melhor do que outro agrupamento? A qualidade de um modelo relacional pode ser quantificada de dois pontos de vista: Lógico ou conceptual: como é que os utilizadores interpretam o significado das relações e dos seus atributos. Um bom modelo do ponto de vista lógico permite que os utilizadores compreendam claramente o significado dos dados e os possam manipular correctamente. Implementação: como é que os tuplos das relações são guardados e manipulados fisicamente na BD. Um bom modelo do ponto de vista da implementação garante uma maior eficiência das operações de acesso aos dados, minimiza o espaço necessário para guardar os tuplos das relações e evita informação incorrecta ou supérflua. 2 1
2 Regras Para o Bom Desenho de BDs Relacionais Regra 1: Os atributos de uma relação devem representar apenas uma entidade ou um relacionamento. Atributos de entidades ou relacionamentos diferentes devem estar separados o mais possível. Apenas chaves externas devem ser usadas para referenciar outras relações. É mais fácil explicar o significado de uma relação se esta representar apenas uma entidade ou relacionamento. Evita ambiguidades no significado das relações. Exemplo de uma boa relação do ponto de vista lógico mas que viola a regra 1: EMP_DEP(NomeEmp, NumBI, Endereço, DataNasc, NumDep, NomeDep, GerenteBI) Problemas com a relação EMP_DEP: Os valores dos atributos NomeDep e GerenteBI aparecem repetidos para os empregados que trabalham num mesmo departamento. 3 Regras Para o Bom Desenho de BDs Relacionais Regra 2: Evitar a possibilidade de ocorrerem anomalias nas operações de inserção, remoção ou alteração. Se por razões de eficiência isso não for possível, garantir que os utilizadores/programas que manipulam a BD conhecem essas anomalias e as evitam. Exemplo de anomalias de inserção em EMP_DEP: Não é possível inserir um novo departamento a menos que seja associado a um empregado. Ao inserir um empregado é necessário garantir que os valores dos atributos NomeDep e GerenteBI são consistentes com os dos restantes empregados desse departamento. Exemplo de anomalias de remoção em EMP_DEP: Se removermos o último empregado para um determinado departamento, então a informação desse departamento também é removida. Exemplo de anomalias de alteração em EMP_DEP: A alteração do nome de um departamento leva a que essa alteração tenha que ser feita sobre todos os tuplos dos empregados que nele trabalham. 4 2
3 Regras Para o Bom Desenho de BDs Relacionais Regra 3: Evitar atributos que possam ter valores NULL numa grande parte dos tuplos duma relação. Colocar esse tipo de atributos em relações separadas juntamente com a chave primária. Minimiza o espaço necessário para guardar os tuplos da relação e evita problemas no cálculo de funções de agregações sobre esses atributos. Exemplo: Se apenas 5% dos empregados tiverem gabinete individual não faz sentido incluir um atributo NumGabinete na relação EMP_DEP. Uma melhor solução é criar uma relação GABINETE(EmpBI, NumGabinete) para guardar essa informação. 5 Regras Para o Bom Desenho de BDs Relacionais Regra 4: Evitar relações que tenham atributos relacionados que não são sejam combinações do tipo chave externa com chave primária. Operações de junção sobre esses atributos poderão originar tuplos falsos. Não verificam a propriedade de junção-não-aditiva (ou junção-sem-perdas de informação). Considere as seguintes relações e assuma que a localização de cada projecto é única, ou seja, dois projectos diferentes têm sempre localizações diferentes: TRAB_PROJ(EmpBI, NumProj, Horas, NomeProj, LocalizaçãoProj) EMP_LOC(NomeEmp, LocalizaçãoProj) Problemas com as relações TRAB_PROJ e EMP_LOC: A operação de junção natural TRAB_PROJ * EMP_LOC dá origem a mais tuplos do que aqueles que seriam obtidos pela junção das tabelas originais TRABALHA_EM, PROJECTO e EMPREGADO. Note que isto acontece mesmo com localizações únicas para cada projecto. 6 3
4 Normalização de Relações Processo de análise que minimiza redundância de dados e minimiza anomalias nas operações de modificação dos dados. As relações que não satisfazem certas propriedades formas normais são sucessivamente decompostas em relações mais pequenas de modo a satisfazerem as propriedades pretendidas (Codd 1972). As formas normais são como que orientações para o desenho de boas relações. As formas normais existentes são: 1NF Primeira forma normal 2NF Segunda forma normal 3NF Terceira forma normal BCNF Forma normal de Boyce Codd 4NF Quarta forma normal 5NF Quinta forma normal Nem sempre é necessário normalizar uma BD até à última formal normal (por vezes, 3NF ou BCNF é suficiente). 7 1NF Primeira Forma Normal Um esquema relacional está na primeira forma normal se todos os atributos forem atómicos (não divisíveis). Normalização 1NF Decompor atributos compostos em atributos atómicos. O atributo Nome pode ser decomposto em (NomeP, NomeF). O atributo Endereço pode ser decomposto em (Morada, Cidade, CódigoPostal). Decompor atributos multi-valor em relação com chave externa. A relação DEPARTAMENTO(Nome, Num, {Localização}) pode ser decomposta em DEPARTAMENTO(Nome, Num, Localização), mas a melhor solução é decompor em DEPARTAMENTO(Nome, Num) e LOCALIZAÇÕES_DEP(NumDep, Localização) pois evita redundância. 8 4
5 Dependências Funcionais Dependência funcional (FD) é uma restrição entre 2 conjuntos de atributos. Seja R(A 1, A 2,, A n ) um esquema relacional e sejam X e Y dois subconjuntos de atributos de R. Diz-se que X determina funcionalmente Y (ou que Y depende funcionalmente de X), representado por X Y, se quaisquer dois tuplos de R que têm os mesmos valores em X também têm os mesmos valores em Y. X Y t 1, t 2 r(r): t 1 [X] = t 2 [X] t 1 [Y] = t 2 [Y] Interpretação: Os valores da componente Y de tuplos de R dependem dos valores da componente X. Os valores da componente X de tuplos de R determinam os valores da componente Y. As chaves de uma relação são casos particulares de dependências funcionais. Se X for uma chave de R então X Y para qualquer subconjunto Y de atributos de R. O facto de X Y em R nada permite concluir acerca de Y X em R. 9 Considere a seguinte relação: Dependências Funcionais EMP_PROJ(EmpBI, NumProj, Horas, NomeEmp, NomeProj, LocalizaçãoProj) Dependências funcionais da relação EMP_PROJ: EmpBI NomeEmp NumProj {NomeProj, Localização} {EmpBI, NumProj} Horas EMP_PROJ EmpBI NumProj Horas NomeEmp NomeProj LocalizaçãoProj 10 5
6 Dependências Funcionais Normalmente, a partir de um conjunto de dependências funcionais é possível inferir outras dependências funcionais. Regras de inferência de Armstrong (1974): Regra Reflexiva: Se X Yentão X Y (ou X X). Regra Aditiva: Se X Y então XZ YZ (ou se X Y então XZ Y). Regra Transitiva: Se X Y e Y Z então X Z. O fecho de um conjunto de dependências funcionais F é o conjunto F + de todas as dependências funcionais que podem ser inferidas a partir de F. O fecho de um conjunto de atributos X de F é o conjunto X + de todas os atributos que podem ser inferidos a partir de X. F + e X + podem ser calculados por aplicação sucessiva das regras de Armstrong. 11 Dependências Funcionais Fecho das dependências funcionais da relação EMP_PROJ: {EmpBI} + {EmpBI, NomeEmp} {NumProj} + {NumProj, NomeProj, Localização} {EmpBI, NumProj} + {EmpBI, NumProj, Horas, NomeEmp, NomeProj, LocalizaçãoProj} EMP_PROJ EmpBI NumProj Horas NomeEmp NomeProj LocalizaçãoProj 12 6
7 Dependências Funcionais Uma dependência funcional X Y diz-se parcial se a remoção de algum atributo de X não deixar de determinar funcionalmente Y. X Y é uma dependência funcional parcial se A X: (X A) Y Uma dependência funcional X Y diz-se completa (ou não parcial) se a remoção de um qualquer atributo de X deixar de determinar funcionalmente Y. X Y é uma dependência funcional completa se A X: (X A) Y Exemplos para a relação EMP_PROJ: {EmpBI, NumProj} NomeEmp é uma dependência funcional parcial porque EmpBI NomeEmp também se verifica. {EmpBI, NumProj} Horas é uma dependência funcional completa porque nem EmpBI Horas nem NumProj Horas se verificam. 13 Dependências Funcionais Uma dependência funcional X Y diz-se transitiva se existir um conjunto de atributos não-chave que depende funcionalmente de X e determina funcionalmente Y. X Y é uma dependência funcional transitiva se Z não-chave: X Z e Z Y. Exemplo para a relação EMP_DEP: NumBI {NomeDep, GerenteBI} é uma dependência funcional transitiva porque NumBI NumDep, NumDep {NomeDep, GerenteBI} e NumDep não pertence a nenhuma chave candidata de EMP_DEP. EMP_DEP NomeEmp NumBI Endereço DataNasc NumDep NomeDep GerenteBI 14 7
8 2NF Segunda Forma Normal Um esquema relacional está na segunda forma normal se: Está na 1NF. Todos os atributos não-chave dependem por completo da chave primária. Na relação EMP_PROJ, as dependências funcionais EmpBI NomeEmp e NumProj {NomeProj, LocalizaçãoProj} violam a 2NF. EMP_PROJ EmpBI NumProj Horas NomeEmp NomeProj LocalizaçãoProj 15 Normalização 2NF Decompor em relações com chave externa de forma a que, em cada relação, todos os atributos não-chave dependam por completo da chave primária correspondente. EMP_PROJ EmpBI NumProj Horas NomeEmp NomeProj LocalizaçãoProj 2NF EMP_PROJ_1 EMP_PROJ_2 EMP_PROJ_3 EmpBI NumProj Horas EmpBI NomeEmp NumProj NomeProj LocalizaçãoProj 16 8
9 3NF Terceira Forma Normal Um esquema relacional está na terceira forma normal se: Está na 2NF. Nenhum atributo não-chave depende por transitividade da chave primária. Na relação EMP_DEP, NumBI {NomeDep, GerenteBI} é uma dependência transitiva que viola a 3NF. EMP_DEP NomeEmp NumBI Endereço DataNasc NumDep NomeDep GerenteBI 17 Normalização 3NF Decompor em relações de forma a que, em cada relação, nenhum atributo nãochave dependa por transitividade da chave primária correspondente. EMP_DEP NomeEmp NumBI Endereço DataNasc NumDep NomeDep GerenteBI 3NF EMP_DEP_1 NomeEmp NumBI Endereço DataNasc NumDep EMP_DEP_2 NumDep NomeDep GerenteBI 18 9
10 2NF Definição Mais Geral (Múltiplas Chaves) Um esquema relacional está na segunda forma normal se todos os atributos nãochave não dependem parcialmente de qualquer chave. PROPRIEDADE NumRegistro Concelho NumLoteamento Área Preço Taxa 2NF Chave primária NumRegistro Chave secundária Concelho NumLoteamento PROPRIEDADE_1 NumRegistro Concelho NumLoteamento Área Preço PROPRIEDADE_2 Concelho Taxa 19 3NF Definição Mais Geral (Múltiplas Chaves) Um esquema relacional está na terceira forma normal se para qualquer dependência funcional X A com A X, ou (i) X é uma superchave ou (ii) A é um atributo de uma qualquer chave. Dito de outro modo, um esquema relacional está na terceira forma normal se para todos os atributos não-chave A com X A e A X, X é uma superchave. Se X não é uma superchave, então X ou faz parte de uma chave (logo X A é uma dependência parcial e viola 2NF) ou X não faz parte de qualquer chave (S X para alguma chave S e logo S A é uma dependência transitiva). Definição alternativa: Um esquema relacional está na terceira forma normal se todos os atributos não-chave: não dependem parcialmente de qualquer chave (2NF). não dependem por transitividade de qualquer chave
11 3NF Definição Mais Geral (Múltiplas Chaves) PROPRIEDADE_1 NumRegistro Concelho NumLoteamento Área Preço 3NF Chave primária NumRegistro Chave secundária Concelho NumLoteamento PROPRIEDADE_1A NumRegistro Concelho NumLoteamento Área PROPRIEDADE_1B Área Preço 21 BCNF Forma Normal de Boyce Codd Um esquema relacional está na forma normal de Boyce Codd se para qualquer dependência funcional X A com A X, X é uma superchave. A diferença para 3NF é a inexistência da possibilidade de A ser um atributo de uma qualquer chave. Note-se que se um esquema relacional está na BCNF então também está na 3NF. O inverso pode não ser verdadeiro. Na prática, quando um esquema relacional está na 3NF, normalmente também está na BCNF. A excepção é quando existe uma dependência X A com X sem ser uma superchave e A sendo um atributo de uma chave. R A B X 22 11
12 Normalização BCNF A normalização BCNF não verifica a propriedade de preservação das dependências, podendo originar a perca de dependências funcionais. PROPRIEDADE_1A NumRegistro Concelho NumLoteamento Área BCNF PROPRIEDADE_1AX NumRegistro NumLoteamento Área PROPRIEDADE_1AY Área Concelho 23 Decomposição com Junção-Não Não-Aditiva Seja R um esquema relacional e seja D={R 1, R 2 } uma decomposição de R. Diz-se que D constitui uma decomposição com junção-não-aditiva relativamente a um conjunto F de dependências funcionais se para qualquer estado R = R 1 *R 2, ou seja, as operações de junção não originam tuplos falsos. Uma decomposição D={R 1, R 2 } de R verifica a propriedade de junção-nãoaditiva relativamente a um conjunto F de dependências funcionais se e só se: (R 1 R 2 ) (R 1 R 2 ) F +, ou (R 1 R 2 ) (R 2 R 1 ) F +. As normalizações 2NF, 3NF e BCNF devem verificar sempre a propriedade de junção-não-aditiva
13 Dependências Multi-Valor Dependência multi-valor (MVD) é uma restrição entre 2 atributos multi-valor e independentes da mesma relação. Para manter a relação consistente, uma MVD obriga a repetir todos os valores de um atributo para cada valor do outro atributo. Considere a relação EMP_PROJS_DEPS que relaciona cada empregado com os projectos em que trabalha e os seus dependentes. Um empregado pode trabalhar em vários projectos e ter vários dependentes. A dependência multi-valor resulta do facto de juntarmos dois relacionamentos 1:N na mesma relação. EMP_PROJS_DEPS NomeEmp NomeProj NomeDep Silva ProjX João Silva ProjX Maria Silva ProjY João Silva ProjY Maria 25 Dependências Multi-Valor Seja R(A 1, A 2,, A n ) um esquema relacional e sejam X e Y dois subconjuntos de atributos de R. Diz-se que X multi-determina Y, representado por X Y, se os valores da componente Y de tuplos de R dependem apenas do valor da componente X, mas para cada valor da componente X, os valores da componente Y aparecem repetidos para cada valor distinto da componente Z (Z = R (X Υ Y)). t 1, t 2 r(r): t 1 [X] = t 2 [X] t 3, t 4 r(r): t 3 [X] = t 4 [X] = t 1 [X] = t 2 [X], t 3 [Y] = t 1 [Y] e t 4 [Y] = t 2 [Y], R X Y Z t 3 [Z] = t 2 [Z] e t 4 [Z] = t 1 [Z], t1 X1 Y1 Z1 onde Z = R (X Υ Y). t2 t3 t4 X1 X1 X1 Y2 Y1 Y2 Z2 Z2 Z
14 Dependências Multi-Valor Regras de inferência para dependências funcionais (FD) e multi-valor (MVD): Regra Reflexiva para FDs: Se X Yentão X Y. Regra Aditiva para FDs: Se X Y então XZ YZ. Regra Transitiva para FDs: Se X Y e Y Z então X Z. Regra Complementar para MVDs: Se X Y então X (R (X Υ Y)). Regra Aditiva para MVDs: Se X Y e W Z, então WX YZ. Regra Transitiva para MVDs: Se X Y e Y Z, então X (Z Y). Regra Replicação para FDs em MVDs: Se X Y, então X Y. Regra Aglutinante para FDs e MVDs: Se X Y e W: W Y é vazio, W Z e Y Z, então X Z. O fecho de um conjunto de F de FDs e MVDs é o conjunto F + de todas as FDs e MVDs que podem ser inferidas por aplicação sucessiva das regras de inferência. 27 4NF Quarta Forma Normal Um esquema relacional R está na quarta forma normal relativamente a um conjunto F de dependências funcionais e multi-valor se para cada dependência multi-valor não-trivial X Y em F +, X é uma superchave. Uma dependência multi-valor X Y diz-se trivial em R quando não especifica nenhuma restrição com significado, ou seja, quando Y X ou X Υ Y = R. A 4NF evita os problemas de consistência e redundância relacionados com as dependências multi-valor. As dependências multi-valor da relação EMP_PROJS_DEPS violam a 4NF: NomeEmp NomeProj NomeEmp NomeDep 28 14
15 Normalização 4NF EMP_PROJS_DEPS NomeEmp NomeProj NomeDep 4NF EMP_PROJS NomeEmp NomeProj EMP_DEPS NomeEmp NomeDep EMP_PROJS NomeEmp Silva Silva NomeProj ProjX ProjY EMP_DEPS NomeEmp Silva Silva NomeDep João Maria 29 Normalização 4NF Sempre que decompomos um esquema relacional R em dois esquemas relacionais R 1 = (X Υ Y) e R 2 = (R Y) com base numa MVD X Y, então a decomposição verifica a propriedade de junção-não-aditiva. Dois esquemas relacionais R 1 e R 2 constituem uma decomposição com junção-nãoaditiva de R relativamente a um conjunto F de dependências funcionais e multivalor se e só se: (R 1 R 2 ) (R 1 R 2 ) F +, ou (R 1 R 2 ) (R 2 R 1 ) F +. Por vezes, pode acontecer que não existe uma decomposição com junção-nãoaditiva em apenas duas relações, mas existe em mais do que duas relações. Isso pode verificar-se mesmo que nenhuma FD viole as formas normais até à BCNF e nenhuma MVD não-trivial viole a 4NF. Sobra então o outro tipo de dependência que nos conduz à 5NF
16 Dependências de Junção Dependência de junção (JD) é uma restrição entre tuplos. Seja R um esquema relacional e seja R 1, R 2,..., R n uma decomposição de R. Diz-se que JD(R 1, R 2,..., R n ) é uma dependência de junção de R se qualquer estado de R tem uma decomposição com junção-não-aditiva em R 1, R 2,..., R n, ou seja: r(r) = * (r(r 1 ), r(r 2 ),..., r(r n )) Uma dependência de junção JD(R 1, R 2,..., R n ) diz-se trivial em R quando não especifica nenhuma restrição com significado, ou seja, quando um dos R i é igual a R. Uma MVD é um caso especial de JD para n = 2. Ou seja, a JD(R 1, R 2 ) implica a MVD (R 1 R 2 ) (R 1 R 2 ). 31 Dependências de Junção Considere a relação FORNECIMENTO(NomeForn, NomeComp, NomeProj) e suponha que se verifica a seguinte restrição: se um fornecedor F fornece a componente C e se um projecto P encomenda a componente C e se o fornecedor F fornece o projecto P, então o fornecedor F fornece a componente C ao projecto P. A restrição anterior obriga que os dois últimos tuplos da tabela ao lado existam para qualquer NomeForn NomeComp NomeProj estado da relação FORNECIMENTO em que F1 C2 P3 os primeiros cinco tuplos também existem. F2 P2 Isto significa que existe uma dependência de F2 C3 P1 junção JD(R1, R2, R3) em que R1(NomeForn, F3 C2 P2 NomeComp), R2(NomeForn, NomeProj) e R3(NomeComp, NomeProj). F3 P1 F2 P1 F3 P
17 5NF Quinta Forma Normal Um esquema relacional R está na quinta forma normal relativamente a um conjunto F de dependências funcionais, multi-valor e de junção se para cada dependência de junção não-trivial JD(R 1, R 2,..., R n ) em F +, cada R i é uma superchave. A 5NF evita os problemas de consistência relacionados com as dependências de junção. FORNECIMENTO NomeForn NomeComp NomeProj 5NF R1 NomeForn NomeComp R2 NomeForn NomeProj R3 NomeComp NomeProj Note que a junção natural de quaisquer duas das três relações pode originar tuplos falsos, mas a junção das 3 relações não! 33 FORNECIMENTO Normalização 5NF NomeForn F1 F2 F2 F3 F3 F2 F3 NomeComp C2 C3 C2 NomeProj P3 P2 P1 P2 P1 P1 P2 R1 NomeForn F1 F2 F2 F3 F3 NomeComp C2 C3 C2 R2 NomeForn F1 F2 F2 F3 F3 NomeProj P3 P2 P1 P2 P1 R3 NomeComp C2 C3 C2 NomeProj P3 P2 P1 P2 P
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