Profa. Flávia Cristina Bernardini
|
|
|
- Luna Bergmann Castro
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Banco de Dados Dependência Funcional, Dependência Multivalorada e Normalização Profa. Flávia Cristina Bernardini * Slides Baseados no material elaborado pelos professores Eduardo R. Hruschka, Cristina D. A. Ciferri e Elaine Parros Machado
2 Qualidade do Projeto Lógico Como avaliar a qualidade do esquema da relação? Semântica Implementação/desempenho Análise informal: Princípios para um bom projeto Análise formal: Dependência funcional Normalização
3 Qualidade do Projeto Lógico... Análise Informal (princípios): Semântica de atributos Redução de redundância em tuplas: prevenção de anomalias de inserção prevenção de anomalias de remoção prevenção de anomalias de alteração Redução de valores nulos Prevenção de geração de tuplas espúrias (ilegítimas)
4 Exemplo: Emp_Dept={Nome, CPF, DataNasc, End, Dnum, Dnome, DGerCPF} Combina informações de tipos diferentes de entidades Problema semântico Redundância em relação às informações armazenadas Dados do departamento (Dnome e DGerCPF) Inserção Para inserir um empregado, é necessário cadastrar informações sobre o departamento (ou nulls) Tais informações podem gerar dados inconsistentes sobre o departamento (cont)...
5 Exemplo... Emp_Dept={Nome, CPF, DataNasc, End, Dnum, Dnome, DGerCPF} Exclusão: Apagar um empregado pode significar apagar as informações do departamento Atualização: Mudar o valor de um atributo de uma tupla de Emp_Dept pode implicar em ter de alterar outros valores correspondentes Ex.: mudar Dnum Valores null: Se muitos atributos não se aplicarem a muitas tuplas da relação, poderemos desperdiçar espaço de armazenamento. Ex: Incluir no escritório na relação empregados, sendo que somente 10% destes possuem de fato um escritório
6 Qualidade do Projeto Lógico... Análise Formal: Dependências Funcionais: Restrições entre atributos: Avaliação da qualidade dos esquemas de relação Garantia de consistência da base de dados
7 Dependência Funcional (DF) É uma restrição entre dois subconjuntos de atributos (A e B) de R, sendo denotada por A B Especifica uma restrição nas possíveis tuplas de R(R): Se t i [A] = t j [A] então t i [B] = t j [B] para quaisquer i, j Neste caso diz-se que A determina funcionalmente B (ou alternativamente que B depende funcionalmente de A) Alguns exemplos: {#UFF} {Nome, Idade, Curso} {Sigla, Sala, Hora} {CódigoTurma, Professor} {Sigla} {NomeDisciplina, NCréditos}
8 Notação Diagramática para DF nro_cliente nome endereço nro_pedido nro_peca qtde_comprada preço_cotado nro_cliente nome endereço cod_vend nome_vend
9 Dependência Funcional (DF)... Propriedade semântica, identificada pelo projetista da(o) BDs Pode ser verificada na instância do BDs mas não é definida a partir dela Exemplo: Seja a relação Alunos = {Nome, Curso, Idade} e um de seus possíveis estados: { <Mario, Comp., 21>, <Paulo, Eng. Prod. 22>, <Almir, Enf., 22>, <Marta, Comp., 21>, <Vânia, Eletr., 22> }
10 Dependência Funcional... A relação Alunos atende às seguintes DFs? Nome Curso Nome Idade Curso Idade Idade Curso Alunos: <Mario, Comp., 21>, <Paulo, Eng. Prod. 22>, <Almir, Enf., 22>, <Marta, Comp., 21>, <Vânia, Eletr., 22>
11 Exercícios Dada a relação Cliente (n_cliente, nome, endereço), as seguintes dependências são corretas? n_cliente nome; n_cliente endereço; nome endereço; endereço nome. Dada a seguinte relação, deseja-se saber se as dependências listadas são verdadeiras:
12 nro_pedido nro_peça qtidade_ comprada preço_cotado 101 P , P , P , P ,00 nro_pedido qtidade_comprada; nro_peça qtidade_comprada; nro_pedido preço_cotado; nro_peça preço_cotado; {nro_pedido, nro_peça} qtidade_comprada; {nro_pedido, nro_peça} preço_cotado; {nro_pedido, nro_peça} {qtidade_comprada, preço_cotado}.
13 Dependência Funcional... Controle de consistência: Necessário conhecer todas as dependências funcionais informação semântica fornecida pelo projetista Algumas dependências funcionais (DFs) podem ser inferidas a partir de DFs existentes regras de inferência
14 Dependência Funcional... Regras de Inferência de DFs: Reflexiva: se B A A B (DF trivial) Aumentativa: se A B AC BC Decomposição: se A BC A B, A C Aditiva: se A B, A C A BC Transitiva: se A B, B C A C Pseudo-Transitiva: se A B, BC D AC D Observação: AB representa {A,B}.
15 Controlando a consistência Na construção de um SGBD baseado no modelo relacional: Definição das relações baseada na análise de DFs; Formas normais; Uma relação está em uma determinada forma normal quando satisfaz certas propriedades baseadas nas DFs; Colocar uma relação em uma forma normal Normalização.
16 Normalização Normalização de Relações: Baseada nas DFs; Garante consistência na construção do sistema: redução de anomalias. redução de redundância; Formas Normais (FNs) baseadas em DFs: baseadas em chave primária: 2a FN, 3a FN; baseadas em chaves candidatas: FN de Boyce-Codd (FNBC ou, em Inglês, BCNF). FN baseada em dependências multivaloradas: 4a FN.
17 1ª Forma Normal (1FN) Restá na 1FN se: todo valor em R for atômico R não contém grupos de repetição Considerações: geralmente considerada parte da definição de R não permite atributos multivalorados, compostos ou suas combinações
18 Atributos Multivalorados e Compostos (lembrete) Atributos multivalorados: cor do carro título acadêmico, etc Atributos compostos: endereço {rua, número, ap.}, etc 1FN não permite tais atributos, nem suas combinações
19 1FN... Exemplo cliente (nro_cli, nome, {end_entrega}) nro_cli nome end_entrega 124 João dos Santos Rua 10, 1024 Rua 24, José Ferreira Neves Rua 46, 1344 Rua 98, 4456
20 Métodos para corrigir o problema Método 1: gerar uma nova relação contendo o grupo de repetição e a chave primária da relação original determinar a chave primária da nova relação: {chave primária da relação original, chave para o grupo de repetição}; abordagem mais genérica e que não causa redundância
21 Métodos para corrigir o problema... Método 2: remover o grupo de repetição expandir a chave primária abordagem que causa redundância Método 3: substituir o grupo de repetição pelo número máximo de valores estabelecido para o grupo abordagem menos genérica e que pode introduzir muitos valores null
22 Métodos para corrigir o problema... Voltando ao caso em estudo: cliente (nro_cli, nome, {end_entrega}) Corrigindo o problema... Solução 1: cliente_nome (nro_cli, nome); cliente_entrega (nro_cli, rua, numero). Solução 2: cliente (nro_cli, nome, rua, numero). Solução 3: cliente (nro_cli, nome, rua1, numero1, rua2, numero2).
23 Outros exemplos Aluno = {Nome, Idade, DataNasc., DataMatricula} Aluno = {Nome, Idade, DiaN, MesN, AnoN, DiaM, MesM, AnoM} Aluno = {NUFF, Idade, Disciplinas} Aluno = {NUFF, Idade} Disciplinas = {NUFF, Disciplina}
24 Exercício Considere a relação emp_proj (nro_emp, nome_emp, { projeto ( nro_proj, nome_proj ) }). Como normalizá-la para a 1FN? { } indica que o atributo projeto é multivalorado; {projeto ( )} indica os atributos componentes do atributo multivalorado projeto.
25 2ª Forma Normal (2FN) Definição: O esquema de relação R está na 2FN se todo atributo não primário* A em R tem dependência funcional total da chave primária de R 1FN; X A é dependência funcional total se (X - {B}) funcionalmente A para qualquer atributo B X. Teste para 2FN : verificar se atributos do lado esquerdo das DFs fazem parte da chave primária. Exemplos: Pedido (nro-pedido, data, nro-peça, descrição, qtdade_comprada, preço_cotado) nro-pedido data nro-peça descrição {nro-pedido, nro-peça} {qtdade_comprada, preço_cotado} Obs: Caso XY e XZ forem chaves candidatas, Y pode determinar Z... * Atributo é dito primário se é membro de uma chave candidata
26 2FN... Para corrigir o problema: Para cada sub-conjunto de atributos da chave primária, gerar uma relação com esse sub-conjunto como sua chave primária; Incluir os atributos da relação original na relação correspondente à chave primária apropriada: colocar cada atributo junto com a coleção mínima da qual ele depende, atribuindo um nome a cada relação. Levando em conta nosso exemplo anterior: Pedido (nro-pedido, data, nro-peça, descrição, qtdade_comprada, preço_cotado) pedido (nro-pedido, data) peça (nro_peça, descrição) pedido_peça (nro_pedido, nro_peça, qtdade_comprada, preço_cotado)
27 3ª Forma Normal (3FN) Definição. R está na 3FN se: i. Está na 2FN; ii. Nenhum atributo não primário de R for transitivamente dependente da chave primária. Dependência transitiva: Dependência transitiva X Y em R acontece se: i. X Z e Z Y e; ii. Z não for chave candidata nem subconjunto de qualquer chave de R
28 3FN... Em outras palavras, todos os atributos não primários devem possuir dependência total, não transitiva, da chave primária. Se X Y é não transitiva, então não pode haver no conjunto de DFs: X Z e Z Y. Exemplo: cliente (nro-cliente, nome-cliente, end-cliente, nro- nrovendedor, nome-vendedor) nro-vendedor nome_vendedor.
29 3FN... Corrigindo o problema: Para cada determinante que não é uma chave candidata, remover da relação os atributos que dependem desse determinante Criar uma nova relação contendo todos os atributos da relação original que dependem desse determinante Tornar o determinante a chave primária da nova relação Levando em conta nosso exemplo anterior: cliente (nro-cliente, nome-cliente, end-cliente, nro-vendedor, nomevendedor): cliente (nro-cliente, nome-cliente, end-cliente, nro-vendedor); vendedor (nro-vendedor, nome-vendedor). Chave estrangeira
30 3FN... Assim como a 2FN, a 3FN evita: Inconsistência e anomalias causadas por redundância de informações; Perda de informação em operações de remoção/alterações na relação.
31 Definições Gerais de 2FN e 3FN Definição de 1FN não é diretamente dependente o conceitos de chaves e de DFs; 2FN e 3FN discutidas até agora desaprovam somente dependências parciais e transitivas em relação à chave primária; Definições gerais levam em conta todas as chaves candidatas de uma relação.
32 Definição geral de 2FN R está na 2FN se cada atributo não primário de R não for parcialmente dependente de nenhuma chave em R. Alternativamente: R está na 2FN se todo atributo não primário A de R possuir dependência funcional total de cada chave do esquema R.
33 Definição geral de 3FN Um esquema de relação R está na 3FN se para cada dependência funcional X A, X é uma superchave de R ou A é um atributo primário de R. Alternativamente, um esquema de relação R está na 3FN se todo atributo não primário apresentar ambas as seguintes condições: Ter dependência funcional total para todas as chaves (2FN); Não ser transitivamente dependente de nenhuma chave. Ilustrando as definições gerais de 2FN e 3FN:
34 Exercícios Nos exercícios seguintes, normalize as relações de forma que todas as relações resultantes estejam na forma normal mais restrita. Considere a 1FN, a 2FN e a 3FN. Para cada FN: Se necessário, identifique quais as dependências funcionais que se aplicam sobre R; Identifique e justifique se R encontra-se ou não na forma normal em questão; e Caso R sendo analisada não se encontre na forma normal em questão, normalize-a, especificando as relações originadas.
35 Exercício 1 vendedor ( nro_vend, nome_vend, {cliente (nro_cli, nome_cli)} ) As seguintes dependências funcionais devem ser garantidas na normalização: nro_vend nome_vend; nro_cli nome_cli. Observação: considere que um vendedor pode atender diversos clientes, e um cliente pode ser atendido por diversos vendedores.
36 Exercício 2 aluno ( nro_aluno, cod_depto, nome_depto, sigla_depto, cod_orient, nome_orient, fone_orient, cod_curso ) As seguintes dependências funcionais devem ser garantidas na normalização: cod_depto {nome_depto, sigla_depto}; cod_orient {nome_orient, fone_orient}; nro_aluno {cod_depto, cod_orient, cod_curso}; Observações adicionais: um aluno somente pode estar associado a um departamento; um aluno cursa apenas um único curso; um aluno somente pode ser orientado por um único orientador.
37 Exercício 3 aluno ( nro_aluno, nome_aluno, {curso (nro_curso, descrição_curso, ano_ingresso, nro_depto, nome_depto)}) As seguintes dependências funcionais devem ser garantidas na normalização: nro_aluno nome_aluno; nro_curso descrição_curso; nro_depto nome_depto; {nro_aluno, nro_curso} ano_ingresso; nro_curso nro_depto. Observações adicionais: um aluno pode cursar mais do que um curso; um curso somente pode ser oferecido por um único departamento.
38 Forma Normal de Boyce-Codd (FNBC) Definição. R está na FNBC se para cada dependência funcional X A, X é uma superchave de R Diferença entre FNBC e 3FN: 3FN permite A primário não se aplica à FNBC Se R está na FNBC R está na 3FN Se R está na 3FN, não necessariamente R está na FNBC. Na prática, a maioria dos esquemas de relação que está na 3FN também está na FNBC.
39
40
41
42
43
44
45
46
47
48
49
50
51 Colocar na FNBC Exercício
52 Considerações sobre DFs e Normalização... Normalização: uma relação por vez; FN de uma relação forma normal mais restrita atendida; Decompor relações, criando outras relações; Propriedades desejáveis: decomposição sem perda de junção (sem geração de tuplas ilegítimas); decomposição com preservação de dependências. aumenta consistência, mas reduz desempenho (junções).
53 Dependência Multivalorada e Normalização DF: mecanismo formal para definição de restrições e garantia de consistência em bases de dados relacionais Entretanto, algumas restrições não podem ser especificadas com DFs Exemplo: informação sobre empregados de uma empresa {nome do empregado, projetos, dependentes} Semanticamente: um conjunto de valores de projeto é determinado por um valor de nome, e somente por nome projeto e dependente não têm relação alguma
54 Dependência Multivalorada... Dependência Multivalorada (DM): restrição entre dois conjuntos de atributos A multidetermina B (ou B é multidependente de A) conjunto de valores de B é determinado pelo valor de A, e somente pelo valor de A Exemplo para Empregado={Nome, Projeto, Dependente}: Carlos trabalha no projeto Museu Virtual e tem dois dependentes: Mário e Joana Ana trabalha nos projetos Museu Virtual e Cidadania, e tem dois dependentes: Paulo e Sônia Como armazenar os dados na relação Empregado de maneira a manter a semântica?
55
56 Dependência Multivalorada... Ocorrem quando atributos multivalorados são desmembrados em múltiplas ocorrências de tuplas por causa da 1FN Identificadas pelo projetista da base de dados Problemas: Redundância nas tuplas; Como garantir consistência? Exemplo: Empregado={Nome, Projeto, Dependente} Está na FNBC, mas ainda vulnerável a inconsistências...
57 4ª Forma Normal (4FN) Um esquema de relação está na 4FN se: todas as DMs são triviais ou; para cada DM não-trivial A -» B, A é uma superchave em R Exemplos: Empregado={Nome, Projeto} Nome -» Projeto (trivial) Empregado={Nome, Projeto, Dependente} Nome -» Projeto Nome -» Dependente
58 4a Forma Normal (4FN)... Colocando a relação na 4FN...
59 4a Forma Normal (4FN)... Outro exemplo: Professor = {Nome, Programa, Orientado} Nome -» Programa Nome -» Orientado Programa = {Nome, Programa} Orientação = {Nome, Orientado}
60 4a Forma Normal (4FN)... Evita redundância nas tuplas evita inconsistências causadas por inclusão/remoção/alteração de tuplas; Normalização é importante quando atributos multivalorados independentes são misturados na mesma relação: Reduz espaço de armazenamento; Mais restrita que FNBC; Propriedade desejada: decomposição sem perda de junção
61 Considerações Finais - Normalização FN, 2FN, 3FN, BCNF e 4FN são consideradas para cada relação: BD é considerada normalizada para uma determinada FN quando todas as suas relações estiverem nessa FN Normalização: decomposição de relações: aumenta consistência; reduz desempenho operações de junção.
Bancos (Bases) de Dados Aula #6 Dependência Funcional Dependência Multivalorada
Bancos (Bases) de Dados Aula #6 Dependência Funcional Dependência Multivalorada Normalização Prof. Eduardo R. Hruschka * Slides baseados no material elaborado pelas professoras: Cristina D. A. Ciferri
Normalização. Banco de Dados. Profa. Dra. Cristina Dutra de Aguiar Ciferri. Profa. Dra. Cristina Dutra de Aguiar Ciferri.
Banco de Dados Dependência Funcional Um atributo B de um esquema de relação R é funcionalmente dependente de um outro atributo A de R se um valor para A determina um único valor para B em qualquer momento.
Aula 12 BD1 Dependências Funcionais e Normalização. Profa. Elaine Faria UFU
Aula 12 BD1 Dependências Funcionais e Normalização Profa. Elaine Faria UFU - 2018 Refinamento de Esquema Problemas causados pela redundância Armazenamento redundante Algumas informações são armazenadas
GBC043 Sistemas de Banco de Dados
Ciência da Computação GBC043 Sistemas de Banco de Dados e Normalização Profa. Maria Camila Nardini Barioni [email protected] Bloco B - sala 1B137 Resolução exercício da última aula prática 2 semestre
Dependência Funcional e Normalização)
Dependência Funcional e Normalização) Qualidade de Projeto O objetivo é evitar os problemas que podem provocar falhas no projeto do banco de dados, bem como eliminar a mistura de assuntos e as correspondentes
Dependência Funcional e Normalização. Relembrando: Primeira Forma Normal (1FN) Relembrando: Segunda Forma Normal (2FN) Terceira Forma Normal (3FN)
Pós-graduação em Ciência da Computação CCM-205 Sistema de Bancos de Dados Dependência Funcional e Normalização Profa. Maria Camila Nardini Barioni [email protected] Bloco B - sala 937 Relembrando:
Normalização para Bancos de Dados Relacionais
Introdução Normalização para Bancos de Dados Relacionais Banco de Dados I Prof. Guilherme Tavares de Assis Universidade Federal de Ouro Preto UFOP Instituto de Ciências Exatas e Biológicas ICEB Departamento
Normalização para Bancos de Dados Relacionais
Introdução De acordo com o modelo relacional: Normalização para Bancos de Dados Relacionais Banco de Dados I Prof. Guilherme Tavares de Assis Universidade Federal de Ouro Preto UFOP Instituto de Ciências
Banco de Dados. Dependências Funcionais e Normalização de Bancos de Dados Relacionais. João Eduardo Ferreira Osvaldo Kotaro Takai
Banco de Dados Dependências Funcionais e Normalização de Bancos de Dados Relacionais João Eduardo Ferreira Osvaldo Kotaro Takai Abordagens de Projeto Top-down Iniciar com o agrupamento dos atributos obtidos
Normalização: Noções Básicas
Normalização: Noções Básicas Além de corresponder a uma representação relacional do diagrama ER discutido no livro-texto, o esquema relacional acima possui alguma propriedade específica que o qualifica
Banco de Dados. Dependências Funcionais e Normalização de Bancos de Dados Relacionais. João Eduardo Ferreira Osvaldo Kotaro Takai Marcelo Finger
Banco de Dados Dependências Funcionais e Normalização de Bancos de Dados Relacionais João Eduardo Ferreira Osvaldo Kotaro Takai Marcelo Finger Abordagens de Projeto Top down Bottom up Iniciar com o agrupamento
Dependência Funcional e Normalização. Normalização. Relembrando: Primeira Forma Normal (1FN) Relembrando: Segunda Forma Normal (2FN)
Ciência da Computação GBC043 Sistemas de Banco de Dados Dependência Funcional e Normalização Normalização Profa. Maria Camila Nardini Barioni [email protected] Bloco B - sala 1B137 Relembrando e continuando...
INF1383 -Bancos de Dados
INF1383 -Bancos de Dados Prof. Sérgio Lifschitz DI PUC-Rio Eng. Computação, Sistemas de Informação e Ciência da Computação INTRODUÇÃO À TEORIA DA NORMALIZAÇÃO PROJETO LÓGICO DE BANCOS DE DADOS Slide 1-34
NORMALIZAÇÃO. Lílian Simão Oliveira
NORMALIZAÇÃO Lílian Simão Oliveira Normalização Normalização de dados : decomposição de esquemas para minimizar redundância e evitar anomalias de atualização, inserção e remoção. Projeto conceitual bem
Introdução aos Sistemas de Bancos de Dados 1 a versão - MAC5760 DCC-IME-USP J.E.FERREIRA e O.TAKAI Terceira Forma Normal (3FN)
7.3.3. Terceira Forma Normal (3FN) A terceira forma normal é baseado no conceito de dependência transitiva. Uma dependência X Y em uma relação R é uma dependência transitiva se existir um conjunto de atributos
Banco de Dados I. Aula 17 - Prof. Bruno Moreno 08/11/2011
Banco de Dados I Aula 17 - Prof. Bruno Moreno 08/11/2011 Plano de Aula Visões em SQL Normalização Motivação Definição Formas Normais Banco de Dados I VISÕES Visões É uma tabela única derivada de outra(s)
Normalização. Prof. Rogério Gonçalves Bittencourt, M.Sc.
Normalização Prof. Rogério Gonçalves Bittencourt, M.Sc. Introdução Processo sistemático e matemático através do qual uma tabela relacional não normalizada é transformada em um conjunto de tabelas normalizadas
26/03/2012. É uma restrição entre dois conjuntos de atributos do banco de dados. Definição formal: Significa que: Exemplos
É uma restrição entre dois conjuntos de atributos do banco de dados. Normalização 2012.1 2 Definição formal: Uma dependência funcional é denotada por X Y entre dois conjuntos distintos de atributos X e
Bases de Dados. Parte VIII: Normalização
Bases de Dados MBI/MI/LCC/LEG/LERSI/LMAT Parte VIII Normalização 1 Desenho de BDs Relacionais Algumas questões sobre o desenho de BDs relacionais: Como é que se desenha uma boa BD relacional? Qual é o
Normalização. Anomalias Dependência e determinantes Normalização
FACULDADE ANGLO AMERICANO FOZ DO IGUAÇU Curso de Ciência da Computação 5º Periodo Disciplina: Banco de Dados I Prof. Erinaldo Sanches Nascimento Normalização Anomalias Dependência e determinantes Normalização
SISTEMAS DE INFORMAÇÃO
ACH2025 Laboratório de Bases de Dados Aula 3 Revisão de Conceitos Professora: Fátima L. S. Nunes Codd 1972 verificação de um conjunto de regras pra certificar se o esquema de uma relação satisfaz a uma
DCC/UFRJ Bancos de Dados IPedro Manoel da Silveira. Projeto de BD Relacionais. Objetivos do Projeto de BD. PMS v2bancos de Dados Relacionais 1
DCC/UFRJ Pedro Manoel Bancos de Dados Relacionais Projeto Projeto de de Bancos Bancos de de Dados Dados Relacionais Relacionais Projeto de BD Relacionais Problema: Como distribuir os dados de um sistema
GES013 Sistema de Banco de Dados Normalização de Relações em Projeto de BD (1FN a FNBC)
GES013 Sistema de Banco de Dados Normalização de Relações em Projeto de BD (1FN a FNBC) Ilmério Reis da Silva ilmerio arroba ufu.br www.facom.ufu.br/~ilmerio/sbd UFU/FACOM Página:2 Projeto de BD Relacionais
Teoria e Metodologia de Projeto de Banco de Dados
Teoria e Metodologia de Projeto de Banco de Dados Dr. Fabiano Cavalcanti Fernandes [email protected] Brasília - DF 1 Agenda Dependência Funcional Normalização em um Banco de Dados Relacional
Qualidade de projeto de BD relacional
Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul Ciência da Computação Banco de Dados Prof. Nilton Prof. Nilton [email protected] 1 Qualidade de projeto de BD relacional 1ª) Projetar esquemas fáceis de serem
Roteiro. Normalização. BCC321 - Banco de Dados I. Ementa. Para que serve a normalização? Posicionamento
Roteiro Normalização Posicionamento Luiz Henrique de Campos Merschmann Departamento de Computação Universidade Federal de Ouro Preto [email protected] www.decom.ufop.br/luiz Introdução Dependências
Bancos (Bases) de Dados Aula #4 Modelo Relacional
Bancos (Bases) de Dados Aula #4 Modelo Relacional Prof. Eduardo R. Hruschka * Slides baseados no material elaborado pelas professoras: Cristina D. A. Ciferri Elaine P. M. de Souza Modelo Relacional Representa
Normalização. Normalização. Noção central: qualidade do projeto. Normalização : na Prática. Qual o problema desta imagem? Zoom
DCC011 Introdução a Banco de Dados Normalização Mirella M. Moro Departamento de Ciência da Computação Universidade Federal de Minas Gerais [email protected] 1. Normalização A. Semântica dos atributos
Objetivos:
Objetivos: Apresentar o conceito de normalização Apresentar e exemplificar a 1ª forma normal Apresentar e exemplificar a 2ª forma normal Apresentar e exemplificar a 3ª forma normal NORMALIZAÇÃO O processo
Banco de Dados Aula 02
Matéria: Banco de Dados Banco de Dados Aula 02 Professor: Esp.: Patricia Dias da Silva Peixoto NORMALIZAÇÕES DE ENTIDADES DO BANCO DE DADOS Quando estamos criando as tabelas de um banco de dados, devemos
Modelo Entidade Relacionamento Estendido (ERE)
Modelo Entidade Relacionamento Estendido (ERE) A maioria dos BDs podem ser modelados por meio dos conceitos básicos do modelo ER, mas alguns aspectos podem ser expressos mais convenientemente por meio
BANCO DE DADOS I/MODELAGEM DE DADOS Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar
- Aula 7 - NORMALIZAÇÃO 1. INTRODUÇÃO Nas sessões anteriores foi possível compreender como se dá a analise de requisitos de um negócio e a conseqüente formatação de um banco de dados usando a abordagem
Técnicas de Modelação de Dados
Técnicas de Modelação de Dados Curso Profissional Técnico de Gestão e Programação de Sistemas de Informáticos Programação e Sistemas de Informação Módulo 13 Técnicas de Modelação de Dados Professora: Sandra
Bancos (Bases) de Dados Aula #7 Álgebra Relacional
Bancos (Bases) de Dados Aula #7 Álgebra Relacional Cálculo Relacional Prof. Eduardo R. Hruschka * Slides baseados no material elaborado pelas professoras: Cristina D. A. Ciferri Elaine P. M. de Souza Álgebra
Unidade 4 Projeto de BD Relacional
Unidade 4 Projeto de BD Relacional UFCG/CEEI/DSC Banco de Dados I Prof. Cláudio Baptista, PhD Principais Conceitos do MER: Tipos de entidades (regular, fraca); Graus de relacionamentos (binário, n-ário);
Parte NORMALIZAÇÃO. As regras mais importantes oferecidas pelo Sistema Gerenciador de Banco de Dados. são:
Parte 7 N as sessões anteriores foi possível compreender como se dá a analise de requisitos de um negócio, a conseqüente formatação de um banco de dados usando a abordagem entidade-relacionamento e sua
INTRODUÇÃO AO MODELO RELACIONAL
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE INTRODUÇÃO AO MODELO RELACIONAL Docente: Éberton da Silva Marinho e-mail: [email protected] 26/06/2013 SUMÁRIO Instalação do
Banco de Dados I 4 Normalização
Banco de Dados I 4 Normalização Grinaldo Lopes de Oliveira (grinaldo( [email protected]) Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas * Material com créditos de colaboração dos
Ano: 2014 Banca: FCC Órgão: TJ-AP Prova: Analista Judiciário - Área Apoio Especializado - Tecnologia da Informação
Ano: 2015 Banca: VUNESP Órgão: TCE-SP Prova: Agente da Fiscalização Financeira - Sistemas, Gestão de Projetos e Governança de TI As formas normais estabelecem algumas restrições aos valores das tabelas
Banco de Dados. Modelo de Dados Relacional. João Eduardo Ferreira Osvaldo Kotaro Takai DCC-IME-USP
Banco de Dados Modelo de Dados Relacional João Eduardo Ferreira Osvaldo Kotaro Takai [email protected] DCC-IME-USP Introdução O Modelo Relacional (MR) é um modelo de dados lógico utilizado para desenvolver
Forma Normal de Boyce Codd 3 a Forma Normal
Normalização: Forma Normal de Boyce Codd 3 a Forma Normal Fernando Lobo Base de Dados, Universidade do Algarve 1 / 38 Normalização O objectivo é obter esquemas relacionais sem redundância e sem anomalias.
Bancos de Dados Aula #2 - Modelos Conceituais de Dados
Bancos de Dados Aula #2 - Modelos Conceituais de Dados Prof. Eduardo R. Hruschka * Slides baseados no material elaborado pelas professoras: Cristina D. A. Ciferri Elaine P. M. de Souza Motivação Objetivo
DCC011 Introdução a Banco de Dados
DCC011 Introdução a Banco de Dados Normalização Normalização Mirella M. Moro Departamento de Ciência da Computação Universidade Federal de Minas Gerais [email protected] 1. Normalização A. Semântica
4.1 Introdução. Unidade 4 Dependências funcionais e normalização para bancos de dados relacionais. Esta unidade tem como objetivo:
Unidade 4 Dependências funcionais e normalização para bancos de dados relacionais Esta unidade tem como objetivo: Definir o conceito de dependência funcional, que é a ferramenta básica para analisar esquemas
Banco de Dados I Engenharia Reversa e Normalização
Banco de Dados I Engenharia Reversa e Normalização Normalização Conjunto de regras que ajudam na definição de bancos de dados que não contenham redundância desnecessária e que permitam o fácil acesso às
MATA60 BANCO DE DADOS Aula 5- Modelo Relacional. Prof. Daniela Barreiro Claro
MATA60 BANCO DE DADOS Aula 5- Modelo Relacional Prof. Daniela Barreiro Claro Agenda Histórico Modelo em Redes e Hierárquico Modelo Relacional Restrições de Integridade Chaves FORMAS - UFBA 2 de X Histórico
Transformação de Diagramas MER em Diagramas DR
Transformação de Diagramas MER em Diagramas DR Principais conceitos do MER: Tipos de entidades (regular, fraca) Graus de relacionamentos (binário, n-ário) Atributos (simples, compostos, multivalorados)
MATA60 BANCO DE DADOS Aula 3- Modelo de Entidades e Relacionamentos. Prof. Daniela Barreiro Claro
MATA60 BANCO DE DADOS Aula 3- Modelo de Entidades e Relacionamentos Prof. Daniela Barreiro Claro Agenda Modelo de Dados MER 2 de X; X=37 Modelo de Dados O Modelo de Dados é a principal ferramenta que fornece
Banco de Dados. Professora: Luciana Faria
Banco de Dados Professora: Luciana Faria Regras que devem ser aplicadas na criação de tabelas(entidades) e campos(atributos) em Banco de dados. Entre estas regras destacam-se: Nomes de tabelas devem ser
Modelo Lógico de Dados. Modelo Relacional
Modelo Lógico de Dados Modelo Relacional 1 Composição de um Banco de Dados Relacional É composto de tabelas ou relações O termo tabela é mais comum nos produtos comerciais e na prática O termo relação
Dependências funcionais e normalização
Dependências funcionais e normalização 1 a Forma Normal 2 a Forma Normal Objectivos na Concepção de Bases de Dados Dependências funcionais Decomposição Forma Normal de Boyce-Codd 3 a Forma Normal Dependências
Normalização: 3 a Forma Normal
Normalização: 3 a Forma Normal Fernando Lobo Base de Dados, aula 10 1 / 14 3 a Forma Normal: Motivação Por vezes a decomposição para BCNF não preserva as DF s da relação original. Nesses casos, não devemos
Álgebra Relacional. Introdução. Introdução. Álgebra Relacional
Pós-graduação em Ciência da Computação CCM-205 Sistema de Bancos de Dados O que foi visto até agora... Álgebra Relacional Profa. Maria Camila Nardini Barioni [email protected] Bloco B - sala
Forma Normal de Boyce-Codd
Teste de Preservação de Dependências Para verificar se α β é preservada na decomposição R em R 1, R 2,..., R n aplica-se o seguinte teste: res := α enquanto (houver alterações em res) faz para cada R i
Projeto de Bancos de Dados Relacional- Normalização. Vantagens da decomposição Normalização
Projeto de Bancos de Dados Relacional- Normalização Vantagens da decomposição Normalização Decomposição sem Perdas; Teorema de HEATH; Eliminar Dados Duplicados; Chaves (Candidata, Primária e Estrangeira);
1FN: os atributos de uma relação têm que ser atómicos. FNBC: para qualquer dependência funcional α β numa relação, ou α β é trivial ou α é super-chave
Bases de Dados Dependências funcionais Formas Normais revisão 1FN: os atributos de uma relação têm que ser atómicos FNBC: para qualquer dependência funcional α β numa relação, ou α β é trivial ou α é super-chave
Banco de Dados. Introdução. Profa. Flávia Cristina Bernardini
Banco de Dados Introdução Profa. Flávia Cristina Bernardini * Slides Baseados no material elaborado pelos professores Eduardo R. Hruschka, Cristina D. A. Ciferri e Elaine Parros Machado Motivação Operações
- SQL Linguagem de Manipulação de Dados
- SQL Linguagem de Manipulação de Dados Laboratório de Bases de Dados Profa. Dra. Cristina Dutra de Aguiar Ciferri SELECT SELECT FROM [ WHERE predicado
DER NORMALIZAÇÃO DE DADOS
DER NORMALIZAÇÃO DE DADOS Profa. Maria Auxiliadora 1 NORMALIZAÇÃO DE DADOS é um conjunto de limitações impostas a uma estrutura de dados para que a mesma fique mais concisa e sem falhas estruturais. Codd
MODELO DE BANCO DE DADOS RELACIONAL
UNINGÁ UNIDADE DE ENSINO SUPERIOR INGÁ FACULDADE INGÁ CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO BANCO DE DADOS I MODELO DE BANCO DE DADOS RELACIONAL Profº Erinaldo Sanches Nascimento Objetivos Descrever os princípios básicos
Objectivos com o Desenho de Bases de Dados Dependências funcionais 1ª Forma Normal Decomposição Forma Normal de Boyce-Codd 3ª Forma Normal
Capítulo 6: Desenho de Bases de Dados Objectivos com o Desenho de Bases de Dados Dependências funcionais 1ª Forma Normal Decomposição Forma Normal de Boyce-Codd 3ª Forma Normal Dependências multivalor
Revisão e Exercícios. Relacionamento. Projeto de Bancos de Dados. Chave e Domínio. Tipos de Atributos
Projeto de Bancos de Dados Mini Mundo DCC011 Revisão e Exercícios Mirella M. Moro Departamento de Ciência da Computação Universidade Federal de Minas Gerais [email protected] Independente de SGBD Específico
Bases de Dados. Normalização. Formas Normais. 1FN : atomicidade dos atributos. 2FN : proíbe dependência parcial de chaves
Bases de Dados Normalização Formas Normais 1FN : atomicidade dos atributos 2FN : proíbe dependência parcial de chaves 3FN e FNBC: impõe dependências a partir de chaves 2 1 1FN Definição um esquema relacional
Normalização de Dados. Bancos de Dados I Normalização Principais Conceitos
de Dados Bancos de Dados I Normalização Principais Conceitos Martin & McLure pag.640 Definição Modo como os itens de dados são agrupados em estruturas de registro. A terceira forma normal é um agrupamento
Modelo Relacional. André Restivo. Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto. February 24, 2012
Modelo Relacional André Restivo Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto February 24, 2012 André Restivo (FEUP) Modelo Relacional February 24, 2012 1 / 19 Sumário 1 Modelo Relacional 2 Operações
Databases. Normalização. P. Serendero, (Todos os exercícios do aeroporto e marina são nossos)
Databases Normalização P. Serendero, 2011-13 (Todos os exercícios do aeroporto e marina são nossos) Uma Base de Dados, para ser um modelo que bem represente a realidade, precisa de de ser depurada de anomalias
Álgebra Relacional. Banco de Dados. Profa. Dra. Cristina Dutra de Aguiar Ciferri. Profa. Dra. Cristina Dutra de Aguiar Ciferri
Álgebra Relacional Banco de Dados Junção Concatena tuplas relacionadas de duas relações em tuplas únicas Simplifica consultas que requerem produto cartesiano forma um produto cartesiano dos argumentos
Ciência da Computação MODELAGEM DE DADOS Professor Décio Jorge Craveiro Machado
Ciência da Computação MODELAGEM DE DADOS Professor Décio Jorge Craveiro Machado Uma entidade está na 3FN se nenhum de seu atributos possui dependência transitiva em relação a outro atributo da entidade
Normalização de Dados. Disciplina: Fundamentos de Banco de dados Docente: Kelyn Schenatto
Normalização de Dados Disciplina: Fundamentos de Banco de dados Docente: Kelyn Schenatto História... Muitos dos sistemas de informação ainda utilizados atualmente foram desenvolvidos ao longo dos últimos
