Modelo Entidade Relacionamento Estendido (ERE)
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- Alexandre Batista Corte-Real
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1 Modelo Entidade Relacionamento Estendido (ERE) A maioria dos BDs podem ser modelados por meio dos conceitos básicos do modelo ER, mas alguns aspectos podem ser expressos mais convenientemente por meio de algumas extensões do modelo básico.
2 Modelo Entidade Relacionamento Estendido (ERE) O modelo ER estendido engloba todos os conceitos do modelo ER mais os conceitos de generalização, especialização, subtipo, supertipo e conceito de herança de atributos.
3 Generalização e Especialização A especialização corresponde a ação de especializar entidades: EMPREGADO pode ser especializado como ENGENHEIRO ou SECRETÁRIA. A generalização corresponde a ação de generalizar entidades: Uma entidade ENGENHEIRO e SECRETÁRIA são generalizadas como uma entidade FUNCIONÁRIO.
4 Generalização e Especialização Os subtipos da entidade pai são as suas especializações: ENGENHEIRO e SECRETÁRIA são subtipos de FUNCIONÁRIO. O supertipo de um subtipo é a entidade pai : FUNCIONÁRIO é o supertipo de ENGENHEIRO e SECRETÁRIA.
5 Generalização e Especialização O que pode melhorar neste modelo ER?
6 Generalização e Especialização Supertipo (tipo genérico) Subtipos (tipos especializados)
7 Generalização e Especialização Os subtipos podem herdar atributos do supertipo. Supertipo (tipo genérico) Subtipos (tipos especializados)
8 Generalização e Especialização Certos atributos aparecem somente em algum subtipo: Supertipo (tipo genérico) Subtipos (tipos especializados)
9 Generalização e Especialização Alguns relacionamentos se aplicam apenas a determinado subtipo:
10 Generalização/Especialização Restrição Total
11 Generalização/Especialização Restrição Parcial
12 Generalização/Especialização Restrição Exclusiva (disjunção)
13 Generalização/Especialização Restrição Não Exclusiva (sobreposição)
14 Herança Múltipla
15 Exercício Modelo ERE Modelo uma hierarquia de generalização e especialização para as entidades CARRO e CAMINHÃO. Defina as restrições para o modelo.
16 Modelo Relacional Modelo introduzido por Edgar F. Codd em 1970, tendo como finalidade representar os dados como uma coleção de relações, onde cada relação é representada por uma tabela. Modelo com sólida base formal: Baseado na teoria dos conjuntos (álgebra relacional)
17 Modelo Relacional Cada linha da tabela representa uma coleção de dados relacionados: Os dados podem ser interpretados como fatos que descrevem uma instância de uma entidade ou de um relacionamento.
18 Modelo Relacional De acordo com a sua terminologia: Tabela: o É chamada de relação o Conjunto não ordenado de tuplas o Representam entidades ou relacionamentos o São definidas por esquemas do tipo R(A1, A2,..., An), onde R é o nome da relação e A1, A2,..., An é a lista de atributos.
19 Modelo Relacional De acordo com a sua terminologia: Linha da tabela: o É chamada de tupla o Representa uma coleção de dados relacionados o Todas a tuplas de uma relação são distintas
20 Modelo Relacional De acordo com a sua terminologia: Coluna: o É denominada atributo o Nome que identifica uma propriedade da relação Exemplo: A1 representa o atributo A1 da relação R
21 Modelo Relacional De acordo com a sua terminologia: Tipo de dado: o É chamado domínio o É um conjunto de valores atômicos que caracterizam um atributo Grau da relação: o Corresponde ao número de atributos da relação
22 Modelo Relacional R A1 A2 A3 A4 Tuplas ESTUDANTE é o nome da relação R, que tem 4 atributos (R de grau 4) dom(nome)=nome do aluno; dom(matrícula)=número da matrícula; dom(classe)=número da turma; dom(departamento)=código do departamento a que os cursos estão vinculados.
23 Modelo Relacional Chaves: Refere-se ao atributo ou conjunto de atributos que permite distinguir uma tupla das demais dentro da relação. Chave Candidata: Atributo ou agrupamento de atributos que identifica unicamente uma ocorrência na relação.
24 Modelo Relacional Chave Primária (PK Primary Key): É a chave candidata escolhida pelo projetista do BD para identificar univocamente as tuplas de uma relação. Ela deve ser preenchida obrigatoriamente, ou seja, seu valor não pode ser nulo. Exemplo: Clientes = {Codigo, CPF, RG, Nome, Endereco, LimCredito}
25 Modelo Relacional Chave Primária Composta: É a chave primária (PK) criada a partir da junção de dois ou mais atributos de uma relação. Exemplos: Contatos={Nome, Telefone} Contas={Agencia, Numero, Saldo, CodCliente,DtAbertura} Importante: poderá haver valores repetidos para cada um dos atributos-chave, porém, a junção dos atributos deve prover valor único.
26 Modelo Relacional Chave Estrangeira (FK Foreign Key): É a quando o atributo de uma relação é a chave primária de outra relação, ou seja, pode armazenar somente valores de uma chave primária de outra relação. Exemplos: Clientes={Codigo,Nome,Telefone} Vendas={NotaFiscal, CodCliente,Produto}
27 Restrições do Modelo Relacional Restrições de cardinalidade: Indica o número de relacionamentos dos quais uma entidade pode participar: um para um (1:1) um para muitos (1:N) muitos para muitos (M:N)
28 Restrições do Modelo Relacional Restrições de integridade de domínio: Os valores de um atributo devem pertencer ao domínio do atributo Restrições de integridade da chave: Não podem existir duas ou mais tuplas de uma mesma relação com valores iguais na chave primária (PK)
29 Restrições do Modelo Relacional Restrições de integridade de entidade: Os valores da chave primária não podem ser NULOS (NULL). Restrições de integridade referencial: Estabelece que uma tupla de uma relação que se refere à outra relação deve se referir a uma tupla existente naquela relação.
30 Dependência Funcional Dependência funcional é uma restrição entre 2 conjuntos de atributos: Seja R(A1, A2,..., An) um esquema relacional e X e Y sejam dois subconjuntos de atributos de R. Dizse que X determina funcionalmente Y (ou que Y depende funcionalmente de X), representado por X Y, se quaisquer duas tuplas de R têm os mesmos valores em X também têm os mesmos valores em Y: t1[x] = t2[x], é obrigado a existir t1[y] = t2[y]
31 Dependência Funcional Exemplos: Cliente={Código, Nome} Código Nome Projeto={NumProjeto, Nome, Localização} NumProjeto Nome,Localização
32 Dependência Funcional Total Numa relação R o atributo Y é funcionalmente dependente total de X, no caso de X ser um atributo composto, se, e apenas se, é funcionalmente dependente de X e não é funcionalmente dependente de qualquer subconjunto dos atributos de X.
33 Dependência Funcional Total Exemplos: Pedido={CodPedido, Cliente, DtPedido} Produto = {CodProduto, Nome, Descrição} ItemPedido={CodPedido, CodProduto, Quantidade} CodPedido,CodProduto Quantidade
34 Dependência Funcional Parcial Uma dependência funcional parcial é uma dependência funcional X Y se existir um atributo A qualquer do componente X que pode ser removido e a dependência funcional X Y não deixa de existir.
35 Dependência Funcional Parcial Exemplos: Notas={NumMatricula, CodDisciplina, Período, NomeDisciplina, Nota} NomeDisciplina depende apenas do CodDisciplina.
36 Dependência Funcional Transitiva Ocorre quando atributos não chave da relação não dependem funcionalmente do atributo chave (ou de parte dela), mas de outros atributos da relação. Exemplos: Funcionário={Matricula, Nome, CodCargo, Cargo, SalárioCargo} Cargo e SalárioCargo dependem funcionalmente do atributo não chave CodCargo. CodCargo Cargo, SalárioCargo
37 Normalização É um conjunto de regras que visa, principalmente, a organização de um projeto de banco de dados para reduzir a redundância de dados, aumentar a integridade dos dados e o desempenho. Por que normalizar? Evitar anomalias de inserção, alteração e remoção Facilitar a manutenção Manter a integridade dos dados
38 Normalização Principais Formas Normais: 1FN Primeira Forma Normal 2FN Segunda Forma Normal 3FN Terceira Forma Normal
39 Primeira Forma Normal 1FN Para estar na primeira forma normal (1FN), todos os atributos da relação devem ser atômicos e monovalorados. Cliente={CÓDIGO, NOME, TELEFONE, ENDEREÇO} CÓDIGO NOME TELEFONE ENDEREÇO 1 EMANUEL RUA ARARÍPE, Nº 10, CENTRO, SALVADOR JOSÉ AV PADRE AMÁRO, Nº 201, LESTE, SÃO PAULO
40 Primeira Forma Normal 1FN É necessário reestruturar a relação para que ela atenda à 1FN. Cliente={CÓDIGO, LOGRADOURO, NÚMERO, BAIRRO, CIDADE} CÓDIGO NOME LOGRADOURO NÚMERO BAIRRO CIDADE 1 EMANUEL RUA ARARÍPE 10 CENTRO SALVADOR 2 JOSÉ AV PADRE AMÁRO 201 LESTE SÃO PAULO
41 Primeira Forma Normal 1FN Cliente_Telefone={CÓDIGO_CLIENTE, TELEFONE_CLIENTE} CÓDIGO_CLIENTE TELEFONE_CLIENTE
42 Segunda Forma Normal 2FN Para estar na segunda forma normal (2FN), a relação deve, obrigatoriamente, estar na 1FN e todos os atributos não chave devem depender funcionalmente de toda a chave primária (composta). Cliente={CÓD, CLIENTE} Filme={CÓD, FILME} Locação={CÓD-CLIENTE, CÓD-FILME, SALDO}
43 Segunda Forma Normal 2FN Cliente={CÓD, CLIENTE} CÓD CLIENTE 1 EMANUEL 2 JOSÉ Filme={CÓD, FILME} CÓD FILME 1 CAPITÃO AMÉRICA 2 THOR Locação={CÓD-CLIENTE, CÓD-FILME, SALDO} CÓD-CLIENTE CÓD-FILME SALDO 1 1 2, , ,00
44 Segunda Forma Normal 2FN Na relação Locação, o atributo SALDO depende funcionalmente apenas de parte da chave composta da relação. x CÓD-CLIENTE, CÓD-FILME SALDO CÓD-FILME SALDO CÓD-CLIENTE CÓD-FILME SALDO 1 1 2, , ,00
45 Segunda Forma Normal 2FN Temos que transpor o atributo SALDO para relação CLIENTE para que a relação Locação atenda à 2FN: Cliente={CÓD, CLIENTE, SALDO} CÓD CLIENTE SALDO 1 EMANUEL 0,00 2 JOSÉ 0,00
46 Segunda Forma Normal 2FN Locação={CÓD-CLIENTE, CÓD-FILME} CÓD-CLIENTE CÓD-FILME
47 Terceira Forma Normal 3FN Para estar na terceira forma normal (3FN), a relação deve, obrigatoriamente, estar na 2FN e não haver dependência transitiva entre os atributos não chave da relação. Funcionário={CÓD, FUNCIONÁRIO, CÓD-CARGO, CARGO, SALÁRIO-CARGO} CÓD FUNCIONÁRIO CÓD-CARGO CARGO SALÁRIO-CARGO 1 EMANUEL 1 MÉDICO JOSÉ 2 DENTISTA 6000
48 Terceira Forma Normal 3FN Os atributos CARGO e SALÁRIO-CARGO dependem funcionalmente apenas do atributo não chave CÓD-CARGO: CÓD-CARGO CARGO, SALÁRIO-CARGO É necessário retirar os atributos CARGO e SALÁRIO-CARGO da relação Funcionário e transferi-los para uma nova relação:
49 Terceira Forma Normal 3FN Funcionário={CÓD, FUNCIONÁRIO, CÓD-CARGO} CÓD FUNCIONÁRIO CÓD-CARGO 1 EMANUEL 1 2 JOSÉ 2 Cargo={CÓD, CARGO, SALÁRIO-CARGO} CÓD CARGO 1 MÉDICO DENTISTA 6000 SALÁRIO-CARGO
50 Resumo A normalização é utilizada para evitar anomalias de inserção, alteração e remoção, facilitar a manutenção e manter a integridade dos dados, mas deve ser utilizada com cautela, pois há citações em que uma certa desnormalização é requerida para melhorar o desempenho.
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