aware ANGOLAN DESK ARBITRAGEM Fevereiro 2011 N.2

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1 ANGOLAN DESK ARBITRAGEM Fevereiro 2011 N.2

2 em parceria: Apresentação/debate: Veículos de investimento em Angola : Organizado pela Câmara de Comércio Luso-Belga-Luxemburguesa em Parceria com a Abreu Advogados 22 de Fevereiro de 2011, no Auditório da Abreu Advogados Reserve na sua agenda: 9h15-11h30m a 22/02/2011. Para mais informações sobre este evento envie um para [email protected]

3 ANGOLAN DESK EDITORIAL É hoje publicada a segunda Aware da Angolan Desk da Abreu Advogados. Foi nossa opção versarmos em cada Aware da Angolan Desk, temas de apenas uma Área de Prática específica e tentámos de novo escolher um tema actual e com utilidade e interesse prático para os destinatários deste documento. Assim sendo, esta Aware versará sobre Arbitragem. Este tema, para além de actual e útil, assume especial interesse em Angola, País rico e em grande expansão mas que ainda denota algumas dificuldades em certas áreas. Nesta Aware iremos ainda introduzir uma rubrica sobre nova legislação angolana saída recentemente. Esta prática manter-se-á em todas as futuras Awares da nossa Angolan Desk. Esperamos por isso que esta Aware seja do vosso agrado e que nela, como nas futuras, consigamos corresponder às vossas expectativas e ir ao encontro das vossas necessidades. Por fim, agradecemos os vossos comentários e sugestões. Em nome da Angolan Desk e em especial da equipa que preparou esta Aware, A Arbitragem assume, por isso, neste panorama, um importante e decisivo papel no desenvolvimento da economia de Angola e na estabilidade que os agentes económicos, nacionais e estrangeiros, pretendem ter para reduzir ou atenuar o risco dos seus investimentos. João de Freitas e Costa [email protected] 2

4 ARBITRAGEM EM ANGOLA A realidade da arbitragem ganha uma especial relevância quando enquadrada no caso específico de Angola, na medida que, em muitos casos, o sistema judicial é um dos principais constrangimentos apontados pelos investidores para o desenvolvimento e crescimento do sector privado nacional * 1. Acresce ainda que, o inelutável processo de abertura política e económica do país que se tem vindo a assistir, com a inerente multiplicação das relações comerciais, económicas e industriais, acentua a necessidade de dotar o sistema Angolano de mecanismos que confiram uma maior segurança jurídica, previsibilidade e eficácia aos mecanismos de resolução de litígios. Neste sentido, o legislador angolano não se manteve alheio a esta realidade, tendo aprovado a Lei n.º 16/2003, de 25 de Julho, que rege a arbitragem voluntária em Angola. Um dos principais objectivos deste diploma foi dotar o sistema angolano de uma alternativa credível para a resolução de conflitos na área comercial que fosse de encontro às necessidades preconizadas pelos investidores privados no âmbito de um contexto de multilateralismo comercial. Assim, a referida lei constitui um marco fundamental, assumindo-se actualmente como o principal documento regente desta matéria, do qual se destaca a admissão da arbitragem institucionalizada, a abertura à arbitragem internacional, a autonomia da arbitragem relativamente aos tribunais judiciais e ainda, a directa exequibilidade das decisões arbitrais, pelo que o seu conteúdo merece um olhar mais atento. Assim, todos aqueles que dispuserem de capacidade contratual podem recorrer a um Tribunal Arbitral para resolver litígios relativos a direitos disponíveis, mediante convenção de arbitragem, desde que por lei especial não estejam exclusivamente submetidos a Tribunal Judicial ou à arbitragem necessária. Também o Estado (e em geral, as pessoas colectivas de direito público) pode celebrar convenções de arbitragem mas apenas para dirimir questões respeitantes a relações de direito privado; nos contratos administrativos, e ainda nos casos que estejam especialmente estabelecidos por lei. No que respeita ao funcionamento do Tribunal arbitral, o qual se rege pelos princípios basilares da igualdade e do contraditório, o mesmo pode ser composto por um único árbitro, ou por vários, mas sempre em número ímpar. * Notas de rodapé na página 6 da Aware. 3

5 Arbitragem em Angola (continuação) Neste âmbito, as partes gozam de amplos poderes de disponibilidade dos e- lementos processuais, na medida em que podem acordar sobre as regras de processo a observar na arbitragem, nomeadamente no que respeita ao local da arbitragem. No que respeita ao julgamento em concreto, também aqui as partes gozam de poderes de disponibilidade, na medida em que podem acordar que o Tribunal Arbitral julgue segundo a equidade ou segundo determinados usos e costumes, quer internos quer internacionais. Caso não haja acordo (escrito), o Tribunal Arbitral julgará segundo o direito constituído. Nas decisões tomadas com base nos usos e costumes, o Tribunal é sempre obrigado a respeitar os princípios de ordem pública do direito positivo angolano 2. A decisão arbitral produz entre as partes exactamente os mesmos efeitos das sentenças judiciais e caso seja condenatória será dotada de força executiva. Não obstante, as decisões dos Tribunais Arbitrais são susceptíveis de serem anuladas pelo Tribunal Judicial, caso se verifiquem os fundamentos expressamente tipificados na lei 3. O regime dos recursos apresenta também algumas características próprias. Assim, as partes podem renunciar previamente à faculdade de recorrer. Contudo, caso não o façam, cabem da sentença arbitral os mesmos recursos que caberiam se a sentença fosse proferida pelo Tribunal Provincial. Mais, caso seja exercida a faculdade atribuída ao Tribunal Arbitral para julgar segundo a equidade, tal implicará a renúncia ao recurso. As decisões proferidas pelo Tribunal Arbitral devem ser cumpridas pelas partes, nos precisos termos que forem determinados pelo Tribunal, sob pena de execução forçada perante o Tribunal Provincial, nos termos da lei do processo civil. Finalmente, uma das principais inovações do regime da arbitragem consiste numa consagração expressa de um regime referente à arbitragem internacional. Esta é definida no âmbito do Decreto-Lei n.º 16/2003 como a que põe em jogo interesses do comércio internacional 4. Assim, as arbitragens que se subsumam nesta tipologia ficam sujeitas ao regime especial instituído pela Lei n.º 16/2003 no que respeita à determinação do regime aplicável, à língua e aos recursos. No tocante aos restantes aspectos e caso as partes nada tenham convencionado, o regime da arbitragem internacional rege-se supletivamente pelas próprias disposições da lei n.º 16/2003, com as necessárias adaptações. Nesta sede, o Tribunal apenas pode decidir segundo a equidade ou proceder a uma composição amigável, quando seja expressamente autorizado pelas partes. Não obstante, em qualquer um dos casos, o Tribunal terá sempre de considerar os usos e costumes do comércio internacional que sejam aplicáveis ao objecto da Convenção de Arbitragem. * Notas de rodapé na página 6 da Aware. 4

6 Arbitragem em Angola (continuação) Face ao exposto, é possível concluir que o ordenamento jurídico Angolano já se encontra dotado de alguns mecanismos que lançam a ponte para receber o sistema de arbitragem no país, de um modo efectivo. Contudo, ainda haverá muito trabalho para realizar. Com efeito, o facto de Angola não ser parte nas Convenções internacionais que são fundamentais em matéria de Arbitragem, é um forte obstáculo a um aproveitamento total das potencialidades deste sistema, designadamente a nível multilateral 5. A adesão do país aos tratados internacionais sobre esta matéria é assim um pressuposto indispensável para que os investidores estrangeiros tenham confiança no sistema judicial nacional. A acrescer, refira-se que tem vindo a ser entendido que o Decreto-Lei n.º 16/2003 não poderá ser aplicável aos litígios que sejam referentes a imóveis que estejam sitos em território angolano, de acordo com a Lei n.º 10/86 em articulação com o art. 99.º do Código de Processo Civil angolano 6, o que também limita significativamente o seu âmbito de aplicação. Deste modo, não pode por isso afirmar-se que o campo de expansão da arbitragem em Angola seja elevado. Pelo menos, enquanto não houver um enquadramento que permita dar concretização ao reconhecimento, já efectuado, na Lei n.º 16/2003 da realidade das arbitragens nacionais e internacionais, bem como enquanto não se admitir que o Estado angolano aceite submeter a arbitragem fora de Angola e com sujeição a outra lei que não a angolana, aos contratos de investimento em que seja parte. A arbitragem em Angola é assim uma realidade emergente, existindo ainda constrangimentos inerentes à falta de estruturas materiais, informação e divulgação deste mecanismo, sendo que actualmente existe um elevado desconhecimento das vantagens deste sistema por parte dos cidadãos e das instituições de carácter privado, não potenciando assim o respectivo desenvolvimento. Considerando o aumento do fluxo do investimento estrangeiro no país, bem como a dificuldade dos tribunais judiciais em responderem de forma célere aos litígios a eles submetidos, urge a necessidade de reflectir sobre os actuais contornos da arbitragem e apontar os caminhos que potenciem uma crescente atracção do investimento privado em território angolano. * Notas de rodapé na página 6 da Aware. 5

7 Notas de Rodapé 1 Segundo dados do World Bank (Doing Business em Angola é necessário cumprir um total de 47 procedimentos para executar um contrato (contra os 24 portugueses), sendo que a média de pendência de um procedimento em Tribunal em 1.ª instância ascende a 1011 dias (dados de 2005) contra os 495 dias em Portugal. 2 Nos termos legais, a sentença arbitral deve ser proferida no prazo de 6 meses a contar da data da aceitação do último árbitro designado; não obstante, as partes podem acordar em prorrogar o prazo convencionado. 3 O art. 34.º, n.º 1 da Lei n.º 16/2003 prevê expressamente que a decisão arbitral pode ser anulada pelo Tribunal Judicial com algum dos seguintes fundamentos: a) Não ser o litígio susceptível de solução por arbitragem; b) Ter sido proferida por tribunal incompetente; c) Ter-se operado a caducidade da convenção arbitral; d) Ter sido proferida por tribunal irregularmente constituído; e) Não conter fundamento; f) Ter havido violação dos princípios da igualdade e do contraditório e isso influenciado decisivamente a resolução do litígio; g) Ter o tribunal conhecido questões de que não podia tomar conhecimento ou ter deixado de se pronunciar sobre questões que devia apreciar; h) Não ter o Tribunal, sempre que julgue segundo a equidade e os usos e costumes, nos termos do art. 24.º da presente lei, respeitado os princípios de ordem pública da ordem jurídica angolana. Refira-se ainda que a acção de anulação deve ser intentada perante o Tribunal Supremo, no prazo de 20 dias, contados desde a data da notificação da sentença arbitral. 4 Designadamente quando i) as partes numa convenção de arbitragem tiverem, no momento da conclusão da convenção, os seus estabelecimentos em Estados diferentes; ii) o lugar da arbitragem, o lugar da execução de uma parte substancial das obrigações resultantes da relação jurídica de que emerge o conflito, ou o lugar com o qual o objecto do litígio tenha uma relação mais estreita, se encontre situado fora do Estado no qual as partes têm o seu estabelecimento; iii) as partes tiverem convencionado expressamente que o objecto da convenção de arbitragem tem conexão com mais de um Estado. 5 Nomeadamente, a Convenção de Nova Iorque sobre o Reconhecimento e Execução de Sentenças Arbitrais Estrangeiras de 1958 que regula o reconhecimento da convenção de arbitragem e o reconhecimento e execução das decisões arbitrais estrangeiras. 6 Por outro lado, a Lei de Bases do Investimento Privado (Lei n.º 11/2003 de 13/05), a propósito dos contratos de investimento com o Estado, estatui que embora seja admitida a resolução de litígios por via arbitral, por outro lado, a arbitragem deverá ser realizada em território angolano, sendo a lei aplicável ao contrato a lei angolana, ficando assim fortemente comprometido o carácter da disponibilidade inter-partes, tão caracterizadora do regime da arbitragem. 6

8 Novidades Legais Decreto Presidencial n.º 22/11, de 19 de Janeiro, que aprova o Regulamento das Sociedades Cooperativas de Crédito. Lei n.º 4/11, de 14 de Janeiro, que aprova a Lei sobre Tratados Internacionais. Lei n.º 2/11, de 14 de Janeiro, que aprova a Lei sobre Parcerias Público- Privadas. Resolução n.º 2/11, de 14 de Janeiro, que recomenda ao Governo Executivo a adopção de procedimentos formais de discussão prévia à preparação do Orçamento Geral do Estado. Decreto Presidencial n.º 14/11, de 19 de Janeiro, que aprova o Estatuto Orgânico do Serviço Nacional das Alfândegas. Decreto Presidencial n.º 9/11, de 7 de Janeiro, que cria o Fundo do Ambiente. Decreto Presidencial n.º 8/11, de 7 de Janeiro, que regula o Regime Judicial dos Subsídios Familiares. Decreto Presidencial n.º 11/11, de 1 de Janeiro, que cria o Instituto Nacional de Gestão Ambiental. Decreto Presidencial n.º 5/11, de 6 de Janeiro, que aprova o Estatuto Orgânico do Ministério dos Transportes. Decreto Presidencial n.º 2/11, de 5 de Janeiro, que aprova o Regulamento sobre Relações Comerciais. Decreto Presidencial n.º 1/11, de 3 de Janeiro, que aprova o Estatuto Orgânico do Ministério da Economia. Decreto Executivo n.º 180/10, de 30 de Dezembro, que aprova o Regulamento com as instruções para encerramento do exercício financeiro de Decreto Presidencial n.º 309/10, de 29 de Dezembro, que define as instruções para execução do Orçamento Geral do Estado para Lei n.º 26/10, de 28 de Dezembro, que aprova o Orçamento Geral do Estado para Despacho n.º 291/10, de 22 de Dezembro, que regula a emissão, colocação e resgate de Obrigações do Tesouro. Decreto Executivo n.º 178/10, de 21 de Dezembro, que regula a taxa de juros das Obrigações do Tesouro previstas no Decreto Presidencial n.º 291/10, de 1 de Dezembro. Decreto Presidencial n.º 307/10, de 20 de Dezembro, que aprova a tabela de taxas, licenças, multas e outras receitas a cobrar pelos Órgãos do Poder Local. Decreto Executivo Conjunto n.º 172/10, de 12 de Dezembro, que aprova a lista de actividades proibidas às mulheres. 7

9 Novidades Legais (continuação) Decreto Executivo Conjunto n.º 171/10, de 12 de Dezembro, que aprova a lista de actividades proibidas ou condicionadas a menores. Decreto Presidencial n.º 298/10, de 3 de Dezembro, que cria o Gabinete para a Contratação Pública. Lei n.º 25/10, de 3 de Dezembro, que altera a Lei Orgânica de Processo do Tribunal Constitucional. Lei n.º 24/10, de 3 de Dezembro, que altera a Lei Orgânica do Tribunal Constitucional. Lei n.º 22/10, de 3 de Dezembro, que aprova a Lei dos Partidos Políticos. Decreto Presidencial n.º 292/10, de 2 de Dezembro, que aprova o novo Estatuto Orgânico do Ministério da Educação e do Desporto. Decreto Presidencial n.º 290/10, de 1 de Dezembro, que aprova o novo Estatuto Orgânico do Ministério da Educação. Decreto Presidencial n.º 289/10, de 11 de Novembro, que aprova o Regulamento sobre a Organização, Exercício e Funcionamento do Comércio a Grosso. Decreto Presidencial n.º 288/10, de 11 de Novembro, que aprova o Regulamento sobre o Licenciamento da actividade comercial e prestação de serviços mercantis. Decreto Presidencial n.º 265/10, de 26 de Novembro, que regula os procedimentos administrativos de importações, exportações e reexportações. Decreto Presidencial n.º 263/10, de 25 de Novembro, que aprova o Regulamento sobre a Organização, Exercício e Funcionamento do Comércio a Retalho. Decreto Presidencial n.º 261/10, de 23 de Novembro, que aprova o Estatuto Orgânico do Governo Provincial de Luanda. Decreto Presidencial n.º 260/10, de 19 de Novembro, que aprova o Regime Jurídico de Gestão Hospitalar. Aviso n.º 6/10, de 18 de Novembro, que define as regras do capital social das casas de câmbio autorizadas pelo Banco Nacional de Angola. Decreto Presidencial n.º 253/10, de 16 de Novembro, que cria o Instituto Nacional de Recursos Hídricos. Esta Aware contém informação e opiniões de carácter geral, não substituindo o recurso a aconselhamento jurídico para a resolução de casos concretos. Para esclarecimentos adicionais contacte Angolan Desk: [email protected] Visite o nosso site ABREU ADVOGADOS 2011 ( * ) LISBOA PORTO MADEIRA ANGOLA (EM PARCERIA) MOÇAMBIQUE (EM PARCERIA) 5 LISBOA SEDE * PORTO * MADEIRA * Av. das Forças Armadas, º Rua S. João de Brito, 605 E - 4º Rua Dr. Brito da Câmara, Lisboa, Portugal Porto Funchal Tel.: (+351) Tel.: (+351) Tel.: (+351) Fax.: (+351) Fax.: (+351) Fax.: (+351) [email protected] [email protected] [email protected] ( * ) Actividade certificada nos locais indicados.

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