DIREITO PENAL 2 BIMESTRE Prof. Simone
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- Baltazar Ferreira Vilaverde
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1 DIREITO PENAL 2 BIMESTRE Prof. Simone 03/04/2013 Art. 250 A 285 CAPÍTULO IV DOS CRIMES CONTRA O PÁTRIO PODER, TUTELA CURATELA (objetividade jurídica: regular manutenção do poder familiar) Induzimento a fuga, entrega arbitrária ou sonegação de incapazes Art Induzir menor de dezoito anos, ou interdito, a fugir do lugar em que se acha por determinação de quem sobre ele exerce autoridade, em virtude de lei ou de ordem judicial; // confiar a outrem sem ordem do pai, do tutor ou do curador algum menor de dezoito anos ou interdito,// ou deixar, sem justa causa, de entregá-lo a quem legitimamente o reclame: Pena - detenção, de um mês a um ano, ou multa. Tutela: art C.C e seguintes - é para menor de idade Curatela: art C.C - é determinado pelo magistrado, para administrar bens de pessoa incapaz de fazê-lo, é de ordem matrimonial. Consumação: a) crime material consuma-se com a efetiva fuga do incapaz b) com a efetiva entrega c) momento de recusa Se o pai que tem a guarda temporária do menor, e não entrega o filho a mãe (vice versa), não incorre na primeira conduta deste crime, mas o disposto no art. 359 que é desobediência de ordem judicial. Na segunda conduta, se quem recebe sabe dessa situação irregular é coautor do delito, deve saber da entrega ilegal. Na terceira modalidade, se 3º já não tinha a posse regular dessa criança, incorre no art. 249 (subtração de ioncapazes). Características: Crime comum (pode ser praticado por qualquer pessoa), formal (delito que não exige para sua consumação o efetivo resultado), livre (cometido por qualquer meio), comissivo induzir e confiar, omissivo deixar de entregar, misto cumulativo e alternativo.
2 Subtração de incapazes Art Subtrair menor de dezoito anos ou interdito ao poder de quem o tem sob sua guarda em virtude de lei ou de ordem judicial - principio da subsidiariedade (se o fato não constitui elemento de outro crime). Pena - detenção, de dois meses a dois anos, se o fato não constitui elemento de outro crime. 1º - O fato de ser o agente pai ou tutor do menor ou curador do interdito não o exime de pena, se destituído ou temporariamente privado do pátrio poder, tutela, curatela ou guarda - pai que tem pátrio poder suspenso ou perde, hoje chamado de poder familiar também pode cometer esse crime se ele rouba a criança da casa do responsável legal. 2º - No caso de restituição do menor ou do interdito, se este não sofreu maus-tratos ou privações, o juiz pode deixar de aplicar pena perdão judicial! O juiz deixa de aplicar a pena se o menor não sofreu maus tratos. Neste crime não precisa haver uma deslocação espacial, mas tão somente tirar da esfera de vigilância já configura o crime. Não é admitida a analogia bonan partem do 2º para a 3ª conduta do art. 248, pela justa causa. Ativo: qualquer pessoa Passivo: aquele que tem o incapaz sob a guarda em virtude de lei ou ordem judicial Conduta: subtrair o incapaz da companhia dos pais, tutor ou curador ou mesmo pessoa a quem a lei ou autoridade judicial o confiou; Tipo subjetivo: dolo (saiba) não ter o dolo eventual por decisão do STF; Art. 237 ECA a finalidade neste é diferente, pois neste está presente a finalidade especifica. Art Subtrair criança ou adolescente ao poder de quem o tem sob sua guarda em virtude de lei ou ordem judicial, com o fim de colocação em lar substituto: Pena - reclusão de dois a seis anos, e multa. Caracteristicas: comum, formal, livre, comissivo e excepcionalmente comissivo por omissão TÍTULO VIII Dos crimes contra a incolumidade pública CAPÍTULO I DOS CRIMES DE PERIGO COMUM Crimes contra a incolumidade pública O que é incólume? Aquele que o Estado deve guardar pela segurança, pela isenção de um perigo e pela salubridade de uma coletividade. Então como percebemos aqui o que se tutela é o dever do Estado de proteger a sociedade. Quando essa incolumidade é lesada, o Estado pune.
3 Esses crimes colocam em risco o patrimônio ou a sociedade? Coloca em risco o patrimônio e a integridade física da sociedade. Qual a diferença de crime de perigo concreto e crime de perigo abstrato? Crime de perigo concreto: eu preciso necessariamente de perícia para mostra que houve, preciso demonstrar. Crime de perigo abstrato: o perigo se presume pela lei como resultando de algumas situações elencadas. Ex: a quadrilha é de crime de perigo concreto ou abstrato? Abstrato, pois não preciso de um resultado, é um crime formal, basta a mera intenção. Incêndio Art Causar incêndio, expondo a perigo a vida, a integridade física ou o patrimônio de outrem: Pena - reclusão, de três a seis anos, e multa, de dois a dez contos de réis. O Estado e as pessoas que foram atingidas que serão os lesionados. Esse delito tem como sujeito ativo, qualquer pessoa. Abstrato ou concreto? Concreto, preciso demonstrar o perigo causado pelo incêndio. Não é qualquer foguinho que vai causar o incêndio. Para o fogo devemos considerar como algo (i) difícil de se conter e de (ii) fácil propagação. Quando tenho um delito de perigo concreto, preciso de uma perícia. Pode ser realizada de maneira direta (deixa vestígios) ou indireta (que não deixa vestígios delito transeunte) Aumento da pena Quero matar uma pessoa e colocar fogo dela - homicídio qualificado Fui colocar fogo nela e causei um incêndio na casa dela concurso de crimes, uma ação duas consequências. Causas de aumento de pena 1º As penas aumentam-se de um terço: I - se o crime é cometido com intuito de obter vantagem pecuniária em proveito próprio ou alheio: Ganância. Mas e aquele que bota fogo no carro para obter o seguro do carro? Aquele que destrói coisa própria para obter vantagem em proveito próprio, e adicionalmente colocando em risco a coletividade. Agora de você vai em um lugar isolado e põe fogo no seu carro 171, V. II - se o incêndio é: a) em casa habitada ou destinada a habitação; b) em edifício público ou destinado a uso público ou a obra de assistência social ou de cultura: é o crime qualificado. Não interesse se não tinha ninguém, se estava noite...
4 c) em embarcação, aeronave, comboio ou veículo de transporte coletivo; d) em estação ferroviária ou aeródromo; e) em estaleiro, fábrica ou oficina; f) em depósito de explosivo, combustível ou inflamável; g) em poço petrolífero ou galeria de mineração; h) em lavoura, pastagem, mata ou floresta. 2 - Incêndio culposo: Soltar balão sem autorização é crime! Mas é aquele balão grande, não aquele pequenino, pois ele ascende e já cai. Soltar balão em floresta parece não ser crime, mas conforme o art. 41 da Lei dos crimes ambientais é crime sim. Ah não esta dizendo que é colocar em perigo a vida, não interessa!basta colocar o fogo na floresta ou mata. Características: comum, formal, livre, comissivo e excepcionalmente comissivo por omissão, de perigo comum concreto. Explosão Art. 251: Expor a perigo a vida, a integridade física ou o patrimônio de outrem, mediante explosão, arremesso ou simples colocação de engenho¹ de dinamite² ou de substância de efeitos análogos³: Pena - reclusão, de três a seis anos, e multa, de dois a dez contos de réis. É um crime misto, alternativo. Se ele arremessa necessariamente causa a explosão que não tem o crime misto. ¹O que é engenho? Bomba, aparelho ou máquina. ²O que é dinamite? Nitroglicerina embebida guardada em material sólido. ³Substância de efeitos análogos: TNT 1 : Se a substância utilizada não é dinamite ou explosivo de efeitos análogos. Pena - reclusão, de um a quatro anos, e multa, de um a oito contos de réis. Por isso preciso de uma perícia para dizer o que é ou não é. Aumento de pena 2 As penas aumentam-se de um terço, se ocorre qualquer das hipóteses previstas no 1, n. I, do artigo anterior, ou é visada ou atingida qualquer das coisas enumeradas no n. II do mesmo parágrafo. É um tipo remetido, remete a outro delito. Se eu causo explosão para obter vantagem pecuniária, ou seja, aplicam-se as mesmas causas de aumento do incêndio. Modalidade culposa 3 No caso de culpa, se a explosão (ou seja, exclui o arremesso ou simples colocação) é de dinamite ou substância de efeitos análogos, a pena é de detenção, de seis meses a dois anos; nos demais casos, é de detenção, de três meses a um ano.
5 omissão, de perigo comum concreto Uso de gás tóxico ou asfixiantes Art. 252: Expor a perigo a vida, a integridade física ou o patrimônio de outrem, usando de gás tóxico ou asfixiante. Pena - reclusão, de um a quatro anos, e multa, de um a oito contos. O que é gás tóxico? É toda substancia que se encontra em estado gasoso ou que para ser utilizada deve passar para o estado de gás ou vapor. Mas especificamente ele age por envenenamento causando um intoxicamento no organismo levando a morte ou causando uma lesão. Ex: gás de pimenta, ácido cianídrico, acetona. O que é gás asfixiante? Aquele que atua mecanicamente sobre as vias respiratórias provocando sufocação, dificultando ou impedindo a respiração. Ex: gás lacrimogêneo. A polícia pode ser condenada por isso? Sim. Tem direito de usar? Tem, uma certa quantidade que é permitida para não causar a sufocação. Crime de perigo concreto, pois preciso provar que a incolumidade publica foi atingida. O art. 252 foi parcialmente revogado pelo art. 54 da Lei dos Crimes Ambientais, pois patrimônio de outrem não consta no art. dos crimes ambientais. Art. 54. Causar poluição de qualquer natureza em níveis tais que resultem ou possam resultar em danos à saúde humana, ou que provoquem a mortandade de animais ou a destruição significativa da flora: Pena - reclusão, de um a quatro anos, e multa. E se eu quero matar uma pessoa, a coloco no quarto e jogar acetona? Crime qualificado Coloco-a no andar de um edifício com acetona? Coloco tanto em exposição a vida da comunidade, como também o dolo especifico de matar a pessoa. Uma conduta, dois crimes. Concurso formal. Modalidade culposa Parágrafo único. Se o crime é culposo: Pena - detenção, de três meses a um ano. Das característica: não preciso de um resultado para a lesão, não preciso que alguém desmaie, basta provar que aquele gás é perigoso; o delito admite a culpa; perigo concreto e desta forma necessária a perícia.
6 omissão, de perigo comum concreto. Fabrico, fornecimento, aquisição, posse ou transporte de explosivos ou gás tóxico, ou asfixiante Art Fabricar, fornecer, adquirir, possuir ou transportar, sem licença da autoridade, substância ou engenho explosivo, gás tóxico ou asfixiante, ou material destinado à sua fabricação: Pena - detenção, de seis meses a dois anos, e multa, de um a cinco contos de réis. Aqui temos um crime de perigo abstrato, não precisa expor a perigo as pessoas. Misto alternativo vai responder por um crime só mesmo praticando tudo isso. Engenho e explosivo: existe uma previsão no estatuto de desarmamento. Art. 16, único, III revogou o art. 253, pelo princípio da especificidade, por ter uma lei posterior e especifica para o caso. Mas no que tange a gás toxico e asfixiante não há outra previsão. Se o agente transporta e depois utiliza pelo princípio da consunção aplica-se o 252, pois põem em perigo a coletividade. Características: presume o risco pela pratica de qualquer uma dessas condutas omissão, de perigo comum abstrato, misto alternativo. Inundação Art Causar inundação, expondo a perigo a vida, a integridade física ou o patrimônio de outrem: Pena - reclusão, de três a seis anos, e multa, de dois a dez contos de réis, no caso de dolo, ou detenção, de seis meses a dois anos, no caso de culpa. O que é inundação? É uma grande afluência de água desviada de onde deveria permanecer, natural ou artificialmente, provocando a submersão de um local não preparado ou não designado para recebê-la. Qual a diferença entre inundação e alagamento? Alagamento é aquele que vem por força natural. Crime concreto: preciso comprovar esta inundação e a potencialidade devida atingido de algo maneiro a incolumidade publica. E se a conduta não tinha capacidade para causar isso? Tem outro delito que tem a conduta semelhante, usurpação de água, art. 161, 1, I: quem faz essa inundação pequena para prejudicar o vizinho alheio, vai responder pela usurpação de água. Também poderá responder por crime de dano. Aqui cabe a modalidade omissiva? Sim, o omisso próprio, no qual aquele que tinha o dever de impedir uma inundação e não o fez. Tinha o conhecimento da situação, dever de evitar o resultado e não o fez. Ex: funcionário responsável por fiscalizar uma barragem.
7 Também admite a modalidade culposa. omissão, de perigo comum concreto. Perigo de inundação Art Remover, destruir ou inutilizar, em prédio próprio ou alheio, expondo a perigo a vida, a integridade física ou o patrimônio de outrem, obstáculo natural ou obra destinada a impedir inundação: Pena - reclusão, de um a três anos, e multa, de um a cinco contos de réis. Crime de perigo concreto: preciso comprovar essa perigo. Quando pratico alguma dessas condutas não necessariamente vou promover uma lesão, não necessariamente vou ter o resultado da inundação, até porque se tiver vou responder pelo crime específico ocorrendo a consunção. omissão, de perigo comum concreto, misto alternativo ( o cometimento de uma ou mais condutas provoca a punição por um único crime, desde que no mesmo contexto fático). Desabamento ou desmoronamento Art Causar desabamento ou desmoronamento, expondo a perigo a vida, a integridade física ou o patrimônio de outrem: Pena - reclusão, de um a quatro anos, e multa, de um a dez contos de réis. O que é desabamento? É a queda total ou parcial de uma construção feita pelo homem. O que é desmoronamento? É o deslizamento ainda que parcial do solo. Tem que ser algo volumoso, não é cair um pedacinho do muro, um tijolo, algo que não causa prejuízo a incolumidade. Tem que ser um dano expressivo para configurar o delito. Como pode ser cometido? Pode ser cometido por omissão? Pode! Pessoa deixa de tomar as providências necessárias para não ter esse dano. Modalidade culposa Parágrafo único. Se o crime é culposo: Pena - detenção, de seis meses a um ano. omissão, de perigo comum concreto. Subtração, ocultação ou inutilização de material de salvamento
8 Art Subtrair, ocultar ou inutilizar, por ocasião de incêndio, inundação, naufrágio, ou outro desastre ou calamidade, aparelho, material ou qualquer meio destinado a serviço de combate ao perigo, de socorro ou salvamento; ou impedir ou dificultar serviço de tal natureza: Pena - reclusão, de dois a cinco anos, e multa, de um a oito contos de réis. É um crime misto alternativo: aqui o que a doutrina diz é se essa subtração, ocultação, inutilização tem que ser no momento que esta ocorrendo, ou seja, começou o naufrágio ele pega a boia dele e joga fora todas as outras. Impedir que chegue ajuda no momento de desastre ou calamidade, que outra pessoa socorra as demais. Ex: Ah eu vi que está pegando fogo, mas meu inimigo está lá. Não tenho o dolo de causar, mas tenho o dolo de impedir. Assim temos que analisar se, por ex, a pessoa queria matar e por isso impediu um médico acudir essa pessoa = concurso de crimes homicídio com este art.! omissão, de perigo comum abstrato, misto alternativo ( o cometimento de uma ou mais condutas provoca a punição por um único crime, desde que no mesmo contexto fático). Formas qualificadas de crime de perigo comum Art Se do crime doloso de perigo comum resulta lesão corporal de natureza grave, a pena privativa de liberdade é aumentada de metade; se resulta morte, é aplicada em dobro. No caso de culpa, se do fato resulta lesão corporal, a pena aumenta-se de metade; se resulta morte, aplica-se a pena cominada ao homicídio culposo, aumentada de um terço. Crime preterdoloso: dolo no antecedente e culpa no consequente. O resultado vem por culpa do agente, não necessariamente ele queria o resultado. Difusão de doença ou praga Art Difundir doença ou praga que possa causar dano a floresta, plantação ou animais de utilidade econômica: Pena - reclusão, de dois a cinco anos, e multa, de um a dez contos de réis. Doença é um processo patológico que provoca a morte, destruição ou deterioração de plantas ou animais. Praga é um surto maléfico e transeunte. Modalidade culposa Parágrafo único. No caso de culpa, a pena é de detenção, de um a seis meses, ou multa, de quinhentos mil réis a cinco contos de réis. Qual lei que trata desses delitos? Lei de Crimes Ambientais. Art. 61: assim o art. 259 foi revogado por esse art. 61, embora a pena dos crimes ambientais seja menor. A diferença é que no art. 259 previa a modalidade culposa e agora o art. 61 não prevê. Art. 61. Disseminar doença ou praga ou espécies que possam causar dano à agricultura, à pecuária, à fauna, à flora ou aos ecossistemas:
9 Pena - reclusão, de um a quatro anos, e multa. ART. 260 A 266 SEMINÁRIOS! CAPÍTULO II DOS CRIMES CONTRA A SEGURANÇA DOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO E TRANSPORTE E OUTROS SERVIÇOS PÚBLICOS Perigo de desastre ferroviário Art Impedir ou perturbar serviço de estrada de ferro: I - destruindo, danificando ou desarranjando, total ou parcialmente, linha férrea, material rodante ou de tração, obra de arte ou instalação; II - colocando obstáculo na linha; III - transmitindo falso aviso acerca do movimento dos veículos ou interrompendo ou embaraçando o funcionamento de telégrafo, telefone ou rádio-telegrafia; IV - praticando outro ato de que possa resultar desastre: Pena - reclusão, de dois a cinco anos, e multa, de dois a dez contos de réis. Desastre ferroviário 1 Se do fato resulta desastre: Pena - reclusão, de quatro a doze anos, e multa, de dois a dez contos de réis. 2 No caso de culpa, ocorrendo desastre: Pena - detenção, de seis meses a dois anos. 3 Para os efeitos deste artigo, entende-se por estrada de ferro qualquer via de comunicação em que circulem veículos de tração mecânica, em trilhos ou por meio de cabo aéreo. omissão, de perigo comum concreto, misto alternativo ( o cometimento de uma ou mais condutas provoca a punição por um único crime, desde que no mesmo contexto fático). Atentando contra a segurança de transporte marítimo, fluvial ou aéreo Art Expor a perigo embarcação ou aeronave, própria ou alheia, ou praticar qualquer ato tendente a impedir ou dificultar navegação marítima, fluvial ou aérea: Pena - reclusão, de dois a cinco anos. Sinistro em transporte marítimo, fluvial ou aéreo 1º Se do fato resulta naufrágio, submersão ou encalhe de embarcação ou a queda ou destruição de aeronave: Pena - reclusão, de quatro a doze anos. Prática do crime com o fim de lucro
10 2 Aplica-se, também, a pena de multa, de cinco contos a quinze contos de réis, se o agente pratica o crime com o intuito de obter vantagem econômica, para si ou para outrem. Modalidade culposa 3 No caso de culpa, se ocorre o sinistro: Pena - detenção, de seis meses a dois anos. omissão, de perigo comum concreto, misto alternativo ( o cometimento de uma ou mais condutas provoca a punição por um único crime, desde que no mesmo contexto fático). Atentado contra a segurança de outro meio de transporte Art Expor a perigo outro meio de transporte público, impedir-lhe ou dificultar-lhe o funcionamento: Pena - detenção, de um a dois anos. 1 Se do fato resulta desastre, a pena é de reclusão, de dois a cinco anos. 2 No caso de culpa, se ocorre desastre: Pena - detenção, de três meses a um ano. omissão, de perigo comum concreto, misto alternativo ( o cometimento de uma ou mais condutas provoca a punição por um único crime, desde que no mesmo contexto fático). Forma qualificada Art Se de qualquer dos crimes previstos nos arts. 260 a 262, no caso de desastre ou sinistro, resulta lesão corporal ou morte, aplica-se o disposto no art Arremesso de projétil Art Arremessar projetil contra veículo, em movimento, destinado ao transporte público por terra, por água ou pelo ar: Pena - detenção, de um a seis meses. Parágrafo único. Se do fato resulta lesão corporal, a pena é de detenção, de seis meses a dois anos; se resulta morte, a pena é a do art. 121, 3, aumentada de um terço. omissão, de perigo comum abstrato. Atentado contra a segurança de serviço de utilidade pública Art Atentar contra a segurança ou o funcionamento de serviço de água, luz, força ou calor, ou qualquer outro de utilidade pública: Pena - reclusão, de um a cinco anos, e multa, de um a cinco contos de réis. omissão, de perigo comum abstrato.
11 Interrupção ou perturbação de serviço telegráfico ou telefônico Art Interromper ou perturbar serviço telegráfico, radiotelegráfico ou telefônico, impedir ou dificultar-lhe o restabelecimento: Pena - detenção, de um a três anos, e multa, de um a cinco contos de réis. Parágrafo único. Aplicam-se as penas em dobro, se o crime é cometido por ocasião de calamidade pública. omissão, de perigo comum abstrato, misto alternativo (o cometimento de uma ou mais condutas provoca a punição por um único crime, desde que no mesmo contexto fático) CAPÍTULO III DOS CRIMES CONTRA A SAUDE PÚBLICA Crimes de epidemia Art. 267: Causar epidemia, mediante a propagação de germens patogênicos: Pena - reclusão, de cinco a quinze anos. Um surto de uma doença transitória que ataca simultaneamente número indeterminado de pessoas de certa localidade. Diferente da epidemia temos a endemia, moléstia infecciosa que ocorre habitualmente de maneira significativa em uma determina população. Mirabetti diz que precisa de algo a mais que a epidemia, ou seja, que tenha algo que gere dano. Essa explicação dele contradiz o que a doutrina defende, que é um crime abstrato. Mas ele da uma voltinha, e diz concordo que é crime abstrato, mas a questão é que é necessário algo a mais, como um dano. Obs: Pandemia: mais de uma epidemia. 1 Se do fato resulta morte, a pena é aplicada em dobro: não precisa gerar mortes, basta uma morte apenas ser aplicado o dobro da pena! (de 20 a 30 anos). 2 No caso de culpa, a pena é de detenção, de um a dois anos, ou, se resulta morte, de dois a quatro anos (me ferro). Epidemia é crime hediondo? Não, mas é crime hediondo a epidemia com resultado de morte (lei dos crimes hediondos, art. 1, VII). Características: comum, material (delito que exige o resultado naturalístico, em haver epidemia, que por si só já é atentatório a saúde pública), vinculado (somente pode ser cometido por propagação de germes
12 patogênicos), comissivo e excepcionalmente omissivo impróprio ou comissivo por omissão, de perigo comum concreto. Infração de medida sanitária preventiva Art Infringir determinação do poder público, destinada a impedir introdução ou propagação de doença contagiosa: Pena - detenção, de um mês a um ano, e multa, de duzentos mil réis a três contos de réis (ninguém acaba se preocupando, uma pena muito baixa) Não é epidemia, mas esta diretamente ligada. É uma norma penal em branco! Eu preciso saber o que é uma determinação administrativa. Tenho a conduta de infringir e assim trata de crime abstrato, não preciso da comprovação do dano, que houve contaminação ou propagação de doença contagiosa. Basta ter o descumprimento de uma medida administrativa, preventiva sanitária. Preciso de perícia, para saber se houve infração a determinação do poder publico. Mas isso é sempre? Não. Onde vemos esse tipo de delito? Abate de animal, reutilização da agulha hipodérmica (elas devem ser quebradas, não podem ser reutilizadas). Parágrafo único. A pena é aumentada de um terço, se o agente é funcionário da saúde pública ou exerce a profissão de médico, farmacêutico, dentista ou enfermeiro: tenho única previsão do CP em que a pena é aumentada em razão da profissão. Esses profissionais tem um dever funcional de impedir a infração de medidas administrativas de prevenção de sanitária. Características: comum, formal, comissivo e excepcionalmente omissivo impróprio ou comissivo por omissão, de perigo comum abstrato. Omissão de notificação de doença Art. 269: Deixar o médico de denunciar à autoridade pública doença cuja notificação é compulsória: Pena - detenção, de seis meses a dois anos, e multa, de quinhentos mil réis a três contos de réis. Deixar crime omissivo Médico crime próprio Doenças cuja notificação é compulsória Normal Penal em Branco. Quando se consume esse delito próprio com norma penal em branco? Quando dá o decurso do prazo para notificação dessa doença. Entretanto, a portaria n 2048/09 traz um rol que diz que a notificação será de 24h e ainda prevê alguns especiais como a tuberculose 10 dias. O medico comete esse delito, mesmo não conhecendo o paciente, não tem contato? Sim, às vezes esse médico é chefe da área.
13 Concurso formal com a epidemia: omisso de notificação e dar alta ao paciente. Outra coisa: DR eu tenho AIDS, mas a minha família não pode saber, ela tem preconceitos. E agora qual deve ser a conduta do médico, sendo que a AIDS é uma doença de notificação compulsória? Contra o médico art. 154 segredo de sigiloso profissional: estaria o médico infringindo art. 154? Não, pois além de termos a justa causa¹, temos uma determinação que obriga a notificação pelo médico². Qualquer médico, não necessariamente só o infecto, para notificação a doença. Quem responde? O médico, o chefão dos médicos. E os enfermeiros, estagiários? Não tem previsão penal sobre o código, mas querendo ou não, é contra a ética deles. Ao menos o enfermeiro deve fazer um protocolo que tomou ciência da doença infectocontagiosa e etc. é melhor pecar pelo excesso. Características: próprio, de mera conduta, vinculado (por meio do não envio da notificação à autoridade pública), omissivo, de perigo comum abstrato. Envenenamento de água ou de substancia alimentícia ou medicinal Art. 270: Envenenar água potável, de uso comum ou particular, ou substância alimentícia ou medicinal destinada a consumo: Pena - reclusão, de cinco a quinze anos. O que é uso comum? Uso da coletividade. O que é veneno? É toda substancia orgânica ou inorgânica que provoca uma intoxicação no organismo. Essa intoxicação pode imediata ou não. Não é necessário que seja mortal, tem alguns que não levam a morte. Envenenar água, mesmo que não cause morte, alimento ou medicinal, a pena será de reclusão de 10 a 15. É a mesma pena da epidemia. Agora, esse art. 270 no que diz respeito a envenenar água potável, em qual instrumento normativo temos algo semelhante? Na lei dos crimes ambientais. Poluição em água! E ai como fica? O art. 270 é válido na substancia alimentícia ou medicinal destinado a consumo. Excluímos o envenenamento de água potável, pois esse foi revogado pelo art. 54 por Lei dos crimes ambientais. Art. 54. Causar poluição de qualquer natureza em níveis tais que resultem ou possam resultar em danos à saúde humana, ou que provoquem a mortandade de animais ou a destruição significativa da flora: Pena - reclusão, de um a quatro anos, e multa. Substância alimentícia? Substância líquida ou sólida que se destina a alimentação humana. Substância medicinal? Uso interno ou externo para cura, tratamento ou prevenção de doenças. Ex: xarope
14 Crime de perigo abstrato: não precisa do dano, pois pode causar intoxicação, mas na outra pessoal por ex não causou. A vigilância vai ver que o produto estava envenenado. Na medicinal precisaremos de uma perícia para ver se aquela substancia era um veneno. 1 Está sujeito à mesma pena quem entrega a consumo ou tem em depósito, para, o fim de ser distribuída, a água ou a substância envenenada - dolo específico. Ex: eu conheço alguém que além de envenenar, vendeu a substância também, entregou a consumo (pode ser inclusive gratuita, nem sempre será venda). O cara responde pelo o que? Trata-se de crime progressivo. Eu não posso condenar duas vezes, vou aplicar a causa de aumento do crime continuado daquele que envenenar com intenção de vender ou distribuir amostra grátis. É um pós-fato imponível. Ex: é o latrocínio, pouco importa se o cara voltou e pegou o relógio, chutar cachorro morto. O momento que envenenei já respondo pelo art. 270, se coloquei por consumo, não posso apenar o agente duas vezes. Poderia ser bis in idem até. O que eu estou punindo é daquele que não envenenou, se envenenou é o cara do caput. Modalidade culposa 2 Se o crime é culposo: Pena - detenção, de seis meses a dois anos. omissão, de perigo comum abstrato. Corrupção ou poluição de água potável Art Corromper ou poluir água potável, de uso comum ou particular, tornando-a imprópria para consumo ou nociva à saúde: Pena - reclusão, de dois a cinco anos. Modalidade culposa Parágrafo único. Se o crime é culposo: Pena - detenção, de dois meses a um ano. omissão, de perigo comum abstrato. Art Corromper, adulterar ou falsificar substância alimentícia ou medicinal destinada a consumo, tornando-a nociva a saúde: Pena - reclusão, de dois a seis anos, e multa, de cinco a quinze contos de réis. Crime de perigo abstrato. Gerar dano a saúde ou tiver diminuído o caráter nutritivo respondo pelo CP, art, 272 Os demais casos respondo pelo não preciso ter comprovar a lesividade ou diminuição do valor nutritivo. l Está sujeito à mesma pena quem vende, expõe à venda, tem em depósito para vender ou, de qualquer forma, entrega a consumo a substância corrompida, adulterada ou falsificada.
15 Modalidade culposa 2 Se o crime é culposo: Pena - detenção, de seis meses a um ano, e multa, de quinhentos mil réis a dois contos de réis. Tenho que analisar o que no caput é vai ser uma modalidade culposa. omissão, de perigo comum abstrato. Alteração de substância alimentícia ou medicinal Art Alterar substância alimentícia ou medicinal: I - modificando-lhe a qualidade ou reduzindo-lhe o valor nutritivo ou terapêutico; II - suprimindo, total ou parcialmente, qualquer elemento de sua composição normal, ou substituindoo por outro de qualidade inferior: Pena - reclusão, de um a três anos, e multa, de um a cinco contos de réis. Qual a diferença com o art. 272? O 272 diz tornando nocivo, o art. 273 não diz nada, diz que falsificar medicamento responde pelo art Não precisa ser nocivo, causar dano. 1 Na mesma pena incorre quem vende, expõe à venda, tem em depósito para vender ou, de qualquer forma, entrega a consumo a substância alterada nos termos deste artigo. Esse é o cara que não falsificou e vendeu. 1 -A: Incluem-se entre os produtos a que se refere este artigo os medicamentos, as matérias-primas, os insumos farmacêuticos, os cosméticos, os saneantes e os de uso em diagnóstico. Ex: falsificar batom é pena de 10 a 15 anos? Qual é a nocividade que um batom pode ter? Sim, é uma novidade pode da uma alergia, que cause sufocação e leve a morte. Responda: art. 273, 1 A e além disso trata-se de crime hediondo. 1-B: Está sujeito às penas deste artigo quem pratica as ações previstas no 1º em relação a produtos em qualquer das seguintes condições I - sem registro, quando exigível, no órgão de vigilância sanitária competente: norma penal em branco. II - em desacordo com a fórmula constante do registro previsto no inciso anterior; III - sem as características de identidade e qualidade admitidas para a sua comercialização; IV - com redução de seu valor terapêutico ou de sua atividade; V - de procedência ignorada; VI - adquiridos de estabelecimento sem licença da autoridade sanitária competente. É um crime de perigo abstrato.
16 Condutas são apenas da mesma forma independente do produto ser falsificado ou não. O que se questiona nesse art. é aplicar a mesma pena a um comerciante que importa um produto desse equiparado como se vendesse produto falsificado. omissão, de perigo comum abstrato, misto alternativo Emprego de processo proibido ou de substância não permitida Art Empregar, no fabrico de produto destinado a consumo, revestimento, gaseificação artificial, matéria corante, substância aromática, anti-séptica, conservadora ou qualquer outra não expressamente permitida pela legislação sanitária: Pena - reclusão, de 1 (um) a 5 (cinco) anos, e multa. qualquer outra norma penal genérica de encerramento. legislação sanitária norma penal em branco Se a substancia que recebe esse produto for alimentícia, aplicaremos o art. 272 e 273. omissão, de perigo comum abstrato. Invólucro ou recipiente com falsa indicação Art. 275: Inculcar, em invólucro ou recipiente de produtos alimentícios, terapêuticos ou medicinais, a existência de substância que não se encontra em seu conteúdo ou que nele existe em quantidade menor que a mencionada: Pena - reclusão, de 1 (um) a 5 (cinco) anos, e multa Inculcar: colocar Invólucro: tudo aquilo que serva para encerrar oi conter alguma coisa, como capa plástica ou de papel. Esse delito poderia estar previsto onde? No CDConsumidor. Art. 63 e art.66 ao 68do CDC: propaganda enganosa ou abusiva, mas o CDC tutela a relação fornecedor x consumidor e em penal estamos tratando dos crimes de alimentos. omissão, de perigo comum abstrato. Produto ou substância nas condições dos dois artigos anteriores Art Vender, expor à venda, ter em depósito para vender ou, de qualquer forma, entregar a consumo produto nas condições dos arts. 274 e 275. Pena - reclusão, de 1 (um) a 5 (cinco) anos, e multa.
17 É um tipo penal remissivo, pois nos remete a leitura dos art. 274 e 275. Para aquele produtos que estão em desacordo com os requisitos e com a embalagem diversa. Quem pratica? Qualquer pessoa! Assim, aquele que pratica uma vez já cometeu o crime, não precisa ser reincidente da prática. É um crime misto cumulativo. Falsidade de Whisky art. 274 Aquele que vende art. 275 Características: tipo remetido, comum, formal, livre, comissivo e excepcionalmente omissivo impróprio ou comissivo por omissão, de perigo comum abstrato. Substância destinada à falsificação Art Vender, expor à venda, ter em depósito ou ceder substância destinada à falsificação de produtos alimentícios, terapêuticos ou medicinais:(redação dada pela Lei nº 9.677, de ) Pena - reclusão, de 1 (um) a 5 (cinco) anos, e multa Nucci: Elemento subjetivo do injusto. Ele questiona o porque temos que ter uma substancia destinada à falsificação? Se não for específico, não haverá crime, pois há muita pouca substancia considerada desse tipo. omissão, de perigo comum abstrato, misto alternativo. Outras substâncias nocivas à saúde pública Art Fabricar, vender, expor à venda, ter em depósito para vender ou, de qualquer forma, entregar a consumo coisa ou substância nociva à saúde, ainda que não destinada à alimentação ou a fim medicinal: Pena - detenção, de um a três anos, e multa. Outra substancia : nem alimentícia, nem medicinal. Uma caneta BIC pode ser nociva? Sim. Açúcar pode ser nocivo? Sim, imagine fornecer açúcar para uma pessoa diabética. Mas essa nocividade deve ser inerente ao produto e não ser nociva em razão de usarmos de determinada forma, de determinado jeito. Ela tem que ser nociva em sua característica finalística. O CDC traz a necessidade de expressa indicação da nocividade. Art. 243 do ECA: para criança e adolescente não pode ser entregue nada, até caneta BIC. O ECA considera até se o produto não tem finalidade nociva e seu uso em determina ocasião pode ser nocivo. Ex: Telha de amianto, foi contatado que ela causava o câncer, se vende rum telha dessa responde pelo tipo. Modalidade culposa Parágrafo único - Se o crime é culposo:
18 Pena - detenção, de dois meses a um ano. omissão, de perigo comum abstrato. Medicamento em desacordo com receita médica Art Fornecer substância medicinal em desacordo com receita médica: Pena - detenção, de um a três anos, ou multa. Qualquer um que tiver a obrigatoriedade de ler um receita médica Obs¹: Não é crime próprio. Pode ser praticado pelo farmacêutico, pelo auxiliar de farmacêutico e etc. Obs²: o que é estar em desacordo? A pessoa que lê a receita não pode agir arbitrariamente: quer o genérico desse principio ativo? Obs³: quando diz receita médico, é aquele receita descrita por um médico, não por um dentista, por ex. Obs: art. 38 da Lei único tipo penal que prevê no caput a modalidade culposa. Não existe desculpa médica no quesito de excesso de medicamentos. omissão, de perigo comum abstrato. Exercício ilegal da medicina, arte dentária ou farmacêutica Art Exercer, ainda que a título gratuito, a profissão de médico, dentista ou farmacêutico, sem autorização legal ou excedendo-lhe os limites: Pena - detenção, de seis meses a dois anos. Sujeito ativo: aquele que exerce sem autorização legal ou aquele que tem autorização, excede os limites. Ou seja, aqui temos dois tipos de sujeito ativos. Art. 5, XIII: aquele que exceder. Um clinico geral que diz ser cirurgião plástico ou dentista que se diz cirurgião Médico com o CRM suspenso por decisão judicial? Responde pelo art. 139 desobediência de ordem judicial. Eu dentista vejo pegar fogo, sei o que deve ser feito, mas agiria com excesso, poderia? Sim, está em um situação de necessidade e sabe as medidas que poderão ser tomadas para a solução. Parteira: não é permitida a parteira sem a presença de um médio. Mesmo que o casal opte por uma parteira tem que ligar no hospital e solicitar o encaminhamento de um médico para o parto. Parágrafo único - Se o crime é praticado com o fim de lucro, aplica-se também multa. Características: comum na primeira parte do tipo e próprio na segunda, formal, livre, comissivo e excepcionalmente omissivo impróprio ou comissivo por omissão, de perigo comum abstrato.
19 Charlatanismo Art Inculcar ou anunciar cura por meio secreto ou infalível: Pena - detenção, de três meses a um ano, e multa. É o chamado estelionatário da medicina. Aqui se emprega a fraude da saúde publica, da coletividade. Diz possuir a cura por meio secreto ou infalível. Estamos falando em lucro nesse tipo? Não, mas se obter lucro com esse charlaterismo responde pelo art art O cara que vende várias ervas lá no mercadão? Não responde pelo crime, salve se anuncia a promessa de cura. Não é um crime habitual. omissão, de perigo comum abstrato. Curandeirismo Art Exercer o curandeirismo: I - prescrevendo, ministrando ou aplicando, habitualmente, qualquer substância; II - usando gestos, palavras ou qualquer outro meio; III - fazendo diagnósticos: Pena - detenção, de seis meses a dois anos. Exercer crime habitual. CURANDERISMO? Cura por métodos grosseiros e empíricos. Qual a consequência? Quando procuramos um curandeiro, estamos deixando de procurar um profissional de verdade. I qualquer outro meio: norma penal genérica de encerramento. Tipo misto cumulativo. Ex: faz um diagnostico e ministra o medicamento responde pelo inciso I e III. Qualificadora Parágrafo único - Se o crime é praticado mediante remuneração, o agente fica também sujeito à multa. O curandeiro não tem má-fé de saber que está enganado, mas a ignorância de saber que está enganado. Características: comum, formal, vinculada (delito que só pode ser cometido pelo meio eleito pelo tipo penal), comissivo e excepcionalmente omissivo impróprio ou comissivo por omissão, habitual, de perigo comum abstrato.
20 Forma qualificada Art Aplica-se o disposto no art. 258 aos crimes previstos neste Capítulo, salvo quanto ao definido no art Admite tratarmos os casos com o preterdolo exceto a epidemia. (pois essa já tem o estado morte). Características: tipo remetido, nos remete ao art. 258 e art. 267.
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