Laboratório de Electrónica Geral
|
|
|
- Ayrton da Conceição Sacramento
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1
2 Laboratório de Electrónica Geral TRANSISTORES METAL-ÓXIDO-SEMICONDUTOR (HEF 4007) Inversor CMOS I. Objetivos O objetivo do trabalho é estudar as características principais que definem o funcionamento de um inversor CMOS, que é o elemento básico dos circuitos CMOS, quer em aplicações digitais quer em analógicas como amplificador. Primeiro, é efetuado um estudo analítico, usando apenas as relações teóricas clássicas i D (v GS, v DS ) para um transístor MOS em cada zona de funcionamento. Depois, com o recurso a ferramentas de CAD (computer aided design - projeto assistido por computador), são verificadas por simulação computacional as condições de funcionamento dum inversor excitado por um sinal forte (varrimento em DC), por um sinal sinusoidal em regime linear (AC sinal fraco no domínio da frequência) e por uma onda quadrada (sinais fortes em regime de comutação no domínio do tempo). Para o efeito usam-se modelos dos transístores para o simulador PSPICE que é utilizado em modo DC sweep,.ac e.trans, respetivamente. Finalmente, a concluir, são verificadas experimentalmente numa placa de montagem laboratorial algumas das características do inversor e a validade dos parâmetros dos modelos disponíveis. Note-se que os parâmetros dos modelos correspondem a valores típicos (médios). No entanto, como em todos os componentes eletrónicos, há uma elevada dispersão de valores dos parâmetros dos modelos, devido á tolerância dos processos de fabrico dos componentes e circuitos. II. Estudo analítico Considere o circuito do inversor CMOS da Figura II.1(a). Este é constituído por dois transístores MOS complementares de reforço, NMOS (T 1 ) e PMOS (T 2 ), com os terminais de fonte ligados aos respectivos terminais de substrato, não havendo assim efeito de corpo. Para construir este circuito utilizar-se-á um dos pares de transístores complementares existentes no circuito integrado (CI) monolítico HEF4007 cujas características de catálogo se apresenta no Anexo 1. Apresenta-se na Figura II.1(b) o esquema elétrico do CI HEF4007, Figura 1 do Anexo
3 V DD T 2 v I v O T 1 V SS (a) (b) Figura II.1 (a) Circuito inversor CMOS e (b) esquema elétrico do CI HEF 4007 Note-se que este circuito integrado inclui 3 pares de transístores MOS complementares: nos 3 pares de transístores as portas dos dois transístores estão ligadas internamente (terminais 3, 6 e 10), e os substratos dos transístores N ou P estão todos interligados (terminal 7 ou 14 respetivamente). Um dos pares, o que está mais à esquerda, tem as portas ligadas ao terminal 6 e ambas as fontes ligadas ao respectivo substrato (v SB =0, sem efeito de corpo), por isso será o utilizado neste trabalho para realizar o circuito da Figura II.1(a). Outro dos pares, o que está ao centro, tem as portas ligadas ao terminal 3 e tem as fontes e os drenos independentes (terminais 1, 2, 4 e 5), para poder ser utilizado em portas lógicas não elementares. O terceiro par, o mais à direita, tem as portas ligadas ao terminal 10 e tem os drenos interligados (terminal 12) estando pois montados como num inversor CMOS. 1. Trace a característica de transferência v O (v I ) do circuito da Figura II.1(a), para V SS < v I < V DD, recorrendo aos modelos simplificados para regime quase estático de cada um dos transístores [i G = 0 e i D (v DS, v GS )], obtidos com base nos parâmetros da Tabela II.1: k = (KP/2) (W/L) e V t = VTO. Quanto ao parâmetro λ, nesta fase considera-se lambda = 0, para simplificar os cálculos. As tensões de alimentação V SS e V DD, têm os valores dados na Tabela II.2, realçando-se que para todos os grupos V SS = 0 para só terem de utilizar uma fonte DC na fase experimental. Determine os pontos desta característica onde tem lugar a alteração dos modos de operação (corte, saturação e tríodo) de cada um dos dois transístores. Compare a curva obtida com as fornecidas pelo fabricante (anexo I Figuras 3, 4 ou 5). O fabricante não fornece curvas para todos os valores de V DD especificados na Tabela II.2 mas é lícito obter um andamento para valores intermédios de V DD fazendo uma interpolação, como se pode verificar das curvas do anexo
4 Tabela II.1 Especificações gerais dos modelos dos transístores do circuito integrado HEF 4007 Modelo dos transístores MOS a utilizar nos cálculos e simulação com PSPICE NMOS.MODEL N4007 NMOS (TOX=70N KP=73u VTO=*V GAMMA=2.0 CBD=0.2p CBS=0.2p MJ=0.75 L=5u W=100u LAMBDA=20m) PMOS.MODEL P4007 PMOS (TOX=70N KP=16u VTO=*V GAMMA=1.0 CBD=0.2p CBS=0.2p MJ=0.75 L=5u W=300u LAMBDA=20m) É introduzido no LTspice através de duas linhas adicionais no ficheiro LTSPICE4/lib/cmp/standard.mos com a descrição acima apresentada * Ver tabela II Considerando o valor de lambda dado na Tabela II.1, e que permite calcular o parâmetro r o do modelo dinâmico dos TECMOS válido para sinais fracos, obtenha uma estimativa do ganho a meio da zona onde o inversor pode operar como amplificador, a partir de uma análise incremental (AC; A v = V o / V i ). Compare este valor com o obtido a partir da curva típica do ganho em função da tensão de alimentação V DD (supondo V SS =0) Figura 6 do Anexo 1 (varrimento DC; A V = v O / v I = v O / v I vi = V I ). 3. A partir da característica v O (v I ) obtida no ponto 1, obtenha graficamente uma estimativa das margens de ruído do inversor, quando funciona como circuito lógico básico, bem como das tensões limites destas margens de ruído. Considere o limite inferior da tensão v I que leva a saída v O ao nível lógico 0 e o limite superior de v I que mantém a saída v O no nível 1 definidos pelos pontos onde o ganho de tensão é igual a 1, isto é, os pontos da característica de transferência de tensão v O (v I ) que limitam a zona onde o inversor tem ganho maior do que 1 (opera como amplificador). Esta é uma das formas de definir as margens de ruído. Se no traçado do gráfico se usou escalas idênticas para v I e v O, estes são os pontos da curva v O (v I ) onde a tangente à curva tem uma inclinação de 45º
5 Tabela II.2 Especificações dependentes da turma e grupo V TO dos transístores do circuito integrado HEF 4007 e tensões de alimentação (Atenção: não se esquecer que V Tp <0) Turma V TOn (V) V TOp (V) Grupo V DD (V) V SS (V) 2ªf 15h 2,0 1, ªf 17h I 1,8 2, ªf 17h II 1,6 1, ªf 14h30 1,6 2, III Trabalho de simulação 1. DC sweep - Utilizando os modelos disponíveis para os transístores do circuito integrado HEF 3046 para o Pspice (tabelas II.1 e II.2), obtenha por simulação a característica v O (v I ) do circuito da Figura II.1, fazendo um varrimento da tensão v I de 0 a V DD (DC sweep com gerador v I do tipo VDC). Admita sempre a saída em aberto. 2. DC sweep - Obtenha também o gráfico da derivada dv O / dv I com o comando Add Traces e recorrendo à função D( ) cujo argumento é a tensão do nó correspondente a v O. Atenção que não necessita de fazer nova simulação já que o spice tem um ficheiro com os valores da função v O (v I ) e agora é apenas necessário processá-los para se obter a derivada. Obtenha o valor de v I (V IMAX ) para o qual o módulo do ganho de tensão incremental é máximo (A Vmax = dv O / dv I max ). Nestas condições quais são os PFRs dos dois transístores MOS: V GS1, I D1, V DS1, V SG2, I D2 e V SD2. Note que, a curva v O (v I ) tem uma derivada com v I muito elevada na zona central pelo que deve ter de fazer um zoom na zona de ganho máximo. 3. AC sweep - Obtenha também por simulação, mas agora em regime AC (AC sweep com gerador v I do tipo VAC), o ganho em sinais fracos em função da frequência (varrimento na frequência) para o ponto de funcionamento em repouso (PFR) de ganho máximo obtido na alínea anterior (V IMAX ) e que corresponde mais ou menos a meio da zona de transição entre os estados 1 e 2 do inversor (zona de funcionamento do inversor como amplificador). Para o efeito aplique na entrada v I um gerador com duas componentes, uma alternada sinusoidal (AC: que pode colocar igual a 1V de amplitude máxima) e outra contínua (DC: tensão de desvio offset que coloca igual ao valor que corresponde ao ganho máximo V IMAX ). Note que esta segunda componente de v I está a - 4 -
6 impor o PFR: uma tensão contínua em V GS1 e V SG2. Considere que o inversor está terminado na saída (impedância de carga) por uma capacidade de C = 11 pf em paralelo com uma resistência de 1MΩ (impedância de entrada do osciloscópio) adicionalmente a uma capacidade em paralelo referente ao cabo coaxial (cabo RG58 cerca de 30pF / pé, ou seja cerca de 100pF / m). Os cabos existentes no laboratório cerca de 1 metro de comprimento. Verifique se o osciloscópio, que utilizará na parte experimental deste trabalho laboratorial tem estes valores de impedância de entrada. Caso contrário, utilize os valores nele especificados. Faça um varrimento na frequência de forma a conseguir detectar as frequências de corte a -3dB do ganho de tensão do inversor: frequência de corte inferior f L (start frequency < f L /10) e superior f H (stop frequency > 10 f H ). Compare o valor do ganho máximo obtido com o calculado na alínea anterior. 4. Transient - Aplique à entrada do circuito da Figura I.1 uma onda trapezoidal de amplitude máxima v OH = V DD e mínima v OL = V SS, com tempos de subida (t r ) e descida (t f ) muito mais rápidos que os tempos de transição entre estados previstos para o inversor CMOS com uma carga capacitiva de 50pF (condições da tabela da página 3 do anexo e condições de medida no laboratório, como se referiu atrás) e com uma duração de cerca de 0,5µs em cada estado (1µs de período frequência de repetição de 1MHz). Obtenha por simulação a curva de v O (t), e desta obtenha os tempos de comutação de subida (t ro rise time) e de descida (t fo fall time), bem como os tempos de atraso de propagação (t dhl e t dlh delay time) do inversor. Para o efeito deve efectuar uma simulação em regime transitório (domínio do tempo) Transient com um gerador v I do tipo VPULSE
7 V IH (V IH +V IL ) / 2 V IL 0 t D pwd per t dhl t dlh t fo t ro Figura III.1 Tensão típica de entrada e de saída de um inversor Com este tipo de gerador, para obter a forma de onda de v I pretendida, tem de especificar as tensões V1 (nível 0) e V2 (nível 1 - impulso) e os tempos TD (delay: atraso em relação à origem dos tempos), TR (rise: tempo de subida mas ideal - 0 a 100%), TF (fall: tempo de descida mas ideal - 0 a 100%), PW (pulse width: duração do impulso nível 1) e PER (período) que se relacionam com as grandezas indicadas na Figura III.1 da seguinte forma: V1 = V IL, V2 = V IH, TD = t d, TR = t r, TF = t f, PW = pw e PER = per. Os tempos TD, TR e TF na variação trapezoidal, como esta é uma variação ideal, não há necessidade de se definir a variação de 10% e, ou 90% por não haver ambiguidade na definição do tempo inicial e final das transições. Deste modo, na especificação de VPULSE no Spice medem-se relativamente ao instante em que se inicia e, ou termina a transição (0% a 100%). Compare os valores obtidos por simulação com os valores fornecidos pelo fabricante (anexo 1 página 3). Para o efeito a simulação deve ser feita com uma carga de 50pF. Confirme que utilizou t r << t fo e t f << t ro. Senão, sugere-se que repita a simulação para garantir estas duas desigualdades, e assim todos os tempos medidos serem essencialmente devidos às características reais do inversor e não dependerem do sinal aplicado v I
8 IV. Trabalho experimental Efectue a montagem do inversor CMOS da Figura II.1 usando a base de montagem TEE 03 representada na Figura IV.1 que contem um circuito integrado HEF4007 e duas resistências R 1 = 22kΩ e R 2 =100kΩ com um ponto médio comum. Neste trabalho vai usar os transístores T1 e T2 que já têm os substratos ligados às fontes. Não deve utilizar os outros transístores. Figura IV.1 Base de montagem TEE 03 ATENÇÃO: Antes de ligar a fonte de alimentação DC, conecte o terminal VDD (terminal 14 do CI HEF4007) ao terminal positivo da fonte de tensão V DD e a referência (terminal 7 do CI HEF 4007) ao terminal negativo. O terminal negativo tem de ser ligado ao terminal de referência da fonte de tensão. Como indicado na nota da página 8 do anexo, se não se efectuarem previamente estas ligações, pode-se deteriorar definitivamente o circuito integrado (CI). Ligue o gerador de sinais e as duas entradas do osciloscópio à base de montagem da Figura IV.1 de acordo com o esquema da Figura IV
9 V DD v I + - gerador v 0 V SS CH1 OSC. CH2 Figura IV.2 Montagem para teste dum inversor CMOS 1. Na primeira parte das medidas o gerador v I é um gerador de funções. Ajuste o gerador de funções para um sinal de saída sinusoidal de 100Hz. Como tem uma alimentação DC assimétrica, V SS =0, ajuste a tensão de desvio (offset) do gerador para V DD /2 e a amplitude máxima deve ser igual a V DD /2, isto é, v I varia de 0 a V DD. Não ultrapasse estes valores. Deve ligar os aparelhos do laboratório ao circuito inversor sempre por esta ordem: 1º osciloscópio; 2º fonte de alimentação DC; e 3º gerador de funções. A fonte de alimentação e o gerador de funções devem ser ajustados aos valores de amplitude desejados só depois de serem ligados ao circuito inversor. Portanto, ao ligá-los ao inversor devem ter ambos um sinal de amplitude 0 (zero). Deve fazer os ajustes de valores lentamente, sempre a visualizá-los no osciloscópio, para NÃO ultrapassar os valores desejados. Cuidado com as massas dos cabos coaxiais: têm de estar todas ligadas ao mesmo ponto do circuito (referência) para evitar curto-circuitos indesejáveis. Estes cuidados devem-se à fragilidade da porta dos TECMOS que é um condensador. Valores excessivos de tensão nas portas ou suas variações bruscas, provocam picos de corrente (i C = C dv C / dt) que podem destruir a porta. A camada de óxido, que é o dieléctrico do condensador, pode degradar-se permanentemente. Esta camada é muito fina e por isso só suporta tensões baixas (alguns Volt). Cargas eléctricas estáticas Q injectadas pelo nosso corpo ao manusearmos um TECMOS também os podem destruir. Como a tensão no condensador é dada por v C = Q / C, e C é muito pequeno (na actual tecnologia de ponta a menor dimensão dos transístores MOS já é de dezenas de nanómetros) pode-se facilmente atingir tensões V elevadas mesmo para Q reduzido. Os transístores têm normalmente circuitos de protecção para atenuar este problema. Usualmente usa-se díodos para limitar a tensão
10 Visualize as tensões de entrada v I e de saída v O no osciloscópio. Visualize a característica v O (v I ) usando o osciloscópio no modo XY ou equivalente: a entrada do osciloscópio relativa a v I é aplicada na deflexão horizontal (eixo dos xx) onde normalmente é aplicado o sinal da base de tempo (trigger); e a entrada do osciloscópio relativa a v O é aplicada na deflexão vertical (eixo dos yy). Fotografe o mostrador do osciloscópio ou guarde um ficheiro com o mostrador do osciloscópio e coloque a Figura respectiva no seu relatório. Não se esqueça de colocar as escalas e unidades na legenda de todos os gráficos que introduzir, qualquer que seja o modo que utilize para os obter. Por vezes é difícil de ler as escalas no ficheiro ou na fotografia que colocam no relatório e uma boa figura é muitas vezes melhor que vários parágrafos de texto. 2. Na segunda parte, o gerador v I é o gerador de funções com uma onda quadrada. Ligue o gerador de sinais directamente ao osciloscópio e ajuste-o para um sinal de 1MHz (o período do sinal é de 1µs). Após ligar o gerador ao inversor CMOS ajuste o nível dos impulsos de forma a serem iguais às tensões de alimentação DC (v IH = V DD e v IL = V SS ). Verifique se o gerador consegue aplicar ao inversor CMOS uma onda com tempos de subida e descida muito mais rápidos que os tempos previstos pelo fabricante para o inversor (ver a tabela da página 3 do catálogo). Note que as condições de teste que levaram aos valores de catálogo são com carga de 50pF. No laboratório a carga é a impedância de entrada do osciloscópio (verifique na entrada do osciloscópio que está a usar o que é indicado: exemplo típico 1MΩ//11pF) em paralelo com a capacidade do cabo que é para o RG58 cerca de 30pF / pé, ou seja cerca de 100pF / m de comprimento. Se os tempos de subida e descida do sinal do gerador forem da ordem de grandeza dos previstos para o inversor há que subtrair aos tempos de subida e descida na saída os já existentes no sinal de entrada para se ter uma medida do acréscimo nestes tempos introduzidos pelo inversor. Em conformidade visualize no osciloscópio as tensões de entrada v I e de saída v O e obtenha os tempos de subida e descida bem como o tempo de atraso de propagação do inversor (ver definições na Figura III.1). Se pretender, pode usar os cursores do osciloscópio. Fotografe o mostrador ou armazene um ficheiro com a sua imagem. Coloque a Figura no seu relatório. Não se esqueça de colocar as escalas em todos os gráficos que efectuar. Poderá usar Figuras com escalas diferentes consoante a grandeza a medir. 3. Alínea facultativa - Para ter uma noção da dispersão de fabrico sugere-se que faça os seguintes testes experimentais para medir o K e o V TO dos dois transístores
11 Ligue os transístores NMOS T1 e T2 da base de montagem a uma das resistências R 1 ou R 2, de acordo com as ligações da Figura IV.3 (R = R 1 ou R 2 ), e depois repita o processo ligando a outra, R 2 ou R 1. V DD T 2 R V DD v O R v O T 1 Figura IV.3 Montagem dos TECMOS na zona de saturação para obter os parâmetros K e V t. Nestas condições ambos os transístores têm a tensão v GD = 0, o que garante que estão a operar na zona de saturação. Portanto, em primeira aproximação, tem-se para a corrente de dreno: i D = K ( v GS V t ) 2. Para os dois valores de resistências vai obter para cada transístor dois pares de valores (I D, V GS ) pelo que é possível obter uma estimativa dos parâmetros do modelo K e V t resolvendo um sistema de 2 equações a 2 incógnitas. Compare os valores obtidos experimentalmente com os que pode obter do catálogo. Notese que o catálogo não dá directamente os valores de V t e de K. No entanto, uma estimativa dos V t é facilmente obtida dos gráficos das Figuras 3 a 5 e 7. Quanto a K, lembrando que a transcondutância em AC é dada por g m = di D /dv GS PFR = 2(kI D ) ½ (PFR ponto de funcionamento em repouso) tem-se K = (g m /2) 2 /I D. Da curva A (valores médios) da Figura 10 do catálogo tira-se o valor de g fs para um dado V DD e da curva da Fig.7 o correspondente I D ou I DD como é denominado no catálogo. O significado de g fs é a transcondutância directa (f de forward) com o inversor em curto-circuito em AC (s de short-circuit). O circuito de teste usado para calcular g fs está representado na Fig. 9. Notese que, ao colocar um amperímetro na saída se está a introduzir um curto-circuito na saída em AC (condensador de 100µF a bloquear a corrente DC). Deste modo, toda a corrente dos geradores comandados que estão entre o dreno e as fontes dos modelos do NMOS e do PMOS, 2g m v gs (admitindo que têm o mesmo g m ), vai para o amperímetro, não influenciando a medida as resistências r o dos modelos dos dois transístores. Em conformidade, g m = g fs /2. Note-se que em AC, regime dinâmico, os transístores estão em paralelo, logo as correntes somam-se e os g m também. Assim pode-se escrever que K = (g fs /4) 2 / I DD
12 Compare também os valores experimentais obtidos para os K e V t dos transístores com os usados no modelo do PSpice. Note-se que a constante K = 2 KX W/L, com X = N ou P consoante se trata do NMOS ou do PMOS. Quanto a V t é denominado no modelo PSpice por VTO. V. Conclusões e críticas 1. Compare os resultados obtidos experimentalmente, parte IV, com os valores obtidos por via teórica, analítica na parte II, e por simulação com o programa PSpice na parte III. Comente, nomeadamente: a característica v O (v I ), obtida em II.1, III.1 e IV.1, bem como os valores das margens de ruído e do ganho delas obtidos; os tempos de comutação e atraso na propagação, obtidos em III.4 e medidos em IV.2. Compare estas curvas e estes valores numéricos com os dados típicos fornecidos pelo fabricante do circuito integrado (anexo 1). 2. O que aprendeu com este trabalho? Teça comentários à execução do trabalho e proponha alterações que no seu entender o tornarão mais útil e aliciante
13 Anexo 2 Exemplo de alguns dos gráficos que deve introduzir no relatório. Atenção que os gráficos devem permitir uma leitura fácil pelo que devem ter dimensão adequada. Para o caso da análise transitória apresentam-se 2 níveis de ampliação dos gráficos. Sugere-se que num programa de processamento de imagem se inverta as cores para tornar a leitura mais fácil e poupar tinta na impressão. Figura 2.1 Análise DC Figura 2.2 Análise AC
14 Figura 2.3 Análise Transitória Figura 2.4 Ampliação de cerca de meio período: tempo de subida de 10% a 90% cerca de 1/6 de divisão; e uma divisão vale 50µs. Figura 2.5 Ampliação da zona de subida da tensão de saída para se notar o atraso: cerca de 1,2 de divisão; e uma divisão vale 5ns 6ns
15 Anexo 3 Excerto de um catálogo de cabos coaxiais Type (/U) MIL-W-17 Z 0() Dielectric Capacitance O.D. db/100 ft Vmax Type (pf/ft) MHz (rms) Shield Estrutura do cabo RG 58 A protecção exterior em PVC flexivel B trança em fios de Cobre (condutor exterior) C Isolante dielétrico (polietileno duro) D condutor unifilar de Cobre duro (condutor central) Fichas coaxiais: BNC = Bayonet Neill Concelman (a) bnc macho (até 4GHz); (b) T bnc com 1 macho e 2 fêmeas; N = invented in the 1940s by Paul Neill (c) N fêmea (até 11GHz); e SMA = SubMiniature version A (d) sma fêmea (até 18 ou 26.5GHz)
INSTITUTO SUPERIOR TÉCNICO Departamento de Engenharia Electrotécnica e de Computadores (DEEC) Área Científica de Electrónica ELECTRÓNICA GERAL
INSTITUTO SUPERIOR TÉCNICO Departamento de Engenharia Electrotécnica e de Computadores (DEEC) Área Científica de Electrónica ELECTRÓNICA GERAL Mestrado Integrado em Engenharia Biomédica e Mestrado Bolonha
Trabalho de Laboratório. Electrónica Geral LERCI. Circuitos com Transistores MOS
Trabalho de Laboratório Electrónica Geral LERCI Circuitos com Transistores MOS Número Nome Grupo: Professor: Instituto Superior Técnico Departamento de Engenharia Electrotécnica e de Computadores Área
Guias de Laboratório da Unidade Curricular Eletrónica 2 (Licenciatura em Engenharia Eletrotécnica e de Computadores)
Guias de Laboratório da Unidade Curricular Eletrónica 2 (Licenciatura em Engenharia Eletrotécnica e de Computadores) Jorge Manuel Martins ESTSetúbal, julho de 2017 Índice Lab. 1 - Estudo de um Amplificador
Trabalho prático nº 5 de Electrónica 2009/2010
Trabalho prático nº 5 de Electrónica 29/21 Título: Circuito amplificador com um transístor em montagem de emissor comum (com e sem degenerescência do emissor). Sumário Proceder se á à montagem de um circuito
Escola Superior de Tecnologia
Escola Superior de Tecnologia Departamento de Engenharia Electrotécnica Electrónica I 1º Trabalho de Laboratório Características V-I do díodo de silício, do díodo Zener e do díodo emissor de luz - LED
Trabalho prático nº 4 de Electrónica 2008/2009
Trabalho prático nº 4 de Electrónica 2008/2009 Título: Circuito amplificador com um transístor em montagem de emissor comum (com e sem degenerescência do emissor). Sumário Proceder se á à montagem de um
SINAIS E SISTEMAS MECATRÓNICOS
SINAIS E SISTEMAS MECATRÓNICOS Laboratório #1: Introdução à utilização de aparelhos de medida e geração de sinal: multímetro, osciloscópio e gerador de sinais Mestrado Integrado em Engenharia Mecânica
Exemplo 4.1 (pag.245)
Exemplo 4.1 (pag.245) Considere um processo tecnológico com min =0,4 μm, t ox =8nm, μ n =450 cm 2 /V.s, e V t =0,7 V. a) Determine C ox e k n. b) Para um MOSFET com W/=8 μm/0,8 μm, determine os valores
Escola Politécnica - USP
Escola Politécnica - USP PSI 2327 Laboratório de Eletrônica III Exp 3: Geradores de Varredura Equipe:- - - Turma: Profs: - - Data de Realização do Experimento: Nota: Bancada: 2005 1. Introdução Esta experiência
Escola Politécnica - USP
Escola Politécnica - USP PSI 2325 Laboratório de Eletrônica I Exp 4: Polarização de Transistores JFET Equipe: - Turma: - - Profs: - - Data de Realização do Experimento: Nota: Bancada: 2002 B 66 Laboratório
Eletrônica II. Germano Maioli Penello. II _ html.
Eletrônica II Germano Maioli Penello [email protected] http://www.lee.eng.uerj.br/~germano/eletronica II _ 2015-1.html Aula 04 1 Revisão aula passada É comum ter situações temos um sinal de baixa intensidade
Medição de Tensões e Correntes Eléctricas. Leis de Ohm e de Kirchoff
Medição de Tensões e Correntes Eléctricas. Leis de Ohm e de Kirchoff. Objectivo: Aprender a medir tensões e correntes eléctricas com um oscioscopio e um multímetro digital. Conceito de resistência intema
CIRCUITOS AMPLIFICADORES COM TRANSÍSTORES DE JUNÇÃO BIPOLARES TRABALHO DE LABORATÓRIO Teoria dos Circuitos e Fundamentos de Electrónica Teresa Mendes de Almeida [email protected] Área Científica
LEE 2006/07. Guia de Laboratório. Trabalho 4. Circuitos Dinâmicos. Resposta em Frequência
Análise de Circuitos LEE 2006/07 Guia de Laboratório Trabalho 4 Circuitos Dinâmicos Resposta em Frequência INSTITUTO SUPERIOR TÉCNICO Departamento de Engenharia Electrotécnica e de Computadores Paulo Flores
UNIVERSIDADE LUSÓFONA DE HUMANIDADES E TECNOLOGIAS LICENCIATURA EM ENGENHARIA ELECTROTÉCNICA ELECTRÓNICA GERAL
UNIVERSIDADE LUSÓFONA DE HUMANIDADES E TECNOLOGIAS LICENCIATURA EM ENGENHARIA ELECTROTÉCNICA ELECTRÓNICA GERAL 3º TRABALHO DE LABORATÓRIO DÍODO João Beirante 1º Parte do Trabalho de Laboratório 1. INTRODUÇÃO
ELECTROTECNIA TEÓRICA MEEC IST
ELECTROTECNIA TEÓRICA MEEC IST 2º Semestre 2017/18 4º TRABALHO LABORATORIAL REGIMES TRANSITÓRIOS Prof. V. Maló Machado Prof. M. Guerreiro das Neves Prof.ª Mª Eduarda Pedro ELECTROTECNIA TEÓRICA CIRCUITOS
Microeletrônica. Prof. Fernando Massa Fernandes. https://www.fermassa.com/microeletrônica.php. Sala 5017 E
Microeletrônica Prof. Fernando Massa Fernandes https://www.fermassa.com/microeletrônica.php Sala 5017 E [email protected] http://www.lee.eng.uerj.br/~germano/microeletronica_2016-2.html (Prof. Germano
Inversor CMOS: operação do circuito, características de transferência de tensão (p )
PSI3322 - ELETRÔNICA II Prof. João Antonio Martino AULA 2-27 Inversor CMOS: operação do circuito, características de transferência de tensão (p. 29-22) Transistor NMOS Fonte (S-Source) Porta (G-Gate) Dreno
Fundamentos de Electrónica Laboratório
Fundamentos de Electrónica Laboratório Díodo de Junção Semicondutor Regime Estacionário IST-2013/2014 2º Semestre Objectivos Com este trabalho pretendem atingir-se dois objectivos: a. Determinar experimentalmente
2 Ressonância e factor de qualidade
Universidade Nova de Lisboa, Faculdade de Ciências e Tecnologia Departamento de Física Electromagnetismo e Física Moderna 2 Ressonância e factor de qualidade Os circuitos RLC Observar a ressonância em
O amplificador operacional Parte 1: amplificador inversor não inversor
Instituto uperior Técnico Departamento de Engenharia Electrotécnica e de Computadores Área de Electrónica O amplificador operacional Parte : amplificador inversor não inversor Trabalho de Laboratório Teoria
Física Experimental II - Experiência E10
Física Experimental II - Experiência E10 Osciloscópio e Circuitos de Corrente Alternada OBJETIVOS Aprendizado sobre funcionamento do osciloscópio e sua utilização em circuitos simples de corrente alternada.
TRABALHO 2 Amplificadores Operacionais e Diodos
GUIA DE LABORATÓRIO Análise de Circuitos - LEE TRABALHO 2 Amplificadores Operacionais e Diodos INSTITUTO SUPERIOR TÉCNICO Departamento de Engenharia Electrotécnica e de Computadores Secção de Electrónica
CONVERSOR CA/CC TRIFÁSICO COMANDADO
Área Científica de Energia Departamento de De Engenharia Electrotécnica e de Computadores CONVERSOR CA/CC TRIFÁSICO COMANDADO (Carácter não ideal) TRABALHO Nº 2 GUIAS DE LABORATÓRIO DE ELECTRÓNICA DE ENERGIA
ANÁLISE DE CIRCUITOS LABORATÓRIO
ANÁLISE DE CIRCUITOS LABORATÓRIO Ano Lectivo 20 / 20 Curso Grupo Classif. Rubrica Trabalho N.º 4 A Bobina Plano de Trabalhos e Relatório: 1. As bobinas nos circuitos em corrente alternada sinusoidal. A
Electromagnetismo e Física Moderna. Conhecer um método para a determinação da capacidade eléctrica
Universidade Nova de Lisboa, Faculdade de Ciências e Tecnologia Departamento de Física 1 Compreender o que é um condensador eléctrico Electromagnetismo e Física Moderna Capacidade e condensadores Conhecer
MEDIÇÃO DE GRANDEZAS ELÉCTRICAS UTILIZAÇÃO DO OSCILOSCÓPIO E DO MULTÍMETRO
TRABALHO PRÁTICO MEDIÇÃO DE GRANDEZAS ELÉCTRICAS UTILIZAÇÃO DO OSCILOSCÓPIO E DO MULTÍMETRO Objectivo Este trabalho tem como objectivo a familiarização com alguns dos equipamentos e técnicas de medida
MEDIÇÃO DE GRANDEZAS ELÉCTRICAS UTILIZAÇÃO DO OSCILOSCÓPIO E DO MULTÍMETRO
TRABALHO PRÁTICO MEDIÇÃO DE GRANDEZAS ELÉCTRICAS UTILIZAÇÃO DO OSCILOSCÓPIO E DO MULTÍMETRO Objectivo - Este trabalho tem como objectivo a familiarização com alguns dos equipamentos e técnicas de medida
Escola Secundária. tensão = número de divisões na escala vertical tensão/divisão. tensão = 4,2 10 mv = 42 mv
Grupo de Trabalho: Classificação Professor Numa empresa de telecomunicações investigam-se materiais e métodos inovadores para a comunicação. O sistema de segurança da empresa é bastante rígido. A empresa
Trabalho prático nº 2 de Electrónica 2009/2010
Trabalho prático nº 2 de Electrónica 2009/2010 Título: Amplificador operacional. Configuração inversora. Sumário Proceder se á à montagem de circuitos simples com amplificadores operacionais (ampops) em
Medição de Tensões e Correntes Eléctricas. Leis de Ohm e de Kirchhoff
Ano lectivo: 2010 2011 Medição de Tensões e Correntes Eléctricas. Leis de Ohm e de Kirchhoff 1. OBJECTIVO Aprender a utilizar um osciloscópio e um multímetro digital. Medição de grandezas AC e DC. Conceito
Montagens Básicas com Díodos
Instituto Politécnico de Tomar Escola Superior de Tecnologia de Tomar Departamento de Engenharia Electrotécnica ELECTRÓNICA I Trabalho Prático N.º 2 Montagens Básicas com Díodos Efectuado pelos alunos:
Díodo Zener. Para funcionar com polarização inversa. Modelo mais simples assume r z =0. Electrónica 1
Díodo Zener Para funcionar com polarização inversa. Modelo mais simples assume r z =0 exemplo como é que calcula I, I Z e I L? Díodo Zener Ef.Zener(V z 7V) Especificações: corrente
ELECTROTECNIA TEÓRICA MEEC IST
ELECTROTECNIA TEÓRICA MEEC IST 2º Semestre 2017/18 5º TRABALHO LABORATORIAL PARÂMETROS DISTRIBUÍDOS Linha Bifilar e Linha Coaxial Prof. V. Maló Machado Prof. M. Guerreiro das Neves Prof.ª Mª Eduarda Pedro
Medição de Características de Circuitos Atenuadores
Identificação: Alunos: 1. 2. Turma 3EEC Data: / / Classificação: (0-5) Medição de Características de Circuitos Atenuadores Trabalho Laboratorial 4 Objectivos Estudo de métodos de medição de: tensão, tempo,
Física II. Laboratório 1 Instrumentação electrónica
Física II Laboratório 1 Instrumentação electrónica OBJECTIVO Utilizar instrumentos electrónicos: osciloscópios, geradores de sinais, fontes de corrente e tensão, multímetros. 1. INTRODUÇÃO Com o multímetro
INSTITUTO DE FÍSICA DA UNIVERSIDADE
INSTITUTO DE FÍSICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Laboratório de Eletromagnetismo (4300373) 2 o SEMESTRE DE 2013 Grupo:......... (nomes completos) Prof(a).:... Diurno ( ) Noturno ( ) Data : / / Experiência
Guia de Laboratório de Electrónica II. Amplificadores Operacionais
Instituto Superior Técnico Departamento de Engenharia electrotécnica e de Computadores Secção de Electrónica Guia de Laboratório de Electrónica II Amplificadores Operacionais (º trabalho) Grupo Nº Número
INSTITUTO SUPERIOR TÉCNICO. Conversores Electrónicos de Potência Comutados a Alta Frequência 5º TRABALHO DE LABORATÓRIO (GUIA) INVERSOR MONOFÁSICO
INSTITUTO SUPERIOR TÉCNICO Conversores Electrónicos de Potência Comutados a Alta Frequência 5º TRABALHO DE LABORATÓRIO (GUIA) INVERSOR MONOFÁSICO Beatriz Vieira Borges e Hugo Ribeiro IST - 2013 1 INSTITUTO
O amplificador operacional Parte 2: Factor de rejeição de modo comum (CMRR),taxa de inflexão (slew rate) e tensão de desvio (offset)
Instituto uperior Técnico Departamento de Engenharia Electrotécnica e de Computadores Área de Electrónica O amplificador operacional Parte : Factor de rejeição de modo comum (CMRR),taxa de inflexão (slew
1º Trabalho de laboratório Iniciação ao uso da instrumentação electrónica. Circuitos RC simples. Circuitos com AmpOps. Parte III
1º Trabalho de laboratório Iniciação ao uso da instrumentação electrónica. Circuitos RC simples. Circuitos com AmpOps. Parte III Alunos: Turma: Data: / /2006 A entregar na aula de / /2006 Docente: Classificação:
Colectânea de problemas
lectânea de problemas Capítulo 3 Transistores de efeito de campo (FET) P-1 nsidere o circuito da figura P1 em que o MOSFET tem as seguintes características: V t =2V, K=1mA/V 2 e λ=0; V DD =15V, R D =4kΩ
INVERSOR LÓGICO INTRODUÇÃO TEÓRICA. Para a tecnologia TTL esses valores são bem definidos: Nível lógico 1 = + 5V Nível lógico 0 = 0v
Invasor Lógico INVERSOR LÓGICO OBJETIVOS: a) Entender o significado de compatível com TTL ; b) Aprender como interpretar especificações das folhas de dados (Data Book); c) Identificar a representação eletrônica
Electrónica Geral. Transístor metal- óxidosemicondutor: Relatório do 2º Trabalho de Laboratório. Mestrado em Eng. Biomédica 2ºSemestre, 2012/2013
Electrónica Geral Mestrado em Eng. Biomédica 2ºSemestre, 2012/2013 Transístor metal- óxidosemicondutor: Inversor CMOS Relatório do 2º Trabalho de Laboratório Prof: João Costa Freire Realizado por: Joana
ELECTRÓNICA I. ANÁLISE EM CORRENTE ALTERNADA DE UM CIRCUITO RC Guia de Montagem do Trabalho Prático
Universidade do Minho Circuito RC - Guia de Montagem Escola de Engenharia Dep. Electrónica Industrial 1/8 ELECTRÓNICA I ANÁLISE EM CORRENTE ALTERNADA DE UM CIRCUITO RC Guia de Montagem do Trabalho Prático
DESCARGA EM CIRCUITO RC
INSTITUTO DE FÍSICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Laboratório de Eletromagnetismo (4300373) 2 o SEMESTRE DE 2013 Grupo:......... (nomes completos) Prof(a).:... Diurno ( ) Noturno ( ) Data : / / 1. Introdução
Inversores CMOS. Assuntos. João Canas Ferreira. Março de Comportamento estático. 2 Comportamento dinâmico. 3 Cadeias de inversores
Inversores CMOS João Canas Ferreira Universidade do Porto Faculdade de Engenharia Março de 2012 Assuntos 1 Comportamento estático 2 Comportamento dinâmico 3 Cadeias de inversores João Canas Ferreira (FEUP
Nota a respeito de FET, MosFET e PIC16F877A
Nota a respeito de FET, MosFET e PIC16F877A No caso do pino de RA4, ele é de dreno aberto logo temos que colocar um resistor entre ele e VCC+. O pino RA4 está ligado no dreno (Drain) de um transistor MosFET.
ELECTRÓNICA GERAL FILTROS ACTIVOS E OSCILADORES 1º TRABALHO DE LABORATÓRIO 1º SEMESTRE 2015/2016 JOSÉ GERALD E PEDRO VITOR
ELECTRÓNICA GERAL 1º TRABALHO DE LABORATÓRIO FILTROS ACTIVOS E OSCILADORES 1º SEMESTRE 2015/2016 JOSÉ GERALD E PEDRO VITOR AGOSTO 2015 Sessão 1 Secções Biquadráticas com 3 Amplificadores Operacionais 1.1
PARTE II - Circuitos Resistivos Não-Lineares
Problema 2.1 Amplificador não inversor PATE II ircuitos esistivos NãoLineares onsidere o amplificador da figura 2.1. A tensão, v in, na entrada do amplificador operacional (A.O.), que se supõe ideal, é
Trabalho prático nº 3 de Electrónica 2009/2010
Trabalho prático nº 3 de Electrónica 2009/2010 Título: Amplificador operacional. ConFiguração não inversora (seguidor de tensão). Sensor de temperatura. Sumário Utilizar se á o circuito do trabalho prático
GUIA DE EXPERIMENTOS
ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Departamento de Engenharia de Sistemas Eletrônicos PSI - EPUSP PSI 3031 LABORATÓRIO DE CIRCUITOS ELÉTRICOS GUIA DE EXPERIMENTOS EXPERIÊNCIA 1: INSTRUMENTAÇÃO
Fig. 1 (a) Diagrama de Amplitude e (b) diagrama de fase de um filtro passa-baixo (um polo em s=ω o
Fig. 1 (a) Diagrama de Amplitude e (b) diagrama de fase de um filtro passa-baixo (um polo em s=ω o ). 0 Fig. 2 (a) Diagrama de Amplitude e (b) diagrama de fase de um filtro passa-alto (um zero em s=0 e
. Medição de tensões contínuas (DC) : Volt [V]. Medição de tensões alternas (AC)
Medição de Tensões e de Correntes Eléctricas. Leis de Ohm e de Kirchoff 1. Objectivo: Aprender a medir tensões e correntes eléctricas com um osci1oscópio e um multímetro digital. Conceito de resistência
Fundamentos de Controlo
Licenciatura em Engenharia Electrónica LEE - IST Fundamentos de Controlo 1º semestre 2012-2013 Guia de trabalho de Laboratório Controlo de um motor d.c. elaborado por: Eduardo Morgado Outubro 2012 I. Introdução
defi departamento de física
defi departamento de física Laboratórios de Física www.defi.isep.ipp.pt Estudo de um Amperímetro Instituto Superior de Engenharia do Porto- Departamento de Física Rua Dr. António Bernardino de Almeida,
Controlo por fase de uma carga indutiva
Trabalho Prático n o 6 Controlo por fase de uma carga indutiva Objectivos i) Consolidar o conceito de controlo por fase. ii) Estudar a conversão de corrente alternada em corrente contínua. iii) Chamar
3. TRANSISTOR BIPOLAR DE JUNÇÕES. (regime variável)
3. TRANSSTOR POLAR D JUNÇÕS (regime variável) 2006 2007 Laboratório de Dispositivos lectrónicos TRANSSTOR POLAR D JUNÇÕS Pretende-se estudar um transistor 547/557 cujas características de catálogo são:
EEL211 LABORATÓRIO DE CIRCUITOS ELÉTRICOS I LABORATÓRIO N O 3: MULTÍMETROS TRUE RMS X AVERAGE SENSING
LABORATÓRIO N O 3: MULTÍMETROS TRUE X AERAGE SENSING OBJETIOS: Ao final desta aula o aluno deverá estar apto a utilizar adequadamente e com segurança multímetros digitais. LISTA DE MATERIAL Osciloscópio
Leia atentamente o texto da Aula 6, Corrente alternada: circuitos resistivos, e responda às questões que seguem.
PRÉ-RELATÓRIO 6 Nome: turma: Leia atentamente o texto da Aula 6, Corrente alternada: circuitos resistivos, e responda às questões que seguem. 1 Explique o significado de cada um dos termos da Equação 1,
PARTE 1. Transistores como Chave de Potência Introdução Projeto (transistor como chave de potência)
Exp. 3 Dispositivos de Potência B 1 PARTE 1. Transistores como Chave de Potência 1.1. Introdução Esta parte da experiência tem como objetivo estudar o comportamento de transistores operando como chaves.
ESCOLA SECUNDÁRIA MANUEL DA FONSECA - SANTIAGO DO CACÉM
Disciplina: Electricidade e Electrónica Módulo 1 Corrente Contínua PLANIFICAÇÃO Grupo Disciplinar: 50 Duração: 0 h / 0 blocos Ano Lectivo: 008/009 As grandezas mais importantes do circuito eléctrico. A
1. Objetivos. Analisar a resposta harmônica do amplificador e compará-la com os resultados esperados.
1. Objetivos Estudar o emprego de transistores bipolares em circuitos amplificadores através de projeto e implementação de um circuito amplificador em emissor comum. Analisar a resposta harmônica do amplificador
ELECTRÓNICA GERAL CONVERSOR DIGITAL ANALÓGICO 2º TRABALHO DE LABORATÓRIO 1º SEMESTRE 2015/2016 PEDRO VITOR E JOSÉ GERALD
ELECTRÓNICA GERAL 2º TRABALHO DE LABORATÓRIO CONVERSOR DIGITAL ANALÓGICO 1º SEMESTRE 2015/2016 PEDRO VITOR E JOSÉ GERALD AGOSTO 2015 1. Objectivos Pretende-se neste trabalho proceder ao estudo de um conversor
Teórico-prática n.º 7 Amplificador operacional e aplicações 29 e 30 de Novembro de 2018
Circuitos Elétricos e Sistemas Digitais & Circuitos e Eletrónica Mestrados Integrados em Engª. Biomédica e Engª. Física e Licenciatura em Física Teórico-prática n.º 7 Amplificador operacional e aplicações
No. USP Nome Nota Bancada GUIA E ROTEIRO EXPERIMENTAL
ESCOLA POLITÉCNICA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Departamento de Engenharia de Sistemas Eletrônicos PSI 3212 - LABORATÓRIO DE CIRCUITOS ELÉTRICOS EXPERIÊNCIA 2 - MEDIÇÃO DE GRANDEZAS ELÉTRICAS Profa. Elisabete
Carga e Descarga de Capacitores
Carga e Descarga de Capacitores Introdução O capacitor é um dispositivo capaz de armazenar energia elétrica sob a forma de um campo eletroestático. Quanto ligamos um capacitor a uma fonte de energia o
O osciloscópio permite medir quaisquer grandezas variáveis no tempo traduzidas para tensões variáveis, tempos e fases. Fig.1 Osciloscópio.
Osciloscópio O osciloscópio permite medir quaisquer grandezas variáveis no tempo traduzidas para tensões variáveis, tempos e fases. Fig.1 Osciloscópio. Podem ser apresentadas em gráfico as variações de
ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Departamento de Engenharia de Sistemas Eletrônicos PSI - EPUSP
ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Departamento de Engenharia de Sistemas Eletrônicos PSI - EPUSP PSI 3212 LABORATÓRIO DE CIRCUITOS ELÉTRICOS GUIA EXPERIMENTAL EXPERIÊNCIA 1: INSTRUMENTAÇÃO
EXPERIMENTO7: OSCILOSCÓPIO DIGITAL CIRCUITO RC
EXPERIMENTO7: OSCILOSCÓPIO DIGITAL CIRCUITO RC Nesse experimento você utilizará o osciloscópio como uma ferramenta para observar os sinais de tensão elétrica em um circuito contendo um resistor e um capacitor
Amplificadores Diferenciais. ENG04055 Concepção de CI Analógicos Eric Fabris
Amplificadores Diferenciais Introdução Inserção do Amplificador Diferencial na Hierarquia de Projeto de um Módulo Analógico O amplificador diferencial é um subcircuito composto de um conjunto de transistores
Microeletrônica. Aula 19. Prof. Fernando Massa Fernandes. Sala 5017 E.
Microeletrônica Aula 19 Prof. Fernando Massa Fernandes Sala 5017 E [email protected] https://www.fermassa.com/microeletronica.php http://www.lee.eng.uerj.br/~germano/microeletronica_2016-2.html
A.L.2.1 OSCILOSCÓPIO
A.L.2. OSCILOSCÓPIO FÍSICA.ºANO QUESTÃO-PROBLEMA Perante o aumento da criminalidade tem-se especulado sobre a possibilidade de formas de identificação, alternativas à impressão digital. Uma dessas formas
Trabalho Final. Amplificador de áudio para estetoscópio electrónico. Dept. Engenharia Electrotécnica. Novembro de Versão 1.0
Dept. Engenharia Electrotécnica Disciplina : Electrónica Amplificador de áudio para estetoscópio electrónico Novembro de 2011 Versão 1.0 Ref: DEE-EI-03-001-010 1- Introdução Este trabalho tem como objectivos
