Diretrizes Ambientais
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- Luiz Henrique Barata Malheiro
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1 Diretrizes Ambientais 11ª Rodada de Licitações Luciene Ferreira Pedrosa M.Sc. Planejamento Ambiental Assessora da Diretoria-Geral Superintendência de Segurança Operacional e Meio Ambiente
2 Base Legal Resolução CNPE nº 08/03 Diretrizes para a realização de licitações de blocos exploratórios Art. 2º. A Agência Nacional do Petróleo - ANP deverá, na implementação da política..., observar as seguintes diretrizes:... V - selecionar áreas para licitação, adotando eventuais exclusões de áreas por restrições ambientais, sustentadas em manifestação conjunta da ANP, do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis - IBAMA e de Órgãos Ambientais Estaduais...
3 Emissão dos Pareceres Ambientais Blocos Marítimos/Terrestres Blocos Terrestres GTPEG Grupo de Trabalho Interinstitucional de Atividades de Exploração e Produção de Óleo e Gás Órgãos Estaduais de Meio Ambiente (OEMAs) responsáveis pelo: Gestão das Unidades de Conservação Estaduais Licenciamento Ambiental Todos os blocos a serem ofertados na 11ª Rodada foram considerados aptos à atividade de E&P pelos órgãos ambientais
4 Competências Licenciamento Ambiental Bacias Marítimas Foz do Amazonas Pará-Maranhão Barreirinhas Ceará Potiguar Pernambuco-Paraíba Espírito Santo Bacias Terrestres Potiguar: IDEMA (RN) Parnaíba: SEMAR (PI) SEMA (MA) Sergipe-Alagoas: IMA (AL) Recôncavo: INEMA (BA) Tucano Sul: INEMA (BA) Espírito Santo: IEMA (ES) Ibama
5 Diretrizes ambientais para as Bacias Terrestres Bacias Marítimas: Apresentação CGPEG/Ibama
6 Bacia Potiguar Área destinada à criação da APA das Carnaúbas Reserva de Desenvolvimento Sustentável Estadual da Ponta do Tubarão IDEMA/RN Zoneamento para atividade petrolífera Não permitido - APPs + Cavernas Zona de alta exigência m das APPs (Critério Idema) Área destinada à criação da APA das Carnaúbas Contribuição GTPEG POT-T-442 e 443 Área Circundante da RDS Estadual da Ponta do Tubarão (já há campos produtores no interior da RDS)
7 Bacia do Parnaíba Reserva Biológica do Gurupi SEMAR/PI Intervenções em APPs deverão se restringir a situações indispensáveis PN-T-136 e 137 Parque Estadual do Mirador A área poderá ser afetada pela barragem de Estreito Recomenda-se que as atividades sejam acompanhadas por um arqueólogo SEMA/MA Parque Nacional da Serra das Confusões Considerar APPs e comunidades tradicionais PN-T-136, 137, 150 e 165 Blocos cortados pelo Rio Parnaíba
8 Bacia do Parnaíba Contribuição GTPEG Diversas Áreas Prioritárias com indicação para criação de unidades de conservação Estudos em andamento ou com requerimentos formalizados A ANP entende que as atividades podem ser compatibilizadas e acompanhará os processos de criação das UCs Caso as UCs sejam criadas, o licenciamento deverá incluir os procedimentos previstos na Resolução Conama nº 428/10 Fonte: GTPEG, 2013
9 Bacia de Sergipe-Alagoas IMA/AL Vasta rede hidrográfica com presença de manguezais Proximidade com a APA Costa dos Corais Contribuição GTPEG APA Federal Costa dos Corais Recomenda que o licenciamento seja conduzido com um nível de exigência compatível com a relevância da área
10 Bacia do Tucano Sul SEMA/BA Não apresenta diretrizes específicas Contribuição GTPEG Medidas mitigadoras para a destinação de efluentes e resíduos Proteção de cursos hídricos emersos e subterrâneos
11 Bacia do Recôncavo INEMA/BA Atividades em APPs, Reservas Legais e zonas urbanas não serão passíveis de licença ambiental SEMA/BA e contribuição GTPEG Área Prioritária Fragmentos do Litoral Norte (UC indefinida) REC-T-115, 116, 117 e 118 Recomenda que o licenciamento seja conduzido com um nível de exigência compatível com a relevância da área
12 Bacia do Espírito Santo Contribuição GTPEG Área prioritária para criação de Unidade de Conservação de Uso Sustentável IEMA/ES Áreas de alta sensibilidade ambiental e importância hídrica ES-T-485 e 495 Presença do corredor ecológico Sooretama-Goytacazes-Comboios As APPs deverão ser consideradas no processo de licenciamento Mapa de Áreas Prioritárias. Fonte: IEMA, 2009
13 Bacia do Espírito Santo As áreas para instalação dos poços, das vias de acesso e demais estruturas, inicialmente, não poderão estar sobrepostas às áreas sensíveis (lagos, dunas, brejos, canais fluviais, planícies inundáveis e fragmentos florestais remanescentes) As limitações poderão ser revistas, caso uma análise mais detalhada da área sensível revele a possibilidade de licenciamento (com a adoção de tecnologias de baixo impacto e que assegurem a integridade da área) Reserva Florestal da Vale Áreas Sensíveis. Fonte: IEMA, 2009
14 Contribuições GTPEG Contribuições para o licenciamento de atividades de E&P em blocos terrestres: Não deverão ser permitidas perfurações diretas sobre a orla (orla Decreto nº 5.300/04). O licenciamento deverá ser condicionado à utilização de tecnologias alternativas; Lei da Mata Atlântica (Lei /06) tipo de estudo a ser exigido e medidas compensatórias envolvendo a reparação de áreas desmatadas; Deverão ser consultados no processo de licenciamento ambiental: FUNAI, Fundação Palmares, IPHAN e ICMBio;
15 Contribuições GTPEG Contribuições para o licenciamento de atividades de E&P em blocos terrestres: Não deverá ser permitida perfuração direta sobre quaisquer áreas alagáveis. Deverá ser avaliada previamente a viabilidade do uso de tecnologias alternativas para perfuração somente a partir de áreas de terra firme; Deverá ser considerada a presença de Áreas Prioritárias para a Conservação da Biodiversidade (MMA, 2007) como um fator que eleva o nível de exigência em termos de diagnóstico e plano de controle ambiental.
16 Divulgação das Diretrizes Ambientais + Pacote de Dados
17 Considerações Finais o Todos os blocos a serem ofertados na 11ª Rodada foram considerados aptos à atividade de E&P pelos órgãos ambientais; o Manifestação dos órgãos ambientais x Concessão das licenças ambientais; o APPs, áreas alagadas, zoneamentos ecológico-econômicos, áreas prioritárias para a conservação da biodiversidade, podem determinar medidas de mitigação mais específicas; o A ANP entende que é possível a compatibilização das atividades de E&P com a proteção ambiental.
18 Sala de dúvidas ANP e ÓRGÃOS AMBIENTAIS
19 Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis Luciene Ferreira Pedrosa Contato: [email protected]
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