Cinema, imagem e psicanálise
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- Micaela Van Der Vinne Figueiroa
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1 Cinema, imagem e psicanálise
2 Coleção PASSO-A-PASSO CIÊNCIAS SOCIAIS PASSO-A-PASSO Direção: Celso Castro FILOSOFIA PASSO-A-PASSO Direção: Denis L. Rosenfield PSICANÁLISE PASSO-A-PASSO Direção: Marco Antonio Coutinho Jorge Ver lista de títulos no final do volume
3 Tania Rivera Cinema, imagem e psicanálise Rio de Janeiro
4 Copyright 2008, Tania Rivera Copyright desta edição 2008: Jorge Zahar Editor Ltda. rua México 31 sobreloja Rio de Janeiro, RJ tel.: (21) / fax: (21) [email protected] site: Todos os direitos reservados. A reprodução não-autorizada desta publicação, no todo ou em parte, constitui violação de direitos autorais. (Lei 9.610/98) Composição: TopTextos Edições Gráficas Ltda. Impressão: Sermograf Capa: Sérgio Campante R522c CIP-Brasil. Catalogação-na-fonte Sindicato Nacional dos Editores de Livros, RJ. Rivera, Tania Cinema, imagem e psicanálise / Tania Rivera. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., (Passo-a-passo; 85) Inclui bibliografia ISBN Psicanálise e cinema. I. Título. II. Série. CDD: CDU:
5 Sumário Introdução 7 A cena da realidade 11 A Outra Cena 15 O cinema e o sonho 19 Filmando a psicanálise. Segredos de uma alma 23 O sonho e o sujeito 28 Em busca do sonho, em busca do Real 34 O escuro, a fotografia e o fragmento. La jetée 38 Memória e montagem 46 Hitchcock e a vertigem da imagem 51 O Estranho e o espelho 55 Tempo e des-montagem pulsional 59 Rupturas 65 Referências e fontes 69 Sobre a autora 76
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7 Introdução De uma cidade qualquer, em um ponto escondido em uma casa ou edifício, pode-se ver todo o universo. Uma brecha mostra, a um só tempo, todas as imagens do mundo. As cidades, os pássaros, cada carro em movimento e cada folha caindo, cada homem, cada olho vendo cada figura, cada rosto, cada dor. Todas as imagens já concebidas, já realizadas, já vividas pelo homem. Cartas, segredos, múltiplas revelações. Imagens que se dobram em outras imagens, justaposições, esfumados, hologramas. Aleph tão valioso que deve ser esquecido, para Jorge Luis Borges. Fechemos rápido os olhos a tal revelação maravilhosa e terrível, umbigo do mundo ou talvez máquina do mundo como queria Carlos Drummond de Andrade, que deve logo se reencerrar. Ou cerremos só um pouco os olhos, na tentativa de organizar esse extraordinário jorro visual e fazer dele um fluxo de imagens em movimento. Regulando seu ritmo, enquadrando seus excessos, é possível forjar uma sintaxe que possa conformá-lo em uma narrativa. Mas será o cinema capaz ainda de transmitir a mágica e louca poesia de um aleph? 7
8 8 Tania Rivera O escritor italiano Italo Calvino, em um escrito biográfico sobre sua adolescência, afirma que o cinema era, para ele, o mundo. Um mundo pleno e coerente, ao contrário de sua vida, que não era mais do que um amontoado de elementos heterogêneos, sem forma, como que juntados ao acaso. Temos aí uma dimensão da imagem que não deixa ver as falhas e nos dá a ilusão de um mundo homogêneo e bem organizado (mesmo quando trata de temas complexos e problemáticos, como a violência, por exemplo). Podemos chamá-la de imagem-muro. Ela é antianalítica, faz-nos esquecer da terrível sentença de Freud de que o eu não é mais senhor em sua própria casa pois o inconsciente nos tira o tapete e denuncia como ilusão o domínio que teríamos de nós mesmos e do mundo. Nessa dimensão, a imagem é tranqüilizadora, ela nos recentra, nos faz senhores de nossa própria casa e de nosso próprio cinema. Ao lado dessa vertente da imagem, porém, perfila-se uma outra que não deixa de estar presente no cinema, a imagem-furo agenciamento de imagens que nos põe em questão, problematiza a realidade e pode nos colocar na vertigem, por vezes poética, de um mundo heterogêneo do qual não somos senhores. Brechas entre imagens, espaço irreconhecível, caos pulsante que é a própria vida. Terrível e maravilhoso aleph. Após se deixar encerrar entre as paredes da sala de projeção, Roland Barthes dizia gostar de sair do cinema. Já o cultuado diretor francês Chris Marker nota que metade do tempo que passamos nesta sala estamos no escuro e é essa porção escura que nos acompanha quando saímos, é ela
9 Cinema, imagem e psicanálise 9 que fica conosco, que fixa nossa memória de um filme. Entre cada um dos 24 quadros por segundo que nos dão a ilusão de contigüidade a seu sucessor, há um lapso, um intervalo no mais das vezes invisível, porém fundamental. Entre a presença de imagens em sucessão e o escuro o intervalo que o filme nos apresenta (ainda que não o percebamos), o cinema pode nos tranqüilizar em um mundo homogêneo, ou lançar-nos na vertigem de um aleph. A arte, podemos dizer de uma forma geral e, portanto, sempre um tanto grosseira, desperta no homem o que há nele de mais agudo e essencial, trazendo à tona, numa brecha fulgurante, o que faz dele um sujeito. Não é à toa que o cinema se interessa por vezes pela psicanálise (em geral, de maneira caricata). E também não é à toa que a psicanálise pode se interessar pelo cinema. À psicanálise interessa esse mesmo ponto agudo da constituição, da dor e da fruição do sujeito. A psicanálise nasce entrelaçada à arte, com a tragédia Édipo rei, de Sófocles, seguida de Hamlet, de Shakespeare. Já na Interpretação dos sonhos, Freud se interessa pela questão do efeito da tragédia sobre nós. Ele não deixará de convocar obras diversas, principalmente literárias, mas também de Michelangelo e Leonardo da Vinci, por exemplo, para construir sua teoria. A arte e a literatura aí servem, às vezes, como mera ilustração. Mas o próprio Freud notava que o artista (nós diríamos, a obra) detém mais saber sobre o inconsciente do que o psicanalista. Logo, não se trata de aplicar a psicanálise às obras para apontar nelas alguma verdade que apenas esta disciplina poderia revelar. Ao contrário, trata-se de buscar conhecimento sobre o
10 10 Tania Rivera homem nessas obras e, mais especificamente, com elas aprender sobre o sujeito e sua relação com a imagem. Não farei aqui, portanto, interpretações de filmes, de seus criadores ou de seus personagens, como se fossem analisandos em nosso divã. Tentarei, sim, seguir o apelo que as obras exercem sobre nós, convidando-nos a experimentar (e refletir sobre) isso que chamarei, com Lacan, de efeito de sujeito, fulguração e báscula capaz de pôr-nos radicalmente em questão. O próprio Freud não se interessava pelo cinema e jamais escreveu sobre ele. Talvez reprovasse nele a mistificação, a suave narcose que, no fim dos anos 1920, irá caracterizar como função da arte. Lou Andreas-Salomé, a psicanalista que foi íntima de Nietzsche e Rilke, esboça em 1913 uma tentativa de defesa desta que seria a cinderela das artes, avançando a idéia de que a rapidez da sucessão de imagens permitida pela técnica cinematográfica corresponderia mais ou menos às nossas faculdades de representação e imitaria também, em certa medida, sua versatilidade. Ela, porém, guarda em seu diário, quase envergonhada, a pergunta sobre o que o futuro do cinema poderia vir a significar para nossa constituição psíquica o sapatinho de cristal desta cinderela. Será mesmo o cinema, como sucessão de imagens, análogo ao funcionamento psíquico? Seja como for, Lou parece prever que o cinema acabaria sendo um domínio cultural privilegiado para se refletir sobre o sujeito. Nossa constituição psíquica parece encaixar-se perfeitamente nesses pés hoje já principescos. Somos sujeitos cinematográficos.
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