Classificação das cirurgias
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- Maria Antonieta Carrilho Rico
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1 UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA ESCOLA DE MEDICINA VETERINÁRIA DEPARTAMENTO DE PATOLOGIA E CLÍNICAS Classificação das cirurgias Palestrante : Joelma de Jesus Silva Salvador, 21 de março de 2011
2 Classificação das cirurgias v Quanto ao campo de ação. v Quanto ao porte. v Quanto a presença de microorganismos. v Quanto ao tempo até a realização da cirurgia. v Quanto ao risco de morte. v Quanto as estruturas anatômicas envolvidas ou ao instrumental cirúrgico necessário. v Quanto a existência de hemorragia. v Quanto a técnica utilizada. v Quanto a eficiência do tratamento cirúrgico ou prognóstico. v Quanto a necessidade da cirurgia.
3 Quanto ao campo de açãoa
4 Quanto ao campo de açãoa vcirurgia Geral Mais freqüentes Não requer material e instrumental especial
5 Quanto ao campo de açãoa vcirurgia Especial Exigem mais cuidados Técnicas, materiais e instrumentais específicos
6 Quanto ao porte
7 Quanto ao porte vpequeno Porte Simples Não há necessidade de um centro cirúrgico
8 Quanto ao porte vmédio Porte Centro cirúrgico Requisitos Obriagtórios Abertura de cavidades Risco de Infecção Cirugica Duração de poucas horas
9 Quanto ao porte vgrande Porte Complicados, demorados Complexidade das estruturas Materiais especiais Dificuldade em realizar cirurgia.
10 Presença a de Microorganismos
11 Presença a de Microorganismos vasséptica Não existe ou é mínima a contaminação bacteriana
12 Presença a de Microorganismos vséptica ( Contaminada) Área onde existe contaminação bacteriana Presença de Mo. Patogênico Infecção ativa
13 Presença a de Microorganismos vpotencialmente Séptica ( Potencialmente Contaminada ou Suja) Microbiota normal Contaminação da ferida Depende da Equipe Cirúrgica
14 Quanto ao tempo até a realização da cirurgia
15 Quanto ao tempo até a realização da cirurgia vprogramada Desnecessarias Estética Não compromete o estado de saúde do paciente ( Paciente Hígido ).
16 Quanto ao tempo até a realização da cirurgia vurgente ou de Urgência Possível aguardar um tempo em média até 3 dias Estabilização do animal Exemplo: Piometra aberta, Hérnia Inguinal não encarcerada.
17 Quanto ao tempo até a realização da cirurgia vextrema Urgência (Emergência) Imediatamente Risco de morte Pré- operatório escasso Pode haver complicações devido a demora
18 Quanto ao risco de morte
19 Quanto ao risco de morte vleve Não há risco de morte.
20 Quanto ao risco de morte vmoderado Exige maior cuidado Abertura de cavidade Exemplo: Remoção de Cálculos Vesicais
21 Quanto ao risco de morte vgrave Há risco de morte. Coloca a vida paciente em risco Duas Equipes Cirurgicas Exemplo: Cirurgia cardíaca
22 Quanto as estruturas anatômicas envolvidas ou ao instrumental cirúrgico rgico necessário
23 Quanto as estruturas anatômicas envolvidas ou ao instrumental cirúrgico rgico necessário vsimples ou Elementar Porção Mínima do tecido Reduzido o numero de instrumentais
24 Quanto as estruturas anatômicas envolvidas ou ao instrumental cirúrgico rgico necessário vcomplicada, composta, combinada Envolve várias estruturas Mais demorada
25 Quanto a existência de hemorragia
26 Quanto a existência de hemorragia vincruenta ou seca Pouco ou nenhum sangramento Situação rara.
27 Quanto a existência de hemorragia vcruenta Úmida Perda significativa de sangue Propício a infecção Dificulta a visualização do campo operatório Choque hipovolêmico
28 Quanto a Técnica T Utilizada
29 Quanto a Técnica T Utilizada v Regrada ou clássica Não foge da regra Segue passos de uma técnica
30 Quanto a Técnica T Utilizada v Não Regrada (Gênio) Empregada a medida que os problemas vão surgindo Diagnóstico não definido
31 Quanto a Eficiência
32 Quanto a Eficiência v Radical Causa eliminada Suficiente para tratar a afecção Certeza da resolução do problema.
33 Quanto a Eficiência v Paliativa A cura não é completa Proporciona melhor qualidade de vida ao paciente.
34 Quanto a Necessidade
35 Quanto a Necessidade vnecessária Única maneira de tratamento Não dispõem de outros meios de tratamento
36 Quanto a Necessidade v Estética Eletiva Solicitação do proprietário Sem necessidade
37 Quanto a Necessidade v Estética Corretiva Beneficia a estética do animal
38 Quanto a Necessidade v Utilidade Zootécnica Fins produtivos Facilita o manejo o valor do animal
39 Referências Bibliográficas v v v MAGALHÃES, H. P. Técnica cirúrgica e cirurgia experimental. 1.ed. São Paulo: Sarvier, BOJRAB, M. J. Técnicas atuais em cirurgia de pequenos animais. 3. ed., São Paulo: Roca, 2005, CIRINO, L. M. I. Manual de técnica cirúrgica para graduação. 1.ed. São Paulo: Sarvier, v FOSSUM, T.W. Cirurgia de Pequenos Animais. 1. ed. São Paulo: Roca, v v v v FULLER, J. R. Tecnologia cirúrgica: princípios e prática. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, GOFFI, F. S. Técnica cirúrgica, bases anatômicas e fisiológicas e técnicas da cirurgia. 4. ed. Rio de Janeiro: Atheneu, MAGALHÃES, H. P. Técnica cirúrgica e cirurgia experimental. 1. ed. São Paulo: Sarvier, SLATTER, Douglas. Manual de Cirurgia de Pequenos Animais. v ed. São Paulo: Manole., TUDURY, E. A.; POTIER, G. M. A. Tratado de Técnica Cirúrgica Veterinária. São Paulo: MedVet, 2009.
40 Obrigada!
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